Vous êtes sur la page 1sur 8

Ética e Política

A relação entre ética e política adquiriu formas e valores bem distintos ao longo da história da
humanidade, desde uma forte relação entre ética e política na Antiguidade, uma ruptura entre
ambas no Renascimento e início da modernidade, uma crise de valores característica da
contemporaneidade até uma proposta atual de reaproximação entre ambas. Como é manifesto,
na história da cultura ocidental encontram-se diferentes teorias acerca da relação entre ética e
política, algumas das quais afirmam a compatibilidade, ou também a convergência, ou
diretamente a substancial identidade dos dois termos; outras afirmam a divergência, a
incompatibilidade ou diretamente o antagonismo (BOVERO, 1992, p. 141). É sobre esta
intricada relação que iremos discorrer ao longo deste texto. Antes de prosseguir, talvez seja
interessante para o leitor uma compreensão mais exata do conceito de ética e, por isso,
remetemos, caso queira antes de continuar, para a leitura do texto: O que é ética. Caso
contrário, é só seguir com a leitura.

Ética e Política ao longo da História

Uma marca característica da ética na Antiguidade é sua indissociabilidade com a política.


Desde Platão e seu discípulo Aristóteles, que a ideia de constituição da polis é perpassada
pelo princípio de que a cidade deve ser dirigida por governantes sábios, justos e virtuosos. É
de Aristóteles, por exemplo, a afirmação de que o homem é um animal político – zoon
politikon. “Trata-se de um homem ‘essencialmente destinado à vida em comum na polis e
somente aí se realiza como ser racional. Ele é um zoon politikón por ser exatamente um zoon
logikón, sendo a vida ética e a vida política artes de viver segundo a razão’” (LIMA VAZ,
2004, p. 38-39 apud PANSARELLI, 2009, p. 13). E Hélcio Corrêa afirma que na polis grega
o cidadão só é reconhecido como tal a partir de sua inserção na comunidade política e a razão
prática que norteia a ação do cidadão grego está intimamente ligada ao ethos “[...] entendido
este como um conjunto de tradições, costumes e valores próprios da vida na polis” (2011, p.
77) e, no caso de Aristóteles, “[...] as noções de ética e política se completam reciprocamente
na teoria da justiça” (2011, p. 77). Com efeito, na polis grega, tanto o estudo da ética quanto
da constituição da polis (da política) lançam as bases para o comportamento justo do
indivíduo e do cidadão. Platão (1993), inclusive, compara a ideia de justiça, tanto no
indivíduo quanto na sociedade, como sendo a harmonia entre suas partes. Essa dupla
perspectiva aparece já no início da obra A República de Platão, a partir do Livro II quando
este afirma que o homem justo em nada diferirá da cidade justa e será semelhante a ela
(435b). Para Del Vecchio (1925, p. 14) aparecem aí fundidas a norma moral e jurídica, a
política e a ética, inclusive a psicologia, ou seja, a vida interior do indivíduo e as relações
sociais. Isso de laços entre o indivíduo e a polis, se já existe certa simetria em Platão,
radicaliza-se em Aristóteles, o qual tratou predominantemente da justiça no livro V da Ética a
Nicômaco. John Morrall afiança-nos: [...] como Platão na República, Aristóteles vê uma
analogia entre a vida da polis e a vida da família, e traça semelhanças entre os modos pelos
quais se podem governar famílias e estados[...] (1981, p.45 apud CORRÊA, 2011, p. 78).
Para o filósofo grego Aristóteles, se a ética é condição de autorrealização do indivíduo ou,
mais precisamente uma vida virtuosa com base na razão, se pode dizer o mesmo da política
que é a condição de autorrealização da polis e uma e outra não estão separadas, assim como
não estão separados o indivíduo e o cidadão. O projeto individualista do liberalismo moderno
seria profundamente estranho aos pensadores gregos (MACINTYRE, 2001) que tinham por
certo a premissa de que a liberdade situa-se sobretudo na esfera política (ARENDT, 1981) e
por isso Aristóteles irá afirmar que aquele que for incapaz ou não sente a necessidade de se
associar em comunidade ou é uma besta ou um deus (ARISTÓTELES, 1998, 1253a 25).
Somente na polis, na vida em comunidade, a felicidade (eudaimonia) pode ser alcançada, e o
bem, fim último da existência humana, pode se realizar (HIRSCHBERGER, 1969). Não
existe agir ético ou virtuoso fora da polis. E, assim, da mesma forma que, na Política escreveu
Aristóteles: A finalidade e o objetivo da cidade é a vida boa, e tais instituições propiciam esse
fim (Pol.,1280 b 40); também o filósofo não deixou de consignar que é preciso concluir que a
comunidade política existe graças às boas ações, e não à simples vida em comum (Pol.,
1281a1) (apud CORRÊA, 2011, p. 80).

Outro filósofo antigo no qual encontramos uma estreita relação entre a ética e a política é o
romano Marco Túlio Cícero, que viveu entre 106-43 a.C. e foi uma proeminente figura da
política e do direito romano. Cícero foi um ardoroso defensor da República Romana em torno
da qual entende que essa República deve ser aquela fundamentada nos valores tradicionais
romanos, na reta razão e em valores morais que devem ser seguidos com determinação,
autocontrole e dever. O cidadão cumpridor de seus deveres é aquele que aplica tais princípios
na República. Por isso o dever tem uma importância fundamental para o filósofo que dedicou
um livro ao tema: Dos Deveres. Nesta obra Cícero “formula os valores políticos e éticos da
sociedade romana, a partir de seu ponto de vista de homem de Estado” (CONEGLIAN, 2012,
p. 70). Os deveres para com a vida pública inclui valores como a honestidade, a sabedoria, a
justiça, a firmeza e a moderação. Por outro lado o cidadão virtuoso deve se afastar do luxo,
das riquezas, da ganância, da inveja. Merece destaque a virtude da justiça, sumamente
importante para a vida em comunidade pois é ela que determina o comportamento social. A
obrigação de ser justo tem implicações civis e sociais pois ser justo leva à justiça na
organização da república. Portanto, os gregos não possuíam essa visão que separa a ética da
política como sendo a primeira da esfera individual e a segunda exterior ao indivíduo e ambas
tratadas separadamente: “[...] na polis grega, o cidadão, em si, é reconhecido como tal apenas
a partir de sua inserção na comunidade política” (CORRÊA, 2011, p. 83).

Ao rejeitar os sistemas utópicos da filosofia grega e procurar a verdade efetiva dos fatos
(MAQUIAVEL, 1999, cap. XV), Maquiavel promove uma certa ruptura entre o campo
do dever ser (determinado pela ética) e a realidade dos fatos que é objeto de estudo da
política. A principal preocupação de Maquiavel é o Estado: não o Estado ideal imaginado na
República de Platão ou nas utopias dos filósofos renascentistas como Thomas Morus e
Tommaso Campanella, mas o Estado real, concreto, seguindo a trilha inaugurada pelos
historiadores antigos como Tácito, Políbio, Tucídides e Tito Lívio. Ao desvincular o Estado
ideal do Estado real Maquiavel defende a autonomia da política em relação à religião e à
moral cristã e promove uma ruptura entre aquilo que é e o que deveria ser (SADEK, 1995, p.
17-18). “Maquiavel reivindica a irredutibilidade e a autonomia da política, a política como um
campo específico do saber, a exigir um enfoque também específico, distinto da moral, da ética
e da religião” (DINIZ, 1999, p. 60). A análise política deve se ater à realidade concreta dos
fatos, pautar-se pelos aspectos objetivos e reais que existem na sociedade devendo se
desprender de considerações de caráter moral e religioso sobre como a sociedade deveria ser e
de critérios valorativos expressos em um plano ideal. O argumento de Maquiavel consiste
“[...] em admitir que a ótica do indivíduo e a ótica do Estado são distintas e que nem sempre o
que é bom para o indivíduo é igualmente adequado para o Estado. Trata-se de dois sistemas
de juízos não necessariamente coincidentes” (DINIZ, 1999, p. 61).

Cumpre notar, todavia, que Maquiavel não advoga a rejeição de princípios éticos. Apenas irá
defender a autonomia da política em relação a ética e que, se necessário, um Príncipe deve
aprender a saber usar de artifícios estratégicos que conflitam com a moral cristã, por exemplo,
se quiser se manter no poder. A ética maquiaveliana tem características distintas da tradição
cristã, de alguma forma determina a conduta do príncipe, mas não é condição necessária da
organização política já que, dependendo da situação, um Príncipe deve saber agir pelas leis ou
pela força, devendo empregar adequadamente o homem e o animal (MAQUIAVEL, 1999).
“Podemos lembrar ainda o conselho que dá aos príncipes, no cap. XVIII, ressaltando que
devem reunir ao mesmo tempo as qualidades do leão e da raposa, isto é, a força e a astúcia, se
quiserem ter sucesso na condução dos negócios do Estado” (DINIZ, 1999, p. 60).

Ética e Política Hoje

Embora nem sempre haja convergência entre as práticas políticas e os princípios morais, é
fato hoje que a sociedade em geral está cansada de tantas notícias envolvendo escândalos
de corrupção e posturas não condizentes com nossos representantes políticos (tanto na esfera
do poder executivo quanto do legislativo) e clama por uma sociedade mais justa, no mesmo
sentido em que desde a antiguidade Platão e Aristóteles já destacavam o importante papel que
a justiça deve desempenhar para a vida em sociedade. Em um de seus pronunciamentos como
candidato à presidência da República, Rui Barbosa afirmou: “Toda a política se há de inspirar
na moral. Toda a política há de emanar da Moral. Toda a política deve ter a Moral por norte,
bússola e rota” (apud NOGUEIRA, 1993, p. 350). Além disso, “a intensa crise política no país
impõe que faça algumas reflexões sobre o problema da ética na política” (CHERCHI, 2009, p.
15). Para alguns há uma incompatibilidade inelutável entre ética e política e ambas devem ser
consideradas em domínios opostos. Para outros “[...] há uma forte expectativa,
particularmente nos regimes democráticos, de que os governantes se conduzam de acordo
com critérios de probidade e justiça na administração dos negócios públicos” (DINIZ, 1999,
p. 57). De qualquer forma é preciso considerar que o âmbito da esfera política não pode ser
reduzido ao universo da ética e da moral, pois como afirma Frota (2012, p. 14): “Os valores
políticos transcendem os valores éticos e o universo da política não pode ser confundido com
o da ética”. Tanto a ética quanto a política são temas de uma longa tradição do pensamento
filosófico e continuam a permear nossa realidade contemporânea por uma razão muito
simples: não há como pensar a vida em sociedade sem valores morais e sem organização
política. A questão é: as duas questões estão relacionadas ou devem ser tratadas de forma
independente? Como vimos, ao longo da história, nem sempre os filósofos tiveram a mesma
opinião sobre o assunto e ainda hoje esse tema é motivo de conflitos de ideias. Afinal, ética e
política podem convergir entre si? “Podem ser ambos referidos a um mesmo termo de
comparação, ou pertencem a universos incomensuráveis porque muito distantes? Pode-se
responder de um e outro modo e articular a resposta de muitos modos diferentes” (BOVERO,
1992, p. 143). Para Cherchi (2009, p. 15), “a ética na política, diz respeito à conduta de
cidadãos investidos em funções públicas, que como agentes públicos são responsáveis por
manter uma conduta ética compatível com o exercício do cargo público para os quais foram
eleitos” .
Por fim vale ressaltar que a sociedade contemporânea parece, de fato, cansada de ouvir falar
de tantos escândalos na política e a apatia e até mesmo repulsa de muitos cidadãos pela
política são a consequência direta da forma como a política é conduzida pelos nossos
governantes. Mas nem todos os cidadãos ficam passivos diante dos problemas que envolvem
a classe política. As mais recentes manifestações da população brasileira como as do ano
corrente ou as de 2014 ou 2013 atestam isso. A sociedade está cada vez mais disposta a se
mobilizar pela “moralidade pública”. Escândalos de corrupção envolvendo as mais
importantes empreiteiras do país na famosa operação Lava-Jato, os esquemas de corrupção
conhecido como Mensalão, e até mesmo décadas atrás, no conhecido “movimento pela ética
na política” de 1992 que culminou com o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de
Melo demonstram o quanto a população está disposta a tomar as ruas se for preciso para
acabar com a corrupção que assola o nosso país. Sabemos que muito há ainda por ser feito e
que a corrupção, talvez, dificilmente tenha fim, já que são muitas as formas de manipulação,
utilização e desvios de verba pública para beneficiar interesses particulares e partidários.
Contudo, há nos corações e mentes de homens e mulheres sempre uma fagulha de esperança
de que é possível viver numa sociedade mais justa e menos desigual. E é este sentimento que
nos anima e nos move rumo a um futuro melhor.

Soluções monista

A concepção monista, tem como sua baliza a defesa da existência de uma única ordem
jurídica a qual engloba a ordem interna do estado e a ordem internacional; e essa concepção
se subdivide em duas vertentes monismo com primazia de direito interno e monismo com
primazia do direito internacional. De acordo com ilustre Rosaldo TREVISAN Para a
teoria monista, há um único ordenamento, que pode ser o internacional – monismo
internacionalista – ou o nacional – monismo nacionalista. A teoria monista com primado do
Direito nacional, também conhecida como “monismo tradicional”, teve sua formulação com
Georg Jellinek, que defendeu ser, o Direito Internacional, um direito interno que os Estados
aplicam em sua vida internacional. A tese foi seguida por Wenzel, Zorn, Decencière-
Ferrandière e Verdross, inicialmente, e sustentada por juristas soviéticos, como Korovin e
Vychinski. A teoria monista tradicional, assim, acaba por negar a existência do Direito
Internacional, reduzindo-o a uma parte do Direito nacional; e é pseudomonista, pois existem
centenas de ordenamentos jurídicos nacionais. O monismo com primado do Direito
Internacional foi desenvolvido principalmente pela Escola de Viena, por autores como
KELSEN, Verdross e Kunz, mas foi defendido também pela escola realista francesa, de
Duguit e Politis.

A primeira, teve origem na doutrina de HEGEL, que afirma ter o Estado soberania absoluta
e total; a segunda, cujo precursor foi KELSEN, a qual nega a existência de dois
ordenamentos jurídicos autônomos, sejam eles um interno e outro internacional, sendo que
somente através da ratificação das Convenções produz, concomitantemente, efeitos em
ambos os ordenamentos. Em sua obra-prima Teoria Pura do Direito, KELSEN resume, em
poucas palavras, sua opinião a respeito desse tipo de monismo.

A caracterização apenas como uma realidade de fato leva fatalmente às soluções monistas,
desde o totalismo de Hobbes ao realismo simplista de Duguit. Atentando-se apenas para o
aspecto axiológico, descamba-se para o idealismo platônico e hegeliano, com o endeusamento
do poder público. Finalmente, a se considerar o Estado somente pelo prisma da sua finalidade
parcial de criador e ordenador das normas jurídicas, incide-se no erro de desprezar a realidade
fático-axiológica, espraiando-se no campo raso do materialismo, no tecnicismo jurídico, no
normativismo kelseniano e nas demais soluções de caráter monista.

A teoria tridimensional do Estado e do Direito visa contornar as impropriedades dessas


soluções
parciais. Correlacionando FATO, VALOR e NORMA, esta teoria reúne os elementos
essenciais que
integram a realidade estatal, em correspondência com o tríplice aspecto da Teoria Geral do
Estado:
a) o aspecto SOCIOLÓGICO, quando estuda a organização estatal como fato social; b) o
aspecto
FILOSÓFICO (ou AXIOLÓGICO), quando estuda o Estado como fenômeno político-
cultural; c) o
aspecto JURÍDICO, quando encara o Estado como órgão central de positivação do Direito.

Sobre a matéria, que é vasta e de relevante interesse para o estudo da Teoria Geral do Estado,
voltaremos a discorrer oportunamente, com mais pormenores, nos pontos referentes à
Justificação do
Estado.
O estudo da Teoria Tridimensional do Estado e do Direito é de suma importância na formação
dacultura jurídica, pelo que indicamos as seguintes obras do Prof. Miguel Reale: Teoria do
Direito edo Estado, Fundamentos do Direito e Teoria Tridimensional do Direito.

Soluções hierarquista

Em uma ordem hierarquizada, pode haver delegação de competência pela ordem superior à
ordem inferior ou o estabelecimento, pela própria ordem superior, de normas materiais – em
ambos os casos, a ordem superior pode acarretar a nulidade de uma norma da ordem inferior,
seja por esta ferir os limites da delegação, seja por possuir conteúdo incompatível com norma
material da Qualquer conflito aparente pode ser resolvido por um desses métodos, o que
assegura a unidade do sistema32.

Como afirma Kelsen, a construção dualista leva, em última análise, à negação do caráter
jurídico do Direito Internacional, assim como à negação dos ordenamentos jurídicos dos
outros Estados, negações estas próprias de um ser humano primitivo: “Para o homem
primitivo, o mundo do direito e do Estado termina nos confins de sua própria pátria”.33

Para Kelsen, em verdade, a simples ideia de que o Direito Internacional obriga juridicamente
os Estados é suficiente para determinar a rejeição do dualismo34. Do contrário, ao se exigir,
em todos os casos, um procedimento de transformação do Direito Internacional em direito
doméstico, os Estados seriam mestres absolutos e a consequência prática seria a simples
negação do Direito Internacional em prol do dogma da soberania35.

Ademais, tanto a ideia de autolimitação do Estado enquanto fonte do Direito Internacional


como a exigência de reconhecimento, pelo Estado, do Direito Internacional, são teorias que se
situam na realidade no campo monista – um monismo com primazia do direito interno, sendo
o dualismo uma impossibilidade total36. A visão dessas teorias corresponde à subordinação
do Direito Internacional ao direito interno de um Estado, e não a materialização de um
dualismo filosófico que resta impossível no plano prático. Para Kelsen. Monismo
Internacionalista (Kelsen) Primado do Direito Internacional Público: me caso de conflito do
DIP e DI, prevalece o direito internado público. O fundamento do DI é o DIP. Pirâmide
hierárquica das normas (teoria pura do direito) - CF, LEIS, AA . Para cima eu tenho validade
e para baixo execução. O fundamento de validade do CF é jus cogens (sociedade internacional
- dá a valoração a CF). O direito interno deriva do direito internacional; no ápice da pirâmide
das normas encontra-se o direito internacional, pacta sunt servanda, de onde deriva o direito
interno, que lhe é subordinado.
Conclusao

De todo o visto, conclui-se que

Bibliografia

ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária: Salamandra,


1981.

ARISTÓTELES. Política. Trad. de António Campelo Amaral e Carlos de Carvalho Gomes.


edição bilíngue. Lisboa: Vega, 1998.

BOVERO, Michelangelo. Ética e Política entre maquiavelismo e kantismo. Lua Nova, n. 25,
p. 141-166, abr. 1992. Acessado em 15/03/2016.

DINIZ, Eli. Ética e Política. Revista de Economia Contemporânea, n. 5, p. 57-70, jan./jun.


1999. Acessado em 13/03/2016.

NOGUEIRA, Rubem. Considerações acerca de um Código e Ética e Decoro


Parlamentar. Revista de informação legislativa, v. 30, n. 118, p. 349-358, abr./jun. 1993.
Acessado em 23/06/2016.

PANSARELLI, Daniel. Para uma história da relação ética-política. Revista Múltiplas


Leituras, v.2, n.2, p. 9-24, jul. /dez. 2009. Acessado em 12/02/2016.

PLATÃO. A República. 7. ed. Trad. Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1993