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QUEM É VOCÊ?

Texto Base: Gn. 1:26; Mt. 3:13-17; Pv. 23:7ª; II Co. 13:5b

1- Você não é um acidente


Você não é um acidente. Seu nascimento não foi um erro ou um infortúnio, e sua vida
não é um acaso da natureza. Seus pais podem não tê-lo planejado, mas Deus
certamente o fez. Ele não ficou nem um pouco surpreso com seu nascimento. Aliás,
ele o aguardava (Is. 44:2). Se não houvesse um Deus, seríamos todos "acidentes", o
resultado de um fato extraordinariamente aleatório no universo.
Muito antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido na mente de Deus. Ele
também determinou as características naturais que você possuiria e a singularidade de
sua personalidade (Sl. 139:15).

2- Autoconhecimento
O autoconhecimento é um caminho que nos leva a olhar para dentro de nós mesmos e
a reconhecer nossos dons e talentos recebidos de Deus, e também, os nossos limites,
fraquezas e os pontos que precisam ser melhorados. Conhecer-se a si mesmo é uma
necessidade e um dever do qual ninguém pode subtrair-se. O homem tem necessidade
de saber quem é.
Conhecer-se a si mesmo é uma necessidade fundamental, para se ter um conceito
correto e real de si próprio, pois, somente quem descobre seu
verdadeiro valor consegue uma aceitação serena de si mesmo e de suas limitações, o
que lhe proporciona a segurança necessária para viver e realizar mudanças essenciais.
O autoconhecimento nos leva à autoestima e ao amor-próprio, ou seja, a olharmos
para nós mesmos reconhecendo-nos como criaturas de Deus, como obras-primas de
Deus, sem exaltações nem degradações.

Existem 4 áreas sobre autoconhecimento:


1ª Área - Eu sei e as pessoas também sabem
2ª Área - Eu sei mas as pessoas não
3ª Área - Eu não sei mas as pessoas sabem
4ª Área - Eu não sei, as pessoas não sabem mas Deus sabe

3- Nossas Máscaras
Uma máscara é um acessório utilizado para cobrir o rosto, um disfarce. Existem várias
maneiras de utilizar este acessório, uma delas é esconder a sua identidade.
Em algum momento da nossa existência nenhum homem deixou de usar algumas
máscaras. São vários os motivos: medo, insegurança, orgulho, etc. Falta ao ser humano
preparo para ser transparente num mundo tão ameaçador. As máscaras também são
usadas para proteção e garantir uma falsa estabilidade. A máscara proclama a mentira
e esconde a verdade!

1- A máscara da piedade – Muitos crentes tentam apresentar uma espiritualidade que


não possuem. Querem se mostrar mais piedoso do que são na realidade.
2- A máscara da autoconfiança – é a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de
fazer ou realizar alguma coisa.
O apóstolo Pedro declarou a Jesus que jamais o abandonaria e estava pronto para ir
para prisão ou até mesmo morrer por ele.
Abandonou a Jesus e juntou-se na roda dos escarnecedores negando-o. A máscara da
auto confiança caiu quando Jesus olhou para ele. Então, Pedro caiu em si, se vergou e
chorou.
3- A máscara do legalismo ou religiosidade – Um legalista é crítico, inflexível, mas
magnânimo consigo. Ele enxerga um cisco no olho do outro mas não tira a trave de do
seu. Vive de aparências, não se expõe.

4- O que eu declaro que sou determina quem eu sou


Você é fruto de suas próprias afirmações, e não do que os outros dizem (Pv. 18:20-21).
É tempo de você decidir deletar toda derrota que falaram a seu respeito por toda a
sua vida e passar a acreditar, confessar e caminhar em cima do que Deus diz a seu
respeito. Deus falou que você nasceu para vencer e é essa verdade que importa.
Abandone a auto piedade. Veja-se como filho do Rei que você é. Fale de você como
alguém poderoso em Deus, em obras, em palavras. Maior é o que está com você. A
verdade é o que a Bíblia diz a seu respeito.

5- Seja você mesmo


Você já admirou tanto uma pessoa que tentou ser como ela? Tentou imitar o modo com
que ela agia, falava, pensava? É bem provável que você tenha se frustrado com essa
tentativa, não é mesmo? Mas saiba que Deus não quer que você se entristeça, pois que
Ele nunca disse que você deve ser como a outra pessoa; Ele quer que você seja você
mesmo!
Existe uma razão pela qual o Senhor te fez desse jeito: Ele quer que você seja livre. É
isso mesmo. A maior liberdade que você pode ter é ser você mesmo, com suas
qualidades e defeitos. Quem imita os outros, se limita! Por isso, tudo o que Deus espera
é que você tente ser o melhor que você pode e reconheça o quanto você precisa dEle
para ser mais parecido com Jesus. Ao fazer isso, você será feliz por quem você é e
saberá que Deus te ama mesmo com suas imperfeições.
Então, seja você mesmo e faça seu melhor para Deus. Se as pessoas te rejeitarem,
estarão rejeitando o que Deus criou, e não o que você criou. É lógico que precisamos
mudar em muitas áreas, mas só Deus pode fazer a verdadeira mudança, e Ele faz isso
do jeito dEle e no tempo dEle.
Às vezes ficamos mal por não gostarmos de quem somos e, com isso, criamos uma falsa
imagem para mostrarmos ao mundo. Por isso, decida gostar de si mesmo e agradeça a
Deus pelo modo que Ele te fez!

Parábola
“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-
lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto
com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Depois de cinco anos, este
homem recebeu a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o
naturalista:

– Este pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.


– De fato, – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma
águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros
de extensão.
– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de
águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e
desafiando-a disse:
– Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então
abra suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor.
Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou:
– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma
águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto
delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
– Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração
de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia,
levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha.
O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as
suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então
o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos
pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias
e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar
cada vez para mais alto. Voou… voou… até confundir-se com o azul do firmamento.”