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6 técnicas de estudo poderosas para concursos públicos

Quer assimilar e memorizar conteúdos mais facilmente? Veja 6 técnicas de estudo


recomendadas por especialistas em preparação para concursos públicos
Por Claudia Gasparini
access_time 22 fev 2016, 15h08

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Lápis: fazer fichamentos e estudar em grupo podem ajudar a sua preparação para um concurso público
(Thinkstock/Ingram Publishing/)

São Paulo – No filme “Sem limites”, o personagem Eddie, vivido pelo ator Bradley Cooper,
descobre uma pílula misteriosa que lhe permite usar 100% do seu cérebro. Se fosse candidato
a um concurso público, seu sucesso estaria garantido.

Infelizmente (ou não), a vida real não traz as mesmas soluções mágicas de Hollywood. Para
assimilar e memorizar conteúdos exigidos numa prova, a única saída é estudar – e muito.

Mas quantidade não é tudo. Segundo professores e especialistas em concursos, certas técnicas
relativamente simples podem otimizar o tempo e alavancar o rendimento do aluno.
É claro que não existem regras universais: alguns métodos excelentes para uns podem ser
péssimos para outros, diz Paulo Estrella, diretor pedagógico da Nova Academia do Concurso.

“Todo candidato tem seu ponto forte, como a facilidade para visualizar ideias ou para retê-las
por meio da audição”, explica ele. “O ideal é usar suas vantagens individuais a seu favor na hora
de estudar”.

No lugar de esperar uma única receita infalível, diz Estrella, o aluno deve testar vários métodos
e incorporar aquele que mais facilite sua vida.

A título de sugestão, veja a seguir 6 táticas que podem trazer um salto de produtividade para a
sua próxima sessão de estudos:

1. Grave sua própria “aula” sobre a matéria


Segundo Renata Xisto, psicóloga especializada em concursos, uma boa forma de reter
conteúdo é ler uma parte da sua apostila e, em seguida, gravar sua própria voz explicando o
conteúdo. O benefício é triplo: você precisará estudar com muita atenção para preparar sua
“aula”, fará um ótimo exercício de síntese e memorização ao dizê-la em voz alta e, de quebra,
ficará com um registro auditivo da matéria – que poderá ouvir no trânsito ou em qualquer hora
do dia.

2. Resolva (muitos) exercícios


De acordo com Paulo Estrella, diretor da Nova Academia do Concurso, a preparação para um
concurso só começa quando o candidato começa a fazer exercícios: todo o resto é mera
introdução ao estudo. “A única técnica absolutamente necessária para ser aprovado é resolver
exames anteriores da banca organizadora e dos últimos concursos para o cargo”, diz o
especialista. Segundo ele, essa é a melhor forma de descobrir quais disciplinas exigirão mais ou
menos aprofundamento.

3. Faça associações mentais – quanto mais engraçadas, melhor


Técnica popular em cursinhos pré-vestibular, criar conexões entre palavras e conceitos é uma
ótima forma de memorização. A relação entre termos pode vir por semelhança sonora, por
exemplo. Uma dica útil é fazer associações bizarras, inusitadas ou engraçadas. Quando uma
imagem mental faz “cócegas” em você, fica mais fácil fixá-la, diz Carla Tieppo, professora da
Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Segundo Paulo Estrella, da Nova
Academia do Concurso, esse e outros métodos mneumônicos são úteis para dominar conteúdos
menos interpretativos, tais como listas, procedimentos ou regras que têm uma ordem
obrigatória, por exemplo.

4. Elabore fichamentos dos textos


Escrever – de preferência à mão – é uma das melhores formas de guardar uma informação no
cérebro. Por isso, embora a leitura de textos teóricos seja importante, também é obrigatório
elaborar um resumo do conteúdo com as suas próprias palavras, afirma o professor Nestor
Távora, da LFG Concursos. Além de aprofundar o estudo, o fichamento pode ser consultado
posteriormente no lugar do livro, trazendo economia de tempo para o concursando.

5. Estude em grupo
Este método não é para todos, mas funciona muito bem em alguns casos. Segundo Grasiela
Cabral, diretora do curso Pra Passar-RJ, trata-se de uma solução interessante para candidatos
com dificuldades de concentração. “A principal vantagem desse modelo é estimular a discussão
sobre os temas estudados”, diz ela. “O debate com outras pessoas melhora o foco e facilita a
memorização”, diz ela. Veja aqui outras vantagens e desvantagens de estudar com colegas.

6. Quebre suas sessões de estudo em blocos


Nosso cérebro não consegue se fixar num único objeto por mais do que uma hora, diz a
neurociência. Assim, o ideal é fazer intervalos regulares para descansar e mexer o corpo.
Também vale intercalar as disciplinas entre si. Além de sobrecarregar menos o seu cérebro, diz
Cabral, a divisão da sessão em blocos temáticos fará com que você permaneça mais tempo
estudando.

1. Pilotando o seu cérebro

(Garpenholm/Wikimedia Commons)
São Paulo - Seres humanos são naturalmente distraídos - ainda mais em tempos
de internet e smartphones. Para ajudar você a melhorar a sua capacidade de
concentraçãono trabalho e nos estudos, EXAME.com reuniu observações
da neurociência sobre o funcionamento do seu cérebro. Navegue pelos slides para ver
conselhos com embasamento científico a respeito do assunto.

2. Escute música (mas não a sua favorita)

(Thinkstock/Warren Goldswain)

Além de bloquear ruídos do ambiente, ouvir música pode ajudar a trazer relaxamento e
concentração. Segundo Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da
Santa Casa de São Paulo, é melhor ouvir um repertório que você já conheça. Isso porque
o seu cérebro pode se distrair tentando avaliar uma música totalmente nova para ele.
Antes de montar a sua playlist também vale outro cuidado: não escolha nada que você
adore - ou deteste. Pesquisadores de Taiwan descobriram que sentimentos
excessivamente positivos ou negativos pela "trilha sonora" tiram o foco do trabalho. O
melhor a fazer é escolher músicas às quais você seja um tanto indiferente. Na conta
de EXAME.com no Spotify há uma lista de músicas - indicadas por Felipe Lima, coach de
concurseiros e especialista em memorização - que ajudam a não perder a concentração.
Siga-nos por lá: [spotify id="spotify:user:exame.com:playlist:1VjUiI3gCOaSLHlPs2UDBv"
width="300" height="380" /]

3. Permaneça alimentado e hidratado


(Stock.xchng)

Ter sempre algo no estômago é essencial para manter a concentração nos estudos. Não
precisa ser nada muito substancioso, recomenda a professora Carla. Basta um suco ou
uma fruta entre as principais refeições. O importante é fornecer ao seu organismo
energia suficiente para o trabalho. Água também é essencial para manter o cérebro
uncionando a todo o vapor. Um experimento feito por pesquisadores ingleses mostrou
que pessoas com sede demoram mais tempo para completar tarefas do que aquelas que
estão bem hidratadas.

4. Movimente-se

(Thinkstock/lzf)

Fazer exercícios físicos regularmente não é importante apenas para ter uma vida mais
onga e saudável. De acordo com um estudo da University of Illinois, a prática aeróbica
pode desenvolver partes do cérebro ligadas à atenção e à memória. Em pouco tempo, os
benefícios já podem ser sentidos. Segundo um pesquisador ouvido pela ABC News, a
apidez de processamento de informações aumenta após meia hora de exercícios
moderados, como uma caminhada na esteira.

5. Procure meditar
(Getty Images)

Em tempos de excesso de informações e estímulos, esvaziar a mente pode ser difícil -


mas os benefícios são imensos para a suas funções cognitivas. A análise do córtex
cerebral de praticantes de meditação, dizem pesquisadores americanos, mostra que a
prática aumenta a capacidade de fixar a atenção, além de favorecer a memória e facilitar
a tomada de decisões.

6. Durma o suficiente

(Thinkstock/moodboard)

Pessoas que dormem pelo menos sete horas por noite têm atividade cerebral
significativamente superior à daquelas que passam menos tempo na cama, afirmou o
médico norte-americano Daniel Amen à revista Men's Health. Tirar sonecas também
pode ajudar a concentração durante o dia. Segundo um estudo conduzido por
pesquisadores australianos, jovens adultos que dormem por 90 minutos depois do
almoço experimentaram ganhos em memória e capacidade de aprendizado.
7. Escreva à mão

(Thinkstock/anyaberkut)

A onipresença da tecnologia leva muita gente a esquecer o papel e a caneta. Mas existe
uma grande vantagem em anotar suas ideias usando o velho método. Segundo
pesquisadores das universidades de Princeton e da Califórnia, quem escreve
nformações à mão tem mais facilidade de compreendê-las e memorizá-las do quem as
digita. O motivo? O processamento de dados ocorre de forma mais superficial ao se usar
o teclado, diz o estudo.

8. Faça intervalos
(ThinkStock)

De acordo com a professora Carla Tieppo, da Santa Casa, nosso cérebro consegue se
ixar num único objeto por no máximo uma hora. Após esse prazo, o mais indicado é
azer uma pausa de até dez minutos para levantar e tomar um café. A bebida, aliás, tem
um benefício extra: ingerir cerca de 230 mL de café diminui a suscetibilidade às
distrações, dizem pesquisadores austríacos.

9. Agora veja 10 ferramentas que ajudam a trabalhar mais em menos tempo