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Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde

Superintendência de Vigilância em Saúde


Coordenação do Programa de Imunizações

PLANO DE OPERAÇÕES DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO FEBRE


AMARELA COM DOSE FRACIONADA
MRJ - 2018

Rio de Janeiro
JANEIRO/2018

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 1
1. INTRODUÇÃO
A febre amarela (FA) é uma doença febril aguda causada por um arbovírus do gênero Flavivirus,
transmitido ao homem e aos primatas não humanos (PNH), por meio da picada de mosquitos
infectados, com relevante impacto em saúde pública na África e nas Américas. São conhecidos dois
ciclos de transmissão: o silvestre, em que o vírus circula entre mosquitos silvestres (Haemagogus spp. e
Sabethes spp.) e o urbano, no qual o vírus é transmitido pelo Aedes aegypti ao homem, que é o
hospedeiro principal. Nas Américas, o ciclo predominante é o silvestre. Nesse ciclo, o homem tem sido
considerado um hospedeiro acidental, infectando-se quando adentra áreas de mata em ambientes
rurais e silvestres1.
Embora o ciclo urbano de transmissão da doença não seja registrado no Brasil desde 1942,
existe a possibilidade de sua reintrodução pelo fato de que o A. aegypti ter sido encontrado nas zonas
urbanas por todo o país, e ter sido responsável pela transmissão de outras arboviroses (dengue,
chikungunya e zika)1.
Nos surtos da febre amarela silvestre ocorridos nas últimas décadas, observou-se a expansão
da circulação viral a partir da Amazônia nos sentidos leste e sul do país, detectando-se sua ocorrência
em áreas silenciosas há vários anos. Esse caráter dinâmico da epidemiologia da doença tem exigido
avaliações periódicas das áreas de risco para melhor direcionar os recursos e aplicar as medidas de
prevenção e controle. Em outubro de 2008, procedeu-se uma nova delimitação dessas áreas, a qual
levou em conta vários fatores: evidências da circulação viral, ecossistemas (bacias hidrográficas,
vegetação), corredores ecológicos, trânsito de pessoas, tráfico de animais silvestres e critérios de
ordem operacional e organização da rede de serviços de saúde que facilitassem procedimentos
operacionais e logísticos nos municípios2. Em 2017, a doença volta a reemergir a partir de um surto
com elevado número de casos e óbitos nos estados de Minas Gerais e São Paulo, acometendo também
áreas sem recomendação da vacina febre amarela, como o Estado do Espírito Santo.

2. SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DA FEBRE AMARELA


A febre amarela (FA) é uma doença febril aguda causada por um arbovírus do gênero Flavivirus,
transmitido ao homem e aos primatas não humanos (PNH) por meio da picada de mosquitos
infectados, com relevante impacto em saúde pública na África e nas Américas. No Brasil, são
conhecidos dois ciclos de transmissão: o silvestre, em que o vírus circula entre mosquitos silvestres
(Haemagogus spp. e Sabethes spp.) e primatas não humanos (PNH), e o urbano, no qual o vírus é
transmitido pelo Aedes aegypti ao homem, que é o hospedeiro principal. Embora o ciclo urbano de
transmissão da doença não seja registrado no Brasil desde 1942, existe a possibilidade de sua
reintrodução em ambientes urbanos infestados pelo Ae. aegypti, responsável pela transmissão de
outras arboviroses (dengue, chikungunya e zika). Nos surtos de febre amarela silvestre ocorridos nas
últimas décadas, observou-se a expansão da circulação viral a partir da área endêmica (região
Amazônica) nos sentidos leste e sul.
do país, detectando-se sua ocorrência em áreas silenciosas há vários anos. Esse caráter
dinâmico da epidemiologia da doença tem exigido avaliações periódicas das áreas de risco para melhor
direcionar os recursos e aplicar as medidas de prevenção e controle. Em outubro de 2008, procedeu-se
uma nova delimitação dessas áreas, a qual levou em conta vários fatores: evidências da circulação
viral, ecossistemas (bacias hidrográficas, vegetação), corredores ecológicos, trânsito de pessoas, tráfico
de animais silvestres e critérios de ordem operacional e organização da rede de serviços de saúde que
facilitassem procedimentos operacionais e logísticos nos municípios.
CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 2
Em 2014, o vírus reemergiu no Centro-Oeste brasileiro, e desde então tem produzido surtos
com elevado número de casos e óbitos sobretudo na região Sudeste, acometendo inclusive áreas sem
registro de circulação do vírus há décadas e, portanto, sem recomendação da vacina febre amarela,
como os estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro.
A manutenção da transmissão durante o inverno e a avaliação de risco no entorno das áreas
próximas àquelas com evidência de circulação viral permitiram antecipar medidas de prevenção e
controle para o monitoramento 2017/2018, sobretudo em áreas densamente povoadas, onde a
estratégia de fracionamento da vacina será adotada no sentido de antecipar e prevenir o risco de
ocorrência de casos e surtos nessas localidades.
Nos municípios-alvo da campanha de vacinação, os serviços de saúde devem intensificar a vigilância de
casos humanos e de epizootias em PNH, no sentido de monitorar a situação epidemiológica da FA e
subsidiar a avaliação/classificação de eventuais casos suspeitos, uma vez que um contexto favorável à
transmissão sobreposto a áreas-alvo de vacinação impõe dificuldades adicionais à avaliação
epidemiológica. Nesse sentido, deve-se atentar para a possibilidade de eventos adversos pós-vacinais
(EAPV) graves, cuja clínica pode ser semelhante àquela produzida pela infecção pelo vírus selvagem.
Nesse cenário de utilização de vacina em larga escala, as sorologias tendem a contribuir menos
na elucidação dos casos, uma vez que a maior parte dos indivíduos terá sido exposta à vacina, de modo
que naturalmente se espera a detecção de anticorpos nos exames sorológicos, embora seu significado
epidemiológico nessas condições seja irrelevante. Assim, conhecer o histórico vacinal dos casos
suspeitos é fundamental, assim como o histórico de deslocamentos e de atividades. Adicionalmente,
recomenda-se que seja priorizada a coleta de amostras de fase aguda na investigação dos casos
suspeitos, sobretudo para os casos com exposição tanto à vacina quanto a uma situação de risco de
infecção, a fim de possibilitar o uso de provas diretas de diagnóstico (biologia molecular +
sequenciamento; isolamento viral) que permitam tipificar o vírus causador da infecção (vacinal vs.
selvagem).

3. ESTUDOS CIENTÍFICOS PARA USO DA DOSE FRACIONADA


A Organização Mundial da Saúde (OMS), em julho de 2016, revisou evidências existentes que
demonstraram que o uso de dose fracionada da vacina da febre amarela proporciona proteção contra
a doença similar à observada com o uso da dose plena padrão. Tais evidências demonstraram que dose
até 1:10 da dose padrão induz resposta vacinal similar. Portanto, uma dose fracionada de 1:5, definida
como 0,1mL foi recomendada para a utilização (dose plena padrão consiste de 0,5mL).

A Organização Mundial de Saúde estabeleceu, em 2013, que a potência da dose de vacina de febre
amarela é ≥3,0 Log10 UI, ou seja, ≥1000 UI. Num estudo de dose-resposta empregando um fator
divisor aproximado de 3, foram empregadas 06 doses da vacina Febre amarela, incluindo a dose plena
padrão (com concentração correspondente à potência média em uso habitual, de 27.476 UI até uma
dose com potência de 31 UI/dose.

Os resultados mostraram que, até a potência de 587 UI/dose, ou seja, uma diluição de cerca 50
vezes, houve soroconversão de 97%, 30-45 dias após a primovacinação. Levando em conta dados de
resposta imune celular, concluiu-se que doses ≥3013 UI são equivalentes à dose plena padrão.

A experiência do uso de dose fracionada foi utilizada no controle do surto de febre amarela
observado, em 2016, na cidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo (RDC), sendo capaz
de interromper o surto naquele país. Portanto, a opção pelo uso do fracionamento de doses
CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 3
pode se tornar imperativa na possibilidade de expansão da febre amarela silvestre para áreas urbanas
de cidades populosas que exige um quantitativo elevado da vacina, acima da capacidade de
disponibilização do produto em curto prazo. Além disso, estudo em andamento, complementar ao
estudo de dose-resposta, realizado por Bio-Manguinhos/Fiocruz, mostra evidência convincente de
manutenção da soropositividade em 85% dos vacinados com doses diluídas durante pelo menos oito
anos.
Com base nessas considerações, o MS, em consonância com as orientações da OMS, apresenta
essa estratégia para utilização da vacina febre amarela em dose fracionada. A vacina febre amarela a
ser utilizada para o fracionamento de doses será produzida exclusivamente pelo Instituto de
Tecnologia em Imunobiológicos, Bio-Manguinhos/Fiocruz. Ressalta-se que a referida vacina tem
concentração viral muito maior do que a exigida pela OMS, que requer a potência mínima de 1.000
UI/dose e que a VFA de outros laboratórios, não poderá ser utilizada para aplicação de dose
fracionada. Em virtude de não haver estudos que demonstrem a resposta imune em todos os grupos
populacionais, o uso da dose fracionada não é recomendado para crianças menores de dois anos de
idade, gestantes e pessoas com doenças imunodepressoras.

Nesta estratégia, recomenda-se a vacinação utilizando a dose fracionada para a população a partir
de 2 anos de idade. Tendo em vista que não há estudos do uso dessa dosagem para crianças menores
de 2 anos, gestantes, pessoas imunocomprometidas, esses grupos populacionais deverão receber a
dose padrão. Para viajantes internacionais, a dose fracionada não é válida para emissão do Certificado
Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP), por isso deverão receber a dose padrão.

No entanto, deverá ser apresentado no ato da vacinação, comprovante de viagem para o local que
exige o CIVP para entrada no país. A implantação deste plano deverá ser feita após avaliação conjunta
com as secretarias estaduais e municipais da saúde, com objetivo de garantir a vacinação de grandes
contingentes populacionais de forma rápida, em situações do aumento de demanda da vacina, sem a
disponibilidade de estoque para o uso de dose padrão.

A Estratégia de Dose Fracionada, que será iniciada no dia 25 de janeiro de 2018, exclusivamente
para os municípios de: Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mesquita,
Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Queimados, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti e
Seropédica.
Para os demais municípios, a orientação é de continuar a estratégia de intensificação realizando
busca ativa de não vacinados em seus territórios, melhorando dessa forma as coberturas vacinais,
mesmo para aqueles que já apresentam cobertura acima de 95%, já que parte dessas doses pode ter
sido administrada em população flutuante (de outros municípios e estados).

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 4
4. SITUAÇÃO DA COBERTURA VACINAL ADMINISTRATIVA NO MRJ

Em análise feita no período de 2000 a 2017, considerando vacinados com 1 dose de vacina
febre amarela, temos 2.919.512 vacinados na série, chegando a 54% de cobertura histórica.

SÉRIE HISTÓRICA DOS VACINADOS FA MRJ – COB VACINAL ADMINISTRATIVA

10 a 60
9 a 11 5a9 15 a 59
Período 1 ano 2 anos 3 anos 4 anos 14 anos e Total
meses anos anos
anos mais
2000-2016 1451 21266 20649 21006 23512 564 120933 1.011.203 99538 1.220.584

2017 18350 35521 37190 35936 41754 162896 160678 1178681 27501 1.698.507

Total série 19801 56787 57839 56942 65266 163460 281611 2189884 127039 2.919.091

Pop >9m 22499 89996 72386 72130 72915 400133 471722 4199131 951248 5400912

COB ACUM% 88,0 63,1 79,9 78,9 89,5 40,9 59,7 52,2 13,4 54,0

Fonte: 2000 a 2017 - DATASUS/PNI emitido em 11.01.18

5. OBJETIVOS DA CAMPANHA
5.1. GERAL: Proteger o maior número de pessoas contra a febre amarela, em localidades com grande
contingente populacional, num curto período de tempo, em áreas definidas pela Secretaria Estadual
de Saúde do RJ e pelo Programa Nacional de Imunizações.

5.2. Específicos:
- Alcançar coberturas vacinais adequadas (95% da população elegível) em todos os municípios-alvo;
- Orientar os serviços de saúde para a vacinação com o uso de dose padrão e dose fracionada, com a
organização dos processos de trabalho das equipes buscando manter os atendimentos de rotina e as
ações preconizadas pela campanha;
- Otimizar o uso da vacina febre amarela durante ação de intensificação vacinal, de forma seletiva, a
vacinar somente os indivíduos que não possuem antecedente vacinal de dose anterior.
- Adotar estratégias de comunicação social para fomentar a adesão da população selecionada.

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5.3. População: A população total do MRJ na faixa de 09 meses a 59 anos é de 5.400.912 pessoas,
conforme Tabela abaixo por AP:
TABELA 1 – POPULAÇÃO TOTAL DO MRJ NA FAIXA ETÁRIA INDICADA

AP POP TOTAL

1.0 256415
2.1 493251
2.2 290646
3.1 773177
3.2 474348
3.3 804715
4.0 796348
5.1 588321
5.2 592152
5.3 331539
MRJ 5400912
Fonte: população (DATASUS)

5.4. Meta: Alcançar cobertura vacinal de pelo menos 95% da população elegível, já considerando
púbico vacinado no período de 2000 a 2017 (54% de cobertura). Portanto, o resíduo não vacinado em
para a campanha em 2018 equivale a 2.481.821 indivíduos.

TABELA 2 – POPULAÇÃO DO MRJ E RESÍDUO ESTIMADO PARA VACINAÇÃO NA CAMPANHA 2018

RESÍDUO ESTIMADO
POP TOTAL (9M A 59 PARA VACINAÇÃO NA
AP
A) CAMPANHA (±46% DA
POP)

1.0 256415 117005


2.1 493251 250540
2.2 290646 145726
3.1 773177 348118
3.2 474348 223807
3.3 804715 370142
4.0 796348 357078
5.1 588321 263495
5.2 592152 261200
5.3 331539 144711
MRJ 5400912 2481821
Fonte: APIWEB/DATASUS emitido em 11.01.18

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6. ESTRATÉGIA PARA VACINAÇÃO:

Realizar vacinação SELETIVA contra febre amarela na população de 09 meses a 59 anos de


idade, na cidade do Rio de Janeiro, considerando adoção de DOSE FRACIONADA para um público
específico.
Esta campanha será realizada em localidades que tenham elevado contingente populacional,
exigindo a vacinação dessa população em curto prazo de tempo, por apresentarem as seguintes
situações:
•EVIDÊNCIA DE CIRCULAÇÃO DO VÍRUS DA FEBRE AMARELA (CASO HUMANO, EPIZOOTIA EM PRIMATAS NÃO
HUMANOS OU VETORES INFECTADOS);
•RISCO ELEVADO DE TRANSMISSÃO DA FEBRE AMARELA
A ESTRATÉGIA DE VACINAÇÃO CONTEMPLA DOIS GRUPOS: UM QUE RECEBERÁ A DOSE PADRÃO (0,5 ML) E OUTRO
QUE RECEBERÁ A DOSE FRACIONADA (0,1 ML).

Por se tratar de uma estratégia inovadora, tendo durante a campanha de vacinação a aplicação
tanto da dose padrão como da dose fracionada é fundamental que:
- OS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS PARA ADMINISTRAR E REGISTRAR A DOSE ESTEJAM DEVIDAMENTE ORIENTADOS,
GARANTINDO A EFICÁCIA E A SEGURANÇA DA VACINAÇÃO;
- SEJAM DESENVOLVIDAS ESTRATÉGIAS DE MOBILIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL EFETIVA, NOS TERRITÓRIOS, PARA
INFORMAR A POPULAÇÃO SOBRE O USO DA DOSE FRACIONADA;
- SEJA OPORTUNA A NOTIFICAÇÃO E INVESTIGAÇÃO DOS EVENTOS ADVERSOS SUPOSTAMENTE ATRIBUÍDOS À
VACINAÇÃO;
- SEJA ORGANIZADO FLUXO, PARA OTIMIZAR O TEMPO E OS RECURSOS, BEM COMO REDUZIR ERROS DE IMUNIZAÇÃO;
- SEJA REALIZADO O MONITORAMENTO DAS COBERTURAS VACINAIS, PARA O CUMPRIMENTO DA META.

7. PERÍODO DA CAMPANHA: A campanha ocorrerá no período de 25.01.2018 a 09.03.2018, sendo


27.01.2018 o DIA D de vacinação, de 8 às 17 horas, em 232 unidades de atenção primária.

8. INDICAÇÕES:
8.1 INDICAÇÃO DA OFERTA DE DOSE PADRÃO (0,5ML)
Crianças de 9 meses a menores de 02 anos de idade
Viajantes internacionais, que necessita do Certificado Internacional de Vacinação e
Profilaxia (CIVP), conforme norma do Regulamento Sanitário Internacional (vide NOTAS
ABAIXO)
NOTA 1: VIAJANTES INTERNACIONAIS: que necessitem da vacina febre amarela e emissão do Certificado
Internacional de vacinação e profilaxia (CIVP), durante a Campanha de Vacinação, o atendimento será feito em
uma das unidades emissoras de CIVP (vide lista abaixo), a partir da apresentação de comprovação de viagem
para países que exigem vacinação febre amarela.

NOTA 2: INDIVÍDUOS QUE TENHAM RECEBIDO DOSE FRACIONADA NA CAMPANHA, que tenham demanda de viagem
internacional após o recebimento desta dose, deverão ser vacinados com dose padrão, considerando intervalo
mínimo de 30 dias.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 7
QUADRO 1 – RECOMENDAÇÕES PARA DOSE PADRÃO (0,5ML)
FAIXA ETÁRIA SITUAÇÃO ORIENTAÇÕES

Não vacinada Administra 1 dose padrão


Criança com 9 meses a menores
de 02 anos vacinada Não administrar dose

Administrar 1 dose padrão, pelo


Não vacinado
Viajante internacional menos 10 dias antes da viagem
Vacinado Não administrar dose

Pessoas que apresentam condições clínicas especiais deverão ser avaliadas pelo serviço
de saúde ou pelo médico assistente que apresentam condições clínicas especiais deverão ser
avaliadas pelo serviço de saúde ou pelo médico assistente.

QUADRO 2 – RECOMENDAÇÃO PARA DOSE PADRÃO EM PESSOAS COM CONDIÇÕES CLÍNICAS ESPECÍFICAS

CONDIÇÕES CLÍNICAS ESPECÍFICAS RECOMENDAÇÃO


Hiv positivo, assintomáticas e que apresentem o A vacina pode ser administrada, considerando o
lt-cd4 ≥350 células/mm3. último exame de lt-cd, desde que a carga viral
atual (<06 meses) se mantenha indetectável
Pessoas após quimioterapia (venosa ou oral) Administrar a vacina após 03 meses do término do
ciclo de tratamento
Pessoas que utilizaram medicamento anti-célula Administrar a vacina após 06 meses de intervalo
b e fludarabina
Pessoas submetidas à transplante de célula Administrar a vacina a partir de 24 meses após o
progenitora de medula óssea transplante, se não houver doença do enxerto
versus hospedeiro ou recaída da doença de base
ou uso de imunossupressor
Pessoas com síndrome mieloproliferativa crônica Administrar a vacina se padrão laboratorial estável
e neutrófilos acima de 1500 cels/mm3
Pessoas com síndrome linfoproliferativa Administrar a vacina após 03 meses do término da
quimioterapia (exceto no caso do uso de
medicamento anti-célula b. Neste caso considerar
intervalo de 06 meses
Hemofilia e doenças hemorrágicas hereditárias Administrar a vacina conforme calendário do PNI,
utilizando uso de gelo antes e após a aplicação da
vacina
Doença falciforme sem uso de hidroxiureia Administrar a vacina conforme calendário do PNI
Doenças falciforme com uso de Administrar a vacina somente se contagem de
hidroxiureia neutrófilos acima de 1.500 céls/mm3

Pessoas com doenças neurológicas crônicas, Administrar a vacina. Não há contraindicação para
como paralisia cerebral, malformações cerebrais, aplicação da VFA, pois este grupo não apresenta
hidrocefalia, epilepsia, sequelas de acidentes quadro de Imunossupressão. Avaliar a faixa etária
vasculares, desordens do movimento ou doenças para indicar dose padrão ou fracionada
neuromusculares
Fonte: CGPNI/MS

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8.2. INDICIAÇÃO DA OFERTA DA DOSE FRACIONADA (0,1ML):

Pessoas de 02 a 59 anos de idade, não vacinados;

NOTA: INDIVÍDUOS COM 60 ANOS OU MAIS, NÃO VACINADOS, SOMENTE VACINAR COM 1 DOSE
FRACIONADA, AQUELES QUE SE DESLOCARÃO PARA ÁREA COM TRANSMISSÃO ATIVA DA DOENÇA E QUE
TENHAM AVALIAÇÃO MÉDICA POR ESCRITO.

QUADRO 3 – RECOMENDAÇÕES PARA DOSE FRACIONADA (0,1ML)

Faixa etária Situação Recomendação


Não vacinado Administrar 1 dose fracionada
De 2 a 59 anos de idade Vacinado Não administrar dose nenhuma

8.2.1. VALIDADE DA DOSE FRACIONADA


Estudos realizados pela Fiocruz/RJ demonstram a presença de anticorpos protetores durante
pelo menos 08 anos após o indivíduo ter sido vacinado.
Portanto, o grupo vacinado com DOSE FRACIONADA, receberá uma dose de reforço, 8 (oito)
anos após. Essa dose deverá ser agendada na Caderneta de vacinação.
Na revisão desses estudos sobre utilização da dose fracionada, a OMS constatou não haver
inferioridade na resposta imune.

9. SITUAÇÕES ESPECIAIS PARA VACINAÇÃO

9.1. VACINAÇÃO SIMULTÂNEA

A vacina FA pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do calendário de


vacinação, exceto com as vacinas tríplice viral e tetra viral em crianças menores de 02 anos de idade
primovacinadas.
No entanto, considerando o cenário epidemiológico da febre amarela:
- PRIORIZAR a vacinação contra febre amarela;
- AGENDAR a vacina tríplice viral ou tetra viral, 30 dias após a vacinação contra febre amarela.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 9
9.2. PRECAUÇÕES PARA VACINAÇÃO:
QUADRO 4 – CONDUTAS DIANTE DE SITUAÇÃO ESPECIAIS
Situações para precaução Condutas
Mulheres em idade fértil vacinadas com Evitar gravidez até 30 dias após a vacinação
febre amarela
Pessoas que farão doação de sangue ou Aguardar 04 semanas após a vacinação
órgãos para realizar o procedimento. Idealmente
doar sangue ou órgão antes de se vacinar.
Indivíduos com 60 anos ou mais, não Somente vacinar com 1 dose fracionada
vacinado aqueles que se deslocarem para Área com
transmissão ativa da doença e que tenham
avaliação médica por escrito
Indivíduos com história de alergia grave ao Deve ser avaliados por profissional médico
ovo ou gelativa e se houver indicação para vacinação,
realizar em ambiente com condições de
atenidmento de urgência/emergência
Mulher amamentando criança MENOR de
6 meses de idade, em área SEM Não administrar dose
transmissão ativa da febre amarela, não
vacinada
Mulher amamentando criança A PARTIR Administrar 1 dose fracionada
DE 6 meses de idade, não vacinada
Gestante residente em áreas SEM
Não administrar dose
transmissão ativa da doença, não vacinada

9.3. CONTRAINDICAÇÕES PARA VACINAÇÃO FEBRE AMARELA (NÃO VACINAR)

Crianças menores de 09 meses de idade;

Pessoas com imunodeficiência primária ou adquirida;

Indivíduos com imunossupressão à doença ou terapias imunossupressoras (quimioterapia,


radioterapia, corticoides com dose de 2 mg/dia de prednisona ou equivalente para crianças e
acima de 20 mg/dia para adultos por tempo superior a 14 dias);

Indivíduos vivendo com HIV-aids que apresentem imunodeficiência grave (contagem de LT-
CD4 <350 células/mm). Recomenda-se adiar a administração da vacina em pessoas
sintomáticas ou com imunodeficiência grave até que a reconstituição imune seja obtida com o
uso de terapia antirretroviral;

Indivíduos com imunossupressão à doença ou terapias imunossupressoras (quimioterapia,


radioterapia, corticoides com dose de 2mg/dia de prednisona ou equivalente para crianças e
acima de 20 mg/dia para adultos, por tempo superior a 14 dias;

Pessoas em uso de medicações anti-metabólicas ou modificadores do curso da doença


CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 10
(Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe,
Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe e outros terminados com
MONAB, XIMAB, ZUMAB, UMAB)

Transplantados de órgãos sólidos e indivíduos com doença oncológica em quimioterapia e


radioterapia;

Pessoas que apresentaram reação de hipersensibilidade grave ou doença neurológica após


dose prévia da vacina;

História pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma); Lúpus; doença de Addison;
artrite reumatoide;

Pessoas em uso atual de quimioterapia (venosa ou oral ) e/ou em curso de radioterapia;

Pessoas com doenças hematológicas que cursam com imunodeficiência. Ex: aplasia de
medula/anemia aplástica.

9.4. MEDIDAS DE PROTEÇÃO DOS INDIVÍDUOS VACINADOS NO PERÍODO DE 10 DIAS APÓS A VACINAÇÃO OU COM
CONTRAINDICAÇÃO PARA VACINAÇÃO
Considerando que a imunidade ocorre cerca de 10 dias após a administração da vacina e que há
indivíduos com contraindicações para vacinação, recomenda-se que outras medidas de proteção
individual sejam adotadas:

- USAR REPELENTE DE INSETOS DE ACORDO COM AS INDICAÇÕES DO PRODUTO. O REPELENTE NATURAL NÃO TEM EFICÁCIA
COMPROVADA E NÃO É RECOMENDADO.

- PROTEGER A MAIOR EXTENSÃO POSSÍVEL DE PELE ATRAVÉS DO USO DE CALÇA COMPRIDA, BLUSAS DE MANGAS COMPRIDAS E
SEM DECOTES, DE PREFERÊNCIA LARGAS, NÃO COLADAS AO CORPO, MEIAS E SAPATOS FECHADOS. O USO DE ROUPAS CLARAS

FACILITA A IDENTIFICAÇÃO DE MOSQUITOS E PERMITE QUE ELES SEJAM MORTOS ANTES DE PICAREM O INDIVÍDUO;

- APÓS AS ORIENTAÇÕES DO RISCO IMINENTE DA DOENÇA, EVITAR NA MEDIDA DO POSSÍVEL O DESLOCAMENTO PARA ÁREAS
RURAIS E, PRINCIPALMENTE, ADENTRAR EM MATAS, SEJA A TRABALHO OU TURISMO;

- PASSAR O MAIOR TEMPO POSSÍVEL EM AMBIENTES REFRIGERADOS, COM PORTAS E JANELAS FECHADAS E/OU PROTEGIDAS
POR TELAS COM TRAMA ADEQUADA PARA IMPEDIR A ENTRADA DE MOSQUITOS;

- DORMIR SOB MOSQUITEIROS CORRETAMENTE ARRUMADOS PARA NÃO PERMITIR A ENTRADA DE MOSQUITOS (ABAS DE

ABERTURA SOBREPOSTAS E BARRAS INFERIORES EMBAIXO DO COLCHÃO); PREFERENCIALMENTE, DORMIR DEBAIXO DE

MOSQUITEIROS IMPREGNADOS COM PERMETRINA;

- USAR REPELENTES AMBIENTAIS (SPRAYS, PASTILHAS E LÍQUIDOS EM EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS) DURANTE TODO O TEMPO
EM QUE ESTIVEREM EM AMBIENTES DOMICILIARES OU DE TRABALHO, INCLUSIVE À NOITE;

- CRIANÇAS MENORES DE 6 MESES DE IDADE, NÃO PODEM RECEBER A VACINA E NEM USAR REPELENTES DE APLICAÇÃO DIRETA
NA PELE, DEVENDO SER MANTIDAS O TEMPO TODO SOB MOSQUITEIROS E/OU EM AMBIENTE PROTEGIDO (REFRIGERADO COM

PORTAS E JANELAS FECHADAS OU PROTEGIDAS POR TELA, COM REPELENTES AMBIENTAIS).

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 11
10. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

10.1. VACINA FEBRE AMARELA


LABORATÓRIO BIO-MANGUINHOS/FIOCRUZ/BRASIL
PRODUTOR
INDICAÇÃO DE USO PREVENÇÃO DA FEBRE AMARELA, DOENÇA CAUSADA POR UM ARBOVÍRUS DA
FAMÍLIA FLAVIVIRIDAE, DO GÊNERO FLAVIVÍRUS. É RECOMENDADA PARA VACINAÇÃO
EM ÁREAS ENDÊMICAS OU EPIZOÓTICAS DURANTE O PERÍODO DE SURTO DA DOENÇA
APRESENTAÇÃO FRASCO-AMPOLA DE VIDRO INCOLOR CONTENDO PÓ LIOFILIZADO + AMPOLA COM
DILUENTE
FORMA FARMACÊUTICA PÓ LIOFILIZADO INJETÁVEL + SOLUÇÃO DILUENTE

VIA DE ADMINISTRAÇÃO SUBCUTÂNEO


COMPOSIÇÃO DOSE FRACIONADA (0,1 ML): APÓS A RECONSTITUIÇÃO, CADA DOSE DE 0,1 ML
CONTÉM: MÍNIMO DE 1000 UI DO VÍRUS VIVO ATENUADO DA FEBRE AMARELA DA
CEPA 17DD.
EXCIPIENTES: SACAROSE, GLUTAMATO DE SÓDIO, SORBITOL, GELATINA BOVINA
HIDROLISADA, ERITROMICINA E CANAMICINA
DILUENTE: ÁGUA PARA INJEÇÃO
DOSE PADRÃO (0,5 ML): APÓS A RECONSTITUIÇÃO, CADA DOSE DE 0,5 ML CONTÉM:
MÍNIMO DE 1000 UI DO VÍRUS VIVO ATENUADO DA FEBRE AMARELA DA CEPA 17DD
OU O EQUIVALENTE EM PFU (UNIDADE FORMADORA DE PLACA)
EXCIPIENTES: SACAROSE, GLUTAMATO DE SÓDIO, SORBITOL, GELATINA BOVINA
HIDROLISADA, ERITROMICINA E CANAMICINA
DILUENTE: ÁGUA PARA INJEÇÃO
CONSERVAÇÃO - A VACINA LIOFILIZADA DEVE SER ARMAZENADA EM TEMPERATURA ENTRE +2º C E
+8º C OU A -20º C E AO ABRIGO DA LUZ.
- APÓS RECONSTITUIÇÃO, DEVE SER ARMAZENADA EM TEMPERATURA ENTRE +2º C E
+8º C E AO ABRIGO DA LUZ DIRETA.
- O DILUENTE PODE SER ARMAZENADO EM REFRIGERADOR OU À TEMPERATURA
AMBIENTE E NÃO DEVE SER CONGELADO. NO MOMENTO DA RECONSTITUIÇÃO DEVE
ESTAR ENTRE +2º C E +8º C, POR ISSO DEVE SER ARMAZENADO EM GELADEIRA POR
PELO MENOS 01 DIA ANTES DE SEU USO.
- A VACINA RECONSTITUÍDA NÃO PODE SER CONGELADA.
UTILIZAÇÃO APÓS A VACINA RECONSTITUÍDA PODE SER UTILIZADA EM ATÉ 6 HORAS, DESDE QUE
ABERTURA DO FRASCO MANTIDA EM TEMPERATURAS ENTRE +2º C E +8º C AO ABRIGO DA LUZ DIRETA E SE
ADOTADOS OS CUIDADOS QUE MANTENHAM A INTEGRIDADE TANTO DA VACINA
QUANTO DO FRASCO.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 12
10.2 SERINGA E AGULHA PARA DOSE FRACIONADA
Será utilizada seringa e agulha específica para administração da dose fracionada, conforme
Figura abaixo:
FIGURA - SERINGA DE 0,1ML COM AGULHA 12X4,0

Apresentação do Insumo:
- CAIXA GRANDE COM 3 MIL SERINGAS
- CAIXA PEQUENA COM 200 SERINGAS

11. OPERACIONALIZAÇÃO DA CAMPANHA


11.1 DIRETRIZES PARA DOSE FRACIONADA
Estejam capacitados os profissionais envolvidos para administrar e registrar a dose, garantindo
a eficácia e a segurança da vacinação;
Sejam desenvolvidas estratégias de mobilização e comunicação social efetivas para informar a
população sobre o uso da dose fracionada;
Seja oportuna a notificação dos eventos adversos supostamente atribuídos à vacinação;
Seja organizado fluxo, para otimizar o tempo e os recursos, bem como reduzir erros de
imunização;
Seja realizado o monitoramento das coberturas vacinais, para o cumprimento da meta;

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 13
11.2 PROVISÃO DE DOSES POR AP:

CPI/SVS/SUBPAV/S | * CONSIDERA PERDA ESTIMADA DE 20%

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 14
11.3 PROVISÃO DE INSUMOS PARA VACINAÇÃO:

SERINGAS 0,1 ML COM AGULHA 12X4,0

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 15
11.4 COMPROVANTES DE VACINAÇÃO:

COMPROVANTES DE VACINAÇÃO (ADULTO, CRIANÇA/ADOLESCENTES)

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 16
ETIQUETAS DE DOSE FRACIONADA (SELOS)

COMPROVANTES DE VACINAÇÃO SMS-RJ (DOSE PADRÃO / FRACIONADA) – 1ª LIBERAÇÃO

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 17
13. REGISTRO DA CAMPANHA

13.1 DO VACINADO
Conforme Portaria GM/MS nº 1533/82016, em seu Artigo 8º, “a comprovação vacinal será feita
por meio da caderneta ou certificado municipal de vacinação, emitido pelas unidades de saúde
públicas, devidamente credenciadas no âmbito do SUS, contendo as seguintes informações:”
I. Nome completo, DN; IV. Número do lote;
II. Nome da vacina; V. Unidade vacinadora;
III. Data da vacinação; VI. Nome legível do vacinador.

Figura 4 – modelo do Comprovante de Vacinação Febre amarela (CAMPANHA)

Além do formulário para registro nominal, serão disponibilizadas, por meio de parceria entre a
OPAS e o MS, etiquetas autoadesivas (figura 1) que devem ser coladas na caderneta vacinal de cada
pessoa vacinada com dose fracionada, a fim de comprovar a participação nesta estratégia.

FIGURA 1: MODELO DE ETIQUETA AUTOADESIVA PARA COLAR NA CADERNETA VACINAL DA PESSOA VACINADA

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 18
13.2 DA DOSE FRACIONADA
O registro poderá ser realizado nominalmente por meio de formulário próprio individualizado
utilizado habitualmente na rotina dos serviços de saúde (CARTÃO DE REGISTRO DO VACINADO) ou por
Planilhas de Registro nominal, para preenchimento, com digitação programada no SIPNI por meio do
site http://sipni.datasus.gov.br.

A adoção do registro nominal individualizado permitirá o acompanhamento e monitoramento


dos vacinados com a vacina FA fracionada (0,1mL), além de proporcionar maior qualidade e veracidade
acerca da informação produzida.

É importante o acompanhamento diário dos dados obtidos nesta estratégia, com o propósito
de intervir oportunamente caso haja necessidade de correção de possíveis erros de registro. Os
relatórios disponibilizados para acompanhamento e avaliação da estratégia com a vacina febre
amarela dose fracionada (0,1mL), são os mesmos disponíveis no site sipni.datasus.gov.br.

Para melhor orientação acerca de como proceder os registros no sistema (SIPNI), segue o passo
a passo (quadro 12), de acordo com a situação vacinal encontrada.

Lembra-se ainda que, para esta estratégia, todos os registros das doses aplicadas devem ser
realizados na obrigatoriamente na estratégia “INTENSIFICAÇÃO”, sendo:
- Dose PADRÃO: como DU
- Dose FRACIONADA: como D

14. SEGURANÇA DA VACINA FA (atenuada)

A vacina FA administrada em dose padrão e fracionada é reconhecidamente uma das vacinas


mais eficazes e seguras desde que sejam administradas de acordo com normas técnicas e operacionais
do produto.
A utilização de vias ou volumes diferentes do preconizado em situações de intensificação,
como a exemplo do atual surto de febre amarela no Brasil, podem ser adotadas. Entretanto, diante da
necessidade de ampliação da vacinação de milhões de indivíduos, incluindo grupos anteriormente não
vacinados, um aumento no número de notificações de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) pode
ocorrer.

15. VIGILÂNCIA DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO (EAPV)

Evento adverso pós-vacinação (EAPV) é qualquer ocorrência médica indesejada após


vacinação e que, não necessariamente, possui uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro
imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos). O EAPV pode ser qualquer evento indesejável
ou não intencional, isto é, sintoma, doença ou um achado laboratorial anormal.

O evento adverso que está temporalmente associado ao uso de uma vacina nem sempre tem
uma relação de causa-efeito. Fatores individuais (susceptibilidade) de cada pessoa vacinada, também
devem ser levados em consideração como idade, sexo, eventos adversos a outras vacinas, doenças
concomitantes, autoimunidade e deficiências imunológicas7.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 19
Os eventos adversos sistêmicos mais comuns após a dose padrão da vacina FA incluem:
dor de cabeça, astenia, mialgia, mal-estar, febre, erupção cutânea e calafrios;
as reações alérgicas são extremamente raras, ocorrendo numa incidência inferior a 1 por milhão
em ensaios clínicos, os EAPV não graves foram notificados por 25% dos vacinados que receberam
uma dose padrão da vacina febre amarela e os eventos adversos graves após essa dose foram
raros (1 por 2 milhões de pessoas vacinadas em campanhas preventivas)7.

Os EAPV graves relacionados com a vacinação incluem a doença viscerotrópica associada à


vacina febre amarela (DVA-VFA), doença neurológica associada à vacina febre amarela (DNA-VFA) e
reações de hipersensibilidade graves (anafilaxia).

Os dados disponíveis sugerem que a incidência de:


- DVA-VFA varia de 0 a 0,21 casos por 100 000 doses de vacina em regiões onde a febre amarela é
endêmica e de 0,09 a 0,4 casos por 100.000 doses em populações não expostas ao vírus.
- DNA-VFA é estimada uma frequência de 0,8 casos por 100 000 doses de vacina administradas 8.

15.1 EAPV COM DOSE FRACIONADA

Os dados disponíveis sobre eventos adversos após administração de doses fracionadas da


vacina febre amarela limitam-se a alguns estudos descritos e o número de pessoas vacinadas é
demasiado baixo para se avaliar adequadamente a taxa de eventos adversos graves e raros.

Um estudo recente de avaliação da imunogenicidade e segurança de 5 formulações


alternativas para a vacina febre amarela, com menores concentrações de partículas virais, não relatou
nenhum evento adverso grave (EAG) atribuível à vacina.

No entanto, é difícil tirar conclusões sobre EAG devido ao pequeno tamanho de amostra
estudada:
- ENTRE 749 VOLUNTÁRIOS NO ESTUDO, MAIS DE 15% RELATARAM FEBRE ≥ 37,5 ° C E 2% ≥ 39° C;
- DOR DE CABEÇA E FADIGA FORAM OS SINTOMAS MAIS FREQUENTES, SENDO RELATADOS POR MAIS DE 1/5 DOS
VOLUNTÁRIOS;
- DOR, ARTRALGIA, PRURIDO E NÁUSEA TAMBÉM FORAM RELATADOS
- NÃO HOUVE DIFERENÇAS NA FREQUÊNCIA DE EVENTOS ADVERSOS COMUNS, COM EXCEÇÃO DA DOR, ENCONTRADA MAIS
COM A ADMINISTRAÇÃO DA VACINA EM DOSE PADRÃO.

Até o momento não foi descrita uma correlação direta de doses mais baixas de vacina febre
amarela com aumento de reatogenicidade ou ocorrência de eventos adversos graves. Não há dados
que indiquem um aumento de complicações graves (por exemplo, viscerotropismo) quando se utiliza
doses fracionadas11.

Portanto, em relação à utilização da vacina febre amarela (atenuada) em doses fracionadas a


vigilância dos EAPV é de extrema importância devido, principalmente a pouca informação, ao inicio de
uma estratégia de vacinação em momento de incertezas e escasso tempo para a preparação para a
mesma. Para garantir esse processo faz-se necessário uma integração entre várias entidades como:
instituições de saúde, coordenações de imunização, Vigilância Epidemiológica, ANVISA, INCQS,
Laboratório Produtor e OPS/OMS.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 20
15.2 ROTINAS DA VIGILÂNCIA DE EAPV E EI

1. Serão objetos de vigilância todos os grupos vacinados, conforme dose recebida, sexo e
faixa etária;
2. É fundamental a utilização do sistema de informação de evento adverso pós-vacinação
(SIEAPV) como ferramenta para notificação e respostas aos EAPV e EI, durante toda
campanha de vacinação febre amarela com dose fracionada e padrão;
3. Os eventos adversos pós-vacinação graves serão avaliados e classificados pelo Comitê
Interinstitucional de Farmacovigilância (CIFAVI).

OBJETIVO: estabelecer procedimentos que permitam melhorar o fluxo da informação sobre


suspeitas de EAPV, detectados por profissionais da saúde ou oriundos de documentos de interesse
para a vigilância de pós-comercialização/pós-uso produzida pelos detentores de registro de
medicamentos, bem como que permitir melhorias nos mecanismos eficientes para a análise das
notificações em tempo oportuno.

NOTIFICAÇÃO: os serviços locais deverão promover a notificação espontânea de EAPV, de todos


os casos suspeitos (graves ou não graves), assim como a investigação de “rumores”, para que
tenhamos dados consistentes para divulgação de alertas e informes sobre segurança da vacina,
durante o período da Campanha.

DIGITAÇÃO: Quanto a notificação no SIEAPV, será necessária uma maior atenção relacionada as
doses aplicadas entre fracionada (0,1ml) e a padrão (0,5ml), pois existem variáveis para ambas as
opções como pode ser verificado abaixo:
FIGURA 1 - PÁGINA DE INCLUSÃO DE EAPV SIEAPV - MS

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 21
NOTA: CASO O SIEAPV FIQUE TEMPORARIAMENTE INOPERANTE, PARA EAG, COMUNICAR IMEDIATAMENTE A
COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÕES DANDO CIÊNCIA DA ENTRADA DO CASO, POR CONTATO TELEFONE OU PELOS
E-MAILS :
DANIELLABITT@GMAIL.COM , MARCELLENGR84@GMAIL.COM , COM CÓPIA PARA SILNERES@GMAIL.COM E
NGREFFE@GMAIL.COM
TELEFONE : 39711762 / 1755

Para o manejo apropriado dos EAPV e EI, é essencial contar com um sistema de vigilância com
completude e eficiência, proporcionando uma segurança nos dados para avaliar a segurança do
produto e dar resposta segura e imediata rápida e tomada de decisões diante da situação
apresentada/notificada.

15.4 ATRIBUIÇÕES

Nível local (CMS, POL, CF, HM)


Captar no acolhimento prováveis EAPVs, EIs ou usuários que tenham alguma queixa;
Coletar entais e necessários para a notificação, campos com asterisco (*);
Digitar no sistema de informação de evento adverso pós vacinação- SIEAPV, diretamente, os
dados coletados durante a consulta (http://sipni.datasus.gov.br/si-pni-web/faces/inicio.jsf);
Preencher o item “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES”, com detalhes da ocorrência, para que
possamos avaliar adequadamente cada caso e determinar as condutas a serem adotadas;
Preenchimento e envio por e-mail do Formulário de Monitoramento do Evento Inusitado ou
Erro de imuniozação para Serviço de Vigilância correspondente - SVS;
Dominar os Protocolos de atendimento : Choque anafilático e o de Vigilância de EAPV à vacina
febre amarela - VFA

Nível SVS ;

Acompanhar as notificações no SIEAPV das suas unidades, segundo Instrução Técnica


elaborada pela CPI;CPI
Solicitar atualização, no SIEAPV, dos acompanhamentos e encerramentos para as Unidades
de Saúde, sempre que necessário;
Analisar o item “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES”, com os detalhes da ocorrência, para que
possomos nos apoiar e agregar nas condutas a serem adotadas;
Fornecer apoio técnico para a investigação durante o acompanhamento pela unidade
vacinadora.
Enviar para CPI e-mail com Formulário de Monitoramento do Evento Inusitado ou Erro de
imuniozação com cópia para DVS correspondente;
Monitorar os casos até a resolução do quadro, com ATUALIZAÇÃO DIÁRIA – EAG e semanal o
EANG e EI
Digitar no sistema SIEAPV, diretamente, os dados coletados durante a consulta
(http://sipni.datasus.gov.br/si-pni-web/faces/inicio.jsf), quando necessário;
Dominar os Protocolos de atendimento: Choque anafilático e o de Vigilância de EAPV à VFA

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 22
Nível DVS

Acompanhar os casos da AP no SIEAPV;


Atentar quanto aos prazos de notificação e investigação;
Monitorar os acompanhamentos e as conclusões das investigações;
Avaliar a qualificação da digitação no SIEAPV pela unidade digitadora, considerando:

 Notificação plena realizada nos campos obrigatórios com dados consistentes;


 Investigação plena realizada nos campos obrigatórios com dados consistentes;

Digitação no campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES, com relato que possamos agregar no


monitoramento e conduta, mantendo o registro da evolução do investigador, quando
necessário;
Discutir com o SVS e unidade os casos graves quanto à condução da investigação (exames,
parecer, etc);
Atuar como elo de ligação entre os serviços privados e o SUS no que diz respeito as ações de
vigilância em saúde, incluindo a busca ativa de possíveis casos de EAPV atendidos/internados.
Monitorar os casos até a resolução do quadro, com ATUALIZAÇÃO DIÁRIA – EAG e semanal o
EANG e EI
Enviar para CPI e-mail com Formulário de Monitoramento do Evento Inusitado ou Erro de
imuniozação;
Preenchimento e envio por e-mail do RELATÓRIO DE CASO GRAVE SUSPEITO DE EAPV FEBRE
AMARELA, caso o SIEAPV esteja inoperante;
Dominar os Protocolos de atendimento : Choque anafilático e o de Vigilância de EAPV à vacina
febre amarela – VFA

Nível NVH

Os Núcleos de Vigilância Hospitalares devem contribuir por meio de vigilância ativa


dos casos hospitalizados e notificação imediata dos mesmos aos seus respectivos serviços de
vigilância, também estando sob sua responsabilidade a investigação, busca, registro e
comunicação de todas as informações pertinentes aos casos enquanto estes estiverem
internados.

15.5 EVENTOS NOTIFICÁVEIS


EAPV graves / EAG*: define-se desde que preencha pelo menos 01 dos seguintes critérios,
com relação temporal com a vacina, conforme Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos
Adversos Pós- Vacinal:
HOSPITALIZAÇÃO POR PELO MENOS 24 HORAS OU PROLONGAMENTO DA HOSPITALIZAÇÃO JÁ EXISTENTE;
CAUSE DISFUNÇÃO SIGNIFICATIVA E/OU INCAPACIDADE PERSISTENTE (SEQUELA);
RESULTE EM ANOMALIA CONGÊNITA;
QUALQUER EVENTO CLINICAMENTE RELEVANTE QUE POSSA COMPROMETER O PACIENTE, QUE OCASIONE RISCO DE MORTE E QUE REQUEIRA
INTERVENÇÃO CLÍNICA IMEDIATA PARA EVITAR ÓBITO;
ÓBITO.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 23
EAPV Não grave - EANG: Qualquer outro evento que não esteja incluído nos critérios de
Eventos Adverso Grave- EAG.
Erro de Imunização ou Inusitado – EI : é qualquer evento evitável, previnível , com uso
inapropriado de imunobiológico, não respeitando as orientações do fabricante, não cumprindo as
preconizações relacionadas a produção, rede de frio, manuseio e administração.
Havendo alguma necessidade de acompanhamento especializado, pode-se agendar consulta nos
CRIEs para avaliação de casos EAG, mediante discussão prévia com a CPI.

NOTA: TODOS OS EVENTOS COMPATÍVEIS COM AS DEFINIÇÕES DE CASO ESTABELECIDAS NO MANUAL DE VIGILÂNCIA
EPIDEMIOLÓGICA DE EVENTOS ADVERSOS PÓS-VACINAÇÃO, DEVEM SER NOTIFICADOS, SEGUINDO O FLUXO
ORIENTADO PELO PNI. CASOS SUSPEITOS DE EAG DEVEM SER NOTIFICADOS, EM 24 HORAS, À DVS DE REFERÊNCIA,
PARA INCLUSÃO NO SIEAPVWEB.

Atenção especial nos atendimentos hospitalares de algumas clíncas apresentada após


imunização que podem ser dada à notificação de EAPV de acodo com as respectivas temporalidades :
Anafilaxia;
Doença viscerotrópica associada a vacina febre amarela – DVA-VFA
Doença neurológica associada a vacina febre amarela – DNA-VFA, incluindo doença
neurotrópica
Óbitos súbitos inesperados até 30 dias após a vacinação;
Outros EAPV graves1;
Erros de imunizações ou inusitados (programáticos ou operacionais).

É importante destacar que as notificações deverão primar pela qualidade no preenchimento de


todas as variáveis contidas na ficha de notificação/investigação de EAPV do PNI com a finalidade de:
Propor respostas aos rumores ou a falsa percepção do incremento de EAPV durante a
estratégia de vacinação;
Orientar a análise dos dados da segurança da vacina com rápida, honesta e eficiente
comunicação dos resultados das investigações;
Afastar causas coincidentes indevidamente atribuídas às vacinas.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 24
15.6 REFERÊNCIAS PARA EAPV QUE NECESSITEM DE APOIO NA INVESTIGAÇÃO:
Para os casos de evento adverso grave que indiquem manutenção do esquema com
precauções e/ou vacinação hospitalar e/ou troca de esquema ou avaliação do EAPV, orientamos:

CRIE ROCHA MAIA - ENCAMINHAR CRIANÇAS ATÉ 12 ANOS DE IDADE PARA CONSULTA AGENDADA COM ANTECEDÊNCIA
ATRAVÉS DO TELEFONE 2295-2295, RAMAL 203 OU EMAIL CRIESMSDC@GMAIL.COM

END: RUA GENERAL SEVERIANO, 91 – BOTAFOGO, NO HOSPITAL MUNICIPAL ROCHA MAIA RIO DE JANEIRO
CRIE INI/FIOCRUZ – ENCAMINHAR A PARTIR DE 13 ANOS DE IDADE PARA CONSULTA AGENDADA PREVIAMENTE PELO

TELEFONE 3865-9124/9125 OU EMAIL CRIE.AGENDA@INI.FIOCRUZ.BR

END: AV. BRASIL, S/N – MANGUINHOS, NO HOSPITAL EVANDRO CHAGAS

15.7 INSTRUMENTOS DE VIGILÂNCIA DE EAPV

SIEAPV
Resumo de EAG padronizado
Protoloco de Vigilância e Investigação de Vacina Febre Amarela
Sistema gerenciador de ambiente laboratorial – GAL (gal.riodejaneiro.sus.gov.br)
Sala de situação da Vigilancia de EAPV e EI

Observação: Ao cadastrar solicitação de exames para EAPV no GAL, descrever no campo “outros” que
se trata de pesquisa para EAPV, bem como exames que possam ser solicitados, mas não estejam
contidos entre as opções oferecidas pelo sistema.

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 25
15.8 DADOS SOBRE VIGILÂNCIA EAPV - MRJ

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 26
CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 27
ANEXO I – MAPAS DE APURAÇÃO DOSES E NOMINAL

MAPA DE APURAÇÃO – DOSE FRACIONA 0,1 ml


FRENTE

VERSO

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 28
MAPA DE APURAÇÃO – DOSE FRACIONA 0,1 ml (FOLHA ÚNICA)

MAPA DE APURAÇÃO FA (dose padrão - crianças, CIVP e outras condições clínicas)

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 29
MAPA DE APURAÇÃO FA (dose padrão - HIV e Gestante)

MAPA DE APURAÇÃO NOMINAL FA (DOSE FRACIONADA)

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 30
MAPA DE APURAÇÃO NOMINAL FA (DOSE PADRÃO)

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 31
ANEXO II – MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 32
ANEXO II – LISTA DE UNIDADES VACINADORAS MRJ
UNIDADE DE ATENÇÃO HORARIO DE
No RA PRIMÁRIA ENDEREÇO BAIRRO FUNCIONAMENTO
1 I CMS José Messias do Carmo Rua Waldemar Dutra nº 55 Santo Cristo Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

2 I CMS Fernando Antonio Braga Rua Carlos Seidl nº 1141 Caju Seg a Sex: 8h as 17h
Lopes

3 I CF Nélio de Oliveira Rua Rivadavia Corrêa nº 188 Gamboa Seg a Sex: 8h as 17h

4 II CMS Oswaldo Cruz Rua Henrique Valadares nº 151 Centro Seg a Sex: 8h as 17h

5 II CEVAA Rua Evaristo da Veiga, 16 Centro Seg a Sex: 8 as 17h


Sábado: 8h as 12h

6 II CSE Lapa Rua Riachuelo nº 92 Centro Seg a Sex: 8h as 17h

7 III CMS Salles Neto Praça Condessa Paulo de Frontin nº Estácio Seg a Sex: 8h as 17h
52 Sábado: 8h as 12h

8 III CMS Marcolino Candau Rua Laura de Araujo nº 36 Cidade Nova Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

9 III CF Sérgio Vieira de Mello Avenida 31 de Março s/nº Catumbi Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

10 III CF Estácio de Sá Rua do Bispo, 159 Rio Comprido Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

11 VII CMS Ernesto Zeferino Tibau Avenida do Exército nº 01 São Cristovão Seg a Sex: 8h as 17h
Jr. Sábado: 8h as 12h

12 VII CF Dona Zica Rua João Rodrigues nº 43 Mangueira Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

13 VII CF Estivadores Avenida do Exército nº 99 São Cristovão Seg a Sex: 8h as 17h

14 VII CF Med. Olímpico Maurício Avenida Carlos Mattoso Corrêa Benfica Seg a Sex: 8h as 17h
Silva Sábado: 8h as 12h

15 VIII CF Meda. Olímpico Ricardo


Lucarelli Souza Rua Frei Caneca Centro Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

16 XXIII CMS Ernani Agrícola Rua Constante Jardim nº 8 Santa Teresa Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

17 XXI UISMAV Praça Bom Jesus nº 40 Paquetá Seg a Sex: 8h as 17h

18 IV CMS Manoel José Ferreira Rua Silveira Martins, 161 Catete Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

19 IV CMS Dom Hélder Câmara Rua Voluntários da Patria, 136 Botafogo Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

20 IV CF Santa Marta Rua São Clemente, 312 Botafogo Seg a Sex: 8h as 17h

21 IV CMS Rocha Maia Rua General Severiano, 91 Botafogo Seg a Sex: 8h as 17h

22 V CMS João Barros Barreto Trav Tenrero Aranha, s/n Copacabana Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

23 V CMS Chapéu Mangueira Rua São Francisco, 5 (Babilônia) Leme Seg a Sex: 8h as 17h
Babilônia

24 V CF Cantagalo Pavão Rua Saint Roman, 172 Copacabana Seg a Sex: 8h as 17h
Pavãozinho Sábado: 8h as 12h

25 VI CMS Píndaro de Carvalho Av Padre Leonel Franca, s/n Gávea Seg a Sex: 8h as 17h
Rodrigues Sábado: 8h as 12h

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 33
26 VI CMS Dr Rodolpho Perissé Av Presidente João Goulart, 735 Vidigal Seg a Sex: 8h as 17h

27 VI CMS Vila Canoas Estrada das Canoas, 610 São Conrado Seg a Sex: 8h as 17h

28 XXVII CF Rinaldo De Lamare AV Niemayer, 776 São Conrado Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

29 XXVII CF Maria do Socorro Silva e


Souza Estrada da Gávea, 522 Rocinha Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

30 XXVII CMS Dr Albert Sabin Estrada da Gávea, 250 Rocinha Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

31 IX CMS Maria Augusta Estrella Rua Visconde de Santa Isabel, 56 Vila Isabel Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

32 IX CF Recanto do Trovador Rua Visconde de Sta Isabel, 272 - Vila Isabel Seg a Sex: 8h as 17h
Parque Recanto do Trovador

33 IX CF Pedro Ernesto Boulevard 28 de Setembro, 109 Vila Isabel Seg a Sex: 8h as 17h
Fundos

34 VIII CMS Heitor Beltrão Rua Desembargador Isidro, 144 Tijuca Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

35 VIII CMS Nicola Albano Rua Boa Vista, 190 Alto da Boa Seg a Sex: 8h as 17h
Vista

36 VIII CMS Casa Branca Est da Casa Branca, 200 Tijuca Seg a Sex: 8h as 17h

37 VIII CMS Carlos Figueiredo Filho Rua São Miguel, s/n Tijuca Seg a Sex: 8h as 17h

38 VIII CMS Prof. Julio Barbosa Rua Castel Nuovo, 150 Tijuca Seg a Sex: 8h as 17h

39 VIII CMS Helio Pellegrino Rua do Matoso, 96 Pça da Bandeira Seg a Sex: 8h as 17h

40 XX CMS Necker Pinto Estrada Rio Jequiá, 428 Zumbi Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

41 XX CF Assis Valente Av das Canárias, s/nº Galeão Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

42 XX CMS Parque Royal R. Jornalista Alaíde Pires, 08 Portuguesa Seg a Sex: 8h as 17h

43 XX CF Maria Sebastiana de Av. do Magistério, 100 Tauá Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Oliveira 8h as 12h

44 XX CMS Madre Tereza de Estrada Ilha das Enxadas, 100 Bancários Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Calcutá 8h as 12h

45 XX POL Newton Alves Cardoso R. Dr Antonio Monteiro 191 Cacuia Seg a Sex: 8h as 17h

46 XX CF Wilma Costa Parque Manuel Bandeira, S/N - Ilha do Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Cocotá - Governador 8h as 12h

47 XX CMS Paulino Werneck Estr. da Cacuia, 745 Ilha do Seg a Sex: 8h as 17h
Governador

48 XXIX CF Rodrigo Roig Estrada do Itararé, 650 Complexo do Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Alemão 8h as 12h

49 XXIX CF Zilda Arns Estrada do Itararé , 951 Complexo do Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Alemão 8h as 12h

50 X CF Augusto Boal Av Guilherme Maxwuell, 25 Maré Seg a Sex 8h as 17h Sábado


8h as 12h

51 X CMS Nova Holanda Rua Ivanildo Alves, s/nº Maré Seg a Sex: 8h as 17h

52 X CF Victor Valla Avenida Dom Helder Camara, 1390 Manguinhos Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

53 X CMS Parque União Rua Ari Leão, 33 - sb Maré Seg a Sex: 8h as 17h

54 X CMS Germano Sinval Faria Rua Leopoldo Bulhões, 1480 Manguinhos Seg a Sex: 8h as 17h

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 34
55 X CMS Samora Machel Rua Principal, s/ nº. Maré Seg a Sex: 8h as 17h

56 X CF Adib Jatene Via A1, s/nº Maré Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

57 X CMS Hélio Smith Rua Tancredo Neves, s/nº Maré Seg a Sex: 8h as 17h

58 X CMS Américo Veloso Rua Gerson Ferreira, 100 Maré Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

59 X CMS Vila do João Rua dezessete, s/ n Maré Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

60 X CMS Valter Felisbino de Rua Itajubara Ramos Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Souza 8h as 12h

61 X CMS Maria Cristina Roma Rua Joaquim Gomes, s/nº Ramos Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Paugarten 8h as 12h

62 XI Policlínica José Paranhos Rua Leopoldina Rego 700 Penha Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Fontenelle 8h as 12h

63 XI CMS Dr. José Breves dos Rua Mar Grande, nº 10 Cordovil Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Santos 8h as 12h

64 XI CF Felippe Cardoso Avenida Nossa Senhora da Penha, 42 Penha Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

65 XI CF Heitor dos Prazeres Rua iguaperiba, s/nº Brás de Pina Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

66 XI CF Joãosinho Trinta Rua Anama s/ n P.de Lucas Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

67 XI CF Aloysio Augusto Novis Av. Brás de Pina, 651 Penha Circular Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

68 XI CMS João Cândido Av. Lobo Junior, 83 Penha Circular Seg a Sex: 8h as 17h

69 XI CMS Iraci Lopes Rua Antônio Mendes, 02 Vigário Geral Seg a Sex: 8h as 17h

70 XI CMS Nagib Jorge farah Praça Michel Cheib, s/nº Jardim América Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

71 XI CF Nilda Campos de Lima Rua Oliviera Melo, 857 Cordovil Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

72 XI CF Eidimir Thiago de Sousa Rua Cordovil, 1242 Parada de Lucas Seg a Sex8h
8h as 17h Sábado
as 12h

73 XI CMS São Godofredo Rua São Godofredo, 45 Penha Seg a Sex: 8h as 17h

74 XI CF Klebel de Oliveira Rocha Praça Clomir Teles cerbino s/N Olaria Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

75 XIII Av. Amaro Cavalcanti, 1387 Engenho de Seg a Sex 8h as 17h Sábado
CMS Milton Fontes Magarão Dentro 8h as 12h

76 XIII CF Izabel dos Santos Rua Dois de Maio, 353 Engenho Novo Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

77 XIII CF Emygdio Alves Costa Filho Rua do Lazer,153 Pilares Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

78 XIII CMS Dr Carlos Gentille de


Mello Rua Bicuiba, 181 Engenho Novo Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

79 XIII CMS Tia Alice Rua Santos Melo, 73 São Francisco Seg a Sex: 8h as 17h
Xavier

80 XIII CMS Cesar Perneta Rua Ana Barbosa, 21 Méier Seg a Sex: 8h as 17h

81 XIII CSF Cabo Edney Canazaro de Av Marechal Rondon, s/nº


Oliveira Sampaio Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

82 XIII CSF Anna Nery RUA Ana Neri s/nº Rocha Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

83 XIII CMS
Leite
Eduardo Araujo Vilhena RUA Jose dos Reis, 951 Pilares Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 35
84 XIII CF Luiz Célio Pereira Rua da Abolição, 303 Abolição Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

85 XIII CF Erivaldo Fernandes


Nobrega Rua Rio Grande do Sul , 28 Cachambi Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

86 XIII CF Olga Pereira Pacheco Rua Ana Quintão, s/nº Pilares Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

87 XIII CMS Prof Antenor Nascente R. Antenor Nascentes, 311 Lins de Seg a Sex: 8h as 17h
Vasconcelos

88 XII CMS Renato Rocco Rua Ayres de Casal, s/nº Jacaré Seg a Sex: 8h as 17h

89 XII CMS Ariadne Lopes de Rua Engenheiro Carlos Pena, s/nº Engenho da Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Menezes Rainha 8h as 12h

90 XII CF Herbert José de Souza Ave Pastor Martin Luther King, nº Tomas Coelho Seg a Sex: 8h as 17h
4420 /4676

91 XII CF Anthidio Dias da Silveira Avenida Dom Helder Câmara, ao Jacarezinho Seg a Sex 8h as 17h Sábado
lado da Suípa 8h as 12h

92 XII CF Barbara Starfield Praça Augusto Monteiro, s/nº Del Castilho Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

93 XII CF Bibi Vogel Estrada Adhemar Bebiano , 3686 Engenho da Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Rainha 8h as 12h

94 XII CF Sergio Nicolau Amin Praça da Confederação Suiça, s/nº Del Castilho Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

95 XII CF Bairro Carioca Rua Bérgamo, 320 Rocha Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

96 XII CMS Rodolpho Rocco Rua Lago Verde, s/ nº Inhaúma Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

97 XII CF Amélia Santos Ferreira R. Pompílio de Albuquerque, 386 Encantado Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

98 XIV CMS Clementino Fraga Rua Caiçara, 514 Irajá Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

99 XIV CMS Prof. Carlos Cruz Lima Estrada do Colégio, s/n Colégio Seg a Sex 8h as 17h

100 XIV CF Ana Maria Conceição dos


Santos Correia Av. Vicente de Carvalho, 1086 Vicente de
Carvalho
Seg a Sex 8h as 19h Sábado
8h as 12h

101 XIV CMS Alice Toledo Tibiriçá Rua Juriti, s/n Irajá Seg a Sex 8h as 20h Sábado
8h as 12h

102 XV1 CF Souza Marques Pça Patriarca s/n Madureira Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

103 XV1 CF Carlos Nery Rua Clarimundo de Melo, 847 Quintino Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

104 XV1 CMS Mário Olinto Rua Ferraz, s/nº Cascadura Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h
CF Mestre Molequinho do
105 XV1 Império Rua Iguaçu, s/n Engenheiro Leal Seg a Sex 8h as 17h

106 XV2 CMS Carmela Dutra Av dos Italianos Rocha Miranda Seg a Sex 8h as 17h

107 XV2 CF Maestro Celestino Rua Lourenço Marques, s/nº Guadalupe Seg a Sex 8h as 17h

108 XV2 CF Dante Romanó Rua Carolina Machado, s/nº Marechal Seg a Sex 8h as 19h
Hermes

109 XV2 CF Aderson Fernandes Rua Ururai S/N Honório Gurgel Seg a Sex 8h as 17h

110 XV2 CF Cypriano das Chagas


Medeiros Rua Jurumirim, 87 Coelho Neto Seg a Sex 8h as 19h Sábado
8h as 12h

111 XXII CF Maria de Azevedo


Rodrigues Pereira Avenida Cipriano Barata, S/Nº Parque
Anchieta Seg a Sex 8h as 17h

112 XXII CF Epitácio Soares Reis Av. Chrisostomo Pimentel de Oliveira Pavuna Seg a Sex 8h as 17h
, s/nº

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 36
113 XXII CF Marcos Valadão Av. Pastor Martin Luther King,10.976 Acari Seg a Sex 8h as 19h

114 XXII CF Josuete Sant'anna de


Oliveira Rua Luís Coutinho Cavalcanti, s/n Guadalupe Seg a Sex 8h as 19h

115 XXII CF Raimundo Alves


Nascimento Pc. Heráclito M Mesquita Guadalupe Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

116 XXII CMS Augusto Amaral Peixoto Rua


447
Jornalista Hermano Requião, Guadalupe Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

117 XXII CMS Dr. Flávio Couto Vieira Pça Lucio José Filho - Anchieta Anchieta Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

118 XXII CMS Dr. Nascimento Gurgel Rua Mercúrio S/ Nº Pavuna Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

119 XXII CMS Edma Valadão Av Brasil Nº 18476 Acari Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12 h

120 XXII CMS Sylvio Frederico


Braunner Rua Darwin Brandão s/n Costa Barros Seg a Sex 8h as 17h

121 XXII CMS Fazenda Botafogo Rua Arnaldo Guinle, s/n Coelho Neto Seg a Sex 8h as 17h

122 XXII CMS Portus Quitanda Rua Jorge Nogueira, s/n Costa Barros Seg a Sex 8h as 17h

123 XXII CF Adolfo Ferreira de


Carvalho Estrada João Paulo, 1007 Barros Filho Seg a Sex 8h as 19h Sábado
8h as 12h

124 XXII CF Manoel Fernandes de


Araujo Rua Laudo de Camargo, s/n Pavuna Seg a Sex 8h as 18h

125 XXII CF Ivanir de Mello Estrada Marechal Alencastro, s/n Deodoro Seg a Sex 8h as 17h

126 XXII PAM Cavalcante Rua Graça Melo, 640 Cavalcanti Seg a Sex 8h as 17h

127 XIV CF Deputado Pedro


Fernandes Filho
Pç Nossa Senhora da Apresentação,
s/n Irajá Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

128 XIV CF Candido Ferreira da Silva


Filho Av. São Félix, 201 Vista Alegre Seg a Sex 8h as 19h

129 XXIV CMS


Filho
Harvey Ribeiro de Souza Av Guiomar Novaes, 133 Recreio Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

130 XXIV CF Maicon Siqueira Av Salvador Allende s/n Barra da Tijuca Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

131 XXIV CMS Cecilia Donnangelo Estrada dos Bandeirantes, 21136 Vargem Grande Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

132 XXIV CMS Itanhanga Estrada do Itanhanga, 270 Itanhanga Seg a Sex: 8h as 17h

133 XXIV CMS Novo Palmares Rua Jacaranda, 6 Vargem Seg a Sex: 8h as 17h
Pequena

134 XXIV CF Maury Alves de Pinho Estrada dos Bandeirantes, 11227 Vargem Seg a Sex: 8h as 20h
Pequena Sábado: 8h as 12h

135 XXIV CF José de Souza Herdy Av.Ayrton Senna, 3383 Barra da Tijuca Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

136 XVI CMS Jorge Saldanha Bandeira Av. Geremário Dantas, 135
de Mello Tanque Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

137 XVI CMS Hamilton Land Rua Edgard Werneck, 1601 Cidade de Deus Seg a Sex: 8h as 17h
Sábado: 8h as 12h

138 XVI Policlínica Newton Bethlem Rua Barão, 269 Praça Seca Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

139 XVI CMS Santa Maria Estrada do Rio Pequeno, s/n Taquara Seg a Sex: 8h as 17h

140 XVI CF Gerson Bergher Rua Cândido Mendes Praça Seca Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 37
141 XVI CMS Raphael de Paula Souza Estrada do Curicica, 2000 Curicica Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

142 XVI CF Padre Jose de Azevedo


Tiúba Praça Ludovia, s/n Gardênia Azul Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

143 XVI CF Otto Alves de Carvalho Av Engenheiro Souza Filho, 200 Rio das Pedras Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

144 XVI CF Helena Besserman Vianna Via Light, s/n Rio das Pedras Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

145 XVI CF Bárbara Mosley de Souza Av. Otavio Malta s/n Anil Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

146 XVI CMS Alvaro Ramos Rua Adauto Botelho Jacarepaguá Seg a Sex: 8h as 20h
Sábado: 8h as 12h

147 XVII CMS Waldyr Franco Praça Cecília Pedro, 60 Bangu Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

148 XXXIII CMS Prof Masao Goto Avenida Carlos Pontes, s/n Sulacap Seg a Sex 8h as 19h Sábado
8h as 12h

149 XVII CMS Manoel Guilherme da


Silveira Filho Rua Ribeiro Dantas, 571 Bangu Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

150 XVII CMS Eithel Pinheiro Rua M c/ Rua C Conjunto Seg a Sex 8h as 17h
Taquaral

151 XXXIII CMS Buá Boanerges Rua Laranjeiras do Sul, s/n Magalhães Seg a Sex 8h as 18h Sábado
Bastos 8h as 12h

152 XVII CMS Henrique Monat Estr. do Quafá, Rua I Vila Kennedy Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

153 XVII CMS Alexander Fleming Rua Marmiare, s/n Senador Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Camará 8h as 12h

154 XVII CMS Padre Miguel Rua Santo Evaldo, s/n Padre Miguel Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

155 XVII CMS Athayde Jose da


Fonseca Rua Roque Barbosa, s/n Jardim Bangu Seg a Sex 8h as 20h Sábado
8h as 12h

156 XVII CF Rosino Baccarini Rua Araquém, 789 Bangu Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

157 XXXIII CF Antonio Gonçalves da


Silva Estrada do engenho, s/nº Realengo Seg a Sex 8h as 20h Sábado
8h as 12h

158 XVII CF Fiorello Raymundo Rua Açafrão, s/nº Bangu Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

159 XXXIII CF Nildo Aguiar Rua General Americano Freire, s/nº Realengo Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

160 XVII CF Kelly Cristina Avenida Carlos Sampaio, s/nº Senador Seg a Sex 8h as 18h Sábado
Camará 8h as 12h

161 XVII CF Mario Dias Alencar Rua Mucuripe, s/nº Bangu Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

162 XVII CF Olímpia Esteves Rua Olimpia Esteves, s/n Padre Miguel Seg a Sex 8h as 20h Sábado
8h as 12h

163 XXXIII CF Padre John Cribbin Estr Manoel Nogueira de Sá, s/nº Realengo Seg a Sex 8h as 20h Sábado
8h as 12h

164 XVII CMS Silvio Barboza Rua Rodrigues Freitas Senador Seg a Sex 8h as 18h Sábado
Camará 8h as 12h

165 XXXIII CF Armando Palhares Avenida Santa Cruz, s/n Realengo Seg a Sex 8h as 20h Sábado
8h as 12h

166 XVII CMS Catiri Rua Três Marias, s/n Catiri Seg a Sex 8h as 17h

167 XVII CF Maria José de Sousa


Barbosa Estrada do Taquaral, 100 Bangu Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12

168 XVII CF Wilson Mello Est Sarg. Miguel Filho esq. Joaquim Vila Kenedy Seg a Sex 8h as 18h Sábado
Camara Ferreira, s/n 8h as 12h

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 38
169 XVII CF Sandra Regina Rua Marmiari, s/n Senador Seg a Sex 8h as 18h Sábado
Camará 8h as 12h

170 XXXIII CF Faim Pedro Rua Marcehal Agricola- Praça dos Padre Miguel Seg a Sex 8h as 18h Sábado
Cadetes s/n 8h as 12h

171 XXXIII CF Rogério Pinto da Mota Praça Bom Conselho, 80 Realengo Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

172 XVIII CMS Garfield de Almeida Rua General Paulo Oliveira, 226 Campo Grande Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

173 XVIII CMS Edgard Magalhães


Gomes Pça Filomena Carlos magno, s/n Inhoaiba Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

174 XVIII CMS Oswaldo Vilella Rua Jomar Mendes, s/n Campo Grande Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

175 XVIII CMS Belizário Penna Rua Franklin, 29 Campo Grande Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

176 XVIII CMS Mario Rodrigues Cid Rua Matureia, s/n Cosmos Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

177 XVIII CMS Alvimar de Carvalho Rua Soldado Eliseu Hipolito, s/n Pedra de Seg a Sex 8h as 17h Sábado
Guaratiba 8h as 12h

178 XVIII CMS Woodrow P Pantoja Estrada do Magarça, 4435 Guaratiba Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

179 XVIII CMS Raul Barroso Estrada Burle Marx, s/n Guaratiba Seg a Sex: 8h as 17h

180 XVIII CMS Mourão Filho Estrada Burle Marx, s/n Barra de Seg a Sex: 8h as 17h
Guaratiba

181 XVIII CMS Maia Bittencourt Estrada do Mato Alto, 5609 Guaratiba Seg a Sex: 8h as 17h

182 XVIII CMS Adão Pereira Nunes Rua Florestal, s/n Inhoaiba Seg a Sex: 8h as 17h

183 XVIII CMS Professor Manoel de


Abreu Estrada Noé Guaberto, s/n Campo Grande Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

184 XVIII CMS Mario Vitor de Assis


Pacheco Av. Cesario de Melo, 5580 Campo Grande Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

185 XVIII Cms Pedro Nava Rua Pernambuco, s/n Campo Grande Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

186 XVIII CF Ana Gonzaga Pça João Wesley, 07 Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

187 XVIII CMS


Filho
Alkindar Soares Pereira Estrada da Pedra, s/n Pedra de
Guaratiba Seg a Sex: 8h as 17h

189 XVIII CF Dalmir de Abreu Estrada do Magarça, 1831 Guaratiba Seg a Sex: 8h as 17h

190 XVIII CMS David Capistrano Filho Av. Cesario de Melo, s/n Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

191 XVIII CF Agenor de Miranda Araujo Estrada do Mato Alto


Neto Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

192 XVIII CMS Vila do Céu Rua Guarujá, 69 Cosmos Seg a Sex: 8h as 17h

193 XVIII CMS Carlos Alberto


Nascimento Pça Major Vieira de Melo, s/n - fds Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

194 XVIII POL Carlos alberto


Nascimento Pça Major Vieira de Melo, s/n Campo Grande Seg a Sex 8h as 17h Sábado
8h as 12h

195 XVIII CF Dr Rogério Rocco Estrada do Encanamento, s/n Inhoaiba Seg a Sex: 8h as 17h

196 XVIII CMS Aguiar Torres Estrada Inhoaiba, 849 Inhoaiba Seg a Sex: 8h as 17h

197 XVIII CF José de Paula Lopes


Pontes Rua Jaburu, s/n Guaratiba Seg a Sex: 8h as 17h

198 XVIII CF Hans Jurgen Fernando


Dohman Estrada do Piai, s/n Pedra de
Guaratiba Seg a Sex: 8h as 17h

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 39
199 XVIII CF Sonia Maria Ferreira
Machado Estrada da Posse, s/n Santissimo Seg a Sex: 8h as 17h

200 XVIII CF Antônio Gonçalves Villa


Sobrinho Estrada do Campinho, 2899 Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

201 XVIII CF Everton de Souza Santos Estrada da Moriçaba, S/Nº Senador Seg a Sex: 8h as 17h
Vasconcelos

202 XVIII CF Isabela Severo da Silva Rua Votorantin, 664 Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

203 XVIII CF Lecy Ranquine Estrada do campinho S/N Cosmos Seg a Sex: 8h as 17h

204 XVIII CF Valdercir Salustiano Praça Manuel Mariz S/N Cosmos Seg a Sex: 8h as 17h

205 XVIII CF Bruno Schmitdt Rua Manoel Julião de Medeiros Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

206 XVIII CF Arthur Zanetti Praça Sangradouro Campo Grande Seg a Sex: 8h as 17h

207 XIX Policllínica


Filho
Lincoln de freitas Rua Álvaro Alberto, 601 Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

208 XIX CF Deolindo Couto Praça do Algúrio 40 Santa Cruz Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

209 XIX CF Edson Abdalla Saad Avenida Cesário de Mello 25 Santa Cruz Seg a Sex 8h as 18h Sábado
8h as 12h

210 XIX CF Ernani de Paiva Braga Avenida Joâo XXIII S/N Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

211 XIX CF Ilzo Motta de Mello Avenida Cesário de Mello 114850 Paciência Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

212 XIX CF Jamil Haddad Rua Soldado João Rotello s/n Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

213 XIX CF José Antonio Ciraudo Avenida Areia Branca 1428 Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

214 XIX CF Lenice Maria Monteiro


Coelho Rua José Carlos Matta Machado Paciência Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

215 XIX CF Lourenço de Mello Rua Coronel Tito Porto Carreiro s/n Paciência Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

216 XIX CF Samuel Penha Valle Avenida Cesário de Mello 12574 Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

217 XIX CF Sergio Arouca Rua do Império S/N Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

218 XIX CF Valéria Gomes Esteves Rua Vitória Régia casa 4 Sepetiba Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

219 XIX CF Professor Waldemar


Berardinelli Rua Frederico Trota s/n Sepetiba Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

220 XIX CMS Adelino Simões Avenida 7 s/n Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

221 XIX CMS


Silva
Aloysio Amâncio da estrada do cortume s/n Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

222 XIX CMS Dr Cattapreta Rua engenheiro Boanerges Cesar s/n Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

223 XIX CMS Cesário de Mello Rua 2 S/N Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

224 XIX CMS Cyro de Mello Avenida do Canal s/n Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

225 XIX CMS Décio Amaral Filho Rua Cilon cunha brum s/n Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

226 XIX CMS Emydio Cabral Rua Ieda Santos Delgado Paciência Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

227 XIX CMS Maria Aparecida de


Almeida Praça Antonio Matos Areias S/N Paciência Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

CPI/SVS/SUBPAV/SMS-RJ 40
228 XIX CMS Sávio Antunes Av Hermínia Aurélio Sampaio, 107 Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h

229 XIX CMS Floripes Galdino Pereira Rua Sargento Geraldo Berti, lote 3
quadra 29 Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

230 XIX CMS João Batista Chagas Estrada Santa Eugênia 1119 Paciência Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

231 XIX CF Helande de Mello


Gonçalves
Estr de Paciência S/N - Pça Malendo Paciência
Malea
Seg a Sex: 8h as 18h Sábado
8h as 12h

232 XIX CF Alice Jesus Rego Estrada dos Palmares, 1450 Santa Cruz Seg a Sex: 8h as 20h Sábado
8h as 12h

RJ, 2018
Coordenação do Programa de Imunizações/SVS/SUBPAV/SMS-Rio
Email: imunizacaovs@rio.rj.gov.br
Tels: 3971-1762/1755
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