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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA

COMARCA DE CAMPO GRANDE/MS

BERNARDO, nacionalidade, estado civil, profissão, portador da carteira de identidade nº...,


expedida pelo..., inscrita no CPF sob o nº..., endereço eletrônico..., residente e domiciliado em
CIDADE DE DOURADOS/MS, por seu Advogado com endereço profissional..., vem a este juízo,
propor

AÇÃO INDENIZATÓRIA DE PERDAS E DANOS

Pelo procedimento especial, em face de SAMUEL, nacionalidade, estado civil, profissão,


portador da carteira de identidade nº..., expedida pelo..., inscrita no CPF sob o nº..., endereço
eletrônico..., residente e domiciliado em CAMPO GRANDE/MS, pelos fatos e fundamentos
jurídicos passa a expor.
DOS FATOS

A autora ficou viúva do de cujus, devido à queda de um aparelho de ar


condicionado manejado de forma imprudente pelo réu.

A autora profundamente abalada pela perda trágica do de cujus deslocou-se até


Recife/PE e transportou o corpo para Araçatuba/SP, local onde foi realizado o sepultamento. O
de cujus não deixou filhos. Sabe-se ainda que ele tinha três filhos, sabe-se ainda que ele tinha
50 anos de idade e era responsável pelo sustento da autora, com uma renda média mensal de
um salário mínimo como Pedreiro. Sabe-se também que os gastos hospitalares somaram
R$3.000,00 e os gastos com transporte do corpo e funeral somaram R$3.000,00.

DOS FUNDAMENTOS

Pelos fatos acima narrados, resta claro o descumprimento pela parte ré da


obrigação de dar coisa certa celebrada em contrato que cria vínculo jurídico entre as partes,
gerando ao autor o direito de se valer da tutela jurisdicional para haver o objeto ora
demandado. Dispõe-se que na ação que tenha por objetivo da entrega da coisa certa, o juiz ao
conceder tutela específica, fixará determinado prazo para que seja cumprido a obrigação.

Diante ainda dos prejuízos causados pelo inadimplemento da obrigação, cabe ao


réu indenizar o autor por perdas e danos de acordo com o art.389 CC e o art. 395 CC onde
responde o devedor pelos prejuízos a que sua mora der causa, mais juros, atualização dos
valores monetários segundo índices oficiais regularmente estabelecidos.

Nesse sentido vale mencionar a Doutrina Gonçalves (2012) em seu Livro de


Direito Civil, onde diz que “ a coisa certa é individualizada que se distingue dos demais por
características próprias, móvel ou imóvel. Quando se refere ao Código Civil é determinada,
perfeitamente”.

Para corroborar com a pretensão da autora vale citar o Julgado da 6ª Câmara


Cível do Tribunal de Santa Catarina, em que o Relator Desembargador Luis Carlos Freyesleben,
Agravo de Instrumento 395739/SC do TJ/SC (2005.039573-9), quando julgou o caso semelhante
da seguinte maneira:

“Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSO CIVIL. AÇÃO DE

OBRIGAÇÃO DE DAR E FAZER COISA CERTA. ANTECIPAÇÃO DE TUTELA.

NEGADO PROVIMENTO AO RECURSO.

Assim diante do que foi explanado, espera a autora que este Juízo atenda a sua
pretensão.

DOS PEDIDOS

Diante do exposto, a autora requer à Vossa Excelência:


• Designação de audiência de conciliação e mediação;

• Julgue procedente o pedido para condenar o réu a pagar o autor o valor do animal
R$10.000,00, como também de perdas e danos R$....;

• Condenação do réu ao pagamento dos ônus de sucumbência.

DAS PROVAS

Requer a produção de todas as provas em direito, admitidas na amplitude dos


Art.369 do Código de Processo Civil, em especial à prova documental, a prova pericial, a
testemunhal e o depoimento pessoal do réu.

DO VALOR DA CAUSA

Da-se à causa o valor de R$........(art.292, VI + Art.3º, I, Lei 9099/95).

Nos termos,

Pede deferimento.

Rio de Janeiro, 05 de abril de 2017


Nome do Advogado

OAB/Sigla do Estado