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No dia 15 de junho de 2019, houve aula presencial da disciplina Práticas

Multidiciplinares IV, com o professor Bráulio Ghidalevich e o professor Caupolican


Júnior sobre Arbitragem.
Abrindo os trabalhos o Professor Bráulio começa com algumas menções
da Lei de Arbitragem mostrando que não está disciplinado sobre a procedência de
produção de provas.
Menciona sobre outras diretrizes de legislação internacional, as regras do
IBA e de Praga, disciplinando sobre a produção de provas e que mostram que estão
próximas do Common Law e do Civil Law, mas no que se refere a parte documental, se
aproximam do Common Law.
As Regras da IBA tem, mesmo assim, sido alvo de críticas por membros
de direito civil da comunidade de arbitragem, que veem neles uma forma de domínio de
procedimentos de direito comum na obtenção de provas. Estas críticas levaram ao
surgimento das Regras inquisitoriais na obtenção de provas em Arbitragem Internacional,
também conhecido como as Regras de Praga.
O principal objetivo das normas da IBA serve para preencher a lacuna
entre as regras todas diferentes dos sistemas legais na obtenção de provas, e mais
especificamente a lacuna entre o sistema de direito civil e o direito comum.
As Regras de Praga são um conjunto de regras que são influenciados pela
tradição do direito civil e militar por uma abordagem inquisitorial, contrário a um um
adversário que é defendido pelo sistema de direito comum, em arbitragem internacional.
O Regulamento de Praga contribuem para a eficiência na arbitragem internacional, bem
como para reduzir o tempo e os custos da arbitragem.
Sobre os requisitos da arbitragem mencionou a “Instituição da Arbitragem,
Organização da arbitragem, Procedimento Arbitral e Discricionariedade do Árbitro. No
que se refere as regras, citou os procedentes de contraditório, ampla defesa, igualdade das
partes, imparcialidade do arbitro, livre convencimento e a vontade das partes.
Na parte do depoimento das partes, o árbitro e advogados devem fazer
perguntas diretas. Quando houver a situação da revelia, não será gerada confissão. No
depoimento das testemunhas há de se atentar ao fato de tolerância e das testemunhas
técnicas, que conhece em abstrato os aspectos do assunto do litígio, ainda podemos
mencionar a ausência de testemunhas.
Nas provas periciais é onde o caso poderá ser mais convincente para o
desenrolar da arbitragem. Podendo ser nomeado um perito para cada lado, mas apenas
será emitido um único laudo aos aspectos incomum.
Em outras provas, podemos citar a garantia da ordem constitucional, as
provas úteis para a tomada de decisão, entre outras e assim findou-se a palavra do
professor Bráulio.
Começando o discurso, o professor Caupolican, menciona fatos
filosóficos, com o período grego-romano e a idade média relacionados aos sistemas
poliéticos e aos códigos binários permitidos ou não.
Houve ainda mais uma convidada Sra. Evila, que discorreu sobre
Litispendência Arbitral, que se encontra inserida no processo civil e não se encontra no
processo penal. A lide será resolvida no âmbito privado dirimindo os conflitos
processuais.