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Instituto de Educação Superior de Brasília Departamento de Engenharia Civil Construção Civil I Aula 11

Instituto de Educação Superior de Brasília

Departamento de Engenharia Civil Construção Civil I

Aula 11 Alvenaria

Prof. Vamberto Machado

Vedação vertical
Vedação vertical
Vedação vertical É um subsistema do Edifício, constituído pelos elementos que compartimentam e definem os ambientes

É um subsistema do Edifício, constituído pelos elementos que compartimentam e definem os ambientes internos

limitando VERTICALMENTE o edifício além de

controlar a passagem de agentes indesejáveis. Podem se INTERNAS ou EXTERNAS

FUNÇÕES

PRINCIPAL:

Criar, junto com as esquadrias e os revestimentos as devidas CONDIÇÕES DE HABITABILIDADE DA EDIFICAÇÃO protegendo-a do (frio, calor, sol, chuva,

vento, umidade, intrusos).

ACESSÓRIA:

Servir de suporte para os sistemas prediais e

de proteção, quando os mesmos forem embutidos.

FUNÇÃO DE HABITAÇÃO E PROTEÇÃO

FUNÇÃO DE HABITAÇÃO E PROTEÇÃO Pavimentos vedados verticalmente e não vedados

Pavimentos vedados verticalmente e não vedados

FUNÇÃO DE SUPORTE E PROTEÇÃO

FUNÇÃO DE SUPORTE E PROTEÇÃO Embutimento dos ramais de AF e AQ na parede vedação de

Embutimento dos ramais de AF e AQ

na parede vedação de um banheiro.

E PROTEÇÃO Embutimento dos ramais de AF e AQ na parede vedação de um banheiro. Prumada

Prumada a ser embutida na alvenaria

ELEMENTOS CONSTITUINTES
ELEMENTOS CONSTITUINTES

VEDO

É o elemento que caracteriza a vedação vertical (Alvenaria).

ESQUADRIA

Permite o controle de acesso aos ambiente.

REVESTIMENTO

É o elemento que possibilita o acabamento decorativo da

vedação (pode incluir o “sistema de pintura”).

TIPOS DE VEDAÇÕES VERTICIAS MAIS

EMPREGADOS

Alvenaria de bloco (cerâmico e concreto); Painéis (gesso acartonado, pré-moldados); Paredes de concreto moldada in loco; Esquadrias Revestimentos

ALVENARIAS
ALVENARIAS

BLOCO CERÂMICO:

ALVENARIAS BLOCO CERÂMICO : BLOCO DE CONCRETO :

BLOCO DE CONCRETO:

ALVENARIAS BLOCO CERÂMICO : BLOCO DE CONCRETO :
PAINÉIS
PAINÉIS

GESSO ACARTONADO:

CONCRETO:

PAINÉIS GESSO ACARTONADO: CONCRETO:
PAINÉIS GESSO ACARTONADO: CONCRETO:

ESQUADRIAS

JANELAS:

ESQUADRIAS JANELAS: PORTAS:
ESQUADRIAS JANELAS: PORTAS:

PORTAS:

ESQUADRIAS JANELAS: PORTAS:
ESQUADRIAS JANELAS: PORTAS:

REVESTIMENTO VERTICAL

CERÂMICA

REVESTIMENTO VERTICAL CERÂMICA PINTURA:
REVESTIMENTO VERTICAL CERÂMICA PINTURA:

PINTURA:

REVESTIMENTO VERTICAL CERÂMICA PINTURA:
REVESTIMENTO VERTICAL CERÂMICA PINTURA:

IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DAS VEDAÇÕES

VERTICAIS

No orçamento de um edifício convencional a

parcela de custos das vedações verticais (vedo + esquadrias + revestimento) corresponde a

aproximadamente 20% do custo total da obra.

Por isso, o mesmo requer racionalização.

Apenas o vedo (Alvenaria) representa de 4 a 6% do custo total da obra.

PORQUE RACIONALIZAR

ESSA ETAPA?

Representam um dos

maiores volumes de materiais e serviços do canteiro;

Definem uma parte

importante

da

seqüência executiva da

obra;

Libera

frente

de

execução

serviços.

de

diversos

da seqüência executiva da obra; • Libera frente de execução serviços. de diversos

PORQUE RACIONALIZAR?

LEMBRAR QUE:

Concentra o maior desperdício de materiais e

mão de obra:

Argamassa + Bloco (Alvenaria);

Resíduo que sai;

Resíduo que fica.

PORQUE RACIONALIZAR?

PORQUE RACIONALIZAR? FALTA DE PLANEJAMENTO!
PORQUE RACIONALIZAR? FALTA DE PLANEJAMENTO!

FALTA DE PLANEJAMENTO!

PORQUE RACIONALIZAR?

EXEMPLOS CLAROS DE DESPERDÍCIO!

PORQUE RACIONALIZAR? EXEMPLOS CLAROS DE DESPERDÍCIO!
PORQUE RACIONALIZAR? EXEMPLOS CLAROS DE DESPERDÍCIO!

O EFEITO DA RACIONALIZAÇÃO

O EFEITO DA RACIONALIZAÇÃO Em obra racionalizada a coisa muda de figura!
O EFEITO DA RACIONALIZAÇÃO Em obra racionalizada a coisa muda de figura!
O EFEITO DA RACIONALIZAÇÃO Em obra racionalizada a coisa muda de figura!

Em obra racionalizada a coisa muda de figura!

O EFEITO DA RACIONALIZAÇÃO

SISTEMAS DE QUALIDADE

Procedimentos claros de execução:

Materiais a serem aplicados;

Quem executa;

Quem são os responsáveis pela produção;

Serviços anteriores executados.

INTERFACES DAS VEDAÇÕES

(Importância Econômica)

Possui interfaces com vários subsistemas:

Estruturas;

Instalações elétricas e hidráulicas;

Impermeabilizações.

VEDAÇÕES VERTICAIS

(Desempenho)

Não é só importância econômica!!!

É fundamental para o desempenho do edifícil

• É fundamental para o desempenho do edifícil Propriedades e características que o capacitem a cumprir
Propriedades e características que o capacitem a cumprir suas funções durante o tempo de vida
Propriedades e características que o
capacitem a cumprir suas funções
durante o tempo de vida útil

VEDAÇÃO E O DESEMPENHO

DO EDIFÍCIO

Estanquidade à água e

controle da passagem de ar;

Proteção e resistência contra a ação do fogo;

Controle de iluminação (natural e artificial)

Controle de raios visuais

(Privacidade)

Padrões Estéticos

Facilidade de limpeza e

higienização

VEDAÇÃO E O DESEMPENHO

DO EDIFÍCIO

A vedação vertical contribui decisivamente para o desempenho do edifício.

DESEMPENHO TÉRMICO (Isolamento)

DESEMPENHO ACÚSTICO (Isolamento)

DESEMPENHO ESTRUTURAL (Estabilidade, resistência mecânica, capacidade de absorver

deformação)

VEDAÇÕES VERTICAIS

(Classificação)

QUANTO A POSIÇÃO

QUANTO A DENSIDADE

(Classificação) QUANTO A POSIÇÃO QUANTO A DENSIDADE Externa Interna QUANTO A TÉCNICA DE EXECUÇÃO Por
(Classificação) QUANTO A POSIÇÃO QUANTO A DENSIDADE Externa Interna QUANTO A TÉCNICA DE EXECUÇÃO Por

Externa

Interna

Externa Interna QUANTO A TÉCNICA DE EXECUÇÃO Por Conformação Por acoplamento a seco Leves Autoportante

QUANTO A TÉCNICA DE EXECUÇÃO

Por Conformação
Por Conformação
Por acoplamento a seco
Por acoplamento a
seco

Leves

QUANTO A TÉCNICA DE EXECUÇÃO Por Conformação Por acoplamento a seco Leves Autoportante Pesadas Estruturada

Autoportante

QUANTO A TÉCNICA DE EXECUÇÃO Por Conformação Por acoplamento a seco Leves Autoportante Pesadas Estruturada

Pesadas

Estruturada

QUANTO A TÉCNICA DE EXECUÇÃO Por Conformação Por acoplamento a seco Leves Autoportante Pesadas Estruturada

QUANTO A ESTRUTURAÇÃO

Conformação Por acoplamento a seco Leves Autoportante Pesadas Estruturada QUANTO A ESTRUTURAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a posição)

EXTERNA:

É a vedação envoltória do

edifício onde uma das faces

está em contato com o meio ambiente (externa ao edifício).

IMAGEM:

envoltória do edifício onde uma das faces está em contato com o meio ambiente (externa ao
envoltória do edifício onde uma das faces está em contato com o meio ambiente (externa ao

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a posição)

INTERNA:

COMPARTIMENTAÇÃO:

Divisão interna à uma unidade

do edifício.

SEPARAÇÃO:

Divisão entre unidades ou

entre unidades e área comum do edifício.

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a posição)

EXTERNAS

CLASSIFICAÇÃO (Quanto a posição) EXTERNAS INTERNAS DE SEPARAÇÃO INTERNAS DE COMPARTIMENTAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO (Quanto a posição) EXTERNAS INTERNAS DE SEPARAÇÃO INTERNAS DE COMPARTIMENTAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO (Quanto a posição) EXTERNAS INTERNAS DE SEPARAÇÃO INTERNAS DE COMPARTIMENTAÇÃO
INTERNAS DE SEPARAÇÃO
INTERNAS DE SEPARAÇÃO

INTERNAS DE COMPARTIMENTAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a execução)

POR CONFORMAÇÃO:

Vedos

por

moldagem e úmido no local e, para isso, emprega materiais com plasticidade obtida pela adição de água.

obtidos

IMAGEM:

Alvenaria de blocos de concreto comum
Alvenaria de blocos
de concreto comum

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a execução)

POR CONFORMAÇÃO:

CLASSIFICAÇÃO (Quanto a execução) POR CONFORMAÇÃO: Alvenaria de bloco de concreto celular Alvenaria de bloco

Alvenaria de bloco de concreto celular

(Quanto a execução) POR CONFORMAÇÃO: Alvenaria de bloco de concreto celular Alvenaria de bloco cerâmico

Alvenaria de bloco cerâmico

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a execução)

POR ACOPLAMENTO A SECO:

Vedações

obtidas

por

montagem

através

de

dispositivos (pregos, parafusos, rebites, cunhas,

etc.)

Técnica conhecida como Dry

Construction (Não emprega materiais obtidos com

adição de água)

IMAGEM:

etc.) • Técnica conhecida como Dry Construction (Não emprega materiais obtidos com adição de água) IMAGEM:
etc.) • Técnica conhecida como Dry Construction (Não emprega materiais obtidos com adição de água) IMAGEM:

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a Estruturação)

AUTOPORTANTE:

Não possuem estrutura

complementar. A vedação

se sustenta.

IMAGEM:

(Quanto a Estruturação) AUTOPORTANTE: • Não possuem estrutura complementar. A vedação se sustenta. IMAGEM:

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a Estruturação)

ESTRUTURADA:

Possui

reticular para suporte dos

componentes de vedação.

estrutura

uma

IMAGEM:

a Estruturação) ESTRUTURADA: • Possui reticular para suporte dos componentes de vedação. estrutura uma IMAGEM:

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a Densidade)

LEVE:

Vedação de baixa densidade

superficial O limite

convencionado é em torno de 60kg/m2 (NBR 11685) a 100kg/m2. Não tem função

estrutural.

PESADA:

densidade

superior ao limite

convencionado. Podem ou não ter função estrutural.

Vedação

com

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a Densidade)

LEVE:

Esquadria de Vidro

CLASSIFICAÇÃO (Quanto a Densidade) LEVE: • Esquadria de Vidro • F a c h a d

Fachada Cortina

CLASSIFICAÇÃO (Quanto a Densidade) LEVE: • Esquadria de Vidro • F a c h a d

CLASSIFICAÇÃO

(Quanto a Densidade)

PESADA:

Painéis de Concreto

CLASSIFICAÇÃO (Quanto a Densidade) PESADA: Painéis de Concreto
CLASSIFICAÇÃO (Quanto a Densidade) PESADA: Painéis de Concreto

VEDAÇÕES VERTICAIS

PAREDES:

VEDAÇÕES VERTICAIS PAREDES: DIVISÓRIA:

DIVISÓRIA:

VEDAÇÕES VERTICAIS PAREDES: DIVISÓRIA:

VEDAÇÕES VERTICAIS

PAREDES:

Tipo de vedação mais comum; Se auto-suporta;

Monolítico;

Moldado no local;

Definitivo;

Pode ser exterior ou interior.

VEDAÇÕES VERTICAIS

AS PAREDES PODEM SER:

Maciças

VEDAÇÕES VERTICAIS AS PAREDES PODEM SER :  Maciças T a i p a Concreto Maciço

Taipa

VEDAÇÕES VERTICAIS AS PAREDES PODEM SER :  Maciças T a i p a Concreto Maciço

Concreto Maciço

VEDAÇÕES VERTICAIS

AS PAREDES PODEM SER AINDA:

Alvenaria:

Bloco de concreto;

Bloco cerâmico;

Bloco sílico-calcário;

Bloco de solo-cimento;

Bloco de concreto celular;

Bloco de Gesso.

VEDAÇÕES VERTICAIS

(Alvenaria)

VEDAÇÕES VERTICAIS (Alvenaria) C e r â m i c o Concreto celular Concreto Simples S

Cerâmico

VEDAÇÕES VERTICAIS (Alvenaria) C e r â m i c o Concreto celular Concreto Simples S

Concreto celular

(Alvenaria) C e r â m i c o Concreto celular Concreto Simples S í l

Concreto Simples

C e r â m i c o Concreto celular Concreto Simples S í l i

Sílico-calcário

â m i c o Concreto celular Concreto Simples S í l i c o -

Solo cimento

â m i c o Concreto celular Concreto Simples S í l i c o -

Gesso

VEDAÇÕES VERTICAIS

DIVISÓRIA:

Interior ao edifício;

Função de dividir em ambientes

Geralmente leve;

Pode ser removido com mais facilidade

VEDAÇÕES VERTICAIS

(Divisórias)

VEDAÇÕES VERTICAIS (Divisórias) Gesso acartonado Compensado iscas de madeira Convencional - MDF Vidro

Gesso acartonado

VEDAÇÕES VERTICAIS (Divisórias) Gesso acartonado Compensado iscas de madeira Convencional - MDF Vidro

Compensado iscas de madeira

VEDAÇÕES VERTICAIS (Divisórias) Gesso acartonado Compensado iscas de madeira Convencional - MDF Vidro

Convencional - MDF

VEDAÇÕES VERTICAIS (Divisórias) Gesso acartonado Compensado iscas de madeira Convencional - MDF Vidro

Vidro

ALVENARIA

NA ETAPA DE MARCAÇÃO O PROFISSIONAL ASSENTA OS PRIMEIROS BLOCOS DE ALVENARIA, POSICIONANDO-OS DE FORMA AMARRADA E FAZENDO COM QUE HAJA ESQUADRO NAS ARESTAS, FORMANDO ASSIM UM ÂNGULO EXATO DE 90 GRAUS. O ALINHAMENTO É POSSIVEL PELA LINHA DO PEDREIRO QUE DETERMINA ONDE O PRÓXIMO BLOCO SERÁ ASSENTADO SEGUINDO A LINHA

PUXADA PELO PROFISSIONAL.

PELA LINHA DO PEDREIRO QUE DETERMINA ONDE O PRÓXIMO BLOCO SERÁ ASSENTADO SEGUINDO A LINHA PUXADA
B) PRIMEIRA FIADA
B) PRIMEIRA FIADA

ALVENARIA

APÓS ASSENTAR TODAS OS BLOCOS DA PRIMEIRA FILEIRA DE BLOCOS, DIZEMOS PORTANTO QUE A PRIMEIRA FIADA ESTÁ PRONTA, APÓS GARANTIR OS ÂNGULOS RETOS NAS ARESTAS DE CADA CÔMODO PROSSEGUIMOS COM A ETAPA DE LEVANTE.

FIADA ESTÁ PRONTA, APÓS GARANTIR OS ÂNGULOS RETOS NAS ARESTAS DE CADA CÔMODO PROSSEGUIMOS COM A

ALVENARIA

C) LEVANTE

ALVENARIA C) LEVANTE

ALVENARIA

ESTA ETAPA É A QUE DARÁ UMA IMPRESSÃO BOA OU RUIM DA ALVENARIA ESTRUTURAL REALIZADA, DEPENDENDO DO ACABAMENTO FEITO NA FACE DOS BLOCOS COM UMA CAMURÇA POR EXEMPLO, DEIXANDO A SUPERFICIE DA ALVENARIA LISA E COM ASPECTO LIMPO, COMO VEMOS NA FOTO ABAIXO.

COM UMA CAMURÇA POR EXEMPLO, DEIXANDO A SUPERFICIE DA ALVENARIA LISA E COM ASPECTO LIMPO, COMO

ALVENARIA

ALVENARIA

ALVENARIA

A LINHA DO PROFISSIONAL AUXILIA EM TODAS AS FIADAS ASSENTADAS NAS ETAPAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL.

ALVENARIA A LINHA DO PROFISSIONAL AUXILIA EM TODAS AS FIADAS ASSENTADAS NAS ETAPAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL.

ALVENARIA

O SERVENTE DE OBRA TEM COMO FUNÇÃO PRINCIPAL NÃO DEIXAR FALTAR MASSA OU QUALQUER TIPO DE MATERIAL PARA O PROFISSIONAL NÃO INTERROMPER SUA TAREFA DE ASSENTAMENTO DE BLOCO ESTRUTURAL, ASSIM COMO VEMOS NA FOTO ABAIXO.

PARA O PROFISSIONAL NÃO INTERROMPER SUA TAREFA DE ASSENTAMENTO DE BLOCO ESTRUTURAL, ASSIM COMO VEMOS NA
PARA O PROFISSIONAL NÃO INTERROMPER SUA TAREFA DE ASSENTAMENTO DE BLOCO ESTRUTURAL, ASSIM COMO VEMOS NA

ALVENARIA

D) BLOCO CALHA
D) BLOCO CALHA
ALVENARIA D) BLOCO CALHA

ALVENARIA

O BLOCO CALHA NA IMAGEM ABAIXO ESTÁ POSICIONADO JUSTAMENTE NO VÃO, FUNCIONANDO COMO UMA VIGA AMARRANDO OS DOIS LADOS DA ALVENARIA, E DANDO MAIS RIGIDEZ Á ESTRUTURA, NA FIADA ACIMA TEMOS A FIADA UNIFORME DE BLOCO CALHA.

OS DOIS LADOS DA ALVENARIA, E DANDO MAIS RIGIDEZ Á ESTRUTURA, NA FIADA ACIMA TEMOS A

ALVENARIA

A ÚLTIMA FIADA DA ALVENARIA ESTRUTURAL NA IMAGEM ABAIXO É COMPOSTA SOMENTE POR BLOCOS CALHA QUE APÓS A INTRODUÇÃO DOS VERGALHÕES NO INTERIOR DESSES BLOCOS CALHA SERVINDO COMO UMA AMARRAÇÃO PARA OS MESMOS, SÃO CONCRETADOS COMO VEREMOS Á SEGUIR.

NO INTERIOR DESSES BLOCOS CALHA SERVINDO COMO UMA AMARRAÇÃO PARA OS MESMOS, SÃO CONCRETADOS COMO VEREMOS

Alvenaria de vedação:

pode ser definida como a alvenaria dimensionada

para resistir apenas ao seu próprio peso.

Alvenaria de vedação:  pode ser definida como a alvenaria dimensionada para resistir apenas ao seu
Alvenaria de vedação:  pode ser definida como a alvenaria dimensionada para resistir apenas ao seu

Vedação vertical:

Funções:

definir compartimentos;

definir espaços verticais dos ambientes internos, controlar a ação de agentes indesejáveis (calor, frio, sol, chuva, ruídos) ; serve de suporte e proteção para as instalações

do edifício (embutidos).

criar condições de habitabilidade.

Importância Econômica da Vedação vertical:

Corresponde, em custo, de 3% a 6% de todo do

edifício.

Levando em conta as demais interfaces (tipo de

bloco + esquadrias + revestimento) este custo passa

para mais de 20% do custo total do edifício.

(Barros,1998)

Importância Econômica da Vedação vertical:

Nas vedações verticais se observam os maiores

índices de desperdício de materiais e mão-de-obra,

e também, os maiores índices de patologias

(fissuração, expansão, umidade, descolamento de revestimento) ,

sendo esses minorados com o desenvolvimento do

projeto.

determinam grande parte do desempenho do edifício como um todo, por serem

responsáveis pelos aspectos relativos à

habitabilidade tais como: conforto acústico e térmico, higiene, saúde, segurança de

utilização, durabilidade;

Definem uma parte importante da sequência executiva da obra (caminho crítico).

Técnicas de execução da alvenaria necessidade :

buscar a otimização das atividades de modo a

que se tenha maior produtividade,

eliminação de desperdícios de materiais

e boa qualidade dos serviços executados.

Técnica de Execução:

por conformação: são as vedações verticais

moldadas ou elevadas no próprio local, com o

emprego de materiais com plasticidade obtida pela

adição de água, denominada usualmente de construção úmida” ou “wet construction”.

Ex.: vedações em alvenaria ou de painéis moldados no local.

Respeitar

recomendados:

concretagem do pavimento executada há pelo menos

mínimos

de

produção

da

prazos

estrutura

45 dias;

retirada total do escoramento da laje do pavimento há

pelo menos 15 dias;

ter sido retirado completamente o escoramento da laje do pavimento superior.

completamente o escoramento da laje do pavimento superior. objetivo permitir que tenha ocorrido uma parcela

objetivo permitir que tenha ocorrido uma parcela significativa das deformações da estrutura, minimizando o seu efeito na

alvenaria (projetada apenas como vedação).

Etapas de Execução da alvenaria de vedação:

1.

levantamento das características de execução da alvenaria

2.

demarcação da alvenaria

3.

elevação da alvenaria

4.

fixação da alvenaria

1. Levantamento das características de

execução da alvenaria

1. Limpeza das estruturas e

2 .detectar grandes falhas que possam determinar

alterações não só na alvenaria a ser executada como

na própria estrutura (corrigir erros estruturais).

Pilares fora do prumo

nivelamento na laje

ligação alvenaria-concreto jateados com água (remover a poeira e resíduos de desmoldante) Retirado de poeira

ligação alvenaria-concreto jateados com água (remover a poeira e resíduos de desmoldante)

jateados com água (remover a poeira e resíduos de desmoldante) Retirado de poeira da laje e

Retirado de poeira da laje e demais entulhos ou sujeira

Nivelamento da laje: identificados pontos com desnivelamento superior a 2 cm em relação ao projeto,
Nivelamento da laje: identificados pontos com desnivelamento superior a 2 cm em relação ao projeto,

Nivelamento da laje:

identificados pontos com desnivelamento superior a 2 cm em relação ao projeto, será preciso corrigir esses pontos.

Depressão: aplicar camada de argamassa, um dia antes do assentamento dos

blocos

Saliência: deve ser removida.

Medidas gerais e de segurança

Medidas de proteção de segurança (EPIS);

Instalação no andar de guarda-corpos e bandejas de proteção;

• Medidas de proteção de segurança (EPIS); • Instalação no andar de guarda-corpos e bandejas de
• Medidas de proteção de segurança (EPIS); • Instalação no andar de guarda-corpos e bandejas de

1.4. Medidas gerais e de segurança

1.4. Medidas gerais e de segurança B a n d e j a p r i
1.4. Medidas gerais e de segurança B a n d e j a p r i

Bandeja primária

Bandeja secundária

Ver aula anterior (Profa Renata)

Vista das bandejas primária e secundária

Chumbamento ganchos

metálicos estrutura
metálicos estrutura

Ver aula anterior (Profa Renata)

2. Demarcação da alvenaria

assentamento da primeira fiada.

referência o seu projeto arquitetura ou alvenaria,

eficiente demarcação pode levar a grandes

economias nas atividades da execução dos

revestimentos.

Preparar a estrutura para receber a alvenaria superfície mais propícia à aderência

receber a alvenaria superfície mais propícia à aderência chapiscamento de todas as partes de vigas, pilares

chapiscamento de todas as partes de vigas, pilares e lajes às quais a alvenaria estará em contato.

Chapisco aplicado pelo menos três dias antes do início

da produção da alvenaria

três dias antes do início da produção da alvenaria  maior resistência de aderência  controle

maior resistência de aderência

controle de produção (chapisco aplicado não deverá se soltar).

Chapisco com argamassa de cimento e areia

com traço 1:4, volume, sendo aplicado

convencionalmente (atirado energicamente contra a estrutura).

(elevado desperdício)

1:4, volume, sendo aplicado convencionalmente ( atirado energicamente contra a estrutura ). ( elevado desperdício )

Chapisco Rolado empregando-se, neste caso, a argamassa com traço 1:4 em volume de cimento

e areia, aditivada com resina .

Aplicação em duas a três demãos, aspecto final seja camada com

espessura em torno de 5mm e

altamente rugosa.

resina . Aplicação em duas a três demãos, aspecto final seja camada com espessura em torno
Aplicação de "chapisco rolado".

Aplicação de "chapisco rolado".

Argamassa colante, aplicada com desempenadeira dentada.

aumento na produtividade da mão-de-obra um reduzido desperdício de materiais

na maioria dos casos, o custo mais elevado

da argamassa industrializada

 um reduzido desperdício de materiais  na maioria dos casos, o custo mais elevado da

Escantilhão ou cantilhão: régua marcada com a

altura de cada fiada para assegurar o prumo e a horizontabilidade.

Define altura ou espessuras das fiadas

marcada com a altura de cada fiada para assegurar o prumo e a horizontabilidade. Define altura
Use como referência para a demarcação o próprio bloco a ser usado.

Use como referência para a demarcação o próprio bloco a ser usado.

fiada de demarcação, poderá ser de 10 a 30mm, a fim de que se possam

fiada de demarcação, poderá ser de

10 a 30mm, a fim de que se possam absorver irregularidades da laje, menores que 2 cm.

fiada de demarcação, poderá ser de 10 a 30mm, a fim de que se possam absorver
Antes do início do assentamento da fiada de demarcação é recomendado que se faça a

Antes do início do assentamento da fiada de demarcação é recomendado

que se faça a verificação da distribuição dos blocos nesta fiada.

blocos da extremidade deverão ser fixados,

passa-se uma linha unindo suas faces externas,

determinando o alinhamento daquela primeira fiada

garantir o nível e o alinhamento dos componentes (nível, prumo e linha)

e o alinhamento dos componentes (nível, prumo e linha) O correto posicionamento da primeira fiada facilita

O correto posicionamento da primeira fiada

facilita a execução de todo o pano de alvenaria.

prumo : o menor consumo possível de material de

revestimento, tanto na fachada, como internamente

assentamento dos blocos junto aos pilares, com junta preenchida.

assentamento dos blocos junto aos pilares, com junta preenchida.

junta vertical preenchida, para se garantir maior resistência a choques e permitir melhor distribuição de

junta vertical preenchida, para se garantir maior resistência a choques e permitir melhor distribuição de

esforços entre a estrutura e a alvenaria.

ç

ç IPT

IPT

Exemplo de marcação com bloco cerâmico

1. .
1.
.

Aspecto do lançamento dos blocos para verificação da distribuição dos mesmos e definição da largura das juntas verticais

dos mesmos e definição da largura das juntas verticais ). Assentamento dos blocos na extremidade e

).

Assentamento dos blocos na extremidade e colocação das linhas nas suas faces; os blocos em contato com os pilares devem ter encabeçamento totalmente preenchido.

Aspecto do encabeçamento de um bloco de

extremidade e da junção com o pilar.

2.1. Marcação: início

No caso de estruturas convencionais de concreto armado, recomenda-se iniciar os serviços de alvenaria no mínimo após 28 dias da concretagem do respectivo pavimento, após completa retirada das escoras desse pavimento e sem que sobre ele estejam atuando cargas do pavimento superior.

após completa retirada das escoras desse pavimento e sem que sobre ele estejam atuando cargas do
após completa retirada das escoras desse pavimento e sem que sobre ele estejam atuando cargas do
após completa retirada das escoras desse pavimento e sem que sobre ele estejam atuando cargas do

Métodos de assentamento de argamassa

Cheia

(convencional)

Métodos de assentamento de argamassa Cheia (convencional) Espalhamento da argamassa com colher e pressão do tijolo

Espalhamento da argamassa com colher e pressão do tijolo ou bloco,

conferindo o alinhamento

e o prumo

Por cordões (racionalizado)

ou bloco, conferindo o alinhamento e o prumo Por cordões (racionalizado) Espalhamento formando dois cordões de

Espalhamento formando dois cordões de argamassa

2.2. Elevação

Procedimentos

Alinhamento na direção horizontal da fiada de locação

Para o assentamento da segunda fiada e das demais,

recomenda-se a utilização de escantilhão, a partir do qual são esticadas linha de náilon entre as galgas por ele

definidas

Com o alinhamento definido, são assentados todos os componentes da fiada, passando-se pela fiada seguinte

até que se atinja uma abertura ou a ultima fiada da

alvenaria, nos casos de paredes sem abertura

3. ELEVAÇÃO DA ALVENARIA

evitar muita perturbação durante o seu posicionamento a fim de se evitar a perda da

aderência entre o bloco e a argamassa de

assentamento.

união com os pilares e alvenaria: primeira junta

vertical preenchida.

verificação do nivelamento da fiada empregados e régua com nível de bolha.

verificação do nivelamento da fiada empregados e régua com nível de bolha.

Elementos de ligação alvenaria-estrutura poderão

ser executados de duas maneiras distintas:

fio de aço liso na forma de "U", diâmetro 4,2 mm

ou 5,0mm ou 6mm (ferro-cabelo)

de duas maneiras distintas: • fio de aço liso na forma de "U", diâmetro 4,2 mm
ancoragem à base de epóxi, em furos feitos nos pilares com broca (dois furos por

ancoragem à base de epóxi, em furos feitos nos pilares com broca (dois furos por amarração): ancoragem mecânica

Ferro-cabelo Chapisco 1Ø6mm Pilar Parede 0,50 m 0,50 m
Ferro-cabelo
Chapisco
1Ø6mm
Pilar
Parede
0,50 m
0,50 m

Ligação da parede com pilar

tela metálica eletrossoldada de malha

15x15mm e fio de 1,0mm.

fixada através de

um pino aplicado

pelo o tiro de uma pistola adequada.

eletrossoldada de malha 15x15mm e fio de 1,0mm. fixada através de um pino aplicado pelo o

A argamassa a ser empregada:

capacidade de retenção de água, sem que os

mesmos sejam previamente molhados ou que se perca a capacidade de aderência.

blocos tiverem elevada sucção ou nas

situações em que o clima for quente e seco,

recomenda-se o espalhamento da argamassa

bloco a bloco, (diminui a produtividade do pedreiro,

melhor

mas

resistência de aderência).

proporciona

desempenho

quanto

à

espalhamento da argamassa sobre a fiada de blocos.

espalhamento da argamassa sobre a fiada de blocos.

Assentamento do bloco junto ao pilar. A junta pilar-alvenaria é sempre preenchida, devendo ser fortemente

Assentamento do bloco junto ao pilar. A junta pilar-alvenaria é sempre

preenchida, devendo ser fortemente comprimida.

Assentamento da alvenaria utilizando-se a linha como referência. Os blocos da extremidade são assentados previamente

Assentamento da alvenaria utilizando-se a linha como referência. Os blocos da extremidade são assentados previamente de maneira a se ter forte

contato pilar-alvenaria.

juntas

horizontais

argamassa: espessura 10mm a 12 mm.

argamassa: espessura 10mm a 12 mm.

de

de

Colher de pedreiro ou bisnaga

juntas horizontais argamassa: espessura 10mm a 12 mm. de de Colher de pedreiro ou bisnaga
Colocação do escantihão na extremidade da parede. . – . . Fixação do escantilhão

Colocação do escantihão na extremidade da parede.

.

Colocação do escantihão na extremidade da parede. . – . . Fixação do escantilhão
Colocação do escantihão na extremidade da parede. . – . . Fixação do escantilhão
.
.

.

Fixação do escantilhão

Argamassa da junta vertical comprimida fortemente contra o pilar previamente chapiscado (não se deve

admitir o preenchimento posterior da junta

alvenaria-pilar, pois isto cria uma ligação fraca e sujeita à fissuração).

A ligação das paredes com as vigas e lajes superiores, por sua vez, é feita posteriormente (etapa de fixação) com argamassa de elevada

capacidade de absorver deformações e elevada

aderência, através do preenchimento completo do vão (de 2cm a 3cm) deixado entre a alvenaria e a

estrutura durante a etapa de elevação.

Alvenarias “cegas”:

não possuem abertura;

espaço de 2cm a 3cm entre o seu término e o componente estrutural, para posterior fixação.

não possuem abertura;  espaço de 2cm a 3cm entre o seu término e o componente

Alvenaria com aberturas:

vergas e ou contravergas: um elemento que permita a distribuição das cargas localizadas acima dessas aberturas, conforme suas

características e dimensões.

aberturas , conforme suas características e dimensões . Sobrecarga sobre a esquadria colocar verga Vão de
aberturas , conforme suas características e dimensões . Sobrecarga sobre a esquadria colocar verga Vão de

Sobrecarga sobre

a esquadria

colocar verga

Vão de janela 45 o
Vão de
janela
45 o

Provável trinca

colocar contraverga

0,30

1,0 a 2,0 m

0,30

A B Vão de janela

A

A B Vão de janela
A B Vão de janela

B

Vão

de

janela

A B Vão de janela
A B Vão de janela
A B Vão de janela
verga Vão de janela 45 o Provável trinca colocar contraverga 0,30 1,0 a 2,0 m 0,30
Execução da contraverga com o emprego de canaleta. Após o correto assentamento dos blocos e

Execução da contraverga com o emprego de canaleta. Após o correto assentamento dos blocos e com o devido traspasse, são posicionadas as armaduras e concretada a contraverga.

2.3. Vergas, contra-vergas e cintas

Vergas e contra-vergas (sobre e sob os vãos de esquadrias)são

elementos de concreto similares à cinta de amarração,

utilizadas nos vãos de portas e janelas

Vão de janela 45 o
Vão de
janela
45 o

Sobrecarga sobre

a esquadria

colocar verga

Provável trinca

colocar contraverga

Sobre - evitar que o peso da alvenaria deforme a esquadria

Sob - redistribuição das cargas concentradas na lateral

pela

alvenaria inferior

Alvenaria vergas

1,0 a 2,0 m

0,30

0,30

 
 

A

B
B
B
B
B

B

B
B
Vão de janela
Vão de janela
Vão de janela

Vão

de

janela

Vão de janela
Vão de janela
Vão de janela
Vão de janela
Vão de janela
m 0,30 0,30     A B Vão de janela CERTO 0,10 Cinta de concreto armado
CERTO 0,10
CERTO
0,10

Cinta de concreto

armado 15 Mpa

3Ø1/ 4” s/ estribo

Corte AB

0,10
0,10

a)Para vãos de 1,00 a 2,40 m Usar vergas

CERTO 0,10 Cinta de concreto armado 15 Mpa 3Ø1/ 4” s/ estribo Corte AB 0,10 a)Para
CERTO 0,10 Cinta de concreto armado 15 Mpa 3Ø1/ 4” s/ estribo Corte AB 0,10 a)Para

Vergas - recomendações gerais

ë Quando a altura da abertura atingir a parte superior da

laje ou viga, suprimir verga (racionalização) ë Para larguras maiores que 2,40m, a verga é

dimensionada como viga

Vergas

Orientações gerais

ë Apoio mínimo lateral de 0,30 m

ë Especificar verga contínua com espaçamentos inferiores

a 0,60 m

ë Seção transversal das vergas e das contra-vergas no

mínimo igual a dos blocos (larguras maiores que 0,8m e

blocos largura menor que 11,5cm)

Abolir o uso de coxins de distribuição

Abolir o uso de coxins de distribuição Não distribuem as tensões das movimentações térmicas, retração ou

Não distribuem as tensões das movimentações térmicas,

retração ou distorções das

alvenarias no plano paredes

Exemplo de vergas e contra-vergas pré-moldadas

em canteiro de obras

Exemplo de vergas e contra-vergas pré-moldadas em canteiro de obras

Execução da contraverga:

elevação da parede deverá ser interrompida

uma fiada antes de se completar a altura dos

peitoris, para que possam ser executadas ou

posicionadas as contravergas que deverão ser

executadas sempre que o vão exceder 50 cm.

Execução da verga com o emprego canaleta. Após o correto assentamento dos blocos e com

Execução da verga com o emprego canaleta. Após o correto assentamento dos blocos e

com o devido traspasse, são posicionadas as armaduras e concretada a verga. Neste

caso deve-se tomar cuidado com o apoio dos blocos.

O emprego de blocos do tipo canaleta:

facilita a realização desta atividade;

na altura do peitoril, os blocos tipo canaleta devem

ser assentados na última fiada;

2 barras de aço CA-50 de diâmetro 6,3 mm, soltas no fundo da canaleta;

concreto de resistência mínima à compressão aos 28

dias de 15 MPa.

Supressão de vergas devido a proximidade com

a viga

Supressão de vergas devido a proximidade com a viga OBS: É necessário assegurar a inexistência de

OBS: É necessário assegurar a inexistência de flechas de grande proporção nesta viga, pois, caso existam, a esquadria pode não funcionar corretamente.

Colocação das Instalações na Alvenaria:
Colocação das Instalações na Alvenaria:

As instalações hidráulicas, elétricas, gás, sanitárias,

entre outras, de maneira geral, são executadas

posteriormente à elevação da alvenaria.

Esse procedimento traz sérios danos à superfície da

mesma, principalmente quando os rasgos são feitos

de maneira inadequada.

A condição ideal para a execução das instalações hidráulicas e sanitárias seria a construção de shaftslocalizados em regiões de maior

concentração dessas instalações em que a

alvenaria serviria de envoltória das mesmas, não

acarretando nenhum dano, nem mesmo em

necessidade de cortes.

Nos casos de embutimento das instalações de distribuição hidráulicas ou elétricas, cujos diâmetros são reduzidos, o corte da alvenaria poderá ser realizado através de ferramentas, como o "rasgador"

Após o posicionamento e testes das tubulações, os

rasgos deverão ser preenchidos com a mesma

argamassa de assentamento.

4.Fixação da Alvenaria de Vedação

objetivo: prendê-la à estrutura

estabilidade garantida,

desempenho não seja prejudicado quando

solicitada pelas ações previstas em projeto.

Para execução da fixação deve-se respeitar:

executadas as alvenarias dos pavimentos acima;

após um tempo mínimo de 10 dias finalizada a elevação da alvenaria;

entre o término da fixação de uma parede no pavimento superior e a fixação da parede correspondente no pavimento inferior deverá ser observado um intervalo de

pelo menos 24 horas.

Encunhamento : f ixação da alvenaria O cunhamento consta da interposição de materiais resistentes entre

Encunhamento: fixação da alvenaria

O cunhamento consta da interposição de materiais resistentes entre a alvenaria e o concreto, devidamente consolidados, de forma, a evitar folgas e trincas nas juntas entre estes elementos.

a evitar folgas e trincas nas juntas entre estes elementos. capacidade de absorver as pequenas deformações
capacidade de absorver as pequenas deformações da estrutura sem introduzir grandes esforços na alvenaria.
capacidade de absorver as pequenas
deformações da estrutura sem introduzir
grandes esforços na alvenaria.
Encunhamento : Como fazer???????  Assentamento com tijolos maciços (cozidos) e inclinados e com argamassa

Encunhamento: Como fazer???????

Assentamento com tijolos maciços (cozidos) e inclinados e com argamassa relativamente fraca

(1:3:12 a 15 - cimento/cal hidratada/areia).

ar

Parede
Parede
ar Parede
Encunhamento : Como fazer???????  argamassa "podre", com traço 1:3:12 (cimento, cal e areia). Evitar

Encunhamento: Como fazer???????

argamassa "podre", com traço 1:3:12

(cimento, cal e areia).

Evitar estado prévio de tensões a alvenaria deverá ser fixada à estrutura com um simples rejunte de argamassa (poderá ser a mesma do assentamento ou, preferencialmente uma de menor rigidez e maior potencial de aderência) de 20mm a 30 mm de espessura.

Encunhamento : Como fazer???????  Cimento expansor - argamassa pronta para uso à base de

Encunhamento: Como fazer???????

Cimento expansor - argamassa pronta para uso à base

de cimento, que com a adição de água expande-se ocupando o espaço deixado ou ocorrido com a retração;

Polietileno expansor - produto com alta aderência que aplicado por meio de aerosol aumenta de volume.

a retração;  Polietileno expansor - produto com alta aderência que aplicado por meio de aerosol
execução da fixação da alvenaria à estrutura com o uso da bisnaga.

execução da fixação da alvenaria à estrutura com o uso da bisnaga.

O que é o encunhamento?

Folga entre o respaldo da alvenaria e a base de vigas ou de lajes, conforme previsto no projeto

das alvenarias.

A última fiada deve constituir um espaço para a introdução do material de fixação

(“encunhamento”)

Para que o encunhamento?

A fim de evitar-se a transferência de carga para

as paredes de vedação durante a execução da

obra

Encunhamento ou aperto. Quanto tempo

esperar?

Quanto maior o tempo esperado para o encunhamento,

melhor;

Tempo mínimo: após a elevação, com a argamassa de assentamento curada.
Tempo mínimo: após a elevação, com a argamassa de
assentamento curada.

Encunhamento ou aperto. Tempo a

esperar

Defasagem MÍNIMA de sete dias entre o término

a esperar Defasagem MÍNIMA de sete dias entre o término • • da elevação da alvenaria

•

da elevação da alvenaria e a sua execução;

Nunca deve ser executado antes que a parede do

da alvenaria e a sua execução; Nunca deve ser executado antes que a parede do andar
andar superior esteja construída.
andar superior esteja construída.

Encunhamento

Qual é a melhor Sequência?

Encunhamento

Seqüência dos andares mais altos para os mais baixos (de cima para baixo) de forma a garantir

para os mais baixos (de cima para baixo) de forma a garantir que os pesos próprios

que os pesos próprios da alvenaria carreguem a

de forma a garantir que os pesos próprios da alvenaria carreguem a estrutura e não a

estrutura e não a alvenaria dos andares inferiores.

de forma a garantir que os pesos próprios da alvenaria carreguem a estrutura e não a

Encunhamento

Resumindo, sobre a sequencia de execução:

• Após o término da alvenaria do andar superior
• Após o término da alvenaria do andar superior

(carregamento da estrutura com esta última);

andar superior (carregamento da estrutura com esta última); O pavimento térreo e o primeiro pavimento só

O pavimento térreo e o primeiro pavimento só

podem ser fixados (“encunhados”) ao final.
podem ser fixados (“encunhados”) ao final.

Materiais e técnicas de encunhamento

a) Tijolos, cunhas, compensadores

b) Argamassa

c) Materiais deformáveis

Materiais e técnicas de encunhamento

a) Tijolos e cunhas

Para blocos cerâmicos - tijolos maciços inclinados

Para blocos de concreto ou CCA - cunhas de

concreto

Materiais e técnicas de encunhamento

b) Argamassa

argamassa mista com baixo teor de cimento (a qual podem ser adicionados aditivos poliméricos)

Materiais e procedimentos de encunhamento

c) Materiais deformáveis

Cortiça;

madeira aglomerada;
papelão betuminado; poliuretano expandido,

•

etc

Tipos de encunhamento

Ligação rígida

Ligação não rígida

Ligação flexível

Conceito

Ligação rígida

É quando a alvenaria participa da estrutura

A alvenaria quer transmitir esforço

Procedimento

Ligação rígida

Encunhamento com tijolos maciços

Encunhamento com cunhas de concreto

Esquema de encunhamento rígido

com tijolos inclinados em alvenaria de blocos

cerâmicos

Esquema de encunhamento rígido com tijolos inclinados em alvenaria de blocos cerâmicos

Ligação não rígida

Conceito

Alvenaria ligada à estrutura, mas não funciona como contraventamento

Baixas deformações (estrutura pouco deformável)

Ligação flexível

Conceito

Alvenaria não funciona como contraventamento e está envolta em estrutura deformável.

Procedimento

Ligação flexível

Espaço preenchido com material adequado para

absorção de eventuais ocorrências de deformações

Uso de materiais elastoméricos

Ligação flexível

Ligação flexível

Exemplo de Composição de preço de

Encunhamento Rígido

Encunhamento com tijolo maciço de 4x9x19cm por metro linear Unidade Quantidade Preço Total unitário Tijolo
Encunhamento com tijolo maciço de 4x9x19cm por metro linear
Unidade
Quantidade
Preço
Total
unitário
Tijolo
Un
20,00
0,50
10,00
maciço
Argamassa
m3
0,02
300,00
6,00
Pedreiro
h
0,25
5,02
1,26
Servente
h
0,13
3,24
0,41
LS
120%
2,04
Total
19,67

Cintas de amarração

Técnicas de execução

a)

Forma de madeira

b)

Tijolo maciço de uma vez (alvenaria auto-portante de tijolo)

c)

Bloco de concreto (alvenaria auto-portante de bloco de concreto)

vez (alvenaria auto-portante de tijolo) c) Bloco de concreto (alvenaria auto-portante de bloco de concreto) a)

a)

c)

vez (alvenaria auto-portante de tijolo) c) Bloco de concreto (alvenaria auto-portante de bloco de concreto) a)

Exemplos de cinta de amarração de bloco canaleta

tipo J em alvenaria estrutural de blocos de concreto

Exemplos de cinta de amarração de bloco canaleta tipo J em alvenaria estrutural de blocos de

Cintas e pilaretes intermediários devem ser definidos em conjunto com o projetista de

estruturas; são utilizados em painéis muito grandes em altura ou comprimento. Por exemplo:

a) painéis com altura superior a 3,4 m devem ter cinta intermediária (em canaleta ou barras, telas , treliças planas na fiada ); b)comprimentos acima de 7m , devem ter pilarete intermediário (ex: barra de aço de 10mmm com graute) .

na fiada ); b)comprimentos acima de 7m , devem ter pilarete intermediário (ex: barra de aço

Cinta de amarração em alvenaria com treliça

Cinta de amarração em alvenaria com treliça https://www.google.com.br/search?q=cintas+amarra
Cinta de amarração em alvenaria com treliça https://www.google.com.br/search?q=cintas+amarra

https://www.google.com.br/search?q=cintas+amarra

Cinta de amarração em alvenaria com treliça https://www.google.com.br/search?q=cintas+amarra

.

.

a) Alvenarias muito longas e sujeitas a variações térmicas

(fissuras e destacamentos) significativas

b) Alvenarias enfraquecidas por vãos portas e janelas

a variações térmicas (fissuras e destacamentos) significativas b) Alvenarias enfraquecidas por vãos portas e janelas

Juntas de controle

Juntas de controle
Tipos de Juntas Juntas Amarradas Sistema de execução das alvenarias em que as juntas verticais

Tipos de Juntas

Juntas Amarradas

Sistema de execução das alvenarias em que as juntas verticais entre blocos ou

tijolos de fiadas consecutivas são dispostas de um maneira desencontrada.

consecutivas são dispostas de um maneira desencontrada . É a mais comum e é recomendada, pois

É a mais comum e é recomendada, pois causa um travamento dos

componentes, o que favorece muito o aumento da resistência da parede.

Tipos de Juntas

Juntas a Prumo

Sistema de execução das alvenarias em que as juntas verticais entre

blocos ou tijolos de fiadas consecutivas são dispostas de uma maneira

coincidente e contínua.

são dispostas de uma maneira coincidente e contínua . É usada em condições especiais, quando a

É usada em condições especiais, quando a alvenaria fica aparente e pretende-se conseguir um efeito visual, sendo necessário, no entanto, alguns reforços, para evitar trincas nas juntas.

Tipos de Juntas

Tipos de Juntas

Assentar Tijolos ou Blocos Cerâmicos

Assentar Tijolos ou Blocos Cerâmicos
Assentar Tijolos ou Blocos Cerâmicos

1. Tipos de juntas na alvenaria para

assentamento de tijolos e blocos

1.1. Juntas a prumo (sem amarração)

1.2. Juntas em amarração

1.1. Juntas de assentamento a prumo

Não há desencontro de juntas; não propiciam a

distribuição das tensões, paredes - como uma sucessão de

“pilaretes”. Neste caso, é recomendável a introdução de

cintas de amarração na parede, ou pelo menos a

introdução de barras aço/ telas metálicas em algumas

juntas de assentamento.

Junta a prumo

Blocos de concreto (vista frontal);

Junta a prumo

Junta a prumo
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração
Junta a prumo Blocos de concreto (vista frontal); Junta a prumo Barra de aço de amarração

Barra de aço de amarração

Junta à prumo (½ bloco)

1.2. Juntas em amarração

É o desencontro de juntas verticais Usual

amarração • É o desencontro de juntas verticais Usual Amarrar fiadas sucessivas para aumentar a resistência
amarração • É o desencontro de juntas verticais Usual Amarrar fiadas sucessivas para aumentar a resistência
amarração • É o desencontro de juntas verticais Usual Amarrar fiadas sucessivas para aumentar a resistência

Amarrar fiadas sucessivas para aumentar a resistência mecânica da alvenaria; Redistribuição de tensões de cargas verticais ou introduzidas por deformações estruturais e movimentações higrotérmicas;

Blocos cerâmicos com furos horizontal

Código de práticas n1, FINEP,

2009

Amarração para blocos cerâmicos com furos vertical

Amarração para blocos cerâmicos com furos vertical *furos vertical auluzzi com br/alvenaria www h O 1

*furos vertical auluzzi com br/alvenaria

www

h

O

1

1

2

1

Amarração L, T e X de blocos de concreto

Amarração L, T e X de blocos de concreto
Amarração L, T e X de blocos de concreto
Amarração L, T e X de blocos de concreto

Amarração de blocos de concreto

Amarração de blocos de concreto www.pauluzzi.com.br/alvenaria.php . Obtido em 1/10/2013
Amarração de blocos de concreto www.pauluzzi.com.br/alvenaria.php . Obtido em 1/10/2013

Amarração de blocos CCA similar ao bloco

cerâmico e ao bloco de concreto

de blocos CCA – similar ao bloco cerâmico e ao bloco de concreto Amarrações de blocos

Amarrações de blocos CCA nos encontros de paredes

2.1. Alvenaria de tijolos

Tipos de assentamento para alvenaria de tijolos

Meia vez

Uma vez

Uma vez e meia

Cutelo ou espelho

Diferença entre amarração para elevação de alvenaria de tijolos maciço revestida e aparente de meia vez

a) à 45 o

ideal para alvenaria revestida

de meia vez a) à 45 o ideal para alvenaria revestida b) desencontro 1/2 ideal para

b) desencontro 1/2

ideal para alvenaria aparente

ideal para alvenaria revestida b) desencontro 1/2 ideal para alvenaria aparente Visualizar fiadas n e n+1

Visualizar fiadas n e n+1 para os 2

casos

Amarração para elevação de alvenaria de tijolo maciço assentamento à espelho (cutelo)

Alvenaria tijolo espelho ou cutelo
Alvenaria tijolo
espelho ou cutelo
Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços
Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços

Podem ser assentados das seguintes formas:

meia vez uma vez uma vez e meia
meia vez
uma vez
uma vez e meia
Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços Indicados:
Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços
Indicados:

fundações em baldrames, revestimento de poços, câmaras de biodigestores, cisternas para armazenamento d’ água, fossas sépticas, muros de arrimo, paredes, externas ou internas, em que se haja necessidade de melhores características de resistência.

Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços
Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços
Inconveniente:
Inconveniente:
comparada com a alvenaria de blocos furados
comparada com a alvenaria de blocos furados
Inconveniente: comparada com a alvenaria de blocos furados consumem mais blocos por m 2 mais argamassa

consumem mais blocos por m 2

mais argamassa de assentamento

mais mão de obra

Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços Dimensões:
Alvenaria de Bloco Cerâmico Maciços
Dimensões:

Em torno de 6x10x20 cm com pequenas variações, de acordo com

a região.

de Bloco Cerâmico Maciços Dimensões: Em torno de 6x10x20 cm com pequenas variações, de acordo com
Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados
Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados

Podem ser assentados das seguintes formas:

Furados Podem ser assentados das seguintes formas: m e i a v e z o u

meia vez ou em pé

Furados Podem ser assentados das seguintes formas: m e i a v e z o u

uma vez ou deitado

Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados
Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados

Blocos cerâmicos furados:

de seis, oito ou dez furos, de furos redondos ou quadrados.

de Blocos Cerâmicos Furados Blocos cerâmicos furados: de seis, oito ou dez furos, de furos redondos
de Blocos Cerâmicos Furados Blocos cerâmicos furados: de seis, oito ou dez furos, de furos redondos
de Blocos Cerâmicos Furados Blocos cerâmicos furados: de seis, oito ou dez furos, de furos redondos
Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados
Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados
Vantagens:
Vantagens:

paredes mais econômicas, apresentam custo inferior ao do maciço,

blocos maiores e mais leves,

propiciam maior rapidez de execução.

bom isolamento térmico e acústico, devido ao ar que permanece

aprisionado no interior dos seus furos.

Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados
Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados
Alvenaria de Blocos Cerâmicos Furados
Exercício:
Exercício:

Uma parede será executada com a utilização de blocos cerâmicos furados (9cm x 19cm x 19cm), assentes em meia vez (1/2 vez). As

juntas de assentamento possuem a espessura de 1 cm e são

executadas utilizando-se a argamassa mista (cimento, cal e areia).

De acordo com as informações acima determine:

a) A quantidade de blocos cerâmicos por metro quadrado de parede.

b) O volume de argamassa de assentamento por metro quadrado de

parede.

Amarração das Alvenarias

Entende-se como amarração de alvenaria o engastamento entre panos de paredes ou entre as paredes e a estrutura da edificação.

Amarrações das Fiadas

e Canto de Parede

entre panos de paredes ou entre as paredes e a estrutura da edificação. Amarrações das Fiadas

Ligação entre paredes e entre paredes e pilares:

quando há um encontro entre duas paredes de alvenaria deve haver

uma ligação entre elas, pois caso contrário poderá ocorrer uma trinca

entre as duas.

de alvenaria deve haver uma ligação entre elas, pois caso contrário poderá ocorrer uma trinca entre
Como fazer a ligação entre duas paredes de alvenaria:

Como fazer a ligação entre duas paredes de alvenaria:

1ª Forma: "amarrando" ou cruzando os blocos das duas paredes.

"amarrando" ou cruzando os blocos das duas paredes. Essa técnica, embora bastante eficiente do ponto de

Essa técnica, embora bastante eficiente do ponto de vista da rigidez da ligação, dificulta a modulação, dependendo das dimensões dos ambientes

e dos componentes.

2ª Forma: mais prática e hoje mais utilizada, é fazer as paredes

sem amarração dos componentes (uma encosta simplesmente na

outra) e, a cada duas ou três fiadas são inseridas pequenas barras

de aço nas juntas, dentro da camada de argamassa, ligando as duas paredes. Essa ligação pode ser feita também através de tela

metálica.

da camada de argamassa, ligando as duas paredes. Essa ligação pode ser feita também através de
Como fazer a ligação pilar e alvenaria:
Como fazer a ligação pilar e alvenaria:

A ligação precisa ser feita para evitar uma trinca ou

fissura. Também nesse caso costuma-se usar pequenas

barras de aço inseridas no pilar e na junta da alvenaria (chamadas também de "ferros-cabelo"), ou a mesma tela metálica.

aço inseridas no pilar e na junta da alvenaria (chamadas também de "ferros-cabelo"), ou a mesma
aço inseridas no pilar e na junta da alvenaria (chamadas também de "ferros-cabelo"), ou a mesma
Projeto de alvenaria
Projeto de alvenaria

Projeto de alvenaria Indicação de detalhes

Projeto de alvenaria Indicação de detalhes

Projeto de alvenaria

Projeto de alvenaria

Projeto de alvenaria

Projeto de alvenaria

Projeto de alvenaria

Projeto de alvenaria