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Economia Brasileira – ECN119

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Departamento de Ciências Econômicas ANO LETIVO/SEMESTRE: 2019/1º


CURSO: Ciências Econômicas PRÉ-REQUISITO: História Econômica do Brasil
DISCIPLINA: Economia Brasileira – ECN119 CARGA HORÁRIA/CRÉDITOS: 60/04
PROFESSOR: Marcelo Magalhães Godoy CLASSIFICAÇÃO: Obrigatória

EMENTA
A disciplina abrange o período recente da História Econômica do Brasil, do golpe civil-militar de 1964, que
interrompeu a construção democrática da Quarta República, ao golpe parlamentar de 2016, que instaurou a
Nova Velha República. Ressalta-se que a evolução da economia brasileira foi condicionada pela dinâmica
capitalista do pós-1945, da Ordem de Bretton Woods à Globalização e ao Imperialismo Contemporâneo.
Consideram-se as principais correntes de pensamento que orientaram as ações de governo e determinaram as
diretrizes ideológicas hegemônicas de planejadores e gestores. Examinam-se o Estado, as instituições, a
evolução política e a mudança social nos períodos do regime ditatorial e da Nova República. Contempla-se uma
História de Política Econômica, nos moldes dos períodos governamentais, segundo análise de conjuntura e com
ênfase nos temas macroeconômicos principais de Economia Brasileira. Para além da Política Econômica, são
abordados temas que completam os aspectos tradicionais da disciplina e constituem, em alguns casos, eixos
fundamentais à compreensão da formação econômica do Brasil no último meio século, como são a questão
regional, a questão agrária, a desigualdade e o planejamento. Por fim, aborda-se a emergência de novo período
de “estado de exceção”, especialmente em seus nexos com a dinâmica econômica de uma “história do tempo
presente”. Ementa formal: Desenvolvimento econômico brasileiro: plano de metas, milagre brasileiro e crise
dos anos oitenta.

HORÁRIO
Quarta-feira - 11h10min às 12h50min – Quinta-feira - 09h20min às 11h00min

AVALIAÇÃO
Provas.............100 pontos

PROGRAMA
UNIDADE 1. O capitalismo pós-1945
1.1. O capitalismo domesticado, a ordem de Bretton Woods
1.2. Globalização, financeirização e o Consenso de Washington
- BATISTA, Paulo Nogueira. O Consenso de Washington. A visão neoliberal dos problemas latino-americanos. Programa
Educativo Dívida Externa – PEDEX, Caderno Dívida Externa, nº. 6, 1994.
- BELLUZZO, Luiz Gonzaga. “As transformações da economia capitalista no pós-guerra e a origem dos desequilíbrios globais”.
Política Econômica em Foco, n. 7, nov. 2005 - abr. 2006.
- BELLUZZO, Luiz Gonzaga. O capital e suas metamorfoses. São Paulo: Editora da Unesp, 2013.
- BELLUZZO, Luiz Gonzaga. Os antecedentes da tormenta: origens da crise global. São Paulo: Editora da Unesp, 2009.
- BELLUZZO, Luiz Gonzaga. “O declínio de Bretton Woods e a emergência dos mercados globalizados”. Economia e Sociedade,
Campinas, Instituto de Economia, n. 4, 1995.
- BELLUZZO, Luiz G. e CARNEIRO, Ricardo. – “Globalização e integração perversa”. Política Econômica em Foco, Campinas,
n.1, mai./ago. 2003.
- BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. “Globalização e Estado-Nação”. Escola de Economia de São Paulo, Textos para Discussão, nº
160, abril 2007.
- CARNEIRO, Ricardo. “Globalização e integração periférica”. Texto para Discussão, n. 126, Campinas, Unicamp, Instituto de
Economia, 2007.
- MARIUTTI, Eduardo Barros. “Crise econômica e rivalidade política: características gerais da ordem internacional
contemporânea”. Em: CARNEIRO, Ricardo M. e MATIJASCIC, Milko. Desafios do desenvolvimento brasileiro. Brasília: IPEA,
2011.
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- MARIUTTI, Eduardo Barros. “Ordem e desordem internacional: tendências do capitalismo contemporâneo”. Observatório da
Economia Global, Textos Avulsos, nº 9, nov. 2011.
- TAVARES, Maria C. e BELLUZZO, Luiz G. – “A mundialização do capital e a expansão do poder americano”. Em: FIORI, José L.
O poder americano. Petrópolis: Vozes, 2004.
- TAVARES, Maria da Conceição e FIORI, José Luís. Desajuste global e modernização conservadora. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1993.
1.3. Teorias do Imperialismo Contemporâneo
LEITE, Leonardo de Magalhães. “Sobre as teorias do imperialismo contemporâneo: uma leitura crítica”. Economia e Sociedade,
Campinas, v.23, n.2, ago. 2014.
1.4. Cepal e Teoria da Dependência
BIELSCHOWSKY, Ricardo. “Cinquenta anos de pensamento na Cepal – uma resenha”. Em: BIELSCHOWSKY, Ricardo (org.) –
Cinquenta anos de pensamento na Cepal. Volume 1. Rio de Janeiro: Record, 2000.
1.5. Neoliberalismo e Novo-Desenvolvimentismo
- BASTOS, Pedro Paulo Zahluth. “A economia política do novo-desenvolvimentismo e do social desenvolvimentismo.” Economia
e Sociedade, Campinas, v. 21, dez. 2012.
- IANONI, Marcus. “Políticas públicas e Estado: o Plano Real”. Lua Nova, São Paulo, 78, 2009.
Outras referências
1.3. CHESNAIS, François. A mundialização do capital. São Paulo: Xamã, 1996.
1.3. CHESNAIS, François. A mundialização financeira: gênese, custos e riscos. São Paulo: Xamã, 1998.
1.3. FIORI, José Luís. O poder global e a nova geopolítica das nações. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007.
1.3. HARDT, Michael e NEGRI, Antonio. Império. Rio de Janeiro; São Paulo: Record, 2001.
1.3. HARVEY, David. O novo imperialismo. São Paulo: Edições Loyola, 2004.
1.3. MARIUTTI, Eduardo Barros. “Interpretações clássicas do imperialismo”. Texto para Discussão, n. 216, Instituto de Economia
– Unicamp, 2013.
1.3. WALLERSTEIN, Immanuel. Capitalismo histórico e civilização capitalista. São Paulo: Rio de Janeiro, 2001.
1.3. WOOD, Ellen M. O Império do Capital. São Paulo: Boitempo, 2014.
1.4. BIELSCHOWSKY, Ricardo. Pensamento econômico brasileiro: o ciclo ideológico do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Editora
Contraponto, 2000.
1.4. CARDOSO, Fernando Henrique e FALETTO, Enzo. “Dependência e desenvolvimento na América Latina”. Em:
BIELSCHOWSKY, Ricardo (org.) – Cinquenta anos de pensamento na Cepal. Volume 2. Rio de Janeiro: Record, 2000.
1.4. FURTADO, Celso. “Desenvolvimento e subdesenvolvimento”. Em: BIELSCHOWSKY, Ricardo (org.) – Cinquenta anos de
pensamento na Cepal. Volume 1. Rio de Janeiro: Record, 2000.
1.4. MANTEGA, Guido. A Economia Política Brasileira. São Paulo: Polis. Petrópolis: Vozes, 1984.
1.4. PREBISCH, Raúl. “O desenvolvimento econômico da América Latina e alguns de seus problemas principais”. Em:
BIELSCHOWSKY, Ricardo (org.) – Cinquenta anos de pensamento na Cepal. Volume 1. Rio de Janeiro: Record, 2000.
1.4. TAVARES, Maria da Conceição e SERRA, José. “Além da estagnação: uma discussão sobre o estilo de desenvolvimento
recente no Brasil”. Em: BIELSCHOWSKY, Ricardo (org.) – Cinquenta anos de pensamento na Cepal. Volume 2. Rio de Janeiro:
Record, 2000.
1.5. BOITO JÚNIOR, Armando. As bases políticas do neodesenvolvimentismo. São Paulo: FGV, 2012.
1.5. BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos. “Brasil, sociedade nacional-dependente”. Novos Estudos Cebrap 93, julho 2012.
1.5. BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos. “Nacionalismo e novo desenvolvimentismo”. Em: BRESSER PEREIRA, Luiz C. (org.). O que
esperar do Brasil? Rio de Janeiro: FGV, 2013.
1.5. FILGUEIRAS, Luiz. “O neoliberalismo no Brasil: estrutura, dinâmica e ajuste do modelo econômico”. Em: BASUALDO,
Eduardo e ARCEO, Enrique. Neoliberalismo y sectores dominantes. Tendencias globales y experienciais nacionales. Buenos
Aires: CLACSO, 2006.
1.5. IANONI, Marcus. Estado e coalizões no Brasil (2003-2016): social-desenvolvimentismo e neoliberalismo. Rio de Janeiro:
Contraponto, 2018.
1.5. FONSECA, Pedro Cezar Dutra; CUNHA, André Moreira; BICHARA, Julimar da Silva. “O Brasil na Era Lula: retorno ao
desenvolvimentismo?” Nova Economia, Belo Horizonte, 23(2), maio-agosto 2013.
1.5. FONSECA, Pedro Cezar Dutra. “O projeto desenvolvimentista no Brasil: histórico e desafios da atualidade”. Cadernos do
Desenvolvimento, Rio de Janeiro, v. 11, n. 19, pp.117-128, jul-dez, 2016.
1.5. PESSOA, Samuel e LISBOA, Marcos de Barros. “Crítica ao novo-desenvolvimentismo”. Cadernos do Desenvolvimento, Rio
de Janeiro, v. 11, n. 19, pp.181-189, jul.-dez. 2016.
1.5. SALLUM JÚNIOR, Brasílio. “O desenvolvimentismo e o Estado brasileiro contemporâneo”. Em: BRESSER PEREIRA, Luiz C.
(org.). O que esperar do Brasil? Rio de Janeiro: FGV, 2013.
1.5. SINGER, André. “O ensaio desenvolvimentista no primeiro mandato de Dilma Rousseff (2011-2014)”. Novos Estudos
Cebrap, 102, julho 2015.
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UNIDADE 2. Da ditadura à Nova República


2.1. A ditadura de 64 - Evolução política e sociedade
2.2. A ditadura de 64 - Estado e instituições
2.3. A Nova República - Evolução política e sociedade
2.4. A Nova República - Estado e instituições
- ALVES, Maria Helena. Estado e oposição no Brasil (1964/1984). Petrópolis: Vozes, 1984
- COSTA, Tarcísio. “Os anos 1990: o ocaso do político e a sacralização do mercado”. MOTA, Carlos Guilherme. Viagem
incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). A grande transação. São Paulo: Editora Senac, 2013.
- DREIFUSS, René Armand. 1964: a conquista do Estado. Ação política, poder e golpe de classe. Petrópolis: Editora Vozes, 1981.
- FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2002.
- FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves (orgs.). O Brasil republicano. O tempo da ditadura. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2003. V. 4.
- IANNI, Octavio. Estado e planejamento econômico no Brasil. 1930-1979. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977 (1986).
- LOPEZ, Adriana e MOTA, Carlos Guilherme. História do Brasil, uma interpretação. São Paulo: Editora SENAC, 2008.
- LUNA, Francisco Vidal e KLEIN, Herbert S. O Brasil desde 1980. São Paulo: A Girafa Editora, 2007.
- SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. “A Modernização autoritária: do golpe à redemocratização, 1964/1985” e “Brasil, em
direção ao século XXI”. Em: LINHAREs, Maria Yedda. História geral do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 1990.
- SKIDMORE, Thomas. Brasil: de Castelo a Tancredo (1964-1985). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
- SKIDMORE, Thomas. Uma história do Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
- VIEIRA, Evaldo. “O Brasil do golpe de 1964 à redemocratização”. MOTA, Carlos Guilherme. Viagem incompleta. A experiência
brasileira (1500-2000). A grande transação. São Paulo: Editora Senac, 2013.

1ª Avaliação – Unidades 1 e 2 – 30 pontos

UNIDADE 3. História de Política Econômica


3.1. Castelo Branco: reformas e estabilização
RESENDE, André Lara. “Estabilização e reforma: 1964-1967”. Em: ABREU, Marcelo de Paiva (org.). A ordem do progresso: cem
anos de política econômica, 1889-1989, Rio de Janeiro: Campus, 1990.
3.2. Costa e Silva e Médici: o "milagre" e suas contradições
LAGO, Luiz Aranha Correa do. “A retomada do crescimento e as distorções do milagre, 1967-1974”. Em: ABREU, Marcelo de
Paiva. (org.). A ordem do progresso. Rio de Janeiro: Campus, 1990.
3.3. Geisel: crise e inflexão
NETTO, Dionísio Dias Carneiro. “Crise e esperança: 1974-1980”. Em: ABREU, Marcelo de Paiva (org.). A ordem do progresso:
cem anos de política econômica, 1889-1989, Rio de Janeiro: Campus, 1990.
3.4. Figueiredo: desequilíbrios interno e externo
NETTO, Dionísio Dias Carneiro; MODIANO, Eduardo. “Ajuste externo e desequilíbrio interno: 1980-1984”. Em: ABREU, Marcelo
de Paiva (org.). A ordem do progresso: cem anos de política econômica, 1889-1989, Rio de Janeiro: Campus, 1990.
3.5. Sarney: experiências de estabilização e estagnação
MODIANO, Eduardo. “A ópera dos três cruzados: 1985-1989”. Em: ABREU, Marcelo de Paiva (org.). A ordem do progresso: cem
anos de política econômica, 1889-1989, Rio de Janeiro: Campus, 1990.
3.6. Collor e Itamar: desregulamentação e estabilização
ABREU, Marcelo de Paiva e WERNECK, Rogério L. F. “Estabilização, abertura e privatização, 1990-1994”. Em: ABREU, Marcelo
de Paiva. (org.). A ordem do progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3.7. FHC: neoliberalismo e desnacionalização
WERNECK, Rogério L. F. “Consolidação da estabilização e reconstrução institucional, 1995-2002”. Em: ABREU, Marcelo de
Paiva. (org.). A ordem do progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
3.8. Lula: crescimento e crise com redistribuição
WERNECK, Rogério L. F. “Alternância política, redistribuição e crescimento, 2003-2010”. Em: ABREU, Marcelo de Paiva. (org.).
A ordem do progresso. Dois séculos de política econômica no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.

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3.9. Dilma: do social-desenvolvimentismo ao neoliberalismo


CARNEIRO, Ricardo. “Navegando a contravento – uma reflexão sobre o experimento desenvolvimentista do Governo Dilma
Rousseff”. Texto para Discussão, nº. 289, Instituto de Economia, Unicamp, março 2017.
Outras referências
- BAER, Werner. A economia brasileira. São Paulo: Nobel, 1996.
- BAER, Werner. A industrialização e o desenvolvimento econômico do Brasil. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 1979.
- BATISTA JR., Paulo Nogueira. Da crise internacional à moratória brasileira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
- BAUMANN, Renato. “O Brasil nos anos 1990: uma economia em transição”. Em: BAUMANN, Renato (org.). Brasil – Uma
Década em Transição. Rio de Janeiro: CEPAL e Ed. Campus, 1999.
- BELLUZZO, Luiz Gonzaga de M. e COUTINHO, Renata (orgs.). Desenvolvimento capitalista no Brasil. Ensaios sobre a Crise.
Rio de Janeiro: Brasiliense, 1982.
- BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos. Desenvolvimento e crise no Brasil, 1930-1983. São Paulo: Brasiliense, 1985.
- CARDOSO, Renato Fragelli. “Política econômica, reformas institucionais e crescimento: a experiência brasileira (1945-2010)”.
Em: VELOSO, F; FERREIRA, P.C.; GIAMBIAGI, F.; PESSÔA, S. Desenvolvimento econômico – uma perspectiva brasileira. Rio de
Janeiro: Campus, 2013.
- CARNEIRO, Ricardo. “A supremacia dos mercados e a política econômica do Governo Lula”. Boletim Política Econômica em
Foco, n.7, nov.2005/abr.2006. Campinas: CECON-Unicamp.
- CARNEIRO, Ricardo. “Crise, ajustamento e estagnação: a economia brasileira no período 1974-1989”. Economia e Sociedade,
Campinas: Unicamp, n. 2, 1993.
- CARNEIRO, Ricardo. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do século XX. São Paulo: Editora
UNESP, IE-Unicamp, 2002.
- CARVALHO, Laura. Valsa brasileira, do boom aos caos econômico. São Paulo: Todavia, 2018.
- CASTRO, Antônio Barros de e SOUZA, Francisco Eduardo Pires de. A Economia Brasileira em Marcha Forçada. Rio de Janeiro:
Editora Paz e Terra, 1985.
- CYSNE, Rubens Penha. “A economia brasileira no período militar”. Estudos Econômicos, São Paulo, v. 23, n. 2, p. 185-226,
mai-ago 1993.
- COUTINHO, Luciano G. e BELLUZZO, Luiz Gonzaga de Mello. “Desenvolvimento e estabilização sob finanças globalizadas”.
Economia e Sociedade, Campinas, (7): 129-54, dez. 1996.
- GIAMBIAGI, F.; VILLELA, A.; CASTRO, Lavínia Barros de; HERMANN, J. (orgs.) Economia Brasileira Contemporânea, 1945-
2010. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
- GIAMBIAGI, Fábio e MOREIRA, Maurício Mesquita (orgs.). A economia brasileira nos anos 90. Rio de Janeiro: BNDES, 1999.
- GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELOS, Marco Antônio Sandoval de; TONETO JÚNIOR, Rudinei. Economia brasileira
contemporânea. São Paulo: Ed. Atlas, São Paulo, 2002.
- MOLLO, Maria de Lourdes Rollemberg. “Desenvolvimentismos, inclusão social e papel do Estado”. Cadernos do
Desenvolvimento, Rio de Janeiro, v. 11, n. 19, pp.131-143, jul.-dez. 2016.
- OLIVEIRA, Fabrício Augusto de. Política econômica, estagnação e crise mundial: Brasil, 1980 – 2010. Rio de Janeiro: Beco do
Azougue, 2012.
- OREIRO, José Luis. “A grande recessão brasileira: diagnóstico e uma agenda de política econômica”. Estudos Avançados 31
(89), 2017.
- PAULA, Luiz Fernando e PIREs, Manoel. “Crise e perspectivas para a economia brasileira”. Estudos Avançados 31 (89), 2017.
- PAULANI, Leda Maria. “A experiência brasileira entre 2003 e 2014: Neodesenvolvimentismo?” Cadernos do Desenvolvimento,
Rio de Janeiro, v. 12, n. 20, pp. 135-155, jan.-jun. 2017
- RANGEL, Ignácio. Economia: milagre e antimilagre. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
- RANGEL, Ignácio. Economia brasileira contemporânea. São Paulo: Bienal, 1987.
- SINGER, Paul. A crise do “milagre”. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
- SADER, Emir (org.). Dez anos de governos pós-neoliberais no Brasil. São Paulo: Boitempo; Rio de Janeiro: FLACSO Brasil,
2013.
- TAVARES, Maria da Conceição. Acumulação de capital e industrialização no Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, 1986.

2ª Avaliação – Unidade 3 – 35 pontos

UNIDADE 4. Para além da Política Econômica


4.1. Política Salarial, emprego e mercado de trabalho
KREIN, José Dari. “As transformações no mundo do trabalho e as tendências das relações de trabalho na primeira década do
século XXI no Brasil”. Revista NECAT, ano 2, nº. 3, jan-jun de 2013.

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4.2. Distribuição de renda e desigualdade


- CALIXTRe, André e FAGNANI, Eduardo. “A política social e os limites do experimento desenvolvimentista (2003-2014)”. Texto
para Discussão nº. 295. Unicamp: Instituto de Economia, 2017.
4.3. A questão regional em perspectiva histórica
CANO, Wilson. Desconcentração produtiva regional do Brasil, 1970-2005. São Paulo: Editora da Unesp, 2008. [Apresentação
(p. 11-19) e Conclusões (p. 225-235)]
4.4. Planejamento do desenvolvimento
REZENDE, Fernando. “Planejamento no Brasil: auge, declínio e caminhos para a reconstrução”. Texto para Discussão n. 4.
Brasília: CEPAL-IPEA, 2011.
4.5. Política externa e padrões de integração
- BOITO JR., Armando e BERRINGER, Tatiana. “Brasil: classes sociais, neodesenvolvimentismo e política externa nos Governos
Lula e Dilma”. Revista de Sociologia e Política, vol. 21, nº. 47, Curitiba, setembro 2013.
- SARAIVA, José Flávio Sombra. “Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior do Brasil de Vargas a Lula (1954-
2005)”. Em: SARAIVA, José Flávio Sombra e CERVO, Amado Luiz (orgs.). O crescimento das Relações Internacionais no Brasil.
Brasília: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais (IBRI), 2005.
4.6. Modernização agrícola e persistência da questão agrária
DELGADO, Guilherme C. “A questão agrária no Brasil, 1950-2003”. JACCOUD, Luciana (org.). Questão social e políticas sociais
no Brasil contemporâneo. Brasília: IPEA, 2005.
Outras referências
4.1. BALTAR, Paulo E. A. e KREIN, José Dari. “A retomada do desenvolvimento e a regulação do mercado do trabalho no Brasil”.
Cadernos CRH, Salvador, v. 26, n. 68, p. 273-292, maio/ago. 2013.
4.1. BALTAR, Paulo. “Crescimento da economia e mercado de trabalho no Brasil”. Em: CARNEIRO, Ricardo M. e MATIJASCIC,
Milko. Desafios do desenvolvimento brasileiro. Brasília: IPEA, 2011.
4.1. CARDOSO JÚNIOR, José C. e HAMASAKI, Cláudia S. “Padrões de desenvolvimento, mercado de trabalho e proteção social: a
experiência brasileira entre as décadas liberal (1990) e desenvolvimentista (2000)”. Texto para Discussão, nº 2021, IPEA, 2014.
4.1. LOBO, Valéria Marques. Fronteiras da Cidadania: sindicatos e (des)mercantilização do trabalho no Brasil, 1950-2000. Belo
Horizonte: Argvmentvm, 2010.
4.1. LOCATELLI, Ronaldo Lamounier. Industrialização, crescimento e emprego: uma avaliação da experiência brasileira. Série
PNPE, IPEA/INPES, Rio de Janeiro, 1985.
4.1. POCHMANN, Márcio. Nova classe média? O trabalho na base da pirâmide social brasileira. São Paulo: Boitempo, 2012.
4.1. SANT’ANNA, André Albuquerque; AMBROZIO, Antônio Marcos Hoelz; MEIRELLES, Beatriz Barbosa. “Redistribuição de
renda e a recuperação do mercado de trabalho brasileiro”. Visão do Desenvolvimento, Rio de Janeiro: BNDES, n. 85, set. 2010.
4.2. BARROS Ricardo Paes de MENDONÇA, Rosane Silva Pinto de. “A evolução do bem estar, pobreza e desigualdade no Brasil ao
longo das últimas três décadas – 1960-90”. Pesquisa e Planejamento Econômico. Rio de Janeiro, 25 (1), 1995.
4.2. BONELLI, Regis e RAMOS, Laura. “Distribuição de renda no Brasil: avaliação das tendências de longo prazo e mudanças na
desigualdade desde meados dos anos 70”. Revista Brasileira de Economia, 49(2): 353-373, 1995.
4.2. DEDECCA, Cláudio Salvadori. “A queda da desigualdade de renda corrente e a participação do 1% de domicílios de maior
renda, 2000-2010”. Revista de Economia Política, vol.34, n.2, abril/junho, 2014.
4.2. DEDECCA, Cláudio Salvatori. “A redução da desigualdade e seus desafios”. Texto para Discussão, IPEA, nº. 2031, 2015.
4.2. FAGNANI, Eduardo. “Política social e pactos conservadores no Brasil: 1964/92”. Economia e Sociedade, Campinas, (8): 183-
238, jun. 1997.
4.2. MOURA, Cleyton Domingues de. “Subcidadania, desigualdade e desenvolvimento social no Brasil do século XXI”.
Planejamento e Políticas Públicas, n.34, jan./jun. 2010, Brasília: IPEA.
4.2. NÉRI, Marcelo e CAMARGO, José Márcio. “Efeitos distributivos das reformas estruturais no Brasil”. Em: BAUMANN, Renato
(org.). Brasil – Uma Década em Transição. Rio de Janeiro: CEPAL e Ed. Campus, 1999.
4.2. SOARES, Sergei Suarez Dillon. “O ritmo na queda da desigualdade no Brasil é aceitável?”. Revista de Economia Política,
São Paulo, v. 30, n. 3, jul./set. 2010.
4.3. BARROS, Alexandre Rands. “Desigualdades regionais e desenvolvimento econômico”. Em: VELOSO, F; FERREIRA, P.C.;
GIAMBIAGI, F.; PESSÔA, S. Desenvolvimento econômico – uma perspectiva brasileira. Rio de Janeiro: Campus, 2013.
4.3. CANO, Wilson. Desequilíbrios regionais e concentração industrial no Brasil. São Paulo: Global Editora, 1985.
4.3. CHEIN, Flávia; LEMOS, Mauro Borges; ASSUNÇÃO, Juliano Junqueira. “Desenvolvimento desigual: evidências para o Brasil”.
Revista Brasileira de Economia. Rio de janeiro, v.61, n.3, jul.set. 2007.
4.3. DINIZ, Clélio Campolina. “A questão regional e as políticas governamentais no Brasil”. Texto para Discussão, nº 159, Belo
Horizonte, Cedeplar/FACE/UFMG, 2001.
4.3. DINIZ, Clélio Campolina. “Desenvolvimento poligonal no Brasil: nem desconcentração, nem contínua polarização”. Nova
Economia, Belo Horizonte, Cedeplar/Face/UFMG, v. 31, n. 1, set. 1993.
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4.3. OLIVEIRA, Francisco de. “A questão regional: a hegemonia inacabada”. Estudos Avançados, vol. 7, n. 18, São Paulo,
maio/agosto 1993.
4.3. PRADO, Sérgio. “Guerra fiscal e políticas de desenvolvimento estadual no Brasil”. Economia e Sociedade, Campinas, (13):
1-40, dez. 1999.
4.4. COSTA, Jorge Gustavo. Planejamento governamental. A experiência brasileira. Rio de Janeiro: FGV, 1971.
4.4. IANNI, Octavio. Estado e planejamento econômico no Brasil. 1930-1979. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
4.4. MATOS, Carlos A. de. “Estado, processos decisórios e planejamento na América Latina”. Em: Seminário Estado e
planejamento: os sonhos e a realidade. Brasília: IPEA-CENDEC, 1988.
4.4. MINDLIN, Betty (org.). Planejamento no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2010.
4.4. TAVARES, Maria Conceição. “O planejamento em economias mistas”. Em: Seminário Estado e planejamento: os sonhos e a
realidade. Brasília: IPEA-CENDEC (Centro de Treinamento para o Desenvolvimento Econômico), 1988.
4.5. ALMEIDA, Paulo Roberto de. “As relações econômicas internacionais do Brasil dos anos 1950 aos 1980”. Revista Brasileira
de Política Internacional, 50 (2): 60-79, 2007.
4.5. BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. “O Brasil como potência regional e a importância estratégica da América do Sul na sua
política externa”. Temas & Matizes, Cascavel, n.14, 2008.
4.5. BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. “Política exterior do Brasil – de FHC a Lula”. Projeto História, São Paulo, n. 31, 2005.
4.5. BARBOSA, Rubens. “Política externa de dois governos”. Em: BRESSER PEREIRA, Luiz C. (org.). O que esperar do Brasil? Rio
de Janeiro: FGV, 2013.
4.5. BUÉRE, Júlio César. “Regime militar no Brasil: os grupos de interesses e a formulação da política externa”. Revista
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4.5. GUIMARÃES, Samuel Pinheiro. “Inserção internacional do Brasil”. Economia e Sociedade, Campinas, (17): 1-31, dez. 2001.
4.5. LESSA, A. C.; COUTO, L. F.; FARIAS, R. S. “Política externa planejada: os planos prurianuais e a ação internacional do Brasil,
de Cardoso a Lula (1995-2008)”. Revista Brasileira de Política Internacional, Rio de janeiro, 52(1), 2009.
4.5. LOPES, Dawisson Belém. “A política externa brasileira e a circunstância democrática: do silêncio respeitoso à politização
ruidosa”. Revista Brasileira de Política Internacional, 54 (1): 67-86, 2011.
4.5. SARAIVA, Miriam Gomes. “As estratégias de cooperação Sul-Sul nos marcos da política externa brasileira de 1993 a 2007”.
Revista Brasileira de Política Internacional, Rio de janeiro, 50(2), 2007.
4.6. BUAINAIN, A. M.; ALVES, E.; SILVEIRA, J. M.; NAVARRO, Z. (orgs.). O mundo rural no Brasil do século 21. Brasília:
Embrapa, 2014.
4.6. DELGADO, Guilherme Costa. “Capital e política agrária no Brasil, 1930-1980”. Em: SZMRECSÁNYI, Tamás e SUZIGAN,
Wilson (orgs.). História Econômica do Brasil Contemporâneo: São Paulo: Edusp, Imprensa Oficial e Hucitec, 2002.
4.6. DIAS, Guilherme Leite da Silva e AMARAL, Cicely Moitinho. “Mudanças estruturais na agricultura brasileira, 1980-1998”.
Em: BAUMANN, Renato (org.). Brasil – Uma Década em Transição. Rio de Janeiro: CEPAL e Ed. Campus, 1999.
4.6. RANGEL, Ignácio e SILVA, José Graziano da. Questão agrária, industrialização e crise urbana no Brasil. Porto Alegre:
Editora da Universidade/UFRGS, 2000.
4.6. SANTOS, José Vicente Tavares dos. “Efeitos sociais da modernização da agricultura”. Em: SZMRECSÁNYI, Tamás e SUZIGAN,
Wilson (orgs.). História Econômica do Brasil Contemporâneo: São Paulo: Edusp, Imprensa Oficial e Hucitec, 2002.
4.6. SILVA, Jose Graziano da. A modernização dolorosa: estrutura agrária, fronteira agrícola e trabalhadores rurais no Brasil.
Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
4.6. SILVA, José Graziano da. A nova dinâmica da agricultura brasileira. Campinas: Unicamp, Instituto de Economia, 1996.
4.6. SILVA, José Graziano da. Estrutura Agrária e produção de subsistência na agricultura brasileira. São Paulo: Hucitec, 1980.
4.6. SZMRECSÁNYI, Tamás. “O papel das políticas governamentais na modernização da agricultura brasileira”. Em:
SZMRECSÁNYI, Tamás e SUZIGAN, Wilson (orgs.). História Econômica do Brasil Contemporâneo: São Paulo: Edusp, Imprensa
Oficial e Hucitec, 2002.
4.6. SZMRECSÁNYI, Tamás. Pequena historia da agricultura no Brasil. São Paulo: Contexto, 1990.

UNIDADE 5. A Nova Velha República


5.1. Oligarcas, plutocratas e nova ruptura institucional
SANTOS, Wanderley Guilherme dos. A democracia impedida – O Brasil no século XXI. Rio de Janeiro: FGV, 2017. [Capítulos 1,
2, 5 e 6]
5.2. Restauração neoliberal e austeridade (2015-2018)
- BELLUZZO, Luiz G. M. e BASTOs, Pedro P. Z. (orgs.). “Introdução: Austeridade para quem?”. Em: Austeridade para quem?
Balanço e perspectivas do Governo Dilma Rousseff. São Paulo: Carta Maior e Friedrich Ebert Stiftung, 2015.
- PAULANI, Leda Maria. “Não há saída sem a reversão da financeirização”. Estudos Avançados, vol. 31, nº. 89, São Paulo,
jan./abri. 2017.
- ROSSI, Pedro e MELLO, Guilherme. “Choque recessivo e a maior crise da história: a economia brasileira em marcha ré”. Centro
de Estudos de Conjuntura e Política Econômica – IE/UNICAMP, Nota do Cecon, nº. 1, abril de 2017.

6
Economia Brasileira – ECN119
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5.3. Para uma economia política da corrupção no Brasil


PINTO, Eduardo C.; PINTO, José P. G.; SALUDJAN, Alexis; NOGUEIRA, Isabela; BALANCO, Paulo; SCHONERWALD, Carlos;
BARUCO, Grasiela. “A guerra de todos contra todos: a crise brasileira”. Texto para Discussão 6/2017, Instituto Economia, UFRJ.

Outras referências
5.1. AVRITZER, Leonardo. Impasses da democracia no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
5.1. SOUZA, Jessé. A radiografia do golpe. Rio de Janeiro: Leya, 2016.
5.2. BELLUZZO, Luiz G. M. e BASTOs, Pedro P. Z. (orgs.). Austeridade para quem? Balanço e perspectivas do Governo Dilma
Rousseff. São Paulo: Carta Maior e Friedrich Ebert Stiftung, 2015.
5.2. Austeridade e retrocesso – finanças públicas e política fiscal no Brasil. Fórum, 21; Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES),
GT de Macro da Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP); Plataforma Social. São Paulo, 2016.
5.3. AVRITZER, L.; BIGNOTTO, N.; GUIMARÃES, J.; STARLING, H. (orgs.). Corrupção – Ensaios e críticas. Belo Horizonte:
Editora da UFMG, 2008.
5.3. FERES JÚNIOR, João. e SASSARA, Luna de Oliveira. “Corrupção, escândalos e a cobertura midiática da política”. Novos
Estudos Cebrap, São Paulo, v. 35.2, julho 2016.
5.3. FILGUEIRAS, Fernando. “A tolerância à corrupção no Brasil: uma antinomia entre normas morais e práticas sociais”. Opinião
Pública, Campinas, vol. 15, nº 2, nov. 2009.
5.3. FILGUEIRAS, Fernando; MONTANDON, Ana Maria; OLIVEIRA, Bárbara M. A.; ABREU, IVNA M. “Corrupção, cultura política e
reformas no Brasil”. Revista Ciências Humanas, vol. 10, nº. 2, p. 318-334, jul./dez. 2010.
5.3. ROSENN, Keith S. e DOWNES, Richard (orgs.). Corrupção e reforma política no Brasil. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2000.

3ª Avaliação – Unidades 4 e 5 – 35 pontos