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Madeira

A madeira pode ser definida como sendo o tecido lenhoso das árvores, ela é o
principal produto mercantil florestal. É obtida do corte das árvores, é preciso que
a extração seja feita em florestas controladas, onde apenas uma pequena fração
das árvores é cortada para evitar o desmatamento em larga escala. Após o corte,
as árvores têm seus galhos removidos e são cortadas novamente em diagonal
antes de serem transportadas para tratamento adicional. Ao chegar à serralheria,
os cortes de madeira são convertidos em pranchas de tamanho diversificado e
recebem um tratamento com conservantes para prolongar sua vida útil.

A utilização da madeira em grande escala se deve à razão entre a sua resistência


e o seu peso que são altos, por isso é um excelente material de construção.
Possui propriedades como durabilidade e solidez que são essenciais para
estruturas resistentes. Além disso, a madeira é muito fácil de ser trabalhada,
objetos que exigem um trabalho artesanal como mobílias, instrumentos
musicais, artigos de arte e painéis são trabalhados em madeira.

A madeira dá origem à matéria-prima da indústria do papel: a chamada polpa


de celulose, que é o principal ingrediente do papel. A celulose é extraída da
polpa da madeira, praticamente qualquer árvore pode ser utilizada para
produzir celulose. Além do papel, é ainda usada na obtenção de produtos
químicos como: rayon, alcatrão, tanino e acetato de celulose, produtos usados
para fabricar tintas e no curtimento de couro.

Quando a celulose é tratada com ácido nítrico e sulfúrico, produz vários nitratos
como, por exemplo, o trinitrato de celulose, também conhecido como algodão
pólvora, utilizado na fabricação de explosivos.
https://brasilescola.uol.com.br/quimica/madeira.htm

PROPRIEDADE QUÍMICA DA MADEIRA


segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A madeira é um material orgânico, e os seus constituintes químicos estão
directamente relacionados com as suas propriedades. A madeira é um
biopolímero tridimensional, composto, principalmente, de celulose,
hemiceluloses e lignina, responsáveis pela formação da parede celular e pela
maioria das suas propriedades. Os extractivos, também com uma importância
reconhecida em diversas situações, actuam como componentes
complementares e apresentam grande variabilidade na sua quantidade e
constituição. O conhecimento da natureza química da madeira possibilita o
sentido de seu comportamento como matéria-prima para diversos usos.
A madeira caracteriza-se como um material constituído fundamentalmente por
compostos de elevado grau de polimerização e peso molecular (celulose,
hemiceluloses e lignina), os quais são considerados como os verdadeiros
responsáveis pela morfologia e estrutura da madeira. Os compostos de baixo
peso molecular (extractivos e componentes minerais) representam apenas uma
pequena parcela e, muitas vezes, são considerados como simples acessórios
da madeira em termos estruturais.

A distribuição dos principais compostos da madeira pode ser observada na


Figura seguinte.

Componentes estruturais
Os componentes fundamentais ou estruturais são aqueles que existem em toda
e qualquer madeira e sem os quais ela perde sua identidade ou a sua
estrutura. Na sua quase totalidade, estes constituintes são de natureza
orgânica e não podem ser removidos pela acção de qualquer solvente, sem
que haja a consequente destruição de sua estrutura. Os polissacarídeos
insolúveis em água são os principais representantes dos compostos
fundamentais da madeira, incluindo, principalmente, a celulose e as
hemiceluloses.

Celulose
É o constituinte mais abundante nos vegetais, representando cerca de 40% da
massa de madeira seca. Nos vegetais superiores aparece, principalmente, sob
forma de fibras. A origem química da celulose é baseada na glicose, que
corresponde a um monossacarídeo com seis átomos carbonos (hexose) na sua
estrutura, onde ocorrem cinco grupos hidróxilicos alcoólicos e um grupo
aldeídico (aldose). O grau de polimerização da celulose varia, principalmente,
em função da matéria-prima, do método de isolamento etc. É comum
considerar a sua variação entre 5.000 e 10.000.

Hemicelulose
As hemiceluloses representam cerca de 25% da composição de matéria seca
da madeira. São compostas de cadeias mais curtas que as celuloses e a sua
terminologia é complexa, sendo reagrupada em polissacarídeos. Juntamente
com a celulose, formam a fracção da madeira denominada holocelulose.
Essa classe de moléculas diferencia-se da celulose, principalmente, porque
elas são solúveis em soluções alcalinas diluídas, hidrolisam-se pela acção de
ácidos diluídos a quente, produzindo outros monossacarídeos além da glicose,
por possuírem baixo grau de polimerização e, consequentemente, pequeno
peso molecular.
O termo polioses também tem sido empregue para referir as hemiceluloses,
porque, na formação das suas cadeias, ocorrem diversos tipos de açúcares. O
grau de polimerização médio dessas moléculas está compreendido entre 150 e
200, e seu peso molecular entre 15.000 e 25.000.
As hemiceluloses podem ser resultado da polimerização de vários tipos de
açúcares, sendo os mais comuns: D-glicose, D-manose, D-galactose, D-xilose
e L-arabinose.

Lenhina
De acordo com os métodos de extracção empregues, segundo alguns autores,
a lenhina representa cerca de 25 a 30% do peso seco da madeira. A lignina
encontra-se incrustada nas paredes celulares, estando, na grande maioria,
localizadas nas paredes primárias. É um polímero tridimensional, cuja maior
parte é formada pela copolimerização de dois álcoois fenilpropanóicos.
A lenhina possui a propriedade de se prender às fibras da celulose, bem como
de ocupar os espaços intercelulares, tornando, assim, a parede rígida e
impermeável. Representa um papel importante no desempenho das funções de
apoio e condução dos vegetais.
Assim sendo, esta constitui um polímero natural que apresenta grandes
dificuldades para o estudo e conhecimento de sua estrutura química.
Actualmente, não existem dúvidas de que a lenhina é composta apenas por
carbono, hidrogénio e oxigénio.
O peso molecular da lenhina é indeterminado, no entanto alguns autores
consideram que existe apenas uma molécula de lenhina dentro da árvore, visto
que ela é um polímero desordenado, tridimensional, que forma uma rede
contínua na árvore.

Componentes não estruturais


Os componentes não estruturais são aqueles que não tomam parte essencial
da formação da estrutura da madeira. São compostos com baixo grau de
polimerização, ou mesmo não polimerizados. Estes incluem as substâncias
solúveis em solventes orgânicos neutros (álcool, benzeno, tolueno, éter, etc.),
solúveis em água, ou que possam ser arrastados pelo vapor de água. Estes
componentes são os chamados extractivos da madeira.
http://portaldamadeira.blogspot.com/2009/10/propriedades-quimicas-da-
madeira.html

COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA MADEIRA

Componentes químicos
Em relação a composição química elementar da madeira, pode-se afirmar que
não há diferenças consideráveis, levando-se em conta as madeiras de diversas
espécies. Os principais elementos existentes são o Carbono (C), o Hidrogênio
(H), o Oxigênio (O) e o Nitrogênio (N), este em pequenas quantidades. A
análise da composição química elementar da madeira de diversas espécies,
coníferas e folhosas, demonstram a seguinte composição percentual, em
relação ao peso seco da madeira:

Além destes elementos encontram-se pequenas quantidades de Cálcio (Ca),


Potássio (K), Magnésio (Mg) e outros, constituindo as substâncias minerais
existentes na madeira.

Substâncias macromoleculares
Do ponto de vista da análise dos componentes da madeira, uma distinção
precisa ser feita entre os principais componentes macromoleculares
constituintes da parede celular: • Celulose • Polioses (hemiceluloses), e •
Lignina,
que estão presentes em todas as madeiras, e os componentes minoritários de
baixo peso molecular, extrativos e substâncias minerais, os quais são
geralmente mais relacionados a madeira de certas espécies, no tipo e
quantidade. As proporções e composição química da lignina e polioses diferem
em coníferas e folhosas, enquanto que a celulose é um componente uniforme
da madeira. Exemplo:
Composição Média de Madeiras de Coníferas e Folhosas
Constituinte Coníferas Folhosas Celulose
42 ± 2% 45 ± 2% Polioses 27 ± 2% 30 ±
5% Lignina 28 ± 2% 20 ± 4% Extrativos
5 ± 3% 3 ± 2% O quadro anterior e o esquema a seguir,
apresentam uma curta introdução à composição química da madeira:
MADEIRA
______________________⇓____________________
⇓ ⇓
SUBSTÂNCIAS DE BAIXO PESO
SUBSTÂNCIAS
PESO MOLECULAR
MACROMOLECULARES
MATÉRIA MATÉRIA POLISSACARÍDEOS
LIGNINA
ORGÂNICA INORGÂNICA
⇓ ⇓ ⇓

EXTRATIVOS CINZAS CELULOSE
POLIOSES

Em madeiras oriundas de zonas temperadas, as porções dos constituintes alto


poliméricos da parede celular, somam cerca de 97~99% do material madeira.
Para madeiras tropicais este valor pode decrescer para um valor médio de
90%. A madeira é constituída de cerca de 65 a 75 % de polissacarídeos.

Celulose
É o componente majoritário, perfazendo aproximadamente a metade das
madeiras tanto de coníferas, como de folhosas. Pode ser brevemente
caracterizada como um polímero linear de alto peso molecular, constituído
exclusivamente de β-D-glucose. Devido a suas propriedades químicas e
físicas, bem como à sua estrutura supra molecular, preenche sua função como
o principal componente da parede celular dos vegetais.

Polioses (hemiceluloses)
Estão em estreita associação com a celulose na parede celular. Cinco
açucares neutros, as hexoses : glucoses, manose e galactose; e as pentoses :
xilose e arabinose, são os principais constituintes das polioses. Algumas
polioses contém adicionalmente ácidos urônicos. As cadeias moleculares são
muito mais curtas que a de celulose, podendo existir grupos laterais e
ramificações em alguns casos. As folhosas, de maneira geral, contém maior
teor de polioses que as coníferas, e a composição é diferenciada.

Lignina
É a terceira substância macromolecular componente da madeira. As moléculas
de lignina são formadas completamente diferente dos polissacarídeos, pois são
constituídas por um sistema aromático composto de unidades de fenilpropano.
Há maior teor de lignina em coníferas do que em folhosas, e existem algumas
diferenças estruturais entre a lignina encontrada nas coníferas e nas folhosas.
Do ponto de vista morfológico a lignina é uma substância amorfa localizada na
lamela média composta, bem como na parede secundária. Durante o
desenvolvimento das células, a lignina é incorporada como o último
componente na parede, interpenetrando as fibrilas e assim fortalecendo,
enrijecendo as paredes celulares.

Substâncias Poliméricas Secundárias


Estas são encontradas na madeira em pequenas quantidades, como amidos e
substâncias pécticas. Proteínas somam pelo menos 1% das células
parenquimáticas da madeira, mas são principalmente encontradas nas partes
não lenhosas do tronco, como o câmbio e casca interna.

Substâncias de Baixo Peso Molecular


Junto com os componentes da parede celular existem numerosas substâncias
que são chamadas de materiais acidentais ou estranhos da madeira. Estes
materiais são responsáveis muitas vezes por certas propriedades da madeira
como: cheiro, gosto, cor, etc. Embora estes componentes contribuem somente
com uma pequena porcentagem da massa da madeira, podem apresentar uma
grande influência nas propriedades e na qualidade de processamento das

madeiras. Alguns componentes, tais como os íons de certos metais são mesmo
essenciais para a árvore viva. As substâncias de baixo peso molecular
pertencem a classes muito diferentes em termos de composição química e
portanto há dificuldades em se encontrar um sistema claro e compreensivo de
classificação. Uma classificação simples pode ser feita dividindo-se estas
substâncias em material orgânico e inorgânico. O material orgânico é
comumente chamado de extrativos, e a parte inorgânica é sumariamente obtida
como cinzas. No que concerne a análise é mais útil a distinção entre as
substâncias na base de suas solubilidades em água e solventes orgânicos. Os
principais grupos químicos que compreendem as substâncias de baixo peso
molecular são:
a. Compostos aromáticos (fenólicos) - as substâncias mais importantes
deste grupo são os compostos tanínicos que podem ser divididos em :
taninos hidrolisaveis e flobafenos condensados, além de outras
substâncias como estilbenos, lignanas e flavonóides e seus derivados.
b. Terpenos - englobam um grande grupo de substâncias naturais,
quimicamente podem ser derivados do isopreno. Duas ou mais unidades
de isopreno constituem os mono - sesqui - di - tri - tetra e politerpenos. c.
Ácidos alifáticos - ácidos graxos saturados e insaturados são
encontrados na madeira principalmente na forma dos seus ésteres com
glicerol (gordura e óleo) ou com álcoois (ceras). O ácido acético é ligado
as polioses como um grupo éster. Ácido di e hidroxi-carboxílico ocorrem
principalmente como sais de cálcio. d. Álcoois - a maioria dos álcoois
alifáticos na madeira ocorrem com componentes éster, enquanto que os
esteróis aromáticos, pertencentes aos esteróides, são principalmente
encontrados como glicosides. e. Substâncias inorgânicas - os
componentes minerais das madeiras são predominantemente Ca, K e
Mg. f. Outros componentes - mono e dissacarídeos são encontrados na
madeira somente em pequenas quantidades, mas ocorrem em altas
porcentagens no câmbio e na casca interna. Pequenas quantidades de
aminas e eteno são também encontrados na madeira.
http://www.madeira.ufpr.br/disciplinasklock/quimicadamadeira/quimicadamadeir
a.pdf

ESTRUTURAS DA MADEIRA

Aspectos Econômicos – uso de madeira em estruturas no Brasil


Do total de1783,3 mil metros cúbicos de madeira consumidos por ano
na construção civil brasileira, 33% são utilizados de forma não qualificada,
como andaimes, formas, tapumes, escoras, aumentando o índice de
desperdício provocado pelas técnicas construtivas tradicionais. A raiz da sub-
utilização do material em estruturas pode estar historicamente ligada à cultura
construtiva dos colonizadores portugueses, baseada em técnicas como a
construção em pedra ou alvenaria. A madeira, então vista como material frágil,
fora preterida em prol da terra como material estrutural na arquitetura colonial.
Tendo os desenvolvimento da arquitetura brasileira dado-se sobre estas bases,
a madeira nunca chegou a assumir papel estrutural na construção, com
exceção do uso especializado nos telhados. Isto não impediu o
desenvolvimento da indústria madeireira: O Brasil é auto-suficiente na
produção de madeira e participa pesadamente do mercado internacional de
madeira e celulose.

Com o desenvolvimento científico e o intercâmbio cultural internacional, o


interesse da indústria da construção pela madeira como material tem crescido
nos últimos anos. Em termos absolutos referentes à produção em m3, a
madeira demanda menos energia para ser produzida que cimento e aço,
materiais largamente utilizados. Além disso, as técnicas associadas à madeira
carregam consigo características comuns às de materiais pré-fabricados
destacando-se dentre elas a limpeza do canteiro de obras: os componentes
preparados em uma indústria ou manufatura especializada são apenas
“montados” no canteiro. Isso traz economia devido à redução dos espaços
destinados ao armazenamento e transformação de materiais. Além disso a
normatização das peças de madeira, diminui em muito desperdício de material
associado a técnicas como o concreto armado, por exemplo, no qual a própria
madeira é utilizada como forma e descartada em seguida.

Acima de tudo, em um âmbito maior, a madeira apresenta uma grande


vantagem em relação a qualquer outra técnica construtiva tradicional: é
baseada em um recurso renovável. Atualmente no Brasil cerca de 110 milhões
de m3 de madeira são produzidos a partir de florestas plantadas, contribuindo
assim com 70% do suprimento de madeira para o setor industrial, incluindo o
da construção civil. Além do aspecto da renovabilidade, o uso de madeira na
construção civil é também uma forma de conservação de carbono, o que auxilia
na preservação de nosso ecosistema: a indústria tem preferência pela extração
de espécimes maduras, que em seu ciclo normal morreriam e seriam
decompostas, devolvendo sua parcela de gás carbônico à atmosfera, assim
contribuindo com o efeito estufa e outras consequências indesejadas. Quando
a madeira é processada, tornando-se componente estrutural em uma
construção, é como se adquirisse uma sobre-vida, conservando em sua massa
o carbono que a constitui.

A construção em madeira, mesmo quando amparada por uma estrutura


industrial, exige uma dose de trabalho artesanal altamente especializado, o que
torna a mão-de-obra profissional um dos componentes mais relevantes no
custo da obra. Porém, do ponto de vista da economia nacional, a formação de
mão-de-obra especializada necessária ao trabalho com estruturas de madeira
representa a valorização da classe profissional dos construtores, contribuindo
para o crescimento econômico do país e sua participação na economia
internacional.

https://pef2603g03.wordpress.com/2011/06/08/aspectos-economicos-aspectos-
economicos-gerais-do-uso-de-madeira-em-estruturas-no-brasil/

TIPOS DE DESTILAÇÃO

O que é destilação?

O que é destilação? É o método de separação dos componentes de uma


mistura homogênea em que o principal objetivo é utilizar novamente os
componentes da mistura
Destilação é um método de separação utilizado em misturas homogêneas que
apresentem pelo menos um componente no estado líquido. Veja os principais
tipos de destilação:

→ Destilação simples

a) Equipamentos utilizados na destilação simples


b) Princípios da destilação simples

É um método de separação utilizado para separar um líquido que possui um


sólido dissolvido. A separação ocorre porque apenas o líquido passa pelo
processo de vaporização durante o aquecimento. Após a montagem do sistema
de destilação (mostrado no item a), ocorre o seguinte:

 Adiciona-se a mistura ao balão de destilação;

 Logo em seguida, aquece-se a mistura no balão e, com isso, o líquido começa a


se transformar em vapor;

 O vapor chega até o condensador e é condensado (passa do estado de vapor


para líquido);

 Por fim, o líquido é recolhido no frasco coletor.

c) Exemplos de misturas que podem ser submetidas ao método da


destilação simples:

 Água e sal
 Água e açúcar

 → Destilação fracionada
 a) Equipamentos utilizados na destilação fracionada

 b )Princípios da destilação fracionada

É um método de separação utilizado para separar um líquido que está dissolvido


em outro (mistura homogênea formada por líquidos miscíveis). A separação é
possível porque os líquidos apresentam pontos de ebulição diferentes. Após a
montagem do sistema de destilação (mostrado no item a), ocorre o seguinte:

 Adicionamos a mistura ao balão de fundo redondo (à esquerda do desenho);

 Logo em seguida, aquecemos a mistura no balão e, com isso, os líquidos


começam a se transformar em vapor;

 Os vapores chegam até a coluna de fracionamento, que é um obstáculo;


 Na coluna de fracionamento, existe pouco espaço entre as bolinhas
presentes em seu interior, por isso, apenas o vapor de menor densidade irá
atravessá-la;

 O vapor que atravessa a coluna de fracionamento adentra o condensador


e é condensado (passa do estado de vapor para líquido);

 Por fim, o líquido é recolhido no frasco coletor.

c) Exemplos de misturas que podem ser submetidas ao método da


destilação fracionada:

 Petróleo

 Componentes da gasolina (octano e hexano)

 Água e acetona

→ Destilação por arraste de vapor

a) Equipamentos utilizados na destilação por arraste de vapor

b) Princípios da destilação por arraste de vapor


É um método de separação que utiliza o vapor de água para retirar de um
material sólido substâncias voláteis. Após a montagem do sistema de destilação
(mostrado no item a), ocorre o seguinte:

 Adicionamos apenas água ao balão número 1;

 Ao balão número 2 adicionamos a mistura que possui os componentes


voláteis;

 Logo em seguida, aquecemos a água do balão 1 para que ela se transforme


em vapor;

 O vapor de água formado no balão 1 é direcionado, por meio de um tubo,


diretamente para a mistura do balão 2;

 Quando o vapor atinge a mistura 2, imediatamente os componentes dela são


vaporizados pelo calor do vapor de água;

 Assim, o vapor de água e os vapores dos componentes voláteis da mistura


do balão 2 adentram o condensador e são condensados (passam do estado
de vapor para líquido);

 Por fim, a mistura de água e componentes voláteis é recolhida no frasco


coletor.

c) Exemplos de misturas que podem ser submetidas ao método da


destilação por arraste de vapor:

 Extração de essências de flores;

 Extração de essências de madeira;

 Extração de essências de plantas.

https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/quimica/o-que-e-destilacao.htm

DESTILAÇÃO SECA DA MADEIRA


Quase todos os sólidos que nos rodeiam, tais como madeira, rocha, vidro e
outros, são misturas. Alguns podem ter seus componentes separados através
da destilação. A destilação de um sólido, feita sem solvente é chamada de
destilação seca.

Quando este processo é aplicado à madeira, compreende duas fases do


aquecimento: a primeira vai até aproximadamente 230ºC, quando ocorre a
secagem da madeira e a segunda é a destilação propriamente dita que, a partir
desta temperatura (230ºC), torna-se espontânea, não devendo ultrapassar
350ºC, visto que, na destilação, a queima é incompleta.

São três as frações recolhidas quando destilamos a madeira:

1º Fração – Gasosa

Fase Gasosa: constituída principalmente de metano, eteno, monóxido de


carbono, dióxido de carbono e vapor de água.

Fase Oleosa (baixa densidade): óleo essencial.

2º Fração – Líquida

Fase Aquosa: ácido pirolenhoso, constituído principalmente de: água, ácido


acético e acetona.

Fase Oleosa (alta densidade): alcatrão constituído principalmente de fenóis de


alto peso molecular.

3º Fração – Sólida

Constituída na sua maior parte de Carvão.

Experimentalmente (quando utilizado o esquema de aparelhagem padrão para


este método), podemos verificar após o aquecimento com chama fraca a
obtenção das frações (acima) contidas na madeira.

Inicialmente, após a secagem total da madeira, observa-se uma fumaça no


interior do tubo de ensaio e o desprendimento de gases inflamáveis, pois, ao
aproximar um palito de fósforo aceso na extremidade do capilar é possível
verificar o aparecimento de um “flash” e a combustão dos gases.

Na segunda fração é fácil notar a formação do ácido pirolenhoso: é um líquido


amarelado obtido da destilação, que fica depositado no tubo de ensaio
(próximo à saída) e no kitassato.

O alcatrão é um líquido muito viscoso e pardo que fica na parte superior do


tubo de ensaio (na região da chama).

Além destes também obtemos como produto final o carvão, este por sua vez
fica concentrado na parte inferior do tubo (onde a chama se encontrava) e
como todos nós sabemos este é um material de cor preta que quebra-se
facilmente virando pó.

https://www.coladaweb.com/quimica/quimica-geral/destilacao-seca-da-madeira

COMPOSTOS OBTIDOS A PARTIR DA DESTILAÇÃO DA


MADEIRA
carvão mineral, também chamado de carvão natural, é um combustível fóssil
obtido por meio da fossilização da madeira. A madeira é constituída
basicamente de hidrogênio (H), oxigênio (O) e carbono (C), mas com o tempo,
o hidrogênio e o oxigênio são eliminados na forma de água (H2O), dióxido de
carbono (CO2) e metano (CH4). Desse modo, forma-se o carvão mineral, que
é uma mistura de substâncias complexas ricas em carbono.

Dependendo da composição e principalmente do porcentual de carbono,


formam-se quatro tipos de carvões minerais:

Entre os tipos citados, a hulha é um dos que têm maior importância comercial,
pois através da sua destilação a seco na ausência de ar, obtêm-se três frações
de ampla aplicação, que são:

- Fração gasosa: Contém hidrogênio, metano e monóxido de carbono, sendo


usada como combustível e para iluminação a gás de ruas;
- Fração líquida: Contém duas partes, as águas amoniacais, que são usadas
principalmente para produzir fertilizantes, e o alcatrão de hulha, que é fracionado
em cinco partes, sendo usadas para as mais diversas aplicações, tais como
produção de tintas, medicamentos, plásticos e pavimentações asfálticas;

- Fração sólida: Contém carvão de coque usado em indústrias siderúrgicas para


produzir ferro e aço.

Com a Revolução Industrial, inicialmente o carvão se tornou a fonte de energia


mundial mais importante, pois o calor gerado na sua queima era utilizado na
produção de vapor que movimentava máquinas, locomotivas e navios.

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No entanto, o carvão foi posteriormente superado por outro combustível fóssil, o


petróleo. Isso ocorreu em razão de alguns inconvenientes do uso do carvão
mineral. Por exemplo, a sua queima gerava cinzas e o seu transporte é mais
difícil, por ser sólido, ocupa grandes espaços.

Além disso, o carvão mineral é altamente poluente, porque possui um alto teor
de enxofre, liberando na sua queima óxidos de enxofre, tais como o SO 2 e SO3,
que vão para a atmosfera e reagem com a água da chuva, tornando-a
perigosamente ácida.

S(s) + O2(g) → SO2(g)


SO2(g) + H2O(l)→ HSO3(aq) (Ácido sulfuroso)

SO2(g)+ ½ O2(g) → SO3(g)


SO3(g) + H2O(l)→ H2SO4(aq) (Ácido sulfúrico)

Apesar disso, o carvão mineral ainda é utilizado para gerar energia elétrica,
principalmente na América do Norte e Europa. Entretanto, é necessário se tomar
cuidado para não emitir óxidos de enxofre para a atmosfera.

Infelizmente, os combustíveis fósseis, sejam eles carvão, petróleo e seus


derivados ou gás natural, quando queimados, liberam gases poluentes para a
atmosfera. Na combustão completa dos combustíveis fósseis libera-se dióxido
de carbono, o que tem contribuído fortemente para problemas ambientais como
o aquecimento global.

Outro problema do carvão mineral é que ele não é uma fonte renovável de
energia, sendo que as estimativas são de que nossas reservas durem apenas
mais dois séculos.

Uma alternativa energética ao carvão mineral é o carvão vegetal, que é obtido


por meio da combustão incompleta da madeira ao se controlar a entrada de ar.
Ele é um bom combustível porque, além de ser barato e abundante, é também
renovável.

https://brasilescola.uol.com.br/quimica/carvao-mineral-ou-natural.htm

As principais madeiras brasileiras

O Brasil é um país que possui uma vasta quantidade de madeira, de vários


tipos e qualidades. Conheça algumas delas e como são utilizadas.

O Brasil é rico em sua vegetação, considerado o país verde, a Amazônia


possui também o apelido carinhoso de pulmão do Brasil, logo, o Estado do
Amazonas é alvo de corte e comércio de madeiras devido a variedade de
árvores o que consequentemente gera uma gama de qualidade de madeiras.

Só que em alguns pontos do país a madeira já está ficando escassa e isso


gera polêmica, embora muitas pessoas “dependam” da madeira para viver e
isso é uma das problemáticas que defensores ecológicos lutam para tentar
estabilizar ou diminuir o desmatamento.

A madeira está presente em quase tudo que usamos, está no piso, no papel,
na mesa, na cadeira, na cama, rack, prateleiras, portas, janelas, molduras,
paredes de casas, no lápis que usamos para escrever ou colorir desenhos, no
violão, enfim, a madeira é necessária para a fabricação de inúmeros objetos os
quais usamos frequentemente.

O Brasil é um país que possui uma vasta quantidade de madeira, de vários


tipos e qualidades. Os principais tipos de madeiras que se pode encontrar são,
a cerejeira, o cedro, cumaru, curupixá, ipê, pau-brasil, jatobá, jacarandá,
peroba-rosa, pau-pereira, imbuia, andiroba, mogno, angelim-vermelho, pau-
marfim dentre tantas outras.

Cada uma possui uma qualidade e características diferentes, conheça algumas


delas.

Características das principais madeiras brasileiras

Cada madeira serve para uma finalidade, as madeiras mais comuns para a
fabricação de móveis são, a cerejeira, mogno e marfim.

Isso acontece devido às características que cada uma apresenta, por exemplo,
o cedro possui uma cor de carne, meio rosa escuro, seu odor é aromático,
granulação ondulada, ele pode ser encontrado com pouco brilho ou nenhum,
esta madeira aplica-se em alguns móveis, construções navais e trilhos para
janelas.
A cerejeira possui um cheiro aromático, sua granulação é encadeada, de cor
marrom amarelada, seu brilho é moderado e aplica-se em móveis, cadeiras,
armários, objetos de decoração entre outros.

O ipê é outra madeira brasileira, esta não tem cheiro, sua cor é carne verde-
oliva, mas pode variar em marrom escuro ou amarelado, sua textura é media e
possui granulação encadeada, o ipê pode ser usado para fazer soalho e em
construções civis, pois é um tipo de madeira altamente forte.

Aplicações industriais das principais madeiras brasileiras

No Brasil há um forte comércio de madeireiras, muitos empresários investem


em terras nas regiões de extração para poderem ter um lugar onde guardar e
conservar suas madeiras. As indústrias de móveis necessitam das principais
madeiras para abastecer sua linha de produção.

Mas aí entra a questão ecológica e problemática que envolve nossa


preservação, grupos como WWF relatam a destruição da floresta amazônica
por causa da extração legal e ilegal da madeira para atender a demanda e
compromissos que madeireiros e empresas tem para cumprir. De fato a floresta
é alvo da exploração econômica em nosso país, um lugar rico por natureza,
mas que pode ficar pobre um dia.

As madeiras principais estão presentes em nosso dia a dia, cada uma com
suas características e especificações de uso, você certamente tem aí na sua
casa um móvel feito de madeira, cuide com a conservação da madeira, evite
molhar e deixa exposta ao sol para não danificá-la e é claro, cuidado com os
cupins.

https://blogcamp.com.br/as-principais-madeiras-brasileiras/

Desmatamento na floresta amazônica brasileira: Principais causas e


consequências
Atualmente, é grande o desmatamento na floresta amazônica, que vem
cedendo espaço para lavouras e pastos, provocando diversos impactos
ambientais.

A floresta Amazônica ocupa hoje uma área 6,5 milhões de km², revestindo nove
países da América do sul (Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Venezuela,
Guiana, Suriname e Guiana Francesa) com a maior floresta tropical do mundo.
Rica em biodiversidade e com uma grande quantidade de reserva de água doce,
a Amazônia é muito importante tanto para os países em que está localizada
quanto para o equilíbrio do meio ambiente mundial, mas, apesar disso, nas
últimas décadas tem sofrido uma devastação gradativa que pode comprometer
a existência desse importante bioma.
O Brasil possui a maior área dessa floresta, cerca de 85% da floresta Amazônica
está no território brasileiro e, embora a floresta Amazônica brasileira seja o bioma
mais preservado do Brasil, os índices de desmatamento são alarmantes. Estima-
se que de 10% a 30% da área coberta pela floresta legal já tenha sido
desmatada. Segundo o IBGE¹, somente entre os anos de 1997 a 2013 foram
desmatados cerca de 248 mil km² da floresta no Brasil, que corresponde à,
aproximadamente, área do estado de São Paulo. Outras estimativas acreditam
que no ritmo de exploração atual a amazônia pode desaparecer quase
totalmente em 40 anos.

A principal causa do desmatamento da amazônia é a ocupação de áreas de


reserva florestal por diversas empresas estrangeiras e nacionais que são
atraídas para a região por incentivos do governo, que visa dinamizar a economia
da região norte, e que, por falta de fiscalização adequada, acaba por desmatar
ilegalmente grandes áreas de reserva florestal. Como a região norte é a nova
fronteira agrícola do país, as atividades econômicas relacionadas ao espaço
agrário vem sendo as principais responsáveis pelo desmatamento da Amazônia.

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Assim, em busca de um desenvolvimento econômico que favoreça uma pequena


parcela da população e que não é revertido em qualidade de vida para a
população, a floresta amazônica vai dando lugar a pastagens e lavouras.
Provocando uma série de impactos para o meio ambiente do Brasil e do mundo,
dentre eles estão:

 a perda de biodiversidade, uma vez que várias espécies de plantas são


desmatadas. Além disso, algumas espécies de plantas e animais não
conseguem sobreviver nas pequenas áreas florestais que restam.
 Impactos no ciclo hidrológico da região, uma vez que as árvores exercem
uma função fundamental no processo de infiltração e percolação da água
no solo.
 Empobrecimento do solo exposto, que passa a ser mais lixiviado pela
água.
 Erosão, já que, em razão da exposição, o solo fica mais suscetível à ação
da chuva e acaba sendo transportado com mais facilidade.
 Modificação no clima mundial. As árvores são as grandes responsáveis
pela absorção do gás carbônico da atmosfera, com o desmatamento
aumenta-se a quantidade de CO2 na atmosfera, impactando assim o
clima mundial.

Dessa forma, é extremamente importante conter a ocupação e o


desmatamento na amazônia, pois, mais do que o equilíbrio ambiental de
um bioma, sua preservação contribui com o equilíbrio ambiental mundial.

https://alunosonline.uol.com.br/geografia/desmatamento-na-floresta-
amazonica-brasileira.html