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MANUAL DE TRABALHO DE

CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

__________________________________________________________________________________

2019
1

(NOME)
Diretora da Unidade de Campina Grande

(NOME)
Coordenadora Acadêmica da Unidade de Campina Grande

Corpo Editorial:

(NOMES)
2

APRESENTAÇÃO

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade obrigatória a ser


exercida pelo aluno concluinte da graduação, deverá abordar um tema teórico ou
teórico-prático, elaborando-se um texto com lógica de exposição, sobre uma pesquisa
desenvolvida em pelo menos uma das habilitações cumpridas, de acordo com a
natureza da área profissional, os fins do curso e a legislação vigente.
O TCC deve propiciar aos acadêmicos de cada curso a ocasião de demonstrar
o grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, o aprimoramento da
capacidade de interpretação e crítica das diversas ciências e de sua aplicação, e o
estímulo à produção científica e à consulta de bibliografia especializada, consistindo
de uma pesquisa orientada por docente e relatada perante Banca Examinadora,
abrangendo área do seu curso de graduação.
O componente curricular TCC constitui-se de dois semestres, sendo subdividido
em TCC I, com objetivo de elaborar projetos de pesquisa e TCC II com objetivo de
artigos científicos ou monografias, seguindo as normas propostas por este manual.
O presente manual de Trabalho de Conclusão de Curso objetivou a
padronização das produções acadêmicas realizadas nesta instituição. As normas para
produção do presente manual tomaram por base o Regulamento Geral de Trabalhos
de Conclusão de Cursos (RGTCC) (2016), bem como as Normas vigentes da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
3

LISTA DE FIGURAS

Figura 1. Nova submissão ......................................................................................... 38


Figura 2. Informações preliminares ........................................................................... 39
Figura 3. Parte Inicial, após solicitar nova submissão ............................................... 40
Figura 4. Área de Estudo ........................................................................................... 41
Figura 5. Área de conhecimento do projeto ............................................................... 42
Figura 6. Desenho de Estudo e Apoio Financeiro ..................................................... 43
Figura 7. Detalhamento do Estudo ............................................................................ 45
Figura 8. Continuação do Detalhamento do Estudo .................................................. 46
Figura 9. Continuação do Detalhamento do Estudo- Etapa 4 ................................... 47
Figura 10. Outras Informações .................................................................................. 48
Figura 11. Etapa 6 - Finalizar .................................................................................... 48
Figura 12. Legenda para acompanhamento do trâmite do estudo ............................ 49
Figura 13. Tela de abertura do repositório ...............................................................127
Figura 14. Tela de submissão de obras ...................................................................128
Figura 15. Tela de inserção de autores ....................................................................129
Figura 16.Tela de inserção de autores .....................................................................130
Figura 17. Tela de confirmação da submissão ........................................................131
Figura 18. Tela de finalização do processo de submissão .......................................132
Figura 19. Tela de ficha catalográfica.......................................................................132
Figura 20. Capa no slide ..........................................................................................135
Figura 21. Introdução no slide ..................................................................................136
Figura 22. Introdução no slide ..................................................................................136
Figura 23. Objetivo geral no slide .............................................................................137
Figura 24. Objetivos específicos no slide .................................................................137
Figura 25. Fundamentação teórica no slide .............................................................138
Figura 26. Material e métodos no slide.....................................................................138
Figura 27. Resultados e discussão no slide .............................................................139
Figura 28. Resultados e discussão no slide .............................................................139
Figura 29. Conclusão no slide ..................................................................................140
Figura 30. Referências no slide ................................................................................140
4

LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas


APA - American Psychological Association
NBR - Norma Brasileira
NDE - Núcleo Docente Estruturante
RGTCC - Regulamento Geral de Trabalhos de Conclusão de Cursos do Grupo Ser
Educacional
TCC - Trabalho de Conclusão de Curso
5

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO ...................................................................................................... 2
1 CAPÍTULO I - TCC I................................................................................................. 7
1.1 REGULAMENTO PARA TCC I .............................................................................. 7
1.2 ESTRUTURA E MODELO PARA A CONSTRUÇÃO LÓGICA DO TCC I ............. 9
1.3 NORMAS DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO ................................................ 10
1.4 MODELO DO PROJETO..................................................................................... 12
2 CAPÍTULO II - TCC II............................................................................................. 50
2.1 REGULAMENTO PARA TCC II ........................................................................... 50
2.1.1 ESTRUTURA E MODELO PARA A CONSTRUÇÃO LÓGICA DO ARTIGO ... 53
2.1.1.1 NORMAS DE APRESENTAÇÃO DO ARTIGO ............................................. 54
2.1.1.2 MODELO DE ARTIGO .................................................................................. 57
2.1.2 ESTRUTURA E MODELO PARA A CONSTRUÇÃO LÓGICA DE
MONOGRAFIA .......................................................................................................... 63
2.1.2.1 NORMAS DE APRESENTAÇÃO DO MONOGRAFIA ................................... 64
2.1.2.2 MODELO DE MONOGRAFIA........................................................................ 66
3 CAPÍTULO III- NORMATIZAÇÃO ........................................................................ 102
3.1 NORMAS PARA CITAÇÕES (NBR. nº. 10520:2002) .........................................102
3.2 NORMAS PARA AS REFERÊNCIAS (NBR. nº. 6023:2002) ..............................106
3.3 NORMAS PARA CONSTRUÇÃO DE ILUSTRAÇÕES, TABELAS E QUADROS
(NBR. nº 14724:2011) ..............................................................................................124
3.4 ANEXOS E APÊNDICES (NBR. nº 14724:2011) ...............................................126
4 CAPÍTULO V – ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS SLIDES ............. 134
REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 141
ANEXO N - MODELO DE CAPA E CONTRA CAPA DA VERSÃO IMPRESSA ......142
ANEXO R –NORMAS DE PUBLICAÇÃO DA American Psychological Association
(APA) ........................................................................................................................143
7

1 CAPÍTULO I - TCC I

1.1 REGULAMENTO PARA TCC I

O presente regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC I disciplina o


processo de elaboração, apresentação e submissão ao comitê de ética (caso
necessário) de projetos de pesquisa dos cursos da Instituição, excetuando-se o curso
de Psicologia que segue normas da American Psychological Association (APA),
conforme anexo R. Sendo assim, têm-se as seguintes normativas:
1. Os temas e objetivos propostos para os TCCs I deverão ser elaborados de
forma que estes tenham real caráter científico ou tecnológico;
2. Não serão permitidos trabalhos de revisões bibliográficas;
3. A carta de aceite deverá ser entregue ao professor de TCC I até 30 dias do
início do semestre, conforme anexo A;
4. O professor-orientador deverá orientar os acadêmicos na escolha do tema e na
elaboração e execução do TCC I, sob o trabalho acadêmico escolhido;
5. Cabe ao professor-orientador emitir relatórios periódicos, sobre o desempenho
dos alunos, com vistas ao TCC I, fazendo assim, o acompanhamento do
Trabalho de Conclusão de Curso, através do preenchimento da ficha de
controle de orientação individual do orientador, conforme anexo K;
6. Compete ao aluno: Frequentar as reuniões convocadas pelo seu professor-
orientador, manter contatos quinzenais para discussão do trabalho acadêmico
em desenvolvimento;
7. O aluno deverá cumprir o calendário divulgado no início do semestre, para
entrega do projeto de TCC I; bem como elaborar a versão final do seu projeto,
obedecendo às normas e instruções deste regulamento;
8. A atribuição da primeira nota do aluno (1ª avaliação) será o resultado da entrega
da versão corrigida do projeto de pesquisa, sendo a nota publicada somente
com comprovação de submissão ao comitê de ética, em caso de pesquisas
envolvendo seres humanos;
9. A 1ª avaliação será realizada contando 70 dias do início das atividades
letivas, sendo divulgada na primeira semana de aula, no calendário de
atividades semestrais;
8
10. A atribuição da segunda nota do aluno (2ª avaliação) será feita mediante a
apresentação do projeto de pesquisa, com nota máxima 8,0 pontos, somando-
se a 2,0 pontos de participação nas apresentações dos demais alunos;
11. A 2ª avaliação iniciará após a entrega dos projetos, sendo divulgada no
planejamento de aula da disciplina de TCC I;
12. A apresentação será realizada em 10 (dez) minutos por trabalho, seguida da
arguição do professor de TCC I, quando necessária;
13. Torna-se facultativo ao professor de TCC I definir a ordem de apresentação dos
alunos, através de sorteio.
9

1.2 ESTRUTURA E MODELO PARA A CONSTRUÇÃO LÓGICA DO TCC I

O TCC I constitui-se de um projeto de pesquisa que visa planejar e organizar


uma proposta de pesquisa a ser executada.
Segundo Gil (2002), o projeto constitui um elemento capaz de apresentar as
ações a serem desenvolvidas durante uma pesquisa científica. Trata-se de um
planejamento em que se especificam os objetivos, apresenta-se a justificativa,
definem-se a modalidade da pesquisa e os procedimentos para obtenção e análise de
dados, bem como, a apresentação do cronograma a ser seguido e os recursos
humanos, financeiros e materiais necessários para o seu desenvolvimento.

Na construção do projeto de pesquisa devem estar contidos os seguintes


elementos:

1. Capa;
2. Folha de rosto;
3. Resumo;
4. Sumário;
5. Introdução
6. Problemática;
7. Hipóteses;
8. Objetivos:
a. Objetivo geral;
b. Objetivos específicos;
9. Justificativa;
10. Marco Teórico;
11. Metodologia:
a. Tipo de estudo;
b. Caracterização do campo de pesquisa;
c. População e amostra;
d. Critérios de inclusão;
e. Critérios de exclusão;
f. Riscos;
g. Benefícios;
h. Instrumentos e procedimentos de coleta de dados;
i. Procedimentos de análise dos dados;
j. Aspectos éticos;
12. Desfecho primário
13. Cronograma
14. Orçamento
15. Referências
10

1.3 NORMAS DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO

1 Formato

Utiliza-se papel branco, de formato A4, digitado na cor preta, podendo utilizar
outras cores somente para ilustrações. Fonte Arial e tamanho 12. O parágrafo
recomendado é de 1,5 cm a partir da margem esquerda e justificado. Os projetos serão
redigidos apenas no anverso (frente) das folhas.

2 Margens

É utilizado o anverso (frente) das folhas. As margens deverão ser as seguintes:

Anverso (frente):

Superior 3cm
Inferior 2cm
Esquerda 3cm
Direita 2cm

3 Numeração das páginas

A numeração das páginas deve ser colocada no anverso (frente) das folhas no
canto superior direito, com fonte tamanho 10. A capa não será contabilizada, a
contagem será a partir da folha de rosto, no entanto não recebem numeração visível.
A NUMERAÇÃO VISÍVEL COMEÇARÁ A PARTIR DA INTRODUÇÃO.

4 Tamanho da fonte

O projeto (incluindo a capa e folha de rosto) deve ser todo redigido com fonte
de tamanho 12, com exceção da numeração das páginas (tamanho 10), notas de
11

rodapé (tamanho 10), legendas das ilustrações e tabelas (tamanho 10) e citações
diretas longas (mais de 3 linhas) (tamanho 10).

5 Espaçamento entre linhas

O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5, com exceção das citações diretas
longas (com recuo de 4 cm da margem esquerda), cujo espaçamento é simples ou
1,0.

6 Referências

De acordo com a NBR 6023:2002, “as referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e
de forma a se identificar individualmente cada documento, em espaço simples e separadas entre si por
espaço duplo”. As referências devem vir organizadas por ordem alfabética, a partir do sobrenome do autor.
12

1.1 MODELO DO PROJETO


FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU
DIGITE AQUI O NOME DO CURSO

DIGITE AQUI O NOME DO(S) AUTOR(ES)

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I


DIGITE AQUI O TÍTULO DO TRABALHO: E O SUBTÍTULO (SE
HOUVER)
13

NOME DA CIDADE SEM A SIGLA DO ESTADO

DIGITE AQUI O ANO DA DEFESA

DIGITE AQUI O NOME DO AUTOR

DIGITE AQUI O TÍTULO DO TRABALHO: E O SUBTÍTULO (SE


HOUVER) – MANTENHA ESTE TÍTULO ALINHADO COM O DA CAPA

Projeto de pesquisa apresentado como


requisito parcial para conclusão do curso
de da
14

NOME DA CIDADE SEM A SIGLA DO ESTADO


DIGITE AQUI O ANO DA DEFESA
RESUMO

Apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto, fornecendo uma visão


rápida e clara do conteúdo do trabalho. Texto corrido em forma de caixa de texto, sem
recuo de parágrafo e sem parágrafos. Espaçamento simples entre linhas. Entre 100 e
250 palavras.

Palavras-chave: no mínimo 3 palavras, no máximo 5, separadas por ponto entre si.


16

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO. ....................................................................................................... x
2 PROBLEMÁTICA ....................................................................................................x
3 HIPÓTESES ............................................................................................................ x
4 OBJETIVOS ............................................................................................................ x
4.1 OBJETIVO GERAL................................................................................................ x
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ................................................................................ x
5 JUSTIFICATIVA.......................................................................................................x
6 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA .............................................................................. x
7 METODOLOGIA ..................................................................................................... x
7.1 TIPO DE ESTUDO. .............................................................................................. x
7.2 CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE PESQUISA ................................................ x
7.3 POPULA ÇÃO E AMOSTRA ................................................................................ x
7.4 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO. ................................................................................. x
7.5 CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO................................................................................. x
7.6 RISCOS................................................................................................................ x
7.7 BENEFÍCIOS.........................................................................................................x
7.8 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS ..................... x
7.9 PROCEDIMENTOS DE ANÁLISE DOS DADOS ................................................. x
7.10 ASPECTOS ÉTICOS .......................................................................................... x
8 DESFECHO PRIMÁRIO...........................................................................................x
9 CRONOGRAMA ...................................................................................................... x
10 ORÇAMENTO. ...................................................................................................... x
REFERÊNCIAS ...........................................................................................................x

OBS.: “Enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na


mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede.” (NBR 6027:2012, p. 2; NBR
14724:2011, p. 4). Portanto, o modelo de sumário poderá sofrer modificações de
acordo com a estruturação do texto. Ademais, “Os elementos pré-textuais não devem
constar do sumário.” (NBR 6027, 2012, p. 2).
17

1 INTRODUÇÃO

Inicie seu trabalho, contextualizando, o tema de sua pesquisa. Contextualizar


significa abordar o tema de forma a identificar a situação ou o contexto no qual o
problema a seguir será identificado. É uma introdução do leitor ao tema da
investigação, de forma a permitir-lhe uma visualização situacional do problema.
Fazer um relato histórico do problema mencionando a origem do tema e quais
as principais motivações para que ele se desenvolva, e rápida referência a trabalhos
anteriores, realizados sobre o mesmo assunto.
Portanto, ao iniciar a redação da introdução o pesquisador deve abordar a
temática com uma visão geral, em seguida, relatar o que o levou a esta investigação.
18

2 PROBLEMÁTICA

O PROBLEMA, segundo Lakatos e Marconi (2003, p.159), corresponde a


“uma dificuldade, teórica ou prática, no conhecimento de alguma coisa de real
importância, para qual se deve encontrar uma solução”.
“Chamamos de problema à pergunta que o pesquisador formula para ser
respondida por meio de seu trabalho de pesquisa. Toda pesquisa envolve pelo
menos um problema [...]” (MARTINS, 2000, p.40).
A seguir, afunile a visão macro do tema, para o problema a ser pesquisado.
Concentre-se somente no seu problema e identifique-o claramente. Delimite que
aspectos ou elementos do problema que você irá tratar. Seja claro e preciso nesta
parte. Lembre-se, a identificação e delimitação clara do problema é o primeiro passo
para aprovação do projeto e êxito na sua execução. Ressalta-se a importância de
contextualizar teoricamente a problemática.

 Recomendações para a redação do problema:


É possível determinar algumas regras práticas para a formulação do
problema:
• O problema deve ser formulado sob a forma de pergunta.
• A pergunta deve ser formulada de maneira clara e concisa.
• O problema deve ser definido de tal forma que a sua solução seja
possível.
• O problema deve ser proposto de forma tal que contribua para
tornar factível sua solução.
• “Ao formular o problema, é útil considerar que o mesmo
deve ser respondido nas conclusões finais do informe ou
tese.”(TOBAR; YALOUR, 2001, p.43-44).
 Problematização (hipóteses / perguntas de pesquisa / pressupostos)

Depois de definido o seu problema de pesquisa, este poderá ser


desmembrado em hipóteses, perguntas de pesquisa, pressupostos ou em
indicadores. Estes irão determinar as relações entre as variáveis que deram origem
ao problema de pesquisa. Neste caso, as hipóteses (próximo item) podem ser
consideradas verdadeiras ou falsas ao término do experimento ou estudo.
19

3 HIPÓTESES

É uma explicação provisória do problema, uma resposta antecipada, a qual é


testada ou verificada. As mesmas destinam-se mais aos estudos quantitativos, pois
podem testar as hipóteses. A questão de pesquisa identifica as variáveis sob
investigação; a hipótese prevê como essas variáveis se relacionarão.
Por exemplo: a questão de pesquisa pode ser a seguinte: A pré-eclâmpsia nas
gestantes está relacionada com os fatores de estresse presentes durante a gestação?
Isto pode levar a seguinte hipótese: “As gestantes com pré-eclâmpsia relatarão
uma maior incidência de eventos estressantes, durante a gestação, do que as
gestantes que não possuem sintomas. ” (POLIT, BECK; HUNGLER, 2004, p. 52).
20

4 OBJETIVOS

Nessa etapa, explicitam-se os objetivos gerais e específicos a serem utilizados


durante a investigação. Esses deverão ser extraídos diretamente dos problemas
levantados no tópico anterior.

4.1 OBJETIVO GERAL

Definem, de modo geral, síntese do que se pretende alcançar com a realização


da pesquisa.

4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

“Definem etapas que devem ser cumpridas para alcançar o objetivo geral.”
(RICHARDSON,1999, p. 62-63).
Observação: o pesquisador poderá também elaborar os objetivos sem
especificar (o geral e os específicos), citando apenas objetivos.

 Formulação de Objetivos

É importante respeitar as seguintes “regras” na formulação de objetivos de


pesquisa:

 Devem ser definidos de maneira clara, correlacionados com o problema


proposto e com a justificativa;
 O objetivo deve expressar apenas uma ideia. Em termos gramaticais, deve
incluir apenas um sujeito e um complemento.
 O objetivo deve referir-se apenas à pesquisa que se pretende realizar. Não são
objetivos de uma pesquisa, propriamente, discussões, reflexões ou debates em
torno a resultados do trabalho [...]”( RICHARDSON,1999, p. 63- 64).
21

 Devem ser sempre expressos em verbos de ação;


 Devem ser formulados em uma frase ou parágrafo;
 Os enunciados dos objetivos devem começar com um verbo no infinitivo e
este verbo deve indicar uma ação passível de mensuração (ex: identificar,
relatar, analisar, examinar, validar, interpretar, etc.);
 Os objetivos informarão quais os resultados que se pretende alcançar, ou
qual a contribuição que a pesquisa irá efetivamente proporcionar.

 QUAIS OS VERBOS UTILIZADOS? SUGESTÕES

Alguns verbos no infinitivo para a descrição dos objetivos são sugeridos, tais
como:
Compreender, testar, traçar, diagnosticar, comparar, identificar, verificar,
investigar, enumerar, classificar, descrever, selecionar, avaliar, caracterizar,
examinar, analisar, aplicar, medir validar, delinear, detectar, analisar, aplicar,
medir, validar, delinear, detectar, criar, propor, quantificar entre outros.
22

5 JUSTIFICATIVA

É o único item do projeto que apresenta resposta à questão por quê? De suma
importância, geralmente é o elemento que contribui mais diretamente na aceitação da
pesquisa pela(s) pessoa(s) ou entidades que vai financiá-la.
A justificativa consiste em uma exposição sucinta, porém completa, das razões
de ordem teórica e dos motivos de ordem prática que tornam importante a realização
da pesquisa.
Apresente neste tópico, a relevância técnica, importância e contribuição do tema
em estudo para a ciência e para a sociedade. Fale também o que o levou a pesquisar
sobre o assunto. Em outras palavras, justifique técnica, científica e socialmente sua
proposta. Arrole e explicite argumentos que indiquem que sua pesquisa é significativa,
importante ou relevante.

 De forma sucinta:
 DELIMITAÇÃO: recortes a fim de focalizar o tema;
 RELEVÂNCIA: contribuição para o conhecimento e a sociedade;
 VIABILIDADE: financeira, material e temporal.

 Pergunte a você mesmo:


 O tema é relevante e, se é, por quê?
 Quais os pontos positivos que você percebe na abordagem da proposta?
 Que vantagens e benefícios você pressupõe que sua pesquisa irá
proporcionar?
23

6 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA (ou MARCO TEÓRICO ou REFERENCIAL


TEÓRICO ou QUADRO TEÓRICO)

Na revisão de literatura o pesquisador deve destacar os principais trabalhos


existentes e fazer ligação da bibliografia pesquisada em relação ao problema a ser
investigado. Além de ser destacada na introdução pode ser destacada também em um
tópico à parte, antes da metodologia.

Esta parte é dedicada à contextualização teórica do problema e a seu


relacionamento com o que tem sido investigado a seu respeito. Deve
esclarecer, portanto, os pressupostos teóricos que dão
fundamentação à pesquisa e as contribuições proporcionadas por
investigações anteriores. Essa revisão não pode ser constituída
apenas por referência ou sínteses dos estudos feitos, mas por
discussão crítica do estado atual da questão. Quando esta parte se
mostrar muito extensa, pode ser apresentada como capítulo
independente, logo após a Introdução (GIL, 2002, p.162).

É o levantamento das publicações mais relevantes na área, que serve de base


à investigação do trabalho proposto. É uma discussão sobre ideias, fundamentos,
problemas e sugestões dos vários autores pertinentes e selecionados. A principal
finalidade da revisão de literatura é ressaltar a necessidade do estudo e auxiliar na
interpretação dos resultados.
Por meio da revisão da literatura publicada você irá traçar um quadro teórico e
fará a estruturação conceitual que dará sustentação ao desenvolvimento da pesquisa.
Analisam-se as mais recentes obras científicas disponíveis.

 Também pode ser chamada de:


 Fundamentação teórica
 Marco teórico
 Quadro teórico
 Estado da arte
 Revisão bibliográfica
 Revisão da literatura, entre outros.
24

7 METODOLOGIA

Aqui você desenha sua pesquisa. Em outras palavras, indique como pretende
executá-la. Isto é, se for uma pesquisa qualitativa, de que maneira você pretende
coletar e analisar os dados qualitativos (observação/entrevistas, etc.). Se for uma
pesquisa quantitativa, de que maneira pretende coletar dados. Apresente em linhas
gerais o método a ser utilizado para a execução da pesquisa.
Planos de pesquisa, métodos ou procedimentos metodológicos utilizados para
a realização da pesquisa. Nesta etapa você irá definir onde e como será realizada a
pesquisa. Descrever os passos que serão dados para atingir o objetivo final da
pesquisa.

7.1 TIPO DE ESTUDO

 Conforme área de atuação, faz-se necessário especificar:


o Tipo de pesquisa:
Do ponto de vista de sua natureza:
 Pesquisa Básica
 Pesquisa Aplicada
Do ponto de vista da forma de abordagem:
 Pesquisa qualitativa
 Pesquisa quantitativa
Do ponto de vista de seus objetivos:
 Estudo ou pesquisa exploratória
 Estudo ou pesquisa descritiva
 Estudo ou pesquisa explicativa
Do ponto de vista dos procedimentos técnicos:
 Pesquisa bibliográfica
 Pesquisa documental
 Pesquisa experimental
 Pesquisa de campo
 Pesquisa-ação
 Pesquisa participante
 Estudo de caso
 Levantamento

7.2 CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE PESQUISA

Local onde a pesquisa será realizada e período de coleta de dados.


25

7.3 POPULAÇÃO E AMOSTRA

Você deve identificar a população da qual você está retirando a sua amostra.
Por exemplo, se sua pesquisa envolve os ex-alunos de Enfermagem de 2006, sua
população é o número total destes ex-alunos, por exemplo 75 alunos. Se você decide
então fazer uma amostragem, digamos de 30%, então sua amostra para fins de sua
pesquisa será de 23 alunos.
É importante mencionar o tipo de amostragem, por exemplo, se foi
probabilística ou não probabilística.

7.4 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO

Critérios adotados para selecionar a amostra.

7.5 CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO

Critérios adotados para excluir a amostra.

7.6 RISCOS

Probabilidade de ocorrência de um evento desfavorável (inconveniente ou


desconforto) decorrente da participação de um sujeito em determinada pesquisa. A
definição de risco engloba uma variedade de medidas de probabilidades incluindo
aquelas baseadas em dados estatísticos ou em julgamentos subjetivos.
Os riscos podem ser de ordem física, psicológica, econômica e social.

7.7 BENEFÍCIOS

Trata-se de algum tipo de ganho proveniente da participação na pesquisa,


aquilo que se espera aprender com a realização da pesquisa: conhecimento gerado.
É, ainda, o valor atribuído aos possíveis resultados por participantes, comunidade,
instituição de pesquisa, patrocinadores e pesquisadores.
Os benefícios são divididos em três:
26

1 Benefícios diretos: ocorre quando o participante se beneficia de algum tipo de


intervenção utilizada no decorrer do estudo;
2 Benefícios indiretos: são provenientes da participação na pesquisa, ainda que o
sujeito não receba a intervenção experimental. Como exemplo de benefícios
colaterais, podem ser citados: realização gratuita de exames e assistência médica,
acesso praticamente irrestrito aos serviços, entre outros.
3 Benefícios esperados: são aqueles direcionados à sociedade e aos futuros
pacientes que podem surgir coma realização do estudo.

7.8 INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS DE COLETA DE DADOS

Instrumentos que serão utilizados para coletar os dados necessários para


responder ao problema inicialmente proposto. Especificar qual o tipo de instrumento:
OBSERVAÇÃO, ENTREVISTA, QUESTIONÁRIO OU FORMULÁRIO.
Destacar como se dará a aplicação dos instrumentos acima mencionados,
explicitando suas etapas e particularidades.

7.9 PROCEDIMENTOS DE ANÁLISE DOS DADOS

Apontar como se dará o processamento dos dados coletados bem como sua
análise. Comentar sob quais recursos gráficos serão apresentados os dados após a
análise. Aqui se faz necessário atentar para a tipologia do estudo quando a abordagem
dos dados, ou seja, se a pesquisa é qualitativa ou quantitativa.

7.10 ASPECTOS ÉTICOS

Informar que o estudo está de acordo com a Resolução n° 196/96 do Conselho


Nacional de Saúde que rege sobre a ética da pesquisa envolvendo seres humanos
direta ou indiretamente, assegurando a garantia de que a privacidade do sujeito da
pesquisa será preservada como todos os direitos sobre os princípios éticos como:
Beneficência, Respeito e Justiça (BRASIL, 1996).
27

8 DESFECHO PRIMÁRIO

O principal resultado que é medido no final de um estudo para determinar se


um tratamento específico funcionou (por exemplo, o número de mortes ou a diferença
na sobrevida entre o grupo do tratamento e o grupo de controle); o desfecho primário
será determinado antes do início do estudo.
A variável primária, também denominada variável “alvo” ou desfecho primário é
aquela capaz de proporcionar a evidência clínica mais relevante e convincente em
relação ao objetivo primário do estudo.
Deveria existir apenas uma variável primária em cada estudo. Esta será
geralmente uma variável de eficácia, uma vez que o objetivo primário da maioria dos
estudos confirmatórios é o de proporcionar forte evidência científica em relação à
eficácia.
A segurança de uso e a tolerabilidade podem ser, algumas vezes, variáveis
primárias e sempre serão considerações importantes. Medidas da qualidade de vida
e da economia em saúde são exemplos de outras variáveis primárias. A seleção da
variável primária deve refletir as normas e padrões aceitos no campo relevante da
pesquisa.
A variável primária sempre deve ser pré-especificada no protocolo do estudo,
juntamente com o racional para a sua seleção. A redefinição da variável primária após
o conhecimento dos resultados do estudo é quase sempre inaceitável uma vez que as
interferências resultantes dessa alteração são difíceis de serem avaliadas
28

9 CRONOGRAMA

Neste item você identifica cada parte ou fase de sua pesquisa e relaciona com
o tempo necessário para executá-la. O cronograma dimensiona cada uma das etapas
do projeto de pesquisa, no tempo disponível para sua execução.

MODELO:

Descrições/ Ações ANO: 2017


MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
Revisão de Literatura

Desenvolvimento do Projeto

Reconhecimento da área
e/ou sujeitos da pesquisa

Elaboração dos
instrumentos

Aplicação dos instrumentos

Tratamento dos dados

Elaboração do relatório

Apresentação e Defesa do
TCC
29

10 ORÇAMENTO (QUANDO NECESSÁRIO)

É importante que você se acostume a projetar um orçamento para a sua


pesquisa. O orçamento projeta nível de grandeza em R$ (reais) do projeto. Uma idéia
interessante pode tornar-se de súbito totalmente desinteressante ou inviável, quando
associada ao custo de execução, se você não tiver de onde buscar os recursos.

Material de Consumo, todo o material necessário que irá ser consumido na


execução. Por exemplo, material de escritório ou laboratório (papel, lápis, reagentes
químicos, etc..).

Material Permanente, equipamentos e/ou infraestrutura física necessária para


executar o projeto.

Outros Serviços e Encargos: discrimine fotocópias, transportes, alimentação,


hospedagem e quaisquer outros serviços necessários para o projeto a serem
prestados por pessoas jurídicas.
30

REFERÊNCIAS

OBSERVAÇÕES:
É importante atentar para a configuração deste item, de acordo com a ABNT. De
maneira geral, a norma diz que:
 O título do item “referências” deve estar centralizado no topo da página e
separado do início das obras por dois (2) espaços de 1,5 cm;
 As obras devem estar alinhadas à esquerda;
 Devem ser digitadas em espaçamento simples e separadas entre si por um
(1) espaço duplo;
 Devem ainda ser digitadas em ordem alfabética (pelo sobrenome dos autores)
e de forma uniformizada, ou seja, o tamanho e a fonte devem ser a mesma para
todas (Fonte <11);
 O recurso tipográfico (destaque) utilizado para destacar os títulos das obras
deve ser uniforme em todas as referências, ou seja, utilizar negrito OU itálico
OU sublinhado, NUNCA utilizar mais de um desses recursos de destaque;
 Para esclarecer dúvidas e visualizar exemplos, consultar a NBR 6023:2002
(Informação e documentação – Referências – Elaboração).
31

2 CAPÍTULO II - TCC II

2.1 REGULAMENTO PARA TCC II

O presente regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC II disciplina o


processo de elaboração, apresentação e avaliação de trabalhos acadêmicos dos
cursos desta Instituição, excetuando-se o curso de pedagogia que segue normas da
American Psychological Association (APA), conforme anexo R. Sendo assim, têm- se
as seguintes normativas:
1. O TCCII consiste na produção de um artigo científico ou monografia sobre
uma pesquisa executada durante o Curso, seja ela documental, experimental,
seja de quaisquer dos tipos de pesquisa de campo, com objetivo de apresentar
contribuições científicas, visando o avanço na prática da pesquisa e divulgação
de conhecimentos para a sociedade;

2. Os temas e objetivos propostos para os TCCs II deverão ter sido previamente


elaborados durante a disciplina de TCC I, tendo caráter científico ou
tecnológico;
3. A estrutura formal do TCC II deverá seguir os critérios estabelecidos nas
normas da ABNT sobre o assunto e as normas publicadas nesta Manual;
4. O calendário de atividades do TCC II será publicado nas primeiras aulas deste
componente curricular, devendo ser respeitados todos os prazos estipulados;
5. O aluno deverá apontar o orientador de seu TCC até o 30ª dia após o início do
semestre, entregando ao professor de TCC II, a carta de aceite de orientação
devidamente preenchida, conforme anexo A;
6. Ao assinar a carta oficial de orientação do TCC, o professor estará aceitando
a indicação para a orientação dos acadêmicos na escolha do tema e na
elaboração e execução do TCC;
7. Os orientadores, uma vez designados, somente poderão ser substituídos
mediante aprovação da coordenação de curso. A mudança, se necessária,
deve ser procedida em período inferior a 30 (trinta) dias após o início do
semestre, mediante apresentação da carta de aceite do novo orientador;
32

8. A mudança de tema do trabalho somente pode ocorrer com a aprovação do


Coordenador do Curso, a partir de proposta do aluno ou do professor
orientador, com parecer conclusivo deste;
9. Cabe ao professor-orientador emitir relatórios periódicos, sobre o
desempenho dos alunos, com vistas ao TCC II, fazendo assim, o
acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso, através do
preenchimento da ficha de controle de orientação individual do orientador,
conforme anexo K, seguindo o calendário semestral do componente curricular;
11. O aluno deverá frequentar as reuniões convocadas pelo seu professor-
orientador; manter contatos quinzenais para discussão do trabalho acadêmico
em desenvolvimento;
12. O aluno necessitará cumprir o calendário divulgado no início do semestre
para entrega da documentação, relatórios, bem como as versões parciais e final
do trabalho cientifico ao professor de TCC II e ao professor-orientador,
obedecendo às normas e instruções deste regulamento;
13. Para que a defesa seja marcada, no planejamento do Núcleo Docente
Estruturante (NDE), faz-se necessário que o aluno entregue a carta de término
(Anexo E), devidamente assinada pelo orientador, 25 dias antes da defesa,
conforme o calendário semestral do componente curricular;
14. Para a defesa, o aluno deverá entregar ao professor de TCC II, o trabalho em
sua versão final 20 dias antes da defesa, conforme o calendário semestral do
componente curricular;
15. Cabe ao professor-orientador a avaliação do Trabalho de Conclusão de
Curso e a atribuição da primeira nota do aluno (1ª avaliação), através da ficha
de acompanhamento das atividades dos orientandos, conforme anexo D;
16. A nota da segunda avaliação corresponderá à média das notas atribuídas pela
banca examinadora;
17. Para ser aprovado, os alunos deverão obter média da nota da 1ª avaliação e 2ª
avaliação igual ou superior a 7,0 (sete);
18. As bancas, conforme o RGTCC (2016) (Art. 3º inciso III), terão que ser definidas
pelo Coordenador de Curso com o auxílio do NDE do curso e, em hipótese
alguma deverá a banca ser definida pelo orientador e/ou aluno
interessado;
33

19. As bancas examinadoras serão formadas em datas previstas no calendário


semestral de atividades da disciplina, que obrigatoriamente deve ter a seguinte
composição:
a. Orientador;
b. Um professor do curso;
c. Um professor que não componha o corpo docente do curso, mas que
atue em cursos de áreas afins ou correlatas, podendo ou não ser
membro externo à Instituição;
20. Os membros das bancas examinadoras, a contar da data de sua designação,
têm o prazo de quinze dias para procederem a leitura e análise dos trabalhos
acadêmico-científicos que irão julgar;
21. Na avaliação do trabalho da banca examinadora serão considerados os
seguintes percentuais: 30% (trinta por cento) para a apresentação, e, 70%
(setenta por cento) para o conteúdo, conforme ficha de avaliação do
examinador (Anexo G);
22. Na defesa, após exposição inicial de 20 (vinte) minutos por trabalho, cada
examinador disporá do tempo de 10 (dez) minutos para fazer a sua arguição;
23. Torna-se facultativo ao professor-orientador definir a ordem de apresentação
dos alunos, através de sorteio;
34

2.1.1 ESTRUTURA E MODELO PARA A CONSTRUÇÃO LÓGICA DO ARTIGO

Segundo a NBR 6022:2003 (p. 2), o artigo científico constitui “[...] parte de uma
publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas,
processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento ”.
Na construção do artigo devem estar contidos os seguintes elementos:

a) Título (subtítulo);
b) Autores;
c) Resumo em português;
d) Palavras-chave em português;
e) Título (subtítulo) em língua estrangeira;
f) Resumo em língua estrangeira;
g) Palavras-chave língua estrangeira;
h) Introdução;
i) Fundamentação teórica;
j) Material e métodos;
k) Resultados e discussão;
l) Conclusão;
m) Referências;
n) Apêndice (s);
o) Anexo (s)
35

2.1.1.1 NORMAS DE APRESENTAÇÃO DO ARTIGO

1 Formato

Utiliza-se papel branco, de formato A4, digitado na cor preta, podendo utilizar
outras cores somente para ilustrações. Fonte Arial e tamanho 12. O parágrafo
recomendado é de 1,5 cm a partir da margem esquerda e justificado. Artigos científicos
são redigidos apenas no anverso (frente) das folhas.

2 Margens

É utilizado o anverso (frente) das folhas. As margens deverão ser as seguintes:

Anverso (frente):

Superior 3cm
Inferior 2cm
Esquerda 3cm
Direita 2cm

3 Numeração das páginas

A numeração das páginas deve ser colocada no anverso (frente) das folhas no
canto superior direito, com fonte tamanho 10. No artigo, capa e folha de rosto não
recebem numeração e não entram na contagem das páginas. A NUMERAÇÃO
COMEÇARÁ COM O NUMERAL “1”, A PARTIR DA PÁGINA INICIAL QUE
APRESENTA O TÍTULO DO TRABALHO.
36

4 Limite máximo de folhas

Mínimo de 15 folhas, máximo, 20 (excetuando a capa e folha de rosto).

5 Tamanho da fonte

O artigo (incluindo a capa e folha de rosto) deve ser todo redigido com fonte de
tamanho 12, com exceção da numeração das páginas (tamanho 10), notas de rodapé
(tamanho 10), legendas das ilustrações e tabelas (tamanho 10) e citações diretas
longas (mais de 3 linhas) (tamanho 10).

6 Espaçamento entre linhas

O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5, com exceção das citações diretas
longas (com recuo de 4 cm da margem esquerda), cujo espaçamento é simples ou
1,0.

7 Título e subtítulo

De acordo com a NBR 6022:2003, o título e subtítulo (se houver) devem figurar
na página de abertura do artigo, diferenciados tipograficamente ou separados por dois-
pontos (:) e na língua do texto.

8 Nomes dos autores

Devem ser apresentados abaixo do título, alinhados à direita, seguindo a


ordem alfabética para os nomes dos alunos, vindo o nome do orientador por último.
A identificação dos autores deve vir em nota de rodapé, conforme o exemplo.

9 Referências
37

De acordo com a NBR 6023:2002, “as referências são alinhadas somente à


margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada
documento, em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo”. As
referências devem vir organizadas por ordem alfabética, a partir do sobrenome do
autor.

10 Seções do artigo

De acordo com NBR 14724:2011, as seções do artigo devem apresentar um


espaço de 1,5 entre as linhas, após cada seção do artigo (Introdução, etc.), antes de
iniciar o parágrafo.
38

2.1.1.2 MODELO DE ARTIGO

FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU


DIGITE AQUI O NOME DO CURSO

DIGITE AQUI O NOME DO(S) AUTOR(ES)

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


DIGITE AQUI O TÍTULO DO TRABALHO: E O SUBTÍTULO (SE
HOUVER)
39

NOME DA CIDADE SEM A SIGLA DO ESTADO

DIGITE AQUI O ANO DA DEFESA

DIGITE AQUI O NOME DO AUTOR

DIGITE AQUI O TÍTULO DO TRABALHO: E O SUBTÍTULO (SE


HOUVER) – MANTENHA ESTE TÍTULO ALINHADO COM O DA CAPA

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado como requisito parcial para
conclusão do curso de
da
40

NOME DA CIDADE SEM A SIGLA DO ESTADO


DIGITE AQUI O ANO DA DEFESA

TÍTULO E SUBTÍTULO (QUANDO FOR O CASO) EM PORTUGUÊS


Nomes dos autores1
Nomes dos autores2
Nomes dos autores3
Nomes dos autores4

RESUMO
De acordo com a ABNT 6028:2003, o resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os
resultados e as conclusões do documento. Deve ser composto de uma sequência de
frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso
de parágrafo único, com espaçamento simples entre as linhas. A primeira frase deve
ser significativa, explicando o tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar
a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da
situação etc.). Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. As
palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão
Palavras-chave, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. A sua
extensão deve ter de 100 a 250 palavras.

Palavras-chave: devem ser apresentadas 5 palavras, como a primeira letra


maiúscula, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.

TÍTULO E SUBTÍTULO (QUANDO HOUVER) EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

ABSTRACT/ RESUMEN / RÉSUMÉ

Mesmo resumo em português, porém em língua estrangeira (inglês, espanhol ou


francês).

Keywords/ Palabras clave/ Mots-clés: As mesmas palavras-chave do resumo em


português, porém em língua estrangeira (inglês, espanhol ou francês).

1 Introdução

1
Graduando/a do curso de XXXXXXXXXX pela Faculdade ....
2
Graduando/a do curso de XXXXXXXXXX pela Faculdade ...
3
Graduando/a do curso de XXXXXXXXXX pela Faculdade ....
4
Professor/a Orientador/a “título” (Esp./ Me./Dr./Dra.) do Curso de XXXXXXXXXX da Faculdade ...
41

De acordo com a NBR 6022:2003, a introdução é a “parte inicial do artigo, onde


devem constar a delimitação do assunto tratado, os objetivos da pesquisa e outros
elementos necessários para situar o tema do artigo”. Esses elementos necessários
incluem a problemática e a justificativa da pesquisa. Recomenda-se que os objetivos
sejam apresentados ao final da Introdução.
2 Fundamentação teórica

Consiste na apresentação sistemática da teoria, por meio de citações (diretas


e indiretas), a partir da delimitação do tema e dos objetivos propostos.
De acordo com Marconi; Lakatos (2003, p. 223),
é imprescindível correlacionar a pesquisa com o universo teórico,
optando-se por um modelo teórico que serve de embasamento à
interpretação do significado dos dados e fatos colhidos ou levantados.

A fundamentação teórica pode ser organizada em seções seguindo a NBR


6024:2012, a qual determina a numeração progressiva das seções, a saber: o
indicativo de seção é alinhado na margem esquerda, precedendo o título, dele
separado por um espaço; deve-se limitar a numeração progressiva até a seção
quinária; o indicativo das seções primárias deve ser grafado em números inteiros a
partir de 1; o indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção
primária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na sequência do
assunto e separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais
seções, por exemplo: 2 / 2.2 / 2.2.2 / 2.2.2.2 / 2.2.2.2.2

3 Material e métodos

Aqui você desenha sua pesquisa. Em outras palavras, indique como pretende
executá-la. Isto é, se for uma pesquisa qualitativa, de que maneira você pretende
coletar e analisar os dados qualitativos (observação/entrevistas, etc.). Se for uma
pesquisa quantitativa, de que maneira pretende coletar dados. Apresente em linhas
gerais o método a ser utilizado para a execução da pesquisa.
Planos de pesquisa, métodos ou procedimentos metodológicos utilizados para
a realização da pesquisa. Nesta etapa você irá definir onde e como será realizada a
pesquisa. Descrever o(s) procedimento(s) realizado(s) para atingir o objetivo final da
pesquisa. Os verbos, agora, devem ser escritos no passado ou no presente a
depender do contexto apresentado.
42

4 Resultados e discussão

Seção do artigo reservada para apresentação dos resultados e discussão dos


dados coletados. Essa discussão baseia-se, necessariamente, a partir da teoria
apresentada na seção 2, estando de acordo com a metodologia proposta na seção
3. Os dados podem ser organizados em gráficos, tabelas, quadro, seguindo a NBR
14724:2011.

5 Conclusão

De acordo com Moreira (2014), a conclusão tem por objetivo explicitar se os


objetivos foram alcançados, se as hipóteses foram confirmadas ou rejeitadas. Essa
seção deve ser redigida sem subdivisões, contemplando: uma recapitulação
sumarizadora dos capítulos; as conclusões correspondentes aos objetivos ou
hipóteses; os desdobramentos relativos à importância, síntese, projeção, repercussão,
encaminhamento e outros.

Referências

Dizem respeito ao conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de


um documento que permite sua identificação individual. As referências bibliográficas
devem ser elaboradas conforme a NBR 6023:2002.
Da lista de referências bibliográficas devem constar apenas as fontes citadas
no texto.
Deve-se observar o tipo da fonte citada, se foi: livro, enciclopédia, manual,
artigo publicado em revista, monografia, dissertação, diretriz, etc. Pois, para cada tipo
de fonte citada, há uma regra de apresentação, conforme capítulo III deste manual.

Apêndice (s)

De acordo com a definição da NBR 6022:2003, apêndice é um “texto ou


documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua argumentação, sem
prejuízo da unidade nuclear do trabalho”.
As regras gerais de apresentação, seguindo as normas, são as seguintes:
Elemento opcional. O(s) apêndice(s) são identificados por letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se
letras maiúsculas dobradas, na identificação dos apêndices, quando esgotadas as
letras do alfabeto.

Exemplo:

APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de


evolução

APÊNDICE B – Avaliação de células musculares presentes nas caudas em


regeneração

Anexo (s)

De acordo com a definição da NBR 6022:2003, anexo é um “texto ou documento


não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração”.
As regras gerais de apresentação, seguindo as normas, são as seguintes:
Elemento opcional. O(s) anexo(s) são identificados por letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente utilizam-se
letras maiúsculas dobradas, na identificação dos anexos, quando esgotadas as
letras do alfabeto.
Exemplo:
ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes
nas caudas em regeneração – Grupo de controle I (Temperatura...)

ANEXO B – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes


nas caudas em regeneração – Grupo de controle II (Temperatura... )
3 CAPÍTULO III- NORMATIZAÇÃO

3.1 NORMAS PARA CITAÇÕES (NBR. nº. 10520:2002)

De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), NBR


10520:2002, as citações caracterizam-se por ser a menção de uma informação
extraída de outra fonte, as quais podem ser encontradas no corpo do texto ou em
notas de rodapé. Há três tipos de citações de uso mais recorrente: direta, indireta e
citação de citação.
Seguem as definições e exemplos, para cada citação:

CITAÇÃO DIRETA

De acordo com a NBR 10520:2002, citação direta é a „transcrição textual de parte


da obra do autor consultado”, sem que nenhuma informação, grafia, palavra, sejam
alteradas. Sendo necessário informar sempre o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es), o ano
da publicação e a página em que se encontra a citação.
Quanto à formatação, têm-se as seguintes observações:
• Citações diretas breves => quando não ultrapassam 3 linhas. O tamanho da fonte e o
espaçamento entre linhas são os mesmos do texto (tamanho 12). A citação deve vir
entre “aspas”.
• Citações diretas longas => com mais de 3 linhas. Deve receber um destaque especial,
com recuo de 4cm da margem esquerda. Não deve ter “aspas” e a fonte deve ser
menor (geralmente tamanho 10) e espaçamento simples entre linhas.

Exemplos:

CITAÇÃO DIRETA BREVE:

“Apesar das aparências, a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise da


filosofia [...]” (DERRIDA, 1967, p.293).
CITAÇÃO DIRETA LONGA:

A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou


regional sem a necessidade de deixar o seu local de origem. Tipos comuns
de teleconferência incluem o uso da televisão telefone e computador
(NICHOLS, 1993, p.181).

CITAÇÃO INDIRETA

De acordo com a NBR 10520:2002, citação indireta é o “texto baseado na obra


do autor consultado”, consistindo em transcrição não textual da (s) ideia (s) do autor
consultado, ou seja, faz-se necessária uma paráfrase das informações apresentadas
no documento original. Sendo necessário indicar o sobrenome do autor, seguido da
data da obra, não havendo necessidade de indicação da página.
Quanto à formatação, diferentemente da citação direta, a citação indireta não
apresentará recuo nem uso de aspas, por não haver um limite determinado de
quantidades de linhas.

Exemplos:

Barras (1979) ressalta que, apesar da importância da arte de escrever para ciência,
inúmeros cientistas não têm recebido treinamento neste sentido.
OU
Apesar da importância da arte de escrever para ciência, inúmeros cientistas não têm
recebido treinamento neste sentido (BARRAS, 1979).

Quando a citação indireta se refere a diversos documentos de vários autores


diferentes, mencionados simultaneamente, estes devem ser separados por ponto-e-
vírgula, em ordem alfabética, seguido pelo ano de publicação.

Exemplo:

Ela polariza e encaminha, sob a forma de “demanda coletiva”, as necessidades de todos


(FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1998).
CITAÇÃO DE CITAÇÃO

De acordo com a NBR 10520:2002, citação de citação é a “citação direta ou


indireta de um texto em que não se teve acesso ao texto original”, valendo-se de
citação presente em obra consultada. Para este tipo de citação é preciso utilizar a
expressão apud, que significa citado por, conforme, segundo.

Exemplos:

“[...] o viés organicista da burocracia estatal e o antiliberalismo da cultura política de 1937,


preservado de modo encapuçado na Carta de 1946.” (VIANNA, 1986, p. 172 apud SEGATTO,
1995, p. 214-215).

No modelo serial de Gough (1972 apud NARDI, 1993), o ato de ler envolve um processamento
serial que começa com uma fixação ocular sobre o texto, prosseguindo da esquerda para a
direita de forma linear.

REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO:

As citações, em que o nome do autor está inserido na sentença/frase, devem


apresentar o sobrenome escrito com apenas a primeira letra maiúscula.

Exemplo:

A ironia seria assim uma forma implícita de heterogeneidade mostrada,


conforme a classificação proposta por Authier-Reiriz (1982).

As citações, em que o nome do autor estiver entre parênteses, devem apresentar o


sobrenome escrito com todas as letras maiúsculas. Exemplo:

“Apesar das aparências, a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise


da filosofia [...]” (DERRIDA, 1967, p. 293).

Quando um único documento cuja produção foi realizada por quatro ou mais autores,
faz-se a indicação com o nome do primeiro autor, seguido da expressão et al. e o
ano da publicação.

Exemplo:
Diversos autores salientam a importância do acontecimento desencadeador no início
do processo de aprendizagem (CROSS et al., 1991).

Quando a citação apresentar dois ou três autores, citar os respectivos sobrenomes,


separando-os por ponto-e-vírgula.

Exemplo:

“Deve-se indicar sempre, com método e precisão, toda documentação que serve de
base para a pesquisa, assim como ideias e sugestões alheias inseridas no trabalho. ”
(CERVO; BERVIAN, 1978, p, 97).

3.2 NORMAS PARA AS REFERÊNCIAS (NBR. nº. 6023:2002)

De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR


6023:2002, todas as referências devem ser descritas alinhadas somente à margem
esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento, em
espaço simples e separadas entre si por espaço duplo, com o recurso tipográfico
(NEGRITO, GRIFO OU ITÁLICO) uniforme em todas as referências de um mesmo
documento. No entanto, isto não se aplica às obras sem indicação de autoria, ou de
responsabilidade, cujo elemento de entrada é o próprio título, já destacado pelo uso
de letras maiúsculas na primeira palavra, com exclusão de artigos (definidos e
indefinidos) e palavras monossilábicas.
Logo, empregam-se os seguintes modelos propostos pela ABNT para livros
e/ou folheto (manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.) e trabalhos
acadêmicos (teses, dissertações, entre outros):

o ELEMENTOS ESSENCIAIS

Autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação.


Exemplo:

GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF,1998.

* Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência


para melhor identificar o documento.

Exemplos:

PERFIL da administração pública paulista. 6. ed. São Paulo: FUNDAP, 1994. 317 p. Inclui
índice. ISBN 85-7285-026-0.

IBICT. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. Brasília, DF, 1993. 41 p.


HOUAISS, Antonio (Ed.). Novo dicionário Folha Webster’s: inglês/português,
português/inglês. Co-editor Ismael Cardim. São Paulo: Folha da Manhã, 1996. Edição
exclusiva para o assinante da Folha de S. Paulo.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento


Ambiental. Estudo de impacto ambiental – EIA, Relatório de impacto ambiental – RIMA:
manual de orientação. São Paulo, 1989. 48 p. (Série Manuais).

MEY, Eliane Serrão Alves. Catalogação e descrição bibliográfica: contribuições a uma


teoria. Brasília, DF: ABDF, 1987. Originalmente apresentada como dissertação de mestrado,
Universidade de Brasília,1986.
 PARA MATERIAL DISPONÍVEL EM MEIO ELETRÔNICO

Emprega-se o mesmo formato do item anterior acrescidas das informações


relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, etc.).

Exemplo:

KOOGAN, André; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção
geral de André Koogan Breikmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CD-ROM.

 PARA CONSULTAS EXCLUSIVAMENTE ONLINE


Também são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico,
apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a data de
acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:, ( OPCIONALMENTE
acrescida dos dados referentes a hora, minutos e segundos).
NOTA – Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas
redes.

Exemplo:

ALVES, Castro. Navio negreiro. [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível em:
<http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/ navionegreiro.htm>. Acesso em:
10 jan. 2002,16:30:30.

PARTES DE REVISTA, BOLETIM

Empregam-se os seguintes elementos essenciais:

Título da publicação, local de publicação, editora, numeração do ano e/ou


volume, numeração do fascículo, informações de períodos e datas de sua publicação,
acrescentando-se elementos complementares à referência para melhor identificar o
documento, quando necessário.
Exemplo:

DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três, n.148, 28 jun. 2000.
98 p.

 ARTIGO E/OU MATÉRIA DE REVISTA OU BOLETIM


Nesse caso os elementos essenciais são:
Autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da publicação (em negrito),
local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou
número, paginação inicial e final, quando se tratar de artigo ou matéria, data ou
intervalo de publicação e particularidades que identificam a parte (se houver).
Exemplos:
GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de
Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997.

TOURINHO NETO, F. C. Dano ambiental. Consulex, Brasília, DF, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev.
1997.

 ARTIGO E/OU MATÉRIA DE REVISTA OU BOLETIM EM MEIO ELETRÔNICO

Utilizam-se os mesmos elementos essenciais do item anterior, acrescido das


informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM,
online etc.), acrescentando-se, quando necessário, elementos complementares à
referência para melhor identificar o documento. Quando a consulta for online, a
informação sobre o endereço eletrônico deve ser apresentada entre os sinais < >,
precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento, precedida
da expressão Acesso em:, opcionalmente acrescida dos dados referentes a hora,
minutos e segundos.
Exemplos:

KELLY, R. Electronic publishing at APS: its not just online journalism. APS News Online,
Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em: <http://www.aps.org/apsnews/1196/11965.html>.
Acesso em: 25 nov. 1998.

SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro. O Estado de S. Paulo, São Paulo,
19 set. 1998. Disponível em: <http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.htm>.
Acesso em: 19 set. 1998.

EVENTO COMO UM TODO

Nesse caso está incluso o conjunto dos documentos reunidos num produto final
do próprio evento (atas, anais, resultados, proceedings, entre outras denominações).
Utilizam-se os seguintes elementos essenciais:
Nome do evento, numeração (se houver), ano e local (cidade) de realização.
Em seguida, deve-se mencionar o título do documento (anais, atas, tópico temático
etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora e data da publicação.
Caso seja necessário acrescentam-se elementos complementares à referência
para melhor identificar o documento.
Exemplos:

IUFOST INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON CHEMICAL CHANGES DURING FOOD


PROCESSING, 1984, Valencia. Proceedings...Valencia: Instituto de Agroquímica y
Tecnología de Alimentos, 1984.
REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20.,1997, Poços de Caldas.
Química: academia, indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira
de Química, 1997.

 EVENTO COMO UM TODO EM MEIO ELETRÔNICO

As referências devem seguir os padrões indicados para evento como um todo,


acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes,
CD-ROM, etc.) e quando se tratar de obras consultadas for online, a informação sobre
o endereço eletrônico deve ser apresentada entre os sinais < >, precedido da
expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento, precedida da expressão
Acesso em:, (OPCIONALMENTE acrescida dos dados referentes a hora, minutos
e segundos).
Exemplo:

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos...


Recife: UFPE, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso
em: 21 jan.1997.

TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO

Utilizam-se os seguintes elementos essenciais:

Autor (es), título do trabalho apresentado, seguido da expressão In:, nome do


evento, numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realização, título do
documento (anais, atas, tópico temático etc.), local, editora, data de publicação e
página inicial e final da parte referenciada, acrescentando, quando necessário,
elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.
Exemplos:

BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a


objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais...
São Paulo: USP,1994. p.16-29.

SOUZA, L. S.; BORGES, A. L.; REZENDE, J. O. Influência da correção e do preparo do solo


sobre algumas propriedades químicas do solo cultivado com bananeiras. In: REUNIÃO
BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 21., 1994,
Petrolina. Anais... Petrolina: EMBRAPA, CPATSA, 1994. p. 3-4.

MARTIN NETO, L.; BAYER, C.; MIELNICZUK, J. Alterações qualitativas da matéria orgânica
e os fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico vermelho-escuro em
diferentes sistemas de manejo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 26.,
1997, Rio de Janeiro. Resumos... Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo,
1997. p. 443, ref. 6-141.

 TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO EM MEIO ELETRÔNICO

As referências devem seguir os padrões indicados para indicados para


trabalhos apresentados em evento, acrescidas das informações relativas à descrição
física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, etc.) e quando se tratar de obras
consultadas forem online a informação sobre o endereço eletrônico deve ser
apresentada entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a data de
acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:, (OPCIONALMENTE
acrescida dos dados referentes a hora, minutos e segundos).
Exemplos:

GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE


BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina,
1998. 1 CD-ROM.
SABROZA, P. C. Globalização e saúde: impacto nos perfis epidemiológicos das populações.
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA, 4., 1998, Rio de Janeiro. Anais
eletrônicos... Rio de Janeiro: ABRASCO, 1998. Mesa-redonda. Disponível em:
<http://www.abrasco.com.br/epirio98/>. Acesso em: 17 jan. 1999.

o PATENTE

Empregam-se os seguintes elementos essenciais:

Entidade responsável e/ou autor, título, número da patente e datas (do


período de registro).
Exemplo:

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação


Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de
temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

o DOCUMENTO JURÍDICO (Legislação, Jurisprudência (decisões judiciais) e


Doutrina (interpretação dos textos legais)

 LEGISLAÇÃO

Empregam-se os seguintes elementos essenciais:

Jurisdição (ou cabeçalho da entidade, no caso de se tratar de normas), título,


numeração, data e dados da publicação. No caso de Constituições e suas emendas,
entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do
ano de promulgação, entre parênteses. Quando necessário, acrescentam-se
elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.
Exemplos:

SÃO PAULO (Estado). Decreto no 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de


legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da]


República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p.
29514.

BRASIL. Decreto-lei no 5.452, de 1 de maio de 1943. Lex: coletânea de legislação: edição


federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento. BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo:
Saraiva, 1995.

BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº 17, de 1991. Coleção de Leis da República


Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 183, p. 1156-1157, maio/jun. 1991.

BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex:


legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p. 1966, out./dez. 1995.
SÃO PAULO (Estado). Decreto no 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre a
desativação de unidades administrativas de órgãos da administração direta e das autarquias
do Estado e dá providências correlatas. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São
Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.

BRASIL. Medida provisória no 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em


operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção 1, p. 29514.

 JURISPRUDÊNCIA (decisões judiciais)


Engloba súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões
judiciais.

Nesse caso, utilizam-se os seguintes elementos essenciais:

Jurisdição e órgão judiciário competente, título (natureza da decisão ou ementa)


e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e dados da publicação.
Pode-se acrescentar elementos complementares à referência para melhor identificar
o documento, quando for necessário.
Exemplos:

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: .Súmulas. São Paulo:
Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus nº181. 636-1, da 6ª Câmara Cível do


Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex:
jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240,
mar. 1998.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Processual Penal. Habeascorpus. Constrangimento


ilegal. Habeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de
São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais
Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar. 1998.

DOUTRINA

Compreende toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais


(monografias, artigos de periódicos, papers etc.), referenciada conforme o tipo de
publicação.
Exemplo:

BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do
Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139,
p. 53-72, ago.1995.

 DOCUMENTO JURÍDICO EM MEIO ELETRÔNICO

Nesse caso, deve-se obedecer aos padrões para documento jurídico,


adicionando-se informações relativas à descrição física do meio eletrônico
(disquetes, CD-ROM, etc). Caso se trate de obras consultadas online, a informação
sobre o endereço eletrônico deve ser apresentada entre os sinais < >, precedido da
expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento, precedida da expressão
Acesso em:, (OPCIONALMENTE acrescida dos dados referentes a hora, minutos
e segundos).

BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: SISLEX: Sistema de


Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]:
DATAPREV, 1999. 1 CD-ROM.
BRASIL. Lei nº 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível
em: <http://www.in.gov.br/mp_leis/leis_texto.asp?ld=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez.
1999.

o IMAGEM EM MOVIMENTO (Filmes, videocassetes, dvd, entre outros)


Empregam-se os seguintes elementos essenciais:

Título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em


unidades físicas. Quando necessário, pode-se acrescentar elementos
complementares à referência para melhor identificar o documento.
Exemplos:

OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo:


CERAVI, 1983. 1 videocassete.

BLADE Runner. Direção: Ridley Scott. Produção: Michael Deeley. Intérpretes: Harrison Ford;
Rutger Hauer; Sean Young; Edward James Olmos e outros. Roteiro: Hampton Fancher e
David Peoples. Música:Vangelis. Los Angeles: Warner Brothers, c1991. 1 DVD (117 min),
widescreen, color. Produzido por Warner Video Home. Baseado na novela “Do androids
dream of electric sheep?” de Philip K. Dick.

o DOCUMENTO ICONOGRÁFICO (Pintura, gravura, ilustração, fotografia,


desenho técnico, diapositivo, diafilme, material estereográfico, transparência,
cartaz entre outros.)

Emprega-se os seguintes elementos essenciais:

Autor, título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a


indicação Sem título, entre colchetes), data e especificação do suporte. Quando
necessário, pode-se acrescentar elementos complementares à referência para melhor
identificar o documento.
Exemplos:

KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia.


MATTOS, M. D. Paisagem-Quatro Barras. 1987. 1 original de arte, óleo sobre tela, 40 cm x
50 cm. Coleção particular.

 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO EM MEIO ELETRÔNICO

Deve-se seguir o mesmo padrão do item anterior, acrescido das informações


relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes, CD-ROM, online etc.) e caso
a obra for consultada online a informação sobre o endereço eletrônico deve ser
apresentada entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a data de
acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:, (OPCIONALMENTE
acrescida dos dados referentes a hora, minutos e segundos).
Exemplos:
ESTAÇÃO da Cia. Paulista com locomotiva elétrica e linhas de bitola larga. 1 fotografia, p&b.
In: LOPES, Eduardo Luiz Veiga. Memória fotográfica de Araraquara. Araraquara:
Prefeitura do Município de Araraquara, 1999. 1 CD-ROM.

VASO.TIFF. 1999. Altura: 1083 pixels. Largura: 827 pixels. 300 dpi. 32 BIT CMYK. 3.5 Mb.
Formato TIFF bitmap. Compactado. Disponível em: <C:\Carol\VASO.TIFF>. Acesso em: 28
out. 1999.

o DOCUMENTO CARTOGRÁFICO (Atlas, mapa, globo, fotografia aérea entre


outros.)
Elementos essenciais:

Autor(es), título, local, editora, data de publicação, designação específica e


escala. Quando necessário, pode-se acrescentar elementos complementares à
referência para melhor identificar o documento.
Exemplos:

ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1981. 1 atlas.
Escalas variam.

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Regiões de governo do


Estado de São Paulo. São Paulo, 1994. 1 atlas. Escala 1:2.000.

LANDSAT TM 5: imagem de satélite. São José dos Campos: Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais, 1987-1988. 1 fotografia aérea. Escala 1:100.000. Canais 3, 4 e composição
colorida 3, 4 e 5.

 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO EM MEIO ELETRÔNICO

Será obedecido, nesse caso, os mesmos padrões indicados para material


cartográfico, acrescido das informações relativas à descrição física do meio eletrônico
(disquetes, CD-ROM, online etc.) e caso a obra for consultada online a
informação sobre o endereço eletrônico deve ser apresentada entre os sinais < >,
precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento, precedida
da expressão Acesso em:, (OPCIONALMENTE acrescida dos dados referentes a
hora, minutos e segundos).
Exemplos:

PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo, 1920. 1 mapa, color. Escala indeterminável.


Neo Interativa, Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

MAPA de Ubicación: vista ampliada. Buenos Aires: Dirección de Salud y Acción Social de la
Armada, c2001. 1 mapa, color. Escala indeterminável. Disponível em:
<http://www.diba.org/turismo/hoteles/ushuaia/ ubicacion2.htm>. Acesso em: 13 jan. 2002.

o TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS

AUTOR PESSOAL

Será(ão) indicado(s) o(s) autor(es), de modo geral, pelo último sobrenome,


em maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes, abreviado(s) ou
não, de forma que seja mantido, tanto quanto possível, o mesmo padrão para
abreviação de nomes e sobrenomes, usados na mesma lista de referências.
Os nomes devem ser separados por ponto-e-vírgula (;) seguido de espaço.
Exemplos:
ALVES, Roque de Brito. Ciência criminal. Rio de Janeiro: Forense, 1995.

PASSOS, L. M. M.; FONSECA, A.; CHAVES, M. Alegria de saber: matemática, segunda


série, 2, primeiro grau: livro do professor. São Paulo: Scipione, 1995. 136 p.

 PARA MAIS QUE TRÊS AUTORES

Nesse caso, pode-se indicar apenas o primeiro autor seguido da expressão et


al. ou então indicar todos os nomes como no item anterior.
Exemplos:
URANI, A. et al. Construção de uma matriz de contabilidade social para o Brasil.
Brasília, DF: IPEA, 1994.

URANI, A.; MOREIRA, A.; FERREIRA, M.A. R.; GOTTSHALK, H. Construção de uma
matriz de contabilidade social para o Brasil. Brasília, DF: IPEA, 1994.

 PARA AUTOR RESPONSÁVEL PELO CONJUNTO DA OBRA


Nesse caso, o nome do responsável deve vir seguido da abreviação, no
singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor, coordenador etc.),
entre parênteses.
Exemplos:

FERREIRA, Léslie Piccolotto (Org.). O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Summus,


1991.

MARCONDES, E.; LIMA, I. N. de (Coord.). Dietas em pediatria clínica. 4. ed. São Paulo:
Sarvier, 1993.

OUTROS TIPOS DE RESPONSABILIDADE (tradutor, revisor, ilustrador entre


outros)

Podem ser acrescentados após o título, conforme aparecem no documento.


Quando existirem mais de três nomes exercendo o mesmo tipo de responsabilidade,
aplica-se o recomendado no item “ PARA MAIS QUE TRÊS AUTORES”.
Exemplos:

GOMES, Orlando. O direito de família. Atualização e notas de Humberto Theodoro Júnior.


11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1995. 562 p.

 PARA AUTOR ENTIDADE (órgãos governamentais, empresas, associações,


congressos, seminários etc.)

Deve-se iniciar, de modo geral, pelo próprio nome, por extenso. E se houver
para entidade uma denominação genérica, seu nome deve ser precedido pelo nome
do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence.
Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação
específica que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de
duplicidade de nomes, deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica
a jurisdição, entre parênteses.
Exemplos:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Catálogo de teses da Universidade de São Paulo,
1992. São Paulo, 1993. 467 p.

BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF, 1993. 28 p.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da Diretoria-Geral: 1984. Rio de Janeiro, 1985.


40 p.

BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal). O 24 de julho de 1833 e a guerra civil de 1829-1834.


Lisboa, 1983. 95 p.

 AUTORIA DESCONHECIDA
Nesse caso inicia-se com título. O termo anônimo não deve ser usado em
substituição ao nome do autor desconhecido.

Exemplo:

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 64
p.

o TÍTULO E SUBTÍTULO

Devem ser reproduzidos tais como figuram no documento, separados por dois-
pontos (:). Para aqueles títulos e subtítulos longos demais, pode-se suprimir as últimas
palavras, desde que não seja alterado o sentido, indicando por reticências.
Exemplos:

PASTRO, Cláudio. Arte sacra. São Paulo: Loyola, 1993. PASTRO, Cláudio. Arte sacra:
espaço sagrado hoje. São Paulo: Loyola, 1993. 343 p.

GONSALVES, Paulo Eiró (Org.). A criança: perguntas e respostas: médicos, psicólogos,


professores, técnicos, dentistas... Prefácio do Prof. Dr. Carlos da Silva Lacaz. São Paulo:
Cultrix: Ed. da USP, 1971.

 PARA TÍTULOS EM MAIS DE UMA LÍGUA

Deve-se apresentar o primeiro, registrando-se OPCIONALMENTE o segundo


ou o que estiver em destaque, separando-o do primeiro título pelo sinal de
igualdade.
Exemplo:

SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL= REVISTA PAULISTA DE MEDICINA. São Paulo:


Associação Paulista de Medicina, 1941- . Bimensal. ISSN 0035-0362.

 TÍTULO DE PERIÓDICOS NO TODO OU DE FASCÍCULO OU NÚMERO


REFERENCIADO INTEGRALMENTE

O título deve ser sempre o primeiro elemento em letras maiúsculas.


Exemplo:
REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. São Paulo: FEBAB,
1973-1992.

 PERIÓDICO COM TÍTULO GENÉRICO


O nome da entidade autora ou editora, que se vincula ao título por uma
preposição entre colchetes [ ] .
Exemplo:
BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, 1965- . Trimestral.

 TRABALHOS SEM TÍTULO

Nesse caso, atribui-se uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do


documento, entre colchetes[ ].
Exemplo:
SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA, 1., 1978, Recife.[Trabalhos apresentados].
Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 1980. ii, 412 p.

o EDIÇÃO

Devem-se empregar abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição,


ambas na forma adotada na língua do documento, podendo-se indicar acréscimos á
edição de forma abreviada.
Exemplos:

PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. 6. ed. Rio de Janeiro: L. Cristiano, 1995. 219 p.

FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnico-


científicas. 3. ed. rev. e aum. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 1996.

o LOCAL
Indica-se a cidade de publicação como está no documento, acrescenta-se o
nome do estado, do país, etc. quando houver homônimos.
Exemplos:

Viçosa, AL
Viçosa, MG
Viçosa, RJ

ZANI, R. Beleza, saúde e bem-estar. São Paulo: Saraiva, 1995. 173 p.

 LOCAIS DIFERENTES PARA UMA SÓ EDITORA

Nesse caso, deve-se indicar o primeiro local ou o de maior destaque.


Exemplo:

SWOKOWSKI, E. W.; FLORES, V. R. L. F.; MORENO, M. Q. Cálculo de geometria


analítica. Tradução de Alfredo Alves de Faria. Revisão técnica Antonio Pertence Júnior. 2.
ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994. 2 v.
Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada,
indica-se entre colchetes.
Exemplo:

LAZZARINI NETO, Sylvio. Cria e recria. [São Paulo]: SDF Editores, 1994. 108 p.

Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão sine loco,


abreviada, entre colchetes [S.l.].
Exemplos:

OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [S.l.]: Ex Libris, 1981.60 f.

KRIEGER, Gustavo; NOVAES, Luís Antonio; FARIA, Tales. Todos os sócios do


presidente. 3. ed. [S.l.]: Scritta, 1992. 195 p.

o EDITORA

Indica-se como está no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-


se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam
dispensáveis para identificação.
Exemplos:
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e álgebra de Boole. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. 167 p., il.
Bibliografia: p.166-167. ISBN 85-224-1256-1.

LIMA, M. Tem encontro com Deus: teologia para leigos. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1985.

 PARA DUAS, TRÊS OU MAIS EDITORAS

No caso de duas editoras ambas são indicadas, com seus respectivos locais
(cidades). Se houver três ou mais editoras, indica-se a primeira ou a que estiver em
destaque.

Exemplo:
ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria; MAIA, Carlos A. (Coord.) História da ciência: o mapa
do conhecimento. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura; São Paulo: EDUSP, 1995. 968 p.
(América 500 anos, 2).

o DATA

Deve ser indicada em algarismos arábicos, seja da publicação, distribuição, do


copirraite, da impressão, da apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico,
ou outra. No entanto, se nenhuma data puder ser determinada, registra-se uma data
aproximada entre colchetes [ ].
Exemplos:
LEITE, C. B. O século do desempenho. São Paulo: LTr, 1994. 160 p.

CIPOLLA, Sylvia. Eu e a escola, 2ª série. São Paulo: Paulinas, c1993. 63 p.

FLORENZANO, Everton. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro,


[1993]. 383 p.

Nas referências de vários volumes de um documento, produzidos em um


período, indicam-se as datas mais antiga e mais recente da publicação, separadas por
hífen.
Exemplo:

RUCH, Gastão. História geral da civilização: da Antigüidade ao XX século. Rio de Janeiro:


F. Briguiet, 1926-1940. 4 v.

Em Listas e catálogos, para as coleções de periódicos em curso de


publicação, indica-se apenas a data inicial seguida de hífen e um espaço.
Exemplo:

GLOBO RURAL. São Paulo: Rio Gráfica, 1985- . Mensal.

 DATA PARA PUBLICAÇÃO PERIÓDICA

Indicam-se as datas inicial e final do período de edição, quando se tratar de


publicação encerrada. Os meses devem ser indicados de forma abreviada, no idioma
original da publicação.
Exemplo:

DESENVOLVIMENTO & CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da


Indústria, 1957-1968. Mensal.

ALCARDE, J. C.; RODELLA, A. A. O equivalente em carbonato de cálcio dos corretivos da


acidez dos solos. Scientia Agricola, Piracicaba, v. 53, n. 2/3, p. 204-210, maio/dez. 1996.

BENNETTON, M. J. Terapia ocupacional e reabilitação psicossocial: uma relação possível.


Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, São Paulo, v. 4, n. 3, p.
11-16, mar.1993.

o DESCRIÇÃO FÍSICA (Folhas, volume, etc...)

Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física, ou seja,


um volume, indica-se o número total de páginas ou folhas, seguido da abreviatura p.
ou f. Quando o documento for publicado em mais de uma unidade física, ou seja,
mais de um volume, indica-se a quantidade de volumes, seguida da abreviatura v.

NOTA – A folha é composta de duas páginas: anverso e verso. Alguns trabalhos,


como teses e dissertações, são impressos apenas no anverso e, neste caso, indica-
se f.

Exemplos:

PIAGET, Jean. Para onde vai a educação. 7. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1980. 500 p.

TABAK, F. A lei como instrumento de mudança social. Fortaleza: Fundação Waldemar


Alcântara, 1993. 17 f.

TOURINHO FILHO, F. C. Processo penal. 16. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 1994. 4
v.

 QUANDO SE TRATAR DE TESE, DISSERTAÇÃO E TRABALHO DE


CONCLUSÃO DE CURSO

Deve-se indicar em nota o tipo de documento (tese, dissertação, trabalho de


conclusão de curso etc.), o grau, a vinculação acadêmica, o local e a data da defesa,
mencionada na folha de aprovação (se houver).

Exemplos:

MORGADO, M. L. C. Reimplante dentário. 1990. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso


(Especialização)–Faculdade de Odontologia, Universidade Camilo Castelo Branco, São
Paulo, 1990.

ARAUJO, U. A. M. Máscaras inteiriças Tukúna: possibilidades de estudo de artefatos de


museu para o conhecimento do universo indígena. 1985. 102 f. Dissertação (Mestrado em
Ciências Sociais) – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, São
Paulo,1986.

o ORDEM DAS REFERÊNCIAS

As referências podem ser ordenadas pelo sistema alfabético ou pelo sistema


numérico como proposto para citações na NBR 10520:2002.
Se for utilizado o sistema alfabético, as referências devem ser reunidas no
final do trabalho, do artigo ou do capítulo, em uma única ordem alfabética.

Exemplos:
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA (Brasil). Educação básica e formação
profissional. Salvador, 1993.

DREIFUSS, René. A era das perplexidades: mundialização, globalização e planetarização.


Petrópolis: Vozes, 1996.
GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética da História. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1978.

Se for utilizado o sistema numérico no texto, a lista de referências deve seguir


a mesma ordem numérica crescente. Esse sistema não pode ser usado
concomitantemente para notas de referência e notas explicativas.

Exemplo:
No texto:
De acordo com as novas tendências da jurisprudência brasileira 1, é facultado
ao magistrado decidir sobre a matéria.
Todos os índices coletados para a região escolhida foram analisados
minuciosamente2.

Na lista de referências:

1 CRETELLA JÚNIOR, José. Do impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: R. dos


Tribunais, 1992. p. 107.

2 BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, 1965. p. 20.

 PARA REPETIÇÃO DE NOME DO AUTOR EM VÁRIAS REFERÊNCIAS


CONSECUTIVAS NA MESMA PÁGINA

Cita-se uma vez o nome do autor completo e substituem-se as repetições


seguintes por um traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto.
Exemplos:

FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob regime de
economia patriarcal. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1943. 2 v.

. Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed.


Nacional, 1936.

 PARA REPETIÇÃO DE NOME DO AUTOR E TÍTULO EM VÁRIAS


REFERÊNCIAS CONSECUTIVAS NA MESMA PÁGINA

Também pode ser substituído por um traço sublinear nas referências seguintes à
primeira, seguindo-se as mesmas recomendações do item anterior.

Exemplos: FREYRE, Gilberto. Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado rural no


Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936. 405 p.

. . 2. ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1938. 410 p.


3.3 NORMAS PARA CONSTRUÇÃO DE ILUSTRAÇÕES, TABELAS E QUADROS
(NBR. nº 14724:2011)

ILUSTRAÇÕES (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa,


organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros)

De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)


14724:2011, quando no corpo do trabalho constar qualquer que seja o tipo de
ilustração, sua identificação aparece na parte superior (letra número 12), precedida
da palavra designativa (ex.: Desenho), seguida de seu número de ordem de
ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título.
Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento
obrigatório, mesmo que seja de produção do autor), legenda, notas e outras
informações necessárias à sua compreensão (se houver), com letra menor do que
aquela utilizada no corpo do texto (tamanho 10) e com espaço simples entre as linhas.
A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a
que se refere.

Exemplo:

Figura 1 – Arranjo estilo linear cheio (line-mass arrangements)


confeccionado com hastes de A) Baccharis milleflora DC. e B)
Baccharis tridentata Vahl.

Fonte: Tognon; Cuquel (2016, p.74).


TABELAS

De acordo com a NBR 14724 (2011, p.15), as tabelas “devem ser citadas no
texto, inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem e padronizadas
conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”.
Diferenciando o quadro da tabela, é importante observar a finalidade de cada
um e formatá-los corretamente. Segundo as Normas de Apresentação Tabular (1993,
p.9), “a tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações, das quais o
dado numérico se destaca como informação central”. Por outro lado, a ABNT não
informa qual o tipo de conteúdo que será apresentado em um quadro.
Quanto à formatação, a tabela apresenta os seguintes elementos: título,
cabeçalho, conteúdo, fonte e, se necessário, nota(s) explicativa(s) (geral e/ou
específica). As bordas laterais não podem ser fechadas. Por sua vez, o quadro,
embora apresente esses mesmos elementos, terá suas laterais fechadas.

Exemplo:

Tabela 1- Média das notas atribuídas por 10 avaliadores, especialistas em arranjos


florais, para as características de interesse ornamental das hastes de Baccharis
milleflora DC. e Baccharis tridentata Vahl.
Fonte: Tognon; Cuquel (2016, p.73).

3.4 ANEXOS E APÊNDICES (NBR. nº 14724:2011)

De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR. nº


14724:2011, anexo e apêndice são elementos pós-textuais opcionais. A diferença
primordial entre Anexo e Apêndice é que o Anexo é um texto ou documento não
elaborado pelo autor do trabalho científico (monografia, dissertação, tese, etc.) e o
Apêndice é um texto ou documento elaborado pelo autor do trabalho, ou seja, se foi
necessário você criar uma entrevista, um relatório, ou qualquer documento com o
escopo de complementar sua argumentação, deve-se utilizar o termo Apêndice.
Sua apresentação deve ser precedida da palavra ANEXO ou APÊNDICE,
identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo respectivo título,
centralizado. Utilizam-se letras maiúsculas na identificação dos apêndices/anexos.

Exemplos:

ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células


inflamatórias presentes nas caudas em regeneração – Grupo de
controle I

APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias

4 CAPÍTULO V – ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS SLIDES

Esta seção tem por objetivo orientar a elaboração dos slides para a exposição
oral do TCC, sendo esse em formato de Artigo ou de Monografia. Para tanto, seguem
as seguintes orientações:
a. Para garantir uma boa apresentação, os slides devem ser didáticos, ou seja, de
fácil explicação para o expositor e de fácil compreensão para o público;

b. Os slides devem ser construídos em tópicos e não devem apresentar textos


longos;

c. O tipo da fonte e o seu tamanho mudam de acordo com o design ou tema


selecionado, no PowerPoint. Por isso, para seguir um padrão, será usado, nas
exposições orais.

d. Os títulos das seções devem vir com todas as letras maiúsculas, e os subtítulos
apenas com a letra inicial maiúscula;

e. Letra preta e fundo branco facilitará a leitura; podendo usar letras na cor
vermelha e azul para fazer algum destaque;

f. Evite muitas animações ou animações demoradas, pois além de atrapalhar a


apresentação, aumentará o tempo de exposição e não contribuirá no aspecto
acadêmico;

g. Para dinamizar a apresentação, pode-se usar o recurso SmartArt presente na


barra de ferramentas do PowerPoint;

h. A quantidade de slides dependerá do tempo determinado para a apresentação.


Sendo assim, se a apresentação de TCC deve ocorrer em 20 minutos, a
quantidade de slides deve ser suficiente para atingir esse tempo, sem
desperdiçá-lo ou ultrapassá-lo.

Observação: Os slides elaborados para a apresentação do projeto de pesquisa, na


disciplina de TCC I, devem seguir este padrão de formatação, diferenciando-se em
relação aos itens apresentados, uma vez que devem ser os mesmos que constam no
projeto, bem como em relação ao tempo de exposição que, nesse caso, será de 10
minutos.
ANEXOS

ANEXO A – CARTA DE ACEITE DE CONVITE PARA ORIENTAÇÃO

(NOME DA FACULDADE)

CARTA DE ACEITE PARA ORIENTAÇÃO DO TCC

EU, _, lotado
(a) no Departamento , assumo o compromisso de
orientar o(a)(s) aluno(a)(s):
MATRÍCULA: TURNO:
MATRÍCULA: TURNO:
MATRÍCULA: TURNO:
do curso de , na
elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Campina Grande, de de 20

Assinatura do orientador
ANEXO B – CARTA DE ACEITE DE CONVITE PARA BANCA

(NOME DA FACULDADE)

CARTA DE ACEITE PARA BANCA EXAMINADORA DO TCC

EU, , lotado (a) no


Departamento , com titulação
, assumo o compromisso de participar da Banca
examinadora para avaliar o(a)(s) aluno(a)(s):
MATRÍCULA: TURNO:
MATRÍCULA: _ TURNO:
MATRÍCULA: TURNO:
do curso de , com fito em contribuir com o aprimoramento
do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Campina Grande, de junho de 20 .

Assinatura
APÊNDICE B - TERMO DE COMPROMISSO DO PESQUISADOR

Pesquisa: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Eu, XXXXXX, responsável pelo trabalho, portadora do RG. XXXXXX/SSP/CE e CPF


XXX.XXX.XXX-XX0 comprometo-me em cumprir integralmente os itens da Resolução
196/96 do CNS, que dispõe sobre Ética em Pesquisa que envolve Seres Humano.
Estou ciente das penalidades que poderei sofrer caso infrinja qualquer um dos itens
da referida resolução.
Por ser verdade, assino o presente compromisso.

ORIENTADOR/A

Campina Grande, de de 20
APÊNDICE C - SOLICITAÇÃO DO LOCAL PARA REALIZAR A PESQUISA

TERMO DE AUTORIZAÇÃO INSTITUCIONAL

Estamos cientes da intenção da realização do projeto


intitulado“XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXX” desenvolvida pela pesquisadora XXXXXXXXXX responsável
pelo trabalho.

Campina Grande, de de 20

XXXXXXXXXXXXXXXXXX
Comandante Tenente Coronel, do 4º Batalhão de Polícia Militar da cidade de
Guarabira-PB

XXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Comandante Capitão, do 3º Batalhão de Bombeiros Militares da cidade de
Guarabira- PB
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS

As referências devem ser ordenadas de acordo com as regras gerais que seguem. Trabalho
de autoria única e do mesmo autor é ordenado por ano de publicação, sendo a mais antiga a
primeira. Trabalhos de autoria única precedem trabalhos de autoria múltipla, quando o
sobrenome é o mesmo. Trabalhos em que o primeiro autor é o mesmo, mas coautores diferem,
são ordenados por sobrenome dos coautores. Trabalhos com a mesma autoria múltipla são
ordenados por data, sendo o mais antigo primeiro. Trabalhos com a mesma autoria e a mesma
data são ordenados alfabeticamente pelo título, desconsiderando a primeira palavra se for
artigo ou pronome, exceto quando o próprio título contiver indicação de ordem; o ano é
imediatamente seguido de letras minúsculas. Quando repetido, o nome do autor não deve
ser substituído por travessão ou outros sinais. A formulação da lista de referências deve ser
apropriada à tarefa de revisão e de editoração, contendo espaço duplo, fonte 12. Cada uma
das referências deve aparecer como um novo parágrafo, com recuo de 0,5 cm da margem
esquerda a partir da segunda linha. É preciso revisar cuidadosamente as Normas de
Publicação da revista antes de preparar suas referências, para obedecer a todos os critérios.
A exatidão das referências é de responsabilidade dos autores. Abaixo são mencionados
exemplos de tipos comuns de referência.

Relatório técnico

Birney, A. J., & Hall, M. M. (1981). Early identification of children with written language
disabilities (Rep. No. 81-1502). Washington, DC: National Education Association.

Trabalhos apresentados em congresso e simpósios

O curso de Psicologia, na construção do artigo para conclusão do curso, não aceita


referências a trabalhos apresentados em congressos e simpósios, mesmo os publicados em
anais de eventos. Sugere-se substituir essas referências por um artigo publicado do mesmo
assunto.

Teses e dissertações

As referências a teses e dissertações devem ser evitadas. Dê preferência aos artigos que elas
tenham originado, isto é, cite a publicação indexada. Se não houver artigo publicado derivado
da tese ou da dissertação, cite outro artigo do mesmo tema. Caso seja imprescindível para
o estudo a citação de teses e dissertações, estas devem estar disponíveis on-line em uma
base de dados institucional ou comercial:

Dissertação de mestrado disponível em base comercial

McNiel, D. S. (2006). Meaning through narrative: A personal narrative discussing


growing up with na alcoholic mother (Master's thesis). Available from ProQuest Dissertation
and Theses database. (UMI No. 1434728)

Tese de doutorado disponível em base de dados institucional

Juran, R. (2013). The relationship between perceived thought control ability,


mindfulness, and anxiety (Doctoral dissertation). Retrieved from https://etd.ohiolink.edu/

Sá, E. M. M. (2012). Habilidades sociais, bem-estar psicológico e rendimento escolar


(Doctoral dissertation, Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal). Retrieved from
http://ria.ua.pt/handle/10773/9222

Livros
Arendt, H. (1998). The human condition (2nd ed.). Chicago, IL: The University of Chicago
Press.

Pitiá, A. C. A., & Santos, M. A. (2005). Acompanhamento terapêutico: A construção de


uma estratégia clínica (2nd ed.). São Paulo, SP: Vetor.

Capítulo de livro

Blough, D. S., & Blough, P. (1977). Animal psychophysics. In W. K. Honig & J. E. Staddon
(Orgs.), Handbook of operant behavior (pp. 514-539). Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall.

Hoffman, L. W. (1979). Experiência da primeira infância e realizações femininas. In H. Bee


(Org.), Psicologia do desenvolvimento: Questões sociais (pp. 45-65). Rio de Janeiro, RJ:
Interamericana.

Livro traduzido em língua portuguesa

Kuhn, T. (1996). A estrutura das revoluções científicas [The structure of scientific


revolutions] (B. Boeira & N. Boeira, Trans.). São Paulo, SP: Perspectiva. (Original work
published 1970)

Salvador, C. C. (1994). Aprendizagem escolar e construção de conhecimento [School


learning and knowledge building] (E. O. Dihel, Trans.). Porto Alegre, RS: Artes Médicas.
(Original work published 1990).

Se a tradução em língua portuguesa de um trabalho em outra língua é empregada como fonte,


informar o ano da tradução em português e indicar o ano de publicação do trabalho original
no final da referência. No corpo do texto, citar o ano da publicação original e o ano da tradução:
(Salvador, 1990/1994). Incluir o título original e, entre colchetes, a tradução para a língua
inglesa.

Obras antigas em reedição em datas muito posterior

Franco, F. M. (1946). Tratado de educação física dos meninos. Rio de Janeiro, RJ: Agir.
(Original publicado work published 1790)

Autoria institucional

American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental


disorders (5th ed.). Washington, DC: Author.

Conselho Federal de Serviço Social. Conselho Federal de Psicologia. (2007). Parâmetros


para atuação de assistentes sociais e psicólogos(as) na política de assistência social
[Parameters for social workers and psychologists' performance in the Social
Assistance Policy]. Retrieved from http://site.cfp.org.br/publicacao/parmetros-para-atuao-
de-assistentes- sociais-e-psiclogosas-na-poltica-de-assistncia-social/
Para materiais disponíveis on-line, não incluir data de acesso a não ser que a fonte do material
mude com o passar do tempo (ex., wikis).

Artigo em periódico científico (com e sem DOI)

Se o artigo utilizado como fonte não estiver em inglês, informe o título original e, entre
colchetes, a tradução para a língua inglesa tal como consta no próprio artigo:
Dugnani, K. C. B., & Marques, S. L. (2011). Construção e validação de instrumento para
prática interventiva na adoção [Construction and validation of an instrument for intervening
practices in adoption]. Paidéia (Ribeirão Preto), 21(50), 317-328. doi:10.1590/S0103-
863X2011000300004

Artigos publicados em periódicos bilíngues, em que o inglês seja uma das línguas, devem ser
referenciados com o título em inglês:

Castaño-Perez, G. A., & Calderon-Vallejo, G. A. (2014). Problems associated with alcohol


consumption by university students. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 22(5), 739-
746. doi:10.1590/0104-1169.3579.2475

Se o artigo publicado on-line não possuir o digital object identifier (DOI), informar a URL. Não
informe data de acesso.

Kirst-Conceição, A. da C., & Martinelli, S. de C. (2014). Análises psicométricas iniciais de uma


Escala de Empatia Infantojuvenil (EEmpa-IJ) [Initial psychometric analysis of an Child and
Youth Empathy Scale (EEmpa-IJ)]. Avaliação Psicológica, 13(3), 351-358. Retrieved from
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_serial&pid=1677-
0471&lng=pt&nrm=iso

Artigo no Prelo

Evitar esse tipo de referência. Caso seja imprescindível, não fornecer ano, volume ou número
de páginas até que o artigo esteja publicado. Respeitada a ordem de nomes, será a última
referência do autor.

Carvalho, L. F., & Primi, R. (in press). Development and internal structure investigation of the
Dimensional Clinical Personality Inventory. Psicologia: Reflexão e Crítica.

Documentos Legislativos

Decreto No. 3.298. (1999, 20 de dezembro). Regulamenta a política nacional para a


integração da pessoa portadora de deficiência, consolida as normas de proteção e dá outras
providências [Regulates the national policy for the integration of the disabled person,
consolidates norms of protection and other measures]. Brasília, DF: Presidência da República.

Lei No. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (1996, 23 de dezembro). Estabelece as Diretrizes


e Bases da Educação Nacional [Establishes the Guidelines and Bases of the National
Education]. Diário Oficial da União, seção 1.

Constituição da República Federativa do Brasil. (1988, 5 de outubro). Recuperado de


http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/