Vous êtes sur la page 1sur 6

Revista TREINAMENTO DESPORTIVO 23

ORIGINAL

Futebol: uma nova abordagem de preparação


física e sua influência na dinâmica da alteração
dos índices de força rápida e resistência de
força em um macrociclo

Miguel de Arruda
Luís Fernando Goulart
Paulo Roberto de Oliveira
Enrico Fuini Puggina
Norberto de Toledo
Universidade de Campinas – SP (UNICAMP)

RESUMO: as exigências competitivas (Verkhoshanski, 1990). Levou em conta


as quantificações realizadas por Ohashi, Togari, Isokawa e Suzuki
Da mesma forma que em qualquer outro desporto de rendimento,
(1987), Asami, Togari e Ohashi (1987), Bosco (1990), Gerisch e
os Técnicos e Preparadores Físicos do Futebol de Campo, buscam
Reichelt (1993), Winkler (1993), Campeiz (1997) e Amorim (1998),
seu embasamento teórico e prático no que há de mais recente na
as quais concluíram que os esforços decisivos realizados pelos atletas
ciência desportiva, objetivando o maior rendimento tanto em mo-
de futebol durante uma partida caracterizam-se como anaeróbio alático
mentos isolados quanto em longas temporadas de jogos.
com uma pequena participação lática, sendo o metabolismo aeróbio
A presente pesquisa objetivou testar uma diferente forma de
requerido fundamentalmente nos momentos regenerativos; conside-
estruturação dos conteúdos da preparação física e acompanhar a
rou que o metabolismo alático constitui-se na fonte metabólica
dinâmica da alteração dos índices de força (força rápida e resistên-
prioritária para a execução eficaz de ações ofensivas e defensivas,
cia de força rápida) em um macrociclo. Praticamente todo o pro-
enquanto que o metabolismo aeróbio tem fundamental importância
cesso de organização e estruturação desenvolvido com futebolis-
nos intervalos de recuperação entre esforços curtos e intensos. A es-
tas no Brasil, fundamenta-se no sistema proposto por Matveev
trutura proposta possibilitou verificar a ocorrência de uma dinâmica
(1977). Os preparadores físicos e fisiologistas tem priorizado du-
adaptativa eficaz da força rápida e da resistência de força rápida se
rante o período preparatório, uma grande estimulação aeróbia di-
comparados início da etapa preparatória e início da etapa competiti-
nâmica geral de longa duração, visando o desenvolvimento da ap-
va; por outro lado ficou evidente que as cargas de força desenvolvidas
tidão cardiorrespiratória, acreditando na importância desta capaci-
visando a manutenção destas variáveis durante o período de competi-
dade para a criação de uma base para o desenvolvimento das capa-
ção necessitam ser reestruturadas uma vez que apenas a resistência de
cidades mais específicas como velocidade, resistência muscular
força rápida apresentou evolução durante o período competitivo
local aeróbia e anaeróbia, força rápida, resistência de força rápida,
flexibilidade, coordenação, etc. Palavras Chaves: anaeróbio, cargas concentradas, força rápida,
A presente pesquisa desenvolveu-se à partir de estudos mais recentes, Futebolista, resistência de força.
os quais mostram que uma preparação de força especial seguida de
uma estimulação metabólica específica é capaz de criar suporte para o ABSTRACT:
desenvolvimento das capacidades especiais, com íntima relação com
Just like any other high performance sport , the Coaches and Soccer
TREINAMENTO Volume 4 – Número 1 – 1999
Physical Trainers , seek their theoretical and practical basement in
DESPORTIVO Artigo Original: págs. 23 a 28 the most recent of the sportive science . objectifying the greatest
24 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO

performance in isolated moments as well as in long game seasons. ‘‘método tradicional de preparação’’ ou ‘‘método dis-
This research has objectified trying a different approach of
tribuído’’, proposta por Matveev (1977).
structuring the contents of physical training and attends the power
rate alteration dynamics (fast power and power resistance) in a Tradicionalmente, acredita-se que uma grande
long training stage. Practically all the organization and structuring
estimulação da aptidão cardiorrespiratória é capaz de
process developed with Brazilian soccer player is based in the
system proposed by Matveev (1977). Physical Trainers and sustentar durante algum tempo, qualidades mais es-
physiologists has prioritized during the training period, a great long pecíficas como a Resistência de Força Anaeróbia e
duration general dynamic aerobic stimulation, aiming the Força Rápida. Assim, o período de preparação para
development of the cardiorespiratory capacity, believing in the
atletas de futebol é dividido em pequenos, médios e
importance of this capacity for the creation of a base to the
development of more specific capacities such as speed, aerobic grandes ciclos de treinamento, onde inicialmente
and anaerobic local muscular resistance. acontece uma grande estimulação do metabolismo
This research was developed starting from more recent studies, aeróbio para posterior implementação de exigências
that show that an special power training, followed by an specific
de velocidade, força, coordenação e técnica especí-
metabolic stimulation is able to create support to the development
of special capacities, with close relation with competitive demands fica do desporto.
(Verkhoshanski, 1990). It considered the measures done by Ohashi,
Durante muito tempo, e até mesmo nos dias de hoje,
Togari, Isokawa and Suzuki (1987); Asami, Togari e Ohashi (1987);
Bosco (1990); Gerish e Reichelt (1993); Winker (1993); Campeiz grande parte dos preparadores físicos crê no modelo
(1997) and Amorin (1998), which concluded that decisive efforts proposto por Matveev (1977). Em contrapartida, existe
done by the soccer athletes during a match are characterized as um novo método que defende outros cominhos para o
alactic anaerobic with a small lactic participation, being the aerobic
ganho de performance para futebolistas.
metabolism requested specially in regenerative moments; it
considered that the alactic metabolism is the priority metabolic Este novo método, proposto por Verkhoshanski
source to the efficient execution of offensive and defensive actions,
(1990) caracteriza-se pela utilização de cargas con-
while the aerobic metabolism has special importance in the
regenerative interval between short and intense efforts.The structure centradas de força durante determinada etapa de pre-
proposed has permitted verifying the occurrence of an efficient paração (método concentrado); propõe um período de
fast power and fast power resistance adaptive dynamic if are preparação generalizado de escasso volume acompa-
compared the starting of the preparatory and competitive stages ;
nhado de uma grande estimulação metabólica especí-
in the other hand, it has become evident that strength loads
developed aiming the maintenance of this variables during the fica (exercícios preparatórios especiais de volume cres-
competitive stage need to be restructured since only the fast power cente), sendo estes capazes de alicerçar as capacida-
resistance brought out evolution during the competitive stage. des e exigências específicas do desporto treinado.
Key Words: anaerobic , concentrated loads , fast power , soccer
player , power resistance. Observando as quantificações de esforços físicos
realizadas por Ohashi, Togari, Isokawa, e Suzuki
(1987), Asami, Togari e Ohashi (1987), Bosco (1990),
Gerisch e Reichelt (1993),Winkler (1993), Campeiz
INTRODUÇÃO (1997) e Amorim (1998), pode-se notar que as maio-
res exigências metabólicas dos futebolistas, norteiam

D
a mesma maneira que qualquer outro espor o metabolismo anaeróbio alático sob forma de corri-
te competitivo, todo o conhecimento relati das curtas e intensas nos momentos decisivos (ofen-
vo ao futebol de campo deve ser constante- sivo/defensivos) das partidas de futebol.
mente revisado e atualizado tanto em termos táticos
Segundo Verkhoshanski (1990), a etapa de carga
e técnicos quanto à preparação física.
concentradas de força como requisito prévio, acom-
Nota-se principalmente no Brasil, uma grande panhada de estimulações metabólicas específicas
utilização de métodos de preparação física para fute- (etapa B) na etapa de aproximação competitiva, cria
bolistas, os quais já não se posicionam entre as base para aprimoramento de capacidades específicas.
metodologias mais recentes e atualizadas nesta área Segundo Oliveira (1998), na etapa B, posterior às
de conhecimento, ao qual podemos denominar de cargas concentradas, ocorre o fenômeno denomina-
Revista TREINAMENTO DESPORTIVO 25

do E.P.D.T. ‘‘Efeito Posterior Duradouro de Treina- A2, A3); o bloco B em duas (B1 e B2) e o bloco C
mento’’ das cargas concentradas. Tal etapa favorece iniciou-se juntamente com a temporada de jogos.
o desenvolvimento eficaz da técnica específica e da De acordo com a proposta, a especificidade da
velocidade motora, força e deslocamento em níveis modalidade desportiva foi prioritária no treinamento
não possíveis pelo método tradicional. dos atletas (nível avançado), e os exercícios de pre-
Evidentemente, durante o período de competição paração seguiram orientações de Verkhoshanski
faz-se necessária uma carga de treinamento que (1990), envolvendo exercícios preparatórios gerais
objetive a manutenção destas capacidades uma vez de escasso volume e exercícios preparatórios especi-
que as intensas exigências físicas deste período po- ais de volume crescente. Sendo assim, o bloco A foi
dem acarretar uma redução de tempo disponível para iniciado com um período de 6 semanas, no qual 0
treinamento e manutenção. objetivo visou o fortalecimento muscular generali-
zado (Força Máxima + Resistência de Força
Nesta etapa (C) o organismo do atleta reage de
Anaeróbia e Força Rápida), e posteriormente (bloco
forma eficaz às cargas intensas, sendo contra-
A 3) uma grande estimulação metabólica específica.
indicadas cargas volumosas. Para tal, sugere-se a
execução de exercícios de força rápida e máxima (alta No bloco B, com duração de 4 semanas, priorizou-
intensidade, curta duração) com objetivo de manu- se o aprimoramento dos gestos técnicos e táticos jun-
tenção do tônus muscular. tamente com o aperfeiçoamento da velocidade de
deslocamento e das ações motoras mais exigidas,
resistência especial (metabolismo específico) e ma-
METODOLOGIA: nutenção dos níveis de força geral e especial.
Este estudo foi desenvolvido com 19 atletas da No bloco C (competição), predominou os chama-
categoria de juniores, com idades variando entre 17 dos ‘‘exercícios especiais’’, também utilizando jogos
e 19 anos pertencentes à Associação Atlética Ponte amistosos como estímulos altamente específicos de trei-
Preta (A. A. P. P.), Campinas, SP. no, métodos de manutenção para estabilização dos ní-
O estudo desenvolveu-se desde o início da etapa veis de força (cargas intensas para tonificação muscu-
de preparação (Abril) para o Campeonato Paulista lar), utilização esporádica dos exercícios preparatórios
de juniores de 1998. estendendo-se até o final da eta- gerais como forma de recuperação pós competição.
pa competitiva (Novembro). O quadro 1 ilustra as prioridades de cada bloco
A estrutura de preparação envolveu três etapas juntamente com os métodos utilizados para que seus
(A, B, C), sendo que o bloco A (cargas concentradas objetivos fossem alcançados durante todo o período
de força), foi subdividido em três microetapas (Al, de preparação.

Figura 1 – Organograma representativo da divisão e duração dos blocos do período preparatório e competitivo.
26 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO

Quadro 1 – Relação de atividades desenvolvidas e objetivos de cada bloco de treinamento.

BLOCOS ATIVIDADES APLICADAS OBJETIVOS

→ A1 Circuitos de Fortalecimento geral e especial. Adaptação muscular e articular geral e especial.


Bloco A → A2 Exercícios em máximas de força. Adaptação dos mecanismos gerais de força máxima
→A3 Exercícios de Saltabilidade geral. e resistência de força aeróbia e anaeróbia.
Exercícios prepatórios gerais de volume reduzido e Início da Adaptação metabólica específica
exercícios preparatórios especiais de volume crescente. (anaeróbia alática e lática).
Saltabilidade (pliometria). Estimulação da resposta neuro-muscular.

→ B1 Exercícios preparatórios em forma de circuitos. Adaptação dos mecanismos específicos da força rápida
Bloco B Exercícios em máquinas ás força. e resistência de força e força especial.
→ B2 Exercícios de Saltabilidade. Treinos táticos e técnicos. Ganho de velocidadade, coordenação e resistênciaespecial.
Poucos jogos amistosos. Aperfeiçoamento do gesto técnico específico.
Aperfeiçoamento da versatilidade tática.

Bloco C Circuitos visando metabolismo específico (anaeróbio Manutenção dos mecanismos de força (máxima, rápida,
alático). resistência muscular local aeróbia e anaeróbia), velocidade
Exercícios em máquinas de força. Exercícios de (tiros curtos e intensos), coordenação e flexibilidade
Saltabilidade. treinados anteriormente.
Treinos táticos e técnicos. Manutenção do tônus muscular.
Treinos técnicos e táticos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO: grande etapa pelo fato de ser considerada de grande


Todo o grupo de jogadores foi testado a cada iní- relevância e especificidade no caso de futebolistas.
cio e final de bloco de treinamento totalizando 4 ava- Notou-se em todas as etapas (A, B, C), uma evo-
liações que foram comparadas entre si. lução estatística significativa da variável de Resis-
Foram adotados 2 testes com o objetivo de utilizá- tência Muscular Local Anaeróbia devido à eficácia
los para comparações futuras entre as fases de trei- dos exercícios propostos; esta qualidade deve ser
namento as quais o grupo de jogadores foi submeti- mantida em sua forma mais específica sem perdas
do. Para se avaliar a resistência de força anaeróbia relevantes até o final da temporada (campeonato).
local (R.F.A.L.), foi adotado o teste de resistência de A capacidade de Saltabilidade (Salto Sêxtuplo) é
força anaeróbia a 70% de carga de uma repetição diretamente ligada à componente de Força Rápida;
máxima (1 RM) na extensão do joelho utilizando-se sendo assim, o teste de Saltabilidade constitui-se
de um metrômetro para ditar o andamento da movi- numa eficaz maneira de se avaliar esta componente
mentação e para avaliar a força rápida de membros de força nas diferentes etapas.
inferiores (F.R.M.I), foi utilizado o teste de Salto
Sêxtuplo com alternância das pernas.
Durante as diferentes etapas e microetapas estu-
dadas apresentaram a seguinte dinâmica:
A análise da tabela l, permitiu perceber um gran-
de ganho da qualidade de Resistência de Força
Anaeróbia (média) no decorrer do estudo por parte
dos atletas, facilmente explicada pela grande
Figura 2 – Gráfico representativo da variação de comportamento da
estimulação desta componente de força em toda a Resistência de Força Anaeróbia durante a grande etapa.
Revista TREINAMENTO DESPORTIVO 27

do resultado médio em relação à avaliação posterior.


Pode-se citar também a influência negativa que o
aumento de trabalhos mais intensos e específicos
exercem sobre esta capacidade, ou seja, o aumento
do volume de corridas curtas de alta intensidade, pro-
voca o declínio da capacidade de saltabilidade,
Verkhoshanski (1990).
Figura 3 – Gráfico representativo da variação do comportamento da Segundo Matveev (1980), perdas dão até 5°/a:
Força Rápida durante a grande etapa. relação à resultados obtidos em avaliações posterio-
res de determinadas qualidades podem ser conside-
Notou-se uma melhora significativa da primeira
radas insignificantes por estarem dentro de uma fai-
para a segunda avaliação possivelmente explicada pelo
xa de normalidade, onde tais quedas não influenci-
intenso trabalho de força aplicado durante o bloco A,
am de maneira significativa no estado de forma geral
na qual o ganho de Força Rápida juntamente com
do atleta. No entanto em virtude da estreita influên-
Resistência de Força Anaeróbia foram prioritários.
cia da força de salto horizontal sêxtuplo sobre o ren-
Posteriormente, do bloco B para o início do bloco dimento de velocidade, acredita-se que a carga de
C, notou-se uma pequena melhora (0. 2m), devido à trabalho destinada a manter tal capacidade não tenha
mudança dos objetivos de treinamento os quais pas- sido eficaz no experimento.
saram a ser mais específicos ao entrar no bloco B.
Nos esportes de alto nível, tem-se observado per-
Os resultados evidenciaram durante o bloco A os das de algumas capacidades gerais durante o período
melhores resultados de força rápida, porém, com o competitivo sem alteração nos níveis de performance
início do treinamento mais específico do bloco B e C global do atleta, (Matveev 1980-’’perdas de até 5%
(resistência de velocidade), acabou por perder ênfa- de capacidades durante o período competitivo não
se juntamente com outras variáveis mais gerais, pas- são relevantes, Golomazov e Shirva 1987-’’perdas
sando a ter um caráter de manutenção de capacida- de até 15% no V02 máximo de futebolistas entre o
des específicas, estando presente na programação de início e final de etapa competitiva’’), provavelmente
treino apenas em momentos isolados (uma vez por devido à especificidade dos conteúdos do treinamento
semana), ocorrendo uma queda de 0,4m ou 2.53% e das cargas competitivas.

Tabela 1 – Médias, Desvios Padrão e Tukey


para as avaliações de Resistência de Força
Anaeróbia onde * = p < 0,01.

Tabela 2 – Médias, Desvios Padrão e Tukey


para as avaliações de Saltabilidade;
onde * = p<0,01.
28 Revista TREINAMENTO DESPORTIVO

CONCLUSÃO: – A seleção das cargas de manutenção foi inade-


– Apesar da utilização de uma carga de volume quada para possibilitar a manutenção da Força Rápi-
crescente de exercícios preparatórios especiais (eta- da durante a etapa competitiva;
pa B), foi possível manter e inclusive aumentar a – O aumento dos volumes de exercícios especiais
performance da Resistência de Força durante a etapa (resistência de velocidade), influenciou negativamen-
competitiva (22 semanas); te na capacidade de Força Rápida, provocando que-
– A análise dos resultados permitiu concluir so- das dos valores absolutos da mesma, quando compa-
bre e a eficácia das cargas concentradas de força rados o início e o final do período competitivo.
do início da preparação (etapa A) até o início da Sugerimos novos estudos que verifiquem até que
etapa C (competitiva) para ambas as capacidades ponto as perdas de força rápida influenciam na velo-
estudadas; cidade de deslocamento.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: MATVEEV, L. P. Fundamento del Entrenamiento Deportivo.


Maluar, 1980.
AMORIM, C. A. N. Estudo de Caracterização e Quantificação MATVEEV, L. P. Preparação Desportiva. Adaptado por Anto-
do Esforço Físico Realizado no Futebol. (Monografia de con- nio Carlos Gomes e Paulo Roberto de Oliveira. Londrina, Cen-
clusão de curso),Campinas ,UNICAMP, 1998. tro de Informações Desportivas, 1996.
ASAMI, T; TOGARI, H e OHASHI, J. Analysis of Movement OHASHI, J.; TOGARI, H.; ISOKAWA, M. e SUZUKI, S.
Patterns of References During Soccer Matches. In: First Measuring Movement Speeds and Distances Covered Soccer
Congress on Science and Football. Reilly, T.; Lees, A.; Davies, Match-play. In: First World Congress on Science and Football.
K. and Murphy, J. (Eds). New York. E. & F. N. Spon, 1987, p. Reilly, C.; Lees, A.; Davies, K. and Murphy, J. (Eds). New York,
341-346. E. & F. N. Spon, 1987,p. 329-333.
BARBANTI, V. J. Teoria e Prática do treinamento Desportivo. OLIVEIRA, P. R. O Efeito Posterior Duradouro de Treina-
São Paulo, Edgard Blucher, .1977. mento (EPDT) das Cargas Concentradas de Força. (Tese de
Doutorado). Unicamp, Campinas,1998.
BOSCO, C. Aspectos Fisiológicos de la Prenaracion Física
del Futebolista. Revisado e adaptado por Jordi Matos Vila. Bar- VERKHOSHANSKI, Y. V. Entrenamiento Deportivo:
celona, Paidotribo, 1990. nlanificacion y programacion. Barcelona, Martinez Roca, 1990.
CAMPEIZ, J. M. A Caracterização do Esforço Físico Reali- VERKHOSHANSKI, Y. V. Preparação de Forca Especial: Mo-
zado no Futebol. Revista das Universidades Claretianas, p. 91- dalidades Desportivas Cíclicas. Adaptado por Paulo Roberto
104, Batatais, 1997. de Oliveira. Rio de Janeiro, Grupo Palestra Sport, 1995.
GERISCH, G. e REICHELT, M. Comnuter and Vídeo-Alded VERKHOSHANSKI, Y. V. Força: Treinamento da Potência
Analysis of Football Games. In: Second World Congress on Muscular. Método de Choque. Traduzido e Adaptado por An-
Science and Football. Reilly, T.; Clarys, J and Stibble, A. (Eds). tonio Carlos Gomes e Ney Pereira de Araújo Filho. Londrina,
New York: F. N. Spon, 1993, p. 167-173. Centro de Informações Desportivas, 1996.
GODIK, M. A. Futebol: Preparação dos Futebolistas de Alto WINKLER, W. Computer-Controled Assessment and Vídeo-
Nível. Revisado e adaptado por Antonio Carlos Gomes e Marce- Tecnoloy for the Diagnosis of Player’s Performance in Soccer
lo Mantovani. Rio de Janeiro, Grupo Palestra Esporte, 1996. Training. In: Second World Congress on Scienee and Football
Reilly, T.; Clarys, J. and Stibble, A. (Eds). New York, E. & F. N.
GODIK, M. A; POPOV, A. V. La Prenaracion del Futebolista Spon, 1993, p. 73-80.
e adaptado por Vicente Antero. Barcelona, Paidotribo, (s/d).
ZAKHAROV, A . Ciência do Treinamento Desportivo. Rio de
GOLOMAZOV, S. e SHIRVA, B. Futebol: Preparação Física. Janeiro, Grupo Palestra Sport, 1992.
Adaptação técnica e científica de Antonio Carlos Gomes e Mar-
celo Mantovani. Londrina, Lazer & Sport, 1997. ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA:
MATVEEV, L. P. Periodizacion del Entrenamiento Deportivo. Rua Mauá, 838 / 1102 – CEP 80030-200
Madrid, 1977. Curitiba – Paraná