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TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA

José Carlos Franco de Carvalho

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revisão 1.0 2004-04-26

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TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA

José Carlos Franco de Carvalho

TGBFQ. “ÍNDICE”

TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA AUTOR JOSÉ CARLOS FRANCO DE CARVALHO Bases da teoria registradas em cartório de notas e registro de títulos em SP desde 1996.

01= ÍNDICE. Estes estudos já estão em alguns sites da internet. Já tem um editor que vai lançar uma edição de três livros de José Carlos.

02= TGBFQ (FÍSICA).

Existe ou não um éter. PG.1

Porque Einstein e os demais físicos estão errados.

A equação, (e = m. c2), está errada. Está incompleta.PG.2

Esta teoria é mecanicista Vamos procurar conhecer a natureza da existência. Prótons não são positivos e elétrons não são negativos. Ligeiros comentários sobre os quarks. PG.3

A

teoria. Os constituintes básicos da existência: espaço, tempo, movimentos, algos.

O

universo constituído de sistemas.

O

que são as poeiras negras PG.4

Big bang outro grave erro dos cientistas do USA. As sínteses solares. PG.5

A realidade dos fenômenos solares. PG.6

Os cometas. Correta conceituação sobre os cometas Segundo os astrônomos os fatos acontecem assim.

A explosão de uma estrela. PG.7

Ocorrência e natureza das poeiras negras.

O3= TGBFQ (FÍSICA).

Os sistemas prefísicos; os algos e os sistemas; os algos se movimentam e surge: o SD1; o SD2;

o SD3. PG.1 Movimentos dos discos que combinam.

Os sistemas cúbicos (minha grande descoberta); faculdades dos sistemas; o famoso moto contínuo.

O Universo é constituído de sistemas. Onde temos desde os universais aos infinitamente pequenos.

Os sistemas produzem irradiações, fluxos. PG.2 As irradiações do sistema cúbico. Os sistemas crescem e ficam densos; sistema especial. PG.3 As irradiações dos túneis.

Os sistemas cúbicos se combinam e formam túneis; a geração das ondas eletromagnéticas senoidais.

O nascer da onda eletromagnética senoidal. PG.4

Conhecimentos sobre as ondas eletromagnéticas. Só existem ondas eletroprotônicas. Os agregados dos sistemas cúbicos. Porque existem partículas estáveis e instáveis.

04= TGBFQ (FÍSICA). As partículas atômicas; próton, nêutron, elétron, primeiros comentários. PG.1.

A grande força nuclear; são várias forças de agregação. PG.2

Nomenclatura – siglas.

O leitor está surpreso, agredido? Dois prótons livres posicionados próximos se repelem; características dos

prótons.

O

próton um agregado com formato de paralelepípedo. PG.3

O

próton combina com o elétron.

Existem STUMs reais e STUMs virtuais. PG.4

As ondas eletromagnéticas não são propagações iguais. As diferenças entre raios e raios; as diferenças entre raios e ondas. Os raios gama não são ondas eletromagnéticas. Raios gama mais fracos. PG.5 Os raios X; o modelo do elétron atende às exigências dos raios X. Outro erro da teoria da relatividade. Os raios ultravioletas, luz visível, infravermelho. As ondas eletromagnéticas transportam energias. PG.6 Os prótons sintetizam as energias. Existe um sistema unitário de energia. As irradiações dos prótons também transportam sistemas menores. As ondas senoidais eletroprotônicas.

O magnetismo.

As relações eletroprotônicas. PG.7

A ambientodinâmica. PG.8

Aglomerados podem ser estáveis ou instáveis. Origem e propagação da força gravitacional.

A unidade do sistema de energia. PG.9

Faculdades do sistema de energia.

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As energias; origem e modelo da unidade do sistema de energia.

O próton sintetiza as energias.

Desenhos de hipóteses das sínteses das unidades de energia.

A

unidade do sistema de energia é uma esfera especial. PG.10

O

modelo da energia explica os fenômenos da física. PG.11

Explicação de um dos mais impressionantes fatos da existência.

O funcionamento do túnel da unidade do sistema de energia.

A energia dança. É uma esfera viva.

As energias na formação das ondas eletroprotônicas. PG.12

O

estudo do nêutron inicia na PG.12 e está na. PG.13.

O

modelo do nêutron; atividades; características.

O nêutron não irradia. Porque se formam os nêutrons. PG.14

As assimilações de nêutrons, prótons, e elétrons.

O nêutron é um demolidor de energias. PG.15

05= TGBFQ (QUÍMICA NUCLEAR).

ORIENTAÇÕES ÀS MONTAGENS DOS NÚCLEOS.

As origens da força gravitacional. PG.1

As sínteses dos núcleos dos elementos atômicos.

A grande força nuclear a qual denominamos de protônica.

As atividades da força protônica durante as sínteses dos núcleos dos elementos atômicos.

As sínteses dos elementos atômicos.

A força protônica que agrega as partículas atômicas.

A seguir os vãos entre um par nêutron x próton. PG.2

Localizações das partículas em razão das forças atuantes. PG.3 Considerações sobre as sínteses dos elementos atômicos. PG.4 Como crescem os núcleos; as direções e sentidos das irradiações dos prótons. Nomes e posições dos prótons. PG.5 As direções e sentidos; os modelos nucleares suas utilidades; comentários sobre as forças atuantes nos átomos; cálculos às montagens dos núcleos. No campo nuclear cai o princípio de conservação das energias. PG.6

O valor da unidade de energia; as malhas eletroprotônicas se assimilam. Desenho elucidativo das irradiações do próton. PG.7

O6= TGBFQ (QUÍMICA NUCLEAR). LIGAÇÕES Q.

Eletronegatividade e eletropositividade. PG.1

Desenhos para explicar as ligações químicas motivadas pelas relações gravitacionais; entender as ligações químicas

é muito simples.

Um detalhe importante às ligações. Vamos considerar o oxigênio e os hidrogênios na água. PG.2

A água e as possibilidades das ligações do 0 com o H.

Sobre ponto de fusão. O estado líquido. Retornemos ao estudo da água. Molécula quebrada de água. PG.3

Consideremos o H Cl e sua mistura com a água. Consideremos uma cela eletrolítica segundo a TGBFQ. Ácidos – Bases. PG.4

O porque das ligações; nossa lei geral às ligações químicas; exemplos de ligações.

As relações gravitacionais determinam os fenômenos químicos e biológicos. As bases. PG.5 Ácidos carboxílicos; outros ácidos orgânicos tio-álcool; os aminoácidos. PG.6 As sínteses protéicas; cinética das enzimas. Constatamos ocorrências a favor das ligações químicas por atrações gravitacionais. Novos conceitos são necessários; algumas ligações químicas. Comentários. PG.7

07= TGBFQ (QUÍMICA NUCLEAR) AS ORIGENS E MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA FORÇA GRAVITACIONAL.

Explicações do porque de alguns dos elementos atômicos terem valências múltiplas. Modelos nucleares. PG.1 Explicações sobre o estado de gás de determinados átomos, moléculas, e substâncias. Modelos nucleares; núcleos do H, deutério, ítrio. Porque o He (hélio) é um gás nobre; modelo do núcleo. PG.2

o He (hélio) é um gás nobre; modelo do núcleo. PG.2 Os gases nobres. Descoberto o

Os gases nobres. Descoberto o conhecimento que possibilita proporcionar aos corpos materiais condições de flutuarem.

O

modelo do núcleo do Li 7 = lítio; o que explicamos para o li serve para: Na, k, Rb, Cs, Fr,

PG.3

O

modelo do núcleo do Be. (berílio); modelo do núcleo do B; o modelo do núcleo do C.

As ligações químicas.

É

por esse motivo que o metano é um gás.

O

modelo do núcleo do N (nitrogênio). PG.4

Os modelos dos núcleos: O, F, Ne.

Modelo do Ne com suas emissões gravitacionais que escapam nos orbitais dos elétrons.

O

modelo do núcleo do Si; o modelo do núcleo do Cl (cloro).

O

modelo do núcleo do Ar (argônio).

Explicações sobre as multiplicidades das valências PG.6

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O

modelo do núcleo do Zn, zinco.

A

seguir o núcleo do Zn; os núcleos crescem no eixo de y.

O

modelo do núcleo do Kr; outras explicações sobre as multiplicidades das valências.

O modelo do Cd. Comentários sobre a teoria eletrônica da valência.

08= TGBFQ (A TEORIA E A BIOLOGIA).

A teoria e a biologia. Pg.1

Do lado esquerdo uma ligação peptídica ou carboamídica; o composto glicliglicina. As proteínas são substâncias ativas (explicações básicas nestes estudos).

O C (carbono) atraí sistemas. PG.2

Assim a força gravitacional se faz sempre presente; desenho do nitrogênio; o desenho do átomo de 0; depois temos o H. PG.3

A natureza atômica. As forças protônicas e gravitacionais.

As proteínas considerações sobre as valências do H, C, N, O; os álcoois; consideremos as enzimas. Todos esses fatores interferem diretamente. PG 4

A água é importantíssima à biologia e a eletricidade.

A eletricidade atmosférica.

Os biólogos e os insetos. Toda essa energia é gerada a partir das segundas irradiações do H? PG.5

Prefiro esta outra combinação. Outras formas de assimilação. Temos muitas perguntas.

A energia elétrica

A produção de eletricidade com utilização direta da água. PG.6

Estes conhecimentos servem para construir um gerador; as segundas irradiações dos prótons do H e a eletricidade. Uso da energia nuclear. Eu pergunto e quem souber me responde. Erros graves de um povo. Esta civilização, da qual tanto os das nações desenvolvidas se orgulham, é atrasadíssima. Uso de nêutrons para se obter elétrons? PG.7

A corrente elétrica.

Elétrons são partículas é óbvio. Devo estar cometendo alguns erros.

O conjunto nêutron, próton, elétron. PG.8

As irradiações do hidrogênio; as origens da força gravitacional; a água que serve à eletricidade, à biologia, e etc. As trocas de evasões e atrações na molécula de água.

A primeira ligação do H, H 2.

A água e as ligações especiais do 0 com o H

Este é o modelo do hidrônio. Em relação à molécula quebrada de água. Qual o tipo de gerador de eletricidade devemos usar? PG.10

Existe possibilidade de usar do princípio do contador Geiger para produzir eletricidade?

O contador geiger. PG.11

A seguir os números que precedem o título, - - TGBFQ, são os números atômicos dos elementos.

Os modelos dos núcleos dos elementos atômicos são apresentados do 1=H ao 94=Pu.

na ligação H Cl + H2 0. PG.9

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000 TGBFQ MN PROVAS V APRESENTAÇÃO DE PROVAS DO ACERTO DA TGBFQ

Autor José Carlos Franco de Carvalho. Não me é difícil provar que a TGBFQ está certa. Os núcleos dos elementos atômicos, montados e correspondendo à realidade da natureza, provam que a TGBFQ está certa. Porém, para as pessoas que não conseguem assimilar essa realidade mesmo depois que recebem cópia da teoria, envio estas explicações.

Nas montagens dos núcleos, a partir do B, boro, usei uma composição inicial

e depois, uma a uma, as partículas foram sendo posicionadas.

Os núcleos começam com o H. Depois uso do H, e assim em seqüência, com posicionamentos de novos prótons e nêutrons.

CONHECIMENTOS USADOS:

TABELA DOS ISÓTOPOS ESTÁVEIS DOS ELEMENTOS ATÔMICOS

A seguir transcrevo o início dessa tabela para lembrar como crescem os

núcleos. Nas montagens que fiz dos núcleos usei de acrescentar, um a um, nêutrons e prótons, sobre o modelo do elemento atômico que já havia montado.

H=1p; H2=1p+1n; H3=1p+2n: He3=2p+1n; H4=2p+2n: Li6=3p+3n:Li7=3p+4n:

Be9=4p+5n: B10=5p+5n; B11= 5p+6n: C12=6p+6n; C13=6p+7n: N14=7p+7n; N15= 7p+8n; O16=8p+8n; O17=8p+9n; O18=8p+10n: F19=9p+10n; Ne20=10p+10n; Ne21=10p+11n;Ne22=10p+12n: Na23= 11p+12n: Mg24=12p+12n; Mg25=12p+13n; Mg26=12p+14n: Al27=13p+14n: Si28=14p+14n; Si29= 14p+15n; Si30=14p+16n:

P31=15p+16n: S32=16p+16n; S33=16p+17n; S34=16p+18n; S36=16p+20n:

Cl35=17p+18n; Cl37=17p+20n: Ar=36=18p+18n; Ar38=18p+20n; Ar40=18p+ 32n. Os senhores sabem que os modelos nucleares dos elementos atômicos, para estarem certos, devem corresponder e seguir a seqüência apresentada nessa tabela.

Os senhores conhecem são 270 isótopos estáveis dos elementos atômicos. Sabem que existem outras centenas de isótopos radioativos.

São milhares de composições possíveis. Cada isótopo tem seu núcleo composto de uma determinada forma. Cada isótopo tem seu modelo onde são posicionados os prótons e os nêutrons correspondentes. Assim, para que os modelos nucleares da TGBFQ estejam certos, devem corresponder às composições: segundo a tabela periódica dos elementos; atender à tabela dos isótopos; devem ser modelos nucleares que sigam desde

o início normas rígidas de montagens.

Também devem ser modelos nucleares que atendam aos conhecimentos científicos (corretos) conhecidos na atualidade.

É óbvio. Só existe uma única forma de ser de cada núcleo de elemento atômico, e de cada um de seus isótopos. Ou se acerta ou não se consegue montar. Mesmo porque para se ir posicionando uma a uma cada partícula se faz necessário que cada núcleo já tenha reservado em si as posições onde vão ser acrescidas as partículas do isótopo seguinte, e em seqüência do

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elemento seguinte. Esse problema, quando estudava como montar, eu vivi.

Fui montando. Cheguei ao Xe, xenônio, 2,8,18,18,8. O qual já tem as órbitas de “K,L,M,N,O”. Esse elemento já tem as subórbitas de “s,p,d”. Entretanto a partir do Ce,2,8,18,20,8,2, já iniciamos o posicionamento das subórbitas de “f”. Aí, caso o modelo do La, lantãnio, não estivesse absolutamente correto não teria posições a espera dos prótons de “f”. Todavia, como o modelo do La estava certo, nele já estavam localizadas as posições a espera dos prótons

e nêutrons dos elementos seguintes.

Criticar é fácil. O fato é que os modelos da TGBFQ são montados seguindo normas rígidas de posicionamentos. O que foi feito segundo as características de cada elemento atômico e de seus isótopos; correspondendo às faculdades e atividades físicas e químicas de cada elemento ou isótopo. Quando respeitei às quantias exatas de nêutrons e prótons de cada um.

Fiquei muito feliz. Foi quando estudando os modelos, em razão das composições individuais nucleares, passei a conhecer as razões dos diferentes comportamentos físicos e químicos dos elementos. Conhecimentos que na atualidade os senhores não têm.

O fato é que só existe uma única forma de ser de cada modelo nuclear. Ou está certa ou não se consegue montar os núcleos dos elementos atômicos. Posso ter cometido pequenos erros nos primeiros elementos. Todavia, a partir do Ne, eles servem de base para todos os restantes.

a partir do Ne, eles servem de base para todos os restantes. OS NÚCLEOS CERTOS PROVAM

OS NÚCLEOS CERTOS PROVAM QUE OS CONCEITOS DA TGBFQ ESTÃO CORRETOS.

Vou apresentar conhecimentos que adotei nas montagens dos núcleos.

*QUANTO A FORMA GEOMÉTRICA DOS ORBITAIS. Consideram que marcando uma região tridimensional onde existe a chance de se encontrar um elétron estão traçando a forma geométrica do orbital desse elétron. Estão certos. O elétron se movimenta muito rápido para ter condições de devolver as irradiações ao próton. É nesse trabalho de devolução que se desloca nos pontos onde consideram que existe a chance de ser encontrado. São as irradiações dos prótons que caracterizam os orbitais. Conforme os posicionamentos dos prótons nos núcleos ocorrem diferentes tipos de irradiações. Assim são formados os diferentes tipos de orbitais. São esses diferentes tipos de irradiações que forçam os elétrons a se deslocarem para desenvolverem as devoluções das ondas senoidais. Quanto às órbitas e subórbitas. Explico que posicionei os prótons de tal forma que irradiem exatamente para que seus fluxos cheguem nas posições corretas onde estão os correspondentes elétrons e segundo as órbitas de “K, L, M, N, N, O, P, Q,” e das subórbitas de s,p,d,f.

O que fiz de acordo com cada elemento atômico. Pois os posicionamentos não são sempre semelhantes. Diferenciam em 19 dos elementos.

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*As irradiações dos prótons dividem os espaços das eletrosferas atômicas. Quando estudamos os núcleos, e observamos as posições dos prótons, verificamos que as irradiações dos prótons dividem entre si o espaço esférico envolvente de cada elemento atômico. Essas divisões atendem às localizações, e aos valores energéticos dos prótons; depois às freqüências, e comprimentos das ondas, das irradiações dos prótons. Assim ocorrem as órbitas e subórbitas.

Usei dos formatos geométricos dos orbitais para realizar as montagens iniciais. Depois, quando já sabia como ia ser a seqüência dos posicionamentos, não precisei mais deles. Nesta redação de nada adianta fazer os restantes desenhos porque sou mau desenhista de computador.

*O sentido de rotação do elétron. Spin. Conhecemos que chamam de Spin o movimento de rotação do elétron em torno de seu próprio eixo. Pelo princípio de Exclusão de Pauli no máximo dois elétrons podem compartilhar um mesmo orbital. Só que é necessário que tenham spins opostos. Essa norma eu segui sempre nas montagens dos núcleos. Todavia o fiz porque considerei necessário compor núcleos que tivessem as irradiações dos prótons distribuídas de tal forma a proporcionar equilíbrios nas movimentações dos átomos.

Constata-se que os átomos se movimentam em torno de um eixo. Os prótons são instalados segundo distribuições que proporcionam equilíbrios nos movimentos dos átomos. Foi assim que automaticamente segui a orientação dos spins.

Configuração eletrônica dos elementos atômicos. Abençoados sejam os físicos que descobriram estes conhecimentos. Só em razão deles consegui montar os núcleos. Ao lado temos a configuração eletrônica do ‘O’ , oxigênio, 2Ks, 2Ls, 4Lp.

eletrônica do ‘O’ , oxigênio, 2Ks, 2Ls, 4Lp. No desenho os elétrons estão distribuídos em círculos.

No desenho os elétrons estão distribuídos em círculos.

Observem que alguns elétrons estão posicionados em uma suposta reta vertical que corta o desenho. Nessa reta estão os elétrons 2Ks, 2Ls, e 2Lp.

Nas laterais dos círculos só temos os 2 elétrons de Lp. Os prótons irradiam para esses elétrons. Assim devem estar em localizações nas quais suas irradiações cheguem nos elétrons segundo os posicionamentos dessa configuração eletrônica.

Como conseguir esse resultado? Tive muito trabalho para encontrar a solução. Só a encontrei na medida que fui instalando os prótons, e os distribuindo de forma a manter o equilíbrio das irradiações e dos movimentos dos átomos.

equilíbrio das irradiações e dos movimentos dos átomos. As irradiações observadas pela parte superior (em

As irradiações observadas pela parte superior (em hipótese), dos eixos dos átomos, adquirem essas configurações. As configurações eletrônicas observadas. O fato real é que em um elemento atômico, como o Ne, temos um eixo central. Depois temos três prótons a irradiarem

um eixo central. Depois temos três prótons a irradiarem Esta e outras obras disponíveis em:

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para cima, três a irradiarem para baixo, e os outros quatro a irradiarem, dois a dois, em sentidos contrários, nos eixos de x e z.

PRECISO EXPLICAR PORQUE TIVE CERTEZA DESSES POSICINAMENTOS. Para montar os núcleos usei dos conhecimentos da TGBFQ. De acordo com os conhecimentos da TGBFQ temos que cada próton, cada nêutron, quando no correr da síntese é atraído para participar de um núcleo de elemento que já está sendo formado ele se localiza exatamente em uma determinada posição. A situação é que essa partícula que está sendo atraída, seja próton, ou nêutron, vai se localizar exatamente na posição onde esteja (no momento) a acontecer a maior força de atração eletrônica e gravitacional.

No desenho a configuração eletrônica do Ra. Estou apresentando a configuração eletrônica do Ra porque
No desenho a configuração eletrônica do Ra.
Estou apresentando a configuração eletrônica do Ra porque nela estão
configuradas, quase todas, dos elementos atômicos. Só fogem dessa
seqüência
de

posicionamento os 19 elementos que não respeitam a orientação de Pauli.

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NOMES DOS PRÓTONS. Em primeiro lugar ao explicar como montei os núcleos devo esclarecer que dei para os prótons os mesmos nomes dos elétrons. Assim foi porque cada próton tem sua irradiação. Essa irradiação segue até a órbita onde um elétron a devolve. Para os elétrons já deram os nomes das órbitas e subórbitas. Assim, para facilitar, denominei os prótons com

nomes correspondentes.

facilitar, denominei os prótons com nomes correspondentes. Nem sempre as posições dos prótons correspondem ao
facilitar, denominei os prótons com nomes correspondentes. Nem sempre as posições dos prótons correspondem ao
facilitar, denominei os prótons com nomes correspondentes. Nem sempre as posições dos prótons correspondem ao

Nem sempre as posições dos prótons correspondem ao esquema geral que é usado no Ra. Conforme já comentei.

Por exemplo: No Cr (cromo). Quando, na seqüência da tabela periódica, ele perde um dos dois Ns, e fica com 2,8,13,1 ou 2Ks, 2Ls, 6Lp,

perde um dos dois Ns, e fica com 2,8,13,1 ou 2Ks, 2Ls, 6Lp, 2Ms, 6Mp, 5Md,

2Ms, 6Mp,

5Md, 1Ns .

Observe a configuração eletrônica do cromo. Temos 2,8,13,1. Um maior número de elétrons do desenho está com a cor preta. Todavia os elétrons de 5 Md estão com a cor vermelha. Constatem que eles não se posicionam de acordo com a seqüência de localizações da maioria dos demais elementos.

Os demais teriam se posicionado, primeiro um próton, o segundo de Mp, na reta vertical. Assim acontece, em razão de durante as sínteses os prótons se posicionarem em localizações onde os elementos atômicos ganham mais estabilidade e equilíbrio dos movimentos. Como podem ver o Cr perdeu um dos dois Ns. Não segue corretamente a

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seqüência das utilizações das órbitas e subórbitas eletrônicas da tabela periódica.

AS IRRADIAÇÕES DOS PRÓTONS DIVIDEM OS ESPAÇOS ENVOLVENTES DOS ÁTOMOS. Nas montagens dos núcleos eu compreendi que as irradiações dividem os espaços eletrosféricos. Combinei esse procedimento com a necessidade de equilíbrio, e com a existência de um eixo.

Notem. As partículas estão representadas por cubos. Perdi muito tempo por não desejar admitir que os prótons tivessem formatos de paralelepípedos ou cúbicos. Entretanto foi nas montagens nucleares que me decidi por essas possibilidades. Concluí que nos núcleos não ocorrem espaços vazios. O que aconteceria caso as partículas fossem esféricas.

CONCEITOS BÁSICOS DA TGBFQ.

Para fazer essas montagens nucleares fui obrigado a rejeitar inúmeros conceitos da Física Nuclear.

A TGBFQ ensina que as bases da existência são: espaço; algos infinitamente pequenos; esses algos se movimentam no espaço e se iniciam os fenômenos. Depois marcamos períodos de tempo e os relacionamos com os fatos. Assim, na medida que os algos se movimentam, surgem os sistemas. Os primeiros sistemas. Esses, aliados aos algos, formam sistemas maiores. Em seguida sistemas se combinam com sistemas e em seqüência formam sistemas maiores e mais densos.

OS SISTEMAS.

Eis o gravíssimo erro de Einstein. Ele só considerou a existência dos fenômenos materiais. Entretanto, antes de acontecerem os sistemas materiais, existem os sistemas prefísicos. Esses formam uma existência prefísica.

Os sistemas prefísicos produzem fluxos; são sistemas de vários tipos. Crescem, ficam densos, formam a existência material. Assim temos sistemas que participam de atividades pré-físicas. Entre esses temos os que se combinam e formam a unidade do sistema de energia. Outros são usados como fluxos das unidades de energia. Essas unidades de energia

participam das

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irradiações dos prótons e assim das ondas eletromagnéticas. Os sistemas prefísicos que servem às energias desenvolvem as atividades gravitacionais.

No desenho anterior temos em seqüência da esquerda à direita:

1 o Um próton composto de sistemas cúbicos; 2 o Sistemas discos combinados e compondo parte de um agregado. Os discos giram em velocidades superiores à da luz. Combinados produzem fluxos. Esses fluxos expelem sistemas. Esses sistemas ao serem usados deixam vácuos nos vãos entre os discos. Em conseqüência esses agregados atraem novos sistemas para suprirem as irradiações. Assim surgem as forças que agregam os sistemas. Assim acontece nos sistemas prefísicos e nos físicos materiais. 3 o No terceiro desenho é mostrada a região onde se formam os vácuos. É nas regiões escurecidas. 4 o No quarto desenho temos dois discos combinados para mostrar como se assimilam. 5 o O quinto desenho está mal feito. O caso é que quatro discos combinam seus movimentos e formam um sistema cúbico. Nele os discos combinam seus movimentos. Como estão girando com velocidades superiores à da luz eles usam de sistemas menores participantes do ambiente e os lançam produzindo fluxos. 6 o Esses sistemas cúbicos se combinam e formam túneis. 7 o Os túneis se combinam e formam os agregados. Um tipo deles, exemplificando um próton, no primeiro desenho. 8 o Os agregados formados por sistemas maiores e mais densos formam as partículas atômicas: prótons, nêutrons , e elétrons. 9 o Os agregados denominados elétrons e prótons lançam fluxos, irradiações, nos quais usam de sistemas menores. 10 o Assim nascem as ondas eletromagnéticas. São senoidais porque os sistemas que as constituem são integrados e combinados. No percorrer das periferias dos discos as energias são forçadas às combinações que as condicionam ao deslocar senoidal. 11 o Um dos sistemas que participa das ondas senoidais é a unidade do sistema de energia. As ondas senoidais erradamente denominadas de eletromagnéticas são encadeamentos de quantias de unidades do sistema de energia. 12 o Conforme os respectivos comprimentos de ondas, freqüências, e quantias de unidades do sistema de energia, assim se caracterizam as ondas senoidais.

OS FÍSICOS NUCLEARES COMETEM GRAVÍSSIMOS ERROS.

Nunca consideraram a possibilidade da existência de um sistema unitário de energia. Outro foi o de teorizarem definitivamente as partículas como positivas, negativas, e neutras. O pior dos erros foi a equação e=mc2. Ficaram bloqueados sem condições de novas descobertas.

Quando aceitam e=mc2 negam a possibilidade da existência de ocorrências prefísicas. Para eles a existência é composta de energias. Assim não existem sistemas menores, os prefísicos. Essa equação está certa mas está incompleta.

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Nas desintegrações nucleares, segundo contam, são liberadas as energias correspondentes aos valores dessa fórmula. Assim está certa. Só que nessas desintegrações também são liberados sistemas menores não materiais os quais não estão descritos nessa equação. Assim, pode estar certa, mas está incompleta.

Um dos fenômenos mais importantes da natureza é o fogo. Contudo até agora sobre ele só sabem dizer que se trata da combustão do O, oxigênio. Todavia o fogo é um fenômeno no qual acontecem violentas liberações de quantias de unidades do sistema de energia.

NÃO EXISTEM PRÓTONS POSITIVOS. NÃO EXISTEM ELÉTRONS NEGATIVOS NÃO EXISTEM NÊUTRONS NEUTROS.

Os prótons, os elétrons, os nêutrons, são sistemas. Os átomos, as moléculas, os satélites, os planetas, as estrelas, os aglomerados de estrelas, as galáxias, o Universo, aglomerados de universos, ocorrências da natureza são sistemas. Como tal eles fazem parte da existência que podemos observar. Assim também existem sistemas menores e até sistemas infinitamente pequenos.

As partículas atômicas são sistemas que produzem fluxos e irradiações. Os elétrons livres se repelem porque os fluxos não combinam. Os prótons se repelem porque seus fluxos não combinam.

Os elétrons usam de unidades do sistema de energia e formam correntes senoidais. Essas correntes penetram em suas colméias; em uma das extremidades e saem na outra. E vice versa. Só que essas ondas possuem freqüências e comprimentos e irradiadas se alteram. Aí não podem ser usadas por outros elétrons. Assim as irradiações de um elétron afastam os outros elétrons. Por esse motivo temos a impressão que eles são negativos.

O mesmo acontece com os prótons. As irradiações dos prótons também, na

maioria das vezes, não combinam. Assim os prótons proporcionam a falsa impressão de que são positivos e por razões outras se repelem. Todavia são as irradiações que produzem que forçam os prótons a ficarem distantes. Porém os prótons simultaneamente irradiam e aspiram.

Porque aspiram os prótons atraem os elétrons que são bem menores e fraquíssimos. Contudo, porque continuam a irradiar fazem com que os elétrons se mantenham em determinadas distâncias. Nessas distâncias os dois ficam a trocar as irradiações.

O bom foi que as contas e cálculos que fizeram atenderam a esses

relacionamentos das partículas e graças a isso foi desenvolvida maravilhosa

tecnologia. Entretanto já está em tempo de acertarmos os conceitos.

Assim, antes, de montar os núcleos dos

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José Carlos Franco de Carvalho

elementos atômicos, eu montei os modelos das partículas atômicas: próton, elétron, e nêutron. Com esses modelos passei a conhecer as faculdades físicas das partículas. Conhecimentos que me possibilitaram conhecer como as partículas prótons e nêutrons podem se combinar para comporem os núcleos dos elementos atômicos.

nêutron assimilado ao próton
nêutron assimilado ao próton
dos elementos atômicos. nêutron assimilado ao próton Do lado esquerdo temos um aglomerado do tipo próton

Do lado esquerdo temos um aglomerado do tipo próton combinado com um outro aglomerado. Quando dois aglomerados se combinam um deles passa a ser

um próton e o outro passa a ser um nêutron. Assim acontece porque só um deles fica a irradiar e a aspirar as ondas senoidais. Esse passa a ser o próton. O outro o nêutron. Ocorre que as atrações do próton chamam as irradiações do elétron para dentro de si. Todavia acontece que depois que essas irradiações penetram uma certa distância elas voltam a ser expelidas e irradiadas. Aí as ondas fazem o retorno. Quando assim ocorre , ao fazerem a curva, elas empurram toda uma composição de sistemas de discos que estão em paralelo à retaguarda.

Aí nasce o nêutron. Partícula que tem, apenas, uma certa quantia de sistemas discos a mais que o próton. Partícula que é semelhante ao próton. Partícula que provisoriamente tem planos de discos paralelos entre si deslocados de suas posições. Partícula a qual livre, em média, em 15’, se transforma em um próton, um elétron, e um antineutrino. Nos desenhos acima estão as explicações. No desenho de cima temos um nêutron e um próton. No nêutron todos os discos horizontais estão afastados à esquerda. Assim se abre um vão na junção nêutron com próton. No outro desenho temos apenas umas das senóides que penetra o próton. Mostrando que ela vai até certo ponto dessa partícula e depois retorna à frente da mesma quando saí irradiada. Os discos horizontais que ficam a esquerda da curva, que ficam afastados, são os do nêutron. Os da direita são os do próton.

COMBINADAS. ASSIM SÃO AS COMPOSIÇÕES PRÓTONS E NÊUTRONS. Assim fiquei conhecendo os modelos das partículas. Os prótons, elétrons, e nêutrons. Mesmo assim todos esses conhecimentos não foram suficientes.

Como puderam constatar já conhecemos as forças que agregam os discos, os sistemas cúbicos, e agregam os túneis; as forças que formam os agregados (as partículas). Ficamos conhecendo que são as irradiações das ondas senoidais que esvaziam as posições entre os discos e que provocam vácuos onde ficam a faltar os sistemas menores que são usados às irradiações dos prótons. Assim como os sistemas são expelidos, simultaneamente são atraídos.

A seguir precisei conhecer como ocorrem as sínteses nas composições dos núcleos dos elementos atômicos. Isso, na natureza. Quando não têm nada que ver com simplórias experiências de laboratórios. Precisei conhecer o porque se agregam e formam cada um e todos os diferentes elementos atômicos.

No correr das sínteses materiais, na natureza, eu já sei que os sistemas prefísicos, e depois os físicos, surgem de explosões dos movimentos, automaticamente, segundo as densidades dos algos e das forças das irradiações que os contaminam. Forças as quais são as origens do iniciar e

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desenvolver dos movimentos e formações dos sistemas. O fato é que no final das explosões, dos movimentos dos algos, temos os elementos atômicos. Aí precisei conhecer o que condiciona o posicionar das partículas nos

núcleos no correr dessas sínteses. Já tinha os modelos das partículas; já conhecia como prótons e nêutrons se assimilam; já conhecia as forças que

e nêutrons se assimilam; já conhecia as forças que agregam os sistemas e assim as partículas.
e nêutrons se assimilam; já conhecia as forças que agregam os sistemas e assim as partículas.

agregam os sistemas e assim as partículas.

A FORMA DE IRRADIAR DO PRÓTON /NÊUTRON. Um próton combinado com um nêutron

só irradia as ondas senoidais ditas eletromagnéticas em uma de suas extremidades (indicado pela seta fina com ponta preta que se dirige ao elétron). Na outra extremidade da combinação está o nêutron. Esse aspira sistemas menores que servem às produções das unidades do sistema de energia; às formações das ondas senoidais; e às irradiações gravitacionais.

AS PARTÍCULAS SE ASSIMILAM E FORMAM OS NÚCLEOS DOS ELEMENTOS ATÔMICOS.

O PROCESSO. Os prótons e nêutrons aspiram e atraem sistemas por todas as

paredes e extremidades. Assim o fazem por entre os discos. Todavia existem regiões onde em razão dos fluxos dos sistemas menores, das atrações e emissões gravitacionais, e das irradiações e aspirações das ondas eletromagnéticas, as atrações de sistemas externos para os ambientes internos das partículas são mais fortes.

para os ambientes internos das partículas são mais fortes. Para montar os núcleos dos elementos precisamos

Para montar os núcleos dospara os ambientes internos das partículas são mais fortes. elementos precisamos conhecer essas regiões. É óbvio

elementos precisamospartículas são mais fortes. Para montar os núcleos dos conhecer essas regiões. É óbvio que na

conhecer essas regiões. fortes. Para montar os núcleos dos elementos precisamos É óbvio que na retaguarda dos nêutrons as
conhecer essas regiões.

É óbvio que na retaguarda dos nêutrons as atrações de sistemas são mais

fortes do que em quaisquer outras regiões do conjunto próton-nêutron.

A seguir a outra região de atração mais forte é a assinalada com o traço

preto. Assim é porque é um vão por onde podem passar maiores quantias de sistemas aspirados. Só que são duas essas regiões. No desenho, em baixo, não dá para ver a segunda porque está na parte inferior e em posição inversa do traço negro observado.

inferior e em posição inversa do traço negro observado. Assim, quando montamos os núcleos, vamos posicionando

Assim, quando montamos os núcleos, vamos posicionando as partículas que devem ser acrescidas em localizações onde, a seguir, as atrações são mais fortes.

Esta é a orientação básica às montagens nucleares. Outro detalhe importantíssimo é que os prótons das subórbitas de ”s” se posicionam encostados. uns nos outros. Ás vezes de lado, ás vezes de quina. Com os demais das subórbitas ocorre que se posicionam formando grupos. Quando formam composições que podem ser nas extremidades, ou envolventes aos núcleos.

EXISTEM OUTROS CONHECIMENTOS QUE ASSIMILAMOS NAS MONTAGENS DOS NÚCLEOS.

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Alguns isótopos possuem, a mais, os nêutrons dos núcleos dos elementos imediatos. Observamos nas montagens que os núcleos atômicos podem usar de nêutrons a mais do que precisam nos respectivos elementos. Assim acontece porque esses são atraídos de forma natural nas sínteses. Esses são nêutrons que determinados isótopos possuem a mais. Esses nêutrons a mais, quando posicionados, servem para os prótons que formam, segundo a tabela periódica os elementos e isótopos em seqüência. Acontece que esses nêutrons a mais, para que sejam núcleos estáveis, só podem ser em quantias que sirvam aos elementos atômicos imediatos.

Por exemplo: O Ne 20 fica completo com 10 prótons e 10 nêutrons. O isótopo do Ne 22 tem dois nêutrons a mais. O caso é que esses dois nêutrons a mais vão ser usados para compor os núcleos do Na23 e do Mg24. Assim acontece com um número grande de elementos onde seus isótopos já possuem os nêutrons para os posicionamentos dos outros elementos que seguem.

Vou citar alguns isótopos que possuem nêutrons a mais para posicionamento de outros prótons de outros elementos: Mg26 (2n): para Al27, e Si28: assim acontece com o Si, e com o S.

Em seqüência também acontece o mesmo com muitos outros elementos. Creio não precisar relacionar a lista. Ë só olhar.

Creio não precisar relacionar a lista. Ë só olhar. T o d a v i a

Todavia sabemos, porque conhecemos as forças nucleares que atraem as partículas em seqüência, que as atrações de nêutrons a mais só chamam os nêutrons que podem entrar antes de acréscimos de outros prótons. São, inclusive, esses nêutrons que atraem novos prótons.

PORQUE AS QUANTIAS DE NÊUTRONS NOS ISÓTOPOS SÃO DIVERSIFICADAS?

Observem, por exemplo: o S (enxofre), e o Cl (cloro). Até esses elementos os aumentos das massas, em razão de acréscimos de nêutrons, se fazem para servir futuros prótons. Já no S nós temos as massas de seus isótopos com 32,33,34, e 36. Do S34 para o S36 temos acréscimo de dois nêutrons. No Cl nós temos as massas de isótopos que pulam de 35 para 37. Assim acontece porque no Cl37 temos de uma vez um aumento de dois nêutrons. Assim não existe o S, estável com 35 e nem o Cl com 36.

Eu procurei saber porque.

coluna central, vertical, eixo dos movimentos dos átomos, onde estão os nêutrons e prótons de Ks, sofre um acréscimo de massa. No meio dessas composições são acrescidos mais dois nêutrons. No desenho, do lado esquerdo, o eixo onde estão os prótons de Ks. Do lado direito o mesmo eixo de Ks dos elementos S e Cl acrescidos, no meio, com dois nêutrons. Assim o eixo central dos núcleos estica proporcionando condições de acréscimos de partículas nas faces laterais. A partir do Cl o eixo central dos núcleos começa a esticar. Assim acontece com o Ar e com o K.

A resposta é que a partir do S (enxofre) a

OS ISÓTOPOS DO Ar, K, Ca,

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O Ar tem três isótopos estáveis: Ar36,38,40. Assim acontece porque no primeiro isótopo Ar36 os eixos dos prótons de Ks não sofrem acréscimos. Depois, no isótopo 38 o eixo de Ks em seu meio tem o acréscimo de dois nêutrons. Já no isótopo 40 também, no eixo onde estão os prótons de Ls, temos no meio o acréscimo de dois nêutrons. Assim surgem os isótopos Ar36, 38, 40.

de dois nêutrons. Assim surgem os isótopos Ar36, 38, 40. Os isótopos do K surgem com

Os isótopos do K surgem com o acréscimo de um P. No caso sobre o Ar38 surge o K39. No Ar40 surge o K41.

Com o acréscimo de mais 1 próton sobre esses isótopos

e temos: Ca40 e Ca42.

Porém estes isótopos usaram os nêutrons que tinham sido acrescidos nos eixos de Ks e de Ls. No Ca

tornamos a ter os acréscimos nesses eixos e surgem os demais isótopos do Ca.

A

seguir o Sn45. Este perde o acréscimo do eixo de Ls

e

fica só com o acréscimo de 2 nêutrons no eixo de

Ks.

O Ti usa de diversas formas de posicionamentos de seu

próton sobre os isótopos do Ca.

O que interessa saber é que já no único isótopo do

manganês , Mn55, já está firmado o acréscimo com dois nêutrons nos eixos de Ks. e Ls.

Esses acréscimos ocorrem entre os prótons que se posicionam nas extremidades do eixo. Assim compreendemos as variações das massas dos isótopos estáveis.

Quando consideramos os núcleos constatamos que eles se apresentam com seis frentes de irradiações. Tal como no desenho em cima.

Na síntese da TGBFQ mais completa apresento os modelos nucleares do H o Po.

Como exemplo das posições dos prótons vou apresentar as frentes das irradiações do núcleo do Au, ouro.

Estes desenhos são de partes do núcleo do Au, ouro. Isótopo único Au197. Escolhido para exemplo das posições dos prótons segundo suas órbitas e subórbitas.

N M N M O O N M N M O N N N L
N
M
N
M
O
O
N
M
N
M
O
N
N
N
L N
N
L N
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M N
M N
N
L
O
N O
N M
N
O
O O
O M
N
O 0 O N N M N N L N M N M
O
0
O
N
N
M
N
N
L
N
M
N
M

E m cima as

frentes laterais. Em baixo as

frentes:

superior e

inferior.

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Nf O O Os N Ns M N Ms Ls L Ks
Nf
O
O
Os
N
Ns
M
N
Ms
Ls
L
Ks

José Carlos Franco de Carvalho

L Ks N M Ms Ls Os N Ns Ps O N O
L
Ks
N
M
Ms
Ls
Os
N
Ns
Ps
O
N O

Ao lado as frentes de irradiação dos prótons

do eixo.

Apresentação das

irradiações da tampa superior e da tampa inferior.

Para compreender os desenhos, ou os modelos que fiz em pita recobertos de cartolina uso de colorir.

Assim uso este padrão de cores.

cor

 

nêutrons

cor prótons

cor irradiações prótons da subórbita de s

cor das irradiações das subórbitas de p

cor das irradiações das subórbitas de d

cor das irradiações das

subórbitas de f

Explico que nos desenhos não estão todos os nêutrons do Au. Eles não foram desenhados e estão no meio da massa nuclear. Nestes desenhos estão representadas as frentes das irradiações com localizações dos prótons. Fiz esses desenhos para mostrar como se posicionam os prótons segundo suas órbitas e subórbitas nas respectivas frentes de irradiações. Como podem observar nos desenhos prótons de subórbitas iguais se posicionam lado

lado. O que fazem nas composições das frentes das irradiações. Os prótons das subórbitas de s é que tomam essas posições diferentes. Deve ser por esse motivo que possuem as órbitas ditas esféricas.

a

os

OS MODELOS NUCLEARES ENSINAM PORQUE OS ELEMENTOS ATÔMICOS DEPOIS DO Bi SÃO RADIOATIVOS.

Não vou entrar em detalhes. Contudo os núcleos são estáveis em razão das partículas (prótons e nêutrons) ocuparem posições nas quais ficam presas pelas atrações nucleares. A partir do Bi, como podemos observar nos modelos nucleares da TGBFQ, os prótons e os nêutrons ficam dependurados e em posições onde as atrações nucleares não os conseguem conservar. Devemos recordar que os átomos se movimentam. Assim, embora considerem que nada existe no vácuo, os ambientes envolventes atritam os sistemas participantes dos átomos e casualmente derrubam partículas mal posicionadas.

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A TGBFQ vai ser usada pela comunidade científica internacional.

Outra prova do valor da teoria é que ela, usada, explica todos os fenômenos físicos, químicos, biológicos, e ainda os restantes das demais ciências. Os fenômenos que nestes escritos não estão explicados o serão, futuramente, por outros cientistas que darão continuidades à obra.

VOU CITAR ALGUNS FÊNOMENOS OS QUAIS ATÉ ESTES DIAS NÃO FORAM EXPLICADOS.

Einstein, antes de morrer, procurava explicações para as forças gravitacionais. Ele sabia que sua teoria estava errada e que seus conceitos estavam incompletos. Isso porque não havia descoberto a natureza da força gravitacional. Estava sem saber do que era e como se propaga Assim, com seus conceitos, não conseguira explicar essa força que determina os fatos universais. Aí narrou aos colegas que estava em busca dessas explicações. Denominou essa futura teoria de “Teoria da Unificação”.

A TGBFQ explica nos mínimos detalhes a força gravitacional.

Esta teoria se baseia em sistemas. Desde os cósmicos aos infinitamente pequenos. Ela é experimental. Os cientistas ao usarem de seus modelos nucleares vão compreender os porques das atividades físicas, químicas e biológicas, dos elementos atômicos, moléculas, e substâncias. Sim. Compreenderão e conhecerão que são muitas as propriedades físicas e químicas dos elementos atômicos que dependem diretamente das composições nucleares.

que dependem diretamente das composições nucleares. A FORÇA GRAVITACIONAL. As partículas estão aprovadas .
que dependem diretamente das composições nucleares. A FORÇA GRAVITACIONAL. As partículas estão aprovadas .

A FORÇA GRAVITACIONAL. As partículas estão aprovadas. Pois com elas montamos os núcleos dos elementos

atômicos. Elas são constituídas de sistemas menores. Nas assimilações dos sistemas: de discos, de sistemas cúbicos, dos túneis, das partículas, sempre está presente e atuante uma poderosa força. Essa força conforme provamos na TGBFQ é resultante dos vazios, vácuos, que são produzidos entre as composições dos discos em razão das irradiações dos

fluxos segundo a velocidade da luz. Volto ao assunto porque vou explicar do que é e como é a força gravitacional. Acontece que quando os prótons produzem as irradiações senoidais anexo a essas são expelidos fluxos de sistemas menores. No desenho, em cima, do lado esquerdo, o núcleo do Ne, neônio. Ao seu lado um par nêutron/próton irradiando para seu elétron. O elétron lhe envia de volta as irradiações

senoidais. Contudo, anexo das irradiações senoidais do próton, que são portadoras de quantias de energias, segue quantia de outros sistemas menores. Esses sistemas menores se deslocam, também, com a velocidade da luz.

O elétron, como colméia de sistemas cúbicos, só tem condições de devolver

as ondas senoidais. Os sistemas menores passam pelo elétron e se esvaem com

a velocidade da luz no ambiente exterior.

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José Carlos Franco de Carvalho

BÁSICA FÍSICO QUÍMICA José Carlos Franco de Carvalho Essas evasões ocorrem em todos os átomos. São

Essas evasões ocorrem em todos os átomos. São especificas e características de cada elemento, de cada isótopo de elemento. Assim é porque as evasões ocorrem e se esvaem segundo as composições nucleares. Estou usando o Ne, neônio, porque vou aproveitar para explicar porque é gás e porque é nobre. Ele tem na eletrosfera os 8 orbitais que envolvem seu espaço atômico. No Ne as evasões acontecem espalhadas por toda a eletrosfera. Os sistemas menores que são expelidos fazem falta às atividades nucleares. Fazem falta às produções de unidades de energia.

Esqueci de citar que as energias, suas unidades, são sintetizadas nos prótons. Na cópia de síntese da TGBFQ essas atividades são explicadas nos mínimos detalhes. Esse é outro motivo porque os núcleos automaticamente desenvolvem as forças atrativas gravitacionais.

O Ne nas extremidades dos orbitais eletrônicos libera sistemas menores

gravitacionais. Assim com as evasões ocorrem vácuos no núcleo do Ne.

Assim simultaneamente em outras regiões fica a atrair iguais quantias de sistemas menores que expeliu.

O núcleo do Ne não pode realizar suas irradiações sem esses sistemas.

Os sistemas fazem falta à composição ambiental, densidade do átomo. Esses vácuos automaticamente atraem novos sistemas menores para manter a densidade necessária às atividades atômicas. Assim o Ne desenvolve um processo de atração de sistemas menores.

Entretanto, como possuí uma eletrosfera de oito órbitas, que o envolve completamente, tem que atrair e absorver os sistemas menores de permeio aos orbitais. Assim suas atrações de sistemas menores estão espalhadas pela superfície da eletrosfera.

Os cálculos, das forças gravitacionais atuantes de um núcleo, têm que ser feitos em função de cada partícula participante das atrações. As atrações do Ne estão espalhadas. As atrações, por exemplo, do C, carbono, estão concentradas. No Ne são vetores espalhados e assim com valores unitários e menores. No C são vetores somados , concentrados, e de valores maiores. Como sabemos a fórmula básica da força gravitacional é F= G(m1.m2)/ r2. Ou F=(m1.m2)/r2 . Assim conhecemos que quanto menores as distâncias proporcionalmente mais fortes são as atrações. As distâncias nas ocorrências nucleares são as menores. Assim os valores são os maiores. As atrações espalhadas são vetores espalhados. Assim forças gravitacionais espalhadas são forças as quais, por serem produzidas por atrações individuais de prótons e nêutrons, devem ser consideradas individualmente. Os sistemas gravitacionais são menores. As atrações são desses sistemas. Assim se formam fluxos desses sistemas

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São fluxos atrativos dispersos que se formam em volta do Ne. São fluxos concentrados que se formam em torno do C. Os fluxos concentrados do C formam apenas quatro vetores resultantes de somatórias de vetores parciais com forças atrativas muito superiores às dos espalhados vetores do Ne. Os fluxos que se formam para satisfazer as necessidades do C se concentram.

Caso alguém não haja entendido vou dar o exemplo de uma câmara onde desejamos formar vácuo. Caso tenhamos nela orifícios em toda a sua superfície, enquanto produzimos o vácuo, as absorções de ar se farão fracamente em cada um deles. Caso tenhamos apenas um orifício a absorção de ar se fará fortemente por ele. Essa absorção poderá até atrair pedaços de papel. Já os orifícios espalhados não terão condições de atrair o papel. Essa é a diferença de comportamento entre os gases e os sólidos ou líquidos. Essa é a origem dos diferentes comportamentos gravitacionais dos elementos atômicos.

O DESENHO AO LADO DÁ UMA IDÉIA DO ÁTOMO DE 0 (OXIGÊNIO).

Os prótons de Ks irradiam para os elétrons de Ks (em azul mais forte). Elétrons de eletrosfera interna.

Os demais prótons de LS e Lp irradiam para os elétrons (azul claro) . Já da eletrosfera externa.

Assim, bem distante do núcleo do O, se forma a eletrosfera das valências atômicas.

Os elétrons que se movimentam em velocidades superiores à da luz devolvem as irradiações aos prótons. Contudo deixam se esvaírem os fluxos dos sistemas. gravitacionais que recebem em companhia das ondas senoidais dos prótons. Assim esses abandonam o átomo de O. Essas fugas dos sistemas gravitacionais estão indicadas pelas setas largas e marrons.

estão indicadas pelas setas largas e marrons. Em seguida, enquanto isso, automaticamente o “0” fica a

Em seguida, enquanto isso, automaticamente o “0” fica a aspirar os sistemas gravitacionais do ambiente exterior. Assim acontece porque usa deles em suas irradiações.

O “0”, oxigênio, na eletrosfera, tem dois vãos (vãos posicionados nas regiões onde faltam 2 prótons). Estão indicados em marrom escuro, e com setas largas que representam as atrações gravitacionais nesses vãos.

Simplificando. O que determina o peso de um átomo, molécula, ou substância. Os átomos emitem sistemas gravitacionais. Ao mesmo tempo eles absorvem sistemas gravitacionais.

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Nas emissões esses sistemas escapam de permeio aos elétrons. Nas absorções eles penetram no ambiente atômico por entre as órbitas

eletrônicas. Contudo em eletrosferas não completas (Sejam elas de Lp8, Mp8, Md1O, Np8, Nd10, Nf14, O8, O10, O14, e etc.), nos vãos onde não possuem prótons a irradiarem, ocorrem concentrações das atrações gravitacionais.

O concentrar das atrações gravitacionais é que aumenta o valor da atração

gravitacional do elemento atômico. Pois essas regiões são fortes aspiradoras de matéria. Os átomos que possuem as aspirações, atrações, gravitacionais, distribuídas por entre as órbitas eletrônicas, e têm as eletrosferas completas, ou maiores quantias de orbitais nessas eletrosferas, proporcionalmente as suas massas ficam mais leves. Assim os gases nobres que têm as atrações espalhadas nas eletrosferas são mais leves quando consideramos suas respectivas massas.

O FOGO. O QUE É O FOGO.

Eu admiro os cientistas não terem deduzido a existência de um sistema unitário de energia. Foi uma grande bobeada dos físicos e químicos.

No desenho do lado esquerdo uma esfera representando o átomo de O (oxigênio). Observem a esfera. Do lado, na parte escondida da esfera marrom, existe outra região também em vermelho. Estão a representar os vãos da eletrosfera do oxigênio onde esse elemento atômico atrai os sistemas gravitacionais e energias. Esses vãos aspiram matéria. Por esse motivo quando o “0” não está combinado com outros elementos, ou mesmo, ás vezes, quando combinado, esses vãos estão cheios de sistemas gravitacionais e energias. Quando o oxigênio desenvolve combinações químicas as irradiações dos outros elementos penetram nesses vão. Quando isso acontece essas energias são abruptamente expelidas. Expulsas se deslocam para o ambiente externo. Fora no ambiente externo elas se atritam. Foi para esse atritar entre as energias que deram o nome de fogo.

esse atritar entre as energias que deram o nome de fogo. CONSIDERAÇÕES SOBRE O H (HIDROGÊNIO).

CONSIDERAÇÕES SOBRE O H (HIDROGÊNIO).

O próton irradia em seus dois pólos. O próton, no caso, se comportando como H, deveria assimilar dois elétrons. Assim ficaria com um em cada pólo.

A situação é que o elétron muito ativo devolve ao próton uma de suas

irradiações e ainda parte da outra. Assim o H não precisa de outro elétron. De tal forma que na composição do H não cabe outro elétron. No caso de outro elétron, nas proximidades do H, ser fortemente atraído, só pode ser em razão do próton usar das restantes irradiações que seu elétron não está a devolver.

irradiações que seu elétron não está a devolver. No desenho, da esquerda à direita: duas senóides

No desenho, da esquerda à direita: duas senóides representando as irradiações protônicas da extremidade livre do próton; o quadrado vermelho, o próton; as irradiações da outra extremidade as quais vão e voltam do elétron; o elétron em azul; as evasões de sistemas menores que escapam do átomo do H .

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Os átomos de H trocam suas segundas irradiações e formam a molécula do H2 (segundo desenho), denominada de covalente sigma.

PROPRIEDADES DO H. Com suas 2 irradiações o H possue faculdades físicas e químicas especiais.

O H usa das irradiações de seus pólos em pontes como na composição do ácido desoxirribonucléico.

O átomo de H sozinho, com um único elétron, emite livremente as irradiações nucleares do seu próton.

As irradiações livres do H são irradiações nucleares. Elas deviam se propagar em linha reta com a velocidade da luz. Todavia elas saem livres sem orbitais e possuem comportamentos diferentes. Estudando essas atividades compreendemos a importância e as atividades dos orbitais.

Essa sobras das irradiações do próton desenvolvem a função ácida. Essas irradiações dissolvem sólidos metálicos, corróem corpos materiais, etc. É importantíssimo que os físicos experimentais desenvolvam pesquisas específicas para nos narrar as faculdades dessas irradiações livres do H.

AS LIGAÇÕES QUÍMICAS.

Corretas explicações sobre as ligações químicas.

S . Corretas explicações sobre as ligações químicas. Nos desenhos os círculos estão a representar eletrosferas
S . Corretas explicações sobre as ligações químicas. Nos desenhos os círculos estão a representar eletrosferas
S . Corretas explicações sobre as ligações químicas. Nos desenhos os círculos estão a representar eletrosferas

Nos desenhos os círculos estão a representar eletrosferas de átomos. Os metais em verde. Os não metais em azul escuro. Os metais como o Li, Na, K, Rb, Cs, Fr, estão representados no primeiro círculo verde com uma seta que parece um espanador.

A seguir os círculos com duas setas Be, Mg, Ca, Sr, Ba, Ra, e depois com três setas os elementos que possuem suas eletrosferas com três elétrons.

Assim apresentamos para indicar as atividades dos prótons e elétrons desses átomos que nas eletrosferas permitem essas formas de evasões dos sistemas gravitacionais. Essas evasões gravitacionais são usadas nas ligações químicas. Depois temos os círculos azuis. Esses têm círculos pequenos e marrons. Esses círculos representam vãos em eletrosferas de elementos pelos quais eles atraem sistemas gravitacionais. São vãos onde se concentram as atrações gravitacionais desses elementos atômicos.

Na Química temos os atuais conceitos.

Os estudos dos químicos foram feitos aos poucos e de tempos em tempos foram acrescentadas novas regras. Assim surgiram: a regra do octeto; a ligação iônica ou eletrovalente; o arranjo cristalino e o íon fórmula; o hidrogênio

e a ligação iônica; a família 14; a ligação metálica; ligação covalente

comum; ligação covalente sigma; ligação covalente polar; ligação covalente

apolar; ligação covalente tipo pi. Depois ainda temos hibridações de orbitais atômicos. Esses estudos devem ser revistos.

Por esse motivo vou apresentar exemplos de ligações. Não vou fazer comparações com os conceitos atuais.

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O PORQUE DAS LIGAÇÕES – NOSSA LEI GERAL.

As ligações químicas acontecem segundo trocas entre os átomos onde desenvolvem doações e, ou, assimilações de sistemas. Sistemas os quais podem ser: elétrons, ondas senoidais, energias, e sistemas menores gravitacionais. Na TGBFQ ácido é toda espécie química capaz de produzir irradiações protônicas livres. Base é toda espécie química capaz de receber irradiações protônicas livres.

Vamos iniciar com o O2. É obvio que os átomos de O

EXEMPLOS DE LIGAÇÕES.

trocam entre si suas possibilidades de suprimentos e atrações. Assim cada

um fornece as evasões de dois de seus elétrons às atrações do outro. Assim se forma a molécula de ozônio 02.

do outro. Assim se forma a molécula de ozônio 02. O Ca F2 tipo de ligação

O Ca F2 tipo de ligação iônica ou eletrovalente.

O F, assim como os outros elementos denominados

de alógenos, possuem as atrações gravitacionais

concentradas. Por esse motivo tem forte atividade química. Os alógenos são de notáveis reatividades. O F, segundo o conceito atual, é denominado de o mais eletronegativo de todos os elementos.

Compreendam que os fluxos emitidos pelos sistemas menores são fluxos como ventos. Podem descrever círculos e curvas segundo as necessidades.

O H e a ligação iônica

elétrons se ligam as segundas irradiações dos 2 átomos de H.

Mg H2. As irradiações do Mg por meio de seus

Embora as ligações químicas sejam resultantes de relações gravitacionais o C continua a atrair mais forte do que serve. Acontece que, quando aumentam as quantias de nucleons, as atrações se distribuem e enfraquecem. Assim, relativamente, as atrações de núcleos de menores massas são mais fortes.

A ligação metálica.

Na ligação metálica os átomos podem compor arranjos e os elétrons ficam a envolver esses arranjos devolvendo as irradiações senoidais aos prótons dos núcleos.

Ligação covalente comum. Já apresentamos o H2.

Ligação covalente tipo sigma. No caso já apresentamos o H Cl.

Ligação covalente tipo pi. Como exemplo a molécula de N2. Nessa ligação cada átomo usa de três evasões de seus elétrons e de três de suas aspirações. O caso é que os orbitais completos, com 8 elétrons, envolvem os átomos. Quando não completos temos espaços vazios. Esses vãos se originam em posições onde poderiam estar mas não estão prótons. Esses vãos nascem nos núcleos e crescem se alargando até as superfícies das eletrosferas.

Nos núcleos, nessas regiões onde ocorrem esses vãos, temos os nêutrons que desenvolvem atrações gravitacionais. Exemplos de ligações químicas são encontrados na cópia da TGBFQ.

Na síntese da TGBFQ apresento muitos exemplos de ligações químicas.

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TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA

JOSÉ CARLOS FRANCO DE CARVALHO.

RESERVADOS OS DIREITOS AUTORAIS.

José Carlos Franco de Carvalho

jcfc@twister.com.br. Rua Israel Pinheiro n= 152 = Arcos = MG. Telefone - 037 3351 3086.

Aguardo resposta e comentários.

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TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA

José Carlos Franco de Carvalho

001 TGBFQMN INTRODUÇÃO 02 TGBFQ INTRODUÇÃO

TEORIA GERAL BÁSICA DE FÍSICA E DE QUÍMICA

AUTOR = JOSÉ CARLOS FRANCO DE CARVALH0 = DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS

EXISTE OU NÃO UM ÉTER.

O primeiro comentário que faço é que Einstein e os outros cientistas em razão das experiências que fizeram

desenvolveram muitos conceitos. Contudo nem sempre certos. Mediram a velocidade da luz. Conheceram que é constante. Próxima de 300 000 K/s. Acharam um absurdo. Assustaram-se. Era muita velocidade. Como isso seria possível? Já haviam descoberto o vácuo. Sabiam que nele não se localizam átomos.

Tinham calculado a velocidade da luz no espaço cósmico onde ocorrem vácuos materiais. Deduziram: "É lógico. A luz pode viajar a essa velocidade porque se propaga no nada. Não tem nada em seu caminho que prejudique sua velocidade”. Assim ocorreu que mesmo os que adotavam a existência do éter, e que achavam que esse devia ser de uma tênue substância, de baixa densidade, acabaram concordando que ele não existia.

A luz foi medida em distâncias astronômicas. Assim qualquer coisa em seu caminho e sua velocidade não poderia ser

constante. Assim concluíram. Conceituaram. Não existe éter.

EXISTE UM ÉTER.

Não se trata do éter que os antigos imaginavam. Contudo existem sistemas, ocupando o espaço cósmico, infinitamente pequenos, que não prejudicam o propagar das ondas de luz. São esses sistemas que constituem uma existência prefísica e que servem de bases a existência material.

É o que os leitores conhecerão na leitura destes estudos.

A existência desses sistemas, dessa natureza prefísica, não tem nada que ver com o problema do sistema básico

referencial. De qualquer forma os cálculos dos fenômenos físicos, ou prefísicos, devem ser efetuados em razão dos fatores correspondentes atinentes. Pois a natureza da existência não pode ser equacionada para cálculos em uma única e geral conceituação.

A realidade é que as estrelas da Física erraram.

Não vou perder tempo com comentários inúteis. Fui obrigado a voltar ao assunto éter. Transcorridos mais de 50 anos e os cientistas mais inteligentes já perceberam que a Física não progride. Faz tempo estão a gastar fortunas fabulosas em ciclotrons, aceleradores de partículas, e etc. Provocam fissões e etc. Em verdade, nessas atividades, os cientistas encontraram variados pedaços de partículas, instáveis, e dos conhecimentos adquiridos poucos proveitos tiraram. Em continuidade, para tentar explicar fenômenos inexplicáveis pelas atuais bases da Física Nuclear, os cientistas desenvolveram inúmeros trabalhos, experiências, interpretações, em geral não convincentes.

O ERRO BÁSICO DA FÍSICA NUCLEAR

A equação (e= m.c2) está errada. Ela está incompleta.

Todos os cientistas concordam. Essa equação está certa. Eu também. Acho que deve estar certa. Quando ocorrem desintegrações nucleares, materiais, são liberados valores de energias correspondentes a essa equação. Todavia, nas desintegrações materiais e nucleares, além das liberações das energias, são liberadas, também, quantias e diversas qualidades de sistemas pequeníssimos de natureza prefísica.

EINSTEIN SABIA QUE SUA TEORIA ESTAVA INCOMPLETA OU ERRADA.

Einstein sabia que faltavam as explicações sobre a força gravitacional. Sabia que não tinha conseguido estabelecer

o relacionamento do eletromagnetismo com a gravidade.

Nos anos anteriores à sua morte esteve em busca da unificação dos estudos gravitacionais com os eletromagnéticos.

AS CONSEQÜÊNCIAS DESSE ERRO.

O continuar da Física Nuclear a partir desse gravíssimo erro foi uma enorme perda de tempo, verbas, potenciais

humanos, e etc. Agora, desanimados, desesperados, estão a desenvolver a nano ciência.

Para ser sincero, eu, depois de ter lido e considerado muitos estudos, desenvolvimentos da mecânica quântica, e etc, evito abordar esses trabalhos. Em busca de explicações para os fenômenos físicos os cientistas divagaram demais. A Física Nuclear está perdida e confusa.

O GRANDE PROBLEMA.

Os cientistas para continuarem suas atividades e conseguirem progressos nas bases da Física Nuclear devem abandonar

a equação (e=m.c2).

Consideremos porque. Os senhores já se preocuparam em saber o que sejam as energias? Do que sejam as energias? Quais as faculdades das energias? Os senhores já pensaram que pode haver uma unidade de um sistema de energia? Em verdade os senhores fazem cálculos sobre energias. Contudo até hoje não se dedicaram a conhecer o que seja uma unidade de um sistema de energia. Porém a base dos fenômenos da Física atual é a unidade da energia. Nada mais existe nas bases dos fatos físicos materiais além dessa unidade de energia. Eu não vou discutir tolices. Não me venham com embromações. Para os senhores tudo o que existe na natureza da existência do Universo é constituído, de alguma forma, de energias.

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Esse é o problema dos senhores. Existe uma unidade de um sistema de energia e esse sistema já é constituído de outros sistemas infinitamente menores. Com a aceitação absoluta da equação de Einstein os senhores não conseguirão jamais quaisquer progressos. Agora vou entrar na apresentação de minha teoria.

A TGBFQ É MECANICISTA

A TGBFQ é mecanicista. Explico quase todos os fenômenos da física e da química por meio de desenhos geométricos.

Contrario os conceitos atuais. Eu sei.

EU EXPLICO PORQUE CONSEGUI AS DESCOBERTAS E OUTRAS CENTENAS DE MILHARES NÃO.

Existe opinião segundo a qual a verdade é relativa. Não concordo. Só existe uma forma de entender e de explicar os fenômenos da natureza. É a correta. Cada pessoa pode ter uma opinião a respeito de alguma ciência ou ocorrência. São opiniões. Porém só o conhecimento objetivo leva a pessoa a desenvolver conclusões corretas. Sempre existiram as pessoas que dão palpites sem entenderem nada sobre os assuntos sobre os quais se manifestam. Assim erradamente se comportam cientistas e etc. São levianos e irresponsáveis. Para uma pessoa se manifestar, sobre alguma coisa, antes deve se preparar. Eu me dediquei aos estudos de Física Nuclear, Astrofísica, Astronomia, Química, e etc, em busca de conhecer e compreender as ocorrências que desde menino me acontecem. Desde menino eu vivo ocorrências paranormais. Produzo forças psíquicas que não são detectáveis por aparelhos físicos e que interferem modificando fenômenos minerais, vegetais, e animais. “(Para os inconseqüentes, que ao lerem estas afirmações, menosprezem este trabalho, esclareço que escrevi uma obra com todos os conhecimentos que se fazem necessários para que qualquer pessoa usando da orientação apresentada realize com sucesso quaisquer das atividades da parapsicologia)”. Essa obra eu coloco à disposição, via e-mail, de qualquer pessoa. É denominada. “A Informática do Cérebro”. Contudo eu consegui conhecimentos e descobertas inéditas de Física e de Química as quais centenas de milhares procuraram e não encontraram exatamente em razão de meus dons de paranormalidade. Os senhores baseados na equação de Einstein partem do princípio que as energias são as bases de todos os fatos. Eu não. Tomei outro caminho. Os fenômenos paranormais que vivo (fenômenos que conheço ser reais) não se propagam nem são constituídos de energias. As energias participam da luz, do calor, do fogo. Elas são detectáveis por aparelhos físicos. As ocorrências paranormais que vivo se desenvolvem por outros processos. Eu desenvolvi estudos e pesquisas em busca de conhecer como ocorrem os fatos paranormais que vivo.

Para iniciar meus estudos eu tive um princípio fundamental básico. Além dos fenômenos materiais existem fenômenos que não são materiais. Foram vários os conhecimentos básicos que usei que os senhores nunca tiveram. Esses fenômenos que não são materiais de alguma forma se relacionam com os materiais. Dado os conhecimentos que tenho sobre telepatia, radiestesia, psicocinésia, e etc, também parti do princípio que os meios de propagação, desses fenômenos não materiais, penetram, atravessam, as ocorrências materiais sem sofrerem alterações. Assim eu dediquei minhas pesquisas em busca desse outro ambiente coexistente com o físico. Não foi fácil. Usei toda minha vida. Aos poucos fui corrigindo errados conceitos.

TEORIA GERAL E BÁSICA DE FÍSICA E QUÍMICA.

I) CONSIDERAMOS COMO COMPONENTES BÁSICOS DA EXISTÊNCIA: O ESPAÇO, O TEMPO, OS ALGOS, E OS MOVIMENTOS.

Espaço.

O espaço é um dos componentes básicos da existência.

Ainda a origem do espaço continua um mistério. Saber onde começa e onde termina o espaço é outro mistério.

O fato é que o espaço existe e é nele que existimos. É onde acontecem as estrelas, galáxias, o Universo.

O espaço existe e o que existe nele pode ser estudado e apresentado usando-se das três coordenadas consideradas na geometria. Respectivamente das coordenadas de x, y, e z.

Assim podemos estudar os fenômenos físicos, químicos, biológicos, e etc. A existência acontece no espaço.

Tempo.

O tempo é outro componente básico da existência. O espaço existe. Nesse espaço temos ocorrências; os fatos se

sucedem. O tempo nada mais é do que valores dados às seqüências das ocorrências da existência. Assim estipulamos,

dias, horas, minutos, segundos, e etc.

O tempo não volta atrás. Os fatos podem retroceder, porém nada mais são do que novas seqüências e repetições de fatos que já sucederam.

Os fenômenos químicos e físicos acontecem no decorrer do tempo nesse espaço.

Algos. Denominamos de algos às unidades das poeiras negras ou cósmicas. Elas são as bases dos fatos que acontecem no Universo. Ocorre que unidades infinitamente pequenas dessas poeiras negras dos cosmos é que se combinam para comporem os fenômenos prefísicos e físicos da existência.

Movimento. Os algos se movimentam. Ao se movimentarem geram sistemas. Sistemas combinam com sistemas e aos poucos formam sistemas maiores os quais terminam formando todos os sistemas da existência universal.

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Conhecer os movimentos, e sistemas, que ocorrem desde os acontecimentos básicos é assunto fundamental à compreensão da natureza.

Assim temos quatro componentes básicos da existência. Espaço, tempo, algos, e movimentos.

Deus e a ciência

Creio que a preocupação de respeitar os escritos religiosos tem prejudicado os estudos científicos. Contudo buscar a verdade nos aproxima de Deus. Aceitar erros nos afasta.

II) O UNIVERSO CONSTITUÍDO DE SISTEMAS.

Todas as ocorrências universais que conhecemos acontecem como sistemas. São formatos de discos e esferas. Sistemas os quais possuem tamanhos que variam em realidades tais como: O Universo com suas dimensões fabulosas; sistemas de grupamentos de galáxias com milhares de galáxias; sistemas galácticos; sistemas de nebulosas estrelares; sistemas planetários; planetas; sistemas atômicos; os sistemas das partículas atômicas.

Considere a realidade. Na natureza da existência o que vemos são sistemas. Esta teoria não é fantasia. É bem objetiva e usa dos autênticos modelos da natureza do Universo. Depois que consideramos a realidade da existência questionamos. Será que só existem sistemas que crescem acima das partículas atômicas? Questiono. Acima os sistemas crescem. Porque, decrescendo, em tamanhos menores, também não temos outros sistemas? Nesta teoria defendo que os sistemas continuam a decrescer em seqüência quando acontecem vários sistemas prefísicos os quais se iniciam com movimentos combinados das unidades infinitamente pequenas das poeiras negras cósmicas.

O fato real, objetivo, é que a existência é constituída de sistemas de tamanhos vários, desde imensos até pequenos.

De tal forma que pude formular a hipótese que abaixo das partículas atômicas também, à semelhança do macro cosmos, podem existir sistemas de tamanhos vários e infinitamente pequenos. Nos estudos passei a usar dos modelos do Universo. Foram mais de vinte anos dedicados às possibilidades dos sistemas. Anos de estudos, leituras, considerações, sobre todos as teorias, conceitos, e etc. Assim estudei tudo o que considerei importante para formular minha teoria. Aos poucos fui encontrando erros conceituais nas ciências. Erros na: Física, Astronomia, Astrofísica, Química, biologia, e etc. Corrigindo os erros comecei a reunir os conhecimentos à montagem da teoria. As informações corretas passaram a ser muitas. As incógnitas relativamente eram poucas. Encontrei muitas fantasias e conceituações precipitadas e erradas.

A realidade da existência

Constatem. As bases existem. Alguma coisa se movimenta: desenvolvem-se sistemas; esses sistemas iniciam processo de crescimento em seqüência; surgem os fatos materiais e o Universo.

A primeira pergunta era. O que ao se movimentar inicia o processo de formação dos sistemas.

Foi depois de muito considerar e estudar as ocorrências astronômicas que concluí. As bases estão nas unidades das poeiras negras do cosmos. Sobre elas existem muitos conceitos aceites na atualidade que estão errados. Por ter estudado muitos fatos dos quais elas participam é que pude conhecer como participam dos fenômenos prefísicos e físicos.

O QUE SÃO OS ALGOS

Os algos são unidades infinitamente pequenas das poeiras negras do espaço.

O QUE SÃO AS POEIRAS NEGRAS

Existem muitas informações a respeito das poeiras negras do cosmo. Temos conhecimentos e palpites. Ficamos com os conhecimentos e esquecemos os palpites. São muitas as informações da astrofísica: nas explosões das novas e super novas; sobre os buracos negros; sobre

nuvens de poeiras negras. Como o Saco do Carvão; sobre os comportamentos de nuvens de poeiras negras relacionados com às passagens de ondas eletromagnéticas. Com meus estudos conheci que elas são os constituintes dos cometas; dos núcleos das estrelas; e dos sistemas. Assim ficamos conhecendo que elas possuem faculdades físicas extraordinárias. Elas têm faculdades físicas segundo as quais quando concentradas impedem as passagens dos raios luminosos. Já, quando rarefeitas, deixam a luz passar e desenvolvem atividades físicas.

É pura tolice imaginar que sejam constituídas de átomos de Fe ionizados.(embora, realmente elas, quando agredidas por ondas eletromagnéticas, apresentam essa falsa impressão).

O fato é que elas boiando no espaço, sem ser agredidas por irradiações estrelares, não são luminosas. Onde elas estão não existe a luz. Tudo é escuro.

TIVE QUE REJEITAR OUTRA TOLICE

Big bang outro grave erro dos cientistas do USA. As sínteses de partículas atômicas, energias, e átomos, começaram no início da existência universal e continuam a acontecer até estes dias. Assim vai continuar a acontecer por tempo infinito. Conhecemos que os cientistas defendem o conceito que às sínteses dos elementos atômicos fazem-se necessárias altíssimas pressões e temperaturas. Assim conceituam em razão das experiências que fazem. Contudo essas experiências desenvolvidas em laboratórios não são semelhantes às da natureza. Na natureza o processo é outro. Na natureza, acontece que os algos, ocorrências infinitamente pequenas, acionados por irradiações eletromagnéticas, desenvolvem processos de sínteses, mesmo sem desenvolverem as elevadas temperaturas que os físicos consideram necessárias.

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Nessas sínteses elaboram sistemas iniciais, sistemas mais densos, as partículas, energias, e os elementos atômicos. Nesse processo são sintetizados a princípio sistemas prefísicos. Esses a seguir geram os prótons e elétrons. Esses em seqüência geram as energias. Aí esses sistemas se constituem em átomos, moléculas, e substâncias químicas. No correr do processo são liberadas irradiações as quais os cientistas generalizam chamando-as de eletromagnéticas. As irradiações gerais, inclusive as infravermelhas de calor, só passam a existir depois que já foram sintetizadas as energias. São essas que provocam os aquecimentos e geram as temperaturas.

A situação é que são as energias em fabulosas quantias que desenvolvem as altíssimas pressões e temperaturas.

Estas, por vez, só são geradas depois que já foram sintetizados os prótons e elétrons.

O caso é que as partículas, os elementos atômicos, são sintetizadas simultaneamente com o aumentar das pressões.

Depois surgem as altíssimas temperaturas. Acontece que em razão das concentrações dos sistemas iniciais eles automaticamente se combinam e sintetizam os elementos atômicos. Sabemos que os cientistas estão perdidos. Segundo os conceitos atuais eles são obrigados a concluir que no Sol não existem as condições as quais julgam necessárias às síntese do H, do He, do Li. Contudo no Sol são encontrados esses elementos atômicos e muitos outros. Pela nossa teoria temos que nas estrelas desde que nascem até que desaparecem elas efetuam sínteses de partículas, energias, e elementos atômicos.

As sínteses solares

Temos conceituações diferentes das que têm os estudiosos do Sol. Em razão dos estudos que fizeram os astrofísicos concluíram que são explosões nucleares as origens das irradiações solares. Esses cientistas fazem tentativas de sintetizarem em seus laboratórios elementos atômicos. Em razão dos resultados, dos cálculos que desenvolvem, chegam à conclusão que as temperaturas solares e suas respectivas pressões, não são suficientes para desenvolverem atividades de sínteses atômicas. Aí inventaram inclusive a errada teoria do Big Bang. Segundo a qual tudo teria sido gerado em uma grandíssima e inicial explosão. Estão errados. Essa conceituação é absurda. Acontece que caso as irradiações solares fossem resultantes de explosões atômicas os fatos teriam que ser muito diferentes. Uma explosão atômica tem certas características tais como:

Uma bomba atômica pequenina de 1 megaton corresponde a explosão de um milhão de toneladas de TNT. Ferve instantaneamente 10 000 toneladas de água. Quando a massa da explosão se expande libera simultaneamente todas as irradiações eletromagnéticas. No relâmpago inicial libera ¾ de toda energia. É um Sol uma esfera de 150 m de diâmetro. Provoca destruição térmica em raios de 4,5 a 20 km. As temperaturas das explosões nucleares são elevadíssimas. Em verdade as sínteses de partículas atômicas, energias, e átomos, começaram no início da existência universal e continuam a acontecer até estes dias. E assim vai continuar a ser por temo indefinido.

É fácil concluir que os cientistas estão errados. Considerem que explosões nucleares geram irradiações nucleares e

ondas eletromagnéticas de todos os tipos. Em razão disso inclusive altíssimas temperaturas. Assim acontece porque

explosões nucleares liberam imensas quantias de energias. Energias se atritando geram ondas eletromagnéticas de infravermelho (calor).

Todos sabem disso. O processo de liberação de energias, desde o mais simples que é o de acendermos um palito de fósforo, até as explosões nucleares, geram luzes. Todos, por experiências pessoais, sabem que tais fatos geram calor.

A consideração que fazemos é a seguinte. Dizem que o interior do Sol é constituído de plasma. Consideram que é esse

plasma que na superfície solar da expansão às irradiações. Temos a comentar que caso assim fosse a superfície solar deveria ser a origem das irradiações e que nesse caso essa superfície seria muito quente. Dessa forma nessa superfície teríamos a mais alta temperatura do Sol. Pois essa superfície estaria a liberar as irradiações do plasma. Em continuidade a partir dessa superfície as irradiações distribuir-se-iam e afastar-se–iam da estrela. Assim as temperaturas da superfície onde estariam a aflorarem as irradiações das explosões nucleares logicamente deveriam ser mais quentes que em alturas mais elevadas e afastadas do Sol. Isso não acontece. Na superfície do Sol a temperatura é de 6.000 graus. Na altura de 400 K afastada da superfície solar a temperatura é de 4.200 graus. Depois a partir da altura de 10.000 K e bem mais afastada da superfície solar, as temperaturas sobem para 40.000 graus K e as vezes bem mais. Assim na superfície do Sol temos temperaturas mais baixas do que as encontradas em regiões mais elevadas e afastadas do astro. Essa situação de forma alguma caracteriza o Sol como portador de um plasma no qual estão a acontecer explosões nucleares. Eu não vou perder tempo em debates os quais com ligeiros comentários provamos que estamos certos.

O que temos é que nada disso acontece. No interior do Sol não estão a acontecerem explosões nucleares. Na

superfície solar onde devia haver muita luz temos sombras escuras e fraquíssimas temperaturas.

O fato é que na superfície da esfera solar, que dá início à emissão das irradiações, ocorrem sombras escuras.

Nessas sombras da superfície solar surgem luzes brancas. Entre elas as irradiações que chamam de grãos de arroz.

Caso queiram considerar verão que as ocorrências solares de forma alguma se desenvolvem com características de explosões nucleares. Caso as origens das irradiações fossem explosões nucleares as temperaturas solares se iniciariam fabulosamente quentes e se esfriariam em razão dos afastamentos.

O fato indiscutível que deve ser levado em consideração é que as partículas atômicas, irradiações eletromagnéticas, são geradas em baixas temperaturas. Ao afastarem-se, desenvolvendo atividades, é que originam temperaturas muito superiores.

Essa forma de ser demonstra que os fatos básicos da existência são gerados em processos onde são usadas baixas temperaturas. Mostrando que as elevadas temperaturas surgem posteriormente. No centro do Sol não acontecem explosões nucleares. Tratam-se de outros fenômenos.

Em relação ao Big. Bang. Tenho a comentar que em parte estão certos. Segundo essa teoria toda a matéria do Universo teria sido sintetizada em uma única grande e inicial explosão. Existe um pouco de verdade nessa afirmação. Só que não ouve apenas uma explosão. Desde o início aconteceram infinitas explosões.

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O fato é que muita matéria foi gerada em explosões. Assim conhecemos porque desde o início do Universo têm

acontecido infinitas explosões de novas e supernovas. Explosões nas quais são geradas infinitas quantidades de

matéria. Da mesma forma as sínteses materiais continuam a acontecer normalmente, a todos os instantes, nas trocas das irradiações dos corpos astrais.

A realidade é outra. O Sol, as demais estrelas, com suas irradiações, desenvolve sínteses de partículas atômicas,

energias, e elementos atômicos. Rejeitando o Big Bang, verifiquem que no Sol temos sínteses das partículas atômicas, de unidades do sistema de energia, de H, He, de Li, e de outros elementos atômicos. É fácil de assim concluir.

A realidade dos fenômenos solares

No interior do Sol temos uma enorme nuvem composta de poeiras negras. Nuvem de poeiras negras de alta densidade. Essa nuvem, um dia, em tempos passados, recebeu irradiações de outra estrela previamente existente. Essas irradiações ativaram os algos superficiais da nuvem e deram início às sínteses prefísicas e materiais. Camadas desses sistemas prefísicos se posicionaram. Os maiores e mais densos em camadas superiores e os menores e iniciais logo acima da nuvem. Assim o miolo continuou a ser de poeiras negras ainda não ativadas. Na superfície solar em razão disso encontram-se os primeiros sistemas materiais os quais surgem logo depois de sistemas prefísicos. Na superfície solar são sintetizados e afloram prótons e elétrons resultantes das combinações dos sistemas prefísicos.

Em camada inferior as temperaturas são inexistentes. As temperaturas só se iniciam com o surgimento de fabulosas quantias do sistema de energia. Consideramos que essas energias são produzidas pelos prótons. Essas energias são infinitas quantidades de unidades de um sistema de energia. Nossa teoria explica a existência de um sistema unitário de energia. Assim fica explicado porque a temperatura da superfície solar é baixa. Na superfície formam-se os prótons, os elétrons. Só depois esses sintetizam as energias. Depois se desenvolvem as irradiações. Aí já temos as ondas eletromagnéticas portadoras de energias. Depois temos os choques, atritos, irradiações. Fatos que para acontecerem dependem das densidades ambientais de sistemas menores.

A quantização dos fenômenos físicos se desenvolve desde as sínteses dos sistemas prefísicos produzidos nas

estrelas. As irradiações que adentram a superfície solar, e chegam ao miolo na superfície da nuvem das poeiras negras, são as permitidas. São as que iniciam as formações dos primeiros sistemas. Essas iniciam e acionam em seqüência a vida da estrela.

OS COMETAS

Erradas conceituações sobre os cometas As conceituações, em geral, são antigas. Fiquei impressionado com a tolice dos repórteres da TV Globo. Um deles foi procurar na Amazônia rastros de um cometa o qual nessa região teria caído. Segundo eles teria caído em chamas e seria constituído de gelo. Desde quando gelo ou água pega fogo? Posteriormente essas tolices foram criticadas e eles, da Globo, remendaram

que seria de materiais congelados. São muitas as tolices. De tal forma que os norte americanos enviaram um teleguiado para se aproximar de um cometa

e esse explodiu. Só poderia ter explodido. Aproximou-se de fortíssima irradiação na qual estão a acontecer sínteses materiais. A forte irradiação explodiu o teleguiado. O que são os cometas

A realidade segundo as observações dos astrônomos.

Segundo os conhecimentos os cometas são ocorrências escuras

de uma estrela. Como do Sol. São as irradiações solares que ativam os constituintes dos cometas e os fazem iluminados. NOSSA CONCEITUAÇÃO SOBRE OS COMETAS Ocorre que as irradiações solares ao atingirem um cometa, ao incidirem sobre as poeiras que são os componentes do cometa, geram sistemas. Esses sistemas, em seqüência, crescem, e, por sua vez, combinam-se e formam os prótons. Esses geram as energias. Aí surgem as irradiações. Em seqüência o cometa que era escuro passa a irradiar. Aí acontecem trocas de irradiações entre o Sol e o cometa. São as emissões e absorções perceptadas pelos espectroscópios. Aos poucos, de acordo com as irradiações que recebem, os sistemas combinam-se e formam as partículas atômicas, energias, elementos atômicos, e substâncias químicas. As irradiações originam as cabeleiras e caudas. Primeiro surgem as cabeleiras e depois em razão dos ventos solares as caudas. Assim acontece porque os cometas constituídos de nuvens de algos desenvolvem as sínteses tal como nas estrelas e Sol. O fato é que as unidades dos algos movimentam-se, combinam-se, e em seqüência originam sistemas. Esses sistemas crescem em seqüência. Chegam aos materiais e geram átomos e etc. Assim é porque as irradiações solares transferem aos algos dos cometas os movimentos de que são dotadas. As poeiras dos cometas desenvolvendo movimentos semelhantes explodem em combinações e se constituem em fatos materiais. Segundo os astrônomos os fatos acontecem assim. Eis que um cometa está a aproximar-se do Sol. A princípio está todo escuro e o cometa não pode ser visto. Eis que aos poucos aparece lá longe no céu. Muito pouco iluminado. Na medida em que se aproxima do Sol aumenta seu brilho e pode ser observado. Assim conhecemos que é o Sol que de alguma forma está a provocar a luminescência do cometa. Enquanto isso os astrônomos o observam o que fazem seguindo sua trajetória. O que fazem desenvolvendo análises espectroscópicas de suas irradiações. Como os leitores conhecem os corpos apresentam dois tipos de comportamentos quando analisados. Apresentam espectros de absorção e espectros de emissão. Assim eles seguem com as análises espectroscópicas em continuidade e na medida em que o cometa aproxima-se, da a volta, e afasta-se do Sol. São eles, os que fazem as análises espectroscópicas, que informam. A cada distanciamento do Sol os resultados das análises modificam-se. Por exemplo às análises feitas do cometa West. Na distância de 3 unidades astronômicas puderam constatar componentes contínuos de raias de CN, NH3 ,C2 ,OH, NH, . Quando de sua maior aproximação do Sol puderam observar

Adquirem luminescência

na medida que se aproximam

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raias de Na, Fe,

resultados das análises espectroscópicas. Assim conforme a distância que o cometa está do Sol ele se apresenta constituído de átomos, moléculas, e substâncias diferentes. Variações é lógico em razão das alterações de intensidades e qualidades das irradiações solares. Quando as irradiações ficam mais fortes, na medida que se aproxima do Sol, são sintetizados elementos atômicos mais

pesados. Quando enfraquecem, na medida em que os cometas se afastam, temos as sínteses de matérias mais leves

podemos deduzir que os constituintes, os quais participam das irradiações dos cometas, são produzidos pelas irradiações solares. Seja qual for o cometa temos que seu comportamento sempre é semelhante em relação às analises espectroscópicas.

Cr, e Ni. Quando o cometa afasta-se, depois de ter dado a volta em redor do Sol, se invertem os

Assim

Conclusão nossa. Assim ficamos conhecendo que os cometas ao receberem as irradiações solares sintetizam matéria. Contudo no correr das sínteses não acontecem as fabulosas temperaturas esperadas pelos físicos. Também podemos concluir que os cometas são constituídos de algos os quais são básicos às sínteses prefísicas e materiais. Também podemos afirmar que as sínteses continuam a acontecer e que a teoria do Big Bang esta errada. Podemos, também, afirmar que longe ficam escuros porque o que gera as luminescências são as irradiações das estrelas.

O trocar das irradiações

Os corpos materiais emitem e absorvem irradiações. Assim conhecemos que é em razão dessas trocas que as estrelas brilham e irradiam. Os corpos astrais como planetas, também produzem irradiações. Mesmo depois que esfriam. O caso

é que seus miolos devem ser compostos de poeiras negras.

A EXPLOSÃO DE UMA ESTRELA

O caso é que uma estrela ao explodir libera fortíssimas irradiações. Essas irradiações caso encontrem uma enorme

nuvem de algos concentrados, pode gerar estrela muitíssimas vezes maior do que a estrela que explodiu. Estrela que pode vir a ter massa material bem maior que a da estrela que explodiu. Assim, depois da explosão, podemos ter uma nova estrela que continua as irradiações eletromagnéticas. Temos que no alcance do irradiar da explosão ativam todas as poeiras negras que encontram. Cujas influências devem

ser proporcionais às distâncias. Isso porque as irradiações da explosão contagiam os algos com movimentos organizados. Os algos contagiados em seqüência combinam-se em sistemas. Em seqüência esses sistemas em novas composições desenvolvem processos à formação de sistemas cada vez maiores. Desenvolvimento o qual em razão da qualidade das irradiações pode chegar até as sínteses dos elementos atômicos mais pesados.

OCORRÊNCIA E NATUREZA DAS POEIRAS NEGRAS.

As poeiras negras existem espalhadas pelo Universo. São como nuvens.

São constituídas de algos infinitamente pequenos. Coloquem

Comparemos assim: Usemos dos modelos do Sol e de um grão de areia. O Sol imenso e o grão de areia pequeníssimo. No

caso o grão de areia passa a ter o tamanho do Sol quando comparado com um algo. O qual passa a ter seu tamanho comparado com um grão de areia. O grão de areia imensamente grande e o algo infinitamente pequeno.

Uma unidade de algo é de tamanho infinitamente pequeno. De tal maneira que todos os algos do Universo não encheriam um de nossos copos de 200 ml. Isto é. Desde que esses algos estivessem inertes. Nessas nuvens os algos se encontram sem movimentos e ao acaso. As nuvens bóiam. Podem ter movimentos; mesmo porque essas nuvens estão a se deslocarem no espaço. Contudo não estão com os movimentos os quais adquirem quando são ativadas pelas irradiações das estrelas. Como nuvens podem conter imensas quantidades desses algos. Nas nuvens os algos podem ser rarefeitos, concentrados, também podem estar dispersos. Não existem normas às composições dessas nuvens.

É por esse motivo que nos livros sagrados dos antigos povos, como as escrituras dos hindus, dos babilônios, quando

é narrado o Gênesis, é dito que Deus, depois de ter criado os céus viu que era bom e então continuou sua obra.

Assim é porque conforme o lugar do espaço pode não haver quantias e densidades materiais.

pequenez nesses algos. O máximo que possam imaginar.

de algos suficientes às sínteses

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TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA

José Carlos Franco de Carvalho

002 TGBFQMN SISTEMAS OS SISTEMAS PREFÍSICOS

Conhecemos os macro sistemas: o Universo, grupamento galácticos, galáxias, estrelas, planetas, satélites, átomos, partículas atômicas. Consideremos agora sistemas menores do que esses. Os citados são sistemas físicos e materiais. Vamos estudar a existência de sistemas menores que os materiais. Sistemas que não são perceptíveis pelos aparelhos em experiências físicas. Para esses sistemas, como não ocupam espaço físico e são menores que os físicos, damos o nome de prefísicos.

O novo desta teoria é que consideramos a existência de sistemas de "vários tamanhos diferentes e bem menores que

as partículas atômicas”. Tal como na macro existência também na infinitamente pequena acontecem sistemas do tipo de: discos, esféricos, e sistemas cúbicos. Assim o infinitamente pequeno é constituído de sistemas. Os astrônomos apresentam sistemas com variados formatos de discos e esféricos. Faz pouco tempo descobriram o Grande Atrator (um sistema cúbico, ou colméias). Em meus estudos deduzi a existência, no infinitamente pequeno, de um sistema cúbico o qual é básico às ocorrências materiais.

OS ALGOS E OS SISTEMAS.

Os leitores curiosos não precisam gastar muito tempo no estudo destes primeiros sistemas. Já os que desejam colaborar com o desenvolvimento da teoria, que desejam desenvolver pesquisas, que pretendem se especializar nestas bases da física, esses sim devem se dedicar com carinho às considerações deste tema. Explico. A física até hoje não dá muitas explicações. Esta teoria ao contrário se preocupa com os mínimos detalhes.

OS ALGOS SE MOVIMENTAM E SURGE O SD1 Os algos iniciam os fatos físicos e assim a existência. Irradiações de estrelas acionam os algos. Esses se movimentam.

Contudo os algos, as unidades dos algos, possuem a faculdade de desenvolverem trajetórias curvas. Em razão disso se combinam em determinadas quantidades e surge um primeiro disco. Para o qual damos o nome de SD1 (sistema disco 1).

O SD2

Esses discos, SD1s combinam-se entre si e somados a outras unidades de algos formam um segundo disco, SD2 (sistema disco 2). Assim temos os SD1 e os SD2.

O SD3

Depois algos, sistemas discos 1, e sistemas disco 2 , SE combinam e temos um terceiro tipo de disco.

disco 2 , SE combinam e temos um terceiro tipo de disco. final das siglas serve
disco 2 , SE combinam e temos um terceiro tipo de disco. final das siglas serve
disco 2 , SE combinam e temos um terceiro tipo de disco. final das siglas serve

final das siglas serve para designar o plural.

de disco. final das siglas serve para designar o plural. O SD3. Nos desenhos só para

O SD3. Nos desenhos só para exemplificar como podem ser os sistemas. O SD2 formado por unialgos e por SD1s. O uso do s no

OBSERVAÇÃO: O leitor poderá perguntar. Esses sistemas combinam? Como combinam? Os conceitos estão certos ?.

O que posso responder é que nos modelos da astronomia os sistemas combinam e formam o Universo.

Temos planetas a orbitarem em redor de estrelas; estrelas a orbitarem em torno de galáxias; e etc. Ninguém duvida que os movimentos se combinem. O mais importante da combinação dos sistemas cósmicos é que suas deslocações se desenvolvem segundo as leis gravitacionais. Todavia os físicos não explicam nem como nasce nem como

se propaga essa força.

O fato é que esta teoria está a abrir uma porta nova que se apresenta com condições de explicar todos os fenômenos físicos e químicos.

Movimentos de discos que combinam.

físicos e químicos. Movimentos de discos que combinam . possibilidades. Estes movimentos combinam Desenvolvi

possibilidades.

Movimentos de discos que combinam . possibilidades. Estes movimentos combinam Desenvolvi muitas hipóteses
Movimentos de discos que combinam . possibilidades. Estes movimentos combinam Desenvolvi muitas hipóteses

Estes movimentos

combinam

Desenvolvi muitas hipóteses sobre as composições que o SD 1 e os demais sistemas já combinados de SD1, SD2, SD3, algos, e etc. O que fiz na busca das

Parti do princípio que os movimentos dos discos devem combinar e se assimilarem. Supondo-se 3 SD1s combinando seus movimentos. Assim, também, podem combinar sistemas maiores. Como combinam. Considerando-se as possíveis combinações dos sistemas temos que os algos, sistemas menores, podem ser considerados como harmonizadores dos movimentos às combinações dos sistemas maiores

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José Carlos Franco de Carvalho

Suponhamos no desenho anterior onde temos três sistemas participando de um sistema bem maior e com movimentos que não se combinam. No desenho temos um círculo maior a representar um sistema maior. Os três círculos iguais e um pouco menores rodam no sentido dos ponteiros do relógio. Para os movimentos dos discos combinarem é necessário que tenham os movimentos das periferias a se combinarem. Os três discos embora girando, todos, no sentido dos ponteiros dos relógios, não podem se encostar uns nos outros. Os algos agredir-se-iam. Assim os algos que não participam desses discos formam um quarto disco (O PEQUENINO). O qual adquire um movimento giratório que se assimila aos outros três e que ainda possibilita a combinação do conjunto.

descoberta)
descoberta)

Desenvolvi centenas de desenhos buscando as

possibilidades das combinações. O que fiz em busca

dos sistemas SD1, SD2, SD3,

Também nada mais estou a fazer do que usar os exemplos do espaço celeste onde planetas, estrelas, galáxias, e etc. combinam seus movimentos.

OS SISTEMAS CÚBICOS (minha grande

SDN

Um sistema básico. Os discos se combinam quatro a quatro e se tocam em suas periferias. Assim o fazem porque combinam seus movimentos. No desenho do cubo considere que os discos giram com os movimentos de suas periferias a se combinarem. Essa combinação é resultado da composição dos sistemas com formatos de discos na composição de cubos. No desenho considere cada elipse como um disco. Como discos redondos que estão ligados em suas periferias.

Como podem observar pelas setas os movimentos circulares se combinam. Foi estudando o sistema cúbico e suas combinações que cheguei à conclusão que ele servia para explicar as ondas senoidais e eletromagnéticas e também às montagens das partículas atômicas.

O fato é que os discos se combinam e ocupam quatro das faces de um suposto cubo.

Eu passei alguns anos tentando ver se encontrava outras possibilidades às combinações. Existem sim mas a combinação cúbica foi a melhor.

FACULDADES DOS SISTEMAS

O FAMOSO MOTO CONTÍNUO

A perpetuidade da existência, ocorre em razão dos fatos básicos ocorrerem como motos contínuos. Assim é porque no

iniciar dos fenômenos, desde os prefísicos, os algos desenvolvem assimilações estáveis definitivas para tempos

infinitos. Esta teoria esta certa porque, em seqüência explica, todos os fenômenos prefísicos e materiais. Assim desde este início explica o porque da perpetuidade da existência. Os movimentos não podem ser contrários e causarem paralisações. Sempre devem se assimilar. Conforme as setas em direções contrárias não haveria o

moto continuo. Cada sistema disco deve ser parecido com dois pratos justapostos. Os discos só podem girar em torno de um eixo central. Em seqüência os sistemas discos devem crescer de tamanhos e densidades. Sobre os algos ainda acho que devem existir algos de vários tamanhos. Inclusive uns maiores, e, em relação a

esses, outros tal que possam ser considerados como micro poeiras. Nesta teoria não apresentamos nada de absurdo. Sistemas, movimentos circulares, são constantes no Universo. As trajetórias circulares são propriedades físicas do espaço ou dos algos que no espaço se movimentam. Não importa. O que importa é que os movimentos são circulares.

Aqui
Aqui
O que importa é que os movimentos são circulares. Aqui Aqui A REALIDADE UNIVERSAL É QUE
O que importa é que os movimentos são circulares. Aqui Aqui A REALIDADE UNIVERSAL É QUE
Aqui
Aqui

A REALIDADE UNIVERSAL É QUE OS SISTEMAS DECRESCEM EM SEQÜÊNCIA

Os sistemas prefísicos decrescem em seqüência. Compreenda-se que se tratam de tamanhos maiores e menores. Não se tratam de outras dimensões.

É importante que compreendam desde já que os sistemas menores podem passar de permeio aos sistemas maiores sem os

prejudicarem e sem serem prejudicados. O que podem fazer porque os espaços entre os componentes dos sistemas são imensos vazios. Eis que o éter é mais complexo do que imaginavam os antigos.

Olhem para o céu e vejam a imensidão do espaço onde as estrelas espalhadas se movimentam organizadamente. Os sistemas em razão de seus tamanhos se relacionam desenvolvendo os fatos prefísicos e físicos. Assim também acontece nas ocorrências infinitamente pequenas.

OS SISTEMAS LANÇAM IRRADIAÇÕES OU FLUXOS.

O SD1 ao girar lança algos em redor. Esses lançamentos são suas irradiações.

Quando os sistemas SD1 se combinam temos que nos pontos em que as periferias dos discos se encostam passamos a ter

lançamentos tangenciais de algos. Sempre nos sistemas são utilizados, para as irradiações, sistemas menores. Os sistemas crescem e crescem também os tamanhos dos sistemas que são irradiados.

A SEGUIR IDÉIA DAS IRRADIAÇÕES DO SISTEMA CÚBICO.

No primeiro desenho as flechas indicam os movimentos dos fluxos. As setas nos discos os seus movimentos. Nos sistemas cúbicos formados de sistemas menores como o SD2 ou SD3 esses fluxos são fracos.

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Porém esses fluxos ficam mais fortes na medida que os sistemas dos cubos em seqüência crescem e ficam mais densos.

Nos cubos do SD3 formados por discos SD3, consideramos que unidades de algos, e de sistemas menores SD1, sejam atraídos e lançados como fluxos. Assim se tratam de fluxos que ficam a girar entrando e saindo nas periferias dos discos. Tal como no desenho. No caso os discos no sistema cúbico ficam a irradiar segundo as setas.

No desenho do lado esquerdo temos quatro sistemas disco combinados formando um sistema o qual denominamos de cúbico.

As setas indicam as irradiações e movimentos dos discos. Comentários Os astrônomos descobriram que os grandes aglomerados de galáxias do Universo se combinam e formam sistemas cúbicos. Assim este meu sistema cúbico não é mais novidade. Houve uma publicação da revista Super Interessante onde apresentaram grupamentos de galáxias em composições cúbicas. Meu estudo é anterior a essa publicação. As bases desta teoria foram registradas, nos mínimos detalhes, em cartório de títulos e documentos fazem mais de 15 anos (estamos ao escrever estas linhas no ano 2 001). Temos documentos.

Os sistemas se combinam em razão das trocas dos fluxos. Os sistemas com seus fluxos se agregam. Na continuidade dos lançamentos dos fluxos os sistemas precisam do retorno desses sistemas participantes dos fluxos. Precisam uns dos outros. Atraem-se mutuamente. Uns ficam a usar os fluxos dos outros. Assim todos têm o que aspirar e lançar.

OS SISTEMAS CRESCEM E FICAM DENSOS

Em realidade o espaço é cheio de sistemas. Sistemas pequeníssimos formam uma espécie de éter como julgavam os antigos. Contudo, mesmo havendo os algos e os sistemas espalhados no espaço, as distâncias entre os algos constituintes dos sistemas , as distâncias entre os sistemas, são tão grandes quando comparadas com os tamanhos dos algos e dos sistemas que os espaços podem ser considerados como vazios. Os sistemas depois de certa seqüência de crescimentos ficam densos, compactos, adquirem estruturas, e movimentos, tais que servem às bases dos fenômenos materiais.

Sistema especial

Todavia entre o SD1 e o sistema disco que participa dos prótons e das demais partículas ou “Sistema Disco Material (SDM)”, existem sistemas complexos o suficiente para darem existência a fatos já tão complexos como os materiais. Porém. Em outros tamanhos da existência. Em um desses tamanhos de existência dos sistemas vamos encontrar a localização do ambiente onde podem viver as ocorrências que denominamos de almas.

É trabalho dos cientistas desenvolverem pesquisas nesse campo.

OS SISTEMAS CÚBICOS SE COMBINAM E FORMAM TÚNEIS.

Essa é uma das faculdades dos sistemas cúbicos. Conseguem essa assimilação em razão das assimilações dos movimentos dos discos e em razão de atrações produzidas por vácuos que ocorrem nas intercessões entre os discos. Assunto o qual comento mais adiante. Faculdades dos túneis

Os

túneis

formado

s pelos

sistema

s

cúbicos

possuem

irradiações e aspirações em suas duas extremidades. Por princípio achei que não servia às explicações dos fatos da física. Depois notei que as irradiações desses túneis mostraram ter faculdades as quais resolvem muitos dos problemas da Física. Estes túneis são básicos à construção dos modelos das partículas atômicas. Graças a eles pudemos compor os modelos dos prótons, dos elétrons, e dos nêutrons. Inclusive deduzir e conhecer de que forma um nêutron se transforma em um próton, um elétron, e um antineutrino.

A GERAÇÃO DAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS SENOIDAIS Descoberta que fiz graças ao sistema cúbico.

É ASSIM QUE NASCE A ONDA ELETROMAGNÉTICA SENOIDAL.

São duas irradiações no plano horizontal e duas no plano vertical. Os cubos se combinam e formam túneis. Assim em cada túnel temos duas bocas. Em cada boca temos duas irradiações e duas aspirações. As aspirações de uma das bocas saem como irradiações na outra boca . E vice versa. São quatro caminhos dois a dois invertidos. Propagam-se, por dentro e nos perímetros dos discos, desenvolvendo ondas senoidais.

É assim que nascem as emissões e as absorções espectroscópicas da matéria. Uma irradiação, segundo seu cumprimento de onda e freqüência, corresponde a determinado tipo de emissão espectroscópica.

SÃO AS FAMOSAS ONDAS SENOIDAIS.

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No desenho anterior, de túnel, temos que os sistemas que são aspirados do lado direito são irradiados do lado esquerdo, e vice versa. Em cada uma, das duas do túnel, temos duas aspirações e duas irradiações. No desenho do quadrado as duas estrelas estão a representar fluxos que saem do túnel desse lado. Os círculos estão a representar por onde entram para o interior do túnel outros dois fluxos. Na medida que os túneis se combinam temos agregados com fluxos e aspirações nas 2 extremidades. Depois, de muito considerar, concluí que são estes túneis que agregados, usados como partes básicas, podem compor as unidades das partículas atômicas e proporcionar para elas todas as faculdades físicas, químicas , e etc., que conhecemos.

COMO NASCEM AS IRRADIAÇÕES DOS TÚNEIS. As irradiações são produzidas perto das intercessões dos discos. Em posições próximas a essas intercessões os sistemas menores são comprimidos, acompanham o girar dos discos, e são lançados como irradiações. Assim são usados, acionados, e lançados sistemas menores que estão nos espaços internos dos túneis. As periferias dos discos são compostas por sistemas menores combinados. Esses sistemas desenvolvem movimentos rotacionais. As velocidades rotacionais desses sistemas que participam das periferias dos discos que produzem as ondas senoidais materiais são muito superiores à velocidade da luz. Assim posso afirmar porque os sistemas componentes dos fluxos que são irradiados desenvolvem rotações enquanto se propagam nas ondas senoidais. Assim os sistemas integrantes das ondas senoidais além de se propagarem como ondas eletromagnéticas, na velocidade da luz, ainda (combinados nessas ondas) giram em velocidades superiores à da luz. Os discos componentes dos cubos ficam a rodar em velocidades periféricas pouco acima da velocidade da luz. Por esse motivo proporcionam essa velocidade às ondas senoidais eletromagnéticas. Assim acontece porque sistemas menores, internos, livres nos espaços internos dos túneis, são usados, combinados, e expelidos como energias e participantes das ondas senoidais.

SOBRE ONDAS ELETROMAGNÉTICAS

Só existem ondas eletroprotônicas. Os leitores precisam conhecer que as ondas produzidas pelos sistemas túneis materiais não são eletromagnéticas. São ondas senoidais que nascem nos STUMs e são iguais. Sejam as irradiadas ou as aspiradas são iguais. A natureza material adquire vida quando essas ondas produzidas pelos prótons se dirigem aos elétrons e depois retornam aspiradas. Assim elas também devem ser denominadas de eletroprotônicas. Todavia é nessas atividades do ir e vir das ondas senoidais, que nascem os fatos que denominam de eletromagnéticos.

que nascem os fatos que denominam de eletromagnéticos. OS AGREGADOS DOS SISTEMAS CÚBICOS. Com os cubos

OS AGREGADOS DOS SISTEMAS CÚBICOS.

Com os cubos são formados os túneis. Com esses túneis são formados agregados. Os agregados adquirem as propriedades dos sistemas cúbicos e dos sistemas túneis Considerem que desde o SD1 já se desenvolveram em seqüência vários sistemas. Agora vamos considerar que depois dessa seqüência surgem sistemas densos e com faculdades eficientes para servirem de bases aos sistemas materiais. Esses sistemas formam os STUMs (SISTEMA TÚNEL UNITÁRIO MATERIAL). Com esses, combinados, são formados os agregados que são os prótons, nêutrons, e elétrons.

PORQUE EXISTEM PARTÍCULAS ESTÁVEIS E INSTÁVEIS Os agregados podem ou não ser estáveis. Para que tenham estabilidades só podem ter determinados formatos e determinadas quantidades de sistemas cúbicos e túneis. No ambiente material são estáveis apenas os elétrons e os prótons. As partículas atômicas possuem propriedades e características físicas iguais. Isso porque são agregados iguais.

físicas iguais. Isso porque são agregados iguais. São poucas as formas dos agregados. Ao lado temos

São poucas as formas dos agregados. Ao lado temos um agregado de discos com o formato de paralelepípedo. Os prótons e os nêutrons são agregados com formatos de paralelepípedos. Apresentamos um pequeno agregado com poucas composições de túneis só para dar idéia de como prótons são formados.

Origens das ondas senoidais Nos agregados os túneis aspiram e irradiam fluxos em suas bocas. Como os túneis possuem duas extremidades temos que por elas são aspiradas e irradiadas as ondas senoidais protônicas. Quando trabalhava esta teoria fiquei muito contente quando conheci que os fluxos, ao percorrerem, nos túneis, as rotações dos discos, seguiam caminhos senoidais. Daí para compreender como eram geradas as ondas senoidais foi só buscar o processo de como os fluxos podiam ficar condicionados a se propagarem como senóides. Pela primeira vez, depois de muito estudar os fenômenos físicos, conheci fatos que poderiam originar às chamadas ondas eletromagnéticas senoidais. Deduzi que os fluxos depois de serem gerados senoidais sairiam dos túneis continuando com as características senoidais. Continuei os estudos em busca de conhecer porque os fluxos continuavam mesmo fora dos túneis a serem senoidais. Estavam abertas as portas para explicações de muitos fatos físicos e químicos: eletricidade, magnetismo.

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003 TGBFQMN PÁRTICULAS

AS PARTÍCULAS ATÔMICAS- 15pgs.

O PRÓTON

No desenho do lado direito temos um paralelepípedo com irradiações e aspirações dos dois lados representando um próton livre. No outro desenho temos um próton trocando irradiações com um elétron e

com as irradiações de sua outra extremidade livres. Não esquecer: os prótons são agregados de STMs e em cada extremidade possuem muitas bocas de túneis; em cada uma dessas bocas saem duas irradiações e entram duas aspirações. No desenho em baixo temos dois prótons com um elétron cada e trocando suas segundas irradiações. A molécula de H2.

e trocando suas segundas irradiações. A molécula de H2. São essas irradiações livres que desenvolvem a
e trocando suas segundas irradiações. A molécula de H2. São essas irradiações livres que desenvolvem a
e trocando suas segundas irradiações. A molécula de H2. São essas irradiações livres que desenvolvem a
e trocando suas segundas irradiações. A molécula de H2. São essas irradiações livres que desenvolvem a
e trocando suas segundas irradiações. A molécula de H2. São essas irradiações livres que desenvolvem a

São essas irradiações livres que desenvolvem a função ácida. Vou retornar ao tema quando abordar as ligações químicas.

ERRO DA QUÍMICA Os químicos consideram que o H precisa completar sua eletrosfera e assim ficar estável como o gás nobre He. As atividades do H são resultantes da dupla irradiação e aspiração do próton.

NÊUTRON

O

próton tem os sistemas discos das partículas atômicas assimilados pelas suas periferias 4 a 4.

O

nêutron não é igual. Nos nêutrons os sistemas disco das partículas atômicas assimilam suas periferias 2 a 2 . Por

esse motivo os nêutrons não produzem as irradiações senoidais. De resto são agregados com maiores quantias de SDPAs

que os prótons. Possivelmente, talvez, nos núcleos, conforme os elementos atômicos dos quais participam, existam nêutrons com maiores ou menores quantias de SDPAs. Assim nêutrons participantes de núcleos atômicos podem ter massas diferentes. Deve ser essa a causa das massas dos elementos atômicos não serem exatamente múltiplas umas das outras.

O ELÉTRON Em tempo anterior apresentei um formato para o elétron. Agora estou corrigindo. Aceito que o próton tenha forma de paralelepípedo. Conveniente às composições nucleares. Para o elétron o formato de colméia. O que lhe proporciona condições às trocas das irradiações com o próton. No desenho suponhamos um próton e um elétron. O desenho só dá idéia. Ponderemos o próton é bem maior que o elétron. Perguntamos. Como pode uma partícula tão pequena desenvolver trocas com uma partícula tão grande? Uma das hipóteses possíveis é que tenha sua face do mesmo tamanho que a face do próton. Assim o elétron poderá ser um agregado fino com a mesma face do próton. Acontece que o elétron deve aspirar e devolver todos os raios do próton. Assim o elétron tal como o próton também deve irradiar e aspirar.

elétron tal como o próton também deve irradiar e aspirar. A GRANDE FORÇA NUCLEAR. No desenho

A GRANDE FORÇA NUCLEAR.

No desenho temos poucas setas a indicarem as irradiações e aspirações entre as duas partículas. Todavia, em cada boca de túnel temos 2 aspirações e 2 irradiações.

Ambos posicionados com as faces frente a frente podem trocar as irradiações. Assim a face do elétron recebe e devolve as irradiações do próton. Assim já demos uma idéia de como podem ser as 3 partículas. A seguir vamos apresentar mais detalhes.

Estamos apresentando agregados. Os leitores por certo perguntam que forças unem as partes desses agregados?

certo perguntam que forças unem as partes desses agregados? As irradiações das estrelas incidem sobre os
certo perguntam que forças unem as partes desses agregados? As irradiações das estrelas incidem sobre os
certo perguntam que forças unem as partes desses agregados? As irradiações das estrelas incidem sobre os
certo perguntam que forças unem as partes desses agregados? As irradiações das estrelas incidem sobre os
certo perguntam que forças unem as partes desses agregados? As irradiações das estrelas incidem sobre os

As irradiações das estrelas incidem sobre os algos e eles explodem se combinando em sistemas. Em seqüência formam partículas, energias, átomos. Assim praticamente explodem se compondo nos agregados. Contudo os sistemas, desde sintetizados, possuem forças que os conservam unidos. Nas partículas essas forças resultam de vácuos entre os SDPAs dos STUMs.

No primeiro desenho um agregado de elétron de lado. No segundo desenho vemos um elétron visto de frente. No terceiro desenho , em um elétron, e entre os STUMs que o constituem, vemos sombreados que estão a representar as regiões onde acontecem os vácuos. Os discos, SDPAs, dos STUMs das partículas atômicas, ficam agregados entre si por esses vácuos. Os sistemas cúbicos ao lançarem os fluxos usam dos sistemas menores dos ambientes dos agregados. Assim procedendo produzem vácuos.

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José Carlos Franco de Carvalho

São esses vácuos que agregam os STMs, STUMs, SDPAs, e as partículas atômicas. Todavia essas agregações possuem limites. Assim existem os estáveis e os instáveis No quarto desenho temos os vácuos no meio de duas colméias de um elétron. Assim em razão desses vácuos entre os STUMS no meio da colméia os elétrons são estáveis. As aspirações desses sistemas são muito fortes nessas regiões sombreadas. Assim nessas regiões ocorrem movimentações rápidas e fortes que provocam deslocações, vácuos, e a grande força de agregação dos componentes das partículas atômicas.

São várias forças de agregação. Existem várias forças de agregação. Acontece que desde os sistemas menores já existem forças que os agregam. Os discos se combinam em suas periferias. Os algos que estão a girar nas periferias assimilam os movimentos. Possivelmente os sistemas devem funcionar como combinações de engrenagens. Ajustam-se e ficam retidos mantendo os movimentos periféricos.

NOMENCLATURA - SIGLAS

OS NOMES QUE DEMOS AOS SISTEMAS COMPONENTES DAS PARTÍCULAS ATÔMICAS.

*Para os sistemas discos que formam os sistemas cúbicos que participam das composições das partículas atômicas demos o nome de SISTEMAS DISCOS DAS PARTÍCULAS ATÔMICAS. No singular SDPA. No plural SDPAs *Para os sistemas cúbicos que formam os sistemas túneis das partículas atômicas demos o nome de SISTEMA TÚNEL UNITÁRIO MATERIAL ou STUM e no plural STUMs *Para os túneis que se combinando formam as partículas atômicas demos o nome de SISTEMA TÚNEL MATERIAL ou STM e no plural STMs *Nas atividades das partículas atômicas temos outros sistemas que participam. Como participam explicaremos depois. Contudo agora vamos aproveitar para apresentar a nomenclatura. *Entre os sistemas que participam das atividades das partículas atômicas temos um sistema unitário de energia. Sua denominação é SISTEMA UNITÁRIO DE ENERGIA ou SUE. No plural temos SISTEMAS DE ENERGIAS ou SEs. *Acontece que esses sistemas são constituídos de unidades de um sistema disco ou SISTEMA DISCO UNITÁRIO DAS ENERGIAS ou SDUE e no plural SDUEs. *Esses sistemas se combinam e formam os cubos os quais montam os túneis do sistema de energia. Os cubos denominam- se SISTEMAS TÚNEIS UNITÁRIOS DAS ENERGIAS. Ou STUEs. *Esses sistemas unitários combinam-se e formam os SISTEMAS TÚNEIS UNITÁRIOS DAS ENERGIAS ou STUEs. *Esses sistemas unitários de túneis combinam-se e formam a unidade do sistema de energia ou SE. *Contudo ainda temos um sistema que é utilizado para participar dos fluxos que as que as energias produzem. Para esse sistema demos o nome de SISTEMA UNITÁRIO FLUXOS DAS ENERGIAS ou SUFEs Assim ficará fácil ao leitor dominar a nomenclatura dos sistemas que constituem as partículas materiais. Adiantamos nomes e siglas. Explicaremos a seguir cada item abordado. *Temos ainda um outro sistema. É o que participa das atividades da força gravitacional. Eu denominei esse sistema de sistema menor. SM, no plural SMs.

SURPRESO- AGREDIDO?

Certa vez, quando a teoria ainda tinha alguns defeitos graves, tive a oportunidade de conversar com físicos da UNICAMP.

Esses ouvindo ligeira exposição da teoria tiveram descontroles emocionais. Um dele bravo espumou pela boca da verdade eu comentei as importantes alterações nas bases físicas. Um deles disse "então tudo que eu estudei não serve para nada?". As coisas não são assim. Todavia a Física Nuclear terá que tomar novos rumos. Quanto mais cedo os físicos despertarem melhor. Menos tempo e trabalhos perdidos.

A bem

Dois prótons livres posicionados próximos se repelem. Assim acontece porque nos prótons livres as irradiações senoidais, na medida que se propagam, se abrem em leque.

Assim são alteradas as freqüências e os comprimentos das ondas. As alterações não são iguais, assim não combinam. Assim sendo essas partículas não conseguem trocar as irradiações. Assim sendo se repudiam. Dessa forma proporcionam

a falsa impressão que possuem cargas iguais positivas as quais se repelem. Essa repulsão, de qualquer forma, ocorre quando as irradiações de prótons se defrontam.

Nos núcleos, onde os prótons estão posicionados lado a lado, as irradiações não se defrontam. As irradiações seguem direções, e sentidos, nas quais não se chocam. Assim não acontecem as fortes repulsões. Assim podem participar lado

a lado dos núcleos atômicos.

De qualquer forma até uma certa distância na frente da irradiação de um próton não existe condição de se instalar outra partícula. Em determinadas distâncias nem o próprio elétron. Contudo, caso faltem sistemas às irradiações de um próton, ele tem forças para aspirar e absorver um elétron. Contudo ele liberará sistemas correspondentes (outro elétron) em sua retaguarda.

É o próton que determina a que distância pode ficar o elétron. Isso porque conforme apresentamos uma boca de próton

irradia e aspira. Sendo que para irradiar precisa aspirar pois em caso contrário fica sem sistemas para usar em suas irradiações. Assim sendo, esvaindo os sistemas que usa nas irradiações, aceita o elétron porque esse lhe devolve por meio das aspirações os sistemas que precisa. As forças que atraem as partículas prótons e nêutrons nos núcleos também variam com o inverso do quadrado das distâncias. Para distâncias cada vez menores elas crescem rapidamente. Em um certo limite elas tendem ao infinito. Só existem prótons lado a lado nos núcleos porque mesmo antes de iniciarem suas irradiações, no correr das sínteses, já estão instalados lado a lado. Os tamanhos dos prótons: quantias de STUMs, de STMs, devem ser determinadas nos momentos das composições nucleares em razão das relações entre as forças participantes.

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O PRÓTON UM AGREGADO COM FORMATO DE PARALELEPÍPEDO

A princípio eu achei que o próton seria esférico. Contudo, quando fui montar os modelos de cada um e de todos os

núcleos dos elementos atômicos cheguei à conclusão que os prótons não podem ser esféricos.

Isso porque não se adaptam às necessidades das montagens. Assim desde então passei a considerar que o próton deve ter formato de paralelepípedo. Os prótons, nos núcleos, desenvolvem atividades diferentes dos prótons livres.

Nos átomos as trocas das irradiações entre os elétrons e prótons se propagam com freqüências e comprimentos de ondas determinados.

Cada próton, segundo sua posição no núcleo, segundo sua densidade de sistemas, segundo as variações, possuí comportamentos característicos. No próton livre as irradiações ao saírem dos túneis, embora continuando a ser senoidais, se espalham.

túneis, embora continuando a ser senoidais, se espalham. O fato é que desaparece o positivismo dos
túneis, embora continuando a ser senoidais, se espalham. O fato é que desaparece o positivismo dos
túneis, embora continuando a ser senoidais, se espalham. O fato é que desaparece o positivismo dos

O fato é que desaparece o positivismo dos prótons. Quanto ao positivismo temos que o que existe são irradiações

senoidais que podem, ou não, se combinarem. As contas, os cálculos, continuam os mesmos. Os motivos são outros.

O PRÓTON COMBINA COM O ELÉTRON

Os motivos são outros. O PRÓTON COMBINA COM O ELÉTRON É fácil de se compreender. O
Os motivos são outros. O PRÓTON COMBINA COM O ELÉTRON É fácil de se compreender. O
Os motivos são outros. O PRÓTON COMBINA COM O ELÉTRON É fácil de se compreender. O

É fácil de se

compreender. O

próton, enorme,

quando sozinho fica

a aspirar sistemas

menores para suprir as necessidades de suas irradiações. Suponhamos o próton está só. Passa por perto um elétron. O

próton aspira esse elétron. O que faz ao aspirar os sistemas os quais o elétron está aspirando e irradiando. O próton passa a usar desse material às suas aspirações. Contudo, com suas irradiações, conserva o elétron a uma certa distância.

O elétron chupa as irradiações do próton. Só que essas dão a volta nos STUMs do elétron e retornam ao próton.

Está iniciada a troca e a assimilação das duas partículas. É por esse motivo que uma é denominada de positiva e a outra de negativa. Observem que o elétron está sendo apresentado com apenas uma dupla camada de STUMs. No decorrer da apresentação desta teoria vamos constatar a importância dos comprimentos de ondas e das freqüências nas relações gerais entre os fatos físicos. Todos os fatos a partir das composições dos núcleos são determinados segundo as densidades dos sistemas nos ambientes considerados.

Como os leitores puderam observar das bocas dos túneis dos prótons saem duas ondas irradiadas. Nessas mesmas bocas

entram duas ondas Recordei para

Senóide A Senóide B A perpendicular a B B Pretendemos fazer 2 A O fato
Senóide A
Senóide B
A perpendicular a B
B
Pretendemos fazer 2
A
O fato é que dentro das órbitas,

aspiradas. lembrar que essas ondas são senoidais e perpendiculares entre si.

Todavia é preciso diferenciar, as irradiações que se deslocam dentro das órbitas atômicas, das irradiações que em razão dos decaimentos dos elétrons se expandem.

senóides uma de propagação perpendicular à outra. acionadas pelos prótons, devolvidas pelos elétrons, temos ondas

irradiadas e aspiradas. Estas ondas são inversas duas a duas.

O caso é que depois, que as ondas saem dos STUMs, sofrem modificações de freqüências e comprimentos. Contudo a esse respeito futuramente, forneceremos mais detalhes.

a esse respeito futuramente, forneceremos mais detalhes. EXISTEM STUMs REAIS E STUMs VIRTUAIS Agora vamos comentar

EXISTEM STUMs REAIS E STUMs VIRTUAIS Agora vamos comentar que depois que se afastam dos STUMs ( das partículas) elas desenvolvem STUMs virtuais o que fazem acionando os sistemas menores existentes no ambiente por onde se propagam.

AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS NÃO SÃO PROPAGAÇÕES IGUAIS

AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS NÃO SÃO PROPAGAÇÕES IGUAIS AS ONDAS Algumas das ondas denominadas de eletromagnéticas

AS ONDAS Algumas das ondas denominadas de eletromagnéticas nascem em prótons ou elétrons.

Esta e outras obras disponíveis em: http://www.angelfire.com/psy/jcfc

TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA

José Carlos Franco de Carvalho

Na verdade as ondas: as da luz, do ultravioleta, e todas as que ocorrem em razão dos decaimentos dos elétrons, são ondas que são geradas pelos prótons e normalmente seguem até os elétrons quando retornam. Assim são ondas protônicas. Essas ondas é que ao se propagarem originam ondas virtuais as quais são as magnéticas. Aí os conjuntos das senóides protônicas e magnéticas é que podem ser denominadas de eletromagnéticas. As ondas protônicas automaticamente, ao se propagarem, livres, geram as magnéticas e vice, versa. Essas são as que denominaram de eletromagnéticas. Elas variam de freqüências e comprimentos. O impressionante é que são muitíssimas as variações.

São várias as categorias dessas ondas. Contudo temos vibrações, oscilações, consideradas como ondas de comprimentos de ondas maiores às micro ondas (1mm,

que se iniciam com 10 cm e vão

1 cm, 10 cm); o UHF, VHF, (10 cm a 10m); ondas curtas, médias, e longas, de radio

até 10 km. Temos as ondas infravermelhas, propagações de calor, que vão de 1 mm até pouco menos de 1 mícron. Temos a luz visível entre 1000 angström a 1 mícron. Com comprimentos de ondas menores temos a seguir os raios. Por primeiro temos o Ultra Violeta. Mais ou menos entre 1000 angström a 100 angström.

AS DIFERENÇAS ENTRE RAIOS E RAIOS. AS DIFRENÇAS ENTRE RAIOS E ONDAS.

Depois temos os raios X com comprimentos entre 100 angström e 0,1 angström.

A seguir e finalmente temos os raios gama. Cujos comprimentos vão 0,1 angström a 0,001 angström.

As freqüências das ondas variam de 3.10 (elevado a potência 22) até 30 kc.

Os cientistas consideram essas ocorrências, todas, como ondas eletromagnéticas. Graças ao domínio que conseguiram das leis que regem esses fenômenos desenvolveram alta tecnologia. Todavia ainda não são fatos explicados pelos estudos físicos.

O que podemos deduzir quando consideramos simploriamente essas ondas é que se propagam e ocorrem de tal forma que

se apresentam como fatos semelhantes. Todas possuem duas características básicas iguais. Comportam-se como ondas;

e como ondas com variações de comprimentos e freqüências.

A certeza que proporcionam é que como ondas se propagam; umas como as outras descrevendo senóides ou promovendo

ondulações senoidais. Já os comprimentos, de forma geral de ondas, raios, e etc., são múltiplos uns dos outros.

Todavia agora vamos considerar essas ondas segundo esta teoria. Estamos a apresentar sistemas. Esses sistemas formam as partículas atômicas. Os prótons produzem ondas senoidais as quais decaídas são as ondas da luz, do ultravioleta, do infravermelho. Essas e as outras correspondentes são ondas.

OS RAIOS GAMA NÃO SÃO ONDAS ELETROMAGNÉTICAS. Em baixo um desenho com idéia de como seja um raio gama. Esses raios não são apenas compostos de fileiras de unidades do sistema de energia. São agregados compostos de SDPAs enfileirados.

de energia. São agregados compostos de SDPAs enfileirados. Uma partícula demolida pode liberar um tipo de

Uma partícula demolida pode liberar um tipo de raio o qual chamam de gama. Os agregados de STMs se desmontam e formam o tipo de corrente que esta sendo apresentada no desenho. Trata-se de um violentíssimo deslocar de sistemas e energias. Os Físicos consideram um fortíssimo fóton.

É lógico anexo às correntes seguem energias.

Só é possível a existência desse tipo de raio, com a continuidade da agregação dos SDPAs, em razão de estarem a girar acima da velocidade da luz. Acontece que os vácuos entre os SDPAs enfileirados proporcionam as agregações. Conforme o valor em energias dessas correntes formam pares de elétrons e positrons. Voltam à natureza de partículas. O que só é possível porque são compostos dos mesmos componentes das partículas. Como os senhores sabem

tal fato não acontece com as ondas.

No momento, para mim, é cedo para me dedicar às variações dos comprimentos de ondas e freqüências entre os próprios raios gama. Contudo devem ser diferentes composições. Temos muito que apreender. O raio gama de menor comprimento de onda nos dá o tamanho dos STUMs nas composições dos prótons, dos elétrons, e dos nêutrons.

SISTEMAS VIRTUAIS

RAIOS GAMA MAIS FRACOS

Já comentamos como nascem as ondas senoidais magnéticas.

O fato é que sistemas ambientais influenciados, contaminados, por irradiações nucleares, podem assumir movimentos

como raios virtuais. Esses são diferentes dos legítimos. Não são compostos de SDPAs. São compostos de SDPAs virtuais resultantes de combinações provisórias dos sistemas menores. Os sistemas menores, em ambientes dos núcleos, influenciados pelas irradiações dos prótons, desenvolvem SDPAs, STUMs, STM, virtuais. Esses SDPAs virtuais também formam correntes. Essas correntes formam raios gama mais fracos com comprimentos de onda maiores e freqüências menores do que os raios gama de STUMs reais.

Os RAIOS X

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Estes raios se originam de atividades desenvolvidas pelos elétrons. Conforme conhecemos podem ser oriundos de várias situações diferentes.

É conceituação da física que uma partícula quando se move no vácuo, com ausência de força, seu movimento é

retilíneo, uniforme e sua energia se conserva. Consideram que quando ela se choca com um obstáculo, ou é acelerada, frenada, ou desviada por um campo de forças, parte de suas energias se transforma em radiações eletromagnéticas. Concluem que o comprimento de onda da radiação

emitida depende da quantidade de energia perdida pela partícula. Quanto maior for essa energia tanto maior será a freqüência da radiação emitida.

O caso é que um elétron livre movendo-se no espaço pode ser acelerado por um canhão eletrônico ou outro tipo de

acelerador e assumir o que os físicos dizem de “qualquer valor de energia cinética”. Inversamente, pode perder

igual quantidade dessa energia, ao passar pelas situações anteriormente citadas.

Atividades do elétron da TGBFQ.

Os físicos nucleares do USA já constataram que as partículas deslocadas nos acelerados chegam apenas à velocidades próximas da luz mas que não chegam na velocidade da luz.

Não pode ser diferente e eu explico porque. Suponha do lado direito um elétron. Esse elétron, em

razão das atividades que exerce, fica a movimentar os sistemas. Por certo, embora apenas com uma dupla parede de STUMs ainda sintetiza unidades do sistema de energia. Assim aspira sistemas e irradia ondas senoidais. A velocidade com que os SDPAs dos STUMs giram é a que proporciona para essas ondas a velocidade da luz. Qualquer que seja a armação que desenvolvam à produção de ondas magnéticas os físicos não possuem condições de gerarem ocorrências mais velozes que a luz. Isso porque as ondas magnéticas nascem induzidas pelas senoidais e não podem desenvolver velocidades maiores que essas.

É simples. Na experiência não existe fator que possa: aumentar a velocidade acima, ou igualar, a velocidade da luz.

A velocidade da luz é a velocidade com que os SDPAs dos STUMs do elétron acionam os sistemas do ambiente com os

quais operam. Quando eles mudam o processo e deslocam as ondas senoidais eles conseguem que os elétrons corram atrás delas.

Todavia a possibilidade máxima dos elétrons absorverem e usarem dessas ondas está condicionada à velocidade rotacional dos SDPAs dos STUMs. Quaisquer deslocações mais rápidas, caso conseguissem produzir, não passariam pelos elétrons. Elas os empurrariam.

O elétron é uma peneira que aciona com a velocidade da luz os sistemas que o atravessam.

aciona com a velocidade da luz os sistemas que o atravessam. Quando se bate uma peneira

Quando se bate uma peneira molhada as gotas de água pulam fora. O mesmo acontece com o elétron. Sendo assim ao se chocar o elétron pode espirrar os sistemas que estão participando das ondas senoidais as quais esteja a trabalhar. Acontece, também, que as ondas senoidais que são aspiradas e irradiadas pelo elétron induzem no ambiente externo STUMs virtuais. Nos choques esses STUMs se deslocam. São raios X fracos. Nos choques podem ser deslocados os próprios STUMs do elétron quando temos o raios X duro.

Outro erro da teoria da relatividade Os cientistas ao conhecerem que as partículas ao se deslocarem nos vácuos dos aceleradores e etc. têm suas massas crescidas concluíram que uma ocorrência material não pode se deslocar acima da velocidade da luz que cresce para massas infinitas. É errado mesmo porque nos aceleradores e aparelhos usados às acelerações os ambientes na frente das partículas são tornados densos de sistemas menores. Esses sistemas não ocorrem nessas densidades nos espaços cósmicos.

OS RAIOS ULTRAVIOLETAS, LUZ VISÍVEL, INFRAVERMELHO.

Os átomos podem conter maiores ou menores quantias de energias segundo os ambientes nos quais se encontrem. Assim cada próton, segundo sua posição e átomo ao qual pertence, tem um valor de energias que corresponde a quantia desses sistemas que está a usar. Valor que varia segundo as variações ambientais. Assim para cada situação do próton sua irradiação tem um determinado valor. É esse valor que determina o comprimento da onda e sua freqüência Assim, quando a densidade enfraquece, o elétron decaí. O elétron passa de uma órbita maior para uma órbita menor. Quando assim acontece, no decaimento, é liberada a dose de irradiação que consegue escapar. Trata-se de uma irradiação senoidal e protônica. Essas irradiações podem ser: infravermelha, luz visível, ultravioleta.

Sabemos as irradiações ultravioletas se originam de decaimentos de elétrons com órbitas mais próximas dos centros nucleares. Conhecemos as origens das ondas luminosas.A luz visível tem suas origens perfeitamente conhecidas. No H, elétrons que decaem da 3 o à 2 o órbita (luz vermelha); decaimento da 4 o à 2 o órbita luz verde azulada; decaimento da 5 o à 2 o órbita, luz azul; decaimento da 6 o órbita à 2 o órbita luz violeta. como sabemos o infravermelho corresponde às emissões de ondas senoidais de calor.

AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS TRANSPORTAM ENERGIAS. O maior ou menor grau de temperatura de um corpo ou

ambiente corresponde a variação da quantidade de unidades do sistema de energia existente nesse corpo ou ambiente. Todos os raios, e as ondas, transportam quantias de unidades do sistema de energia. Menores comprimentos de ondas, freqüências mais altas, e transportam maiores quantias de unidades de energia.

OS PRÓTONS SINTETIZAM AS ENERGIAS.

EXISTE UM SISTEMA UNITÁRIO DE ENERGIA

As unidades do sistema de energia são sintetizadas nos SISTEMAS TÚNEIS UNITÁRIOS MATERIAIS do próton. Temos unidades de energia e quantias de unidades de energia. Na outra página temos um desenho de uma unidade do sistema túnel unitário material produzindo unidades de energias. Os quatro discos, SDPAs, estão girando. A velocidade periférica dos discos SDPAs, é a maior que a da luz. Note-se o contraste gritante entre as velocidades periféricas desses discos e as velocidades dentro do STUM que diminuem gradativamente até chegarem a 0 no centro desse sistema. Os fatos acontecem da seguinte forma. Sistemas menores são aspirados para dentro do sistema cúbico. No sistema cúbico o girar dos discos possui uma característica especial .

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A velocidade de giro de cada disco varia de 0 até velocidade maior do que a da luz. Assim é de zero no centro do

disco a mais de 300.000 K/s na periferia. O mesmo acontece no centro do STUM. Sistema túnel unitário material. A velocidade no centro do sistema cúbico é nula. Essa forma de ser sintetiza as unidades do sistema de energia. Isso porque provocam rodopios que formam cubos, túneis especiais, e energias. Esses rodopios usam dos sistemas pequeninos que são aspirados e com eles formam os cubos que participam dos túneis.

Depois os túneis se combinam e formam as unidades de energia. Quando em seguida essas unidades são deslocadas às periferias dos discos onde se combinam e formam as ondas senoidais que são irradiadas.

se combinam e formam as ondas senoidais que são irradiadas. ORIGEM DA FORÇA GRAVITACIONAL. AS IRRADIAÇÕES

ORIGEM DA FORÇA GRAVITACIONAL. AS IRRADIAÇÕES DOS PRÓTONS TAMBÉM TRANSPORTAM SISTEMAS MENORES

Os prótons irradiam ondas senoidais que transportam as energias que sintetizam. Para essas sínteses usam de sistemas menores. As unidades de energia seguem expelidas. Todavia seguem encadeadas formando as senóides. Contudo, dessas senóides, participam outros sistemas menores que são deslocados no correr das irradiações. As deslocações desses sistemas menores é que originam as forças gravitacionais.

As forças dos prótons. Essas forças, das aspirações, das irradiações, variam segundo os ambientes, e circunstâncias. Um próton em um núcleo sem seu elétron aspira violentamente mais forte do que quando está com o elétron.

É lógico. O elétron atrelado ao próton fica a lhe devolver as irradiações. Assim com essa manutenção o próton sustenta as irradiações.

AS ONDAS SENOIDAIS ELETROPROTÔNICAS E O MAGNETISMO

As ondas senoidais são muito importantes. Elas condicionam os ambientes por onde passam.

Assim acontece nas relações que desenvolvem em trocas entre os prótons e elétrons.

O caso é que cada próton tem seu elétron. Cada elétron troca uma determinada quantia de energias com o próton.

Quantia que é correspondente à densidade ambiental. É um vai e vem de sistemas e de energias entre um próton e um

elétron. Todavia essas ondas que se originam em STUMs reais nas suas deslocações formam STUMs virtuais. Aí, então, nascem as ondas induzidas. Assim acontece nos orbitais entre os prótons e elétrons. Assim acontece no ambiente que fica a envolver essas trocas.

É assim que são induzidos STUMs virtuais e as ondas magnéticas. Assim nascem as ocorrências magnéticas envolventes dos átomos.

O MAGNETISMO.

Os prótons ficam a irradiar e a aspirar. O que fazem graças às colaborações dos elétrons. É um vai e vem. Essas fortíssimas ondas acionam os sistemas dos ambientes.

a)

Cada elemento atômico desenvolve em redor de si um ambiente.

b)

Esse ambiente é uma composição dos ambientes individuais desenvolvidos entre cada próton e seu elétron. Depende da quantidade de prótons.

c)

Os prótons se posicionam segundo os modelos nucleares que estamos apresentando. Nessas posições irradiam.

d)

Cada órbita esta condicionada à quantia de energias, sistemas menores, que o núcleo lhe fornece e forma sua densidade ambiental.

e)

Os elétrons, nos seus decaimentos, liberam irradiações de seus prótons segundo comprimentos de ondas e freqüências as quais correspondem às atividades as quais estão a desenvolver quando dos decaimentos.

f)

Os elétrons podem estar, cada qual, diretamente na frente de seu próton quando fica fácil devolver as irradiações. Todavia os átomos se movimentam e os orbitais se deslocam. Possivelmente também os orbitais em busca de posições às suas irradiações se desloquem.

g)

Os elétrons, mais afastados dos núcleos, desenvolvem ondas senoidais com freqüências mais baixas e ondas mais compridas. Assim é porque seus prótons são menos energéticos.

h)

Não é à toa que nas ligações químicas os elementos atômicos trocam, entre si, elétrons. São adaptações a fim de facilitar as devoluções das irradiações protônicas.

i)

Em redor dos núcleos formam-se ambientes. Os sistemas menores todos eles se embalam com os movimentos das senóides. São movimentos induzidos. Contudo são movimentos que se harmonizam entre si da melhor forma possível.

j)

Assim, no Fe, Ni, Co, Gd, nasce o magnetismo. Agora, depois de ter composto os núcleos dos elementos atômicos, até o plutônio, com eles em mãos, compreendo perfeitamente porque o Fe e esses elementos são magnéticos e também compreendi porque os demais não são.

O

magnetismo é o resultado das induções que ocorrem nos espaços não ativados pelas irradiações protônicas.

O

magnetismo é conseqüência natural do contágio dos sistemas menores ambientais com as ondas protônicas.

Os sistemas menores dos ambientes envolventes induzidos se desenvolvem em SDPAs virtuais. Assim acontecem repartições, compartimentos, segundo os orbitais. Os STUMs induzidos correspondem aos comprimentos de ondas e freqüências das ondas indutoras. Creio em poucas palavras ter explicado a natureza mais íntima dos átomos.

É lógico. Os orbitais se espalham segundo composições possíveis. Deveria ser algo de majestoso poder observar esses espetáculos atômicos.

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Ondas senoidais deslocam-se do P ao e. O ambiente passa a ser induzido. Todo ele fica cheio de STUMs virtuais. Desenhos sobre magnetismo

e N P
e
N
P
cheio de STUMs virtuais. Desenhos sobre magnetismo e N P No magnetismo, no Fe, as ondas
cheio de STUMs virtuais. Desenhos sobre magnetismo e N P No magnetismo, no Fe, as ondas
cheio de STUMs virtuais. Desenhos sobre magnetismo e N P No magnetismo, no Fe, as ondas

No magnetismo, no Fe, as ondas que se propagam dos prótons aos elétrons, criam ondas induzidas perpendiculares às ondas senoidais das trocas prótons elétrons. Assim os átomos de Fe, pedaços, de Fe, ficam imantados. Do lado direito STUMs reais e em seqüência STUMs virtuais. Os virtuais surgem no acionamento dos sistemas menores. Os sistemas menores ficam todos acionados formando STUMs virtuais.

Um fluxo magnético é perpendicular a um eletroprotônico Assim acontecem as induções elétricas, magnéticas, campos elétricos, campos magnéticos.

Depois, nos dínamos, quando são movidos, os fluxos magnéticos formam as correntes elétricas positivas. Ao se deslocarem, como são ondas senoidais de sistemas menores, servem aos elétrons. Esses atraídos por esse fluxo, essa corrente, também se deslocam. Temos a eletricidade.

AS RELAÇÕES ELETROPROTÔNICAS

O próton, sozinho, atraí o elétron. Primeiro pela atração gravitacional. Depois pela protônica.

O próton suga as energias, os sistemas menores, as ondas senoidais do elétron. O elétron segue atrás. Precisa de seu combustível.

Os elétrons, em ambientes com baixas densidades de sistemas menores, se movimentam em busca de suprimentos. Os fluxos do elétron e do próton em distâncias muito curtas não se combinam. O próton tem força de atração suficiente para absorver as irradiações do elétron forçando-as à modificarem suas trajetórias. Assim pode, até, absorver o próprio elétron. O fato é que o próton mais forte aspira os sistemas e também as irradiações do elétron. Aí, separados por uma certa distância, ficam a trocar seus fluxos.

As irradiações partem dos prótons com a velocidade da luz. Uai gente! Como dizem os mineiros. O elétron funciona como um goleiro a receber bolas chutadas em pênaltis. Só que são muitas bolas sendo disparadas simultaneamente e espalhadas por toda uma enorme região. Balas que além de serem disparadas ficam a se deslocarem segundo são influenciadas pelos movimentos dos átomos.

Não é à toa que os tamanhos dos núcleos em relação aos dos átomos onde os elétrons se estafam são insignificantes. O fato é que os elétrons precisam de espaços às suas atividades.

que os elétrons precisam de espaços às suas atividades. Os elétrons caso tenham o mesmo número

Os

elétrons caso tenham o mesmo número de bocas que os prótons conseguem efetuar as devoluções com relativa facilidade.

Pois cada boca cuidará de receber e devolver uma irradiação. Caso tenham menos bocas terão mais trabalho e deverão operar rapidamente acima da velocidade da luz. Tal como o elétron do desenho. De qualquer maneira as velocidades dos elétrons devem ser fabulosas. Os elétrons desenvolvem maravilhosas deslocações nessas atividades em razão dos movimentos rotativos dos núcleos dos elementos atômicos. As relações entre os elétrons e os prótons se firmam quando os elétrons devolvem aos prótons as irradiações que recebem. Aí temos a continuidade do relacionamento.

Continuando.

CONSIDERAÇÕES SOBRE O MODELO DO ELÉTRON.

Os agregados para serem estáveis devem equilibrar suas relações com os ambientes envolventes. Vamos considerar essas relações do elétron. Em primeiro lugar qualquer partícula deve ter condições de sobreviver em razão das forças de agregação de seus STUMs. Como uma partícula satisfaz essa necessidade é fácil de conhecer.

O elétron deve ser uma espécie de chapa. Irradiando e aspirando pelas bocas de sua face.

Não esquecer que são discos compondo os STUMs. Os desenhos são para recordar.

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Da mesma forma, como no desenho em que apresentamos as regiões onde se desenvolvem os vácuos, nos desenhos a seguir, também entre os discos temos regiões de vácuos. São elas que garantem a estabilidade da placa que no mínimo deve ter dois STUMs de largura.

AMBIENTODINÂMICA

AGLOMERADOS PODEM SER ESTÁVEIS OU INSTÁVEIS Nas sínteses formam-se os aglomerados. Contudo para serem estáveis devem vencer as rejeições dos ambientes externos. Assim nasce a AMBIENTODINÂMICA que corresponde aerodinâmica no campo das partículas. No ambiente das partículas nós temos os sistemas bem menores que os sistemas materiais e que com seus movimentos ocupam os espaços.

materiais e que com seus movimentos ocupam os espaços. Os aglomerados são as realidades materiais. Nós
materiais e que com seus movimentos ocupam os espaços. Os aglomerados são as realidades materiais. Nós
materiais e que com seus movimentos ocupam os espaços. Os aglomerados são as realidades materiais. Nós
materiais e que com seus movimentos ocupam os espaços. Os aglomerados são as realidades materiais. Nós

Os aglomerados são as realidades materiais. Nós sabemos que as massas possuem fortes doses de energia. Mas nas bases da matéria, das massas, estão os sistemas SDPAs que não podem ser desconsiderados. Os espaços são ocupados por movimentos. Mas são os sistemas que acionam os movimentos. Afinal são os sistemas, as partículas, que irradiam as ondas e sustentam os volumes das massas.

O caso é que os agregados, ao se deslocarem no espaço, como o espaço não é o vazio de Einstein, deslocam-se no meio

de ambientes ocupados por movimentos de sistemas menores. Assim os SDPAs e os sistemas cúbicos sofrem atritos. Em razão disso existem limites de quantidades de sistemas cúbicos e sistemas túneis que podem participar desses aglomerados. Igualmente, do mesmo jeito, também existem formatos os quais são possíveis e formatos que são impossíveis. Essa é a razão porque as subi partículas atômicas que surgem nas experiências nucleares são instáveis.

O nêutron é instável. Isso porque o aglomerado estável é o próton.

ORIGEM E PROPAGAÇÃO DA FORÇA GRAVITACIONAL

é o próton. ORIGEM E PROPAGAÇÃO DA FORÇA GRAVITACIONAL p As ondas protônicas chegam aos elétrons
p
p

As ondas protônicas chegam aos elétrons com a velocidade da luz. Em razão das atividades dos elétrons elas retornam aos prótons. Todavia no decorrer dessas atividades os sistemas menores que acompanham
elétrons elas retornam aos prótons. Todavia no com a velocidade da luz. Em razão das atividades dos decorrer dessas atividades os sistemas menores
decorrer dessas atividades os sistemas menores que acompanham as senóides são lançados para fora dos aos elétrons com a velocidade da luz. Em razão das atividades dos elétrons elas retornam aos
Todavia no decorrer dessas atividades os sistemas menores que acompanham as senóides são lançados para fora

orbitais eletrônicos. Essa forma de ser corresponde a um fluxo constante que a matéria irradia e que depende

das massas das substâncias. Simultaneamente os núcleos atômicos porque precisam dos sistemas menores usam das aspirações que os nêutrons desenvolvem e de suas próprias aspirações laterais, e sugam esses sistemas. Essa é força gravitacional segundo a qual a massa atrai a massa na razão direta das massas e no inverso do quadrado das distâncias. Todas as massas constituídas de átomos irradiam sistemas menores. Assim, depois, os absorvem, pois eles participam de suas irradiações. As atrações gravitacionais das estrelas e dos planetas são proporcionais as liberações desses sistemas. Assim podemos conhecer as verdadeiras massas constituídas de elementos atômicos desses corpos astrais.

Explosão dos nêutrons, ou falta de sistemas menores para serem sintetizados em energias e irradiados. Essas explosões são resultantes dos desmontes das partículas atômicas. Eis a solução para um dos fenômenos mais interessantes das estrelas velhas. Aí acontecem fabulosas irradiações de raios gama.

III BLOCO B

A UNIDADE DO SISTEMA DE ENERGIA

FACULDADES DO SISTEMA DE ENERGIA

É incrível. Os cientistas ainda nada pronunciaram sobre a existência da unidade de um sistema de energia. O grande

cientista Planck foi quem primeiro bolou sua existência. Tanto que encontrou até o valor dessa unidade. Trata-se da

constante de Planck da qual todos os fenômenos físicos são múltiplos. Contudo a unidade desse sistema existe e é um sistema básico da natureza material.

A unidade desse sistema tem de ter faculdades físicas correspondentes às suas atuações.

Em primeiro lugar deve ser esférica. Assim deve ser para que elas possam participar acorrentadas nas ondas senoidais. Conforme vamos apresentar conhecerão que, quando das formações das ondas senoidais, as energias ligam-se e ficam a

girar trocando fluxos. Só o formato esférico satisfaz essa exigência. As energias possuem a capacidade de se atritarem. Umas afastam as outras. Para tanto devem possuir fluxos fortes.

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José Carlos Franco de Carvalho

Em ambientes mais densos de sistemas ainda menores que o sistema de energia elas se contraem, se expandem, produzem fluxos, desenvolvem atividades. Livres tendem a se afastarem violentamente umas das outras. Situações nas quais todas de um mesmo ambiente são contagiadas. Devem dar origem à luz branca. Possuem a capacidade de trocar, entre si, seus fluxos. Cada qual deve ter seu campo de atuação. Assim as distâncias entre elas regulam suas atuações. Participam dos raios gama, X, ultravioleta, luz, infravermelho. Quando em razão de suas quantias, composições, ou formações, determinam diferentes fenômenos. Possuem condições de contrações e expansões. Possuem faculdades segundo as quais participam das ondas eletroprotônicas proporcionando a essas suas faculdades físicas. Participam de todos os fatos da existência: minerais , vegetais, e animais. Trata-se do sistema que cria e sustenta a vida. DO QUE SÃO AS ENERGIAS. As energias são constituídas de sistemas bem menores do que seus próprios tamanhos. De tamanhos ainda bem menores são os sistemas que participam dos fluxos ou irradiações das unidades do sistema de energia.

AS ENERGIAS ORIGEM E MODELO DA UNIDADE DO SISTEMA DE ENERGIA

Considerar os desenhos ao lado da seguinte forma . No do lado direito uma idéia de

sistema de

energia (o modelo do sistema de energia).

Do seu lado esquerdo, uma idéia de como os sistemas menores componentes dos túneis das energias são trabalhados pelos STUMs dos Prótons.

E no outro desenho temos um circulo para

mostrar que a velocidade próxima ao centro

é quase nula

unidade

como

seja

uma

do

Assim as velocidades dos SDPAs nas periferias são superiores à velocidade da luz e nos centros são nulas.

V1 1 V2
V1
1
V2
à velocidade da luz e nos centros são nulas. V1 1 V2 O PRÓTON SINTETIZA AS
à velocidade da luz e nos centros são nulas. V1 1 V2 O PRÓTON SINTETIZA AS

O PRÓTON SINTETIZA AS ENERGIAS.

É nos sistemas cúbicos que nascem as energias

No desenho ao lado, o do meio, os quatro discos estão girando. A velocidade periférica dos discos SDPAs, é a da luz. Note-se o contraste gritante entre a velocidade periférica de um disco e as velocidades que diminuem gradativamente até chegarem a 0 no centro de um SDPA. Os fatos acontecem da seguinte forma. Sistemas menores são aspirados para dentro do sistema cúbico.

No sistema cúbico o girar dos discos possui uma característica especial .

A velocidade de giro de cada disco varia de 0 até a velocidade da luz. Assim é de zero no centro do disco a 300.000

K/s na periferia. Assim as velocidades nos centros dos discos são nulas. Da mesma forma a velocidade no centro do sistema cúbico é nula. Essa forma de ser propicia e desenvolve o potencial das sínteses de unidades do sistema de energias. Isso porque provocam rodopios que formam cubos e túneis especiais, e energias. Esses rodopios usam dos sistemas pequeninos que são aspirados e com eles formam os cubos que passam a participar dos túneis e depois os túneis se combinam e temos as formações das unidades das Essas unidades são deslocadas às periferias dos discos onde se combinam e formam as ondas senoidais e são irradiadas. Nascem as ondas eletromagnéticas.

Os bocas
Os
bocas

Desenhos com idéias de como os sistemas túneis das energias combinam-se para formar a unidade do sistema de energia.

sistemas túneis nas energias possuem formatos parecidos com pirâmides. As maiores ficam nas periferias dos SUEs. As menores no centro e guardam entre si um vazio.

O modelo da unidade do sistema de energia é uma esfera especial. Ela é constituída de sistemas cúbicos e túneis que adquirem propriedades especiais que transferem às energias as faculdades físicas que possuem. Uma energia é uma esfera dotada de maravilhosas propriedades físicas e que dá vida à existência material. Contudo, desde os sistemas discos que participam da formação dos sistemas cubicos já temos atuações diferentes. Os sistemas discos dos sistemas cúbicos da energia possuem a faculdade de se deformarem. A princípio esféricos os discos se ovalam e assim podem participar dos sistemas túneis que formam as energias.

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José Carlos Franco de Carvalho

Além de se ovalarem ainda podem adquirir segundo o lugar onde estiverem tamanhos diferentes. Isto é. Pressionados ficam cada vez menores na medida em que suas posições são mais centrais na esfera de energia Os discos ficam comprimidos e encostados uns nos outros quando ficam com os movimentos assimilados Por falta de habilidade no computador não fiz melhor desenho.

O objetivo era colocar elipses umas ao lado das outras e cada vez menores a representarem os túneis.

Cada túnel tem forma de cone afunilado. Na energia as bocas maiores ficam na superfície da esfera. As bocas menores

ficam próximas ao centro da esfera. Assim, em seqüência, os discos formam esses cubos deformados e de tamanhos decrescentes

Os túneis aglomeram-se assimilando seus movimentos e formam uma esfera . Essa esfera é uma unidade do sistema de energia.

O caso é que os discos por estarem comprimidos proporcionam à esfera de energia faculdades físicas especiais.

A situação é que os discos procuram ocupar espaços maiores do que aqueles que estão usando como componentes dos túneis e da esfera de energia. Isso porque até os discos que ficam na superfície da unidade da esfera de energia também ficam pressionados. Os que ficam nas extremidades internas ficam

muito mais pressionados. Exercem pressões para que a unidade do sistema de energia ocupe um espaço maior para que possam se expandir e ocuparem espaços maiores. Também, como os demais sistemas, a unidade do sistema de energia produz fluxos.

Os fluxos entram em um dos dois lados do túnel atravessam a esfera e saem do outro lado.

A esfera de energia tem a sua superfície toda quadriculada por bocas de túneis. Em cada boca de túnel temos duas

irradiações e duas aspirações. Os cubos que ficam na superfície da esfera ficam com seus discos ocupando os espaços maiores. No modelo apresentado, em cada um dos quadrados, devíamos ter um círculo a indicar uma boca de túnel a cobrir a esfera da energia. No desenho logo em cima, do lado esquerdo, temos uma idéia de como deveria ser uma esfera com quadrados que estão a representar bocas dos túneis das energias. Do lado direito temos quatro quadrados a representar quatro bocas de túneis da superfície da esfera de energia onde temos estrelas a representarem saída de irradiações, e círculos a representarem entradas de aspirações. Ao lado o modelo da unidade do sistema de energia. Ele é constituído de discos e túneis de tipo especial, elásticos, os quais podem sofrer variações de formatos e tamanhos. No centro fica um oco. Um oco por onde passam os fluxos. Os fluxos desenvolvem, tal como as demais ondas, comportamentos senoidais. Acontece que no interior da esfera de

energia não se chocam. As ondas, no centro da energia, passam ordeiramente umas do lado das outras Na montagem dessa esfera encontrei um problema. Temos oito posições nas quais são feitas adaptações. Os túneis

ligam-se perfeitamente. Contudo na superfície temos a interrupção de filas da superfície da esfera. No início achei que estava errado. Depois concluí que até esse detalhe servia para explicar a composição das ondas eletromagnéticas.

O caso é que nessas posições temos possibilidades de interrupções das combinações entre os fluxos das energias Eu

fiz os desenhos corretos. Só que não estou conseguindo transferir e firmar no Word. Acontece que, depois de tudo pronto, uns dias depois, substituindo os desenhos, aparece uma letra x vermelha. Para formar os fluxos do sistema de energia temos a utilização de sistemas de tamanhos ainda menores.

temos a utilização de sistemas de tamanhos ainda menores. As energias, tal qual os demais sistemas,
temos a utilização de sistemas de tamanhos ainda menores. As energias, tal qual os demais sistemas,

As energias, tal qual os demais sistemas, irradiam e aspiram. Suas irradiações abrem-se em

torno da esfera. Por esse motivo temos que energias livres não se combinam. Seus fluxos se agridem. Esse é o fenômeno básico da luz, do calor. Cada boca da superfície da esfera de energia irradia 2 ondas e aspira 2 ondas Essas ondas são senoidais mas já saem com seus comprimentos a crescerem e espalhando-se no ambiente como leques

O que acontece porque já se deslocam dentro da própria energia em processo de crescimento.

Devemos guardar a idéia que os fluxos das energias sejam os responsáveis pela difusão da luz no espaço celeste

O

MODELO DE ENERGIA EXPLICA OS FENÔMENOS DA FÍSICA.

O

nosso modelo, o que estamos apresentando, explica o comportamento físico, químico, e biológico, das energias.

Em razão dos sistemas discos componentes desse modelo estarem comprimidos eles atuam, sempre, em busca de ocuparem espaços maiores. Quando aspirados e irradiados os fluxos percorrem as esferas, as partes internas, das energias. De tal modo que influenciam com deformações todos os STUMs. As energias dançam. As deformações percorrem uma energia alterando

provisoriamente os tamanhos e formatos dos STUMs.

É óbvio que estes sistemas também permanecem combinados em razão de vazios (vácuos) que os agregam.

Os sistemas, e ambientes externos, devem condicionar os tamanhos das energias. Assim temos densidades ambientais a

condicionarem às atividades das energias. Em ambientes espaciais elas devem chegar aos limites de seus tamanhos.

O FUNCIONAMENTO DO TÚNEL DA UNIDADE DO SISTEMA DE ENERGIA.

Assim cada unidade do sistema de energia é um ser vivo e dinâmico. Umas a influenciarem as outras. Umas a agredirem as outras. Essas trocas de agressões por meio dos fluxos é que são as bases das atividades das energias.

Contudo quando geradas , nos prótons , as energias se combinam e formam as ondas eletroprotônicas. As energias podem, ou não, se combinarem. Dentro dos prótons, forçadas pelos violentíssimos movimentos aos quais

forçadas pelos violentíssimos movimentos aos quais Esta e outras obras disponíveis em:

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são sujeitas, se combinam. Nas ondas eletroprotônicas se unem e se deslocam ordeiramente umas ao lado das outras. As ondas eletroprotônicas senoidais são ondas formadas por combinações de unidades do sistema de energias. As bocas de cada duas unidades de energia trocam entre si seus fluxos. Só que as energias acionadas pelas periferias dos SDPAs dos STUMs dos prótons ficam dominadas de movimentos de rotação. Assim as bocas das energias sucedem umas às outras nas trocas dos fluxos. Conforme são acionadas pelos prótons assim continuam. Elas ficam a girar trocando fluxos. O que fazem entre todas de cada onda senoidal. Depois de combinadas, desenvolvendo ondas senoidais, continuam a se propagarem nesse tipo de onda. Essa dinâmica assimilação é mantida pelas trocas dos fluxos. Uma unidade do sistema de energia, desenvolvendo movimentos rotacionais, segue na frente da onda, desenvolvendo a senóide e puxando as demais. Todas da onda senoidal estão dominadas por movimentos que as forçam ao percurso da senóide. Tal como uma cobra que vai com seu corpo deslizando seguindo as curvas feitas pela parte da frente de seu corpo. Só que as velocidades rotacionais das unidades das energias devem ser muitíssimas vezes superior à velocidade da luz.

No modelo da unidade do sistema de energia. Cada quadrado do desenho está a representar uma boca de túnel. Cada

túnel começa na superfície da esfera e segue até próximo do centro da esfera. Ao aproximar-se do centro da esfera

é interrompido. A seguir depois desse vão no centro da esfera se inicia outro túnel que vai até a superfície da esfera e do outro lado.

túnel que vai até a superfície da esfera e do outro lado. EXPLICAÇÃO DE UM DOS

EXPLICAÇÃO DE UM DOS MAIS IMPRESSIONANTES FATOS DA EXISTÊNCIA

Um pequeníssimo espaço. permite a passagem de um número muito grande de ondas eletromagnéticas. Homens posicionados no chão podem ver raios de luz de estrelas que podem estar a passar por um pequeníssimo ponto do espaço. Raios os quais chegam aos seus olhos. De todo um hemisfério as luzes dele podem passar por um pequeníssimo ponto e chegar em todos os pontos do outro hemisfério. Quem faz essa transmissão luminosa deve ser sistema tipo do nosso modelo de energia.

Assim deve ser exatamente porque no meio da esfera da energia existe aquele pequeno espaço vazio onde as ondas podem passar sem se agredirem. Quando prosseguem suas propagações sem ser prejudicadas. TODAVIA existe limite de passagens por um único ponto. Tanto que na luz do dia não vemos as luzes da Lua. Assim acontece porque as ondas eletromagnéticas do Sol ocupam as passagens por serem mais fortes.

A energia dança. É uma esfera viva.

AS ENERGIAS NA FORMAÇÃO DAS ONDAS ELETROPROTÔNICAS

Depois, de muito estudar, concluí que para se combinarem as energias desenvolvem movimentos giratórios. Caso se unissem umas às outras e ficassem fixas não teriam condições de desenvolverem ondas senoidais.

O problema das oito bocas dos túneis ficarem deformadas provoca nessas posições a descontinuidade dos movimentos

combinados das energias. Quando, as relações entre cada duas energias chegam nesses pontos as curvas das senóides que estão á subir iniciam as descidas. Ou acontece o contrário. As curvas que as energias estão a descrever param de descer e sobem. Assim as energias desenvolvem as curvas que formam as senóides. As combinações que dão origem às ondas senoidais eletromagnéticas.

Nos desenhos procuro dar a idéia. Nas ondas eletroprotônicas cada energia fica a trocar fluxos com a energia com a qual está combinada. Entre os círculos que estão a representar unidades de energia se deslocam fluxos. Eles ficam a ir e vir de energias para energias. Assim as assimilam de forma dinâmica.

É

no decorrer das sínteses das unidades dos sistemas de energia que elas ficam condicionadas pelas pressões das periferias

dos discos

condicionadas pelas pressões das periferias dos discos SDPAs dos STUMs dos prótons. Aí iniciam a troca
condicionadas pelas pressões das periferias dos discos SDPAs dos STUMs dos prótons. Aí iniciam a troca

SDPAs dos

STUMs dos

prótons. Aí

iniciam a

troca de

fluxos que

se

desenvolvem em continuidade mesmo quando fora dos átomos.

Devemos recordar que pressões ambientais podem modificar as relações (trocas de fluxos das energias). Contudo fora do orbital do elétron, fora das pressões dos ambientes atômicos, conservam as freqüências e os

comprimentos de onda com que escaparam.

Assim consideramos que as formações das ondas senoidais não são resultantes apenas dos trabalhos dos prótons. Quando as ondas eletroprotônicas passam por ambientes com pressões condicionantes elas mudam seus comprimentos e freqüências. Ambientes condicionantes são ambientes onde existem STUMs virtuais. O que acontece nas órbitas eletrônicas.

STUMs virtuais. O que acontece nas órbitas eletrônicas. Esta e outras obras disponíveis em:

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As unidades do sistema de energia ao se movimentarem nas periferias dos discos nos sistemas túneis têm seus fluxos combinados. No desenho ao lado uma idéia.

Por sinal parece ser a única situação quando as unidades de energia combinam seus fluxos e se combinam. Acreditamos que existam variados tipos de correntes senoidais as quais devem participar segundo suas naturezas das diferentes ondas eletromagnéticas. Possivelmente podemos ter uma onda senoidal de uma única corrente. Assim também achamos que existem ondas senoidais constituídas de correntes desde uma a muitas fileiras de energias. As cargas dessas correntes, energias que transportam, dependem das concentrações, densidades, de sistemas nos prótons de onde se originam. Nos núcleos temos variações das densidades segundo maiores ou menores quantidades de sistemas menores.

segundo maiores ou menores quantidades de sistemas menores. Os prótons atraem sistemas à suas atividades e
segundo maiores ou menores quantidades de sistemas menores. Os prótons atraem sistemas à suas atividades e

Os prótons atraem

sistemas à suas atividades e irradiações. Maiores concentrações de prótons em determinadas regiões dos núcleos atraem com mais intensidade os sistemas menores. Os prótons que possuem maiores densidades são os que irradiam ondas com maiores quantias de correntes. Devem ser várias as formas de combinação entre as energias nas composições das diferentes freqüências das ondas. As freqüências e os comprimentos de ondas devem estar relacionados com as possibilidades das assimilações das unidades das energias.

O

fato é que no correr da propagação uma onda senoidal deve comportar-se como um trem. Na frente segue uma unidade atrás segue o trem.

da onda e Tal como o deslocamento de uma cobra. Cada unidade de energia que
da onda e
Tal como o deslocamento de uma cobra.
Cada unidade de energia que participa da onda deve ir trocando de posição e percorrer toda a
seqüência senoidal
Assim cada unidade deve ocupar todas as posições de deslocamento na
senóide no correr da propagação da onda.
É lógico. O que só pode fazer se desenvolver movimentos giratórios.

As energias combinadas pelos movimentos internos dos STUMs ao girarem trocam seus fluxos. É a forma que fica definida de trocar os fluxos que depois mantém a continuidade da senóide. As velocidades dos giros das energias são muitíssimo superiores à velocidade da luz. As velocidades dos fluxos das energias devem ser superiores às velocidades dos perímetros das energias em seus giros quando participando das ondas eletromagnéticas. No correr da integração das energias elas rodam segundo as fileiras das bocas dos túneis. Em desenho anterior. Ao variarem as posições das energias em razão de deslocarem-se pelas senóides, elas mudam as combinações dos fluxos.

III BLOCO C O NÊUTRON o modelo- atividades – características

Os STUMs dos nêutrons são diferentes dos STUMs dos prótons

O nêutron constituído de STMs tal como os prótons desenvolve atividades diferentes do próton. Porque.?

Vamos apresentar as respostas para essa pergunta. Não foi fácil desvendar essa questão. Contudo depois de esforços conseguimos. Existem duas possibilidades de composições dos sistemas discos que formam o sistema cúbico material.

Uma delas é a que os prótons usam nas combinações de seus SDPAs. Encontra-se explicada nos desenhos em baixo. Nessa possibilidade os 4 discos ligam-se nas suas periferias. Nos prótons as periferias dos SDPAs tangenciam-se.

O desenho em baixo mostra os SDPAs combinado suas periferias. O que fazem em um único ponto e 4 a 4. No nêutron isso não acontece.

No desenho abaixo a idéia de 4 SDPAs combinando-se em um único ponto

A B
A
B
a idéia de 4 SDPAs combinando-se em um único ponto A B As retas A e
a idéia de 4 SDPAs combinando-se em um único ponto A B As retas A e
a idéia de 4 SDPAs combinando-se em um único ponto A B As retas A e

As retas A e B estão em

um mesmo plano que

faceia os quatros SDPAs do STUM do lado esquerdo. Desenho 2

Nos prótons os discos combinam suas periferias. Desenho 1

A

seguir

idéia

de

como

os

SDPAs

dos

nêutrons

combinam-

se. No nêutron os discos, SDPAs, como aparece nos desenhos em baixo, unem-se dois a dois; desajustados dois a dois. Nesse caso encostam, se tangenciando, dois a dois. Porque as 4 periferias não se tocam os túneis do nêutron não produzem as ondas senoidais. Ao contrário, de produzirem unidades do sistema de energia, parece-nos que desmontam esses sistemas. O nêutron deve tratar-se de um liquidificador de ondas e energias.

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DESENHOS QUE EXPLICAM A COMPOSIÇÃO DOS NÊUTRONS.

A B
A
B

As retas A e B

mesmo plano. No caso os discos horizontais estão afastados à

esquerda. Os discos verticais

afastados à direita.

não estão no

Os discos verticais afastados à direita. não estão no No desenho acima, do lado direito, os
Os discos verticais afastados à direita. não estão no No desenho acima, do lado direito, os
Os discos verticais afastados à direita. não estão no No desenho acima, do lado direito, os
Os discos verticais afastados à direita. não estão no No desenho acima, do lado direito, os

No desenho acima, do lado direito, os afastamentos dos discos estão exagerados para melhor proporcionar a idéia que desejamos apresentar.

No desenho do lado esquerdo proporcionamos o exemplo mostrando um pedaço de túnel do próton. Apresentamos também um cubo com 4 discos. O que fazemos para mostrar que os discos circunscritos posicionam-se em 4 das faces do cubo.

No desenho do lado direito mostramos um pedaço de túnel, agora do nêutron. Podem

notar que os SDPAs horizontais estão afastados para o lado esquerdo. Enquanto os SDPAs verticais estão afastados para o lado direito.

É apenas essa a diferença entre prótons e nêutrons.

É apenas essa a diferença entre prótons e nêutrons. O MODELO DO NÊUTRON O nêutron também

O MODELO DO NÊUTRON

O nêutron também é um paralelepípedo. Estamos a apresentar como os SDPAs combinam-se em STUMs. Esses STUMs em STM e depois esses em um agregado tipo de nêutron.

BOMBA DE NÊUTRONS. Recordam. Arma comentada como não destruidora de construções civis contudo mortal aos animais. Deve ser esse o motivo de sua atuação. Sendo destruidora das energias deve tornar os ambientes mortais aos animais.

O NÊUTRON NÃO IRRADIA Os STUMs não possuem condições de produzirem energias e nem possuem condições de deslocarem

ondas protônicas. Assim o nêutron não produz as irradiações e aspirações a semelhança do próton. Produz fluxos. Para essa irradiação trabalha com sistemas menores (sistemas gravitacionais). Sistemas que aspira e fornece aos prótons pelo interior de seus túneis. Os sistemas menores são os que servem às montagens das unidades

do sistema de energia.

Dessa forma os nêutrons passam a ser fornecedores de sistemas menores para os prótons. Observem no desenho do aglomerado do nêutron que os SDPAs horizontais estão deslocados à esquerda enquanto que os SDPAs verticais estão deslocados à direita. Os nêutrons são instáveis

PORQUE SE FORMAM OS NÊUTRONS

Temos uma resposta muito simples. O nêutron nasce encavalado. Nasce encavalado porque no decorrer das sínteses dos elementos atômicos a posição que esse agregado ocupa é atrás de um próton. Quando pode estar diretamente atrás do próton ou atrás de um ou mais nêutrons que estejam atrás de um próton. Quando temos vários nêutrons atrás de um próton eles se posicionam enfileirados. Nos núcleos os nêutrons podem ter massas diferentes. O que deve depender das atrações gravitacionais que influenciem as combinações dos sistemas nos momentos das sínteses.

Os prótons usam de um ou mais nêutrons na tarefa de aspiração de sistemas menores.

São dois os motivos porque um agregado, o qual deveria ser do tipo do próton, na montagem de um núcleo atômico,

adquire a composição do nêutron.

A primeira como já citamos é a do nêutron ser usado para aspirar sistemas menores para o próton.

A segunda é que as ondas senoidais que percorrem os prótons provocam o afastamento de parte dos SDPAs dos nêutrons Do lado esquerdo um pedaço de túnel do

nêutron. Do lado direito um pedaço de túnel do próton. No desenho ao lado temos um STM do nêutron combinado com um STM de um próton. Podem ver que fica um espaço vazio entre os SDPAs (no caso em posições horizontais). No desenho. Esse espaço passa a existir. Sua posição se localiza onde os SDPAs dos planos

horizontais são afastados à esquerda. Assim é porque as senóides aspiradas entram no

esquerda. Assim é porque as senóides aspiradas entram no aqui a ligação próton e penetram até

aqui a ligação

é porque as senóides aspiradas entram no aqui a ligação próton e penetram até uma determinada
é porque as senóides aspiradas entram no aqui a ligação próton e penetram até uma determinada

próton e penetram até uma determinada distância quando depois fazem o retorno e voltam às bocas dessa partícula onde são irradiadas. Esse retorno deve afastar os SDPAs que são influenciados pelas curvas das senóides. empurrando-os para dentro do núcleo.

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Assim abre-se uma faixa, um vão entre os STUMs. Assim se separam agregados que passam a funcionar como prótons e como nêutrons. Aí passamos a ter as partículas prótons e nêutrons. No desenho em cima. Do lado esquerdo um pedaço de túnel do nêutron. Do lado direito um pedaço de túnel de um próton.

O risco preto esta a indicar uma onda senoidal aspirada a entrar no agregado do próton. Ela vai até certo ponto e faz o retorno. No retorno provoca o afastamento, no caso, dos SDPAs horizontais.

A ASSIMILAÇÃO DE NÊUTRONS, PRÓTONS, E ELÉTRONS

O bom desta teoria é que por ser mecanicista os conceitos podem ser apresentados por desenhos geométricos.

No desenho em baixo uma combinação nêutron, próton, e elétron.

em baixo uma combinação nêutron, próton, e elétron. As massas atraem as massas. Assim ocorre desde
em baixo uma combinação nêutron, próton, e elétron. As massas atraem as massas. Assim ocorre desde

As massas atraem as massas. Assim ocorre desde as partículas atômicas. Em razão das atrações já comentadas, os sistemas desde que sejam sintetizados e combinados, não havendo rejeições, permanecem formando os diferentes núcleos atômicos. No desenho para dar idéia, apenas pedaços das partículas. No desenho acima do lado esquerdo um agregado tipo nêutron. No meio, combinado com o nêutron, o próton.

A seguir os riscos representando as ondas senoidais transportadoras de unidades do sistema de energia que se

propagam entre o próton e o elétron. Em seguida, do lado direito, um desenho representando um elétron.

No decorrer das sínteses combinam-se os STUMs e formam-se os agregados. São gerados em razão das intensidades dos fluxos sintetizadores e em razão das densidades dos algos ambientais; Assim se formam elementos atômicos de maiores

ou menores massas.

Os agregados que ficam em posições internas nos núcleos ficam encavalados a comportarem-se como nêutrons. Os que

ficam em posições superficiais de onde podem irradiar as senóides ficam com as características dos prótons.

Nos núcleos os nêutrons sugados pelos prótons e empurrados pelas senóides não conseguem mudar de posições e continuam encavalados como nêutrons.

Esse é o motivo porque os nêutrons libertos, no máximo no prazo de uns 15 minutos, se transformam em prótons, elétrons, e antineutrinos. Os nêutrons livres, libertam-se das pressões das ondas senoidais dos prótons, e seus SDPAs se deslocam para posições tais como se combinam nos prótons. Como possuem massa maior que os prótons transformam-se em um próton, um elétron, e um antineutrino.

O caso é que os nêutrons são básicos às composições dos núcleos dos elementos atômicos.

As 2 únicas formas estáveis de agregados materiais são o próton e o elétron. Um comportamento que não acontece nunca é o de partícula a qual não tenha condições de devolver as irradiações ao próton se posicionar à sua frente. No nêutron nada acontece . Fica na importante missão de aspirar sistemas menores para suprir as irradiações das senóides e às produções dos sistemas de energia. Sua tarefa, em razão de sua forma de ser, é demolir as energias que passam em seus túneis.

NÊUTRON DEMOLIDOR DE ENERGIAS.

Consideramos o nêutron um demolidor de unidades do sistema de energia porque em razão do desencontro dos centros dos SDPAs o interior do seu STUM comporta-se como uma batedeira. Conforme já mencionamos os SDPAs combinam-se 2 a 2. Assim suponhamos: Entre os discos, SDPAs horizontais, devemos ter em cada ala um eixo de rotação. Da mesma forma vamos ter para os SDPAs verticais em cada ala ou fileira outro eixo de rotação. Nos prótons esses eixos ocupam pontos comuns nos centros dos STUMs. Nos nêutrons assim não acontece e temos um desencontro dos eixos. Nos STUMs dos prótons temos nesses pontos a velocidade zero. Já nos STUMs do nêutron não temos esse ponto com velocidade zero.

Em verdade não existe velocidade zero no meio do STUM do nêutron.

Muito pelo contrário vamos ter ventos ambientodinâmicos conflitantes no meio desses STUMS. Acontece que se existe algo instável, a espera de influências adversas para desmontar-se, esse algo é a unidade do

sistema de energia. Assim desde que seja atraída a uma posição com ventos conflitantes por certo que sofrerá o desmantelamento. Assim o conceito é que os nêutrons são demolidores das unidades do sistema de energia. Ao lado uma tentativa de proporcionar a idéia da situação a qual toma conta no meio dos STUMs dos nêutrons.

No

meio dos STUMs dos nêutrons não existe a velocidade zero.

No

meio acontecem ventos ambientodinâmicos conflitantes.

Assim as unidades do sistema de energia se desmontam.

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José Carlos Franco de Carvalho

Desenho objetivando mostrar que os eixos dos discos verticais tomam posições conflitantes com os eixos dos discos horizontais. De tal forma que provocam movimentos conflitantes no centro do STUM do nêutron. São movimentos que desmontam as unidades do sistema de energia.

movimentos que desmontam as unidades do sistema de energia. Aqui termina o 04 TGBFQ PARTÍCULAS Esta

Aqui termina o 04 TGBFQ PARTÍCULAS

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José Carlos Franco de Carvalho

004 TGBFQMN QUÍMICA NUCLEAR

Total – 7 páginas.- ORIENTAÇÕES ÀS MONTAGENS DOS NÚCLEOS DOS ELEMENTOS ATÔMICOS José Carlos Franco de Carvalho

AS ORIGENS DA FORÇA GRAVITACIONAL

Já explicamos. As ondas senoidais são correntes de unidades do sistema de energia. Acompanham essas ondas fluxos de sistemas menores. Nas trocas eletroprotônicas os elétrons devolvem aos prótons as ondas senoidais. Assim procedem porque nos STUMs dos elétrons as senóides fazem a curva. Assim retornam aos prótons. Todavia os STUMs não possuem condições de devolverem aos prótons os sistemas menores que estão anexos às senóides. Assim, nessa troca, os núcleos perdem os sistemas menores que usam nas irradiações. Esses fluxos chegam nos elétrons com a velocidade da luz. Por ser assim, como são menores, não são devolvidos pelos elétrons aos prótons. Os elétrons funcionam como peneiras e permitem as ultrapassagens desses sistemas. Acontece então que eles escapam para fora dos orbitais e se esvaem no ambiente externo. Todavia os prótons não podem ficar sem esses sistemas. Pois esses sistemas também abastecem suas atividades. Assim sendo os prótons, necessitando desses sistemas, passam a atrair, sugar, aspirar, em suas laterais e principalmente com mais força em suas retaguardas, quantias de sistemas menores correspondentes às que estão perdendo. Essas atrações é que se constituem na força gravitacional.

AS SÍNTESES DOS NÚCLEOS DOS ELEMENTOS ATÔMICOS

Já expliquei a força que une os SDPAs para formar os STUMs, os STMs, e as partículas atômicas.

Trata-se da atração provocada pelos vácuos que se formam com as atividades desenvolvidas às produções das senóides.

É A GRANDE FORÇA NUCLEAR. Denominamos essa força de PROTÔNICA. Esta sempre atuante. Sustenta a estabilidade da matéria.

AS ATIVIDADES DA FORÇA PROTÔNICA NO DECORRER DAS SÍNTESES DOS NÚCLEOS DOS ELEMENTOS ATÔMICOS

Nas sínteses dos núcleos atômicos a força protônica é condicionadora dos posicionamentos das partículas.

O caso é que no decorrer das sínteses dos elementos atômicos são duas as forças que determinam as montagens dos

núcleos dos elementos atômicos. Elas condicionam as posições das novas partículas que são assimiladas. Quando em seqüência se formam isótopos e elementos atômicos com massas maiores.

A força protônica é a força de coesão das partículas nos núcleos. A gravidade é a que provoca a atração entre as

massas materiais. Para as montagens dos núcleos dos elementos atômicos iniciei com os seguintes princípios.

AS SÍNTESES DOS ELEMENTOS ATÔMICOS

Como ocorrem as sínteses na natureza. Os fatos acontecem em seqüência. Primeiro acontecem as irradiações das estrelas sobre as nuvens de poeira negra. Depois as sínteses dos sistemas prefísicos. A seguir surgem os sistemas materiais e em seqüência SDPAs, STUMs, STMs, as energias, os agregados, e então os núcleos. Depois de formadas, umas primeiras composições de agregados nucleares, depois que alguns prótons já estão a irradiar, em seqüência, ainda acontecem outras assimilações de agregados. Essas outras assimilações acontecem com localizações das partículas segundo as atrações que estão sendo produzidas pelas duas forças nucleares. Por esse motivo, para montar os modelos dos núcleos dos elementos atômicos, temos de considerar em que posições dos agregados, desde os primeiros elementos atômicos, essas atrações são mais fortes. Assim deve ser. As novas partículas, que se agregam aos núcleos em formação, se localizam exatamente onde as atrações (nos instantes das suas assimilações) são mais fortes. Assim é na formação da maioria dos núcleos atômicos. Contudo assim não acontece com os lantanídios. No correr das composições nucleares dos lantanídios as atrações que chamam novas partículas desenvolvem forças quase iguais. De tal forma que não são absolutamente determinantes das localizações das referidas.

AS FORÇAS NUCLEARES VARIAM SEGUNDO AS REGIÕES QUE CONSIDERAMOS.

Conforme já explicamos anteriormente as forças protônicas nascem em razão das rotações dos discos (SDPAs) dos sistemas cúbicos materiais. Rotações em velocidades de 300 000 K/s. Atrações que ocorrem em volta dos nucleons. Contudo essas aspirações, já no par N/P, variam de intensidades conforme as regiões superficiais que consideramos.

Devemos considerar que nos vãos entre os SDPAs acontecem atrações. Assim atrações acontecem já nos vãos das paredes dos prótons e dos nêutrons. Assim essas paredes permanecem, sempre, desde as sínteses até as vidas dos átomos, atraindo os sistemas menores. Contudo podemos considerar que essas aspirações são espalhadas e fracas. Observar em desenho que segue onde está desenhada uma lateral de partícula. Nos vãos entre os discos, SDPAs, acontecem aspirações. As atrações mais fortes ocorrem nas retaguardas dos pares N/P, nos nêutrons. Nas combinações das partículas os túneis se assimilam. Assim os túneis servem às movimentações dos sistemas Assim nas retaguardas dos nêutrons ocorrem as mais fortes atrações. Por esse motivo nas montagens dos núcleos atômicos, nas localizações de novos nêutrons e prótons, para formar novos núcleos, temos de posicionar as partículas (antes de outras posições) nas retaguardas dos nêutrons que estejam desocupadas. Ou melhor nas retaguardas dos pares NP. Desenho 2.

Esta e outras obras disponíveis em: http://www.angelfire.com/psy/jcfc

TEORIA GERAL BÁSICA FÍSICO QUÍMICA

José Carlos Franco de Carvalho

Nos desenhos que seguem apresentamos as combinações das partículas e as posic~es onde acontecem atrações as quais influenciam nas localizações de novos nêutrons e prótons.

1
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As estrelas representam posições de prótons. Os círculos posições de nêutrons. Do lado esquerdo estamos
As
estrelas representam posições de
prótons.
Os
círculos
posições de
nêutrons.
Do lado esquerdo estamos apresentando
como sejam
as
laterais de
prótons e
nêutrons. Os sistemas discos combinados
entre si. Por onde ocorrem aspirações de
sistemas menores. (1)
Do
lado
direito,
em
cima,
estamos a
indicar
um
nêutron a aspirar pela
retaguarda.(2)
2
2

Nos desenhos ao lado temos tipos de combinações possíveis entre nêutrons e retaguardas de pares N/P. Temos combinações possíveis entre pares de N/P. Combinações que acontecem em razão das aspirações às retaguardas dos N/P serem mais fortes.

Ao lado um par N/P posicionado em posição vertical em relação a outro par N/P. Outro exemplo de possibilidade de composição

par N/P. Outro exemplo de possibilidade de composição Aqui dois pares de N/P COMBINADOS PELAS RETAGUARDAS.

Aqui dois pares de N/P COMBINADOS PELAS RETAGUARDAS.

Aqui dois pares de N/P COMBINADOS PELAS RETAGUARDAS. Abaixo um N atraído e posicionado na retaguarda

Abaixo um N atraído e posicionado na retaguarda de um par N/P.

um N atraído e posicionado na retaguarda de um par N/P. A seguir os desenhos correspondentes

A seguir os desenhos correspondentes que servem às localizações das forças atuantes nos núcleos atômicos. Também temos que considerar que, em razão da forma de composição do N com o P quando parte dos discos dos SDPAs são deslocados, surgem vãos nas laterais.

discos dos SDPAs são deslocados, surgem vãos nas laterais. Os vãos em razão da assimilação N/P

Os vãos em razão da assimilação N/P

vãos nas laterais. Os vãos em razão da assimilação N/P Estes vãos nas laterais são regiões

Estes vãos nas laterais são regiões que vão aspirar mais forte que os orifícios entre as laterais das partículas. Assim nas combinações das partículas temos de localizar as referidas respeitando em primeiro lugar as retaguardas dos pares NP. Depois, em segundo lugar temos de respeitar as atrações desses vãos.

Nos desenhos acima temos faixas de vãos que se localizam entre os prótons e nêutrons. As quais se posicionam uma a uma em faces inversas e que desenvolvem atrações mais fortes que os vãos laterais. A seguir os vãos entre dois NP Vamos procurar explicar da melhor forma possível

No desenho do lado esquerdo temos 2 pares de NP combinados pelas retaguardas. Em razão das combinações prótons e nêutrons fica o vão intermediário assinalado por um traço mais forte e os outros dois por X. Como podem ver temos um traço forte na frente do desenho e temos outro do outro lado que não dá para ver. Temos 2 X na parte de cima do conjunto. Porém temos outros 2 X que ficam em baixo do conjunto que não vemos. Conceituamos que os novos posicionamentos das partículas devem ser nas posições laterais donde os vão estão mais próximos dos prótons.

laterais donde os vão estão mais próximos dos prótons. Os vãos nas assimilações de dois pares

Os vãos nas assimilações de dois pares N/P.

Devemos considerar que a própria irradiação na boca de um próton tende a posicionar um outro próton em paralelo. O próton desenvolvendo o vai e vem das suas irradiações produz fluxos envolventes. Esses fluxos envolventes se combinam com os fluxos dos outros prótons.

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O vão central deve possuir atração maior do que os vãos localizados nas assimilações dos N/P. Todavia as assimilações devem acontecer em paralelo e encostando com os SDPAs nos vãos laterais.

Assim o par N/P, de uma extremidade, atraí outro par. VAMOS DETALHAR NO DESENHO A SEGUIR.

atraí outro par. VAMOS DETALHAR NO DESENHO A SEGUIR. Observando-se as laterais de 2 nêutrons ligados
atraí outro par. VAMOS DETALHAR NO DESENHO A SEGUIR. Observando-se as laterais de 2 nêutrons ligados

Observando-se as laterais de 2 nêutrons ligados para formar uma composição de 2 NP Explicação que está detalhada no desenho ao lado quando apresentamos os discos SDPAs segundo seus afastamentos e suas posições nos P e nos N. Como podemos notar essas combinações dos SDPAs proporcionam os vão segundo estamos apresentando

Ao lado 2 NP combinados pelas retaguardas estão a assimilar um terceiro NP. O que fazem em razão da atração lateral.

O outro N/P a seguir deverá posicionar-se no lado inverso a este N/P. Isso em
O outro N/P a seguir deverá posicionar-se no lado
inverso a este N/P. Isso em razão da necessidade de
equilíbrio das irradiações.
Quando só esse equilíbrio possibilita as
estabilidades dos núcleos atômicos em relação aos
ambientes onde acontecem.
No desenho ao lado temos um núcleo de elemento
atômico com 2Ks E 2 Ls.
Todavia não pode representar o núcleo do Be. Pois
esta composição não é estável. Necessita de mais um N
para conseguir o equilíbrio.
Assim o terceiro desenho deste quadro é que é o
modelo do núcleo do Be com 9 nucleons.
Acho que com um vão maior no meio, (no caso de 2 Ks,
e de 2 Ls) pode desestabilizar o núcleo do Be. Por
esse motivo só existe estável o isótopo com 9
nucleons
esse motivo só existe estável o isótopo com 9 nucleons Os próximos 2 pares N/P em

Os próximos 2 pares N/P em razão das forças das aspirações devem localizar seus nêutrons nas retaguardas dos nêutrons que estão a aspirar mais forte. O que acontece tal como o desenho ao lado. Nesse desenho temos o núcleo atômico do átomo do carbono,(C)

Sempre vamos usar estrelas para prótons e círculos para nêutrons. A seguir. Nas montagens dos núcleos atômicos devemos considerar os sentidos e as direções das irradiações dos prótons.

Considerações

As

atrações gravitacionais aspiram matéria. Assim elas atraem os sistemas discos das partículas e não os vãos.

As

passagens às aspirações são de larguras e tamanhos mínimos e ocorrem em faces invertidas.

No

correr das sínteses determinam e condicionam as composições nucleares.

Em

relação às forças nucleares temos o seguinte proceder.

As atrações para sustentação das produções das ondas senoidais só entram em ação de forma mais intensa quando os prótons não estão recebendo de volta suas ondas. Assim as forças que atuam quando os prótons estão servidos são as resultantes dos vazios ocasionados pelo consumo

de sistemas menores. São as gravitacionais.

Nas contas nucleares não podemos usar do processo que usamos para calcular as forças gravitacionais dos corpos.

Os núcleos atômicos são composições de indivíduos geradores de ondas.

Cada gerador tem sua própria atuação.

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José Carlos Franco de Carvalho