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ANSIEDADE E ESTRESSE PRÉ-COMPETITIVO NA PERSPECTIVA DA


PSICOLOGIA DO ESPORTE: UM PROJETO DE INTERVENÇÃO.

Aline Araújo dos Santos; Márcia Santana Martins; Michele Reis Marques; Vanessa
Oliveira de Lima.
Graduandas em Psicologia;
Faculdade Regional da Bahia; Orientadora Marta Moreira.

Resumo

O presente projeto de intervenção aborda o tema, ansiedade e estresse pré-


competitivo na perspectiva da psicologia do esporte. Partindo do pressuposto de que
a ansiedade e o estresse são fenômenos emocionais e atuam diretamente na
realização das funções que demandam tanto empenho quanto concentração, a
contribuição do psicólogo do esporte é de suma importância auxiliando no
desempenho e nas questões de ordem emocional dos atletas. Visto que a psicologia
do esporte tem surgido com ênfase na psicologia, a ansiedade e o estresse tem sido
um dos fatores explanados nesta área, dessa forma, o tratamento psicológico se
torna indispensável para promover a saúde e o bem-estar dos atletas. A amostra
será constituída por 23 jogadores de futebol do sexo masculino com idade entre 19 e
32 anos, com pelo menos seis meses de prática na modalidade. Entre os fatores
que causam a ansiedade e o estresse pré-competitivo destacam-se situações como:
preocupação com críticas, cobrança da torcida, medo de perder e outros. Diante
dessa situação, verificou-se a necessidade de aplicar técnicas de intervenção, tais
como: auto- fala mensagem encoberta, concentração, relaxamento, musicoterapia e
fantasia guiada.

Palavras chave: Ansiedade; Estresse; Competição; Atleta; Psicologia.

Abstract

The present intervention project addresses the theme, anxiety and pre-competitive
stress from the perspective of sports psychology: intervention project, based on the
assumption that anxiety and stress are emotional phenomena and act directly in the
performance of the functions that require so much commitment As for concentration,
the contribution of the sports psychologist is of paramount importance in assisting the
performance and emotional issues of the athletes. Since sport psychology has
emerged with an emphasis on psychology, anxiety and stress has been one of the
factors explained in this area, so psychological treatment becomes indispensable to
promote athletes' health and well-being. The sample consisted of 11 male soccer
players aged between 19 and 32 years, with at least six months of practice in the
sport. Among the factors that cause anxiety and pre-competitive stress are situations
such as: concern about criticism, cheerleading, fear of losing and others. Faced with
this situation, it was necessary to apply intervention techniques, such as: self-talk,
covert message, concentration, relaxation, music therapy and guided fantasy.
Keywords: Anxiety; Stress; Competition; Athlete; Psychology
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Introdução

O presente projeto de intervenção que aborda o tema: Ansiedade e o


Estresse Pré-competitivo em atletas, surgiu da necessidade enquanto estudantes de
psicologia em entender como ocorre o desenvolvimento do trabalho do psicólogo do
esporte e como o profissional dessa área contribui para a diminuição dos casos de
ansiedade e estresse nos atletas de um time de futebol, antes das competições.

A competição para os atletas tem significado de superação e luta, e para


isso o atleta precisa estar com bom preparo físico e psicológico. A competição gera
estresse e ansiedade, pelo fato de ser por meio dela que se conhecem os
vencedores ou derrotados e por estarem sob observação da equipe técnica,
treinador, familiares, amigos, adversários e principalmente da torcida, sendo
julgados e pressionados. “As competições consistem num processo que envolve
uma série de fatores, dentre eles, o treinar, o competir, o superar os limites físicos e
mentais”. (Brandão,2007).

O projeto iniciou com a discussão da equipe em relação ao tema para


que, enquanto futuros psicólogos possamos contribuir para a redução dos fatores
que causam a ansiedade e o estresse no atleta pré-competitivo e através dos
resultados da pesquisa acreditamos ser possível intervenções que promovam um
maior equilíbrio psicológico do atleta, há também um interesse no grupo no que diz
respeito em prover e incentivar a discussão do tema e dessa nova área da
psicologia no âmbito acadêmico.

Para Rubio (2003, p.36)’’ a psicologia do esporte tem se constituído um


desafio para a psicologia antes de se tornar uma especialidade’’. Enquanto área de
conhecimento ela se encontrou, por muito tempo, na divisa entre a Psicologia e a
Educação Física, entre os limites do rendimento humano e as atividades motoras
básicas e lúdicas.

Problema

De que forma a psicologia do esporte pode contribuir com a diminuição dos


níveis de ansiedade e estresse pré-competitivo?
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Objetivos

Geral

Elaborar um projeto de intervenção que diminua os níveis de ansiedade e


estresse pré-competitivo que alteram o desempenho/rendimento do atleta.

Específico

 Possibilitar um campo de acolhimento aos jogadores;


 Capacitar a equipe técnica para identificar precocemente os fatores que
causam o estresse e ansiedade antes das competições;
 Promover trabalho corporal, respiração e relaxamento;
 Reduzir os problemas causados pela ansiedade e o estresse antes das
competições, com rodas de conversas e conscientização para promover o
equilíbrio emocional.
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Revisão de Literatura

História da Psicologia do Esporte

A psicologia do esporte surgiu entre o século XIX e o início do século XX


primeiramente na Rússia e nos Estados unidos mais precisamente. Considerado o
pai da psicologia do esporte Coleman Griffith foi o primeiro norte-americano que
dedicou-se aos estudos para a psicologia do esporte, em 1925 criou o primeiro
laboratório de Psicologia do Esporte, com o objetivo de investigar os elementos
psicológicos essenciais para o desempenho esportivo, assim como as habilidades
motoras e os aspectos da personalidade e pesquisas que abarcam as questões de
aprendizagem.

No Brasil, a recente história da psicologia do esporte teve início em 1950 com


João Cavalhaes, em 1960, estudos voltados para a investigação da personalidade.
De 1979 à 1980, foi criada a Sociedade Brasileira de Psicologia do Esporte, estudos
com tarefa motoras (visando a tarefa, a audiência e as características subjetivas) em
1980 ano marcado por pesquisas de aspectos relevantes do psicodiagnósticos
esportivo e a construção de perfis. Nos anos de 1990, Carron apresentou a hipótese
do U-invertido (aumento progressivo da performance).

Em 1997, foi dado enfoque aos conteúdos cognitivos e ao método de estudo


em campo sob a ótica psicológica (stress e ansiedade); em 2000, o Conselho
Federal de Psicologia reconhece este campo de atuação com uma especialidade a
psicologia e no início de 2010, a psicologia do esporte é reconhecida como área de
conhecimento e campo profissional na Bahia, em 2011, subdivide em três áreas
básicas de atividades, pesquisa, ensino e clínica (intervenção).

A psicologia teve maior evidência a partir dos estudos e conseguinte a


descoberta da importância da atividade física e os benefícios que a mesma traz a
saúde do indivíduo, assim como a qualidade de vida.

A Competição Como Fonte de Ansiedade e Estresse


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Para o atleta a competição é uma fonte inesgotável de ansiedade e estresse,


pois é competindo que os atletas mostram suas habilidades e enfrentam grandes
desafios, e é por meio dos jogos que se conhecem os vitoriosos e derrotados, o que
gera uma exposição e, consequentemente, uma crítica por parte do público.

Em seus estudos sobre competição Brandão (2007) diz:

Competir sugere a busca de um determinado objetivo,


implicando em rivalidade e confronto individual ou entre equipes,
visando o melhor resultado, que neste caso, quase sempre
significa a vitória, mas que pode também ser representado por
uma marca pessoal, um 'record' ou a superação de um
adversário individual ou coletivamente (p.36).

Diante do contexto de competição, em que para competir o atleta precisa


estar bem preparado tanto fisicamente quanto psicologicamente, para superar seus
adversários e conquistar a vitória, o psicólogo do esporte contribui muito com o seu
rendimento, pois, o treino físico prepara os atletas para um determinado nível de
rendimento e o preparo psicológico, tão importante quanto o físico, prepara os
atletas para lidarem com questões de ordem emocional, dentre elas a ansiedade e o
estresse pré-competitivo, cujos efeitos alteram o rendimento do atleta.

A ansiedade e o estresse antes das competições são grandes causadores


das derrotas no mundo desportivo o que é justificado pelo fato de que os atletas não
sabem controlar as emoções negativas que apesar de ser algo absolutamente
comum dos seres humanos se não trabalhados corretamente irão atrapalhar no
rendimento do atleta.

De acordo com Barbanti (1994), a ansiedade é:

 Um estado emocional de temor, de apreensão, uma sensação


de desastre iminente, sem nenhuma explicação racional. Ela
denota vários estados emocionais complexos que são causados
por fatores internos ou externos e surgem de ameaças reais ou
presumidas. Esses estados são descritos com termos como:
apreensão, agitação, paralisia, aborrecimento (p.18).

Antes das competições os atletas se encontram em um estado emocional


muito intenso o que gera um desequilíbrio, e a ansiedade pode ser considerada
como uma resposta do organismo diante de situações tensas seria um medo
antecipado ou sentimentos desagradáveis que quando não trabalhados podem
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causar péssimo desempenho, no entanto é bom deixar claro que nem toda a
ansiedade é prejudicial, ou seja, um bom desempenho em competições requer certo
nível de ansiedade para que as emoções dos atletas sejam controladas.

Nesse contexto de ansiedade outro fator que merece atenção e que é muito
comum nos atletas é o estresse devido aos elevados níveis de exigência técnica e
psicológica.

O estresse são sintomas produzidos pelo organismo em resposta a tensão


vivida pelo indivíduo, como a pressão social, a expectativa da vitória e pensamentos
negativos, ou seja, quantidade de estresse vivenciado pelo atleta está relacionado
com a interpretação que ele faz da situação vivida no momento e de como ele vai
lidar com essa situação.

Em seus estudos sobre estresse, Cobra (2003) ressalta que:

O estresse que costuma ser visto grande vilão de nossas vidas,


nada mais é que a pressão imposta a cada um de nós no dia a
dia. Em si, ele é altamente positivo. É a mola que nos impele a
fazer o que é necessário e nos coloca no melhor de nosso
desempenho nos momentos em que somos exigidos. Esse
estresse é natural ao organismo. É ele que nos faz agir diante de
determinada situação, derramando estimulantes em nossa
corrente sanguínea. Esse processo de fabricação de hormônios
estimulantes, que nos deixa de repente eufóricos ou capazes de
não sentir dores em uma hora de risco, é altamente benéfico
(p.72).

Assim como a ansiedade, o estresse em doses moderadas pode ser benéfico


para o rendimento do atleta, porém o excesso do estresse faz com que o organismo
reaja de forma desagradável.

Papel do psicólogo no Esporte

O Psicólogo do Esporte trabalha para o equilíbrio emocional e a saúde


psicológica do atleta como um caminho para o seu desenvolvimento humano e
pessoal, melhorando a convivência em grupo, a disciplina, a aceitação de regras, a
superação, a tolerância, para tornar a competição mais saudável e melhorar o
rendimento do atleta.

Para a Federação Europeia de Psicologia do Esporte – FEPSAQ, o foco da


investigação da psicologia do exercício e do esporte encontra-se nas diferentes
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dimensões psicológicas da conduta humana: afetiva, cognitiva, motivadora ou


sensório-motora (BECKER JÚNIOR, 2000).

Compreender-se que o papel do psicólogo do esporte transcende o


desenvolvimento de habilidades psicológicas, pois o olhar clínico com observação
interventiva, bem como, o conhecimento utilizado no aconselhamento e
psicodiagnóstico (sintomas, sinais e transtornos) são fundamentais para
compreender a dor, ser empático achar alternativas para fortalecer o emocional,
promover e prevenir a saúde mental.

Todo esse trabalho é feito após uma análise detalhada do desempenho de


cada atleta, compreendendo seu comportamento, para então desenvolver um
trabalho chamado de Programas de Treinamento, que são aplicações de algumas
técnicas isoladas ou combinadas, desenvolvidas para atender as suas necessidades
na melhoria do seu rendimento.

A estratégia de planejar ou estabelecer metas, segundo Weinberg e Gould


(1996) diz que os objetivos dirigem a atenção para elementos importantes do
rendimento, que em outras condições não se desse importância, além disso,
estabelecer metas permite o desenvolvimento de novas estratégias de
aprendizagem, ao se fazer o planejamento é necessário que as metas sejam de
curto, médio ou longo prazo correspondendo a realidade e a capacidade do atleta.

Segundo Rubio (2003), as técnicas mais utilizadas pelo psicólogo do esporte,


a depender das necessidades específicas de cada atleta são: metas estabelecidas
com critérios concretos e prazos realistas, não existe uma preocupação com as
expectativas externas. A prática encoberta - técnica na qual o atleta treina através
da imaginação, ou seja, fornece ao atleta um roteiro que descreva as condições que
se buscam. Atrelada a essa técnica o psicólogo introduz a auto - fala, técnica como
instrução a si mesmo, na qual o atleta repete a frase ou uma palavra durante o
desempenho de uma tarefa, podendo utiliza-la também para controlar suas
emoções, resolver problemas, planejar, parar pensamentos negativos e adquirir
habilidades esportivas. Temos ainda a técnica de concentração, na qual se coloca e
mantêm a atenção nos aspectos relevantes da tarefa, orientando sobre as dicas
adequadas ao melhor desempenho.
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E por fim, as técnicas de relaxamento, que permite o alívio de tensões


musculares inadequadas, ativação do sistema nervoso central, o aprendizado na
discriminação das modificações que ocorrem no corpo encontrando a motivação
adequada a cada situação, além de utilizar o controle de respiração, mais utilizada
na sala de espera antes do treino competitivo, buscando um equilíbrio interno,
restabelecimento das emoções de ansiedade, stress, confiança, motivação e auto
estima. “Todas essas técnicas empregadas pelo psicólogo do esporte só se tornam
eficazes e frutíferas a aprendizagem quando compreende-se os componentes
comportamentais” (Weinberg, 1997).

Essa intervenção com utilização de técnicas e teorias de várias correntes da


psicologia voltada para o contexto esportivo visa melhorar as situações de stress e
ansiedade, motivação, confiança, pressão pelo máximo desempenho, cobranças de
familiares, técnicos, torcida na pouca tolerância aos erros e derrotas, fortalecendo
sua motivação, rendimento, fatores cognitivos e todas as questões que interferem no
desempenho competitivo e não competitivo do atleta, considerando as
particularidades do atleta e sua realidade específica (Gould, 2008).

Método

Para realização das intervenções será utilizado recursos materiais e métodos


específicos para aplicação do questionário com a participação do todos os
jogadores. Como critério de seleção, os atletas devem estar participando do
campeonato baiano.

Amostra

A intervenção será realizada com 23 jogadores do Esporte Clube Salvador na


faixa etária 19 a 32 anos, com pelo menos seis meses de prática na modalidade.

Instrumento

Nesse estudo utilizou-se o questionário estresse e ansiedade pré-competitivo


no futebol, desenvolvido e validado por Gilmar F. Weis, Catiana L.P Romanzini e
Vivane de Carvalho. O questionário é composto por 31 questões, onde os
participantes registram suas respostas de acordo com o grau de influência do
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estímulo estressor e ansiedade, que segue uma ordem específica: 1 – nenhum, 2 –


poucas vezes, 3 – algumas vezes, 4 – muitas vezes e 5 – sempre.

Procedimentos Éticos

Esta intervenção será realizada dentro das normas estabelecidas pelo


Conselho de Ética da Psicologia (2014), respeitando os limites das pessoas
envolvidas.

Todos os participantes deverão assinar um termo de consentimento, foram


passadas todas as informações sobre o procedimento a ser realizado utilizando o
questionário.

Procedimentos de Coleta de Dados

O Esporte Clube Salvador foi contatado com o intuito de esclarecer os


objetivos da pesquisa e fazer o convite aos atletas.

Procedimentos de Intervenção

O questionário foi aplicado pelo psicólogo, que já acompanha a equipe, com


objetivo de identificar as demandas e impactos que causam aos atleta em virtude do
estresse e ansiedade antes das competições e respondido pelos. Após a análise de
dados obtivemos os seguintes resultados: 25% tem a preocupação com as críticas,
20% tem medo de competir mal, 20% sente preocupação com o resultado, 5% tem
medo de decepcionar as pessoas, 15% sentem que as pessoas exigem muito dele e
15% têm medo de cometer erros na competição. A parir disso, pode-se visualizar e
constatar que o período de sintomas da ansiedade e de estresse entre os atletas se
dá nas pré-competições, devido a cobranças excessivas da torcida, falta de
confiança e baixa autoestima.
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RESULTADOS

Preocupação com criticas

Medo de competir mal

Preocupação com resultados

Cobrança da torcida

Medo de cometer erros

Medo de decepcionar as
pessoas

Primeiro encontro: Realizaremos uma roda de conversa com os atletas e equipe


técnica para a conscientização: "o que é o estresse, a ansiedade e as
consequências quando não trabalhadas".

Segundo encontro: Será aberto um espaço de escuta onde o atleta poderá


compartilhar suas inseguranças, medos, expectativas e frustrações.

Terceiro encontro: Haverá explanação sobre um programa de aplicação de


técnicas, que busca atender tanto às necessidades físicas quanto as psíquicas do
atleta, chamado: Programa de treinamento que abrange metas e desafios.

Quarto encontro: Será iniciada a utilização desse programa de treinamento,


partindo da técnica do relaxamento, que permitirá tanto o alívio de tensões
musculares inadequadas quanto o controle da ativação do sistema nervoso central.

Quinto encontro: Continuaremos com a técnica de respiração, controlando o


equilíbrio emocional, fazendo um contato direto com o psicológico, buscando o
equilíbrio interno.
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Sexto encontro: Trabalharemos a expressão corporal, na técnica de musicoterapia,


o atleta se expressa e libera tensões contidas em certas áreas do organismo por não
se dar conta do que ocorre no seu corpo “tenso”, de maneira lúdica.

Sétimo encontro: Continuação com a de técnica de auto fala, uma instrução a si


mesmo, utilizada também para controlar as emoções, resolver problemas e parar
pensamentos negativos.

Oitavo encontro: Continuaremos com a aplicação da técnica de concentração,


colocando e mantendo a atenção nos aspectos relevantes da tarefa, neste caso,
melhor desempenho.

Nono encontro: Trabalharemos a técnica de fantasia guiada, onde tendem a


fortalecer o contato consigo mesmo, aplicadas dentro de parâmetros éticos,
respeitando o tempo de cada um.

Décimo encontro: Direcionaremos o trabalho para a fobia, fazendo o atleta


perceber que não existem danos causados por ele, tratando em nível da imaginação
e pensamentos, trabalhando o evento traumático original, deslocando o objeto
fóbico, para ser elaborado e superado.
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Cronograma

ATIVIDADES/ MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET

MESES
2018 2018 2018 2018 2018 2018 2018
Reunião com X
atletas
1º Encontro X
2º Encontro X
3º Encontro X
4º Encontro X
5º Encontro X
6º Encontro X
7º Encontro X
8º Encontro X
9º Encontro X
10º Encontro X
Avaliação X
dos
resultados

Recursos Necessários

Recursos Humanos

 Psicólogo
 Jogadores

Recurso Material

 Papel ofício, lápis, caneta


 Laboratório de informática
 Áudio visual
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Resultados Esperados

Espera-se que as situações que mais resultam essas questões emocionais


antes das competições como: pressão/cobranças excessivas da torcida, do técnico,
adversários do mesmo nível, mais fortes ou grandes clubes, quanto às influências
negativas de fatores externos como: atrasos de salários e benefícios, sequências de
derrotas, condições inadequadas para concentração e jogadores machucados,
sejam repensadas, visto que, o fator psicológico influência no rendimento dos
atletas, sendo necessárias estratégias de enfrentamento para reduzir e/ou inibir os
impactos do desenvolvimento psicológicos que afetam o rendimento, assim como a
saúde e bem estar desse indivíduo. Equilibrar os aspectos psicológicos dos atletas
que se encontram expostos diariamente a fatores externos tidos como elementos
perturbadores do desempenho, que refletem como resultados negativos no
rendimento do profissional.
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Considerações Finais

A psicologia do esporte em seu percurso histórico passa ainda por um


processo de construção no Brasil e que tem tido forte crescente nos últimos anos,
visto a necessidade apresentada para o melhor desempenho dos jogadores.

Discutir a área da psicologia dentro do esporte é portanto tornar público a


necessidade de preparação psicológica dos atletas para construir e treinar para o
bom desenvolvimento no rendimento profissional e pessoal para assim manter
estabilidade emocional, podendo afirmar que os impactos que o estresse e a
ansiedade pré-competitivo causam no desenvolvimento dos atletas compromete seu
desempenho visto a pressão sofrida por meio dos excessos de cobranças.

Portanto projeto de intervenção se justifica pelo interesse em conhecer como


o psicólogo do esporte lida com as demandas enfrentadas diariamente pelo atleta e
por meio das técnicas de relaxamento diminuir os reflexos dessa causas e minimizar
os processos que traz danos físicos e psicológicos.
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Referências

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Paulo: Manoele, 1994.

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VITORIN, Nicoly; TELES, Thiago. A Prática dos Processos Psicológicos Básicos


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28/04/2018.