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EB70-IR-01.

002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

ANEXO A

INSTRUÇÕES DE TIRO COM O ARMAMENTO LEVE

Edição
2017

A-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - Anexo A INSTRUÇÕES DE TIRO COM O ARMAMENTO LEVE

ANEXO A

Neste Anexo estarão reunidas as Instruções de Tiro (IT) referentes ao Armamento Leve:

Apêndice A1 - Instruções de Tiro com Fuzil;


Apêndice A2 - Instruções de Tiro com Fuzil 5,56 MM IA2;
Apêndice A3 - Instruções de Tiro com Fuzil Intercalado (Experimental);
Apêndice A4 - Instruções de Tiro com Pistola;
Apêndice A5 - Instruções de Tiro com Metralhadora de Mão;
Apêndice A6 - Instruções de Tiro com Fuzil Metralhadora – FAP e Família MINIMI;
Apêndice A7 - Instruções de Tiro com Metralhadora Leve;
Apêndice A8 - Instruções de Tiro com Metralhadora Pesada;
Apêndice A9 - Instruções de Tiro com Espingarda Calibre 12- Munição Letal e Menos Letal;
Apêndice A10 - Instrução de Tiro com Lançador de Granadas 37/38 mm e 40 mm;
Apêndice A11 - Instrução de Tiro com Tonfa / Cassetete Lançador - Munição Menos Letal;
Apêndice A12 - Instrução de Tiro Armas de Incapacitação Neuromuscular Temporária;
Apêndice A13 - Instrução de Tiro Prático de Combate do Exército; e
Apêndice A14 - Instrução de Tiro com as Armas Utilizadas pelas OM do Centro de Opera-
ções Especiais (COpEsp) (Acesso Restrito)
.

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MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A1

INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

Edição
2017
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES
O tiro com fuzil – por se tratar de arma comum a todas as OM e de uso de todos os militares,
dotados ou não – inicia a programação do tiro dos recrutas e constitui-se em referência para os
demais programas de tiro do Armamento Leve.

O TIRO COM FUZIL DEVE MERECER PARTICULAR ATENÇÃO. NA


SUA INICIAÇÃO SÃO DESENVOLVIDOS OS CONDICIONANTES BÁSICOS PSI-
COMOTORES NECESSÁRIOS À FORMAÇÃO DO ATIRADOR COMBATENTE DE
FUZIL E DE OUTRAS ARMAS INDIVIDUAIS E COLETIVAS.

O acompanhamento da instrução de tiro, de um modo geral, e do fuzil em particular, deverá


ser contínuo e cerrado, envolvendo o Comandante, a Direção de Instrução da OM e os Instrutores na:
- fiscalização direta e frequente; e
- na verificação frequente da documentação de registro de tiro.
Igualmente importante é a preparação dos instrutores e monitores de tiro. Será muito conve-
niente a programação de um estágio de preparação para os novos oficiais subalternos, assim como
para os sargentos egressos dos cursos de formação. Esse estágio poderá ser realizado como um
Estágio de Área, pelos C Mil A, utilizando o PPE 01/0 – “Preparação do Instrutor de Tiro”, ou, ainda,
durante os seguintes estágios:
- Estágio de Aspirantes a Oficial egressos da Academia Militar das Agulhas (EA/AMAN), como
complemento do respectivo Estágio de Instrução (EI);
- 2º Tenentes Temporários convocados, como complemento ao seu Estágio de Preparação
de Oficial Temporário (EIPOT);
- Estágio de 3º Sargento egresso de Escola de Formação; e
- Estágio Básico de Sargento Temporário (EBST).

2. MÓDULOS DE TIRO
a. Instrução Preparatória para o Tiro (IPT)
- conduzida na Fase de Instrução Individual Básica (IIB);
- a IPT está orientada pelo manual C 23-1;
- deve ser precedida da Sessão de Fundamentos de Tiro e Orientação para a IPT;
- proceder as seguintes alterações:
- alterar a “fotografia” realizando a visada não mais na base do alvo, e sim no meio da
silhueta; e
- praticar a manutenção “antes do tiro” e “após o tiro”.
b. Teste da Instrução Preparatória (TIP)
- Ler, inicialmente, o manual C23-1.
- Realizada a primeira parte do TIP, o instruendo realizará a sua 2ª parte que é constituída
pelo Módulo de Tiro com o Fuzil a Ar Comprimido (FAC) ou Kit 22 (subcalibre). Os exercícios com
esse meio auxiliar de instrução só serão realizados com os recrutas considerados aptos em TODAS
as oficinas constantes da ficha de avaliação da IPT.
.

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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o ins-
truendo inicie o módulo seguinte: Tiro de Instrução Básico.
- O tiro será realizado conforme a tabela 4.
c. Tiro de Instrução Básico (TIB)
- É realizado na Fase de Instrução Individual Básica (IIB) como Instrução de desenvolvimento
de Padrões (ver item IV Pessoal que Atira).
- Os Exercícios de Tiro são realizados de acordo com as características dos exercícios de
tiro previstas nesta IT.
- O estande padrão, no momento, é o do tipo “D”, com 25 metros. Caso a OM possua es-
tande do tipo “B”, com 50 metros; ou do tipo “C”, com 30 metros, e possua a devida segurança para
a realização do tiro, estes poderão ser utilizados, devendo ser observados os critérios constantes
do Quadro 1 para avaliação dos resultados.
- A execução deste Módulo, de acordo com os padrões mínimos exigidos, caracteriza a
habilitação do soldado recruta para ser empregado em missões relacionadas com a Garantia da
Lei e da Ordem, no que se refere ao tiro de Fuzil.
- A execução das 1ª, 2ª,3ª e 4ª Sessões do TIB, de acordo com os padrões mínimos exigi-
dos, caracteriza a habilitação do soldado recruta para participar do serviço de guarda da unidade.
- O tiro será realizado conforme a tabela 3 e 6.
d. Tiro de Instrução Avançado (TIA)
- É realizado na Fase da Instrução Individual de Qualificação (IIQ) como Instrução de
Desenvolvimento de Padrões pelos soldados recrutas (ver Pessoal que Atira).
- É realizado a partir do início do ano de instrução como Instrução de Manutenção de
Padrões para o pessoal do Efetivo Profissional (EP) da OM (ver Pessoal que Atira).
- Os exercícios de tiro (Exc Tir) são realizados às distâncias de 10, 25 e 100 metros.
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o militar
dotado de fuzil inicie o módulo seguinte: Tiro de Combate Básico (TCB) e para que os sargentos
não dotados de fuzil realizem o Teste de Aptidão no Tiro (TAT).
- A execução do TIA habilitará o militar a ser empregado na defesa de instalações.
- O tiro será executado conforme a tabela 8.
e. Tiro de Combate Básico (TCB)
- É realizado na Fase da Instrução Individual de Qualificação (IIQ) como Instrução de
Desenvolvimento de Padrões pelos soldados recrutas (ver Pessoal que Atira).
- É realizado, em sequência ao TIA, a partir do início do ano de instrução como Instrução
de Manutenção de Padrões para o Efetivo Profissional (EP) da OM (ver Pessoal que Atira).
- Este Módulo inclui exercícios de tiro (Exc Tir) que são realizados às distâncias de 300 a
150 m e, também, Exc Tir de Ação Reflexa.
- As OM de Selva deverão adaptar as distâncias de tiro previstas neste Módulo ao ambiente
operacional da Região Amazônica.
- O tiro será executado conforme a tabela 10.
f. Tiro de Combate Avançado (TCA)
- É realizado na Fase de Adestramento Básico.
- É o tiro do Grupo de Combate, visa ao emprego combinado da manobra e dos fogos dos
fuzis e dos fuzis metralhadores.
- O tiro será executado conforme a tabela 12.
g. O C23-1 contém a orientação básica para a execução dos exercícios que compõem esses
módulos.
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3. MUNIÇÃO
Os Módulos de Tiro indicam a munição a ser empregada em cada Exc Tir. O Cart Pf, quando
disponível, poderá ser empregado em qualquer Exc Tir que indique o uso do Cart Comum, exceto
os exercícios de obtenção da Alça de Combate, do TIA, contribuindo assim, para a renovação da
Dotação Orgânica (DO).

4. REFERÊNCIAS
a. C23-1 – TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS (1ª parte) FUZIL
b. CI 7-5/1 – ABRIGOS E ESPALDÕES
c. CI 7-10/1 – O PELOTÃO DE FUZILEIROS

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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO


Aplicar as técnicas
- Realizar a Instrução O instruendo deverá demonstrar o
e procedimentos de
Preparatória para o Tiro desempenho exigido no Teste da Ins-
IPT execução da ponta-
descrita no C 23-1 (IPT). trução Preparatória (TIP) previsto no
ria e do tiro com o
- Realizar o TIP. C 23-1 e no Tiro com o FAC .
fuzil.

O instruendo deverá:
- aplicar as técnicas e procedimentos
para a execução da pontaria e do tiro;
Atirar com o fuzil re- As condições dos Exc - obter os índices de suficiência pre-
TIB alizando os tiros de Tir do Módulo do Tiro de vistos no Módulo do TIB, ficando em
instrução básicos. Instrução Básico (TIB). condições de empregar a arma com
segurança no Posto de Sentinela e
com o integrante de fração na Garan-
tia da Lei e da Ordem.

O instruendo deverá obter os índices


Atirar com o fuzil As condições dos Exc de suficiência em todos os Exc Tir
realizando os tiros Tir do Módulo do Tiro previstos no Módulo do TIA, ficando
TIA
de instrução avan- de Instrução Avançado em condições de empregar a arma
çados. (TIA). com segurança na defesa de insta-
lações.

O instruendo deverá obter índices


Atirar com o fuzil em As condições dos Exc de suficiência em todos os Exc Tir
TCB situações de com- Tir do Módulo do Tiro de previstos no Módulo do TCB, ficando
bate. Combate Básico. em condições de empregar a arma
em situações de combate.

Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução

II. OBJETIVOS DE ADESTRAMENTO (Obj Adst)

Obj
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO
Adst
O GC deverá:
Empregar o fuzil em As condições dos Exc - demonstrar eficácia de fogo por
coordenação com o Tir do Módulo do Tiro intermédio da obtenção de pelo
TCA
fuzil metralhador da de Combate Avançado menos 30% de impactos do total de
esquadra e do GC. (TCA). tiros disparados; e
- demonstrar disciplina de tiro.

OBSERVAÇÃO: o TCA deverá ser realizado como parte da Instrução Preliminar dos Exc Cmp
programados no PAB do Pel Cia Fuz, e do Pel Esqd C Mec.

Tab 2 - Objetivos de Adestramento

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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

IV. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIP TIB TIA TCB TCA
PESSOAL QUE ATIRA
Exceto os de Saúde,
Tenentes - - X - -
QAO, QCO e EST (OTT)
Cmt Pel Fuz, Pel C Mec,
OFICIAIS Tenentes - - X X -
Pel E Cmb e Pel Seg
(2)
Cmt Cia Fuz e Esqd Fuz
Capitães - - X X -
Bld
Demais Of - - - - - -
Subtenentes Todos - - - - -
1º Sargentos Todos - - X - -
SUBTENENTES
Adj: Pel Fuz, C Mec, Pel
E
E Cmb; Cmt: Gp Rec, - - X X -
SARGENTOS
2º e 3º GE, Gp E Cmb
(2)
Sargentos
Cmt GC - - X X -
Demais 2º e 3º Sgt - - X - -
Cb e Sd Não dotados de fuzil - X - - -
Cb e Sd Dotados de fuzil - - X - -
CABOS E Dotados de fuzil no: Gp
SOLDADOS Rec, GE, Gp E Cmb,
ENGAJADOS Cb e Sd - - X X -
Mensageiros e Constru-
(2) tores de Linha
Dotados de fuzil nos Gp
Cb e Sd - - X X X
de Cmb
Cb e Sd Não dotados de fuzil X X - - -
Cb e Sd Dotados de fuzil X X X - -

CABOS E Dotados de fuzil no: Gp


SOLDADOS Rec, GE, Gp E Cmb,
Cb e Sd X X X X -
RECRUTAS (1) Mensageiros e Constru-
tores de Linha
Dotados de fuzil nos Gp
Cb e Sd X X X X X
de Cmb
TIROS DE
Atiradores (1) Todos X X - - -
GUERRA
EST MIL Alunos Todos X X - - -

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.

(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.


Tab 3 - Pessoal que atira

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IR-TAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA

Comum - -
V. TESTE DE INSTRUÇÃO Traçante (Trç) - -
PREPARATÓRIA TIP Festim (Ft) - -
Simulador - -
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Cart.22 (.22) - -
Chumbinho (4,5) 50 50
TOTAIS 50 50

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Alça Posição Tempo
Sessão Estimado Luz Distância por Munição Regime Alvo
de Tiro (g) (e) (seg)
(d) homem
1ª 1h 1 (f) 5
2 DA 5
2ª 1h Em cada exercício de tiro
3 D 5 3 impactos no escanti-
A6
4 JA 5 lhão de 3 cm classificação:
não há
3ª 1h 5 J 5 Chumbinho
10 Sem
6 Diurno - C 5 Diabolô -
Metros Tempo
4,5 mm
7 PA 5 Em cada exercício de tiro
4ª 1h 2 impactos na silhueta
8 P 5 classificação: não há
A2
9 PM 5 Em cada exercício de tiro
5ª 1h 2 impactos na silhueta
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

10 PM 5 classificação: não há

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Tab 4 - Teste de Instrução preparatória


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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

1. OBSERVAÇÕES
(a) O tiro com o FAC e ou Kit 22 (Subcalibre), complementa a IPT e prepara para o TIB,
jamais o substitui. Os instruendos só realizarão o tiro com o FAL após obterem o padrão mínimo
nos exercícios de tiro (Exc Tir) correspondentes com o FAC.
(b) O FAC e/ou Subcalibre 22 é um excelente meio auxiliar de instrução a ser utilizado na
recuperação de atiradores que apresentem dificuldades na obtenção do padrão mínimo nos Exc Tir
com o FAL e, também na manutenção de padrões com o Efetivo Profissional (EP) da OM. Os instru-
tores devem fazer retornar ao TIP o militar que demonstrar dificuldade em qualquer exercício de tiro.
(c) As regras de segurança e de procedimento no estande deverão ser aplicadas nos Exc
Tir com o FAC. Entretanto, poderão ser utilizados outros locais do aquartelamento, além do próprio
estande de tiro, desde que ofereçam segurança ao pessoal e ao material existente nas imediações,
a critério da Direção de Instrução da OM.
(d) Tempo estimado para uma tropa de valor pelotão, com dez posições de tiro.
(e) Posições de tiro, convenções do C23-1:
D - Deitado;
DA - Deitado, apoiado;
J - De joelhos;
JA - De joelhos, apoiado;
C - De cócoras;
P - De pé;
PA - De pé, apoiado, e mais a posição;
PM - De pé, modificado: (Fig 1)
- o atirador postado na posição em pé, voltado de frente para o alvo, pernas sepa-
radas, mantendo boa base;
- empunha o fuzil cruzado à frente do corpo, “em guarda”, boca do cano voltada para
a frente;
- executa um passo curto à frente com a perna do lado da mão que empunha o
guarda-mão do fuzil;
- a perna de trás estendida, sem estar retesada;
- tronco ligeiramente lançado para a frente, no prolongamento da perna estendida;
- mão que empunha o guarda-mão com o dedo indicador esticado, no sentido do
cano do fuzil, braço estendido;

Fig 1 - Posição de Tiro (De pé, modificado)

A1-8
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

- mão que atira empunha o fuzil puxando-o, firmemente pelo punho, com o terço
inferior da chapa da soleira de encontro ao cavado do ombro salientado pelo cotovelo projetado
para cima;
- cabeça na vertical, bochecha apoiada sobre a coronha, musculatura do pescoço
descontraída.
- esta posição é utilizada também para o tiro noturno, não visado por meio do aparelho
de pontaria, onde o atirador, olhando para o alvo, com os dois olhos abertos, coloca a cabeça numa
posição mais alta, usando como referência o toque da parte inferior do queixo sobre o delgado da
coronha, conforme previsto no C23-1.
(f) Posição idêntica à preconizada para o Exercício “e” da IPT.
(g) Antes de iniciar a instrução, os aparelhos de pontaria dos FAC devem ser ajustados pelo
instrutor, realizando uma série de disparos, de maneira que os grupamentos de impactos estejam,
aproximadamente, no centro de uma folha de papel do tipo A4.

A1-9
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A1-10
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
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PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 30 30
Traçante (Trç) 9 9
VI. TESTE DE
INSTRUÇÃO TIB Festim (Ft) - -
BÁSICO
IRTAEx 2017-APÊNDICE A1

Simulador - -
Cart.22 (.22) 12 12
Chumbinho (4,5) 12 12
TOTAIS 63 63

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros Tem- PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício de Distância Posição Munição Re-
Estimado Luz Alça por ho- po Alvo
são Tiro (b) (c) (d) gime
(a) mem (seg)
101 DA 4
1ª 2h 30min - Em cada Exc Tir 3 impactos no
102 D 4 A6 escantilhão.
- Classificação: ver Quadro.1.
2ª 1h 30min 103 Diu JA 4 Comum
200 ou 150
104 PM 2 Sem - Em cada Exc Tir 1 impacto na
(Para-FAL)
3ª 1h 30min 25 m tem- - silhueta.
105 com 15 PM 2 po - Classificação: não há
“clicks”
106 Diu PM 3 Comum A2
- Em cada Exc Tir 1 impacto na
4ª 3h 107 PM 3 silhueta
Not Tr - Classificação: ver Quadro 2.
108 JA 3
Tab 5 - Teste de Instrução Básico
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL
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IR-TAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 30 30
VI. TESTE DE Traçante (Trç) 9 9
INSTRUÇÃO TIB Festim (Ft) - -
BÁSICO
CONTINUAÇÃO Continuação Simulador - -
IRTAEx 2017-APÊNDICE A1

Cart.22 (.22) 12 12
Chumbinho (4,5) 12 12
TOTAIS 63 63

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Posi- Tiros Tem- PADRÕES MÍNIMOS
Exercício de Distância Munição Regi-
Sessão Estimado Luz Alça ção por ho- po Alvo
Tiro (b) (d) me
(a) (c) mem (seg)
109 D 4
Sem
5ª 2h 110 25 ou 10 m - J 4 22 / 4,5 - Em cada Exc Tir 3 impactos
tempo
no escantilhão de 7,5 cm (.22)
111 Diu C 4
ou 3cm (4,5).
112 PD 4 60 A6 - Classificação: não há.
6ª 4h 25 m Comum
113 PJ 4 60
- - Em cada Exc Tir 3 impactos
200 ou 150
7ª 1h 114 3a5m PM 12 4,5 no escantilhão.
Diu (Para-FAL)
- Classificação: ver Quadro 1.
com 15 3 seg.
8ª 3h 115 “clicks” PM 3 comum por A6 - 3 impactos na silhueta.
20 e 30 tiro
- Em cada Exc Tir 1 impacto na
9ª 3h 116 Not metros PM 3 Tr A2 silhueta.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

- Classificação: não há.

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Tab 6 - Teste de Instruçaõ basica continuação


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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

1. OBSERVAÇÕES:
(a) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um estande tipo “D”.
(b) O estande considerado padrão é o do tipo “D” – com 25 metros. O tiro com FAC pode ser
realizado em outro local desde que ofereça segurança ao pessoal e ao material.
(c) Posições de tiro, convenção do C23-1.
D - Deitado;
DA - Deitado, apoiado;
J - De joelhos;
JA - De joelhos, apoiado;
C - De cócoras;
P - De pé;
PA - De pé, apoiado;
PM - De pé, modificado (Fig 2):
- o atirador postado na posição em pé, voltado de frente para o alvo, pernas separadas,
mantendo boa base;
- empunha o fuzil cruzado à frente do corpo, “em guarda”, boca de cano voltada para a frente;
- executa um passo curto à frente com a perna do lado da mão que empunha o guarda-
-mão do fuzil;
- a perna de trás estendida, sem estar retesada;
- tronco ligeiramente lançado para a frente, no prolongamento da perna estendida;
- mão que empunha o guarda-mão com o dedo indicador esticado, no sentido do cano do
fuzil, braço estendido;
- mão que atira empunha o fuzil, puxando-o firmemente pelo punho, com o terço inferior
da chapa da soleira de encontro ao cavado do ombro salientado pelo cotovelo projetado para cima;
- cabeça na vertical, bochecha apoiada sobre a coronha, musculatura do pescoço des-
contraída;
- Esta posição é utilizada também para o tiro noturno, não visado por meio do aparelho de
pontaria, onde o atirador, olhando para o alvo com os dois olhos abertos, coloca a cabeça numa
posição mais alta, usando como referência o toque da parte inferior do queixo sobre o delgado da
coronha, conforme previsto no C23-1.

Fig 2 - Posição de Tiro (De pé, modificado)

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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

(d) Deve ser realizado com munição: Comum, No caso da munição Traçante (Trç), quando
houver restrição à utilização admite-se a substituição de até 50% por outro tipo, para cada exercício.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exercícios 101 e 102
- Tiro de grupamento.
- Familiarizar-se com o desempenho da arma.
b. 2ª Sessão – Exercício 103
- Tiro de grupamento.
- Desenvolver a confiança na arma.
- Treinar uma nova posição de tiro.
c. 3ª Sessão – Exercícios 104 e 105
- Tiro ao alvo em uma silhueta tipo A2.
- Treinar uma nova posição de tiro.
- Desenvolver a confiança no manejo e no emprego da arma na defesa do posto de
sentinela de dia.
- O atirador, na posição “de pé”, arma na posição “em guarda”, recebe ordem para alimentar
e travar, aguarda um sinal do instrutor para realizar o carregamento, agindo na alavanca de manejo,
toma a posição PM (Ver 1. OBSERVAÇÕES, (c)), destrava a arma e executa dois disparos em um
alvo A2 (No caso do Mosquetão 7,62 mm M 9, repetir a ordem para carregar e realizar o 2º disparo,
em cada Exc Tir).
- Nestes exercícios, para maior segurança, deve ser aumentada a distância entre os
atiradores, intercalando-se a ocupação dos postos de tiro.
d. 4ª Sessão – Exercícios 106, 107 e 108
- Desenvolver a confiança no emprego da arma na defesa do posto de sentinela, em
completa obscuridade.
- A execução desta Sessão, em sequência às anteriores, caracteriza a habilitação
do soldado para participar do serviço de Guarda do Quartel.
Exercício 106
- Este exercício deve ser realizado com luminosidade, de preferência na parte da tarde,
de maneira a permitir a adaptação do atirador para o tiro noturno.
- Assimilar a técnica de visada e execução do tiro noturno.
Exercícios 107 e 108
- Área do alvo fracamente iluminada, natural ou artificialmente, de modo que seja possível
perceber o contorno do alvo A2.
- Posição de tiro em completa obscuridade.
- Ver outros detalhes do manual C23-1.
e. 5ª Sessão – Exercícios – 109, 110 e 111
- Tiro de grupamento.
- Desenvolver a habilidade para tomar posições de tiro sem apoio.
- Desenvolver a precisão na execução do tiro.

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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

f. 6ª Sessão – Exercícios 112 e 113


- Desenvolver destreza na tomada da posição, execução do tiro e na troca do carregador.
- Tiro de grupamento.
- Para cada exercício, dois carregadores com dois cartuchos cada um.
- Posição inicial, para cada exercício: “de pé”, arma na posição “em guarda”, alimentada,
carregada e travada, boca do cano voltada para a frente.
- A comando, o atirador toma a posição de tiro (D ou J, de acordo com o exercício), executa
dois tiros, troca o carregador, carrega a arma agindo no retém do ferrolho e executa mais dois tiros,
tudo em 60 segundos (ver detalhes no C23-1, no que couber) (No caso do Mosquetão 7,62 mm o
atirador executa dois tiros, abre a arma, alimenta com dois cartuchos, carrega e executa mais dois
tiros, tudo em 120 segundos).
g. 7ª e 8ª Sessões – Exercício 114 e 115
- Tiro de Ação Reflexa Diurno.
Exercício 114
- Em um setor de 90º, três alvos A6 a 4m e três alvos A6 a 3m, numerados de 1 a 6.
- O atirador, na posição “de pé”, arma na posição “em guarda”, carregada, aguarda a
indicação do instrutor sobre o alvo a ser engajado.
- Os alvos são indicados um a um pelo instrutor, em ordem aleatória.
Exercício 115
- Em um setor de 90º, dois alvos A2 a 30m e dois alvos A2 a 20m.
- O atirador, na posição “de pé”, arma na posição “em guarda”, alimentada, carregada e
travada, aguarda a exposição dos alvos e executa um disparo a cada exposição.
- Os alvos são apresentados um a um, inopinadamente e em ordem aleatória.
- Metade das exposições deverá ser dos alvos a 30 metros. Cada exposição será de 3
segundos.
- Admite-se a montagem dos alvos em uma pista ou trilha, desde que haja segurança para
a realização do tiro e possam ser avaliados os resultados obtidos pelos atiradores.
h. 9ª Sessão – Exercício 116
- Tiro de Ação Reflexa Noturno.
- Em um setor de 90º, dois alvos A2 a 30m e dois alvos A2 a 10 e 15 metros.
- O atirador, na posição “de pé, arma na posição “em guarda”, alimentada, carregada e
travada, aguarda a exposição dos alvos e executa um disparo à cada exposição.
- Os alvos serão iluminados fracamente um a um, inopinadamente e em ordem aleatória.
- Esta Sessão deverá ser realizada em sequência às 7ª e 8ª Sessões, de preferência na
mesma jornada de instrução.

A1-14
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS PARA REGISTRO E AVALIAÇÃO DO ATIRADOR.

QUADRO 1

- 3 impactos no escantilhão com 7,5; 6; 4 e 2 cm de diâmetro


Estande de 25 metros
correspondem às menções R; B; M B e E, respectivamente.

OBSERVAÇÃO:
- caso seja executado o tiro em estandes de 30 ou de 50 metros devem ser utilizados escantilhões
proporcionalmente maiores.
- 30 metros: 9;7,2;4,8 e 2,4 cm de diâmetro.
- 50 metros:15;12;8 e 4 cm de diâmetro

QUADRO 2
Nº de impactos na silhueta Classificação

5 ou 6 E

4 MB
3 B

2 E

OBS: a classificação considerará os disparos realizados nos exercícios 107 e 108, em conjunto, desde
que seja satisfeito o padrão mínimo de um acerto em cada exercício.

Tab 7 - Resultado TIB

A1-15
EB70-IR-01.002

A1-16
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 20 20
Traçante (Trç) 6 6
VII. TIRO DE INSTRUÇÃO Festim (Ft) - -
AVANÇADO TIA
IRTAEx 2017-APÊNDICE A1

Simulador - -
Cart.22 (.22) 19 19
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 45 45

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Sessão Tempo Exercício Distân- Posição Tiros por Munição Tempo Regi- PADRÕES MÍNIMOS
Luz Alça Alvo
(a) Estimado (b) de Tiro cia (c) (d) homem (e) (seg) me
201 PM 2 40 - Em cada Exc Tir: 2 impactos
1ª 2h 30min Diu .22/4,5 A3 na silhueta.
202 PM 2 40 - Classificação: ver Quadro 3.
200 ou
203 150 (Pára- D 3 40 - Em cada Exc Tir: 1 impacto
2ª 2h 30min Not FAL e Fz Tr A2 na silhueta.
204 25 J 3 40 - Classificação: ver Quadro 4.
5,56 IA-2)
metros
205 Com 15 DA 3
“clicks”
206 DA 3 - Obter a Alça de Combate
3ª 3h Comum
207 DA 3 - - Classificação: não há
Sem
208 DA 3 A6
Tempo
209 Diu 25 ou D 5 - Em cada Exer Tir 3 impactos
4ª 3h 210 10 - J 5 .22/4,5 no escantilhão de 7,5 ou 3 cm.
211 metros C 5 - Classificação: não há
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

212 PD 4 50 - Em cada Exc Tir: 2 impactos


100 De
5ª 3h Comum A3 na silhueta.
213 metros Combate PJ 4 50 - Classificação: ver Quadro 5

Tab 8 - Tiro de Instrução Avançado


EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

1. OBSERVAÇÕES
(a) Esta sessão deve ser precedida do tiro com o FAC, nas condições do TIP.
(b) Tempo estimado para uma tropa valor pelotão em um estande do tipo “D”.
(c) O tiro a 100 metros deve ser executado no primeiro acampamento da IIQ, caso a guarnição
de parada da OM não possua estande com essa distância.
(d) Posições de tiro, convenções de acordo com o C23-1 e com o TIP:
D - Deitado
DA - Deitado apoiado
J - De joelhos
JA - De joelhos apoiado
P - De pé
C - De cócoras
PD - De pé a deitado
PJ - De pé a de joelhos
PM - De pé, modificado
(e) Deve ser realizado com munição: .22 ou 4,5, nesta prioridade, quando não estiver imposto
um único tipo.
No caso da munição Traçante (Trç), quando houver restrição à utilização, admite-se a
substituição de até 50% por outro tipo, para cada exercício, intercalando-se os cartuchos Comum
ou R à munição Tr.
A 3ª Sessão, Exc Tir de 205 a 208 – Obtenção da Alça de Combate, será realizada obri-
gatoriamente com munição comum, assim como os Exc Tir da 5ª Sessão.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exc Tir 201 e 202
- Desenvolver a destreza na execução do tiro para defesa de um posto de sentinela.
- Ver detalhes de execução na descrição da 3ª Sessão do TIB.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 203 e 204
- Desenvolver a destreza na execução do tiro noturno.
- Linha de fogo em completa obscuridade.
- Ver detalhes no C23-1, para o pessoal não dotado de dispositivos de visão noturna.
- As OM que possuírem dispositivos de visão noturna (DVN) devem realizar esse Exc Tir
com o pessoal dotado com esse equipamento.
c. 3ª Sessão – Exc Tir 205, 206, 207 e 208
- Obter a alça de combate
- Ver procedimento no C23-1 (Obtenção da Alça de Combate)
d. 4ª Sessão – Exc Tir 209, 210 e 211
- Desenvolver a destreza e a precisão na execução do tiro nas três posições previstas.
- Tiro de grupamento.
- Distância de 25 ou 10 metros, conforme o armamento utilizado.

A1-17
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

e. 5ª Sessão
- Atirar a distância de emprego, ficando em condições de realizar a defesa de instalações.
Exc Tir 212 e 213
- Os atiradores iniciam o exercício de pé, arma na posição “em guarda”, cano voltado
para a frente, alimentada, carregada e travada, vigiando um setor de tiro designado pelo instrutor.
Mediante um sinal que não seja percebido pelos atiradores, Os alvos são expostos durante 50 se-
gundos. Em cada exposição o atirador toma a posição prevista para o exercício (D, J ou C) executa
dois disparos, troca o carregador agindo na alavanca de manejo e executa mais dois disparos, tudo
no tempo de 50 segundos.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS

QUADRO 3 QUADRO 4 QUADRO 5


Nº de impactos Nº de impactos Nº de impactos
Classificação Classificação Classificação
na silhueta na silhueta na silhueta
4 E 5 ou 6 E 8 E

3 MB 4 MB 6e7 MB

2 B 3 B 4e5 B

1 R 2 R 2e3 R

0 I 1 I 1 I

OBS: a classificação conside- OBS: a classificação conside- OBS: a classificação consi-


rará os disparos realizados nos rará os disparos realizados nos derará os disparos realizados
exercícios 201 e 202 em con- exercícios 203 e 204 em con- nos exercícios 212 e 213 em
junto, desde que seja satisfeito junto, desde que seja satisfeito conjunto, desde que seja sa-
o padrão mínimo de um acerto o padrão mínimo de um acerto tisfeito o padrão mínimo de
em cada exercício. em cada exercício. um acerto em cada exercício.

Tab 9 - Resultado TIA

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IR-TAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 14 20
Traçante (Trç) 6 6
VIII. TIRO DE
Festim (Ft) 2 2
COMBATE BÁSICO TCB
Simulador - -
Cart.22 (.22) 6 -
IRTAEx 2017-APÊNDICE A1

Chumbinho (4,5) 10 10
TOTAIS 38 38

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício Posição Tiros por Munição Tempo Regi-
Estimado Luz Distância Alça (b) Alvo
são de Tiro (c) homem (d) (seg) me
(a)
De 300 PD 4 40
Comum
301 a 250
Mvt PD 2 e Ft 20
metros
- 9 impactos nas silhuetas
Mvt PD 2 20
1ª 4h 2 A2 - Classificação: ver Qua-
De 200 Mvt PJ 2 20 dro 6
Comum
302 a 150
Diu Mvt PC 2 e Ft 20
metros
De Mvt P 2 20 -
Combate
2ª 3h 303 3 e 4m PM 10 4,5 5 A6 - 2 impactos nas silhuetas
(e) - 2 impactos nas silhuetas
3ª 3h 304 PM 6 .22/R/ 6 A3 - Classificação: ver Qua-
2 Seg
Comum dro 7
20 e 30m por tiro
- 2 impactos nas silhuetas
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

4ª 3h 305 Not PM 6 Tr 6 A2 - Classificação: ver Qua-


dro 7

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Tab 10 - Tiro de combate Basico


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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para três pelotões de fuzileiros, em uma linha de tiro que comporte
oito atiradores de cada vez.
(b) Prática do emprego da Alça de Combate. Nos exercícios 303, 304 e 305 será em-
pregada a técnica do tiro de ação reflexa.
(c) Posições de tiro.
(d) Nos Exc Tir 301 e 302, que têm imposição do uso de munição comum, não poderá
ser feita a substituição pela munição recarregada (R).
(e) As OM que realizam a Preparação Orgânica utilizarão a munição .22 / R / Comum
nesta prioridade, desde que disponham do Fz .22 IMBEL.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exc Tir 301
- Atirar em progressão e a distâncias de emprego do fuzil.
- As OM de Selva deverão adaptar a execução desta Sessão as distâncias de emprego
do respectivo ambiente operacional.
- Serão utilizados dois alvos A2 basculantes (ou guilhotina) espaçados de, no mínimo,
dois metros, em cada setor de tiro designado pelo instrutor para cada atirador.
- Serão utilizados dois carregadores: um com dois cartuchos 7,62 mm comuns e o outro
com quatro cartuchos 7,62 mm comuns e um de festim para simular uma nega. No segundo car-
regador, o cartucho de festim não deverá ser o primeiro e nem o último.
- Deve ser utilizado pelo menos um porta-carregador, posicionado no cinto no lado direito,
para os atiradores destros e no lado esquerdo, para os atiradores canhotos.
1) O exercício tem início à distância de 300 metros, com o atirador na posição de pé,
arma na posição “em guarda, boca do cano voltada para a frente”, alimentada, carregada e travada,
como o previsto nos exercícios Nr 212 e 213 do TIA. Mediante um sinal que não seja perceptível
para os atiradores os dois alvos são expostos durante 40 segundos. Cada atirador, ao perceber o
aparecimento dos alvos em seu setor, toma a posição para o tiro deitado e executa dois disparos
em um dos alvos, troca o carregador, recarrega a arma agindo na alavanca de manejo, e executa
dois disparos no outro alvo.
2) A comando, os atiradores iniciam o deslocamento. Após cerca de dez ou quinze
metros de deslocamento, inopinadamente, cada um dos alvos de cada setor será exposto durante
20 segundos; os atiradores, sem qualquer comando, tomam a posição para o tiro deitado, destravam
as armas, executam um disparo a cada aparição de alvo e permanecem deitados.
3) Quando surgir o incidente de tiro, caracterizado pelo disparo do cartucho de festim,
para cada atirador, este deverá sanar o incidente, mantendo a arma voltada para a direção de tiro e
prosseguir no cumprimento de sua missão, alvejando cada alvo com um disparo, dentro do tempo
de cada exposição de alvos.
4) Após o término do exercício, será dada a ordem para travar as armas, descarregá-las
e serão recolhidos os cartuchos que, porventura, não tenham sido disparados.
b. 1ª Sessão – Exc Tir 302
- Atirar em progressão e a distâncias de emprego do fuzil.
- O mesmo conjunto de alvos e obreias-móveis utilizado no Exc Tir 301 servirá para este
Exc Tir.
- Serão utilizados dois carregadores: um com quatro cartuchos 7,62 mm comuns e o
outro com quatro cartuchos 7,62 mm comuns e um de festim para simular uma nega. No segundo
carregador, o cartucho de festim não deverá ser o primeiro e nem o último.

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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

- Deve ser utilizado um porta-carregador, posicionado no cinto no lado direito, para os


atiradores destros e no lado esquerdo, para os atiradores canhotos.
1) O exercício tem início à distância de 200 metros, com o atirador na posição de pé,
arma na posição “em guarda, boca do cano voltada para a frente”, alimentada, carregada e travada,
como o previsto no exercício Nr 301.
2) A comando, os atiradores iniciam o deslocamento. Após cerca de dez ou quinze
metros de deslocamento, inopinadamente, cada um dos alvos de cada setor será exposto durante
20 segundos; os atiradores, sem qualquer comando, tomam a posição para o tiro deitado, destravam
as armas, executam dois disparos a cada aparição de alvo e permanecem deitados.
3) Após o comando de travar as armas e levantar, o instrutor determina o reinício do
movimento, armas “em guarda, boca do cano voltada para a frente”, após cerca de dez ou quinze
metros de deslocamento, inopinadamente, cada um dos alvos de cada setor será exposto durante 20
segundos; os atiradores, sem qualquer comando, tomam a posição para o tiro de joelhos, destravam
as armas, executam dois disparos a cada aparição de alvo e permanecem na posição de joelhos.
4) Após o comando de travar as armas e levantar, o instrutor determina o reinício do
movimento, armas “em guarda, boca do cano voltada para a frente”, após cerca de dez ou quinze
metros de deslocamento, inopinadamente, cada um dos alvos de cada setor será exposto durante 20
segundos; os atiradores, sem qualquer comando, tomam a posição para o tiro de cócoras, destravam
as armas, executam um disparo à cada aparição de alvo e permanecem na posição de cócoras.
5) Após o comando de travar as armas e levantar, o instrutor determina o reinício do
movimento, armas “em guarda, boca do cano voltada para a frente”, após cerca de dez ou quinze
metros de deslocamento, inopinadamente, cada um dos alvos de cada setor será exposto durante
20 segundos; os atiradores, sem qualquer comando, tomam a posição para o tiro de pé, destravam
as armas, executam dois disparos a cada aparição de alvo e permanecem na posição.
6) O deslocamento total não deverá exceder a 50 metros e os alvos deverão ser expostos
alternadamente, em cada setor, sem ordem preestabelecida.
7) Quando surgir o incidente de tiro, caracterizado pelo disparo do cartucho de festim,
para cada atirador, este deverá sanar o incidente, mantendo a arma voltada para a direção de tiro e
prosseguir no cumprimento de sua missão, alvejando cada alvo com um disparo, dentro do tempo
de cada exposição de alvos.
8) Após o término do exercício, será dada a ordem para travar as armas, descarregá-las
e serão recolhidos os cartuchos que, porventura, não tenham sido disparados.
- 2ª e 3ª Sessões – Exc Tir 303 e 304
- Tiro de Ação Reflexa Diurno.
- Exercício 303
- Em um setor de 90º, dois alvos A6 a 4m e três alvos A6 a 3m, numerados de 1 a 6.
- O atirador, na posição “de pé”, arma na posição “em guarda”, carregada, aguarda a
indicação do instrutor sobre o alvo a ser engajado.
- Os alvos são indicados um a um pelo instrutor, em ordem aleatória.
- Exercício 304
- Em um setor de 90º, três alvos A2 a 30m e três alvos A2 a 20m.
- O atirador, na posição “de pé”, arma na posição “em guarda”, alimentada, carregada e
travada, aguarda a exposição dos alvos e executa um disparo a cada exposição.
- Os alvos são apresentados um a um, inopinadamente e em ordem aleatória.

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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

- Metade das exposições deverá ser dos alvos a 30 metros. Cada exposição será de 2
segundos.
- Admite-se a montagem dos alvos em uma pista ou trilha, desde que haja segurança
para a realização do tiro e possam ser avaliados os resultados obtidos pelos atiradores.
d. 4ª Sessão – Exercício 305
- Tiro de Ação reflexa Noturno.
- Em um setor de 90º, três alvos A2 a 30m e três alvos A2 a 20m.
- O atirador, na posição “de pé, arma na posição “em guarda”, alimentada, carregada e
travada, aguarda a exposição dos alvos e executa um disparo à cada exposição.
- Os alvos serão iluminados fracamente um a um, inopinadamente e em ordem aleatória.
Cada exposição será de 2 segundos.
- Esta Sessão deverá ser realizada em sequência às 2ª e 3ª Sessões, de preferência na
mesma jornada de instrução.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador:

QUADRO 6 - TIRO DE COMBATE BÁSICO


EXC TIR 301 + 302 CLASSIFICAÇÃO
13 e 14 E
10 a 12 MB
Nº DE IMPACTOS NAS SILHUETAS
7a9 B
4a6 R

QUADRO 7 - TIRO DE AÇÃO REFLEXA DIURNO E NOTURNO


Nº DE IMPACTOS NAS SILHUETAS CLASSIFICAÇÃO
6 E
5 MB
3e4 B
2 R

Tab 11 - Resultado TCB

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IR-TAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA (g) PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 20 38
Traçante (Trç) - 2
IX. TIRO DE COMBATE
Festim (Ft) 5 10
IRTAEx 2017-APÊNDICE A1

AVANÇADO TCA
Simulador - -
Cart.22 (.22) - -
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 25 50

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros por PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício Munição Tempo
Estimado Luz Distância Alça Posição (d) homem Regime Alvo
são de Tiro (f) (seg)
(c) (e)
Mínimo de impactos cor-
6 A2
300 a De Fte respondente a 30% dos
1ª (a) 2h 401 Ver Obs. 25 - - e
150 m Combate Comum tiros disparados.
4 A3
Ver Quadro 8
6 A2

Diurno
30 min 403 200 m 15 e Mínimo de impactos cor-
Ft,
De 4 A3 respondente a 30% dos
2ª (b) Ver Obs. Comum - -
Combate tiros disparados.
50 m a e Tr 20
30 min 403 10 Ver Quadro 8
25 m A2
Tab 12 - Tiro de COMBATE Avançado
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

A1-23
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

1. OBSERVAÇÕES
(a) Esta sessão será executada nos anos ímpares pelas OM que realizam a Preparação
Orgânica e anualmente pelas que realizam a Preparação Completa.
(b) Esta sessão será executada nos anos pares pelas OM que realizam a Preparação Or-
gânica e anualmente pelas que realizam a Preparação Completa.
(c) Tempo estimado para cada grupo de combate (GC), incluído o ensaio a ser realizado por
cada GC, empregando a munição de festim.
(d) A 1ª Sessão é realizada em fases, com o aproveitamento do terreno para progredir,
observar e atirar, conforme consta da descrição dos exercícios. A 2ª Sessão destina-se ao treina-
mento do combate defensivo, diurno e noturno, serão utilizados abrigos para dois homens. Ver a
descrição dos Exc Tir.
(e) 30 tiros por atirador de Fuzil Metralhador para a 1ª Sessão – Exc Tir 401 e 30 tiros por
atirador para a 2ª Sessão, 10 tiros para o Exc Tir 402 e 20 tiros para o Exc Tir 403. (Ver a IT do
Fuzil Metralhador).
(f) A munição de festim (Ft) destina-se ao ensaio a ser realizado pelo GC antes de iniciar
o Exc Tir. Os cartuchos traçantes serão utilizados na proporção de um Cart 7,62 Tr M1 para cada
cinco Cart 7,62 M1. No caso de haver restrição à utilização da munição traçante, substituí-la por
cartuchos comuns. A execução deste módulo não admite a utilização de munição recarregada (R).
(g) De acordo com o ano ímpar ou par, para as OM que realizam a Preparação Orgânica.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exc Tir 401
O Grupo de Combate na ação ofensiva; emprego do fogo e movimento.
1) Condições gerais de execução.
- O exercício consiste no “ataque” do GC à duas “linhas sucessivas de defesa materia-
lizadas por três alvos A2 e dois alvos A3 basculantes, instalados em cada linha.
- O exercício se desenvolverá em quatro fases.
- Envolverá não somente o engajamento dos alvos pelo fogo mas, principalmente, a
disciplina, distribuição e controle do fogo.
- Inclui a ação de comando dos comandantes do GC e das esquadras.
- Inclui o correto aproveitamento do terreno para progredir, abrigar-se e atirar.
- Inclui o tiro de todas as armas do GC, inclusive do Fuzil Metralhador cujo TCA é aqui
executado (Ver IT do Fuzil Metralhador).
- Antes de ser executado o exercício com munição real, os procedimentos de combate
deverão ser ensaiados pelo GC, praticando a progressão, a utilização do terreno, a combinação
fogo-movimento, a disciplina e a distribuição do fogo, bem como identificando os sinais e convenções
de segurança estabelecidos.
- Todos os componentes do GC usarão capacete com cobertura branca e cada esquadra
será acompanhada de um Monitor (capacete amarelo) como controlador de segurança. O Oficial de
Tiro usará o capacete vermelho.
- Os alvos serão dispostos em duas linhas, sem caracterizar uma distribuição uniforme.
Serão acionados de modo que cada silhueta, sem qualquer sequência estabelecida, seja repetida-
mente exposta durante 10 Seg.

A1-24
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

2) 1ª Fase (Fig 3)
- A esquadra BRAVO atira, fixando o inimigo pelo fogo.
EXECUÇÃO - A esquadra ALFA, simultaneamente e conduzida pelo Comandante do GC,
progride de P1 para P2.

50 m

200 m

50 m

P2
ALFA
300 m
Mdt O

P1

ALFA BRAVO

Fig 3 - 1ª Fase

- Marcar com faixas no solo e bandeirolas vermelhas os limites lateral e


avançado de progressão da Esquadra ALFA.
- Marcar com bandeirolas amarelas os limites esquerdo e direito da linha de
MEDIDAS DE
alvos (1ª linha “inimiga”).
SEGURANÇA
- Progressão sempre com as armas TRAVADAS e sempre voltadas na dire-
ção dos alvos.
- Não atirar em movimento.
- Os alvos da 1ª linha (3 A2 e 2 A3) serão acionados de modo que cada
silhueta, sem qualquer sequência estabelecida, seja repetidamente apre-
OBSERVAÇÃO
sentada com exposições de 10 seg.
- Os alvos da 2ª linha serão mantidos encobertos, ou abaixados.

A1-25
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

3) 2ª Fase (Fig 4)
- A esquadra ALFA atira, fixando o inimigo pelo fogo.
- A esquadra ALFA reduz o inimigo pelo fogo (caracterizado pela ocultação
de todos os alvos). O Comandante do GC comanda “Cessar Fogo!”. A seguir,
EXECUÇÃO
comanda o movimento de cerrar sobre a posição inimiga e executa o assalto
(TUDO SEM ATIRAR). Executa a “limpeza da posição inimiga” e a reorgani-
zação.

50 m

200 m
50 m

ALFA 300 m
Mdt O

BRAVO

Fig 4 - 2ª Fase

- Progressão sempre com as armas travadas e sempre voltadas para os al-


MEDIDAS DE
vos.
SEGURANÇA
- Não atirar em movimento e durante o assalto e a reorganização.
- Os alvos da 1ª linha (3 A2 e 2 A3) serão acionados de modo que cada
silhueta, sem qualquer sequência estabelecida, seja repetidamente apresen-
OBSERVAÇÃO
tada com exposições de 10 seg cada um.
- Os alvos da 2ª linha serão mantidos encobertos, ou abaixados.

A1-26
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

4) 3ª Fase (Fig 5)
- A esquadra ALFA atira, fixando o inimigo pelo fogo.
EXECUÇÃO - A esquadra BRAVO, simultaneamente, conduzida pelo Comandante do
GC, progride de P3 para P4.

50 m

200 m
P4
BRAVO

ALFA
BRAVO

P3

300 m

Fig 5 - 3ª Fase

- Marcar com faixa no solo e bandeirolas vermelhas os limites lateral e


avançado de progressão da esquerda BRAVO.
- Marcar com bandeirolas amarelas os limites esquerdo e direito da linha de
MEDIDAS DE
alvos (sengunda linha “inimiga”).
SEGURANÇA
- Progressão sempre com armas travadas e sempre voltadas na direção
dos alvos.
- Não atirar em movimento.
- Os alvos da segunda linha (3 A2 e 2 A3) serão acionados de modo que
a cada silhueta, sem qualquer sequência estabelecida, seja repetidamente
OBSERVAÇÃO
apresentada com exposições de 10 seg.
- Os alvos da 1ª linha serão mantidos encobertos.

A1-27
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

5) 4ª Fase (Fig 6)

- A esquadra BRAVO atira, fixando o inimigo pelo fogo.


- A esquadra BRAVO reduz o inimigo pelo fogo (caracterizado pela ocultação
de todos os alvos).
EXECUÇÃO
- O Comandante do GC comanda “Cessar Fogo!”. A seguir, comanda o
movimento de cerrar sobre a posição inimiga e executa o assalto (TUDO SEM
ATIRAR). Executa a “limpeza da posição inimiga” e a reorganização.

50 m

200 m
Mdt O

Mdt O BRAVO

ALFA

300 m

Fig 6 - 4ª Fase

- Progressão sempre com as armas travadas e sempre voltadas na


MEDIDAS DE
direção dos alvos.
SEGURANÇA
- Não atirar em movimento e no assalto.
- Os alvos da 2ª linha (3 A2 e 2 A3) serão acionados de modo a que
silhueta, sem qualquer sequência estabelecida, seja repetidamente
OBSERVAÇÃO
apresentada com exposições de 10 seg.
- Os alvos da 1ª linha serão mantidos encobertos.

A1-28
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

b. 2ª Sessão – Exc Tir 402 e 403


O Grupo de Combate no combate efetivo.
- Inclui a ação de comando dos comandantes do GC e das esquadras.
- O GC defenderá uma posição sumariamente organizada; serão construídos cinco abrigos
para dois homens (H2), descritos no Caderno de Instrução CI 7-5/1, Abrigos e Espaldões, separados
por um intervalo reduzido (aproximadamente 10 m). Os abrigos dos extremos serão ocupados por
apenas um combatente (ver croquis).
- A mesma posição poderá ser utilizada para o tiro diurno e o noturno (Exc Tir 402 e 403).
- Ambos os Exc Tir incluem o tiro do Fuzil Metralhador cujo TCA é aqui realizado (ver IT
Fuzil Metralhador).
1) Exc Tir 402.
- Numa frente de cerca de 100 metros, à distância de 200 m, será colocada uma linha de
6 alvos A2 e 4 alvos A3 basculantes, sem caracterizar qualquer distribuição uniforme e dentro dos
setores de tiro que correspondem a cada esquadra do GC que realizará o exercício, considerando-
-se a redução de intervalo entre os abrigos.
- Ao ser realizada a ocupação da posição, cada atirador receberá:
- o setor de tiro (aproximadamente 30º), perfeitamente identificado no terreno;
- linha de abertura dos fogos defensivos aproximados: linha nítida, aquém de cober-
turas e abrigos (linha de crista, fosso, orla, etc.) e cerca de 200 a 300 metros das posições.
- Cada atirador verificará a limpeza dos campos de tiro.
- Após a ocupação da posição, será procedido um ensaio de defesa diurna na posição.
Um GC, como figuração inimiga, progredirá, desde antes da linha de abertura dos fogos defensivos
aproximados. Os atiradores, com munição de festim, praticarão os procedimentos de execução da
defesa: atirar no setor e no alvo mais próximo.
- Os alvos serão acionados de modo a que cada silhueta, sem qualquer sequência
estabelecida, seja exposta por 10 segundos e fique oculta por 20 segundos, durante o tempo total
de 10 minutos.
- Antes do início do tiro real será feito um ensaio da exposição dos alvos, durante o
tempo de dois minutos, não haverá execução de tiro durante esse tempo.
2) Exc Tir 403
- Numa frente de 100 metros, serão colocadas duas linhas de alvos:
- 1ª linha a 50 metros, com 10 alvos A2 basculantes; um por setor de tiro, no mínimo.
- 2ª linha a 25 metros, com 10 alvos A2 basculantes: um por setor de tiro, no mínimo.
- O Exercício será realizado em duas fases:
- na primeira, os alvos da 1ª linha (50 m) serão acionados de modo a que cada silhue-
ta, sem qualquer sequência estabelecida, seja apresentada 10 vezes (exposições de 10 Seg) (Fig 7).
- na segunda, os alvos da 2ª linha (25 m), simulando a “progressão do inimigo”, serão
todos acionados ao mesmo tempo durante 10 Seg, (Fig 7).
- Os alvos serão iluminados por artifícios iluminativos ou, improvisando-se a iluminação
“do campo de batalha” com a iluminação indireta de faróis de viaturas.
- O exercício será precedido da ocupação da posição ainda à luz do dia.

A1-29
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

- Cada atirador receberá:


- o setor de tiro (aproximadamente 30º) flanqueante e perfeitamente identificado
no terreno;
- linha de abertura dos fogos defensivos aproximados: linha nítida, aquém de cober-
turas e abrigos (linha de crista, fosso, orla, etc.) e cerca de 200 a 300 metros das posições.
- Cada atirador verificará a limpeza dos campos de tiro e a amarração do tiro. Deverão
ser adotadas medidas especiais de segurança na amarração do limite anterior do setor de tiro.
3) Execução dos Exc Tir 402 e 403

O inimigo inicia o ataque e ultrapassa a linha dos fogos defensivos aproxi-


mados (simulação com tiros de festim realizados na linha dos abrigos dos
TIRO DIURNO
operadores dos alvos)
Exc Tir 402
- Cada homem atira no respectivo setor à medida que os alvos que forem
apresentados.
- 1ª Fase: - O inimigo inicia o assalto à distância de 50 metros (simulação
com tiros de festim realizados na linha dos abrigos dos alvos a 50 m)
TIRO NOTURNO - Cada homem atira no respectivo setor.
Exc Tir 403
- 2ª Fase: - O inimigo prossegue o assalto à distância de 25 metros.
- Cada homem atira no respectivo setor.

300 m

200 m

50 m

25 m

Fig 7 - Exercício 403 - 1ª e 2ª fase

A1-30
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

- O Comandante do GC não atirará, tendo em vista a sua posição no dis-


MEDIDAS DE
positivo.
SEGURANÇA
- O CMT DO GC NÃO RECEBERÁ MUNIÇÃO.
- Os alvos, no Exc Tir 402 - TIRO DIURNO e no Exc Tir 403 - TIRO NOTUR-
NO, serão acionados de modo a que cada silhueta, sem qualquer sequência
estabelecida, seja repetidamente apresentada com exposições de 10 Seg.
- Na execução de cada Exc Tir e em cada fase, os alvos correspondentes à
OBSERVAÇÕES outra fase ou Exc Tir serão mantidos encobertos.
- A passagem de um a fase para outra deve simular a progressão do inimigo.
Os alvos da 1ª linha vão deixando de ser expostos à medida que terminam
suas dez exposições e os da 2ª linha passam a ser expostos mediante or-
dem do Oficial de Tiro, sem, no entanto, sofrer solução de continuidade.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


a. Em cada Exc Tir:
Esta classificação visa a avaliação, permite o registro do desempenho coletivo do Grupo de
Combate em cada Exc Tir e fornece os parâmetros para a avaliação do GC no TCA, como um todo.
O Padrão Particular Mínimo dos Exc Tir do TCA corresponde a um acerto de, pelo menos,
30% dos tiros efetivamente disparados (munição consumida) pelos combatentes do GC.
Para uma melhor avaliação do desempenho coletivo, além da apreciação dos impactos
obtidos, devem-se considerar também os tiros “ economizados” que, de alguma forma, refletem a
disciplina de fogo. Por outro lado, um baixo consumo de munição refletirá o pequeno volume de
fogo aplicado pelo GC.
Assim, também como critério de avaliação, serão levados em conta os impactos obtidos
“abonados” com 20% da munição economizada, até 55 tiros no Exc Tir 401; até 20 tiros no Exc Tir
402 e até 40 tiros no Exc Tir 403.

QUADRO 8
EXC TIR 401 402 403 CLASSIFICAÇÃO
90 - 100% E
70 - 89% MB
PERCENTAGEM DE IMPACTOS
50 - 69% B
(*)
30 - 49% R
00 - 9% I

Tab 4 - Resultado TCA

(*) No caso de percentagem fracionária, aproxima-se para mais a partir de 0,51%


Número máximo de tiros a serem disparados por GC, em cada Exc Tir:
- Exc Tir 401: (20 x 7) + (30 x 2) = 200
- Exc Tir 402: (10 x 6) + (10 x 2) = 80 (Obs: o Cmt GC não atira)
- Exc Tir 403: (10 x 6) + (20 x 2) = 100 (Obs: o Cmt GC não atira)

A1-31
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

Exemplos:
1) Exc Tir 401:
Munição Economizada pelo GC (até 55 cartuchos): 52
Bonificação de 20%: 0,2 x 52 = 10,4
Número de Impactos Obtidos pelo GC: 84
Número de Impactos + Bonificação: 84 + 10,4 = 94,4
Munição Consumida: 148
Percentual de Impactos + Bonificação sobre a Munição Economizada: 94,4 x 100 =
9440 ÷ 148 = 63,68
Aproximando para mais (0,68> 0,51 - ver a observação ao Quadro 8) e comparando o
índice 64% com o Quadro 8 verifica-se o desempenho do GC no Exc Tir 401: B

2) Exc Tir 402:


Munição Economizada (até 20 cartuchos): 12
Bonificação de 20%: 12 x 0,2 = 2,4
Número de Impactos obtidos pelo GC: 44
Número de Impactos Obtidos pelo GC + Bonificação: 44 + 2,4 = 46,4
Munição Consumida: 68
Percentual de Impactos + Bonificação sobre a Munição Economizada: 46,4 x 100 =
4640 ÷ 38 = 68,23
Aproximando para menos e comparando o índice 68% com o Quadro 8 verifica-se o
desempenho do GC no Exc Tir 402: B

3) Exc Tir 403:


Munição Economizada (até 40 cartuchos): 13
Bonificação de 20%: 13 x 0,2 = 2,6
Número de Impactos obtidos pelo GC: 13
Número de Impactos Obtidos pelo GC + Bonificação: 58 + 2,6 = 60,6
Munição Consumida: 87
Percentual de Impactos + Bonificação sobre a Munição Economizada: 60,6 x 100 =
6060 ÷ 87 = 69,65
Aproximando para mais e comparando o índice 70% com o Quadro 8 verifica-se o
desempenho do GC no Exc Tir 403: MB
b. No TCA :
Esta classificação visa a avaliação e o registro do desempenho coletivo do Grupo de
Combate no Módulo TCA, como um todo. Tem por finalidade fornecer um dos parâmetros que
contribuirão para a avaliação da operacionalidade do pelotão e da subunidade.
1) Nos anos ímpares a avaliação de cada GC no TCA será a que for obtida na realização
do Exc Tir 401.
2) Nos anos pares, será a média dos índices obtidos na realização dos Exc Tir 402 e 403
com os seguintes pesos:
- Exc Tir 402 com peso 1, e
- Exc Tir 403 com peso 2.
- Exemplo:
Exc Tir 402: 68,23 x 1 = 68, 23
Exc Tir 403: 69,65 x 2 = 139,30

A1-32
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

Soma = 207,53 ÷ 3 = 69,17


Aproximando para menos e comparando com o Quadro 8 verifica-se o desempenho
do GC: B.
3) No caso de OM que realize a Preparação Completa em um mesmo ano, deverá ser
atribuído peso 3 ao Exc Tir 401.

4. ALVOS BASCULANTES (Fig 8 e 9)


Os alvos basculantes são empregados em diversos Exercícios de Tiro no TIA, TCB. Nos dois
primeiros Módulos, não se dispondo de alvos basculantes, alguns exercícios poderão ser adaptados para
o uso de alvos de guilhotina ou até fixos.
Os Exercícios do TCA devem contar com alvos basculantes a fim de proporcionar as condições de
execução mais adequadas ao seu objetivo.
Segue-se um exemplo de preparação de alvos basculantes para a execução do TCA. Cada alvo
é acionado de um abrigo onde trabalham um operador e um telefonista. Deve dispor de um telefone ou
rádio ligado ao Oficial de Tiro que comanda o “baixar” e “subir” alvos.
Nenhum operador sairá do abrigo sem que a ordem seja dada NO LOCAL e PESSOALMENTE
pelo Oficial de Tiro. NUNCA esta ordem será trasmitida pelo telefone ou pelo rádio.

Direção do tiro Alvo na posição de


tiro (por ação do
Berma contrapeso)

Deve “cobrir”o pé do alvo

Alvo rebatido (por ação do


operador e recebendo as
“obreias móveis”)

Fig 8 - Detalhes dos Alvos Basculantes

A1-33
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

Eixo suporte do alvo (madeira Mole) Ripões de 5 cm x 2 cm


CORTE FRONTAL

Nível da Berma

50 cm Faixa de segurança

Estacas

CORTE LATERAL

=1m Eixo suporte

Estacas

Silhueta A2 Direção do Tiro

Mão Operador do alvo


francesa CORTE HORIZONTAL
Pé do alvo =2m

Contrapeso Mão francesa


Telefonista
Braço de comando

Corda de comando com alça


Corte do eixo
Berma

Direção do Tiro

Fig 9 - Detalhes dos Alvos Basculantes

A1-34
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IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

2,8 cm

3,1 cm

9,4 cm

6,3 cm

ALVO A6

Fig 10 - Dimensões do Alvo A6

A1-35
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL

DADOS DO CORRETOR FAL, FAP, MAG

QUADRICULA DE 0,5 cm = valor 2 ‘‘CLICKS’’ a 25 METROS


PONTO ZERO A 6 cm DA BASE DA SILHUETA A6

Fig 11 - Corretor para obteção da Alça de Combate para 25 metros

A1-36
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MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A2

INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Edição
2017
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES
O 5,56 mm (IA-2) é um FUZIL DE ASSALTO adquirido para substituir o Fz 7,62 mm, que
deverá ter a condução do tiro fiscalizada e orientada mais cerradamente, em razão das peculiaridades
do armamento que está sendo inserido no Exército Brasileiro.
Da mesma forma que o Fuzil 7,62 mm, o IA-2, paulatinamente, será a arma de uso de todos
os militares, dotados ou não – iniciará a programação de tiro dos recrutas e constituir-se-á na refe-
rência para os demais programas de tiro do Armamento Leve.

2. EXECUÇÃO
Todas as orientações previstas para o Fuzil 7,62 mm, contidas no apêndice A-1, estão
válidas para o IA-2.

3. MUNIÇÃO
a. Munição CBC.

Comum M193: contra alvos não


Comum M193
blindados.

Traçante: treinamento de pesso-


al, com a vantagem da trajetória
do projétil poder ser visualizada.
Traçante M196 O traço tem uma luminosidade
total de uma distância não supe-
rior a 70 m até uma distância não
inferior a 450 m.

Fig - 1 munição 5,56 CBC

A2-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Traçante: treinamento de pesso-


al, com a vantagem de a trajetória
do projétil poder ser visualizada.
Traçante L110 O traço tem uma luminosidade
total de uma distância não su-
perior a 140 m até uma distância
não inferior a 600 m.

High Performance: alta capacida-


High Performance
de de perfuração.

Comum SS109: contra alvos não


blindados e com blindagem leve
(Projétil de dupla performance:
Comum SS109
maior perfuração em alvos rígi-
dos e maiores cavidades em al-
vos não rígidos.)

Fig - 1 munição 5,56 CBC (continuação)

A2-3
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IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Dim Tracer: o traço do projétil é


invisível a olho nu, sendo visível
Dim Tracer
apenas com equipamento de
visão noturna por infravermelho.

Encamisado Total Pontiagu-


Destinado a treinamento.
da Treina (ETPT)
Por sua alta precisão é indicada
Hollow Point Boat Tail para trabalhos de atiradores de
Elite (Snipers).
Projetil possui excelente poder
de parada (Stopping Power),
Open Tip Match (OTM)
sendo sua precisão superior às
munições Balls comuns.
Munição com maior poder de
penetração e precisão a longa
Steel Arrow Tip (SAT)
distância e desempenho mais
uniforme a curta distância.
Treinamento de pessoal ou tiros
Festim
de salva.

Fig - 1 munição 5,56 CBC (continuação)

- Não se recomenda o uso do Fuzil de Assalto 5,56 IA2 fig 1 com munição .223 REM fig
2. Esta recomendação está no Manual do Fabricante
- Não se recomenda execultar rajadas (Disparos sequenciais) de mais de 180 tiros, pois
poderá ocorrer “cook-off” - disparo indesejado pelo calor gerado por disparos em sequência.

A2-4
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IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

b. Munição .223 REM - CBC

Projéteis semelhantes aos milita-


res (M193) e destinados aos fuzis
AR-15, M16 e outros modelos de
Encamisado Total Pontiagu- tiro semi ou totalmente automáti-
do (ETPT) cos. Alta precisão e penetração
em alvos barricados. Uso policial,
para caça de animais de pelo e
tiro esportivo.

Projétil de alta expansão e poder


Expansivo Pontiagudo
de parada. Uso policial e caça de
(EXPT)
animais.

Por sua alta precisão é indicada


Hollow Point Boat Tail
para trabalhos de atiradores de
(HPBT)
elite (Sniper).

Projétil destinado a romper-se fa-


cilmente ao impacto contra uma
FRANGÍVEL superfície dura, reduzindo, ao
máximo, a possibilidade de rico-
chete.

Projétil de alta precisão que apre-


senta rápida expansão e elevada
transferência de energia. Des-
POLYMER TIP
tinado para uso em armas se-
miautomática e automáticas de
emprego policial.

Fig 2 - Munição .223 REMINSTON

4. REFERÊNCIAS
a. C23-1 – TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS (1ª parte) FUZIL
b. Manual do Fabricante, Fuzil IA-2 e da munição CBC.

A2-5
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Fig 2 - Fuzil 5,556mm IMBEL IA2

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

- São os mesmos Objetivos aplicados ao fuzil 7,62 mm.

III. OBJETIVOS DE ADESTRAMENTO (Obj Adst)

- São os mesmos Objetivos aplicados ao fuzil 7,62 mm.

IV. PESSOAL QUE ATIRA

- Segue a mesma concepção aplicada ao Fuzil 7,62 mm.

A2-6
EB70-IR-01.002

IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

MUNIÇÃO NECESSÁRIA

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA

Comum - -
V. TESTE DA INSTRUÇÃO Traçante (Trç) - -
PREPARATÓRIA (a)(b)(c) TIP Festim (Ft) - -
Simulador - -
Cartucho 22 (Cart .22) - -
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2

Chumbinho (4,5) 50 50
TOTAIS 50 50

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Exercício Alça Posição Tiros por Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Sessão Luz Distância Munição Regime Alvo
Estimado (d) de Tiro (g) (e) homem (seg)
1ª 1h 1 (f) 5
2 DA 5
2ª 1h Em cada exercício de tiro
3 D 5 3 impactos no escanti-
A6
4 JA 5 lhão de 3 cm classifica-
ção: não há
3ª 1h 5 J 5 Chumbinho
Sem
6 - C 5 Diabolô -
Tempo

Diurno
4,5 mm

10 Metros
7 PA 5 Em cada exercício de tiro
4ª 1h 2 impactos na silhueta
8 P 5 classificação: não há
A2
9 PM 5 Em cada exercício de tiro
5ª 1h 2 impactos na silhueta
10 PM 5 classificação: não há
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Tab 1 - Tiro Instrução Preparatória

OBSERVAÇÕES: Devem ser aplicadas todas as observações realizadas no TIP do FAL.


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A2-7
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A2-8
IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)
EB70-IR-01.002

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 30 30
Traçante (Trç) 9 9
VI. TIRO DE INSTRUÇÃO
Festim (Ft) - -
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2

BÁSICO TIB
Simulador - -
Cartucho 22 (Cart .22) 12 12
Chumbinho (4,5) 12 12
TOTAIS 63 63

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tem- PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício de Distância Posição Tiros por Munição Re-
Estimado Luz Alça po Alvo
são Tiro (b) (c) homem (d) gime
(a) (seg)
101 DA 4
1ª 2h 30min - Em cada Exc Tir 3 impactos
102 D 4 A6 no escantilhão.
- Classificação: ver Quadro.1.
2ª 1h 30min 103 JA 4
Diu
Comum

104 PM 2 - Em cada Exc Tir 1 impacto


200 ou 150 Sem
3ª 1h 30min 25 m - na silhueta.
105 com 15 clicks PM 2 tempo
- Classificação: não há
A2
106 Diu PM 3 Comum
- Em cada Exc Tir 1 impacto
4ª 3h 107 PM 3 na silhueta
Not
Trç

- Classificação: ver Quadro 2.


108 JA 3
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Tab 2 - Tiro de Instrução Básico


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IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 30 30
Traçante (Trç) 9 9
VI. TIRO DE INSTRUÇÃO TIB Festim (Ft) - -
BÁSICO
Continuação Simulador - -
Cartucho 22 (Cart .22) 12 12
Chumbinho (4,5) 12 12
TOTAIS 63 63
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Posi- Tem- PADRÕES MÍNIMOS
Tempo Exercício de Distância Tiros por Munição Regi-
Sessão Luz Alça ção po Alvo
Estimado (a) Tiro (b) homem (d) me
(c) (seg)
109 D 4
Sem
5ª 2h 110 25 ou 10 m - J 4 22 / 4,5
tempo
- Em cada Exc Tir 3 impac-
111 C 4
tos no escantilhão de 7,5
Diu
112 PD 4 60 cm (.22) ou 3cm (4,5).
- Classificação: não há.
6ª 4h 25 m A6
113 PJ 4 60
Comum

-
- Em cada Exc Tir 3 impac-
200 ou 150 tos no escantilhão.
7ª 1h 114 3a5m PM 12 4,5
Diu 15 “clicks” - Classificação: ver Qua-
3 seg. dro 1.
por
8ª 3h 115 PM 3 Comum A6 - 3 impactos na silhueta.
tiro
20 e 30 - Em cada Exc Tir 1 impac-
9ª 3h 116 Not metros PM 3 Trç A2 to na silhueta.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

- Classificação: não há.


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Tab 3 - Tiro de Instrução Básico

A2-9
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IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

1. OBSERVAÇÕES:
- Serão utilizadas as mesmas observações realizadas para o Fuzil.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Devem ser aplicadas as mesmas condicionantes das sessões – Exercícios no TIB do FAL.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS PARA REGISTRO E AVALIAÇÃO DO ATIRADOR-
DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Deve-se seguir a mesma avaliação aplicada no TIB do FAL.

A2-10
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IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 20 20
Traçante (Trç) 6 6
VII. TIRO DE INSTRUÇÃO Festim (Ft) - -
AVANÇADO TIA
Simulador - -
Cartucho 22 (Cart .22) 19 19
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 45 45
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Sessão Tempo Exercício Distân- Posição Tiros por Munição Tempo Regi- PADRÕES MÍNIMOS
Luz Alça Alvo
(a) Estimado (b) de Tiro cia (c) (d) homem (e) (seg) me
201 PM 2 40 - Em cada Exc Tir: 2 impactos
1ª 2h 30min Diu .22/4,5 A3 na silhueta.
202 PM 2 40 - Classificação: ver Quadro 3.
203 D 3 40 - Em cada Exc Tir: 1 impacto
2ª 2h 30min Not 200 ou Trç A2 na silhueta.
204 25 150 J 3 40 - Classificação: ver Quadro 4.
metros Com 15
205 “clicks” DA 3
206 DA 3 - Obter a Alça de Combate.
3ª 3h Comum -
207 DA 3 - Classificação: não há.
Sem
208 DA 3 A6
Tempo
209 Diu 25 ou D 5 - Em cada Exer Tir 3 impactos
4ª 3h 210 10 - J 5 .22/4,5 no escantilhão de 7,5 ou 3 cm.
211 metros C 5 - Classificação: não há.

212 PD 4 50 - Em cada Exc Tir: 2 impactos


100 De
5ª 3h Comum A3 na silhueta.
213 metros Combate PJ 4 50 - Classificação: ver Quadro 5.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Tab 4 - Tiro de Instrução Avançado


EB70-IR-01.002

A2-11
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

1. OBSERVAÇÕES:
- Serão utilizadas as mesmas observações realizadas para o Fuzil.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Devem ser aplicadas as mesmas condicionantes das sessões – Exercícios no TIB do FAL.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS PARA REGISTRO E AVALIAÇÃO DO ATIRADOR-
DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Deve-se seguir a mesma avaliação aplicada no TIB do FAL.

A2-12
EB70-IR-01.002

IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 14 20
Traçante (Trç) 6 6
VIII. TIRO DE
Festim (Ft) 2 2
COMBATE BÁSICO TCB
Simulado - -
Cartucho 22 (Cart .22) 6 -
Chumbinho (4,5) 10 10
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2

TOTAIS 38 38

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício Posição Tiros por Munição Tempo Regi-
Estimado Luz Distância Alça (b) Alvo
são de Tiro (c) homem (d) (seg) me
(a)
De 150 PD 4 40
Comum
301 a 100
Mvt PD 2 e Ft 20
metros
- 9 impactos nas silhuetas.
Mvt PD 2 20
1ª 4h 2 A2 - Classificação: ver Quadro
De 100 Mvt PJ 2 20 6.
Comum
302 a 50
Diu Mvt PC 2 e Ft 20
metros
De Mvt P 2 20 -
Combate
2ª 3h 303 3 e 4m PM 10 4,5 5 A6 - 2 impactos nas silhuetas.
(e) - 2 impactos nas silhuetas.
3ª 3h 304 PM 6 .22/R/ 6 A3 - Classificação: ver Quadro
2 Seg
Comum 7.
20 e 30m por tiro
- 2 impactos nas silhuetas
4ª 3h 305 Not PM 6 Trç 6 A2 - Classificação: ver Quadro
7.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

Tab 5 - Tiro de combate Básico


EB70-IR-01.002

A2-13
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

1. OBSERVAÇÕES:
- Serão utilizadas as mesmas observações realizadas para o Fuzil.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Devem ser aplicadas as mesmas condicionantes das sessões – Exercícios no TIB do FAL.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS PARA REGISTRO E AVALIAÇÃO DO ATIRADOR-
DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Deve-se seguir a mesma avaliação aplicada no TIB do FAL.

A2-14
EB70-IR-01.002

IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA (g) PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 20 38
Traçante (Trç) - 2
IX. TIRO DE COMBATE
Festim (Ft) 5 10
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2

AVANÇADO TCA
Simulador - -
Cartucho 22 (Cart .22) - -
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 25 50

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros por PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Munição Tempo
Sessão Estimado Luz Distância Alça Posição (d) homem Regime Alvo
de Tiro (f) (seg)
(c) (e)
Mínimo de impactos
6 A2
150 a De Fte correspondente a 30%
1ª (a) 2h 401 Diu Ver Obs. 25 - - e
100 m Combate Comum dos tiros disparados.
4 A3
Ver Quadro 8.
6 A2
30 min 403 Diu 100 m 15 e Mínimo de impactos
Ft,
De 4 A3 correspondente a 30%
2ª (b) Ver Obs. Comum - -
Combate dos tiros disparados.
50 m a e Trç 20
30 min 403 Diu 10 Ver Quadro 8.
25 m A2

Tab 6 - Tiro de Combate Básico


INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)
EB70-IR-01.002

A2-15
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL 5,56 MM (IA-2)

1. OBSERVAÇÕES:
- Serão utilizadas as mesmas observações realizadas para o Fuzil.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Devem ser aplicadas as mesmas condicionantes das sessões – Exercícios no TIB do FAL.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS PARA REGISTRO E AVALIAÇÃO DO ATIRADOR-
DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Deve-se seguir a mesma avaliação aplicada no TIB do FAL.

A2-16
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A3

INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL INTERCALADO


(Experimental)

Edição
2017
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL INTERCALADO (Experimental)

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES
- Com o objetivo de incrementar o nível de desempenho nas instruções de tiro com ar-
mamento leve, há que se considerar a técnica do Tiro Intercalado, como mais uma ferramenta de
instrução e treinamento.
- A adoção do Tiro Intercalado, em caráter experimental, tem se mostrado eficiente para o
aprendizado, uma vez que tem apresentado melhores resultados, sobretudo, aos recrutas que ainda
não tiveram contato com o armamento.
- Dessa forma, recomenda-se que uma parcela significativa (da ordem de pelo menos 30%)
dos Soldados Recrutas recém-incorporados sejam submetidos à técnica do Tiro Intercalado, já na
execução do TIB, para a validação dessa técnica

2. MÓDULOS DE TIRO

- Serão realizados conforme orientações contidas neste Apêndice.

3. MUNIÇÃO

- Além das munições previstas nos Módulos, Instruções e Exercícios de Tiro, deverão ser
utilizadas munições de manejo para a perfeita execução do treinamento.

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO


Aplicar as técnicas
- Realizar a Instrução
e procedimentos de
Preparatória para o
IPT execução da ponta- - Realizar o TIP
Tiro descrita no C 23-1
ria e do tiro com o
(IPT).
fuzil.
O instruendo deverá:
- aplicar as técnicas e procedimentos
para a execução da pontaria e do tiro;
Atirar com o fuzil, - obter os índices de suficiência pre-
As condições dos Exc
realizando os tiros vistos no TIB, ficando em condições de
TIB Tir do Módulo do Tiro de
de instrução bási- empregar a arma com segurança no
Instrução Básico (TIB).
cos. Posto de Sentinela e com o integran-
te de fração na Garantia da Lei e da
Ordem.

Tab 1 - Objetivos Individuais da Instrução

A3-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL INTERCALADO (Experimental)

4. EXECUÇÃO
a. Efetivo Empregado
-Instrutores, Monitores e Auxiliares: 1 Ten, 4 St/Sgt, 15 Cb/Sd- Total de 20 militares
- Sd Recruta: 30 recrutas, sendo que 15 são submetidos ao método de tiro comum do TIB
e os demais executam o tiro intercalado.
b. 1ª Parte: Preparação para o tiro
- A Preparação engloba uma série de medidas administrativas, desde o recebimento do
grupamento, pelo Oficial de Tiro, até o início do briefing de segurança. Os fuzis destinados ao tiro
intercalado devem ser previamente testados e devem estar funcionando perfeitamente.
c. 2ª Parte: Briefing de segurança
- O de rotina.
d. 3ª Parte: Prática
- Os atiradores não sabem se a munição que está na câmara do armamento é uma munição
de manejo ou comum, uma vez que as munições foram inseridas de forma aleatória, nos 15 fuzis
acima referenciados.
- Para cada atirador existe um Cb/Sd auxiliar. A cada 3 atiradores existe um Sgt para fiscalizar.
- Para cada 1 tiro real devem ser colocadas 4 munições de manejo. Ex: em uma série de
4 tiros de joelho, o militar realiza 20 disparos, sendo 8 deles com munição de manejo.
- Os auxiliares ficam autorizados a auxiliar os soldados do EV a sanarem os incidentes de
tiro, tendo em vista que eles não têm habilidade, destreza e confiança ainda para realizar tal atividade.
- As séries de tiro são as mesmas previstas para o TIB na IRTAEx (exercíicios de 101 a 108).
- Os auxiliares são responsáveis por corrigir e orientar os atiradores quanto aos funda-
mentos de tiro.

8. LIÇÕES APRENDIDAS E CONCLUSÃO


- Deverá ser produzido um relatório simples ao final do MT sobre os resultados comparativos
do exercício, de acordo com as avaliações, abaixo exemplificado:
- A Técnica do tiro intercalado também pode ser utilizada nos tiros com Pistola (TIB)

9. EXEMPLO DE RESULTADOS DE EXPERIMENTAÇÃO DA TÉCNICA


- Para que se possa realizar a Tabulação dos resultados obtidos, foram adotados os seguintes
critérios para pontuação. Aplicando-se valores aos resultados (E = 4; MB = 3; B = 2; e R = 1), ao
final obtem-se as seguintes referências:

A3-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL INTERCALADO (Experimental)

Experimentação
Exercício Pts IR-TAEx Pts Munição
Tiro Intercalado
101 2-E;10-MB;2-B;1-R 43 1-E;10-MB;1-B;3-R 39 4 (Comum)
102 3-E;8-MB;3-B;1-R 43 2-E;9-MB;2-B;2-R 41 4 (Comum)
103 1-E;11-MB;0-B;3-R 40 1-E;8-MB;3-B;3-R 37 4 (Comum)
104 2-E;8-MB;2-B;3-R 39 3-E;7-MB;4-B;1-R 39 2 (Comum)
105 0-E;3-MB;10-B;2-R 31 1-E;4-MB;8-B;2-R 34 2 (Comum)
106 0-E;8-MB;4-B;3-R 35 1-E;10-MB;0-B;4-R 38 3 (Comum)
107 1-E;9-MB;4-B;2-R 41 2-E;8-MB;0-B;5-R 37 3 (Trç)
108 1-E;6-MB;6-B;3-R 37 1-E;7-MB;2-B;5-R 34 3 (Trç)
- TOTAL de Pontos 309 299
25 (Real)
TOTAL de munições utilizadas
50 (Manejo)

Tab 2 - Exemplo de Planificação de Resultado

Experimentação realizada no BPEB, MAIO 17. Em 6 sessões (75%), a aplicação da técnica


do tiro intercalado apresentou melhores resultados.

A3-4
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A4

INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

Edição
2017

A4-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. MÓDULOS DE TIRO

a. IPT
A IPT com a pistola segue a metodologia prescrita no Manual Tiro das Armas Portáteis
– 2ª Parte – Pistola (C 23-1) onde se aplicam, particularmente, o processo monitor-instruendo e a
instrução por oficinas:
a) Pontaria com a arma
- Tomada das linhas de mira e de visada (Barra de Pontaria com a pistola).
- Fazer a “fotografia”.
b) Manejo da arma
- Operações essenciais para o tiro.
c) Verificação da constância na pontaria
- Triângulo de pontaria (atirador deitado pistola em suporte de fuzil devidamente
adaptado) a 15 metros.
d) Posições de tiro
- Postura
- Empunhadura
e) Controle do gatilho
- Exercícios de “tiro em seco”.
f) Manutenção da arma
- Antes e após o tiro (1º Escalão).
g) Procedimentos no estande
- Normas de conduta.
- Regras de segurança.
b. TIP
1) O Teste da Instrução Preparatória (TIP) consiste – antes da adoção de munição especial,
pistola a ar comprimido ou outro tipo de simulador de tiro – na execução do “triângulo de pontaria”
obtido no “tiro a lápis”, realizado pelo atirador nas três posições: de joelhos (J) e de Pé (P).
2) O “tiro a lápis” é realizado utilizando-se um lápis novo do tipo que possui borracha em
uma das extremidades, ou um reforço feito com esparadrapo, fita adesiva, percevejo ou outro
material não abrasivo, que não ocasione dano ao cano da pistola e que deslize facilmente em seu
interior, quando impulsionado pela ponta do percursor durante a execução de um “tiro em seco”. É
recomendável que a ponta do lápis seja curta e pouco aguçada.
3) Os “disparos” são feitos contra uma folha de papel, presa a uma prancheta ou parede, de
modo a permitir que o atirador tome a posição de tiro em todas as posições (J ou P) e possa utilizar o
aparelho de pontaria da arma fazendo visadas sobre pequenas silhuetas pretas, reduções do alvo A2.
4) O percussor bate na borracha ou parte recoberta do lápis e lança-o contra a silhueta
em branco, que está desenhada imediatamente abaixo. Repetidos mais dois “disparos”, estarão
marcados os três pontos que determinam o triângulo de pontaria.
5) O triângulo aceitável deve estar contido na silhueta em branco e que possa estar inscrito
em um círculo de 3 milímetros de diâmetro. O atirador deverá obter, no mínimo, dois triângulos
aceitáveis em cada posição de tiro (J e P) antes de iniciar o tiro real.
6) O tiro será excultado confome Tabela 3.

A4-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA


c. TIB
- Os exercícios do TIB são tiros de iniciação, destinam-se a familiarizar o militar com o
desempenho da arma e a permitir o seu manuseio com segurança.
- Nenhum recruta incorporado, aluno de curso de formação ou militar estagiário de-
verá ser dotado de pistola para a execução de serviço ou o cumprimento de qualquer missão
sem ter realizado a IPT, ter sido aprovado no TIP e realizado o TIB, onde deverá ter alcançado,
pelo menos, o padrão mínimo.
- O Tiro será executado conforme tabela 4
d. TIA
- Os exercícios do TIA buscam desenvolver a precisão e a destreza na utilização da arma.
- O tiro será executado conforme tabela 6
c. TCB
- Este módulo completa o treinamento do militar dotado de pistola para todas as OM do
Exército, exceto as unidades especializadas tais como: Forças Especiais, Inteligência, Segurança de
Autoridades e outras que devam realizar treinamento específico, não abrangido por estas Instruções.
- O tiro será executado conforme tabela 8

2. REFERÊNCIAS

- C23-1 – TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS - 2ª Parte - Pistola

A4-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO


Aplicar técnicas e O instruendo deverá demonstrar o desempenho exi-
- Realizar a Instru-
procedimentos de gido no Teste da Instrução Preparatória (TIP).
ção preparatória
IPT execução da pon-
para o tiro (IPT).
taria e do tiro com
- Realizar o TIP.
a pistola.
O instruendo deverá:
As condições dos - aplicar as técnicas e procedimentos para a execu-
Atirar com a pistola
Exc Tir do Módulo ção da pontaria e do tiro;
TIB realizando tiros de
de Tiro de Instru- - obter índices de suficiência previstos no Módulo do
instrução básicos.
ção Básico (TIB). TIB, ficando em condições de empregar a arma com
segurança.
As condições dos O instruendo deverá obter os índices de suficiência
Atirar com a pistola
Exc Tir do Módu- em todos os Exc Tir previstos no Módulo do TIA, fi-
realizando os tiros
TIA lo do Tiro de Ins- cando em condições de empregar a arma na defesa
de instrução avan-
trução Avançado pessoal.
çados.
(TIA).
As condições dos O instruendo deverá obter os índices de suficiência
Empregar a pistola em todos os Exc Tir previstos no Módulo do TCB,
Exc Tir do Módulo
TCB em situações de ficando em condições de empregar a arma na defesa
de Combate Bási-
combate. pessoal, em situações de combate.
co (TCB).
OBSERVAÇÃO: o Tiro de Combate Avançado (TCA) não se aplica à pistola, arma exclusivamente de
emprego individual.
Tab 1 - Objetivo Individuais da Instrução

III. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIP TIB TIA TCB
PESSOAL QUE ATIRA
Capitães e De Inf, Cav, Art, Eng, Com,
- - X X
Tenentes MB e Int
OFICIAIS (2)
De todas as Armas, Qua-
Demais - - X -
dros e Serviços
Subtenen- De todas as Armas, Qua-
- - X -
SUBTENENTES tes dros e Serviços
E SARGENTOS Sargentos Dotados - - X X
(2) De todas as Armas, Qua-
Demais - - X -
dros e Serviços
CABOS E Cb e Sd Não dotados - X - -
SOLDADOS
ENGAJADOS (2) Cb e Sd Dotados - - X X

CABOS E SOL- Cb e Sd Não dotados X - - -


DADOS RECRU-
TAS (1) Cb e Sd Dotados X X X X

TIROS DE
Atiradores Todos - - - -
GUERRA (1)

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões


(2) Exercícios de Manutenção de Padrões
Tab 2 - Pessoal que atira
A4-4
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
- - -

- - -
IV. TESTE DA INSTRUÇÃO - - -
PREPARATÓRIA TIP
- - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4

- - -

- - -

- - -

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Exercício Posição Tiro por Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Sessão Estimado de Luz Distância Alça (b) (c) Homem Munição (seg) Regime Alvo
(a) Tiro

1 J 3

2 J 3 - 3 ‘‘impactos’’ no interior da
Única 2h 5 cm - Não Há -- (d) silhueta em branco e contidos
num círculo de 3 mm de diâ-

Diurno
metro, em cada Exc Tir.
Sem tempo

3 P 3

4 P 3

Tab 3 - Tiro de Instrução Preparátorio


INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA
EB70-IR-01.002

A4-5
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA


1. OBSERVAÇÕES:
(a) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um local adequado, podendo ou não
ser um estande de tiro.
(b) Posições de tiro:
J - De joelhos
P - De pé
(c) Empunhadura com as duas mãos.
(d) Silhuetas nas dimensões rigorosas, expressas nesta instrução.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. Ver descrição do TIP nas Prescrições Gerais, Nr 1, letra b.
b. O “tiro lápis” é um excelente meio auxiliar, não só para os atiradores novos como na
manutenção de padrões pelos quadros.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


a. Ver padrões particulares mínimos.
b. Enfatiza-se que nenhum atirador que apresente resultados aquém do padrão mínimo
deverá realizar o tiro com munição real.

3 mm

3 mm

10 mm

7 mm

Fig 1 - Dimensões dos Alvos

A4-6
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum - 10
V. TIRO DE
INSTRUÇÃO TIB Simulador 10 -
BÁSICO
Cartucho 22 (Cart .22) - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4

Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 10 10

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Tempo PADRÕES MÍNIMOS


Exercício de Posição Tiros por Munição Tempo
Sessão Estimado Luz Distância Alça Regime Alvo
Tiro (b)(c) homem (d) (seg)
(a)

103 JA 3 - 2 impactos na silhueta, dos 5 disparos.


1ª 2h
104 J 2 - classificação: ver Quadro 1
15 m -- R/ Cm -- A2

Diurno
105 PA 3 - 2 impactos na silhueta, dos 5 disparos.
Sem tempo

2ª 2h
106 P 2 - classificação: ver Quadro 1

Tab 4 - Tiro de Instrução Básico


INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA
EB70-IR-01.002

A4-7
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

1. OBSERVAÇÕES:
(a) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um estande tipo “D”.
(b) Posições de tiro:
J - De joelhos
JA - De joelhos, apoiado
P - De pé
PA - De pé, apoiado
(c) Empunhadura com as duas mãos.
(d) Deve ser realizado com munição: Comum.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exercícios 101 e 102
- Familiarizar-se com o desempenho da arma.
b. 2ª Sessão – Exercício 103 e 104
- Desenvolver a confiança na arma.
c. 3ª Sessão – Exercícios 104 e 105
- Empregar a arma com segurança.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador

QUADRO 1

Nr de impactos na silhueta Classificação

5 E
4 MB
3 B
2 R

Tab 5 - Classificação de Resultado no TIB

A4-8
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum - 18
VI. TIRO DE INSTRUÇÃO Simulador - -
AVANÇADO
TIA
Cartucho 22 (Cart .22) - -
chumbinho (4,5) - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4

Totais - 18

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Posição Munição Regi-
Sessão Estimado Luz Distância Alça por (seg) Alvo
de Tiro (b)(c) (d) -me
(a) homem (e)

201 J 2 Sem
tempo 1 - 2 impactos na silhueta, nos 6 disparos
Simu- -- A2 dos Exc Tir 201, 202 e 203.
1ª 3h 202 25 m -- P 2 lador/ 20 - classificação: ver Quadro 2
Comum
203 P 2 15
204 P 2 10 - 2 impactos nas silhuetas, nos 6 dispa-
-- ros dos Exc Tir 204, 205 e 206.
205 15 m -- P 2 8 - classificação: ver Quadro 2

Diurno
2
206 P 2 Simu- 6 A2
2ª 3h lador/ (f)
207 15 m P 2 Comum 5
- 2 impactos na silhuetas, nos 6 dispa-
208 10 m -- P 2 4 -- ros dos Exc Tir 207, 208 e 209.
- classificação: ver Quadro 2
209 5m P 2 3

Tab 6 - Tiro de Instrução Avançado


INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA
EB70-IR-01.002

A4-9
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

1. OBSERVAÇÕES:
(a) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um estande tipo “D”.
(b) Posições de tiro:
J - De joelhos
P - De pé
(c) Empunhadura com as duas mãos
(d) Deve ser realizado com munição: Comum
(e) Nos Exc Tir com tempo limitado, a posição inicial do atirador será “de pé, braço(s)
estendido(s) formando um ângulo de 45º com o solo”.
(f) As silhuetas duplas do tipo A2 devem estar afastadas uma da outra de 1 a 2 metros.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exercícios 201 a 203
- Atirar com precisão e destreza.
- Nos Exc Tir 202 e 203 o alvo é exposto por 20 e 15 segundos, respectivamente. Em
cada exposição os atiradores executam 2 disparos.
- Em caso de alvos fixos, iniciar e terminar os Exc Tir por intermédio de sinal de apito.
- Os Exc Tir 201, 202 e 203 são avaliados em conjunto. O atirador só passará aos Exc
Tir seguintes após obter o padrão mínimo.
- A classificação nestes Exc Tir é obtida pela soma dos impactos nos Exc Tir 201, 202 e
203.

b. 2ª Sessão
- Exercícios de 204 a 206:
- Atirar com precisão e rapidez.
- Os dois alvos são expostos simultaneamente por 10, 8 e 6 segundos, respectiva-
mente, em cada exposição os atiradores executam um disparo em cada silhueta (ver letra “e” das
OBSERVAÇÕES).
- Em caso de alvos fixos, iniciar e terminar os Exc Tir através de sinal de apito.
- Os Exc Tir 204, 205 e 206 são avaliados em conjunto. O atirador só passará aos Exc
Tir seguintes após obter o padrão mínimo.
- A classificação nestes Exc Tir é obtida pela soma dos impactos nos Exc Tir 204, 205
e 206.
- Exercícios de 207 a 209:
- Atirar com precisão e rapidez, empregando a Técnica do Tiro de Ação Reflexa.
- Os dois alvos são expostos simultaneamente por 5, 4 e 3 segundos, respectivamente,
em cada exposição os atiradores executam um disparo em cada silhueta (ver letra “e” das OBSER-
VAÇÕES).
- Em caso de alvos fixos, iniciar e terminar os Exc Tir por intermédio de sinal de apito.
- Os Exc tir 207, 208 e 209 são avaliados em conjunto.
- A classificação nestes Exc Tir é obtida pela soma dos impactos nos Exc Tir 207, 208
e 209.

A4-10
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA


3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
Para registro e avaliação do atirador

QUADRO 2

Nr de impactos na silhueta Classificação

6 E
5 MB
4-3 B
2 R

Tab 7 - Classificação de Resultado no TIA

A4-11
EB70-IR-01.002

A4-12
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum - 20
VII. TIRO DE
Simulador 20 -
COMBATE BÁSICO TCB
Cartucho 22 (Cart .22) - -
chumbinho (4,5) - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4

Totais 20 20

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Tempo PADRÕES MÍNIMOS


Exercício Posição Tiros por Munição Tempo
Sessão Estimado Luz Distância Alça Regime Alvo (e)
de Tiro (b)(c) homem (d) (seg)
(a)

2
25 m SP 15
1 A2

2
20 m MvtPJ 10
1ª 3h 301
Simu- 2 A2 - 4 impactos nas silhuetas.
2 lador/ --
15 m MvtPP 8 - Classificação: ver Quadro 3
Comum
--

Diurno
2
10 m MvtPP 6
1 A2

5m MvtPP 2 4
302
2ª 4h
(f) J e P, de Simu- A2 e A3, de
De 40 - 4 impactos nas silhuetas.
acordo com 10 lador/ -- acordo com
25 a 5 m (máximo) - Classificação: ver Quadro 3
a pista. Comum pista.

Tab 8 - Tiro Combate Básico


INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

1. OBSERVAÇÕES:
(a) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um estande tipo “D”.
(b) Posições de tiro:
SP - Ao serem expostas as silhuetas, ou ao ser dado o sinal para início do tiro (silvo de
apito), o atirador toma a posição de pé e realiza o saque da arma e executa os disparos.
Mvt PJ - Após um curto movimento na direção dos alvos, o atirador faz alto e toma a
posição de joelhos para executar o tiro.
Mvt PP - Após um curto movimento na direção dos alvos, o atirador faz alto e toma a
posição de pé para executar o tiro.
(c) Empunhadura com as duas mãos
(d) Deve ser realizado com munição: comum
(e) As silhuetas duplas do tipo A2 devem estar afastadas uma da outra de 1 a 2 metros, sempre
que o tipo do estande de tiro o permitir.
(f) Pista de Tiro – Ver as condições de execução na Descrição dos Exercícios.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

a. 1ª Sessão – Exercício 301


O Exercício visa a desenvolver o reflexo de se engajar cada alvo com dois disparos. São
usados um ou dois alvos A2 por atirador (basculantes ou de guilhotina, caso o tipo do estande de
tiro o permita). O estande ou linha de tiro deverá estar demarcado, balizando as distâncias de 25,
20,15,10 e 5 metros dos alvos, bem como a faixa de progressão de cada atirador. Cada atirador
recebe dois carregadores: com 10 e 6 cartuchos, respectivamente.
1) O Exercício tem início na linha dos 25 metros, atirador na posição de pé (P), arma car-
regada, utilizando o carregador com 10 cartuchos.
- Após o comando de: “destravar as armas”, um alvo é exposto para cada atirador, ou é
dado um silvo de apito, os atiradores tomam a posição para o tiro de pé e realiza o saque da arma,
fazendo a empunhadura com as duas mãos e fazendo dois disparos, num tempo máximo de 15
segundos. O término do tempo será indicado por um silvo de apito ou pela ocultação dos alvos.
Imediatamente será comandado: “travar as armas”.
2) Mdt O, os atiradores progridem até a linha dos 20 metros, com as armas empunhadas
pelas duas mãos, à frente do corpo.
- Quando os atiradores atingirem a linha dos 20 metros, inopinadamente, os alvos são
expostos, ou é dado um silvo de apito; os atiradores fazem alto, tomam a posição de joelhos (J),
destravam as armas (sem comando) e fazem dois disparos, um em cada alvo, no tempo máximo
de 10 segundos. O término do tempo será indicado por um silvo de apito ou pela ocultação dos
alvos; imediatamente será comandado “travar as armas” e, logo após: “atiradores de pé,” e “trocar
carregadores”.
3) Mdt O, os atiradores progridem até a linha dos 15 metros, inopinadamente, os alvos são
expostos, ou é dado um silvo de apito; os atiradores fazem alto, tomam a posição para o tiro de pé
(P) e fazem dois disparos, um em cada alvo, no tempo máximo de 8 segundos. Mdt O, realizam a
troca dos carregadores, carregam e travam as armas.

A4-13
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

4) Mdt O, os atiradores progridem até a linha dos 10 metros, inopinadamente, os alvos


são expostos, ou é dado um silvo de apito; os atiradores fazem alto, tomam posição para o tiro de
pé (P) e fazem dois disparos, um em cada alvo, no tempo máximo de 6 segundos.
5) Mdt O, os atiradores progridem até a linha dos 5 metros, inopinadamente, os alvos são
expostos, ou é dado um silvo de apito; os atiradores fazem alto, fazem dois disparos no mesmo
alvo, no tempo máximo de 4 segundos.
6) Logo após o término do tempo de 4 segundos, são dados os comandos de: “ travar as
armas, retirar os carregadores, armas abertas”, e é feita rigorosa inspeção de armas e carregadores
pelo Oficial de Tiro. SOMENTE APÓS A INSPEÇÃO DE ARMAS E O RECOLHIMENTO DA MUNI-
ÇÃO NÃO UTILIZADA SERÁ AUTORIZADO O REGRESSO À POSIÇÃO INICIAL, A DEPOSIÇÃO
DAS ARMAS SOBRE AS BANQUETAS, E A VERIFICAÇÃO DOS IMPACTOS.
b. 2ª Sessão – Exercício 302
1) O Exercício visa a desenvolver o reflexo de se engajar alvos em um tempo limitado,
utilizando-se posições variadas, executando dois tiros em cada alvo, ao longo de um percurso de
execução individual.
2) Os atiradores utilizarão dois carregadores, com 5 cartuchos cada um, para que a troca
de carregadores ocorra, obrigatoriamente, durante o engajamento de um dos alvos.
3) A montagem da pista deverá obedecer às seguintes condições:
- O local para início da pista deverá estar sinalizado no chão, bem como os locais de
onde os atiradores farão os disparos ao longo dela.
- A pista deverá incluir: o engajamento de pelo menos um alvo a 25 metros, apenas um
a 5 metros; 2 alvos tipo A3; e a utilização das posições, ajoelhado (J) e de pé (P).
- De acordo com as condições do estande ou linha de tiro utilizada, poderá haver deslo-
camento lateral dos atiradores, desde que não atente contra a segurança.
4) O Exercício será conduzido da seguinte forma:
- Em uma posição de espera serão dadas as instruções de segurança e as relativas à
execução da pista propriamente dita. Após isso, os atiradores farão um reconhecimento da pista,
conduzidos pelo Oficial de Tiro, onde lhes serão mostrados os locais da posição inicial, os alvos a
serem engajados, as posições de tiro e o local de término da pista. OS SOLDADOS RECRUTAS
DEVERÃO REALIZAR, OBRIGATORIAMENTE, UMA PASSAGEM PELA PISTA, SEM MUNIÇÃO,
REALIZANDO “TIROS EM SECO” NAS POSIÇÕES PREVISTAS. OS DEMAIS MILITARES DE-
VERÃO REALIZAR ESSA PASSAGEM, SEMPRE QUE POSSÍVEL.
- Cada atirador será chamado à posição inicial onde o Oficial de Tiro ou um de seus Au-
xiliares fará a entrega da arma e de dois carregadores. Nesta posição serão emitidos os comandos
de: “alimentar, carregar e travar a arma”; será perguntado ao atirador: “pronto ?”. Após a resposta
afirmativa do atirador será dado o comando de iniciar, por intermédio de um silvo de apito, nesse
instante inicia-se a contagem dos 40 segundos.
- Após o comando para início da execução da pista não deverão ser emitidos outros
comandos, a não ser em caso de urgência, emergência dano maior, material e pessoal. Durante os
deslocamentos, a partir da posição inicial e entre as posições de tiro, a arma deverá ser conduzida
na posição à frente do corpo e travada.

A4-14
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A4 INSTRUÇÕES DE TIRO COM PISTOLA

- Ao término da pista ou quando se esgotar o tempo de 40 segundos, será emitido um


silvo de apito e logo após os comandos de: “cessar fogo, travar a arma, retirar o carregador, abrir
arma”. A seguir será realizada a inspeção da arma e dos carregadores, e recolhida a munição não
utilizada. SÓ APÓS A INSPEÇÃO DA ARMA SERÁ PROCEDIDA A VERIFICAÇÃO DOS ALVOS,
COMPUTADOS OS IMPACTOS E REALIZADA A COLAGEM DAS OBREIAS.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador:

QUADRO 3

Nr de impactos na silhueta Classificação


10 e 9 E
8e7 MB
6e5 B
4 R
Tab 9 - Classificação de Resultado no TCB

A4-15
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A5

INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

Edição
2017

A5-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. MÓDULOS DE TIRO
a. IPT
1) É conduzida na IIQ, para os recrutas dotados com essa arma (à exceção das OM de
PE, onde pode ser conduzida na IIB), e na CTTEP, para o pessoal do EP das demais OM.
2) A IPT da metralhadora de mão segue a mesma metodologia prescrita para o fuzil no
manual C 23-1 - 1ª Parte - Fuzil, onde se aplicam, particularmente, o processo monitor-instruendo
e a instrução por oficinas:
a) Pontaria com a arma
- Tomada das linhas de mira e de visada.
- Fazer a “fotografia”.
b) Manejo da arma
- Operações essenciais para o tiro.
c) Verificação da constância na pontaria
- Triângulo de pontaria com a arma fixada em suporte de fuzil devidamente adaptado,
a 15 metros.
d) Posições de tiro
- Postura
- Empunhadura
- Assestamento
e) Controle do gatilho
- Exercícios de “tiro em seco”.
f) Manutenção da arma
- Antes e após o tiro (1º Escalão).
g) Procedimentos no estande
- Normas de conduta.
- Regras de segurança.
b. TIP
1) Realizada a primeira parte do TIP, conforme o previsto no C 23-1, o instruendo executará
a sua 2ª parte que é constituída pelo Módulo de Tiro com o Fuzil a Ar Comprimido (FAC). Os exer-
cícios com esse meio auxiliar de instrução só serão realizados com os recrutas considerados aptos
em TODAS as oficinas constantes da ficha de avaliação da IPT (C 23-1).
2) A obtenção do padrão mínimo em cada Exc Tir do TIP é CONDIÇÃO BÁSICA para que
o instruendo passe para o TIB.
c. TIB
1) É conduzido na Fase de Instrução Individual de Qualificação (IIQ), para os recrutas
dotados com essa arma (à exceção das OM de PE, onde pode ser conduzida na IIB), e na CTTEP,
para o pessoal do Efetivo Profissional (EP) das demais OM.
2) Os exercícios do TIB são tiros de iniciação, destinam-se a familiarizar o militar com o
desempenho da arma e a permitir o manuseio da mesma com segurança.
- Nenhum recruta incorporado, aluno de curso de formação ou militar estagiário
deverá ser dotado de metralhadora de mão para a execução de serviço ou o cumprimento de
qualquer missão sem ter realizado a IPT, ter sido aprovado no TIP e realizado o TIB, em que
deverá ter alcançado, pelo menos, o padrão mínimo.

A5-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

d. TIA
- Os exercícios do TIA buscam desenvolver a precisão e a destreza na utilização da arma.
e. TCB
- Este módulo completa o treinamento do militar dotado de metralhadora de mão para todas
as OM do Exército, exceto as unidades especializadas tais como: Forças Especiais, Inteligência,
Segurança de Autoridades e outras que devam realizar treinamento específico, não abrangido por
estas Instruções.

2. REFERÊNCIA

C23-1 – TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS

A5-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO

Aplicar as técnicas
- Realizar a Instru-
e procedimentos de O instruendo deverá demonstrar o desem-
ção preparatória
IPT execução da ponta- penho exigido no Teste da Instrução Prepa-
para o tiro (IPT).
ria e do tiro com a ratória (TIP).
- Realizar o TIP.
Mtr Mão.

O instruendo deverá:
As condições dos
Atirar com a Mtr - aplicar as técnicas e procedimentos para a
Exc Tir do Módulo
Mão realizando ti- execução da pontaria e do tiro;
TIB de tiro do Tiro de
ros de instrução bá- - obter índices de suficiência previstos no
Instrução Básico
sicos. Módulo de Tiro do TIB, ficando em condi-
(TIB).
ções de empregar a arma com seguraça.

As condições dos O instruendo deverá obter os índices de su-


Atirar com a Mtr
Exc Tir do Módulo ficiência em todos os Exc Tir previstos no
Mão realizando os
TIA de Tiro do Tiro de Módulo de Tiro do TIA, ficando em condi-
Tiros de Instrução
Instrução Avançado ções de empregar a arma na defesa pes-
Avançados.
(TIA) soal.

As condições dos O instruendo deverá obter os índices de su-


Empregar a Mtr Mão Exc Tir do Módulo ficiência em todos os Exc Tir previstos no
TCB em situações de de Tiro do Tiro de Módulo de Tiro do TCB, ficando em condi-
combate. Combate Básico ções de empregar a arma na defesa pesso-
(TCB). al, em situações de combate.

OBSERVAÇÃO - O Tiro de Combate Avançado (TCA) não se aplica à Mtr Mão, arma exclusiva-
mente de emprego individual.

Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução.

A5-4
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

III. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIP TIB TIA TCB
PESSOAL QUE ATIRA

Oficiais Dotados de Mtr Mão - - X X


OFICIAIS (2)
Demais Não dotados - - - -

Subtenentes
Dotados de Mtr Mão - - X X
e Sargentos
SUBTENENTES E
SARGENTOS (2)
Subtenentes
Não dotados - - - -
e Sargentos

Cb e Sd Dotados de Mtr Mão - - X X


CABOS E
SOLDADOS
ENGAJADOS (2) Não dotados das
Cb e Sd - - X -
OM de PE

Não dotados das de-


Cb e Sd X X - -
mais OM

Dotados
CABOS E SOLDA-
DOS RECRUTAS (1) Não dotados das
Cb e Sd OM de PE X - - -

Não dotados das de-


mais OM

TIROS DE
Atiradores Todos - - - -
GUERRA (1)

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões

(2) Exercícios de Manutenção de Padrões

Tab 2 - Pessoal que Atira

A5-5
EB70-IR-01.002

A5-6
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO
EB70-IR-01.002

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum - -

IV. TESTE DA INSTRUÇÃO Traçante (Trç) - -


PREPARATÓRIA (a) (b) (c) TIP Festim (Ft) - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5

Cartucho .22 (Cart .22) - -


Chumbinho (4,5) 60 60
TOTAIS 60 60

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Sessão Tempo Exercício Alça Posição Tiro por Tempo PADRÕES MÍNIMOS
(d) Estimado de Luz Distância (f) (g) Homem Munição (seg) Regime Alvo
(e) Tiro
1 DA 5
1ª 2h
2 D 5
3 JA 5 - 3 impactos em um escanti-
2ª 1h lhão de 3 cm de diâmetro, em
4 10 m J 5 A6 cada Exc Tiro.
Diur- -- Sem - Classificação: não há.
5 no PA 5 4,5 tempo --
3ª 1h
6 P 5
4ª 1h 7 5m PM 4 - 2 impactos na silhueta em
8 As 5 A2 cada Exc Tiro.
5ª 2h 10 m - Classificação: não há.
9 As 5

Tab 3 - Teste da Instrução Preparatória.


INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

1. OBSERVAÇÕES
(a) O tiro com o FAC – enquanto não estiver disponível um simulador de tiro específico
para a Mtr Mão - complementa a IPT e prepara para o TIB, jamais o substitui. Os instruendos só
realizarão o tiro com a Mtr Mão após obterem o padrão mínimo nos exercícios de tiro (Exc Tir)
correspondentes com o FAC.
(b) O FAC e o Simulador de Tiro são um excelente meio auxiliar de instrução a ser utilizado
na recuperação de atiradores que apresentem dificuldades na obtenção do padrão mínimo nos Exc
Tir com a Mtr Mão. Os instrutores não deverão titubear em fazer retornar ao TIP todo aquele militar
que estiver demonstrando dificuldade em qualquer exercício de tiro (em termos de custos é sempre
bom ressaltar que um cartucho 9mm equivale a cerca de 100 chumbinhos diabolô).
(c) As regras de segurança e de procedimento no estande deverão ser aplicados nos Exc
Tir com o FAC. Entretanto, poderão ser utilizados outros locais do aquartelamento, além do próprio
estande de tiro, desde que ofereçam segurança ao pessoal e ao material existente nas imediações,
a critério da Direção de Instrução da OM.
(d) As 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª sessões devem ser realizadas antecedendo – de per si e, imediata-
mente (1 a 3 dias) – as 1ª e 3ª sessões do TIB e a 3ª sessão do TIA.
(e) Tempo estimado para uma tropa de valor pelotão, com dez posições de tiro.
(f) Antes de iniciar a instrução, os aparelhos de pontaria dos FAC devem ser ajustados pelo
instrutor, realizando uma série de disparos, de maneira que os grupamentos de impactos dos mesmos
estejam, aproximadamente, no centro de uma folha de papel do tipo A4.
(g) Posições de tiro, convenções do C23-1:
D - Deitado;
DA - Deitado, arma apoiada;
J - De joelhos;
JA - De joelhos, apoiado;
P - De pé;
PA - De pé, arma apoiada;
As - Posição de assalto; e
PM - De pé, modificada (ver IT Fuzil):
- o atirador postado na posição de pé, voltado de frente para o alvo, pernas se-
paradas, mantendo boa base;
- empunha o FAC cruzado à frente do corpo, “em guarda”, formando um ângulo de, apro-
ximadamente, 60º com a horizontal, boca do cano voltada para a frente;
- executa um passo curto à frente com a perna do lado da mão que empunha o guarda mão;
- a perna de trás estendida, sem estar retesada;
- o tronco ligeiramente lançado para a frente, no prolongamento da perna estendida;
- a mão que atira empunha o punho, puxando-o firmemente, com o terço inferior da chapa
da soleira de encontro ao cavado do ombro, salientado pelo cotovelo projetado para cima; e
- a cabeça na vertical, bochecha apoiada sobre a coronha, musculatura do pescoço
descontraída.

A5-7
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

- Esta posição é utilizada também para o tiro noturno, não visado por intermédio do aparelho
de pontaria, onde o atirador, olhando para o alvo, com os dois olhos abertos, coloca a cabeça numa
posição mais alta, usando como referência o toque da parte inferior do queixo sobre a coronha,
conforme previsto no C23-1.

2. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS

- Não há classificação conceitual, e sim a verificação de Apto (A) ou Inapto (I). A classificação
de “Inapto” é apenas transitória, durante a instrução, pois todos os instruendos deverão estar aptos
para realizarem o TIB.

A5-8
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017-APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 28 28
Traçante (Trç) - -
VI. TIRO DE INSTRUÇÃO
TIB Festim (Ft) - -
BÁSICO
Simulador - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5

Cartucho .22 (Cart .22) - -


Chumbinho (4,5) -- --
TOTAIS 28 28

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Posição Tiros por Muni- Tempo Regime
Sessão Estimado Luz Distância Alça Alvo
de Tiro (b) homem ção (seg) (c)
(a)
101 DA 4
102 D 4 - Em cada Exc Tiro 3 impac-
1ª 1h 10 m -- TT A6 tos no escantilhão.
103 JA 4 - Classificação: ver quadro 1
104 Diur- PA 5
no
105 20 m PM 5
- Em cada Exc Tiro 3 impac-
2ª 1h -- Rj/2-3 A2 tos na silhueta.
Comum

106 15 m PM 2
Sem tempo

- Classificação: ver quadro 2

Diur- - 1 impacto na silhueta


no (d) - Classificação: Não há
3ª 1h 107 15 m -- PM 4 TT A2
- 1 impacto na silhueta
Not
- Classificação: ver quadro 3
INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO
EB70-IR-01.002

A5-9
Tab 4 - Tiro de Instrução Básico.
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

1. OBSERVAÇÕES:
(a) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um estande tipo “D”, de 25 metros.
(b) Posições de tiro, convenção do C23-1.
DA - Deitado, apoiado
D - Deitado
JA - De joelhos, apoiado
PA - De pé, apoiado
PM - De pé, modificada (ver IT FUZIL):
- o atirador postado na posição em pé, voltado de frente para o alvo, pernas
separadas, mantendo boa base;
- empunha a Mtr Mão cruzada à frente do corpo, “em guarda”, formando um ângulo
aproximado de 60º com a horizontal, boca do cano voltada para a frente;
- executa um passo curto à frente com a perna do lado da mão que empunha o
punho dianteiro da Mtr Mão;
- a perna de trás estendida, sem estar retesada;
- o tronco ligeiramente lançado para a frente, no prolongamento da perna estendida;
- a mão que atira empunha o punho da Mtr Mão puxando-a, firmemente pelo punho,
com o terço inferior da chapa da soleira de encontro ao cavado do ombro, salientado pelo cotovelo
projetado para cima; e
- a cabeça na vertical, bochecha apoiada sobre a coronha, musculatura do pescoço
descontraída.
- Esta posição é utilizada também para o tiro noturno, não visado por intermédio
do aparelho de pontaria, onde o atirador, olhando para o alvo, com os dois olhos abertos, coloca a
cabeça numa posição mais alta, usando como referência o toque da parte inferior do queixo sobre
a coronha, conforme previsto no C23-1.
(c) Regimes de tiro:
TT – Tiro intermitente
Rj – Rajadas (de 2 a 3 tiros).
(d) Ao final da tarde, antes do exercício de tiro noturno.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

a. 1ª Sessão – Exercícios 101, 102 e 103


- Familiarizar-se com o desempenho da arma.
- Tiro de grupamento.
b. 2ª Sessão – Exercício 104 e 105
- Desenvolver a confiança na arma.
- Adquirir o controle do tiro em rajadas.
- Exc Tir 104
- Construir a posição de tiro de Pé Apoiado (ver C 23-1).

A5-10
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

- Exc Tir 105


- Assimilar as técnicas de tomada da posição De Pé Modificada, de visada e da execução
do tiro em rajadas.
- O atirador, na posição de pé, arma na posição “em guarda”, boca do cano voltada para
frente, formando um ângulo de 45º com a horizontal, recebe ordem para alimentar e travar, aguarda
um sinal do instrutor para engatilhar a arma, agindo na alavanca de manejo, toma a posição PM
(Ver 1. OBSERVAÇÕES, (d), destrava a arma e executa, em um alvo A2, uma rajada de 2 ou três
tiros a cada exposição do alvo ou silvo de apito do Oficial de Tiro.
- Neste exercício, para maior segurança, deve ser aumentada a distância entre os ati-
radores.
c. 3ª Sessão – Exercícios 106 e 107
- Desenvolver a confiança no emprego da arma na defesa do posto de sentinela, em
completa obscuridade.
- A execução desta Sessão, em sequência às anteriores, caracteriza a habilitação
do soldado para participar do serviço de Guarda do Quartel.
- Exc Tir 106
- Adaptação ao tiro noturno.
- Assimilar as técnicas de tomada da posição De Pé Modificada, de visada e da execução
do tiro noturno.
- Execução como no Exc Tir 105, realizando dois disparos em tiro intermitente à exposição
do alvo ou silvo de apito do Oficial de Tiro.
- Neste exercício, para maior segurança, deve ser aumentada a distância entre os ati-
radores.
- Exc Tir 107
- Alvo fracamente iluminado.
- Linha de tiro em completa obscuridade.
- A execução será como descrita para o Exc Tir 106, executando dois disparos a cada
exposição de alvo ou silvo de apito do Oficial de Tiro.

A5-11
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador.

QUADRO 1: Exc Tir 101, 102 e 103


Classificação R B MB E
Diâmetro do escantilhão (Comum) 15 12 8 4

Tab 5 - Classificação do Resultado no TIB, Exc Tir 101, 102 e 103.

QUADRO 2: Exc Tir 104 e 105


Nº de impactos na silhueta Classificação
9 ou 10 E
7 ou 8 MB
4a6 B
3 R
Tab 6 - Classificação do Resultado no TIB, Exc Tir 104 e 105.

QUADRO 3: Exc Tir 107


Nº de impactos na silhueta Classificação
4 E
3 MB
2 B
1 R
Tab 7 - Classificação do Resultado no TIB, Exc Tir 107.

A5-12
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

MUNIÇÃO NECESSÁRIA

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 28 28
Traçante (Trç) - -
VI. TIRO DE INSTRUÇÃO Festim (Ft) - -
AVANÇADO
TIA
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5

Simulador - -
Cartucho .22 (Cart .22) - -
Chumbinho (4,5) -- --
TOTAIS 28 28

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Exercício Posição Tiro por Tempo Regime PADRÕES MÍNIMOS
Sessão Estimado de Luz Distância Alça (c) Homem Munição (seg) Alvo
(b) Tiro (d)

201 J 2 Sem
Not 15 m -- Tempo 1 A2
202 PM 2 - 1 impacto na silhueta, nos 4 dis-
1ª 2h
(a) TT paros dos Exc Tir 201 e 202.
203 PJ 5 20 - Classificação: ver quadro 4
204 PM 5 15
205 25 m -- As 5 10 - 5 impactos nas silhuetas, dos
15 disparos dos Exc Tir 203, 204
Comum

2ª 2h Diur- Rj/2-3
206 no PM 5 5 1 A2 e 205.
- Classificação: ver quadro 5.
25 a 15 m 5 - 4 impactos nas silhuetas, nos 10
3ª 2h 207 -- As 5
(a) TT disparos dos Exc Tir 206 e 207.
15 a 5 m 5 - Classificação: ver quadro 6.
INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

Tab 8 - Tiro de Instrução Avançado.


EB70-IR-01.002

A5-13
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

1. OBSERVAÇÕES:
(a) Precedida da sessão (ou sessões) correspondentes do TIP.
(b) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um estande tipo “D”.
(c) Posições de tiro, convenções do C 23-1 e do Módulo do TIB, desta IT:
J - De joelhos
PJ - De pé à posição de joelhos
PM - De pé modificada
As - De assalto.
(d) Regimes:
TT - Tiro intermitente
Rj - Rajada de 2 a 3 tiros.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exercícios 201 e 202:
- Desenvolver a destreza na execução do tiro noturno.
- Linha de tiro em completa obscuridade.
- Ver detalhes no C23-1 e nos módulos do TIP e TIB desta Instrução de Tiro.
b. 2ª Sessão – Exercícios 203 a 205:
- Desenvolver a destreza na tomada da posição de tiro e na execução do tiro, com limite
de tempo.
- Posição inicial para cada Exc Tir: de pé, arma “em guarda”, boca do cano voltada para
a frente, formando um ângulo aproximado de 60º com a horizontal; arma engatilhada e travada.
Mediante a exposição dos alvos ou silvo de apito do Oficial de Tiro, o atirador toma a posição de tiro
(J, PM ou As) e executa duas rajadas de 2 a 3 tiros cada uma, no tempo previsto.
- Nestes exercícios, para maior segurança, deve ser aumentada a distância entre os
atiradores.
c. 3ª Sessão – Exercícios 206 e 207:
- Adaptar-se à execução do tiro durante um deslocamento e de assalto.
- Nestes exercícios, para maior segurança, deve ser aumentada a distância entre os
atiradores.
- Exercício 206:
- O atirador inicia o exercício com a arma “em guarda”, boca do cano voltada para a frente
(ângulo de 60º), arma alimentada, engatilhada e travada. A comando, inicia o movimento na direção
ao alvo, realizando um disparo a cada dois passos, na posição de Pé Modificada (ver descrição no
Módulo do TIB), até a linha dos 15 metros.
- Exercício 207:
- Idem ao Exc Tir 206, realizando o tiro na posição de Assalto (As), da linha dos 15 m
até a dos 5 metros.

A5-14
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador.

QUADRO 4: Exc Tir 201 e 202


Nº de impactos na silhueta Classificação
4 E
3 MB
2 B
1 R
Tab 9 - Classificação do Resultado no TIA, Exc Tir 201 e 202.

QUADRO 5: Exc Tir 203 e 205


Nº de impactos na silhueta Classificação
13 a 15 E
11 a 12 MB
7 a 10 B
5 ou 6 R
Tab 10 - Classificação do Resultado no TIA, Exc Tir 203 e 205.

QUADRO 6: Exc Tir 206 e 207


Nº de impactos na silhueta Classificação
8 a 10 E
6 ou 7 MB
4 ou 5 B
3 R
Tab 11 - Classificação do Resultado no TIA, Exc Tir 206 e 207.

A5-15
EB70-IR-01.002

A5-16
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 23 23
Traçante (Trç) - -

VII. TIRO DE INSTRUÇÃO BÁSICO Festim (Ft) - -


TCB
Simulador - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5

Cartucho .22 (Cart .22) - -


Chumbinho (4,5) -- --

TOTAIS 23 23

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Tempo Exercício Posição Tiro por Tempo Regime PADRÕES MÍNIMOS


Sessão Estimado Luz Distância Alça Munição Alvo
(a) de Tiro (b) Homem (seg) (c) (d)

301 50 m D 2 10
1 A2
302 40 m Mvt PD 2 15
TT
303 30 m Mvt PJ 2 15 - 7 impactos nas silhuetas no
única 3h 304 20 m - Mvt PM 2 Comum conjunto dos Exc Tir.
10

Diurno
- Classificação: ver Quadro 7
305 20 m Mvt PM 5 25 2 A2

15 a 10 Rj/2-3
306 m Mvt As 10 25

Tab 12 - Tiro de Instrução Básico.


INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

1. OBSERVAÇÕES:
(a) Tempo estimado para uma tropa valor Pelotão em um estande tipo “D”.
(b) Posições de tiro, convenções do C 23-1 e do Módulo do TIB, desta IT:
D - Deitado.
Mvt PD - Atirador em movimento, para, assume a posição deitado.
Mvt PJ - Atirador em movimento, para, assume a posição de joelhos.
Mvt PM - Atirador em movimento, para, assume a posição de pé modificada.
Mvt As - Atirador em movimento, para, assume a posição de assalto.
(c) Regime:
TT - Tiro intermitente
Rj/2-3 - Rajadas de 2 a 3 tiros.
(d) As silhuetas do tipo A2 devem estar afastadas uma da outra de 1 a 2 metros.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. Os exercícios são executados continuamente numa única sessão.
b. São utilizados dois carregadores: o 1º com 10 cartuchos e o 2º com 13 cartuchos.
c. O estande ou linha de tiro deverá ter linhas balizando as distâncias de 60 a 10 metros, bem
como as faixas de progressão dos atiradores até a linha dos alvos.
d. Para maior segurança, aumentar os intervalos entre os atiradores.
e. A execução desta Sessão deverá ser ensaiada pelos atiradores, sem munição, na sequência
dos exercícios a serem realizados, imediatamente antes da execução (tomada das posições, os
atos de destravar e travar a armas, registrar o tiro automático, etc).
f. Procedimento:
1) O Exc Tir tem início com o atirador na posição deitado (D), com o registro de tiro indi-
cando o tiro intermitente. O alvo é exposto por 10 seg (no caso de impossibilidade de ocultar os
alvos, utilizar silvos de apito para indicar o início e o término do tempo para execução dos disparos),
o atirador destrava a arma e executa dois disparos na silhueta.
2) A comando, o atirador inicia o movimento com a Mtr Mão “em guarda”, boca do cano
voltada para a frente. Inopinadamente, quando o atirador atingir a linha dos 50 m, o alvo será exposto
por 15 seg (ou será emitido um silvo de apito); o atirador assume a posição deitado (D), destrava
a arma e executa dois disparos.
3) A comando, o atirador reinicia o movimento com a Mtr Mão “em guarda”, boca do cano
voltada para a frente. Inopinadamente, quando o atirador atingir a linha dos 40 m, o alvo é exposto
por 15 seg (ou será emitido um silvo de apito); o atirador assume a posição de joelhos (J), destrava
a arma e executa dois disparos.
4) A comando, o atirador retoma o movimento com a Mtr Mão “em guarda”, boca do cano
voltada para a frente. Inopinadamente, quando o atirador atingir a linha dos 30 m, o alvo é exposto
por 10 seg (ou será emitido um silvo de apito); o atirador destrava a arma, assume a posição de
pé modificada (PM) e executa dois disparos.

A5-17
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A5 INSTRUÇÃO DE TIRO COM METRALHADORA DE MÃO

5) A comando, o atirador reinicia o movimento com a Mtr Mão “em guarda”, boca do cano
voltada para a frente, e o registro de tiro indicando o tiro automático. Inopinadamente, quando
o atirador atingir a linha dos 20 m, dois alvos são expostos por 15 seg (ou será emitido um silvo de
apito); o atirador destrava a arma, assume posição de pé modificada (PM) e executa uma rajada de
2 disparos em uma silhueta, troca o carregador e executa uma rajada de 3 disparos na outra silhueta.
6) A comando o atirador reinicia o movimento com a arma na posição de assalto (Ass)
e com o registro de tiro indicando o tiro automático. Entre as distâncias de 20 m e 10 m do
alvo, dois alvos são, inopinadamente, expostos (ou será emitido um silvo de apito); o atirador, sem
interromper o movimento, destrava a arma, executa rajadas de 2 ou 3 tiros em cada alvo, ao ritmo
de uma rajada a cada dois passos.
7) SOMENTE APÓS A INSPEÇÃO DE ARMAS E CARREGADORES, PODERÁ SER
PROCEDIDA A VERIFICAÇÃO DOS ALVOS, COMPUTADOS OS IMPACTOS E REALIZADA A
COLAGEM DAS OBREIAS.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador:

QUADRO 7
Nº de Impactos nas Silhuetas Classificação
19 - 23 E
15 - 18 MB
11 - 14 B
7 a 10 R

Tab 13 - Classificação do Resultado no TCB.

A5-18
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MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A6

INSTRUÇÕES DE TIRO COM O FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI

Edição
2017

A6-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
I - PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES

Em que pese o caráter essencialmente individual da instrução de tiro com o Fuzil Metralhador,
merece particular realce, na formação do atirador, o conhecimento de que se trata de arma coletiva,
cujo emprego, no âmbito da fração elementar, assume especial importância. Deste modo, além do
preparo técnico que garante a execução do tiro com precisão e destreza, é mister que o atirador
conheça o emprego tático da arma no Grupo de Combate. Ganha assim importância o Tiro de Com-
bate Avançado (TCA). Por esse motivo, é conveniente que os atiradores de Fuzil Metralhador sejam
selecionados entre os soldados engajados que, além de outros atributos, tenham obtido conceito
MB no Tiro de Combate Básico com o fuzil, ou, no caso de soldados recrutas, aqueles que tenham
obtido os melhores resultados no Tiro de Instrução Básico com o fuzil.

2. MÓDULOS DE TIRO

a. IPT
A IPT conduzida para o fuzil é praticamente suficiente para o preparo do atirador de fuzil
metralhador. Entretanto, alguns exercícios necessitam adaptações peculiares ao Fuzil Automático
Pesado (FAP):
- Posições de tiro;
- Verificação na constância da pontaria; e
- Controle do gatilho.
1) Posições de tiro
Algumas posições diferem em aspectos fundamentais daquelas prescritas para o fuzil
(ver figuras). Devem ser exercitadas na IPT com o FAP as seguintes posições:
- deitado com apoio no bipé (D Bp);
- de joelhos apoiado (JA);
- de pé apoiado (PA);
- de assalto “baixa” (Ass Bx); e
- de assalto “alta” (As Alt).
2) Verificação na constância da pontaria
Esse exercício deve ser realizado com o FAP, na posição deitado com apoio no bipé,
retirando-se o carregador da arma e apoiado-a em sacos de areia ou serragem para que fique em
posição estável e na altura correspondente ao ombro do atirador.
3) Controle do gatilho
A educação do sistema nervoso do atirador e a aplicação da técnica de controle do
gatilho são indispensáveis para a execução e controle do tiro contínuo. O tiro em rajadas provocará,
no iniciante, reações que prejudicarão a precisão do tiro: movimentos involuntários, fechamento dos
olhos, recuo da cabeça, permanência do dedo na tecla do gatilho, etc.
A ação do dedo sobre o gatilho e o controle do sistema nervoso serão exercitados por
intermédio da ambientação do atirador ao tiro contínuo com munição de festim, para obter o controle
necessário à execução de rajadas curtas de 2, 3 e 5 tiros, na oficina de Controle do Gatilho da IPT.
b. TIP
- Ver, inicialmente o manual C23-1 - 1ª Parte - Fuzil.
- Realizada a primeira parte do TIP, o instruendo realizará a sua 2ª parte que é constituído
pelo Módulo de Tiro com o Fuzil Calibre .22 na inexistência deste, com o Fuzil a Ar Comprimido
(FAC) e com o próprio Fuzil Metralhador, para obtenção do controle das rajadas no tiro contínuo,
com a munição de festim.
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o
instruendo inicie o módulo seguinte: Tiro de Instrução Básico (TIB).
A6-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
c. TIB
- O TIB está particularmente estabelecido para o atirador aplicar as posições de tiro pecu-
liares ao FAP e/ou Mtr MINIMI e exercitar a perícia na realização do tiro contínuo.
- É realizado na IIB para os sargentos, cabos e soldados engajados, não dotados
com o FAP e/ou Mtr MINIMI, no âmbito da instrução de CTTEP como Instrução de Manutenção de
Padrões (ver quadro do Pessoal que Atira).
- O estande padrão, no momento, é o do tipo “D”, com 25 metros. Caso a OM possua estande
do tipo “B”, com 50 metros; ou do tipo “C”, com 30 metros, que possuam a devida segurança para
a realização do tiro, estes poderão ser utilizados, devendo ser observados os critérios constantes
do Quadro 1 para avaliação dos resultados.
d. TIA
- O TIA busca obter a adaptação do atirador dotado com a arma, realizar (ou confirmar, no
caso dos soldados engajados) a obtenção da Alça de Combate e desenvolver a perícia na execução
do tiro.
- É realizado na IIQ como Instrução de Desenvolvimento de Padrões pelos soldados
recrutas dotados de FAP e/ou Mtr MINIMI (ver Pessoal que Atira).
- É realizado a partir do início do ano de instrução como Instrução de Manutenção de
Padrões para os soldados engajados dotados de FAP e/ou Mtr MINIMI (ver Pessoal que Atira).
- Os exercícios de tiro (Exc Tir) são realizados às distâncias de 25 e de 100 a 80 metros.
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o militar
dotado de FAP e/ou Mtr MINIMI inicie o módulo seguinte: Tiro de Combate Básico (TCB).
e. TCB – Tiro de Combate Básico
- O TCB busca desenvolver a perícia na tomada da posição e na abertura do fogo a partir
de uma situação de movimento, e, também, na manutenção da continuidade do tiro após o término
da munição do carregador e/ou Fita/Elos.
- É realizado na Fase da Instrução Individual de Qualificação (IIQ) como Instrução de De-
senvolvimento de Padrões pelos soldados recrutas e de Manutenção de Padrões pelos soldados
engajados dotados de FAP e/ou Mtr MINIMI (ver Pessoal que Atira).
- Este Módulo inclui exercícios de tiro (Exc Tir) que são realizados às distâncias de 300
a 30 m.
f. TCA
- É realizado no Período de Adestramento Básico.
- É o tiro do Grupo de Combate, visa ao emprego combinado da manobra e dos fogos dos
fuzis e dos fuzis metralhadores.
- Os Exc Tir estão descritos na IT FUZIL.

3. MUNIÇÃO

- Os Módulos de Tiro indicam a munição a ser empregada em cada Exc Tir.


- A munição .22 será utilizada no TIP e no TIB, na Preparação Orgânica das OM que dis-
puserem do Fuzil .22. As OM, subunidades e frações que devam realizar a Preparação Completa
empregarão, preferencialmente, a munição comum.
- O Cart Pft, quando disponível, poderá ser empregado em qualquer Exc Tir que indique o
uso do Cart Comum, exceto os exercícios de obtenção da Alça de Combate, do TIA, contribuindo
assim, para a renovação da Dotação Orgânica (DO).

4. REFERÊNCIAS
a. C23-1 – TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS
b. T 23-200 – FUZIL E FUZIL METRALHADORA 7,62 M 964 (FAP)
c. CI 7-5/1 – ABRIGOS E ESPALDÕES
d. CI 7-10/2 – O GRUPO DE COMBATE
A6-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI

Posição para o Tiro Deitado com apoio no bipé (DBp)

Fig 1 - Posição para o Tiro Deitado com apoio no bipé.

É usada para a execução do fogo de apoio ao movimento, obtendo a melhor estabilidade,


para execução do tiro de rajadas.
O mesmo assestamento é usado para a execução do tiro abrigado em toca, trincheira
ou parapeito.
- O atirador, deitado, desdobrará as pernas do bipé e levantará a placa de apoio do ombro.
- a mão direita segura o punho e fixa a arma de encontro ao cavado do ombro.
- a mão esquerda coloca-se sobre o delgado, forçando a arma para baixo. Os
cotovelos e solo completam a firmeza do assestamento.
- o malar apoia-se contra o dorso da mão esquerda dando firmeza ao assestamento.

A6-4
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI

Posição para o Tiro de Assalto Baixa (Ass Bx)

Fig 2 - Posição para o Tiro de Assalto Baixa.

É usada quando se deseja um pesado volume de fogo sobre o alvo e a rapidez do


movimento não é essencial.
Esta posição dá uma boa estabilidade mas não é indicada para o tiro em mo- vimento.
As rajadas normais são de 6 a 8 tiros.
- O bipé permanece desdobrado;
- a mão esquerda segura firmemente o guarda-mão;
- o braço esquerdo mantém a arma na direção e elevação adequadas;
- a mão direita segura o punho;
- a coronha apoia-se, firmemente, de encontro a coxa;
- o pé esquerdo é apontado na direção do alvo;
- o pé direito, à retaguarda, dá estabilidade à posição;
- pernas ligeiramente flexionadas;
- corpo ligeiramente inclinado; e
- a “pontaria” realizada é a “olho no alvo”.

A6-5
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI

Posição para o Tiro de Assalto Alta (Ass Alt)

Fig 3 - Posição para o Tiro de Assalto Alta.

É usada quando o alvo está próximo e um pesado volume de fogo e a rapidez do


movimento são essenciais.

O atirador deverá executar rajadas curtas (2 e 3 tiros), em movimento, cada vez que
o pé esquerdo tocar o solo, durante a progressão.

- O bipé permanece desdobrado;

- a mão esquerda segura firmemente o guarda-mão;

- o braço esquerdo mantém a arma na direção e elevação adequadas;

- a mão direita segura o punho;

- a coronha é colocada sob braço direito e firmada contra o tórax;

- o pé esquerdo é apontado na direção do alvo;

- o pé direito, à retaguarda, dá estabilidade à posição; e

- a “pontaria” realizada é a “olho no alvo”.

A6-6
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO


- Realizar a Instrução Pre-
Aplicar as técnicas O instruendo deverá demonstrar o
paratória para o Tiro des-
e procedimentos de desempenho exigido no Teste da
crita no C23-1 (IPT) e no
IPT execução da ponta- Instrução Preparatória (TIP) previs-
Nº2 MÓDULOS DE TIRO,
ria e do tiro com o to no C 23-1 e no Tiro com o Fuzil
letra “b.”desta IT.
fuzil metralhador. .22 ou FAC.
- Realizar o TIP.
O instruendo deverá:
- aplicar as técnicas e procedimen-
tos para a execução da pontaria e
Atirar com o fuzil do tiro;
reali- zando os tiros As condições dos Exc Tir - obter os índices de suficiência
TIB
de ins- trução bási- do Módulo de Tiro do TIB previstos no Módulo de Tiro do TIB,
cos. ficando em condições de empregar
a arma com segurança com o inte-
grante de fração na Garantia da Lei
e da Ordem.
O instruendo deverá obter os ín-
dices de suficiência em todos os
Atirar com o fuzil Exc Tir previstos no Módulo de Tiro
reali- zando os tiros As condições dos Exc Tir do TIA, ficando em condições de
TIA
de ins- trução avan- do Módulo de Tiro doTIA. empregar a arma com segurança
çados. na defesa de instalações e com o
integrante de fração na Garantia da
Lei e da Ordem.
O instruendo deverá obter índices
de suficiência em todos os Exc
Atirar com o fuzil
As condições dos Exc Tir Tir previstos no Módulo de Tiro
TCB em situações de
do Módulo de Tiro do TCB do TCB, ficando em condições de
combate.
empregar a arma em situações de
combate
Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução.

III. OBJETIVOS DO ADESTRAMENTO (Obj Ades)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO


O GC deverá:
Empregar o fuzil
- demonstrar eficácia de fogo por
metralhador em co-
As condições dos Exc Tir do meio da obtenção de pelo menos
TCA ordenação com os
Módulo de Tiro do TCA. 30% de impactos do total de tiros
fuzis da esquadra e
disparados;
do GC
- demonstrar disciplina de tiro.

OBSERVAÇÃO: o TCA deverá ser realizado como parte da Instrução Preliminar dos Exc Cmp
programados no PAB do Pel Fuz e do Pel CMec (Ver IT Fuzil).

Tab 2 - Objetivos do Adestramento.

A6-7
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI

IV. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIP TIB TIA TCB TCA
PESSOAL QUE ATIRA
OFICIAIS Todos - - - - -
Subtenentes
SUBTENENTES - - - - -
1º e 2º Sgt
E SARGENTOS
(2) Cmt de GC, Gp E Cmb,
3º Sargentos - X - - -
Gp/PelSeg
Cb e Sd Cmt de Esquadra no GC - X - - -
CABOS E
SOLDADOS Soldado Atirador no GC - - X X X
ENGAJADOS
Atirador no GE Cmb e
(2) Soldado - - X X -
no Gp/PelSeg
Soldado Atiradorno GC X - X X X
CABOS E
SOLDADOS Atirador no GE Cmb e
Soldado X - X X -
RECRUTAS no Gp/PelSeg
(1)
Cb e Sd Cmt de Esquadra no GC X X - - -
TIROS DE
Atiradores (1) Todos - - - - -
GUERRA

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.


(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.
Tab 3 - Pessoal que Atira.

A6-8
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR FAP E FAMÍLIA MINIMI

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum - -

V. TESTE DA INSTRUÇÃO Traçante (Trç) - -


PREPARATÓRIA (a) (b) TIP Festim (Ft) - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6

Cartucho .22 (Cart .22) 51 51

Chumbinho (4,5) - -

TOTAIS 51 51

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Sessão Exercício Distân- Alça Posição Tempo
Estimado Luz por Munição Regime Alvo
(c) de Tiro cia (e) (f) (seg)
(d) homem
1 D Bp 4
Em cada Exc Tir, 3 impactos no
1ª 2h 2 JA 4 TT A6
escantilhão de:
3 PA 4 - 7,5 cm de diâmetro - Fz.22
25 m ou - 3 cm de diâmetro - FAC
4 D Bp 5
2ª 2h 10 m RJ/2-3 A6 Classificação: não há.
5 JA 5
6 P D Bp 5 .22 ou Em cada Exc Tir, 2 impactos na
-
4,5 mm

Diurno
3ª 1h RJ/2-3 A2 silhueta.
FAP E FAMÍLIA MINIMI

7 P JA 5
Sem Tempo

Class: não há.


8 25 a 15 A 5 2
4ª 2h RJ/2-3 Nos dois Exc Tir de cada
9 m M vtD Bp 5 A2
sessão (10 tiros), 3 impactos
10 As Alt 5 nas silhuetas.
2
5ª 1h 25 m RJ/2-3 Classificação: não há.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR

11 As Bx 5 A2

Tab 4 - Teste da Instrução Preparatória.


EB70-IR-01.002

A6-9
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
1. OBSERVAÇÕES
(a) O tiro com o FAP .22 (Fz .22 IMBEL, com bipé) complementa a IPT e prepara para o TIB
e/ou TIA, jamais o substitui. Os instruendos só realizarão o tiro com o FAP após obterem mínimo nos
exercícios de tiro (Exc Tir) correspondentes com o FAP .22 ou o FAC. O TIP deverá ser realizado
preferencialmente com o FAP .22, para as OM que dispuserem desse armamento. Será realizado
com o FAC, como alternativa.
(b) As regras de segurança e de procedimento no estande deverão ser aplicados nos Exc Tir
com o FAP .22. Os Exc Tir com o FAC poderão ser realizadas em outros locais do aquartelamento,
além do próprio estande de tiro, desde que ofereçam segurança ao pessoal e ao material existente
nas imediações, a critério da Direção de Instrução da OM.
(c) As 1ª e 2ª sessões do TIP devem ser realizadas, antecedendo as 1ª e 2ª sessões e/ ou
Exc Tir correspondentes do TIB ou TIA, no período de 1 a 3 dias.
As 3ª e 4ª sessões do TIP devem ser realizadas, antecedendo as 4ª e 5ª sessões e/ou Exc
Tir do TIA, no período de 1 a 3 dias.
A 5ª sessão do TIP deve ser realizada, antecedendo a 1ª sessão e/ou Exc Tir correpondentes
do TCB, no período de 1 a 3 dias.
(d) Tempo estimado para uma tropa de valor pelotão, em um estande do tipo D6 (com seis
posições de tiro).
(e) Antes de iniciar a instrução, os aparelhos de pontaria dos FAP .22 e/ou dos FAC devem
ser ajustados pelos instrutor, de maneira que os grupamentos de impactos dos mesmos estejam,
aproximadamente, no centro de uma folha de papel do tipo A4.
(f) Posições de tiro, convenções do C23-1:
D Bp - Deitado, arma apoiada no bipé;
JA - De joelhos apoiado;
PA - De pé apoiado;
PDBp - De pé a deitado, arma apoiada no bipé;
PJA - De pé a de joelhos apoiado;
Mvt D Bp - Em movimento a deitado com bipé;
A - Abrigado;
As Alt - Assalto, posição alta; e
As Bx - Assalto, posição baixa.
(g) Regime de Tiro:
TT - Tiro intermitente.
Rj/2-3 - Rajadas de 2 a 3 tiros.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

a. Os exercícios com o FAP .22 ou com o FAC não podem ser vistos como um fim em si
mesmo. Caracterizam tão somente o emprego de um excelente meio auxiliar de instrução que,
para os novos instruendos, consolidará a IPT e criará condições para a obtenção do padrão mínimo
exigido nos exercícios do TIA; para os sargentos, cabos e soldados engajados, facilitará em muito
a manutenção de padrões no TIB.
b. Os instrutores não deverão titubear em fazer retornar ao TIP todo aquele militar que es-
tiver demonstrando dificuldade em qualquer exercício de tiro (em termos de custos é sempre bom
ressaltar que um cartucho 7,62 equivale a cerca de 10 cartuchos .22 ou 200 chumbinhos 4,5 mm).

A6-10
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
c. 1ª e 2ª Sessões
- Execução conforme a tabela do TIP.
d. 3ª Sessão - Exc Tir 6 e 7
- O exercício tem início com o atirador na posição de pé, arma em guarda alta, boca do
cano voltado para a frente, carregada e travada.
- A comando, o atirador toma a posição de tiro D Bp (JA, para o Exc Tir 7) e executa rajadas
curtas de 2 a 3 tiros, uma em cada um dos alvos.
e. 4ª Sessão - Exc Tir 8 e 9
1) Exc Tir 8
- O exercício tem início com o atirador na posição abrigado (A) (abrigo para dois ho-
mens escavado ou construído com sacos de areia). Os alvos serão, inopinadamente, expostos (ou
a comando/silvo de apito) o atirador executará rajadas curtas de 2 a 3 tiros, em cada um dos alvos,
sem tempo limite para a execução.
2) Exc Tir 9
- A comando, o atirador inicia o movimento, arma em “guarda alta”, boca do cano voltado
para a frente, arma carregada e travada; quando atingir a linha dos 20 metros, inopinadamente, dois
alvos serão expostos (ou a comando/silvo de apito); o atirador assumirá a posição “deitado, com bipé”
(D Bp) e executará rajadas curtas de 2 a 3 tiros em cada alvo, sem tempo limite para a execução.
f. 5ª Sessão - Exc Tir 10 e 11
- O exercício tem início com o atirador na posição de pé, arma em guarda alta, boca do
cano voltado para a frente, carregada e travada;
- A comando, o atirador toma a posição de tiro de assalto alta (Ass Alt) (de assalto baixa
- Ass Bx - para o Exc Tir 11) e executa rajadas curtas de 2 a 3 tiros, uma em cada um dos alvos,
sem tempo limite.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS

- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não
o qualificar na função de Atirador de Fuzil Metralhador.

A6-11
EB70-IR-01.002

A6-12
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR FAP E FAMÍLIA MINIMI

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 27 27
Traçante (Trç) - -
VI. TIRO DE INSTRUÇÃO
Festim (Ft) - -
BÁSICO TIB
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6

Simulador - -
Cartucho .22 (Cart .22) - -
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 27 27

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Sessão Exercício Distân- Posição Munição Tempo Regime
Estimado Luz Alça por Alvo
(c) de Tiro cia (d) (e) (seg) (f)
(d) homem
101 D Bp 4
Em cada Exc Tir, 3 impactos
1ª 2h 30 102 JA 4 TT A6 no escantilhão ver Quadro 1.
200 com Classificação: não há
103 PA 4
25 m 15

Diurno
104 D Bp 5
Comum
“clicks” Em cada Exc Tir, 2 impactos
Sem Tempo

2ª 3h 105 JA 5 Rj/2-3 A6 no escantilhão.


FAP E FAMÍLIA MINIMI

Classificação: não há
106 PA 5
Tab 5 - Tiro de Instrução Básico.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
1. OBSERVAÇÕES
(a) As sessões do TIP devem ser realizadas, antecedendo as sessões e/ou Exc Tir corres-
pondentes do TIB, no período de 1 a 3 dias.
(b) Tempo estimado para uma tropa de valor pelotão, em um estande do tipo D6 (com seis
posições de tiro).
(c) O estande de tiro padrão é o tipo D6, todavia, caso a OM possua estande com 30 ou 50
metros, que ofereça condições de segurança, poderá utilizá-lo.
(d) Posições de tiro, convenções do C23-1:
D Bp - deitado, arma apoiada no bipé;
JA - de joelhos apoiado; e
PA - de pé, arma apoiada.
(e) Deve ser realizado com munição Comum.
( f ) Regime: TT – Tiro intermitente.
Rj/2-3 – Rajada de 2 a 3 tiros.

QUADRO 1 - DIÂMETRO DOS ESCANTILHÕES

ESTANDES DE 25 m 7,5 cm
ESTANDES DE 30 m 9,0 cm
ESTANDES DE 50 m 15 cm

Tab 6 - Diâmetro dos Escantilhões no TIB.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

a. 1ª Sessão – Exc Tir 101 a 103


- Tiro de grupamento.
- Familiarizar-se com o desempenho da arma e construir uma posição estável.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 104 a 106
- Tiro de grupamento.
- Desenvolver o controle do gatilho no tiro contínuo, em rajadas curtas.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS

- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto. O
atirador considerado inapto deve voltar ao TIP, na sessão correspondente, antes de repetir o Exc
Tir com munição real.

A6-13
EB70-IR-01.002

A6-14
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR FAP E FAMÍLIA MINIMI

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA

Comum 42 42

Traçante (Trç) 10 10
VII. TIRO DE INSTRUÇÃO
Festim (Ft) - -
AVANÇADO TIA
Simulador 12 12
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6

Cartucho .22 (Cart .22) - -

Chumbinho (4,5) - -

TOTAIS 64 64

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Sessão Tempo Exercício Distância Tiros por Munição Tempo Regime Alvo PADRÕES MÍNIMOS
Luz Alça Posição (d)
(a) Estimado de Tiro (b) (c) homem (e) (seg) (f) (g)

201 D Bp 4
200 com Em cada Exc Tir, 3 impactos no
Sem
1ª 2h 202 15 JA 4 Comum TT A6 escantilhão, ver Quadro 1.
Tempo
“clicks” Classificação: não há.
203 PA 4

204 200 c/15 3

205 3 Obter a Alça de Combate.


De acordo Sem
2ª 3h D Bp Comum TT A6 Ver IT FUZIL - VII. TIA, 3ª Sessão.
206 com as 3 Tempo
Diu Classificação: não há.
correções
207 25 m 3
FAP E FAMÍLIA MINIMI

208 D Bp 5 Nos dois Exc Tir (10 tiros) 3 impactos na


Sem
3ª 1h Rj/2-3 A3 silhueta.
209 JA 5 Tempo
Classificação: ver quadro 2.
Comum
210 P D Bp 5 20 Nos dois Exc Tir (10 tiros) 3 impactos na
2
4ª 1h Rj/2-3 silhueta.
211 P JA 5 15 A3
De Classificação: ver quadro 2.

212 Combate D Bp 5 20 Nos dois Exc Tir (10 tiros) 3 impactos na


2
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR

5ª 1h Not Trç Rj/2-3 silhueta.


213 JA 5 15 A2
Classificação: ver quadro 2.

214 A 5 20 Nos dois Exc Tir (10 tiros) 3 impactos na


100 a 2
6ª 1h Diu Comum Rj/2-3 silhueta.
215 80 m Mvt D Bp 5 20 A2
Classificação: ver quadro 2.

Tab 7 - Tiro de Instrução Avançado.


EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
1. OBSERVAÇÕES
(a) Precedida, obrigatoriamente, do Exc Tir correspondente, previsto no TIP.
(b) Tempo estimado para os atiradores de um pelotão de fuzileiros.
(c) O estande de tiro padrão é o tipo D6, todavia, caso a OM possua estande com 30 ou 50
metros, que ofereça condições de segurança, poderá utilizá-lo.
(d) Posições de tiro, convenções do C23-1:
D Bp - Deitado, com bipé.
JA - De joelhos, apoiado.
PA - De pé, apoiado.
P D Bp - De pé a deitado com bipé .
P JA - De pé a de joelhos apoiado.
A - Abrigado (abrigo para dois homens escavado ou construído com sacos de areia).
Mvt D Bp - Em movimento a deitado com bipé.
(e) A 1ª Sessão, Exc Tir 201 a 203, será realizada com munição, nesta prioridade.
- A obtenção da Alça de Combate e as demais sessões que exigirem a munição comum
não poderão ser substituídas por munição simulador, em virtude da diferença de altura das trajetórias
e da consequente influência no princípio em que se apoia o uso da Alça de Combate (ver C 23-1).
(f) Regime:
- TT – Tiro intermitente.
- Rj/2-3 – Rajada de 2 a 3 tiros.
(g) Os pares de alvos A3 e A2 devem estar afastados cerca de 1 a 2 metros.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

a. 1ª Sessão – Exc Tir 201 a 203


- Tiro de grupamento.
- Familiarizar-se com o desempenho da arma e construir uma posição estável.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 204 a 207
- Obter a Alça de Combate.
- Ver procedimento na IT FUZIL, VII. TIRO DE INSTRUÇÃO AVANÇADO.
c. 3ª Sessão – Exc Tir 208 e 209
- Aplicar as técnicas de pontaria, empregando a Alça de Combate (ver IT FUZIL, VII. TIA).
- Desenvolver a destreza do controle do gatilho para a execução do tiro contínuo, em
rajadas curtas de 2 a 3 tiros.
d. 4ª Sessão – Exc Tir 210 e 211
- Aplicar as técnicas de pontaria, empregando a Alça de Combate, com precisão e destreza.
- Desenvolver a destreza no controle do gatilho para a execução do tiro contínuo, em
rajadas curtas de 2 a 3 tiros.
- Dois alvos A3, afastados de 1 a 2 metros.

A6-15
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
- Execução:
- um carregador com 5 cartuchos.
- o exercício tem início com o atirador na posição de pé, arma em guarda alta, boca do
cano voltado para a frente, carregada e travada.
- a comando, o atirador toma a posição de tiro D Bp (JA, para o Exc Tir 211) e executa
rajadas curtas de 2 a 3 tiros, uma em cada um dos alvos, tudo em 20 segundos (em 15 segundos,
para o Exc Tir 211).
e. 5ª Sessão – Exc Tir 212 e 213
- Aplicar a técnica do tiro noturno.
- Desenvolver a destreza no controle do gatilho para a execução do tiro contínuo, em
rajadas curtas de 2 a 3 tiros.
- Dois alvos A2, afastados de 1 a 2 metros.
- Execução:
- dois alvos a 25 metros são iluminados fraca e simultaneamente, durante 20 segundos
(15 segundos no Exc Tir 213). O atirador executa uma rajada curta, de 2 a 3 tiros, em cada alvo.
f. 6ª Sessão – Exc Tir 214 e 215
- Atirar na defesa de uma instalação, aplicando as técnicas de controle do gatilho no tiro
contínuo e da Alça de Combate.
- Os dois alvos A2 devem estar afastados cerca de 1 a 2 metros.
1) Exc Tir 214
- O exercício tem início com o atirador na posição abrigado (A) (abrigo para dois homens
escavado ou construído com sacos de areia). Os alvos serão, inopinadamente, expostos por 20
segundos e o atirador executará rajadas curtas de 2 a 3 tiros, em cada um dos alvos.
2) Exc Tir 215
- A comando, o atirador inicia o movimento. Quando atingir a linha dos 80 metros, ino-
pinadamente, dois alvos serão expostos por 20 segundos; o atirador assumirá a posição “deitado,
com bipé” (D Bp) e executará rajadas curtas de 2 a 3 tiros em cada alvo. O deslocamento total não
deverá exceder 20 metros.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS

a. 1ª Sessão
- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória pois, é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto. O
atirador considerado inapto deve voltar ao TIP, na sessão correspondente, antes de repetir o Exc
Tir com munição real.

QUADRO - DIÂMETRO DOS ESCANTILHÕES


ESTANDES DE 25 m 7,5 cm
ESTANDES DE 30 m 9,0 cm
ESTANDES DE 50 m 15 cm
Tab 8 - Diâmetro dos Escantilhões no TIA

A6-16
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI

b. 3ª a 6ª Sessões

QUADRO 2 - 3ª a 6ª Sessões
Nº de impactos nas silhuetas Classificação
9 e 10 E
7e8 MB
4a6 B
3 R
Tab 9 - Classificação dos Resultados no TIA

A6-17
EB70-IR-01.002

A6-18
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR FAP E FAMÍLIA MINIMI

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 45 45
Traçante (Trç) 10 10
VIII. TIRO DE COMBATE
Festim (Ft) - -
BÁSICO TCB
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6

Simulador - -
Cartucho .22 (Cart .22) - -
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 55 55

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Exercício Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Tempo Distância Posição Munição Tempo Regime Alvo
Sessão de Tiro Luz Alça por
Estimado (b) (c) (d) (seg) (e) (f)
(a) homem
10 Seg p/
301 300 a P D Bp 10
exposição
250 m
302 Mvt D Bp 10 30
Em toda a Sessão (55 tiros):
303 De Mvt D Bp 10 Comum 20 4
Única 2h Diu 200 a Rj/2-3 16 impactos nas silhuetas.
Combate e Trç A2
304 150 m Mvt D Bp 10 20 Classificação: ver Quadro 3

305 60 a 40 m Mvt As Alt 10 Sem


FAP E FAMÍLIA MINIMI

306 40 a 30 m Mvt As Bx 5 Tempo

Tab 10 - Tiro de Combate Básico


INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores de um pelotão de fuzileiros.
(b) Este módulo deve ser realizado em um estande de 300 metros ou em campo de instrução,
durante a realização de acampamento.
(c) Posições de tiro, convenções do C23-1:
P D Bp - De pé a deitado com bipé .
Mvt D Bp - Atirador em movimento, a deitado com bipé.
Mvt As Alt - Atirador em movimento, a assalto alta.
Mvt As Bx - Atirador em movimento, a assalto baixa.
(d) Dosagem de 1 cartucho traçante para cada 5 cartuchos comuns. O 1º cartucho será
traçante.
(e) Regime: Rj/2-3 - Rajada de 2 a 3 tiros.
(f) Dois pares de alvos A2, afastados de 10 metros. Entre as duas silhuetas de cada par,
cerca de 5 m.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


- Os alvos devem ser do tipo guilhotina ou basculantes (no caso de impossibilidade do uso
de alvos basculantes ou móveis, pode-se utilizar, como alternativa, alvos fixos, sendo o tempo cor-
respondente a cada exposição marcado mediante silvos de apito).
- São utilizados 3 carregadores com 20, 20 e 15 cartuchos, nesta ordem.
a. O exercício tem início com o atirador na posição de pé, arma em guarda alta, boca do cano
voltada para a frente, carregada e travada. Cada par de alvos é exposto, isolado e alternadamente,
por 10 seg, o atirador executa rajadas curtas a cada aparição, visando sobre os dois alvos, o intervalo
de tempo entre uma aparição e outra é variável.
b. A comando, o atirador inicia o movimento. Inopinadamente, os dois pares de alvos são
expostos por 30 segundos; o atirador faz alto, assume a posição deitado, arma apoiada no bipé, e
executa rajadas curtas de 2 a 3 tiros em cada alvo e, alternadamente, em relação aos dois pares de
alvos, engajando-os. O deslocamento não ultrapassará os 50 metros. Troca o carregador.
c. A comando, o atirador retoma o movimento. Quando atingir a linha dos 200 m, os dois pares
de alvos são expostos, inopinadamente, por 20 segundos; o atirador faz alto, assume a posição
deitado, arma apoiada no bipé, e executa rajadas curtas, de 2 a 3 tiros em cada alvo e, alternada-
mente, em relação aos dois pares de alvos, engajando-os.
d. A comando, o atirador reinicia o movimento. Quando atingir a linha dos 150 m, os dois
pares de alvos são expostos, inopinadamente, por 20 segundos; o atirador faz alto, assume a posição
deitado, arma apoiada no bipé, e executa rajadas curtas, de 2 a 3 tiros em cada alvo e, alternada-
mente, em relação aos dois pares de alvos, engajando-os. Troca o carregador.
e. A comando, o atirador reinicia o movimento, arma na posição de Assalto Alta (Ass Alt).
Quando atingir a linha dos 60 m, inopinadamente, os dois pares de alvos são expostos; o atirador,
continuando sua progressão, dos 60 aos 40 metros dos alvos, executa rajadas curtas de 2 a 3 tiros
sobre cada alvo, na razão de uma rajada a cada dois ou três passos e, alternadamente, em relação
aos dois pares de alvos, engajando-os.

A6-19
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR


FAP E FAMÍLIA MINIMI
Sem interromper o movimento, na altura da linha dos 40 m, é comandado para passar à
posição de Assalto Baixa (Ass Bx) e o atirador, em progressão, executa mais duas rajadas curtas
de 2 a 3 tiros, uma sobre cada par de alvos, encerrando o Exc Tir.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS

Para registro e avaliação do atirador:

QUADRO 3 - Sessão Única

Nº de impactos nas silhuetas Classificação


50 a 55 E
44 a 49 MB
23 a 43 B
16 a 22 R
Tab 11 - Classificação dos Resultados no TCB

A6-20
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A6 INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR FAP E FAMÍLIA MINIMI

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 25 50
Traçante (Trç) 5 10
IX. TIRO DE COMBATE
Festim (Ft) 5 10
AVANÇADO (a) TCA
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A6

Simulador - -
Cartucho .22 (Cart .22) - -
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 35 70

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Tempo Exercício Tempo
Luz Distância Alça Posição por Munição Regime Alvo
são Estimado de Tiro (seg)
homem
300 a 200 Comum/
1ª 2h 401 - 30 - Rj/2-3 -
Diu m Trç Ver IT Fuzil.
De
Tiro de Combate Avançado
30 min 402 200 m Combate 10 Comum/
2ª - - Rj/2-3 - (TCA)
30 min 403 Not 50 e 25 m 20 Trç
FAP E FAMÍLIA MINIMI

1. OBSERVAÇÕES
a. O Tiro de Combate Avançado (TCA) com o FAP é realizado junto com o TCA do Fuzil, integrando o Tiro do grupo de Combate. Ver a IT Fuzil , VIII. Tiro
de Combate Avançado (TCA).
b. De acordo com o ano ímpar ou par, para as OM que realizam a Preparação Orgânica.
c. Um cartucho traçante para cada 5 cartuchos comuns. O 1º tiro é traçante. A munição de festim destina-se ao ensaio antes da execução do tiro real.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM FUZIL METRALHADOR

Tab 10 - Tiro de Combate Avançado


EB70-IR-01.002

A6-21
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A7

INSTRUÇÕES DE TIRO COM A METRALHADORA LEVE

Edição
2017

A7-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

I. PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES
Esta IT refere-se às metralhadoras leves (Mtr L) do pelotão de fuzileiros dos BIB, BIL, BIMtz,
BIMth, BI Pqdt, BIS, RCB e do Pel Mtz do Btl Caçadores e do BI.
Em que pese o caráter, inicialmente, individual da instrução de tiro com a metralhadora leve,
merece particular realce, para a perfeita formação do atirador e demais componentes da guarnição,
o conhecimento de que se trata de arma coletiva, ressaltando o seu emprego como arma de apoio
no âmbito do pelotão de fuzileiros. Deve ser considerado, também, a possibilidade de emprego
constituindo uma Seção de Metralhadoras eventual, seja no âmbito do Pel Fuz Blindado, Motorizado,
Leve ou Paraquedista, sob o comando do 3º Sgt Cmt do Grupo de Apoio do Pelotão, seja de forma
centralizada pelo Cmt da Companhia ou Esquadrão de Fuz Bld. Deste modo, além do preparo técnico
que garante a execução do tiro com rapidez e precisão, é mister que o atirador e demais serventes
da guarnição conheçam o emprego tático da arma.

2. MÓDULOS DE TIRO
a. IPT
1) A IPT conduzida para o fuzil inicia também a preparação do atirador da Mtr L.
A IPT para a metralhadora leve segue a mesma metodologia (C23-1) onde se aplicam,
particularmente, o processo monitor-instruendo e a instrução por oficinas:
a) Pontaria com a arma
- Tomada das linhas de Mira e de Visada.
- Fazer a “fotografia”.
b) Manejo da arma
- Operações essenciais para o tiro.
- Atuação nos mecanismos de direção e alcance.
c) Verificação da constância da pontaria
- Triângulo de pontaria, arma no reparo, alça de mira na posição normal (na vertical).
d) Posições de tiro
Metralhadora no reparo e sobre bipé:
- Postura (reparo nas posições alta e baixa)
- Empunhadura
- Assestamento (arma no reparo e sobre bipé)
- Técnica de execução do tiro livre com ceifa (horizontal, em profundidade e oblíqua).
e) Controle do gatilho
Exercícios com munição de festim:
- Controle do gatilho para execução do tiro contínuo (controle das rajadas).
- Identificação dos regimes de tiro e técnica de sua execução.
- Ambientação ao tiro contínuo (execução das rajadas).
- Controle das rajadas curtas (3, 4 e 5 tiros).
f) Manutenção da arma
- Antes e após o tiro (1º Escalão).

A7-2
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

g) Procedimentos no estande
- Normas de conduta.
- Regras de segurança.
2) As técnicas e procedimentos a serem desenvolvidos na IPT estão descritos no C 23-1,
Tiro das Armas Portáteis.
3) O trabalho em equipe da guarnição de Mtr L é fundamental para a rapidez, precisão e
para a continuidade do apoio de fogo a ser prestado pela Mtr L, dessa forma, é desejável que desde
a execução da IPT os seus componentes trabalhem juntos.
b. TIP
- Ver, inicialmente o manual C23-1.
- Realizada a primeira parte do TIP, o instruendo realizará a sua 2ª parte que é constituído
pelo Módulo de Tiro com o Fuzil Calibre .22 e com a própria Metralhadora Leve, com munição de
festim, para obtenção do controle das rajadas no tiro contínuo. Os exercícios com o Fuzil Calibre .22,
com bipé, como meio auxiliar de instrução contribuirão, em muito, no preparo do instruendo para a
execução do tiro real em rajadas, a um custo muito mais baixo (cerca de 1/8 da munição comum).
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o ins-
truendo inicie o módulo seguinte: Tiro de Instrução Básico (TIB).
c. TIB
- O TIB está particularmente estabelecido para o atirador começar a desenvolver a perícia
na execução do tiro contínuo.
- O estande padrão, é o do tipo “D” com 25 metros. Caso a OM possua estande do tipo
“B”, com 50 metros; ou do tipo “C”, com 30 metros; desde que possuam a devida segurança para a
realização do tiro contínuo, poderão ser utilizados, devendo ser observados os critérios constantes
do Quadro 1 para avaliação dos resultados.
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o inte-
grante da Peça de Mtr L inicie o módulo seguinte: Tiro de Instrução Avançado (TIA).
d. TIA
- Consta de exercícios de tiro à distância de até 100 m, desenvolvendo, particularmente, a
destreza na execução do Tiro Livre com Ceifa e dos regimes de tiro LENTO e NORMAL.
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o inte-
grante da Peça de Mtr L inicie o módulo seguinte: Tiro de Combate Básico (TCB).
e. TCB
- Devem ser aplicados todos os procedimentos de combate:
- participação da guarnição;
- progressão em combate;
- aproveitamento do terreno;
- mecanismo para a entrada em posição; e
- mecanismo para a execução dos fogos.
f. TCA
- Neste módulo deve ser exercitado o tiro da Unidade de Fogo (Peça e, eventualmente,
como Seção de Metralhadoras) em condições típicas de apoio ao combate.
- É realizado na Fase de Adestramento Básico, precedendo os Exercícios Táticos.

3. MUNIÇÃO
- Os Módulos de Tiro indicam a munição a ser empregada em cada Exc Tir.
- A munição .22 será utilizada no TIP, nas OM que dispuserem do Fuzil .22.
A7-3
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

- O Cart Pf, quando disponível, poderá ser empregado em qualquer Exc Tir que indique o
uso do Cart Comum, contribuindo assim, para a renovação da DO.

4. REFERÊNCIAS
a. C23-1 – TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS;
b. CI 7-15/1 – O PELOTÃO DE METRALHADORAS.

POSIÇÃO PARA O TIRO DEITADO COM APOIO NO BIPÉ

Fig 1 - Posição para o Tiro Deitado com apoio no Bipé

É usada quando emprega-se a metralhadora fora do reparo nas ações de muito movi- mento
e no apoio de acompanhamento. O mesmo assestamento pode ser usado para o tiro abrigado em
toca, parapeito, muro, etc.
- O atirador, deitado, desdobra as pernas do bipé;
- a mão direita segura o punho e fixa a arma de encontro ao cavado do ombro;
- a mão esquerda coloca-se sob o punho (ou sobre o delgado), reforçando a fixação da arma
de encontro ao ombro;
- o malar apoia-se contra a face da coronha dando firmeza ao assestamento e permitindo a
manutenção da distância olho-visor para a tomada das linhas de mira e de visada; e
- os cotovelos sobre o solo, completam a firmeza do assestamento.

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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

POSIÇÃO PARA O TIRO COM O REPARO NA POSIÇÃO ALTA

Fig 2 - Posição para o Tiro com o Reparo na Posição Alta

É usada para aproveitar um abrigo natural, sem o qual o atirador fica exposto.
- Atirador sentado, pernas sob o reparo;
- a mão direita segura o punho da arma;
- a mão esquerda segura o volante de manobra da pontaria em elevação;
- o malar apoia-se na face lateral da coronha, permitindo a manutenção da distância olho-
-visor para a tomada das linhas de mira e de visada; e
- os movimentos em direção são feitos com auxílio do rosto, do ombro e da mão direita.
Os movimentos em elevação são feitos com a ação da mão esquerda no volante de manobra da
pontaria em elevação.

POSIÇÃO PARA O TIRO COM O REPARO NA POSIÇÃO BAIXA

Fig 3 - Posição para o Tiro com o Reparo na Posição Baixa

A7-5
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

É usada em terreno raso, sem abrigo ou para aproveitar pequenos acidentes e cobertas.
- Atirador deitado;
- a mão direita segura o punho da arma;
- a mão esquerda segura o volante de manobra da pontaria em elevação;
- o malar apoia-se na face lateral da coronha, permitindo a manutenção da distância para a
tomada das linhas de mira e de visada.
- Os movimentos em direção são feitos com auxílio do rosto, do ombro e da mão direita.
Os movimentos em elevação são feitos com a ação da mão esquerda no volante de manobra da
pontaria em elevação.

POSIÇÃO PARA O TIRO EM UM ESPALDÃO

Fig 4 - Posição para o Tiro em um espaldão

É empregada nas posições defensivas e nas bases de fogos para apoio ao ataque
(CI 7-15/1).
- Atirador de pé no espaldão, peito tocando a travessa do reparo;
- reparo na posição baixa, travessa de ligação das pernas trazeiras, rente à borda anterior
do espaldão;
- mão direita segura o punho da arma;
- mão esquerda segura o volante de manobra da pontaria em elevação;
- o malar apoia-se na face lateral da coronha, permitindo a manutenção da distância olho-
-visor para a tomada das linhas de mira e de visada.
- Os movimentos em direção são feitos com auxílio do rosto, do ombro e da mão direita.
Os movimentos em elevação são feitos com a ação da mão esquerda no volante de manobra da
pontaria em elevação.

A7-6
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

POSIÇÃO PARA O TIRO DE ASSALTO

Fig 5 - Posição para o Tiro de Assalto

É usada em situações eventuais, quando a metralhadora é empregada para obter elevado


volume de fogo junto aos fuzileiros, geralmente em áreas restritas, no combate casa a casa, em
área de selva ou, também, para obter o rompimento do contato com o inimigo em ações de patrulha,
golpes de mão, ou emboscadas, em que a rapidez e o movimento são essenciais.
O atirador deve executar rajadas curtas (2 a 3 tiros), toda a vez que o pé esquerdo (direito,
no caso do atirador canhoto) estiver firmemente plantado no solo, durante a progressão.
- o bipé permanece desdobrado, para permitir rápida ocupação de posição, se for o caso;
- a mão esquerda (direita) segura por baixo a armação, firmemente, logo à frente do orifício
de fixação da arma ao reparo;
- a mão direita (esquerda) empunha o punho, com o dedo indicador no gatilho;
- a coronha é colocada sob o braço e firmada contra o tórax;
- o pé esquerdo (direito) aponta na direção do alvo;
- o pé direito (esquerdo), à retaguarda, dá estabilidade à posição;
- a bandoleira deve ser utilizada para auxiliar a estabilidade da arma durante o tiro; e
- a pontaria realizada é a “olho no alvo”.

A7-7
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MINIMO


- Realizar a Instrução Prepa-
ratória para o Tiro descrita no
Aplicar as técnicas O instruendo deverá demons-
C
e procedimentos de trar o desempenho exigido no
IPT 23-1 (IPT) e no Nº 2 MÓDU-
execução da pontaria Teste da Instrução Preparatória
LOS DE TIRO, letra “b.” desta
e do tiro. (TIP).
IT.
- Realizar o TIP
O instruendo deverá obter os
índices de suficiência em todos
Atirar com a Mtr L re- As condições dos Exc Tir do os Exc Tir previstos no Módulo
TIB alizando os tiros de Módulo do Tiro de Instrução de Tiro do TIB, ficando em
instrução básicos. Básico (TIB). condições de executar o tiro
contínuo e empregar a arma
com segurança.
O instruendo deverá:
- atirar com precisão e preste-
za;
Atirar com a Mtr L re- As condições dos Exc Tir do - obter os índices de suficiência
TIA alizando os tiros de Módulo do Tiro de Instrução em todos os Exc Tir previstos
instrução avançados. Avançado (TIA). no Módulo de Tiro do TIA, fi-
cando em condições de em-
pregar a arma com segurança
na defesa de instalações.
O instruendo deverá obter índi-
ces de suficiência em todos os
Empregar a Mtr L em As condições dos Exc Tir do
Exc Tir previstos no Módulo do
TCB situações de comba- Módulo do Tiro de Combate
TCB, ficando em condições de
te. Básico (TCB).
empregar a arma em situações
de combate.
Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução

III. OBJETIVOS DO ADESTRAMENTO (Obj Ades)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO


A unidade de tiro deverá:
- demonstrar eficácia de fogo
Empregar a Mtr L em As condições dos Exc Tir do por meio da obtenção de pelo
TCA apoio aos fuzileiros, Módulo do Tiro de Combate menos 25% de impactos do to-
no combate. Avançado (TCA). tal de tiros disparados;
- aplicar corretamente os meca-
nismos de execução dos fogos.

OBSERVAÇÃO: o TCA deverá ser realizado com o parte da Instrução Preliminar dos Exc Cmp
programados no PAB do Pel Fuz e da Cia Fuz.
Tab 2 - Objetivos do Adestramento

A7-8
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

IV. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIP TIB TIA TCB TCA
PESSOAL QUE ATIRA
Cmt Pel Fuz e Pel Fuz
Tenentes - X - - -
OFICIAIS Bld
Demais Todos - - - - -

Subtenentes e
Todos - - - - -
1º Sargentos

Adj Pel Fuz e Pel Fuz


SUBTENENTES 2º Sargentos - X - - -
Bld
E SARGENTOS
Cmt de Gp Apoio de
3º Sargentos - X - - -
Pel Fuz
Demais 2º e 3º
Todos - - - - -
Sargentos
CABOS E Chefe de Peça de Mtr
Cabo - - X X X
SOLDADOS L
ENGAJADOS (2) Soldado Auxiliar de Atirador - - X X -
CABOS E Chefe de Peça de Mtr
Cabo X X X X X
SOLDADOS L
RECRUTAS (1) Soldado Auxiliar de Atirador X X X X -
TIROS DE
Atiradores Todos - - - - -
GUERRA

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.


(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.
Tab 3 - Pessoal que Atira

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MUNIÇÃO NECESSÁRIA
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PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum - -

V. TESTE DA INSTRUÇÃO Traçante (Trç) - -


PREPARATÓRIA (a) TIP Festim (Ft) 50 (a) 50 (a)
Cartucho .22 (Cart .22) 99 99
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7

Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 149 149

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Ses- Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Distân- Alça Tiros por Munição Tempo Regime
são Estimado Luz Posição (e) Alvo
de Tiro cia (d) homem (f) (seg) (g) (h)
(b) (c)
1 D Bp 4 .22/Ft - Em cada Exc Tir, 3 impac-
tos no escantilhão de 7,5 cm,
TT A-6
2 D Bp 3 .22 ver Quadro 1.
Sem - Classificação: não há.
1ª 2h 25 m -
3 D Bp 5 .22/Ft Tempo - Em cada Exc Tir, 2 impac-
tos no escantilhão de 7,5 cm,
Rj/2-3 A-6
4 D Bp 5 .22 ver Quadro 1.
- Classificação: não há.
Lento - 5 impactos no escantilhão
5 D Bp 17 .22/Ft 30
2Rj/8-9 de 7,5 cm, ver Quadro 1.

Diurno
2ª 2h 25 m - A-6
Lento - 5 impactos no escantilhão
6 D Bp 17 .22 60
2Rj/8-9 de 7,5 cm, ver Quadro 1.
- 7 impactos no escantilhão
Normal
7 D Bp 24 .22/Ft 15 de 7,5 cm, ver Quadro 1.
3Rj/8-9
INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

- Classificação: não há.


3ª 2h 25 m - A-6
- 7 impactos no escantilhão
Normal
8 D Bp 24 .22 25 de 7,5 cm, ver Quadro 1.
3Rj/8-9
- Classificação: não há.

Tab 4 - Teste de Instrução Preparatória


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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

1. OBSERVAÇÕES
(a) O TIP deverá ser realizado com o FAP .22, para as OM que dispuserem desse armamento
e, também, alguns Exc Tir com a própria Mtr L, utilizando a munição de festim, para demonstrar o
controle do gatilho por parte do instruendo.
(b) Estas sessões do TIP devem ser realizadas exercício por exercício, uma sessão ime-
diatamente após outra, sem interrupção, de 1 a 3 dias antes do TIB e do TIA, para os cabos e
soldados engajados.
(c) Tempo estimado para as peças de Mtr L de uma Cia Fuz, em um estande do tipo D6
(com seis posições de tiro).
(d) Antes de iniciar a instrução, os aparelhos de pontaria dos FAP .22 devem ser ajustados
pelo instrutor, de maneira que os grupamentos de impactos dos mesmos estejam, aproximada-
mente, no centro de uma folha de papel do tipo A4.
(e) Posição deitado, arma apoiada no bipé. (f) Munição de festim 7,62 mm, para a Mtr L. (g)
Regime de Tiro:
- TT - Tiro intermitente.
- Rj/2-3 - rajadas de 2 a 3 tiros.
- Lento - 2 rajadas de 8 a 9 tiros.
- Normal - 3 rajadas de 8 a 9 tiros.
(h) Os Exc Tir contínuo (Rj/2-3 e Rj/8-9) deverão ser precedidos por simulação de rajadas
(“em seco”) com a contagem em voz alta, relativa ao intervalo entre as rajadas, considerando o
regime (ver o CI 7-15/1- O Pelotão de Metralhadoras).

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. Os exercícios com o FAP .22 não podem ser vistos como um fim em si mesmo. Caracterizam
tão somente o emprego de um excelente meio auxiliar de instrução que, para os novos instruendos,
consolidará a Instrução Preparatória para o Tiro e criará condições para a obtenção do padrão
mínimo exigido para os sargentos, cabos e soldados engajados.
b. Os instrutores não deverão titubear em fazer retornar ao TIP todo aquele militar que estiver
demonstrando dificuldade em qualquer exercício de tiro (em termos de custos é sempre bom ressaltar
que um cartucho 7,62 equivale a cerca de 10 cartuchos .22).
c. Os Exc Tir 1, 3, 5 e 7 deverão ser realizados com o Fz .22 e com a Mtr L, com munição de
festim (Ft), para que o instruendo demonstre ter obtido o controle do gatilho.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual e sim, Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória pois, é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não
o qualificar na função de Atirador de Metralhadora Leve.

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IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
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PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 38 38

VI. TIRO DE INSTRUÇÃO Traçante (Trç) - -


BÁSICO TIB Festim (Ft) - -
Cartucho .22 (Cart .22) - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7

Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 38 38

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Ses- Tempo Muni- PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Distância Tiros por Tempo Regime
são Estimado Luz Alça Posição (d) ção Alvo
de Tiro (c) homem (seg) (f)
(a) (b) (e)
101 D Bp 9 3Rj/2-3 - Em cada Exc Tir, 3 impactos
Sem
1ª 1h 25 m 300 A6 no escantilhão de 7,5 cm, ver
102 D Bp 9 Tempo 3Rj/2-3 Quadro 1.
- Em cada Exc Tir, 3 impactos
103 25 m 300 Reparo Alto 10 30 2Rj/4-6 A6 no escantilhão de 7,5 cm, ver

Diurno
Comum
Quadro 1.
2ª 1h
- Em cada Exc Tir, 3 impactos
Reparo
104 25 m 300 10 25 2Rj/4-6 A6 no escantilhão de 7,5 cm, ver
Baixo
Quadro 1.

Tab 5 - Tiro de Instrução Básico


INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

1. O BSERVAÇÕES
(a) As sessões do TIB devem ser realizadas exercício por exercício, uma sessão ime-
diatamente após outra, sem interrupção, de 1 a 3 dias antes do TIB.
(b) Tempo estimado para as peças de uma Cia Fuz, em um estande do tipo D6 (com seis
posições de tiro).
(c) O estande de tiro padrão é o tipo D6, todavia, caso a OM possua estande com 30 ou
50 metros, que ofereça condições de segurança, poderá utilizá-lo.
(d) D Bp - deitado, arma apoiada no bipé;
Reparo Alto – reparo da Mtr L na posição alta (atirador sentado);
Reparo Baixo - reparo da Mtr L na posição baixa (atirador deitado).
(e) Deve ser realizado com munição Comum, nesta prioridade.
(f) O Exc Tir deve ser precedido por simulação de rajadas (“em seco”) com a contagem
em voz alta, relativa ao intervalo entre as rajadas, considerando o regime ( ver CI 7-15/1, O Pelotão
de Metralhadores).
- 3Rj/2-3 – Três rajadas de 2 a 3 tiros cada uma.
- 2Rj/4-6 – Duas rajada de 4 a 6 tiros cada uma.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exc Tir 101 e 102
- Tiro de grupamento.
- Controlar a execução de rajadas curtas.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 103 e 104
- Tiro de grupamento.
- Controlar a execução de rajadas curtas, intervaladas pelo tempo que caracteriza o
REGIME LENTO.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Não há classificação conceitual e sim, Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória pois, é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou
não o qualificar na função de atirador de Mtr L. O atirador considerado inapto deve voltar ao TIP, na
sessão correspondente, antes de repetir o Exc Tir com munição real.

QUADRO 1 - DIÂMETRO DOS ESCANTILHÕES


ESTANDES DE 25 m 7,5 cm
ESTANDES DE 30 m 9,0 cm
ESTANDES DE 50 m 15 cm

Tab 6 - Diâmetro dos escantilões no TIB

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A7-14
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 98 98
Traçante (Trç) 10 10
VII. TIRO DE INSTRUÇÃO
Festim (Ft) - -
AVANÇADO TIA
Simulador - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7

Cartucho .22 (Cart .22) - -


Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 108 108

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tem- PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício Dis- Tiros por Regime
Estimado Luz Alça Posição Munição po Alvo
são de Tiro tância homem (d)
(a) (seg)
201 300 3
202 De 3 Sem
Reparo - Obter a Alça de Combate.
1ª 1h 25 m acordo Comum Tem- TT A6
203 baixo 3 - Classificação: não há.
com as po
204 correções 3
205 6 (e) - Em cada Exc Tir, 3 impactos
Sem
De Reparo nas
2ª 1h 206 25 m 6 Comum Tem- TT (f)
Combate baixo silhuetas.
po
207 6 (g) - Classificação: não há.
Sem - 5 impactos.
De Comum LENTO

Diurno
3ª 1h 208 25 m Bipé 18 Tem- A3 - Classificação: ver Quadro
Combate (b) 2Rj/8-9
po 2.
Sem
INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

209 18 Tem- - 9 impactos nas silhuetas.


Reparo LENTO
4ª 1h po - Classificação: ver Quadro
alto 2Rj/8-9
De Comum 3A2 3.
210 25 m 18 60
Combate e Trç (c) (h)
NOR-
- 7 impactos nas silhuetas.
5ª 1h 211 Bipé 24 25 MAL
- Ver Quadro 4.
3Rj/8-9

Tab 7 - Tiro de Instrução Avançado


EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para as Mtr L de uma Cia Fuz.
(b) Somente munição comum em virtude da distância ser 25 metros.
(c) Um cartucho traçante para cada 5 cartuchos comuns. O primeiro é traçante.
(d) Regime:
- TT – Tiro intermitente.
- 2Rj/8-9 – Duas rajadas de 8 a 9 tiros.
- 3Rj/8-9 – Três rajadas de 8 a 9 tiros
(e) (f) (g) Três alvos A 6 dispostos conforme a figura ao lado.
(h) Três alvos A 2 espaçados de 5 metros.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exc Tir 201 a 204
- Obter a Alça de Combate (ver IT Fuzil, Módulo do TIA):
1) Procedimento:
- alça inicial = 300;
- executar 3 tiros intermitentes, visando o centro da silhueta A6;
- verificar o centro do grupamento;
- modificar a alça para elevar ou abaixar o tiro de modo a que o centro do grupamento
coincida com o centro da silhueta;
- fazer a correção que for necessária em direção, mudando a posição das pernas de
trás do reparo da Mtr L;
- executar mais 3 tiros intermitentes, visando o centro da silhueta A6;
- introduzir sucessivas correções na alça e em direção, se for o caso, até obter a coin-
cidência do centro do grupamento de 3 tiros com o centro da silhueta A6;
- anotar a Alça de Combate.
2) Utilização:
- a Alça de Combate permite atirar:
- contra alvos até 300 m, visando o seu centro;
- contra alvos entre 300 e 500 m, visando o terço superior da silhueta;

10 cm

10 cm 10 cm

10 cm 10 cm

10 cm
10 cm

10 cm

10 cm
10 cm 10 cm
10 cm

Fig 6 - Dimensões entre os Alvos


A7-15
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

- para distâncias superiores, acrescentar à Alça de Combate o que exceder de 500 m:


mais 100 (para 600 m), mais 200 (para 700 m), etc.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 205 a 207
- Objetiva o trabalho de mudança de direção, de elevação e a combinação de ambas.
Cada Exc Tir deve ser precedido com várias simulações com “tiro em seco”, antes da execução do
tiro com a munição real. Nessas simulações, a cada mudança de direção e/ou elevação, o monitor
( Aux At/Municiador) deve conferir a visada.
1) Exc Tir 205
Um tiro em cada alvo da esquerda para a direita, e um tiro em cada alvo da direita para
a esquerda.
2) Exc Tir 206
Um tiro em cada alvo de baixo para cima e um em cada alvo de cima para baixo.
3) Exc Tir 207
Um tiro em cada alvo da esquerda para a direita.
c. 3ª Sessão – Exc Tir 208
- Executar o Regime Lento.
- Tiro livre sem ceifa.
d. 4ª Sessão – Exc Tir 209 e 210
1) Exc Tir 209
- Executar o Regime Lento.
- Tiro livre com ceifa, da esquerda para a direita.
2) Exc Tir 210
- Executar o Regime Lento.
- Tiro livre com ceifa, em prosseguimento do Exc Tir 209, da direita para a esquerda.
e. 5ª Sessão – Exc Tir 211
- Executar o Regime Normal.
- Tiro livre com ceifa, da esquerda para a direita.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e classificação do atirador.
3ª - 4ª e 5ª Sessões

QUADRO 2 - 3ª Sessão QUADRO 3 - 4ª Sessão QUADRO 4 - 5ª Sessão


Nº de impactos nas Nº de impactos nas Nº de impactos nas Classificação
silhuetas silhuetas silhuetas
16 a 18 32 a 36 21 a 24 E
13 a 15 27 a 31 18 a 20 MB
9 a 12 18 a 26 12 a 17 B
7a8 14 a 17 7 a 11 R
Tab 8 - Registro e classificação do atirador

A7-16
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 115 115
Traçante (Trç) 23 23
VIII. TIRO DE COMBATE
Festim (Ft) - -
BÁSICO TCB
Simulador - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7

Cartucho .22 (Cart .22) - -


Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 138 138

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício Tiros por Muni- Tempo
Estimado Luz Distância Alça Posição Regime Alvo
-são de Tiro homem ção (c) (seg)
(a)
301 400 18
NOR- 4 - 14 impactos nas silhuetas,
De Comum
1ª 2h 302 300 Bipé 18 MAL A2 nos três Exc Tir.
Combate e Trç
2 Rj/8-9 (d) - Classificação: ver Quadro 5.
303 200 18
304 50 a 40 12 4 - 7 impactos nas silhuetas,
De Comum
2ª 1h As Rj/2-3 A2 nos três Exc Tir.
305 30 a 20 Combate 12 e Trç
(e) - Classificação: ver Quadro 5.

Diurno
306 700 18 NOR-
Sem Tempo

MAL
307 600 18 2 Rj/8-9 8 - 18 impactos nas silhuetas,
De Reparo Comum
3ª 2h A2 nos três Exc Tir.
Combate (b) e Trç NOR- (f) - Classificação: ver Quadro 5.
308 500 24 MAL
3 Rj/8-9
INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

Tab 9 - Tiro de Combate Básico


EB70-IR-01.002

A7-17
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE


1. OBSERVAÇÕES

(a) Tempo estimado para as Mtr L de uma Cia Fuz.


(b) Mtr L sobre o reparo terrestre, posição a comando do Chefe de Peça, de acordo com o
terreno.
(c) Um cartucho traçante para cada 5 cartuchos comuns. O primeiro é traçante.
(d) Dois pares de 2 alvos A2, afastados de 30 metros. O afastamento entre as silhuetas de
cada par é de 50 cm.
(e) Dois pares de 2 alvos A2, afastados de 15 metros. O afastamento entre as silhuetas de
cada par é de 50 cm.
(f) Quatro pares de 2 alvos A2, distribuídos em uma frente de 50 metros. O afastamento entre
as duas silhuetas de cada par é de 50 cm.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

Somente por uma organização didática há a separação em três sessões – da mais simples
para a mais complexa. É desejável, no entanto, que sejam realizadas em uma mesma jornada.
a. 1ª Sessão – Exc Tir 301 a 303
- Emprego da Peça de Mtr L com a sua guarnição.
- Progressão e ocupação sucessiva de posições.
- Em cada posição, embora só atire o atirador, toda a guarnição participa, realizando os
procedimentos de progressão, entrada em posição e mecanismo de execução dos fogos.
- Os alvos serão batidos com tiro livre sem ceifa.
- Após o término da sessão os alvos serão verificados para avaliação do Padrão Mínimo
de Desempenho dos atiradores.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 304 e 305
- Emprego da Peça de Mtr L com a sua guarnição.
- Execução do tiro de assalto:
1) O Exercício tem início com atirador na posição de pé, arma na posição de assalto (As).
A comando, o atirador inicia o movimento, acompanhado pelo seu auxiliar, arma na posição de as-
salto (As). Quando atingir a linha dos 50 m, inopinadamente, os dois pares de alvos são expostos;
o atirador, continuando sua progressão, dos 50 aos 40 metros dos alvos, executa rajadas curtas
de 2 a 3 tiros sobre cada grupo de silhuetas, na razão de uma rajada a cada dois ou três passos e,
alternadamente, em relação aos dois pares de alvos, engajando-os.
2) A comando, o atirador reinicia o movimento. Quando atingir a linha dos 30 m, inopi-
nadamente, os dois pares de alvos são expostos; o atirador, continuando sua progressão, dos 30
aos 20 metros dos alvos, executa rajadas curtas de 2 a 3 tiros sobre cada grupo de silhuetas, na
razão de uma rajada a cada dois ou três passos e, alternadamente, em relação aos dois pares de
alvos, engajando-os. Após atingir a linha dos 20 metros será comandado: “alto, cessar fogo, des-
carregar a arma e realizar golpes de segurança”. Em seguida, será procedida a inspeção da arma
pelo Oficial de Tiro.

A7-18
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

- Após o término da sessão os alvos serão verificados para avaliação do Padrão Mínimo
de Desempenho dos atiradores.
c. 3ª Sessão – Exc Tir 306 a 308
- Emprego da Peça de Mtr L com sua guarnição.
- Progressão e ocupação sucessiva de posições.
- Em cada posição, embora só atire o atirador, toda a guarnição participa, realizando os
procedimentos de progressão, entrada em posição e mecanismo de execução dos fogos.
- Os alvos serão batidos com tiro livre com ceifa.
- Após o término da sessão os alvos serão verificados para avaliação do Padrão Mínimo
de Desempenho dos atiradores.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Para registro e classificação do atirador.

QUADRO 5 - 1ª, 2ª e 3ª Sessões:


Exc Tir 301+302+303+304+305+306+307+308 Classificação
Nº de impactos nas silhuetas
124 a 138 E
103 a 123 MB
69 a 102 B
55 a 68 R
Tab 10 - Classificação dos Resultados no TCB

A7-19
EB70-IR-01.002

A7-20
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA (a) PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 115 115
Traçante (Trç) 23 23
IX. TIRO DE COMBATE
Festim (Ft) - -
AVANÇADO TCA
Simulador - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7

Cartucho .22 (Cart .22) - -


Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 138 138

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Ses- Exercício Tiros por Munição Tempo
Estimado Luz Distância Alça Posição Regime Alvo
-são de Tiro homem (h) (seg)
(d)
401 48 60 - 28 impactos nas silhuetas,
nos dois Exc Tir (Preparação
Reparo ou A3 Orgânica).
1ª (b) 1 jornada Diu (e) Normal
402 Bipé (f) 48 60 (e) - Classificação: ver Quadro 6.
- Preparação Completa: ver
Quadro 7.
403 48 Normal - 28 impactos nas silhuetas,
nos três Exc Tir (Preparação
Diu (e)
Orgânica).

De Combate
404 24 Rápido
Comum e Trç

4 - Classificação: ver Quadro 6.


Espaldão
2ª (c) 1 jornada (e) A2
(g) - 57 impactos nas silhuetas,
(e)
nos três Exc Tir (Preparação
405 Not (e) 24 Rápido
Completa).
- Classificação: ver Quadro 7.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

Tab 11 - Tiro de Combate Avançado


EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

1. OBSERVAÇÕES
(a) De acordo com o ano ímpar ou par, para as OM que realizam a Preparação Orgânica.
(b) Esta sessão será executada nos anos ímpares pelas OM que realizam a Preparação
Orgânica e anualmente pelas que realizam a Preparação Completa.
(c) Esta sessão será executada nos anos pares pelas OM que realizam a Preparação Or-
gânica e anualmente pelas que realizam a Preparação Completa.
(d) Tempo estimado para as Mtr L de uma Cia Fuz.
(e) Ver descrição dos exercícios.
(f) Mtr L sobre o reparo terrestre, posição a comando do Chefe de Peça, de acordo com o
terreno.
(g) Espaldão descrito no Caderno de Instrução – CI 7-15/1.
(h) Um cartucho traçante para cada 5 cartuchos comuns. O primeiro é traçante.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exc Tir 401 e 402
A Peça de Mtr L no Ataque
1) Condições Gerais de Execução
a) A sessão de tiro consiste no “apoio ao ataque” a duas “linhas sucessivas de defesa’’
materializadas no terreno por alvos A3 e se desenvolverá em duas fases:
- 1ª Fase – Exc Tir 401
- Tiro no intervalo de tropa amiga.
- Representando a “1ª linha de defesa inimiga”, 5 alvos A3, numa frente de cerca de
50 m, simbolizando uma esquadra. À direita e à esquerda serão instalados grupos de 3 alvos A3,
separados cerca de 50 metros da “esquadra inimiga”.
- A meia distância entre a zona de posição da Mtr L e a “1ª linha de defesa inimiga”,
bandeirolas ou silhuetas serão colocadas, simbolizando os flancos das tropas amigas no intervalo
das quais será executado o tiro.

- A Pç Mtr L ocupa as posições iniciais


de tiro.
- A comando, a Pç Mtr L abre fogo.
- A Pç Mtr L prepara o tiro no intervalo
EXECUÇÃO - Tiro Livre com Ceifa ½ -½ , Regime
de tropa amiga.
Normal.
- O inimigo se apresenta na “1ª Linha
de Defesa”.

A7-21
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

20 m 50 m 20 m

Tropa Amiga Tropa Amiga


500
a
300 m
Margem de Margem de
Segurança Segurança

Fig 7 - Tiro no intervalo de Tropa Amiga

- Os alvos da 1ª Linha de defesa serão acionados durante 60 segundos,


após a(s) Pç Mtr ter(em) entrado em posição e preparado o tiro.
OBSERVAÇÕES - A tropa amiga será simbolizada por bandeirolas ou silhuetas em locais
adequados, de modo a oferecer à Pç Mtr L um setor de tiro apenas sufi-
ciente para bater a frente do alvo (aproximadamente 50 m).

- 2ª Fase – Exc Tir 402


- Tiro por cima de tropa amiga.
- Na “2ª linha de defesa”, 4 alvos A3, intervalados de 5 m, simbolizarão uma resistência
inimiga.
- O tiro será preparado considerando que uma tropa amiga progredirá sob a trajetória dos
tiros.
- Bandeirolas ou silhuetas simbolizarão a tropa amiga na região mais vulnerável de sua
progressão.

A7-22
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

- A comando, a Pç Mtr L progride das posições iniciais de tiro para a “1ª linha
de defesa inimiga”, já conquistada.
- A Pç Mtr L prepara o tiro por cima de tropa amiga:
- determina a possibilidade do tiro;
OBSERVAÇÕES - escolhe e ocupa a posição;
- determina, no terreno, o Limite de Segurança;
- o inimigo se apresenta na “2ª linha de defesa”.
- A comando, a Pç Mtr L abre fogo.
- Tiro Livre sem Ceifa, Regime Normal.

Fig 8 - Tiro por cima da Tropa Amiga

- Os alvos da 2ª linha de defesa serão acionados durante 60 segundos, após


a(s) Pç Mtr L ter(em) entrado em posição e preparado o tiro.
- A tropa amiga será simbolizada por bandeirolas ou silhuetas na região mais
OBSERVAÇÕES
crítica para a sua segurança.
- Poderão ser instaladas silhuetas de “tropa amiga” além do Limite de Segu-
rança para obrigar a suspensão do tiro.

A7-23
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

b) A Sessão incluirá:
- a ação de comando dos Ch Pç Mtr L;
- o correto aproveitamento do terreno para progredir, abrigar-se e atirar.
2) Antes de ser executada, a sessão deverá ser ensaiada, praticando os procedimentos
de combate ofensivo, progressão, utilização do terreno, mecanismos de entrada em posição e
execução dos fogos.
3) Se não se dispuser de terreno adequado, os dois Exc Tir poderão ser realizados se-
paradamente.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 403 a 405
A Pç Mtr L na Defesa
1) Condições gerais de execução
a) A Pç Mtr L receberá um setor de tiro de aproximadamente 90º, uma Linha de Proteção
Final (LPF) e uma posição em um Núcleo de Defesa de Pelotão, de primeiro escalão.
b) A Pç Mtr L ocupará a posição de dia:
- preparação do espaldão conforme previsto no CI 7-15/1;
- amarração do tiro para 3 objetivos, às distâncias entre 200 e 400 m das posições;
- preparação do roteiro de tiro.
c) Preparação dos alvos:
- a diferentes distâncias e dentro do setor, serão colocados 4 conjuntos de 4 alvos A2
basculantes, com intervalos de 50 cm entre cada alvo de um mesmo conjunto;
- na LPF serão colocados 4 alvos A2 basculantes;
- em um dos objetivos de tiro serão instalados dois conjuntos de 4 alvos A2, com 10
metros de intervalo entre os conjuntos, para o tiro noturno.
2) Após a ocupação da posição, será procedido um ensaio da defesa da posição. Um
GC, ou mesmo uma esquadra, atuando como “figuração inimiga”, progredirá desde antes da linha
de abertura dos fogos defensivos aproximados (linha nítida no terreno a cerca de 400 a 700 m da
posição). A Pç Mtr L praticará os procedimentos de execução dos fogos defensivos aproximados e
fogos de proteção final. Poderá ser utilizada, se disponível, munição de festim neste exercício (não
computada na tabela do TCA).
3) A sessão de tiro será realizada em três fases (Exc Tir 403, 404 e 405).
- 1ª Fase – Exc Tir 403
Fogos defensivos aproximados.
- Os conjuntos de alvos serão acionados, sucessivamente, dos mais distantes para
os mais próximos, figurando a progressão do inimigo.
- 2ª Fase – Exc Tir 404
Fogos de Proteção Final em prosseguimento aos fogos defensivos aproximados.
- Os alvos ao longo da LPF são simultaneamente acionados, em seguimento imediato
à fase anterior.
- 3ª Fase – Exc Tir 405 (noturno)
Fogos defensivos aproximados à noite.
- Já à noite, serão acionados os dois conjuntos de alvos para o tiro noturno, ilumina-
dos fracamente por luzes indiretas instaladas, ou de viaturas postadas para simular a iluminação
do campo de batalha.

A7-24
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

300
a
400 m

10 m

Fig 9 - Fogos defensivos aproximados à noite

1ª FASE:
- o inimigo progride e ultrapassa a linha de abertura dos fogos defensivos
aproximados (cerca de 500 m da Pos);
- a comando, a Pç Mtr L abre fogo e bate os alvos que se apresentam no seu
setor, engajando primeiro os mais próximos;
- Tiro Livre Sem Ceifa, Regime Normal.
2ª FASE:
- o inimigo atinge a linha de assalto;
- a comando, e em prosseguimento dos Fogos Defensivos Aproximados, a Pç
EXECUÇÃO
Mtr L desencadeia os Fogos de Proteção Final;
- Tiro Livre com Ceifa em Profundidade, Regime Rápido. 3ª FASE - Tiro
Noturno:
- o inimigo denuncia atividade no setor (tiros,ruídos);
- é desencadeada a iluminação do campo de batalha e o inimigo é localizado;
- a comando, a Pç Mtr L aponta e abre fogo, de acordo com a amarração do
tiro que realizou.
- Tiro Concentrado, Regime Rápido.

- Os conjuntos de alvos serão sucessivamente acionados, figurando a pro-


gressão do inimigo, durante 30 segundos.
- Em uma oportunidade, dois ou mais conjuntos de alvos serão simultane-
OBSERVAÇÕES amente expostos, durante 40 segundos, para que o Ch Pç Mtr L decida e dirija
os fogos para um dos objetivos apresentados.
- Simbolizar o núcleo de defesa do pelotão vizinho Limite Anterior da Área de
Defesa Avançada (LAADA) com bandeirolas.

A7-25
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A7 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA LEVE

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e classificação do atirador, por Pç Mtr L.
a. Preparação orgânica:

QUADRO 6 - 1ª ou 2ª Sessões: Exc Tir 401+402 (ano ímpar) e


Exc Tir 403+404+405 (ano par) Classificação
Nº de impactos nas silhuetas
86 a 96 E
72 a 85 MB
48 a 71 B
28 a 47 R
Tab 12 - Classificação dos Resultados no TCA

b. Preparação Completa:

QUADRO 7 - 1ª e 2ª Sessões: Exc Tir 401+402+403+404+405


Classificação
Nº de impactos nas silhuetas
172 a 192 E
144 a 171 MB
96 a 143 B
57 a 95 R
Tab 13 - Classificação dos Resultados no TCA

A7-26
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A8

INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

Edição
2017

A8-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

I. PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES
- Este Apêndice refere-se às Metralhadoras Pesadas (Mtr .50) empregadas como arma de
segurança local, de defesa de instalações e de comboios, contra o inimigo terrestre e contra aero-
naves em voo baixo.
- A guarnição das Metralhadoras Pesadas (Mtr .50) está prevista em QCP ou NGA da Unidade,
para Atirador e Aux At. Podem atirar sobre reparo terrestre, pedestal ou em suporte circular de viatura.
- Em que pese o caráter individual da instrução de tiro com a metralhadora pesada (ou com
aquela que a substitui), merece particular realce, para perfeita formação do atirador e municiador,
o conhecimento de que se trata de arma coletiva, ressaltando a sua destinação na segurança local
e na defesa de instalações e de comboios.

2. MÓDULOS DE TIRO
a. IPT
1) A IPT conduzida para o Fuzil inicia também a preparação do atirador da Mtr P. Deve ser
observado o Manual C23-65.
- A IPT para a metralhadora segue a mesma metodologia (C 23-1) onde se aplicam,
particularmente, o processo monitor-instruendo e a instrução por oficinas:
a) Pontaria com a arma
- Tomada das Linhas de Mira e de Visada.
- Fazer a “fotografia”.
b) Manejo da arma
- Operações essenciais para o tiro.
c) Verificação da constância na pontaria
- Triângulo de pontaria, arma no reparo, alça de mira na posição normal (na vertical).
d) Posições de tiro
Metralhadora no reparo
- Postura (reparo nas posições alta e baixa)
- Empunhadura
- Assestamento:
- no reparo;
- no pedestal; e
- sobre viatura.
e) Controle do gatilho
- Exercícios de “tiro em seco”.
f) Manutenção da arma
- Antes e após o tiro (1º Escalão).
g) Procedimentos no estande
- Normas de conduta.
- Regras de segurança.
2) As técnicas e procedimentos a serem desenvolvidos na IPT estão descritos no C 23-65.

A8-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

b. TIP
- Ver, inicialmente, o Manual C23-1.
- Realizada a primeira parte do TIP, o instruendo realizará a sua 2ª parte que é o módulo
de tiro com o Fuzil Automático Pesado Cal . 22 (FAP .22). Os exercícios com esse meio auxiliar de
instrução contribuirão, em muito, no preparo do instruendo para a execução dos tiros de rajada - a
um custo bem menor (1/48 da munição .50).
c. TIB
- Basicamente, o TIB está estabelecido para o atirador começar a desenvolver a perícia
na execução do tiro intermitente.
d. TIA
- Consta de exercícios de tiro à distância de 100 m desenvolvendo, particularmente, a
destreza na execução do Tiro Livre sem Ceifa.
e. TCB
- É o tiro da arma com a participação de sua guarnição.
Todos os procedimentos de combate devem ser aplicados:
- aproveitamento do terreno;
- mecanismo para a entrada em posição; e
- mecanismo para a execução dos fogos.
f. TCA
- Não se aplica à Metralhadora Pesada.
g. IPT/AAe
- A finalidade desse tiro é fazer com que as aeronaves, principalmente as de asas rotativas,
que estejam realizando voos de baixa altura, ganhem altura, de modo a serem identificadas pelos
Radares de Baixa e média altura.
- A IPT/AAe será realizada mesmo quando os exercícios de tiro antiaéreo não possam ser
realizados por falta de meios e de áreas de tiro apropriadas.
Será conduzida para a realização do tiro pelos dois processos:
- acompanhamento com tiro traçante; e
- bloqueio com volume de fogo.
1) Acompanhamento com Tiro Traçante
- O tiro antiaéreo e o tiro com munição traçante com a metralhadora pesada são descritos
no C23-65.
- Exercícios:
- Acompanhamento de modelos para treinar a colocação da trajetória sobre o alvo, fazendo
a visada por sobre a arma (“olho-alvo”).
- Tiro traçante real sobre balões, se houver disponibilidade de área que permita o tiro
nestas circunstâncias. Visa treinar a colocação da trajetória aparente de traçante sobre o alvo.
2) Bloqueio com volume de fogo
- Tiro antiaéreo descrito no CI 20/1 - Emprego do Armamento Leve na DCA.
- Trata-se de interceptar a rota de voo da aeronave, colocando grande volume de fogo
(rajadas longas, sem intervalos) em um “ponto futuro”.
- Exercícios:
- Tomada da pontaria com decolagem sobre modelos deslizantes em cabo ou arame (rota
de desfile e rota zero). Em locais adequados, pode ser feito o tiro real sobre os modelos.
A8-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

- Tomada da pontaria com decolagem sobre aeronaves ou aeromodelos teleguiados.


- Tomada da pontaria com decolagem sobre viatura em movimento:
Trecho de estrada, de preferência sobre aterro elevado, tendo o céu como fundo. A
metralhadora entra em posição a cerca de 100 m da estrada. Uma viatura desloca-se a 50 Km/h. O
atirador estima a decolagem, aponta e “abre fogo”(simulado). A viatura repete as passagens com
velocidades maiores.
h. TAAe - Tiro Antiaéreo
1) ALVOS DE COMBATE
- Não se atira contra qualquer aeronave a não ser que ela tenha sido reconhecida per-
feitamente como inimiga ou quando vem atacando com bombas ou metralhadoras. A tropa só atira
contra aeronave, por ordem ou sinal do Oficial responsável ou Comandante (ver o C 100-5). Até
700 jardas (630 metros), o tiro é eficaz. Nunca se deverá abrir fogo estando a mais de 1000 jardas
(900 metros).
2) TIRO ANTIAÉREO
- Efeitos: o tiro de metralhadora é eficaz contra aeronaves em voo rasante. O fogo bem
dirigido destrói ou danifica seriamente a aeronave atacante; do mesmo modo, uma rajada com pro-
jétis traçantes, nas proximidades de uma aeronave, produz um efeito desmoralizador para o piloto,
bem assim para outros pilotos que estejam observando o feixe de trajetórias.
- Distribuição do Fogo: obtém-se resultados mais eficazes, atirando em massa, com
uma seção ou um pelotão sobre um único alvo. Se as aeronaves voam em formação, deve-se
concentrar o fogo sobre a aeronave guia. Em seguida, deve-se transportar o fogo para a formação
seguinte. Os bombardeiros em picada são mais vulneráveis, quando estão nivelando para escapar,
após soltas as bombas.
- Carregamento da Fita: no tiro real, a melhor proporção corresponde a um projétil traçante
para um perfurante; não obstante, é satisfatória a proporção de um traçante para quatro perfurante.
As fitas, carregadas unicamente com munição trançante, só serão usadas nos exercícios de tiro e
demonstrações.
- Rotas de Voo: Fig 25 e 26 - Uma aeronave inimiga poderá aparecer ao atirador, numa
das seguintes rotas: vertical ou lateral. Em ambos os casos, a aeronave poderá estar em voo hori-
zontal, subindo ou mergulhando.
(1) Os alvos verticais são aqueles, cujas rotas passam pela vertical da posição de tiro.
Dentre eles, estão os alvos que aproximam e os que se afastam.
(2) Os alvos laterais são aqueles, cujas rotas não passam pela vertical da posição de
tiro. São alvos que atravessam a linha de visada da direita para esquerda ou vice-versa.
(3) O ponto de rota de qualquer alvo, que fica mais próximo da posição de tiro, chama-
se “ponto médio”.
(4) A parte da rota, na qual o alvo está se aproximando do ponto médio, chama-se
“cateto de aproximação”.
(5) A parte da rota, na qual o alvo está se afastando do ponto médio, chama-se “cateto
de fuga”.
(6) A linha imaginária que vai da metralhadora ao alvo é a “linha peça alvo” ou “ob-
servador alvo”.
(7) a linha, ao longo da qual o alvo está voando, é a “linha de voo” ou rota.

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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

Fig 1 - Rotas de voo

(8) O ângulo da peça-alvo com a linha de voo (rota) é o “ângulo e orientação”. No ponto
médio, o ângulo de orientação é sempre reto, isto é, de 1.600 milésimos.

Fig 2 - Diagrama monstrando: o ponto médio, o cateto de aproximação e o cateto de fuga.

A8-5
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

3) DECOLAGENS
- No tiro com a Mtr .50, M2 montada no reparo .50 M3, terrestre com pedestal M1, ou
reparo M63, não se empregam aparelhos de pontaria para as decalagens iniciais. O objetivo da
descrição contida neste artigo é ressaltar a grande importância das decalagens e a rapidez com
que estas mudam o tiro antiaéreo.
- Para se obter impactos em aeronaves que voam com grandes velocidades, é necessário
empregar-se grandes decalagens. Por Exemplo, suponha-se que uma aeronave está voando a 200
milhas por hora, a uma distância de 500 jardas (450 metros) da posição da Mtr. A duração do trajeto
de um projetil de cal .50 para um alcance de 500 jardas (450 metros) é de aproximadamente 0,7
por segundo. Uma velocidade de 200 mi/hora equivale aproximandamente a 100 jardas (90 metros)
por segundo, portanto, durante o espaço de tempo necessário ao projetil para cobrir uma distância
de 500 jardas (450 metros), a aeronave desloca-se em uma trajetória de 70 jardas (450 metros), a
aeronave deslocar-se-á em uma trajetória de 70 jardas (0,7x100 jardas). Em consequência, é fácil
compreender a necessidade de apontar-se a Mtr., 70 jardas à frente da aeronave, quando a distância
for 500 jardas (450 metros). À distância de 70 jardas subentende-se um ângulo de 140 milésimos.

70 = 140
0,5

- A tabela seguinte apresenta a decolagem em milésimos, no ponto médio, para diversas


velocidades do alvo, empregando Mtr. 50.

Decolagens Velocidade Alvo (mi/hora)


(em milésimos)
100 200 300 400
sobre
um ponto médio 70 140 210 280

Tab 1 - Decolagens em Milésimos.

- A decolagem, no ponto médio para cada 100 mi/hora da velocidade do alvo, é de 70


milésimos. Se a velocidade do alvo é estimada em mi/hora e multiplicada por 3/4, obter-se-á a
decolagem do ponto médio com bastante exatidão.

4) EFEITO DO ÂNGULO ALVO (Fig 27)


- A tabela de decalagens, dada no subparágrafo anterior, serve unicamente quando o
alvo está no ponto médio ou próximo dele. A medida que aumenta ou diminui o ângulo alvo, a deco-
lagem aumenta; a medida que se distancia do ponto médio, e decresce. A grandeza da decolagem
necessária no ponto médio é conhecida como “decolagem máxima”.
- A tabela seguinte indica a parte da decolagem máxima, necessária para diversos
ângulos-alvos.

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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

Fig 3 - Efeitos do ângulo-alvo sobre a decolagem

- O processo mais prático para determinar-se a fração da decolgem máxima necessária


para um alvo chama-se “processo do aspecto do alvo”. Neste processo, o atirador aponta para o
alvo, a calcula a olho a fração do comprimento total do alvo que poderá ver, e emprega alvo, para
sua correção inicial. Por exemplo, um atirador vê um aeronave que voa a 300 milhas por hora e
lhe parece ver metade do comprimento total da fuselagem. Portanto, ele usa a metade para sua
decolagem inicial. Se o alvo aproxima-se de frente, em picada, o atirador não vê nenhuma parte
lateral da fuselagem e não usa nenhuma decolagem.

ÂNGULO-ALVO (em milésimos) Decolagem


0... (CATETO DE APROXIMAÇÃO) ZERO
100... 1/2
500... 3/4
800... máxima
1.600... (CATETO DE FUGA) 3/4
Tab 2 - Ângulo - Alvo.

5) O ATIRADOR
- Depois de haver determinado a decolagem inicial, o atirador abre fogo com uma rajada
contínua e efetua as correções necessárias para registrar os impactos, observando as trajetórias
traçantes na zona do alvo. Devido a fumaça consequente do disparo de uma rajada contínua, o ati-
rador mantém a cabeça e os olhos por cima da arma, para pode observar as trajetórias traçantes. O
cone de dispersão da Mtr .50 é excessivo, quando se atira com a arma livre. A fim de reduzir o cone
de dispersão tanto quando possível, o atirador segura firmemente as empunhaduras com ambas
as mãos e dá estabilidade a Mtr da melhor maneira, com o seu corpo, conforme sua conformação
física e o tipo de reparo sobre a qual acione a metralhadora.
- Quando emprega o reparo M63, o atirador mantém-se na posição de pé e efetua as
mudanças em elevação, movendo suas mãos e braços para cima e para baixo. Para deslocar a Mtr
em direção, coloca seus pés de modo que passem em redor do reparo, mantendo a cabeça todo o
tempo acima da arma, de maneira que possa observar as trajetórias traçantes, sem dificuldades. A
Mtr é disparada com a mão esquerda, girando qualquer uma das empunhaduras no lado do gatilho.
As duas empunhaduras superiores são usada s para o tiro em ângulos de elevação grandes e mé-
dios. As empunhaduras inferiores servem para o tiro com pequenos ângulos.

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6) TRAJETÓRIA TRAÇANTES (Fig 4)


- No tiro contínuo, ao deslocar-se a Mtr rapidamente em direção, ocorre uma ilusão
ótica em que a trajetória das traçantes parece fazer uma curva mais ou menos brusca, em direção
oposta a do alvo. Se o atirador observar o conjunto de suas trajetórias traçantes, isto o torna con-
fuso, impedindo-o de apreciar exatamente o sentido dos desvios. A apreciação exata do sentido dos
desvios é difícil, mesmo nas melhores condições de observação. Para isto, o atirador deverá fixar
os olhos no alvo somente as traçantes próximas a ele. Deverá usar óculos vermelhos, para melhor
observar as trajetórias traçantes.
7) CONDUTA DO FOGO
- Após abrir fogo, a ajustagem do tiro é feita do seguinte modo:
- Em primeiro lugar, o atirador deverá ajustar seus tiros “na linha”. O tiro se diz “na linha”,
quando a curva aparente formada pelas trajetórias traçantes interceptam a linha peças-alvo (Fig 4).
Se o tiro não estiver “na linha”, será apreciado pela curva aparente dos projetis traçantes, abaixo ou
acima, para os alvos laterais, e à direita ou à esquerda, para os alvos verticais.

Fig 4 - Trajetória das traçantes

- Depois de colocar os tiros “na linha”, o atirador ajusta o tiro por decolagens. Esta é a
parte mais difícil da ajustagem do tiro:
- Apreciações corretas dos desvios são obtidas somente se, antes o tiro foi posto “na
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

linha” e o atirador observa apenas os projetis traçantes nas proximidades do alvo.


- As apreciações do sentido dos desvios para decolagem são as seguintes (Fig 5):
(1) Se a silhueta da curva aparente das traçantes é vista projetada sobre o alvo, o tiro
está sendo curto.
(2) Se a silhueta da curva aparente das traçantes é eclipsada pelo alvo, o tiro está
sendo longo.
- Os recursos auxiliares na apreciação do sentido do desvio para a decolagem são os
seguintes:
(1) Se a curva aparente das traçantes parece estar passando atrás do alvo, é porque,
de fato, as trajetórias estão passando muito atrás.
(2) Se a curva aparente das traçantes parece estar sobre o alvo, é porque, realmente,
as trajetórias estão passando atrás.
(3) Se a curva aparente das traçantes parece estar passando ligeiramente à frente, as
trajetórias terão prováveis impactos no alvo, ou estarão ligeiramente à frente.
(4) Se a curva aparente das traçantes parece estar passando muito à frente, as traje-
tórias estarão provávelmente ligeiramente à frente.
- É a seguinte a sequência na ação:
(1) O atirador aponta à frente do alvo e acompanha com o cano a linha de voo (rota),
dando assim a decolagem necessária para atingi-lo.

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INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

Fig. 5 - Modo de apreciar o sentido dos desvios com relação à linha observador-alvo
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Fig 6 - Apreciação da correção-alvo, depois da obtenção de tiros sobre a linha observador-tiro.
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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

(2) Em seguida, abre fogo e observa as traçantes nas vizinhanças do Alvo.


(3) O atirador vai corrigindo o tiro, até ajustá-lo “na linha”.
(4) O atirador corrige a decolagem, pela observação, se o ângulo de aproximação é
pequeno; ou pela observação da silhueta ou eclipse, se o ângulo de observação é grande. Em caso
de dúvida, deverá aumentar sua decolagem.

8) DIVISÃO EM FASES
- Os exercícios preparatórios compreendem as seguintes fases:
(1) identificação de aeronaves.
(2) Avaliação de distâncias e velocidades.
(3) Exercícios de tomada de posição.
(4) Tiro de demonstração.
(5) Exercícios de tiro.
(6) Exercícios de acompanhamento.
- É preciso que cada instruendo tenha terminado a instrução preliminar prescrita no sub-
parágrafo anterior, antes de exercutar a prática do tiro contra alvos aéreos. A instrução preliminar
deverá estar terminada, antes de se iniciar a instrução sobre o tiro antiaéreo.

9) IDENTIFICAÇÃO DE AERONAVES
- A todos os atirados será ministrada uma instrução completa sobre identificação de
aeronaves. Os homens recebem assim uma instrução preliminar, antes de executarem a instrução
do tiro antiaéreo e, também, uma instrução suplementar, à medida que se desenrola a instrução
do tiro antiaéreo.

ALCANCES PORMENORES VISTOS

Jardas Metros
Símbolos e inscrições. As letras podem ser distinguidas.
200 180 Pequenas projeções da fuselagem, tais como: mtrs e antenas.
500 450 Leme e posto de pilotagem.
700 630
Contorno aeronave (dentro da distância).
1000 900

Acima de
O contorno desaparece e torna-se um ponto alongado (fora de
alcance)
1000 900

Tab 3 - Indentificações de Aeronaves.

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Fig 7 - Detalhes vistos, de acordo com a altura de voo.


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10) AVALIAÇÃO DA VELOCIDADE E DISTÂNCIA


- Avaliação da Distância - A finalidade da avaliação da distância é ensinar ao atirador
o momento exato de abrir fogo. Esta avaliação é mais difícil para os alvos aéreos do que para os
terrestres; a única base para a avaliação das distâncias aos alvos aéreos é o aspecto da aeronave.
- Sempre que possível, os exercícios para avaliação da distância das aeronaves serão
feitos com o concurso de uma aeronave voando a distâncias conhecidas. Bastará que todos se
familiarizem com o aparecimento da aeronave a distâncias conhecidas. Praticar-se-á sempre até a
distância de 1.000 jardas (900 metros), limite máximo, conveniente ao tiro das metralhadoras. Não
se dispondo de aeronave como meio auxiliar para esses exercícios, usar-se-á a tabela.
- Um artifício para facilitar o adestramento na avaliação de distâncias, consiste em
confeccionar-se um alvo quadrado, de celulóíde transparente, de 1,3 cm de lado. O comprimento
médio dos aviões monomotores é de 12 jardas (10,80 metros) e a dos aviões bimotores é de mais ou
menos 20 Jardas (18 metros); à distância de 1.000 jardas (900 metros), estas medidas subentendem
ângulos de 12 a 20 milésimos, respectivamente, Usando-se a relação de milésimos, à distância de
24 polegadas, 12 milésimos corresponderão a um arco de 0.288 da polegadas e 20 milésimos cor-
responderão a um arco de 0,480 da polegadas. No quadrado de celulóide, traçam-se duas linhas
verticais separadas 0,288 da polegadas, distantes uma da outra, e duas outras separadas 0,480
polegadas. Mantém-se esse quadro de celulôide a 60 centímetros distantes da vista; o tamanho
de um monomotor, quando está à distância de 1000 jardas, será visto enquadrado entre as duas
linhas 0,288 e da mesma maneira o de um bimotor, quando é visto no espaço das linhas 0,480,
está a 1.000 jardas (900 metros) de distância. Convém prender o modêlo a um barbante e colocar
este em torno do pescoço, de modo que fique 60 cm distante dos olhos, quando esticado. Esse
artifício poderá ser feito para várias distâncias, do mesmo modo que o confeccionado acima para
as distâncias referidas (Fig 32).

Fig 8 - Telêmetro de celulóíde para 1000 jardas

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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

Fig 9 - Telêmetro de celulóíde para 1000 jardas (continuação)

- Os exercícios para a avaliação de distâncias serão feitos conjuntamente com a instrução


sobre identificação de aeronaves.
- Avaliação das Velocidades dos Alvos Aéreos - Executa-se, sempre que possível, com o
concurso de uma aeronave velocidade conhecida, até que todos se familiarizem com o aspecto das
diversas velocidades; também se exercitarão as diversas velocidades de ataque dos vários tipos de
aeronaves no decorrer dos exercícios de identificação.

11) EXERCÍCIO DE TOMADA DE POSIÇÃO PARA O TIRO


- O objetivo deste exercício é ensinar ao atirador a maneira de tomar rápida e correta-
mente uma posição para o tiro antiaéreo.
- O instrutor fará com que cada instruendo tome uma posição correta. A rapidez em
tomar a posição se obtém pela prática e não forçando os movimentos. A posição de cada soldado
se comprova, exigindo-se, que acione uma Mtr livre em elevação e em direção por intermédio de
um amplo setor, sem apontar para nenhum alvo.
- A habilidade de disparar uma Mtr dependerá diretamente da coordenação dos olhos
com os movimentos das mãos. Isto só se obtém com a prática. O atirador deverá apontar sua arma
sobre o alvo automaticamente e efetuar as correções com rapidez e precisão. Para desenvolver
esta habilidade, é necessário acompanhar continuadamente alvos em movimento. Para este fim,
utilizam-se aeronaves, pássaros e viaturas terrestres em movimento.

12) TIRO DE DEMONSTRAÇÃO


- A finalidade desse tiro é familiarizar o atirador com o aspecto da curva aparente das
trajetórias traçantes e ensinar os vários processos para conduzi-las sobre os alvos.
- Demonstração
(1) Sem apontar sobre qualquer alvo, desloca-se uma Mtr livre em direção, ao mesmo
tempo que se atira, para mostrar o aparecimento da curva aparente das trajetórias traçantes. Deverá
chamar-se a atenção dos instruendos, sobre a importância de manter a cabeça levantada por cima
da Mtr, a fim de poder observar através da fumaça produzida.
(2) Dispara-se sobre alvos aéreos, verticais ou laterais, demonstrando a necessidade
de aumentar a “decolagem” à medida que o alvo se aproxima do ponto médio de sua rota.

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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

13) EXERCÍCIO DE TIRO


- Ensinar ao instruendo o modo de manejar a Mtr livre, enquanto atira, aponta e dispara
uma rajada de longa duração.
- Tiro sobre Balões - Os balões lançados ao vento são alvos de pequena velocidade;
não obstante, o tiro sobre balões oferece uma prática limitada no manejo da metralhadora, embora
proporcione ao atirador a oportunidade de observar a trajetória e a duração do trajeto. O tiro sobre
balões serve para adestrar o atirador em conseguir o menor cone de dispersão do tiro e mostrar-
-lhe a importância de não deslocar a Mtr demasiadamente, durante a regulação do tiro. Os balões
servem, apenas, como alvos para instrução preliminar, e o tempo e a munição empregados nestes
exercícios deverão ser reduzidos ao mínimo.
- Processo de Treinamento Impróprio - O tiro sobre alvos fixos e o tiro nos estandes
antiaéreos as distâncias reduzidas, não servem como processos para adestramento do tiro anti-
aéreo. O tiro antiaéreo, sem o emprego de munição traçante, é absolutamente ineficiente; torna-se,
portanto, inútil ao adestramento. Os erros não poderão ser observados e corrigidos e, quando se
obtem impactos, o atirador não saberá quando, nem como fazer a correção.
- Fundamentos de Tiro Correto - Antes de iniciar o primeiro exercício, o instrutor expõe a
importância em tomar a posição correta para o tiro, segurando firmemente o punho da metralhadora
e disparando uma rajada prolongada, com a arma livre. Durante o tiro de instrução, o instrutor verifica
se cada instruendo observa estes princípios fundamentais, antes e durante o tiro.

14) EXERCÍCIOS DE ACOMPANHAMENTO


- O objetivo deste exercício é ensinar o modo de manusear a metralhadora livre e simular
o tiro de uma rajada sobre alvos aéreos em diversas posições. A aeronave controlada pelo rádio
constitui o alvo mais apropriado para este exercício.

15) OUTROS MEIOS AUXILIARES


- O exercicío de acompanhamento de qualquer alvo aéreo, em movimento, ajuda a
desenvolver a coordenação dos olhos com as mãos.
- Quando não se dispuser de alvos móveis, poder-se-á efetuar estes exercícios acom-
panhando os contornos dos edifícios, fios telefônicos ou outras linhas de paisagem.
- Poder-se-á também usar uma lanterna elétrica presa no cano da Mtr e, com o feixe
luminoso, acompanhar miniaturas de aeronaves penduradas em fios de arame.
- Identicamente, poder-se-á prender, ao cano da metralhadora, uma mangueira de bor-
racha, com o jato d’água bem fino, para acompanhar os alvos móveis.
3. MUNIÇÃO
- Os Módulos de Tiro indicam a munição a ser empregada em cada Exc Tir.

4. REFERÊNCIAS
- C 23-1 - TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS;
- C 23-65 - METRALHADORA .50 M2;
- CI 20/1 - EMPREGO DO ARMAMENTO LEVE NA DCA.

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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO

Instrução Preparatória para


Aplicar as técnicas e proce- o tiro descrita nos C 23-1 e O instruendo deverá demonstrar o de-
IPT
dimentos de execução da C 23-65. sempenho exigido no Teste da Instru-
TIP
pontaria e do tiro. - Realizará IPT ção Preparatória (TIP).
- Realizará TIP

O instruendo deverá obter os índices de


Atirar com a Mtr P, execu- As condições dos Exc Tir do suficiência em todos os Exc Tir previs-
TIB tando os tiros de instrução Módulo de Tiro de Instrução tos no Módulo de Tiro do TIB, ficando
básicos. Básico (TIB). em condições de empregar a arma com
segurança.

O instruendo deverá obter os índices de


Atirar com a Mtr P, execu- As condições dos Exc Tir do suficiência em todos os Exc Tir previs-
TIA tando os tiros de instrução Módulo de Tiro do Instrução tos no Módulo do TIA, ficando em con-
avançados. Avancado (TIA). dições de empregar a arma na defesa
aproximada de instalações.

O instruendo deverá obter os índices de


As condições dos Exc Tir do suficiência em todos os Exc Tir previs-
Empregar a Mtr P, em situa-
TCB Módulo de Tiro de Combate tos no Módulo de Tiro do TCB, ficando
ção de combate.
Básico (TCB). em condições de empregar a arma na
defesa de instalacões e de comboio.
Instrução preparatória para o
Instrução preparatória para o tiro Anti-
tiro Antiaéreo com aplicação
aéreo com aplicação dos processos:
Aplicar as técnicas e proce- dos processos:
IPT/ - Acompanhamento com tiro traçante (C
dimentos de execução da - Acompanhamento com tiro
AAe 23-65);
pontaria e do tiro antiaéreo. traçante (C 23-65);
- Bloqueio com volume de fogo (CI
- Bloqueio com volume de
20/1).
fogo (CI 20/1).

Empregar a Mtr P na defe-


TAAe sa antiaérea de instalações A REGULAR A REGULAR
e comboio.

OBSERVAÇÃO: - para as atividades referentes ao Tiro Antiaéreo, especial atenção deverá ser dada ao Capí-
tulo 4 do Manual C 23-65
- o TCA não se aplica à Metralhadora Pesada.

Tab 4 - Objetivos Individuais de Instrução.

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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

III. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIP TIB TIA TCB TCA
PESSOAL QUE ATIRA

OFICIAIS Todos - - - - - -

SUBTENENTES E Um Sgt designado na Fra-


Sargentos - X - - -
SARGENTOS ção dotada (2)

Cabos e
Atirador designado (2) - - X X -
Soldados
CABOS E SOLDADOS
ENGAJADOS (2)
Cabos e Auxiliar do Atirador desig-
- X - - -
Soldados nado (2)

Cabos e
Atirador designado (1)
Soldados
CABOS E SOLDADOS
RECRUTAS
Cabos e
Atirador designado (1)
Soldados

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões


(2) Exercícios de Manutenção de Padrões

Tab 5 - Pessoal que atira.

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IR-TAEx 2017-APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum - -
Traçante (Trç) - -
IV. TESTE DA INSTRUÇÃO
Festim (Ft) - -
PREPARATÓRIA (a) TIP
Simulador - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8

Cartucho .22 (Cart .22) 38 38


Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 38 38

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Sessão Tempo Exercício Posição Tiros por Tempo Regime PADRÕES MÍNIMOS
Luz Distância Alça Munição Alvo
(b) Estimado de Tiro (c) homem (seg) (d)
1 D Bp 4 Em cada Exc Tir, 3 impactos
TT A6 no escatilhão de 7,5 cm de
2 D Bp 3 diâmetro.
1ª 1h 3 25 m - D Bp 5 .22
Em cada Exc Tir, 3 impactos
4 D Bp 5 TT A6 no escatilhão de 7,5 cm de
diâmetro.
5 D Bp 5

Diurno
3 impactos no escantilhão
Sem Tempo

6 D Bp 6 TT com 7,5 cm de diâmetro,


2 A6 referenciados a cada alvo.
2ª 1h 25 m - .22
(e) 3 impactos no escantilhão
7 D Bp 10 Rj/2-3 com 7,5 cm de diâmetro,
referenciados a cada alvo.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

Tab 6 - Teste da Instrução Preparatória.


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IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA


1. OBSERVAÇÕES
(a) O TIP deve será realizado com o “Fz .22”
(b) Estas sessões devem ser realizadas exercício por exercício, uma sessão após a outra,
sem interrupção de 1 a 3 dias antes do TIP.
(c) Posição deitado, arma apoiada no bipé.
(d) Regime:
- TT - Tiro intermitente.
- Rj/2-3 - Rajadas curtas, de 2 a 3 tiros.
(e) Alvos numa mesma linha e espaçados de 50 cm.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. Os exercícios com o “Fz .22”não podem ser vistos como um fim em si mesmos. Carac-
terizam, tão somente, o emprego de um excelente Meio Auxiliar de Instrução que, para os novos
instruendos, consolidará a Instrução Preparatória para o Tiro e criará condições para a obtenção do
padrão mínimo exigido nos exercícios do TIB.
b. Os instrutores não deverão titubear em retornar ao TIP todo aquele militar que estiver de-
monstrando dificuldade em qualquer exercício de tiro (em termos de custo é sempre bom ressaltar
que um cartucho .50 equivale a cerca de 48 cartuchos .22).
c. No Exc Tir 6, tiros alternados sobre os dois alvos. O escantilhão é colocado sobre cada
um dos grupamentos, referenciados a cada alvo. O escantilhão deverá conter os três tiros referen-
ciados a cada alvo.
d. No Exc Tir 7, rajadas alternadas sobre os dois alvos. O escantilhão é colocado sobre cada
um dos grupamentos, referenciados a cada alvo. O escantilhão deverá conter os tiros referenciados
a cada alvo.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


a. Para registro e avaliação do atirador.
b. Não há classificação conceitual, e sim APTO (A) ou INAPTO (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o APTO, ou
não o qualifique nesta função.

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IR-TAEx 2017-APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 36 36
Traçante (Trç) - -
V. TIRO DE INSTRUÇÃO
Festim (Ft) - -
BÁSICO TIB
Simulador - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8

Cartucho .22 (Cart .22) - -


Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 36 36

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Sessão Tempo Exercício Tiros por Tempo Regi- PADRÕES MÍNIMOS
Luz Distância Alça Posição Munição Alvo
(b) Estimado de Tiro homem (seg) me
- 4 impactos no escantilhão
101 5 A6
400 Reparo com 7,5 cm de diâmetro.
1ª 1h 25 m Deriva Terrestre R/C m TT 2 - 2 impactos no escantilhão
102 Zero (a) 6 A6 com 7,5 cm de diâmetro,
(b) referenciados a cada alvo.

Diurno
- 4 impactos no escantilhão
103 10 Rj/2-3 A6
Sem Tempo

400 Reparo com 7,5 cm de diâmetro.


2ª 1h 25 m Deriva Terrestre R/C m 2 - 3 impactos no escantilhão
104 Zero (a) 15 Rj/2-3 A6 com 7,5 cm de diâmetro,
(b) referenciados a cada alvo.

Tab 7 - Tiro de Instrução Básico.


INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA
EB70-IR-01.002

A8-21
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

1. OBSERVAÇÕES
(a) Se a metralhadora não dispuser de reparo terrestre, atirar do pedestal ou do suporte na
viatura.
(b) Alvos numa mesma linha, espaçados de 50 cm.
(c) Regime
- TT - Tiro intermitente
- Rj/2-3 - Rajadas de 2 a 3 tiros

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão - Exc Tir 101 e 102
- Familiarizar-se com o desempenho da arma.
- Tiro livre, sem ceifa.
- No Exc Tir 102, tiros alternados sobre os dois alvos. O escantilhão é colocado sobre
cada um dos grupamentos, referenciados a cada alvo. O escantilhão deverá conter os dois tiros
referenciados a cada alvo.
b. 2ª Sessão - Exc Tir 103 e 104
- Desenvolver a confiança na arma.
- Tiro livre, sem ceifa.
- Controlar as rajadas.
1) Exc Tir 103
Tiro de grupamento sobre um único alvo.
2) Exc Tir 104
Tiro de grupamento sobre dois alvos, alternados. Avaliação conforme o Exc Tir 102.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


a. Para registro e avaliação do atirador.
b. Não há classificação conceitual, e sim APTO (A) ou INAPTO (I). A classificação “I” é tran-
sitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o APTO, ou não
o qualifique nesta função.

A8-22
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017-APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Comum 48 48
VI. TIRO DE INSTRUÇÃO
Traçante (Trç) 9 9
AVANÇADO TIA
- - -
- - -
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8

TOTAIS 57 57

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Ses- Tempo Exercício Tiros por Tempo Regime PADRÕES MÍNIMOS
Luz Distância Alça Posição Munição Alvo
são Estimado de Tiro homem (seg) (c)
400
201 Deriva 3
Zero Reparo
1ª 1h 202 25 m De Terrestre 3 Comum TT A6 - Obter a Alça de Combate.
acordo (a)
203 3
com as

Diurno
204 correções 3
2
205 Reparo 15 Rj/2-3 A2 - 5 impactos nas silhuetas.
Sem Tempo

De Comum
2ª 2h 100 m Terrestre (d)
Combate e Trç (b)
(a)
206 15 TT (e) - 6 impactos nas silhuetas.
Reparo
De Comum
3ª 2h 207 Not 100 m Terrestre 15 TT (e) - 4 impactos nas silhuetas.
Combate e Trç (b)
(a)

Tab 8 - Tiro de Instrução Avançado.


INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA
EB70-IR-01.002

A8-23
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA


1. OBSERVAÇÕES
(a) Se a metralhadora não dispuser de reparo terrestre, atirar do pedestal ou do suporte na
viatura.
(b) Um cartucho traçante para cinco comuns.
(c) TT - Tiro intermitente; tiro a tiro em sequência rápida. É a forma indicada para bater alvos
terrestres.
Rj/2-3 - Rajadas curtas de 2 a 3 tiros.
(d) Espaçadas de 5 metros.
(e) Silhueta de uma Vtr 1/4.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão - Exc Tir 201, 202, 203 e 204
Obtenção da Alça de Combate
1) Procedimentos
- Alça inicial 400, deriva zero.
- Executar três tiros intermitentes visando o centro da silhueta.
- Verificar o centro do grupamento.
- Modificar a alça para deslocar o centro do grupamento para 6 cm acima da base e no
meridiano central da silhueta.
- Executar os demais Exc Tir até a obtenção da Alça de Combate, que deve ser anotada
e do conhecimento do atirador, do seu auxiliar e do Ch Peça.
2) Utilização
A Alça de Combate permite atirar:
- contra alvos até 400 m, visando o seu centro;
- contra alvos entre 400 e 600 m, visando o terço superior; e
- para distâncias superiores, acrescer a Alça de Combate o que exceder 600 m, mais
100 para 700 m, mais 200 para 800 m, etc.
b. 2ª Sessão - Exc Tir 205 e 206
Desenvolver a destreza na execução do tiro.
Tiro livre, com ceifa.
1) Exc Tir 205 Rajadas curtas, alternadas sobre as duas silhuetas.
2) Exc Tir 206
- Tiro sobre alvo terrestre. Emprego da decalagem.
- Ver C23-65.
- O alvo deverá se deslocar numa direção transversal à direção de tiro. O alvo pode ser
sustentado por cabo de aço e roldanas. O movimento pode ser transmitido por tração, executada
por uma viatura.
(Uma ideia: esquema abaixo).

40 m

Roldana
Cabo de para
Tração
Sustentação Cabo de Tração

Berma
p/ Segu-
Cobertura para -rança
Vtr Vtr
ocultação Direção Tratora
de Tiro Tratora

Fig 10 - Esquema da 2ª Seção do EXc Tir 205 e 206.

A8-24
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

c. 3ª Sessão - Exc Tir 207


Exercício noturno, sobre a mesma silhueta do Exc Tir 206.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador.

QUADRO 1: Exc Tir 205 + 206 + 207


Nº de impactos nas silhuetas Classificação
40 a 45 E
34 a 39 MB
23 a 33 B
15 a 22 R
Tab 9 - Classificação dos Resultados no TCB.

A8-25
EB70-IR-01.002

A8-26
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Comum 48 48
Traçante (Trç) 12 12
VII. TIRO DE COMBATE
Festim (Ft) - -
BÁSICO TCB
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8

Simulador - -
Cartucho .22 (Cart .22) - -
Chumbinho (4,5) - -
TOTAIS 60 60

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Ses- Tempo Exercício Tiros por Tempo Regi- PADRÕES MÍNIMOS
Luz Distância Alça Posição Munição Alvo
são Estimado de Tiro homem (seg) me
301 700 10
De Reparo Comum - 9 impactos nas silhuetas
1ª 2h 302 600 Combate Terrestre 10 e TT (d) Classificação: Ver Quadro
(a) (b) Trç 2.
303 500 10

Diurno
304 400 10
Reparo Comum 8 - 9 impactos nas silhuetas
Sem Tempo

De
2ª 2h 305 300 Terrestre 10 e Rj/2-3 A2 Classificação: Ver Quadro
Combate
(b) Trç (e) 2.
306 200 10

Tab 10 - Tiro de Instrução Avançado.


INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A8 INSTRUÇÕES DE TIRO COM METRALHADORA PESADA

1. OBSERVAÇÕES
(a) Alça de Combate mais os acréscimos comandados pelo Ch Peça.
(b) Nas Vtr operacionais, atirar do pedestal ou do suporte da viatura. As Mtr sobre reparo
terrestre, em abrigo de sacos de areia ou espaldão.
(c) Regime de tiro:
- TT - Tiro intermitente; tiro a tiro em sequência rápida. É a forma indicada para bater
alvos terrestres.
- Rj/2-3 - Rajadas curtas de 2 a 3 tiros; eventualmente pode ser empregada contra
pessoal.
(d) Silhuetas de viaturas, escala 1:1, móveis colocadas às distâncias de 700, 600 e 500 m.
(e) Três grupos de quatro pares de silhuetas A2 colocados às distâncias de 400, 300 e 200
m, respectivamente. O espaçamento entre os pares é de 5 metros e entre as silhuetas de cada par
é de 50 cm.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1º Sessão - Exc Tir 301, 302 e 303
- Atirar com rapidez e precisão.
- Tiro contra alvo móvel, viaturas em deslocamento transversal, 10 Km/h. Oculto, inicia o
movimento, expondo-se, no mínimo, por 30 metros.
- Os alvos são apresentados, sucessivamente, às distâncias de 700, 600 e 500 metros.
- Tiro executado de posição abrigada ou coberta.
b. 2ª Sessão - Exc Tir 304, 305 e 306
- Atirar com rapidez e precisão.
- Tiro contra grupo de homens.
- Grupos de alvos são expostos, sucessivamente, às distâncias de 400, 300 e 200 metros.
- Tiro livre com ceifa, executado de posição abrigada ou coberta.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


Para registro e avaliação do atirador.

QUADRO 2: Exc Tir 301+302+303+304+305+306


Nº de impactos nas silhuetas Classificação
54 a 60 E
45 a 53 MB
30 a 44 B
18 a 29 R

Tab 11 - Classificação do Resultado no TCB

A8-27
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A9

INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CAL 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

Edição
2017

A9-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES
A espingarda Cal 12 é um armamento letal que pode utilizar munição menos letal e letal.
Tem dotação prevista nos Módulos de Controle de Distúrbios (MCD) e é distribuída às Unidades
e Subunidades de Polícia do Exército, de Guardas, OM da 11ª Bda Inf L e das Subunidades e
Grupos de Inteligência. Poderá ser dotado em qualquer OM do Exército que possua o MCD, ou que
empregue este armamento para a segurança orgânica.
É arma de uso individual. Não possui guarnição específica, mas militares poderão ser
designados por QO ou NGA da Unidade para, em acréscimo às suas funções, empregarem a arma.
2. MÓDULOS DIDÁTICOS DE TIRO
a. IPT
- A IPT com a espingarda cal 12, de repetição, segue a metodologia idêntica a do fuzil (C
23-1) em que se aplicam, particularmente, o processo monitor-instruendo e a instrução por oficinas:
1) Pontaria com a arma.
- Tomada das linhas de mira e de visada.
2) Montagem e desmontagem do armamento (1º Escalão).
3) Manejo da arma.
- Utilizar munição de manejo e realizar as seguintes operações com o armamento:
municiamento; carregamento; retirada das munições do tubo de alimentação utilizando a telha do
armamento e o retém do tubo de alimentação.
4) Manutenção da arma.
- Antes e após o tiro.
5) Identificação das munições.
- O atirador deverá identificar os diversos tipos de munições para a espingarda Cal
12 existentes na OM, devendo o instrutor, ao final da instrução, fazer uma demonstração de tiro
utilizando todas estas munições, para que todo o grupamento de atiradores possa verificar o efeito
de cada munição.
6) Procedimentos para o tiro.
- Normas de conduta.
- Regras de segurança para o tiro.
- As técnicas e procedimentos a serem desenvolvidos na IPT estão descritos no C 23-35 e
IP 21 - 2, Ed 1998.
b. TIP
O Teste da Instrução Preparatória (TIP) consiste na correta identificação das peças e
partes do armamento, na execução correta do manejo do armamento, na correta identificação das
diversas munições que o EB adquire para o armamento e na constância na pontaria através da
execução do “triângulo de pontaria”, realizado pelo atirador nas posições de pé, de joelho e deitado.
c. TIB
- Os exercícios do TIB são de tiros de iniciação e destinam-se a familiarizar o militar com
o desempenho da arma e a permitir o seu manuseio com segurança, além de habilitar o militar à
utilização do armamento na segurança orgânica.
- Nenhum recruta incorporado, aluno de curso de formação ou militar estagiário deverá
ser dotado da espingarda Cal 12 para a execução de serviço ou o cumprimento de qualquer missão
sem ter realizado a IPT, ter sido aprovado no TIP e realizado o TIB, em que deverá ter alcançado,

A9-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

pelo menos, o padrão mínimo.


d. TIA
- Este módulo completa a formação do atirador com a espingarda Cal 12 nas OM de
Polícia do Exército, de Guardas, da 11ª Bda Inf L e demais OM do Exército que utilizem este
armamento com munição menos letal e letal.
- Os exercícios do TIA buscam desenvolver a precisão e a destreza na utilização da arma.
- O módulo do TCB não se aplica ao uso dessa arma nas operações de Garantia da Lei e
da Ordem, ou mesmo, nas ações típicas da Polícia do Exército em áreas sujeitas à administração
militar, na Defesa Externa.
e. TCB
- Este módulo completa o treinamento do militar dotado de Espingarda Cal 12, nas
Subunidades e nos Grupos de Inteligência.
- É realizado em sequência ao TIA, a partir do início do ano de instrução como Instrução
de Manutenção de Padrões para o Efetivo Profissional (EP) da OM de Inteligência (ver pessoal
que atira).

3. REFERÊNCIAS
a. C 23-1 - TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS
b. C 19-15 - OPERAÇÕES DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS

A9-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO


Aplicar as técnicas e pro-
-Realizar a Instrução
cedimentos do manuseio
Preparatória para o Tiro
da arma, identificação O instruendo deverá demonstrar
(IPT).
IPT das diversas munições o desempenho exigido no Teste
existentes na OM, exe- da Instrução Preparatória (TIP).
-Realizar o TIP.
cução da pontaria e tiro
com a espingarda Cal 12.
O instruendo deverá:
- aplicar as técnicas e procedi-
mentos para a execução da pon-
Atirar com a Cal 12 rea- As condições dos Exc taria e tiro;
TIB lizando os tiros de instru- Tir do Módulo do Tiro - obter os índices de suficiên-
ção avançados. de Instrução Avançado. cia previstos no Módulo do TIB,
ficando em condições de em-
pregar a arma com segurança e
utilizá-la na segurança orgânica.
O instruendo deverá obter os ín-
As condições dos Exc dices de suficiência em todos os
Atirar com a espingarda
Tir do Módulo do Tiro Exc Tir previstos no Módulo do
TIA Cal 12, realizando os tiros
de Instrução Avançado TIA, ficando em condições de
de instrução avançados.
(TIA). empregar a arma na defesa pes-
soal e em Operações de GLO.
O instruendo deverá obter os ín-
As condições dos Exc
Atirar com a espingarda dices de suficiência em todos os
Tir do Módulo do Tiro
TCB cal 12, realizando os tiros Exc Tir previstos no Módulo do
de Combate Básico
de combate básicos. TCB, ficando em condições de
(TCB)
empregar a arma no combate.

OBSERVAÇÃO: o Tiro de Combate Básico (TCB) destina-se exclusivamente aos militares do-
tados com essa arma nos grupos e subunidades de inteligência.

Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução.

A9-4
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

III. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIB (3) TIA TCB
PESSOAL QUE ATIRA
De Subunidade de PE, de Gd,
Capitães e da 11ª Bda Inf L e de outras OM X X -
Tenentes dotadas de Módulo de CD
OFICIAIS (2)
Dos Gp e SU de Inteligência X X X
Demais Todos - - -
De todas as Armas, Quadros e
Subtenentes - - -
Serviços
SUBTENENTES Dotados X X -
E SARGENTOS (2) Sargentos
Dos Gp e SU de Inteligência X X X
Demais Todos - - -
Cb e Sd Não dotados - - -
CABOS E
Dotados X X -
SOLDADOS
ENGAJADOS (2) Cb e Sd Dotados nos Gp e SU de
X X X
Inteligência
CABOS E Cb e Sd Não dotados - - -
SOLDADOS
RECRUTAS (1) Cb e Sd Dotados X X -

TIROS DE GUER-
Atiradores Todos - - -
RA (1)

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.


(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.
Tab 2 - Pessoal que Atira.

A9-5
EB70-IR-01.002

A9-6
IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12
MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA

Cart Cal 12 com 1 projetil de chumbo balote 3 3


IV. TIRO DE INSTRUÇÃO BÁSICO TIB Cart Cal 12 SG 1 1

Cart Cal 12 3T 1 1
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9

TOTAIS
5 5

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

PADRÕES MÍNIMOS
Tempo Exercício de Posição Tiros por Tempo
Sessão Luz Distância Alça Munição Regime Alvo
Estimado (a) Tiro (b) homem (seg)

Cart com 1 projetil de


101 20 m - P 1
chumbo balote

- 1 impacto na silhueta.
Cart com 1 projetil de Sem
1ª 2h 102 20 m - J 1 - A2 - Classificação: não há.
chumbo balote Tempo

Cart com 1 projetil de


103 30 m - P 1
chumbo balote

Diurno
Cart Cal
104 15 m - P 1
12 SG
- Impactos no alvo.
10
MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

2ª 1h - A2 - Classificação: não há
segundos
Cart Cal
105 15 m - J 1
12 3T
INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


Tab 3 - Tiro de Instrução Básico.

Obs: as armas que forem realizar os disparos com balote ou SG não poderão ter e/ou estar com “choke” - grupador.
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

1. OBSERVAÇÕES:
a. Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE ou Inf Gd.
b. Posições de tiro:
P - de pé; e
J - de joelho.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exercícios 101 e 102
- Familiarizar-se com o desempenho do aparelho de pontaria da arma utilizando munição
com um projétil de chumbo.
b. 2ª Sessão - Exercício 103 e 104
- Familiarizar-se com o desempenho da arma utilizando munição com diversos projéteis
de chumbo.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (1). A classificação “I “ é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não
o qualificar na função de atirador da espingarda Cal 12. A partir da realização do TIB, o militar que
atingiu os padrões mínimos está apto a utilizar o armamento na segurança orgânica.

A9-7
EB70-IR-01.002

A9-8
IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12
MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


V. TIRO DE INSTRUÇÃO
Cartt Cal 12 com 1 projétil de borracha 2 2
AVANÇADO TIA
Cartt Cal 12 com 3 projéteis de borracha 2 2
TOTAIS 4 4
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Posição Tempo
Sessão Estimado Luz Distância Alça por ho- Munição Regime Alvo
de Tiro (b) (seg)
(a) mem

- 1 impacto abaixo da linha da


cintura do alvo designado pelo
(c)
201 30 m P 1 instrutor
2A2
- Classificação: não há.
Modificado

Cart Cal 12
de borracha
com 1 projétil
1ª 1h - -
-Impactos nos dois alvos cen-

10 segundos
trais na linha abaixo da cintura
(d)

202 30 m P 1
4A2

- Classificação: não há.

Cart Cal
borracha

12 com 3
Modificado

projéteis de

Diurno
- 1 impacto abaixo da linha da
cintura do alvo designado pelo
P entre
(c)

203 20 m 1 instrutor
2A2

escudos
- Classificação: não há
Modificado

Cart Cal 12
MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

de borracha
com 1 projétil

2ª 1h - -

-Impactos nos dois alvos cen-


10 segundos
INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12

P entre trais na linha abaixo da cintura


(d)

204 20 m 1
4A2

escudos - Classificação: não há.


Cart Cal
borracha

12 com 3
Modificado

projéteis de

Tab 4 - Tiro de Instrução Avançado.


EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, Inf Gd, ou Cia 11ª Bda Inf L.
(b) Posições de tiro:
- P - de Pé;
- P entre escudo - de pé, abrigado por dois escudos, existindo um espaço de 0,4 m entre os
escudos. Ver quadro 3.
(c) Alvo confeccionado com duas silhuetas do A2 coladas uma em cima da outra para simular
os membros inferiores de uma pessoa de pé. Verificar quadro 1.
(d) Os alvos deverão seguir as medidas do quadro 1 e estarem dispostos conforme quadro 2.

Quadro 1

Zona de
Impacto
1,80 m

0,5 m

Fig 1 - Alvos confeccionados com duas silhuetas.

Quadro 2
Quadro 3

0,4 m

0,5 m

Fig 2 - Alvos confeccionados com duas silhuetas.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão - Exercícios 201 e 202
- Desenvolver a destreza no emprego da arma com a munição de borracha em distância
eficaz.
b. 2ª Sessão - Exercícios 203 e 204
- Desenvolver a destreza no emprego da arma com a munição de borracha dentro da distân-
cia mínima de emprego e atrás da linha de escudos.

A9-9
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não
o qualificar na função de atirador da espingarda Cal 12.

A9-10
EB70-IR-01.002
IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12
MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Cart Cal12 com 1 projétil de borracha. 2 2

VI. TIRO DE COMBATE Cart Cal 12 com 3 projéteis de borracha. 2 2


BÁSICO TCB Cart com 1 projétil de chumbo balote 1 1
Cart Cal12 SG 1 1
Cart Cal12 3 T 1 1
TOTAIS 7 7
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Posição Tiros por Tempo
Sessão Estimado Luz Distância Alça Munição Regime Alvo
de Tiro (b) homem (seg)
(a)
301 30 m P 1 - 2 impactos abaixo
2 A2
Cart Cal 12 da linha da cintura do
Modificado
com 1 projétil alvo designado pelo
302 20 m J 1 (c)
de borracha instrutor
- Classificação: não há
1ª 1h - -
303 30 m P 1 -Impactos nos dois
Cart Cal 4A2
10 segundos

alvos centrais na linha


12 com 3 Modificado
abaixo da cintura
projéteis de (d)
304 20 m J 1 - Classificação: não há.
borracha

Diurno
10 m PA, JA e Cart Cal 12
305 3 -
(e) DA 3T
Cart com
20 m PA, JA e 1 projétil
2ª 1h 306 - 3 (e) - A2 - Conforme Quadro 5.
MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

(e) DA de chumbo
Saiote
15 m PA, JA e
307 3 Cart Cal12 SG -
INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12

(e) DA

A9-11
EB70-IR-01.002

Tab 5 - Tiro de Combate Básico.


EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL
1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, lnf Gd ou Cia 11ª Bda lnf L .
(b) Posições de tiro:
P- de Pé;
J- de Joelho;
PA- de Pé abrigado na posição de tiro do quadro 3;
JA- de Joelho abrigado na posição de tiro do quadro 3;
DA- deitado abrigado na posição de tiro do quadro 3;
OBS: o posto de tiro mostrado no quadro 3 deverá ser confeccionado de madeira, seguindo as
medidas apontadas no quadro 3.
(c) Alvo confeccionado com duas silhuetas do A2 coladas uma em cima da outra para
simular os membros inferiores de uma pessoa de pé. Verificar o quadro I .
(d) Os alvos deverão seguir as medidas do quadro 1 e estarem dispostos conforme
quadro 2.
(e) Pista de tiro de combate com a espingarda Cal.12.

0,5 m

Fig 3 - Alvos confeccionados com duas silhuetas.

Fig 4 - posto de tiro mostrado.

A9-12
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
b. 1ª Sessão - Exercícios 301. 302. 303 e 304
- Desenvolver a destreza no emprego da arma com a munição de borracha em distância
eficaz.
c. 2ª Sessão - Exercício 305. 306 e 307
1) Desenvolver o reflexo de se engajar alvos em um tempo limitado, utilizando-se posições
variadas, em um percurso de execução individual.
2) A montagem da pista obedecerá ao croqui constante no quadro 4, a qual deve empregar
o posto de tiro apontado no quadro 3.

Fig 5 - montagem da pista

3) Condição da execução
- O militar ocupará o posto de tiro nr 1, de onde serão emitidos os comandos: “alimentar,
carregar e travar a arma”; será perguntado ao atirador “ pronto ?”, após a resposta afirmativa do
atirador será dado o comando de iniciar por meio do silvo de apito, neste instante começa a con-
tagem dos 120 segundos. Da posição de tiro nr 1, o atirador partirá com sua arma alimentada com
três munições “3T” e três munições de um projétil de chumbo “ Balote” nessa ordem. Após o silvo
de apito para início, o atirador ocupará o posto de tiro nr 1 e da posição de tiro PA executará, o tiro
na silhueta nr 1, na sequência da posição de tiro já executará o tiro na silhueta nr 2 e por ultimo, da
posição de tiro DA executará o tiro na silhueta nr 3, conforme croqui do quadro 4. É necessário que
as silhuetas estejam identificadas para que o atirador possa executar o tiro da posição (PA. JA ou
DA) na silhueta equivalente (nr 1, nr 2 ou nr 3). Terminado este exercício, o atirador deverá ocupar
o posto de tiro nr 2 e 3, nesta ordem, seguindo a mesma execução do posto de tiro nr 1. Cabe res-
saltar que, antes de executar a série de tiro do posto nr 3, o atirador deverá alimentar a arma com
três cartuchos “Cal 12 SG “, e este procedimento estará incluso no tempo total. Existirá um avaliador
acompanhado à retaguarda do atirador, para verificar se o mesmo executou o disparo da posição
de tiro (PA, JA ou DA) correspondentes a silhueta (nr 1, 2 ou 3), conforme estipulado no posto de
tiro nr 1. Caso o atirador não tenha seguido esta correspondência para uma ou mais silhuetas, estas
serão invalidadas do somatório final.

A9-13
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A9 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A ESPINGARDA CALIBRE 12


MUNIÇÃO MENOS LETAL E LETAL

- Ao término da pista ou quando se esgotar o tempo de 120 segundos, será emitido um silvo
de apito e logo após os comandos de: “cessar fogo, travar a arma, descarregar a arma”; será real-
izada a inspeção da arma e recolhida a munição não utilizada. SÓ APÓS A INSPEÇÃO DA ARMA
SERÁ PROCEDIDA A VERIFICAÇÃO DOS ALVOS, COMPUTADOS AS SILHUETAS E REALIZADA
A COLAGEM DAS OBREIAS.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


a. Exercícios 301, 302, 303 e 304
- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não
o qualificar na função de atirador de espingarda Cal 12.
b. Exercícios 305, 306 e 307
- Para registro e avaliação do atirador.

QUADRO 1 (Exc Tir 303+304+305)


Nº de impactos na silhueta Classificação
9 E
8-7 MB
6-5 B
4 R

Tab 6 - Classificação do Resultado no TCB.

A9-14
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A10

INSTRUÇÕES DE TIRO COM O LANÇADOR DE GRANADAS

Edição
2017

A10-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES
O Lançador de Granadas 37/38 mm e 40 mm é armamento de dotação previsto nos Módulos de
Controle de Distúrbios e distribuído às Unidades e Subunidades de Polícia do Exército, de Infantaria
de Guardas e às OM da 11ª Bda Inf L. Poderá ser dotado em qualquer OM do Exército que contenha
um Módulo de Controle de Distúrbios.
É arma de uso individual. Não possui guarnição específica, mas homens poderão ser
designados por QO ou NGA da Unidade para, em acréscimo às suas funções, empregarem a arma.

2. MÓDULOS DIDÁTICOS DE TIRO


a. IPT
1) A IPT com o Lançador de Granadas 37/38 mm e 40 mm segue a metodologia idêntica a
do fuzil (C 23-1) em que se aplicam, particularmente, o processo monitor-instruendo e a instrução por
oficinas:
a) Pontaria com a arma
- Tomada das linhas de mira e de visada.
b) Avaliação de distância
- Avaliar (pela vista) as distâncias fundamentais para o uso do armamento: 20 m, 100 m,
150 m, conforme IP 21 - 2, Ed 1998.
c) Tomada da posição de tiro entre os escudos
- Exercício fundamental, uma vez que é presumido seu uso dentro de um contexto de
controle de distúrbios.
d) Manutenção da arma
- Antes e após o tiro.
e) Identificação das granadas
- O atirador deverá identificar os diversos tipos de granadas para o lançador existente
na OM, devendo o instrutor, ao final da instrução, fazer uma demonstração de tiro com cada tipo de
munição para todo o grupamento.
f) Procedimentos para o tiro
- Normas de conduta.
- Regras de segurança para o tiro.
2) As técnicas e procedimentos a serem desenvolvidos na IPT estão descritos na IP 21-2,
Ed 1998.
b. TIP
O Teste da Instrução Preparatória (TIP) consiste na correta avaliação de distância (margem
de 10% de erro), na correta identificação das granadas e na constância na pontaria, por meio da
execução do “triângulo de pontaria”, realizado pelo atirador na posição de pé.
c. TIB
- Os exercícios do TIB são de tiros de iniciação e destinam-se a familiarizar o militar com o
desempenho da arma e a permitir o seu manuseio com segurança.
- Nenhum recruta incorporado, aluno de curso de formação ou militar estagiário deverá ser
dotado de Lançador de Granadas 37/38 mm e 40 mm para a execução de serviço ou o cumprimento
de qualquer missão sem ter realizado a IPT, ter sido aprovado no TIP e realizado o TIB, onde deverá ter
alcançado, pelo menos, o padrão mínimo.

A10-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017- APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

d. TIA
- Este módulo completa a formação do atirador com Lançador de Granadas 37/38 mm e
40 mm.
- Os exercícios do TIA buscam desenvolver a precisão e a destreza na utilização da arma.
- O módulo do TCB não se aplica ao Lançador de Granadas 37/38 mm e 40 mm.

3. MUNICIAMENTO

Fig 1 - Abrir o Cano

Fig 2 - Inserir munição

Fig 3 - Fechar o cano, levando a coronha à frente

A10-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

Fig 4 - Disparar

Fig 5 - Após o tiro, abrir o cano e girar


para retirar o cartucho utilizado.

OBSERVAÇÃO: NÃO RETIRAR O CARTUCHO PERCUTIDO COM A MÃO PARA NÃO


SE QUEIMAR.

4. REFERÊNCIAS
a. C 23-1 - TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS
b. C 19-15 - OPERAÇÕES DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS
c. IP 21-2 - O CAÇADOR

A10-4
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017- APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MINIMO


Aplicar as técnicas e procedi-
- Realizar a Ins-
mentos da avaliação de distân- O instruendo deverá de-
rução Prepartória
cia, identificação de granadas, monstrar o desempenho exi-
IPT para o Tiro (IPT).
execução da pontaria e tiro do gido no Teste da Instrução
- Realizar o TIP
lançador de granadas 37/38 mm Preparatória (TIP).
e 40 mm.
O instruendo deverá:
- aplicar as técnicas e proce-
dimentos para a execução da
pontaria de tiro e executar
Atirar com o lançador de gra- As condições dos uma avaliação de distância
nadas 37/38 mm e 40 mm re- Exc Tir do Módulo correta; e
TIB
alizando os tiros de instrução do Tiro de Instru- - obter os índices de sufici-
básicos. ção Básico (TIB). ência previstos no Módulo do
TIB, ficando em condições de
empregar a arma com segu-
rança.

O instruendo deverá obter


Atirar com o Lançador de Gra- As condições dos os índices de suficiência em
nadas 37/38 mm e 40 mm re- Exc Tir do Módulo todos os Exc Tir previstos no
TIA
alizando os tiros de instrução do Tiro de Instru- Módulo do TIA, ficando em
avançados. ção Avançado. condições de empregar a
arma na defesa pessoal.
OBSERVAÇÃO - O Tiro de Combate Básico (TCB) e o Tiro de Combate Avançado (TCA) não
se aplicam ao Lançador de Granadas 37/38 mm e 40 mm, arma exclusiva para o emprego
no Controle de Distúrbios (CD).

Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução

A10-5
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

III. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIB TIA
PESSOAL QUE ATIRA
Tenentes Cmt do Pel Choque X X
OFICIAIS (2)
Demais Todos - -
De todas as Armas, Quadros e
SUBTENENTES Subtenentes - -
Serviços
E SARGENTOS
Sargentos Adj e Cmt Grupo do Pel Choque X X
(2)
Demais Todos - -
CABOS E Cb e Sd Não dotados - -
SOLDADOS
ENGAJADOS (2) Cb e Sd Dotados X X

CABOS E SOLDADOS Cb e Sd Não dotados - -


RECRUTAS (1) Cb e Sd Dotados X X
TIROS DE
Atiradores Todos - -
GUERRA (1)
(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.
(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.

Tab 2 - Pessoa que Atira

A10-6
IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

MUNIÇÃO NECESSÁRIA

EB70-IR-01.002
PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA
Cart com 3 projéteis de borracha 1 1
Cart de Emissão (Fum, CS, OC) com alcan-
1 1
ce 80 m com 5 Gr Fum Lacr
IV. TIRO DE INSTRUÇÃO Cart com 12 projéteis de borracha 1 1
BÁSICO TIB
Cart de emissão (Fum, CS, OC) com alcan-
1 1
ce entre 60 m e 1DOm
Cart de emissão (Fum, CS, OC) com alcan-
IRTAEx - 2017- APÊNDICE A10

1 1
ce entre 90 m e 150m
Cart com carga de CS ou OC para lança-
1 1
mento direto
TOTAIS 5 5

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Tempo
Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Estimado Exercício Posição Tempo
Sessão Luz Distância Alça por Munição Regime Alvo
(a) de Tiro (b) (seg)
homem

3 projéteis de 2A2 - 1 impacto abaixo da linha da cintura


101 20 m - 1 -
borracha Modificado (c) do alvo designado pelo instrutor.
1ª 1h
12 projéteis de 4A2 - Impactos nos dois alvos centrais na
10 segundos

102 30 m - 1 -
borracha Modificado (f) linha abaixo da cintura.

Car de emissão
P Linha de
(Fum, CS ou OC)

Diurno
103 90m - 1 - 05 cones bali-
com alcance entre
zando 80 m (d)
60 me 120 m - A munição deverá atingir um círculo
2ª 1h com raio de 20 metros do cone
Car de emissão Linha de central (c).
Sem Tempo

(Fum, CS ou OC) 5 cones bali-


104 120m - 1 -
com alcance entre zando
90 me 150 m 130 m (d)
INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

Tab 3 - Tiro de Instrução Básico


EB70-IR-01.002

A10-7
EB70-IR-01.002

A10-8
IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

TIB
EB70-IR-01.002

(continuação)
TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Tempo
Tiros PADRÕES MÍNIMOS
Estimado Exercício Posição Tempo
Sessão Luz Distância Alça por Munição Regime Alvo
(a) de Tiro (b) (seg)
homem
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A10

- Executar disparo e ficar exposto ao


Cart com carga de 2A2
Sem gás para sentir os seus efeitos.
3ª 0,5 h 105 3m - P 1 CS ou OC para - Modificado
Tempo - Executar as medidas de desconta-

Diurno
lançamento direto (c)
minação (e).

Tab 3 - Tiro de Instrução Básico (Continuação)


INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017- APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, Cia Inf Gd ou Cia 11ª Bda Inf L.
(b) Posição de tiro:
P- de Pé.
(c) Alvo confeccionado com duas silhuetas do A2 coladas uma em cima da outra para
simular os membros inferiores de uma pessoa de pé, conforme quadro 1;
(d) Os cones deverão estar dispostos conforme quadro 2;
(e) Devem ser adotadas as medidas de descontaminação previstas no C 3-40, Ed
1987; e
(f) Os alvos deverão seguir as medidas do quadro 1 e estarem dispostos conforme
quadro 3.

Fig 6 - TIRO DIRETO (Mirar


nos membros inferiores) Fig 7 - TIRO 45º

A10-9
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

Quadro 1

Zona de
Impacto
1,80 m

0,50 m

Fig 1 - Alvo confeccionado com duas silhuetas

Quadro 2
Quadro 1
R=20 m

90 m
R=20 m

120 m

Fig 2 - Disposição dos Cones.

Quadro 3

0,50 m

Fig 3 - Alvo confeccionado com duas silhuetas

A10-10
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017- APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão - Exercícios 101 e 102
- Familiarizar-se com o desempenho da arma com a munição de borracha.
b. 2ª Sessão - Exercício 103 e 104
- Familiarizar-se com o desempenho da arma utilizando a munição química com
cartucho de projeção parabólica.
c. 3ª Sessão - Exercício 105
-Familiarizar-se com o desempenho da munição química de jato direto e ficar ex-
posto aos seus efeitos.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual, e sim Apto(A) ou lnapto(l). A classificação “I’’ é
apenas transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obte-
nha o Apto, ou não o qualificar na função de atirador do Lançador de Granada 37/38 mm
e 40 mm.

A10-11
EB70-IR-01.002

A10-12
IR-TAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Cart com 3 projéteis de borracha 1 1
V. TIRO DE INSTRUÇÃO Cart com 12 projéteis de borracha 1 1
AVANÇADO TIA Cart de emissão (Fum, CS, OC)
1 1
com alcance entre 60 m e 100 m
Cart de emissão (Fum, CS, OC)
IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A10

1 1
com alcance entre 90 m e 150 m
TOTAIS 4 4

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Tempo Exercício PADRÕES MÍNIMOS


Posição Tiros por Tempo
Sessão Estimado de Luz Distância Alça Munição Regime Alvo
(b) homem (seg)
(a) Tiro
- 1 impacto abaixo da linha da
2A2
3 projéteis de cintura do alvo designado pelo
201 40 m - 1 - Modificado
borracha. instrutor
(c)
- Classificação: não há.
1ª 1h
- Impactos nos dois alvos
4A2
12 projéteis de 10 segundos centrais na linha abaixo da
202 40 m - 1 - Modificado
borracha cintura.
(e)
- Classificação: não há.
Cart de emissão
(Fum, CS ou Linha de

Diurno
OC) 5 cones
203 90 m - 1 -
com alcance balizando

P entre escudos
entre 90 m (d) -A munição deverá atingir um
60 me 100 m semicírculo com raio de 10
2ª 1h
metros do cone central (d).
Cart de emissão - Classificação: não há.
Linha de
10 segundos

(Fum, CS ou
5 cones
INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

204 120 m - 1 OC) com alcan- -


balizando
ce entre
140 m (d)
90 me 150 m

Tab 4 - Tiro de Instrução Avançado


EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017- APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, Cia Inf Gd, Cia 11ª Bda Inf L.
(b) Posição de Tiro:
- P entre escudos – posição de pé, abrigado por dois escudos, existindo um espa-
ço de 0,4 m entre os escudos. Ver quadro 4.
(c) Alvo confeccionado com duas silhuetas do A2 coladas uma em cima da outra para
simular os membros inferiores de uma pessoa de pé, conforme quadro 1.
(d) Os cones deverão estar dispostos conforme quadro 2.
(e) Os alvos deverão seguir as medidas do quadro 1 e estarem dispostos conforme
o quadro 3.

Quadro 1

Zona de
Impacto
1,80 m

0,5 m

Fig 4 - Alvo confeccionado com duas silhuetas

Quadro 2

R = 10 m R = 10 m

90 m

120 m

Fig 5 - Disposição dos Cones

Quadro 3

0,5 m
Fig 6 - Alvo confeccionado com duas silhuetas

A10-13
EB70-IR-01.002

IRTAEx - 2017 - APÊNDICE A10 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇADOR DE GRANADAS

Quadro 4

0,4 m

Fig7 - posição de pé, abrigado por dois escudos

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. 1ª Sessão – Exercício 201 e 202
- Desenvolver a destreza no emprego da arma com a munição de borracha.
b. 2ª Sessão – Exercício 203 e 204
- Desenvolver a destreza no emprego da arma com a munição química com cartucho de
projeção parabólica.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é ape-
nas transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou
não o qualificar na função de atirador do Lançador de Granadas 37/38 mm e 40 mm.

A10-14
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A11

INSTRUÇÕES DE TIRO COM MUNIÇÃO MENOS LETAL


A TONFA/CASSETETE LANÇADOR CAL 12

Edição
2017

A11-1
EB70-IR-01.002
IRTAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE
LANÇADOR CAL 12

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES

A Tonfa/Cassetete lançador Cal 12 é arma de dotação prevista nos Módulos de Controle de


Distúrbios e distribuída às Unidades e Subunidades de Polícia do Exército, de Infantaria de Guardas.
Poderá ser dotado em qualquer OM do Exército que seja dotada com um Módulo de Controle de
Distúrbios.
É arma de uso individual. Não possui guarnição específica, mas homens designados por QO
ou NGA da Unidade para, em acréscimo às suas funções, empregarem a arma.

2. MÓDULOS DIDÁTICOS DE TIRO


a. IPT
1) A IPT com a Tonfa/Cassetete lançador segue a metodologia citada no C23-1 aplicando-
-se o processo monitor­instruendo e a instrução por oficinas:
a) Avaliação de distância
- Avaliar (pela vista) as distâncias fundamentais para o uso do armamento: 100 m,150 m.
b) Tomada da posição de tiro
c) Manutenção da arma
- Antes e após o tiro.
d) Manejo do armamento
- Alimentação e carregamento com o cano voltado para baixo.
e) Identificação das munições
- O atirador deverá identificar os diversos tipos de munições que podem ser utilizadas
para este tipo de armamento existente na OM, devendo o instrutor ao final da instrução fazer uma
demonstração de tiro com cada tipo de munição para todo o grupamento.
f) Procedimentos para o tiro
- Normas de conduta.
- Regras de segurança para o tiro.
b. TIP
- O TIP consiste na correta avaliação de distância (margem de 10% de erro), na correta
identificação das munições e na demonstração de domínio do manejo com segurança do armamento.
c. TIB
1) Os exercícios do TIB são de tiros de iniciação, destinam-se a familiarizar o militar com
o desempenho da arma e a permitir o manuseio dela com segurança.
2) Nenhum recruta incorporado, aluno de curso de formação ou militar estagiário deverá
ser dotado deste armamento para a execução de serviço ou o cumprimento de qualquer missão
sem ter realizado a IPT, ter sido aprovado no TIP e realizado o TIB, em que deverá ter alcançado,
pelo menos, o padrão mínimo.
d. TIA
1) Este módulo completa a formação do atirador com a Tonfa/Cassetete Lançador.
2) Os exercícios do TIA buscam desenvolver a precisão e a destreza na utilização da arma.
3) O módulo do TCB não se aplica ao uso dessa arma.

A11-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE


LANÇADOR CAL 12
3. REFERÊNCIAS

a.C 23-1- TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS


b. C19-15- OPERAÇÕES DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS

A11-3
EB70-IR-01.002
IRTAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE
LANÇADOR CAL 12

II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)

OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO

- Aplicar as técnicas e pro-


- Realizar a Instrução
cedimentos da avaliação - O instruendo deverá demons-
Preparatória para o Tiro
de distância, identificação trar o desempenho exigido no
IPT (IPT).
de munições e tomada da Teste da Instrução Preparatória
- Realizar o TIP
posição de tiro com a Ton- (TIP).
fa/Cassetete lançador.

O instruendo deverá:
- aplicar as técnicas e procedi-
mentos para a execução do tiro
- Atirar com a Tonfa/Cas- - As condições dos Exc e executar uma avaliação de dis-
setete Lançador, realizan- Tir do Módulo de Tiro do tância correta.
TIB
do os tiros de instrução Tiro de Instrução Básico -Obter os índices de suficiência
básico. (TIB). previstos no Módulo de Tiro do
TIB, ficando em condições de
empregar a arma com seguran-
ça.

- O instruendo deverá obter os


- Atirar com a Tonfa/Cas- índices de suficiência em todos
- As condições dos Exc
setete Lançador, realizan- os Exc Tir previstos no Módulo
TIA Tir do Módulo de Tiro de
do os tiros de instrução de Tiro do TIA, ficando em con-
Instrução Avançado
avançados. dições de empregar a arma en-
quadrado na sua fração.

Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução

A11-4
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE


LANÇADOR CAL 12

III. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIB TIA
PESSOAL QUE ATIRA
Tenentes Cmt do Pel CD X X
OFICIAIS(2)
Demais Todos - -
De todas as armas, Qua-
Subtenentes - -
dros e Serviços
SUBTENENTES E SAR-
Adj e Cmt Grupo do Pel
GENTOS(2) Sargentos X X
CD
Demais Todos - -
CABOS E SOLDADOS Cb e Sd Não Dotados - -
ENGAJADOS(2) Cb e Sd Dotados X X
CABOS E SOLDADOS Cb e Sd Não Dotados - -
RECRUTAS(1) Cb e Sd Dotados X X
TIRO DE GUERRA(1) Atiradores Todos - -

(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões

(2) Exercícios de Manutenção de Padrões

Tab 2 - Pessoal que Atira

A11-5
EB70-IR-01.002

A11-6
IR-TAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE LANÇADOR CAL 12

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Cart Cal 12 com Projétil Detonante com
1 1
IV. TIRO DE INSTRUÇÃO alcance de 100 m
BÁSICO TIB Cart Cal 12 com Projétil Detonante e Cg Lac -
1 1
Cs ou OC com alcance de 100 m
IRTAEx 2017 APÊNDICE A11

Cart Cal 12 de Jato Direto de CS ou Oc 1 1


TOTAIS 3 3

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo Exercí- PADRÕES MÍNIMOS
Posição Tiros por Tempo Regi-
Sessão Estimado cio de Luz Distância Alça Munição Alvo
(b) homem (seg) me
(a) Tiro
Linha de
Cart Cal 12
5 cones
com Projétil -A munição deverá atingir um
balizando
101 100 m - 1 Detonante - circulo com raio de 20 metros
100 m
com alcance do cone central (d)
(d))
de 100 m

1ª 1h Cart Cal 12
com Projétil Linha de
Detonante e 5 cones - A munição deverá atingir um
P
LANÇADOR CAL 12

102 80 m - 1 Cg Lac - Cs - balizando circulo com raio de 20 metros

Diurno
ou OC 80 m (d) do cone central (d)
Sem tempo

com alcance
de 100 m

Cart com - Executar disparo e ficar


carga de CS exposto ao gás para sentir os
2ª 0,5 h 103 3m - 1 ou OC para - 2A2 (c) seus efeitos.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE

lançamento -Executar as medidas de


direto descontaminação (e)

Tab 3 - Tiro de Instrução Básico.


EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE


LANÇADOR CAL 12
1. OBSERVAÇÕES
a. Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, Inf Gd.
b. Posições de tiro:
P- de Pé.
c. Os dois alvos A2 devem ser colocados lado a lado, separados de 0,50 m, para simular um
grupo de pessoas.
d. Os cones deverão estar dispostos conforme quadro 1, servindo como referência da dis-
tância para o atirador.

20 m 20 m

Fig 1 - Dispositivio dos Cones no TIB.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

a. 1ª Sessão – Exercícios 101 e 102


- Familiarizar-se com o desempenho da arma com a munição com cartucho de projeção
parabólica.
b. 2ª Sessão – Exercício 103
-Familiarizar-se com o desempenho da munição química de jato direto e ficar exposto aos
seus efeitos.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual e sim, Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não
o qualificar na função de atirador da Tonfa/Cassetete Lançador.

A11-7
EB70-IR-01.002

A11-8
IR-TAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE LANÇADOR CAL 12

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


Cart Cal12 com Projétil Detonante com
2 2
alcance de 100m
V. TIRO DE INSTRUÇÃO Cart Cal 12 com Projétil
AVANÇADO TIA Detonante e Cg Lac - Cs ou oc 2 2
com alcance de 100 m
IRTAEx 2017 APÊNDICE A11

Cart Cal 12 de Jato Direto de CS


1 1
ou OC
TOTAIS 5 5

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Distân- Posição Tiros por Tempo Re-
Sessão Estimado Luz Alça Munição Alvo
de Tiro cia (b) homem (seg) gime
(a)
Cart Cal 12
Linha de
com Projétil -A munição deverá atingir um
5 cones
201 100 m - 2 Detonante 30 seg - circulo com raio de 20 metros
balizando
com alcance do cone central (d)
100 m (d))
de 100 m

1ª 1h Cart Cal 12
com Projétil Linha de
Detonante e 5 cones - A munição deverá atingir um
LANÇADOR CAL 12

202 90 m - P 2 Cg Lac - Cs 30 seg - balizando círculo com raio de 20 metros

Diurno
ou OC 90 m (d) do cone central (d)
com alcance
de 100 m
Cart com - Executar disparo e ficar ex-
carga de CS posto ao gás para sentir os
Sem
2ª 0,5 h 203 3m - 1 ou OC para - 2A2 (c) seus efeitos.
INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE

tempo
lançamento -Executar as medidas de des-
direto contaminação (e)
Tab 4 - Tiro de Instrução Avançado.
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 APÊNDICE A11 INSTRUÇÕES DE TIRO COM A TONFA/CASSETETE


LANÇADOR CAL 12
1. OBSERVAÇÕES
a. Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, Inf Gd.
b. Posições de tiro:
P- de Pé.
c. Os dois alvos A2 devem ser colocados lado a lado, separados de 0,50 m, para simular
um grupo de pessoas.
d. Os cones deverão estar dispostos conforme quadro 1, servindo como referência da dis-
tância para o atirador.

Fig 2 - Dispositivo dos Cones no TIA.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a.1ª Sessão – Exercícios 201 e 202
- Desenvolver a destreza com o desempenho da arma com a munição com cartucho de
projeção parabólica.
b. 2ª Sessão – Exercício 203
- Desenvolver a destreza com o desempenho da arma com a munição química de jato
direto e ficar exposto aos seus efeitos.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não
o qualificar na função de atirador da Tonfa/Cassetete Lançador.

A11-9
EB70-IR-01.002

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE A12

INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS


DE INCAPACITAÇÃO NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

Edição
2017

A12-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

I – PRESCRIÇÕES GERAIS

1. GENERALIDADES

a. A Arma de Incapacitação Neuromuscular Temporário (AINT) é um armamento menosletal


que utiliza o conceito de Incapacitação neuromuscular por intermédio de descarga elétrica.
b. É uma arma de uso individual, não possui guarnição específica, mas homens designados
por QO ou NGA da Unidade para, em acréscimo às suas funções, empregarem a arma.
c. Devido ao material oferecido no mercado, às constantes evoluções tecnológicas
empregadas nestes dispositivos será utilizado, nestas instruções, o termo arma “TIPO” que fará
referência ao modelo adotado ou recebido pela OM para emprego em operações, serviços diversos
ou defesa do aquartelamento.
d. O uso dessa arma está previsto na Condicionante Doutrinária Operacional (CONDOP)
01/2014, publicada na Portaria 6/EME-Res, de 17 mar 14. A AINT é uma arma menos letal que se
destina a incapacitar pessoas sem causar danos fatais ou lesões permanentes, sendo que seus
efeitos devem ser reversíveis.
e. No Brasil existem dois fabricantes.

Fig 1 - Modelos de armas “TIPO”

A12-2
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

2. MÓDULOS DE TIRO

a. Seleção dos Militares Dotados


- A seleção dos militares a serem dotados com este armamento deverá ser realizada no
tiro de pistola em que deverão ser destacados aqueles militares com os melhores resultados no tiro.
b. IPT
1) A IPT com o AINT segue a metodologia idêntica à da pistola (C23-1) onde se aplicam,
particularmente, o processo monitor-instruendo e a instrução por oficinas com a ressalva destas
armas serem, em sua maioria, de repetição:
a) Pontaria com a arma.
- Tomada das linhas de mira e de visada.
b) Característica da arma
- Utilizando a arma “TIPO” será apresentado ao militar as características do material
para que ele tome conhecimento das capacidades e especifidades do armamento.
c) Manejo da arma.
- Utilizar cartucho de manejo e real, e realizar as seguintes operações com o
armamento: carregamento; retirada dos cartuchos, troca dos cartuchos e as operações básicas do
dispositivo “TIPO” de emprego na OM .
d) Manutenção da arma.
- Antes e após o tiro.
e) Identificação das munições.
- O atirador deverá identificar os diversos tipos de munições para o dispositivo
“TIPO” existente na OM.
f) Procedimentos para o tiro.
- Normas de conduta.
- Regras de segurança para o tiro.
g) Relatório de Utilização da Arma.
- Extrair os relatórios que o armamento disponibiliza.
h) Rastreabilidade
- Saber como é feito e disponibilizado o sistema de rastreabilidade da AINT.
2) As técnicas de tiro com estes tipos de armamento são os mesmos previstos para o tiro de
pistola descritos no manual C 23-1, com as adaptações necessárias ao emprego dos aparelhos de
pontaria a laser onde deve-se dar especial atenção ao manual de cada modelo do AINT, seguindo
as orientações do fabricante e procedimentos a serem desenvolvidos na IPT.
c. TIP
- O Teste da Instrução Preparatória (TIP) consiste na correta identificação das peças e
partes do armamento, na execução correta do manejo do dispositivo, na correta identificação das
diversas cartuchos existentes para a arma e na constância na pontaria através da execução do
“triângulo de pontaria”, realizado pelo atirador nas posições de pé, de joelho e deitado.
d. TIB
- Os exercícios do TIB são de tiros de iniciação, destinam-se a familiarizar o militar com o
desempenho da arma e a permitir o manuseio da mesma com segurança, além de habilitar o militar
à utilização do armamento na segurança orgânica e pessoal.
- Nenhum recruta incorporado, aluno de curso de formação ou militar estagiário deverá

A12-3
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

ser dotado deste AINT para a execução de serviço ou o cumprimento de qualquer missão sem
ter realizado a IPT, ter sido aprovado no TIP e realizado o TIB, em que deverá ter alcançado, pelo
menos, o padrão mínimo.
- Os padrões de suficiência e os OII serão os mesmos previstos no TIB da Cal 12 das
IGTAEx com munições letais.
e. TIA
- Este módulo completa a formação do atirador com a arma “TIPO” nas OM para o possível
emprego do armamento em operações diversas.
- Os exercícios do TIA buscam desenvolver a precisão e a destreza na utilização da arma.
- Este módulo encerra com o acionamento do dispositivo no militar que fará uso deste
armamento em operações, utilizando para tal o cartucho de, ao menos, 6m e um plug para prender
os fios condutores no militar.
f. Habilitação (certificação) para uso da AINT
- O militar só estará habilitado a usar e empregar a AINT após ter realizado e ter atingido
o padrão mínimo no TIB e TIA.
- a Habilitação/Certificação para o uso da AINT terá validade de um ano.
- a Habilitação/Certificação é unicamente para aquele armamento que foi utilizado no
treinamento. Não há habilitação/Certificação em uma AINT que habilite/Certifique nas duas. Esse
caso somente ocorrerá caso realize o TIB e TIA com as duas armas.

3. REFERÊNCIAS
a. C 23-1 - TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS
b. Manuais das armas “tipo” oriundas dos fabricantes

A12-4
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

III. PESSOAL QUE ATIRA

MÓDULOS DE TIRO
TIB (1) TIA (2)
PESSOAL QUE ATIRA
Capitães e
Cmt SU e Pel X X
Tenentes
OFICIAIS
Demais Todos - -

De todas as Armas, Quadros e


Subtenentes - -
Serviços
SUBTENENTES
E SARGENTOS Sargentos Dotados X X

Demais Todos - -
CABOS E Não Dotados - -
SOLDADOS Cb e Sd
ENGAJADOS Dotados X X

CABOS E SOLDA- Não Dotados - -


DOS DO EFETIVO Cb e Sd
VARIÁVEL Dotados - -

(1) O TIB somente será aplicado apenas uma vez ao militar, desenvolvendo a capacidade de
utilização da arma “TIPO” no militar. Caso o militar venha a utilizar outro “TIPO” de arma, deve
ser realizada a sessão de IPT do armamento dos itens “a” ao “e” e após isto deverá executar os
exercícios do TIB com a nova arma “TIPO”.
(2) O TIA será o exercício de tiro para a manutenção dos padrões para todos os atiradores, não
devendo ser reaplicado os exercícios do TIB. O TIA terá a validade de um ano em caso onde o
militar deva ser empregado em missões de ambiente urbano ou outras ações externas ao serviço
cotidiano da OM.
Tab 1 - Pessoal que Atira

A12-5
EB70-IR-01.002

A12-6
IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIO

MUNIÇÃO NECESSÁRIA
EB70-IR-01.002

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA

V. TIRO DE INSTRUÇÃO Cart com alcance de no mínimo 4m 2 2


BÁSICO TIB
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12

TOTAIS 2 2

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO


Tempo PADRÕES MÍNIMOS
Exercício Tiros por Tempo Re-
Sessão Estimado Luz Distância Alça Posição Munição Alvo
de Tiro homem (seg) gime
(a)
Arma sem cartucho
ou no caso de
dispositivo com
sistema de
centelhamento sem - Acionar o dispositivo sem
101 0m -- 1
lançamento de o lançamento do dardo.
dardos a rma com
pelo menos um
cartucho
1ª 1h Pé -
Sem

Diurno
Tempo
A2 modificado

Aparelho
pontaria
102 4m 1
laser
Cart com alcance - Conforme a descrição do
NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

de no mínimo 4,5m exercício de tiro.


Aparelho
103 4m de pontaria 1
secundário
INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO

Tab 2 - Tiro de Instrução Básico


EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA
1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores dotados de uma SU.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS


a. Sessão única - Exercício 101
- Este exercício tem como objetivo familiarizar o atirador com o desempenho do material
sem o uso de cartuchos utilizando o contato da arma com o agressor.
- Na posição em pé o militar deve sacar a arma e executar o acionamento, sem o
lançamento do dardo, em um boneco simulando um oponente.
- Neste exercício o militar não deve acionar o cartucho caso a arma possibilite o emprego
do contato sem o lançamento do cartucho.
- O militar apto neste exercício de tiro poderá realizar o Exe Tir 102.
b. Sessão única - Exercício 102
- Este exercício tem como objetivo familiarizar o atirador com o desempenho do aparelho
de pontaria laser da arma utilizando cartuchos de alcance de pelo menos 4,0m.
- Na posição ajoelhado, o militar deve sacar a arma e executar o acionamento de um
cartucho com alcance de no mínimo 4,0m utilizando o aparelho laser de pontaria.
- Será considerado apto neste exercício de tiro o militar que acertar ambos os dardos no
alvo, sendo pelo menos um deles no corpo do alvo de cima. Não deve haver acertos na parte da
cabeça do alvo ou dois acertos no alvo que simula as pernas.
- O militar apto neste exercício de tiro poderá realizar o Exe Tir 103.
c. Sessão única - Exercício 103
– Este exercício tem como objetivo familiarizar o atirador com o desempenho do aparelho
de pontaria laser da arma utilizando cartuchos de pelo menos 4,0m.
- Na posição ajoelhado, o militar deve sacar a arma e executar o acionamento de um
cartucho com alcance de no mínimo 4,0m utilizando o aparelho secundário de pontaria (alça e
massa de pontaria).
- Será considerado apto, neste exercício de tiro, o militar que acertar ambos os dardos no
alvo, sendo pelo menos um deles no corpo do alvo de cima. Não deve haver acertos na parte da
cabeça do alvo ou dois acertos no alvo que simula as pernas.
- O militar apto neste exercício de tiro estará apto no TIB.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual, e sim, Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha a menção
Apto, ou não o dotar com este armamento. A partir da realização do TIB, o militar que atingiu os
padrões mínimos está apto a utilizar o armamento “TIPO” na segurança orgânica e outras ações
internas ao aquartelamento. Esta instrução não habilita o militar a utilizar a arma em operações
como as de GLO.
- Os resultados serão publicados em BI da OM.

A12-7
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

Sistema de montagem do Alvo A2 modificado

Fig 1 - Sistema de montagem do Alvo A2 modificado

A12-8
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

Avaliação dos impactos com o AINT

Qualquer impacto na cabeça do alvo: o


militar estará inapto no Exe Ti r.

Impactos no tronco.
Área ideal para os impactos.
Para a avaliação da aptidão do militar deve-se avaliar
o seguinte:
2 impactos no tronco:
- 1 impacto no tronco e o outro impacto nas pernas: apto.
- 1 impacto no tronco e outro na cabeça ou fora do alvo:
inapto
O impactos no tronco: inapto

Impactos nas pernas:


O militar estará apto caso ocorra um impacto nesta
área e outro impacto no corpo.
Impactos na fita branca contarão como impactos nas
pernas

Fig 2 - Avaliação dos impactos com o AINT

A12-9
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

Esquema da montagem do TIB do AINT

Exe
Tir 101
Os alvos para estes exercícios de tiro serão confecciona-
dos utilizando dois alvos A1 sobrepostos um acima do ou-
tro e utilizando uma fita branca com largura de 5 cm e 1 m
de altura para definir as pernas do alvo.

Apto

Exe
Tir 102

Apto Distância de 4 m

Exe
Tir 103

Fig 3 - Esquema da montagem do TIB do AINT

A12-10
EB70-IR-01.002

IR-TAEx 2017 - APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIO

MUNIÇÃO NECESSÁRIA

PREPARAÇÃO ORGÂNICA PREPARAÇÃO COMPLETA


VI. TIRO DE INSTRUÇÃO
Cart com alcance de no mínimo 6,0m
AVANÇADO TIA 2 2

TOTAL 2 2
IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12

TAREFA CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO

Tempo Tiros PADRÕES MÍNIMOS


Exercício Tempo Re-
Sessão Estimado Luz Distância Alça Posição por ho- Munição Alvo
de Tiro (seg) gime
(a) mem

Arma sem cartucho ou


no caso de dispositivo
com sistema de cente-
lhamento sem lança- - Acionar o dispositivo sem o
201 0m - 1
mento de dardos arma lançamento do dardo.
com pelo menos um
cartucho
A2
1ª 1h Pé -
modificado

Diurno
Aparelho
Sem Tempo

pontaria
202 10 m 1
laser
Cart com alcance de no Conforme a descrição do
mínimo 10 m exercício de tiro.
Aparelho
203 10 m de pontaria 1
secundário

Tab 3 - Tiro de Instrução Avançado


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA
INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO

A12-11
EB70-IR-01.002
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores dotados de uma SU.

2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS

a. Sessão única - Exercício 201


- Este exercício tem como objetivo adestrar o atirador com o desempenho do material sem
o uso de cartuchos, utilizando o contato da arma com o agressor.
- Na posição em pé o militar deve sacar a arma e executar o acionamento, sem o
lançamento do dardo, em um boneco simulando um oponente.
- Neste exercício o militar não deve acionar o cartucho caso a arma possibilite o emprego
do contato sem o lançamento do cartucho.
- O militar apto neste exercício de tiro poderá realizar o Exe Tir 202.
b. Sessão única - Exercício 202
- Para a montagem deste Exe Tir o ambiente onde ele será realizado deve ser de sombra
para a visualização do apontador laser da arma.
- Este exercício tem como objetivo adestrar o atirador com o desempenho do aparelho de
pontaria laser da arma utilizando cartuchos de pelo menos 6,0m.
- Na posição em pé, o militar deve sacar a arma e executar o acionamento de um cartucho
com alcance de no mínimo 10 m utilizando o aparelho laser de pontaria.
- Será considerado apto neste exercício de tiro o militar que acertar ambos os dardos no
alvo, sendo pelo menos um deles no corpo do alvo de cima. Não deve haver acertos na parte da
cabeça do alvo ou dois acertos no alvo que simula as pernas.
- O militar apto neste exercício de tiro poderá realizar o Exe Tir 203.
c. Sessão única - Exercício 203
– Este exercício tem como objetivo familiarizar o atirador com o desempenho do aparelho
de pontaria laser da arma utilizando cartuchos de pelo menos 10 m.
- Na posição ajoelhado, o militar deve sacar a arma e executar o acionamento de um
cartucho com alcance de no mínimo 6,0m utilizando o aparelho secundário de pontaria (alça e
massa de pontaria).
- Será considerado apto, neste exercício de tiro, o militar que acertar ambos os dardos
no alvo, sendo pelo menos um deles no corpo do alvo de cima. Não deve haver acertos na parte
da cabeça do alvo ou dois acertos no alvo que simula as pernas, caso ocorra qualquer destas
hipóteses o atirador deverá ser recuperado.
- O militar apto neste exercício de tiro estará apto no TIA.

3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS


- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha a menção
Apto, ou não o dotar com este armamento. A partir da realização do TIA, o militar que atingiu os
padrões mínimos está apto a utilizar o armamento “TIPO” em operações diversas.

A12-12
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017 - APÊNDICE A12 INSTRUÇÕES DE TIRO COM ARMAS DE INCAPACITAÇÃO


NEUROMUSCULAR TEMPORÁRIA

Esquema da montagem do TIA do AINT

Exe
Tir 201 Os alvos para estes exercícios de tiro serão confeccio-
nados utilizando dois alvos A2 sobrepostos um acima do
outro e utilizando uma fita branca com largura de 5 cm e
1 m de altura para definir as pernas do alvo.
Apto

Exe
Tir 202

Apto Distância de 10 m

Exe
Tir 203

Fig 4 - Esquema da montagem do TIA do AINT

A12-13
EB10-IR-06.001

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES

INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM


ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)

APÊNDICE 13

INSTRUÇÕES DE TIRO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Edição
2017

A13-1
EB70-IR-01.002

IRTAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

I – PISTA DE COMBATE

1. FINALIDADE

- O presente Módulo de Tiro tem por finalidade orientar a instrução de tiro de combate no
âmbito das Unidades do Exército Brasileiro, para os militares de carreira de emprego e tropas
Peculiares. Seu conteúdo fornece subsídios e ferramentas aos instrutores e monitores de tiro, no
intuito de se padronizar a execução e o adestramento dessa modalidade de tiro nos corpos de
tropa.

2. OBJETIVOS
O objetivo do treinamento e do adestramento é ensinar o militar a se adaptar aos efeitos do
estresse, tendendo a minimizar a queda de rendimento na precisão no tiro.
Na execução do tiro de combate é importante que o atirador observe o princípio da rapidez,
a fim de que reduza o seu tempo de exposição diante da ameaça que se apresentar. Deve-se
observar, ainda, o princípio da agressividade que pode ser descrita como a explosão súbita de uma
força que neutralizará a ameaça com a mínima possibilidade de uma reação inimiga.
Uma pista simulada de combate, para atingir o fim a que se destina, deve ter como objetivos:
a. Engajar com rapidez alvos fixos e móveis, correspondente à área de incapacitação de um
homem, na distância entre 5 e 25 metros;
b. Acertar mais de 50% dos tiros disparados em alvos colocados a distâncias variadas; e
c. Executar operações de manejo com rapidez e precisão.

A13-2
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

3. MÓDULOS DE TIRO
1. MÓDULOS DE TIRO DE FUZIL

MÓDULO DE ADAPTAÇÃO DO TIRO DE COMBATE (MATC - FUZIL)


Tempo Tiros por PADRÕES
Ses Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
Estimado homem MÍNIMOS

Posição inicial: PP1


IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

Silhueta
101 (arma carregada)
5 carregadores Colt
Tiro de Pé Ao silvo de apito: PP1 Sem 6 silvos 4 TIROS
1ª 1h Diu 10 m 6 Cm com sem
Técnica de Tiro Procedimentos Tir Cmb PP3 tempo de apito no alvo
6 cartuchos cada refém ou
Rápido (1 tiro) PP3
A2
- Retornar PP1

102 Posição inicial: PP1


Tiro de joelho (arma carregada)
alto Ao silvo de apito: PP1 6 silvos 4 TIROS
2ª 1h Diu 10 m 6
Técnica de Procedimentos Tir Cmb JP3 de apito no alvo
tiro rápido JP3
(1 tiro) - Retornar PP1

103 Posição inicial: PP1


Tiro deitado (arma carregada)
do lado direito Ao silvo de apito: PP1 6 silvos 4 TIROS
3ª 1h 6
Técnica de Procedimentos Tir Cmb DDir de apito no alvo
tiro rápido DDir
(1 tiro) - Retornar PP1

104 Pos Inicial: PP1 Silhueta


Tiro deitado do (Arma Carregada) Colt
lado esquerdo Ao silvo de apito: PP1 Sem 1 Carregador 6 silvos Sem 4 TIROS
4ª 1h Diu 10 m 6 Cm
Técnica de Procedimentos Tir Cmb DEsq tempo com 6 cartuchos de apito refém no alvo
tiro rápido Pos DEsq (1 Tiro) ou
(1 tiro) - Retornar PP1 A2

Tab 1 - Módulo de Adaptação do Tiro de Combate (Fuzil)


INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-3
EB70-IR-01.002
EB70-IR-01.002

A13-4
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Tempo
Tiros por PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
EB70-IR-01.002

homem MÍNIMOS
(Pel)

Pos Inicial: PR Silhueta


201 (Arma Carregada) Colt
Tiro de Pé Ao silvo de apito: PR Sem 1 Carregador 2 silvos Sem 4 TIROS
1ª 1h Diu 10 m 6 Cm
Técnica de Procedimentos Tir Cmb PP3 tempo com 6 cartuchos de apito refém no alvo
Tiro Rápido Pos PP3 (3 tiros) ou
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

- Retornar Pos Inic A2

Pos Inicial: PR
Silhueta
202 (Arma Alimentada)
Colt
Tiro de Pé com Ao silvo de apito: 3 Carregadores
PR Sem 2 silvos Sem 4 TIROS
2ª 1h Carregamento Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 6 Cm com 3
PP3 tempo de apito refém no alvo
Técnica de com carregamento cartuchos cada
ou
Tiro Rápido Pos PP3 (3 tiros)
A2
- Retornar Pos Inic

203 Pos Inicial: PR


Tiro de Pé com (Arma Alimentada) 2 carregadores Silhueta
carregamen- Ao silvo de apito: com 6 Colt
12
to e Procedimentos Tir Cmb PR Sem cartuchos cada 4 silvos Sem 8 TIROS
3ª 1h Diu 10 m (2 por Cm
recarregamen- com carregamento PP3 tempo (4 séries de apito refém no alvo
série)
to tático e recarregamento tático de 2 tiros, ou
Técnica de Pos PP3 (2 tiros) 4 trocas) A2
Tiro Rápido - Retornar Pos Inic

204 Pos Inicial: PR


Tiro de Pé com (Arma Alimentada) 2 carregadores Silhueta
carregamento Ao silvo de apito: com 2 cartuchos Colt
12
e Procedimentos Tir Cmb PR Sem cada para 3 silvos Sem 8 TIROS
4ª 1h Diu 10 m (4 por Cm
recarregamento com Carreg e Recarreg de PP3 tempo cada série de apito refém no alvo
série)
de emergência emergência (três séries ou
Técnica de Pos PP3 (2 tiros) de 4 tiros) A2
Tiro Rápido - Retornar Pos Inic

Tab 1 - Módulo de Adaptação do Tiro de Combate (Fuzil) continuação


INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem

205 Pos Inicial: PP1


Silhueta
Tiro de Pé com a Mão Fraca
PP1 Colt
com a (Arma Carregada) 1 Carregador
PP3 Sem 6 silvos Sem 4 TIROS
5º 1h MÃO FRACA Diu 10 m Ao silvo de apito: 6 Cm com 6
(Mão tempo de apito refém no alvo
Técnica de Procedimentos Tir Cmb cartuchos
Fraca) ou
Tiro Rápido Pos PP3 (Tiro a Tiro)
A2
(Tiro a Tiro) - Retornar Pos Inic
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

Pos Inicial: PP1


206 Silhueta
com a Mão Fraca
Tiro de Pé PP1 Colt
(Arma Carregada) 1 Carregador
com a PP3 Sem 2 silvos Sem 4 TIROS
6ª 1h Diu 10 m Ao silvo de apito: 6 Cm com 6
MÃO FRACA (Mão tempo de apito refém no alvo
Procedimentos Tir Cmb cartuchos
Técnica de Fraca) ou
Pos PP3 (3 tiros)
Tiro Rápido A2
- Retornar Pos Inic

Pos Inicial: PR
Silhueta
207 (Arma carregada)
Colt
Tiro Abrigado Ao silvo de apito: 1 Carregador
PR Sem 2 silvos Sem 3 TIROS
7ª 1h de Pé à direita Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 4 Cm com 4
PP3AD tempo de apito refém no alvo
Técnica de Abrigado na posição cartuchos
ou
Tiro Rápido prevista (2 tiros)
A2
- Retornar Pos Inic

Pos Inicial: PR
208 Silhueta
(Arma carregada)
Tiro Abrigado Colt
Ao silvo de apito: 1 Carregador
de Pé à PR Sem 2 silvos Sem 3 TIROS
8ª 1h Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 4 Cm com 4
esquerda PP3AE tempo de apito refém no alvo
Abrigado na posição cartuchos
Técnica de ou
prevista (2 tiros)
Tiro Rápido A2
- Retornar Pos Inic
INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Tab 1 - Módulo de Adaptação do Tiro de Combate (Fuzil) continuação

A13-5
EB70-IR-01.002
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-6
Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem
EB70-IR-01.002

Pos Inicial: PR
Silhueta 209 Silhueta
(Arma carregada)
Colt Tiro Abrigado Colt
Ao silvo de apito: 1 Carregador
Sem de Joelho PR Sem 2 silvos Sem 3 TIROS
9ª Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 4 Cm com 4
refém à direita JP3AD tempo de apito refém no alvo
Abrigado na posição cartuchos
ou Técnica de ou
prevista (2 tiros)
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

A2 Tiro Rápido A2
- Retornar Pos Inic

Pos Inicial: PR
210 Silhueta
(Arma carregada)
Tiro Abrigado Colt
Ao silvo de apito: 1 Carregador
de Joelho PR Sem 2 silvos Sem 3 TIROS
10ª 1h Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 4 Cm com 4
à esquerda JP3AE tempo de apito refém no alvo
Abrigado na posição cartuchos
Técnica de ou
Prevista (2 tiros)
Tiro Rápido A2
- Retornar Pos Inic

Pos Inicial: PR
211 Silhueta
(Arma carregada)
Tiro Abrigado Colt
Ao silvo de apito: 1 Carregador
Deitado lado PR Sem 2 silvos Sem 3 TIROS
11 ª 1h Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 4 Cm com 4
Direito DDirAD tempo de apito refém no alvo
Abrigado na posição cartuchos
Técnica de ou
prevista (2 tiros)
Tiro Rápido A2
- Retornar Pos Inic

Pos Inicial: PR
212 Silhueta
(Arma carregada)
Tiro Abrigado Colt
Ao silvo de apito: PR 1 Carregador
Deitado lado Sem 2 silvos Sem 3 TIROS
12ª 1h Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb DEs- 4 Cm com 4
Esquerdo tempo de apito refém no alvo
Abrigado na posição qAE cartuchos
Técnica de ou
prevista (2 tiros)
Tiro Rápido A2
- Retornar Pos Inic
INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Tab 1 - Módulo de Adaptação do Tiro de Combate (Fuzil) continuação


EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

MÓDULO INTERMEDIÁRIO DO TIRO DE COMBATE (MITC - FUZIL)


Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem

301 Pos Inicial: PR


Tiro de Pé frente para a esquerda
com Giro (Arma Alimentada) Percepção
Indic
Estacionário Ao silvo de apito: com 4
PR Sem 1 Carregador cor e 4 TIROS
1ª 1h com ameaça Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 6 Cm cores ou
PP3 tempo com 6 cartuchos 3 silvos no alvo
à direita com carregamento A2 de
de apito
Técnica de Giro à Direita e percepção
Tiro Rápido Pos PP3 (Double tap)
(Double tap) - Retornar a Pos Inic
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

302 Pos Inicial: PR


Tiro de Pé frente para a direita
com Giro (Arma Alimentada) Percepção
Indic
Estacionário Ao silvo de apito: com 4
PR Sem 1 Carregador cor e 4 TIROS
2ª 1h com ameaça Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 6 Cm cores ou
PP3 tempo com 6 cartuchos 3 silvos no alvo
à esquerda com carregamento A2 de
de apito
Técnica de Giro à Direita e percepção
Tiro Rápido Pos PP3 (Double tap)
(Double tap) - Retornar Pos Inic

303
Pos Inicial: PR
Tiro de Pé
frente para a retaguarda
com Giro
(Arma Alimentada) Percepção
Estacionário Indic
Ao silvo de apito: com 4
com ameaça PR Sem 1 Carregador cor e 4 TIROS
3ª 1h Diu 10 m Procedimentos TirCmb 6 Cm cores ou
à retaguarda e PP3 tempo com 6 cartuchos 3 silvos no alvo
com carregamento A2 de
giro pela direita de apito
Giro pela direita e percepção
Técnica de
Pos PP3 (Double tap)
Tiro Rápido
- Retornar Pos Inic
(Double tap)

304
Tiro de Pé Pos Inicial: PR
com Giro frente para a retaguarda
Estacionário (Arma Alimentada) Percepção
Indic
com ameaça Ao silvo de apito: com 4
PR Sem 1 Carregador cor e 4 TIROS
4ª 1h à retaguarda e Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb 6 Cm cores ou
PP3 tempo com 6 cartuchos 3 silvos no alvo
giro pela com carregamento A2 de
de apito
esquerda Giro pela esquerda e percepção
Técnica de Pos PP3 (Double tap)
Tiro Rápido - Retornar Pos Inic
INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

(Double tap)

A13-7
EB70-IR-01.002

Tab 2 - Módulo Intermediário do Tiro de Combate (Fuzil)


EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-8
Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem
EB70-IR-01.002

304
Tiro de Pé Pos Inicial: PR
com Giro frente para a retaguarda Indic
Estacionário (Arma Alimentada) Dir, Percepção
com ameaça Ao silvo de apito: 8 Indic com 4
PR Sem 1 Carregador 1 TIRO
5ª 1h à retaguarda Diu 10 m Procedimentos Tir Cmb (4 tiros Cm cor e cores ou
PP3 tempo com 8 cartuchos por cor
e giro pela com carregamento por lado) 4 A2 de
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

esquerda Técnica Giro pela esquerda e silvos percepção


de Pos PP3 (Double tap) de apito
Tiro Rápido - Retornar Pos Inic
(Double tap)

Pos Inicial: PR 1 Carregador


306 (Arma Alimentada) com 4
6 TIROS
Tiro de Pé com Ao silvo de apito: cartuchos Silhueta
9 Cm e 1 silvo em uma
Solução da Procedimentos por série Colt
PR 3 Mnj Cm e Sem de apito circunfe-
6ª 1h Pane de Falha Diu 10 m Tir Cmb com Solução (de cima Sem refém
PP3 (3 por Mnj tempo por rência
na Percussão dePane de Falha para baixo: ou
série) série de 15 cm
Técnica de na Percussão - 1º Cm A2
de diâmetro
Tiro Rápido Pos PP3 (Tiro a Tiro) - 2º Mnj
- Retornar a Pos Inic - 3º e 4º Cm)

Pos Inicial: PP3


(Arma Alimentada
307
e estojo preso na 3 TIROS
Tiro de Pé com Silhueta
janela de ejeção) 1 silvo em uma
Solução da 4 1 Carregador Colt
Ao silvo de apito: Sem de apito circunfe-
7ª 1h Pane de Diu 10 m PP3 (1 por Cm com 1 Sem refém
Procedimentos tempo por rência
Chaminé série) cartucho ou
Tir Cmb com Solução de série de 15 cm
Técnica de A2
Pane de Chaminé de diâmetro
Tiro Rápido
Pos PP3 (Tiro a Tiro)
- Retornar a Pos Inic

Tab 2 - Módulo Intermediário do Tiro de Combate (Fuzil) continuação


INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem

Pos Inicial: PP3


(Arma com um Car
Mnj na câmara.
Alimentar e
308 levar o ferrolho 1 Carregador
3 TIROS
Tiro de Pé com vagarosamente com 2 Silhueta
1 silvo em uma
Solução da à frente) 4 cartuchos Colt
PR Sem de apito circunfe-
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

8ª 1h Pane de Duplo Diu 10 m Ao silvo de apito: (1 por Cm (de cima Sem refém
PP3 tempo por rência
Carregamento Procedimentos série) para baixo: ou
série de 15 cm
Técnica de Tir Cmb com - 1º Mnj A2
de diâmetro
Tiro Rápido Solução de - 2º Cm)
Pane de Duplo
Carregamento
Pos PP3 (Tiro a Tiro)
- Retornar a Pos Inic

Pos Inicial: PR
(Arma carregada)
309 EVN preso ao Silhueta
Tiro de Pé capacete e ligado 1 Carregador Colt
PR Sem 3 silvos 3 TIROS
9ª 1h com EVN Not 10 m Ao silvo de apito: 6 Cm com 6 Sem refém
PP3 tempo de apito no alvo
Técnica de Procedimentos cartuchos ou
Tiro Rápido Tir Cmb com EVN A2
Pos PP3 (2 tiros)
- Retornar Pos Inic

Pos Inicial: PR
310
(Arma carregada)
Tiro de Pé com
Lanterna acoplada Silhueta
LANTERNA e
e desligada 1 Carregador Colt
deslocamento PR Sem 3 silvos 3 TIROS
10ª 1h Not 10 m Ao silvo de apito: 6 Cm com 6 Sem refém
lateral à direita PP3 tempo de apito no alvo
Procedimentos cartuchos ou
ou esquerda
Tir Cmb com Lanterna A2
Técnica de
Pos PP3 (2 tiros)
Tiro Rápido
- Retornar Pos Inic

Tab 2 - Módulo Intermediário do Tiro de Combate (Fuzil) continuação


INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-9
EB70-IR-01.002
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-10
MÓDULO AVANÇADO DO TIRO DE COMBATE (MAvTC - FUZIL)
Tempo Tiros
EB70-IR-01.002

PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem

Pos Inicial: PP2


a 20 ou 15 metros
do alvo
401 Cmdo
(Arma Alimentada) Silhueta 4 TIROS
Tiro de Pé com Prog
Comando de Progredir 1 Carregador Colt em uma
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

Deslocamento De 15 PP2 Sem e2


1ª 1h Diu Ao silvo de apito: 6 Cm com 6 Sem refém circunferência
à frente a5m PP3 tempo silvos
Procedimentos cartuchos ou de 15 cm
Técnica de de
Tir Cmb com A2 de diâmetro
Tiro Rápido apito
Deslocamento
Pos PP3 (3 tiros)
- Retornar a Pos Inic

Pos Inicial: PP2


a 20 ou 15 metros
do alvo
402 (Arma Alimentada) Cmdo
Silhueta 4 TIROS
Tiro de Pé com Comando de Prog
De 5 1 Carregador Colt em uma
Deslocamento Progredir PP2 Sem e2
2ª 1h Diu a 15 6 Cm com 6 Sem refém circunferência
à retaguarda Ao silvo de apito: PP3 tempo silvos
m cartuchos ou de 15 cm
Técnica de Procedimentos de
A2 de diâmetro
Tiro Rápido Tir Cmb com apito
Deslocamento
Pos PP3 (3 tiros)
- Retornar a Pos Inic

Pos Inicial: PR
403
frente para a esquerda
Tiro de Pé com
(Arma Alimentada)
Deslocamento Cmdo
Ao silvo de apito: Silhueta 5 TIROS
e mudança de Prog
Procedimentos 2 Carregadores Colt em uma
frente com De 15 PR Sem e4
3ª 1h Diu Tir Cmb com 6 Cm com 4 Sem refém circunferência
ameaça à a5m PP3 tempo silvos
Carregamento cartuchos cada ou de 15 cm
direita de
Giro à Direita e A2 de diâmetro
Técnica de apito
Pos PP3 (Double tap
Tiro Rápido
duas vezes)
(Double tap)
INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

- Retornar a Pos Inic

Tab 3 - Módulo Avançado do Tiro de Combate (Fuzil)


EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem

Pos Inicial: PR
404
frente para a direita
Tiro de Pé com
(Arma Alimentada)
Deslocamento Cmdo
Ao silvo de apito: Silhueta 5 TIROS
e mudança de Prog
Procedimentos 2 Carregadores Colt em uma
frente com De 15 PR Sem e4
4ª 1h Diu Tir Cmb com 8 Cm com 4 Sem refém circunferência
ameaça à a5m PP3 tempo silvos
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

carregamento cartuchos cada ou de 15 cm


esquerda de
Giro à Esquerda e A2 de diâmetro
Técnica de apito
Pos PP3 (Double tap
Tiro Rápido
duas vezes)
(Double tap)
- Retornar Pos Inic

405
Pos Inicial: PR
Tiro de Pé com
frente para a retaguarda
Deslocamento
(Arma Alimentada)
e mudança de Cmdo
Ao silvo de apito: Silhueta 5 TIROS
frente com Prog
De 5 Procedimentos 2 Carregadores Colt em uma
ameaça à PR Sem e4
5ª 1h Diu a 15 Tir Cmb com 8 Cm com 4 Sem refém circunferência
retaguarda PP3 tempo silvos
m Carregamento cartuchos cada ou de 15 cm
(giro pela de
Giro pela direita e A2 de diâmetro
direita) apito
Pos PP3 (Double tap
Técnica de
duas vezes)
Tiro Rápido
- Retornar Pos Inic
(Double tap)

406
Pos Inicial: PR
Tiro de Pé com
frente para a retaguarda
Deslocamento
(Arma Alimentada)
e mudança de Cmdo
Ao silvo de apito: Silhueta 5 TIROS
frente com Prog
Procedimentos 2 Carregadores Colt em uma
ameaça à De 15 PR Sem e4
6ª 1h Diu Tir Cmb com 8 Cm com 4 Sem refém circunferência
retaguarda a5m PP3 tempo silvos
carregamento cartuchos cada ou de 15 cm
(giro pela de
Giro pela esquerda e A2 de diâmetro
esquerda) apito
Pos PP3 (Double tap
Técnica de
duas vezes)
Tiro Rápido
- Retornar Pos Inic
(Double tap)

Tab 3 - Módulo Avançado do Tiro de Combate (Fuzil) continuação


INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-11
EB70-IR-01.002
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-12
Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem
EB70-IR-01.002

Pos Inicial:
1º Atirador 1º At 1º At (Fr)
1º At
(Fr) PP2 (Fr) 1º Carregador 1º At (Fr)
(Fr)
407 2º Atirador 6 com 1 cartucho 4 TIROS e
PP2
Tiro de Pé (Rg) RETENÇÃO (3 por 2º carregador IPSC com
PP3
com Cobertura (Armas carregadas) série) com 2 cartuchos 2 silvos ou sem 2º At (Rg)
De 15 JP3 Sem
7ª 1h (High Low) Diu Ao silvo de apito: Cm por série de pescoço 5 TIROS
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

a5m PP3 tempo


Técnica de Procedimentos 2º At apito ou em uma
2º At
Tiro Rápido Tir Cmb com (Rg) 2º At (Rg) A2 circunferência
(Rg)
(Double tap) Cobertura (High Low) 8 1 Carregador de 15 cm
SUL
Pos PP3 e JP3 (Double (4 por com 4 cartuchos de diâmetro
PP3
tap) série) por série
- Retornar a Pos Inic
Tab 3 - Módulo Avançado do Tiro de Combate (Fuzil) continuação

QUANTIDADE MUNIÇÃO 7,62 mm


MÓDULO QUANTIDADE
ADAPATAÇÃO 24 Cm
BÁSICO 72 Cm
INTERMEDIÁRIO 61 Cm e 3 Mnj
AVANÇADO 58 Cm
TOTAL 215 Cm
Tab 4 - Quantidade de Munição
INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

2. MÓDULOS DE TIRO DE PISTOLA

MÓDULO DE ADAPTAÇÃO DO TIRO DE COMBATE (MATC - PISTOLA)


Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem

Pos Inicial: PP1 Silhueta


101
(Arma Carregada) Colt
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

Tiro de Pé 1 Carregador 4 silvos


Ao silvo de apito: PP1 Sem Sem 3 TIROS
1ª 1h Técnica de Diu 5m 4 Cm com 4 de
Procedimentos Tir Cmb PP3 tempo refém no alvo
Tiro Rápido cartuchos apito
Pos PP3 (1 Tiro) ou
(Tiro a Tiro)
- Retornar PP1 A2

102 Pos Inicial: PP1 Silhueta


Tiro de Joelho (Arma Carregada) Colt
1 Carregador 4 silvos
Alto Ao silvo de apito: PP1 Sem Sem 3 TIROS
2ª 1h Diu 5m 4 Cm com 4 de
Técnica de Procedimentos Tir Cmb JP3 tempo refém no alvo
cartuchos apito
Tiro Rápido Pos JP3 (1 Tiro) ou
(Tiro a Tiro) - Retornar PP1 A2

103 Pos Inicial: PP1 Silhueta


Tiro Deitado (Arma Carregada) Colt
1 Carregador 4 silvos
de Costas Ao silvo de apito: PP1 Sem Sem 3 TIROS
3ª 1h Diu 5m 4 Cm com 4 de
Técnica de Procedimentos Tir Cmb DCos tempo refém no alvo
cartuchos apito
Tiro Rápido Pos DCos (1 Tiro) ou
(Tiro a Tiro) - Retornar PP1 A2

104 Pos Inicial: PP1 Silhueta


Tiro Deitado (Arma Carregada) Colt
1 Carregador 4 silvos
lado Direito Ao silvo de apito: PP1 Sem Sem 3 TIROS
4ª 1h Diu 5m 4 Cm com 4 de
Técnica de Procedimentos Tir Cmb DDir tempo refém no alvo
cartuchos apito
Tiro Rápido Pos DDir (1 Tiro) ou
(Tiro a Tiro) - Retornar PP1 A2

105 Pos Inicial: PP1 Silhueta


Tiro Deitado (Arma Carregada) Colt
1 Carregador 4 silvos
lado Esquerdo Ao silvo de apito: PP1 Sem Sem 3 TIROS
5ª 1h Diu 5m 4 Cm com 4 de
Técnica de Procedimentos Tir Cmb DEsq tempo refém no alvo
cartuchos apito
Tiro Rápido Pos DEsq (1 Tiro) ou
(Tiro a Tiro) - Retornar PP1 A2
INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

Tab 5 - Módulo de Adaptação do Tiro de Combate (Pistola)

A13-13
EB70-IR-01.002
EB70-IR-01.002
IR-TAEx 2017-APÊNDICE A13 INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

A13-14
Tempo Tiros
PADRÕES
Ses Estimado Exc de Tiro Luz Dist Descrição detalhada Pos por Mun Tempo Carregadores Exec Alvo
MÍNIMOS
(Pel) homem
EB70-IR-01.002

Pos Inicial: PR Silhueta


201 (Arma Carregada) Colt
1 Carregador 2 silvos
Tiro de Pé Ao silvo de apito: PR Sem Sem 4 TIROS
1ª 1h Diu 10 m 4 Cm com 4 de
Técnica de Procedimentos Tir Cmb PP3 tempo refém no alvo
cartuchos apito
Tiro Rápido Pos PP3 (2 tiros) ou
- Retornar Pos Inic A2
IRTAEx 2017-APÊNDICE A13

Pos Inicial: arma no coldre


202 (Arma Alimentada) Silhueta
Tiro de Pé com Ao silvo de apito: Colt
2 Carregadores 2 silvos
Saque e Procedimentos Tir Cmb Saque Sem Sem 4 TIROS
2ª 1h Diu 10 m 4 Cm com 2 de
Carregamento com saque e PP3 tempo refém no alvo
cartuchos cada apito
Técnica de carregamento ou
Tiro Rápido Pos PP3 (2 tiros) A2
- Retornar Pos Inic

203 Pos Inicial: arma no coldre


Tiro de Pé com (Arma Alimentada) 2 carregadores Silhueta
Saque Ao silvo de apito: com 6 Colt
12 4 silvos
carregamento e Procedimentos Tir Cmb Saque Sem cartuchos cada Sem 8 TIROS
3ª 1h Diu 10 m (2 por Cm de
recarregamento com carregamento PP3 tempo (4 séries refém no alvo
série) apito
tático e recarregamento tático de 2 tiros, ou
Técnica de Pos PP3 (3 tiros) 4 trocas) A2
Tiro Rápido - Retornar Pos Inic

204 Pos Inicial: arma no coldre


Tiro de Pé com (Arma Alimentada) 2 carregadores Silhueta
Saque Ao silvo de apito: com 2 cartuchos Colt
12 3 silvos
carregamento e Procedimentos Tir Cmb Saque cada para Sem 8 TIROS
4ª 1h Diu 10 m (4 por Cm de
recarregamento com Carreg e Recarreg de PP3 cada série refém no alvo
série) apito
de emergência emergência (três séries ou
Técnica de Pos PP3 (2 tiros) de 4 tiros) A2
Tiro Rápido - Retornar Pos Inic

Pos Inicial: PP1


205 Silhueta
com a Mão Fraca
Tiro de Pé com a PP1 Colt
(Arma Carregada) 1 Carregador 4 silvos
MÃO FRACA PP3 Sem 4 TIROS
5ª 1h Diu 10 m Ao silvo de apito: 4 Cm com 4 de
Técnica de (Mão refém no alvo
Procedimentos Tir Cmb cartuchos apito
Tiro Rápido Fraca) ou
Pos PP3 (Tiro a Tiro)
INSTRUÇÕES DE TIRO PRÁTICO DE COMBATE DO EXÉRCITO

(Tiro a Tiro) A2