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COMPETÊNCIAEMEDUCAÇÃO PÚBLICA PROFISSIONAL

ETEC Parque Santo Antonio

Marketing Pessoal e
Empresarial
Ética e Cidadania Organizacional

Curso: Farmácia Modulo: 1° Turma: B Período: Noturno

Alison Souza n°03

Arivan Galdino n°05

Natalícia Rodrigues n°31

2009
SP
Participação na Elaboração do Trabalho

Alison

Pesquisa e Apresentação

Arivan

Pesquisa, Digitação e Apresentação

Natalícia

Revisão e Apresentação
Introdução

Marketing é a parte do processo de produção e de troca que está


relacionado com o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor. É
popularmente definida como a distribuição e venda de mercadorias.
Marketing inclui as atividades de todos aqueles que se dedicam à
transferência de mercadorias desde o produtor até ao consumidor.
Marketing tem muitas definições técnicas e até tentativas de tradução
para o português como "Mercadologia". Seguem algumas consideradas mais
significativas. Idiomaticamente, no uso diário, significa: "comercialização",
mas também realização. Engloba todo o conjunto de atividades de
planejamento, concepção e concretização, que visam à satisfação das
necessidades dos clientes, presentes e futuras, através de produtos e
serviços existentes ou novos. O Marketing identifica a necessidade e cria a
oportunidade.
Marketing nada, mas é do que uma função organizacional e um
conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega
de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento
com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado.
Marketing

Antes de tentar adotar uma única e exclusiva compreensão da área


específica de marketing, é interessante verificar como têm evoluído suas
definições:
Em 1960, a AMA (American Marketing Association) definia marketing
como o desempenho das atividades de negócios que dirigem o fluxo de
bens e serviços do produtor ao consumidor ou utilizador.
O mundo dos negócios, cada vez mais desenvolvido, gerou a
necessidade de melhor conceituar o marketing, explicando sua natureza.
Observa-se então uma evolução constante nas definições que o
caracterizam cada vez de maneira mais ampla.
Mas, afinal, o que é marketing? Veja como a compreensão de seu
conceito evoluiu. Em 1965, a Ohio State University definiu marketing como:
"o processo na sociedade pelo qual a estrutura da demanda para bens
econômicos e serviços é antecipada ou abrangida e satisfeita através da
concepção, promoção, troca e distribuição física de bens e serviços".
De outro lado, Philip Kotler e Sidney Levy sugeriram, em 1969, que o
conceito de marketing deveria abranger também as instituições não
lucrativas. Para William Lazer, em 1969, o marketing deveria reconhecer as
dimensões societárias; isto é, levar em conta as mudanças verificadas nas
relações sociais. David Luck instituiu, neste mesmo ano, em seu artigo
"Broadening the concept of marketing too far", no Journal of Marketing, de
julho, que o marketing deveria limitar-se às atividades que resultam em
transações de mercado.
Kotler e Levy respondem acusando Luck de uma nova forma de
miopia e sugerem que "a cruz de marketing liga-se a uma idéia de troca
antes da tese da transação de mercado". Através de outros comentaristas
mercadológicos começa a esboçar-se a tese dupla de que:

“Os limites do marketing passam a incluir as empresas não lucrativas; e


As dimensões sociais do marketing começam a configurar-se”.

O movimento para expandir o conceito de marketing tomou-se


provavelmente irreversível quando o Joumal of Marketing passou a dedicar
atenção especial às regras das mudanças sociais e ambientais. Ao mesmo
tempo, Kotler e Gerald Zaltinen afirmam que "A criação, implementação e
controle de programas calculados para influenciar a aceitabilidade das idéias
sociais e envolvendo considerações de planejamento de produto, preço,
comunicação, distribuição e pesquisa de marketing".
Da mesma forma a tecnologia mercadológica foi aplicada para
encontrar soluções para serviços de saúde, para problemas populacionais,
entre outros. Kotler tem reavaliado sua posição inicial concernente aos
limites do conceito de marketing e tem articulado um conceito "genérico" de
marketing. Propõe que a essência do marketing é transação, definida como
a troca de valores entre duas partes através do seguinte conceito:

"Marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos


obtêm o que necessitam e desejam através da criação oferta e troca de
produtos de valor com outros”.

Robert Bartels fez a seguinte conclusão:

"Se o marketing é para ser olhado como abrangendo as atividades


econômicas e não econômicas, talvez o marketing como foi originalmente
concebido reaparecerá em breve com outro nome.”

Aparecem então três questões-chaves para definir a controvérsia da


"natureza do marketing".

• Que espécie de fenômenos e fatos faz com que diversos autores se


preocupem em incluí-los no escopo de marketing?

• Que espécie de fenômenos e fatos precisaria ser incluída no escopo


de marketing?

• Como pode o marketing ser definido para abordar sistematicamente


todos os fenômenos e fatos que precisariam ser incluídos e, ao
mesmo tempo, sistematicamente excluir todos os outros fenômenos
e fatos não pertinentes?
Principais Modalidades

• Marketing social: aquele em que a qualidade das relações sociais é


avaliada por indicadores sociais, como o índice de natalidade e de
mortalidade, dados de saneamento básico e de qualidade de vida em
geral etc.
• Marketing político: o político num regime democrático é um produto e
para conquistar votos utiliza todas as técnicas de marketing.
• Marketing de serviços: nos serviços em geral, é aplicável o conceito
de marketing, sejam em serviços de lazer como clubes, hotéis,
motéis, seja em serviços em geral, desde serviços públicos de
profissionais liberais até de consertos, reparos, instalações, como
oficinas de automóveis, bancos, seguros etc.
• Marketing agrícola: a venda de produtos e serviços agropecuários
pode ser regida por técnicas mercadológicas como, pesquisas,
serviços ao cliente etc.
• Marketing industrial: a especificação do produto, no processo de pré-
venda, a instalação do produto ou serviço e as garantias de pós-
venda fazem parte das técnicas de marketing que podem ser
adotadas para produtos e serviços industriais.
• Marketing de serviço de saúde: os serviços médicos, odontológicos e
de saúde em geral, como hospitais, começam a compreender que o
marketing não administra a demanda de doenças, mas pode orientar
a população sobre o melhor uso de serviços preventivos e de saúde
em particular.
• Marketing de instituições que não visam ao lucro: uma empresa que
não visa ao lucro muitas vezes transfere a posse de um produto ou
serviço como uma posse lucrativa, mas não recebe dinheiro em troca.
Os serviços públicos em geral hoje fazem marketing, sobretudo
pesquisa de aceitação de seus serviços, publicidade do uso e da
importância dos seus serviços etc.

Marketing Pessoal
Marketing pessoal é uma nova aplicação do Marketing. A expressão já
havia sido utilizada por alguns dos principais autores na área como Philip
Kotler, Jerome McCarthy e J. Roberto Penteado. O primeiro livro a tratar
exclusivamente do assunto foi escrito em Português, no Brasil, por Pedro
Carvalho Neto intitulado Marketing Pessoal - O posicionamento pessoal
através do marketing em 1993.
O Marketing Pessoal valoriza o ser humano em todos os seus
atributos e características. Inclusive em sua complexa estrutura física,
intelectual e espiritual. Visa possibilitar a utilização plena das capacidades e
potencialidades humanas na área profissional e na da vida pessoal.
Um dos fatores que facilitam esse processo é que os talentos e dons
que uma pessoa possua podem ser comparados a produtos e serviços sobre
os quais se pode aplicar todas as técnicas e processos de Marketing.
Marketing Pessoal pode ser descrito como o processo, encetado por
um indivíduo ou uma organização, envolvendo a concepção, planejamento e
execução de ações que contribuirão para: a formação profissional e pessoal
de alguém, a atribuição de um valor, que não necessita ser exclusivamente
monetário justo e compatível com o posicionamento de mercado que se
queira adquirir, a execução de ações promocionais de valorização pessoal
que o coloquem no lugar certo na hora certa, de tal maneira que as
organizações ou pessoas para quem trabalhe ou exerça influência, e ele
próprio, se sintam satisfeitos.
Hoje o Marketing pessoal é a ferramenta mais eficiente de fazer com
que seus pensamentos e atitudes, sua apresentação e comunicação,
trabalhem a ser favor no ambiente profissional. Além desses detalhes o
cuidado com a ética e a capacidade de liderar, a habilidade de se auto-
motivar e de motivar as pessoas a sua volta, também fazem parte do
Marketing Pessoal. As empresas de hoje analisam muito mais do que sua
experiência profissional. A preocupação com o capital intelectual e a ética
são fundamentais na definição do perfil daqueles que serão parceiros.

Alguns detalhes merecem atenção especial:

• Estar sempre pronto e capacitado para enfrentar mudanças;


• Ter consciência da importância da atitude para a concretização de
objetivos;
• Saber focar os problemas e controlar a preocupação e os sentimentos
de frustração e angústia;
• Entender e acreditar a própria capacidade de realização e de
superação de obstáculos;
• Manter-se motivado;
• Usar uma forma gentil e atenciosa de tratar as pessoas, de forma que
ela trabalhe como seu diferencial;
• Seja absolutamente pontual;
• Preocupe-se com a objetividade e a honestidade para que você não
seja traído com detalhes de menor importância;
• Observe com cuidado a roupa que vai usar, adequando-a
cuidadosamente à situação e ambiente; ela pode abrir ou fechar
portas;
• Preocupe-se com o seu linguajar, seu gestual e com o tom da sua
voz. Evite gírias ou expressões chulas, controle suas mãos e braços,
fale baixo e devagar;
• Controle suas emoções, mas não as anulem, elas são muito
importantes para mostrar o seu envolvimento ou comprometimento
com o tema que está sendo tratado;
• Cuidado com o uso do celular;
• Não fale demais nem de menos.

Um plano de marketing pessoal é algo fácil de ser implantado. Na


verdade, trata-se de um conjunto de ações e ferramentas que, se utilizados
em conjunto, ajudam a promover a carreira de um profissional.
Na primeira parte de um plano de marketing pessoal é preciso
desenvolver as competências pessoais do profissional, aqueles atributos que
fazem parte de seu comportamento, e que podem ter um impacto positivo
em sua atuação profissional. Qualidades como auto-motivação, liderança,
criatividade, bom humor, capacidade de produzir conhecimentos,
relacionamento interpessoal e sua capacidade de sonhar são os atributos
essenciais que precisam ser desenvolvidos e incorporados a sua carreira
profissional.
A outra parte do plano de marketing consiste na aplicação de ferramentas
para promoção pessoal. Construção de uma rede de relacionamentos,
criação de um site pessoal, utilização de cartões de visitas de uma maneira
dinâmica, ter um sistema de relações públicas pessoal, dentre outras
ferramentas, certamente ajudarão a promover sua carreira e sua imagem
no mercado de trabalho. Estes conceitos e ações precisam estar
“amarrados” em um planejamento coerente, ou seja, ao seu “plano de
marketing pessoal e profissional”.

Marketing Empresarial

Um plano de marketing empresarial é um planejamento para a marca


e para as linhas de produtos visando atingir as metas da empresa. Através
da análise dos pontos fortes e fracos da empresa e do mercado concorrente,
das oportunidades e ameaças ambientais, é possível desenvolver a escolha
de uma proposta de valor que vai orientar a direção estratégica de uma
marca, através da escolha tanto de um posicionamento amplo (custo,
diferenciação e enfoque) quanto de um posicionamento específico capazes
de dar uma direção e robustez estratégica a uma empresa. Além disso, é
preciso observar que a decisão deve ser uma escolha estratégica, que é
fruto de uma orientação exclusiva e excludente, devendo ser seguida,
continuada e não modificada, assumindo uma posição fossilizadora e
abrindo mão de outras proposições. Isto é, se uma empresa optou por um
foco em custo, não pode querer também abordar um foco em diferenciação
em sua estratégia.
O Termo marca está presente na história desde que a humanidade
começou a comercializar produtos e vem adquirindo uma grande
importância no meio empresarial, desde os anos 80, como uma forma de
impressionar, de conquistar o consumidor, pois a marca é a primeira
impressão que o consumidor vai ter da empresa, se ela é uma empresa
bem-estruturada, se é um produto confiável ou não, se vai satisfazer as
necessidades do consumidor. Em fim a marca vai “definir” a empresa ou o
produto diferenciando dos demais concorrentes.
Quanto à natureza das marcas ela diz respeito à origem e ao seu uso.
No que tange à origem, existem marcas brasileiras e marcas estrangeiras.
Para todos os efeitos, marca brasileira é aquela regularmente depositada no
Brasil, por pessoa domiciliada no país. Já a marca estrangeira é aquela
regularmente depositada no Brasil, por pessoa não domiciliada no país, ou
aquela que, depositada regularmente em país vinculado a acordo ou tratado
do qual o Brasil seja partícipe, ou em organização internacional da qual o
país faça parte, é também depositada no território nacional no prazo
estipulado no respectivo acordo ou tratado, e cujo depósito no País
contenha reivindicação de prioridade em relação à data do primeiro pedido.
Para que se tivesse um maior controle sobre as marcas estabeleceu-se uma
classificação através de um ato normativo que estabeleceu um limite: cada
pedido de registro de marcas deverá assinalar uma única classe.
Adicionalmente, dentro da classe escolhida, o pedido poderá compreender
até o máximo de três itens. No caso de medicamentos, o limite é de dois
itens

Classificação:

• Estabelecer uma linguagem que agregasse produtos e serviços,


utilizando denominações genéricas que delimitassem adequadamente
o âmbito de proteção e, ao mesmo tempo, permitissem a análise de
colidências por afinidade de produtos/serviços, intra e intercalasses.
• Estabelecer um código, fixado em quatro dígitos, que traduzisse cada
linha de produto/serviço, a fim de permitir a automação. Os dois
primeiros dígitos representam a classe do produto ou serviço e os
dois dígitos finais o item específico dentro da classe.

A Classificação foi instituída pelo Ato Normativo 51, de 1981 e já


existem estudos em andamento para sua atualização. A diretiva básica será
sua compatibilização com a Classificação Internacional de Nice, adotada por
diversos países, e que representa, a exemplo da congênere Classificação
Internacional de Patentes, uma referência básica em termos de
padronização internacional.
Conclusão

A necessidade da gestão de carreira e da implantação de um plano de


marketing seja ele pessoal ou empresarial está se tornando uma
unanimidade. A maioria dos profissionais e empresas estão adotando as
melhores maneiras de conectar-se com seu clientes, sejam professores
universitários, executivos ou empresários, concorda com a importância de
se ter um plano de marketing para gerir suas carreiras. No entanto, apesar
disto, poucos são aqueles que realmente conseguem transformar esta
convicção em uma atitude prática.

Referencias Bibliográficas:
Sites:

• O Portal da Administração disponível em:

http://www.administradores.com.br

• Mulher de Classe disponível em:

http://www.mulherdeclasse.com.br