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Apologética

O que é? Palavra que vem do grego (apologia) significa defesa. É o ramo da teologia cristã que procura apresentar uma explicação racional para as verdades afirmadas pela fé cristã. É uma teologia resultante do método ad hoc, que se interessa, na maioria dos casos em responder a questão “que defesa racional se pode fazer da fé cristã?”.

Apologética: A apologética é a defesa argumentativa de que a fé pode ser comprovada pela razão. A

apologética tem o papel vital de formar a cultura, fortalecer os cristãos e evangelizar os incrédulos

etc.

*Natureza da apologética: A religião cristã é produto da revelação de Deus. Sendo assim, o

cristianismo jamais foi produto das provas da existência de Deus. E essa existência jamais será

contestada pelo fato dos argumentos não satisfazerem a todos. Dessa maneira, a apologética é o

produto da religião, e não o contrário. A religião verdadeira existe antes de qualquer prova.

*A boa apologética: Para desenvolver bons argumentos para a fé é muito importante adquirir

conhecimentos em todas as áreas disponíveis. Conhecimentos na área da física, química e biologia

nos ajudam a discernir sobre a origem do universo e da vida e outras questões cosmológicas que são

essenciais para entender a criação e o governo de Deus. Conhecimentos sobre história, arqueologia,

antropologia nos ajudam a confirmar a veracidade histórica das Escrituras Sagradas e dos

fenômenos religiosos. Conhecimentos de matemática e filosofia são importantes para construir

argumentos lógicos válidos. E é claro, o conhecimento teológico bíblico é importante para discernir

a diferença do cristianismo e as seitas e heresias. Resumindo, todo conhecimento é útil.

Dois tipos de apologética: O campo da apologética pode ser, a grosso modo, dividido em dois tipos:

1) Apologética Ofensiva (ou de afirmação): Apresenta uma defesa da afirmação das verdades

do cristianismo. Tende a dividir-se em duas categorias:

a) teologia natural: Tem o objetivo de fornecer argumentos e evidências que apoiem o

teísmo, independentemente da revelação divina e determinante.

Exemplos: Argumentos ontológico, cosmológico, teleológico e moral são

exemplos clássicos da teologia natural.

b) evidencias cristãs: Objetiva mostrar por que o teísmo especificamente cristão é

verdadeiro.

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Exemplos: Profecias cumpridas, as afirmações radicais de Cristo a favor de si próprio, a credibilidade histórica dos evangelhos são exemplos típicos de evidências cristãs.

2) Apologética Defensiva (ou de negação):

cristianismo.

Tenta anular as objeções às verdades do

→ Na área de teologia natural, a apologética defensiva atuará no sentido de refutar as objeções ao teísmo. A suposta incoerência do conceito de Deus e do problema do mal são as questões principais aqui.

→ Correspondendo às evidências cristãs, teremos a defesa contra as objeções ao teísmo bíblico e as objeções ao relato bíblico levantadas pela crítica bíblica moderna e pela ciência contemporânea dominam esse campo.

Combinação: Na prática, esses argumentos (defensivo e ofensivo) ainda podem ser combinados, por exemplo: uma defesa para o problema do mal seria propor um argumento moral de afirmação em favor da existência de Deus exatamente com base no mal moral no mundo. Ou, ao fazer uma defesa de afirmação da ressurreição de Jesus, podem-se rebater objeções levantadas pela crítica bíblica à credibilidade histórica das narrativas da ressurreição.

Objetivos: O objetivo da apologética ofensiva é mostrar que há boas razões para crer que o cristianismo é verdadeiro, enquanto que o objetivo da apologética defensiva é mostrar que até hoje não se apresentou nenhuma boa razão para pensar que o cristianismo é falso.

Nossa apologética: Na época pluralista em que vivemos, uma apologética de afirmação da fé é particularmente urgente. Além disso, ter uma apologética de afirmação automaticamente são suplantadas todas as cosmovisões rivais que não tem uma base igualmente forte (fazendo-se desnecessário refutar seita por seita).

Observação: A apologética de pura negação nos diz o que não devemos crer, mas não diz no que devemos crer. Mesmo que possamos refutar TODAS as objeções ao cristianismo, ainda ficaríamos sem uma boa razão para crer que ele é verdadeiro.

Por esses motivos, nossa abordagem, em geral, será de uma apologética ofensiva (afirmativa). E especificamente, para a teontologia, abordaremos a teologia natural.

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