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A FIAT, além de produzir auto-

móveis com alta tecnologia e


PORTUGUÊS
design único, também investe em
ações socioculturais e ambien-
MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO
tais, pois acredita na parceria
de todos os setores da socie-
dade para o desenvolvimento
sustentável do Brasil. Conheça

Palio Fire Economy, Siena Fire e Strada Fire - Impresso 60355281 - VI/2012
essas iniciativas pelo site:
www.fiat.com.br/cidadania

COPYRIGHT BY FIAT AUTOMÓVEIS S.A. - PRINTED IN BRAZIL


Os dados contidos nesta publicação são fornecidos a título indicativo e poderão ficar desatualizados em
0!,)/&)2%%#/./-9s3)%.!&)2%s342!$!&)2%
Esta publicação foi
consequência das modificações feitas pelo fabricante, a qualquer momento, por razões de natureza produzida com papel
técnica, ou comercial, porém sem prejudicar as características básicas do produto. certificado FSC
COMPROMISSO FIAT COM A QUALIDADE
300 mA

ORIENTAÇÕES: 80 mA

Prefira sempre Acessórios Genuínos FIAT.


Tanto o veículo como os equipamentos nele instalados consomem 36 mA
energia da bateria quando desligados, é o denominado “consumo em Consumo máximo
Stand-by”. Como a bateria possui um limite máximo de consumo para 4 mA Stand-by da bateria
11 mA 60 AH
garantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equi-
pamentos ao limite de consumo da bateria.
Rádio
Rádio Rádio
Veículo Genuíno
marca A marca B
ADVERTÊNCIAS Fiat

Para assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veículo, recomendamos instalar somente acessórios genuínos, à disposição
na Rede de Assistência Fiat.
A instalação de rádios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessório eletrônico não genuíno poderá ocasionar consumo excessivo
de carga da bateria, podendo provocar o não funcionamento do veículo e a perda da garantia.

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol2 (kgf/cm2)

Palio Fire Economy Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex
Com carga média
- dianteiro: 27 (1,9) 31 (2,2) 28 (2,0)
- traseiro: 27 (1,9) 31 (2,2) 28 (2,0)
Com carga completa
- dianteiro: 31 (2,2) 31 (2,2) 28 (2,0)
- traseiro: 31 (2,2) 34 (2,4) 43 (3,0)
Roda de reserva 31 (2,2) 34 (2,4) 43 (3,0)
Com pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 em relação ao valor prescrito.
Observação: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.
Caro Cliente,
Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat.
Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe de seu Fiat Palio Fire Economy, Siena
Fire Flex e Strada Fire Flex e, assim, utilizá-lo da maneira mais correta.
Recomendamos que o leia com atenção antes de utilizar o veículo pela primeira vez.
No mesmo estão contidas informações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajudarão
a aproveitar, por completo, as qualidades técnicas do seu veículo; você vai encontrar, ainda, indicações para
a sua segurança, para manter o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente.
As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, e recomendamos que sua
execução seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A.

Além disso, no kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais, trazem informações
específicas e não menos importantes sobre outros assuntos; tais como:
sGARANTIADOVEÓCULO
sSERVI OSADICIONAISRESERVADOSAOS#LIENTES&IAT
s#ØDIGO.ACIONALDE4RÊNSITOEINSTRU ÜESDEPRIMEIROSSOCORROS
sFUNCIONAMENTODOSISTEMADESOMSEDISPONÓVEL 

Boa leitura, e boa viagem!

Este manual descreve os instrumentos, equipamentos e acessórios que podem equipar os modelos Fiat
Palio Fire Economy, Siena Fire Flex e Strada Fire Flex disponíveis na rede de Concessionárias Fiat até a pre-
sente data. Mas atenção! Considere somente as informações inerentes ao modelo/versão e equipamentos
opcionais originais de fábrica do veículo adquirido, conforme discriminado na nota fiscal de venda.

1
BEM-VINDO A BORDO

Os veículos Fiat são automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa
segurança e respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passan-
do pelos dispositivos de segurança e a preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes, tudo
isso contribuirá para que a personalidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento.

Em seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos pro-
cessos de construção que diminuem os custos de manutenção.

Segurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente fazem do Fiat Palio Fire Economy, Siena Fire
Flex e Strada Fire Flex, veículos a serem imitados.

2
OS SÍMBOLOS PARA UMA DIREÇÃO CORRETA

Os sinais indicados nesta página são muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde é
necessário deter-se com mais atenção.
Como você pode ver, cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro
descobrir a qual área pertencem os assuntos:

Segurança das pessoas Proteção do ambiente Integridade do veículo

Atenção. A falta total ou parcial Indica o comportamento cor- Atenção. A falta total ou parcial
de respeito a estas prescrições po- reto a manter, para que o uso do de respeito a estas prescrições po-
de pôr em grave perigo a seguran- veículo não cause nenhum dano de acarretar sérios danos ao veícu-
ça física das pessoas. ao meio ambiente. lo e, em certos casos, a perda da
garantia.
3
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

Antes de arrancar, certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não
existam obstáculos que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro
objeto. Verifique também se as luzes-espia não estão assinalando nenhuma irregularidade.
Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo.
Faça do uso do cinto de segurança um hábito. Utilize-o sempre para sua proteção.
/BSERVEOTRÊNSITOANTESDEABRIRUMAPORTAOUSAIRCOMOSEUVEÓCULODOESTACIONAMENTO
Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas, antes de movimentar
o veículo.
0ARASUASEGURAN A OBSERVEASCONDI ÜESDOTEMPO DOTRÊNSITOEDAESTRADA EDIRIJADEACORDOCOMELAS
Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais.
Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu funciona-
mento.
Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois em caso de desaceleração rápida do veículo, os mesmos
poderão provocar ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo.
Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles.
Respeite as velocidades máximas estabelecidas na legislação.
,EMBRE SEOSMOTORISTASPRUDENTESRESPEITAMTODASASLEISDETRÊNSITO&A ADAPRUDÐNCIAUMHÉBITO
A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Ga-
rantia. Quando for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima
revisão periódica.

4
SIMBOLOGIA SÍMBOLOS DE PERIGO Bobina
Alta tensão.
Bateria
Em alguns componentes do seu Líquido corrosivo.
Fiat, ou perto dos mesmos, estão
aplicadas etiquetas coloridas es- Correias e polias
pecíficas cujo símbolo chama a Órgãos em movimento; não
atenção do usuário e indica pre- Bateria aproximar partes do corpo ou
Perigo de explosão. roupas.
cauções importantes que este deve
tomar, em relação ao componente
em questão.
A seguir, são citados resumida- Ventilador Tubulação do climatizador
mente todos os símbolos indicados de ar
Pode ligar-se automatica-
pelas etiquetas empregadas no seu mente, mesmo com o motor Não abrir.
Fiat e, ao lado, os componentes parado. Gás em alta pressão.
para os quais os símbolos chamam
a atenção.
SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO
É também indicado o signifi-
Reservatório de expansão
cado do símbolo de acordo com Bateria
Não remover a tampa quando
a subdivisão de perigo, proibição, o líquido de arrefecimento es- Não aproximar chamas.
advertência ou obrigação, à qual o tiver quente.
próprio símbolo pertence.

Bateria
Manter as crianças afastadas.
5
Anteparos de calor - cor- Direção hidráulica Veículo com gasolina eco-
reias - polias - ventilador Não superar o nível máximo lógica
Não pôr as mãos. do líquido no reservatório. Usar somente gasolina sem
Usar somente o líquido pres- chumbo.
crito no capítulo “Abasteci-
mentos”.
AI
RBAG
Airbag do lado do passa-
geiro Reservatório de expansão
Não instalar porta-bebês vira- Usar somente o líquido pres-
dos para trás no banco dian- Circuito dos freios crito no capítulo “Abasteci-
teiro do passageiro. Não superar o nível máximo mentos”.
do líquido no reservatório.
Usar somente o líquido pres-
crito no capítulo “Abasteci-
mentos”.
SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO

Catalisador Limpador do para-brisa Bateria


Não estacionar sobre super- Usar somente o líquido do Proteger os olhos.
fícies inflamáveis. Consul- tipo prescrito no capítulo
tar o capítulo “Proteção dos “Abastecimentos”.
dispositivos que reduzem as
emissões”.
Bateria
Macaco
Motor Consultar o manual de Uso e
Usar somente o tipo de lubri- Manutenção.
ficante prescrito no capítulo
“Abastecimentos”.
6
#/.(%#)-%.4/$/6%·#5,/ A

53/#/22%4/$/6%·#5,/ B

EM EMERGÊNCIA C

-!.54%.£²/$/6%·#5,/ D

#!2!#4%2·34)#!34³#.)#!3 E

·.$)#%!,&!"³4)#/ F
CONHECIMENTO DO VEÍCULO
Recomendamos ler este capítulo sentado confortavelmen- 15!$2/$%).3425-%.4/3 . . . . . . . . . . . . .A-14
TEABORDODOSEUNOVO&IAT$ESTAMANEIRA VOCÐVAIPODER A
reconhecer imediatamente as partes descritas no manual e ).3425-%.4/3$%"/2$/ . . . . . . . . . . . . . . .A-15
verificar “ao vivo” o que está lendo. LUZES-ESPIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-17
Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu Fiat, com 3)34%-!$%!15%#)-%.4/6%.4),!£²/. . . .A-20
os comandos e os dispositivos com os quais está equipado.
$EPOIS QUANDOLIGAROMOTOREENTRARNOTRÊNSITO FARÉMUITAS 6%.4),!£²/. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-21
outras descobertas agradáveis. !15%#)-%.4/%6%.4),!£²/ . . . . . . . . . . . .A-22
!2 #/.$)#)/.!$/ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-23
!,!6!.#!33/"/6/,!.4% . . . . . . . . . . . . .A-25
#/-!.$/3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-27
%15)0!-%.4/3).4%2./3 . . . . . . . . . . . . . . .A-28
0/24!3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-31
#/-0!24)-%.4/$%#!2'!. . . . . . . . . . . . . .A-33
0/24! -!,!3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-35
#!0½$/-/4/2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-39
3)34%-!&)!4#/$%'%2!£²/)) . . . . . . . . . . . .A-1 FARÓIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-40
#/-54!$/2$%)'.)£²/. . . . . . . . . . . . . . . . .A-3 ABS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-41
2%'5,!'%.30%23/.!,):!$!3 . . . . . . . . . . . .A-3 AIRBAG . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-43
#).4/3$%3%'52!.£! . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-6 02%$)30/3)£²/0!2!).34!,!£²/$/
42!.30/24%$%#2)!.£!3%-3%'52!.£! .A-10 !54/22­$)/ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-46
02³ 4%.3)/.!$/2%3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .A-11 ./0/34/$%!"!34%#)-%.4/ . . . . . . . . . . .A-47
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A
SISTEMA FIAT CODE CHAVES - fig. 1 Aconselha-se o uso de alarmes com
telecomando incorporado à chave de
GERAÇÃO II Com o veículo são entregues: ignição da linha Fiat Acessórios, que
$UASCHAVESfig. 1. foram desenvolvidos e testados para
A fim de minimizar riscos de furtos/ A
A chave fig. 1 de uso normal no ve- uso em seu veículo e são oferecidos em
roubos, o veículo é equipado com um ículo é usada para: todas as concessionárias Fiat.
sistema eletrônico de inibição do fun-
- ignição; Com o conjunto de chaves é entre-
CIONAMENTODOMOTOR&IAT#/$% QUE
- portas; GUEO#/$%#!2$fig. 2 no qual é
é ativado automaticamente tirando a
indicado:
chave da ignição. - porta-malas;
A-fig. 2 /CØDIGOMECÊNICODAS
Cada chave possui um dispositivo - tampa do reservatório de combustí- chaves a comunicar à Rede Assisten-
eletrônico com a função de transmitir vel; cial FIAT para pedir cópias das cha-
um sinal em código para o sistema de
- desativação do airbag do lado do ves.
ignição através de uma antena especial
passageiro.
incorporada no comutador de ignição.
O sinal enviado constitui a “palavra ADVERTÊNCIA: é importante
de ordem” sempre diferente para cada TELECOMANDO também anotar os números cons-
partida com a qual a central reconhe- A chave de ignição possui predispo- tantes do CODE CARD, para utilizá-
ce a chave, e somente nessa condição, sição para instalação de telecomando a los em caso de um eventual extravio
permite a partida do motor. DISTÊNCIAfig. 1. do cartão.
4EN1322BR

fig. 1 fig. 2 3PN0205BR

A-1
O FUNCIONAMENTO ADVERTÊNCIA: cada DUPLICAÇÃO DAS CHAVES
Cada vez que girar a chave de ig- chave fornecida possui um
código próprio, diferente de Quando o proprietário necessitar de
nição na posição STOP, ou PARK, o chaves adicionais, deve ir a Rede As-
sistema de proteção ativa o bloqueio todos os outros, que deve ser memo-
rizado pela central do sistema. SISTENCIAL&)!4COMTODASASCHAVESE
do motor. O#ODE#ARD!2EDE!SSISTENCIAL&)!4
Girando a chave para MAR: EFETUARÉAMEMORIZA ÎOATÏUMMÉXI-
Este equipamento opera em MODECHAVES DETODASASCHAVES
1 3E O CØDIGO FOR RECONHECIDO
caráter secundário, isto é, não
a luz-espia Y ou ¢ no quadro de tanto as novas quanto as que estiverem
tem direito a proteção contra em mãos.
instrumentos faz um breve lampejo,
interferência prejudicial, mesmo !2EDE!SSISTENCIAL&)!4PODERÉEXI-
indicando que o sistema de proteção
de estações do mesmo tipo, e gir os documentos de propriedade do
reconheceu o código transmitido pela
não pode causar interferência a veículo.
chave e o bloqueio do motor foi desa-
sistemas operando em caráter
tivado. Girando a chave para AVV, o As chaves não apresentadas durante
primário.
motor funcionará. a nova operação de memorização são
2 3E A LUZ ESPIA Y ou ¢ ficar A sequência numérica impressa aci- definitivamente cancelados da memória
ACESAJUNTOCOMALUZ ESPIAU OCØ- ma do código de barras identifica o nú- para garantir que as chaves eventual-
digo não foi reconhecido. Neste caso, mero de homologação do immobilizer mente perdidas não sejam mais capazes
aconselha-se a repor a chave na posi- JUNTOÌ!.!4%, de ligar o motor.
ção STOP e, depois, de novo em MAR; O código de barras e os algarismos
se o bloqueio persistir, tentar com as localizados abaixo do mesmo contêm Em caso de venda do veí-
outras chaves fornecidas. dados do fornecedor do equipamento. culo, é indispensável que
Com o automóvel em movimento e a o novo proprietário receba
chave da ignição em MAR, se a luz-espia Etiqueta - (Immobilizer) todas as chaves e o CODE card.
Y ou ¢ acender, significa que o sistema
NISA
ESTÉEFETUANDOUMAUTODIAGNØSTICOPOR
EXEMPLO DEVIDOAUMAQUEDADETENSÎO 
ADVERTÊNCIA: impactos 2981 - 10 - 3430
violentos podem danificar
os componentes eletrônicos
contidos na chave. (01) 0789838176 064 3

A-2
COMUTADOR DE - PARK: motor desligado, luzes de REGULAGENS
estacionamento acesas, a chave pode
IGNIÇÃO ser removida. Para girar a chave para a PERSONALIZADAS
posição PARK, apertar o botão A.
A chave pode girar para 4 posições A
diferentes fig. 3: BANCOS - fig. 4
Em caso de violação
- STOP: motor desligado, a chave do dispositivo da ignição Qualquer regulagem deve ser feita
pode ser removida. Alguns dispositivos (por ex.: uma tentativa de exclusivamente com o veículo parado.
ELÏTRICOSPOREXAUTORRÉDIO TRAVAMEN- roubo), verificar o funcionamento
TOELÏTRICODASPORTAS ETC PODEMFUN- na Rede Assistencial Fiat. Regulagem no sentido longitudinal
cionar.
Levantar a alavanca A e mover o
- MARPOSI ÎODEMARCHA4ODOS banco para a frente ou para trás. Ao
os dispositivos elétricos podem funcio- Ao descer do veículo, tire soltar a alavanca, verificar se o banco
nar. sempre a chave para evitar está bem travado, tentando empurrá-lo
- AVV: partida do motor. que alguém ligue os coman- para a frente e para trás. A falta deste
dos involuntariamente. Lembre-se bloqueio poderia provocar o movimen-
de puxar o freio de mão até travar to do banco, fazendo-o deslocar alguns
no dente necessário para imobili- milímetros para frente ou para trás.
zar completamente o veículo. Se o
veículo estiver em declive, engate a
primeira marcha, sendo aconselhá-
vel também virar as rodas em dire-
ção ao passeio, tomando o cuidado
4EN0190BR

4EN0762BR
B
para não tocar o pneu no meio-fio
(guias). Nunca deixe crianças sozi-

@
nhas no veículo.

A A

fig. 3 fig. 4
A-3
Regulagem do encosto reclinável com APOIA-CABEÇAS Bancos traseiros - fig. 6
alavanca Para os bancos traseiros estão pre-
Puxar para cima a alavanca B e soltá- Bancos dianteiros - fig. 5 vistos, para algumas versões, apoia-
-la quando o encosto atingir a posição Para aumentar a segurança dos passa- cabeças reguláveis em altura.
desejada. Após a regulagem, colocar geiros, os apoia-cabeças são reguláveis Para a regulagem: levantar ou abaixar
a alavanca B em sua posição original em altura e travam-se automaticamente os apoia-cabeças até alcançar a altura
TOTALMENTEPARABAIXO  na posição desejada. desejada.
Para destravar o encosto, pode ser Para removê-los, levantá-los na altura
necessário forçá-lo ligeiramente para máxima, apertar os botões A ao lado
baixo com o peso do corpo, ao mesmo Lembre-se que os apoia-
-cabeças devem ser regu- dos suportes e puxar para cima.
tempo em que a alavanca B é puxada.
lados de maneira que a
nuca, e não o pescoço, apoie neles. Não desmontar os ban-
ADVERTÊNCIA: não forçar o Somente nesta posição podem pro- cos nem efetuar serviços
encosto do banco enquanto a ala- tegê-lo em caso de batidas. de manutenção e/ou repa-
vanca B não estiver completamente ração nos mesmos. Operações rea-
levantada. lizadas de modo incorreto podem
prejudicar o funcionamento dos
dispositivos de segurança. Dirigir-se
Não desmontar os ban- sempre à Rede Assistencial Fiat.
cos nem efetuar serviços
de manutenção e/ou repa-
ração nos mesmos: operações rea-

4EN0763BR

4EN0900BR
lizadas de modo incorreto podem
prejudicar o funcionamento dos
dispositivos de segurança. Dirigir-se
sempre à Rede Assistencial Fiat.

A A

fig. 5 fig. 6
A-4
ACESSO AOS BANCOS TRASEIROS ADVERTÊNCIA: o projeto de um ESPELHO RETROVISOR INTERNO
(versões 2 portas) - fig. 7 veículo é concebido atualmente - fig. 8
para que, em casos de sinistros, os
Pode-se acessar facilmente os bancos ocupantes sofram o mínimo de con- $ESLOCANDOAALAVANCAA obtém-se:
traseiros por ambos os lados: sequências possíveis. 1 POSI ÎOANTIOFUSCAMENTO A
- puxe para cima a alavanca A e re- 2 POSI ÎONORMAL
bata o encosto para frente. Ao retornar
O espelho retrovisor interno é equipa-
o encosto para a posição normal, veri- Para tanto, são concebidos do com um dispositivo contra acidentes
fique se está bem travado. na ótica de “Segurança ativa” e que o desprende em caso de choque.
“Segurança passiva”. No caso espe-
ADVERTÊNCIA: o banco deve cífico dos bancos, estes, quando da
estar bem travado para evitar o seu ocorrência de impactos que pos-
movimento e possíveis acidentes. sam gerar desacelerações em níveis
“perigosos” aos usuários, são proje-
tados para deformarem-se e assim,
reduzir o nível de desaceleração
sobre os ocupantes, “preservando-
-os passivamente”.

Nestes casos, a deformação dos


bancos deve ser considerada uma
desejada consequência do sinistro,
4EN1358BR

4EN0257BR
uma vez que é na deformação que
a energia do impacto é absorvida.
Considera-se que após constatada
A esta deformação, o conjunto deverá
ser substituído.
A 1 A
2

fig. 7 fig. 8
A-5
ESPELHOS RETROVISORES Qualquer regulagem deve CINTOS DE
EXTERNOS ser efetuada somente com o
veículo parado. SEGURANÇA
Espelho retrovisor externo
Faz-se a orientação do espelho retro- As lentes dos espelhos UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE
visor através do seu próprio corpo, mo- retrovisores são parabólicas SEGURANÇA
vimentando-o até a posição desejada. e aumentam o campo de Para colocar os cintos, pegar a lin-
visão. No entanto, diminuem o tama- gueta de fixação A-fig. 11 e introduzi-
Com regulagem interna - fig. 9 nho da imagem, dando a impressão -la na sede B até perceber o “click” de
Por dentro do veículo, mover o bo- de que o objeto refletido está mais travamento.
tão A. distante do que a realidade.
Se durante a colocação do cinto, o
mesmo se travar, deixá-lo enrolar por
um breve trecho e retirá-lo novamente,
Se a saliência do espe-
evitando puxões repentinos.
lho criar dificuldades numa
passagem estreita, dobre-o
da posição 1-fig. 9 para a posição Após engatar a fivela na
2-fig. 10. sede do fecho, puxar leve-
mente o cinto para eliminar
a folga do cadarço na região abdo-
minal.

FC0009BR
4EN1365BR

4EN1367BR
1 A

A
B
C
fig. 9 fig. 10 fig. 11
A-6
Para retirar o cinto, apertar o botão (C). A regulagem correta é obtida quando CINTOS DE SEGURANÇA
Acompanhar o cinto durante seu enrola- o cinto passa cerca da metade entre a TRASEIROS
mento para evitar que fique torcido. extremidade do ombro e do pescoço. A
sua eficiência depende diretamente da O banco traseiro, para algumas ver-
Não apertar o botão (C) correta colocação por parte do usuário. sões, possui cintos de segurança iner- A
com o veículo em movi- ciais de três pontos de fixação com
A regulagem de altura é possível em retrator para os lugares laterais.
mento. 5 posições distintas.
Os cintos de segurança para os luga-
O cinto, por meio do retrator automá- Para fazer a regulagem, apertar o bo- res traseiros devem ser usados conforme
tico, adapta-se ao corpo do passageiro tão A-fig. 12 e levantar ou abaixar a o esquema ilustrado na fig. 13.
permitindo liberdade de movimentos. empunhadura B-fig. 12.
Para evitar engates incorretos, que
Com o veículo estacionado em forte poderiam afetar a funcionalidade dos
aclive ou declive, o retrator pode travar- Após a regulagem, veri- cintos de segurança, as linguetas dos
-se: isso é normal. O mecanismo de tra- ficar sempre se o cursor cintos laterais e o fecho do cinto central
vamento do retrator intervém em caso está travado em uma das IDENTIFICADOCOMAPALAVRA#%.4%2
de qualquer puxão repentino do cinto posições predispostas. Para tanto, são incompatíveis entre si.
ou em caso de freadas bruscas, colisões sem pressionar o botão, fazer um
e curvas em alta velocidade. movimento para baixo para permi-
tir o travamento do dispositivo de
REGULAGEM DE ALTURA DOS fixação, caso o mesmo não tenha
CINTOS DIANTEIROS sido travado em uma das posições
estabelecidas.
A regulagem de altura

4EN1366BR

4EN1436BR
dos cintos de segurança
deve ser feita com o veícu- A
lo parado.
B
Regular sempre a altura dos cintos,
adaptando-os à estatura das pessoas
que os usam. Esta precaução permite
melhorar sua eficácia reduzindo subs-
tancialmente os riscos de lesões em
caso de choque. fig. 12 fig. 13
A-7
Recordar-se de que, em AJUSTE DO CINTO Para afrouxar
caso de colisão, os passa- TRASEIRO CENTRAL Pressionar a fivela A, puxar na parte
geiros dos bancos traseiros (sem retrator automático) - fig. 14 C, mantendo a fivela A perpendicular
que não estiverem usando os cintos, ao cinto.
além de estarem infringindo as leis Para apertar
de trânsito e de serem expostos a Passar o cinto pela fivela A, puxando ADVERTÊNCIA: o cinto estará
um grande risco, constituem um na extremidade BESTAOPERA ÎOPODE regulado corretamente quando ade-
perigo também para os passageiros SERFEITACOMOCINTOJÉAFIVELADO !PØS rir bem à bacia. A sua eficiência
dos lugares dianteiros. ter apertado o cinto, deslocar a presilha depende diretamente da correta
D até onde o curso desta permitir, de colocação por parte do usuário.
As fivelas devem ser retiradas nova- maneira a manter unidos o cinto de se-
mente das relativas sedes ao colocar gurança e a extremidade excedente B. ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A
o banco na posição de utilização, de UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE
modo que estejam sempre prontos para A extremidade excedente SEGURANÇA
o uso. do cinto resultante de um /MOTORISTADEVERESPEITARETAMBÏM
ajuste, assim como os pró- OSOUTROSOCUPANTESDOVEÓCULO TODAS
prios cintos de segurança dos lugares as disposições legislativas locais com
que não estiverem ocupados podem, relação à obrigação e modalidades de
inadvertidamente, ficar para fora do utilização dos cintos.
veículo após ter fechado as portas
traseiras. Aconselha-se a deixar afi- Colocar e ajustar sempre os cintos de
velados todos os cintos de segurança segurança antes de iniciar uma viagem.
traseiros dos veículos sem retrator
4EN0173BR

A B automático, mesmo se não estiverem Para garantir a máxima


em uso, e sempre fazer o ajuste do proteção aos ocupantes do
cinto ao corpo do passageiro. veículo em caso de acidente,
recomenda-se manter o encosto na
posição mais ereta possível e o cinto
bem aderido ao tórax e à bacia.
D
C

fig. 14
A-8
Colocar e ajustar sempre e o cinto, para qualquer finalidade, Cada cinto de segurança
os cintos de segurança, tanto ou qualquer outro tipo de dispositi- deve ser utilizado somen-
nos lugares dianteiros como vo que trave, afrouxe ou modifique te por uma pessoa. Nunca
traseiros. Viajar sem utilizar os cintos o funcionamento normal do cinto transportar crianças no colo de um
aumenta o risco de lesões graves, ou de segurança. passageiro utilizando um cinto de
A
de morte, em caso de colisão. segurança para a proteção de ambos
Se o cinto tiver sido sub- fig. 16 e não colocar nenhum objeto
A opção em reclinar o metido a uma forte soli- entre a pessoa e o cinto.
banco limita as funções do citação como, por exem- O uso dos cintos é necessário tam-
cinto de segurança, poden- plo, após um acidente, o mesmo bém para as mulheres grávidas: para
do ocasionar o escorregamento do deve ser substituído completamente elas e para o bebê o risco de lesões em
usuário por baixo do cinto, com junto com as fixações, os parafusos caso de colisão é certamente menor se
riscos de estrangulamento. e o próprio sistema pré-tensionador, estiverem usando o cinto.
mesmo não apresentando danos
O cinto não deve ser visíveis, pois estes equipamentos Obviamente as mulheres grávidas
dobrado. A parte superior podem ter perdido suas proprieda- deverão colocar a faixa abdominal do
deve passar nos ombros e des de resistência. cinto muito mais baixa de modo que a
atravessar diagonalmente o tórax. A mesma passe sob o ventre fig. 17.
parte inferior deve aderir à bacia fig. Para qualquer intervenção ou
15 e não ao abdômen do passageiro. reparo, dirija-se sempre à Rede
Não utilizar dispositivos (almofadas, Assistencial Fiat.
espumas, clipes, etc.) entre o corpo
FC0015BR

FC0016BR

FC0017BR
fig. 15 fig. 16 fig. 17
A-9
COMO MANTER OS CINTOS DE TRANSPORTE DE ADVERTÊNCIA: mesmo no caso
SEGURANÇA SEMPRE EFICIENTES dos veículos que não possuam air-
1) Utilizar sempre os cintos de se-
CRIANÇAS EM bag para o passageiro, somente o
banco traseiro deverá ser usado
gurança bem esticados, não torcidos; SEGURANÇA para o transporte de crianças. Esta
certificar-se de que os mesmos possam posição é a mais protegida em caso
4ODOSOSMENORES CUJASCARACTERÓSTI-
deslizar livremente sem impedimen- de choque.
CASFÓSICASIDADE ALTURAEPESO OSIM-
tos. peçam de utilizar os cintos de seguran-
2) Após um acidente, substituir o ça com os quais o veículo é equipado
cinto usado, mesmo se aparentemente originalmente, deverão ser protegidos O transporte de crianças no
não pareça danificado. Substituir o cinto por dispositivos de retenção apropria- banco dianteiro só pode se verificar
em caso de ativação do pré-tensionador dos, seguindo rigorosamente as instru- em casos previstos conforme legis-
QUANDODISPONÓVEL  ções do fabricante do dispositivo. Não lação em vigor. Nestes casos, para
3) Para limpar os cintos, lavá-los utilizar cadeirinhas ou outros dispositi- veículos dotados de airbag para o
com água e sabão neutro, enxaguando- vos sem as instruções de uso. passageiro, ele deve ser obrigatoria-
os e deixando-os secar à sombra. Não mente desativado, certificando-se
usar detergentes fortes, alvejantes ou
AI
GRAVE PERIGO:
RBAG

da operação através da luz-espia


TINTURAS OUQUALQUEROUTRASUBSTÊNCIA
não colocar cadei- L no quadro de instrumentos (ver
rinhas para crianças parágrafo airbag frontais e laterais
química que possa enfraquecer as fibras
voltadas contra o sentido de marcha no item airbag frontal do lado do
do cinto.
no banco dianteiro com o airbag do passageiro). Além disto, o banco
4) Evitar que os retratores automáti- lado do passageiro ativado. A ativa- do passageiro deve ser regulado na
cos se molhem. O seu correto funcio- ção do Airbag em caso de colisão posição mais afastada, a fim de evi-
namento é garantido somente se não pode produzir lesões mortais na tar eventuais contatos da cadeirinha
sofrerem infiltrações de água. criança transportada. para crianças com o painel.
5) Substituir o cinto quando apre-
sentar marcas de deterioração ou cor-
tes.

A-10
Para a melhor proteção em caso de ADVERTÊNCIA: em caso de aci- PRÉ-TENSIONADORES
colisão, todos os ocupantes devem via- dente, substituir a cadeirinha por
jar sentados e protegidos pelos sistemas uma nova. Para tornar ainda mais eficaz a ação
DERETEN ÎOADEQUADOSCINTOSDESEGU-
RAN A CADEIRINHAS ETC 
dos cintos de segurança dianteiros, as A
versões equipadas com Airbag estão
Esta recomendação é ainda mais ADVERTÊNCIA: aconselha-se equipadas também com pré-tensiona-
importante quando são transportadas verificar na Rede Assistencial Fiat dores dos cintos de segurança.
crianças no veículo. a disponibilidade de dispositivos de
Estes dispositivos detectam, através
retenção para crianças da Linha Fiat
de um sensor, que está ocorrendo uma
Acessórios, especificamente desen-
ADVERTÊNCIA: cada sistema de COLISÎOVIOLENTAEPUXAMOCINTO$ES-
volvidos para uso nos veículos Fiat.
retenção é rigorosamente para uma te modo, garantem a perfeita aderência
pessoa; não transportar nunca duas dos cintos ao corpo dos ocupantes, an-
crianças na mesma cadeirinha ao tes que se inicie a ação de retenção.
mesmo tempo. O travamento do cinto é reconhecí-
vel pelo travamento do retrator; o cin-
to não se enrola mais, nem mesmo se
ADVERTÊNCIA: verificar sempre acompanhado com as mãos.
se os cintos não estão apoiando no
pescoço da criança.
Para ter a máxima pro-
teção da ação do pré-
tensionador, usar o cinto
ADVERTÊNCIA: durante a viagem
mantendo-o bem aderido ao tórax
não permitir que a criança desen-
e à bacia.
caixe os cintos.

Para que ocorra o fun-


cionamento correto do
pré-tensionador, o cinto de
segurança deverá estar sempre cor-
retamente afivelado.

A-11
Os pré-tensionadores dos bancos O pré-tensionador é uti- Em hipótese alguma deve-
dianteiros se ativam somente se os lizável somente uma vez. -se desmontar ou intervir
respectivos cintos estiverem correta- Após a sua utilização, dirija- nos componentes do pré-
mente colocados nas fivelas. -se à Rede Assistencial Fiat para a -tensionador. Qualquer reparação
substituição completa dos disposi- deve ser feita por pessoal qualifica-
Ocorrendo a ativação dos pré-tensio- tivos, incluindo os cintos de segu- do e autorizado. Procure sempre a
nadores, pode-se verificar emissão de rança. Rede Assistencial Fiat.
fumaça. Esta fumaça não é prejudicial e
não indica um princípio de incêndio.
O pré-tensionador não necessita de Intervenções que acarre- LIMITADORES DE CARGA
nenhuma manutenção ou lubrificação. tem colisões, vibrações ou
Qualquer intervenção de modificação aquecimentos localizados Os limitadores de carga estão
de suas características originais invalida (superiores a 100°C por uma dura- presentes somente nos cintos com
sua eficiência. Se, por eventos naturais ção máxima de 6 horas) na zona pré-tensionador, seja mecânico ou
EXCEPCIONAISENCHENTES MAREJADAS do pré-tensionador podem provocar elétrico.
ALAGAMENTOS ETC O DISPOSITIVO FOR danos ou a ativação do sistema. Não Para aumentar a segurança passiva,
atingido por água ou barro, é obrigató- se enquadram nestas condições as os retratores dos cintos de segurança
ria a sua substituição. vibrações induzidas pela irregulari- EQUIPADOSCOMPRÏ TENSIONADOR POS-
dade das estradas ou por ultrapassa- suem em seu interior um limitador de
gens acidentais de obstáculos como carga que permite dosar a força com
guias, quebra-molas, etc. Para qual- que o sistema que age no tórax e nos
quer intervenção ou reparo, dirija- ombros durante a ação de retenção dos
-se sempre à Rede Assistencial Fiat. cintos em caso de colisão frontal.

A-12
PAINEL DE INSTRUMENTOS
A disponibilidade e a posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adqui-
ridos/disponíveis. A

4EN1299BR
fig. 18
1 $IFUSORESDEARLATERAIS REGULÉVEISEORIENTÉVEIS 2 $IFUSORESPARAENVIODEARAOSVIDROSLATERAIS 3 !LAVANCADE
comando das luzes externas - 4 1UADRODEINSTRUMENTOSELUZ ESPIA 5 "UZINA 6 $IFUSORESDEARCENTRAIS REGULÉVEIS
e orientáveis - 7 )NTERRUPTORDASLUZESDEEMERGÐNCIA 8 !LAVANCADECOMANDODOSLIMPADORESELAVADORESDOPARA
-brisa e do vidro traseiro - 9 #OMANDOS 10 3EDEPARAAUTORRÉDIO 11 !IRBAGDOLADODOPASSAGEIRO 12 0ORTA LUVAS
13 #OMANDOSDEVENTILA ÎO 14 4OMADADECORRENTE 15 #INZEIRO 16 #OMUTADORDEIGNI ÎO 17 !IRBAGDOLADODO
motorista - 18 4AMPADEACESSOÌCAIXADEFUSÓVEIS 19 !LAVANCAPARAABRIROCAPÙDOMOTOR
A-13
QUADRO DE INSTRUMENTOS

PALIO FIRE ECONOMY 1.0 8V FLEX

U00309
A - Indicador do nível de combustível com
luz-espia da reserva.
100 120
B - Econômetro 80
140
Economy 60 km/h
160
C - Velocímetro. F 40 180
H

D - Hodômetro total e parcial. 20 200

E - Indicador de temperatura do líquido de E 0 C

arrefecimento.
A B C D E

fig. 19

SIENA FIRE 1.0 8V FLEX


STRADA FIRE 1.4 8V FLEX

4EN0760BR
A - Indicador de temperatura do líquido de
arrefecimento. 80
100 120
140
B - Indicador do nível de combustível com F 60 km/h
160
H
luz-espia da reserva. 40 180
C - Velocímetro. E
20 200
0
D - Hodômetro total e parcial. C
¢ km

A B C D

fig. 20
A-14
INSTRUMENTOS DE C - Botão para zerar o hodômetro O acendimento contínuo da luz-es-
parcial e para comutação do parcial pa- pia de reserva A indica que no tanque
BORDO ra total. Para zerar o hodômetro parcial, restam aproximadamente 5 a 7 litros de
é necessário pressionar o botão durante combustível.
4 segundos.
A
VELOCÍMETRO E HODÔMETRO - E empty TANQUEVAZIO
fig. 21 F full TANQUECHEIO
INDICADOR DO NÍVEL DE
A - Hodômetro total e parcial. COMBUSTÍVEL - fig. 22
B - Velocímetro. Ver observação no item
O ponteiro indica a quantidade “Estacionamento” (pág. B-2)
aproximada de combustível existente
no tanque.
Advertência: se o indicador do
nível de combustível estiver com a
luz-espia piscando é sinal de presen-

4EN1412BR

4EN1413BR
ça de anomalia no sistema. Neste
100 120 caso, procurar a Rede Assistencial
80 140 F
60 km/h
160 Fiat.
40
B
180
A C
20 200
0 E
km

80
100 120
140 F
60 160
40 B C
A 180
20 200

0 E
km
A
fig. 21 fig. 22
A-15
INDICADOR DE TEMPERATURA DO Viajando em velocidade muito baixa ECONÔMETRO - fig. 24
LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO - com um clima muito quente, o ponteiro
fig. 23 pode chegar perto da marca vermelha. O econômetro é um instrumento
Isso indica excessiva temperatura do eletrônico sinalizador de consumo de
Em regime de funcionamento, nor- líquido de arrefecimento. combustível, cuja função é auxiliar
malmente, o ponteiro deve estar sobre visualmente o motorista na maneira
os valores centrais da escala. Se chegar Nestes casos, é melhor parar o veícu- de conduzir o veículo, tentando obter
perto da marca vermelha, significa que lo em lugar seguro e desligar o motor. a condição mais econômica possível
o motor está sendo muito solicitado e Em seguida, ligá-lo novamente, man- quanto ao consumo de combustível, le-
é necessário reduzir a exigência de de- tendo-o ligeiramente acelerado. vando em conta as condições de tráfego
sempenho. e percurso.
Se a situação persistir, Com o veículo em marcha lenta, o
desligar o motor e providen- ponteiro fica estacionado sobre a faixa
ciar o reboque do veículo à branca da escala. O econômetro entra
concessionária Fiat mais próxima. em operação a partir do momento em
4EN1414BR
que o motorista aciona o pedal do acele-
rador e inicia um trajeto. O econômetro
H Observação somente iniciará a indicação quando o
H- do inglês hot: quente
u veículo estiver em movimento e com
C- do inglês cold: frio velocidade superior a 7 km/h, situação
em que o ponteiro irá deslocar-se para a
esquerda, percorrendo a escala que vai
C Se o motor funcionar sem o
DESDEAFAIXAAMARELAMENOSECONÙMI-
líquido de arrefecimento, seu
CO ATÏAFAIXAVERDEMAISECONÙMICO 
veículo poderá ser seriamente
danificado. Os reparos, nestes A condição mais econômica é visua-
H casos, não serão cobertos pela lizada com o ponteiro ocupando qual-
Garantia. quer ponto da faixa verde da escala.

fig. 23
A-16
Quanto mais próximo o ponteiro es- LUZES-ESPIA RECARGA INSUFICIENTE
TIVERDOINÓCIODAFAIXAVERDEESQUERDA
DAESCALA MELHORESTARÉSENDOOCON- w DA BATERIA

sumo de combustível. PRESSÃO INSUFICIENTE A


v DO ÓLEO DO MOTOR Acende quando houver um defeito
ATENÇÃO: lembre-se que o eco- no sistema do gerador de corrente.
nômetro é somente um indicador de $IRIGIR SEÌRede Assistencial Fiat
referência. A economia de combus- Acende quando a pressão do óleo no para evitar que se descarregue com-
tível depende fundamentalmente do motor descer abaixo do valor normal. pletamente a bateria.
modo de dirigir adotado pelo moto- Girando a chave para a posição
rista. A esse respeito, veja as indica- Girando a chave para a posição
MAR, a luz-espia se acende, mas deve MAR, a luz-espia se acende, mas de-
ções em “Dirigir com economia e apagar-se assim que o motor ligar.
respeitando o meio ambiente”, no verá apagar-se assim que o motor for
capítulo B. Para algumas versões, É possível que ocorra um ligeiro re- ligado.
veja as indicações constantes no tardo no desligamento da luz-espia,
guia prático de mesmo nome. sobretudo se o motor se encontra em

U
marcha lenta. AVARIA DO SISTEMA DE
Se o motor for muito solicitado, fun- INJEÇÃO
cionando em marcha lenta, a luz-espia
pode lampejar, mas deve apagar-se ace-
lerando levemente. Acende quando houver uma avaria
no sistema de injeção.
Se a lâmpada acender-se Girando a chave para a posição
U00314

durante a marcha, desligar MAR, a luz-espia se acende, mas de-


o motor e providenciar o ve apagar-se após o funcionamento do
reboque do veículo à concessioná- motor.
Economy
ria Fiat mais próxima. Se a luz permanecer acesa ou acen-
der-se durante a marcha, a mesma in-
dica um funcionamento imperfeito do
sistema de injeção com possível perda
de desempenho, má dirigibilidade e
fig. 24 consumo elevado.
A-17
Nestas condições, é possível prosse- avaria no corretor eletrônico de frena- O acendimento apenas
guir a marcha, evitando porém, exigir gem EBD SEDISPONÓVEL  da luz-espia ABS com o
demais do motor ou velocidades altas. motor em funcionamento,

>
$IRIGIR SE OQUANTOANTES ÌRede As- SISTEMA ANTIBLOQUEIO indica normalmente uma anomalia
sistencial Fiat. DAS RODAS (ABS) somente do sistema ABS. Neste caso
O uso prolongado do veículo com INEFICIENTE o sistema de freio convencional
luz-espia acesa pode causar danos, prin- mantém a sua eficácia. Dirigir-se,
cipalmente em caso de funcionamento evitando, freadas bruscas, à Rede
irregular ou de perda de retomada do Acende-se quando o sistema ABS for Assistencial para verificação do sis-
motor. O veículo pode ser usado somen- ineficiente. tema.
te por pouco tempo em regimes baixos. O sistema de freios normal conti-
Se a luz-espia acender-se de vez em nuará a funcionar, mas recomenda-se

û
quando, por poucos segundos, isto não dirigir-se, assim que possível, à Rede
Assistencial Fiat. AVARIA DO AIRBAG
significa avaria no sistema de injeção.
6ERITEMh$IRIGIRCOMECONOMIAE Girando a chave para a posição
respeitando o meio ambiente - Sistema MAR, a luz-espia se acende, mas deve Acende-se quando o sistema for ine-
/"$vNOCAPÓTULO" apagar-se cerca de 2 segundos depois. ficiente.

FREIO DE MÃO O veículo equipado com Girando a chave para a


x ACIONADO/NÍVEL
INSUFICIENTE DO
sistema ABS também é dota-
do de corretor eletrônico
posição MAR, a luz-espia se
acende, mas deve apagar-se
LÍQUIDO DOS FREIOS de frenagem - EBD. O acendimento cerca de 4 segundos depois. Se a
simultâneo da luz-espia ABS e x com luz-espia não se acender ou se con-
Acende-se em três situações: o motor em funcionamento indica tinuar acesa ou se acender, durante
1 - quando o freio de mão estiver uma anomalia no sistema EBD. No a marcha, pare imediatamente e
acionado; caso de frenagens violentas pode-se dirija-se à Rede Assistencial Fiat.
2 - quando o nível do líquido dos verificar o bloqueio precoce das rodas
freios descer abaixo do mínimo. traseiras com possibilidade de derra-
3 - quando ao mesmo tempo a luz- pagens. Dirigir com extrema cautela
-espia > acende, significa que há uma e procurar a Rede Assistencial mais
próxima para verificação do sistema.
A-18
Y ou
¢ FIAT CODE 3 LUZES EXTERNAS F DESATIVAÇÃO DO
AIRBAG DO PASSAGEIRO
A
Girando a chave da ignição para a Quando as luzes de posição e/ou fa-
róis forem acesas. 1UANDOFORDESATIVADOOAIRBAGIN-
posição MAR a luz-espia no quadro de-
terruptor de desativação na posição
ve lampejar somente uma vez e depois
/&& ALUZ ESPIAFICAACESACONSTANTE-
apagar. Se, com a chave na posição
MAR, a luz-espia permanecer acesa, 1 FARÓIS ALTOS mente.
INDICAUMAPOSSÓVELAVARIAVEROSISTE-
MA&IAT#/$%NESTECAPÓTULO  Quando os faróis altos forem ace- Girando a chave para
ATENÇÃO: o acendimento simul- sos. MAR, a luz-espia (com o
TÊNEODASLUZES ESPIAU e Y ou ¢ interruptor de desativação
INDICAAVARIANOSISTEMA&IAT#/$% do airbag do passageiro em posi-
FARÓIS DE NEBLINA
5 (verde)
ção ON) acende-se por cerca de 4
segundos piscando sucessivamente

K RESERVATÓRIO DE e depois apaga-se.


PARTIDA A FRIO A luz-espia no quadro acende quan-
do são acesos os faróis de neblina.
Se a luz-espia não se
Acende-se, quando o nível de gaso- acende, permanece acesa,
lina for insuficiente ou o reservatório ou se acende durante a
VIDRO TÉRMICO marcha, parar imediatamente o veí-
estiver vazio.

INDICADORES DE
( TRASEIRO culo e providenciar o reboque do
mesmo à concessionária Fiat mais
FD DIREÇÃO Quando ligar o dispositivo de desem-
próxima.
(INTERMITENTES) baçamento do vidro traseiro.

Quando é acionada a alavanca de


COMANDODASLUZESDEDIRE ÎOSETAS 

A-19
SISTEMA DE AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO

1 $IFUSORESPARADESEMBA AMENTODOPARA BRISA
2 $IFUSORESPARADESEMBA AMENTODOSVIDROSLATERAISDIANTEIROS
3 $IFUSORESCENTRAISELATERAISORIENTÉVEIS
4- Aberturas laterais inferiores para enviar ar aos pés do motorista e do passageiro dianteiro.

4EN1300BR
fig. 25

A-20
DIFUSORES ORIENTÁVEIS E VENTILAÇÃO C - Cursor para ligar a função de re-
REGULÁVEIS - figs. 26 e 27 circulação, eliminando a entrada de ar
externo.
Os difusores podem ser orientados pa- COMANDOS - fig. 28
ra cima ou para baixo pressionando-os. A - Seletor para ligar o ventilador. –
- Introdução do ar externo aberta. A
A - Comando para a regulagem da - Introdução do ar externo fe-
B - Seletor para a distribuição do ar.
quantidade de ar: CHADA$EVESERUTILIZADAPREFERENCIAL-
O - Fluxo de ar direcionado para o mente se trafega por regiões poeirentas
- girando até O: difusor aberto corpo dos passageiros; nesta posição, OUCOMMUITAPOLUI ÎODOARTÞNEIS
- girando até ç: difusor fechado manter os difusores centrais e laterais ENGARRAFAMENTOS 
B - Comando para orientação lateral completamente abertos.
do fluxo do ar. Em algumas versões os - - Fluxo de ar direcionado para o
difusores só podem ser orientados para para-brisa.
cima ou para baixo.
C $IFUSORFIXOPARAOSVIDROSLATERAIS
fig. 27.
4EN0905BR

4EN1360BR

4EN1363BR
(

A C
B O B

A
O
A C B

fig. 26 fig. 27 fig. 28


A-21
AQUECIMENTO E AQUECIMENTO DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO

VENTILAÇÃO 1 3ELETORPARAATEMPERATURADOAR
A: ponteiro no setor vermelho. Para-brisa e vidros laterais
2 3ELETORDOVENTILADORC: botão na 1 3ELETORPARAATEMPERATURADOAR
COMANDOS - fig. 29 velocidade desejada. AAPONTARNOSETORVERMELHOCOMPLE-
3 3ELETOR PARA A DISTRIBUI ÎO DO TAMENTEGIRADOPARAADIREITA 
A - Seletor para regular a temperatura
DOARMISTURAARQUENTEARATEMPERATU- ar D: apontar em N para aquecer os 2 3ELETORDOVENTILADORC: posicio-
RAAMBIENTE  pés e, ao mesmo tempo, desembaçar o nar na velocidade máxima.
B - Cursor para ligar a função de re- para-brisa; 3 3ELETORPARAADISTRIBUI ÎODOAR
circulação, eliminando a entrada de ar M para aquecer os pés e o rosto; D: apontar em -.
externo. 4 #URSORDERECIRCULA ÎOB: para 4 #URSORPARAARECIRCULA ÎODOAR
C - Seletor para ligar o ventilador. obter um aquecimento mais rápido, B na posição , equivalente à intro-
deslocar o cursor– da recirculação de ar dução de ar externo.
D - Seletor para a distribuição do ar.
para a posição, equivalente à cir- Após o desembaçamento, usar os co-
culação somente do ar interno. mandos para manter as perfeitas condi-
Para se evitar a sensação de enjoo, ções de visibilidade.
fechar os difusores centrais quando for
utilizar o aquecimento. Vidro traseiro
Pressionar levemente o botão (.
4ÎOLOGOOVIDROTRASEIROESTIVERDE-
4EN0730BR

sembaçado, é aconselhável desligar o


botão, acionando novamente a tecla
B correspondente.

A C D
fig. 29
A-22
VENTILAÇÃO AR-CONDICIONADO CONDICIONAMENTO DO AR
(RESFRIAMENTO)
1 $IFUSORESDEARCENTRAISELATERAIS
completamente abertos. O sistema utiliza fluido refrige- Para obter um resfriamento rápido
2 3ELETORPARAATEMPERATURADOAR rante R134a que, em caso de vaza- do habitáculo em veículos equipados A
A: apontar no setor azul. mentos acidentais, não prejudica com ar-condicionado, operar o sistema
o meio ambiente. Nunca utilizar conforme indicado:
3 3ELETORDOVENTILADORC: posicio- o fluido R12, incompatível com os
nar na velocidade desejada. 1 3ELETORPARAATEMPERATURADOAR
componentes do próprio sistema. A-fig. 30 totalmente posicionado à es-
4 3ELETORPARAADISTRIBUI ÎODOAR querda.
D: apontar em O. COMANDOS - fig. 30
2 3ELETORDOVENTILADORC-fig. 30
5 #URSORPARAARECIRCULA ÎODEAR
A - Seletor para regular a temperatura posicionado na velocidade máxima.
B na posição , equivalente à intro-
DOARMISTURAARQUENTEFRIO  3 3ELETORDEDISTRIBUI ÎODOARD-
dução de ar externo.
– B - Cursor para ligar a recirculação fig. 30 apontado para O; controlar para
Com o cursor na posição é ati- que todas as saídas de ar estejam total-
do ar, eliminando a entrada de ar ex-
vada somente a circulação do ar inter- mente abertas.
terno.
no. –
C - Seletor para ligar o ventilador e Com o cursor na posição é ati-
o ar-condicionado. Pressionar o seletor vada somente a circulação do ar inter-
ADVERTÊNCIA: a função de PARA LIGAR O AR CONDICIONADO A LUZ no.
recirculação é útil principalmente ESPIANOSELETORSEACENDE 
em condições de forte poluição Algumas versões estão equipadas
externa (engarrafamentos, trânsito D - Seletor para a distribuição do ar. com filtro antipólen, instalado na caixa
em túnel, etc.). Não é aconselhado, de ventilação/ar-condicionado, com o

4EN0730BR
no entanto, um uso muito prolonga- objetivo de filtrar o ar enviado para o
do desta função, especialmente se interior do veículo.
B
houver muitas pessoas no veículo. Caso seja observado uma diminuição
na vazão de ar pelos difusores, verificar
ASCONDI ÜESDOFILTROQUANDODISPO-
NÓVEL ESUBSTITUÓ LOSENECESSÉRIOVER
substituição do filtro antipólen e carvão
A C D ativado no Plano de Manutenção no ca-
fig. 30 pítulo D.
A-23
4 ,IGAROAR CONDICIONADOAPERTAN- Para-brisa e vidros laterais ADVERTÊNCIA: com a tempe-
do o seletor C-fig. 30. 1 #ONDICIONADORDEARLIGADOSELE- ratura externa muito alta, a recir-
5 3EPOSSÓVEL ABRIRTOTALMENTE OU tor C-fig. 30. culação acelera o resfriamento do
pelo menos um pouco, as janelas das ar. Além disso, é particularmente
2 3ELETORPARAATEMPERATURADOAR útil em condições de forte poluição
portas dianteiras por um breve período COMPLETAMENTEGIRADOPARAADIREITA
AMINUTOSNOMÉXIMO PARAQUE externa (engarrafamentos, trânsito
PARADIASFRIOSOUCOMPLETAMENTEGIRA- em túnel, etc.). Não é aconselhado,
haja uma circulação mais intensa do DOPARAAESQUERDA PARADIASQUENTES
ar no habitáculo. Em seguida, fechar as no entanto, um uso muito prolonga-
janelas. 3 #URSORDOVENTILADORPOSICIONAR do desta função.
na velocidade máxima.
AQUECIMENTO 4 3ELETORPARAADISTRIBUI ÎODOAR
apontar em -. ADVERTÊNCIA: para plena efici-
Para as funções de aquecimento e 5 2ECIRCULA ÎODOARDESLIGADA ência na operação de desembaça-
ventilação, não ligar o condiciona- mento, mantenha a parte interna
dor, mas utilizar o sistema normal de Após o desembaçamento, usar os co- dos vidros sempre limpa e desen-
AQUECIMENTOEVENTILA ÎOVERCAPÓTULO mandos para manter as perfeitas condi- gordurada. Para limpeza dos vidros,
ANTERIOR  ções de visibilidade. use apenas detergente neutro e
água. Não utilize produtos à base
DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO RECIRCULAÇÃO de silicone para a limpeza de partes
– plásticas, principalmente o painel,
O ar-condicionado é muito útil pa- Com o cursor posicionado em ,
é ativada somente a circulação do ar pois o silicone se evapora quan-
ra acelerar o desembaçamento, pois do exposto ao sol, condensando-se
desumidifica o ar. É suficiente regular interno.
sobre a superfície interna do vidro
os comandos para a função de desem- e prejudicando o desembaçamento
baçamento e ativar o condicionador, Vidro traseiro e a visibilidade noturna.
apertando o seletor C-fig. 30. Pressionar levemente o botão (.
4ÎOLOGOOVIDROTRASEIROESTIVERDE-
sembaçado, é aconselhável desligar o
dispositivo.

A-24
ALAVANCAS SOB O Luzes de posição - fig. 31 Faróis altos - fig. 33
Acendem-se girando a empunhadura Acendem-se com a empunhadura na
VOLANTE da posição å à posição 6. No quadro posição 2, e empurrando a alavanca
de instrumentos acende-se a respectiva para a frente em direção ao painel de A
ALAVANCA ESQUERDA luz-espia 3. instrumentos.
No quadro acende-se a luz-espia
Reúne os comandos das luzes exter- Faróis baixos - fig. 32 1.
nas e das setas.
Acendem-se girando a empunhadura Apagam-se puxando a alavanca em
A iluminação externa funciona so- da posição 6 à posição 2. direção do volante.
mente com a chave de ignição na po-
sição MAR.
Lampejos - fig. 34
Acendendo as luzes externas, ilumi-

4EN1397BR
São feitos puxando a alavanca em di-
nam-se os ideogramas no quadro de ins-
RE ÎOAOVOLANTEPOSI ÎOINSTÉVEL 
trumentos e os símbolos dos comandos
situados no painel de instrumentos.

fig. 32
4EN1396BR

4EN1398BR

4EN1399BR
fig. 31 fig. 33 fig. 34
A-25
Luzes de direção (setas) - fig. 35 Limpador/lavador do para-brisa 4 &UN ÎOANTIPÊNICOTEMPORÉRIOE
$ESLOCANDOAALAVANCA - fig. 36 contínuo rápido; ao soltar, a alavanca
Funciona somente com a chave de volta para a posição å e desliga automa-
para cima - ativa-se a seta direita; ticamente o limpador do para-brisa.
ignição na posição MAR.
para baixo - ativa-se a seta esquerda. Puxando a alavanca em direção ao
å - Limpador do para-brisa desliga-
No quadro de instrumentos acende- do. volante fig. 37, ativa-se o esguicho do
-se com intermitência a luz-espia y. lavador do para-brisa.
1 - Funcionamento intermitente.
As setas são desativadas automatica-
mente ao término da conversão a ser 2 - Funcionamento contínuo e lento. Limpador/lavador do vidro traseiro
feita pelo veículo. 3 - Funcionamento contínuo e rápido. - figs. 38 e 39
Caso queira dar um sinal de luz rapi- Funciona somente com a chave de
damente, mova a alavanca para cima ignição na posição MAR.

4EN1392BR
4
ou para baixo, sem chegar ao final do Comandos:
curso. Ao soltá-la, a alavanca volta so- 0
zinha ao ponto de partida. 1 GIRARAEMPUNHADURADAPOSI ÎO
å para ';
1
ALAVANCA DIREITA 2 EMPURRARAALAVANCAEMDIRE ÎO
AOPAINELPOSI ÎOINSTÉVEL ATIVAM SEO
Reúne todos os comandos para a lim- 2
esguicho do lavador do vidro traseiro e
peza do para-brisa e do vidro traseiro. 3 o limpador do vidro traseiro; ao soltá-la,
desligam-se.
fig. 36
4EN1400BR

4EN1391BR

4EN1390BR
fig. 35 fig. 37 fig. 38
A-26
COMANDOS BOTÕES DE COMANDO - fig. 41 Desembaçador do vidro traseiro
Estão situados sobre os difusores cen- B - Botão com indicação de função
trais do ar e funcionam somente com a ativada no quadro de instrumentos para
LUZES DE EMERGÊNCIA - fig. 40 ligar/desligar o desembaçador do vidro A
chave de ignição na posição MAR.
Acendem-se apertando levemente o traseiro.
Quando uma função é ligada, acen-
botão A, independente da posição da de-se a luz-espia correspondente situ- 4ÎOLOGOOVIDROTRASEIROESTIVERDE-
chave de ignição. ada no quadro de instrumentos. Para sembaçado, é aconselhável desligar o
Com o dispositivo ligado, o símbolo desligar, basta apertar novamente o dispositivo.
sobre o interruptor A e o indicador y, botão.
no quadro de instrumentos, iluminam-
se de modo intermitente. Faróis de neblina
Para apagar, apertar novamente o A - Botão com indicação de função
botão. ativada no quadro de instrumentos pa-
ra ligar/desligar os faróis de neblina. Só
A luz de emergência só funciona a partir do acionamento das
deve ser acionada com o luzes externas de posição. Os faróis
veículo parado; nunca em auxiliares são desligados cada vez que
movimento. a chave de ignição for desligada. Para
ligá-lo novamente é necessário pressio-
nar o botão.
4EN1389BR

4EN1442BR
4EN0906BR
A 5 (
(

A B
O
O

O O

fig. 39 fig. 40 fig. 41


A-27
ADVERTÊNCIA: para plena efici- EQUIPAMENTOS CONJUNTO DA LUZ INTERNA
ência na operação de desembaça- - fig. 44
mento, mantenha a parte interna INTERNOS
dos vidros sempre limpa e desen- ! LÊMPADA POSSUI TRÐS POSI ÜES
gordurada. Para limpeza dos vidros, fig. 44:
use apenas detergente neutro e PORTA-LUVAS posição 1: permanentemente desli-
água. Não utilize produtos à base Para abrir, puxar o pegador A-fig. 42. gada;
de silicone para a limpeza de partes posição neutra na lente: acende-se
plásticas, principalmente o painel, somente com as portas abertas;
pois o silicone se evapora quan- Nunca trafegue com a
do exposto ao sol, condensando-se tampa do porta-luvas aber- posição 2: permanentemente ligada.
sobre a superfície interna do vidro ta.
e prejudicando o desembaçamento
Na tampa, existem as sedes A para
e a visibilidade noturna.
colocar, com o veículo parado, um co-
po ou uma latinha fig. 43.

4EN0744BR

4EN0745BR
A

fig. 42 fig. 43
A-28
TOMADA DE CORRENTE - fig. 45 - Para prevenir danos, o corpo do Em caso de utilização da toma-
plugue do acessório deve ser largo o da de corrente como acendedor
Algumas versões dispõem de tomada suficiente para servir como guia de cen- de cigarros (adquirido como aces-
de corrente para alimentação de aces- tralização, quando este estiver inserido sório), recomenda-se cautela no
SØRIOSELÏTRICOSCARREGADORDECELULAR na tomada de corrente. A
manuseio deste último para pre-
aspirador de pó, acendedor de cigarros, venir queimaduras causadas pelo
ETC  calor gerado pelo dispositivo.
Se houver dúvidas com
$EVIDOÌGRANDEVARIEDADEDEACES- relação à conformidade do
sórios elétricos que podem ser co- plugue do acessório a ser
nectados a esta tomada de corrente, utilizado, recomenda-se verificar Recomenda-se verificar na Rede
recomenda-se especial cuidado na com o fabricante se o mesmo aten- Assistencial Fiat a disponibilidade
utilização dos mesmos, observando se de às especificações vigentes. de acessórios originais e homologa-
atendem as especificações abaixo: dos para uso nos modelos Fiat.
- Somente podem ser conectados
acessórios com potência até 180 Watts. O plugue do acessório ADVERTÊNCIA: verificar sempre
deve se ajustar perfeita- se o acendedor está desligado após
mente à medida da toma- o uso.
da de corrente visando evitar mau
contato ou superaquecimento com O acendedor de cigar-
risco de incêndio. ros alcança temperaturas
elevadas. Manejá-lo com
cautela e evitar que crianças o utili-
zem, pois há perigo de incêndio ou
4EN0909BR

4EN0910BR
queimaduras.

MAX
180W
1 2

fig. 44 fig. 45
A-29
CINZEIRO - fig. 46 Para algumas versões, há uma eti- VIDRO TRASEIRO CORREDIÇO
queta no verso do para-sol, contendo (Strada)
Algumas versões dispõem de cin- INFORMA ÜESSOBREOECONÙMETROVERO
zeiro. Para utilizá-lo, abrir a tampa A assunto “ECONÔMETRO”, em “INSTRUMEN- Para auxiliar na renovação de ar no
puxando-a para trás. TOS DE BORDOv NESTECAPÓTULO 
interior do veículo, algumas versões são
dotadas de vidros traseiros corrediços.
Para facilitar a sua limpeza o cinzeiro
pode ser removido. Para abrir a janela, destravá-la inicial-
mente, puxando a trava A-fig. 49.
PARA-SÓIS - fig. 47 ou 48
Estão situados ao lado do espelho re-
trovisor interno, podendo ser orientados
para a frente ou para o lado.

4EN0911BR
Para algumas versões, atrás do para-
-sol do lado do motorista, há um bolso
para documentos e um espelho com
tampa protetora corrediça, enquanto
que do lado do passageiro há um espe-
lho de cortesia fig. 48.

fig. 47
4EN0757BR

4EN1416BR

4EN0924BR
MAX
180 W

A
A

fig. 46 fig. 48 fig. 49


A-30
PORTAS Dispositivo de segurança para crianças TRAVAMENTO ELÉTRICO
Impede a abertura das portas traseiras
pelo lado de dentro. É ativado inserindo Por fora
PORTAS LATERAIS a ponta da chave de ignição na ranhura A
Com as portas fechadas, inserir e girar
A-fig. 52 e girando-a. a chave na fechadura de uma das portas
Abertura manual por fora - fig. 50 Posição 1 - dispositivo desativado. dianteiras.
Girar a chave para a posição 1 e pu- Posição 2 DISPOSITIVOATIVADOMAR-
xar a maçaneta de abertura. CAAMARELA  Por dentro
O dispositivo fica ativado mesmo se #OMASPORTASFECHADAS APERTARPARA
Travamento manual por fora as portas forem destravadas com co- TRAVAR OUPUXARPARADESTRAVAR UMA
Girar a chave para a posição 2. mando elétrico. das maçanetas de abertura das portas
dianteiras.
Abertura/travamento manual por Utilizar sempre este dis-
dentro das portas dianteiras positivo quando for trans-
Abertura: puxar a maçaneta de aber- portar crianças.
tura A-fig. 51.
4RAVAMENTOFECHARAPORTAEAPERTAR
AMA ANETA$ESTAMANEIRA SÎOTRAVADAS
TAMBÏMASPORTASTRASEIRASSOMENTEQUAN-
DOESTIVERDISPONÓVELATRAVAELÏTRICA 
4EN0240BR

4EN0912BR

4EN0176BR
1

2
A 1 2

A
fig. 50 fig. 51 fig. 52
A-31
ADVERTÊNCIA: se uma das portas LEVANTADORES DOS VIDROS DAS Antes de acionar o inter-
dianteiras não estiver bem fechada PORTAS ruptor do mecanismo levan-
ou houver um defeito no sistema, tador do vidro, verifique se
o travamento centralizado não é Levantadores elétricos dos vidros não há alguém com o braço de fora.
ativado e, após algumas tentativas, dianteiros - fig. 53
o dispositivo é excluído por cerca
de 2 minutos. Nestes 2 minutos, é No apoia-braço da porta do lado Levantadores manuais dos vidros
possível travar ou destravar as por- do motorista há duas teclas que co-
Girar a manivela da respectiva porta
tas manualmente, sem que o sistema mandam, com a chave de ignição em
para abaixar ou levantar o vidro A-fig. 54.
elétrico intervenha. Após esses 2 MAR:
minutos, a central está de novo apta A - vidro esquerdo.
a receber os comandos. O uso impróprio dos
B - vidro direito. levantadores elétricos dos
No apoia-braço da porta do lado do vidros pode ser perigoso.
Se foi resolvida a causa do proble- passageiro há uma tecla para o coman- Antes e durante o acionamento,
ma, o dispositivo volta a funcionar do do respectivo vidro. verificar sempre se os passagei-
normalmente, caso contrário, repe- Pressionar as teclas para abaixar os ros não estão expostos ao risco
te o ciclo de exclusão. vidros. Puxá-las para levantá-los. de lesões provocadas tanto direta
ou indiretamente pelos vidros em
movimento, como por objetos pes-
soais arrastados ou jogados pelos
mesmos.
4EN0752BR

4EN0913BR
Ao sair do veículo, retire
sempre a chave da ignição
A
para evitar que os levan-
tadores elétricos dos vidros, acio-
A nados inadvertidamente, constitu-
B am perigo para quem permanece
a bordo.
fig. 53 fig. 54
A-32
COMPARTIMENTO ADVERTÊNCIAS: CAPOTA DO COMPARTIMENTO DE
CARGA
DE CARGA 1 !TAMPADOCOMPARTIMENTODE
carga pode suportar um peso de até Algumas versões são equipadas com
KGCOMOVEÓCULOPARADO 3EFOR uma capota que permite a proteção dos A
Strada apoiada uma carga de peso superior, objetos transportados no compartimen-
Para abrir a tampa do compartimento as dobradiças da tampa serão danifica- to de carga.
de carga, empurrar a parte superior A- das. Para recolhê-la, abrir antes a tampa
-fig. 55DAMA ANETASÓMBOLO&IAT COM 2 ³INDISPENSÉVELQUEACARGASEJA do compartimento de carga para ter
o polegar, puxar a parte inferior B-fig. corretamente amarrada utilizando os acesso à trava A-fig. 56. Logo após,
55 e acompanhar a descida da tampa diversos anéis de fixação existentes no puxar a trava para o lado conforme a
com as mãos. COMPARTIMENTODECARGAVERCAPÓTULO seta e liberar a trava B-fig. 56.
hUSOCORRETODOVEÓCULOv  Soltar os cordões de fixação A-fig.
Ao descer a tampa, cui- 57, dispostos dos dois lados da caçam-
dado para que a mão não ba, após ter liberado as travas B-fig. 57.
fique presa na maçaneta.

Jamais transportar pes-


soas no compartimento de
carga ou sobre o estribo
traseiro.
4EN0607BR

4EN1401BR

4EN1402BR
A
A B A

fig. 55 fig. 56 fig. 57


A-33
Enrolar a capota lentamente em di- Remover as travessas de reforço A- Estribo traseiro - fig. 60
reção à cabine do motorista. Feito isto, -fig. 59, puxando-as para o lado con- 4EMOOBJETIVODEFACILITARACOLOCA-
prender a capota enrolada com os elás- forme as setas e retirando-as do trilho ção de objetos no compartimento de
ticos A-fig. 58 nas alças. B-fig. 59. carga, permitindo que, como o veículo
Para recolocar a capota, inverter a or- parado uma pessoa suba no mesmo pa-
dem dos procedimentos, recolocando ra acomodar ou amarrar a carga, com a
as travessas A-fig. 59 e soltando os elás- tampa traseira fechada.
ticos A-fig. 58, que deverão ser presos
de forma a evitar que produzam ruídos O estribo traseiro pode
contra a carroceria. sofrer danos se forem colo-
cados pesos elevados (carga
Ao fechar a capota, cui- máxima: 100 kg em cada extremi-
dado para não prender os dade).
dedos no vão entre a capota
e a moldura superior da tampa da
caçamba.
4EN1344BR

4EN1404BR

4EN0616BR
B

A
A

fig. 58 fig. 59 fig. 60


A-34
PORTA-MALAS para que os amortecedores a gás Colocar acessórios na cobertu-
mantenham a porta aberta. ra ou na tampa do porta-malas
(alto-falantes, spoiler, etc., exceto
ABERTURA/FECHAMENTO DA quando previsto pelo fabricante)
Para fechar, é necessária uma pode prejudicar o correto funciona-
A
TAMPA DO PORTA-MALAS
força maior para vencer a resis- mento dos amortecedores laterais a
Para abrir a tampa do porta-malas por tência inicial dos amortecedores a gás da própria tampa. Objetos sol-
fora, destrancar a fechadura usando a gás. Abaixar a tampa e soltá-la um tos devem ser colocados no porta-
chave de ignição fig. 61 e fig. 62. pouco antes do fechamento para malas.
Para fechar, abaixar a tampa com au- evitar que prenda os dedos.
xílio do puxador interno e impulsioná- O compartimento de bagagens é de
-la pelo puxador externo da tampa. uso exclusivo destas.
Para o modelo Siena, fig. 62, im- No uso do porta-malas,
pulsioná-la pelo puxador externo da nunca superar as cargas ABERTURA DE EMERGÊNCIA DA
tampa. máximas permitidas (ver TAMPA DO PORTA-MALAS - fig. 63
capítulo “Características técnicas”).
Certificar-se ainda que os objetos A abertura de emergência da tampa
ADVERTÊNCIA: para evitar o contidos no porta-malas estejam do porta-malas está disponível para al-
fechamento espontâneo da tampa bem colocados, para evitar que uma gumas versões.
do porta-malas, quando o veícu- freada brusca possa jogá-los para a
lo estiver em um plano inclinado, frente, machucando os passageiros.
deve-se forçá-la até o final de curso,
4EN0249BR

4EN0447BR

4EN1302BR
FIAT

A
fig. 61 fig. 62 fig. 63
A-35
Para utilizá-la, proceder como a se- 2 3E FOR NECESSÉRIO REMOVER OS 4 2EBATERPARAAFRENTEOENCOSTO
guir: APOIA CABE ASDOBANCOTRASEIROVER passando os cintos pelos lados, até que
1 $ESTRAVE O ENCOSTO DO BANCO “REGULAGENS PERSONALIZADAS” neste ca- este se apoie sobre o assento traseiro
traseiro e recline o banco totalmente à PÓTULO ECOLOCÉ LOSNOCOMPARTIMENTO fig. 65.
frente até apoiá-lo no assento do banco, de bagagens.
5 %MSEGUIDA REBATEROBANCOTRA-
como indicado em “AMPLIAÇÃO DO PORTA- 3 $ESENGATAROENCOSTO MOVENDO seiro inteiro para a frente de maneira a
MALAS” neste capítulo; as alavancas laterais A-fig. 64 no sen- obter uma única superfície de carga.
2 - Através do pino A existente à es- tido da seta.
querda da fechadura, destravar no senti- Para remover a cobertura do porta-
do da seta para abertura da tampa. -malas (Palio):
O procedimento para abertura de 1 3OLTARASEXTREMIDADESSUPERIORES
emergência da tampa do porta-malas é A-fig. 66 dos dois tirantes, desprenden-

4EN0192BR
similar para Palio e Siena. do as argolas dos pinos.
2 4IRAROSPINOSDACOBERTURADO
AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS porta-malas das respectivas sedes B-fig.
1 !BAIXARCOMPLETAMENTEOSAPOIA 67 e removê-lo.
cabeças do banco traseiro. Uma vez retirada, a superfície pode
ser posta transversalmente entre os en-
costos dos bancos da frente e o assento
rebatido do banco de trás.
fig. 65
4EN0247BR

4EN1418BR

4EN0248BR
A
B

fig. 64 fig. 66 fig. 67


A-36
AMARRAÇÃO DE OBJETOS NO CONSELHO PARA O TRANSPORTE Em caso de freadas brus-
COMPARTIMENTO DE BAGAGENS DE CARGA cas ou colisões ocasionais,
um deslocamento repentino
Strada cabine estendida Strada da carga poderia criar um situação A
de perigo para o motorista e o pas-
Existem, no compartimento de ba- O veículo foi projetado e homologa-
sageiro; por este motivo, antes de
gagens, 4 anéis com a finalidade de do em função de determinados pesos
movimentar o veículo, providenciar
amarrar os objetos transportados. Por MÉXIMOSVERTABELAhPESOSvNOCAPÓ-
a correta fixação das cargas ou
medida de segurança, é aconselhável TULOh#ARACTERÓSTICAS4ÏCNICASv 
bagagens utilizando os ganchos de
usá-los sempre que objetos pesados ou - peso em ordem de marcha; amarração de carga nas bordas da
delicados forem transportados.
- carga útil; caçamba e/ou os anéis de fixação
- peso máximo no eixo dianteiro; dispostos no piso do compartimento
ADVERTÊNCIA: se hou- de carga fig. 68 ou no interior do
ver carga no porta-malas - peso máximo rebocável. veículo fig. 69 (versões com cabine
ou no compartimento de estendida).
carga, é melhor, viajando à noite, Cada um destes limites deve ser
controlar e regular a altura do facho respeitado e, em qualquer situação,
luminoso dos faróis de luz baixa não deve ser superado.
(ver “Faróis” neste capítulo).

Em caso de acidente,
objetos pesados não amar-

4EN0593BR

4EN0602BR
rados podem causar graves A
danos aos passageiros.

fig. 68 fig. 69
A-37
Para que a operação seja feita - distribuir uniformemente o mate- - utilizar o porta-escadas fig. 70 para
de forma segura, somente utilizar rial a ser transportado sobre o plano de apoiar e fixar corretamente os objetos
cabos, cordas ou correias adequa- carga; se for necessário concentrá-lo em de maior altura. Nas versões com cabi-
dos à fixação do material que será apenas uma parte do compartimento, o ne estendida, levantar antes os limita-
transportado. ideal é fazê-lo sobre a região intermedi- dores fig. 71.
ária entre os dois eixos.
- lembrar que quanto mais baixo é o Ao utilizar o porta-esca-
O espaço disponível atrás material transportado, mais abaixa-se o das, não apoiar objetos cujo
dos bancos fig. 69 (versões centro de gravidade do veículo, razão peso seja superior a 80 kg.
com cabine estendida) é pela qual, os objetos mais pesados de- No caso dos limitadores fig. 71, não
destinado exclusivamente para o verão ser colocados sempre por baixo. obrigá-los a suportar forças laterais
transporte de bagagens e/ou obje- - lembrar-se que o comportamento superiores a 30 kg.
tos, desde que adequadamente fixa- do veículo apresenta alterações em
dos. função do peso transportado; parti-
Além das precauções anteriormente cularmente, os espaços de frenagem
mencionadas, alguns conselhos bem tornam-se mais longos, sobretudo em
simples podem contribuir para melho- velocidades altas.
rar a segurança da direção, o conforto
de marcha e a durabilidade do veículo:

4EN0594BR

4EN0595BR
fig. 70 fig. 71
A-38
CAPÔ DO MOTOR ATENÇÃO: uma colo- Para fechar o capô do motor:
cação incorreta da vareta 1 MANTER LEVANTADO O CAPÙ COM
Para abrir o capô do motor: pode provocar a queda vio- uma mão e, com a outra, tirar a vareta
1 PUXARAALAVANCAA-fig. 72. lenta do capô. A-fig. 74 da abertura B e repô-la no seu A
dispositivo de bloqueio;
2 PUXARATRAVAA-fig. 73;
2 ABAIXAROCAPÙACERCADECM
3 LEVANTAROCAPÙSEGURANDO OPELA Se houver necessidade do vão do motor;
parte central e, simultaneamente, soltar de se fazer alguma verifi-
a vareta de suporte A-fig. 74 do seu cação no motor, estando 3 DEIXÉ LOCAIROCAPÙFECHA SEAU-
dispositivo de travamento; este ainda quente, evite encostar-se tomaticamente.
4 INTRODUZIRAEXTREMIDADEDAVA- no eletroventilador, pois o mesmo
reta na abertura B-fig. 74 do capô do poderá funcionar mesmo com a Verificar sempre se o
motor. chave de ignição desligada. Espere capô foi bem fechado para
até que o motor esfrie. evitar que se abra durante a
marcha do veículo.
4EN0252BR

4EN0251BR

4EN0250BR
B

A A
fig. 72 fig. 73 fig. 74
A-39
FARÓIS COMPENSAÇÃO DA INCLINAÇÃO Controlar a orientação
Quando o veículo está carregado, este dos feixes luminosos cada
REGULAGEM DO FACHO inclina-se para trás e, consequentemen- vez que mudar o peso da
LUMINOSO te, o feixe luminoso eleva-se. É necessá- carga transportada.
rio, neste caso, regulá-lo corretamente.
ADVERTÊNCIA: uma correta
Regulagem dos faróis auxiliares
regulagem dos faróis é determinan- Regulador no farol - fig. 75 dianteiros
te para o conforto e a segurança
não só de quem guia o veículo, mas Para ter acesso ao regulador, agir por Para o controle e a eventual regula-
de todos os usuários. Além disso, dentro do vão do motor. gem dos faróis auxiliares, dirigir-se à
constitui uma norma precisa do Posição 1 - com veículo com carga Rede Assistencial Fiat.
Código de trânsito. Para garantir a normal.
si mesmo e aos outros as melhores Posição 2 - com veículo com carga
condições de visibilidade viajando completa.
com os faróis acesos, o veículo deve
É importante que os dispositivos de
ter um correto alinhamento dos
ambos os faróis estejam orientados na
mesmos.
mesma posição.

Para o controle e a eventual regu-


lagem, dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat.

4EN0253BR
1

fig. 75
A-40
ABS No caso de qualquer anomalia, o - Não retirar ou colocar o conector
sistema desativa-se automaticamente, da unidade de comando com comuta-
/!"33ISTEMA!NTIBLOQUEIODAS2O- passando a funcionar normalmente o dor de ignição ligado.
DAS ÏUMDISPOSITIVOCOMBINADOCOMO sistema convencional. Nesta condição, - Não desligar a bateria com o motor A
sistema de freios convencional, que im- acende-se a luz-espia > no quadro de em funcionamento.
pede o bloqueio das rodas permitindo: instrumentos.
- melhorar o controle e a estabilidade ADVERTÊNCIA: nos veículos
do veículo durante a freada; ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat Fiat equipados com ABS, devem
- otimizar o mínimo espaço de frena- equipados com ABS devem ser mon- ser montados exclusivamente rodas,
gem; tados exclusivamente rodas, pneus, pneus e guarnições de freio do tipo
lonas e pastilhas de freio do tipo e e marca aprovados pelo fabricante.
- usufruir plenamente da aderência marca aprovados pelo fabricante.
de cada pneu.
Uma central eletrônica recebe os O acendimento somen-
sinais provenientes das rodas, localiza O ABS não dispensa o te da luz-espia >, com o
quais tendem a travar-se e envia um motorista de uma condução motor em funcionamento,
sinal à central eletrohidráulica para prudente, principalmente indica normalmente uma anomalia
reduzir, manter ou aumentar a pressão em estradas com água, lama, areia, de funcionamento do sistema ABS.
nos cilindros de comando dos freios, de etc. Neste caso, o sistema de freios irá
maneira a evitar o bloqueio. manter a sua eficiência normal, não
O ABS entra em funcionamento Cuidados com o sistema ABS: existindo no entanto a função anti-
quando é solicitada a total capacidade - Em caso de solda elétrica no veí- travamento das rodas.
de frenagem do veículo. O motorista é culo, desligar a bateria e a unidade de
avisado através da pulsação do pedal comando elétrica.
do freio com ruídos de funcionamen- - Retirar a unidade de comando elé- Recomenda-se levar o veículo até
to hidráulico. Este comportamento é trica quando o veículo for colocado em a Rede Assistencial Fiat, evitando
completamente normal e indica que o ESTADODESECAGEMTEMPERATURAACIMA freadas bruscas.
sistema está ativo. DEª# 
$ESCONECTAROSCABOSDABATERIAAN-
tes de carregá-la ou antes de qualquer
reparo no sistema ABS.
A-41
Diante do acendimento Se o sistema ABS entrar O acendimento apenas da
da luz-espia x, indicando em funcionamento, signi- luz-espia >, com o motor
nível mínimo de líquido no fica que a aderência entre ligado, indica normalmente
sistema de freios, levar o veículo o o pneu e a estrada foi reduzida em uma anomalia somente do sistema
quanto antes à Rede Assistencial Fiat relação ao normal; neste caso, redu- ABS. Neste caso, o sistema de freios
para uma verificação do sistema. zir imediatamente a velocidade, no mantém a sua eficiência normal,
sentido de adequá-la às condições não existindo, no entanto, a função
do trecho em que se trafega. antitravamento. Em tais condições,
Eventuais vazamentos de líquido também a funcionalidade do siste-
de freios afetam o funcionamento ma EBD pode ser reduzida. Também
dos mesmos, sejam do tipo conven- CORRETOR DE FRENAGEM neste caso, é aconselhável dirigir-se
cional ou com sistema ABS. ELETRÔNICO EBD imediatamente à Rede Assistencial
O veículo é dotado de um corretor Fiat mais próxima, conduzindo de
de frenagem eletrônico denominado modo a evitar freadas bruscas, para
A eficiência do sistema, EBD%LECTRONIC"RAKING$EVICE QUE a verificação do sistema.
em termos de segurança através da centralina e dos sensores do
ativa, não deve induzir o sistema ABS, permite intensificar a ação
motorista a correr riscos desne- do sistema de freios. A eficiência do sistema,
cessários. A conduta a manter ao em termos de segurança
volante deve ser sempre a adequada Nos veículos equipados ativa, não deve induzir o
para as condições atmosféricas, a com corretor eletrônico de motorista a correr riscos inúteis e
visibilidade da estrada, o trânsito e frenagem (EBD), o acendi- injustificáveis. A conduta a manter
as normas de circulação. mento simultâneo das luzes-espia ao volante deve ser sempre a ade-
> e x, com o motor ligado, indica quada para as condições atmosfé-
uma anomalia do sistema EBD; neste ricas, a visibilidade da estrada, o
Uma utilização excessi- caso, nas freadas violentas pode trânsito e as normas de circulação.
va do freio motor (marchas ocorrer um travamento precoce das
muito baixas com pouca rodas traseiras, com possibilidade
aderência), poderia fazer derrapar de derrapagem. Conduzir o veícu-
as rodas motrizes. O sistema ABS lo, com extrema cautela, à Rede
não tem qualquer efeito sobre este Assistencial Fiat mais próxima para a
tipo de situação. verificação do sistema.
A-42
AIRBAG tórax do ocupante contra o volante/
painel do veículo, em decorrência da
o motor e providenciar o reboque
do veículo à concessionária Fiat
violência do choque. mais próxima.
DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO A entrada em funcionamento do A
AIRBAG produz calor e libera uma pe- Qualquer manutenção no sistema do
O airbag é um dispositivo constituído airbag só deve ser feita por pessoal es-
de uma bolsa com enchimento instan- quena quantidade de pó. Este produto
não é nocivo e não indica princípio de pecializado da Rede Assistencial Fiat.
TÊNEO CONTIDAEMUMVÎOAPROPRIADO
no centro do volante, em frente ao mo- incêndio.
torista, e que, quando previsto, equipa Não colar adesivos ou
também o painel em frente ao passa- O airbag não se ativa nos outros objetos no volante
geiro dianteiro. É disponível, portanto, casos de impactos frontais ou no console do airbag
para o lado do motorista ou para ambos não violentos, choques do lado do passageiro. Não viajar
os lugares dianteiros. laterais, choques traseiros ou con- com objetos no colo e muito menos
tra obstáculos amortecedores que com cachimbo, lápis, etc., entre
O airbag não substitui o cinto de
absorvam a energia do impacto. os lábios; em caso de choque com
SEGURAN A4RATA SEDEUMDISPOSITIVO
Nesses casos, os ocupantes são pro- ativação do airbag, estes poderiam
suplementar ao mesmo, sendo aciona-
tegidos somente pelos cintos de causar-lhe graves danos.
do exclusivamente em caso de impacto
frontal violento. Seu acionamento re- segurança do veículo, que devem,
por isso, ser sempre usados. O correto funcionamento do sistema
duz o risco de contato entre a cabeça/ airbag é garantido somente se todas as
A eficiência do sistema airbag é veri- limitações relativas à capacidade e à
ficada, constantemente, por uma cen- disposição da carga no veículo forem
respeitadas.
4EN0147BR

tral eletrônica.
No caso de qualquer anomalia, acen-
de-se a luz-espia û. Dirija mantendo sempre
as mãos na parte externa
do volante de maneira que,
Girando a chave para a
em caso de ativação do airbag,
posição MAR, a luz-espia û
este possa encher-se sem encontrar
acende-se, mas deve apa-
obstáculos que poderiam causar-
gar-se depois de cerca de 4 segun-
-lhe graves danos. Não dirija com o
fig. 76 dos. Se a situação persistir, desligar
A-43
corpo inclinado para a frente, mas AIRBAG DO LADO DO Desativação do airbag do lado do
mantenha o encosto em posição PASSAGEIRO passageiro - fig. 77 e 78 (para algu-
ereta, apoiando bem as costas. O airbag do lado do passageiro foi mas versões)
estudado e calibrado para melhorar Em caso de necessidade de transporte
a proteção de uma pessoa que esteja de criança no banco dianteiro deve-se,
GRAVE PERIGO:
RBAG
AI

usando o cinto de segurança. desativar o airbag do lado do passagei-


em veículo equipa- ro.
do com AIRBAG no O seu volume, no momento de máxi-
lado do passageiro, não colocar a mo enchimento, preenche a maior parte Para desativar o airbag abrir a tampa
cadeirinha para bebê virada para do espaço entre o painel e o passageiro. localizada no console central, pressio-
trás, de costas para o painel. Em caso de colisão, uma pessoa que nando a parte de baixo da mesma.
não esteja usando o cinto de segurança Algumas versões podem apresentar
projeta-se para a frente em direção à console central diferente, contudo, o
Para não alterar a sensi- bolsa ainda na fase de abertura, com sistema de desativação do airbag do
bilidade do sistema Airbag, uma proteção certamente inferior à que lado do passageiro tem o mesmo fun-
evite a instalação, no veícu- poderia ser fornecida. cionamento.
lo, de anteparos, proteções frontais O airbag não é um substituto, mas
e/ou laterais, acessórios não origi- um complemento ao uso do cinto, por Operar no interruptor somente
nais ou mesmo componentes não isso recomenda-se usar sempre o cinto, com o motor desligado e a chave de
preconizados pela fábrica. seguindo rigorosamente a legislação de ignição retirada.
TRÊNSITO
Intervenções não recomendadas

4EN0731BR

4EN0743BR
poderiam interferir no funciona-
mento do Airbag, alterando o com- A B
portamento originalmente previsto
para esse dispositivo.

fig. 77 fig. 78
A-44
O interruptor tem duas posições A e Se o veículo tiver sido Todas as intervenções de contro-
B-fig. 77. objeto de roubo ou de ten- le, conserto e substituição do airbag
A - Airbag lado do passageiro ativa- tativa de roubo, se sofreu devem ser efetuadas junto à Rede
DOPOSI ÎOON A-fig. 78 COMLUZ ES- atos de vandalismo, inundações Assistencial Fiat. A
pia no quadro de instrumentos apagada. ou alagamentos, mandar verifi-
car o sistema airbag junto à Rede
B - Airbag do lado do passageiro de- Assistencial Fiat. Caso o veículo seja sucateado é
SATIVADOPOSI ÎOOFF B-fig. 78 COM necessário desativar o sistema junto
luz-espia no quadro de instrumentos à Rede Assistencial Fiat.
acesa. ADVERTÊNCIAS: no caso de um
A luz-espia no quadro de instrumen- acidente no qual foi ativado o air-
tos fica permanentemente acesa até a bag, recomenda-se não dirigir, e Em caso de venda do veículo, é
reativação do airbag do lado do pas- sim, rebocar o veículo até à Rede indispensável que o novo proprietá-
sageiro. Assistencial Fiat para substituir o rio conheça as modalidades de uso
Lembre-se de reativar imediatamente dispositivo e os cintos de segurança. e as advertências acima indicadas
o airbag assim que não for mais trans- e que receba o presente manu-
portar crianças. al de Uso e Manutenção original,
4ODOSOSMENORES CUJASCARACTERÓSTI- Não desligar a central eletrônica ou que adquira o mesmo na Rede
CASFÓSICASIDADE ALTURA PESO OSIMPE- do chicote, nem mesmo desconec- Assistencial Fiat.
çam de utilizar os cintos de segurança tar a bateria, estando a chave de
com os quais o veículo é equipado ori- ignição na posição MAR, pois a
ginalmente, deverão ser protegidos por central memoriza estas condições
dispositivos de transporte de crianças como avarias do sistema.
APROPRIADOSCADEIRINHASPARABEBÐS
BERCINHOS TRAVESSEIROS ETC SEGUINDO
rigorosamente as instruções do fabri-
cante do dispositivo.

A-45
PREDISPOSIÇÃO A predisposição é composta de: - alto-falantes na porta dianteira
fig. 81.
- cabo de alimentação do autorrádio
PARA INSTALAÇÃO C-fig. 80. - alto-falantes traseiros fig. 82 0ALIO
DO AUTORRÁDIO - cabo para alto-falante dianteiro e e fig. 833IENA 
TRASEIROEXCETO3TRADA B-fig. 80. - antena instalada no teto do veículo.
O autorrádio deverá ser montado na
- cabo com conector para antena A-
respectiva sede prevista para esta fina-
-fig. 80.
lidade, a qual é removida fazendo pres-
são nas linguetas de retenção indicadas
A-fig. 79.

4EN0914BR

4EN0732BR
F
K

A B

fig. 80 fig. 82
4EN0915BR

4EN0916BR

4EN0746BR
F
A A
K

A
A

fig. 79 fig. 81 fig. 83


A-46
OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A PREDISPOSIÇÃO PARA ALARME NO POSTO DE
INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE
SOM Algumas versões possuem predis-
posição para instalação de alarme
ABASTECIMENTO
Recomenda-se a instalação dos mo- ELETRÙNICOANTIFURTOCABOSELÏTRICOSE Os dispositivos antipoluentes exi- A
DELOSDEAUTORRÉDIOSORIGINAISENCONTRA- CONECTORES  gem o uso exclusivo de gasolina sem
DOSEMCONCESSIONÉRIAS ESPECIALMENTE Para instalação do sistema dirigir-se chumbo.
projetados para proporcionar uma per- à Rede Assistencial Fiat.
feita integração estética com o painel
de instrumentos do veículo. De acordo com regulamenta-
ção vigente estabelecida pela ANP
A instalação dos autorrádios origi- (Agência Nacional de Petróleo) a
nais envolve a remoção de compo- gasolina normalmente disponível no
nentes plásticos do painel e, portanto, mercado brasileiro não deve conter
é recomendável que este trabalho seja chumbo em proporções que possam
confiado às concessionárias da Rede causar danos ao conversor catalíti-
Assistencial Fiat. co dos automóveis.

A instalação de sistemas de som


(autorrádios, módulos de potência, A adição de outro tipo
CD Changers, etc.), que implique de gasolina no tanque (ex.:
em alterações das condições origi- gasolina de aviação), não
nais da instalação elétrica e/ou em homologada para uso automotivo,
interferências nos sistemas eletrôni- pode provocar danos irreversíveis

4EN0262BR
cos de bordo; além de provocar o no conversor catalítico.
cancelamento da garantia dos com-
ponentes envolvidos, pode gerar
anomalias de funcionamento com Se o veículo estiver em trânsi-
risco de incêndio. Ver recomenda- to por outros países, certifique-se
ções em ACES SÓRIOS COM P RADOS P EL O de que o abastecimento seja feito
USUÁRIO, no capítulo USO CORRET O DO somente com gasolina, que não con-
VEÍ CULO. tém chumbo em sua composição.
fig. 84
A-47
Nunca introduzir, nem TAMPA DO RESERVATÓRIO DE O acesso à tampa de combustível é
mesmo em casos de emer- COMBUSTÍVEL obtido abrindo a portinhola fig. 85 e
gência, a mínima quanti- observando as seguintes instruções:
dade de gasolina com chumbo no A tampa do reservatório de combus-
- segure a tampa e gire a chave no
tanque. tível é hermética, sem respiro, a fim de
sentido anti-horário; prossiga girando a
evitar o lançamento de vapores de com-
tampa fig. 86 até o seu completo desa-
bustível no meio ambiente, em atendi-
lojamento;
O conversor catalítico mento à legislação vigente.
- após a retirada da tampa, encaixe-
ineficiente provoca emis- Mantenha-a sempre bem fechada e
-a no suporte existente na portinhola
sões nocivas no escapamen- não a substitua por outra de tipo dife-
fig. 87.
to, com a consequente poluição do rente.
meio ambiente.
Não se aproximar do
O combustível que escor-
bocal do tanque de com-
re acidentalmente durante
Por motivos de seguran- bustível com fósforos ou
o abastecimento, além de
ça, assim como para garan- cigarros acesos, pois há perigo de
ser poluente, pode danificar a pin-
tir o funcionamento correto incêndio. Evitar também aproximar
tura do veículo na região do bocal
do sistema, a chave de ignição deve- demais o rosto do bocal, para não
de abastecimento, devendo ser evi-
rá permanecer desligada enquanto inalar vapores nocivos.
tado.
o veículo estiver sendo abastecido.
4EN0261BR

4EN0194BR

4EN0263BR
fig. 85 fig. 86 fig. 87
A-48
ADVERTÊNCIA: os postos de A central eletrônica de controle de in- Os motores Flex podem apre-
combustíveis contam com bombas jeção está preparada para “gerenciar” a sentar níveis de ruídos diferentes,
de desligamento automático que, interação entre os dois tipos de combus- dependendo do combustível utiliza-
em alguns casos, interrompem o TÓVELETANOLOUGASOLINA POSSIBILITANDO do (etanol ou gasolina) bem como
um funcionamento sempre regular em percentual de mistura. Este com-
A
abastecimento antes do completo
enchimento do tanque do veículo. todas as situações de utilização. portamento é normal e não afeta o
Se isso ocorrer, solicite a operação No uso normal as versões Flex não desempenho do motor.
manual da bomba, de forma a intro- requerem cuidados ou procedimentos
duzir no tanque o combustível que especiais, excetuando a observação das
falta para atingir a sua capacidade advertências de utilização presentes ADVERTÊNCIA: após um abaste-
máxima, assim como, possibilitar a neste capítulo e os pontos de manuten- cimento, o sistema Flex necessita
efetiva indicação de tanque cheio ção específicos. de um pequeno tempo de adapta-
no quadro de instrumentos. ção (aproximadamente 10 minutos)
com o veículo funcionando, para
Para propiciar partidas mais rápi- reconhecer o combustível que está
VERSÕES FLEX (combustível etanol das, manter sempre abastecido o no tanque (etanol ou gasolina).
e/ou gasolina) reservatório de gasolina para par-
tida a frio.
Este sistema foi projetado para pro-
Esta recomendação é importante,
porcionar total flexibilidade na alimen-
sobretudo, quando tenha ocorrido
tação do motor do veículo, permitindo Não utilizar combustí- a troca do combustível que estava
a utilização de etanol ou de gasolina veis diferentes dos especi- sendo utilizado (ex.: etanol em vez de
indistintamente. O combustível pode ficados. O sistema somente gasolina). O veículo deve cumprir um
ser adicionado no reservatório na pro- está preparado para funcionar com percurso mínimo (pelo tempo ante-
porção que o usuário julgar convenien- etanol e gasolina automotivos. riormente especificado) para que o
te para o uso.
sistema assimile o novo combustível.
Caberá ao usuário a análise sobre
qual proporção dos dois combustíveis Não adaptar o veículo
é mais conveniente para o seu tipo de para funcionamento com Este procedimento irá minimizar
utilização, considerando as diversas GNV (Gás natural veicular) eventuais problemas na próxima
VARIÉVEISPRE ODOCOMBUSTÓVEL CON- pois as características dos motores partida do veículo, principalmente
SUMO DESEMPENHO ETC  FLEX não possibilitam a conversão. se o motor estiver frio.
A-49
PROTEÇÃO DO USO DE MATERIAIS NÃO NOCIVOS O conversor catalítico é um “labora-
AO MEIO AMBIENTE tório” no qual uma porcentagem muito
MEIO AMBIENTE alta destes componentes transforma-se
Nenhum componente do veículo EMSUBSTÊNCIASINØCUAS
A proteção do meio ambiente condu- contém amianto ou cádmio. Os com-
ponentes espumados e o sistema de ar- A transformação é auxiliada pela
ziu o projeto e a realização dos veículos
Fiat em todas as suas fases. O resulta- CONDICIONADONÎOCONTÐM#&##LORO- presença de minúsculas partículas de
do está na utilização de materiais e no FLUORCARBONO GÉS RESPONSÉVEL PELA metais nobres presentes no corpo de
redução da camada de ozônio. CERÊMICA FECHADOPELORECIPIENTEME-
aperfeiçoamento de dispositivos capa-
tálico de aço inoxidável.
zes de reduzir ou limitar drasticamen-
te as influências nocivas sobre o meio DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS
ambiente. EMISSÕES A retirada do conver-
O Veículo Fiat está pronto para rodar sor catalítico, além de não
com uma boa margem de vantagem so- Conversor catalítico trivalente contribuir para aumentar o
bre as mais severas normas antipoluição - A-fig. 88 desempenho do veículo, ocasiona
internacionais. poluição desnecessária e constitui
Monóxido de carbono, óxidos de um claro desrespeito à legislação
nitrogênio e hidrocarbonetos não quei- ambiental para veículos automo-
Efetuar alterações no mados são os principais componentes tores.
veículo com o objetivo de nocivos dos gases de escapamento.
aumentar o seu desempe-
nho, tais como a retirada do catali- Sonda Lambda (sensor de oxigênio)
sador e/ou modificações no sistema 4ODAS AS VERSÜES ESTÎO EQUIPADAS

4EN0943BR
de injeção eletrônica, além de con- com a sonda lambda, pois esta garante
tribuírem para aumentar desneces- o controle da relação exata da mistura
sariamente a poluição atmosférica, A
A
ar/gasolina/etanol, fundamental para o
podem resultar no cancelamento correto funcionamento do motor e do
da garantia dos componentes envol- catalisador.
vidos.

fig. 88
A-50
Sistema antievaporação Trafegar com o sistema Reciclagem obrigatória:
Sendo impossível, mesmo com o de escapamento modifi-
motor desligado, impedir a formação cado ou danificado, além
de aumentar consideravelmente o Não descarte a bateria no
dos vapores de gasolina, o sistema os
lixo. A
mantêm armazenados num recipiente nível de ruído do veículo (poluição
especial de carvão ativado, de onde sonora), constitui uma infração ao
são aspirados e queimados durante o Código Nacional de Trânsito. $EVOLVAABATERIAUSADAAO
funcionamento do motor. revendedor no ato da troca.
Composição básica: chumbo, ácido
Ruídos veiculares Não jogue pontas de sulfúrico diluído e plástico.
cigarro para fora da janela.
Este veículo está em conformidade Os pontos de venda são obrigados a
Além de evitar incêndios e
com a legislação vigente de controle aceitar a devolução de sua bateria usa-
queimadas, você estará evitando a
da poluição sonora para veículos au- da, bem como armazená-la em local
contaminação do solo.
tomotores. adequado e devolvê-la ao fabricante
Limite máximo de ruído para fiscali- para reciclagem.
ZA ÎODEVEÓCULOEMCIRCULA ÎOVEÓCU- O lixo que é jogado na
lo parado segundo Resolução n° 01/93 rua coloca em risco as gera- Riscos do contato com a solução
DO#/.!-!  ções futuras devido ao altís- ácida e com o chumbo
Versão Ruídos simo tempo de decomposição de Quando a solução ácida e o chumbo
determinados materiais. contidos na bateria são descartados na
Palio Fire Economy natureza de forma incorreta, poderão
 D"!
1.0 8V Flex contaminar o solo, o subsolo e as águas,
DESTINAÇÃO DE BATERIAS bem como causar riscos à saúde do ser
Siena Fire 1.0 8V Flex  D"!
4ODO CONSUMIDORUSUÉRIO FINAL Ï humano.
Strada Fire 1.4 8V Flex  D"! obrigado a devolver sua bateria usada No caso de contato acidental com
AUMPONTODEVENDA2ESOLU ÎO#/- os olhos ou com a pele, lavar imedia-
.!-!DE  tamente com água corrente e procurar
É importante o seguimento do “Ser-
orientação médica.
viço Periódico de Manutenção”, para
que o veículo permaneça dentro dos
padrões antipoluentes.
A-51
USO CORRETO DO VEÍCULO
Para utilizar seu veículo Fiat do melhor modo possível, PARTIDA DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-1
para não danificá-lo e, principalmente, para poder aproveitar ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-2
todas as suas qualidades, neste capítulo sugerimos “o que
fazer, o que não fazer e o que evitar”. USO DO CÂMBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-3
Trata-se, na maior parte dos casos, de comportamentos DIRIGIR COM SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . B-4
válidos também para outros veículos. Em outros, pode tratar- DIRIGIR COM ECONOMIA E
se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat Palio Fire
RESPEITANDO O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . B-8 B
Economy do Siena Fire ou da Strada Fire. Assim, é preciso
prestar muita atenção neste capítulo também, para conhecer LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO . . . . . . . . . B-13
o comportamento na direção e no uso que lhe permitirão CONTROLES FREQUENTES E ANTES DE
desfrutar ao máximo do seu veículo.
VIAGENS LONGAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-14
ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO . . . B-14
DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . . B-15

B
PARTIDA DO 4) Girar a chave de ignição para a Mesmo com a adoção de moder-
posição AVV e soltá-la assim que o mo- nos sistemas de injeção e ignição
MOTOR tor der partida. eletrônicos, a ocorrência de peque-
Se o motor não funcionar na primei- nas variações de funcionamen-
ra tentativa, é necessário repor a chave to (oscilação da marcha lenta ou
É perigoso deixar o motor pequenos engasgos), nos primeiros
na posição STOP antes de tentar de
funcionando em local instantes de funcionamento, pode
novo.
fechado. O motor conso- ser considerada uma característi-
me oxigênio e libera gás carbôni- Nas versões equipadas com FIAT ca normal, própria dos motores
co, monóxido de carbono e outros CODE se, com a chave na posição a explosão, sobretudo quando ali- B
gases tóxicos. MAR, a luz-espia Y ou ¢ ficar acesa mentados com etanol. A utilização
junto com a luz-espia U aconselha-se de combustível de má qualidade
repor a chave na posição STOP e, de- pode acentuar essas características
Não é necessário pisar no pois, de novo em MAR; se a luz-espia a ponto de torná-las mais perceptí-
acelerador para dar partida continuar acesa, tentar a partida de no- veis por parte do usuário.
no motor. vo com a outra chave fornecida.

ADVERTÊNCIA: com o motor O motor do veículo somente irá


Com o motor em movi- desligado, não deixar a chave de atingir um grau de funcionamento
mento, não tocar nos cabos ignição na posição MAR. que possa ser considerado regular
de alta tensão (cabos das quando atingir a sua temperatura
velas). padrão de funcionamento, a qual
COMO AQUECER O MOTOR será alcançada alguns momentos
Antes de dar partida no motor DEPOIS DA PARTIDA depois da partida, dependendo das
1) Verificar se o freio de mão está - Colocar o carro em movimento len- condições externas de trânsito e
engatado. tamente, deixando o motor em regime temperatura ambiente.
2) Colocar a alavanca do câmbio médio, sem aceleradas bruscas.
em ponto morto. - Evitar exigir, desde os primeiros qui-
3) Pisar a fundo no pedal da embre- lômetros, o máximo de desempenho.
agem, sem pisar no acelerador.

B-1
PARTIDA COM MOTOR QUENTE PARA DESLIGAR O MOTOR ESTACIONAMENTO
Para dar partida com o motor quente, Com o motor em marcha lenta, gi-
aconselha-se manter a chave em MAR rar a chave de ignição para a posição
por alguns segundos antes de girá-la STOP. Desligar o motor, puxar
para AVV. o freio de mão, engatar
a 1ª marcha e deixar as
Essa operação fará a bomba elétrica de A “pisada no acelera- rodas viradas em direção ao meio-
combustível funcionar antes do motor, dor” antes de desligar o -fio (guias) do passeio. Se o veículo
possibilitando uma partida mais rápida. motor não serve para nada, estiver estacionado em uma descida
e causa um consumo inútil de com- íngreme, aconselha-se também a
ADVERTÊNCIA: não deixar o motor bustível, além de ser prejudicial. travar as rodas com um calço.
em marcha lenta antes de partir, a
não ser que a temperatura externa Não deixar a chave de ignição na
esteja muito baixa, e mesmo neste ADVERTÊNCIA: depois de um posição MAR, para não descarregar a
caso, não por mais de 30 segundos. percurso desgastante, melhor deixar bateria.
o motor em marcha lenta antes de
Ao descer do veículo, tirar sempre a
desligá-lo, para que a temperatura
chave do contato.
do motor se abaixe.

Nunca deixe crianças


sozinhas no veículo.

Observação: o indicador do nível


de combustível possui um circuito ele-
trônico de amortecimento, que tem a
função de neutralizar as oscilações do
ponteiro que poderiam ser causadas
pela movimentação do combustível
dentro do tanque.

B-2
Portanto, se no momento da partida ADVERTÊNCIA: independente USO DO CÂMBIO
o veículo se encontrava estacionado em dos prazos constantes da tabela do
posição inclinada (subida ou descida), “Plano de manutenção programa- Para engrenar as marchas, pisar a
a indicação fornecida pelo ponteiro da”, e sem prejuízo destes, sempre fundo no pedal da embreagem e pôr
pode levar até 2 minutos para ser atu- que for requerido maior esforço para a alavanca do câmbio em uma das po-
alizada. acionamento do freio de mão de seu sições do esquema na fig. 2 (o esque-
veículo, leve-o à Rede Assistencial ma também está indicado no pomo da
FREIO DE MÃO - fig. 1 Fiat para efetuar a regulagem. alavanca).
A alavanca do freio de mão está situ- Com o freio de mão acionado e a Para engrenar a marcha a ré (R), (o B
ada entre os bancos dianteiros. chave de ignição na posição MAR, no veículo deve estar parado e em ponto
quadro de instrumentos ilumina-se a morto), pisar no pedal da embreagem
Para acionar o freio de mão, puxar a
luz-espia x. até o fim do curso, aguardar alguns se-
alavanca para cima até travar no dente
gundos e, só então, deslocar a alavanca,
necessário para imobilizar completa- Para desengatar o freio de mão: partindo da posição neutra, puxando
mente o veículo. 1) Levantar levemente a alavanca e para cima o dispositivo inibidor de ré
apertar o botão de desengate A-fig. 1. A e, ao mesmo tempo, deslocar a ala-
2) Manter apertado o botão e abai- vanca para a direita e para trás.
xar a alavanca. A luz-espia x apaga-
se.
4EN0754BR

4EN0750BR
A

fig. 1 fig. 2
B-3
Velocidades para troca de marchas DIRIGIR COM Verifique que os tapetes
Para se obter máxima economia, estejam sempre estendi-
recomendamos observar os seguintes SEGURANÇA dos e bem posicionados.
limites de velocidades para trocas de Observe a localização correta em
Ao projetar o veículo, a Fiat trabalhou cada unidade e seu respectivo posi-
marchas:
com empenho para obter um veículo cionamento. A disposição indevida,
capaz de garantir a máxima segurança ou o uso de um tapete não homolo-
Palio Fire Siena Strada aos passageiros. No entanto, o com- gado, pode se tornar um obstáculo
Economy Fire Fire portamento de quem dirige é sempre ao acionamento dos pedais. Utilize,
1.0 8V 1.0 8V 1.4 8V um fator decisivo para a segurança nas exclusivamente, tapetes originais e/
Flex Flex Flex estradas. ou homologados pela FIAT, evitan-
1ª ° 2ª 25 25 15 A seguir, você vai encontrar algumas do materiais não autorizados.
regras simples para viajar com seguran-
2ª ° 3ª 40 40 25 ça em diversas condições. Com certe- - Verifique se os eventuais sistemas de
3ª ° 4ª 65 65 35 za, muitas serão já conhecidas, mas, de proteção das crianças (porta-bebês, ber-
qualquer forma, será útil ler tudo com cinhos, etc.) estão fixados corretamen-
4ª ° 5ª 72 72 50 atenção. te no banco traseiro. Não use o banco
dianteiro para o transporte de crianças.
ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO - Coloque com cuidado objetos no
Para mudar as marchas porta-malas para evitar que uma freada
- Verifique o correto funcionamento
corretamente, é necessário brusca possa jogá-los para a frente.
das luzes e dos faróis.
pisar a fundo no pedal da - Evite ingerir alimentos pesados an-
embreagem. Por isso, o piso sob - Regule bem a posição do banco, do
tes de viajar. Uma alimentação leve,
os pedais não deve ter obstáculos. volante e dos espelhos retrovisores, pa-
de fácil digestão, ajuda a manter os
Verificar se os tapetes estão sempre ra obter a posição melhor para dirigir.
reflexos rápidos. Evite, principalmente,
bem estendidos e não interferem no - Regule com cuidado os apoia-ca- bebidas alcoólicas.
deslocamento dos pedais, diminuin- beças de modo que a nuca, e não o
Periodicamente, lembre-se de fazer
do o seu curso. pescoço, seja apoiada neles.
os controles citados em “Controles
- Certifique-se que nada (tapetes, frequentes e antes de viagens longas”,
etc.) impeça o movimento e o curso neste capítulo.
dos pedais.
B-4
ADVERTÊNCIA: nunca transporte Use sempre os cintos de - Aos primeiros sinais de sonolência,
no veículo reservatórios suplemen- segurança, e certifique-se de pare o veículo em local seguro. Prosse-
tares de combustível, uma vez que, que os passageiros também guir seria um risco para si mesmo e para
em caso de vazamento ou acidente, façam o mesmo. Viajar sem o uso os outros. Continue a viagem só depois
poderiam explodir ou incendiar-se. dos cintos aumenta o risco de lesões de ter descansado bastante.
graves, ou de morte, em caso de aci- - Mantenha uma distância de segurança
Nunca encha galões de combustí- dente, e ainda é uma infração. em relação aos veículos da frente, maior
vel no interior do veículo ou sobre a do que a que manteria durante o dia. É difí-
caçamba, pois a eletricidade estática e - Viagens longas devem ser feitas em cil avaliar a velocidade dos outros veículos
os vapores de combustível dos galões boas condições físicas. quando só as luzes são visíveis. B
podem provocar explosão e incêndio. - Não dirija por muitas horas conse- - Verifique a correta orientação dos
cutivas; efetue paradas periódicas para faróis; se estiverem baixos demais, re-
EM VIAGEM fazer um pouco de movimento e revi- duzem a visibilidade e cansam a vista. Se
- A primeira regra para dirigir com gorar o físico. estiverem altos demais, podem atrapa-
segurança é a prudência. - Troque constantemente o ar no ve- lhar os motoristas dos outros veículos.
- Prudência também significa estar ículo. - Use os faróis altos somente fora das
em condições de prever um compor- - Nunca percorra descidas com o cidades e quando tiver certeza que não
tamento incorreto ou imprudente dos motor desligado; não tendo o auxílio atrapalharão os outros motoristas.
outros motoristas. do freio motor e do servofreio, a ação - Cruzando com um outro veículo, pas-
- Siga rigorosamente as regras do Códi- de frenagem requer um esforço muito se, com bastante antecedência, dos faróis
go Nacional de Trânsito e, principalmen- maior no pedal. altos (se estiverem acesos) aos baixos.
te, respeite os limites de velocidade.

4EN0721BR
DIRIGIR À NOITE
- Certifique-se sempre que, além de
você, todos os outros passageiros do ve- Aqui estão as principais indicações a
ículo também estejam usando os cintos seguir quando viajar à noite.
de segurança e que as crianças sejam - Dirija com prudência especial, já
transportadas com sistemas específicos. que, à noite, as condições de direção
Não dirija em estado de são mais difíceis.
embriaguez alcoólica ou sob - Reduza a velocidade, principal-
efeito de medicamentos. mente em estradas sem iluminação. fig. 3
B-5
- Mantenha luzes e faróis limpos. - Se estiver chovendo muito forte, a - Mantenha uma velocidade modera-
- Fora da cidade, atenção para com visibilidade também é reduzida. Nestes da.
a travessia de animais. casos, mesmo se for dia, acenda os fa- - Acenda, mesmo durante o dia, os
róis baixos para tornar-se mais visíveis faróis baixos e os eventuais faróis au-
DIRIGIR COM CHUVA aos outros. xiliares dianteiros. Não use os faróis
- Não atravesse poças em alta velo- altos.
A chuva e as estradas molhadas sig- cidade e segure bem o volante. Uma
nificam perigo. - Coloque os comandos de ventilação
poça atravessada em alta velocidade na função de desembaçamento (ver ca-
Em uma estrada molhada, todas as pode provocar a perda de controle do pítulo “CONHECIMENTO DO VEÍCULO”), para
manobras são mais difíceis, pois o atrito veículo (aquaplanagem). não ter problemas de visibilidade.
das rodas no asfalto é reduzido consi- - Coloque os comandos de ventilação
deravelmente. Consequentemente, os - Lembre-se que a presença de ne-
na função de desembaçamento (ver ca- blina também causa umidade no asfal-
espaços para frear aumentam muito e a pítulo “Conhecimento do veículo”), para
aderência na estrada diminui. to, o que dificulta qualquer manobra
não ter problemas de visibilidade. e aumenta a distância dos espaços da
Aqui estão alguns conselhos a seguir - Verifique, de vez em quando, as frenagem.
em caso de chuva: condições das palhetas dos limpadores - Mantenha uma grande distância de
- Reduza a velocidade e mantenha do para-brisa. segurança do veículo da frente.
uma distância de segurança maior dos
veículos da frente. - Evite, ao máximo, variações repen-
A passagem em poças tinas de velocidade.
d’água muito profundas,
ou em ruas alagadas, pode
ocasionar graves danos ao motor
4EN0722BR

4EN0728BR
do veículo.

DIRIGIR NA NEBLINA
- Se a neblina for densa, evitar, o
quanto possível, viajar.
Em caso de dirigir com névoa, nebli-
na uniforme ou possibilidade de banco
fig. 4 de neblina: fig. 5
B-6
- Evite, se possível, ultrapassar outros DIRIGIR COM O ABS - Nas freadas de emergência ou com
veículos. pouca aderência, percebe-se uma leve
O ABS é um equipamento do sistema pulsação no pedal do freio: é sinal que
Em caso de parada forçada do veícu- de frenagem que dá, essencialmente,
lo (avarias, impossibilidade de prosse- o ABS está funcionando. Não solte o
duas vantagens: pedal, mas continue a apertar para que
guir por causa de má visibilidade, etc.),
antes de mais nada, tente parar fora das 1) Evita o bloqueio e o consequente a ação de frenagem continue.
faixas de rodagem. Em seguida, acenda deslizamento das rodas nas freadas de O ABS impede o bloqueio das rodas,
as luzes de emergência e, se possível, emergência e, principalmente, em con- mas não aumenta os limites físicos de
os faróis baixos. Toque a buzina repeti- dições de pouca aderência. aderência entre pneus e estrada. Assim,
damente se perceber a aproximação de 2) Permite frear e virar ao mesmo mesmo com veículo equipado com B
um outro veículo. tempo, para evitar eventuais obstáculos ABS, respeite a distância de segurança
repentinos, ou para dirigir o veículo pa- dos veículos da frente e diminua a ve-
DIRIGIR EM MONTANHA ra onde quiser durante a frenagem; isto locidade no começo das curvas.
compativelmente com os limites físicos
- Em estradas em descida, use o freio de aderência lateral do pneu.
motor, engrenando marchas fortes, para O ABS serve para aumen-
Para usufruir do ABS da melhor ma- tar o controle do veículo,
não superaquecer os freios. neira: não para ir mais rápido.
- Não percorra, em hipótese alguma,
descidas com o motor desligado ou em
ponto morto, e muito menos com a cha- DIRIGIR EM ESTRADAS NÃO
ve tirada do contato. PAVIMENTADAS
- Dirija com velocidade moderada, A utilização do veiculo em estradas

4EN0725BR
evitando “cortar” as curvas. não pavimentadas, rodovias ou cami-
- Lembre-se que a ultrapassagem em nhos com a presença de buracos, va-
subida é mais lenta e, por isso, requer letas, pedras, terrenos lamacentos e/ou
mais estrada livre. Ao ser ultrapassado alagadiços, presença de areia ou todo
em subida, facilite a ultrapassagem do e qualquer material que possa danificar
outro veículo. carroceria e/ou componentes mecâni-
cos do veiculo deve ser evitada.

fig. 6
B-7
DIRIGIR COM PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS Quando acender a luz-espia de re-
QUE REDUZEM AS EMISSÕES serva de combustível, abastecer assim
ECONOMIA E O correto funcionamento dos dispo-
que for possível. Um baixo nível do
combustível poderia causar uma ali-
RESPEITANDO O sitivos antipoluentes não só garante o mentação irregular do motor, e como
respeito ao meio ambiente, mas influi
MEIO AMBIENTE também no rendimento do veículo. As-
consequência, possíveis danos ao con-
versor catalítico.
A proteção do meio ambiente é um sim, manter em boas condições estes
dispositivos é a primeira regra para uma Não ligar o motor, mesmo que só
dos princípios que conduziram a reali- para testar, com uma ou mais velas
zação dos veículos Fiat. Os dispositivos direção ao mesmo tempo ecológica e
econômica. desligadas.
antipoluentes desenvolvidos dão resul-
tados muito além das normas vigentes. A primeira precaução é seguir cui- Não aquecer o motor em marcha
dadosamente o plano de Manutenção lenta antes de partir, a não ser que a
Entretanto, o meio ambiente não po- temperatura externa esteja muito baixa
de ficar sem o maior cuidado da parte Programada.
e, mesmo neste caso, não por mais de
de cada um. Se a partida for difícil, não insis- 30 segundos.
O motorista, seguindo regras simples, ta com tentativas prolongadas. Evite,
pode evitar danos ao meio ambiente e, principalmente, empurrar, rebocar ou
usar descidas; são todas manobras que A retirada do conver-
ao mesmo tempo, diminuir o consumo
podem danificar o conversor catalítico. sor catalítico, além de não
de combustível.
Use somente uma bateria auxiliar (ver contribuir para aumentar o
A este respeito, são citadas, a seguir, “Partida com bateria auxiliar” no capí- desempenho do veículo, ocasiona
muitas indicações úteis que unem-se tulo “Em emergência”). poluição desnecessária e constitui
àquelas identificadas pelo símbolo #, um claro desrespeito à legislação
presentes em várias partes do manual. Se, durante a marcha, o motor não
funcionar bem, prossiga reduzindo ao ambiental para veículos automo-
O conselho, tanto para as primeiras mínimo indispensável a exigência de tores.
como para as últimas, é de ler tudo com desempenho do motor e dirija-se, logo
atenção. que puder, à Rede Assistencial Fiat.

B-8
No seu funcionamento - Assim que as condições do trânsito Não jogue resíduos ou
normal, o conversor cata- e a estrada o permitirem, utilizar uma recipientes vazios na rua,
lítico atinge elevadas tem- marcha mais alta. mantenha dentro do veí-
peraturas. Assim, não estacione o - Evitar acelerações quando estiver culo um saco plástico para guardá-
veículo sobre material inflamável parado em semáforos ou antes de des- -los até que possa descartá-los em
(grama, folhas secas, folhas de ligar o motor. uma lixeira apropriada. Esta prática
pinheiro, etc.): pois há perigo de - Manter uma velocidade uniforme ajuda a manter as ruas mais limpas,
incêndio. o quanto possível, evitando freadas e evitando o entupimento dos esgo-
tos e reduzindo, assim, o perigo
Não instale outros anteparos de calor
arranques supérfluos que gastam com-
das enchentes causadas pelas fortes B
bustível e aumentam claramente as
e nem remova os existentes colocados
emissões. chuvas de verão.
sobre o conversor catalítico e o tubo de
escapamento. - Desligar o motor em paradas pro-
longadas. Trafegar com o sistema
Não borrifar nenhum produto sobre
o conversor catalítico, a sonda lambda - Controlar periodicamente a pressão de escapamento modifi-
e o tubo de escapamento. dos pneus. Se a pressão estiver muito cado ou danificado, além
baixa, o consumo de combustível au- de aumentar consideravelmente o
menta. nível de ruído do veículo (poluição
A falta de respeito a estes sonora), constitui uma infração ao
procedimentos pode causar - Remover o bagageiro do teto quan-
do não for usado. Este acessório diminui Código Nacional de Trânsito.
riscos de incêndio.
consideravelmente a penetração aero-
dinâmica do veículo.
OUTROS CONSELHOS - Utilizar os dispositivos elétricos
- Não aquecer o motor com o veículo somente pelo tempo necessário. A exi-
parado; neste estado o motor se aque- gência de corrente aumenta o consumo
ce muito mais devagar, aumentando de combustível.
consumos e emissões. Assim, é melhor
partir lentamente, evitando regimes de
rotação elevados.

B-9
SISTEMA OBD LUZ-ESPIA DE AVARIA Se a luz-espia se acende de modo

U
DO SISTEMA DE intermitente é indicação de possível
O Sistema de Diagnóstico de Bordo DIAGNÓSTICO DE dano no catalisador. No caso de acen-
(OBD - On Board Diagnosis), presente BORDO/CONTROLE DO dimento intermitente, soltar o pedal do
em algumas versões, efetua um diagnósti- MOTOR (amarelo âmbar) acelerador, reduzindo a velocidade, até
co contínuo dos componentes relaciona- que a luz espia se apague. Prossiga a
dos com as emissões gasosas produzidas Em condições normais, girando a marcha em velocidade reduzida e pro-
pelo veículo. Além disso, indica por meio chave de ignição para a posição MAR, cure a Rede Assistencial Fiat.
do acendimento da luz-espia U no qua- a luz-espia se acende, mas deve apagar-
dro de instrumentos, acompanhada de -se quando o motor funcionar.
mensagem no display (algumas versões), Se, girando a chave para
Se a luz-espia permanece acesa, ou se a posição MAR, a luz-espia
a condição de falha de componentes do
sistema de controle do motor.
acender durante a marcha, é indicação U não se acender, ou se
de funcionamento imperfeito do sistema acender de modo fixo/intermitente
O sistema OBD tem como objetivos: de controle do motor. O acendimento durante a marcha, contatar o quan-
sMANTERSOBCONTROLEAEFICIÐNCIADO fixo da luz-espia indica mau funciona- to antes a Rede Assistencial Fiat.
sistema; mento no sistema de alimentação/igni- A funcionalidade da luz-espia U
ção, que poderá provocar aumento de pode ser verificada pelos agentes de
sSINALIZARUMAUMENTODEEMISSÜES emissões do escape, possível perda de
devido a um funcionamento irregular fiscalização do trânsito ou em even-
desempenho, má dirigibilidade e con- tuais programas oficiais de inspeção
do veículo; sumos elevados. Em algumas versões o de veículos. Respeite as normas
sSINALIZARANECESSIDADEDESUBSTITUIR display exibe mensagem específica. vigentes.
os componentes deteriorados. Nessas condições, é possível conti-
O sistema dispõe também de um nuar a dirigir, sempre evitando esfor-
conector que permite a leitura dos có- ços do motor e altas velocidades. O uso CONTENÇÃO DOS GASTOS DE
digos de erros memorizados na central prolongado do veículo, com a luz-espia UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO
eletrônica, em conjunto com uma série acesa, pode provocar danos ao mesmo. AMBIENTAL
de parâmetros específicos de diagnós- Nesse caso, procure a Rede Assistencial A seguir, são fornecidas algumas
tico e funcionamento do motor. Tal Fiat. sugestões que permitem obter uma
verificação é possível para os agentes Se o mau funcionamento desaparece economia de utilização do veículo e
encarregados de fiscalização de trânsi- a luz-espia se apaga, mas o sistema me- um comportamento ecologicamente
to, mediante a interface do sistema com moriza a sinalização. adequado.
instrumentos adequados.
B-10
CONSIDERAÇÕES GERAIS urbano), influencia fortemente o consu- Acessórios aerodinâmicos
mo e a estabilidade. Os acessórios aerodinâmicos não
Manutenção do veículo certificados durante o desenvolvimento
Equipamentos elétricos do veículo podem, na realidade, pena-
As condições de manutenção do ve-
ículo representam um fator muito im- Utilizar os dispositivos elétricos so- lizar o consumo e o próprio coeficiente
portante, que incide diretamente sobre mente pelo tempo necessário. Os faróis aerodinâmico original.
o consumo de combustível, a tranqui- auxiliares, o limpador de para-brisa e o
lidade de marcha e a própria vida útil eletroventilador do sistema de aqueci- MODO DE DIRIGIR
mento e ventilação requerem, para o
do veículo. Por este motivo, é oportu-
seu funcionamento, uma quantidade de
B
no cuidar da manutenção fazendo com Partida
que o veículo passe pelas revisões e energia adicional que pode aumentar o
consumo de combustível do veículo em Não aquecer o motor em marcha
operações de manutenção previstas no lenta ou em regimes elevados de rota-
“Plano de Manutenção Programada”. até 25%, em trechos urbanos.
ção, pois, nestas condições, o motor irá
Ar-condicionado aquecer muito lentamente, aumentando
Pneus o consumo e a emissão de poluentes. É
Controlar periodicamente a pressão Exerce forte influência no consumo aconselhável partir logo, porém lenta-
de ar dos pneus em intervalos não supe- de combustível do veículo (aproxi- mente, evitando rotações elevadas de
riores a 4 semanas; se a pressão estiver madamente 20% a mais). Quando a forma a aquecer o motor com o veículo
muito baixa, o consumo de combustível temperatura externa o permitir, utilizar em movimento.
aumenta quanto maior for a resistência somente o sistema de renovação de ar
ao rolamento. É importante ressaltar, natural do veículo. Procedimentos inúteis
nestas condições, o desgaste natural dos

4EN0723BR
Evitar golpes de acelerador quando o
pneus é acelerado, piorando também veículo estiver parado em um semáforo
o comportamento do veículo e, conse- ou antes de desligar o motor. Este últi-
quentemente, a segurança de marcha. mo procedimento, assim como a ace-
leração entre marchas, é absolutamente
Cargas inúteis inútil nos veículos modernos, além de
Não viajar com excesso de carga. O provocar aumento do consumo e polui-
peso do veículo (sobretudo no trânsito ção ambiental desnecessários.
fig. 7
B-11
Troca de marchas Velocidade máxima Aceleração
Tão logo as condições do trânsito O consumo de combustível aumenta Acelerar o motor de forma violenta,
o permitam, utilizar as marchas mais proporcionalmente em relação à veloci- induzindo-o a funcionar em rotações
altas. O uso de marchas baixas para dade que o veículo desenvolve; como elevadas, penaliza notavelmente o con-
obter uma boa resposta do motor pro- exemplo, pode-se dizer que passando sumo de combustível, as emissões de
voca aumento inevitável do consumo. de 90 a 120 km/h, o incremento de poluentes e a própria durabilidade do
Da mesma forma, a insistência em man- consumo de combustível é de aproxi- mesmo; convém acelerar gradualmente
ter marchas altas em trechos de baixa madamente 30%. e não ultrapassar o regime de torque
velocidade, além de aumentar o consu- Tentar manter uma velocidade uni- máximo do motor.
mo e a emissão de poluentes, acelera o forme, dentro do possível, evitando fre-
desgaste do motor. adas e retomadas desnecessárias, que Condições de utilização
consomem combustível e aumentam, Trajetos muito curtos e partidas fre-
Veículos com direção hidráulica simultaneamente, a emissão de poluen- quentes com o motor frio não permitem
tes. Aconselha-se a adotar um modo de que o motor atinja a temperatura ideal
Nos veículos dotados dirigir prudente, tratando de antecipar de funcionamento, além de significar
com direção hidráulica, não as manobras para evitar perigo iminente um incremento de consumo e de emis-
virar o volante até o fim de e de respeitar a distância de segurança são de substâncias nocivas da ordem
curso (seja para a direita ou para a em relação aos veículos que trafegam de 15 a 30%.
esquerda) por mais de 15 segundos, logo a frente.
sob pena de danificar o sistema.

4EN0727BR
fig. 8
B-12
Situação do trânsito e condição das LONGA - abrir um pouco os vidros;
vias e estradas - cobrir o veículo com uma capa de
O consumo elevado de combustível INATIVIDADE DO tecido ou de plástico perfurado. Não
está ligado diretamente a situações de VEÍCULO usar encerados de plástico compacto
trânsito intenso, sobretudo nas gran- que não deixam evaporar a umidade
des cidades, onde se trafega durante a Se o veículo tiver que ficar parado presente na superfície do veículo;
maior parte do tempo utilizando mar- por mais de um mês, tomar estas pre- - calibrar os pneus com uma pressão
chas baixas e as paradas em semáforos cauções: de +0,5 bar em relação à normalmente
são muito frequentes. - colocar o veículo num lugar cober- indicada e controlá-la periodicamen- B
Também os percursos sinuosos, co- to, seco e possivelmente arejado; te;
mo estradas de montanha, ou trechos - engrenar uma marcha; - não esvaziar o sistema de refrigera-
em mau estado de conservação, influe- ção do motor.
ciam negativamente o consumo. - certificar-se que o freio de mão não
esteja puxado; - esvaziar o reservatório de gasolina
- desligar os bornes dos polos da ba- para partida a frio.
Paradas ou interrupções de trânsito
teria (retirar primeiro o borne negativo)
Durante as paradas prolongadas,
e controlar o estado de carga da mesma.
motivadas por trânsito interrompido, o
Durante o tempo em que o veículo ficar
melhor a fazer é desligar o motor.
parado, este controle terá que ser feito
mensalmente. Recarregar se a tensão
estiver abaixo de 12,5V.
- limpar e proteger as partes pintadas
4EN0726BR

4EN0724BR
aplicando ceras protetoras;
- limpar e proteger as partes metáli-
cas brilhantes com produtos especiais;
- polvilhar talco nas palhetas de bor-
racha do limpador do para-brisa e do
limpador do vidro traseiro e deixá-las
afastadas dos vidros;

fig. 9 fig. 10
B-13
CONTROLES ACESSÓRIOS Para assegurar a quali-
dade e o perfeito funcio-
FREQUENTES E COMPRADOS PELO namento do veículo, reco-
ANTES DE USUÁRIO mendamos instalar somente acessó-
rios genuínos, à disposição na Rede
VIAGENS LONGAS de Assistência Fiat.
A cada 500 km, ou antes de viagens NOTA: tanto o veículo quanto os
longas controlar: equipamentos nele instalados con- TRANSMISSORES DE
somem energia da bateria, mesmo RÁDIO E TELEFONES
- pressão e estado dos pneus; desligados, o que se denomina CELULARES
- nível do líquido da bateria; consumo stand-by. A bateria pos-
- nível do óleo do motor; sui um limite máximo de consumo A eficiência de transmissão destes
para garantir a partida do motor. aparelhos pode ficar prejudicada pelo
- nível do líquido de arrefecimento Portanto, o consumo dos equipa- efeito isolante da carroceria do veícu-
do motor e estado do sistema; mentos deve ser dimensionado de lo.
- nível do líquido dos freios; acordo com o limite de consumo da
- nível do líquido do lavador do para- bateria. Os acessórios genuínos Fiat ADVERTÊNCIA: para efeito de
brisa; oferecem essa garantia. utilização de telefonia celular
- nível do líquido da direção hidráu- durante a marcha, mantenha-se
lica; rigorosamente informado do esta-
A instalação de rádio, belecido pela legislação de trânsito
- nível de gasolina do reservatório de alarme ou qualquer outro
partida a frio; vigente, na época, mesmo no caso
acessório eletrônico não da disponibilidade no veículo de
- estado do filtro de ar. genuíno poderá ocasionar consu- dispositivos originais ou adquiridos
mo excessivo de carga da bateria, no mercado.
podendo ocasionar o não funcio-
namento do veículo e a perda da
garantia.

B-14
DISPOSITIVO PARA O dispositivo para o gancho de re- Para garantir a completa funcio-
boque deve ser fixado à carroceria por nalidade e segurança da instalação,
REBOQUE pessoal especializado da Rede Assis- e dependendo do modelo de engate
tencial Fiat (ver observação na página adequado para cada versão, pode ser
seguinte), conforme as indicações que necessário efetuar modificações na
INSTALAÇÃO DO GANCHO DE serão fornecidas a seguir, as quais deve- parte posterior do veículo (recorte do
REBOQUE PARA ATRELADOS rão ser integralmente respeitadas. para-choque, por exemplo) com a fina-
Para efetuar reboques de atrelados - Efetuar no veículo a furação com lidade de evitar interferências entre os
(carretinhas, trailers, etc.), o veículo Ø (diâmetro) 11 mm traspassando o as- componentes envolvidos.
deve estar equipado com engate es- soalho posterior (ver detalhe A-fig. 11) - Aplicar um torque de aperto de 40 B
férico para acoplamento mecânico e e a longarina nas marcas esquemáticas N.m sobre os parafusos.
conexão elétrica adequada, sendo que indicadas na figura correspondente ao
ambos os dispositivos devem cumprir modelo do seu veículo (12 a 14). OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE
os requisitos das normas vigentes da Em alguns modelos de veículos, são REBOQUE
ABNT (Associação Brasileira de Nor- aproveitados alguns furos pré-existen-
mas Técnicas). tes, retirando e recolocando parafusos
que fixam alguns componentes (ver Lembre-se que o ato de rebocar
figura). um atrelado reduz a capacidade
máxima do veículo para superar
De acordo com o tipo de gancho de aclives (rampas).
Seção lateral traseira de um veículo reboque homologado pela Fiat Auto-
(exemplo genérico) móveis, será necessário furar também
o painel traseiro de algumas versões Nos percursos em des-
4EN1160BR

(ver figura). cida, engatar uma mar-


- Alargar os furos, somente no assoa- cha forte em vez de usar
lho, para Ø (diâmetro) 16 mm. somente o freio.
A
- Aplicar proteção contra a corrosão
sobre os furos.
- Montar o engate para reboque con-
forme orientação do fabricante do Kit.
fig. 11
B-15
O peso que o reboque exerce O engate para reboque genuí- A Fiat Automóveis somente se
no engate para reboque do veículo no Fiat, adquirido como acessório responsabiliza por instalações efe-
reduz a capacidade de carga do original e instalado fora da Rede tuadas na Rede Assistencial Fiat,
próprio veículo. Para ter certeza de Assistencial Fiat, tem exclusivamen- de acordo com as prescrições e os
não superar o peso máximo rebocá- te garantia legal de 90 dias. critérios técnicos das informações
vel, é preciso levar em considera- anteriormente citadas.
ção o peso do atrelado com carga
completa, incluídos acessórios e A peça genuína adquirida e ins-
bagagens pessoais. Este veículo tem talada na Rede Assistencial Fiat, Recomenda-se a utilização de
capacidade de tracionar somente mediante pagamento é garantida engate para reboque genuíno Fiat,
um reboque sem freio próprio até o por 12 (doze) meses, inclusa garan- o qual, se disponível para o modelo
limite de 400 kg. tia legal de noventa dias, contados a de seu veículo, pode ser adquirido e
partir da data da execução dos ser- instalado na Rede Assistencial Fiat.
viços, conforme nota fiscal de servi-
Caso as ligações da ços, que deverá ser mantida com o
tomada elétrica do atrela- cliente para apresentação, quando Antes de trafegar com reboque
do forem mal executadas, exigida pela Fiat Automóveis e/ou em outro país, verifique as dispo-
podem ocorrer sérios danos no sis- Rede Assistencial Fiat no Brasil. sições gerais do mesmo em relação
tema eletroeletrônico do veículo. ao reboque de atrelados. Respeite
os limites de velocidade específicos
O respeito à presente de cada país para os veículos com
A garantia contra corrosão da instrução de instalação é reboque.
região perfurada somente será man- uma forma de conservar a
tida se os furos forem executados integridade do veículo e prevenir a
através da Rede Assistencial Fiat ocorrência de acidentes. Instalações
e desde que o campo “Acessórios efetuadas de modo diferente ao
Fiat”, contido no Manual de quanto indicado neste manual são,
Garantia, esteja devidamente pre- conforme a legislação vigente, de
enchido com a assinatura e carimbo responsabilidade do instalador e do
da concessionária. proprietário do veículo.

B-16
PALIO SIENA STRADA
Vista superior do assoalho traseiro Vista superior do assoalho traseiro Vista interiores do estribo traseiro esq. dir.

4EN1161BR

4EN1162BR

4EN1163BR
B

fig. 12 fig. 13 fig. 14


B-17
EM EMERGÊNCIA
As páginas seguintes foram elaboradas especialmente para PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR . . . . . . . . . . .C-1
socorrê-lo em situações de emergências com seu veículo. PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA . . . . .C-1
Como você verá, foram considerados alguns inconvenien-
tes e, para cada um deles, é sugerido o tipo de intervenção SE FURAR UM PNEU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-2
que você pode efetuar pessoalmente. No caso de contra- SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA . . . . . . . . . . . . .C-6
tempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat. SE APAGAR UMA LUZ INTERNA . . . . . . . . . . . .C-13
A este respeito lembramos-lhe que, junto com o Manual de SE QUEIMAR UM FUSÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . .C-14
Uso e Manutenção, também constam em seu kit de bordo, o SE DESCARREGAR A BATERIA . . . . . . . . . . . . . .C-17
Manual Básico de Segurança no Trânsito, o Livrete Confiat e
o Manual de Garantia, nos quais estão descritos detalhada- SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-17
mente todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição
em caso de dificuldades.
SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-18 C
EM CASO DE ACIDENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-19
Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura destas pági-
nas. Assim, em caso de necessidade, você vai saber localizar EXTINTOR DE INCÊNDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-20
imediatamente as informações úteis.

C
PARTIDA COM 3) ligar o motor; PARTIDA COM
4) quando o motor estiver em mo-
BATERIA AUXILIAR vimento, retirar os cabos, seguindo a MANOBRAS POR
Se a bateria estiver descarregada,
ordem inversa. INÉRCIA
pode-se ligar o motor usando uma ou- Se, depois de algumas tentativas, o
tra bateria que tenha capacidade igual motor não funcionar, não insistir inu-
ou pouco superior à da bateria descar- tilmente, mas dirigir-se à Rede Assis- Para os veículos catali-
regada (ver capítulo “CARACTERÍSTICAS tencial Fiat. sados, deve ser comple-
TÉCNICAS”). tamente evitada a partida
com empurrões, a reboque ou apro-
Esta operação deverá ser feita da se- Não efetue esta opera-
veitando descidas. Essas manobras
guinte maneira: ção se não tiver experiên-
poderiam causar o afluxo de com-
1) ligar os bornes positivos (sinal + cia; operações efetuadas de
bustível no conversor catalítico,
forma incorreta podem provocar
perto do borne) das duas baterias com danificando-o irremediavelmente.
um cabo especial; descargas elétricas de intensidade C
considerável e até mesmo explosão
2) ligar, com um segundo cabo, o da bateria. Além disso, recomenda-
borne negativo (–) da bateria auxiliar Lembre-se que, enquan-
-se não chegar perto da bateria com
com um ponto de massa no motor ou to o motor não funcionar,
chamas ou cigarros acesos e não
na caixa de mudanças do veículo a ser o servofreio e a direção
provocar faíscas, pois há perigo de
ligado, ou com o borne negativo (–) da hidráulica não se ativam, sendo
explosão e de incêndio.
bateria descarregada; necessário exercer um esforço
muito maior tanto no pedal do freio
como no volante.
4EN296BR

Evitar, rigorosamente,
o uso de um carregador
de baterias para a parti-
da de emergência. Poderiam ser
danificados os sistemas eletrônicos
e, principalmente, as centrais que
comandam as funções de ignição e
de alimentação.
fig. 1
C-1
SE FURAR UM PNEU 2. PEGAR FERRAMENTAS, MACACO Strada Fire
E RODA SOBRESSALENTE - Levantar o banco do passageiro e
soltar a bolsa de ferramentas, fixada ao
1. PARAR O VEÍCULO Palio e Siena assoalho por meio de velcro A-fig. 4,
- Se possível, parar o veículo em ter- Estão no porta-malas, para retirá-las: retirando o macaco e a bolsa de ferra-
reno plano e compacto. mentas.
- Levantar o tapete de revestimento.
- Ligar as luzes de emergência. Em algumas versões, a bolsa de fer-
- Desatarraxar o dispositivo de blo- ramentas é fixada ao assoalho por meio
- Puxar o freio de mão. queio A-fig. 2, retirar a roda sobressa- de uma correia elástica.
- Engatar a primeira marcha ou a lente e o suporte das ferramentas.
marcha a ré. - Soltar as ferramentas e remover o
- Calçar as rodas com um pedaço macaco fig. 3 puxando-o de sua sede.
de madeira, ou outros materiais ade-
quados, caso o veículo se encontre em
uma via inclinada ou em mau estado.
O calço deve estar do mesmo lado da
utilização do macaco.
4EN0295BR

4EN0919BR

4EN0927BR
A

fig. 2 fig. 3 fig. 4


C-2
- Nas versões com cabine curta, des- 3. SUBSTITUIR A RODA: A colocação incorreta do
tarrraxar o pino suporte da roda sobres- macaco pode provocar a
salente A-fig. 5 ou 6 e retirar a mesma O veículo pode apresentar configura- queda do veículo levantado
de sua sede B-fig. 5 e 6. ções diferentes para as calotas de acor- ou acoplamento incorreto da roda.
do com as versões.
- Nas versões com cabine estendida,
destarraxar o parafuso A-fig. 7 que fixa 1) desapertar cerca de uma volta 4) girar a manivela do macaco e
a roda sobressalente e retirá-la de sua os parafusos de fixação da roda a ser levantar o veículo de maneira que a
sede. substituída; (nos veículos equipados roda fique a alguns centímetros longe
com calota fixada sob pressão, retirá-la do chão;
antes, usando a chave de fenda); Para algumas versões, a chave de ro-
2) girar a manivela do macaco para da deve ser utilizada para acionamento
abri-lo parcialmente; do macaco.

4EN0597BR
Para algumas versões, a chave de ro- 5) desparafusar completamente os 4
B da deve ser utilizada para acionamento parafusos e remover a calota e a roda;
do macaco. C
3) colocar o macaco onde está mar-
cado o símbolo O B-fig. 8, perto da
roda a substituir, e certificar-se de que
A a ranhura A do macaco esteja bem en-
caixada na longarina C.
fig. 5
4EN1374BR

4EN0926BR

4EN0926BR
A A
B
B
A C

fig. 6 fig. 7 fig. 8


C-3
6) montar a roda sobressalente, en- 7) atarraxar apenas um dos parafu- 9) atarraxar os outros três parafu-
caixando os furos A-fig. 9 com os res- sos A-fig. 10, em correspondência com sos;
pectivos pinos B; a válvula de enchimento B-fig. 10; 10) apertar os parafusos utilizando a
8) colocar a calota cuidando para chave de roda específica fig. 12;
que o símbolo , na parte interna, 11) girar a manivela do macaco de
fique em correspondência com a vál- maneira a abaixar o veículo e remover
vula, e dessa maneira o furo maior da o macaco;
calota A-fig. 11 passe pelo parafuso já
fixado;

4EN0277BR
B
A

fig. 10
4EN0925BR

4EN0155BR

4EN0174BR
B
A A

fig. 9 fig. 11 fig. 12


C-4
12) apertar bem os parafusos, passan- 15) colocar a roda substituída no ADVERTÊNCIA: periodicamente,
do alternadamente de um parafuso ao compartimento da roda sobressalente controlar a pressão dos pneus e da
outro diagonalmente oposto, de acordo fixando-a com o dispositivo de blo- roda de reserva.
com a ordem ilustrada na fig. 13; queio A-fig. 15 (Palio Fire e Siena Fire)
13) colocar o macaco e as ferramen- e A-fig. 16 (Strada Fire).
tas utilizados no suporte das ferramen- O macaco serve somente
tas no local apropriado, de modo a evi- ADVERTÊNCIA: na primeira opor- para a troca das rodas. Não
tar vibrações, ou que se solte durante a tunidade, providencie a reparação deve, em hipótese alguma,
marcha fig. 14; do pneu furado. Evite rodar com a ser usado para efetuar consertos
roda sobressalente. debaixo do veículo.
14) colocar o suporte das ferramentas
no local apropriado;
ADVERTÊNCIA: após a troca de

4EN0919BR
pneus deve-se calibrá-los.
C

fig. 14

4EN0295BR

4EN0926BR
4EN0195BR

2
3 A A
4
1

fig. 13 fig. 15 fig. 16


C-5
SE APAGAR UMA Após ter substituído uma lâmpada dos TIPOS DE LÂMPADAS
faróis, verificar sempre a regulagem dos
LUZ EXTERNA mesmos por motivos de segurança. Diversos tipos de lâmpadas estão ins-
taladas no veículo - fig. 17
Modificações ou conser- ADVERTÊNCIA: em dias frios e/
tos do sistema elétrico, efe- A - Lâmpadas totalmente de vidro
ou úmidos, os faróis podem apre-
tuados de maneira incorre- sentar condensação de água nas São inseridas a pressão. Para retirá-
ta e sem levar em consideração as lentes. Esta condensação deve desa- -las, basta puxá-las.
características técnicas do sistema, parecer momentos após o veículo
podem causar um funcionamento trafegar com os faróis acesos. B - Lâmpadas a baioneta
anômalo com riscos de incêndio. Para retirá-la do porta-lâmpada, aper-
tar o bulbo de vidro, girá-lo em sentido
INDICAÇÕES GERAIS As lâmpadas halógenas anti-horário e extrair a lâmpada.
Quando uma luz não funcionar, an- devem ser manuseadas
tes de substituir a lâmpada, verificar se tocando somente a parte C - Lâmpadas cilíndricas
o fusível correspondente está em bom metálica. Se o bulbo transparente Para extraí-las, separar o contato elé-
estado. entrar em contato com os dedos, trico que as sustenta.
diminui a intensidade da luz emitida
Quanto à localização dos fusíveis, e pode ser prejudicada a duração
consultar “Se queimar um fusível” nes- da lâmpada. Em caso de contato D - E - Lâmpadas halógenas
te capítulo. acidental, esfregar o bulbo com Para remover a lâmpada, retirar antes
Antes de substituir uma lâmpada apa- um pano umedecido com álcool e a presilha de fixação de sua sede.
gada, verificar se os contatos não estão deixar secar.
oxidados.
As lâmpadas “queimadas” devem
ser substituídas por outras com as mes- As lâmpadas halógenas contêm
mas características. As lâmpadas com gás sob pressão que, em caso de
potência insuficiente iluminam pouco, quebra da lâmpada, pode projetar
enquanto que as potentes demais con- fragmentos de vidro.
somem muita energia e podem danifi-
car os faróis e/ou lanternas.
C-6
4EN0156BR
Lâmpada Referência - fig. 17 Tipo Potência
A

Luz de posição dianteira A W5W 5W

Indicadores de direção dianteiros B PY21W 21 W


B
Indicadores de direção traseiros B PY21W 21 W

Luz de posição traseira B P5W 5W

C Luz de freio B P21W 21 W


C
Luz de marcha a ré B P21W 21 W

Luz de placa C C5W 5W


D
Luz interna C C10W 10 W

Farol alto/baixo E H7 55 W

E Faróis auxiliares D H7 55 W

Brake light A - 23 W

fig. 17
C-7
FAROL BAIXO 3) retirar o porta-lâmpada pressio- 2) soltar o conector A-fig. 21 de ali-
nando as presilhas A-fig. 20 abrindo-- mentação da lâmpada;
Para substituir as lâmpadas halóge- -as lateralmente;
nas, deve-se: 3) retirar o porta-lâmpada pressio-
4) retirar a lâmpada do tipo nando as presilhas B-fig. 22 abrindo-as
1) remover a tampa plástica A para H712V/55W (luz baixa); lateralmente;
ter acesso às lâmpadas deslocando a
trava B-fig. 18; 5) colocar a nova lâmpada, encai- 4) retirar a lâmpada do tipo H7
xando a aba da parte metálica com a 12V/55W, substituí-la e remontar o
2) soltar o conector A-fig. 19 de ali- respectiva ranhura na base do farol; porta-lâmpada e, no final, recolocar a
mentação da lâmpada; tampa plástica.
6) reenganchar a presilha de fixa-
ção A-fig. 20 e reconectar a lâmpada,
colocando por último a tampa plástica
A-fig. 18.

4EN0278BR

4EN0317BR
B A
FAROL ALTO
1) remover a tampa plástica para ter
acesso às lâmpadas deslocando a tra-
va;
A

fig. 18 fig. 21
4EN0281BR

4EN0315BR

4EN0316BR
A

A B

fig. 19 fig. 20 fig. 22


C-8
SETAS DIANTEIRAS 3) remover a lâmpada puxando-a; 2) retirar os parafusos indicados por
4) depois de substituir a lâmpada, B-fig. 25;
Para substituir lâmpadas de setas
dianteiras: remontar o porta-lâmpada e recolocar
a tampa travando-a com a mola. LANTERNAS TRASEIRAS
1) retirar o porta-lâmpadas A-fig. 23
girando-o no sentido horário; Palio
FARÓIS DE NEBLINA - fig. 25
2) remover a lâmpada empurrando-- Para substituir uma lâmpada:
-a um pouco e girando-a no sentido Para substituir a lâmpada halógena
anti-horário; proceder como a seguir): 1) por dentro do porta-malas, soltar
1) retirar a grade com uma chave de fen- as porcas A-fig. 26;
3) depois de ter substituído a lâmpa-
da, remontar o porta-lâmpada e recolo- da nos pontos indicados em A-fig. 25; 2) soltar o parafuso lateral B de fixa-
car a tampa travando-a com a mola. ção da lanterna;

4EN0279BR
A 3) retirar o conector;
LUZES DE POSIÇÃO DIANTEIRAS 4) retirar o conjunto de lâmpada re-
movendo os parafusos indicados pelas C
Para substituir a lâmpada da luz de
posição: setas fig. 26;
1) remover a tampa plástica para ter
acesso à lâmpada deslocando a trava
B-fig. 18;
2) retirar o porta-lâmpada A-fig. 24; fig. 24
4EN1375BR

4EN1361BR
4EN0351BR
A A B B B
A

fig. 23 fig. 25 fig. 26


C-9
5) remover as lâmpadas empurran- Siena As lâmpadas são do tipo:
do-as levemente e girando-as no senti- De 12V-21W para as luzes dos freios
do horário fig. 27. Para substituir uma lâmpada: C-fig. 29.
1) por dentro do porta-malas, puxar De 12V-21W para as luzes de mar-
As lâmpadas são do tipo: a tira de velcro e levantar o carpete que cha a ré A-fig. 29.
De 12V-21W para as luzes dos freios recobre o grupo das lanternas traseiras De 12V-R5W para as luzes de posi-
C-fig. 27. A-fig. 28; ção D-fig. 29.
De 12V-21W para as luzes de mar- 2) pressionar as linguetas fig. 28 De 12V-21W para os indicadores de
cha a ré B-fig. 27. e puxar os conjuntos porta-lâmpadas direção B-fig. 29.
De 12V-R5W para as luzes de posi- retirando-os de suas sedes;
ção D-fig. 27. 3) remover as lâmpadas fig. 28
De 12V-21W para os indicadores de empurrando-as levemente e girando-as
direção A-fig. 27. levemente.

4EN0287BR

4EN0448BR

4EN0446BR
A A C
C B

D
D B
fig. 27 fig. 28 fig. 29
C-10
Strada 3) remover, pelo lado externo, a LUZ DE PLACA - figs. 33
lanterna traseira completa, para tanto,
Para substituir uma lâmpada: soltar o respectivo conector elétrico; Palio
1) remover as tampas de borracha 4) pressionar levemente as orelhas Para substituir a lâmpada de 12V-
A-fig. 30, para ter acesso aos parafusos A-fig. 32 de bloqueio do soquete e 5W, deve-se:
de fixação da lanterna. retirá-lo da lente da lanterna;
1) retirar os refletores A-fig. 33 utili-
2) utilizando uma chave de ponta 5) substituir a lâmpada queimada, zando uma chave de fenda nos pontos
torx (não fornecida), soltar os parafusos empurrando-a levemente e girando-a indicados pelas setas;
de fixação da lanterna A-fig. 31, aos em sentido anti-horário para extraí-la.
quais se têm acesso pelo compartimen- 2) retirar a lâmpada B-fig. 33 e
to de carga; As lâmpadas são de tipo: substituí-la.
B - de 12V - 21W para as luzes dos

4EN0599BR
freios;

4EN1443BR
C - de 12V - 21W para as luzes de C
marcha à ré;
A
D - de 12V - 5W para os indicadores
de direção;
E - de 12V - 21W para as luzes de
posição. A A
fig. 30
4EN0600BR

4EN0617BR
A
B

C
A
D

E B
A
fig. 31 fig. 32 fig. 33
C-11
Siena - figs. 34 e 35 Strada - fig. 36 3ª LUZ DE FREIO (BRAKE LIGHT)
Para substituir a lâmpada deve-se: Para substituir a lâmpada (tipo W5W)
1) retirar a tampa acrílica forçando-a de 12V-5W, soltar os parafusos de fixa- Palio
com uma chave de fenda nos pontos ção A-fig. 36 e retirar o conjunto porta-- Para substituir o conjunto de lâmpa-
indicados pela letra A-fig. 34; -lâmpadas. das de 12V-23W, deve-se:
2) retirar a lâmpada B-fig. 35 de sua Logo após, soltar o conector elétrico 1) com a tampa traseira aberta, reti-
sede empurrando-a e girando-a no sen- e girar o soquete B-fig. 36 no sentido rar os parafusos A-fig. 37 e remover o
tido anti-horário. anti-horário para permitir a extração da brake light;
lâmpada.
2) retirar a conexão elétrica;
3) substituir o conjunto de lâmpadas
ou somente a lâmpada defeituosa.

4EN0449BR

fig. 34
4EN0450BR

4EN0621BR

4EN0288BR
A
B

A B
B

fig. 35 fig. 36 fig. 37


C-12
Siena Strada SE APAGAR UMA
Para substituir o conjunto de lâmpa-
das deve-se: Versões com cabine estendida LUZ INTERNA
1) pressionar os locais indicados Para substituir uma ou mais lâmpadas
pelas setas fig. 38 na tampa plástica de 12V - 2,3W, deve-se: CONJUNTO DA LUZ INTERNA -
do brake light, que se encontra sobre 1) agindo pelo compartimento de figs. 40 e 41
o compartimento de bagagem. Retirar carga, retirar os parafusos que fixam o
Para substituir a lâmpada cilíndrica
a tampa, puxando-a; conjunto fig. 39, conforme indicado;
de 12V-10W:
2) retirar o conector A-fig. 38 e 2) extrair a unidade e remover os
substituir o conjunto de lâmpadas. - com uma chave de fenda no ponto
parafusos que dão acesso ao conjunto
A-fig. 40, remover o conjunto da luz
de lâmpadas;
interna montada a pressão pelas travas
3) substituir a lâmpada defeituosa; B-fig. 41.
4) remontar o conjunto.
C
4EN0462BR

4EN1368BR

4EN0920BR
A
A

fig. 38 fig. 39 fig. 40


C-13
- retirar o refletor recolocando a nova SE QUEIMAR UM FUSÍVEIS NA CENTRAL - fig. 43
lâmpada na sede C-fig. 41 e substituir
a lâmpada cilíndrica D. FUSÍVEL 1+ - 20 A - Limpador e lava-
- remontar o refletor A e o conjunto dor do para-brisa, lavador
da luz interna na sua sede, fazendo uma do vidro traseiro.
POSIÇÃO DOS FUSÍVEIS
ligeira pressão. 2º - 25 A -Levantadores elétri-
A central dos fusíveis está debaixo do
cos dos vidros dianteiros.
painel porta-instrumentos, à esquerda
do volante. 3 -
Para alcançar os fusíveis, remover os
parafusos A-fig. 42 e a proteção B. 41 - 10 A - Farol alto esquerdo.
Os símbolos gráficos que identificam

4EN0917BR
o elemento elétrico principal correspon-
dente a cada fusível estão indicados no
lado de dentro da tampa.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
4EN0921BR

4EN0751BR
B
11 12 13 14 15 16 17 18
A
A
19 20 21 22 23 24 25

D B 26 27 28 29

A C B
fig. 41 fig. 42 fig. 43
C-14
51 - 10 A - Farol alto direito. 12 r - 10 A - Luzes de emergên- +20 . - 10 A - Conjunto da luz
cia. interna, autorrádio.
6 -
13 o - 20 A - Buzina. 21 - 10 A - Partida a frio
73 - 10 A - Luzes de posição (Flex).
dianteira esquerda e tra- 14 T - 10 A - Luzes dos freios.
seira direita, luz de placa 22 > - 10 A - ABS.
direita, iluminação dos 15 - 15 A - Luzes de direção,
comandos. alimentação do quadro 23 IMMOB - 10 A - Fiat CODE.
de instrumentos, luzes de
83 - 10 A - Luzes de posição marcha a ré, airbag. 24 -
dianteira direita e trasei- 25 -
ra esquerda, luz de placa 16 √ - 10 A - Ar-condicionado. 26 -
esquerda, iluminação da 27 -
tomada de corrente. 17 2 - 10 A - Farol baixo esquer-
do. 28 - C
9 - 15 A - Faróis de neblina. 29 -
18 2 - 10 A -Farol baixo direito.
10 q - 20 A - Trava elétrica das
portas. 19 p - 30 A - Eletroventilador
interno, tomada de cor-
11 ( - 30 A - Desembaçador do rente.
vidro traseiro.

C-15
FUSÍVEIS NO VÃO DO MOTOR - F-26 - 60 A - Alimentação geral dos SUBSTITUIR OS FUSÍVEIS
figs. 44 e 45 serviços
Quando um dispositivo elétrico não
Está localizada junto à bateria. Para F-30 - 30 A - Eletroventilador do ra- funciona mais, verificar se o fusível
acesso aos fusíveis, soltar a trava A-fig. diador (40A com ar-condicionado) correspondente está em bom estado
29, puxar a tampa para cima no sentido F-31 - 10 A - Fiat code e injeção (15 A fig. 46.
da seta e abrir a caixa. para algumas versões) A - Fusível em bom estado.
F-29 - 30 A - Injeção, Fiat CODE ele- F-32 - 15 A - Sonda lambda aquecida B - Fusível com filamento interrom-
trobomba de combustível e canister (10A para algumas versões) pido.
F-28 - 40 A - Dispositivo de ignição F-33 - ND Substituir o fusível fundido por um
F-27 - 50 A - Alimentação geral dos A - ND fusível do mesmo valor (mesma cor).
serviços A - 60 A - Fusível proteção ABS (al- Se o defeito acontecer de novo, diri-
gumas versões) gir-se à Rede Assistencial Fiat.
Em algumas versões é possível en-
contrar fusíveis ou relés como predis- Nunca substitua um fusí-
posição para funções não disponíveis vel queimado por outro de
no veículo. capacidade diferente.
4EN1409BR

4EN1408BR

4EN0158BR
A

T10
T11

T9

A A B
F26
F33
F27

F28 F32

F29
F31
F30

fig. 44 fig. 45 fig. 46


C-16
SE DESCARREGAR A RECARGA DA BATERIA SE PRECISAR
BATERIA Aconselha-se uma recarga lenta com
baixa corrente pela duração de cerca
LEVANTAR O
Antes de tudo, aconselha-se a ver no de 24 horas. Aqui estão os procedi- VEÍCULO
capítulo “Manutenção do veículo” as mentos:
precauções para evitar que a bateria se 1) desligar os bornes do sistema elé- COM O MACACO
descarregue e para garantir uma longa trico dos terminais da bateria;
duração da mesma. 2) ligar, aos terminais da bateria, os Ver “SE FURAR UM PNEU”, neste capí-
cabos do aparelho de recarga; tulo.
PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR
3) ativar o aparelho de recarga;
Ver “PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR” nes- O macaco serve somente
4) terminada a recarga, desativar o
te capítulo. para trocar as rodas. Não
aparelho antes de desligá-lo da bate-
deve, de maneira alguma,
ria;
Evitar, rigorosamente, o 5) ligar os bornes aos terminais da
ser utilizado em caso de conserto C
debaixo do veículo.
uso de um carregador de bateria respeitando as polaridades.
bateria para a partida do
motor; isto poderia danificar os sis-
O líquido contido na
temas eletrônicos e, principalmen-
bateria é venenoso e cor-
te, as centrais que comandam as
rosivo. Evite o contato com
funções de ignição e alimentação.
a pele ou com os olhos. A operação
de recarga da bateria deve ser efetu-

4EN0159BR
ada em ambiente ventilado e longe
de chamas ou possíveis fontes de
faíscas, pois há perigo de explosão
ou de incêndio.

fig. 47
C-17
Lateralmente COM ELEVADOR DE DUAS SE PRECISAR
O veículo pode ser levantado com COLUNAS
um macaco hidráulico posicionado co- O veículo deve ser levantado colo-
REBOCAR O
mo ilustrado nas figs. 47 e 48. cando as extremidades dos braços do VEÍCULO
elevador nos pontos inferiores da carro-
O veículo não deve ser ceria, conforme indicado na fig. 49. É aconselhável, sempre, utilizar ca-
levantado pela parte tra- minhão-guincho para rebocar o veícu-
seira (parte inferior da car- lo. Desta forma, o veículo poderá ser
Cuidar para que os bra- seguramente sustentado pelas rodas
roceria, eixo traseiro ou partes da ços do elevador não forcem
suspensão e parte dianteira (carcaça dianteiras ou traseiras ou, ainda, apoia-
a carroceria, a saia plás- do em plataformas específicas sobre o
do câmbio). tica lateral ou os estribos laterais. próprio caminhão-guincho.
Regular as sapatas dos braços do
elevador e, se preciso, usar um Respeite a legislação de trânsito vi-
calço de borracha ou madeira entre gente sobre procedimentos de rebo-
as sapatas e a carroceria. que.
4EN0160BR

4EN0191BR
fig. 48 fig. 49
C-18
EM CASO DE - Nos acidentes múltiplos em rodo- SE HOUVER FERIDOS
vias, principalmente com pouca visibili-
ACIDENTE dade, é grande o risco de envolvimento - Nunca se deve abandonar o ferido.
A obrigação de socorro é válida tam-
em outros impactos. Abandone imedia-
- É importante manter sempre a cal- tamente o veículo e proteja-se fora do bém para as pessoas não envolvidas
ma. “guard-rail”. diretamente no acidente.
- Se não estiver diretamente envolvi- - Remova a chave de ignição dos ve- - Não aglomerar-se ao redor dos fe-
do, pare a uma distância de pelo menos ículos acidentados. ridos.
uns dez metros do acidente. - Tranquilize o ferido em relação à
- Se sentir cheiro de combustível ou
- Em rodovia, pare sem obstruir o de outros produtos químicos, não fume rapidez dos socorros, fique a seu lado
acostamento. e mande apagar os cigarros. para dominar eventuais crises de pâni-
co.
- Desligue o motor e acenda as luzes - Para apagar os incêndios, mesmo
de emergência. de pequenas dimensões, use o extintor - Destrave ou corte os cintos de se-
(descrito neste capítulo), cobertas, areia gurança que retêm os feridos.
- À noite, ilumine com os faróis o lu-
gar do acidente. ou terra. Nunca use água. - Não dê água aos feridos. C
- Comporte-se com prudência, não - O ferido nunca deve ser removido
corra o risco de ser atropelado. do veículo, salvo nos casos indicados
no ponto seguinte.
- Assinale o acidente pondo o tri-
ângulo bem à vista e a uma distância - Tirar o ferido do veículo somen-
regulamentar. te em caso de perigo de incêndio, de
afundamento em água ou de queda
- Chame o socorro, fornecendo infor-
em precipício. Ao tirar um ferido: não
mações da maneira precisa.
provoque deslocamentos dos membros,
nunca dobre a cabeça dele. Manter,
sempre que possível, o corpo em posi-
ção horizontal.

C-19
EXTINTOR DE O extintor de incêndio é indicado
para apagar princípio de incêndio das
- vencimento do prazo de validade
do teste hidrostático;
INCÊNDIO classes: - após a sua utilização em incêndio;
A - sólidos inflamáveis como borra- - se o ponteiro do manômetro estiver
O Extintor de incêndio está localiza-
chas, plásticos e espumas; fora da sua faixa normal de operação
do no piso, à frente do banco do moto-
rista, fig. 50. B - líquidos inflamáveis; (faixa verde), indicando alguma anoma-
C - materiais elétricos. lia no cilindro, na válvula ou no próprio
Para algumas versões está previsto
manômetro.
uma capa de proteção para o extintor. O extintor de incêndio deverá ser
A validade do extintor de incêndio imediatamente substituído (não permite
está vinculada ao teste hidrostático do recarga), quando ocorrer uma das situ- Recomendamos, também, ler as
mesmo (teste para verificação de vaza- ações seguintes: instruções impressas no equipamen-
mentos no cilindro), que é de 5 anos, to.
a partir da sua data de fabricação. A
indicação desta validade se encontra
gravada no corpo do cilindro. 4EN0918BR

fig. 50
C-20
MANUTENÇÃO DO VEÍCULO
Os veículos Fiat Palio Economy, Siena Fire Flex e Strada MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . D-1
Fire Flex são novos em tudo, até nos critérios de manuten-
ção. PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . D-2
A primeira revisão de Manutenção Programada está pre- SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO . . . . . . . . . . D-4
vista somente aos 15.000 km. Entretanto, é útil recordar que SERVIÇOS ADICIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-4
o veículo necessita sempre de serviços ordinários como, por
exemplo, o controle sistemático do nível dos líquidos com VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-7
eventual restabelecimento da pressão dos pneus, etc. FILTRO DE AR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-11
De qualquer maneira, lembramos que uma correta ma- BATERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-12
nutenção do automóvel é certamente o melhor modo para
conservar inalterados no decorrer do tempo os rendimentos CENTRAIS ELETRÔNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-13
do veículo e as características de segurança, o respeito pelo VELAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-13
meio ambiente e os baixos custos de funcionamento.
RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-14
Lembre-se ainda que um respeito pelas normas de manu-
tenção indicadas pelo símbolo â pode constituir a condição TUBULAÇÕES DE BORRACHA . . . . . . . . . . . . . D-15
necessária para a conservação da garantia. LIMPADORES DO PARA-BRISA E DO
VIDRO TRASEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-16 D
AR-CONDICIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-17
CARROCERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-18
INTERIOR DO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-21

D
MANUTENÇÃO A correta manutenção do Os produtos que o veícu-
veículo, além de contribuir lo utiliza para o seu funcio-
PROGRAMADA para prolongar ao máximo namento (óleo de motor,
a sua vida útil, é essencial também fluido de freio, fluido de direção
Uma correta manutenção é deter- para garantir o respeito ao meio hidráulica, líquido para radiador,
minante para garantir ao veículo uma ambiente. etc.), quando substituídos, deverão
longa duração em condições perfeitas. ser recolhidos cuidadosamente evi-
Por isso, a Fiat preparou uma série de Durante a realização de intervenções, tando, assim, que se contamine o
controles e de intervenções de manu- além das operações previstas, pode ha- meio ambiente.
tenção a cada 15 mil quilômetros. ver a necessidade de substituições ou
consertos não programados, os quais
ADVERTÊNCIA: as revisões de serão comunicados ao cliente. Os refe- ADVERTÊNCIA: alguns com-
Manutenção Programada são pres- ridos consertos podem alterar o prazo ponentes tais como lubrificantes,
critas pelo fabricante. A não reali- de entrega do veículo. podem requerer uma verificação/
zação das mesmas pode acarretar a troca com maior frequência, devido
perda da garantia. ADVERTÊNCIA: aconselha-se à utilização do veículo, portanto, é
dirigir-se imediatamente à Rede importante observar com cuidado
O serviço de Manutenção Programa- Assistencial Fiat, quando verificar as recomendações constantes desta
da é prestado por toda a Rede Assisten- pequenas anomalias de funciona- seção do manual.
cial Fiat, com tempos prefixados. mento, sem esperar a realização da
próxima revisão. D

D-1
PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA

milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150


Controle do estado das pastilhas dos freios a disco dianteiros (*) + + + + + + + + + +
Verificação visual do estado: tubulações (escapamento - alimentação
de combustível - freios), elementos de borracha (proteções - manguei-
+ + + + + + + + + +
ras - buchas, etc.), tubulações flexíveis do sistema dos freios e alimen-
tação, sistema de partida a frio, pneus e amortecedores
Restabelecimento dos níveis dos líquidos (arrefecimento do motor,
+ + + + + + + + + +
freios, direção hidráulica, lavador do para-brisa, etc.)
Controle do sistema de ignição/injeção (com utilização de equipamen-
+ + + + +
to de autodiagnóstico)
Controle das emissões dos gases de escapamento + + +
Controle visual das condições das correias trapezoidais e/ou poly-V + + + + + + + + + +
Controle visual da correia dentada da distribuição + +
Substituição da correia dentada de comando da distribuição (ou a cada
+ +
3 anos) (**)
Substituição do filtro de combustível (ver “Advertência” em “Serviços
+ + + + + + + + + +
Adicionais” neste capítulo)
Substituição do elemento do filtro de ar (ver “Advertência” em
+ + + + + + + + + +
“Serviços Adicionais” neste capítulo)
Substituição das velas, controle dos cabos + + + + +

(*) Verificar a pastilha de freio na revisão. Caso a espessura seja inferior a 5 mm, substituí-la.
(**) Em caso de utilização do veículo predominantemente em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, efetuar um controle do estado
da correia a cada 15.000 km e, se necessário, efetuar a sua substituição. Efetuar também a substituição das correias dos órgãos auxiliares.
O referido Plano poderá sofrer alterações sem comunicação prévia.
D-2
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Controle dos equipamentos de segurança - extintor/cintos de segurança
e funcionamento dos sistemas de iluminação/sinalização e comandos + + + + + + + + + +
elétricos dos vidros/portas e limpadores
Controle e regulagem das folgas de válvulas + + + + +
Substituição do óleo do motor
(vide advertência óleo do motor)***
Substituição do filtro de óleo do motor
Controle do nível do óleo da caixa de mudanças/diferencial + + +
Controle do estado e desgaste das lonas e tambores do freio traseiro + +
Substituição do óleo da caixa de mudanças/diferencial +
Substituição do líquido dos freios (ou a cada 24 meses) + + +
Verificação/limpeza do sistema de ventilação do cárter do motor
+ + + + + + + + + +
(blow-by)
Verificação e eventual substituição do filtro antipólen e carvão ativado
+ + + + + + + + + +
(quando disponível)
Controle do sistema antievaporativo + + + D
Controle e eventual regulagem do curso ou altura do pedal da embrea-
+ + + + + + + + + +
gem de comando mecânico

(***) Substituir o óleo do motor a cada 7.500 km se o veículo for utilizado, predominantemente, numa das seguintes condições particu-
larmente severas:
- Reboques, estradas lamacentas, arenosas ou poeirentas, trajetos curtos inferiores a 8 km, motor que roda frequentemente em marcha lenta
ou em distâncias longas com baixa velocidade (ex.: táxi, veículos de entrega de porta em porta ou utilizado como veículo de patrulha).
Se nenhuma destas condições ocorrer, troque o óleo e o filtro a cada 15.000 km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro, sempre
com o motor quente.

D-3
SUBSTITUIÇÕES SERVIÇOS ADVERTÊNCIA - Óleo do Motor
FORA DO PLANO ADICIONAIS Substituir o óleo e o filtro de óleo
a cada 7.500 km, se o veículo esti-
A cada 500 km ou antes de viagens ver sujeito a quaisquer das seguintes
A cada 2 anos: longas, controlar e, se necessário, res- condições:
- Líquido dos freios TUTELA TOP tabelecer:
- Reboque;
4/S. - nível do óleo do motor;
- Estradas poeirentas, arenosas
- Líquido de arrefecimento do motor - nível do líquido de arrefecimento ou lamacentas;
50% (conforme especificação constante do motor;
no capítulo “Características Técnicas”) - Motor que roda frequentemen-
- nível do líquido dos freios; te em marcha lenta, condução em
+ 50% de água pura.
- nível do líquido da direção hidráu- distâncias longas com baixa velo-
CONTINUIDADE DA lica; cidade ou baixa rotação frequente
MANUTENÇÃO - nível do líquido do lavador do para- (por ex.: “anda e para” do tráfego
-brisa; urbano, táxis, entregas de porta em
Após a realização da última revisão porta ou em caso de longa inativi-
- nível do reservatório de partida a
indicada no Plano de Manutenção dade);
(150.000 km), considerar a mesma frio;
- Trajetos curtos (até 8 Km) com
frequência para substituição e verifica- - pressão e estado dos pneus;
o motor não aquecido completa-
ção de itens a partir da revisão (45.000 - verificar o correto funcionamento do mente.
km). eletroventilador, assim como o estado das
Se nenhuma destas condições
pás da hélice quanto à limpeza e conser-
ocorrer, troque o óleo e o filtro de
vação - ver CARROCERIA/Eletroventi-
óleo a cada 15.000 km ou 12 meses,
lador do radiador, neste capítulo;
o que ocorrer primeiro, sempre com
- estado do filtro de ar; o motor quente.
Devido à concepção dos motores a As trocas de óleo deverão ser fei-
combustão interna, para que haja uma tas dentro do intervalo de tempo ou
boa lubrificação, parte do óleo lubrifi- quilometragem estabelecidos, para
cante é consumido durante o funciona- que o óleo não perca sua proprieda-
mento do motor. de de lubrificação.
D-4
A troca de óleo do veículo 2 - Caso seja necessário com- ADVERTÊNCIA - Bateria
deve, obrigatoriamente, ser plementar o nível de óleo, utilize,
feita na Rede Assistencial sempre, óleo com a mesma especifi-
Fiat que possui o filtro e o óleo cação daquele presente no motor. Aconselha-se controlar o esta-
recomendados, bem como possui do da carga da bateria, com mais
uma rotina correta de recolhimento, frequência se o veículo é usado
armazenamento e encaminhamento Em caso emergencial, utilize predominantemente para percursos
do produto usado para reciclagem. aquele que possuir especificação breves ou se estiver equipado com
técnica similar ao homologado. dispositivos que absorvam energia
permanentemente, mesmo com a
Lembre-se que o óleo chave desligada, principalmente se
usado não poderá ser des- Atenção: observe as instruções da instalados depois da compra.
cartado na rede pública de embalagem.
esgoto, já que esta prática pode ADVERTÊNCIA - Filtro do ar
poluir rios e lagos e trazer sérios
prejuízos ao meio ambiente. Recomendamos que depois de
efetuada a troca emergencial, seu Utilizando o veículo em estradas
veículo seja encaminhado a uma poeirentas, arenosas ou lamacentas,
ATENÇÃO: concessionária autorizada FIAT, o substituir o elemento do filtro de ar
mais breve possível, para que seja com uma frequência maior daquela
1 - Não se deve acrescentar qual- realizado o serviço de troca de óleo indicada no Plano de Manutenção D
quer tipo de aditivo ao óleo do utilizando os produtos aprovados Programada.
motor, pois o mesmo não necessita para o seu veículo.
de aditivos complementares.
O mau estado do elemento do
filtro de ar pode ocasionar aumento
Os danos causados pelo uso des- no consumo de combustível.
ses aditivos não são cobertos pela
garantia do veículo.

D-5
Para qualquer dúvida referente A manutenção do veículo ADVERTÊNCIA - Extintor de incêndio
às frequências de substituição do deve ser confiada à Rede
óleo do motor e do elemento do Assistencial Fiat. Para os
filtro de ar em relação a como é serviços de manutenção e repara- Fazer, mensalmente, uma inspe-
utilizado o veículo, dirigir-se à Rede ções pequenas e rotineiras, certifi- ção visual do estado do equipa-
Assistencial Fiat. que-se sempre se tem as ferramentas mento e, caso constate alguma ano-
adequadas, as peças de substituição malia, levá-lo, de imediato, à Rede
originais Fiat e os líquidos; em todo Assistencial Fiat ou representante
O filtro de ar deverá ser inspe- caso, não faça tais operações se não credenciado do fabricante do apa-
cionado a cada 500 km e, caso se tiver nenhuma experiência. relho para verificação e solução do
encontre muito sujo, deverá ser inconveniente.
substituído antes do prazo espe-
cificado no Plano de Manutenção ADVERTÊNCIA -
Programada. Filtro de combustível

Verificar o estado do filtro de


combustível se for notada alguma
falha (engasgamento) no funciona-
mento do motor.

D-6
VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS ÓLEO DO MOTOR - fig. 2
A = vareta de verificação
MOTOR FIRE ECONOMY 1.0 8V FLEX - fig. 1 B = bocal de enchimento
MOTOR FIRE 1.4 8V FLEX - fig. 1
1) óleo do motor ADVERTÊNCIA: verifique o nível
e efetue a troca do óleo do motor
2) líquido dos freios de acordo com a frequência indi-
3) líquido do lavador do para-brisa cada no “Plano de Manutenção
4) líquido de arrefecimento do motor Programada”.
5) líquido da direção hidráulica O nível do óleo deve estar entre as
6) reservatório de gasolina para partida a frio referências MIN e MAX marcadas na
vareta de controle. O espaço entre elas
corresponde a cerca de 1 litro de óleo.
O controle do nível do óleo deve ser
efetuado com o veículo em terreno pla-
no e com o motor ainda quente (cerca

4EN1410BR
3 de 10 minutos após tê-lo desligado).
6 5
D
2

4EN1319BR
1
A
B

fig. 1 fig. 2
D-7
Se o nível do óleo estiver perto ou Não adicionar óleo com O nível do líquido deve ser contro-
até abaixo da referência MIN, adicionar características diferentes lado com motor frio e não deve estar
óleo através do bocal de enchimento das do óleo já existente no abaixo da referência MIN marcada no
até atingir a referência MAX. motor. Só o uso de óleo semi-sinté- reservatório.
O nível do óleo nunca deve ultrapas- tico (ver “CARACTER ÍSTICAS DOS LUB RI - Se o nível for insuficiente, despejar
sar a referência MAX. FICANTES E DOS LÍQUIDOS ” no capítulo lentamente, através do bocal do reserva-
CARACTER ÍSTICAS TÉC NICAS ) garante a tório, uma mistura com 50% de líquido
quilometragem prevista pelo plano de arrefecimento (conforme especifica-
ADVERTÊNCIA: depois de ter de manutenção.
adicionado ou substituído o óleo, ção) e 50% de água pura.
funcionar o motor por alguns segun-
dos, desligá-lo e só então verificar LÍQUIDO DO SISTEMA DE Se o motor funcionar sem o
o nível. ARREFECIMENTO DO MOTOR líquido de arrefecimento, seu
- fig. 3 veículo poderá ser seriamente
Devido à concepção dos motores a danificado. Os reparos, nestes
combustão interna, para que haja uma casos, não serão cobertos pela
boa lubrificação, parte do óleo lubrifi- Quando o motor estiver Garantia.
cante é consumido durante o funciona- muito quente, não remover
mento do motor. a tampa do reservatório;
Atenção: nunca abasteça o
pois há perigo de queimaduras.
reservatório no sistema de arre-
Com motor quente, mexer fecimento do motor do veículo
com muito cuidado dentro com líquido de arrefecimento
do vão do motor, pois há não orgânico (verde). Utilize

4EN0305BR
perigo de queimaduras. Lembre-se somente o produto especifica-
que, com o motor quente, o eletro- do no capítulo “Características
ventilador pode pôr-se em movi- Técnicas” (vermelho), pois a mis-
MAX
mento, e ocasionar lesões. tura com outros aditivos pode
alterar as propriedades do líqui-
MIN
do de arrefecimento especificado
(vermelho), comprometendo sua
eficiência.
fig. 3
D-8
LÍQUIDO DOS LAVADORES Importante: verificar o nível do óleo O abastecimento deve ser efetua-
DO PARA-BRISA E DO VIDRO com o motor ligado em marcha lenta. do com cautela, evitando derrama-
TRASEIRO - fig. 4 Usar somente óleo Tutela GI/A. mento de gasolina. Caso isto ocorra,
fechar o reservatório com a tampa
Para adicionar líquido, tirar a tampa e Verificar periodicamente o estado e a e jogar água, a fim de remover o
encher até a borda do reservatório. tensão da correia da bomba da direção excesso de combustível.
hidráulica.
ADVERTÊNCIA: não viajar com o
reservatório do lavador do para-brisa Não forçar o volante totalmente gi- A baixa frequência de uti-
vazio; a ação do lavador é fundamen- rado em fim de curso. Isto provoca o lização de 100% de etanol
tal para melhorar a visibilidade. aumento desnecessário da pressão do pode provocar o envelheci-
sistema. mento da gasolina presente no reser-
LÍQUIDO PARA A DIREÇÃO vatório de partida a frio pela falta
HIDRÁULICA - fig. 5 Evitar que o líquido para
a direção hidráulica entre de consumo. Para minimizar este
Verificar se o nível do óleo, com o ve- em contato com as partes quentes evento, é recomendável o abasteci-
ículo em terreno plano e motor frio, está do motor, uma vez que o mesmo é mento do reservatório de partida a
entre as referências MIN e MAX marca- inflamável. frio preferencialmente com gasolina
das na parte externa do reservatório. de alta octanagem - Ron 95 ou Aki
Com óleo quente, o nível também RESERVATÓRIO DE GASOLINA 91, por exemplo, a gasolina Podium
pode superar a referência MAX. PARA PARTIDA A FRIO - fig. 6 da Petrobras e a V-Power Racing da
Se for necessário adicionar óleo, certi- Shell, entre outras com as mesmas
ficar-se de que tenha as mesmas caracte- O reservatório de gasolina para parti- características. Consulte o posto de D
rísticas do óleo já presente no sistema. da a frio possui uma capacidade de 2ᐉ.

4EN0303BR

4EN0353BR
4EN0167BR

MAX
MIN

fig. 4 fig. 5 fig. 6


D-9
abastecimento de combustível de sua O abastecimento deve ser efetuado Evitar que o líquido dos
preferência, das opções disponíveis. com o motor desligado. freios, altamente corrosivo,
Na ausência destas, utilizar gasolina entre em contato com as
aditivada, que mantém as suas pro- LÍQUIDO DOS FREIOS - figs. 7 e 8 partes pintadas. Se isso acontecer,
priedades por período mais extenso lavar imediatamente com água.
do que a gasolina tipo C comum. Periodicamente, controlar o funcio-
namento da luz-espia situada no qua-
dro de instrumentos: pressionando a ADVERTÊNCIA: o líquido dos
Anti-knock index (Aki) é bem similar
tampa do reservatório (com chave de freios é higroscópico (isto é, absor-
à denominação Ron. Aki 91 correspon-
ignição em MAR), a luz-espia x deve ve a umidade). Por isto, se o veí-
de a aproximadamente Ron 95.
acender. culo for usado predominantemente
em regiões com alta porcentagem
Substituir o combustível do reser- fig. 7 - versões com freio ABS. de umidade atmosférica, o líquido
vatório de partida a frio a cada 3 fig. 8 - versões sem freio ABS. deve ser substituído com mais fre-
meses se este não for consumido. Se precisar adicionar líquido, utilizar quência do que indicado no Plano
somente os classificados DOT 4. Em de Manutenção Programada.
Para substituição do combustível, particular, aconselha-se o uso de TU-
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. TELA TOP 4/S, com o qual foi efetuado IMPORTANTE: para evi-
O reservatório de partida a frio deve o primeiro enchimento. tar inconvenientes de fre-
ser abastecido sempre que a luz-espia O nível do líquido no reservatório não nagem, substitua o líquido
K no painel acusar nível insuficiente de deve ultrapassar a referência MAX. dos freios a cada dois anos, inde-
gasolina. pendentemente da quilometragem
percorrida.
4EN0304BR

4EN0161BR
O símbolo π, presente no reci-
piente, identifica os líquidos de
freios de tipo sintético, distinguin-
do-os dos de tipo mineral. Usar
líquidos de tipo mineral danifica
irremediavelmente as juntas espe-
ciais de borracha do sistema de
frenagem.
fig. 7 fig. 8
D-10
FILTRO DE AR PRÉ-FILTRO DE AR PARA SERVIÇO ANTIPÓLEN E CARVÃO ATIVADO
PESADO - FILTROS DO AR-CONDICIONADO
Nas versões que possuem pré-filtro de O sistema de ar-condicionado de
SUBSTITUIÇÃO - figs. 9 e 10
ar para serviço pesado, tem-se acesso ao algumas versões pode possuir um fil-
Soltar os grampos A e retirar a tam- mesmo retirando a tela plástica de susten- tro específico destinado à absorção de
pa B puxando-a para trás, tomando tação, localizada debaixo do filtro de ar partículas de pólen que normalmente
cuidado para não danificar o tubo de convencional C-fig. 12. Caso seja neces- entrariam junto com o fluxo de ar cole-
borracha que está conectado à mesma. sária, a limpeza do filtro deverá ser feita tado externamente. Este filtro, se estiver
Remover o elemento filtrante C. utilizando jatos de ar a baixa pressão. sujo, pode ser responsável direto por
uma eventual diminuição da eficiência
A substituição do pré- do sistema de ar-condicionado, razão
O filtro de ar deverá ser inspe-
-filtro de ar para serviço pelo qual recomenda-se a sua inspeção
cionado a cada 500 km e, caso se
pesado deverá ser realizada periódica e eventual substituição.
encontre muito sujo, deverá ser
substituído antes do prazo espe- após duas ou três operações de Se o veículo for utilizado predomi-
cificado no Plano de Manutenção limpeza ou, em todo caso, a cada nantemente em localidades com alta
Programada. 30.000 km. concentração de poeira, poluição at-
mosférica ou regiões litorâneas, deve-
Um filtro de ar muito se substituir com maior frequência o
sujo contribui para aumen- elemento filtrante.
tar o consumo de combustí- O ar-condicionado do veículo pode D
vel do veículo. estar equipado com o filtro de carvão
ativado. A função deste filtro é elimi-

4EN0172BR
4EN0459BR

A A C nar os odores resultantes da poeira e


fungos.
B
A Recomendamos que tanto o trabalho
de inspeção quanto o de substituição
A dos elementos filtrantes sejam realiza-
A
dos na Rede Assistencial Fiat.

fig. 9 fig. 10
D-11
BATERIA A utilização da bateria Com motor desligado, não manter
dispositivos ligados por muito tempo
com o nível de eletrólito
As baterias dos veículos Fiat são do muito baixo pode danificá- (por ex. rádio, luzes de emergência,
tipo “Sem Manutenção”, que, em con- -la irreparavelmente, provocando etc.).
dições normais de uso, não exigem en- o rompimento da caixa plástica e
chimentos com água destilada. o vazamento do ácido contido na ADVERTÊNCIA: a bateria
Para a recarga da bateria, ver o capí- mesma. mantida por muito tempo
tulo “EM EMERGÊNCIA”. com carga abaixo de 50% é
danificada por sulfatação, reduzin-
As baterias contêm subs- do-se a sua capacidade e o desem-
O líquido contido na tâncias muito perigosas penho na partida.
bateria é venenoso e corro- para o meio ambiente. Para
sivo. Evitar o contato com a substituição da bateria, aconse- Em caso de parada prolongada, ver
a pele e com os olhos. Não aproxi- lhamos dirigir-se à Rede Assistencial “Inatividade prolongada do veículo”,
mar-se da bateria com chamas ou Fiat, que está preparada para a no capítulo “Uso correto do veículo”.
possíveis fontes de faíscas, pois há eliminação da mesma respeitando
perigo de explosão e de incêndio. Se, após a compra do veículo, você
a natureza e as disposições legais. desejar montar acessórios (alarme ele-
trônico, etc.), dirija-se à Rede Assisten-
cial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositi-
Uma montagem incorre- vos mais adequados e, principalmente,
ta de acessórios elétricos recomendar-lhe a utilização de uma
e eletrônicos pode causar bateria com capacidade maior.
graves danos ao veículo.
4EN0716BR

ADVERTÊNCIA: tendo
CONSELHOS ÚTEIS PARA que instalar no veículo sis-
PROLONGAR A DURAÇÃO DA temas adicionais (alarme,
BATERIA som, etc.), frisamos o perigo que
Pb
Ao estacionar o veículo, certificar-se representam derivações inadequa-
que as portas e o capô estejam bem fe- das em conexões dos chicotes elé-
chados. As luzes internas devem estar tricos, principalmente se ligados aos
fig. 11 apagadas. dispositivos de segurança.
D-12
CENTRAIS - Não ligue ou desligue os terminais VELAS
das centrais eletrônicas quando a chave
ELETRÔNICAS de ignição estiver na posição MAR. A limpeza e a integridade das velas
- Não verifique polaridades elétricas fig. 12 são decisivas para a eficiência
Usando normalmente o veículo, não do motor e para a contenção das emis-
com faíscas.
é preciso ter precauções especiais. sões poluentes.
- Desligue as centrais eletrônicas no
Em caso de intervenções no sistema O aspecto da vela, se examinado por
caso de soldas elétricas na carroceria.
elétrico ou de partida de emergência, um especialista, é um válido indício pa-
Removê-las em caso de temperaturas
é necessário, porém, seguir cuidadosa- ra localizar um defeito, mesmo se não
acima de 80°C (trabalhos especiais na
mente as instruções seguintes: for ligado ao sistema de ignição. As-
carroceria, etc.).
- Nunca desligue a bateria do sistema sim, se o motor tiver algum problema,
elétrico com o motor em movimento. é importante verificar as velas na Rede
ADVERTÊNCIA: a insta-
- Desligue a bateria do sistema elétri- Assistencial Fiat.
lação de acessórios eletrô-
co em caso de recarga. nicos (rádio, alarme, etc.)
- Em caso de emergência, nunca com exceção dos originais de fábri-
efetue a partida com um carregador de ca, não deve em hipótese alguma,
bateria. Utilize para tal uma bateria au- alterar os chicotes elétricos dos
xiliar (ver “Partida com bateria auxiliar” sistemas de injeção e ignição.
no capítulo “Em emergência”).
- Tome um cuidado especial com li- D
gação entre bateria e sistema elétrico, Modificações ou conser-
verificando tanto a exata polaridade, tos no sistema elétrico, efe-

4EN0169BR
como a eficiência da própria ligação. tuados de maneira incorre-
Quando a bateria é religada, a central ta e sem levar em consideração as
do sistema de injeção/ignição deve rea- características técnicas do sistema,
daptar os próprios parâmetros internos; podem causar anomalias de funcio-
portanto, nos primeiros quilômetros namento com risco de incêndio.
de uso, o veículo pode apresentar um
comportamento levemente diferente do
anterior.
fig. 12
D-13
Modelo Versão
Velas RODAS E PNEUS Uma pressão baixa demais
(tipo) provoca o superaquecimen-
PRESSÃO DOS PNEUS to do pneu, com possibilida-
Palio Fire
1.0 8V Flex NGK BKR6E de de graves danos ao mesmo.
Economy Controlar semanalmente, e antes de
viagens longas, a pressão de cada pneu, A borracha não se decom-
Siena Fire 1.0 8V Flex NGK BKR6E inclusive da roda sobressalente. põe com o passar do tempo,
razão pela qual os pneus usa-
O controle da pressão deve ser efetu-
dos, quando forem substituídos, não
Strada Fire 1.4 8V Flex NGK BKR6E ado com pneu frio.
devem ser descartados em lixeiras
Usando o veículo por um longo perío- comuns. É aconselhável deixá-los no
do, é normal que a pressão aumente. Se, estabelecimento que fez a troca para
por acaso, precisar controlar ou calibrar que este se encarregue de reciclá-los.
As velas devem ser subs- os pneus estando os mesmos quentes,
tituídas dentro dos prazos considere que o valor da pressão deverá ADVERTÊNCIAS: se possível, evi-
previstos pelo Plano de ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 a mais em tar freadas repentinas, arrancadas
Manutenção Programada. relação ao valor estabelecido. violentas, etc.
Use somente velas do tipo reco- Evitar, principalmente, choques
mendado; se o grau térmico for ina- Lembre-se que a aderên- violentos contra calçadas, buracos na
dequado, ou se não for garantida a cia do veículo na estrada estrada e obstáculos de qualquer tipo.
duração prevista, podem acontecer depende também da corre- O uso prolongado em estradas mal
inconvenientes. ta pressão dos pneus. conservadas pode danificar os pneus.

4EN0170BR
Uma pressão errada provoca um des-
gaste anormal dos pneus fig. 13
A - Pressão normal: banda de roda-
gem gasta de maneira uniforme.
B - Pressão insuficiente: banda de ro-
dagem gasta principalmente nas bordas.
C - Pressão excessiva: banda de ro- A B C
dagem gasta principalmente no centro.
fig. 13
D-14
Verificar, periodicamente, se os Para permitir um desgaste uniforme TUBULAÇÕES DE
pneus não têm cortes laterais, aumen- entre os pneus dianteiros e os traseiros,
to de volume ou desgaste irregular aconselha-se efetuar o rodízio dos pneus BORRACHA
das bandas de rodagem. Nesse caso, a cada 10-15 mil quilômetros, manten-
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat. do-os do mesmo lado do veículo para Em relação às tubulações flexíveis de
não inverter o sentido de rotação. borracha do sistema de freios, da dire-
Evitar viajar com sobrecarga; po- ção hidráulica e de alimentação, seguir
Pneus novos apresentam melhor
de causar sérios danos às rodas e aos rigorosamente o Plano de Manutenção
aderência após percorrerem pelo me-
pneus. Programada. Efetivamente, o ozônio, as
nos 150 km.
Se furar um pneu, parar imediata- altas temperaturas e a falta prolongada
mente e substituí-lo para não danificar de líquido no sistema podem causar o
o próprio pneu, a roda, a suspensão e Não efetuar rodízio em endurecimento e a rachadura das tubu-
o mecanismo da direção. cruz dos pneus, deslocan- lações, com possíveis vazamentos de lí-
do-os do lado direito do quidos. Assim, é necessário um controle
O pneu envelhece mesmo se pouco veículo para o esquerdo e vice- cuidadoso.
usado. Rachaduras na borracha da ban- -versa.
da de rodagem e nas laterais são um
sinal de envelhecimento. De qualquer
forma, se os pneus estão montados há PNEUS VERDES
mais de 6 anos, é necessário mandá-los
controlar por pessoal especializado, pa- Os veículos Fiat estão equipados
ra avaliar se podem ainda ser utilizados. com pneus “verdes”, uma nova gera- D
Lembre-se também de controlar com ção de pneus ecológicos, com caracte-
muito cuidado a roda sobressalente. rísticas construtivas que proporcionam
economia de combustível e consequen-
Em caso de substituição, montar sem- temente, a diminuição nas emissões de
pre pneus novos, evitando os de prove- gases poluentes.
niência duvidosa.
O material empregado na constru-
Os veículos Fiat usam pneus Tube- ção do pneu verde diminui seu aque-
less, sem câmara de ar. Nunca usar câ- cimento e o impacto das forças que se
maras de ar com estes pneus. opõem ao deslocamento do veículo
Se substituir um pneu, é oportuno tro- como a resistência à rodagem.
car a válvula de enchimento também.
D-15
LIMPADORES DO - Não ligar os limpadores do para-bri- 3) Montar a palheta nova introdu-
sa e do vidro traseiro sobre o vidro seco. zindo-a na respectiva sede do braço e
PARA-BRISA E DO Somente devem ser utilizados estando certificando-se de que fique bem colo-
o vidro molhado e livre de impurezas, cada.
VIDRO TRASEIRO tais como: terra, barro, areia, etc., sob
pena de se danificarem a borracha e o Substituição da palheta do limpador
PALHETAS próprio vidro. do vidro traseiro - fig. 15
Limpar, periodicamente, a parte de 1) Para retirar a palheta basta apertar
Substituição das palhetas do limpador a trava indicada.
borracha usando produtos adequados. do para-brisa - fig. 14
Substituir as palhetas se o limpador de 2) Para montar a nova palheta basta
borracha estiver deformado ou gasto. 1) Levantar o braço A do limpador encaixá-la na sede.
Em todo caso, aconselha-se a substituí- do para-brisa e posicionar a palheta de
las uma vez por ano. maneira que forme um ângulo de 90 ESGUICHOS
graus com o próprio braço;
2) Tirar a palheta apertando a trava Se o jato não sair, antes de tudo,
Viajar com as palhetas verificar se há líquido no reservatório;
B-fig. 14 na haste A e simultaneamente
do limpador do para-brisa ver “Verificação dos níveis” neste ca-
empurrando-a para baixo; a seguir, de-
desgastadas representa um pítulo.
sengatar a palheta da haste A;
grave risco, pois reduz a visibilidade
Depois, usando um alfinete, verificar
em caso de más condições atmos-
se os furos de saída não estão entupidos
féricas.
A-fig. 16.
4EN1362BR

4EN0162BR

4EN1183BR
A

A B
fig. 14 fig. 15 fig. 16
D-16
Os jatos do lavador do vidro traseiro AR-CONDICIONADO Durante o inverno, o sistema de ar-
podem se orientados regulando a di- condicionado deve ser colocado em
reção dos esguichos. Girar o cilindro A utilização constante do ar-condi- funcionamento pelo menos uma vez
dos esguichos com uma chave de fenda cionado pode resultar, com o tempo, por mês e por cerca de 10 minutos.
introduzida na sede fig. 17 de maneira na formação de mau cheiro devido ao Antes do verão, verificar a eficiência
que os mesmos sejam apontados para acúmulo de poeira e umidade no sis- do sistema na Rede Assistencial Fiat.
o ponto mais alto alcançado pelo mo- tema de ar-condicionado, facilitando a
vimento das palhetas. proliferação de fungos e bactérias.
O sistema utiliza fluido
Para minimizar o problema de mau refrigerante R134a que, em
cheiro, é recomendado, semanalmen- caso de vazamentos aciden-
te, desligar o ar-condicionado e ligar o tais, não danifica o meio ambiente.
aquecedor, no máximo, cerca de 5 a Evitar completamente o uso de flui-
10 minutos antes de estacionar o veí- do R12 que, além de ser incompatí-
culo, para que a umidade do sistema vel com os componentes do sistema,
seja eliminada. contém clorofluorcarbonetos (CFC).
O filtro antipólen, existente no siste-
ma, deve ser substituído com maior fre-
quência, se o veículo transitar constan-
temente em estradas de muita poeira ou
ficar estacionado debaixo de árvores. D
4EN0466BR

fig. 17
D-17
CARROCERIA Aqui estão as principais: CONSELHOS PARA A BOA
- produtos e sistemas de pintura que CONSERVAÇÃO DA CARROCERIA
dão ao veículo uma maior resistência
PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES contra corrosão e abrasão; Pintura
ATMOSFÉRICOS
- uso de chapas zincadas (ou pré- A pintura não tem só função estética,
As principais causas de fenômenos -tratadas), dotadas de alta resistência mas também de proteção das chapas.
de corrosão são: contra a corrosão; Em caso de abrasões ou riscos pro-
- poluição atmosférica - aspersão da parte inferior da carro- fundos, aconselha-se a fazer os devidos
- salinidade e umidade da atmosfera ceria, do compartimento do motor, da retoques imediatamente, para evitar for-
(regiões litorâneas ou com clima quente parte interna da caixa das rodas e outros mações de ferrugem.
e úmido) elementos com produtos cerosos com Para os retoques na pintura, utilizar
elevado poder protetor; somente produtos originais (ver o capí-
- variações climáticas das estações.
- aspersão de polímeros com função tulo “Características técnicas”).
Não se deve subestimar também a protetora, nos pontos mais expostos: so-
ação abrasiva da poeira atmosférica e A manutenção normal da pintura
leira das portas, parte interna dos para- consiste na lavagem, cuja frequência
da areia levadas pelo vento, do barro e lamas, bordas, etc;
do cascalho atirados pelos outros ve- depende das condições do ambiente
ículos. - uso de caixas “abertas” para evitar de uso. Por exemplo, nas zonas com
condensação e estagnação de água, que alta poluição atmosférica, alta salidade
A Fiat adotou em seus veículos as podem favorecer a formação de ferru- ou em estradas rurais, onde é comum
melhores soluções tecnológicas para gem no interior. haver estrume de animal, orientamos a
proteger, com eficácia, a carroceria
lavar o veículo com mais frequência.
contra a corrosão.

D-18
Os detergentes poluem as Ao enxugar, prestar atenção nas Para proteger melhor a pintura, acon-
águas. Por isso, a lavagem partes menos visíveis, como o vão das selhamos encerar periodicamente, utili-
do veículo deve ser efetu- portas, capô e contorno dos faróis, nos zando cera, a qual deixa uma camada
ada usando produtos biodegradá- quais a água pode empoçar-se com protetora sobre a mesma.
veis, que se decompõem no meio mais facilidade.
ambiente. Aconselha-se a não guardar logo Vidros
o veículo em ambiente fechado, mas Para a limpeza dos vidros, usar deter-
deixá-lo ao ar livre para favorecer a gentes específicos. Usar panos bem lim-
Ao lavar o veículo, utilize evaporação da água. pos para não riscar os vidros ou alterar
o mínimo de água possível. Não lavar o veículo depois de ter fi- a transparência dos mesmos.
Se for utilizar mangueira, cado parado sob o sol ou com o capô
certifique-se de que a mesma não do motor quente; o brilho da pintura
apresente vazamentos que favore- ADVERTÊNCIA: para não prejudi-
pode ser alterado. car as resistências elétricas presen-
çam o desperdício de água potável.
As partes de plástico externas devem tes na superfície interna do vidro
Para uma lavagem correta: ser limpas com o mesmo procedimen- traseiro, esfregar delicadamente
to seguido para a lavagem normal do seguindo o sentido das próprias
1) molhar a carroceria com um jato
veículo. resistências.
d’água com baixa pressão;
2) passar na carroceria uma esponja Evitar estacionar o veículo debaixo
de árvores; a resina que muitas espécies Evite aplicar decalques ou outros
com shampoo neutro automotivo, enxa-
deixam cair, dão um aspecto opaco à adesivos nos vidros, visto que os mes- D
guando a mesma com frequência. mos podem desviar a atenção e reduzir
pintura e aumentam a possibilidade de
3) enxaguar bem com água e enxu- corrosão. o campo de visão.
gar com jato de ar, uma camurça ou
pano macio.
ADVERTÊNCIA: os excrementos
de pássaros devem ser lavados ime-
diatamente e com cuidado, pois sua
acidez é bastante agressiva.

D-19
Vão do motor Após a lavagem, não pulverize A limpeza do eletroven-
nenhum tipo de fluido (óleo die- tilador do radiador deve
A lavagem do compartimento do
sel, querosene, óleo de mamona, ser feita respeitando as dis-
motor é um procedimento que deve ser
etc.) sobre o motor e componentes, posições estabelecidas no tópico
evitado. Porém, quando isto se tornar
sob pena de danificá-los, causando, “Vão do motor”. Particularmente,
necessário, observar as recomendações
inclusive, a retenção de poeira. o emprego inadequado de jatos
a seguir:
d’água pode ocasionar danos nas
colmeias do radiador e no motor
ADVERTÊNCIA: ao lavar o motor, ADVERTÊNCIA: a lavagem deve elétrico do eletroventilador.
tome os seguintes cuidados: ser efetuada com motor frio e chave
de ignição em STOP. Depois da
- não o lave quando estiver ainda lavagem, verificar se as diversas Pneus
quente; proteções (ex.: tampas de borra- Após uma lavagem geral do veículo
cha e outras proteções) não foram aconselha-se esfregar uma escova de
- não utilize substâncias cáusticas, removidas ou danificadas. cerdas macias com uma solução de
produtos ácidos ou derivados de água e shampoo neutro. Utilizar “Easy
petróleo; Care limpa pneus”, que dá aos pneus
Eletroventilador do radiador
um aspecto novo, sem brilho exagera-
- evite jatos d’água diretamente A utilização do veículo em vias la- do.
sobre os componentes eletroeletrô- macentas pode ocasionar o acúmulo de
nicos e seus chicotes; barro no eletroventilador, provocando
vibrações e ruídos anormais e, em si-
- proteja com plásticos o alter- tuações extremas, o travamento do sis-
nador, a central da ignição/injeção tema. A inspeção e limpeza do eletro-
eletrônica, a bateria, a bobina e, se ventilador do radiador é uma operação
existente, a central do sistema ABS; necessária em veículos que trafegam
em tais condições.
- proteja também com plástico o
reservatório do fluido de freio, para
evitar a sua contaminação;

D-20
INTERIOR DO LIMPEZA DOS BANCOS EM PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS
VELUDO
VEÍCULO Para limpeza do veludo, use aspira-
Usar produtos específicos, estudados
para não alterar o aspecto dos compo-
Periodicamente, verificar se não há dor de pó, uma escova de cerdas ma- nentes.
água parada debaixo dos tapetes (devi- cias e água. Não use sabão ou detergen-
do a sapatos molhados, guarda-chuvas, tes, pois os mesmos podem manchar o TAPETES E PARTES DE BORRACHA
etc.) que poderiam proporcionar o sur- veludo. (exceto vão do motor)
gimento de focos de corrosão. Após aspirar deve-se proceder a lim- Recomenda-se usar produtos de efi-
peza do encosto varrendo de cima para ciência comprovada. Misturas caseiras
LIMPEZA DOS BANCOS E DAS baixo com escova seca. de álcool + glicerina produzem brilho
PARTES DE TECIDO O assento deve ser varrido da parte exagerado, além de agredir a borracha
- Retirar o pó com uma escova macia mais próxima do encosto para a frente dos pneus.
ou com um aspirador de pó. do banco. Após o uso da escova seca
deve-se repetir a operação com a esco-
- Esfregar os bancos com uma espon- va levemente umedecida. ADVERTÊNCIA: não utilizar álco-
ja umedecida com uma mistura de água ol ou benzina para a limpeza do
e detergente neutro. Em seguida, deixar que seque com- visor do quadro de instrumentos.
pletamente para sua utilização.

Não deixar frascos de D


aerossol no veículo, pois
há perigo de explosão. Os
frascos de aerossol não devem ser
expostos a uma temperatura supe-
rior a 50°C. Dentro do veículo
exposto ao sol, a temperatura pode
ultrapassar em muito este valor.

D-21
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Os aficionados de motores e de mecânica provavelmente DADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO . . . . . . . . . . . . E-1
vão começar a ler o manual a partir desta parte. Efetivamente,
CÓDIGO DOS MOTORES
inicia uma seção cheia de dados, números, medidas e tabelas.
- VERSÕES DE CARROCERIA . . . . . . . . . . . . . . . . . E-2
Trata-se, de uma certa forma, da carteira de identidade de
seu veículo. Um documento de apresentação que mostra, em MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-3
linguagem técnica, todas as características que fazem dele um TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-5
modelo criado para proporcionar-lhe a máxima satisfação.
FREIOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
SUSPENSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
DIREÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-6
ALINHAMENTO DAS RODAS . . . . . . . . . . . . . . . . E-7
RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-8
SISTEMA ELÉTRICO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-9
DESEMPENHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-11
DIMENSÕES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-12
PESOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-16
ABASTECIMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-17
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES
E DOS LÍQUIDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-19
PRESSÃO DOS PNEUS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E-20
E

E
DADOS PARA A ANO DE FABRICAÇÃO CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DE
CARROCERIA
IDENTIFICAÇÃO C - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita, próxima E - Plaqueta fixada na travessa dian-
Estão indicados nos seguintes pontos à etiqueta VIS. teira com código de identificação de
fig. 1 e 2. carroceria.
TIPO E NÚMERO DO CHASSI
SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO TIPO E NÚMERO DO MOTOR
D - Gravação no assoalho debaixo do
VEÍCULO (VIS) banco dianteiro direito. F - Gravação no bloco do motor.
A - Etiqueta sobre o para-lama dian-
teiro direito. TARA, LOTAÇÃO E PESO BRUTO
B - Etiqueta sobre a coluna de fixa- G - Etiqueta fixada na face traseira da
ção da porta dianteira direita. porta esquerda (Strada).
Este número sequencial está também
gravado no para-brisa, vidro traseiro e
vidros das portas.

4EN0268BR
4EN0264BR

4EN0265BR
A D

01 0
00 00
00
00 00
*9 B0
4EN1417BR

*9
C B
A B D
F
4EN0266BR

4EN1415BR
4EN0267BR
E F G E
E

fig. 1 fig. 2
E-1
ETIQUETA ADESIVA DE ETIQUETA ADESIVA DE CÓDIGO DOS
IDENTIFICAÇÃO DA TINTA DA IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE
CARROCERIA - fig. 3 - fig. 4 MOTORES -
A etiqueta adesiva está colada na par- A etiqueta adesiva está localizada sob VERSÕES DE
te lateral interna da porta direita. o capô do motor.
CARROCERIA
Indica os seguintes dados:
A - Fabricante da tinta
B - Denominação da cor Código do
Código da
C - Código Fiat da cor Versões tipo de
carroceria
motor
D - Código da cor para retoques ou
nova pintura Palio Fire
Economy
310A1011 171.06L.1
1.0 8V Flex
3 portas
Palio Fire
Economy
310A1011 171.64L.1
1.0 8V Flex
5 portas
Siena Fire
310A1011 172.06L.1
1.0 8V Flex
4EN0177BR

Strada Fire

4EN1451BR
$ 1.4 8V Flex 310A2011 278.03M.201
Cabine curta
% FIAT AUTOMÓVEIS S/A
Av. Contorno, nº 3455, bairro Paulo Camilo Strada Fire
Betim-Minas Gerais-CEP: 32.669-900
1.4 8V Flex
& CGC 16 701 716/0001-56 310A2011 278.33M.201
Indústria Brasileira Cabine
' estendida

fig. 3 fig. 4
E-2
MOTOR
Palio Fire Economy Siena Fire Strada Fire
DADOS GERAIS
1.0 8V Flex 1.0 8V Flex 1.4 8V Flex
Código do tipo 310A1011 310A1011 310A2011
Ciclo OTTO OTTO OTTO
Combustível Gasolina/etanol Gasolina/etanol Gasolina/etanol
Número de cilindros 4 em linha 4 em linha 4 em linha
Número de válvulas por cilindro 2 2 2
Diâmetro x curso mm 70,0 x 64,9 70,0 x 64,9 72,0 x 84,0
Cilindrada total cm3 999,0 999,0 1368,0
Taxa de compressão 12,15 ± 0,15: 1 11,65 ± 0,15: 1 10,35 ± 0,15: 1
Potência máxima Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol
ABNT cv/kW 73,0/53,7 75,0/55,2 73,0/53,7 75,0/55,2 85,0/62,6 86,0/63,3
regime correspondente rpm 6250 6250 6250 6250 5750 5750
Torque máximo ABNT kgm/daNm 9,5/93,1 9,9/97,0 9,5/93,1 9,9/97,0 12,4/121,5 12,5/122,5
regime correspondente rpm 4500 4500 4500 4500 3500 3500
Regime de marcha lenta rpm 800 ± 50 850 ± 50 850 ± 50
DISTRIBUIÇÃO início antes do PMS 02º 02º 06º
Admissão:
fim depois do PMI 41º 41º 48º E
início antes do PMI 42º 42º 40º
Escapamento:
fim depois do PMS 01º 01º 02º
Teor de CO em marcha lenta < 0,30% < 0,30% < 0,30%

E-3
ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO Modificações ou conser- ARREFECIMENTO
tos no sistema de alimenta-
Injeção eletrônica e ignição com ção, efetuados de maneira Sistema de arrefecimento com radia-
sistemas integrados: uma única central incorreta e sem ter em conta as dor, bomba centrífuga e reservatório de
eletrônica controla ambas as funções características técnicas do sistema, expansão.
elaborando, ao mesmo tempo, a dura- podem causar anomalias de funcio- Termostato no circuito secundário
ção do tempo de injeção (para a do- namento com riscos de incêndio. para recirculação da água do motor ao
sagem do combustível) e o ângulo de radiador. Termostato de “by-pass con-
avanço da ignição. trolado”.
Tipo: Multipoint semissequencial LUBRIFICAÇÃO Eletroventilador para arrefecimento
indireta. Forçada, através de bomba de en- do radiador com ativação/desativação,
Filtro do ar: a seco, com elemento grenagens com válvula limitadora de regulada por interruptor termostático
filtrante de papel; tomada de seleção pressão incorporada. situado no radiador.
termostática. Filtragem do óleo mediante filtro de
Bomba de combustível: por imersão, cartucho em vazão total.
no reservatório.
Pressão de injeção: ................ 3 bar.
Sistema de dosagem da mistura me-
diante elaboração eletrônica dos dados
detectados pelos sensores do ângulo de
abertura da borboleta aceleradora e de
regime do motor.
Ordem de ignição: 1 - 3 - 4 - 2

E-4
TRANSMISSÃO

EMBREAGEM
Monodisco a seco com mola a disco e comando mecânico.

CAIXA DE MUDANÇAS E DIFERENCIAL


Com cinco marchas para a frente e marcha a ré com sincronizadores para o engate das marchas para a frente.
As relações são:
Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex
Em 1 marcha
a
4,273 4,273 4,273
Em 2 marcha
a
2,238 2,238 2,238
Em 3 marcha
a
1,520 1,520 1,444
Em 4 marcha
a
1,156 1,156 1,029
Em 5a marcha 0,872 0,872 0,872
Em marcha a ré 3,909 3,909 3,909
Grupo cilíndrico de redução e grupo diferencial incorporados à caixa de velocidades.
As relações são:
Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex
E
Relação de redução
4,357 4,357 4,400
do diferencial
Número de dentes 61/14 61/14 66/15
Transmissão de movimento para as rodas dianteiras através de semieixos ligados ao grupo diferencial e às rodas com
juntas homocinéticas.
E-5
FREIOS SUSPENSÕES DIREÇÃO
Volante com absorção de energia
FREIOS DE SERVIÇO DIANTEIRA (airbag) opcional.
Dianteiros: a disco ventilado, com De rodas independentes, tipo Coluna da direção articulada, com
pinça flutuante. McPherson com braços oscilantes fixa- absorção de energia e com sistema de
Traseiros: a tambor, com sapatas au- dos a uma travessa. regulagem angular de altura.
tocentrantes. Molas helicoidais e amortecedores Sistema mecânico ou hidráulico com
Circuitos hidráulicos cruzados. hidráulicos telescópicos de duplo efei- pinhão e cremalheira com lubrificação
to. permanente.
Servofreio por depressão.
Direção hidráulica (para algumas
Sistema ABS de quatro canais e qua- TRASEIRA versões).
tro sensores (opcional).
De rodas independentes (eixo de Articulações com lubrificação per-
Recuperação automática da folga de- manente.
vido ao desgaste das pastilhas e lonas torção).
de freio. Molas helicoidais e amortecedores Diâmetro mínimo de curva:
Regulador de frenagem a corte fixo hidráulicos telescópicos de duplo efei- Palio e Siena .......................... 9,8 m
que age no circuito hidráulico dos freios to. Strada .................................. 11,0 m
traseiros. Barra estabilizadora (para algumas Número de voltas do volante:
versões).
4,13 voltas com direção mecânica
FREIO DE MÃO
2,77 voltas com direção hidráulica
Comandado por alavanca de mão
que age mecanicamente sobre as sapa-
tas dos freios traseiros. Nos veículos dotados
de direção hidráulica, não
virar o volante até o fim de
curso (seja para a direita ou esquer-
da) por mais de 15 segundos, sob
pena de danificar o sistema.

E-6
ALINHAMENTO DAS RODAS

RODAS DIANTEIRAS

Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex

Câmber -30’ ± 30’ -30’ ± 30’ -30’ ± 30’

1º 34’ ± 30’ 1º 34’ ± 30’ 0º ± 30’


Cáster
2º 20’ ± 30’ (*) 2º 20’ ± 30’ (*) 1º 30’ ± 30’ (*)

Convergência -1 ± 1 mm -1 ± 1 mm -1 ± 1 mm

(*) Com direção hidráulica

RODAS TRASEIRAS

Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex

Câmber -30’ ± 30’ -30’ ± 30’ 0’ ± 30’

Convergência 1,5 ± 1,5 mm -1,5 ± 1,5 mm 0 ± 0,5 mm


E

E-7
RODAS E PNEUS
Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex
5,0 x 13” 5,0 x 13”
Rodas (**) 5,5 x 14”
5,5 x 14” (*) 5,5 x 14” (*)

165/70R13 79T
165/70R13 79T 175/65R14 82T (*), ou
Pneus 175/70R14 88T
175/65R14 82T (*) 175/65R14 82H (*) (para algumas
unidades)

(*) Para algumas versões


(**) Para algumas versões o estepe é em chapa de aço.

Estabelecidas as dimensões prescritas, para a segurança da marcha, é indispensável que o veículo esteja equipado com
pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas.

ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara), não usar câmaras de ar. As rodas de liga leve são fixadas com
parafusos específicos incompatíveis com qualquer roda de aço estampado, exceto com a de reserva.

E-8
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão de alimentação: 12 volts.

BATERIA
Com negativo em massa.

Capacidades
Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex

Versão básica 50 Ah 50 Ah 50 Ah

Com
50 Ah 50 Ah 50 Ah
ar-condicionado

ALTERNADOR
Retificador e regulador de tensão eletrônico incorporado. Início da carga da bateria assim que o motor é ligado.
Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex

Corrente nominal 65 A 65 A 70 A
máxima fornecida 90 A (*) 90 A (*) 90 A (*)
E
(*) Com ar-condicionado

E-9
O alternador possui um regulador de tensão que incorpora a função de diagnóstico, ou seja, a lâmpada de recarga da
bateria permanece acesa até 2,5 segundos após a partida do veículo para leitura do sistema.
Se houver algum inconveniente permanente, a lâmpada continuará acesa. Neste caso, dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat.
Caso não haja nenhum inconveniente permanente no veículo a lâmpada apagará e, se a seguir, a chave de ignição for
colocada em Stop e novamente em marcha, a lâmpada de recarga da bateria não mais acenderá.

MOTOR DE PARTIDA

Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex

Potência fornecida 0,8 kw 0,8 kw 0,9 kw

Modificações ou consertos no sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as
características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio.

E-10
DESEMPENHO
Velocidades máximas admissíveis, com média carga e estrada plana (km/h).

Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex
Gasolina Etanol Gasolina Etanol Gasolina Etanol
1a marcha 34,5 34,5 34,5 34,5 32,4 32,4
2a marcha 65,9 65,9 65,9 65,9 61,9 61,9
3 marcha
a
97,1 97,1 97,1 97,1 95,9 95,9
4a marcha 127,6 127,6 127,6 127,6 134,6 134,6
5a marcha (*) 156,0 157,0 154,0 155,0 163,0 164,0
Em marcha a ré 39,3 39,3 37,2 37,2 33,2 33,2

Rampa máxima superável (*), em primeira marcha e com carga útil; estando o veículo já em movimento com o motor
em rotação de torque máximo.

Palio Fire Economy 1.0 8V Flex Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex

% (*) 33,6 33,6 33,0

(*) os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%, dependendo dos opcionais E
do veículo.

E-11
DIMENSÕES

4EN0467BR
(em mm - veículo vazio)

PALIO FIRE ECONOMY


1.0 8V FLEX
Volume do porta-malas (norma ISO
3832):
- em condições normais: 290,0 ᐉ
- ampliada, com carga rente aos
vidros laterais: 660,0 ᐉ

fig. 5

A B C D E F G H I

790 2373,0 664,0 3827,0 1433,0 1418,0 1378,0 1634,0 1906,0

E-12
SIENA FIRE 1.0 8V FLEX
Volume do porta-malas (norma ISO

4EN0444BR
3832):
- em condições normais: 500,0 ᐉ
- ampliada, com carga rente aos E

vidros laterais (banco totalmente


rebatido): 920,0 ᐉ
A B C F
D H
I

fig. 6

E
A B C D E F G H I
790,0 2373,0 972,0 4135,0 1425,0 1418,0 1378,0 1634,0 1906,0

Dimensões em mm.

E-13
STRADA

4EN0645BR
Pick-up (cabine curta)
Volume do porta-malas (norma ISO
3832):
- superfície: 2,4 m2.
- volume: 1.100 ᐉ.

fig. 7

A B C D E F G H I L M N
825,0 2718,0 901,0 4444,0 1525,0 1425,0 1390,0 1664,0 1960,0 1090,0 1350,0 1770,0

Dimensões em mm.

E-14
STRADA

4EN0646BR
Pick-up (cabine estendida)
Volume do porta-malas (norma ISO
3832):
- superfície: 2,0 m2.
- volume: 800,0 ᐉ.

fig. 8

A B C D E F G H I L M N E
825,0 2718,0 901,0 4444,0 1559,0 1425,0 1390,0 1664,0 1960,0 1090,0 1350,0 1472,0

Dimensões em mm.

E-15
PESOS
Pesos (kg) PALIO FIRE ECONOMY
1.0 8V FLEX
Strada Fire 1.4 8V Flex
Siena Fire
1.0 8V Flex Cabine
3 portas 5 portas Cabine curta
estendida

Peso do veículo em ordem de marcha


(com abastecimentos, roda de reserva, 920,0 940,0 1040,0 1031,0 1051,0
ferramentas e acessórios):

Capacidade útil incluindo o motorista: 400,0 400,0 400,0 705,0 685,0

Cargas máximas admitidas (*):


- eixo dianteiro 630,0 635,0 700,0 860,0 860,0
- eixo traseiro 690,0 705,0 740,0 1050,0 1050,0

Cargas rebocáveis:
400,0 400,0 400,0 400,0 400,0
- reboque sem freio
Carga máxima sobre o teto 50,0 50,0 50,0 - -

(*) Cargas que não devem ser superadas. É de responsabilidade do usuário, a colocação das bagagens no porta-malas e/
ou sobre a superfície de carga, respeitando as cargas máximas admitidas.

E-16
ABASTECIMENTOS
Palio Fire Economy Siena Fire Strada Fire
Produtos
1.0 8V Flex 1.0 8V Flex 1.4 8V Flex
homologados (*)
litros kg litros kg litros kg
Tanque de combustível: (*) 48 - 48 - 58 - Gasolina tipo C ou etanol etílico
Incluída uma reserva hidratado combustível em qualquer
aproximada de: 5,5 a 7,5 - 5,5 a 7,5 - 5,5 a 8,5 - proporção
Sistema de arrefecimento do motor: 50% de líquido de arrefecimento
- base 5,1 a 5,3 - 5,1 a 5,3 - 5,6 a 5,8 - (conforme especificação) + 50% de
- com aquecedor e/ou 5,3 a 5,4 - 5,3 a 5,4 - 5,8 a 5,9 - água pura
ar-condicionado
- SELÈNIA K PURE ENERGY 5W30
Cárter do motor e filtro: 2,7 2,3 2,7 2,3 2,7 2,3 (sintético)
Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 - 2,0 - 2,0 - TUTELA CAR EPYX
Direção hidráulica: 0,68 - 0,68 - 0,68 - TUTELA CAR GI/A
Junta homocinética e coifa: - 0,075 - 0,075 - 0,075 TUTELA MRM 2/L
Circuito dos freios hidráulicos 0,44 - 0,44 - 0,44 - TUTELA TOP 4/S
dianteiros e traseiros:

Circuito dos freios hidráulicos com 0,54 - 0,54 - 0,54 - TUTELA TOP 4/S
dispositivo antibloqueio ABS:
Reservatório do líquido dos lavado- 2,3 - 2,3 - 2,3 - Água pura (**)
res do para-brisa e do vidro traseiro:
Gasolina tipo C com teor de álcool
E
Reservatório de partida a frio 2,0 - 2,0 - 2,0 - etílico anidro conforme legislação
vigente
(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.
(**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do para-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa para-brisas ao líquido do reservatório
do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa para-brisas + 75% de água pura.

E-17
NOTAS SOBRE O USO DOS ADVERTÊNCIA: o uso de combus- De maneira indicativa, o consumo
PRODUTOS tíveis diferentes dos especificados máximo de óleo do motor, expresso em
poderá comprometer o desempe- ml a cada 1000 km, é o seguinte:
Óleo nho do veículo, bem como causar
danos aos componentes do sistema
Não completar o nível com óleos de de alimentação, e do próprio motor,
características diferentes das do óleo já ml a cada 1000 km
que não são cobertos pela garantia.
existente.
Palio Fire
Combustíveis CONSUMO DE ÓLEO DO MOTOR Economy 300
1.0 8V Flex
Os motores foram projetados para Devido à concepção dos motores a
utilizar gasolina do tipo “C” com teor combustão interna, para que haja uma Siena Fire
de álcool etílico anidro conforme legis- boa lubrificação, parte do óleo lubrifi- 1.0 8V Flex
300
lação vigente (PROGRAMA DE CON- cante é consumido durante o funciona-
TROLE DE POLUIÇÃO DO AR PARA mento do motor.
VEÍCULOS AUTOMOTORES e ANP). Strada Fire
1.4 8V Flex
400
Para as versões FLEX, foram projeta-
dos motores para utilizar gasolina tipo
C com teor de álcool etílico anidro ou
etanol etílico hidratado combustível em ADVERTÊNCIA: o consumo do
qualquer proporção. óleo do motor depende do modo
de dirigir e das condições de uso
do veículo.

E-18
CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES E DOS LÍQUIDOS

PRODUTOS UTILIZADOS E SUAS CARACTERÍSTICAS

Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos para


Tipo Aplicação
um correto funcionamento do veículo (*)

Lubrificantes para motores Lubrificante sintético (SAE 5W30) ou de base sintética


Cárter do motor
a gasolina/etanol (FLEX) (15W40) que atenda às normas API SL e FIAT 9.55535

Óleo 80W90 para caixa de mudanças e diferenciais. Aten- Caixa de mudanças e


de às especificações API GL-4, FIAT 9.55550 diferencial
Lubrificantes e graxas pa-
ra a transmissão do Óleo de tipo DEXRON II Direções hidráulicas
movimento
Graxa de bissulfeto de molibdênio à base de sabões de
Juntas homocinéticas e coifas
lítio, consistência N.L.G.I. = 2
Fluidos para freios Freios hidráulicos e comandos
Fluido sintético, classe DOT 4 SAE J 1703
hidráulicos hidráulicos da embreagem
Fluido concentrado para sistemas de arrefecimento a base
Protetor e anticongelante
de monoetilenoglicol e um pacote inibidor de corrosão
para sistema de Sistema de arrefecimento
de origem orgânica – OAT (Organic and Acid Tecnology).
arrefecimento
Mistura de 50 % com 50 % de água pura. E

(*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o fun-
cionamento do veículo.
A Fiat recomenda a utilização dos produtos homologados descritos na seção abastecimentos, neste capítulo.

E-19
PRESSÃO DOS PNEUS

PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS kgf/cm2 (lbf/pol2)


Com pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 em relação ao valor prescrito.

Palio Fire Economy Siena Fire 1.0 8V Flex Strada Fire 1.4 8V Flex
Com carga média
- dianteiro: 27 (1,9) 31 (2,2) 28 (2,0)
- traseiro: 27 (1,9) 31 (2,2) 28 (2,0)
Com carga completa
- dianteiro: 31 (2,2) 31 (2,2) 28 (2,0)
- traseiro: 31 (2,2) 34 (2,4) 43 (3,0)
Roda de reserva 31 (2,2) 34 (2,4) 43 (3,0)

Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.

E-20
ÍNDICE ALFABÉTICO Alinhamento das rodas ................ E-7 Caixa de mudanças e
Alternador ................................... E-9 diferencial ................................. E-5
Alto-falantes ..............................A-46 Calibragem dos pneus ............... E-20
Abastecimento................A-47, E-17 Amarração de objetos no Câmbio ....................................... B-3
Abertura de emergência da tampa do compartimento de bagagens ...A-37 Câmbio e diferencial ................... E-5
porta-malas .............................A-35 Ampliação do porta-malas ........A-36 Capô do motor ..........................A-39
Abertura e fechamento da tampa do Capota do compartimento
Ano de fabricação ....................... E-1
porta-malas .............................A-35 de carga ..................................A-33
ABS ...........................................A-41 Antipólen e carvão ativado-filtro de Características dos lubrificantes e dos
- cuidados ...............................A-41 ar-condicionado ..................... D-11 líquidos ................................... E-19
Acessórios comprados pelos Apoia-cabeças .............................A-4 Características técnicas ...................E
clientes.................................... B-14 Aquecimento .............................A-22 Carroceria ................................ D-18
Advertências gerais para utilização Ar-condicionado .......................A-23 Centrais eletrônicas .................. D-13
dos cintos de segurança ............A-8 Chassi.......................................... E-1
Ar-condicionado ...................... D-17
Airbag .......................................A-43 Chaves ........................................A-1
- descrição e funcionamento ...A-43 Arrefecimento.............................. E-4
- duplicação ..............................A-2
- lado do passageiro ................A-44 Autorrádio - predisposição ........A-46
Cintos de segurança ....................A-6
- desativação ...........................A-44
- traseiros ..................................A-7
Ajuste do cinto central ................A-8
Bancos .......................................A-3 Cinzeiro ....................................A-30
Alarme ......................................A-47
Bateria ..............A-51, D-5, D-12, E-9 Cobertura do porta-malas
Alavanca direita ........................A-26 - para remover ........................A-36
Alavanca esquerda ....................A-25 - recarga ..................................C-17
Code
Alavancas sob o volante ............A-25 Bem-vindo a bordo ........................ 2 - sistema de proteção do veículo.A-1
Alimentação e ignição................. E-4 Botões de comando no painel ...A-27 Code Card ...................................A-1
F
F-1
Código de carroceria ................... E-2 Considerações importantes ............. 4 Dirigir com segurança ................. B-4
Código dos motores .................... E-2 Consumo de óleo do motor....... E-18 Dirigir com segurança
Comandos do ar-condicionado .A-23 Contenção de gastos de utilização - antes de sair do veículo .......... B-4
Comandos no painel .................A-27 e poluição ambiental .............. B-10 - dirigir a noite .......................... B-5
Comandos para aquecimento e Controles freqüentes e antes de - Dirigir em estradas não
ventilação ...............................A-22 longas viagens ......................... B-14 pavimentadas ............................ B-7
Comandos para ventilação ........A-21 Conversor catalítico trivalente ...A-50 - dirigir com ABS....................... B-7
Combustíveis ............................. E-17 Corretor de frenagem - dirigir com chuva.................... B-6
eletrônico EBD ........................A-42
Como aquecer o motor ............... B-1 - dirigir em montanha ............... B-7
Como manter sempre eficientes os - dirigir na neblina .................... B-6
cintos de segurança.................A-10 Dados para identificação do - em viagem .............................. B-5
Como trocar um pneu .................C-2 veículo ...................................... E-1
Dispositivos para reduzir
Compartimento de carga ...........A-33 Desativação do airbag do lado do emissões..................................A-50
passageiro ...............................A-44
Compensação da inclinação dos Duplicação das chaves................A-2
faróis .......................................A-40 Desembaçamento rápido ..........A-22
Comutador de ignição .................A-3 Desembaçamento rápido ..........A-24
Condicionamento do ar.............A-23 Desempenho ............................. E-11 EBD - corretor de frenagem .....A-42
Destinação de baterias ..............A-51 Econômetro ...............................A-16
Conhecimento do veículo .............. A
Diferencial .................................. E-5 Em caso de acidente
Conjunto da luz interna .. A-29, C-13
- se houver feridos...................C-19
Conselho para transporte Difusores orientáveis e
reguláveis ................................A-21 Em emergência ............................... C
de carga ..................................A-37
Dimensões ................................ E-12 Embreagem ................................. E-5
Conselhos para a boa
conservação da carroceria ..... D-18 Direção ....................................... E-6 Engate para reboques ................ B-15
Conselhos úteis para prolongar a Dirigir com economia e respeitando o Equipamentos internos ..............A-28
duração da bateria ................. D-12 meio ambiente .......................... B-8 Esguichos ................................. D-16
F-2
Espelho retrovisor interno ............A-5 Hodômetro ..............................A-15 Limpeza dos bancos e das partes
Espelhos retrovisores externos .....A-6 de tecido ................................ D-21
Estacionamento ........................... B-2 Limpeza dos bancos em
Etiquetas de identificação ............ E-2 Ignição ................................A-3, E-4 veludo .................................... D-21

Inatividade do veículo ............... B-13 Líquido do sistema de


Extintor de incêndio ..........D-6, C-20
arrefecimento do motor............ D-8
Indicador de temperatura do
Líquido dos freios ..................... D-10
líquido de arrefecimento .........A-16
Faróis .......................................A-40 Líquido os lavadores do para-brisa e
- compensação da inclinação..A-40 Indicador do nível de do vidro traseiro ....................... D-9
combustível.............................A-15 Líquido para a direção
- regulagem do facho luminoso.A-40
Faróis de neblina ......A-19, A-27, C-9 Instalação do autorrádio ............A-46 hidráulica ................................. D-9
Ferramentas para troca de pneu ..C-2 Instalação do engate para Longa inatividade do veículo .... B-13
Filtro de ar.........................D-5, D-11 reboques ................................. B-15 Longas viagens .......................... B-14
- substituição ...........................D-11 Instrumentos de bordo...............A-15 Lubrificação ................................ E-4
Filtro de combustível .................. D-6 Interior do veículo .................... D-21 Luz externa - se apagar ...............C-6
Freio ABS ..................................A-41 Luzes-espia e sinalizações .........A-17
Freio de mão ........................ B-3, E-6 - Avaria das luzes externas ......A-19
Freios .......................................... E-6 Lâmpadas ...................................C-6 - Avaria do airbag....................A-18
Freios de serviço ......................... E-6 Levantadores dos vidros das - Avaria do sistema de injeção A-17
Funcionamento do Fiat Code ......A-2 portas ......................................A-32 - Desativação airbag lado do
Fusíveis .....................................C-14 Limitadores de carga .................A-12 passageiro ...............................A-19
- central...................................C-14 Limpador /lavador do vidro - Faróis altos............................A-19
- posições ................................C-14 traseiro ....................................A-26 - Fiat Code .............................A-19
- substituição ...........................C-16 Limpadores do para-brisa e do - Fluído dos freios insuficiente A-18
- vão motor .............................C-16 vidro traseiro .......................... D-16 - Freio de mão acionado .........A-18
F
F-3
- Indicador de direção .............A-19 Para desligar o motor .................. B-2 Pré-tensionadores ......................A-11
- Insuficiente carga da bateria .A-17 Para remover a cobertura do Produtos utilizados e suas
- Insuficiente pressão do óleo do porta-malas .............................A-36 características.......................... E-19
motor ......................................A-17 Pára-sóis ....................................A-30 Proteção contra agentes
- Luzes externas ......................A-19 Partes de plástico internas ........ D-21 atmosféricos ........................... D-18
- Reservatório de partida a frio ..A-19 Partida com bateria auxiliarC-1, C-17 Proteção do meio ambiente ......A-50
- Sistema antitravamento das Partida com manobras por inércia .C-1 Proteção dos dispositivos que
rodas - ABS .............................A-18
Partida com o motor quente ........ B-2 reduzem as emissões................. B-8
- Vidro térmico traseiro ...........A-19
Partida do motor ......................... B-1
Pesos ......................................... E-16 Quadro de instrumentos ..........A-14
Manutenção do veículo ...............D Plano de manutenção
Manutenção programada ........... D-1 programada .............................. D-2
Modo de dirigir ......................... B-11 Pneus ........................................ B-11 Reboques
Motor .......................................... E-3 -se furar .....................................C-2 - instalação.............................. B-15
Motor de partida ....................... E-10 Porta-luvas ................................A-28 Recarga da bateria.....................C-17
Porta-malas ...............................A-35 Recirculação .............................A-24
No posto de abastecimento .....A-47 Portas ........................................A-31 Regulagem da altura dos cintos de
Portas laterais ............................A-31 segurança ..................................A-7
Predisposição para alarme.........A-47 Regulagem do facho luminoso dos
OBD ........................................ B-10 faróis .......................................A-40
Predisposição para instalação do
Óleo do motor .................. D-7, E-18 Regulagens personalizadas ..........A-3
autorrádio ...............................A-46
Pressão de calibragem dos Relação de transmissão do
Painel de instrumentos ............A-13 pneus ...................................... E-20 câmbio ...................................... E-5
Palhetas dos limpadores ........... D-16 Pressão dos pneus ........... D-14, E-20 Reservatório de combustível......A-48
F-4
Reservatório de gasolina para - ventilação .............................A-20 - lanternas traseiras ...................C-9
partida a frio ............................ D-9 Sistema de som .........................A-47 - luz de freio ...........................C-12
Rodas e pneus ................... D-14, E-8 Sistema elétrico ........................... E-9 - luz de placa .......................... C-11
Ruídos veiculares ......................A-51 Sistema Fiat Code ........................A-1 - luzes de posição .....................C-9
Sistema OBD ............................. B-10 - Setas dianteiras .......................C-9
Se apagar uma luz externa.........C-6 Sonda lambda ...........................A-50 Tubulações de borracha ........... D-15
Se apagar uma luz interna .........C-13 Substituição fora do plano.......... D-4
Se descarregar a bateria ............C-17 Suspensões .................................. E-6
Uso correto do veículo ................. B
Se furar um pneu .........................C-2
Uso de materiais não nocivos ao
Se precisar levantar o veículo....C-17 Tampa do reservatório de meio ambiente ........................A-50
- com elevador ........................C-18 combustível.............................A-48 Uso do câmbio............................ B-3
- com macaco .........................C-17 Tapetes e partes de borracha .... D-21 Utilização dos cintos de
Se precisar rebocar o veículo ....C-18 Telecomando ..............................A-1 segurança ..................................A-7
Se queimar um fusível ...............C-14 Telefones celulares .................... B-14
Serviços adicionais ..................... D-4 Tipo e número do chassi ............. E-1
Simbologia ..................................... 5 Tipos de lâmpadas ......................C-6
Velas ...................................... D-13
Símbolos de advertência ................ 6 Velocidade para troca de
Tomada de corrente ..................A-29
marchas .................................... B-4
Símbolos de obrigação ................... 6 Transmissão................................. E-5
Velocímetro...............................A-15
Símbolos de perigo......................... 5 Transporte de crianças em
segurança ................................A-10 Ventilação .................................A-23
Símbolos de proibição.................... 5
Símbolos para uma direção Travamento elétrico das portas ..A-31 Verificação dos níveis ................ D-7
correta.......................................... 3 Troca de lâmpadas Versões flex ...............................A-49
Sistema antievaporação .............A-51 - farol alto .................................C-8 Vidro traseiro corrediço .............A-30
Sistema de aquecimento - farol baixo ..............................C-8
F
F-5
NOTAS

F-6
NOTAS

F
F-7
NOTAS

F-8
NOTAS

F
F-9
NOTAS

F-10
Em caso de troca de propriedade do veículo é indispensável que o novo proprietário tenha conhecimento das modalidades
de utilização e das advertências descritas nesta publicação, e que lhe seja entregue o presente manual de uso e manutenção.

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