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TAREFA DO ESTÁGIO DE APRENDIZAGEM

DISCIPLINA: Gestão de Qualidade em Serviços


NOME: S Ten Cesar Aparecido Marques
GRUPO: 3
TUTOR: 1° Ten QAO Denilton Cesar de Souza Monteiro

AÇÕES DE GESTÃO DE RISCOS EM RELAÇÃO À SEGURANÇA ORGÂNICA

INTRODUÇÃO
Nos tempos atuais, vemos as mudanças ocorrerem perante os nossos olhos com uma
velocidade cada vez maior e essa rapidez põe à prova as estruturas das organizações. Portanto,
diante das transformações que ocorrem, o Exército Brasileiro (EB) busca preservar os paradigmas
da Instituição e ao mesmo tempo gerar capacidade de adaptação rápida às novas situações.
Assim, partindo desta premissa, esta política visa atender a Instrução Normativa Conjunta nº
01/CGU, onde EB, bem como outros órgãos e entidades do Poder Executivo federal, procura
implementar, manter, monitorar e revisar os controles internos da gestão, tendo por base a
identificação, a avaliação e o gerenciamento de riscos que possam impactar a consecução dos
objetivos estabelecidos pelo Poder Público.
Desta forma, os objetivos estabelecidos pelos órgãos e entidades da administração pública, e
os riscos decorrentes de eventos internos ou externos que venham a obstaculizar o alcance desses
objetivos, devem ser posicionados os controles internos mais adequados para mitigar a
probabilidade de ocorrência dos riscos, ou o seu impacto sobre os objetivos organizacionais.

DESENVOLVIMENTO
A Organização Militar (OM) a qual pertenço está vinculada diretamente ao Gabinete do
Comandante do Exército e subordinada a 11ª Região Militar e com o advento da criação do
Programa de Excelência Gerencial do Exército (PEG-EB), a Instituição busca incessantemente com
toda persistência, resultados que nos permitam enfrentar adversidades conjunturais e cumprir nossa
missão com excelência através da qualidade total. Feito deste modo, a OM vem buscando o
alinhamento com os objetivos propostos, onde destaco dentro do objeto de estudo as ações de
Gestão de Riscos a serem aplicadas para uma gestão eficiente e eficaz no segmento da Segurança
Orgânica, de forma que venha a levar em consideração medidas destinadas a prevenir e obstruir
possíveis ameaças de qualquer natureza dirigidas contra pessoas, dados, informações, materiais,
áreas e instalações. Para isso, destaca-se a importância dos aspectos considerados, como os meios
disponíveis, as deficiências do EB, as ameaças existentes, bem como o grau de segurança ideal a ser
obtido. Ademais, é necessária uma postura preventiva por parte de todos os integrantes da OM,
sendo essencial a criação, a implementação e a manutenção de uma mentalidade de Segurança
Orgânica, ou seja, o pessoal precisa saber contra o que se proteger, quais as ameaças e o que fazer,
quais são os controles e medidas a serem empregadas. Entretanto, a ação de comando, em todos os
níveis, deve buscar a motivação e o comprometimento dos subordinados, por meio de diretrizes,
ordens, normas e procedimentos destinados a formalizar as medidas a serem adotadas.
Porém, dentro dos métodos adotados pela OM em relação aos Fatores críticos de sucesso,
destaco um conjunto de medidas estratégicas que lhe permitiram iniciar o aprimoramento de suas
ações, em que os meios de tecnologia da informação aperfeiçoou a rede segregada para tramitação
dos documentos com grau de sigilo através de estabelecimento de credenciais de segurança para
acesso a informação, de modo que essa credencial indique a potencialidade que a pessoa possui para
tratar um conhecimento ou dado sensível, bem como, a instalação de um moderno sistema de
câmeras de monitoramento, de forma que permitiu um maior controle da entrada e saída de pessoal
do aquartelamento, assim, evitando tentativas de entradas clandestinas no interior da OM.
Contudo, para alcançar as metas necessárias diante do objetivo estratégico organizacional,
foi estipulado um plano visando levantar e identificar as ameaças e as providências que deveriam
ser adotadas, pois a incerteza sempre seria a questão central do risco, decorrente da probabilidade
de ocorrências de uma situação e do impacto negativo resultante da sua possível concretização.
Ademais, a responsabilidade por estabelecer, manter, monitorar e aperfeiçoar os controles
internos na OM coube ao Fiscal Administrativo, sendo conduzidas e fiscalizadas através da Seção
de Segurança Orgânica, sem prejuízo das responsabilidades dos gestores dos processos
organizacionais.
Por fim, cabe aos demais integrantes da Instituição a responsabilidade pela
operacionalização dos controles internos da gestão e pela identificação e comunicação de
deficiências às instâncias superiores.

CONCLUSÃO
A dimensão de todo o trabalho de gestão realizado na Instituição, contribuiu para o
aperfeiçoamento contínuo de capacidades gerenciais, possibilitando uma adequada condução e
priorização das atividades no âmbito interno, trazendo como consequência o aumento da eficácia,
eficiência, efetividade e no aumento da operacionalidade da OM.
Portanto, as ações implementadas na OM busca o comprometimento com o fortalecimento
da Gestão, apoiando-se em um sistema de Controle Interno que visa gerar uma garantia razoável do
cumprimento de seus objetivos Institucionais, e que permita que a Instituição opere com um nível
aceitável de risco.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Instrução Normativa Conjunta MP/CGU nº 01. Disponível em:
<http://www.cgu.gov.br/sobre/legislacao/arquivos/instrucoes-
normativas/in_cgu_mpog_01_2016.pdf>. Acesso em: 20 mai. 2017.
BEZERRA, Felipe. Qualidade Total – Conceitos e Princípios. Disponível em: <
http://www.portal-administracao.com/2015/02/qualidade-total-conceito-e-principios.html>. Acesso
em: 20 mai. 2017.
AMAZONAS. Política de Controles Internos, Gestão de Riscos e Governança. Manaus –
Amazonas/2016. Resolução nº 32-CONSUP/IFAM. Disponível em: <
https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=2016-Resolu%C3%A7%C3%A3o+n%C2%BA+32-
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2017.
BRASIL. Port nº 348, de 1º JUL 03 – Estabelece o Programa Excelência Gerencial do Exército
Brasileiro – PEG-EB. Disponível em:
<http://www.sgex.eb.mil.br/be_ostensivo/BE003/be_pdf/be27-03.PDF>. Acesso em: 20 mai. 2017.

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