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Formação e Consultadoria

ENERGIA SOLAR

Formação e Consultadoria 1

Planeta Terra

Formação e Consultadoria 2

1
Planeta Terra

Formação e Consultadoria 3

Planeta Terra

Formação e Consultadoria 4

2
Planeta Terra

Norte

Latitude

Sul

Oeste
Formação e Consultadoria Longitude Este 5

Planeta Terra

Formação e Consultadoria 6

3
Planeta Terra

Formação e Consultadoria 7

A LUZ

Formação e Consultadoria 8

4
EMISSÃO DE RADIAÇÕES

Comprimento de onda
das radiações (Â)

Temperatura ºK

Nota:
- 1 Â= 10 -10 m
- 1 Â= 0,1 nm

Radiação de um corpo negro a emitir a cerca de 10000 ºK

Formação e Consultadoria 9

O SOL

O Sol irradia para o espaço, uma energia equivalente a 119 x1029 kWh/ano

Formação e Consultadoria 10

5
Dados característicos do SOL

334.000 vezes mais que a


Massa 2,2 x 1027 ton.
terra
Diâmetro 14 x 105 km 110 vezes mais que a terra
Distância à terra 15 x 107 km
Produz 90% energia e tem 320.000 km de
Núcleo
diâmetro

7 % Radiação ultravioleta
Formato da
47% Radiação visível
Radiação solar
46% Radiação infravermelhos

Energia produzida
38 · 1025 J (W.s)
por segundo

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RADIAÇÃO SOLAR
µ m)
Radiação espectral (W/m2/µ

Comprimento de onda (µ
µm)

O Sol comporta-se como um corpo negro a emitir a cerca de 6000 ºK

A faixa visível da radiação solar situa-se na faixa de comprimentos de onda


entre 10-5 e 10-7 m.

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6
RADIAÇÃO SOLAR NO ESPAÇO
Distância da Terra ao Sol

Sol

Terra

Sem escala

Formação e Consultadoria 13

RADIAÇÃO SOLAR NO ESPAÇO


Potência da radiação solar, H

Potência da
radiação, Hsol

Potência da
radiação, H0

2
HSol ≅ 60 MW/m2
RSol
HSol = 59,6 x 106 W/m2 H 0 = 2 H Sol
D
Com a rotação elíptica da Terra, a potência da radiação solar na atmosfera
terrestre varia ao longo do ano e calcula-se com algum rigor:

H  360 (n − 2 )  Hcte = 1367 W/m2


=1 + 0,033 × cos  
H cte  365  n – nº do dia do ano

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7
RADIAÇÃO SOLAR NO ESPAÇO
Potência da radiação solar, H

Potência da
radiação, Hsol

Potência da
radiação, H0

A variação da Radiação ao longo do ano é de 3 a 4%, não sendo significativa


para aproveitamentos em Fotovoltaico, podendo considerar-se constante.

O valor designado de “Massa de Ar, AM0” toma o valor de 1367 W/m2.

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RADIAÇÃO SOLAR NA TERRA


Efeitos da atmosfera na Radiação Solar
Incidente
Absorvida 100%
na atmosfera Reflectida
18% para o
espaço
Ozono
18%
20 -40 km
Difusa

15-25 km
Ar
0 -30 km

Vapor
de água
Albedo 0 -3 km

A variação da Radiação incidente na Terra varia bastante 0 -3 km

devido a:

• Efeitos na atmosfera: absorção e reflexão Reflectida


• Variação da humidade, nuvens, poluição, etc. (turbidez) pela terra
Incidente 7%
• Latitude do local na terra
• Estação do ano 70%

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8
RADIAÇÃO SOLAR NA TERRA
Efeitos da atmosfera e ambiente na Radiação Solar

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RADIAÇÃO SOLAR NA TERRA


Reflexão na Terra: Albedos característicos
SUPERFÍCIE ALBEDO SUPERFÍCIE ALBEDO

Pastos (Julho/Agosto) 0,25 Asfalto 0,15

Relva 0,18 a 0,23 Florestas 0,05 a 0,18

Pastos secos 0,28 a 0,32 Áreas de urzes e areal 0,10 a 0,25

Campos lavrados 0,26 Superfície da água (γs>45º) 0,05

Terra estéril 0,17 Superfície da água (γs>30º) 0,08

Pedregulhos 0,18 Superfície da água (γs>20º) 0,12

Betão liso 0,30 Superfície da água (γs>10º) 0,22

Betão c/ erosão 0,20 Camada de neve fresca 0,80 a 0,90

Cimento liso 0,55 Camada de neve velha 0,45 a 0,70

Formação e Consultadoria 18

9
RADIAÇÃO SOLAR NA TERRA
Massa de Ar - AM

2
s
AM = 1 +  

Altura do objecto, h
1 h
AM =
cosθ

Comprimento da sombra, S

O valor da massa de ar, será AM=1 se θ=0.


Acontece no equador, ao meio dia aquando dos equinócios.

O valor da massa de ar, será AM=1,5 se o ângulo θ=48,18º.

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O SOL
Piranómetro

Equipamento para medição da


radiação solar

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10
MAPA DE RADIAÇÃO SOLAR

MAPA DA RADIAÇÃO GLOBAL ANUAL (kWh/m2)

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O SOL

Formação e Consultadoria 22

11
O SOL

Formação e Consultadoria 23

Aproveitamento da radiação Solar

Radiação solar directa


Radiação solar indirecta

Captação Térmica
Captação Térmica Captação Fotónica
Captação Fotónica
Eólica
Eólica Hidráulica
Ondas

Energia solar
Energia solar
Biomassa
Biomassa
Térmica
Captação
Captação Fotovoltaica
Fotovoltaica Captação Fotoquímica
Térmica

Energia solar
Biomassa Fotoquímica
Fotovoltaica

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12
A TERRA NO
SISTEMA SOLAR

Formação e Consultadoria 25

Movimento da Terra em torno do Sol


20

Formação e Consultadoria 26

13
Movimento da Terra em torno do Sol

Formação e Consultadoria 27

Movimento da Terra em torno do Sol

Formação e Consultadoria 28

14
Movimento da Terra em torno do Sol

Primavera
Terra

Inverno

Sol

Verão
Órbita

Outono

Formação e Consultadoria 29

Movimento da Terra em torno do Sol

Formação e Consultadoria 30

15
Movimento da Terra em torno do Sol

Formação e Consultadoria 31

Movimento da Terra em torno do Sol

Formação e Consultadoria 32

16
Movimento da Terra em torno do Sol

Formação e Consultadoria 33

Sol da Meia Noite

Formação e Consultadoria 34

17
Sol da Meia Noite

Simulação com imagens


de satélite de como
o sol atingiu a Terra
no dia 21 de Junho
(solstício de Verão),
o dia mais longo do ano
no hemisfério norte.
(e o mais curto no hemisfério sul)

(Nota: a escuridão
da noite não atingirá
a área dentro do
círculo vermelho em
nenhum momento).

Formação e Consultadoria 35

Sol da Meia Noite


Meio-dia
na Europa

Formação e Consultadoria 36

18
Sol da Meia Noite
13:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 37

Sol da Meia Noite


14:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 38

19
Sol da Meia Noite
15:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 39

Sol da Meia Noite


16:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 40

20
Sol da Meia Noite
17:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 41

Sol da Meia Noite


18:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 42

21
Sol da Meia Noite
19:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 43

Sol da Meia Noite


20:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 44

22
Sol da Meia Noite
21:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 45

Sol da Meia Noite


22:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 46

23
Sol da Meia Noite
23:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 47

Sol da Meia Noite


Meia-Noite
na Europa

O sol da meia-noite
está agora sobre
a parte norte da
Escandinávia.
(círculo amarelo)

Formação e Consultadoria 48

24
Sol da Meia Noite
1:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 49

Sol da Meia Noite


2:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 50

25
Sol da Meia Noite
3:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 51

Sol da Meia Noite


4:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 52

26
Sol da Meia Noite
5:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 53

Sol da Meia Noite


6:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 54

27
Sol da Meia Noite
7:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 55

Sol da Meia Noite


8:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 56

28
Sol da Meia Noite
9:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 57

Sol da Meia Noite


10:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 58

29
Sol da Meia Noite
11:00 h
na Europa

Formação e Consultadoria 59

Quando a meia-noite se aproxima no Círculo Polar Ártico o sol, ao invés


de se esconder, sobe de novo.

Formação O sol da meia-noite pode ser visto entre os dias 17 e 24 de junho na Lapónia.
e Consultadoria 60

30
Movimento da Terra em torno do Sol
21, 22

Declinação solar

Formação e Consultadoria 61

Movimento da Terra em torno do Sol


Ângulo de declinação solar

O ângulo de declinação, δ, varia sazonalmente com a inclinação da terra face ao


seu eixo de rotação e com a rotação da terra em torno do Sol.

Se a Terra não fosse inclinada a declinação seria sempre igual a zero.

 360
δ = 23,45º × sen  (d − 81)
 365 


Com maior precisão: δ = sen −1 sen(23,45) × sen 
 360
(d − 81) 
  365 

A declinação, δ, é zero nos equinócios (22 de Março e 22 de Setembro), é positiva


no verão do hemisfério Norte e negativa no Inverno do mesmo hemisfério.

Formação e Consultadoria 62

31
Ângulo de incidência da radiação solar

Z – Zénite (vertical do lugar)


ϕ – Latitude
δ - Declinação
α - Altitude ou inclinação do sol
Formação e Consultadoria 63

Altura do Sol

Zénite
α
Altura do
Sol

Altura do Sol, α:

α = 90 − ϕ + δ  No hemisfério Norte

α = 90 + ϕ − δ  No hemisfério Sul

Formação e Consultadoria 64

32
Movimento da Terra em torno do Sol
Altura do Sol
Solstício de Verão
+ 23,45
Equinócios

Solstício de Inverno
E
- 23,45 º

Formação e Consultadoria 65

Altura do Sol

Ângulos de Inclinação do painel e altura do Sol

Formação e Consultadoria 66

33
Altura do Sol

Formação e Consultadoria 67

Movimento da Terra em torno do Sol


Ângulo azimute

O ângulo azimute define a direcção do movimento do sol.


Ao meio dia, o sol está sempre virado a Sul, no hemisfério Norte.
Em dia de equinócio percorre a linha de latitude: nasce a 90º e põe-se
a 270º.
Varia com a latitude e a época do ano.

Azimut
e

Formação e Consultadoria 68

34
Movimento da Terra em torno do Sol

Formação e Consultadoria 69

Movimento da Terra em torno do Sol

21 de Dezembro: 21 de Junho:
Arco de Azimute = 117 º Arco de Azimute = 242 º

http://dawnsun.net/astro/suncalc/

Formação e Consultadoria 70

35
Radiação Solar na Península Ibérica

Formação e Consultadoria 71

Radiação Solar em Portugal

Formação e Consultadoria 72

36
Software Europeu de cálculo da Radiação e temperatura
http://re.jrc.ec.europa.eu/pvgis/apps3/pvest.php#

Formação e Consultadoria 73

Radiação e temperatura anual no Porto


Calculado em: http://re.jrc.ec.europa.eu/pvgis/apps3/pvest.php#
MÊS Gh Gopt G90 Iopt TL D/G TD T24h NDD
Wh/m2 Wh/m2 Wh/m2 ºC ºC ºC/dia
JAN. 1920 3240 3330 64 2.1 0.48 10.9 9.8 229
FEV. 2530 3610 3230 55 2.5 0.50 12.1 10.7 194
MAR 4100 5170 3670 44 2.5 0.41 14.7 13.2 114
ABR 4890 5240 3040 26 2.5 0.45 14.8 13.6 115
MAI 6020 5850 2720 16 3.0 0.45 16.8 15.8 35
JUN 6800 6300 2540 7 3.0 0.39 19.8 18.8 4
JUL 6640 6300 2670 11 3.3 0.38 21.2 20.3 1
AGO 6220 6470 3340 22 2.9 0.35 21.8 20.8 2
SET 4750 5700 3880 38 3.1 0.37 20.1 19.0 22
OUT 3240 4510 3830 52 2.8 0.43 17.6 16.3 76
NOV 2030 3200 3130 61 2.3 0.50 13.7 12.3 203
DEZ 1540 2590 2700 65 2.1 0.54 11.4 10.2 227
ANUAL 4230 4860 3190 34 2.7 0.41 16.2 15.1 1222
Gh- Radiação Horizontal Iopt- Inclinação Óptima TD- Temperatura média de dia
Gopt- Radiação na Incl. Óptima TL- Link Turbidity T24h- Temp. média nas 24 h.
G90- Radiação na Incl. 90º D/G- Razão Rad. Difusa/Global NDD- Nº de dias c/ aquecimento,
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37
SISTEMAS DE ENERGIA
SOLAR TÉRMICA

Formação e Consultadoria 75

Energia Solar Térmica


Onde aproveitar a Energia Solar Térmica?
• AQS (Águas Quentes Sanitárias)
• Piscinas
• Aquecimento por Solo radiante
• Sistemas Industriais (confecções, lagares de azeite, lavagem auto, etc.)

Como caracterizar um colector solar ?


• Tipo construtivo
• Dimensões (área útil)
• Rendimento óptico (ho)
• Perdas (k1, k2)

Formação e Consultadoria 76

38
Energia Solar Térmica

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Tipos de Colectores Solares Térmicos


Colectores Planos
• Utilizados na maioria dos sistemas solares térmicos
• Necessitam de manutenção
• Apresentam eficiências superiores a 90%

Formação e Consultadoria 78

39
Tipos de Colectores Solares Térmicos
Colectores Planos
• Constituição simplificada: áreas

Formação e Consultadoria 79

Tipos de Colectores Solares Térmicos


Colectores Planos
• Constituição pormenorizada

4 5
3
1 2
9 1 e 2 – Camada absorvente
3 3 – Isolamentos térmicos
4 – Vidro anti-reflexo
8 5- Caixilho exterior
6 – Tubos de circulação do fluido térmico
6 7 – Saída de fluido quente
8 – Protecção inferior
9 – Protecção interior

Formação e Consultadoria 80

40
Tipos de Colectores Solares Térmicos
Colectores Planos

Formação e Consultadoria 81

Tipos de Colectores Solares Térmicos


Colector plano em PRC para piscina

Formação e Consultadoria 82

41
Tipos de Colectores Solares Térmicos
Colector plano em PRC para piscina

Formação e Consultadoria 83

Tipos de Colectores Solares Térmicos


Colectores de tubos de vácuo
• Desenvolvidos para os climas mais frios do norte da Europa,
são também utilizados no sul europeu.
• São mais frágeis no manuseamento e instalação.
• Apresentam sérios riscos de sobreaquecimentos.
• Atingem eficiências na ordem dos 95%

Formação e Consultadoria 84

42
Tipos de Colectores Solares Térmicos
Colectores de tubos de vácuo com concentradores parabólicos

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Tipos de Colectores Solares Térmicos


Colectores de tubos de vácuo

Formação e Consultadoria 86

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Tipos de Sistemas Solares Térmicos
1. Sistema compacto direto
• Sistema idêntico ao “forno solar”
• O “circuito primário” não tem fluido permutador de calor
• Princípio de funcionamento idêntico ao “forno solar”
• Parte da radiação solar é refletida interiormente para o acumulador
• Outra parte incide diretamente no acumulador que não possui
isolamento térmico

Vantagens:

• Instalação simplificada resume-se a entrada e


saída da AQS de utilização
• Mais económica
• Não necessita de energia eléctrica para
o funcionamento (excepto apoio)
• Manutenção praticamente ou nula
Desvantagens:

• Só utilizável em climas quentes ou para utilizações de AQS ao fim do dia


• Pode libertar muita energia durante a noite (dependendo do clima)
• Integração arquitectónica (estética)
• Difícil instalação em telhados muito inclinados
Formação e Consultadoria 87

Tipos de Sistemas Solares Térmicos


1. Sistema compacto direto

Formação e Consultadoria 88

44
Tipos de Sistemas Solares Térmicos
2. Sistemas compactos de termossifão
A circulação do fluido térmico de transferência (água e glicol) do circuito primário para
o circuito secundário faz-se de forma natural.

Vantagens:

• Instalação simplificada
• Mais económica
• Não necessita de energia eléctrica
• Manutenção reduzida

Desvantagens:

• Risco de congelamento (conforme clima)


• Riscos de sobreaquecimento
• Maiores perdas energéticas
• Integração arquitectónica (estética)
• Difícil instalação em telhados muito inclinados

Formação e Consultadoria 89

Tipos de Colectores Solares Térmicos


2. Sistemas compactos de termossifão (cont.)

Formação e Consultadoria 90

45
Tipos de Sistemas Solares Térmicos
2. Sistemas compactos de termossifão (cont.)

Termossifão para montagem Termossifão para montagem


em laje plana. em telhado inclinado.

Formação e Consultadoria 91

Tipos de Sistemas Solares Térmicos


3. Sistemas de circulação forçada
A circulação do fluido térmico realiza-se com uma bomba de circulação.

Vantagens:

• Maior eficiência
• Integração arquitectónica facilitada
• Menor risco de sobreaquecimento
• Reduzido risco de congelamento
Bomba de circulação
do fluido térmico
Desvantagens:

• Sistema mais dispendioso


• Necessária energia eléctrica para sistema de controlo
• Maior número de elementos com manutenção

Formação e Consultadoria 92

46
Tipos de Sistemas Solares Térmicos
3. Sistemas de circulação forçada (cont.)

1. Válvula de segurança
2. Saída água quente
3. Sonda de temperatura
4. Resistência eléctrica
5. Permutador de calor
6. Estrutura suporte
7. Saída fluido solar quente
8. Colectores solares
9. Retorno fluido solar
10. Centralina
11. Grupo hidráulico
12. Bomba de circulação
13. Válvula enchimento
14. Vaso de expansão
15. Sonda temperatura
16. Entrada água fria

Formação e Consultadoria 93

Tipos de Sistemas Solares Térmicos


3. Sistemas de circulação forçada (cont.)

Grupo de Hidráulico
Formação e Consultadoria 94

47
Tipos de Sistemas Solares Térmicos
3. Sistemas de circulação forçada (cont.)

Formação e Consultadoria 95

Tipos de Sistemas Solares Térmicos


3. Sistemas de circulação forçada (cont.)

Formação e Consultadoria 96

48
Sistemas Solares Térmicos
3. Sistemas de circulação forçada - acessórios

Formação e Consultadoria 97

Sistemas Solares Térmicos


Permutadores de calor 23

Permutador tipo “camisa” ou membrana

Permutador tipo serpentina


amovível
Permutadores tipo serpentina
Formação e Consultadoria 98

49
Sistemas Solares Térmicos
Acumuladores - constituintes

Saída de água quente


Ânodo de magnésio

Serpentina superior

Camisa da sonda de temperatura

Serpentina inferior

Entrada de água fria

Acumulador de dupla Serpentina (dois permutadores)

Formação e Consultadoria 99

Sistemas Solares Térmicos


Interior de acumulador para sistema Forçado após limpeza

Formação e Consultadoria 100

50
Sistemas Solares Térmicos
Acumulador Ceramificado para sistema Forçado

Formação e Consultadoria 101

Sistemas Solares Térmicos


Acumulador vitrificado para termossifão

Formação e Consultadoria 102

51
Sistemas Solares Térmicos
Interior de acumulador Vitrificado de termossifão

Formação e Consultadoria 103

Sistemas Solares Térmicos


Permutadores de Placas
Utilizam-se em:
• AQS
• Aquecimento Central
• Piscinas

Formação e Consultadoria 104

52
Sistemas Solares Térmicos
Permutadores de Placas 24

LEGENDA

Formação e Consultadoria 105

Sistemas Solares Térmicos


Fluido “transportador” de calor
Utiliza-se normalmente a água:
• Boas qualidades térmicas
• Barata
• Abundante
Mas:
• Corrói alguns metais
• Ferve a 100 ºC
• Passa ao estado de vapor a temperaturas elevadas

A alternativa é adicionar outro fluido à água:


• Glicol (C2H6O2)
• Diminui ligeiramente qualidades térmicas da água
• Evita a corrosão dos metais
• Evita o estado de fervura acima dos 100 ºC
• Evita a vaporização

Formação e Consultadoria 106

53
Sistemas Solares Térmicos
Vaso de Expansão
Tem as seguintes funções:
• Estabilizar a pressão no circuito hidráulico
• Absorver sobrepressões
• Evitar golpes de ariete

Formação e Consultadoria 107

Sistemas Solares Térmicos


Purgador de ar
Retira o ar do circuito hidráulico
• Deve ser purgado regularmente

Válvula misturadora termostática


Regula automaticamente a temperatura da água
• Evita temperaturas perigosas nas canalizações
• Regula a temperatura desejada
• Evita desperdícios de calor

Formação e Consultadoria 108

54
Sistemas Solares Térmicos
Purgador de ar
• Deve ser acompanhado de válvula para evitar fuga de fluido solar

Formação e Consultadoria 109

Sistemas Solares Térmicos


Controlador ou Centralina
Controla o funcionamento do sistema forçado
• É programável
• Toma como referência as sondas de temperatura
• Limita temperatura nos acumuladores
• Indica modo de funcionamento e estatísticas energéticas

Formação e Consultadoria 110

55
Sistemas Solares Térmicos
Tubos de circuitos hidraulicos
• Plásticos

PP/PPR - Polipropileno PEX – Polietileno reticulado

PVC - Hidronil

Formação e Consultadoria 111

Sistemas Solares Térmicos


Tubos de circuitos hidraulicos
• Metálicos e mistos

Cobre Aço anelado Aço revestido

Multi camadas
Formação e Consultadoria 112

56
Sistemas Solares Térmicos
Tubos de circuitos hidraulicos
• Dilatações dos tubos com a temperatura

Formação e Consultadoria 113

Sistemas Solares Térmicos


Válvula de segurança
Evita sobrepressões perigosas no circuito hidráulico.
• Deve verificada regularmente

Isolamento térmico dos circuitos


• Melhora a eficiência do sistema térmico
• No exterior deve resistir aos raios ultra-violetas

Formação e Consultadoria 114

57
Sistemas Solares Térmicos
Dissipador de calor
Evita temperaturas muito elevadas nos coletores
• Uma válvula termostática faz o by-pass (desvio) do fluido térmico
• Funciona como “termossifão” só no coletor
• Protege o coletor na falta de consumos de água quente (férias…)

Formação e Consultadoria 115

Sistemas Solares Térmicos


Dissipador de calor

Formação e Consultadoria 116

58
Sistemas Solares Térmicos - Apoio
Apoio para os dias de insuficiente radiação solar

Sistemas de apoio mais comuns:

1. Resistência eléctrica
2. Esquentador a gás
3. Caldeira a gás ou gasóleo
4. Bomba de calor (sistema termodinâmico)

1. Resistência eléctrica de apoio


- Com potências até 4 kW, é normalmente instalada
no acumulador

Formação e Consultadoria 117

Sistemas Solares Térmicos - Apoio


1. Apoio por resistência eléctrica

Formação e Consultadoria 118

59
Sistemas Solares Térmicos - Apoio
2. Apoio por esquentador a gás

1 – Colectores solares
2 – Acumulador
3 – Saída de água quente do
acumulador
4 – Bomba de circulação
5 – Esquentador
6 – Serpentina solar
7 – Limitador de temperatura
(válvula misturadora)
8 – Sonda de temperatura

Formação e Consultadoria 119

Sistemas Solares Térmicos - Apoio


3. Apoio por caldeira a Gás, a Gasóleo ou a Biomassa

Sistema Forçado AQS


c/ dupla serpentina

1 – Colectores solares
2 – Acumulador
3 – Circuito da caldeira
4 – Bomba de circulação solar
5 – Caldeira
6 – Serpentina da caldeira
7 – Serpentina solar (permutador)
8 – Limitador de temperatura
(válvula misturadora)
Sistema Forçado AQS c/ caldeira
Formação e Consultadoria 120

60
Movimento da Terra em torno do Sol
3. Apoio por caldeira a Gás, a Gasóleo ou a Biomassa (cont.)

Fluido
quente

Fluido
Acumulador frio

Caldeira

Formação e Consultadoria 121

Movimento da Terra em torno do Sol


3. Apoio por caldeira a Gás, a Gasóleo ou a Biomassa (cont.)

Entrada de agua
AQS para fria
consumo
Colector solar

Caldeira

Controlador solar
e vaso drain-back

Acumulador de AQS
Formação e Consultadoria 122

61
Sistemas Solares Térmicos - Apoio
4. Apoio por bomba de calor integrada no acumulador

Saída Entrada
de ar de ar

Saída de
água
quente

Entrada de
água fria

Formação e Consultadoria 123

Sistemas Solares Térmicos


Sistemas coletivos de AQS

Formação e Consultadoria 124

62
AQS – Painel Solar - Sistema forçado colectivo

Formação e Consultadoria 125

AQS – Painel Solar - Sistema forçado colectivo

Formação e Consultadoria 126

63
AQ Piscina – Colectores Solares Térmicos em plástico

Formação e Consultadoria 127

AQ Piscina – Colectores Solares Térmicos-ligação

Formação e Consultadoria 128

64
AQ Piscina – Solar Térmico para piscina

Formação e Consultadoria 129

Sistemas Solares Térmicos

Marca de conformidade – Keymark -

Marca de conformidade normas europeias -

Marca de “conformidade universal” -

Formação e Consultadoria 130

65