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INSTITUTO DOM JOSÉ DE EDUCAÇÃO E CULTURA – IDJ


CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

AVALIAÇÃO I (N1)

DISCIPLINA: HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA

PROF: LUAN LUCAS

ALUNO (A):

NOTA:

1. Disserte sobre a historiografia referente ao Brasil Colonial, relacionando o processo de


construção da identidade nacional brasileira no século XIX e os principais
pensamentos, obras e debates produzidos posteriormente sobre a Colônia. (5,0)

2. “É no Rio de Janeiro que se desenrola o ‘paradoxo fundador’ da história nacional


brasileira: transferida de Portugal, sede de um governo parlamentar razoavelmente
bem organizado para os parâmetros da época, capital de um império que pretendia
representar a continuidade das monarquias e da cultura europeia na América
dominada pelas repúblicas, a corte do Rio de Janeiro apresentava-se como o polo
civilizador da nação. Tal era o motor do centralismo imperial em face das
municipalidades e das oligarquias regionais. Tal era o suporte da legitimidade
monárquica diante das repúblicas latino-americanas.” (ALENCASTRO, Luiz Felipe de.
Introdução – modelos da história e da historiografia imperial. In: ___________. História da vida privada no
Brasil: Império – a corte e a modernidade nacional. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 10)

Valendo-se do excerto acima e considerando os estudos históricos acerca do Brasil


Imperial, disserte sobre as abordagens historiográficas produzidas sobre o cenário
político e cultural em torno da construção da monarquia brasileira. (5,0)
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3. “Todo sistema de dominação, para sobreviver, terá de desenvolver uma base qualquer
de legitimidade, ainda que seja a apatia dos cidadãos. O momento da transição do
Império para a República é particularmente adequado para o estudo dessa questão.
Tratava-se da primeira grande mudança de regime político após a independência. Mais
ainda: tratava-se da implantação de um sistema de governo que se propunha,
exatamente, trazer o povo para o proscênio da atividade política.” (CARVALHO, José
Murilo de. Introdução. In: ___________. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São
Paulo: Companhia das Letras, 1987, p. 11)

Seguindo a reflexão de José Murilo de Carvalho e valendo-se de seus conhecimentos,


aponte as principais correntes de pensamento historiográfico brasileiras sobre a
transição do Império à República. (5,0)

4. “O primeiro governo ditatorial, chefiado pelo general Castelo Branco, apostou numa
orientação liberal. A ideia era enterrar as heranças varguistas e a cultura política
nacional-estatista. A aposta foi perdida. A propósito deste governo, brotou a
formulação de que teria sido uma ditadura branda, uma ‘ditabranda’. Como então
classificar, entre outras arbitrariedades, as prisões e cassações de direitos políticos e
civis, as torturas acobertadas, a dissolução dos partidos políticos, o fechamento do
Congresso, e a alteração arbitrária da legislação eleitoral? Recusar evidências não é
rever a história, mas negá-la. É negacionismo, a eliminação da história.” (REIS, Daniel
Aarão. Historiador rebate mitos sobre o golpe de 64: à esquerda e à direita, Daniel Aarão Reis revê fantasmas
que cercam a ditadura. Folha de São Paulo, São Paulo, 30 mar. 2019. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2019/03/historiador-rebate-mitos-sobre-o-golpe-de-
1964.shtml>. Acesso em: 21 out. 2019.)

De acordo com o trecho acima, e considerando os estudos e a compreensão acerca do


Golpe Militar de 1964 ocorrido no País, disserte sobre as caracterizações
historiográficas acerca da Ditadura Civil-Militar brasileira. (5,0)

BOA PROVA!