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Projetando Engrenagens

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Projetando Engrenagens

MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Torno Mecânico MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Torno Mecânico

Torno Mecânico
Torno Mecânico
Torno Mecânico
Torno Mecânico
Torno Mecânico

MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Torno Mecânico MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Torno Mecânico MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Torno Mecânico

Torno Mecânico
Torno Mecânico
Torno Mecânico
Torno Mecânico
Torno Mecânico

MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Torno Mecânico MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Fresa MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Fresa

Fresa
Fresa
Fresa
Fresa
Fresa

MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Fresa MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Relação Módulo-Dentes MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Relação Módulo-Dentes

Relação Módulo-Dentes
Relação Módulo-Dentes
Relação Módulo-Dentes
Relação Módulo-Dentes
Relação Módulo-Dentes

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Relação Módulo-Dentes MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Escolha do Engrenamento As mais utilizadas são as engrenagens cilíndricas com dentes retos Não precisam

Escolha do Engrenamento

Escolha do Engrenamento As mais utilizadas são as engrenagens cilíndricas com dentes retos Não precisam ser
Escolha do Engrenamento As mais utilizadas são as engrenagens cilíndricas com dentes retos Não precisam ser
Escolha do Engrenamento As mais utilizadas são as engrenagens cilíndricas com dentes retos Não precisam ser
Escolha do Engrenamento As mais utilizadas são as engrenagens cilíndricas com dentes retos Não precisam ser

As mais utilizadas são as engrenagens cilíndricas com dentes retos

Não precisam ser suportadas forças axiais Os mancais dos lados da engrenagem são de construção simples Largura do dente e potência transmitida são limitadas pela força nos dentes, devido à deformação elástica do eixo

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são limitadas pela força nos dentes, devido à deformação elástica do eixo MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo
Escolha do Engrenamento Engrenagens de dentes inclinados Necessárias com o aumento da velocidade tangencial, e

Escolha do Engrenamento

Escolha do Engrenamento Engrenagens de dentes inclinados Necessárias com o aumento da velocidade tangencial, e
Escolha do Engrenamento Engrenagens de dentes inclinados Necessárias com o aumento da velocidade tangencial, e
Escolha do Engrenamento Engrenagens de dentes inclinados Necessárias com o aumento da velocidade tangencial, e
Escolha do Engrenamento Engrenagens de dentes inclinados Necessárias com o aumento da velocidade tangencial, e

Engrenagens de dentes inclinados

Necessárias com o aumento da velocidade tangencial, e consequente aumento do ruído Exige maior precisão no engrenamento e na absorção de forças axiais resultantes Nos engrenamentos inclinados duplos (em V) as forças axiais se compensam Largura total admissível dos dentes duplica-se em relação aos dentes inclinados simples Devido a isso é utilizado em transmissões grandes

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dentes inclinados simples Devido a isso é utilizado em transmissões grandes MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Engrenagem com dentes helicoidais Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice

Engrenagem com dentes helicoidais

Engrenagem com dentes helicoidais Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice (
Engrenagem com dentes helicoidais Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice (
Engrenagem com dentes helicoidais Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice (
Engrenagem com dentes helicoidais Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice (

Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice (β)

Engrenagem com dentes helicoidais Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice (
Engrenagem com dentes helicoidais Passo normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice (

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normal (Pn); Passo Circular (Pc); Ângulo de inclinação da hélice ( β ) MECÂNICA APLICADA Prof.
Engrenagem com dentes helicoidais Mn = Módulo normal (Ou M) Mf = Módulo Frontal Com
Engrenagem com dentes helicoidais Mn = Módulo normal (Ou M) Mf = Módulo Frontal Com
Engrenagem com dentes helicoidais
Mn = Módulo normal (Ou M)
Mf = Módulo Frontal
Com valor de β, procura-se nas tabelas
Pn
= Mn
π
Pc
= Mf
π
Mn
cos
(
β )
=
Mf

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nas tabelas Pn = Mn ⋅ π Pc = Mf ⋅ π Mn cos ( β
Engrenagem com dentes helicoidais De1 + De2 − 2d Mn = 4 Dp 1 =
Engrenagem com dentes helicoidais De1 + De2 − 2d Mn = 4 Dp 1 =
Engrenagem com dentes helicoidais
De1
+
De2
2d
Mn =
4
Dp
1 =
De
1
2
Mn
Dp 1
Mf 1 =
Z

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De1 + De2 − 2d Mn = 4 Dp 1 = De 1 − 2 Mn
Engrenagem com dentes helicoidais Altura do Pé de dente (b) • Ângulos de pressão mais

Engrenagem com dentes helicoidais

Engrenagem com dentes helicoidais Altura do Pé de dente (b) • Ângulos de pressão mais comuns
Engrenagem com dentes helicoidais Altura do Pé de dente (b) • Ângulos de pressão mais comuns
Engrenagem com dentes helicoidais Altura do Pé de dente (b) • Ângulos de pressão mais comuns
Engrenagem com dentes helicoidais Altura do Pé de dente (b) • Ângulos de pressão mais comuns

Altura do Pé de dente (b)

• Ângulos de pressão

mais comuns são α=14°30’, 15° ou 20°

• Para 14°30’ e 15°

b=1,17·Mn

• Para 20°

b=1,25·Mn

de pressão mais comuns são α =14°30’, 15° ou 20° • Para 14°30’ e 15° b=1,17·Mn

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ou 20° • Para 14°30’ e 15° b=1,17·Mn • Para 20° b=1,25·Mn MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo
Pergunta Já que temos as fórmulas para engrenagens helicoidais de dentes inclinados Como calculamos a

Pergunta

Pergunta Já que temos as fórmulas para engrenagens helicoidais de dentes inclinados Como calculamos a engrenagem
Pergunta Já que temos as fórmulas para engrenagens helicoidais de dentes inclinados Como calculamos a engrenagem
Pergunta Já que temos as fórmulas para engrenagens helicoidais de dentes inclinados Como calculamos a engrenagem
Pergunta Já que temos as fórmulas para engrenagens helicoidais de dentes inclinados Como calculamos a engrenagem

Já que temos as fórmulas para engrenagens helicoidais de dentes inclinados

Como calculamos a engrenagem helicoidal de dentes retos??

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de dentes inclinados Como calculamos a engrenagem helicoidal de dentes retos?? MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Engrenagem Cônica De M = Z + 2 cos δ ( ) Z tg (
Engrenagem Cônica De M = Z + 2 cos δ ( ) Z tg (
Engrenagem Cônica
De
M =
Z
+ 2 cos δ
(
)
Z
tg
(
δ
)
=
Za
Dp
=
M
Z
Za = Número de dentes da
engrenagem que será acoplada

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Za Dp = M ⋅ Z Za = Número de dentes da engrenagem que será acoplada
Engrenagem Cônica Ângulo de Cabeça e Pé de Dente ⋅ sen ( δ ) (
Engrenagem Cônica Ângulo de Cabeça e Pé de Dente ⋅ sen ( δ ) (
Engrenagem Cônica
Ângulo de Cabeça e Pé de Dente
⋅ sen
( δ
)
( γ
)
= 2
Z
2,33 ⋅ sen
( δ
)
tg
( ψ
)
=
Z
γ - ângulo da cabeça do dente
2,5 ⋅ sen
( δ
)
tg
( ψ
)
ψ- ângulo do pé do dente
=
Z δ - ângulo primitivo

Para 20°

do pé do dente = Z δ - ângulo primitivo Para 20° MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo

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do pé do dente = Z δ - ângulo primitivo Para 20° MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo

tg

Para 14°30’ e 15°

Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do carro superior do torno ( ω ), para o

Engrenagem Cônica

Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do carro superior do torno ( ω ), para o torneamento
Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do carro superior do torno ( ω ), para o torneamento
Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do carro superior do torno ( ω ), para o torneamento
Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do carro superior do torno ( ω ), para o torneamento

Ângulo de inclinação do carro superior do torno (ω), para o torneamento da superfície cônica

ω = δ + γ

Ângulo de inclinação do carro superior do torno ( ω ), para o torneamento da superfície

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do torno ( ω ), para o torneamento da superfície cônica ω = δ + γ
Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ) σ = δ -

Engrenagem Cônica

Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ) σ = δ - ψ
Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ) σ = δ - ψ
Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ) σ = δ - ψ
Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ) σ = δ - ψ

Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ)

σ = δ - ψ

Engrenagem Cônica Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ) σ = δ - ψ

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Ângulo de inclinação do cabeçote divisor da fresa (σ) σ = δ - ψ MECÂNICA APLICADA
Engrenagem Cônica Altura do dente (h) h = a + b a = M b

Engrenagem Cônica

Engrenagem Cônica Altura do dente (h) h = a + b a = M b =
Engrenagem Cônica Altura do dente (h) h = a + b a = M b =
Engrenagem Cônica Altura do dente (h) h = a + b a = M b =
Engrenagem Cônica Altura do dente (h) h = a + b a = M b =

Altura do dente (h) h = a + b a = M b = altura do pé do dente

Para α = 14°30’ e 15°

b=1,17·Mn

Para α = 20°

b=1,25·Mn

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Para α = 14°30’ e 15° b=1,17·Mn Para α = 20° b=1,25·Mn MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo
Para α = 14°30’ e 15° b=1,17·Mn Para α = 20° b=1,25·Mn MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo
Coroa – Sem Fim Nc = rpm da coroa Np = rpm do parafuso com

Coroa – Sem Fim

Coroa – Sem Fim Nc = rpm da coroa Np = rpm do parafuso com rosca
Coroa – Sem Fim Nc = rpm da coroa Np = rpm do parafuso com rosca
Coroa – Sem Fim Nc = rpm da coroa Np = rpm do parafuso com rosca
Coroa – Sem Fim Nc = rpm da coroa Np = rpm do parafuso com rosca

Nc = rpm da coroa

Np = rpm do parafuso com rosca

sem-fim Ne = número de entradas do

parafuso Zc = número de dentes da coroa

Nc =

Np Ne

Zc

parafuso com rosca sem-fim Ne = número de entradas do parafuso Zc = número de dentes

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do parafuso Zc = número de dentes da coroa Nc = ⋅ Np Ne Zc MECÂNICA
Coroa – Sem Fim Ph = Avanço P = passo de = diâmetro externo do

Coroa – Sem Fim

Coroa – Sem Fim Ph = Avanço P = passo de = diâmetro externo do parafuso
Coroa – Sem Fim Ph = Avanço P = passo de = diâmetro externo do parafuso
Coroa – Sem Fim Ph = Avanço P = passo de = diâmetro externo do parafuso
Coroa – Sem Fim Ph = Avanço P = passo de = diâmetro externo do parafuso

Ph = Avanço

P = passo

de = diâmetro externo do parafuso De = diâmetro externo da coroa E = distância entre os centros

Ph = Ne P

M =

de

+

De

2

E

4

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os centros Ph = Ne ⋅ P M = de + De − 2 ⋅ E
Coroa – Sem Fim Zc = número de dentes Dp = diâmetro primitivo De =

Coroa – Sem Fim

Coroa – Sem Fim Zc = número de dentes Dp = diâmetro primitivo De = diâmetro
Coroa – Sem Fim Zc = número de dentes Dp = diâmetro primitivo De = diâmetro
Coroa – Sem Fim Zc = número de dentes Dp = diâmetro primitivo De = diâmetro
Coroa – Sem Fim Zc = número de dentes Dp = diâmetro primitivo De = diâmetro

Zc = número de dentes Dp = diâmetro primitivo

De = diâmetro externo D2 = diâmetro maior

M = módulo

l = largura da roda

R = raio

δ = ângulo dos chanfros da coroa

h = altura total do dente

β = ângulo da hélice

γ = ângulo do flanco do filete

E = distância entre eixos da coroa e da rosca sem- fim de = diâmetro externo dp = diâmetro primitivo

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= diâmetro primitivo MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco a = altura da cabeça do dente b

a = altura da cabeça do dente b = altura do pé do dente

Coroa – Sem Fim MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Coroa – Sem Fim
MECÂNICA APLICADA
Prof. Gustavo Dalmarco
Coroa – Sem Fim Valores de l Para parafuso com rosca sem-fim de uma ou

Coroa – Sem Fim

Coroa – Sem Fim Valores de l Para parafuso com rosca sem-fim de uma ou duas
Coroa – Sem Fim Valores de l Para parafuso com rosca sem-fim de uma ou duas
Coroa – Sem Fim Valores de l Para parafuso com rosca sem-fim de uma ou duas
Coroa – Sem Fim Valores de l Para parafuso com rosca sem-fim de uma ou duas

Valores de l

Para parafuso com rosca sem-fim de uma ou duas entradas:

l = 2,38 · P + 6

Para parafuso com rosca sem-fim com mais de duas entradas:

l = 2,15 · P + 5

γ = 29º, 30º ou 40º, variando de acordo com o ângulo de pressão: 14º30', 15º e

20º.

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40º, variando de acordo com o ângulo de pressão: 14º30', 15º e 20º. MECÂNICA APLICADA Prof.
Coroa – Sem Fim Valores de h h = a + b, sendo a =

Coroa – Sem Fim

Coroa – Sem Fim Valores de h h = a + b, sendo a = M
Coroa – Sem Fim Valores de h h = a + b, sendo a = M
Coroa – Sem Fim Valores de h h = a + b, sendo a = M
Coroa – Sem Fim Valores de h h = a + b, sendo a = M

Valores de h

h = a + b, sendo a = M

b = 1,167 · M (para ângulo de pressão 14º30 ou 15º) b = 1,25 · M (para ângulo de pressão 20º)

O passo P da coroa e da rosca do parafuso é dado pela fórmula:

P = M · π

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O passo P da coroa e da rosca do parafuso é dado pela fórmula: P =
Engrenagem e Cremalheira MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco

Engrenagem e Cremalheira

Engrenagem e Cremalheira
Engrenagem e Cremalheira
Engrenagem e Cremalheira
Engrenagem e Cremalheira
Engrenagem e Cremalheira

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Engrenagem e Cremalheira MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Engrenagem e Cremalheira Para o cálculo da engrenagem e da cremalheira utilizam-se as fórmulas: P

Engrenagem e Cremalheira

Engrenagem e Cremalheira Para o cálculo da engrenagem e da cremalheira utilizam-se as fórmulas: P =
Engrenagem e Cremalheira Para o cálculo da engrenagem e da cremalheira utilizam-se as fórmulas: P =
Engrenagem e Cremalheira Para o cálculo da engrenagem e da cremalheira utilizam-se as fórmulas: P =
Engrenagem e Cremalheira Para o cálculo da engrenagem e da cremalheira utilizam-se as fórmulas: P =

Para o cálculo da engrenagem e da cremalheira utilizam-se as fórmulas:

P = M ·π

h = 2,166 · M

b = 1,166 · M

a = 1

· M

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fórmulas: P = M · π h = 2,166 · M b = 1,166 · M
Engrenagem e Cremalheira Cremalheira de dentes inclinados Por trabalhar com uma engrenagem helicoidal de dentes
Engrenagem e Cremalheira Cremalheira de dentes inclinados Por trabalhar com uma engrenagem helicoidal de dentes
Engrenagem e Cremalheira
Cremalheira de dentes inclinados
Por trabalhar com uma engrenagem
helicoidal de dentes inclinados, os cálculos
são os mesmos
Pn
= Mn
π
Pc
= Mf
π
Mn
cos
(
β )
=
Mf

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são os mesmos Pn = Mn ⋅ π Pc = Mf ⋅ π Mn cos (
Avarias nos dentes Avaria por Ruptura Ruptura violenta no pé de dente, devido à cargas

Avarias nos dentes

Avarias nos dentes Avaria por Ruptura Ruptura violenta no pé de dente, devido à cargas bruscas
Avarias nos dentes Avaria por Ruptura Ruptura violenta no pé de dente, devido à cargas bruscas
Avarias nos dentes Avaria por Ruptura Ruptura violenta no pé de dente, devido à cargas bruscas
Avarias nos dentes Avaria por Ruptura Ruptura violenta no pé de dente, devido à cargas bruscas

Avaria por Ruptura

Ruptura violenta no pé de dente, devido à cargas bruscas de transmissão Ruptura por fadiga de pé de dente, devido à sobrecargas repetidas superiores à resistência à fadiga, ou por concentrações de tensões no pé do dente Ruptura no canto do dente, devido à distribuição desigual de cargas sobre a largura do dente Estilhaçamento na cabeça do dente, devido a carregamento com choques

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dente Estilhaçamento na cabeça do dente, devido a carregamento com choques MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Formação de crateras, causado pelo desprendimento de material Zona

Avarias nos dentes

Avarias nos dentes Avaria nos flancos Formação de crateras, causado pelo desprendimento de material Zona estriada
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Formação de crateras, causado pelo desprendimento de material Zona estriada
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Formação de crateras, causado pelo desprendimento de material Zona estriada
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Formação de crateras, causado pelo desprendimento de material Zona estriada

Avaria nos flancos

Formação de crateras, causado pelo desprendimento de material Zona estriada na região da circunferência de rolamento, produzido por aços de baixa dureza Formação de fissuras nos flancos dos dentes Formação de sulcos e zonas de engripamento

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fissuras nos flancos dos dentes Formação de sulcos e zonas de engripamento MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Aquecimento dos flancos, causado por problemas de atrito ou

Avarias nos dentes

Avarias nos dentes Avaria nos flancos Aquecimento dos flancos, causado por problemas de atrito ou refrigeração
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Aquecimento dos flancos, causado por problemas de atrito ou refrigeração
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Aquecimento dos flancos, causado por problemas de atrito ou refrigeração
Avarias nos dentes Avaria nos flancos Aquecimento dos flancos, causado por problemas de atrito ou refrigeração

Avaria nos flancos

Aquecimento dos flancos, causado por problemas de atrito ou refrigeração Desgaste por deslizamento, causado pela associação indevida de materiais, rebarbas ou lubrificação escassa Formação de rebarbas, devido a erro de dureza do material Superfície ondulada, causada pela ultrapassagem do limite de escoamento

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Superfície ondulada, causada pela ultrapassagem do limite de escoamento MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco
Lubrificação e Refrigeração Tipos de Lubrificação: Imersão, Gotejamento ou Forçada Escolha do Óleo: Óleos

Lubrificação e Refrigeração

Lubrificação e Refrigeração Tipos de Lubrificação: Imersão, Gotejamento ou Forçada Escolha do Óleo: Óleos
Lubrificação e Refrigeração Tipos de Lubrificação: Imersão, Gotejamento ou Forçada Escolha do Óleo: Óleos
Lubrificação e Refrigeração Tipos de Lubrificação: Imersão, Gotejamento ou Forçada Escolha do Óleo: Óleos
Lubrificação e Refrigeração Tipos de Lubrificação: Imersão, Gotejamento ou Forçada Escolha do Óleo: Óleos

Tipos de Lubrificação: Imersão, Gotejamento ou Forçada Escolha do Óleo: Óleos minerais puros, Óleos com aditivos, Óleos EP (extreme pressure) Viscosidade do Óleo: quanto menor a velocidade tangencial e quanto maior a pressão nos flancos dos dentes, maior a viscosidade

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tangencial e quanto maior a pressão nos flancos dos dentes, maior a viscosidade MECÂNICA APLICADA Prof.
Lubrificação e Refrigeração Quantidade de Óleo: com maior volume de óleo, maior a dissipação de

Lubrificação e Refrigeração

Lubrificação e Refrigeração Quantidade de Óleo: com maior volume de óleo, maior a dissipação de calor,
Lubrificação e Refrigeração Quantidade de Óleo: com maior volume de óleo, maior a dissipação de calor,
Lubrificação e Refrigeração Quantidade de Óleo: com maior volume de óleo, maior a dissipação de calor,
Lubrificação e Refrigeração Quantidade de Óleo: com maior volume de óleo, maior a dissipação de calor,

Quantidade de Óleo: com maior volume de óleo, maior a dissipação de calor, maior vida útil Troca de Óleo: A primeira troca é feita após 200 a 300 horas, e após isso em intervalos de 2500 horas Filtros magnéticos: Usado na captação de partículas metálicas Refrigeração: respeitar valor-limite de temperatura do óleo

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metálicas Refrigeração: respeitar valor-limite de temperatura do óleo MECÂNICA APLICADA Prof. Gustavo Dalmarco