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FICHAMENTO

Acadêmica: Sara Siqueira da Silva


Curso: Pedagogia 3º semestre/Diurno
Disciplina: Psicologia e Educação Prof.ª Meire da Fonseca Bifon
Referência:
BOCK, A.M.B. As influências do Barão de Münchhausen na Psicologia da Educação. In:
TANAMACHI, E. de R; PROENÇA, M; ROCHA, M.L. (org). Psicologia e Educação:
Desafios teórico–práticos. São Paulo: Casa do Psicologo, 2000.
Autor/Data:
BOCK, Ana Mercês Bahia, 2000.
P. TEMA Observação, discussão, citação, críticas,
etc.
14 Psicologia sócio-histórica “Não existe natureza humana, existe
condição humana. Essa ideia, que pode
parecer banal a principio, gera, na verdade
grandes diferenças nas concepções em
Psicologia.”
15 A ação do Homem “Um homem que, ao transformar sua
realidade para poder garantir sua
sobrevivência, vai também construindo seu
mundo psicológico que estaria assim
diretamente ligado, enquanto características,
possibilidades e limites, à sociedade na qual
ele se insere e se constitui.”
16 A ideia de condição humana “O homem passa a ser visto como um ser que
constrói as formas de satisfação de suas
necessidades e faz isto com os outros
homens.”
18 O Barão de Münchhausen como “A ideia de autonomia individual, do homem
símbolo descolado das condições sociais e da
possibilidade de autodeterminação de cada
um de nós, movidos por uma força interior
dada pela semente que esta dentro de nós e
que nos empurra (natureza humana), é algo
muito forte em nossas concepções liberais e
positivistas. São essas as concepções que se
pretende representar na imagem do Barão de
Münchhausen.”
27 As influencias do Barão de Münchhausen, na
psicologia da Educação, a autora traz uma
reflexão sobre a naturalização desse
pensamento dentro dessa linha. Apresenta
quatro ideias:
 A criança e o jovem têm sido vistos
da perspectiva da natureza humana;
 A escola tem sido definida como um
espaço de proteção aos educandos;
 A educação tem sido concebida
exclusivamente como processo
cultural;
 O trabalho na educação concebido
como missão quase divina.
30 A contribuição dos psicólogos A autora diz que os psicólogos tem
contribuído para esse pensamento
naturalizado dentro das escolas, dizendo por
exemplo que no processo ensino-
aprendizagem o aluno apresenta dificuldades
na aprendizagem, dizendo assim que
somente o aluno é responsabilizado pelo seu
fracasso ou sucesso, sem levar em
consideração as demais partes que compõem
o todo.
A autora apresenta o homem não como sendo natural, ou seja, que todo
homem já nasce sendo um, ao contrário, o homem se constrói e constrói o
mundo a sua volta. A sociedade é criação do homem e o homem é criação da
sociedade.
A partir dessa visão de homem, e analisando com sua pesquisa, destaca
que o psicólogo ainda tem a visão cristalizada de homem natural, e com essa
visão Liberal e Positivista, que faz com o ser humano seja individualista e
individualizado, foi isso que levou a autora a utilizar-se de uma das histórias do
Barão de Münchhausen, onde ele mesmo se salva, puxando o próprio cabelo
para fora de um brejo e com seu cavalo entre seus joelhos. A partir dai é
possível que a psicologia da educação trabalhe com esse olhar para a criança
ou aluno, ou seja, que ele mesmo seja capaz de se salvar, sem levar em conta
o meio social ou sua história.
Todavia a autora ressalta que não se pode culpar apenas o psicólogo, pois
ele também é construção sócio histórico, e isso tem de ser levado em
consideração.