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GRACE KELLY MENDES BRITO

LÁZARO AMARAL SOUSA


RODRIGO CORREIA GOMES
RODRIGO SANTOS PRADO
SAULO AMARAL SILVA

PRÁTICA 02: ESTUDOS DOS GASES

VITÓRIA DA CONQUISTA – BA
2019
GRACE KELLY MENDES BRITO
LÁZARO AMARAL SOUSA
RODRIGO CORREIA GOMES
RODRIGO SANTOS PRADO
SAULO AMARAL SILVA

PRÁTICA 02: ESTUDOS DOS GASES

Relatório de aula prática apresentado como


requisito para obtenção de nota parcial da
disciplina Físico-Química I do curso de Licenciatura
em Química sob a orientação do professor Dr. Eloi

VITÓRIA DA CONQUISTA – BA
2019
1. INTRODUÇÃO

O estado gasoso pode ser descrito matematicamente por meio de relações


entre propriedades como quantidade de gás, pressão, volume e temperatura.
Entretanto, o
comportamento descrito pelos modelos matemáticos se aplica aos gases ditos
ideais, em que as moléculas gasosas estão sujeitas a força de interação e movem-se
aleatoriamente, com velocidades médias que aumenta quando sua temperatura se
eleva.
Boyle, empiricamente, testou o comportamento da pressão e volume de gases
ideais,
mantendo a temperatura constante (isotérmica). através de seus
experimentos, de mostrou que o produto da pressão pelo volume do gás é constante.
A lei enunciada por Boyle diz: “a pressão de um gás é inversamente proporcional ao
seu volume, a temperatura constante. PV = K.
A lei de Chalés diz que “ a variação relativa do volume com a temperatura é
igual para todos os gases”. Pode ser determinado pela equação abaixo.

Gay-Lussac completou o estudo iniciado por Boyle e Charles elaborando a


seguinte lei: “para uma massa de um gás a pressão constante, o volume varia
linearmente com a temperatura”
Logo podemos afirmar que em um processo isobárico, o volume de um gás é
diretamente proporcional a sua temperatura absoluta. Por meio desta relação e da
relação de Boyle, conclui-se que:

Em um processo isocórico, ou seja, com volume constante, a equação acima


se transforma em:

A temperatura (T) absoluta do gás ideal no sistema Internacional é expressa


em kelvin.
Advogado postula que o volume iguais de gases diferentes nas mesmas
condições de temperatura e pressão contêm o mesmo número de moléculas. Quando
gás se encontra em Condições Normais de Temperatura e Pressão (CNTP) temos:
N = 1 mol
P = 1atm (1,01.10 5 )
T = 273,15 k (0°c)
V = 22,4 L/mol
A constante dos gases (R) pode ser definida pela equação CNTP:
É adotando pascal como unidade da pressão, tem-se:

A combinação entre a leis de Charles, Gay- Lussac, Boyle e o princípio de


Avogadro
resultou na equação que permite descrever o estado de um gás. A fórmula da
equação
geral dos gases, conhecida também pela equação de Clapeyron é definida
como:
PV = nRT.
2. OBJETIVOS

 Determinar a massa do sal necessária para produzir gás carbônico


através da reação bicarbonato de sódio e ácido sulfúrico de modo a
relacionar essas grandezas.
3. MATERIAIS E REAGENTES

● Kitassato de 250 mL;


● Proveta de 100mL;
● Termômetro;
● Suporte universal;
● Garra metálica;
● Béquer de 100 mL;
● Béquer de 1000 mL;
● Mangueira;
● Rolha;
● Balança analítica;
● Água destilada;
● Bicarbonato de sódio;
● Ácido sulfúrico 1mol/L.
4. PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS

4.1 Reação do bicarbonato de sódio com ácido sulfúrico

a) Pesou-se em uma balança analítica 0,3099g de bicarbonato de sódio, o qual


foi acondicionado em um pequeno pedaço de papel toalha;
b) Encheu-se uma proveta de 100 mL com água de forma que todo seu volume
interno fosse preenchido com o líquido;
c) Virou-se a proveta que continha água em um béquer de 1000 mL com
aproximadamente 500 mL de água. (Foi utilizada uma folha de papel para
que não entrasse gás durante essa etapa do procedimento). Em seguida,
prendeu-se a proveta em um suporte universal e conectou-se uma ponta da
mangueira no kitassato fechado com a rolha e a outra ponta colocou-se
dentro da proveta que estava cheia de água.
d) Colocou-se 0,3099g de bicarbonato de sódio com o papel toalha dentro do
kitassato. Logo após, colocou-se 5 mL de solução de ácido sulfúrico 1mol/L
no kitassato e tampando-o rapidamente para que não ocorre perda de gás.
Em seguida, agitou-se o kitassato aplicando um aumento de temperatura
com um auxílio de isqueiro, até que a formação de gás cessa-se.
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Antes de se discutir os resultados obtidos, é necessário discorrer sobre os
cálculos práticos da atividade realizada.
Para isso temos que ao se preparar a solução de ácido sulfúrico 1 mol.L-1
realizou-se os seguintes cálculos:

Ácido sulfúrico
Densidade: 1,84g/𝑐𝑚3
Título: 95,58%
Peso Molecular: 98,079

Calculo da concentração: cálculo da molaridade


C = 1000.d.t M = C/MM
C = 1000. 1,84. 0,9558 M = 1766,032/98,079
C = 1766,032 M = 18,02 mol.L-1

Utilizando a lei de diluição chega-se ao volume da solução que foi adicionada


para que ocorresse a reação sendo a molaridade do ácido sulfúrico de 1 mol.L-1.

𝑀1 . 𝑣1 = 𝑀2 . 𝑣2
18,02. 𝑣1 = 1 . 100
𝑣1 = 5,55 mL

Realizou-se o cálculo estequiométrico abaixo para fazer uma estimativa de qual


massa de H2SO4 seria necessário para reagir com a massa de NaHCO 3.

𝐻2 𝑆𝑂4 + 2𝑁𝑎𝐻𝐶𝑂3 𝑁𝑎2 𝑆𝑂4 + 2𝐶𝑂2(𝑔) + 2𝐻2 𝑂

98 - 2 . 84 = 168
X - 0,3099

X = 0,180g
Quando observado que a massa de ácido para reagir com 0,3099g de
bicarbonato de sódio seria igual a 0,180g.

D = m/V
m = 1,84 . 5
m = 9,2g

Após aplicar-se a equação que determina a massa em relação a densidade e


volume, foi possível constatar que o bicarbonato de sódio é o reagente limitante, pois
0,3099g dessa substância reage apenas com 0,180g da solução de ácido sulfúrico,
porém para até uma melhor reação, foi utilizado 9,2g de ácido sulfúrico, este sendo o
reagente em excesso.
Temos que 0,3099 g de NaHCO3, produz 0,1623g de CO2, desconsiderando
possíveis perdas que pode haver no sistema.

2 mol 𝐶𝑂2 --- 88g


y --- 0,1623
y = 3,68 x10-3 mol

O cálculo acima nos indica que a massa utilizada de NaHCO 3 em reação com
ácido sulfúrico, fornece o valor de 3,68x10-3 mol de CO2. A partir dessa informação,
podemos prever a quantidade de gás produzida para tal massa.

2 mol 𝐶𝑂2 --- 44,8L


3,68x10-3 mol 𝐶𝑂2 --- z
z = 0,082 L ou 82 mL

Logo, o volume estimado de gás produzido nessa reação é de 82 mL. Sendo


então verificado na prática o volume de 84 mL. Havendo assim um erro de 2 mL para
mais ou 2,44% a mais de CO2 como resultado da reação. Porém esse erro pode dar-
se por possível volume de gás existente na mangueira que acabou sendo transferida
para proveta, aumentando assim o volume do gás.
6. CONCLUSÃO

Foi possível realizar comparações entre os valores teóricos e os valores


práticos, fazendo-se uso de cálculos estequiométricos. Conclui-se ainda que o estado
de um gás está relacionado a três grandezas físicas, sendo elas: Pressão, Volume e
Temperatura.
Dar-se então que a prática foi satisfatória, havendo um valor previsto de
formação de CO2, o qual conseguimos que quase por êxito chegar ao volume
calculado, havendo apenas um erro de 2,44% a mais de gás.
QUESTIONÁRIO

1. Por que o gás produzido na reação da parte 1 é o gás carbônico? Qual


a massa desse gás produzida? Utilize a equação de Clapeyron para
estimar essa massa.
Por tratar-se de um dos produtos da reação entre o bicarbonato de sódio com ácido
sulfúrico representada a seguir devidamente balanceada:
𝐻2 𝑆𝑂4 + 2𝑁𝑎𝐻𝐶𝑂3 → 𝑁𝑎2 𝑆𝑂4 + 2𝐶𝑂2(𝑔) + 2𝐻2 𝑂
V = 0,84L
P = 1 atm
R = 0,082 atm.L/mol.K
T = 295,15 K
MCO2 = 44 g/mol

Logo:
𝑚
𝑃𝑉 = 𝑅𝑇
𝑀
𝑚
1 𝑥 0,84 = 𝑥 0,082 𝑥 295,15
44
36,96 = 24,20𝑚
36,96
𝑚=
24,20
𝑚 = 1,52 𝑔

2. Utilizando os conceitos de pressão parcial, fração molar, porcentagem


em volume e outros. Estime a pressão parcial e porcentagem de gás
formado na primeira reação.
𝑛𝑅𝑇
𝑃𝐶𝑂2 =
𝑉
0,0345 𝑥 0,082 𝑥 295,15
𝑃=
0,84
𝑃 = 1 𝑎𝑡𝑚
7. REFERÊNCIAS

CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química. 1 ed. Rio de Janeiro: LTC,


2008.