Vous êtes sur la page 1sur 1

> Psiquiatria forense:

Havendo dolo ou culpa a pessoa será considerada punível, portanto, imputável. Não
havendo nenhum dos dois, será dita inimputável.
Para haver o dolo, há necessidade de que três elementos estejam preservados:
– consciência do ato (psíquico),
– vontade (psíquico) e
– conhecimento da ilicitude (normativo).
Para haver a culpa, sem dolo, deve haver ausência ou prejuízo de um ou mais desses três
elementos. Grosso modo, poderíamos ainda dizer que a culpa pode existir independente da
consciência e o dolo não.
Assim sendo, a não imputabilidade ou a inimputabilidade, estaria presente quando não se
pode atribuir ao agente a culpa (e evidentemente, o dolo). Normalmente essa situação diz
respeito à pessoa que não tem condições de discriminar a natureza ilícita da ação, não tem
consciência plena do que está fazendo ou não tem nenhum domínio sobre sua volição
(vontade).
Art. 26– É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental
incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de
entender o caráter criminoso do fato ou de determinar-se de acordo com esse
entendimento.
Parágrafo único – A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de
perturbação da saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não
era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo
com esse entendimento.
O Código Penal considera três hipóteses de inimputabilidade:
1º As pessoas que por doença mental, desenvolvimento mental incompleto ou retardado
não tem as capacidades intelectivas e volitivas nos termos do Art. 26 do Código Penal.
2º Os menores de 18 anos, nos termos do Art. 27 do Código Penal (sujeita a revisões, como
por exemplo, baixar para 16 anos).
3º A embriaguez fortuita completa. Art. 28 do Código Penal.
Um distúrbio neurótico pode ser qualquer desequilíbrio mental que causa ou resulta em
angústia
Psicose, ou uma desordem psicótica refere-se a qualquer estado mental que prejudica o
pensamento, percepção e julgamento.
De um modo geral, o estado psicótico não é permanente. O comportamento psicótico se
difere do comportamento psicopata, e episódios psicóticos raramente envolvem a violência
associada como o comportamento psicopático.
Em essência, a principal diferença entre neurose e psicose é a forma em que elas afetam a
saúde mental. O comportamento neurótico pode estar naturalmente presente em qualquer
pessoa, ligado a uma personalidade desenvolvida. O comportamento psicótico pode ir e vir
como resultado de várias influências.