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Introdução

O presente trabalho da cadeira de Parasitologia Geral no seu desenvolvimento iremos abordar


sobre a disenteria sabendo que A disenteria pode ter origem bacteriana, sendo as bactérias dos
gêneros Shigella, Campylobacter e Salmonella as mais comuns. Existe também a disenteria
amebiana, causada pela ameba Entamoeba histolytica. Alguns medicamentos esteroides também
podem provocar disenteria. A disenteria amebiana é muito comum em países em desenvolvimento
por conta das condições sanitárias desses países, mas pode ocorrer também em países
desenvolvidos.

Objectivos

Objectivo Geral

 Conhecer a doença disenteria

Objectivos especifico

 Identificar as causas da disenteria

 Conhecer as suas sintomas

 Saber como são feito os tratamentos

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Disenteria
De acordo com a Cláudia de Carvalho Falci Bezerra Mestre em Pesquisa Clínica em Doenças
Infecciosas (FIOCRUZ, 2011) Graduada em Biologia (UGF-RJ, 1993) Disenteria é uma infecção
do intestino grosso que causa diarreia severa com muco e sangue, juntamente com cólicas e dores
abdominais. Normalmente é provocada por água ou alimentos contaminados. A disenteria pode ter
origem bacteriana, sendo as bactérias dos gêneros Shigella, Campylobacter e Salmonella as mais
comuns. Existe também a disenteria amebiana, causada pela ameba Entamoeba histolytica. Alguns
medicamentos esteroides também podem provocar disenteria. A disenteria amebiana é muito
comum em países em desenvolvimento por conta das condições sanitárias desses países, mas pode
ocorrer também em países desenvolvidos.

A disenteria bacteriana, também conhecida como shigelose, é uma doença intestinal provocada
por uma família de bactérias conhecidas como Shigella. A bactéria Shigella é transmitida pela
água ou alimentos contaminados ou pelo contato com fezes contaminadas. O principais sintoma da
disenteria bacteriana é a diarreia.

Causas
A disenteria bacteriana ocorre quando a pessoa acidentalmente engole a bactéria Shigella. Isso
pode ocorrer nas seguintes situações:

Se você tocar em sua boca caso não tenha lavado bem as mãos após o contacto com a bactéria. Este
contacto pode ter ocorrido, por exemplo, após a troca de fraldas de um bebé com disenteria
bacteriana

Caso a pessoa coma alimentos contaminados. As pessoas infectadas que manuseiam alimentos
podem transmitir a bactéria para as pessoas que comem a comida. Os alimentos também podem ser
contaminados se ele cresce em um local que contém esgoto

Caso a pessoa beba água contaminada. A água pode ser contaminada pelo esgoto ou por alguém
que tenha a doença e nade no mesmo local que você

Sintomas
Disenteria amebiana: diarreias com muito muco e sangue. Se o paciente não receber tratamento
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nos primeiros dias, ao final de cerca de 3 semanas a doença ficará mais intensa, com o
agravamento do quadro, com a presença de hemorragias intestinais, desnutrição e desidratação.
Outros sintomas incluem vômitos, náuseas e perda de apetite. Dependendo do parasita podem
ocorrer ou não sangue e muco nas fezes e o volume das fezes pode variar. Recomenda-se evitar
alimentos com lactose durante a recuperação, pois pode ocorrer uma intolerância temporária à
lactose que pode durar muito tempo. Os parasitas podem penetrar na corrente sanguínea e alcançar
o fígado, onde provocam o aparecimento de abscessos, que se não for devidamente tratado pode
formar abscessos em outros órgãos como pulmões, diafragma e sistema nervoso central.

Disenteria bacteriana: os sintomas mais comuns incluem febre elevada, cefaleia, cólica abdominal
e uma diarreia aquosa e abundante. Os sintomas duram por volta de 3 a 7 dias e podem desaparecer
sozinhos. A intensidade dos sintomas e sua duração vão depender do micro-organismo
responsável e das condições físicas do paciente. Uma complicação frequente é a desidratação,
ocasionada pela perda de líquidos na diarreia e vômitos. O período de convalescença dura em
torno de um mês.

Diagnóstico
O diagnóstico é realizado com uma amostra de fezes para se identificar o agente patogênico
(bactérias ou amebas). Em alguns casos pode-se ser necessário realizar uma ecografia para
visualização do fígado. Exame de sangue pode ser necessário para identificar anticorpos.

Tratamento
Disenteria amebiana: administração de medicamentos para eliminar os parasitas. Portadores
saudáveis devem ser tratados também para interromper a cadeia de transmissão. Pode ser
necessária a internação de pacientes com hemorragias intestinais ou desidratação. Nos casos em
que houve formação de abscessos no fígado, uma intervenção cirúrgica será necessária.

Disenteria bacteriana: consiste na administração de antibióticos, repouso, boa ingestão de líquidos.


Em casos graves, pode-se proceder a hidratação pela via parentérica.

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Complicações possíveis
A disenteria bacteriana normalmente não leva a complicações. Contudo, as complicações podem
ser:

 Desidratação, sendo que os sintomas da desidratação incluem vertigens, tonturas, falta de


lágrimas, olhos encovados e no caso de bebês, fraldas secas

 Convulsões

 Prolapso retal

 Síndrome hemolítico-urêmica

 Artrite reativa

 Megacólon tóxico.

Prevenção
Lavar as mãos com água e sabão após usar o banheiro e antes das refeições. Ao manusear ou
cozinhar alimentos, deve-se lavar as mãos. As roupas do paciente infectado devem ser lavadas
com água quente para eliminar os agentes infecciosos.

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Conclusão
Chegado no fim deste trabalho no seu desenvolvimento concluimos que Caso a pessoa coma
alimentos contaminados. As pessoas infectadas que manuseiam alimentos podem transmitir a
bactéria para as pessoas que comem a comida. Os alimentos também podem ser contaminados se
ele cresce em um local que contém esgoto Caso a pessoa beba água contaminada. A água pode ser
contaminada pelo esgoto ou por alguém que tenha a doença e nade no mesmo local que você

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Bibliografia:
Amebíase. Disponível em:

https://www.medipedia.pt/home/home.php?module=artigoEnc&id=614

Disenteria bacilar. Disponível em:

https://www.medipedia.pt/home/home.php?module=artigoEnc&id=600

Disenteria bacteriana e amébica. Disponível em:


http://www.copacabanarunners.net/disenteria.html

Revisado por: Eduardo Grecco, gastroenterologista do Hospital Leforte (CRM: 97960/SP)

Clínica Mayo – organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos que reúne conteúdos sobre
doenças, sintomas, exames médicos, medicamentos, entre outros.

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Índice

Introdução ....................................................................................................................................... 1

Objectivos ....................................................................................................................................... 1

Objectivo Geral ............................................................................................................................... 1

Objectivos especifico ...................................................................................................................... 1

Disenteria ........................................................................................................................................ 2

Causas ............................................................................................................................................. 2

Sintomas.......................................................................................................................................... 2

Diagnóstico ..................................................................................................................................... 3

Tratamento ...................................................................................................................................... 3

Complicações possíveis .................................................................................................................. 4

Prevenção ........................................................................................................................................ 4

Conclusão........................................................................................................................................ 5

Bibliografia: .................................................................................................................................... 6