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GRAVIDEZ NA ADOLESCENCIA: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA

PREVENÇÃO DA GRAVIDEZ PRECOCE

Rio de Janeiro
Fevereiro / 2019
Patrícia de Lemos

GRAVIDEZ NA ADOLESCENCIA: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA


PREVENÇÃO DA GRAVIDEZ PRECOCE

Trabalho de conclusão de curso de


graduação apresentado à Universidade
Castelo Branco como requisito parcial
para obtenção do grau de Bacharel em
Enfermagem.

Orientador: Prof.

Rio de Janeiro
Fevereiro / 2019
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO…………………………………………………………......................... 4

3. REFERÊNCIAS .........……........………….............................................................. 7
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1. Introdução

A adolescência é definida como o período da vida compreendido entre os 10 e


19 anos. Esta fase é marcada por muitas mudanças, crises, adaptações ao novo
corpo, adaptação ambiental e integração social. A partir de tantas transformações, os
adolescentes passam a ter novas atitudes, motivadas pela transição entre infância e
a vida adulta (OMS, 2016).

A gravidez na adolescência, embora possa ser em poucos casos desejada de


maneira pouco consciente, não é completamente planejada, principalmente pela
família e sociedade. Os riscos que uma gestação causa a saúde da mãe e do bebê,
principalmente quando ela ocorre em idade muito precoce, à continuidade dos
estudos, e as dificuldades financeiras que muitas destas mães enfrentam constituem
os principais fatores que contribuem para o aumento da vulnerabilidade das mães
adolescentes (SANTOS, 2012).

A maternidade na adolescência, principalmente quando ela ocorre em idade


muito precoce, provoca um impacto negativo sobre a família e a sociedade. Os riscos
relacionados à saúde, as condições financeiras e emocionais à continuidade dos
estudos, constituem os principais fatores que contribuem para o aumento da
vulnerabilidade das mães adolescentes. (HAGA, 2008).

Segundo dados preliminares do Sinasc (Sistema de Informação sobre Nascidos


Vivos) do Ministério da Saúde (2004 a 2015), a gravidez na adolescência teve uma
queda de 17% no Brasil, uma vez que a gravidez na adolescência se tornou um
importante tema de debate e alvo de políticas públicas em praticamente todo o mundo.

Porém ainda é grande o número de casos de gravidez na adolescência. A


região com mais filhos de mães adolescentes é o Nordeste (180.072 – 32%), seguido
da região Sudeste (179.213 – 32%). A região Norte vem em terceiro lugar com 81.427
(14%) nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos, seguido da região Sul (62.475 –
11%) e Centro Oeste (43.342 – 8%) (OMS, 2016).

Segundo Silva e Moraes (2011), essas mães nem sempre estão preparadas
para cuidar de seus bebês de forma adequada e suprir suas necessidades,
principalmente nos primeiros meses de vida, período em que o contato mãe-filho,
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principalmente no ato de amamentar, é de extrema importância para o bom


desenvolvimento da criança e do relacionamento materno infantil.

Conforme Santos (2012), uma das atuações primordiais inerentes ao


enfermeiro é o papel de educador em saúde, sendo esta de grande importância para
a promoção da saúde dos indivíduos, famílias e comunidade, influenciando e
motivando na capacidade de ter comportamentos que conduzam a um ótimo
autocuidado. Cabe a esse profissional, no processo de educação em saúde, ter
conhecimento cientifico, saber da realidade dos seus pacientes e estar atento a boa
comunicação para melhor orientar e buscar uma resposta de tratamento mais rápida
e eficaz.

Nesse contexto, a pesquisa teve como questão norteadora: Quais são as


medidas que o Enfermeiro pode adotar na prevenção da gravidez precoce?

Este trabalho tem por objetivo discorrer através de pesquisas de artigos, livros
e periódicos específicos sobre a atuação do enfermeiro na prevenção e controle da
gravidez precoce.

2. Metodologia

A metodologia de estudo será a revisão integrativa. A revisão integrativa de


literatura é um método que tem como finalidade sintetizar resultados obtidos mediante
pesquisas de um determinado tema ou assunto, de maneira sistemática, ordenada e
abrangente. Chama-se integrativa pois proporciona informações mais abrangentes
sobre um assunto, oferecendo um maior conhecimento. Este método de pesquisa
permite a síntese de diversos estudos publicados e possibilita conclusões gerais a
respeito de um determinado tema ou uma particular área do estudo.

Para a realização deste trabalho foram feitas pesquisas em artigos, literatura


sites específicos e bases LILACS, SciELO, BDENF, MEDLINE, Scopus, ScienceDirect
e PUBMED acessáveis com os descritores “Prevenção”; “Gravidez precoce”,
“gravidez na adolescência”.
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REFERÊNCIAS

APENAS 40% das crianças são alimentadas exclusivamente com leite materno nos 6
primeiros meses de vida. ONUBR. Rio de Janeiro, Publicado em 01/08/2017.
Disponível em: <http://www.onu.org.br/>. Acesso em: 6 Set. 2018.
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BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de


Atenção Básica. Saúde da criança:aleitamento materno e alimentação complementar
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção
Básica. – 2. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2016.

BRASIL. Sistema de Informações sobre nascidos vivos (Brasil). Nascidos vivos, 2018.
Disponível em http://www.datasus.gov.br. Acesso em: 04 set. 2018

FREITAS, L.J.Q.; MELLO, N.C.C.C.; VALENTE, M.M.Q.P.; MOURA, E.R.F.;


AMERICO, C.F.; SOUSA, C.S.P. Amamentação ineficaz entre nutrizes atendidas em
unidades básicas de saúde. Artigo de pesquisa. Ver enferm UERJ, Rio de Janeiro,
2014 jan/fev; 22(1):103-10.

FROTA, D.A.L.; MARCOPITO, L.F. Amamentação entre mães adolescentes e não-


adolescentes, Montes Claros, MG. Rev Saúde Publ. 2004;38(1):85-92

HAGA, L. A. K. Maternidade na Adolescência em uma Comunidade de Baixa Renda:


Experiências Reveladas pela História oral. Revista Latino Americano Enfermagem
2008 mar/abr; 16(2). Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rlae/v16n2/pt_17.pdf,
Acesso em: 04 set. 2018

SILVA, P. S.; MORAES, M. S. Caracterização de Parturientes adolescentes e de seus


conhecimentos sobre amamentação. Arq Ciência Saúde 2011 jan-mar; 1891):28-35.
Disponível em: http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-18-
1/IDS%204%20-%20janmar%202011.pdf . Acesso em: 05 set. 2018