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Formação e Consultadoria

TECNOLOGIA DOS SISTEMAS


FOTOVOLTAICOS

Formação e Consultadoria 1

PILHAS

Formação e Consultadoria 2

1
PILHAS
• Imergindo dois metais diferentes num eletrólito, manifesta-se
entre os dois metais uma d.d.p. cujo valor depende unicamente
de sua natureza e da do eletrólito (e não de suas dimensões).

• Na pilha efetuam-se reações químicas com desenvolvimento de


energia sob forma de energia elétrica.

• Com a aplicação do princípio supra-enunciado, podem-se


construir pilhas com outros pares metálicos emersos num
eletrólito, com diferentes valores de f.e.m., em função dos
metais associados.

Formação e Consultadoria
Pilha de Galvani 3

PILHA DE VOLTA

Experiência original
de Volta
ALESSANDRO VOLTA (1745-1827), Físico italiano, Professor de Física da Universidade de Pavia, em
1800 inventou a pilha elétrica constituída por chapas de prata e zinco separadas por discos de
feltro embebidos em água salgada.

Napoleão convidou-o a prosseguir as suas experiências sobre eletricidade em França, tendo-se


tornado professor da Universidade de Paris.

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2
PILHAS

Pilha de Volta

Formação e Consultadoria 5

PILHA DE DANIELL
• No diagrama abaixo existem dois compartimentos, chamados MEIAS- CÉLULAS,
separados por uma placa de porcelana porosa.

• No compartimento da esquerda (meia-célula do zinco), existe uma chapa de


zinco mergulhada em solução aquosa de ZnSO4 . Considerando-se que o zinco,
neste caso, tem uma tendência espontânea para perder eletrões, temos:

Zn ® Zn2+ + 2e- (oxidação)

• Desse modo, a chapa de zinco "solta" eletrões para o circuito externo (dizemos,
então, que a chapa de zinco é o elétrodo negativo ou ánodo).

Montagem esquemática

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3
PILHA DE DANIELL
• No compartimento da direita (meia-célula do cobre), existe uma chapa
de cobre mergulhada em solução aquosa de CuSO4. Considerando-se
que o Cu2+, neste caso, tem uma tendência espontânea para receber
elétrões, temos:

Cu2+ + 2e- → Cu (redução)

• Desse modo o Cu2+ "captura" eletrões do circuito externo, através da


chapa de cobre, que se torna positiva (dizemos, então, que a chapa de
cobre é o eletrodo positivo ou cátodo );

Montagem esquemática

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PILHA DE DANIELL
• A porcelana porosa deve impedir a mistura das duas soluções, mas deve permitir a passagem
dos iõens que estão sendo atraídos ou repelidos pelas forças elétricas.
• Após certo tempo de funcionamento da pilha, notamos que a chapa de zinco está corroída, a
chapa de cobre aumentou devido à deposição de cobre e as concentrações das soluções
alteraram-se. Tudo isso é consequência da própria reação geral de funcionamento da pilha:

A pilha, ou célula eletroquímica, é um dispositivo que transforma energia química em


energia elétrica, por meio de uma reação de oxidação-redução, com o oxidante e o
redutor separados em compartimentos diferentes, de modo que o redutor "entrega"
elétrões ao oxidante através de um circuito externo (fio condutor).

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4
PILHA DE BUNSEN
• A pilha de Bunsen é constituída de um vaso de vidro contendo
ácido sulfúrico diluído e o elétrodo negativo, de forma circular, de
zinco. No centro encontra-se um vaso poroso de porcelana contendo
o eletrodo positivo, constituído de uma haste de carbono,
mergulhada em ácido nítrico concentrado (despolarizante).
• A f.e.m. desenvolvida pela pilha de Bunsen é de cerca de 1,9 V.

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PILHA DE GRENET
• A pilha de Grenet é constituída de um vaso de vidro contendo ácido
sulfúrico diluído (ácido excitador) e bicromato de potássio (líquido
despolarizante), com duas placas de carbono de retorta, imersas e
separadas por uma placa de zinco amalgamada (eletrodo negativo).
• A f.e.m. gerada pela pilha de Grenet é de cerca de 2V.

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5
PILHA DE LECLANCHÉ

O MnO2 triturado e mesclado com o carvão, constitui em conjunto


com a barra de grafite o elétrodo positivo e a pasta de NH4Cl mais o
envólucro de Zn constituem o elétrodo negativo.

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PILHA DE LECLANCHÉ

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6
PILHA E BATERIA DE PILHAS

9V 1,5 V

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PILHA – SENTIDO DA CORRENTE


Sentido convencional – do positivo para o negativo

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7
PILHA – SENTIDO DA CORRENTE
Sentido real (verdadeiro) – do negativo para o positivo

Fluxo de eletrões

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SEMICONDUTORES
- Díodos de junção

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8
Semicondutores e díodos de junção

Electrões partilhados Átomo de Silício com os seus


na ligação entre átomos 4 electrões de valência

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Semicondutores e díodos de junção

Buraco
resultante
(“carga” positiva)
Buraco

Átomo dopante positivo apenas com


3 electrões de valência

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9
Semicondutores e díodos de junção

Electrão livre
resultante
(carga negativa)

Electrão em
excesso
Átomo dopante negativo com 5 electrões
de valência

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Semicondutores e díodos de junção

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10
Semicondutores e díodos de junção

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Semicondutores e díodos de junção

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11
Díodos de Junção
Díodo no estado neutro

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Díodos de Junção

Díodo polarizado inversamente:


- a zona de depleção alarga.

Díodo polarizado directamente:


-a zona de depleção diminui.

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12
Díodos de Junção

Díodo
polarizado directamente 25
Formação e Consultadoria

Semicondutores e díodos de junção

vD
iD – corrente directa no díodo
IS – Corrente de saturação
iD = I S (e n .VT
− 1)
vD – tensão no díodo
VT – Constante térmica
k – constante de Boltzmann – k=1,3806 × 10 - 23 J.K-1 K ×T
n – é igual a 1 ou 2, consoante a construção dos díodos VT =
q – carga do electrão (1,6 x10-19 C)
q 26
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13
EFEITO FOTOVOLTAICO
- Células fotovoltaicas

Formação e Consultadoria 27

Efeito Fotovoltaico
1839 - Edmund Becquerel

- Físico francês, descobre o efeito fotovoltaico: usando uma pilha electrolítica com dois
eléctrodos mergulhados na solução, verificou que a corrente gerada aumentava quando a
pilha era exposta á luz.

1877 – W.G. Adams e R.E. Day

- Observaram o efeito fotovoltaico no Selénio. Construíram a primeira célula de Selénio.

1883 - Charles Fritts

- Um inventor americano, descreveu a primeira célula solar feita com bolachas de selénio.

1921 – Albert Einstein

- Explicou o efeito fotovoltaico. Ganhou o prémio Nobel com essa teoria.

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14
Efeito fotovoltaico

Fotões

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Célula fotovoltaica elementar

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15
Célula fotovoltaica elementar

Contacto
superior

Tipo n

Junção p-n

Contacto Tipo p
inferior

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Modelo da Célula Fotovoltaica


Modelo “Fonte de Corrente”

Célula escurecida: díodo Célula iluminada: fonte de corrente

Luz

Quanto maior a radiação luminosa,


maior o valor da corrente.

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16
Tecnologia das células Fotovoltaicas
Células de Sílício Cristalino
Silício policristalino

Células solares poli-cristalinas são também fabricadas a partir de silício puro mas estas
são fabricadas a partir de lingotes de grande dimensão, por arrefecimento lento do silício
mantido em estado líquido em fornos especiais, para permitir o crescimento de grandes
cristais. As células poli-cristalinas são menos eficientes mas são mais baratas. Atingiram
já a eficiência de 18%, embora comercialmente rondem 14%.

Lingotes de Silício Policristalino Célula de Silício policristalino nas três fases de preparação

Formação e Consultadoria 33

Tecnologia das células Fotovoltaicas

Lingotes de Silício Policristalino

Corte das bolachas de Silício policristalino 34


Formação e Consultadoria

17
Tecnologia das células Fotovoltaicas
Células de Sílício Cristalino

Formação e Consultadoria
Bolacha de Silício policristalino 35

Tecnologia das células Fotovoltaicas


Bolacha e Célula de Sílício Policristalino

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Tecnologia das células Fotovoltaicas
Células de Sílício Cristalino

Célula de Silício policristalino


Formação e Consultadoria 37

Tecnologia das células Fotovoltaicas


Células de Sílício Cristalino
Silício monocristalino

As células solares mono-cristalinas são fabricadas a partir de puro cristal de


silício. Estas células são as mais eficientes de todas as células de silício mas também
são as mais caras. As bolachas são cortadas com espessuras de 200 microns.
Atingiram já a eficiência de 24%, embora comercialmente rondem 16%.

Lingote de Silício
Policristalino

Silício
Fundido

Bobina de RF

Crescimento do lingote
de Silício Monocristalino

Silício Monocristalino

Fabrico de Silício Monocristalino

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19
Tecnologia das células Fotovoltaicas
Bolachas de Sílício Monocristalino

Formação e Consultadoria 39

Tecnologia das células Fotovoltaicas


Célula de Sílício Monocristalino

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Tecnologia das células Fotovoltaicas
Silício amorfo

As células solares de silício amorfo são fabricadas a partir de puro cristal de silício.
São as menos eficientes de todas as células de silício mas também são as mais baratas.
A sua eficiência situa-se entre 5 e 8%. (nos 1os três meses de vida é 20 a 30% superior)

Silício amorfo em telas

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Tecnologia das células Fotovoltaicas


Células sem Silício
-Telureto de Cádmio (CdTe)

Fruto de pesquisas recentes, o Telúrio e o Cádmio foram introduzidos no fabrico de


células fotovoltaicas, com resultados promissores, embora ainda em evolução.
Eficiência idêntica ao silício amorfo.

-Disseleneto de Cobre Índio (CIS)

Outro tipo de células também em evolução, com resultados também promissores.


Tal como as células de CdTe, são mais baratas e mais fáceis de construir.
Eficiência idêntica ao silício amorfo.

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Tecnologia das células Fotovoltaicas
-Disseleneto de Cobre Índio (CIS)

Célula de capa fina, “Thin Film”

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Tecnologia das células Fotovoltaicas


- Celulas de capa fina sobre suporte flexível

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Eficiência das Células

Rendimento - %
Ano de Actualmente
Material das células 2004 Em laboratório Em produção
industrial
Silício Monocristalino 13 - 17 25 14-20
Silício Policristalino 11 - 14 21 12-17
Silício Amorfo 7 15 7-8
Diss. Cu-In CIS (CuInSe2) 7 18 7
Tel. Cádmio (TeCd) 7 16 7

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Curva Característica da Célula Fotovoltaica

Curva característica I/U de uma célula fotovoltaica


Corrente (A)

Tensão (V)

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23
Curvas Características de um módulo Fotovoltaico

Curvas características I/U de um módulo fotovoltaico


Corrente (A)

Tensão (V)

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Curva Característica de um módulo Fotovoltaico

Corrente - A
Máxima Potência
Corrente de curto-circuito - Icc Tensão – Corrente
(Ump . Imp)

Tensão - V Circuito aberto


Tensão - Uca

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Curva Característica de um módulo Fotovoltaico

Corrente - A
Ponto de
Operação 1
Ponto 2

Tensão - V

Formação e Consultadoria 49

Curvas Características de um módulo Fotovoltaico

Curvas características de Potência do módulo FV


Potência (W)

Tensão (V)

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Características dos módulos FV

Corrente - A

Tensão - V

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Características dos módulos FV


Eficiência versus temperatura
Watt-pico

Amorfo
Cristalino

As células de silício amorfo reduzem menos a eficiência com a temperatura.


São mais adequadas para climas quentes.

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26
MÓDULOS FV

Formação e Consultadoria 53

Associação das Células Fotovoltaicas

CÉLULA
MÓDULO PAINEL

Componentes dos módulos FV


Formação e Consultadoria 54

27
Associação das Células Fotovoltaicas

CÉLULAS

MÓDULO FV de 36 células em série


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Associação das Células Fotovoltaicas

Formação e Consultadoria 56

28
Módulos de Células Fotovoltaicas
25

Módulo ou rolo de
silício amorfo

Módulo de Módulo de
silício monocristalino silício policristalino

Formação e Consultadoria 57

Módulos de Células Fotovoltaicas

Módulo monocristalino em telha


Módulo amorfo em telha

Módulo amorfo flexível


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Ficha Técnica de um Módulo Fotovoltaico
Módulos monocristalinos SM110 e SM100
Parâmetros SM110/ SM100/
Símbolos Unidade
eléctricos SM110-24 SM100-24

Potência nominal Pn Wp 110 110

Tolerância de potência ∆P % +5 +5

Potência mínima Pmin Wp 100 90

Corrente nominal IMPP A 6,3/3,15 5,9/2,95

Tensão Nominal UMPP V 17,3/35,0 17,0/34,0

Corrente curto-circuito Icc A 6,9/3,45 6,5/3,25

Tensão circuito aberto Uoc V 21,7/43,5 21,0/42,0

Tensão máx. admiss. Mmáx V 1000 1000

Eficiência η % 12,7 11,5

Formação e Consultadoria 59

Características dos módulos FV


Coeficiente
Módulos amorfos Módulos CIS Módulos CdTe
térmico
Para a Tensão, Vca De -0,28 a -0,5 %/ºC De -0,26 a -0,5 %/ºC De -0,22 a -0,43 %/ºC

De +0,045 a +0,1 De +0,02 a +0,04


Para a corrente Icc De +0,06 a +0,1 %/ºC
%/ºC %/ºC

Para a Pot. MPP De -0,1 a -0,3 %/ºC De -0,39 a -0,45 %/ºC De -0,2 a -0,36 %/ºC

SM110/SM110-24
Parâmetros Térmicos Unidade
SM100/SM100-24
NOCT (Temp. nominal de funcionamento)* ºC 45+2
Coef. Térmico de Icc %/ºK + 0,04
Coef. Térmico de Uca %/ºK -0,34
Temperatura max. admissível ºC -40 a +85

Temperatura ambiente máxima

Módulo exposto à Radiação solar ºC - 40 a +50


Módulo sombreado (temperatura de ºC -40 a +85
armazenamento)

* - determinada para a irradiância de 800 w/m2, temperatura ambiente de 20ºC e a velocidade do vento de 1m/s.

Formação e Consultadoria 60

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Outras Características dos módulos FV

Outros dados característicos Unidade

Pressão na superfície N/m2 2,4

Torção mecânica máxima 1,2

Humidade a 85 ºC % 85% relativo


Impacto de granizo m/s V= 23
Pedras de granizo mm ∅ 25
Dimensões: Comp. x Larg. X Prof. mm 1316 x 660 x 40
Peso kg 11,5
Garantia de resultados Anos 25 anos
II
Classe de protecção

CEC 503; IEC 61215; UL


Certificação 1703

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Sistemas Fotovoltaicos

Áreas empíricas, necessárias por tipo de célula

Tipo de células Área necessária


(m2/kWp)

Silício monocristalino 7-9 m2


Silício policristalino 8-11 m2
Disseleneto de Cobre-Índio-CIS 11-13 m2
Cádmio Telúrio 14-18 m2
Silício amorfo 16-20 m2

• Valores empíricos, a título meramente indicativo

Formação e Consultadoria 62

31
Associação de Módulos Fotovoltaicos

Na associação de módulos em série ou paralelo não esquecer:


• As células irradiadas são fontes de corrente
• As células escurecidas são díodos (polaridade inversa às fontes…)
• A corrente gerada é proporcional à radiação e ao tamanho das células.

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Associação de Módulos Fotovoltaicos


Associação em Série

Associação em Paralelo

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Associação de Módulos em Série

Corrente – (A)

Tensão – (V)

UT=U1+U2+…+Un = nxU

IT= I1=I2=I3=…=IN
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Associação de Módulos em Paralelo


Corrente – (A)

Tensão – (V)

UT=U1=U2=…=Un

IT= I1+I2+I3+…+IN = nxI


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Associação Mista de Módulos em Série e em Paralelo

Nº de módulos em série

Nº Associações em paralelo
Corrente – (A)

Tensão – (V)
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Associação Módulos em Série e em Paralelo


Díodos de by-pass e díodos de bloqueio

Os díodos de bloqueio de fileira: Díodosdede


Díodos fileira
bloqueio

- Evitam correntes inversas e o


curto-circuito acidental às outras
fileiras.

Díodo de by-pass

Díodos de by-pass:

-“curto-circuitam” o módulo em caso


de avaria ou sombreamentos

Formação e Consultadoria 68

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Associação Módulos em Série e em Paralelo
Díodos de by-pass
_

+
_

+
Díodos de by-pass:
-“curto-circuitam” o módulo em caso de avaria ou sombreamentos
Formação e Consultadoria 69

Associação Módulos em Série e em Paralelo


Efeitos de sombreamentos nos módulos FV

Módulo normal

Módulo com sombreamento numa célula

Em caso de sombreamento a tensão inversa no módulo sobe bastante, provocando


correntes inversas elevadas que incrementam a temperatura para valores que
nalguns casos destroem o módulo.
Formação e Consultadoria 70

35
Associação Módulos em Série e em Paralelo
Efeitos de sombreamentos nos módulos FV

Um díodo de by-pass a um ou vários módulos ficará polarizado directamente a conduz


a corrente dos outros módulos, evitando a destruição dos módulos afectados pela
sombra e mantêm-na a produção (embora diminuída).

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Associação Módulos em Série e em Paralelo


Efeitos da deposição de neve

A posição de colocação dos módulos é importante para obter a máxima eficiência,


reduzindo os efeitos negativos da deposição de neve.

A colocação na horizontal, é neste caso a mais favorável face ao esquema de


ligações adoptado para os módulos no painel.
Formação e Consultadoria 72

36
Módulos FV
Temperatura dos painéis

Formação e Consultadoria 73

Módulos FV
Temperatura dos módulos

Formação e Consultadoria 74

37
Módulos FV
Temperatura dos módulos

Formação e Consultadoria 75

Módulos FV
Temperatura dos paineis
Calor transferido por
O módulo irradia calor convecção pelo vento
para o ambiente

Sol aquece
o módulo Calor flui através do
material causando
perdas

Formação e Consultadoria 76

38
Módulos FV
Temperatura dos paineis

Formação e Consultadoria 77

BATERIAS DE
ACUMULADORES

Formação e Consultadoria 78

39
ACUMULADORES
A história dos acumuladores começou em 1859, quando o físico francês
Raymond Gaston Planté construiu o primeiro sistema recarregável,
formando a base para as baterias secundárias chumbo/ácido usadas até
hoje. Essas baterias apresentam característica pouco usual de envolver em
ambos os eletrodos o mesmo elemento químico.

Formação e Consultadoria 79

ACUMULADOR DE CHUMBO
• Um acumulador de chumbo é preparado imergindo duas placas de
chumbo num vaso contendo ácido sulfúrico, H2S04, diluído. Na
solução libertam-se catiões H+ e aniões SO4-2, enquanto as
superfícies das duas placas de chumbo imersas no ácido sulfúrico
recobrem-se de um véu de PbSO4. Nestas condições, não é possível
obter f.e.m. (força eletromotriz ou tensão) do aparelho porque os
dois metais imersos no eletrólito são quimicamente iguais entre si.

Placas de
Chumbo

H2SO4 + H2O

Formação e Consultadoria 80

40
CARGA DO ACUMULADOR DE CHUMBO
• Se ligarmos as duas placas de chumbo a um gerador de corrente
contínua, tem-se:

a) No ânodo (+) os aniões SO4-2 cedem suas cargas negativas e


combinam-se com a água e com o PbSO4 de que é recoberta a placa
positiva, segundo a reação:
PbSO4 + SO4 + 2H20 →PbO2 + H2SO4
E com a formação de bióxido de chumbo de cor vermelho tijolo;
+ G
-

+ -

H2SO4 + H2O
Formação e Consultadoria 81

CARGA DO ACUMULADOR DE CHUMBO


b) No cátodo (-) os catiões (H+) cedem sua carga positiva e reagem
com o PbSO4 de que é recoberta a placa negativa, segundo a
reação:

PbSO4 +H →Pb + H2SO4

E com a formação de chumbo metálico, de cor cinza claro;

+ G
-

+ -

H2SO4 + H2O
Formação e Consultadoria 82

41
CARGA DO ACUMULADOR DE CHUMBO
• Mediante a eletrólise, obtém-se, portanto, duas placas metálicas
químicamente diferentes entre si, entre as quais, aparece uma
f.e.m..
• O processo de carga é verificado principalmente pela densidade da
solução da bateria, sendo que após retirada, estabelece-se nos
terminais do acumulador uma tensão de repouso de
aproximadamente 2 V.

Formação e Consultadoria 83

DESCARGA DO ACUMULADOR DE CHUMBO


• Quando o acumulador carregado é ligado ao circuito de consumo,
começa a descarregar-se.
• No processo de descarga, o acumulador comporta-se como uma pilha,
sendo que o sentido da corrente é oposto ao sentido de corrente de
carga.

a) Reação química no ânodo:


Pb + H2 + H2SO4 → PbSO4 + H2O

b) Reação química no cátodo:


Pb + SO4 → PbSO4 + -

+ -

H2SO4 + H2O
Formação e Consultadoria 84

42
PLACAS
• As placas positivas e as placas negativas (intercaladas entre si de modo
a alternar regularmente as polaridades) são ligadas á respectiva régua
de chumbo.
• Finalmente, todo o conjunto é disposto em um recipiente formado de
material isolante.

Formação e Consultadoria 85

Baterias de Acumuladores
Acumuladores de Chumbo-Ácido

Formação e Consultadoria 86

43
Baterias de Acumuladores
Acumuladores de Chumbo-Ácido

Formação e Consultadoria 87

Baterias de Acumuladores
Acumuladores de Chumbo-Ácido
• Acumuladores chumbo-ácido ventilados (FVLA- Free Vented Lead Acid)
• O mais comum dos acumuladores chumbo ácido
• Instalação em locais com ventilação
• Necessitam de enchimento com água em intervalos regulares
• Baixa profundidade de descarga
• Construídas também para sistemas fotovoltaicos (com placas mais espessas)
• Duração limitada
• 3 a 8 anos para 100 a 800 ciclos completos, nas convencionais
•15 a 16 anos nas baterias estacionárias (à temperatura de 25 ºC)

Formação e Consultadoria 88

44
Baterias de Acumuladores
Acumuladores de Chumbo-Ácido

• Acumuladores de chumbo-ácido selados (VRLA- Valve Regulated Lead Acid)


• Recombinação dos gases produzidos durante o seu funcionamento reduzindo
as perdas de água
• Duram mais tempo
• Têm capacidades mais elevadas
• Inexistência de derrames

• Acumuladores chumbo-ácido selados (VRLA) de Gel


• Recombinação dos gases produzidos durante o seu funcionamento reduzindo
as perdas de água
• Reduzida sulfatação das placas
• Possuem maiores ciclos de vida (mais de 1000 ciclos Carga/Descarga)
• Isentas de manutenção
• São sensíveis a sobrecargas, necessitando de um controlador de carga
adequado

Formação e Consultadoria 89

Baterias de Acumuladores
Acumuladores de Chumbo-Ácido

Baterias estacionárias
Ventiladas - FVLA Bateria estacionária
Ventilada - FVLA

Bateria Selada - VRLA


Formação e Consultadoria 90

45
Baterias de Acumuladores

Acumuladores Alcalinos

• Baterias de Níquel-MH (Níquel Hidretos Metálicos)


• Substituíram as de Níquel-Cádmio
• Funcionam com temperaturas muito baixas
• Recarregam-se sobre correntes muito fortes, reduzindo o tempo de recarga
• São robustas e apropriadas para os ambientes hostis
• Preço elevado

• Baterias de lítio - Li-ion


• São leves, fornecem muita energia e duram muito tempo (mais de 10 anos)
• Funcionam numa grande gama de temperaturas (entre -40ºC e +80ºC
• Preço elevado

Formação e Consultadoria 91

Baterias de Acumuladores
Acumuladores Alcalinos

Formação e Consultadoria 92

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ACUMULADORES DE NÍQUEL
Acumuladores Alcalinos
• Acumuladores alcalinos de ferro-níquel, são acumuladores de
eletrolito alcalino, em vez de ácido.

• O eletrodo negativo desses acumuladores é constituído de placas


planas de aço niquelado, em forma de caixas finas retangulares
de paredes perfuradas, contendo no seu interior a matéria ativa.

• O eletrodo positivo pode ser constituído tanto de placas planas


como o eletrodo negativo, como de tubos de aço niquelado,
perfurado, dispostos sob pressão num painel de aço, para
constituir a placa.

Formação e Consultadoria 93

ACUMULADORES DE NÍQUEL
Acumuladores Alcalinos
• A matéria ativa para as placas positivas é formada de pós prensados
de hidróxido de níquel, enquanto as placas negativas contêm pós de :
 Ferro (acumulador de ferro-níquel)
 Cádmio (acumulador de cádmio-níquel).

• Nas reações químicas, somente toma parte a matéria ativa e não o


eletrólito. As reações químicas consistem de oxidações sucessivas e
reduções da matéria ativa.

descarga

Fe + 2 Ni(OH) 3 Fe(OH) 2 + 2 Ni(OH) 2

carga

Formação e Consultadoria 94

47
Baterias de Acumuladores
Acumuladores elementar cobre-zinco

Formação e Consultadoria 95

Baterias de Acumuladores
Tipos de Acumuladores de Chumbo mais comuns
Electrólito em Gel
Electrólito Separador em material de fibra de vidro
líquido

Formação e Consultadoria 96

48
Baterias de Acumuladores
Características das Baterias de acumuladores
Capacidade, Cn

• É a quantidade de electricidade do acumulador em Ampere-Hora (Ah)


• Em condições de temperatura standard (CTS), 25 ºC

Tempo de descarga, tn

• C10 – Tempo de descarga de 10 horas (baterias estacionárias)


• C20 – Tempo de descarga de 20 horas (baterias de arranque)
• C100 – Tempo de descarga de 100 horas (baterias “solares”)

Cn = I n × t n
Exemplo e interpretação:
Capacidade em Ah
Bateria Descarga a 1,75 V/elemento a 25ºC
qualquer 10h 8h 5h 3h 1h
150Ah 150 Ah 144 Ah 129 Ah 106 Ah 72 Ah
C10 15 A x 10h 18 A x 8h 25,8 A x 5h 35,3 A x 3h 72 A x 1h
Formação e Consultadoria 97

Baterias de Acumuladores
Características das Baterias de acumuladores
Auto-descarga
• Não superior a 3%/mês nos acumuladores solares

Profundidade de descarga (DOD)


• É indicada pelo fabricante e pode atingir 60%

Tipo de bateria Profundidade de descarga


Estacionària Pb/Àcido 0,6
De arranque Pb/Àcido 0,4
Sem manutenção Pb/Àcido 0,5
Alcalina Cd/Ni e Ni-MH 1

Ciclos de vida
• Especificados pelo fabricante para determinadas condições de utilização

Tensão
• Importante para determinar o tipo de associação a utilizar
• As tensões mais usuais são: 2V, 6V e 12 V, nas baterias chumbo-ácido.

Formação e Consultadoria 98

49
Baterias de Acumuladores
Densidade do eletrólito e carga da bateria
Densidades diferentes de diferentes líquidos
provocam diferentes forças de impulsão.
(Princípio de Arquimedes)

Pera Bomba de borracha


Flutuador
Tubo de
vidro

Ler escala o
nível do líquido
Escala
Flutuador
Eletrólito

Termómetro
Tubo exterior

Pipeta

Formação e Consultadoria Uso do densímetro 99

Baterias de Acumuladores
Densidade do eletrólito
Descarregada 1,1 • A densidade do eletrólito indica-nos o estado de
Meia carga 1,150-1,180 carga da bateria de acumuladores.
Carregada 1,230-1,270
• Alguns densímetros possuem flutuadores com
indicação “geral” do estado de carga.

Estado de Densidade específica


carga
Tração Automotriz Estacionárias
100% 1.280 1.250 1.250

80% 1.250 1.220 1.220

60% 1.220 1.190 1.190

40% 1.190 1.160 1.160

20% 1.160 1.130 1. 130

Densidades características

Formação e Consultadoria 100

50
Baterias de Acumuladores
Associação de Baterias de acumuladores

48 V

12 V

Formação e Consultadoria 101

Baterias de Acumuladores
Associação de Baterias de acumuladores

24 V

2V

Formação e Consultadoria 102

51
Baterias de Acumuladores
Associação de Baterias de acumuladores

Formação e Consultadoria 103

Baterias de Acumuladores
Banco de Baterias de acumuladores

Formação e Consultadoria 104

52
Baterias de Acumuladores
Acessórios para Baterias de acumuladores

Ligadores Terminais

Cablagens

Formação e Consultadoria 105

Baterias de Acumuladores
Sistema FV isolado

Caixa de
ligações QE

Saídas CC

Bateria

Formação e Consultadoria 106

53
Regulação de carga das baterias de acumuladores
Exemplo de carga de uma bateria de acumuladores

Défice sazonal
Estado de carga da bateria, %

de carga da
bateria

Descarga
média diária

Vários dias
nublados

Nível máximo de descarga


A bateria desliga da carga

Verão Inverno

Formação e Consultadoria 107

Regulação de carga das baterias de acumuladores


Ciclo de carga de uma bateria de acumuladores
Controlo de carga
Tensão da Bateria

Carga Descarga

Tempo

Formação e Consultadoria 108

54
Regulação de carga das baterias de acumuladores
Regulador Série

Gerador FV

Regulador Bateria Carga

Formação e Consultadoria 109

Regulação de carga das baterias de acumuladores


Regulador Paralelo

Gerador FV

Regulador
Bateria Carga

Formação e Consultadoria 110

55
Regulação de carga das baterias de acumuladores
Regulador: exemplo de terminais de acesso/ligação

Formação e Consultadoria 111

Regulação de carga das baterias de acumuladores

Regulador MPP

Gerador FV

Regulador Bateria Carga


MPP

Conversor
DC/DC

Com o conversor DC/DC, coloca o painel a funcionar no ponto óptimo,


(ponto de máxima potência, MPP), aumentando a eficiência do sistema.

Formação e Consultadoria 112

56
Regulador de carga
Reguladores MPP

Formação e Consultadoria 113

Sistemas Fotovoltaicos com Regulador


Sistema FV só para cargas DC
Regulador

QE
ligações
Caixa de

Saídas CC

Bateria

• Tem maior eficiência porque não contabiliza perdas no inversor


• Não permite cargas AC
• Equipamentos DC mais caros (TV, frigorífico, etc.,)
• Cablagens para DC mais caras
Formação e Consultadoria 114

57
Sistemas Fotovoltaicos com Regulador
Sistema FV só para cargas DC

Regulador Porta de
Sensor de
de Carga monitorização e
temperatura controlo remoto

Painel Solar Carga DC

Bateria

Formação e Consultadoria 115

Sistema FV com Regulador e Inversor


Sistema FV para cargas DC e AC

Sistema básico isolado com gerador FV

Inversor 12Vcc/230Vca

Formação e Consultadoria 116

58
Inversores DC/AC

Os inversores transformam a corrente contínua em alternada

Inversor de onda quadrada (comutado pela rede)

• Baseados nos tirístores


• Ainda utilizados em grandes sistemas de produção FV
• Controlados pelo “clock” da rede a que estão ligados
Formação e Consultadoria 117

Inversores DC/AC
Os inversores transformam a corrente contínua em alternada

Inversor auto controlado


• Baseados nos MOSFET, GTO, IGBT e TJB
• Necessitam de pouca energia reactiva
• Necessidade de controlo de harmónicos (Compatibilidade Electromagnética)
• Adequados para sistemas isoladas
• Podem utilizar-se para ligação à rede
• Com ou sem transformador (de alta ou baixa frequência, HF ou LF)

Formação e Consultadoria 118

59
Características dos inversores

Eficiência da conversão - Rendimento

Potência de saída efectiva, PAC


η=
Potência de entrada efectiva, PDC
• Situa-se normalmente entre 86 e 95%, dependendo do nível de carga

Outras características
Parâmetro Símbolo Unidade Descrição
Potência nominal DC PnDC W Potência FV para a qual é dimensionado o inversor
Potência máxima FV PDCmax W Máxima potência FV que é admissível no inversor
Potência nominal AC PnAC W Potência AC que o inversor pode fornecer permanentemente
Máxima Potência AC PAC máx W Máxima potência AC do inversor
Factor de potência COS ϕ W Parâmetro de controlo da potência reactiva. Deve ser superior a 0,9
Potência de ligação Pon W Potência FV de arranque para a qual se inicia a operação do inversor
Potência de desligação Poff W Potência FV de para a qual o inversor se desliga

Potência em stand-by Pstandby W Potência do inversor em modo “stand-by” (modo de vigília) quando não
está em operação
Potência em modo nocturno Pnoite W Potência do inversor no modo nocturno

Formação e Consultadoria 119

Características dos inversores

Parâmetro Símbolo Unidade Descrição


Tensão nominal DC UnDC V Tensão fotovoltaica para a qual é dimensionado o inversor
Intervalo de tensão MPP UMPP V Intervalo de tensões de entrada para o qual o inversor procura o MPP
Tensão máxima DC UDCmax V Tensão fotovoltaica máxima à entrada do inversor
Tensão de desligamento UDCoff V Tensão fotovoltaica mínima para a qual o inversor ainda opera
Tensão nominal AC UnAC V Tensão de saída AC do inversor (normalmente 230 V)
Corrente nominal DC InDC A Corrente fotovoltaica para a qual é dimensionado o inversor
Corrente máxima DC IDCmax A Corrente fotovoltaica máxima à entrada do inversor
Corrente nominal AC InAC A Corrente AC à saída do inversor
Corrente máxima AC IACmax A Corrente máxima AC à saída do inversor
Taxa de distorção harmónica K % Factor de qualidade da corrente ou da tensão fornecida, inferior a 5%
Nível de ruído dB(A) Dependendo do tipo e classe de desempenho, deve ter níveis baixos.
Importante para escolher a localização do inversor
Intervalo de temperatura T ºC Dependendo do tipo e classe de desempenho, existem v´+arios
intervalos de temperatura. Importante para escolher a localização do
inversor (Explo: sótão, exterior abrigado, etc.,)

Formação e Consultadoria 120

60
Inversores DC/AC para Redes Isoladas

Steca Série PLI 300 W,


Steca Série AJ até 2 kW, 12/230 V
12/230 V

Formação e Consultadoria 121

Inversores DC/AC para Redes Isoladas

Steca PLI de 550 W, 12/230 V Steca XP-Compact 1,2 kW,


12/230 V

Formação e Consultadoria 122

61
Inversores DC/AC para Redes Isoladas

Steca XTH, Steca XTender, Steca XTM,


5 kW, 24/230 V 4 kW, 24/230 V 3,5 kW, 24/230 V

Formação e Consultadoria 123

Inversor DC/AC em sistema autónomo


Inversor

Regulador

QE
ligações
Caixa de

Saídas AC

Bateria

Formação e Consultadoria 124

62
Inversor DC/AC em sistema ligado à rede

Fonte: FF Solar 125


Formação e Consultadoria

Inversores DC/AC de Ligação à Rede

Solarmax de 3,6 kW
Fronius IG 40
de 3,6 kW

Coluna SMA de
8 Inversores
Sunny Boy 3800
SMA Sunny Boy 3300 de 3,8 kW
Kostal Piko de 3,6 kW
de 3,3 kW
Formação e Consultadoria 126

63
Inversores DC/AC de Ligação à Rede

SMA Sunny Boy 3800 V


SMA Sunny Central
de 3,68 kW
de 5 kW

Formação e Consultadoria 127

Inversores DC/AC
Inversor SMA sem transformador

Formação e Consultadoria 128

64
Inversores DC/AC
Inversor SMA sem transformador

Formação e Consultadoria 129

Inversores DC/AC
Inversor de 50 kW

Formação e Consultadoria 130

65
Inversor trifásico com transformador

Formação e Consultadoria 131

SISTEMAS
FOTOVOLTAICOS

Formação e Consultadoria 132

66
Sistemas Fotovoltaicos
Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em poste e no solo

Formação e Consultadoria 133

Sistemas Fotovoltaicos
Instalação de módulos e painéis: força do vento
Alta
pressão

Vento

Baixa
pressão

Baixa
pressão

Vento
Alta
pressão

Força do vento segundo a direcção


Maciços de fundação para suportes
de painéis FV
Formação e Consultadoria 134

67
Sistemas Fotovoltaicos
Instalação de módulos e painéis

Formação e Consultadoria 135

Sistemas Fotovoltaicos
Seguidores Solares (Trackers)

Eixo de rotação
Norte-Sul

Painel fixo virado a Sul Eixo de rotação Este-Oeste Eixo de rotação Este-Oeste

Eixo de rotação Eixo de rotação

Eixo de rotação
Painel orientado a Sul com
Painel de inclinação Painel com dois eixos
um eixo de rotação
regulável de rotação
Formação e Consultadoria 136

68
Sistemas Fotovoltaicos
Seguidores Solares (Trackers)

O painel fixo tem o máximo


rendimento ao meio dia solar

Painel fixo virado a Sul


A rotação do painel segundo
os seus eixos permite seguir o sol
E aumentar o rendimento do sistema

Eixo de rotação
Norte-Sul

Eixo de rotação Eixo de rotação


Formação e Consultadoria Este-Oeste Este-Oeste 137

Sistemas Fotovoltaicos
Seguidores Solares (Trackers)

Motor controlado por duas células

Formação e Consultadoria 138

69
Sistemas Fotovoltaicos
Seguidores Solares (Trackers)

Suporte de painel FV em poste, com seguimento solar bi-axial


Formação e Consultadoria 139

Sistemas Fotovoltaicos
Seguidores Solares (Trackers)

Suporte de painel FV em poste, com seguimento solar bi-axial

Formação e Consultadoria 140

70
Sistemas Fotovoltaicos
Seguidores Solares (Trackers)

Suporte de painel FV em poste, com seguimento solar bi-axial

Formação e Consultadoria 141

Painéis FV- Disposição e Sombreamento


Factor de utilização do espaço, F

b
F=
d
• O factor F, situa-se entre 0 e 1ou entre
0 e 100%.

• Quanto menor for o ângulo de inclinação


maior será a taxa de utilização do espaço.

• Para ângulos entre 20º e 50º o factor F


situa-se normalmente entre 35 e 45%

Distância entre fileiras

Formação e Consultadoria 142

71
Painéis FV- Disposição e Sombreamento
Método matemático para redução de perdas de sombreamento
1 - Redução das perdas: Perdas mínimas ou nulas

- Módulos sem sombreamentos mútuos, mas com um


factor de utilização do espaço baixo.
L – Altura do módulo FV
Dedução: β - Inclinação do módulo
d = d1 + d 2 α - Ângulo altura mínima do
Sol
d1 = L × cos β
L
h β h α
d2 = L × sen β
tg α d2 =
tg α d1 d2
h = L × sen β d

 sen β 
d = L ×  cos β + 
h L × sen β tg α
d = d1 + d 2 = L × cos β + = L × cos β +  
tg α tg α
sen β
d2 = L ×
tg α 143
Formação e Consultadoria

Painéis FV- Disposição e Sombreamento


Exemplo:
• Determinar distância entre fileiras de um painel colocado em laje plana, no Porto:
• Módulos a utilizar – SUN LINK 245 Wp, 1652×1000×50 mm.
• Inclinação – 34º L – Altura do módulo FV
• Latitude – 41º β - Inclinação do módulo
α - Ângulo altura mínima do
1º - Altura mínima do Sol? Sol

α = 90 − ϕ + δ L
α = 90 − 41 − 23,45 = 25,55 º β h α

2º - Espaço “ocupado” pela fileira? d1 d2


d
 sen β   sen 34 
d = L ×  cos β +  = 1,652 ×  cos 34 +  = 3,3 m
 tg α   tg 25,55 

sen β sen 34 Nota: Para α = 34º


d2 = L × =1,652× =1,93 m Bragança – d= 2 × L
tg α tg 25,55
Porto – d= 1,95 × L
Coimbra – d= 1,85 × L
Lisboa – d= 1,75 × L
Faro – d= 1,63 × L 144
Formação e Consultadoria

72
Ligação de módulos FV – “Efeito de espira”

Ligação incorrecta

Ligação correcta

Formação e Consultadoria 145

Utilização de Inversores

Formação e Consultadoria 146

73
Sistemas Fotovoltaicos
Sistema com múltiplos inversores

Formação e Consultadoria 147

Sistema isolado a 24 V

Formação e Consultadoria 148

74
Sistema isolado 48 V

Formação e Consultadoria 149

Sistema isolado 48 V

Formação e Consultadoria 150

75
Sistema isolado híbrido com FV e Aerogerador a 12 V

Foto: Bornay
Energia

Formação e Consultadoria 151

Sistema híbrido com FV e Aerogerador a 48 V

Formação e Consultadoria 152

76
Instalações FV – sistemas de autonomos
Sistemas a 12 V

Formação e Consultadoria 153

Inversor DC/AC em sistema autónomo


Sistemas a 24 V

Formação e Consultadoria 154

77
Instalações FV – sistemas de autonomos
Sistemas a 48 V

Formação e Consultadoria 155

Instalações FV – sistemas de autonomos

Formação e Consultadoria 156

78
Sistema Fotovoltaico Autónomo

Formação e Consultadoria 157

Instalações FV – sistemas de autonomos


Inversor/Carregador Compacto

Formação e Consultadoria 158

79
Instalações FV – sistemas de autonomos

Formação e Consultadoria 159

Instalações FV – sistemas de autonomos

Formação e Consultadoria 160

80
Instalações FV – sistemas de autonomos

Formação e Consultadoria 161

Instalações FV – sistemas de autonomos

Formação e Consultadoria 162

81
Instalações FV – sistemas de autonomos

Formação e Consultadoria 163

Instalações FV – sistemas de autonomos

Formação e Consultadoria 164

82
Sistema Fotovoltaico Autónomo

Formação e Consultadoria 165

Instalações FV – sistemas de autonomos

Regulador

Inversor

Carga CC

Bateria 12 V CC Bateria 12 V CC

Formação e Consultadoria 166

83
Instalações FV – sistemas de autonomos

1. Bateria
2. Painel FV
3. Regulador
4. Aerogerador
5. Regulador
6. Inversor

230 V CA 12 V CC

Formação e Consultadoria 167

Sistema Fotovoltaico para Bombagem

Formação e Consultadoria 168

84
Sistema Fotovoltaico para Bombagem

Formação e Consultadoria 169

Sistema Fotovoltaico para Bombagem

Formação e Consultadoria 170

85
Sistema Fotovoltaico para Bombagem

Formação e Consultadoria 171

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Formação e Consultadoria 172

86
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV no solo ou laje plana

Formação e Consultadoria 173

Instalações FV – sistemas de fixação


Estrutura para painel em Laje

Formação e Consultadoria 174

87
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação em triângulos com lajetas de betão

Formação e Consultadoria 175

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação em triângulos com guias metálicas e lajetas de betão

Formação e Consultadoria 176

88
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação em triângulos com guias metálicas e lajetas de betão

Formação e Consultadoria 177

Instalações FV – sistemas de fixação

Formação e Consultadoria 178

89
Instalações FV – sistemas de fixação
Fixação em laje com maciços de cimento

Formação e Consultadoria 179

Instalações FV – sistemas de fixação


Fixação em placas plásticas onduladas cobertas por gravilha

Formação e Consultadoria 180

90
Instalações FV – sistemas de fixação

Formação e Consultadoria 181

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 182

91
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 183

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 184

92
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado “sandwish”


Formação e Consultadoria 185

Instalações FV – sistemas de fixação


Acessórios para montagem de painel

Formação e Consultadoria 186

93
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de módulos e painéis

Ganchos “salva-telha” para telhado inclinado


Formação e Consultadoria 187

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 188

94
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 189

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Fixadores de fecho

Fixadores centrais

Suportes de painéis FV com e sem caixilho


Formação e Consultadoria 190

95
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 191

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Guias suporte de painéis FV


Formação e Consultadoria 192

96
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 193

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 194

97
Instalações FV – sistemas de fixação
Estrutura para painel em telhado

Suportes de painéis FV em telhado


Formação e Consultadoria 195

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de painel em telhado

Formação e Consultadoria 196

98
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de painel em telhado

Formação e Consultadoria 197

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de painel em telhado

Formação e Consultadoria 198

99
Instalações FV – sistemas de fixação
Instalação de painel em telhado

Formação e Consultadoria 199

Instalações FV – sistemas de fixação


Painel FV em telhado

Formação e Consultadoria 200

100
Instalações FV – sistemas de fixação
Estrutura para painel em Fachadas

Formação e Consultadoria 201

Instalações FV – sistemas de fixação


Estrutura para painel em Laje/telhado

Formação e Consultadoria 202

101
Instalações FV – sistemas de fixação
Estrutura para painel em Laje o telhado pouco inclinado

Formação e Consultadoria 203

Instalações FV – sistemas de fixação


Estrutura para painel em Laje o telhado pouco inclinado

Formação e Consultadoria 204

102
Instalações FV – sistemas de fixação
Acessórios para montagem de painel em telhado

Formação e Consultadoria 205

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis

Suportes de painéis FV em poste


Formação e Consultadoria 206

103
Instalações FV – sistemas de fixação
Estrutura para painel em poste com Seguidor (Tracker)

Formação e Consultadoria 207

Instalações FV – sistemas de fixação


Instalação de módulos e painéis com seguidor solar

Suportes de painéis FV orientáveis


Formação e Consultadoria 208

104
Instalações FV – sistemas de fixação
Estrutura para painel em poste com Seguidor (Tracker)

Formação e Consultadoria 209

Instalações FV – sistemas de fixação


Seguidor de dois eixos

Formação e Consultadoria 210

105
Instalações FV – sistemas de fixação
Seguidor de dois eixos

Formação e Consultadoria 211

Instalações FV – sistemas de fixação

Formação e Consultadoria Seguidor de dois eixos 212

106
Instalações FV – sistemas de fixação
Seguidor de dois eixos

Motorização do eixo
de azimute.

Atuadores do eixo
de inclinação.

Formação e Consultadoria 213

Instalações FV – sistemas de fixação


Seguidor de dois eixos

Formação e Consultadoria 214

107
Instalações FV – sistemas de fixação
Painel FV em telhado

Formação e Consultadoria 215

Cablagens a empregar em sistemas FV

Formação e Consultadoria 216

108
Características das cablagens a empregar em FV

• Tensão nominal

• Situa-se normalmente entre 300 e 1000 V


• Deve ser prevista para t = -10ºC

• Corrente admissível, Iz

• Superior ao valor máximo da corrente Icc presumida

• De acordo com a IEC 60364-7-712 deve ser: Iz ≥ 1,25 x Icc(CTS) e protegido contra
falhas de terra e curto-circuitos

• Condições ambientais
• Suportar as temperaturas nas coberturas superiores a 70ºC

• Resistir aos raios ultra-violeta quando instalados no exterior

Formação e Consultadoria 217

Cablagens a empregar em FV

Protecções na
Gerador FV caixa de ligações

Díodos de
fileira
Fusíveis Inversor

Entrada DC

Fusíveis

Nota: Os “díodos de fileira” podem ser substituídos pelos “fusíveis de fileira”.


Formação e Consultadoria 218

109
Características das cablagens a empregar em FV
• Queda de tensão nas cablagens

• A qdt máxima em sistemas isolados pode ir até 3 % (condições CTS).


• A qdt máxima de 1% (para condições CTS) para sistemas ligados à rede
• Quanto as distâncias são muito grandes e quando as tensões são baixas
(< 120 V, cc), assume-se a qdt de 1% nos cabos de fileira e mais 1%
no cabo principal. (no global anual a qdt não será superior a 1%)

• Parâmetros para o dimensionamento


Parâmetros eléctricos Símbolo Unidade
Comprimento do cabo do módulo e da fileira LM m
Perdas na linha em condições CTS PM W
Secção transversal do cabo do módulo e da fileira AM mm2

Condutividade eléctrica (δcu=56 S.m e δAL=35 S.m) δ S.m

Potência da fileira em condições CTS PFi W


Tensão da fileira UMPP V
Corrente da fileira IFi A
Numero de fileiras do gerador FV N -

Formação e Consultadoria 219

Fichas de conexão e derivação CC

Ficha de ligação de cablagens tipos MC3, MC4 e Tyco

Ficha de derivação de cablagens tipos MC3, MC4

Formação e Consultadoria 220

110
Instalações FV – acessórios de ligação
Ligadores de derivação para fileiras

Formação e Consultadoria 221

Fichas de conexão e derivação CC

Cablagem de ligação em paralelo com fichas MC4


Formação e Consultadoria 222

111
Fichas de conexão e derivação CC

Cablagem de ligação de módulos em paralelo 223


Formação e Consultadoria

Ferramenta de cravação de fichas MC3, MC4 e Tyco

Alicate cravação
Kit cravação fichas das 3 tecnologias, MC4, MC3 e Tyco
fichas MC4

Formação e Consultadoria 224

112
Ferramenta de cravação de fichas MC4

Kit cravação fichas MC4 da Weidmuller

Formação e Consultadoria 225

Terminais e ponteiras para cablagens

Ponteiras simples isoladas

Ponteiras duplas isoladas


Terminal e Ponteira nuas
Formação e Consultadoria 226

113
Terminais e ponteiras para cablagens
Ponteiras simples
(código de cores)
Ponteiras duplas
(código de cores)

Formação e Consultadoria
Alicates de cravação de ponteiras 227

Terminais e ponteiras para cablagens

Alicates de cravação de terminais isolados

Alicate desnudar condutores


Alicate multi-usos?

Formação e Consultadoria 228

114
Ligação de cablagens

Maus exemplos
de ligação de cablagens

Formação e Consultadoria 229

Sistemas FV ligados à rede

Fileira 1

Inversor
200 Wp 200 Wp 200 Wp 200 Wp

Fileira 2

200 Wp 200 Wp
200 Wp 200 Wp

Quadros DC
e
AC

Nota: Além das caixas de ligação indicadas, temos ainda a portinhola como elemento
final na ligação à rede.

Formação e Consultadoria 230

115
Ligação à terra e protecção contra sobretensões
Sistema isolado
• De acordo com a IEC 60364-7-712 deve ser instalado um aparelho de corte geral
bipolar ao gerador FV, de:
• Corrente estipulada do aparelho de corte deve ser InDC ≥ 1,25x IccFV
• Tensão do aparelho dimensionado para U ≥ UOC (-10 ºC)

Interruptor de DC

Inversor
Cabos DC

Terminal principal
de terras
∅ ≥ 4 mm2

Formação e Consultadoria 231

Caixas de junção de cablagens CC

Armário geral de ligações de CC


Formação e Consultadoria 232

116
Caixas de junção de cablagens com interruptor e fusíveis

Caixa de ligação de cablagens (SMA)

Formação e Consultadoria 233

Caixas de junção de cablagens com interruptor e fusíveis

Caixa de ligação de cablagens


Formação e Consultadoria (WEIDMULLER) 234

117
Ligação à terra e protecção contra sobretensões
Sistema isolado
• A IEC 60364-7-712 deixa ao critério do projectista a instalação de DST, e:
• As sobretensões em DC podem ser muito elevadas
• As descargas atmosféricas directas serão de analisar e considerar
• Uma descarga atmosférica, mesmo longe pode gerar uma onda
electromagnética capaz de afectar os sistemas FV

Formação e Consultadoria 235

Ligação à terra e protecção contra sobretensões


Protecção contra sobretensões

Formação e Consultadoria 236

118
Ligação à terra e protecção contra sobretensões
Sistema ligado à rede

Disjuntor DC
Inversor
Cabos DC

∅ ≥ 4 mm2 CU TPT
∅ ≥ 10 mm2 CU

∅ ≥ 16 mm2 Descarregador de
CU sobretensões

• Em sistemas FV com módulos da classe II e de U≤ 120 V (DC), não seria obrigatório ligar á
terra a estrutura suporte e os módulos, mas os elementos condutores devem ligar-se à terra.
• Recomenda-se a instalação de DST à entrada do inversor quando as cablagens são longas e
do lado AC
• Para inversores sem transformador é exigida a instalação de um DDR no lado AC.
Formação e Consultadoria 237

Ligação à terra e protecção contra sobretensões


Sistema FV - Proteção contra sobretensões

Ligação à
Gerador rede BT
Fotovoltaico

Formação e Consultadoria 238

119
Ligação à terra e protecção contra sobretensões
Quadros elétricos

Quadro concentrador DC
Formação e Consultadoria 239

Ligação à terra e protecção contra sobretensões


Quadros elétricos

Quadro concentrador DC
Formação e Consultadoria 240

120
Ligação à terra e protecção contra sobretensões
Quadros elétricos

Quadro concentrador DC
Formação e Consultadoria 241

Sistemas FV ligados à rede


Ligação à terra e equipotencialização

Ligação equipotencial dos módulos FV e à terra


Formação e Consultadoria 242

121
Sistemas FV ligados à rede
Ligação à terra e equipotencialização

Formação e Consultadoria 243

Sistemas FV ligados à rede


Ligação à terra e equipotencialização

Formação e Consultadoria 244

122
Sistemas FV ligados à rede
Ligação à terra e equipotencialização

Ligação equipotencial dos módulos FV e à terra


Formação e Consultadoria 245

Instalações FV – sinalizações
Instalação de módulos e painéis

Inversor e Quadro AC

Formação e Consultadoria 246

123
Sistemas Fotovoltaicos
Sistema FV ligado à rede

Formação e Consultadoria Fonte: FF Solar 247

Sistema Fotovoltaico: componentes


Sistema FV isolado Inversor
Regulador

QE
Corte e proteção

Saídas AC

Bateria

Proteção e corte
Formação e Consultadoria 248

124
Sistemas FV ligados à rede
Contagem no produtor fotovoltaico

Formação e Consultadoria 249

Sistemas FV ligados à rede

Portinhola

Formação e Consultadoria 250

125
Portinholas para sistemas ligados à rede

• De acordo com norma EDP-DMA C62-815-N deve ser instalada uma portinhola
que interligue a produção do sistema FV e a recepção da energia da rede.

Portinhola P100/25 A

Formação e Consultadoria 251

Sistemas FV ligados à rede


Portinholas • Portinhola Consumidor/Produtor
• Segundo EDP DMA- C62-815/N
• Corrente I = 100/25 A
• Seccionadores-fusíveis 22x58 e 10x38

Formação e Consultadoria 252

126
Sistemas FV ligados à rede
• Portinhola Consumidor/Produtor
• Segundo EDP DMA- C62-815/N
• Corrente I = 400/25 A
• Fusíves de facas tamanho 2 e Seccionador-fusível 10x38

Formação e Consultadoria 253

Instalações FV – sistemas de autonomos


Mini rede de distribuição

Formação e Consultadoria 254

127
Instalações FV – sistemas de autonomos
Mini rede de distribuição

Formação e Consultadoria 255

Instalações FV – sistemas de autonomos


Mini rede de distribuição

Formação e Consultadoria 256

128
Instalações FV – sistemas de autonomos
Mini rede de distribuição

Formação e Consultadoria 257

Diagrama de Instalação Eléctrica


Diagrama de Instalação Eléctrica

Rede BT
kWh
DC L
L Contador Portinhola

N N

AC PE

PE

Formação e Consultadoria 258

129
Diagrama de Instalação Eléctrica
Sistema FV Ligado à Rede

Potência Nominal = 3,6 kW

ID, I∆n = 30 mA

Rede BT
I= 16 A
kWh
DC L
L Contador Portinhola

N N
AC PE

PE

Formação e Consultadoria 259

Diagrama de Instalação Eléctrica


Sistema FV Ligado à Rede

Potência Nominal = 3,6 kW

ID, I∆n = 30 mA

Rede BT
I= 16 A
kWh
DC L
L Contador Portinhola

N N
AC PE
FRONIUS
IG40 PE

2x10 – EP TECH 180 Wp


PFV = 3600 Wp
Formação e Consultadoria 260

130
Diagrama de Instalação Eléctrica
Sistema FV Ligado à Rede

DD, I∆n = 30 mA
IN= 16 A

Rede BT
kWh
DC L
L Contador Portinhola

N N
AC PE

PE

Formação e Consultadoria 261

Diagrama de Instalação Eléctrica


Sistema em paralelo com a Rede, com DST

Potência Nominal = 3,3 kW

SMA 3300
PNAC=3300W
PMáx.AC=3600W
I= 20 A
kWh Rede BT
DC L
L Contador Portinhola

N N

AC PE

PE

2x10 - EOPLLY 180 Wp


PFV = 3600 Wp

Formação e Consultadoria 262

131
Diagrama de Instalação Eléctrica
Sistema FV Ligado à Rede

Potência Nominal = 3,6 kW

DD, I∆n = 30 mA
IN= 16 A

Rede BT
kWh
DC L
L Contador Portinhola

N N
AC PE
SMA
SB 3300 PE

2x10 – EP TECH 180 Wp


PFV = 3600 Wp
Formação e Consultadoria 263

Diagrama de Instalação Eléctrica


Sistema FV Ligado à Rede

Potência Nominal = 3,3 kW

SMA 3300
PNAC=3300W ID, I∆n = 30 mA
PMáx.AC=3600W
I= 20 A
kWh Rede BT
DC L
L Contador Portinhola

N N

AC PE

PE

2 x 10 x 165 Wp
PFV = 3300 Wp
Formação e Consultadoria 264

132
Sistema Fotovoltaico de 90 kW (9 inversores de 10 kW)

1.n 2.n 3.n 4.n 5.n 6.n 7.n 8.n 9.n

1… 2… 3… 4… 5… 6… 7… 8… 9…

1.2 2.2 3.2 4.2 5.2 6.2 7.2 8.2 9.2

1.1 2.1 3.1 4.1 5.1 6.1 7.1 8.1 9.1

a) a) a)

DC DC DC DC DC DC DC DC DC
AC AC AC AC AC AC AC AC AC

b)
L1 L1 L1
L2 L2 L2
L3 L3 L3
N N N
PE PE PE

a)- Caixa de ligações, protecções e seccionamento de DC


b) – Caixa de protecções e corte de AC Rede MT, ou
Formação e Consultadoria Rede BT 265

Instalações FV – sistemas de iluminação


Coluna de Iluminação Pública com módulo FV

Formação e Consultadoria 266

133
Diagrama de Instalação Fotovoltaica

Formação e Consultadoria 267

Diagrama de sistema Fotovoltaico Autónomo

CC
REGULADOR
SOLAR
CA
QUADRO
ELÉCTRICO

INVERSOR

PAINEL
FOTOVOLTAICO

BATERIA DE
ACUMULADORES

Formação e Consultadoria 268

134
Segurança de pessoas - EPI
Escadas de acesso

3 ≤ L/D ≤ 4

Formação e Consultadoria 269

Segurança de pessoas - EPI


Escadas de acesso

Formação e Consultadoria 270

135
Segurança de pessoas - EPI
Segurança anti-queda

Equipamentos de Protecção

• EPI – Equipamento de protecção Individual


• Fato de trabalho
• Arnês e anti-queda (retráctil ou não)
• Botas
• Capacete
• EPC – Equipamento de protecção colectivo
• Linha da Vida
• Ancoragem

Formação e Consultadoria 271

136