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Comentário de Desempenho no Trimestre

Aspectos Gerais das Nossas Informações Financeiras

As análises abaixo têm como base as nossas demonstrações financeiras individuais e


consolidadas. Para análise do resultado da Companhia, consideramos as demonstrações de
resultados dos exercícios findos em 30 de Setembro de 2009 e 2008.

A análise de balanço patrimonial tem como base o exercício findo em 30 de Setembro de 2009
comparativamente com 30 de Junho de 2009.

Receitas

No terceiro trimestre de 2009, a controlada indireta Energética Serra da Prata (ESPRA) auferiu
receita operacional bruta de R$ 8.888 mil, resultado da venda de 17.763,75 MW/h pela PCH
Cachoeira da Lixa, 15.785,25 MW/h da PCHs Colino I e 22.559,50 MW/h da PCH Colino II.

Ressaltamos que através do contrato de compra e venda de energia elétrica celebrado com as
Centrais Elétricas Brasileiras – ELETROBRÁS, através do PROINFA – Programa de Incentivo
as Fontes Alternativas de Energia Elétrica, a ESPRA vendeu toda a sua produção de energia
elétrica passível de ser contratada por um prazo de 20 (vinte anos). A receita anual estimada é
de aproximadamente R$ 35 milhões por ano (*), corrigida pelo IGPM desde junho/04.

(*) Informação não revisada pelos auditores independentes

Custos do serviço de energia elétrica

Os custos do serviço de energia elétrica registrados no terceiro trimestre de 2009 foi de R$


3.266 mil e compreendem R$ 1.753 mil depreciações das usinas, R$ 744 mil em manutenção e
serviços diversos e R$ 769 mil em encargos do uso do sistema de transmissão e distribuição.

Despesas

Despesas Operacionais

As despesas operacionais de R$ 2.699 mil no terceiro trimestre de 2009 (R$ 2.932 mil no
terceiro trimestre de 2008) são decorrentes de R$ 1.617 mil salários e benefícios, R$ 653 mil
serviços advocatícios, contábeis, consultorias e comunicação, R$ 232 mil aluguéis e
condomínios, R$ 34 mil depreciação e R$ 163 mil outras despesas operacionais, com redução
de aproximadamente 8% das despesas operacionais comparado ao trimestre do ano anterior.

Resultado financeiro

A despesa financeira de R$ 3.711 mil no terceiro trimestre de 2009 (R$ 7.013 mil no terceiro
trimestre de 2008) é decorrente da contratação de linha de financiamento junto ao Banco ABN
AMRO Real no valor de R$ 22 milhões e financiamento celebrado junto ao BNB no valor de R$
122 milhões. Um dos fatores desta redução foi o cancelamento das debêntures ocorrido no
segundo trimestre.
A receita financeira de R$ 1.241 mil no terceiro trimestre de 2009 (R$ 936 mil no terceiro
trimestre de 2008) refere-se principalmente ao rendimento das aplicações financeiras e a
variação monetária, gerando um resultado financeiro líquido de (-) R$ 2.470 mil.

Resultado operacional

O resultado operacional positivo de R$ 129 mil no terceiro trimestre de 2009, comparado a


(-) R$ 5.408 mil no terceiro trimestre de 2008 apresenta variação positiva de R$ 5.537 mil. Esta
melhora é resultado das atividades da Espra (iniciada em maio de 2008), onde obtivemos no
terceiro trimestre de 2009 um incremento no resultado bruto de R$ 5.298 (R$ 3.601 no terceiro
trimestre de 2008).

Prejuízo líquido

O prejuízo líquido apresentado de R$ 234 mil no terceiro trimestre de 2009, comparado a


(-) R$ 5.776 mil no terceiro trimestre de 2008 apresenta variação positiva de R$ 6.010 mil.

As principais variações ocorridas estão nas linhas de Despesas Operacionais (devido as usinas
já estarem em operação) e Resultado Financeiro (devido principalmente ao cancelamento das
debêntures) conforme mencionamos anteriormente.

Cerca de 98% de nossas despesas financeiras, R$ 3.681 mil no terceiro trimestre de 2009,
foram decorrentes dos juros com os financiamentos tomados junto ao BNB e ao ABN.

Investimentos

Possuímos investimentos na Cia Enerbras, cuja participação é de 100%. A Enerbras por sua
vez, controla diretamente a Energética Serra da Prata S/A com 99,99%, que possui as PCHs
Cachoeira da Lixa, Colino I e Colino II, integrantes do Complexo Hidrelétrico Serra da Prata,
que soma 41,8 MW de potência instalada e investimentos realizados da ordem de R$ 214
milhões.

Em ata do dia 26 de agosto de 2009 a Companhia aprovou a constituição de 03 subsidiarias (i|)


Renova Eólicas Participações S. A., (ii) Bahia Eólica Participações S.A. e (iii) Salvador Eólica
Participações S.A. Essas empresas terão como principal objetivo atuar na área de energias
renováveis eólicas.

Financiamentos e Patrimônio Líquido

Para financiar estes investimentos, além de nossos próprios recursos, acessamos linhas de
créditos disponíveis e obtivemos novos desembolsos do contrato de financiamento firmado com
o Banco do Nordeste do Brasil em 30 de junho de 2006. O endividamento bruto da empresa,
representado pelos empréstimos e financiamentos, de curto e longo prazo com instituições
financeiras, foi reduzido para o valor de R$ 144,1 milhões em 30 de setembro de 2009,
comparado ao saldo de R$ 144,6 milhões em 30 de junho de 2009, em virtude da amortização
do financiamento e do cancelamento das debêntures emitidas pela Enerbras Centrais Elétricas
S.A. em 29 de maio de 2009. Nosso patrimônio líquido encerrou o terceiro trimestre de 2009
em
R$ 136,5 milhões (R$ 135,8 milhões em 30 de junho de 2009).

Aumento do Capital Social


Conforme mencionado anteriormente em 29 de maio de 2009 foi aprovado o aumento do
capital social de R$ 34.342 mil para R$ 46.536 mil, mediante a emissão de 284.615 novas
ações ordinárias nominativas, escriturais e sem valor nominal. A totalidade das ações emitidas
foi totalmente subscrita por Hourtin Holdings S.A. (“Hourtin”), e foi integralizada da seguinte
forma:

(i) a parcela de R$ 81.465 mil, mediante a conferência da totalidade das debêntures;


(ii) a parcela de R$ 50.000 mil foi integralizada em 08 de julho de 2009.
Do montante de R$ 131.465 mil, o valor de R$12.193 foi integralizado na forma de capital
social e
o montante de R$119.272 mil foram destinados à conta reserva de ágio da Companhia.

Atualmente a Renova possui 1.086.222 ações dividas em 736.671 da RR Participações S/A.,


349.544 da Hourtin Holdings S.A. e 7 ações em outros.

Incorporação da RRI Participações S.A.

Também em 29 de maio de 2009, assembléias gerais e conselhos de administração da


Companhia e da RRI Participações S.A. (“RRI” e, em conjunto com a Companhia, as
“Sociedades”) aprovaram ou ratificaram, conforme o caso, a celebração do Instrumento de
Justificação e Protocolo de Incorporação (“Protocolo”), por meio do qual foram estabelecidos os
termos e condições da incorporação da RRI pela Companhia, com a conseqüente extinção da
RRI, nos termos do art. 227 da Lei 6.404/76 (a “Incorporação”).

Portfólio de Projetos

Além dos investimentos realizados no Complexo Serra da Prata, a Companhia segue


investindo na prospecção e desenvolvimento de novos potenciais para a construção de PCHs e
parques eólicos. Acreditamos que o mercado de energia apresenta condições favoráveis para o
investimento em PCHs e parques eólicos e pretendemos seguir investindo nestes segmentos.

Sustentabilidade e Meio Ambiente

Compreendendo o seu negócio como a geração de energia com respeito ao meio ambiente, a
Renova Energia está empenhada em assegurar a perenidade das suas atividades, possuindo
plena consciência do seu papel e da sua responsabilidade sócio ambiental o desenvolvimento
sustentável, e seus pilares social, ambiental e econômico.

No segundo trimestre de 2009 demos continuidade aos programas ambientais e de


relacionamento com as comunidades onde atuamos.

Administração

O quadro de pessoal da Renova encerrou o segundo trimestre de 2009 com 45 empregados,


distribuídos nos escritórios de Salvador, São Paulo e Tocantins.

Considerações Finais

A Renova Energia segue confiante no desenvolvimento de suas atividades e envidando seus


melhores esforços para ampliar sua carteira de projetos e desenvolve-los de forma sustentável
ao longo dos próximos anos.

A diretoria.