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FACULDADE MONTENEGRO

PÓS-GRADUAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

LITERATURA PÓS-MODERNISTA

MANAUS-AM
2016
LUIZ ALBERTO COSTA DE SOUZA

LITERATURA PÓS-MODERNISTA

Trabalho apresentado à disciplina de Literatura


Pós-Modernista do curso de Pós-graduação em
Língua Portuguesa e Literatura pela Faculdade
Monte Negro-Manaus, como requisito parcial à
avaliação, pelo Professor Especialista
Washington Bastos.

MANAUS-AM
2016
Exercício dia 19/06/2016
Literatura Pós-modernismo
“Morte e vida Severina’’

1. Cada quadra simboliza as vozes dos lavradores e a conclusão de


cada um a respeito do trabalho rural nordestino.

a) Ele é descrito como um trabalhador que nutre a esperança de um dia


possuir sua propriedade, em cada trecho como: “é a conta menor
que tiraste em vida’’ “é de tamanho...’’ “e a terra que querias ver
divididas ’’, etc. pode-se identificar essa afirmação.

2. “Palmos, medidas, nem largo nem fundo, não é cova grande, é uma
cova grande”.
a) Percebe-se que há um paralelismo nas ideias. Pois, o que os
trechos expressam é uma antecipada conclusão dos fatos, ou da
carreira, a ser percorrido em vida.
b) A dimensão “não é cova grande, é cova medida’’ retrata um fato
social, especificamente a desigualdade social”. O desejo pela
igualdade social é alimentado pelo defunto, fato comprovado pela
voz de um dos lavradores que afirma dizendo – “é a terra que querias
ver divididas”.
c) A aparente contradição pode ser identificada pela negação sucessiva
da afirmação do seguinte termo “Cova Grande’’ ou seja “Não é cova
grande’’ e “É uma cova grande, ’’ entretanto, na primeira relaciona-se
a desigualdade social e na segunda trata do sonho inacessível do
lavrador.
3. O eu-lírico por meio desse adjetivo revela a severidade, crueldade,
dificuldade, etc... dá vida nordestina.
4. a) pelo simples fato de identificar por meio dos sentimentos e da
observação a miséria do Nordeste.
b) João Cabral de Melo Neto deixa claro essas características ao expor
a situação com que o Nordeste era castigado, por exemplo: a seca, a
fome, a desigualdade social o trabalho escravo etc. eram temas
apresentados em seus textos.
5. Porque o autor estava de certa forma atribuindo a uma personagem
a representação de todos.
a) Os Severino de hoje seriam os nordestinos, que em meio a
dificuldade em sua terra migram (êxodo) para outros estados em
busca de uma vida melhor.
“Campo Geral”

1. Ele era um senhor de aparência física: alta e de pele clara, também


ocupava o oficio de oftalmologista.
a) Na perspectiva de Miguilim (a criança míope) o doutor podia tudo
pelo fato de fazê-lo enxergar o mundo com outra visão (uma visão
mais clara).
b) A reação de Miguilim foi um ato surpresa.
c) O fragmento a seguir: “Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo ...”
revela a surpresa e a felicidade do garoto de poder ver o seu
mundo de forma clara.
2. “ Miguilim olhou. Nem não podia acreditar! Tudo era uma claridade,
tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das
pessoas. [...] E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo...”

3. Porque o texto segue depois da saída do doutor, e após a


descoberta da necessidade de usar óculos, Miguilim resolve contar
as outras pessoas como ele pode ver o mundo de forma diferente.

4. Medo dos caçadores de Tipã.

a) Miguilim não sabia, fazia peso para não soluçar, sua alma até ao
fundo se esfriava.
b) Referia-se a compra dos novos óculos que ele iria adquirir e assim
corrigir sua visão.
5. Através dos abraços e, do adeus no momento da despedida.
a) “A descoberta da miopia”, representa a necessidade de ver o
mundo com uma nova visão, ao passo que “a partida” a busca por
esse objetivo.
6. O autor deixa claro que através de novas descobertas é possível
amadurecer os conceitos, ideologias e até mesmo trazer
esperança.

“A hora da estrela”

1. Eles eram nordestinos, ambos estavam apaixonados ele era


metalúrgico e ela datilógrafa.
a) Acredita-se que eles eram tímidos e nunca namoraram antes.
2. “ E a moça, bastou-lhe vê-lo para torná-lo imediatamente sua
goiabada-com-queijo. ”
“ Mas ela já o amava tanto que não sabia mais como se livrar
dele, estava em desespero de amor. ”
a) Que ela o amou à primeira vista e continuou o amando.
b) Não, pois ele foi educado pelo padrasto a tratar bem as pessoas
para depois se aproveitar delas.
c) Há uma indicação de que Olímpio seria o primeiro namorado de
Macabéa.
3. Uma sensação de infortúnio ou falta de sorte para aproveitar o
passeio a sós.
a) O autor destaca que mesmo depois da crítica mau humorada de
Olímpio, Macabéa ainda sentia um profundo amor por ele.
4. Porque ela fica contente com a posição social dele, embora não
fosse verdade.
a) O fato dele referir-se como metalúrgico e não operário.
5. Além de algumas características fazerem parte dessa narrativa
como: a narrativa intimista, introspectiva, e a não preocupação em
tratar explicitamente as questões sociais. Questões como o retrato
da vida de Macabéa e suas misérias interliga-se um segundo
plano, constitutivo da narrativa: os questionamentos desse narrador
masculino sobre a sua maneira de narrar, os motivos que o levam
a contar a história da jovem e suas dificuldades em compreender a
própria personagem, pertencente a uma camada social muito
diferente da sua.

Exercício dia 03/07/2016


Literatura Pós-modernismo
1- a) “Amor” – Ana que é a personagem principal está inserida numa
situação onde rotineiramente ela se encontra, a saber, nas compras do
dia-a-dia.
“Uma Galinha” – A galinha, que é a protagonista do conto, é disposta em
uma cena corriqueira do cotidiano: a hora da preparação do almoço,
onde ela seria o cardápio a ser servido naquele domingo.
“Feliz aniversário” – Neste conto de Clarice Lispector a disposição da
personagem (que é uma senhora de 89 anos, Dona Anita) está disposta
nos preparativos de uma festa de aniversário que é celebrado na sala de
sua única filha, Zilda.
b) “Amor” – A subida de Ana no bonde.
“Uma Galinha” – A captura da galinha para o almoço.
“Feliz Aniversário” – A preparação da festa.
c) “Amor” – Um cego mascando chiclete.
“Uma Galinha” – O momento em que a galinha bota o ovo.
“Feliz Aniversário” – A chegada dos familiares à festa.
d) “ Amor” – A saída do transe e o retorno aos afazeres domésticos.
“Uma Galinha” – A morte da galinha.
“Feliz Aniversário” – A percepção da falsidade dos convidados da
aniversariante.
2- a) “Amor” – A sensação de náuseas ao ver um cego mascando um
chiclete.
“Uma Galinha” – A sensação de pasmo com a galinha aquecendo o ovo
que acabara de pôr.
“Feliz Aniversário” – A hipocrisia dos filhos de Dona Anita.
b) “Amor” – O estranho estado hostil que o cego lhe revela e a deixa
fascinada.
“Uma Galinha” – O Pai e a Mãe da criança perdidos em seus
pensamentos.
“Feliz Aniversário” – A forma com que Dona Anita se comportava diante
da festa, ninguém sabia se ela estava alegre ou triste.
c) “Amor” – A saída de Ana do transe.
“Uma Galinha” – O tratamento que a galinha recebeu após todo
acontecimento, ela tornou-se a rainha da casa.
“Feliz Aniversário” – A despedida dos convidados da festa.
d) “Amor” – A revelação que o cego lhe proporcionou a Ana.
“Uma Galinha” – A lembrança do pai da criança com relação a galinha.
“Feliz Aniversário” – As percepções da falsa harmonia em os
convidados não tinham.
e) De acordo com Jean-Paul Sartre pioneiro do existencialismo uma
pessoa só se torna consciente de sua existência, quando vê outro
“ser-para-si” (coisas que são definidas em virtude de terem
consciência e de estarem conscientes) o observando. A angustia, a
liberdade e o homem como projeto são temas da corrente filosófica
do existencialismo.
“Amor” - A angustia que Ana sofre ao se encontrar com um homem
mascando chiclete a leva a uma reflexão existencial.
“Uma Galinha” – A sensação de liberdade que aquela família sente
ao poupar a vida da galinha.
“Feliz Aniversário” – A decisão de cada um dos convidados (a de
manter uma falsa aparência e fazer com que aquela família
parecesse perfeita) certamente leva o leitor a refletir, que embora
não seja verdade eles têm a autonomia de conduzir suas respectivas
vidas, colaborando para o Sartre afirma “ O homem faz a si mesmo”.