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ESTADO DE RONDÔNIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CEREJEIRAS

ESTUDO HIDROLÓGICO

1 - OBJETIVO:

Será feito o estudo hidráulico com o propósito de coleta de dados hidrológicos


existentes, que permitam a caracterização climática, pluviométrica, da região para a
AQUISIÇÃO DE TUBOS DE CONCRETO, localizados nos seguintes locais:

ENDEREÇO COORDENADAS
"S" "W"
LINHA 3 - 4° P/ 5° EIXO - KM 2,0 13° 11.520 60° 59.526
LINHA 3 - 4° P/ 5° EIXO - KM 5,0 13° 11.520 60° 59.526
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 10,5 13° 13.533 60° 55.143
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 11,0 13° 13.297 60° 55.549
LINHA 5 - 3° P/ 2° EIXO - KM 3,5 13° 15.408 60° 47.523
LINHA 5 - 3° P/ 2° EIXO - KM 3,5 13° 15.408 60° 47.523
LINHA 5 - 3° P/ 2° EIXO - KM 6,5 13° 15.782 60° 45.896
LINHA 5 - 3° P/ 2° EIXO - KM 7,0 13° 15.875 60° 45.486
LINHA 5 - 3° P/ 2° EIXO - KM 9,0 13° 15.605 60° 44.910
LINHA 5 - 3° P/ 4° EIXO - KM 4,5 13° 15.697 60° 51.462
LINHA 5 - 3° P/ 4° EIXO - KM 4,5 13° 15.697 60° 51.462
SITIO SÃO JOÃO 13° 08'16.63 60° 52.1394
LINHA 4 - 3° P/ 2° EIXO 13° 13.392 60° 46.165
LINHA 4 - 3° P/ 2° EIXO - KM 1 13° 13.172 60° 48.612
LINHA 4 ESQUINA COM 3° EIXO 13°13.540 60° 49.244
LINHA 4 - 4° P/ 5° EIXO BAIANOS KM 3,5 (TRAVESSÃO) 13° 13.256 60° 58.130
LINHA 4 - 4° P/ 5° EIXO BAIANOS KM 3,5 13° 13.213 60° 58.375
LINHA 4 - 4° P/ 5° EIXO BAIANOS KM (CURVA) 13° 13.519 61° 00.064
LINHA 4 - 4° P/ 5° EIXO BAIANOS KM (CURVA) 13° 13.520 61° 00.064

TRAVESSÃO DA LINHA 1 TELÊ 13° 07.483 060° 50.268


TRAVESSÃO DA LINHA 1 TELÊ - KM 1,5 13° 07.696 060° 50.351
LINHA 1 - 3° P/ 4° EIXO - KM 4,5 13° 07.246 060° 51.811
LINHA 1 - 3° P/ 4° EIXO - KM 10,5 13° 06.527 060° 54.257
LINHA 1 - 3° P/ 4° EIXO - KM 10,5 13° 06.539 060° 54.340
LINHA 4 - 2° P/ 3° EIXO - KM 5,5 13° 13.701 060° 44.505
3° EIXO - LINHA 3 P/ LINHA 4 - KM 3,5 13° 13.150 060° 50.155
3° EIXO - LINHA 3 P/ LINHA 4 - KM 3,5 13° 13.176 060° 50.242
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 2,5 13° 06.754 060° 50.240
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 2,5 13° 06.991 060° 50.193

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LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 2,5 13° 07.104 060° 50.197


LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 3,5 13° 06.601 060° 50.699
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 3,5 13° 07.246 060° 50.981
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 4,5 13° 06.482 060° 51.940
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 5,0 13° 06.468 060° 06.003
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 5,5 13° 06.472 060° 52.151
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 6,5 13° 06.724 060° 52.901
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 7,5 13° 06.724 060° 52.901
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 7,5 13° 06.712 060° 53.020
LINHA 1 - 3° P/ 4° - KM 8,5 13° 06.722 060° 53.672
TRAVESSÃO RAPADURA - KM 7 13° 07.358 060° 52.833
TRAVESSÃO RAPADURA - KM 7 13° 07.453 060° 52.828

R. GOVERNADOR JORGE TEIXEIRA CHACARA 37 SETOR 4 13° 12.452 060° 48.222


LINHA 3 - 3° P/ 4° EIXO - KM 10 13° 11.341 060° 55.071
LINHA 3 - 2° P/ 3° EIXO - KM 6,5 13° 10.129 060° 44.648
LINHA 4 - 3° P/ 2° EIXO - KM 9 13° 13.625 060° 44.218
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 4,5 13° 13.185 060° 51.408
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 13° 13.059 060° 52.205
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 6,5 13° 13.739 060° 52.870
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 7,5 13° 13.533 060° 53.275
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 9,5 13° 13.241 060° 54.491
LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 11,0 13° 13.533 060° 55.215
LINHA 4 - 4° P/ 5° EIXO - KM 2,5 (TRAVESSÃO) 13° 13.559 060° 58.132

LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 4 13° 14.611 060° 51.434


LINHA 4 - 3° P/ 4° EIXO - KM 4 13° 13.224 060° 51.430
CHACARA SETOR 1 - N° 53 13° 10.545 060° 48.718
LINHA 4 - 3° P/ 2° EIXO - KM 5 13° 13.476 060° 47.303
3° EIXO - LOTE 4,5 - ENTRE 4 E 5 13° 13.968 060° 49.081
LINHA2 - TRAVESSÃO AEROPORTO -KM 3,5 13° 09.576 060° 50.287
CHACAR DO MURILO 13° 10.353 060° 48.346
CHACARA AO LADO DA CHACARA DA APAE 13° 12.218 060° 49.975
LINHA - 3° EIXO 13° 16.157 060° 49.430
LINHA 3 - 2° P/ 3° EIXO - KM 8 13° 11.341 060° 44.479
LINHA 3 - TRAVASSÃO P/ LINHA 4 (MIRIM) 13° 11.612 060° 44.934
LINHA 4 - 2° P/ 3° EIXO - KM 6/5 13° 13.469 060° 45.117
LINHA 3 - 3° P/ 2° EIXO (SITIO MONTANHA ALTA) 13° 13.469 060° 45.117
TABELA 01

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2 - CARACTERIZAÇÃO FÍSICA DA ÁREA

As manilhas serão implantados na zona rural do municipio de CEREJEIRAS


nas coordenadas informadas na Tab. 01, as bacias de contribuição possuem relevo
plano a morros, os curso d’água principais são intermitentes e de médio a pouco
volume mesmo em tempos de estiagem, em seu curso não há presença de
alagadiços ou lagos.
As bacias também possuem formato variado, de aredondado a pouco
alongado e a cobertura vegetal varia de pastagem para pecuária, campos cultivados
e floresta de serrado, cursos d’água pouco a bem protegidos. Não há a montante do
ponto de intervenção estrutura que influencie na vazão.

2.1 DADOS DO MUNICÍPIO DE IMPLANTAÇÃO DO PROJETO.

População: 16.323 hab.


Área: 2.783,300 km²
Bioma : Amazônia.

Figura 1. Mapa de localização do município de Cerejeiras (Fonte: IBGE)

3 - CARACTERIZAÇÃO DO REGIME CLIMÁTICO REGIONAL

Segundo classificação climática do Instituto Brasileiro de Geografia e


Estatística (IBGE, 1978), o clima predominante no estado é do tipo Equatorial
Quente, Úmido, com três meses secos e temperatura média superior a 18°C em
todos os meses do ano.A região tem altíssima umidade e os índices pluviométricos
do estado, especialmente na área florestada, podem alcançar até 2100 mm anuais.
O período chuvoso está concentrado nos meses de setembro a maio, quando chove
grandes volumes quase todos os dias.

O índice de precipitações é elevado, assim os índices pluviométricos anuais


variam entre 1.800 a 2.400 mm, possui um período seco bem definido durante a

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estação de inverno.
A média anual da umidade relativa do ar varia de 80% a 90% no verão, e em
torno de 75%, no inverno. A evapotranspiração potencial (ETP) é alta durante todo o
ano, apresentando valores superiores a 100mm/mês. O total anual da ETP só atinge
valores superiores aos da precipitação mensal nos meses de maio, junho, julho e
agosto.
O relevo de Rondônia é constituído por planícies fluviais e planaltos de baixas
altitudes. É formado por superfícies que variam entre 100 a 300 metros de altitude.
No entanto, em alguns pontos na Serra dos Parecis e na Serra dos Pacaás, é
possível encontrar elevações que alcançam com 1.126 metros de altitude.
A vegetação é composta de Floresta Amazônica em grande parte do território,
há também presença de cerrado. Este fato ocorre por ser uma área de transição
entre o domínio geomorfológico do Brasil Central e o domínio geomorfológico
Amazônico, sendo, portanto, considerado uma área que congrega três importantes
biomas: Floresta Amazônica, Pantanal e Cerrado.
No municipio de CEREJEIRAS encontra-se relevos de morros e planices.

4 - ESTUDO DAS CHUVAS INTENSAS

O estudo de chuvas intensas tem por finalidade estabelecer as equações


intensidade – duração – freqüência, cujos valores servirão de base para o
dimensionamento. O grafico de intensidade-duração-frequencia foi obtido utilizando
a equação das chuvas intensas e parametros fornecidos pelo programa PLUVIO 2.0
DENARDIN, J., FREITAS, P. L.- Pesquisa Agropecuária Brasileira – Características
Fundamentais da Chuva no Brasil, v.17, p. 1409-1416, ano 1982.

i : intensidade;
Tr : tempo de retorno; (em anos);
t : duração da chuva;
a,b,c,d : parâmetros que devem determinados em cada local

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Curva Intensidade-Duração-Frequência

Será utilizado para obtenção dos valores o metodo do eng. Otto Pfafstetter, a
equação da precipitação é:

P = Precipitação máxima em mm;


t = Tempo de duração de Precipitação em horas (igual ao tempo de
concentração calculado para a bacia em estudo – T c );
K = Fator de probabilidade, função do período de recorrência, da duração
de precipitação e da localidade;
a,b ,c = constantes específicas de cada posto pluviográfico.

T = tempo de recorrência, em anos;


α = valor que depende da precipitação e igual para todos os postos;
β= valor que depende da duração da precipitação (igual ao tempo de

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concentração calculado para a bacia em estudo Tc ) e específico para cada posto.

5 – OBTENÇÃO DA VAZÃO DE PROJETO

Para obtenção da vazão a ser considerada no dimensionamento das


estruturas de drenagem será utilizado:

5.1 - Bacias inferiores a 4km2: Método Racional com tempo de concentração e


Run-Off obtidos por R. Peltier / J.L. Bonnenfant

Q = Vazão (m3/s)
A = área da bacia (ha)
I = Intensidade pluviométrica (mm / h)
C = coeficiente de deflúvio do R. Peltier - J.L. Bonnenfant

O tempo de concentração é calculado pela expressão:

T1 = Tempo de escoamento em minutos, tabelados em função da


cobertura vegetal e declividade do talvegue.

1/β = coeficiente de correção da cobertura vegetal

5.2 - Bacias entre 4km2 e 10km2: Método Racional com coeficiente de retardo,
Tempo de Concentração de Kirpich e Run-Off obtido por Burkli/Ziegler

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Q = Vazão (m³/ s)
A = Área de contribuição (km²)
I = intensidade pluviométrica (mm/h)
C = coeficiente de deflúvio de Burkli - Ziegler
Ø = coeficiente de retardo

A expressão para o coeficiente de retardo é:

Para A em km2
n = 4, pequenas declividades, inferiores a 0.5 % (Burkli Ziegler)
n = 5, médias declividades, entre 0.5 e 1 % ( MC MATH )
n = 6, fortes declividades, superiores a 1 % (BRIX)

O tempo de concentração é calculado pela formula de Kirpich:

Tc = Tempo de concentração (h)


L = Extensão do talvegue principal (km)
i = Declividade efetiva do talvegue (%)

L = Comprimento total do talvegue em (Km);


L1, L2.. Ln = Comprimentos Parciais do Talvegue em (Km);
I1, i2.. in = Declividades Parciais em (m/m).

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5.3 - Bacia superiores a 10km2: Método do Hidrograma Triangular Sintético com


Tempo de Concentração de Kirpich e deflúvio CN-Jabôr.

Qp = Vazão de pico (m³/s)


A = Área de drenagem (km²)
Tc = tempo de concentração de Kirpich
qm = Precipitação Efetiva (acumulada)

P = Altura acumulada de precipitação, a contar do início da chuva, em


mm, em função do tempo de concentração da bacia;

CN = Curva correspondente ao complexo solo/vegetação.

Finalizados os estudos e obtida a vazão máxima de projeto, procede-se a


conversão da vazão em seção de escoamento. Neste ponto convém atentar-se ao
volume do escoamento intermitente ou perene que já ocupará parte da seção de
escoamento, este volume deve ser medido em campo, na ausência de aparatos
tecnológico ou da possibilidade de um vertedouro o método do flutuador se mostra
adequado desde que seja executado em local próximo ao de implantação da obra de
drenagem e deve ser resultado de pelo menos três medições para obter uma média
confiável. A medição não deve ser realizada no período de estrema estiagem ou
quando o curso d’água estiver sobre influência de vazão extra proveniente de chuva
(enchentes).

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6 - COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL “RUN-OFF”

Os coeficientes de escoamento superficial deverão ser adotados em função


do tipo e uso do solo, considerando a urbanização futura da área. Para cada metodo
de obtenção de vazão ten-se uma recomendação quanto ao coeficiente.
Considerando R. Peltier / J.L. Bonnenfant

Considerando BURKLI- ZIEGLER

Considerando Jabôr

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i = declividade efetiva do talvegue (%)


A = área da bacia em (Km²)

O valor de CN é obtido da expressão:

CN1 = Obtém-se a partir da Área da bacia e da sua declividade efetiva


CN2 = É função da Geomorfologia da Área em estudo
CN3 = Está relacionada com a Pluviometria obtida pelo cálculo do Tempo
de Concentração.
O valor do coeficiente de escoamento superficial da bacia será determinado a
partir da média ponderada dos coeficientes das áreas parciais.

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7- TEMPO DE CONCENTRAÇÃO

Será obtido conforme o metodo de obtenção da vazão, sendo utilizado:


Tempo de concentração de R. Peltier / J.L. Bonnenfant

Tempo de concentração de Kirpich

O tempo de concentração mínimo a ser adotado é os seguintes:


- Bueiros de talvegue => 10 minutos
- Valetas de proteção => 5 ou 10 minutos (em função da área externa)
- Valetas e sarjetas de plataforma e valetas de banquetas => 5 minutos

8 - PERÍODOS DE RETORNO OU TEMPOS DE RECORRÊNCIA

O período de retorno utilizado na determinação da vazão de projeto e,


conseqüentemente, no dimensionamento do dispositivo de drenagem, será fixado
em função dos seguintes itens:
a) Importância e segurança da obra;
b) Estudo custo-benefício, a partir da avaliação dos danos para vazões superiores à
vazão de projeto, considerando danos a terceiros e custos para restauração da
estrada.
Em princípio adota-se o recomendado pelo DNIT, desde que não haja
recomendação específica da Fiscalização, os períodos de recorrência a serem
adotados são:
Drenagem superficial - 5 anos a 10 anos
• Drenagem profunda - 1 ano
• Drenagem grota, Bueiros tubulares - 10 anos (como canal) e 25 anos (como
orifício)
• Drenagem grota, Bueiros Celulares (Galerias) - 25 anos (como canal) e 50 anos

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(como orifício)
• Pontilhão - 50 anos
• Ponte - 100 anos

09 – MEMÓRIA DE CÁLCULO

O dimensionamento das estruturas e memória de cálculo são apresentados


no formato de tabela para melhor entendimento.
Os metodos de obtenção de vazões, valores de entrada e parâmetros de
cálculo estão discriminados por ponto de estudo.

CEREJEIRAS, OUTUBRO DE 2019.

_______________________________
Responsável técnico

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