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UNIVERSIDADE PETROBRAS

EDUCAÇÃO CONTINUADA

INSTALAÇÃO DE DUTOS FLEXÍVEIS E


UMBILICAIS SUBMARINOS

Luiz Antonio SULINO


RH/UP/ECTEP
Chave: B17N
Rota: 822-5200 Macaé-RJ, maio de 2012.

É proibida a reprodução total ou parcial, por quaisquer meios, sem autorização por escrito da Petróleo Brasileiro S/A-Petrobras, Recursos
Humanos, Universidade Petrobras. Este material foi desenvolvido para uso exclusivo em treinamento no sistema Petrobras.
Este material contém informações classificadas como Corporativas pelo RH/UP/ECTEP. 1

Sumário

C. Instalação de Dutos Flexíveis

1 - Embarcações Tipo PLSV

2 - Características e Sistemas dos PLSVs

3 – Instalação de Dutos Flexíveis e Umbilicais Submarinos

4 - Cargas de Lançamento

2
1. Embarcações Tipo PLSV

PLSV – Pipe Laying Support Vessel;

• Embarcação para Lançamento de linhas Flexíveis (Dutos, Umbilicais, Cabos de


Potência, etc);

• Na PETROBRAS, são utilizados para realizar as interligações submarinas,


instalação de equipamentos, operações com ROV e outros.

1. Embarcações Tipo PLSV


Como realizar a conexão do duto na plataforma?

Dutos conectados
no conjunto ANM
Linhas de através do MCV.
produção

S
E GÁ
AÇÃO D
ORT
EXP

4
1. Embarcações Tipo PLSV
Especificação x LDA

•Aumento de carga:
Elevada tração na linha
(duto, UEH,etc);
3 MCVs na BAP;
Maior capacidade do
PLSVs.

1. Embarcações Tipo PLSV


Frota para instalação de dutos flexíveis e umbilicais
K 3000 Normand Seven
Sunrise

Normand Progress

Pertinácia
Polar Queen

Lochnagar

Condor

Skandi Vitoria
Previsão:
•12 PLSVs em 2012
6
1. Embarcações Tipo PLSV

SUNRISE 2000
Dados Técnicos

■ 123 m x 30 m
■ 10648 ton
■ Lançamento: Bundle – 6” x 4” x UEH a 1500 m
Singelo(VLS) – 8” a 2000 m
■ Armazenamento: 3775 t
■ ROV: 2 x 2000 m

1. Embarcações Tipo PLSV

Dados Técnicos ACERGY CONDOR


139 m x 23 m
12034 ton
Lançamento:
Bundle – 6” x 4” x UEH a 1500
Singelo – 6” a 2000 m
Armazenamento: 2.760 ton
ROV: 1 x 1500 m
1 x 2000 m

8
1. Embarcações Tipo PLSV
LOCHNAGAR
Dados Técnicos

105 m x 23 m
6700 ton
Lançamento: Singelo – 6” a 2000 m
Armazenamento: 3000 t
ROV: 2 x 2000m

1. Embarcações Tipo PLSV

KOMMANDOR 3000
Dados Técnicos

118 m x 21 m
9000 t
Lançamento:
Bundle – 6” x 4” x UEH a 1000 m
Singelo – 6” a 1000 m
Armazenamento: 2420 t
ROV: 2 x 1000 m

10
1. Embarcações Tipo PLSV

Dados Técnicos PERTINACIA

 Maior capacidade da frota: 340 t


 130 m x 22 m
 12034 ton
 Lançamento:
 Singelo – 8” a 2000 m
 Armazenamento: 3.000 ton
 ROV: 2 x 2000 m

11

1. Embarcações Tipo PLSV


Exemplo: Lay Out Deck de Lançamento do Acergy Condor

12
1. Embarcações Tipo PLSV

13

1. Embarcações Tipo PLSV


Interligações Típicas
Atividades dos PLSVs relacionadas
com Dutos Flexíveis e Umbilicais:

• Interligar poços à UEPs e


Manifolds;
• Interligar UEPs;
• Interligar Manifolds à UEPs;
• Conectar dutos Flexíveis à Dutos Árvores
de Natal
Rígidos;
• Recolher / Substituir dutos Manifold
flexíveis e umbilicais;
Equipamento
• Realizar reterminação em DFs; de ligação

Vídeo ISBM

14
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis

Cestas (Baskets)

Bobinas + cesta

15

1. Embarcações Tipo PLSV


Sistemas de Armazenamento de
Dutos Flexíveis

BAVIT

BAVIT – Base de Vitória


16
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas de Posicionamento Dinâmico

• DP – O sistema de Posicionamento Dinâmico mantém a embarcação


numa posição definida ou em movimento controlado numa velocidade e
direção definida pelo operador de DP (piloto).
• Integração:
• Sinais de satélite - GPS, DGNSS;
• Sinais das estações retransmissoras do sinal corrigido –
GPS/DGNSS;
• Sistema de controle dos propulsores e thrusters dos PLSV’s;
• Sinais dos sistemas hidroacústicos – ROV e Beacons

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1. Embarcações Tipo PLSV


Sistema Integrado de Posicionamento => SIP

Posicionamento Diferencial

Aproamento

Correção – Acelerômetros
(movimento angulares – ex:
Pich

18
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistemas de Posicionamento Dinâmico

19

1. Embarcações Tipo PLSV


Sistemas de Posicionamento Dinâmico
Condições meteoceanograficas

• A potência disponível para manter a posição é limitada, portanto deve-se


observar as condições reinantes para cada operação. (Perda de DP)

• As operações de CVD (Conexão Vertical Direta) e pull-in requerem


aproamentos específicos que geralmente não estão alinhados com a
resultante da correnteza e vento.

20 20
1. Embarcações Tipo PLSV
Sistema Hidroacústico

FANBEAM

21

Características e Sistemas dos PLSV

22
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis

Jumbo – 200 t (carga bruta)

Bobina 8,6 m

Bobinas no Navio de lançamento

23

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
•Carregamento via Cábrea •Carregamento via Transferência
•Troca de Bobinas
Sunrise 2000; Kommandor 3000;
Acergy Condor e Normand7 Lochnagar e Pertinacia

Duto sendo transferido


para o PLSV

Para o
PLSV
24
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
• Possuem limitação de peso para cada tramo
• Carregamento/descarregamento mais rápido na base
• Extremidades ficam mais acessíveis

Operação de carregamento
Bobina Padrão PETROBRAS via Cábrea - BAVIT 25

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistemas de Armazenamento de Dutos Flexíveis
Bobina 8,6
Jumbo – 200 t (carga bruta)

26
2. Características e Sistemas dos PLSVs

27

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Armazenamento em Cestas
•Equipamento em forma de cesta, onde são armazenadas as linhas flexíveis;

•A cesta é rotativa e sincronizada com o pagamento da linha flexível feita pelo


tensionador;

•Um dispositivo de enrolamento e desenrolamento (“spooling system”) permite um


carregamento e descarregamento tangencial diretamente para as calhas de
passagem para os tensionadores.

• Acomodam acessórios de grandes dimensões mais facilmente

•Necessidade dos colaboradores entrarem na cesta para movimentar as


extremidades

28
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento
•O duto passar pelo tensionador
(HLS)
na horizontal;

• O duto é verticalizado após a


passagem pela roda de
lançamento situada na popa do
PLSV;

• O duto ou UEH sofre esforço


adicional de flexão e
compressão no contato com a
roda do PLSV durante o
lançamento, o que pode limitar a
carga máxima de lançamento.

29

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistema de lançamento •O duto é verticalizado antes de passar
pelo tensionador;
•Não há passagem por roda de
lançamento (limita a carga);
(VLS)

Layout – Sistema de Lançamento


do Sunrise 2000

30
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de Lançamento
• Tensionadores Horizontais:
•Acergy Condor;
•Kommandor 3000;
•Lochnagar e
•Sunrise 2000

•Tensionadores Verticais:
•Sunrise 2000.

•Tensionadores Inclinados
•Pertinacia (Inclinado para lançamento de linhas – horizontal para inboarding e
overboarding)

Nota: patente do VLS pertence a Technip até 2011.

31

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistema de lançamento - Tensionadores
Tensionadores podem ter de 2 a 4 tracks – conforme o projeto.
O acionamento pode
ser hidráulico ou
elétrico.

2 tracks

3 tracks 4 tracks
32
2. Características e Sistemas dos PLSVs

Sistema de Lançamento
Tensionador horizontal

Tensionador Horizontal

33

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistema de lançamento
Tensionador Vertical

34
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistema de lançamento

Tensionadores
Verticais

35

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistema de lançamento

Tensionadores
Verticais

36
2. Características e Sistemas dos PLSVs

Sistema de lançamento inclinado


 CVD de 1ª extremidade

PLSV - Pertinácia
37

2. Características e Sistemas dos PLSVs

Roda de lançamento
Tensionador
Vertical Tensionadores
Horizontais

Cesta de
Armazenamento

38
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – Guinchos A/R
• Guinchos de Abandono/Recolhimento - A/R,
• Devem ter comprimento do cabo igual ou maior que a LDA de operação;
• Tração direta;
• Tração indireta –> tracionadores + tambores de armazenamento.

Tracionador Tambores de armazenamento 39

2. Características e Sistemas dos PLSVs

Roda de popa

Conexão entre tramos


realizada no convés do
PLSV.

Carga sustentada pelas eslingas.


40
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – A-Frame
• A –Frame – operações de inboarding e overboarding

Lançamento Vertical
A-Frame
41

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistemas Auxiliares – A-Frame
• A –Frame – operações de inboarding e overboarding

Vista frontal Vista lateral


42
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – A-Frame
• A –Frame – operações de inboarding e overboarding

Ex: Passagem de MCV pela roda para conexão com duto na mesa do PLSV.

43

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistemas Auxiliares - Guindastes
Guindastes – principais operações:
• movimentação de carga no convés;
• movimentação de carga ship-to-ship;
• overboarding/inboarding;
• operações de CVD;
• capacidade – 30 a 60 t
• sem heave compensator
(exceto K3000)

44
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas Auxiliares – Guindaste
• Guindaste – operações de inboarding e overboarding

Ex: Passagem de MCV já conectado no duto.

45

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Os PLSV’s também são equipados com guindastes auxiliares, que visam facilitar as
movimentações de cargas nas proximidades do spread de lançamento.

46
2. Características e Sistemas dos PLSVs
Sistemas de ROV A-Frame específico do ROV

47

2. Características e Sistemas dos PLSVs


Sistemas de ROV
Acompanhamento de TDP
Principais operações com a utilização do ROV:

• Acompanhamento do TDP da linha durante o


lançamento, para controle da catenária
• CVD – conexão vertical direta nas BAP’s das
ANM’s, manifolds e PLET’s;
• Conexão/desconexão de sistemas de ancoragem
de linhas;
• Operações de corte, limpeza, hot stab e outras.

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2. Características e Sistemas dos PLSVs
Equipamentos e Acessórios - outros
• Unidade de Teste Hidrostático => TH dos dutos
• Unidade de Flushing => limpeza das mangueiras dos umbilicais de controle.
• Manilha Hidroacústica => ferramenta para desconexão remota de um cabo ou lingada
utilizada durante o lançamento.

49

Lançamento de Dutos Flexíveis

50
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Conexão do duto flexível na plataforma

FPSO no estaleiro: lado das conexões de DFs


(Parte Submersa)

51

3. Instalação de Dutos Flexíveis


Conexão do duto flexível na plataforma
Bellmounth (Boca de Sino)
- Sistema de conexão, composto de aço, em forma de tronco de cone, colocado
na parte inferior de tubos I ( ou I tube), para guiar a entrada da linha flexível e
servir de apoio ao bend stiffener.
FPSO no estaleiro: lado das conexões de DFs

52
3. Instalação de Dutos Flexíveis

53

3. Instalação de Dutos Flexíveis


A carga do duto flexível é
transmitida ao suporte através
do conector de extremidade.

•Elementos do sistema
de fixação do Bend
Stiffener na boca de
sino;

54
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Sem prolongador Com prolongador

Bend Stiffener com diâmetro igual ou


maior que a Boca de Sino.
55

3. Instalação de Dutos Flexíveis E


Conector e sistema de
Conexão no TURRET suspensão ficam emersos. A

FPSO – Ancoragem ponto único


I - Tube

Boca de Sino e Bend


Stiffener ficam submersos
TERMINAÇÃO DE TOPO
I-TUBE

A = Sistema de Suspensão
B = Enrijecedor deslizante
E = Conector 56
3. Instalação de Dutos Flexíveis

57

3. Instalação de Dutos Flexíveis E

Conector e sistema de
A
FPSO – Ancoragem Distribuída suspensão ficam emersos.
(Spread Mooring)
I - Tube

Boca de Sino e Bend


Stiffener ficam submersos

TERMINAÇÃO DE TOPO
I-TUBE

A = Sistema de Suspensão
B = Enrijecedor deslizante
E = Conector
58
SS – Chegada do duto pelo lado interno da UEP
3. Instalação de Dutos Flexíveis E
Conector e sistema de
suspensão ficam emersos. A

SS com I-Tube

I - Tube

Boca de Sino e Bend


Stiffener ficam submersos

TERMINAÇÃO DE TOPO
Pontoon da SS I-TUBE

A = Sistema de Suspensão
B = Enrijecedor deslizante
E = Conector
59

3. Instalação de Dutos Flexíveis


Conexão dos Risers em UEP tipo SS

“Cônico”

Bend Stiffener não deslizante


Boca de sino 60
3. Instalação de Dutos Flexíveis

Bipartido

61

3. Instalação de Dutos Flexíveis


SS – Chegada do duto pelo lado EXTERNO da UEP
Sistema de Suspensão na UEP – Sistema tipo “Queixo-duro”
“Queixo-duro”

Quando a conexão é do lado externo da UEP tipo SS, o Bend Stiffener fica junto ao
conector, seja dentro ou fora d’água.
Este tipo de conexão não é muito utilizado em novos projetos.
62
3. Instalação de Dutos Flexíveis
E
SS – Chegada do duto na UEP
E
A
A

B
B

TERMINAÇÃO DE TOPO
TERMINAÇÃO DE TOPO SUPORTE TIPO CASTELO
SUPORTE TIPO CÔNICO
A = Sistema de Suspensão
A = Sistema de Suspensão B = Enrijecedor Standard
Obs: Bend Stiffener não deslizante. E = Conector
B = Enrijecedor Standard
63
E = Conector

3. Instalação de Dutos Flexíveis

64
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Colar Batente: Obs: Utilizado somente quando
o BS é do tipo deslizante.
Tem a função de suportar o Bend Stiffener em caso
de necessidade de sua retirada ou falha em seu
travamento. => Quando o Bend Stiffener preso à
Boca de Sino.

Boca de sino

Vídeo – Duto sem colar batente

65

3. Instalação de Dutos Flexíveis


PULL - IN

Conector do DF
Cabo do ROV

Duto Flexível Cabo de Pull in

TDP 2
1

Cabo do PLSV

Conector do DF

3 4 66
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Manilha Hidroacústica

Local onde será preso o


cabo de Pull in da UEP

Bend Stiffener

A manilha hidroacustica é somente utilizada para pull-in de 2. Atualmente somente a technip usa
hidroacustica, a SubSea-7 e a Acergy usam manilha hidráulica.
Obs: Possibilita a retirada (de forma automática) do cabo do PLSV.
67

3. Instalação de Dutos Flexíveis


Pull in em Turret de FPSO

Cabo do PLSV

Conector do
Duto Flexível

68
3. Instalação de Dutos Flexíveis
PULL IN
PULL IN DE 2a EXTREMIDADE

• sentido de lançamento:
Poço/MSP/PLET=> UEP

• Maiores cargas – catenária completa;

•Guincho de pull in com maior


capacidade de carga;

• Necessidade de transferência de
carga entre PLSV e UEP
=> Utilização de manilha hidro
acústica ou hidráulica.

69

3. Instalação de Dutos Flexíveis


PULL IN DE 1a EXTREMIDADE – sentido de lançamento UEP => Poço/MSP/PLET

• Menores cargas no guincho de Pull in – catenária dupla.


• Necessidade de RSV durante o pull in – monitorar TDP para garantir acerto do ângulo final
da catenária; (obs: Há sempre o ROV durante o lançamento)

Duto Flexível

Cabo de Pull in Conector do DF


Neste caso, há transferência de carga entre dois cabos? 70
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Sistema de Pull-in – Exemplo em UEP do tipo SS

71

3. Instalação de Dutos Flexíveis


Posicionamento do TDP

PLSV
UEP

Posicionamento do TDP é realizado com o


Posição 6 auxílio de um RSV ou iterativamente para
garantir o ângulo final da catenária.
72
3. Instalação de Dutos Flexíveis

73

3. Instalação de Dutos Flexíveis

Cabo mensageiro

PLSV próxima à SS

74
3. Instalação de Dutos Flexíveis

Conexão em equipamento submarino


sem auxílio de mergulho

75

3. Instalação de Dutos Flexíveis


CVD – CONEXÃO VERTICAL DIRETA
• INTRODUZIDA EM 1999
• PODE-SE LANÇAR AS LINHAS APÓS DESCIDA DE ANM - OTIMIZAÇÃO NA
COMPLETAÇÃO DE POÇOS
• BAP COM 1 MCV => existe, mas não se utiliza em novos projetos;
• BAP COM 3 MCV’S => todos os novos projetos.

76
3. Instalação de Dutos Flexíveis

CVD de 1ª ou de 2ª extremidade

Cabo de Lançamento Cabo de Lançamento Cabo p/ formar


corcova
p/ Barco de p/ Barco de
lançamento lançamento

MCV MCV

Mandril Duto Flexível ou Mandril Duto Flexível ou


Umbilical de Umbilical de p/ primeira
Equipamento Equipamento extremidade
Controle Controle
Submarino Submarino

Conexão de Primeira Conexão de Segunda


Extremidade Extremidade

77

3. Instalação de Dutos Flexíveis


CVD de 1a Extremidade
1 2

78
3. Instalação de Dutos Flexíveis
Conexão Vertical Direta de 2ª extremidade

Corcova

O duto ou umbilical já está instalado.


79

3. Instalação de Dutos Flexíveis

CVD de 1a e 2a Extremidades

CVD com comprimento de linha


menor que a LDA:

• 2 CVD’s: 1ª e 2ª extremidades.

Interligação entre equipamentos


de fundo. Ex: Manifold e ANM.

80
3. Instalação de Dutos Flexíveis

CVD de 1ª Extremidade CVD de 2ª Extremidade

81

3. Instalação de Dutos Flexíveis

Movimento - PLSV

Heave – compensador desligado

Heave – compensador ligado

Teste de MCV – Convés do PLSV

Conexão demorada - CVD

82
Cargas de Lançamento

83

4. Cargas de Lançamento

Cargas de Lançamento

• Os ângulos de Catenária comumente utilizados na operação de lançamento são:


Na UEP durante o pull in => 7º
No PLSV durante o Lançamento => 1 a 3º

• Tensões de topo => definição de qual embarcação poderá realizar a operação. Para
esta definição é usada a Especificação Técnica de Laying Spread, onde estão
indicadas a capacidade e características dos sistemas de lançamento das
embarcações.

84
4. Cargas de Lançamento

CURVA DE APERTO

• A Curva de Aperto da estrutura da linha => definida pelo fabricante e indica:

• Os apertos máximo e mínimo (squeeze em t/m/tensionador) para cada


tensionador dos PLSV
• O limite de carga nas rodas de popa de cada PLSV.

• Aperto ou squeeze => força aplicada contra a linha e tem como objetivo sustentar
a carga de lançamento.

• Aperto excessivo => pode provocar o crushing – esmagamento da linha,

• Pouco aperto =>que pode permitir o escorregamento da linha pelos tensionadores


devido ao pouco atrito entre as sapatas e a capa da linha.

85

4. Cargas de Lançamento
Cargas de tração no topo - instalação
ELT – Tensão no topo (Tensão na Catenária)
ELT=(Peso da linha/m)x(LDA +10m)x FC x FAD x FAR

• FC = Fator da Catenária = 1,10


• FAD = Fator de amplificação dinâmica 1,3 (dado de uma ET)
• FAR=Fator de Atrito na roda

• Fator de catenária: Razão entre o comprimento suspenso da catenária geométrica e


sua projeção vertical;
• Fator de amplificação dinâmica: Razão entre a maior tração no topo e o peso da
catenária estática; Para PLSVs, dentro das condições operacionais de mar, situa-se
entre 1,2 e 1,3.
• Fator de atrito na roda: Diferente de 1,0 somente no caso de calha.
86
4. Cargas de Lançamento

Fator de catenária

Linha 1 2 3
Projeção Vertical 1500.0 m 1500.0 m 1500.0 m

ângulo de topo 5.45° 1.00° 3.00°

L_Susp. 1650.0 m 1526.4 m 1580.7 m

Fator de catenária 1.100 1.018 1.054

87

4. Cargas de Lançamento
Fator de amplificação dinâmica

88
4. Cargas de Lançamento
Curvas de Aperto das Estruturas x ET de Laying Spread
As curvas de aperto são elaboradas pelo fabricante das linhas flexíveis e umbilicais,
baseados nas informações da Especificação Técnica da Petrobras PLSV Laying
Spread, número I-ET-3000.00-6600-941-PMU-001.

Estas curvas determinam os limites máximos e mínimos de aperto que a linha flexível
ou o umbilical podem sofrer:

1 - Limite Mínimo de Aperto => para garantir o atrito mínimo da linha com os
tensionadores, evitando o escorregamento da linha (movimento relativo entre a
linha e as sapatas dos tensionadores);

2 - Limite Máximo de Aperto => limite máximo da compressão da linha flexível ou


umbilical para que não haja o danos ao flexível;

89

4. Cargas de Lançamento

3 - Carga na Polia (roda de lançamento) => Carga axial máxima em função do


diâmetro da polia (roda de lançamento) para evitar o esmagamento da linha
ou umbilical no “V” da polia;

4 - Limite máximo de tração da estrutura => Carga axial máxima a ser aplicada na
estrutura para não haver violação dos fatores de utilização das camadas do
flexível;

5 – Raio da Roda x MBR de estocagem

90
4. Cargas de Lançamento

ELT limite – passagem


Característica ELT limite – tração na roda (HLS)
do tensionador na estrutura

tf ELT

Depende da
estrutura e
tensionador.

tf / lagarta / m W

91

4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load

Nível de Variação:
Perguntar o Tavares
Procurar na Apostila do
Abreu

• Sempre ocorrem “flutuações” de pressão nos sistemas que empurram os tracks contra as linhas, as quais
fazem com que também haja uma flutuação da força de aperto, podendo assim ultrapassar os limites
mínimos e máximos durante o lançamento.
Logo:
A) não é aconselhável selecionar um PLSV se a ELT ficar muito próximo aos limites máximos e
mínimos (limites do tensionador) e
B) não é aconselhável selecionar um valor de aperto próximo dos limites do tensionador ou da
linha para uma dada ELT.
92
4. Cargas de Lançamento
Exemplo: Cargas de Lançamento / Crushing Load

93

4. Cargas de Lançamento

Cargas de Lançamento /
Crushing Load

94
4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load

95

4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load

96
4. Cargas de Lançamento
Cargas de Lançamento / Crushing Load

97

Referências
• Curso de Instalação de Dutos Flexíveis e Umbilicais – CENSUB 2009 – Apresentação de aula -
Instrutor: José ABREU (US-SUB);

• Curso de Dutos Flexíveis e Umbilicais Submarinos - Avançado – 2010 – Apresentação de aula –


Instrutor: Paulo Tavares (US-SUB/ISBM);

• Curso “Dutos Flexíveis e Umbilicais- Básico” – Apresentação de aula - Instrutor: Thierry


Hernalsteens (US-SUB);

Este material foi montado a partir de diversas apostilas de cursos de educação


continuada da Universidade Petrobras e do CENSUB – Curso de Formação de
Engenheiro de Equipamentos – Especialização em Engenharia Submarina, as
quais foram desenvolvidas por profissionais da Petrobras que atuam nesta área.

98