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MANUAL DE INSTRUÇÕES DO OPERADOR

L70D
L70D

Ref.No.8326696694 Brazilian
Printed in Sweden CST
California
Proposition 65 Warning
Diesel engine exhaust and some of its constituents are
known to the State of California to cause cancer, birth
defects, and other reproductive harm.

California
Proposition 65 Warning
Battery posts, terminals and other related accessories
contain lead and lead compounds, chemicals known
to the State of California to cause cancer and other
reproductive harm.
Wash hands after handling.
L70D MANUAL DE INSTRUÇÕES DO OPERADOR

Prefácio
Este Manual de Instrução é destinado a servir de guia para a Índice
correta utilização e manutenção da máquina. Leia com aten-
ção o manual antes de dirigir a máquina ou antes de executar
qualquer manutenção preventiva.
Mantenha o manual na cabine para tê-lo sempre à mão. Se
o manual for extraviado substitua-o imediatamente. Apresentação
O manual descreve as áreas em que a máquina primeira-
mente deve ser utilizada e foi elaborado para ser válido em
todos os mercados. Portanto, solicitamos que você ignore os
capítulos que não são aplicáveis à sua máquina e ao seu tra-
balho.
Painéis de instrumentos

Muitas horas foram dedicadas na contrução e fabricação


para que a máquina seja o mais eficiente e segura possível. Outros controles
Os acidentes, que apesar disto ocorrem, são geralmente
causados pelas pessoas. Uma pessoa consciente quanto à
segurança e uma máquina bem conservada, formam uma
combinação segura, eficiente e lucrativa. Portanto, leia e
siga as instruções de segurança. Operação
Através de alterações na construção empenhamo-nos conti-
nuamente em aperfeiçoar nossos produtos e aumentar a efe-
tividade dos mesmos. Reservamo-nos o direito de fazer
estas alterações sem que tenhamos a obrigação de introdu-
zí-las em produtos já entregues. Técnicas de operação
Reservamo-nos também o direito de, sem notificação prévia,
alterar dados e equipamentos, como também instruções de
manutenção e demais providências de reparos.
Segurança no serviço
Normas de segurança
É obrigação do operador conhecer e seguir os regulamentos
de segurança locais e nacionais em vigor. As instruções de
segurança deste manual são válidas somente no caso de Manutenção e conservação
não existir regulamentos locais ou nacionais.

Especificações

O símbolo acima aparece em vários locais do manual Índice Alfabético


juntamente com uma mensagem de advertência e signi-
fica:
Atenção, esteja alerta! Sua segurança corre perigo! É
obrigação do operador providenciar para que todos os
adesivos de advertência estejam em seus lugares na má-
quina e que sejam legíveis. Caso contrário, podem ocor-
rer acidentes.

Conheça a capacidade e os limites de sua


máquina!

Ref no: 83 2 669 6694


Elanders,Sweden
Prefácio
2

Volvo Wheel Loaders AB


Fabricante: SE-631 85 Eskilstuna
Sweden

Número de série:
Conteúdo
3

Conteúdo
Prefácio......................................................................1
Conteúdo ...................................................................3
Apresentação ............................................................5
Geral....................................................................................... 5
Identificação CE, Diretiva EMC .............................................. 7
Proteção contra capotagem (ROPS)...................................... 8
Placas de identificação do produto......................................... 9
Placas e adesivos................................................................. 10
Serviço.................................................................................. 12
Painéis de instrumentos ........................................13
Geral..................................................................................... 13
Painel de instrumentos central ............................................. 14
Painel de instrumentos direito .............................................. 22
Painel de instrumentos dianteiro direito ............................... 28
Painel de instrumentos dianteiro esquerdo .......................... 30
Painel de informação............................................................ 32
Outros controles .....................................................55
Controle ................................................................................ 55
Automático de içamento e inclinação ................................... 64
Assento do operador ............................................................ 65
Unidade de climatização ...................................................... 67
Operação .................................................................71
Leia antes da operação ........................................................ 71
Amaciamento........................................................................ 72
Normas gerais ...................................................................... 73
Providências antes da operação .......................................... 78
Partida ao motor ................................................................... 79
Mudança de marcha............................................................. 80
Direção ................................................................................. 84
Frenagem ............................................................................. 86
Parada da máquina .............................................................. 88
Estacionamento.................................................................... 89
Locomoção forçada .............................................................. 90
Resgate/Reboque................................................................. 91
Técnicas de operação ............................................93
Geral..................................................................................... 93
Implementode trabalho......................................................... 94
Acoplamento de implemento ................................................ 95
Acumuladores....................................................................... 98
Caçambas ............................................................................ 99
Garras para toras ............................................................... 103
Garfos para paletes ............................................................ 107
Braço manipulador de material........................................... 110
Implemento rotativo ............................................................ 112
Esquema de sinalização..................................................... 113
Trabalho com a máquina.................................................... 116
Atolamento ......................................................................... 117
Conteúdo
4

Segurança no serviço...........................................119
Posição de serviço ............................................................. 119
Leia antes do serviço.......................................................... 120
Manutenção e conservação .................................127
Motor .................................................................................. 127
Sistema de combustível ..................................................... 129
Turbocompressor ............................................................... 130
Purificador de ar ................................................................. 131
Pré-filtro em banho de óleo ................................................ 133
Sistema de refrigeração ..................................................... 134
Sistema elétrico .................................................................. 137
Transmissão ....................................................................... 142
Eixos dianteiro e traseiro .................................................... 144
Cabine ................................................................................ 146
Sistema de freio.................................................................. 148
Ar condicionado.................................................................. 149
Sistema hidráulico .............................................................. 152
Pneu ................................................................................... 154
Programa de manutenção .................................................. 156
Esquema de manutenção e lubrificação ............................ 157
Esquema de manutenção e lubrificação ............................ 158
Lubrificação central ............................................................ 162
Especificações ......................................................173
Lubrificantes recomendados .............................................. 173
Dados sobre volumes......................................................... 175
Motor .................................................................................. 176
Sistema elétrico (Contronic) ............................................... 178
Transmissão de força ......................................................... 179
Óleos de eixo...................................................................... 180
Freios/sistema de direção .................................................. 182
Cabine ................................................................................ 183
Sistema hidráulico .............................................................. 184
Esquema de dimensão....................................................... 185
Capacidade da máquina..................................................... 186
Garfo para paletes.............................................................. 187
Braço manipulador de material........................................... 188
Índice alfabético....................................................189
Apresentação
Geral 5

Apresentação

L66517A

Geral
Áreas de utilização
A máquina destina-se a ser utilizada em condições normais nas
operações descritas no Manual de Instrução. Se a mesma for uti-
lizada para outras finalidades ou em ambientes potencialmente
perigosos, como por exemplo, em atmosfera explosiva ou em áre-
as contendo pó de amianto, regras especiais de segurança devem
ser seguidas e a máquina deve estar equipada para tal tipo de
operação. Contate o fabricante/distribuidor para informações adi-
cionais.

Motor
O Volvo TD63KGE é um motor de seis cilindros, quatro tempos,
de baixa emissão com injeção direta, turbocompressor e inter-re-
frigerador. O motor possui cabeçotes separados e camisas de ci-
lindro úmidas e substituíveis.

Sistema elétrico
A máquina possui dois microprocessadores (ECU), um para os
instrumentos (I-ECU) e outro para a máquina (V-ECU). O V-ECU
recebe sinais de sensores na máquina e as envia para o I-ECU. O
I-ECU é integrado com o painel de informação, com as lâmpadas
de advertência e intrumentos e transmite através destes informa-
ções ao operador.

Transmissão de força
A transmissão é controlada hidro-eletricamente, onde todos os pi-
nhões estão constantemente engrenados. Entre o motor e a trans-
missão há um conversor de torque hidráulico que regula de forma
contínua o torque de saída do motor. Os eixos dianteiro e traseiro
têm engrenagens planetárias no cubo das rodas, o que alivia o
respectivo eixo motriz. Os eixos são do tipo AWB.

Freios
A máquina está equipada com um sistema de freios totalmente hi-
dráulico de duplo circuito, com um circuito para cada eixo. Cada
circuito atende aos requisitos de capacidade de frenagem secun-
dária. Os freios são do tipo de disco em banho de óleo.

Freio de estacionamento
O freio de estacionamento é um freio tambor controlado mecani-
camente, posicionado no flange motriz do pinhão do eixo dianteiro
do eixo cardan.
Apresentação
6 Geral

Direção
A máquina possui um sistema de direção hidrostático com bomba
separada e dois cilindros hidráulicos.

Cabine
A cabine foi aprovada como cabine de segurança conforme as de-
terminações FOPS e ROPS, e é dotada de aquecimento e venti-
lação e, opcionalmente, com ar condicionado. A cabine está
equipada com saídas de emergência através da porta ou da janela
lateral direita.

Equipamentos
A máquina pode ser equipada com diferentes tipos de equipamen-
tos opcionais, dependendo do que é solicitado nos diversos mera-
cados. Exemplos destes equipamentos são: direção por alavanca
(CDC), suspensão do braço de carga, direção secundária, trava-
mento separado do implemento e lubrificação central (padrão em
certos mercados).
Apresentação
Identificação CE, Diretiva EMC 7

Identificação CE, Diretiva EMC


Identificação CE
(Declaração de conformidade)
(Aplica-se apenas às máquinas comercializadas dentro da
UE/EES)
Esta máquina possui identificação CE. Isto significa que a máqui-
L64437A
na ao ser entregue atende aos ”Requisitos Essenciais de Saúde
e Segurança”, aplicáveis, constantes no documento UE, denomi-
nado Diretiva de Segurança da Máquina.
Aquele que executar alterações que afetem a segurança da má-
quina, será também responsável por elas.
Como prova de que as exigências foram atendidas, junto com a
máquina é fornecida uma declaração de conformidade da UE,
emitida pela Volvo CE para cada máquina individualmente. Esta
declaração UE engloba também os implementos fabricados pela
Volvo CE. Esta documentação é valiosa e deve ser guardada pelo
menos por 10 anos. Esta documentação deve sempre acompa-
nhar a máquina quando a mesma for vendida.
Se a máquina for utilizada para outras finalidades ou com outros
implementos além daqueles descritos neste manual, a segurança
tem que ser assegurada em cada caso especial. O responsável
pelas medidas é quem as tomou, e pode em alguns casos, exigir
uma nova identificação CE e a emissão de uma nova declaração
de conformidade UE.

Diretiva EMC da UE
O equipamento eletrônico da máquina pode, em alguns casos,
provocar interferências em outros equipamentos eletrônicos, ou
sofrer interferências eletromagnéticas, que podem causar riscos
de segurança.
A diretiva UE/EMC referente a ”Conformidade eletromagnética”
fornece uma descrição geral das exigências que podem ser im-
postas à máquina sob o aspecto de segurança, onde os valores
limites foram estabelecidos em padrões internacionais.
Uma máquina ou aparelho que atender aos requisistos deve ser
CE identificado. Nossas máquinas são testadas com ênfase em
interferência eletromagnética. A identificação CE da máquina e a
declaração de conformidade também correspondem à diretiva
EMC.
Se outro equipamento eletrônico for montado na máquina, este
deve ser identificado como CE e deve ser testado na máquina
quanto às interferências eletromagnéticas.
Apresentação
8 Proteção contra capotagem (ROPS)

Proteção contra capotagem


(ROPS)
ROPS
Alterações não autorizadas da proteção contra
capotagem (ROPS)
Nunca faça nenhuma modificação não autorizada da ROPS,
como por exemplo: abaixar a altura do teto, perfurar, soldar supor-
tes para extintores de incêndio, para antena de rádio ou outros
equipamentos.
Essas modificações não autorizadas afetam as estruturas da ca-
bine ROPS e invalidam sua aprovação.
A Estrutura de Proteção Contra Capotagem (ROPS) foi homolo-
gada como atendendo às exigências de teste especificadas se-
gundo a ISO 3471 1994 e SAE 1040 de abril de 1988.
A cabine também foi testada e aprovada de acordo com o padrão
FOPS, segundo a ISO 3449 1992, SAE J231 de janeiro de 1981
e atende aos requisitos da ”proteção de teto para empilhadeira de
grande alcance” ISO 6055 1979, como também, às ”exigências
para o cinto de segurança do operador” SAE J386 de junho de
1993.
Qualquer modificação planejada dever ser discutida antecipada-
mente com nosso departamento de engenharia, para que seja de-
terminado se a modificação pode ser realizada sem afetar a
aprovação da homologação.
É importante que todos funcionários da sua empresa, inclusive a
direção, estejam plenamente cientes desses regulamentos relati-
vos ao ROPS.
Se qualquer pessoa encontrar uma máquina com modificações
não aprovadas, tanto o cliente quanto o fabricante devem ser no-
tificados por escrito.
Apresentação
Placas de identificação do produto 9

Placas de identificação do
produto
A figura e o texto abaixo indicam quais as placas de identificação
de produto que devem ser encontradas na máquina.
Ao solicitar peças de reposição, e em toda correspondência e con-
sultas telefônicas, deverão sempre ser mencionados o número de
identificação do produto (PIN) e a designação do modelo.

2
1
4 3
5 10

59080-2

7 8
9 6

1 Motor 2 Cabine
A designação do tipo do motor, número de peça e O número de série, tipo da máquina, razão social e
número de série estão impressos no bloco do cilindro endereço do fabricante, número ROPS/FOPS e o
abaixo do turbocompressor (lado direito da máquina). peso máximo da máquina estão localizados na
coluna traseira direita, dentro da cabine.

3 Placa de identificação do produto 4 Placa adicional


Contem o tipo de máquina, o nome e o endereço do A placa adicional à placa de identificação de produto
fabricante. O Número de Identificação do Produto, informa o peso da máquina, a potência do motor, o
PIN, para a máquina completa (PIN contem designa- ano de fabricação e local para a identificação CE
ção do modelo, código do motor e número de série) (apenas países da UE/EEC) fica posicionada abaixo
está posicionado no lado esquerdo do chassi dian- da placa de identificação do produto.
teiro.

5 Identificação primária 6 Eixo traseiro


O PIN, a designação do modelo, o código do motor e A placa de componente do eixo motriz traseiro,
o número de série, estão impressos no lado direito do Número de Identificação do Componente, CIN, com o
chassi dianteiro (exibe o mesmo número PIN que número do produto, o número de série e o nome do
está na placa de identificação do produto). fabricante, está posicionada na tampa do eixo.

7 Transmissão 8 Eixo dianteiro


Os números de produto e de série da transmissão e o A placa de identificação de componente do eixo dian-
nome do fabricante, estão localizados no lado direito teiro (CIN), com os números de produto e de série e o
da transmissão. nome do fabricante, está localizada na tampa do
eixo.

9 Engrenagem central 10 Quadro de içamento


Os números de produto e de série da engrenagem O número de identificação do produto, o número de
central (CIN) e o nome do fabricante, estão localiza- série e o nome do fabricante do quadro de içamento,
dos na carcaça do diferencial. estão posicionados no lado esquerdo do mesmo.
Apresentação
10 Placas e adesivos

Placas e adesivos
Placas de informação e de advertência
A figura e o texto abaixo indicam quais as placas de advertência/adesivos sem texto e os textos informativos que
devem ser encontrados na máquina. O operador da máquina deve conhecer e seguir os avisos e informações
contidos nas placas e adesivos.
Os adesivos/placas que sumiram, que foram danificados, recobertos com tinta, ou que por qualquer outra razão
não estão mais legíveis, devem ser substituídos imediatamente. O número de peça (número para solicitação)
existe na respectiva placa/adesivo, como também, no Catálogo de Peças.

4 TURBO 8 1
30 s

60 s STOP

10
NOTICE: R134a AC-SYSTEM
System designed acc. to SAE J639 rev.nov91

Caution: System to be servised by Volvo qualified


personell.
See Volvo service instruction.
VOLVO

15 9
WARNING

7
CDC

14

16 6
11

59081-5
3
5
12

13 2 59081-5
Apresentação
Placas e adesivos 11

N°. Descrição Posicionamento


1 Atenção! Leia primeiro o Manual de Instrução Cabine (pára-brisa dianteiro, lado
direito)
2 Aviso de risco de esmagamento na articulação do Articulação do chassi (lados direito e
chassi se a máquina for esterçada. esquerdo)
3 Atenção! Máquina em ré Atrás (contrapeso)
4 Atenção! Ventilador funcionando Tampa do motor traseira (internamente)
5 Atenção! Sistema pressurizado Cabine (lado dianteiro esquerdo e parte
dianteira esquerda do chassi traseiro)
6 Atenção! Leia primeiro o Manual de instrução antes de Caixas das baterias (internamente)
conectar os cabos auxiliares de partida.
7 Atenção! Não ande embaixo de implementos Braços de içamento (lados direito e
levantados esquerdo)
8 Deixe o motor funcionando em marcha lenta (turbo) Cabine (pára-brisa dianteiro)
9 Atenção! É proibido ativar a direção por alavanca Cabine (apoio de braço, CDC)
(CDC) ao conduzir em vias públicas - use o volante.
10 Saída de emergência (janela lateral direita) Cabine (coluna da janela dianteira
direita)
11 Alças de içamento No chassi dianteiro (parte superior) e no
contrapeso traseiro (4 unidades)
12 Trava da articulação do chassi (apenas nos Estados Articulação do chassi (lados direito e
Unidos) esquerdo)
13 Esquema de manutenção e lubrificação Cabine (lado dianteiro esquerdo)
14 Níveis de ruído permitidos (nível de pressão sonora no Chassi dianteiro (lado esquerdo)
lugar do operador LpA e nível de potência sonora ao
redor da máquina LwA)
15 Agente refrigerante (AC) Tampa do filtro de respiro (internamente)
16 Pontos de amarração da máquina (quando transportada Chassis dianteiro e traseiro (4 unidades)
em outro veículo)
Apresentação
12 Serviço

Serviço
Manutenção
Para que a máquina funcione com o custo mais baixo possível, é
necessário que a mesma tenha uma cuidadosa manutenção. Os
intervalos recomendados para manutenção e lubrificação refe-
rem-se ás condições operacionais e ambientais normais. Os ser-
viços de manutenção descritos podem ser executados pelo
operador. Para outros ajustes e reparos deve-se recorrer às ofici-
nas autorizadas.

L52168B

Inspeção de entrega
Antes da máquina sair da fábrica ela foi testada e ajustada. Antes
da máquina ser entregue a você, foi efetuada mais uma verifica-
ção pelo distribuidor, a inspeção de entrega, conforme nossas re-
comendações.

Inspeção de controle
É muito importante que a máquina durante o período inicial de fun-
cionamento seja objeto de verificações adicionais. Deverão ser
efetuados reapertos de parafusos, verificações de ajustes e ou-
tras verificações menores.
Duas inspeções de controle deverão ser efetuadas:
A primeira inspeção dentro de 100 horas de operação. A segunda
inspeção um pouco antes da expiração do tempo de garantia, en-
tretanto, no máximo, até 1000 horas de operação.
A realização dessas inspeções‚ é condição necessária para a va-
lidade da garantia.

Serviços de manutenção
Teste de condição e programa de manutenção
Adicionalmente ás medidas tomadas segundo o programa de ma-
nutenção neste manual, o distribuidor autorizado oferece um sis-
tema de manutenção baseado em testes de condições, que
informam a condição geral da máquina. Informações mais deta-
lhadas sobre este sistema de manutenção, podem ser obtidas jun-
to ao distribuidor autorizado mais próximo.
Painéis de instrumentos
Geral 13

Painéis de instrumentos
Geral

ATENÇÃO!
Não opere a máquina antes de estar bem familiarizado com
o posicionamento e funcionamento dos instrumentos e
controles. Leia atentamente o Manual de Instrução –Sua
segurança pode correr perigo!

Observe com frequência os instrumentos.


Através da detecção a tempo de anormalidades, poderão ser tomadas as providências necessárias para impedir
a ocorrência de graves danos. Se a lâmpada vermelha acender ou estiver acesa, pare imediatamente a máquina
e tome as medidas adequadas. Caso contrário, a segurança estará correndo perigo. Se a lâmpada amarela
acender ou estiver acesa, pode ser necessário tomar alguma medida dependendo da função em questão. As
demais lâmpadas de controle (verde, branca, azul) indicam a ativação da respectiva função. Para ser efetuada
a verificação de funcionamento nos instrumentos e controles é necessário que a tensão esteja ligada e que a
ignição esteja na posição 1 (posição de operação).
4 3 2

L63061A

Painéis de instrumentos
1 Painel de instrumentos direito (interruptores, medidores)
2 Painel de instrumentos dianteiro direito (interruptores, medi-
dores)
3 Painel de instrumentos central (painel de informações, lâmpa-
das de controle, medidores)
4 Painel de instrumentos dianteiro esquerdo (interruptores,
teclado do painel de informações)
Painéis de instrumentos
14 Painel de instrumentos central

Painel de instrumentos central


20
1 2
22
23
2020 rpm
!
F2 20 Km/h
11:15

3-6 ! ½

7 - 11 P !
12 - 16
17 - 19

1 Informação (amarela) 12 Farol alto


2 Alarme central (vermelha) 13 Setas
3 Carga da bateria 14 Sinalizador rotativo
4 Baixa pressão do óleo do motor 15 Elemento de arranque do motor
(pré-aquecimento)
5 Baixa pressão do óleo da transmissão 16 Direção secundária
6 Baixa pressão de freio 17 Trava do diferencial
7 Iluminação de trabalho 18 Suspensão do braço de carga
8 Freio de estacionamento aplicado 19 (CDC) Direção por alavanca
9 Baixo nível do óleo hidráulico 20 Painel de informação
10 Alta temperatura do óleo do eixo 21 Temperatura do óleo da transmissão
11 Sistema de direção primário 22 Temperatura do refrigerante, motor
23 Nível de combustível

Geral
(Válido para todas as funções com lâmpadas de advertência
vermelhas)

Alarme central/lâmpada de informação/


painel de informação
Etapa 1:
A lâmpada de informação será acesa ao mesmo tempo em que
um texto será visualizado no painel de informação.
Etapa 2:
Se a temperatura aumentar um pouco mais a lâmpada do alarme
central será acesa juntamente com a lâmpada de advertência
da função.
Etapa 3:
Ao ser engatada uma marcha, a cigarra soará.
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos central 15

1 Informação
(AMARELA)
A lâmpada acende quando alguma função é acoplada/desacopla-
da ou quando alguma função precisa ser observada (por exemplo,
filtro obstruído).
L66330A
Simultaneamente é mostrada a informação no painel de informa-
ção, veja a página 32.

2 Alarme central
(VERMELHA)
A lâmpada acende juntamente com a lâmpada de advertência da
respectiva função.
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.
L57167
Na colocação de marcha, soa também uma cigarra.
Informação no display é visualizada também para as seguintes
funções sem lâmpadas de advertência:
– Alta temperatura do óleo hidráulico
– Rotação excessiva
– Carregamento do freio
– Baixa pressão do óleo do motor
– Baixa pressão do óleo da transmissão
– Baixa pressão de freio (com marcha engrenada)
– Freio de estacionamento (acionado quando o veículo estiver
em movimento)
– Baixo nível do óleo hidráulico
– Sistema de direção primário (falha)
– Alta temperatura do refrigerante do motor
– Alta temperatura do óleo da transmissão
Painéis de instrumentos
16 Painel de instrumentos central

4 5 6
3

L66298A

7 8 9 10 11
3 Carga da bateria
(VERMELHA)
A lâmpada deve estar apagada durante a condução do veículo, o
L57177 que mostra que as baterias estão carregando. Se a lâmpada
acender, a falha tem que ser corrigida, pois senão as baterias po-
dem ser danificadas.

4 Baixa pressão do óleo do motor


(VERMELHA)
A lâmpada acende se a pressão do óleo lubrificante no motor for
L57166
baixa.
Se isto ocorrer, pare imediatamente o motor e repare a falha.
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.

5 Baixa pressão do óleo da transmissão


(VERMELHA)
A lâmpada acende se a pressão do óleo na transmissão for muito
baixa. Pare e verifique o nível de óleo ou qualquer outro motivo da
advertência. Repare antes de continuar a dirigir.
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.

6 Baixa pressão de freio


(VERMELHA)
A lâmpada acende se a pressão do freio for muito baixa, ou se o
L57167C
circuito de freio não funciona. Incluso também no funcionamento
da cigarra.
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.

ATENÇÃO!
A máquina não poderá ser operada até que a falha tenha
sido corrigida e a lâmpada de advertência tenha se apa-
gado.
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos central 17

7 Iluminação de trabalho
(AMARELA)
A lâmpada acende quando a iluminação de trabalho está ligada,
veja também a página 25.

8 Freio de estacionamento aplicado


(VERMELHA)
A lâmpada acende quando o freio de estacionamento está
aplicado.
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.

9 Baixo nível do óleo hidráulico


(VERMELHA)
A lâmpada acende quando o nível do óleo no tanque hidráulico for
57180b baixo.
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.

10 Reserva

11 Sistema de direção primário


(VERMELHA)
Esta lâmpada de advertência vermelha alerta para falhas no siste-
57180
ma de direção primário (aplica-se somente em máquinas com di-
reção secundária).

ATENÇÃO!
Se a lâmpada de advertência acender quando estiver con-
duzindo a máquina, pare e não opere a máquina até que a
falha tenha sido corrigida e a lâmpada tenha se apagado.
Desloque a máquina lentamente (abaixo de 5 km/h) para um
local adequado, o mais próximo possível, onde o reparo
possa ser efetuado.

Outras instruções, veja a página 22.


Painéis de instrumentos
18 Painel de instrumentos central

15 16
14
13
12

L66299A

17 18 19

12 Farol alto
(AZUL)
A lâmpada acende quando o farol alto está ligado, veja também a
L66344A página 58.

13 Setas
(VERDE)
A lâmpada fica piscando quando a seta direita ou esquerda estiver
ativada, veja também a página 58.
57178 Pulsação irregular no pisca-pisca indica lãmpada queimada, a
qual deve ser substituida.

14 Sinalizador rotativo
(AMARELA)
A lâmpada acende quando o sinalizador rotativo está acoplado
(interruptor no ”painel de instrumentos direito”), veja também a pá-
gina 74.

15 Elemento de arranque do motor


(pré-aquecimento)
(AMARELA)
57182
A lâmpada acende quando o elemento de arranque está acoplado
(interruptor no ”painel de instrumentos dianteiro direito”).
Após 10 – 50 segundos (o tempo depende da temperatura do re-
frigerante) o elemento de arranque é desativado automaticamente
e a lâmpada apaga.
O elemento de arranque é reacoplado automaticamente na parti-
da se houver necessidade e a lâmpada acende quando a chave
de ignição é girada para a posição 3 e o motor arranca, veja tam-
bém a página 79.
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos central 19

16 Direção secundária
(AMARELA)
A lâmpada acende quando a bomba da direção secundária é ati-
57173 vada em caso de falha no sistema de direção primário, veja tam-
bém a página 23.
NOTA! A lâmpada pode também acender, sem que haja falha
no sistema, em caso de forte deslocamento da direção, baixa
rotação do motor ou se o sistema necessitar “ser apoiado”,
por exemplo, se o controle de aceleração for solto rapida-
mente numa frenagen brusca. A bomba é ativada sem que a
lâmpada de advertência vermelha seja acesa.

17 Trava do diferencial
(AMARELA)
A lâmpada acende quando a trava é acoplada.
L66345A
O interruptor de pé para a trava do diferencial está localizado no
piso, no lado esquerdo da barra do volante.

18 Suspensão do braço de carga


(VERDE)
A lâmpada fica acesa com brilho intenso quando a suspensão do
57183
braço de carga é ativada.
A seleção de desacoplamento dependente de marcha (na 1a.
marcha) ou dependente de velocidade (abaixo de aproximada-
mente 5 km/h) é efetuada com o interruptor 17 no “Painel de ins-
trumentos direito”.

19 (CDC) Direção por alavanca


(VERDE)
A lâmpada acende quando a direção por alavanca é ativada. Nes-
57179
ta circunstância, é possível dirigir e fazer mudança a partir do
apoio de braço à esquerda do assento do operador.
NOTA! O controle de marcha comum deverá estar na posição
neutra.
Demais instruções sobre direção por alavanca, veja a página 84.
Painéis de instrumentos
20 Painel de instrumentos central

20
22

23
1230 rpm
F2 20 Km/h
11:35

L66300A

21
20 Painel de informação
Para descrição, veja a página 32.

21 Temperatura do óleo da transmissão


Se o ponteiro atingir a faixa vermelha é acesa a lâmpada de ad-
vertência à direita do medidor e do alarme central. Pare a máquina
e investigue o motivo.
57174
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.
Está contido também no funcionamento da cigarra.

22 Temperatura do refrigerante, motor


Se o ponteiro atingir a faixa vermelha, é acesa a lâmpada de ad-
vertência à direita do medidor e do alarme central. Deixe o motor
funcionando em marcha lenta baixa alguns minutos.
57169
Se o ponteiro, mesmo assim, permanecer na faixa vermelha, o
motor deverá ser desligado e o motivo pesquisado.
Simultaneamente é mostrada a advertência no painel de informa-
ção, veja a página 32.
Está contido também no funcionamento da cigarra.
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos central 21

23 Nível de combustível
O medidor indica o nível no tanque de combustível. Se o ponteiro
atingir a faixa vermelha e se a lâmpada de advertência à direita do
medidor acender, é necessário abastecer a máquina para impedir
L57173A
que entre ar no sistema. Nesta circunstância, existe aproximada-
mente 25% de combustível restante no tanque.
Se a máquina foi dirigida com o tanque vazio, veja a página 129.
Dados de volumes, veja a página 174.
Painéis de instrumentos
22 Painel de instrumentos direito

Painel de instrumentos direito

Se um interruptor for pressionado, é acesa a lâmpada de con-


trole do mesmo.
(aplica-se a todos os interruptores que não são retráteis)

1 Automático de inclinação
Extremidade inferior do interruptor pressionada para dentro = Au-
tomático de inclinação acoplado.
57164
Outras instruções, veja a página 64.

2 Função retentora, içamento/automático de


içamento
(Interruptor combinado)
Posição 0 = Solenóide retentora desativada
1
Posição 1 = Função retentora, içamento
2
Posição 2 = Automático de içamento
57160

3 Posição de flutuação
Extremidade inferior do interruptor pressionada = Posição de flu-
tuação acoplada quando a alavanca de controle de içamento/
abaixamento, tiver sido colocada na posição de flutuação.
Interruptor na posição neutra = Funcão de içamento/abaixamento
normal.
NOTA! Com o interruptor na posição de flutuação a velocida-
57153 de de abaixamento torna-se mais lenta.

4 Função de içamento de simples efeito


(Opcional)
Extremidade inferior do interruptor pressionada = Função de iça-
mento de simples efeito acoplada.
O implemento tem possibilidade de ser suspenso (por exemplo,
alguma elevação no solo) mas volta à posição original pelo seu
próprio peso.
57154
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos direito 23

5 Limpador de pára-brisa traseiro


Extremidade inferior do interruptor pressionada para a posição 1
= Posição intermitente acoplada.
Extremidade inferior do interruptor pressionada para a posição 2
= Posição normal (o limpador funciona continuamente).

57143B

6 Lavador de pára-brisa traseiro


Extremidade inferior do interruptor pressionada para dentro (retrá-
til) = Jato de água no pára-brisa traseiro.
Reservatório de líquido do lavador de pára-brisa dianteiro e trasei-
ro, veja a página 133.

57143C

7 Sistema de direção secundária

Teste de funcionamento
Antes de dar partida ao motor, faça um teste de funcionamento do
sistema com a máquina parada, conforme o seguinte:
Gire a chave de ignição para a posição de operação (posição 1) e
pressione a extremidade inferior do interruptor. A bomba da dire-
ção secundária é ativada e a lâmpada de controle amarela (16)
L57141
acende no painel de instrumentos central.
Gire o volante e verifique se a direção funciona. Solte o interruptor,
que agora volta para a posição 0. (se nesta situação, a lâmpada
de advertência vermelha acender e começar a piscar, a direção
secundária não poderá ser reativada antes que a lâmpada se
apague).

NOTA! O teste de funcionamento com a bomba da direção se-


cundária acoplada não pode durar mais do que 1 minuto.
Existe risco de superaquecimento.

Instrução para o operador


As lâmpadas (11 e 16) no painel de instrumentos central devem
estar apagadas quando o sistema de direção primário estiver fun-
cionando.
57173 57180

Se ocorrer alguma falha no sistema de direção primário, é acesa


16 Amarela 11 Vermelha a lâmpada de advertência vermelha (11) e logo após acende-se
também a lâmpada de controle (16) no painel de instrumentos
central, que por sua vez, indica que a bomba da direção secundá-
ria foi ativada.

NOTA! A bomba da direção secundária é acoplada automati-


camente se a pressão de direção desaparecer e se a velocida-
de for superior a 5 km/h. Deverá ser usada apenas em
situações de emergência.

NOTA! Se ocorrer falha no sistema de direção primário, dirija


a máquina para um local adequado, freie e pare a máquina. A
máquina não poderá ser usada antes que a falha seja elimi-
nada.
Painéis de instrumentos
24 Painel de instrumentos direito

8 Reserva

9 Reserva

10 Ar condicionado
Extremidade inferior do interruptor pressionada = Ar condicionado
acoplado.
Demais instruções sobre a unidade de climatização, veja a página 67.
57139

11 Iluminação
Extremidade inferior do interruptor pressionada para a posição 1
= Iluminação de instrumentos e de estacionamento.
Extremidade inferior do interruptor pressionada para a posição 2
= Faróis ligados. Se a luz alta estiver ligada, fica acesa a lâmpada
de controle (12) no painel de instrumentos central.

L66356A
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos direito 25

12 Iluminação de trabalho dianteira


e

13 Iluminação de trabalho traseira


Extremidade inferior do interruptor pressionada para a posição 1
= Iluminação de trabalho dianteira/traseira acoplada (dependendo
do equipamento).
A lâmpada de controle (7) no painel de instrumentos central, indi-
ca que a iluminação de trabalho está ligada.
L57155 L57145

(Iluminação de trabalho dianteira/traseira


opcional)
Máquinas equipadas com iluminação de trabalho opcional.
Extremidade inferior do interruptor pressionada para a posição 2
= Iluminação de trabalho convencional e iluminação de trabalho
opcional acopladas.
NOTA! A iluminação de trabalho deverá estar apagada em lo-
comoção em vias públicas.

14 Sinalizador rotativo
(Opcional)
A extremidade inferior do interruptor pressionada = Sinalizador ro-
tativo acoplado, veja também a página 74.

L57150

15 Controle do fluxo, 3a. função hidráulica


A função é utilizada, por exemplo, em trabalhos com implementos
acionados hidraulicamente.

L66837A

16 Trava eléctrica da alavanca


(válido para máquinas com 4a. função hidráulica)

L66838A
Painéis de instrumentos
26 Painel de instrumentos direito

17 Seletor de função, suspensão do braço de


carga
(Opcional)
O interruptor é usado para acoplamento da suspensão do braço
de carga (BSS) na posição dependente de marcha ou dependente
de velocidade.
Extremidade superior do interruptor pressionada e o botão no
suporte de alavancas pressionado = Suspensão do braço de
carga dependente de marcha.
– A suspensão do braço de carga será acoplada nas posições de
marcha 2a., 3a. e 4a. (a lâmpada de controle no painel diantei-
ro esquerdo fica acesa). O texto no painel de informação mos-
tra BSS - On.
– Se houver redução para a 1a. marcha, a função será desaco-
plada e a lâmpada de controle será apagada. O texto no painel
de informação mostra BSS - Off.
Extremidade inferior do interruptor pressionada e o botão do
suporte de alavancas também pressionado = Suspensão do bra-
ço de carga dependente de velocidade (independente da posi-
ção do seletor de marcha).
– A suspensão do braço de carga será acoplada se for ultrapas-
sada uma certa velocidade (a lâmpada de controle acende). O
texto no painel de informação mostra BSS - On.
– Abaixo de certa velocidade (aproximadamente 5 km/h), a
função será desacoplada e a lâmpada de controle será
apagada. O texto no painel de informação mostra BSS - Off.
Botão para acoplamento da suspensão do braço de carga, veja a
página 60.

18 Posição de marcha baixa (opcional)


(Transmissão de 8 marchas)
A extremidade inferior do interruptor pressionada = Posição de
marcha baixa acoplada.
NOTA! A trava no interruptor existe para impedir involuntária
L redução de marcha e mudança de marcha para cima (trava em
ambas as posições).

L57147B
19 Reserva
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos direito 27

20 Tomada para o display de serviço

L63128A

21 Reostato, iluminação de instrumentos


O controle ajusta a intensidade da luz na iluminação dos instru-
mentos (medidor e lâmpadas de controle).
L66301A
Controle girado para a direita (no sentido horário) = Intensidade da
luz aumentada.
NOTA! O interruptor 11 deverá estar ligado.

22 Acendedor de cigarro

L66306A

23 Marcador de horas
O marcador mostra quantas horas o motor esteve funcionando.
Painéis de instrumentos
28 Painel de instrumentos dianteiro direito

Painel de instrumentos dianteiro


direito

1 Elemento de arranque (pré-aquecimento)


O interruptor acopla um aquecimento no coletor da admissão.
Extremidade inferior do interruptor pressionado e a chave de igni-
ção na posição 2 simultaneamente = Elemento de arranque aco-
plado.
A lâmpada de controle acende no ”Painel de instrumentos cen-
tral”.
L57157-1

Instrução para partida a frio, veja a página 79.

2 Desacoplamento da transmissão
Extremidade inferior do interruptor pressionado = A função de de-
sacoplamento é ativada e a transmissão é desacoplada na frena-
gem.
A extremidade superior do interruptor pressionada = A transmis-
são permanece acoplada mesmo durante a frenagem. Recomen-
da-se como posição normal pois proporciona uma locomoção
L57142
mais suave.

ATENÇÃO!
A função de desacoplamento não pode ser usada em ope-
ração de transporte.

3 Lubrificação central (seletor de programa)


Informação sobre o sistema, veja a página 162.

4 Reserva

L66303A
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos dianteiro direito 29

5 Ignição
A ignição tem cinco posições, as quais são visualizadas na figura.

0 Desligado (motor parado com a chave)


R Posição de rádio
1 Posição de operação
2 Nenhum funcionamento
3 Posição de partida

6 Seletor de programa, Mode Selector (APS II)

LIGHT (primeira posição)


A máquina troca de marcha em baixa rotação do motor e baixa ve-
locidade.

LIGHT (segunda posição)


A máquina troca de marcha quando a rotação é um pouco mais
alta do que na primeira posição.
NOTA! Se for colocada aceleração máxima na posição
”LIGHT”, a mudança de marcha para cima será feita conforme
a posição ”HEAVY”.
O melhor aproveitamento é obtido com acelerações menores,
pois a diferença na rotação de mudança de marcha para cima
entre os diferentes programas (LIGHT/HEAVY) torna-se visível.
Todas as duas posições LIGHT proporcionam maior econo-
mia de combustível e mudanças de marcha mais suaves,
quando a máquina efetua trabalhos de carregamento e trans-
porte.

HEAVY
A máquina troca de marcha primeiramente em alta rotação e alta
velocidade.
É usada mais apropriadamente no caso em que a máquina faz
mudança em subidas e durante grande resistência de locomoção.

MAN (manual)
A máquina arranca e trabalha na posição de marcha selecionada.
Durante a locomoção, as mudanças de marcha são feitas manu-
almente.
Demais instruções sobre mudança de marcha, veja a página 80.
Painéis de instrumentos
30 Painel de instrumentos dianteiro esquerdo

Painel de instrumentos dianteiro


esquerdo

5 6 1 2 3 4

P
L66310A

1 Pressão aumentada – travamento do imple-


mento
(Opcional)
No acoplamento ou desacoplamento de um implemento pode ser
necessário, às vezes, uma maior pressão hidráulica.
A extremidade inferior do interruptor pressionada = Pressão au-
mentada nos pinos de travamento durante a troca de implemento.
L57138

O interruptor é retrátil e volta sempre para a posição neutra, e é


também dotado de trava para impedir ativação involuntária.

2 Travamento separado do implemento


(opcional)
Esse equipamento possibilita ao operador conectar e desconectar
implementos a partir do seu assento.
Ao desacoplar o implemento, o interruptor deverá ser ligado
(extremidade inferior do interruptor pressionada). Uma trava no in-
terruptor evita acionamento involuntário.
L57149
NOTA! Quando o interruptor está ligado é possível, ao mes-
mo tempo, manobrar as funções de inclinação e de içamento
para ajustar o implemento.

ATENÇÃO!
Antes de operar a máquina, verifique se o implemento está
travado na fixação de implementos pressionando a parte
dianteira do mesmo contra o solo.
Painéis de instrumentos
Painel de instrumentos dianteiro esquerdo 31

3 Pisca-pisca de advertência
A extremidade inferior do interruptor pressionada = São acesas to-
das as setas (pisca-piscas) da máquina e a lâmpada do interruptor
fica também piscando no mesmo ritmo. O pisca-pisca de adver-
tência pode ser usado mesmo com a ignição desacoplada.

L57147

4 Lubrificação central
Lâmpada de controle para códigos de sinalização, veja a página
168.

L66303B

5 Freio de estacionamento
Funcionamento do freio de estacionamento, veja a página 56.

L66339A

6 Teclado do painel de informação


Informação sobre o teclado e o painel de informação, veja as pá-
ginas seguintes.

AUX SETUP

ESC SELECT

L66312A
Painéis de instrumentos
32 Painel de informação

Painel de informação
Teclado do painel de informação

AUX SETUP

ESC SELECT

L63103B

As seguintes operações podem ser efetuadas a


partir do teclado (no “Painel de instrumentos dian-
teiro esquerdo”):
– Seleção de grupo de função com escolha direta (tecla de
função)
– Folhear dentro do grupo de função (teclas setas)
– Ativação /desativação de funções (ligar/desligar)
– Zerar/Sair (tempo/distância/ciclos)
– Ajustes numéricos (teclas setas)
– Ajustes alfa-numéricos (teclas setas)
– Ajustes simples (por exemplo, aumentar/diminuir)
Painéis de instrumentos
Painel de informação 33

Grupo de função/tecla

MOTOR
TRANSMISSÃO
SISTEMA
HIDRÁULICO Tecla de funcão, escolha direta
EIXOS
SISTEMA ELÉTRICO
AUX

SETUP Usa-se para efetuar ajustes

SETA PARA CIMA


É usada para folhear nos diferentes menus do grupo de função e confirmar ajuste
SETA PARA BAIXO selecionado (SELECT).
SELETOR

Com a tecla ESC volta-se sempre para a imagem ”Informações de operação”,


ESC independentemente da posição dentro dos menus.

1230 rpm
F2
09:34
22 km/h
L63191A

Painel de informação
A informação é dividida em três grupos:
– INFO (informação de operação etc.)
– WARNING (mensagens de alarme, pressão baixa etc.)
– ERROR (verificação de sensores e ajustadores)

Sequência de partida (imagem da partida)


(A chave de ignição na posição R, posição de rádio)
A sequência da partida dura de 4 – 5 segundos e significa que um
programa de teste é acionado para verificar o sistema.
O teste é visualizado no painel com marcações quadradas pretas
de um a sete.
L63203A
Durante a primeira parte, as lâmpadas de controle acenderão e os
ponteiros subirão (posição 12 horas).
Nota: O operador não é impedido de ligar a máquina diretamente,
mas se isto ocorrer, o texto de alarme ”Fluid Levels Not Checked”
será exibido.
Painéis de instrumentos
34 Painel de informação

Imagem de operação
A imagem ”informação de operação” é mostrada no painel após a
partida (se o operador não tivesse outra imagem ajustada antes,
quando a tensão foi cortada).
xxxx rpm Em velocidades acima de 20 km/h é mostrada a velocidade atual
(independentemente se outra imagem tivesse sido selecionada).
ppp: yy
zz:zz rr
VV WWW Se outra imagem diferente da “informação de operação” tiver sido
selecionada antes, o sistema retornará a esta imagem quando a
L63204A
velocidade ficar abaixo de 20 km/h.
Troca de imagems com o teclado só é possível se a velocidade fi-
car abaixo de 20 km/h.

Rotação do motor
x /ER/(informação não acessível, por exemplo, inter-
rupção na comunicação)
Marcha selecionada
y N/F1/F2/F3/F4/R1/R2/R3/R4/Er/
p Controle de marcha ativado, CDC/F/R/ER/

z Relógio, horas e minutos, 24 hs ou am/pm

r am/pm (antes do meio-dia/pós-meio-dia)

v Velocidade/Er/

w km/h ou mph

Troca de imagem, painel de informação


Deslocamento entre os grupos de funcão é feito com as teclas de
funções no teclado.
Na troca de função segue-se sempre para a imagem no topo (me-
nu) no respectivo grupo de função, veja a página 38.
Para retornar para a “informação de operação”, pressione a tecla
ESC.

Ajustes
O ajuste de idioma, unidades, horas máquinas, redução do motor,
pré-aquecimento opcional e data/horas, é feito no grupo SETUP,
veja as páginas 36 – 37.

Categorias de alarme
O alarme está dividido em quatro categorias, e para todas elas é vi-
sualizada uma mensagem de alarme durante 2 segundos se a ve-
locidade ultrapassar 20 km/h. Após dois segundos retorna a
”imagem de operação” que dura 3 segundos, retornando à imagem
de alarme após isto e assim sucessivamente. Veja a página 42.
Painéis de instrumentos
Painel de informação 35

Categoria 1 ”WARNING”
– É visualizada independentemente da imagem (menu) que es-
teja sendo exibida.
– A mensagem de alarme é mostrada durante dois segundos, re-
tornando à imagem anteriormente visualizada durante três se-
gundos (repete enquanto persistir a situação de falha).
– O alarme central fica piscando.

Categoria 2 ”INFO”
– É visualizada independentemente da imagem (menu) que es-
teja sendo exibida.
– A mensagem de alarme é visualizada durante dois segundos,
retornando à imagem anteriormente mostrada durante três se-
gundos (repete três vezes).
– O alarme central fica piscando.
O alarme é repetido na próxima partida da máquina, se o mesmo
estiver ainda ”ativado”.

Categoria 3 ”ERROR”
– É visualizada independentemente da imagem (menu) que es-
teja sendo exibida.
– A mensagem de alarme é mostrada durante dois segundos, re-
tornando à imagem anteriormente visualizada durante três se-
gundos (repete enquanto persistir a situação de falha).
– O alarme central fica piscando.

Categoria 4 ”SERVICE INFO”


– É visualizada independentemente da imagem (menu) que es-
teja sendo exibida.
– A mensagem de alarme é visualizada durante dois segundos,
retornando à imagem anteriormente mostrada durante três se-
gundos (repete até ocorrer saída através do controle ou de ou-
tra forma específica para terminar o alarme).
– O alarme central fica piscando.
Painéis de instrumentos
36 Painel de informação

Ajustes de idiomas e unidades


– Pressione SETUP.
– Pressione SELECT.
– Confirme o idioma com SELECT, ou procure um outro idioma
utilizando as setas para cima e para baixo.
– Confirme com SELECT.
Agora, você segue automaticamente para a linha de ajuste de
unidades.
– Confirme as unidades com SELECT, ou selecione as outras
unidades com a SETA PARA BAIXO.
– Confirme com SELECT.

SETUP
Language
Units

x xx x xx xxx

– Pressione ESC para retornar à imagem inicial.

Ajuste de horas máquina


(Deverá ser feito apenas depois da troca da V-ECU)
– Pressione SETUP.
– Pressione a SETA PARA BAIXO até o menu "Machine Hours".
– Pressione SELECT.
– Confirme o número com SELECT, ou procure o número correto
com as SETAS PARA CIMA/PARA BAIXO.
– Confirme cada número com SELECT.
IMPORTANTE! As horas de
máquina só devem ser acertadas MACHINE HOURS
após a substituição da ECU, para
repor as horas totais de máquina.
Hours xxxxx

– Pressione ESC para retornar à imagem inicial.

Ajuste de redução do motor


– Pressione SETUP.
– Pressione a SETA PARA BAIXO até o menu "Engine
Shut Down".
– Pressione SELECT.
– Confirme com SELECT, ou procure a outra alternativa utilizan-
do a SETA PARA BAIXO.
– Confirme com SELECT.

SETUP

Engine Shut Down xxxxx

– Pressione ESC para retornar à imagem inicial.


Painéis de instrumentos
Painel de informação 37

Ajuste, aquecimento extra do motor


– Pressione SETUP.
– Pressione a SETA PARA BAIXO até o menu "Additional
Heating".
– Pressione SELECT.
– Confirme com SELECT, ou procure a outra alternativa utilizan-
do a SETA PARA BAIXO.
– Confirme com SELECT.

SETUP

Additional Heating
yyy

– Pressione ESC para retornar à imagem inicial.

Ajuste de data/tempo
– Pressione SETUP.
– Pressione a SETA PARA BAIXO até o menu "Date/Time".
– Pressione SELECT.
– Confirme com SELECT, ou procure outra alternativa utilizando
as SETAS PARA CIMA/PARA BAIXO.
– Confirme a alternativa e cada número com SELECT.
Existem as seguintes alternativas de exibição:
1 ano - mês - dia - 24 horas
2 ano - mês - dia - am/pm (manhã/tarde)
3 mês - dia - ano - 24 horas
4 mês - dia - ano - am/pm
5 dia - mês - ano - 24 horas
6 dia - mês - ano - am/pm

DATE / TIME

yyyy-mm-dd yyyy-mm-dd yy:yy


Alt x

– Pressione ESC para retornar à imagem inicial.


Painéis de instrumentos
38 Painel de informação

Textos de informação

Grupos de função
Cada grupo de função é constituído de uma ou várias imagens
(menus).
Se existirem várias imagens no grupo de função, é visualizada
uma seta apontando para baixo no canto esquerdo inferior.
Para folhear dentro do grupo de função, pressione a seta para
baixo ou a seta para cima.

ENGINE
Temp. xxxx xx
Rev. yyyy rpm
Pressure zzzzzz

x = Temperatura do refrigerante /Er/


Unidade °C/°F (a temperatura é mostrada até 0 °C, e abaixo de
0 °C é mostrada <0/<32)
y = Rotação do motor/Er/
z = Pressão do óleo do motor
Normal/Baixa/Er/

ENGINE
Add. Heating xxx
Rev. xxx

x = On: Ativado Off: Desativado

TRANSMISSION
Lever xx Gear yy
Temp. zzz zz
Pressure www

x = Posição da alavanca de marcha


N/F1/F2/F3/FA/R1/R2/R3/RA/Er/
y = Marcha selecionada
N/F1/F2/F3/F4/R1/R2/R3/R4/Er/
z = Temperatura do óleo da transmissão /Er/
Unidade °C/°F (a temperatura é mostrada até 0 °C, e abaixo de
0 °C é mostrada <0/<32)
v = Pressão do óleo da transmissão
Normal/Baixa/Er/
Painéis de instrumentos
Painel de informação 39

TRANSMISSION
APS II xxxxxx
Transm. Diseng. yyy

x = APS II (mode selector)


Light 1/Light 2/Normal/Heavy/Man/Er / -.
y = Desacoplamento da transmissão
On: Ativado Off: Desativado

HYDRAULICS
Level xxxxxx
Temp. yyy
BSS www

x = Nível do tanque hidráulico


Normal/Baixo/Er/
y = Temperatura do óleo hidráulico
Normal/Alta/Er/
v = Suspensão do braço de carga
On: Ativado Off: Desativado

AXLES/BRAKES
Br.Pressure xxxxxx

x = Pressão do freio
Normal/Baixa/Er/

BRAKE TEST
Speed xx yyy
zzz m/s2 vv.v MPa
See instructions

x = Velocidade da máquina
yy (km/h/mph)
z = Retardação medida
zz (m/s2)
v = Pressão de saída do freio, dianteira
vv (MPa)
Painéis de instrumentos
40 Painel de informação

ELECTRICAL SYSTEM

Voltage xx.x V

x = Tensão atual no sistema elétrico


xx (V)

DATE/TIME

xxxx-xx-xx yy:yy

x = Visualização da data conforme ajuste no


menu SETUP.
y = Visualização do tempo conforme ajuste no
menu SETUP, 24 hs ou am/pm

INFORMATION I
Wheelloader xxx x
Tyres yyyy

x = Tipo de máquina L50X, L70X, etc.


(conforme ajuste através do display de serviço)
y = Dimensão do pneu
(conforme ajuste através do display de serviço)

INFORMATION II
Time xx;xx,xx
Distance yy.y yy
Cycles zzz Cl=Sel.

x = Tempo da máquina (horas, minutos, segundos)


y = Distância percorrida
yy.y em km/milhas
z = Quantidade de mudanças F/R/ 2 (3 dígitos)
Cl=Sel. = Ajuste zero
Painéis de instrumentos
Painel de informação 41

NEXT SERVICE
Resid. Time
xxxx h
Interval yyyy h

x = Tempo restante até à próxima manutenção


xxxx h
y = Intervalo
50/250/500/1000/2000 hs

SERVICE INFO
Resid. Time
xxxx h
Interval yyyy h

NOTA! Quando restar 8 horas para a próxima manutenção


será exibido “Time For Service” no painel.
Para sair, pressione SELECT.
Painéis de instrumentos
42 Painel de informação

Mensagens de alarme
As seguintes mensagens de alarme podem ser exibidas no
painel de informação:

Motor

WARNING
Low
Engine Oil Pressure

WARNING
High
Engine Coolant
Temp.

INFO
Clogged
Engine Air Filter
Painéis de instrumentos
Painel de informação 43

Transmissão

WARNING
Low
Transmission
Oil Pressure

WARNING
High
Transmission
Oil Temp.

WARNING
High Speed
On Selected Gear

INFO
Slip In
Transmission
Clutches

INFO
No Engagement
F/R
CDC Active
Painéis de instrumentos
44 Painel de informação

Sistema hidráulico de operação

WARNING
Low
Steering Oil
Pressure

Aplica-se somente às máquinas com direção secundária.

WARNING
High
Hydraulic Oil Temp.

WARNING
Low
Brake Pressure

WARNING
Applied
Parking Brake

WARNING
Low
Hydraulic Oil Level

WARNING
Brake Charging
Failure

INFO
F/R
Deactivated
Painéis de instrumentos
Painel de informação 45

Eixos
Painéis de instrumentos
46 Painel de informação

Sistema elétrico

INFO
High
Voltage

INFO
Low
Voltage

Outros

SERVICE INFO

Time For Service

SERVICE INFO
Fluid Levels
Not Checked
Painéis de instrumentos
Painel de informação 47

Falhas-mensagens

(Verificação de sensores e ajustadores)


A imagem de falha indica que alguma parte no sistema não está
funcionando, por exemplo, um sensor defeituoso, um contato ou
um relé solto.

Motor

ERROR
Monitoring
Engine
Oil Pressure

ERROR
Monitoring
Engine
Coolant Temp.

ERROR
Monitoring
Fuel Level

ERROR
Monitoring
Engine
Air Filter

ERROR
Monitoring
Coolant Outlet
Temp.

ERROR
Monitoring
Radiator Fan
Revolutions
Painéis de instrumentos
48 Painel de informação

Motor

ERROR
Preheating

ERROR
Radiator Fan
Control
Painéis de instrumentos
Painel de informação 49

Transmissão

ERROR
Monitoring
Transmission
Oil Pressure

ERROR
Monitoring
Transmission
Oil Temp.

ERROR
Monitoring
Turbine Revolutions

ERROR
Monitoring
Travelling Speed

ERROR

APS II - switch

ERROR

Gear Selector

ERROR
Gear Shifting
Solenoids
Painéis de instrumentos
50 Painel de informação

Transmissão

ERROR

Reversing Alarm

ERROR
Gear Selector
F/R

ERROR
Gear Selector
CDC
Painéis de instrumentos
Painel de informação 51

Sistema hidráulico de operação

ERROR
Monitoring
Steering
Oil Pressure

ERROR
Monitoring
Hydraulic Oil Temp.

ERROR
Monitoring
Parking Brake
Circuit

ERROR
Monitoring
Output Brake
Pressure

ERROR
Secondary
Steering Relay

ERROR

Parking Brake

ERROR

Lever Steering
Painéis de instrumentos
52 Painel de informação

Sistema hidráulico de operação

ERROR
Relay
BSS

Eixos

ERROR
Differential Lock
Control
Painéis de instrumentos
Painel de informação 53

Sistema elétrico

ERROR
Relay
Intermittent Wiper

Outros

ATTENTION
Reduced
Computer Function

NOTA! Comunicação reduzida entre instrumentos-ECU e a


máquina-ECU.

STOP!

STOP THE VEHICLE


Painéis de instrumentos
54
Outros controles
Controle 55

Outros controles
Controle

4 5 6 7 8
3 9
2
10
1 11

12

13

L63054A

1 CDC (extra)
2 Freio de estacionamento
3 Controle seletor de marcha

4 Pedal do freio
5 Trava do diferencial
6 Ajuste do volante

7 Pedal do freio (duplo em certos mercados)


8 Comutador de luz/lavador de pára-brisa, setas/buzina, limpa-
dor de pára-brisa
9 Pedal do acelerador

10 Controle do acelerador manual


11 Suporte de alavancas: sistema hidráulico de operação, kick-
down, freio-motor, travamento da alavanca, suspensão do
braço de carga, marcha à frente/marcha à ré, ativação CDC,
buzina de tom alto
12 Controle de aquecimento e ventilação
13 Apoio de braço
Outros controles
56 Controle

4 5 6 7 8
3 9
2
10
1 11

12

13

L63054A

1 CDC
(Opcional)
I O equipamento é constituído de um apoio de braço flexionável,
onde estão reunidas todas as funções de operação, isto é, di-
reção. marcha à frente/marcha à ré e kick-down.
57179

I Para ativar as funções a partir do apoio de braço é necessário


flexioná-lo para baixo e pressionar uma vez o botão de ativa-
ção CDC.
I Quando o sistema é ativado, uma lâmpada de controle é acesa
no painel de instrumentos central.
Outras instruções, veja a página 84.

2 Freio de estacionamento
Freio de estracionamento de acionamento mecânico
O freio de estracionamento é acionado utilizando o controle à es-
querdo do assento do operador.
Freio de estracionamento acionado eletricamente (opcional
extra)
I Quando a chave de ignição é girada para a posição 0 (parada
do motor), o freio de estacionamento é aplicado automatica-
mente.
I Quando o motor for religado, o interruptor tem que ir primeiro
para a posição 1 (freio de estacionamento aplicado), e depois
para a posição 0 (freio de estacionamento liberado).
I O interruptor possui uma trava para impedir que o freio de es-
tacionamento seja liberado involuntariamente.
I Quando o freio de estacionamento é aplicado, é acesa uma
lâmpada de advertência no painel de instrumentos central.

Funções
O interruptor pressionado (posição 1) e o motor funcionando =
Freio de estacionamento aplicado (a lâmpada de controle fica ace-
sa com brilho vermelho forte).
L66339A

O interruptor na posição 0 e a chave de ignição desligada (posição


0) = Freio de estacionamento aplicado automaticamente.
O interruptor na posição 0 (da posição 1) e o motor funcionando =
Freio de estacionamento liberado.
Outros controles
Controle 57

3 Controle seletor de marcha


I O acoplamento entre as marchas ocorre quando o manipula-
dor é girado.
Veja também a página 80.

Marcha à frente/marcha à ré
Alavanca para frente (posição F) = Locomoção para frente
Alavanca no meio (posição N) = Posição neutra
Alavanca para trás (posição R) = Locomoção para trás

L66350A

Botão kick-down
Instrução, veja a página 82.
NOTA! Nunca deixe a máquina com o seletor de marcha na
posição de marcha à frente ou marcha à ré com o motor fun-
cionando.
Demais instruções sobre mudança de marcha, veja a página 80.

4 Pedal do freio
(duplo em certos mercados)

5 Trava do diferencial
I A trava do diferencial atua somente no eixo dianteiro.
I É acoplada pisando o contato de pé, e permanece acoplada
enquanto o contato de pé for mantido pressionado.
L66345A

I A lâmpada de controle no painel de instrumentos central acen-


de quando a trava é acoplada.

IMPORTANTE! A trava do diferencial só poderá ser usada em


operação em terreno escorregadio.

I Em locomoção em terrenos firmes, especialmente quando se


faz curvas, a trava tem que estar desacoplada.
I Se existir risco de atolamento, acople a trava do diferencial an-
tes que a máquina encalhe.
I Se a máquina encalhar e se alguma roda patinar, é necessário
parar a roda antes de se acoplar a trava. Caso contrário, o sis-
tema dos eixos motrizes pode ser danificado.

6 Ajuste do volante
O controle está localizado do lado direito abaixo do volante.
O controle para baixo = Ajuste da inclinação do volante
L61710A
Controle para cima = Ajuste da altura
Outros controles
58 Controle

4 5 6 7 8
3 9
2
10
1 11

12

13

L63054A

7 Pedal do freio

8 Comutador de luz/lavador de pára-brisa


Do volante para fora = Farol alto
Posição neutra = Farol baixo
Para o volante = Lavador de pára-brisa
4-1

Comutador de setas/buzina
Alavanca para frente = Seta esquerda
Alavanca para trás = Seta direita
Botão pressionado = Buzina

Limpador de pára-brisa
Posição J = Limpador de pára-brisa intermitente
Posição 0 = Posição neutra
Posições I e II = Limpador de pára-brisa (duas velocidades)

9 Pedal do acelerador

10 Controle do acelerador manual


I O controle está posicionado embaixo do painel de instrumen-
tos dianteiro direito.
I A aceleração é modificada pressionando-se o botão e colocan-
do o controle na rotação desejada do motor.
I O desacoplamento ocorre quando o botão é apertado e o con-
trole pressionado até ao fundo.
Outros controles
Controle 59

2 1
4
10
D
5
C C
B B
8

A A 1
3 2
L67317A

2 1
6
C Para frente D Flutuação
B Neutra C Abaixamento
A Para trás B Neutra
A Içamento
7 9
L59666E

11 Suporte das alavancas e funções de operação


1 A alavanca da função de içamento tem quatro posições:
Içamento – Neutra – Abaixamento/Flutuação
I Com o automático de içamento acoplado, a alavanca de ope-
ração retorna automaticamente da posição de içamento para a
posição neutra quando os braços de içamento assumem posi-
ção predeterminada.
I Independentemente do automático, existe posição de retenção
para as posições de içamento, abaixamento/flutuação.
I O acoplamento da posição de flutuação é feito com o interrup-
tor (3) no painel de instrumentos direito, veja a página 22.

2 A alavanca de inclinação tem três posições:


Para trás – Neutra – Para frente
I Com o automático de inclinação acoplado, a alavanca de ope-
ração retorna automaticamente da posição de inclinação para
trás para a posição neutra quando a caçamba assume posição
predeterminada, veja a página 22.

3 Alavanca de operação 3a. função hidráulica


I É usada se a máquina for equipada com, por exemplo, garras
para toras.
As máquinas com 4a. função hidráulica têm mais uma alavanca
(total quatro alavancas). A máquina padrão possui somente duas
alavancas.
NOTA! Função retentora para 3ª função hidráulica existe
como opção.

4 Kick-down
I A função pode ser selecionada tanto do suporte de alavancas
quanto do controle seletor de marcha, veja a página 82.
Outros controles
60 Controle

4
10
5

3 2 1

7 9
L59666E

5 Freio-motor
I É utilizado para a obtenção imediata de redução em locomo-
ção em declives, ou para impedir mudança de marcha para
cima não desejada, veja também a página 83.

6 Travamento da alavanca
I Trava as alavancas hidráulicas na posição neutra.
NOTA! Nas máquinas com quatro alavancas hidráulicas, o
travamento das alvancas é feito electricamente.

7 Suspensão do braço de carga


I É usado para diminuir as oscilações da máquina durante o
transporte com carga.
I Para ativar a função é necessário que o motor esteja funcio-
nando.
I Se o botão for pressionado a função é ativada e é acoplada se
uma certa velocidade for ultrapassada ou se uma certa marcha
for engrenada, veja também a página 26.
I A função é ativada quando o botão é pressionado outra vez ou
se o motor for desligado.
I A lâmpada de controle no painel de instrumentos central acen-
de quando a função é ativada.

ATENÇÃO!
Em trabalhos com o garfo de paletes ou com o braço mani-
pulador de material, quando é necessário muito cuidado e
precisão, a suspensão do braço de carga deverá estar na
posição dependente de marcha ou desativada. Nunca uti-
lize a função kick-down em operações de precisão com a
suspensão do braço de carga ativada.
Outros controles
Controle 61

8 Marcha à frente/marcha à ré
I Para que a função seja usada é necessário que seja (9) pres-
sionado o botão de ativação.
Interruptor na posição dianteira = Locomoção para frente
Interruptor na posição traseira = Locomoção para trás
I Se o controle de marcha normal for retirado da posição neutra
enquanto prossegue a locomoção com o interruptor, o controle
de marcha comum no volante ”assumirá” a operação.
I Para uma nova ativação do sistema será necessário que o bo-
tão de ativação seja pressionado novamente (9).

9 Ativação, marcha à frente/marcha à ré


I É usado para ativar frente/ré (8).
NOTA! O controle de marcha comum F/R e o botão F/R (8) de-
verão estar na posição neutra na ativação do sistema.
I Se o controle de marcha normal for acionado, a função de mu-
dança de marcha a partir do suporte de alavancas é suprimida,
e vigora então, a seleção feita através do controle seletor de
marcha normal no volante.
I Uma nova ativação do sistema exige que o controle de marcha
comum (F/R) e o botão (F/R) sejam colocados na posição
neutra.
IMPORTANTE! Por motivo de segurança, a direção através
do volante e mudança de marcha com o controle comum no
volante é sempre possível, independentemente de estar aco-
plada a função de direção por alavanca.

10 Buzina ou alternativamente buzina com tom alto


Outros controles
62 Controle

4 5 6 7 8
3 9
2
10
1 11

12

13

L63054A

12 Controle de aquecimento e ventilação

Controle de temperatura
Controle para frente (azul) = Frio
Controle para trás (vermelha) = Quente

Controle de recirculação (reutilização do ar)


Controle para frente = Muita recirculação
Controle para trás = Pouca recirculação

L57195

1
Controle do ventilador
0
2 O controle possui quatro posições de velocidade
Instruções para a unidade de climatização, veja apágina 67.
3

4 13 Apoio de braço
L57193A O apoio de braço do controle hidráulico e do suporte de alavancas

pode ser ajustado para que o operador tenha uma posição de ope-
Outros controles
Controle 63

ração mais confortável possível.

A
L63173A

C
Ajuste do apoio de braço/suporte das alavancas
A
1 Solte o puxador de ajuste para cima/para baixo do apoio de
braço e coloque-o na posição desejada.
2 Aperte o puxador da trava.

B
1 Solte o puxador da trava de posicionamento angular do apoio
de braço, através de pressioná-lo para dentro, e girá-lo na po-
sição horária.
2 Flexione o apoio de braço para frente/para trás até à posição
desejada.
3 Aperte o puxador da trava.

C
1 Solte o puxador de posicionamento angular do suporte de ala-
vancas conforme explicado anteriormente.
2 Flexione o suporte de alavancas para frente/para trás até a
posição desejada .
3 Aperte o puxador da trava.
Outros controles
64 Automático de içamento e inclinação

Automático de içamento e
inclinação
Operação
1
I O automático é acoplado com o respectivo interruptor.
2
I Quando alguma alavanca de operação é colocada em içamen-
57160
57164
to ou inclinação para trás (com o interruptor ligado), a alavanca
é travada, e o movimento continua até a posição predetermi-
Automático de Automático de nada, onde então, a respectiva alavanca retorna à posição
içamento inclinação neutra.

Ajuste do automático de içamento


(Altura do içamento)
1 Eleve os braços de içamento até a posição desejada.
2 Pare o motor, mas deixe a chave de ignição na posição de
operação.
3 Solte a porca do suporte e empurre o sensor para sua posição
traseira.
4 Ligue o interruptor do automático de içamento.
5 Coloque a alavanca de içamento na posição de travamento
L66585A traseira.
Sensor, automático de içamento 6 Empurre o sensor para frente até que a alavanca de içamento
retorne à posição neutra.
7 Aperte a porca do suporte.

Ajuste do automático de inclinação


(Inclinação para trás)
1 Coloque a caçamba na posição desejada.
2 Pare o motor, mas deixe a chave de ignição na posição de
operação.
3 Solte as porcas do suporte e empurre o sensor para sua posi-
ção traseira.
4 Ligue o interruptor do automático de inclinação.
5 Coloque a alavanca de inclinação na posição de travamento
traseira.
6 Empurre o sensor contra a barra até acender a luz díodo.
L66599A
7 Aperte as porcas do suporte.
Sensor, automático de inclinação

IMPORTANTE! A distância (A) entre o sensor e o compo-


nente da máquina que o ativa deve ser de 3 – 5 mm. Veja a
A figura ao lado.

L41037A
Outros controles
Assento do operador 65

Assento do operador
O assento do operador atende os requisitos conforme a norma EN ISO 7096:2000. Resumindo, isto significa que
o assento é construido para da melhor maneira possível reduzir as vibrações de corpo inteiro que o operador é
exposto durante a locomoção. A intensidade das vibrações depende de diferentes fatores, dos quais muitos nada
têm a ver com a construção da máquina, por exemplo, condição do terreno, velocidade e técnica de operação.
Pense no seguinte:
– Ajuste o assento conforme o peso e o tamanho do operador.
– Mantenha a superfície da área de trabalho em boas condições.
– Escolha a técnica de operação e a velocidade corretas para as condições vigentes.
Um assento de operador corretamente ajustado aumenta o conforto e a segurança do mesmo. Ajuste incorreto
pode causar danos ao corpo. Os ajustes que deverão ser efetuados são:
A Inclinação do encosto
B Apoio lombar
C Inclinação e elevação/abaixamento do assento.
D Peso do operador
E Longitudinal (espaço para as pernas)
NOTA: Não faça ajustes do assento durante a locomoção.

Assento mecânico

KG

KG LBS

LBS

L66340A
A
A Inclinação do encosto C Altura e Inclinação
Puxe o puxador para cima e ajuste a inclinação Puxe o puxador para cima e levante ou abaixe o
desejada. canto traseiro ou dianteiro do assento.
Nunca ajuste a altura do assento com o
B Ajuste do apoio lombar manípulo de ajuste de peso.
Gire o manípulo para a posição desejada (dura-macia).

180
0 90 2
70
20 110
14

KG
50

260
100

LBS
0

4 30

F
KG

KG
E LBS

LBS

L66341A

D Ajuste do peso E Longitudinal (espaço para as pernas)


Ajuste o assento para o peso atual com o manípulo. Puxe o grampo para cima e empurre o assento
Assentado, tente fazer com que a suspensão (para cima/ (para frente-para trás).
para baixo) fique bem distribuida. F Aquecimento elétrico
Não deve ser usado para ajustar a altura.
Outros controles
66 Assento do operador

Assento com suspensão a ar


Os ajustes são feitos da mesma maneira como os do assento mecânico, veja a página anterior, com excessão
dos ajustes do apoio lombar e do peso.

B Ajuste do apoio lombar D Ajuste do peso


Com os botões, os apoios lombares superior e Pressionando-se o botão marcado com + para enchimento
inferior podem ser enchidos ou esvaziados iso- e - para esvaziamento, pode ser ajustada a suspensão
ladamente conforme se desejar. para o peso atual do operador.
Procure assentar-se de tal forma que a suspensão (para
cima/para baixo) fique bem distribuída.
Não deve ser usado para ajustar a altura.

L66529A

D B
Outros controles
Unidade de climatização 67

Unidade de climatização
5 5

2-3

L63061C

0 1
1 Controle do ventilador
2
Posição 0 = desligado
3 Posição 4 = Velocidade máxima

4
2 Controle de temperatura
L57193A

Controle para frente (azul) = Frio


Controle para trás (vermelha) = Quente

3 Controle de recirculação
2 3 Controle para frente = Pouca recirculação
Controle para trás = Muita recirculação

4 Interruptor, ar condicionado
Extremidade inferior do interruptor pressionada = Ar condicionado
ligado.
L57195A

Se a pressão no sistema tornar-se muito elevada (por exemplo,


devido a obstruição do condensador), o ar condicionado será des-
ligado.
Investigue e repare o motivo do aumento da pressão antes de re-
ligar a função, veja a página 146.

57139

5 Bocais de ventilação
Outros controles
68 Unidade de climatização

Ajuste do aquecimento e da ventilação


(sem ar condicionado)
As instruções abaixo são recomendações básicas. Todo operador
deve aprender a ajustar e regular a unidade de climatização para
obter uma temperatura correta sem correntes de ar, e desta ma-
neira o melhor ambiente de trabalho.

Assim você obtem .....


.....o máximo de calor:
I Todos os bocais completamente abertos.
I Controle de temperatura (2) no máximo.
I Controle de recirculação (3) no máximo.
I Controle do ventilador (1) no máximo, quer dizer, na velocidade 4.

Em caso de embaçamento de vidro, veja ”..... desembaçando to-


das as janelas”.

...... temperatura de trabalho agradável:


I Todos os bocais completamente abertos.
I Quando a temperatura correta for atingida, empurre o controle
(2) até que a temperatura desejada seja mantida.
I Controle de recirculação (3) no mínimo.
I Controle do ventilador (1) posicionado no 1 ou 2.

...... o máximo de frio:


I Todos os bocais completamente abertos.
I Controle de temperatura (2) no mínimo.
I Controle de recirculação (3) no mínimo.
I Controle do ventilador (1) no máximo, quer dizer, na velocidade 4.

Assim você obtem ......


......o desembaçamento de todas as janelas:
I Os bocais dianteiros direcionados para as janelas laterais dian-
teiras.
I Bocais abaixo do painel de instrumentos fechados.
I O bocal traseiro direcionado para o pára-brisa traseiro e jane-
las laterais.
I Controle de temperatura (2) no máximo.
I Controle de recirculação (3) no mínimo.
I Controle do ventilador (1) no máximo, quer dizer, na velocidade 4.
I Interruptor 4 pressionado (ar condicionado acoplado).

Cuide para a obtenção de uma boa ventilação


Não conduza a máquina por períodos prolongados sem ven-
tilação ou com a cabine totalmente fechada sem o ventilador
ligado.
Falta de ar fresco pode causar cansaço (falta de oxigênio).
Outros controles
Unidade de climatização 69

Ar condicionado

Assim você obtem ......


......frio mais rapidamente:
I Todos os bocais completamente abertos.
I Controle de temperatura (2) no mínimo.
I Controle de recirculação (3) no máximo.
I Controle do ventilador (1) no máximo, quer dizer, na velocidade 4.
I O interruptor (4) pressionado, quer dizer, o ar condicionado
ligado.

Quando a temperatura descer até o nível desejado:


I Controle do ventilador (1) posicionado no 1 ou 2.

NOTA! A temperatura é regulada com o controle do ventilador


e com o controle do aquecedor para a obtenção de tempera-
tura agradável.

Trava da janela
2 A janela lateral direita, que também é saída de emergência da ca-
bine, pode ser aberta em duas posições:
160

Posição 1 (aberta aproximadamente 10°)


I Levante a trava (A), abra a janela e prenda com o batente (B).
10

A Posição 2 (totalmente aberta 160°)


1
B I Abra a janela até parar no batente no lado da cabine.
I A janela é provida com mola a gás e fecha automaticamente
L64453A
no final. Cuidado com os dedos ao fechar a janela.
Outros controles
70
Operação
Leia antes da operação 71

Operação
Leia antes da operação
I Leia e entenda o Manual de Instrução.
I A máquina deverá estar em perfeito estado de funcionamento,
isto é, toda falha que pudesse provocar acidentes deve estar
reparada.
I Roupas adequadas para um seguro manuseio e capacete de
segurança devem ser usados.
I Nunca opere a máquina se estiver sob influência de álcool, re-
médios ou outras drogas.
I Telefone celular portátil não poderá ser usado, pois este pode-
rá causar interferências em importantes funções eletrônicas da
máquina. Telefone celular tem que ser montado no sistema
elétrico da máquina e com antena fixa do lado externo da mes-
ma, instalado conforme as instruções do fabricante.
I Utilize os degraus e corrimãos ao subir ou descer da máquina.
Use sempre o apoio de três pontos, quer dizer, duas mãos e
um pé ou dois pés e uma mão. Ande sempre com o rosto vol-
tado para a máquina, não pule!
I Sente-se sempre no assento do operador ao ligar a máquina
(motor).
I Use sempre o cinto de segurança.
I A porta deverá estar fechada ou travada na posição de ventila-
ção.
I Verifique se os implementos estão perfeitamente acoplados e
travados.
I As vibrações (tremores) que são produzidas durante a locomo-
ção podem ser prejudiciais para o operador. Para diminuí-las
faça o seguinte:
– ajuste o assento e aperte o cinto de segurança.
– escolha o caminho mais plano (nivele se for necessário).
L66347A – adapte sua velocidade.
I A cabine é a segurança do operador e atende às exigências de
proteção contra capotamento conforme o padrão de teste
(ROPS). Portanto, segure firme no volante se a máquina capo-
tar – Não pule!
I A cabine atende também as exigências referentes a queda de
objetos no teto cujos pesos correspondem aos métodos de tes-
te (FOPS).
I A cabine possui duas saídas de emergência, a porta e a janela
lateral direita.
I Mantenha as mãos longe das áreas onde existe risco de esma-
gamento, por exemplo, tampas, portas e janelas.
I Ande somente sobre superfícies que tenham proteção anti-
derrapante, veja a página 120.
Operação
72 Amaciamento

Amaciamento
Instruções
Estas instruções de amaciamento e intervalos de manutenção se
aplicam durante o período de amaciamento, quer dizer, as primei-
ras 50 horas de funcionamento. Durante este período a máquina
deve ser operada com certo cuidado.
No mais, veja as páginas 127.

Motor
O óleo e o filtro devem ser trocados após 50 horas de opera-
ção.
Após isto, o óleo e o filtro de óleo devem ser trocados a cada 500
horas.
NOTA! As condições para troca do óleo e do filtro em interva-
lo de 500 horas são:
– os filtros de óleo sejam trocados a cada troca de óleo.
– os filtros de óleo sejam filtros originais Volvo (“long life-fil-
ter”).
– o teor de enxofre do combustível do motor não exceder a
0,2 % do peso.
– o óleo deverá ser de categoria de qualidade, veja a página 173.
– a correta viscosidade para a condição de temperatura vi-
gente seja selecionada conforme o diagrama, veja a pági-
na 173.
Se alguma dessas condições não puder ser atendida, a troca do
óleo e dos filtros deverá ser efetuada a cada 250 horas. Se a má-
quina trabalha em ambiente com alto grau de acidez, corrosivo
ou especialmente poeirento, o óleo deverá ser trocado a cada
125 horas.

Transmissão
O filtro de óleo deve ser trocado após 50 – 100 horas de ope-
ração.
Após isto, o óleo deverá ser trocado a cada 2000 horas e o filtro a
cada 1000 horas.

Sistema hidráulico
O filtro de óleo hidráulico deverá ser trocado e a haste mag-
nética limpa após 2000 horas de operação.
Depois, o filtro deverá ser trocado e a haste magnética limpa a
cada 2000 horas (válido para filtro de fibra de vidro).
O óleo deve ser trocado a cada 2000 horas se o sistema foi abas-
tecido com óleo de motor e óleo hidráulico biodegradável, e a
cada 4000 horas se o óleo usado foi óleo hidráulico.
Qualidade de óleo, veja a página 173.
Importante!
– Verifique frequentemente a pressão do óleo e a tempe-
ratura.
– Mantenha o máximo de limpeza em trabalhos com o motor,
com a transmissão, com o sistema hidráulico e com o sis-
tema de combustível.
– Feche e trave as tampas do motor após ter terminado o
serviço.
Operação
Normas gerais 73

Normas gerais
O conteúdo das próximas páginas é uma associação de normas
que deverão ser seguidas e recomendações úteis para se operar
a máquina.
No entanto, as normas não liberam o operador da máquina da ob-
servância das leis ou outros regulamentos de segurança nacio-
nais. Atenção e bom senso, respeito para com os regulamentos
de segurança nos diferentes locais de trabalho e para com as leis
e regulamentos do trânsito, são condições que tornam possível
evitar riscos de acidentes e proporcionam maior segurança na
operação da máquina.

Deveres do operador
I Conhecer e respeitar as eventuais exigências específicas e
riscos do local de trabalho e discutí-los juntamente com a
direção.
I Estude as regras e recomendações nas próximas páginas para
ter conhecimento das condições básicas de como evitar gra-
ves danos pessoais e materiais.

Competência do operador
I Somente pessoal treinado pode operar a máquina.
I O operador tem que ter carteira de habilitação de motorista
para trafegar em vias públicas. Além disso, deverá ter 18 anos,
e estar familiarizado com a operação e a manutenção da má-
quina.
I O operador não deve operar a máquina se estiver doente, can-
sado, ou se estiver sob influência de álcool ou medicamentos
fortes.

Instrutor de acompanhamento
I Um instrutor somente poderá acompanhar o operador se a má-
quina possuir um assento adequado para acompanhantes.

ATENÇÃO!
É proibido assentar ou ficar em pé em locais impróprios,
como por exemplo, sobre o implemento (caçamba, garfos,
plataformas de carga, etc.) ou sobre outros dispositivos de
forma que a possibilidade do operador dirigir a máquina
com segurança seja diminuída.
Operação
74 Normas gerais

Operação e trabalho em vias públicas


Como operador de máquina, você é considerado um usuário do
trânsito e é portanto, obrigado a conhecer e seguir as regras de
trânsito vigentes.

ATENÇÃO!
L64228A Em locomoção por vias públicas, a direção por alavanca
(CDC) não poderá ser ativada, use o volante.

É importante lembrar que a máquina em relação a outros veículos,


é lenta e mais larga, e portanto pode ser um obstáculo no trânsito.
Leve isto em consideração, e seja extra atencioso com o trânsito
atrás de você. Facilite as ultrapassagens.

É recomendada a utilização de uma placa VL (Veículo Lento).


L66358A Esta deverá ficar fixada em local bem visível atrás da máquina,
mas não dentro da cabine no pára-brisa traseiro ou em qualquer
Placa VL (veículo lento)
outra janela. A placa deverá ser fixada a uma altura de 0,6 – 1,8 m
acima do solo, medida a partir do canto inferior da mesma. Obser-
ve as regras nacionais de trânsito.

Em locomoção por vias públicas é válido o seguinte:


I O implemento deverá estar vazio e abaixado na posição de
transporte (30 – 40 cm acima do solo) e totalmente inclinado
para trás. A parte dianteira do braço manipulador de material
deverá estar sinalizada com uma bandeira vermelha.
I Todas as luzes de trabalho e eventual sinalizador rotativo de-
L64229A
verão estar apagados (verifique os regulamentos locais).
I Não poderá ser utilizado o pisca-pisca de advertência.
I Implementos extras como caçambas, pás e alavancas deverão
estar devidamente presas com correias e correntes.
I Normalmente, uma carreta pode ser utilizada apenas tempora-
riamente para transporte de material necessário para a opera-
ção da máquina (implementos, ferramentas, combustível,
óleos etc.). Observe os regulamentos nacionais.

Em trabalhos por via pública é válido o seguinte:


I As sinalizações de estradas, desvios e outros dispositivos de
segurança condicionados à velocidade, ao volume de trânsito
ou outras condições locais deverão ser utilizadas e seguidas.
I Devem ser observadas com muita atenção as cargas suspen-
sas. Se necessário, deve ser utilizado um sinaleiro.
I O sinalizador rotativo pode ser usado:
– em veículos de manutenção de estradas, por exemplo,
remoção de neve.
– em implementos acoplados ou dependurados, que sejam
mais largos que a máquina.
– quando a o veículo constitui um obstáculo ou perigo no
trânsito.
L64230A
– em trabalhos na estrada ou no acostamento.
Operação
Normas gerais 75

Espaço para operação


I Verifique se existe espaço suficiente em passagens estreitas
para a máquina, a carga e o operador.
I Mova-se devagar.
I Aberturas de portas que não permitem a passagem de dois ve-
ículos ao mesmo tempo, devem ser passadas pelo meio.

Operação em locais fechados


I A máquina só poderá ser operada dentro de edificações se não
existir perigo de concentração de gases de escape, e se o local
foi aprovado pela direção.
I Evite operação em marcha lenta e siga as recomendações de
segurança expedidas pela direção.
Sobrecarga no piso
I Näo exceda a carga máxima permitida para o piso.

Zonas de perigo
I Não opere muito perto dos cantos de um cais, rampa, etc.
I Tome muito cuidado ao operar em áreas marcadas como peri-
gosas.

Posicionamento do implemento
I Movimente-se com o implemento na posição de transporte
(abaixado), mesmo estando vazio ou carregado (exceto quan-
do estiver carregando ou descarregando).

Aclives e declives íngremes


I Nunca desça um declive com o seletor de marcha na posição
neutra.
I Reduza a marcha antes da descida e reduza a velocidade, de
modo que a máquina possa ser controlada com segurança em
qualquer circunstância.
I Dirija a máquina carregada com a carga voltada para o topo da
subida. Inclinações laterais acima de 17° devem ser evitadas.

Velocidade
I Ajuste a velocidade conforme as condições da estrada, à visi-
bilidade e a carga.
I Note que a velocidade de locomoção é afetada pela rotação do
motor. Adapte a velocidade antes de fazer a curva.
I Siga cuidadosamente as instruções para mudança de direção,
sentido frente para ré e vice-versa, de maneira que a máquina
não pare repentinamente.
Operação
76 Normas gerais

C
Transporte da máquina

sobre a carroceria de outro veículo


I Se a máquina for içada para outro veículo, as articulações do
chassi devem ser travadas.
L64511B – Posicione a máquina completamente reta e pare o motor.
A B A – Retire o pino dianteiro ou traseiro (dependendo do tipo de
máquina) e vire a trava da junta do chassi até à posição
Transporte a máquina com a caçamba vol- de travamento – insira o pino e trave-o.
tada para a direção de locomoção do veícu- I Se a máquina for dirigida para cima de outro veículo, a junta do
lo transportador. chassi não deve ser travada.
I Amarre a máquina na carroceria do veículo transportador, de
tal forma que ela não possa tombar ou entrar em movimento.
Devem ser usados os seguintes pontos de fixação (A):
– Alças de fixação do chassi dianteiro (de frente para a fixa-
ção do eixo dianteiro).
– Alças de fixação do chassi traseiro (na junta do chassi) e
no gancho de rebocar.
I Trave as rodas (B).
NOTA! Para evitar que ar seja pressionado no tubo de escape
durante o transporte, o que resultaria em danos no turbocom-
pressor, o tubo de escape deverá ser vedado com proteção
adequada (C) (não use plástico).

Içamento
2m I Utilize as alças de içamento próprias e trave a junta do chassi.
As alças de içamento estão posicionadas conforme a figura.

5m 6,5 m Sobre a rampa


I Pimeiramente, verifique se a rampa é suficientemente larga e
se pode suportar a máquina e sua carga e se está firmemente
fixada em seu lugar.

L64512A

Em elevadores ou outros locais apertados


1 Entre de ré.
2 Aplique o freio de estacionamento e desligue o motor antes da
partida do elevador.

ATENÇÃO!
Se a máquina for dirigida de uma plataforma de carga para
L64522A a carroceria de um veículo ou vagão, cuide para que este
veículo esteje firmemente freiado, como por exemplo, se as
rodas estão bloqueadas, e se não existe risco do veículo
inclinar ou tombar de maneira perigosa, quando a máquina
subir para o mesmo.

No mais, siga as determinações nacionais.


Operação
Normas gerais 77

Carregamento e descarregamento

Direitos e deveres do operador da máquina


I Durante a operação, o operador é responsável pela carga
da máquina. Não pode haver risco da carga cair durante a
operação.
I Opere a máquina de tal forma que não ocorra riscos de
acidentes.
I Recuse carga que seja um risco óbvio à segurança.
I Tenha controle sobre o local de trabalho da máquina.
– Impeça as pessoas de passarem ou ficarem embaixo de
carga levantada ou de dispositivo de içamento que não
esteja travado ou apoiado.
– Impedir a presença de pessoas na área de risco, no míni-
mo 7 m ao redor da máquina trabalhando. O operador
pode permitir a presença de uma pessoa na área, mas
terá que tomar muito cuidado e manobrar a máquina so-
mente quando puder enxergar a pessoa, ou quando esta
indicar onde está através de sinalização clara.
– Impeça as pessoas de permanecerem dentro da cabine
de um veículo parado se existir risco da cabine sofrer im-
pactos de implementos ou objetos caídos, como por
exemplo, pedras e troncos de árvores. Não se aplica se a
cabine for suficientemente forte ou protegida para supor-
tar tais impactos.
I Respeite a carga máxima permitida da máquina. Observe a in-
fluência das diferentes distâncias do ponto de gravidade e dos
diferentes implementos.

L67245A

A área de risco ao redor da máquina trabalhando é de pelo menos


7 m.
Operação
78 Providências antes da operação

Providências antes da operação


1 Aplique o freio de estacionamento.
2 Efetue as manutenções diárias, veja a página 159.
3 Limpe os vidros das janelas.
4 Verifique se não existem peças defeituosas ou soltas que pos-
sam causar danos.
5 Verifique se a chave geral da bateria está ligada.
6 Verifique se existe combustível no tanque*.
7 Coloque a alavanca de marcha e as alavancas de operação
do sistema hidráulico de operação na posição neutra.
8 Verifique se o travamento das juntas do chassi está desaco-
plado.
9 Verifique se as rodas não estão bloqueadas.
10 Verifique se as tampas de inspeção e do motor estão fechadas
e se a tampa do radiador está fechada e trancada.
11 Verifique se não existem pessoas nas proximidades da
máquina.
12 Ajuste o assento (veja a página 65) e o volante na altura e no
ângulo correto, aproximadamente 45°.
13 Aperte o cinto de segurança e mantenha os dois pés nos pe-
dais.

Providências extras em clima frio


I Raspe o gelo das janelas.
I Cuide para que o refrigerante tenha capacidade anti-congelan-
te necessária, veja a página 134.
I Use óleo lubrificante recomendado para o inverno.
Após a operação:
I Preencha o tanque de combustível para impedir a formação de
água de condensação.

*) Se a máquina foi operada com o tanque de combustível va-


zio ou se por algum motivo qualquer entrou ar no sistema, é
necessário sangrar o sistema de combustível antes de ser
dada a partida ao motor, veja a página 129.
Operação
Partida ao motor 79

Partida ao motor
1 Vire a chave de ignição para a posição de partida (3).
2 Solte a chave quando o motor arrancar.
3 Se a temperatura estiver abaixo de +10 °C, o aquecimento do
arranque é acoplado automaticamente. O tempo de aqueci-
mento depende da temperatura do refrigerante.
4 Verifique se a lâmpada de advertência do sistema de freio e a
lâmpada do alarme central estão apagadas.
5 Se o motor não arrancar, gire a chave de ignição para a posi-
ção 0 antes de ser efetuada nova tentativa de partida.*
6 Verifique se os medidores, controles e instrumentos estão fun-
cionando.
7 Verifique se o implemento está suficientemente preso pressi-
onando-o contra o solo.
8 Verifique se nenhuma pessoa se encontra nas proximidades
da máquina.
9 Acione a buzina.
10 Selecione uma marcha.
11 Selecione a marcha de direção (frente ou ré).
L57157-1
12 Libere o freio de estacionamento e acelere a máquina.

Partida a motor frio


(temperatura externa até –10 °C).
1 Siga os pontos acima.
2 Pressione o pedal do acelerador pela metade.
3 Gire a chave de ignição para a posição operacional (1).
ATENÇÃO! 4 Pressione o interruptor do elemento do arranque.
Gases de ignição (eter, etc.) não 5 Solte a chave de ignição e o interruptor.
podem ser usados juntamente com a 6 O pré-aquecimento está agora acoplado e a lâmpada de con-
partida a frio (pré-aquecimento).
trole está acesa. (o tempo de acoplamento depende da tem-
peratura do refrigerante).
7 Quando a lâmpada apagar, gire a chave de ignição para a po-
sição de partida (3).
8 Quando o motor arrancar, o elemento do arranque será reaco-
plado automaticamente e a lâmpada de controle acenderá
(em temperaturas abaixo de + 10 °C).

NOTA! Se a lâmpada de controle do aquecedor de partida


continuar acesa após 50 segundos de pré-aquecimento, o
aquecedor de partida estará ainda acoplado. Verifique a fun-
ção – risco de superaquecimento.

I Deixe o motor funcionando em marcha lenta baixa durante


30 segundos, para que o óleo no motor, transmissão, sistema
hidráulico e eixos seja aquecido e possa escorrer melhor de tal
forma que seja obtida a lubrificação necessária.
I Acelerar o motor diretamente após a partida pode também
aventurar o resfriamento e a lubrificação do turbocompressor e
consequentemente causar danos nos rolamentos.

* Partida com baterias auxiliares, veja a página 138.


Operação
80 Mudança de marcha

Mudança de marcha
Mudança de marcha manual

(Seletor de programa de mudança de marcha,


“Mode Selector” na posição MAN)
I Na ativação, selecione marcha adequada e em seguida o sen-
tido de direção para frente ou para trás.

L66349A

Seletor de marcha
I As quatro posições de marchas manuais da máquina podem
ser selecionadas girando-se o puxador para a posição dese-
jada.

Marcha de direção
Alavanca na posição central = Posição neutra
Alavanca para frente = Locomoção para frente
L66350A
Alavanca para trás = Locomoção para trás

ATENÇÃO!
Por medida de segurança no trânsito o controle seletor de
marcha não pode, absolutamente, ser colocado na posição
neutra durante locomoção em declives – perda do efeito do
freio-motor.
Nunca deixe a máquina com o controle seletor de marcha
na posição de marcha à frente ou marcha à ré quando o
motor estiver funcionando – existe risco da máquina entrar
em movimento.

Ao mudar de marcha à frente para marcha à ré ou vice-versa, a


velocidade da máquina e a rotação do motor devem ser reduzidas,
especialmente se a superfície de operação for firme.
A mudança de marcha entre marcha à frente e marcha à ré não
deve ser feita em velocidades acima da velocidade da 2a. marcha.
Operação
Mudança de marcha 81

Mudança de marcha automática (APS II)


(Controle seletor de marcha comum na posição 3 ou 4)
O seletor de programa proporciona ao operador a possibilidade de
escolher diferentes programas de mudança de marcha automáti-
ca dependendo das condições de operação.

Operação na posição de mudança de marcha


automática
I Gire o controle seletor de marcha para a posição 3 ou 4.
I Selecione o programa de operação dentro da faixa de mudan-
ça automática com o seletor de programa (não na posição
manual).
I Selecione a marcha de direção.
I Acelere. É dada partida na máquina na 2a. marcha (marcha
básica). Se a máquina estiver em movimento, a partida será
dada na 3a. marcha.
I Mudanças de marchas para cima ou para baixo ocorrem entre
a 2a. – 3a. – 4a. marchas para frente, e entre a 2a. – 3a. mar-
cha para trás.
I Após mudança de direção, a partida é dada na 2a. marcha.
I Mudança de marcha para a 1a. marcha, veja ”Função kick-
down” na página seguinte.
Posição LIGHT
I A primeira posição significa que a mudança de marcha ocorre-
rá em baixa rotação do motor e é usada adequadamente em
operações de transporte sem carga.
I A segunda posição significa que a mudança de marcha ocor-
rerá numa rotação um pouco mais elevada do motor e é utili-
zada em trabalhos leves de carregamento e transporte.
I Durante aceleração máxima, a mudança de marcha para cima
é feita conforme a posição HEAVY.
I O melhor aproveitamento é obtido em aceleração menor, pois
a diferença da rotação de mudança para cima entre as diferen-
tes posições (LIGHT e HEAVY) será visível.
I Proporciona menor consumo de combustível e nível baixo de
ruídos.
Posição HEAVY
I A máquina troca de marcha primeiramente em alta rotação e
alta velocidade.
I É usada mais apropriadamente no caso em que a máquina faz
mudança em subidas e durante grande resistência de locomo-
ção.

Posição MAN (manual)


I Após a partida, a mudança de marcha é feita manualmente,
veja a página 80.
I Durante aceleração máxima, a mudança de marcha para cima
é feita conforme a posição HEAVY.
I O melhor aproveitamento é obtido em aceleração menor, pois
a diferença da rotação de mudança para cima entre as diferen-
tes posições (LIGHT e HEAVY) será visível.
Operação
82 Mudança de marcha

Função kick-down
A função kick-down é obtida se for selecionada a posição de mu-
dança de marcha automática, se o controle seletor de marcha es-
tiver na posição 2, 3 ou 4 e se for ativado algum dos botões kick-
L66351A down.

Botão kick-down, controle seletor de marcha I Quando o botão kick-down é acionado, é engrenada a 1a. mar-
cha, se a velocidade já estiver abaixo de 10 km/h ou se a velo-
cidade dentro de 8 segundos ficar abaixo de 10 km/h a partir
do momento em que o botão foi pressionado.
I Quando a 1a. marcha for engrenada, a cigarra emitirá um curto
sinal sonoro.
I A 1a. marcha permanecerá engrenada até ser feita uma nova
ativação da função kick-down ou se a rotação do motor tornar-
se extremamente alta.
(se for feita nova ativação, será engrenada a 2a. marcha).
I Se a direção de locomoção for modificada, a máquina arranca-
rá na 2a. marcha se a posição de mudança automática fora se-
lecionada.
3 2 1
NOTA! Com o equipamento CDC existe função kick-down
também no apoio de braço.

L66352A

Botão kick-down, suporte de alavancas


Operação
Mudança de marcha 83

Freio-motor/redução de marcha
Utilizando o botão do freio-motor/redução de marcha pode ser ob-
tida uma imediata redução de marcha em um ou dois estágios ou
impedir ocorrência de mudança de marcha para cima.

3 2 1
I Se o botão for pressionado durante alta velocidade, ocorrerá
redução da 4a. para a 3a. marcha.
I Mais uma apertada no botão, quando a velocidade da máquina
tiver abaixo de 22 km/h, ocorrerá uma redução para a 2a.
marcha.
I Se o botão for mantido pressionado, não haverá mudança para
cima, o que pode ser utilizado em operação em descidas ou na
L66355A
aproximação ao veículo que será carregado.
NOTA! Se certas críticas rotações e velocidades forem ultra-
passadas ocorrerá mudança de marcha para cima.

I Se a rotação do motor ou da transmissão tornar-se muito ele-


vada, o alarme central ficará piscando, a cigarra soará e será
exibido, nas máquinas equipadas com painel de informação, a
mensagem de alarme ”High Speed On Selected Gear”.
NOTA! Para este alarme (alarme central e cigarra), a frequên-
cia é mais rápida do que o alarme para as demais funções.
I Nesta circunstância, diminua a velocidade ou selecione uma
marcha alta para que a rotação diminua.
Operação
84 Direção

Direção
A máquina possui chassi articulado e sistema de direção hidrostá-
tica.
57179

Direção por alavanca (CDC)

O sistema é constituído de um apoio de braço flexionável, onde


estão reunidas três funções, direção, marcha à frente/marcha à ré
e função kick-down.
WARNING
Isto significa que o operador em um trabalho de carga normal não
precisa tocar no volante. O apoio de braço deverá estar abaixado
e o interruptor (1) no apoio de braço deverá estar ligado para que
sejam ativadas as funções, veja a página 85.A lâmpada controle
no painel de instrumentos dianteiro esquerdo acende, quando é
CDC acoplada a direção por alavanca.

ATENÇÃO!
Em locomoção por vias públicas é proibido ter a direção
L66357A por alavanca acoplada – use o volante.
Mesmo em operação no local de trabalho com velocidade
superior a 20 km/h deve ser usado o volante para evitar
acidentes.

A função CDC é desacoplada automaticamente se o controle


seletor de marcha for retirado da posição neutra.

A alavanca de direção é operada para as respectivas direções


usando-se muito pouca força dos dedos, e a velocidade de dire-
ção é proporcional ao deslocamento da alavanca. Isto significa
que é possível “operar furtivamente” se assim for desejado.

As funções de direção do volante permanecem intactas.


Operação
Direção 85

1 Ativação (CDC)
Para que as funções de direção, marcha à frente/marcha à ré e
kick-down funcionem a partir do apoio de braço, é necessário que
o sistema seja ativado com o interruptor 1.
Além disso, antes da ativação, é necessário tomar as seguintes
providências:
– O apoio de braço deverá ser abaixado.
– O seletor de marcha no apoio de braço e o controle seletor de
marcha normal, devem estar na posição neutra.
– O motor deverá estar funcionando, mas a máquina deverá es-
tar parada.
1 Ativação CDC
2 Alavanca de direção 2 Alavanca de direção
3 Botão kick-down A alavanca de direção é operada para as respectivas direções
4 Função de mudança de marcha usando-se muito pouca força dos dedos, e a velocidade de dire-
ção é proporcionnal ao deslocamento da alavanca. Isto significa
que é possível ”operar furtivamente” se assim for desejado.
As funções de direção do volante permanecem intactas.

3 Botão kick-down
Botão kick-down pressionado = A máquina reduz para a 1a. mar-
cha se tiver sido selecionada a faixa de mudança de marcha au-
tomática com o modulador de marcha e se o controle seletor de
marcha estiver posicionado na 2a., 3a. ou 4a. marcha.
Outras instruções, veja a página 82.

4 Função de mudança de marcha (frente/ré)


Parte dianteira do interruptor pressionada = Locomoção para
frente.
Parte traseira do interruptor pressionada = Locomoção para trás.
Entre as posições frente/ré‚ existe ainda uma posição neutra.
NOTA! O controle de marcha comum é sempre priorizado,
isto é, se êle for ativado os ajustes efetuados no apoio de bra-
ço são cancelados.
Operação
86 Frenagem

Frenagem
Freie brandamente, especialmente importante em locomoção
com carga. Se uma certa operação exigir, pode ser obtido um
desacoplamento automático do funcionamento na frenagem, veja
a página 28.

ATENÇÃO!
A função de desacoplamento não pode ser usada em ope-
ração de transporte.

Teste de freio

(Verificação do freio de serviço)


O teste de freio é efetuado utilizando-se um programa eletrônico
que mede a retardação média da máquina. O teste pode ser efe-
tuado pelo operador a partir do painel de informação.

ATENÇÃO!
Teste de freio e verificação do freio de estacionamento só
poderão ser efetuados em uma área sem riscos de aciden-
tes.

Condições:
1 O teste de freio tem que ser efetuado em um local sem riscos
de acidentes (risco de colisão traseira etc.).
2 O piso deverá ser plano e ter boa aderência.
3 A máquina deverá estar sem carga.
4 A velocidade da máquina tem que ultrapassar 20 km/h quando
o freio de serviço for aplicado.

Os valores somente serão válidos se o teste for efetuado


em asfalto seco, concreto seco ou superfície similar.
Operação
Frenagem 87

Procedimento de medição
Cuide para que as condições acima sejam preenchidas.
1 Selecione EIXOS/FREIOS no teclado.
2 Siga para o submenu TESTE DE FREIO com as teclas setas.
3 Dirija a máquina (posição de marcha A).
Quando a velocidade ultrapassar 20 km/h soará um curto sinal
sonoro e o painel de informação exibirá “0.0 m/s20.00 g” o que
significa que a velocidade para se efetuar o teste foi atingida.
4 Se o painel de informação ao invés disto exibir “X.X m/s2
X.XXg”, a velocidade ainda é baixa (abaixo de 20 km/h).
Para se obter valores confiáveis e utilizáveis, a frenagem tem
que ser feita:
I sem travamento de roda ou patinação.
I com a máquina freiada ao máximo sem soltar o pedal do freio.

Resultado e avaliação
O resultado do teste é mostrado no painel de informação quando
a máquina parar, isto é, a velocidade é 0 km/h, e permanece assim
até a velocidade novamente ultrapassar 10 km/h.
Para eliminar eventual travamento de rodas, não são registradas
as frenagens em que a retardação tenha ultrapassado 8 m/s2
(0,82 g).
Neste caso, será visualizado “X.X m/s2 X.XX g” no painel de
informação.

Valor mínimo no teste de freio: 4,75 m/s2 (0,48 g)


I Se a retardação medida ficar abaixo de 4,75 m/s2 (0,48 g),
novo teste deverá ser efetuado.

Se também este teste ficar abaixo de 4,75 m/s2 (0,48 g), o sis-
tema de freio deverá ser verificado por oficina autorizada.
Operação
88 Parada da máquina

Parada da máquina
A máquina é parada da seguinte maneira:
1 Diminua a rotação do motor.
2 Freie, e quando a máquina estiver parada coloque o seletor de
marcha na posição neutra.
3 Abaixe o implemento até ao solo.
4 Aplique o freio de estacionamento.

Pare o motor
1 Deixe o motor funcionando na marcha lenta alguns minutos
antes de pará-lo, para que sejam garantidos a lubrificação e o
resfriamento do turbocompressor.
2 Gire a chave de ignição no sentido anti-horário, para que a
lâmpada de controle se apague e o motor pare.

ATENÇÃO!
Quando descer ou subir na máquina, tenha seu rosto vol-
tado para a mesma e utilize os degraus e corrimãos para
evitar risco de escorregamento. Use sempre o apoio de três
pontos, quer dizer, duas mãos e um pé ou dois pés e uma
mão ao subir ou descer da máquina.–Não pule!

L64417A
Operação
Estacionamento 89

Estacionamento
1 Se possível, posicione a máquina sobre uma superfície plana.
Caso contrário, trave as rodas para impedir que a máquina en-
tre em movimento.
2 Verifique se todos os interruptores e controles estão desliga-
dos ou na posição neutra.
3 Retire as chaves.
4 Desligue a tensão com a chave geral da bateria se a máquina
for ficar sem vigilância durante longo período.
5 Tranque todas as tampas, janelas e portas.

Estacionamento prolongado
1 Tome as providências conforme descrito acima.
2 Lave a máquina e pinte as áreas danificadas para evitar ferru-
gem.
3 Passe agente anti-ferrugem nas partes mais expostas. Lubri-
fique a máquina minuciosamente e passe graxa nas superfíci-
es sem pintura (cilindros de inclinação e de içamento etc).
4 Verifique a pressão dos pneus.
5 Encha o tanque de combustível e o tanque hidráulico até ao
nível máximo.
6 Vede o tubo de escape (estacionamento externo).

Verifique após o estacionamento prolongado


I Todos os níveis de óleos e fluidos.
I A tensão de todas as correias.
I A pressão dos pneus.
I Purificador de ar.
Operação
90 Locomoção forçada

Locomoção forçada
Na ocorrência de falha em alguma das unidades ECU, é possível
fazer uma reversão de acoplamento, de tal forma que a máquina
possa ser deslocada temporariamente.

NOTA! A locomoção utilizando a reversão de acoplamento é


feita apenas para deslocar a máquina para um local seguro
onde a mesma possa ser reparada.

Durante a reversão de acoplamento, estarão operacionais as se-


guintes funções:
I A máquina poderá ser dirigida para frente e para trás na 2a.
marcha.
I O freio de estacionamento poderá ser aplicado e liberado.
I O pré-aquecimento do motor poder ser ativado manualmente.
I Existe função de advertência para baixa pressão de freio (lâm-
pada de advertência).
I O ventilador do motor funcionará em alta rotação.
NOTA! Se houver direção secundária, esta será colocada fora
de funcionamento

Reversão de acoplamento na V-ECU e I-ECU


Retire o revestimento da parede traseira da cabine.
1 Desacople a fiação solta dependurada (marcada TA e EM)
(posicionada entre o suporte da chapa e a placa de circuitos)
na central elétrica.
2 Desacople o conector TA do suporte da chapa (entre a V-ECU
e a placa de circuitos).
3 Acople o conector TA à fiação solta com o conector retirado TA.
4 Acople o conector EM da fiação solta com o conector EM da
placa de circuitos.
5 Retire todas as conexões da unidade V-ECU (EA, EB e EC).

Agora a máquina pode ser dirigida com reversão de acopla-


mento na V-ECU.

Reacoplamento da V-ECU

Após a máquina ter sido locomovida e as medidas necessárias


terem sido tomadas, é hora de se fazer a religação dos
conectores.

L64898A

1 2
Reversão de acoplamento da V-ECU terminado
1 O conector TA é acoplado no conector TA re-
tirado
2 Conector EM acoplado no conector EM
(na placa de circuitos)
Operação
Resgate/Reboque 91

Resgate/Reboque

ATENÇÃO!
Antes de serem iniciadas as providências de resgaste ou
reboque, é necessário aplicar o freio de estacionamento e
travar as rodas para impedir que a máquina entre em movi-
mento.
Deve-se tomar o maior cuidado durante o reboque para
impedir ocorrência de ferimentos e na pior das hipóteses
até mortes.

Providências
I Se possível, o motor deverá estar funcionando para que os
freios e a direção possam funcionar.

Resgate
I Use uma barra de tração que deve ser conectada ao dispositi-
vo de reboque na traseira da máquina, e reboque a mesma
para uma via em condições de trânsito ou para um local ade-
quado.
NOTA! As alças de içamento não poderão ser usadas no re-
boque (apenas para o içamento da máquina).

L67324A Reboque
I Use uma barra de tração conectada ao dispositivo de reboque
conforme descrito anteriormente, ou um cabo de aço preso nas
alças do suporte do eixo dianteiro.
I Se estiver faltando freios na máquina, a barra de tração deverá
ser sempre usada.
I O veículo ou a máquina que efetuar o reboque, tem que ter
pelo menos o mesmo peso da máquina a ser rebocada e pos-
L67322A
suir suficiente capacidade motora e de frenagem, para poder
puxar e frear ambas as máquinas nas subidas e descidas.
I O reboque tem que ser efetuado na distância mais curta pos-
sível, pois reboques em longas distâncias podem danificar a
transmissão.
I Em reboques longos (mais de 10 km) ou em reboques feitos
com velocidade superior a 10 km/h, devem ser desmontados
os eixos cardans dianteiro e traseiro, ou como alternativa,
transportar a máquina sobre outro veículo.
NOTA! Não é possível dar partida ao motor rebocando a má-
quina.

ATENÇÃO!
Se o motor não quizer arrancar:
Uma vez que as funções de freio e de direção estarão limi-
tadas nestas circunstâncias, o reboque da máquina só
poderá ser efetuado em caso de emergência, no caminho
absolutamente mais curto e por pessoal treinado (veja
”Reboque” acima). Se possível, transporte a máquina em
outro veículo.

Siga as normas nacionais se as mesmas existirem.


Operação
92 Resgate/Reboque

Desmontagem dos eixos cardans


1 Coloque a máquina na posição de serviço, veja a página 119.
2 Solte todos os freios.
3 Levante as rodas dianteiras ou traseiras alguns centímetros
do chão antes de retirar os parafusos dos eixos cardans.

Após o resgate/reboque
Antes da remoção da barra de tração ou do cabo de aço, devem
ser tomadas as seguintes medidas de segurança:
1 Coloque a máquina sobre uma superfície plana.
2 Aplique o freio de estacionamento.
3 Bloqueie as rodas para impedir que a máquina entre em mo-
vimento.
Técnicas de operação
Geral 93

Técnicas de operação
Geral
Nas próximas páginas seguem sugestões e recomendações so-
bre como se deve trabalhar com a máquina e exemplos de como
utilizar os implementos mais comuns. É de suma importância usar
a técnica correta de operação para que seja efetuado um trabalho
seguro e eficiente.

L64231A

Acidentes
I Informe imediatamente à direção os acidentes e mesmo as
ameaças de acidente.
I Se possível, deixe a máquina parada no local.
I Tome apenas as providências que minimizem os danos, espe-
cialmente ferimentos. Evite medidas que possam dificultar
eventual investigação.
I No mais, aguarde as providências da direção.
Técnicas de operação
94 Implementode trabalho

Implementode trabalho
O uso do implemento correto para o trabalho é fator decisivo
quando se trata da utilização da capacidade da máquina.
1 As máquinas ou têm um implemento fixo montado ou um suporte
de fixação para rápidas trocas de implementos.
Na escolha do implemento, devem ser seguidas as recomenda-
ções no Catálogo de Implementos ou em outras publicações da
Volvo CE. Devido à grande variação, como por exemplo, área de
utilização, material e ambiente de trabalho, estas recomendações
podem perder suas validades. Nestes casos, os distribuidor Volvo
2 CE deve ser contatado para aprovação e informações adicionais.
Você é o próprio responsável pela segurança na combinação má-
quina – implemento, e que as exigências de segurança nacionais
sejam seguidas.

– A partir de 1° de janeiro de 1995 entrou em vigor a Diretiva de


Máquina EEC, o que está indicado na placa de identificação de
3 produto através de uma identificação CE. Portanto, a identifi-
cação abrange também os implementos fabricados pela Volvo
Wheel Loaders AB, pois estes são parte integrante da máquina
e adaptados a ela. A Volvo CE não se responsabiliza pelos im-
plementos fabricados por outras empresas. Estes implemen-
tos deverão ter identificação CE e possuirem declaração de
conformidade e instruções de operação.
4

L64525B

Os cinco tipos de caçamba mais comuns:

1 Caçamba de lâmina reta sem dentes


(Material solto, areia, terra, adubos).
2 Caçamba de lâmina reta com dentes
(Material duro, cascalho, argila, raspa-
gem de superfície).
3 Caçamba de lâmina bico de pato sem
dentes.
(Para materiais que requerem grande
força de penetração, cascalho, brita e
minério).
4 Caçamba de lâmina bico de pato com
dentes
(Material rochoso duro, brita grossa e
rocha detonada).
5 Caçamba niveladora
(Raspagem leve de superfície, transporte
de terra de superfície e nivelamento de
material de enchimento).
Técnicas de operação
Acoplamento de implemento 95

Acoplamento de implemento

ATENÇÃO!
Nunca utilize um implemento sem antes verificar sua fixa-
ção e se o implemento, as mangueiras hidráulicas, as cone-
xões etc. não estão danificados – sua segurança pode
correr perigo.

I Certifique-se de que o óleo hidráulico do implemento acoplado


não está sujo (partículas estranhas, água etc.) e que o mesmo
tem a mesma qualidade que o óleo da máquina.

ATENÇÃO!
Verifique se o implemento está devidamente travado pres-
sionando sua parte dianteira contra o solo conforme a
figura abaixo.

Se estiver inseguro se o implemento está devidamente aco-


plado, faça uma verificação visual para confirmar se os pinos
de travamento do implemento estão na posição de trava-
mento.

L61721A
Técnicas de operação
96 Acoplamento de implemento

Travamento separado do implemento

Acoplamento
1 Libere os pinos de travamento acionando o interruptor 2.
2 Se necessário, eleve a pressão com o interruptor 1.
3 Incline para frente o suporte do implemento aproximadamente
15° e ajuste a fixação superior na fixação superior do imple-
mento.
L57138 L57149
4 Levante bastante, de tal forma que o implemento fique encos-
tado no suporte do implemento, e incline para trás para uma
1 2 posição plana.
Interruptor para travamento de 5 Trave o implemento com o interruptor 2 (se necessário, au-
implemento mente a pressão com o interruptor 1).

Verifique se o implemento está travado pressionando a parte di-


anteira do mesmo contra o solo. Se estiver travado, ocorre uma
distensão nos braços de içamento e as rodas dianteiras tenderão
a levantar.

ATENÇÃO!
No acoplamento de implemento, o operador deve assegu-
rar-se de que o efeito esperado é conseguido com o deslo-
camento da alavanca. Efeito inesperado pode significar
riscos de acidentes.
Verifique sempre o funcionamento antes da máquina ser
colocada a trabalhar e que as mangueiras hidráulicas e
similares do implemento estejam livres e tenham compri-
mento suficiente para os braços de içamento e inclinação
em toda a área de operação. Existem mangueiras de exten-
são – contate uma oficina autorizada.

Desacoplamento
1 O implemento deverá estar plano no solo.
2 Libere os pinos de travamento acionando o interruptor 2.
3 Se necessário, eleve a pressão com o interruptor 1.
4 Abaixe os braços de içamento de tal forma que as fixações se
soltem.
5 Afaste-se do implemento.

ATENÇÃO!
O interruptor para travamento de implemento (2) só poderá
ser ativado quando houver troca de implementos. Caso
contrário, a pressão deixa de existir, o implemento se solta
e pode causar acidentes.
Técnicas de operação
Acoplamento de implemento 97

L61880-a

Pinos de travamento das fixações Incline para frente aproximada- Levante, incline para trás até a
do implemento destravados mente 15° e engate nas fixações posição plana e trave os pinos de
superiores do implemento travamento do implemento

Alívio de pressão
A pressão restante nas mangueiras torna difícil o acoplamento e
o desacoplamento dos acoplamentos rápidos.
Quando for desacoplar uma mangueira hidráulica, despressurize
primeiro o sistema hidráulico para facilitar a operação:
1 Pare o motor.
2 As alavancas hidráulicas deverão ser levadas para frente e
para trás várias vezes.

As mangueiras das garras para toras podem ser despressuriza-


das da seguinte maneira:
1 Feche a braço aprisionador totalmente.
2 Faça um movimento rápido com a alavanca no sentido
contrário.
As mangueiras ficam ”frouxas” quando a pressão for solta.

O implemento deverá estar sempre apoiado no solo quando


a despressurização for efetuada.

A sobrepressão em um implemento hidráulico é retirada sol-


tando-se a porca de travamento entre a mangueira e o tubo hi-
dráulico.
Técnicas de operação
98 Acumuladores

Acumuladores
Os acumuladores do sistema de freio, da suspensão do braço de
carga e do sistema servo são aliviados conforme abaixo:

L66320A ATENÇÃO!
Mesmo se o motor esteja parado, ainda existe pressão acu-
mulada no sistema. Se o sistema for aberto sem antes ter
sido aliviada a pressão, óleo sob alta pressão esguichará, o
que poderá causar ferimentos.
Mesmo o reaperto de conexões e terminais que estão
vazando não deve ser efetuado sem que a pressão do sis-
tema seja aliviada completamente.

Sistema de freio
1 Pare o motor.
2 Pise o pedal de freio diversas vezes (30 – 40 vezes).

Suspensão do braço de carga


1 Coloque o controle seletor de marcha na posição neutra.
2 Ligue o motor e deixe-o funcionando em marcha lenta.
3 Acione o sistema de suspensão.
4 Abaixe os braços de içamento até ao solo.
5 Desligue o motor.
57153
6 Acople a posição de flutuação com o interruptor e coloque a
alavanca de operação de içamento/abaixamento na posição
Posição de
flutuação de flutuação.

NOTA! O interruptor de seleção de função deverá estar na po-


sição dependente de marcha, veja a página 19.

Sistema servo
1 Se o motor parar de funcionar leve as alavancas hidráulicas
para frente e para trás.

ATENÇÃO!
Acumuladores sucatados não podem ser jogados fora.
Devem ir para uma oficina para serem ”perfurados”.
Existe risco de explosão se um acumulador pressurizado
for aquecido.
Técnicas de operação
Caçambas 99

Caçambas
Quando a máquina é usada com caçamba, recomenda-se uma
carga de trabalho de 50% da carga de tombamento com a
máquina totalmente esterçada. Dependendo da aplicação e/ou
tamanho da máquina, o fabricante frequentemente recomenda
uma utilização menor do que 50%.
Informações relativas a peso, volume, carga, lâminas, etc.
são encontradas na placa de identificação de produto do im-
plemento.

ATENÇÃO!
A caçamba não pode ser usada para transporte ou iça-
mento de pessoas – Existe risco de acidente.

Seleção de caçamba
I A escolha da caçamba depende do tipo de material (duro/sol-
to), do peso (pesado/leve) e da carga de tombamento da má-
quina.
I Se a caçamba for muito grande em relação ao peso do material
e à carga de tombamento da máquina, a carregadeira será
sentida instável e fraca e a produtividade não será aumentada.

Orientação quanto à escolha da caçamba, veja o Catálogo de Im-


plementos.

IMPORTANTE! Reaperte o conjunto de parafusos na lâmina e


no segmento no torque prescrito após aproximadamente
quatro horas de trabalho. Depois, verifique regularmente o
torque.

Torque para a ponta da lâmina e segmento com


conjunto de parafuso (parafuso com categoria de
qualidade 10,9)
Dimensão Torque
M16 275 ±45 Nm
M20 540 ±90 Nm
M24 900 ±140 Nm
1 1/4” 2160 ±345 Nm

Operação com caçamba


Pontos importantes a serem lembrados para se conseguir eficiên-
cia e segurança no trabalho:
I Escolha a caçamba correta.
I Nivele o local de trabalho o máximo possível.
I Evite patinação, adaptando a rotação do motor e aumentando
a carga sobre as rodas dianteiras pressionando-as contra o so-
lo. Isto é obtido elevando-se um pouco a caçamba após sua
penetração no material.
I Entre com a máquina reta no material para a obtenção de mai-
or força de penetração. Isto reduz também o desgaste dos
pneus.
Técnicas de operação
100 Caçambas

Cascalho e empilhamento
1 Posicione a caçamba plana e abaixe-a até ao solo próxima do
monte de cascalho.
2 Dirija utilizando a 2a. marcha + kick-down para entrar no ma-
terial. Quando a máquina começar a parar porque o esforço
máximo de tração foi atingido, levante a caçamba e simultane-
amente incline-a para trás através de movimentos curtos com
L64238A
a alavanca.
Se poss¡vel, evite inclinar a caçamba para frente ao carregá-
la. Movimentos exagerados da alavanca provocam patinação.
Nunca penetre no material em alta velocidade.

Caçamba adequada: Reta com ou sem dentes


Marcha adequada: Controle de marcha na
posição 2 ou 4
Seletor de programa: Posição LIGHT
Suspensão do braço de carga: Posição dependente de
marcha

ATENÇÃO!
Preste atenção quanto ao risco de desabamento. Materiais
em queda podem causar graves acidentes se você não for
atencioso.

Carregamento de rochas
I Mantenha uma rotação do motor correta, pois uma rotação ele-
vada causa patinação nas rodas.
I Entre reto no material para evitar torções na máquina que po-
dem danificar o sistema do braço de içamento.
I A lâmina da caçamba tem que entrar embaixo e entre as pe-
dras, o que significa que você tem que estar atento quando en-
trar no material.
I Se uma pedra ficou encravada, tente um novo ângulo de apro-
ximação, porém, evite exercer pressão sobre o canto da ca-
çamba.
I Evite subir no material quando existir risco de corte de pneus,
especialmente se o material for de pedras detonadas. Remova
também as pedras espalhadas no chão.

L64240A

Caçamba adequada: Caçamba lâmina bico de


pato com ou sem dentes
Marcha adequada: Controle de marcha na
posição 2
Seletor de programa: Posição LIGHT
Suspensão do braço de carga: Posição dependente de
marcha
Técnicas de operação
Caçambas 101

Transporte da carga (carregamento–


transporte)
I A caçamba deverá estar totalmente recolhida (inclinada para
trás) e deverá ser mantida na posição de transporte a uma al-
tura de 30 – 40 cm acima do solo.
I Mantenha a pista de transporte plana e livre de pedras e outros
objetos. A carga é derramada facilmente de uma caçamba
muito cheia.
I Se necessário, nivele a pista quando retornar.

Velocidade máxima apropriada: Aproximadamente 15 km/h


Marcha adequada: Controle de marcha na
posição 2
Seletor de programa: Posição LIGHT
Suspensão do braço de carga: Posição dependente de
marcha

Em operação onde a máquina ”pede” outra marcha, selecio-


ne a posição HEAVY, pois a velocidade da máquina tem que
ser aumentada antes de ser feita a mudança de marcha para
cima.
Exemplo: Operação de carregamento e transporte em longos
declives.

NOTA! Lembre-se que a estabilidade é alterada quando a má-


quina é esterçada e quando está muito carregada.

Descarregamento

ATENÇÃO!
Se a visibilidade for limitada pela carga ou pelo imple-
mento, é necessário tomar muito cuidado. Antes da partida
ande em volta da máquina e proiba as pessoas de perma-
L64241A necerem no local de trabalho. Se existir insegurança,
levante a carga e investigue as condições no campo de
operação, olhando por debaixo da carga e dirigindo em
baixa velocidade. Se necessário, arranje um sinaleiro que
possa sinalizar e guiá-lo nas áreas críticas. Tudo isto para
evitar danos pessoais e materiais.

I Tente descarregar a carga na subida se o solo no local de des-


carregamento for inclinado. Isto afeta a estabilidade da máqui-
na de maneira positiva.
I Ao descarregar mantenha a caçamba o mais próximo possível
da carroceria ou abertura para que o impacto do material des-
carregado seja o menor possível e para se ter controle sobre a
colocação do mesmo.
I Ao carregar rochas, coloque material fino e menor na primeira
caçamba para amortecer o impacto de material maior subse-
quente.
Técnicas de operação
102 Caçambas

L64242A
2-3
Escavação
I Ao escavar ou raspar superfícies, inicie inclinando a caçamba
2° a 3° para baixo.
I Opere na primeira marcha e com pouca aceleração. Aumente
a aceleração gradualmente e, ao mesmo tempo, levante um
pouco a caçamba.
I Use a trava do diferencial se o terreno for acidentado e se as
rodas patinarem.
NOTA! Nunca acione a trava do diferencial se uma das rodas
estiver patinando. Diminua a aceleração até a roda parar.

Caçamba adequada: Reta com ou sem dentes


Marcha adequada: Controle de marcha na
posição 1
Seletor de programa: Posição LIGHT
Suspensão do braço de carga: Desativado

Nivelamento
I A caçamba deverá estar assentada nivelada com o solo. Para
tapar os buracos, durante a locomoção para frente deverá ter
material na caçamba e em frente da mesma.
I Quando efetuar o ajuste fino do nivelamento, mantenha a ca-
çamba levemente inclinada para frente e recue pressionando-
a contra o solo.
I Em ajuste adicional do nivelamento, você recua com a caçam-
ba assentada e nivelada no solo e com a função de abaixa-
mento na posição de flutuação. Para um trabalho perfeito,
recomenda-se uma caçamba reta de fundo longo.
I Se estiver usando lâmina diagonal, removedor de neve ou vas-
soura, é vantajoso acoplar a função de içamento de simples
efeito. Isto permite que o implemento acompanhe as irregulari-
dades do terreno pois o implemento ”flutua”. Isto ajuda também
a manter a dirigibilidade e a força de tração da máquina. O im-
plemento retornará sempre para a posição pré-ajustada, veja
a página 22.

Caçamba adequada Reta sem dentes


Marcha adequada: Controle de marcha na
posição 1 ou 2
Seletor de programa: Posição LIGHT
Suspensão do braço de carga: Desativado
Técnicas de operação
Garras para toras 103

Garras para toras


Existem cinco tipos de garras para toras:
A Garras de descarregamento tem dentes curtos que facilitam
o enchimento da garra no descarregamento do veículo de
transporte.
B Garras de seleção tem, relativamente, dentes longos, que po-
dem ser posicionados paralelamente ao solo. Isto facilita o en-
chimento da garra quando se retira de um empilhamento ou de
divisórias de seleção.
C Garras de uso geral Possuem dentes mais longos que os
L64245A dentes da garra de seleção e com capacidade de manusear a
árvore inteira ou um único tronco em trabalhos de seleção.
Garras para toras inteiras que é uma garra larga, com capaci-
dade de manusear também um único tronco. Esta tem também
dentes mais longos que os da garra de seleção.
Garras tropical, que também é larga, com duas mandíbulas se-
paradas (opcional) para segurar firmemente troncos grandes e pe-
sados.

A B C
L64526A

A partir de 1° de janeiro de 1995 entrou em vigor o padrão CEN,


EN 474-3 na UE (União Européia), o que significa que a carga
operacional nominal seja expressa como porcentagem da carga
de tombamento. De conformidade com este padrão a Volvo CE
decidiu adaptar seu padrão interno para informar a capacidade
das garras para toras.
As cargas máximas recomendadas para combinações de garras
para toras e carregadeiras, se aplicam às máquinas que sejam
equipadas com contrapesos aprovados para manejamento de
toras.
Qualquer equipamento adicional no implemento reduz a carga
operacional nominal.
Técnicas de operação
104 Garras para toras

Operação com garras para toras

Empilhamento
Para as máquinas com suspensão do braço de carga, recomen-
da-se que a função seja acoplada na posição dependente de ve-
locidade. A precisão é aumentada e é diminuido o risco das toras
ficarem desordenadas.
NOTA! Não use a posição de flutuação ao operar com garras
para toras.

L64246A
1 Mantenha a garra próxima da pilha para evitar desabamento.
2 Incline um pouco a garra para frente.
3 Abra com cuidado o braço aprisionador completamente, de tal
forma que as toras rolem para fora.
4 Recue, cuidadosamente, e ao mesmo tempo, com a garra
abaixada vai segurando as toras que possam desabar.

I Ao utilizar uma garra com ejetor, não há necessidade de incli-


nar a garra para frente. Com esta garra a capacidade de iça-
mento da máquina é melhor utilizada e pode-se formar pilhas
mais altas. O ejetor pode também ser usado como batente
quando se manuseia toras isoladas.
Regra básica: Cuide para que as toras saiam da garra sem
cairem.

Marcha adequada: Controle de marcha na


posição 1 ou 2
Seletor de programa: Posição LIGHT

Retirando toras da pilha


Pilha baixa:
1 Mantenha os dentes da garra planos ao solo e com o braço
aprisionador completamente aberto.
2 Entre na pilha e feche o braço aprisionador o máximo
possível.
3 Recue, cuidadosamente, e simultaneamente feche o braço
aprisionador ainda mais.

Pilha alta:
1 Comece o mais alto possível e incline os dentes um pouco
para frente com o braço aprisionador aberto.
2 Avance para dentro da pilha e feche o braço aprisionador.
3 Acompanhe com a garra, de tal forma que toras não caiam de-
baixo da mesma.
Se alguma tora cair entre os dentes da garra, abaixe cuidado-
samente a carga até ao solo, recue e tente levantar a carga no-
vamente sem danificar as toras.
Um ejetor de madeira, possibilita empilhamentos mais altos e con-
serva o terreno limpo na frente das rodas da carregadeira.
Técnicas de operação
Garras para toras 105

Trabalho com troncos inteiros


I Seja especialmente atencioso com o centro de gravidade da
madeira, para que seja mantida uma estabilidade lateral satis-
fatória.
I Utilize um sinaleiro em operações com visibilidade limitada,
veja a página 113.

ATENÇÃO!
O grande raio de ação necessário para manuseamento de
toras, significa que o operador é obrigado a tomar todo o
cuidado para não causar danos ao ambiente.
Técnicas de operação
106 Garras para toras

Carregamento de veículo usando garras


para toras
1 Cuide para que cada tora esteja assentada corretamente na
garra para evitar “desordenamento”.
2 Aproxime-se do veículo que vai ser carregado e levante o im-
plemento para que as toras passem por cima das estacas.
3 Abaixe a garra nivelada sobre os estrados ou carroceria e po-
L64249A
sicione o feixe de toras junto as estacas do lado oposto.
4 Abra completamente o braço aprisionador e recue cuidadosa-
mente.

Descarregamento de veículo usando


garras para toras
Tome cuidado ao encher a garra para não danificar as estacas do
L64250A
veículo.

1 Aproxime-se do veículo a ser carregado com a garra levanta-


da e totalmente aberta.
2 Incline a garra para frente e abaixe-a sobre a carga.
3 Feche o braço aprisionador e comece a incliná-lo levemente
para cima. Depois, repita alternadamente, fechamento e incli-
nação para cima até a garra ficar cheia.

NOTA! Tome muito cuidado ao descarregar um veículo, espe-


cialmente quando restarem poucas toras. O braço aprisiona-
dor pode cair embaixo da carroceria e prendendo-a poderá
danificá-la.
L64247A
Técnicas de operação
Garfos para paletes 107

Garfos para paletes


Manuseio
IMPORTANTE! Apenas garfos aprovados pela Volvo CE
podem ser usados.
B
Os garfos para paletes e suportes de garfos deverão ser construi-
dos para suportarem as cargas que a capacidade de içamento da
máquina permite.
A (90o) Além disso, os braços de garfo têm que ser construídos para su-
portarem três vezes mais carga do que a carga marcada (impres-
sa no braço do garfo), sem que ocorra permanente deformação
C nos mesmos. Os braços de garfo fabricados pela Volvo CE aten-
L66614A
dem esta exigência e são classificados juntamente com a máqui-
Verificação dos braços de garfo na conforme as normas vigentes.
A Ângulo
B Ressaltos de fixação I Verifique regularmente os garfos para paletes com relação a
C Espessura desgaste. Verifique especialmente a base do braço de garfo.
I O garfo não deverá ser utilizado se:
– se a lâmina do braço do garfo tiver se desgastado abaixo
A tabela de carga encontra-se na seção de 90% da sua espessura original.
"Especificação" na página 187.
– se o ângulo entre a lâmina do garfo e a haste tenha se tor-
nado maior que 93°.
– os ressaltos de fixação estiverem desgastados ou com
fissuras.
I Näo repare as fissuras e desgastes com solda.

L66613A
Extensão para braços de garfo
As extensões são usadas no manuseio de material leve e de gran-
de volume e são marcadas com a carga máxima.
Marcação
1 Carga máxima por braço (kg) *)
2 Distância do centro de gravidade para
máxima carga (mm)
3 Espessura do garfo na entrega

*) Não pode ser confundido com a carga de


trabalho nominal para o respectivo modelo de
carregadeira.
Técnicas de operação
108 Garfos para paletes

Operação com garfos de paletes


Os pontos mais importantes na operação com garfos de paletes
são:
I O operador deve ter treinamento adequado.
I O operador é responsável se o valor permitido de carga for ul-
trapassado.
I O garfo faz um movimento em semi-círculo quando é levanta-
L64252A do. Portanto, comece levantando o garfo um pouco antes do
local onde a carga será depositada.
I O garfo não deverá permanecer levantado, a não ser durante
um empilhamento ou um descarregamento.
I Mantenha os braços do garfo abaixados e dobrados durante
transporte sem carga.
I Em empilhamento de material os braços do garfo deverão ser
mantidos na horizontal.
I A velocidade deve ser adaptada ao piso.

NOTA! Em trabalhos pesados que requerem grande força de


desagregação, como por exemplo, destocamento e operação
com blocos de mármore – use implementos aprovados pela
Volvo CE.
L64251A

Pegando carga
I Escolha braço de garfo com comprimento adequado, para que
o mesmo não fique saindo na frente da carga. Os paletes da
frente ou mercadorias podem ser danificados, pois a força de
penetração dos braços de garfo é muito grande.
I Pegue a carga o mais próximo possível da haste vertical do
garfo.
I Levante a carga com a menor inclinação possível do garfo para
paletes.
I Pode ocorrer desvios do deslocamento paralelo completo, (ve-
L64253A ja, Especificações) e isto pode afetar a utilização.

Operação com carga


I Mantenha a carga baixa (30 – 40 cm) acima do solo para a ob-
tenção de melhor estabilidade e visibilidade.
I Incline para trás para retenção mais segura da carga.
I Siga de marcha à ré para o local de descarregamento se a car-
ga dificultar a visibilidade.
I Adapte a velocidade conforme as condições vigentes.
I Use apoio de carga no manuseio de cargas altas.

Garfos combinados
Os garfos combinados são boa alternativa no manuseio de mate-
L64255A rial quando é requerida uma certa fixação da carga. Aqui é usada
uma armação especial de garfos combinados, na qual são monta-
dos garfos padrões.
A armação de garfo combinado existe em duas versões:
I Com braço aprisionador fechado que é mais apropriado para o
manuseio de mercadorias sobre paletes e toras.
I Os braços aprisionadores abertos são usados na indústria de
celulose e locais de construção, onde são utilizados tanto mer-
cadorias sobre paletes quanto material prensado (papel para
reciclar, material de embalagem etc.).
Em países fora do mercado comum europeu (UE/EES) aplicam-
se, eventualmente, outras exigências de segurança. Por isto de-
vem ser sempre observados os regulamentos locais.
Técnicas de operação
Garfos para paletes 109

Aprovação e disposições legais


A carga máxima permitida conforme o novo padrão CEN EN 474-3
é expressa como porcentagem da carga de tombamento.

Os valores porcentuais, os quais não podem ser excedidos, são


os seguintes:

Superfície irregular: 60% da carga de tombamento


Superfície firme e plana: 80% da carga de tombamento

Deverá ser possível controlar e manusear hidraulicamente a car-


ga em todas as posições possíveis e com todos os circuitos hidrá-
ulicos envolvidos ao mesmo tempo. A carga máxima permitida é
determinada ou pela estabilidade da máquina ou por sua força hi-
dráulica, o que for menor.
A adoção do novo padrão CEN, significa um aumento da margem
de segurança, pois a carga máxima permitida foi diminuida apro-
ximadamente 15% comparado ao padrão nacional anterior.
Em países fora da UE/EES (União Européia) podem vigorar ou-
tros regulamentos. Portanto, verifique smpre as leis locais em
vigor.

Contrapesos e equipamentos alternativos de roda


Mudanças da carga máxima permitida para as máquinas equipa-
das com contrapesos são encontradas na tabela de carga.
Técnicas de operação
110 Braço manipulador de material

Braço manipulador de material


Manuseio
IMPORTANTE! Somente braço manipulador de material apro-
vado com a máquina pela Volvo CE pode ser usado.
A carga máxima permitida para máquina com braço manipulador
de material está indicada na tabela de carga e não pode ser ultra-
passada.
A carga permitida é válida para superfícies firmes e planas e é no
máximo metade da carga de tombamento. Em superfícies irregu-
lares, a carga deverá ser adaptada às condições reinantes.
Uma verificação de montagem deverá ser efetuada cada vez que
um implemento for acoplado, para verificar se o mesmo está tra-
vado.
Verifique se o implemento está travado pressionando-o con-
tra o solo.
L64256A
Em certos pa¡ses são exigidos controles regulares, efetuados por
pessoa autorizada, a qual deverá manter registros especiais so-
bre estas verificações.

Posicionamento
É importante que a superfície do local de posicionamento da má-
quina seja firme e plana. Se a superfície não for firme, deve ser
contatada a direção para que se tome as medidas necessárias.

Carga
A tabela de carga encontra-se na se-
ção "Especificação" na página 188. I Utilize a tabela de carga correspondente ao comprimento do
braço manipulador de material usado.
I Verifique se a pressão nos pneus dianteiros segue as reco-
mendações, isto é, se estiver sendo usado frequentemente o
carregamento máximo.
Não levante a carga antes de saber:
– para onde a carga irá.
– se pode ser descarregada lá.
– se são usados dispositivos de içamento apropriados (cabo de
aço, corrente, etc.).
– se a carga está corretamente presa.
– se você recebeu o sinal, se existir sinaleiro.
NOTA! O braço não pode ser usado para cargas mais pesadas
do que as especificadas para o comprimento do mesmo.

ATENÇÃO!
Transporte de pessoas com o braço manipulador de mate-
rial é proibido – risco de ferimentos.
Técnicas de operação
Braço manipulador de material 111

Trabalho com o braço manipulador de


material
I Lembre-se que um pequeno movimento na base do implemen-
to se torna um grande movimento na ponta do braço manipu-
lador de material.
I Opere a máquina e o braço manipulador de material com mo-
vimentos suaves e cuidadosos, de tal forma que a carga não
fique balançando.
L64257A
I Nunca ultrapasse a carga máxima permitida.
A tabela de carga está afixada num lado do implemento.
I Durante transporte, por exemplo, em vias públicas, o braço
manipulador de material deverá estar recolhido ao máximo e
inclinado para trás.
I Mudança do comprimento do braço deverá ser efetuada manu-
almente (esteja atento ao risco de esmagamento).
NOTA! Verifique se os pinos na junção do braço estão trava-
dos de maneira segura (pinos de travamento especiais) caso
o comprimento do braço foi alterado.
I Use somente dispositivo de içamento que seja aprovado e que
não irá sobrecarregar a máquina.

Operação com carga

ATENÇÃO!
Lembre-se que a estabilidade que você tem em uma
máquina alinhada é reduzida quando a mesma fizer curvas.

I Quando movimentar com a carga suspensa, mantenha o braço


manipulador de material o mais baixo possível. Limite a veloci-
dade para 6 km/h.
I Use amarras para estabilizar e para impedir que a carga fique
balançando.
I Quando a intensidade do vento e a massa da carga forem tais
que a carga não poderá ser manuseada com segurança, o iça-
mento não poderá ser efetuado.
I Acompanhe com o olhar a carga durante todo o trajeto. Se não
tiver esta condição, deve ser chamado um sinaleiro, antes do
trabalho começar. (Veja a página 113).
I Maneje o braço o mais suave possível.
I Não mova a carga sobre pessoas, escritórios e alojamentos.
L64258A
I O braço não deve ser usado, em nenhuma circunstância, para
arrancar tábuas ou similares. A carga não pode ser puxada in-
clinada.

Marcha adequada: Controle de marcha na


posição 4
Seletor de programa: Posições LIGHT ou HEAVY
Suspensão do braço de carga: Posição dependente de
marcha ou desativada
Técnicas de operação
112 Implemento rotativo

Implemento rotativo
Implementos rotativos, acionados
hidraulicamente
Se a máquina for usada com implemento rotativo acionado hidrau-
licamente, por exemplo, vassoura, arrancador de arbustos, espa-
lhador de areia etc., devem ser seguidas as seguintes regras
gerais de segurança:
I A primeira montagem deste implemento só poderá ser efetua-
da por pessoa treinada ou conhecedora do assunto.
I Leia, entenda e siga as instruções que existem para o imple-
mento em questão.
I Pare sempre (desligue o acionamento hidráulico) o funciona-
mento rotativo/móvel do implemento quando sair da cabine.
I Durante serviços e providências de manutenção nas paradas
de funcionamento, deverão ser desacopladas as mangueiras
hidráulicas do implemento, para evitar ocorrência de acopla-
mento involuntário e consequente risco de acidentes.

Se o implemento não for fabricado pela Volvo, verifique se o mes-


mo tem identificação CE.
Certifique-se de que o distribuidor tenha inscrito o implemento na
”Declaração de Conformidade” para a sua máquina, como sendo
um equipamento aprovado.

ATENÇÃO!
Para evitar acidentes, antes de montar um implemento aci-
onado hidraulicamente, procure sempre se informar com o
fabricante sobre as recomendações de segurança e uso do
mesmo, ANTES de operá-lo.

NOTA! Normalmente, uma máquina com implemento aciona-


do hidraulicamente, deverá ser equipada com uma parada de
emergência na cabine. O dispositivo de parada desliga a for-
ça para o implemento e pára seu movimento.
Técnicas de operação
Esquema de sinalização 113

Esquema de sinalização
Para sinalização manual para o operador de dispositivo de
içamento.
Se for requerido um rápido içamento, abaixamento ou desloca-
mento, os movimentos deverão ser feitos com maior vivacidade.
Se duas máquinas diferentes são usadas para levantar a mesma
carga, deve haver um acordo prévio de como a carga será carre-
gada e que sinais serão dados aos respectivos operadores.

59836-1

59837-1
59838-1

PARTIDA PARADA FIM


Braços estendidos horizontalmente Braço direito levantado para cima Mãos cruzadas na altura do peito
com as palmas das mãos viradas com a palma da mão virada para
para frente frente

59840-1

59847-1

59839-1

LEVANTAR ABAIXAR DISTÂNCIA VERTICAL


Braço direito levantado para cima Braço direito apontando para As mãos indicam a distância em
com a palma da mão virada para baixo, com a palma da mão para questão
frente, com a mão fazendo um cír- frente, e com a mão fazendo um
culo lentamente círculo devagar

59844-1
59842-1
59843-1

DESLOCAR PARA FRENTE DESLOCAR PARA TRÁS PERIGO


Os dois braços dobrados com as Os dois braços dobrados com as (PARADA DE EMERGÊNCIA)
palmas das mãos apontando para palmas das mãos viradas para Os dois braços levantados para
cima, e os antebraços fazendo baixo, e os antebraços fazendo cima com as palmas das mãos
movimentos lentos em direção ao movimentos lentos afastando do viradas para frente
corpo várias vezes corpo várias vezes
Técnicas de operação
114 Esquema de sinalização

59845-1
59841-1

59846-1

DIRIJA NA DIREÇÃO INDICADA DIRIJA NA DIREÇÃO INDICADA DISTÂNCIA HORIZONTAL


O braço estendido horizontalmente O braço estendido horizontalmente As mãos indicam a distância em
com a palma da mão virada para com a palma da mão virada pra questão
baixo, fazendo pequenos movi- baixo, fazendo pequenos movi-
mentos para frente e para trás len- mentos para frente e para trás len-
tamente para a direita tamente para a esquerda

Cintamento de cargas longas


Tábuas, pranchas, ferro de construção etc., devem ser amarrados
de tal forma que o material não possa cair.

Ao levantar vigas, deve ser usada a tesoura de viga.

Pedaços de mangueira podem ser usados como espaçadores.

A amarra deve ser muito bem apertada.

L64488A
Técnicas de operação
Esquema de sinalização 115

Dispositivo de içamento
Dispositivos de içamento como correntes, plataformas de carga,
garfos de içamento, grampos etc. devem ser:
I nitidamente marcados com informação a respeito da carga má-
xima permitida
I e estarem conformes as regras de dimensões vigentes nas de-
terminações locais e nacionais.
Com relação às verificações regulares, veja o texto abaixo.

ATENÇÃO!
Nunca prenda um dispositivo de içamento (corrente,
amarra ou similar) nos dentes de uma caçamba quando for
fazer um içamento. Se o dente quebrar, haverá risco de gra-
ves ferimentos.

Verificações regulares do implemento de içamento


Verificações do implemento de içamento devem ser efetuadas re-
gularmente por pessoa experiente por intermédio do empregador.
Se forem detectadas fissuras ou outras deficiências que possam
aventurar a segurança da máquina ou do implemento de içamen-
to, estes não devem ser utilizados.

Outros implementos
I Geralmente, os implementos que são utilizados apenas em
áreas muito especiais têm também regulamentos de seguran-
ça especiais. Nunca opere um implemento especial sem antes
saber quais são seus regulamentos.
I Procure saber como são montados e utilizados, e se são apro-
vados para serem usados em sua máquina (de acordo com a
Declaração de Conformidade).
Técnicas de operação
116 Trabalho com a máquina

Trabalho com a máquina


Áreas com fios elétricos, tubos ou cabos
subterrâneos
Verifique junto ao empregador se existem fios elétricos (cabos) e
tubulações de gás, água ou esgoto no local de trabalho. Informa-
ções claras e precisas devem ser dadas ao operador antes de ser
iniciado o trabalho de escavação.
Certifique-se de que todas as medidas adequadas foram tomadas
para detectar estas linhas. Autoridades locais, companhias de
energia, de telecomunicações etc. devem ser contatadas para ori-
entação e sugestões. Desobediência a isto pode levar a conse-
quencias judiciais. Cabos e fios devem ser protegidos contra
danos de forma adequada. Se possível, os cabos elétricos devem
ser desligados. Devem ser buscadas informações relativas ao lo-
cal mais próximo de fechamento da tubulação de água e de gás,
para que em caso de ruptura da tubulação ser possível fechá-la
rapidamente.
NOTA! Em proximidade crítica de cabos e tubulações, pode
ser necessário efetuar a escavação manualmente.

Linhas aéreas (linhas livres) de alta tensão


A distância entre a máquina e a linha energizada deve ser no mí-
nimo de 2 metros lateralmente no caso de baixa tensão, e 4 me-
tros lateralmente no caso de alta tensão até um máximo de 40 kV
(linhas normalmente construidas com isoladores de apoio), e de
6 metros no caso de alta tensão acima de 40 kV (linhas normal-
mente construidas com isoladores suspensos).
Com relação a máquina operando debaixo de linhas energizadas,
a distância vertical entre o ponto mais alto na máquina e o ponto
mais baixo da linha de energia, deve ser no mínimo de 2 metros
no caso de baixa tensão. Se a linha for de alta tensão a distância
deve ser no mínimo de 4 metros. Pode ser necessário limitar a al-
tura do automático de içamento.
As distâncias de segurança dadas acima devem ser mantidas
mesmo em condições desfavoráveis de carregamento e posicio-
namento do implemento. Além disso, deve ser também levado em
consideração possíveis oscilações da máquina, balanços da linha
de içamento de no mínimo 20° em relação a linha vertical, como
também a oscilação da linha aérea no caso de uma velocidade de
vento de pelo menos 15 m/s.
A distância de segurança deverá também ser mantida entre a car-
ga existente no implemento e a linha de energia.
Linha de energia livre significa fios simples suspensos em postes
ou outros suportes, livres um dos outros e esticados, juntamente
com acessórios, tais como isoladores, ganchos e trancas.

ATENÇÃO!
Se a máquina entrar em contato com linha de alta tensão, o
operador deverá permanecer no assento e não sair da
cabine – perigo de vida se a máquina estiver eletrificada, o
operador pode ser eletrocutado em contato com o solo.
Peça socorro sinalizando de algum modo para que a ener-
gia possa ser desligada.

Trabalho subterrâneo
Se a máquina for utilizada no sub-solo (nos países da UE/EES) é
exigido equipamento especial, por exemplo, que o motor seja cer-
tificado.
Consulte seu distribuidor.
Técnicas de operação
Atolamento 117

Atolamento
Providências se a máquina atolar
Se você atolar, o melhor, geralmente, é dar marcha à ré. Se não
puder recuar ou avançar, faça o seguinte:
1 Acione a trava do diferencial com o contato de pé.
2 Engrene uma marcha baixa (1a. ou 2a.).
3 Dê marcha à ré e esterça a máquina totalmente à esquerda e
à direita alternadamente (balançando).

L64411A

Se somente as rodas dianteiras ficarem atoladas, siga um dos se-


guintes procedimentos:
1 Levante as rodas dianteiras com a ajuda da caçamba de nive-
lamento, dê marcha a ré.
2 Esterça para a direita ou esquerda, pressione a caçamba con-
tra o solo, levante a máquina e esterça para o lado oposto, le-
vante um pouco a caçamba, dê marcha à ré.
3 Levante as rodas dianteiras usando a caçamba. Encha manu-
almente os buracos embaixo das rodas com galhos, tábuas e
similares e dê marcha à ré.
4 Se for necessário retirar a máquina utilizando reboque, veja a
página 91.

Você não pode nunca acoplar a trava do diferencial enquanto


uma roda patinar. Diminua a aceleração até a roda parar.
Depois, acione a trava do diferencial.
Técnicas de operação
118
Segurança no serviço
Posição de serviço 119

Segurança no serviço
A seção trata das normas de segurança que devem ser seguidas
nas verificações e serviços. A Volvo CE não se responsabiliza se
outras ferramentas, dispositivos de içamento ou métodos de tra-
balho forem usados ao invés dos descritos nesta publicação.
Demais regras, mensagens de esclarecimentos e advertências,
estão descritas nas respectivas seções.

Posição de serviço
ANTES de iniciar o serviço a máquina deverá ser colocada so-
bre uma superfície plana e ser preparada conforme abaixo:

3
4 6

5 P ! 7

L61721B

1 8

1 Deixe o implemento encostado no chão. 2 Aplique o freio de estacionamento.


3 Desligue o motor e retire a chave de ignição. (Não 4 Alivie as tubulações e reservatórios de pressão
se aplicaà verificação do nível de óleo da trans- cuidadosamente, de tal forma que a pressão saia
missão). sem risco.
5 Prenda uma etiqueta de advertência amarela e 6 Acople as travas das juntas do chassi.
preta no volante. (Nos Estados Unidos usa-se
uma bandeira vermelha).
7 Trave as rodas de maneira apropriada (por exem- 8 Deixe a máquina esfriar.
plo, com calços).

ATENÇÃO!
Se for fazer trabalhos na máquina antes que a mesma
esteja fria: Seja cuidadoso com fluidos e peças quentes –
risco de queimaduras.

NOTA! No içamento da máquina, a junta do chassi deverá es-


tar travada e deverão ser usadas as alças de içamento, veja a
página 76. Se o içamento for feito com macaco, veja a página
122.

Após terminado o serviço:


Monte novamente as chapas de proteção retiradas, feche e tran-
que todas as tampas do motor.
Segurança no serviço
120 Leia antes do serviço

Leia antes do serviço


I Leia o Manual de Instrução, as placas e instruções existentes
na máquina para adquirir o conhecimento necessário sobre a
máquina.

I Para efetuar o serviço de uma maneira correta é importante uti-


lizar as ferramentas e equipamentos corretos. Troque ou repa-
re as ferramentas e equipamentos defeituosos.

I Use capacete de proteção, óculos, sapatos, luvas, proteção


respiratória ou outras proteções quando for necessário.

I Não use objetos soltos ou jóias.


L50385B

I Mantenha as superfícies de serviço e puxadores limpos e livres


de óleo, sujeira e gelo.

I Use as superfícies com proteção anti-derrapante para evitar


escorregamento. Proteção desgastada, pintada ou solta deve-
rá ser trocada. Lembre-se que jato de água de alta pressão e
óleo derramado contribuem para soltar as proteções. Portanto,
não lave as superfícies diretamente com jato de água e limpe
L64527A sempre o óleo derramado.

I Certifique-se de que a ventilação é suficiente ao ligar o motor


em local fechado.

I Não fique na frente ou atrás da máquina quando o motor esti-


ver funcionando.
L67303A

I Utilize escada nas trocas de lâmpadas ou em qualquer outro


serviço no topo da máquina.

I Use limpadores de janela ou escovas com cabo comprido ou


escada para a limpeza externa das janelas.

I Instalação de rádio de comunicação, telefones celulares, dire-


ção por alavanca ou equipamentos similares, deverá ser feita
por profissional, pois uma instalação errada pode provocar in-
terferências nos componentes eletrônicos de funcionamento
da máquina.

I Durante serviço embaixo do sistema de braços de içamento,


deverão ser apoiados os braços (travamento dos braços de
içamento) ou inclinar para frente a caçamba para impedir abai-
xamento.

I Tome muito cuidado ao trocar o óleo no motor, no sistema hi-


dráulico ou na transmissão, pois o óleo pode estar quente e
provocar queimaduras.
Segurança no serviço
Leia antes do serviço 121

I Use balde, bomba ou mangueira no esvaziamento/drenagem


de óleos ou combustível, pois o derramamento deles pode
causar danos ao meio ambiente e provocar incêndios. Óleos
rejeitados e outros fluidos impuros deverão ser manuseados
por empresas autorizadas para tal.

I Em trabalhos dentro de áreas contaminadas ou perigosas para


a saúde, a máquina deverá estar especialmente equipada para
esta finalidade. Regras de segurança locais especiais se apli-
cam nestas áreas e também para os serviços efetuados na má-
quina.

I Pare o motor antes de abrir as tampas do mesmo. Cuide para


que nenhuma ferramenta ou outros objetos que possam cau-
sar danos, não sejam esquecidos na máquina.

I Verifique se os equipamentos usados no içamento ou nos apoi-


os das peças da máquina, por exemplo, correias, presilhas,
alavancas, suportam pelo menos a carga que são expostos e
se atendem os regulamentos nacionais em vigor.

I Alivie recipientes de pressão, componentes e sistemas cuida-


dosamente e da maneira prescrita, para que a sobrepressão
saia sem riscos.

I Certifique-se de que foi conseguido o efeito desejado no aco-


plamento das mangueiras hidráulicas – verifique o funciona-
mento.
L63130E

I Mangueiras e tubos que não têm acoplamentos rápidos podem


estar pressurizados, mesmo que a máquina esteja parada e o
motor desligado. Portanto, apenas pessoal treinado pode de-
sacopla-los.

I Para verificação de vazamentos use papel ou um disco duro,


nunca as mãos.

I Nunca ajuste uma válvula limitadora de pressão para uma


pressão acima daquela recomendada pelo fabricante.

VERIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DO CINTO DE SEGURANÇA


I Troque o cinto se estiver gasto, danificado ou se a máquina foi
envolvida em algum acidente onde o cinto foi exposto a tensão.

I Nunca altere o cinto ou suas fixações.

I O cinto de segurança é destinado somente para adultos.

I Mantenha o cinto de segurança recolhido quando não estiver


em uso.

I Troque o cinto de segurança a cada 3 anos independentemen-


te de seu estado de conservação.

I Na lavagem do cinto deve ser usado um sabão suave. Deixe o


cinto secar totalmente aberto antes de enrolá-lo novamente.
Certifique-se de que o cinto está devidamente montado.
Segurança no serviço
122 Leia antes do serviço

IÇAMENTO COM MACACO


I A superfície deverá ser plana e suficientemente firme para su-
portar a carga.

I Aplique o freio de estacionamento e coloque calços nas rodas


que não serão levantadas para impedir que a máquina entre
em movimento.

I Utilize um macaco com suficiente capacidade de içamento e


posicione-o embaixo do eixo pelo lado de dentro da roda que
vai ser removida.
Cuide para que o macaco seja posicionado no lugar certo e no
ângulo correto em relação ao ponto de içamento da máquina.

I Coloque cavaletes debaixo da máquina (eixo) de maneira ade-


quada, quando a mesma tiver sido levantada.
Antes da roda ser removida, deve se aliviar o macaco hidráuli-
co colocando cavaletes debaixo do eixo levantado.
Segurança no serviço
Leia antes do serviço 123

Medidas de prevenção de incêndios


Existe sempre risco de incêndio. É importante você usar um extin-
tor de incêndio adaptado à sua máquina e ao meio ambiente e que
você aprenda como manejá-lo. O extintor de incêndio deve ser co-
locado embaixo do suporte do assento ou externamente em uma
caixa trancável.
Se a máquina for adaptada com extintor de incêndio, este deverá
ser do tipo ABE, o que significa que o mesmo pode apagar incên-
dios em materiais orgânicos sólidos ou líquidos, e que o compo-
nente ativo do extintor não conduz eletricidade.
L59853B

A graduação de efetividade I, significa que o tempo de funciona-


mento efetivo do extintor não pode ser inferior a 8 segundos, a
graduação II pelo menos a 11 segundos, e a graduação III pelo
menos 15 segundos.
O extintor de incêndio ABE I corresponde normalmente a um con-
teúdo de pó de 4 kg (categoria EN 13a89BC), veja Padrão Sueco
SS 1192-6:1985 (edição 6), e Padrão Europeu EN 3-1995, partes
1, 2, 4 e 5.

Ao menor sinal de fogo e se a situação permitir devem ser toma-


das as seguintes providências:
1 Dirija a máquina para longe da zona de perigo.
2 Abaixe os braços de içamento até ao solo.
3 Pare o motor, girando a chave de ignição para a posição 0.
4 Saia da cabine.
5 Desligue a chave geral da bateria.
6 Comece a apagar o fogo e notifique ao corpo de bombeiros,
se necessário.

I É proibido fumar ou ter chama aberta próximo da máquina,


quando a mesma estiver sendo abastecida ou quando o siste-
ma de combustível estiver aberto.

I O óleo diesel é inflamável e não pode ser usado para limpeza.


Use um solvente aprovado e evite de inalar os vapores. Lem-
bre-se que certos solventes podem provocar irritação da pele
ou são imflamáveis.

I Guarde os auxiliares de partida inflamáveis em local fresco e


bem ventilado. Estes aditivos não podem ser usados em con-
junto com o pré-aquecimento do ar de admissão.

I Mantenha limpo o local onde será feito o serviço. Óleo ou água


tornam o chão escorregadio e são também perigosos se entra-
rem em contato com o sistema elétrico ou ferramentas elétri-
cas. Roupas com óleo ou graxa representam sério risco de
incêndio.
Segurança no serviço
124 Leia antes do serviço

I Verifique diariamente se a máquina e os equipamentos, como


por exemplo, chapas inferiores estão livres de poeira e óleo.
Desta maneira, o risco de incêndio é diminuído, além de facili-
tar a identificação de componentes defeituosos e peças soltas.

NOTA! Se jato de água de alta pressão for usado na limpeza,


deve ser tomado muito cuidado, pois a isolação de fios elétri-
cos pode já ser danificada mesmo com pressão e temperatu-
ra moderada da água.
Proteja o fios elétricos de forma adequada.

I Seja extra cuidadoso com a limpeza da máquina após trabalho


em ambiente propício a fogo, como por exemplo, serrarias e
aterros sanitários. Reduza o risco de autocombustão montan-
do, por exemplo, um protetor no silencioso ou um purificador
de ar ciclônico de alta capacidade.

I O equipamento de combate a incêndio instalado na máquina


deverá ser mantido em boas condições e deverá ser conside-
rado como um complemento às próprias medidas tomadas
pelo operador em caso de incêndio.

I Verifique se as tubulações de combustível, se as mangueiras


hidráulicas e de freios, e fios elétricos não têm danos causados
por atrito ou se correm risco de serem danificados devido a
montagem ou fixação erradas. Os fios aqui referidos, são es-
pecialmente os fios sem proteção de fusíveis, que são verme-
lhos e marcados com R (B+) e estão posicionados:
– entre as baterias
– entre as baterias e o motor de partida
– entre o alternador e o motor de partida
– no aquecedor de arranque do motor
Fios elétricos sem proteção de fusíveis, não podem ficar encosta-
dos nas tubulações de óleo ou de combustível.

I Para trabalhos de solda e esmerilhamento aplica-se o


seguinte:
– O extintor de incêndio deverá ser de fácil acesso.
– A ventilação deverá ser boa durante trabalho em recinto
fechado.
– Deverá ser usada máscara de proteção respiratória.
– A área de trabalho deverá estar limpa.
– Não solde nem esmerilhe em locais cheios de fluidos in-
flamáveis, como por exemplo, tanques e tubos hidráuli-
cos. Tenha cuidado também com trabalhos próximos a
estes locais.
Segurança no serviço
Leia antes do serviço 125

Trabalho sobre superfícies pintadas


Ao soldar, esmerilhar ou efetuar cortes com gás, a tinta deverá ser
removida pelo menos 10 cm ao redor do local de trabalho. O mo-
tivo disto é que tinta aquecida é decomposta e forma um grande
número de substâncias diferentes que podem causar irritação e
serem muito perigosas para a saúde das pessoas expostas a elas
por muito tempo ou com frequencia.
Além do perigo para a saúde, a solda será de baixa qualidade, o
que no futuro causará problemas. Portanto, nunca solde direta-
mente sobre uma superfície pintada.

Métodos e medidas de segurança na remoção de


tintas:
I Jato de areia
– use máscara de proteção respiratória e óculos de
proteção
I Removedor de tintas ou outros agentes químicos
– use exaustor de ar portátil, máscara de proteção respira-
tória e luvas de proteção
I Esmerilhadeira
– use exaustor de ar portátil, máscara de proteção respira-
tória, luvas e óculos de proteção

ATENÇÃO!
Seja cuidadoso ao soldar, emerilhar ou efetuar cortes nas
proximidades de superfícies pintadas, de peças de borra-
cha e de plástico. O aquecimento de tintas e material polí-
mero pode resultar em substâncias perigosas para a saúde
e para o meio ambiente.

Borrachas e plásticos
Material polímero pode, quando aquecido, liberar substâncias pe-
rigosas para a saúde e para o meio ambiente, portanto, nunca
queime polímeros. Seja cuidadoso com o manuseio de máquinas
que foram expostas a fogo ou calor intenso.
Se forem efetuados trabalhos de solda ou corte a gás nas proxi-
midades destes materiais, deverão ser seguidas as seguintes de-
terminações de segurança:
– Proteja o material do calor.
– Use luvas e óculos de proteção e máscara de proteção respi-
ratória.

Borracha fluoretada
Certas vedações que têm que resistir a altas temperaturas de
trabalho (por exemplo, em motores, transmissäes, eixos, motores
hidráulicos e bombas) podem ter sido fabricadas com borracha
fluoretada, que ao ser exposta a forte aquecimento (fogo)
produzem fluoreto de hidrogêneo e ácido hidrofluórico. Este ácido
é muito corrosivo e não pode ser lavado da pele. Ele causa
queimaduras graves que levam muito tempo para sarar.
Normalmente, o tecido afetado tem que ser removido através de
operação cirúrgica. Pode levar muito tempo, algumas horas após
o contato com o ácido, para que algum sintoma seja percebido,
pois não se sente nada na hora do contato. O ácido pode per-
menecer nas peças da máquina durante muitos anos após o in-
cêndio.
Segurança no serviço
126 Leia antes do serviço

Se aparecer inchaço, vermelhidão ou ardência, e se houver


suspeita de contato com borracha fluoretada aquecida, con-
tate um médico imediatamente. Se uma máquina ou peças da
mesma foram expostas a fogo ou calor intenso, as repara-
ções necessárias devem ser efetuadas por pessoal especial-
mente treinado para isto. Em todo manuseio de máquinas
depois de um incêndio, devem ser usadas luvas grossas de
borracha e óculos de segurança.

A área ao redor da peça aquecida, que se suspeita tenha sido fa-


bricada com borracha fluoretada, deve ser sanada através de cui-
dadosa e abundante lavagem com solução de hidróxido de cálcio
(cal hidratada). Após o trabalho, as luvas devem ser lavadas na
solução de hidróxido de cálcio e depois sucatadas.

Entulho perigoso para o meio ambiente


I Objetos pintados, peças de plástico e de borracha que serão
sucatados, não devem nunca ser queimados. Estes objetos e
peças devem ser tratados por empresa aprovada para manu-
seio de sucata.

I Baterias, objetos de plástico e outros materiais que possam


constituir perigo para o meio ambiente devem ser tratados de
maneira ambientalmente segura.

Lista de verificações
Se uma máquina tiver sido exposta ao fogo ou a calor inten-
so, é absolutamente necessário seguir as seguintes medidas
de segurança:
I Use luvas grossas de borracha e óculos de proteção efetiva.

I Nunca toque peças queimadas com as mãos desprotegidas


quando houver risco de contato com polímeros derretidos.
Lave antes, cuidadosamente, com bastante hidróxido de cálcio
(uma solução ou suspensão de hidróxido de cálcio, isto é, cal
queimada).

I Manuseie os anéis de vedação (anéis-O ou retentores de ei-


xos) como se fossem fabricados de borracha fluoretada.

I Se houver suspeita de contato da pele com borracha fluoreta-


da, a parte atingida deve ser tratada com gelatina de ácido hi-
drofluórico (Hydrofluoric Acid Burn Jelly) ou similares. Procure
um médico. Os sintomas podem demorar muitas horas para se
manifestarem.

I As luvas de proteção, panos, etc., que tenham entrado em


contato com a borracha fluoretada queimada devem ser
sucatados.
Manutenção e conservação
Motor 127

B Manutenção e conservação
A
Motor
Óleo do motor, verificação
Verifique o nível de óleo diariamente.
I Na verificação, a máquina deverá estar em superfície plana.
I A verificação deve ser efetuada quando o óleo estiver frio e ter
escorrido para o fundo do cárter.
O nível deve ficar entre as marcas na vareta de nível.

L66598A
Óleo do motor, troca
A Vareta de óleo Troque o óleo a cada 500 horas.
B Tubo de enchimento As condições para que a troca de óleo seja válida em intervalos
de 500 horas são:
– os filtros sejam trocados a cada troca de óleo.
– os filtros são originais Volvo “long life”.
– o teor de enxofre do combustível do motor não exceder a 0,2 %
do peso.
– o óleo deverá ser de categoria de qualidade, veja a página 173.
ATENÇÃO! – seja escolhida a viscosidade correta para as condições de tem-
peratura reinantes conforme o diagrama, veja a página 173.
Seja cuidadoso na troca de óleo,
Se qualquer uma das condições acima não puder ser atendi-
pois óleo quente pode causar quei-
da, o óleo deverá ser trocado a cada 250 horas e deverá ser
maduras na pele desprotegida.
no mínimo de categoria de qualidade API CE ou ACEA-E3.
Se a máquina trabalha em ambiente com alto grau de acidez
ou especialmente poeirento, o óleo deverá ser trocado a cada
125 horas.

Drenagem
Drene o óleo quando o motor estiver quente.
1 Solte a tampa na chapa do bojo embaixo da máquina (válido
para máquinas com isolamento de ruído).
2 Pegue a mangueira de drenagem que está dentro da caixa de
ferramentas.
3 Coloque a extremidade da mangueira no recipiente de drena-
gem e acople a mangueira no acoplamento de drenagem -
acoplamento rápido.

Cuide de óleos e líquidos descartados de forma ambiental-


mente segura!

Abastecimento
O abastecimento de óleo é efetuado no tubo de abastecimento
(B).
Volume de óleo na troca, aproximadamente 16 litros inclusive
filtro.
Qualidade do óleo, veja a página 173.
Manutenção e conservação
128 Motor

Filtro de óleo do motor, troca


Troque os filtros de óleo lubrificante a cada troca de óleo, isto
é, a cada 500 horas.
Os filtros de óleo lubrificantes são descartáveis, quer dizer, não
podem ser limpos, devem ser trocados.

I Desmontagem
– Use sacador de filtro.

I Montagem
L66598B
– Encha os filtros com óleo e passe óleo na junta.
Filtro de óleo do motor – Rosqueie o filtro até a junta tocar de leve a superfície de
vedação. Depois, aperte mais 1/2 volta manualmente.
– Ligue o motor e verifique se as juntas estão vedando
bem. Se não for o caso, remova o filtro e verifique a su-
perfície de vedação. Geralmente, não adianta apertar
mais fortemente.

NOTA! Após a troca dos filros de óleo, o motor deverá funci-


onar em marcha lenta baixa no mínimo um minuto, para ga-
rantir a lubrificação do motor antes que a máquina seja
colocada a trabalhar.

L63190A

IMPORTANTE! É importante que os filtros sejam enchidos


com óleo antes de serem montados. Isto é para garantir
lubrificação direta do motor após a partida.
Manutenção e conservação
Sistema de combustível 129

Sistema de combustível
Tanque de combustível
Combustvel limpo é condição essencial para que o motor diesel
funcione sem problemas.
I Limpe cuidadosamente ao redor da tampa do tanque de com-
bustível antes de removê-la.
I Evite derramar combustível ao abastecer – isto ajunta sujeira.
I Mantenha o tanque de combustível cheio durante o inverno,
para evitar a formação de condensação de água.
I Quando necessário, remova o bujão no fundo do tanque de
D combustível e drene eventual borra.
A capacidade do tanque de combustível é de 185 litros.
L66449A
Qualida do combustível, veja a página 174.

Filtros de combustível
Troque os filtros de combustível a cada 1000 horas.
A montagem dos filtros só poderá ser efetuada manualmente. Os
filtros deverão ser trocados por pessoal de manutenção de oficina
autorizada.

Filtros de combustível extras


A
Se a máquina for dotada de filtros extras de combustível, estes de-
verão ser trocados a cada 1000 horas.

Sistema de combustível, sangria


Abastecimento/sangria deverão ser efetuados conforme o
seguinte:
1 Encha o tanque.
L66595A
2 Solte o parafuso de sangria (A) na cabeça do filtro.
Filtros de combustível 3 Bombeie com a bomba manual (B) até que saia combustível
A Parafuso de sangria sem ar.
4 Feche o parafuso de sangria.
Verifique após a partida se não ocorrem vazamentos.

B L66597A

B Bomba manual
Manutenção e conservação
130 Turbocompressor

Separador de água
Drene o separador de água a cada 250 horas.
A drenagem deverá ser efetuada conforme o seguinte:
1 Solte o bujão de drenagem (A) no fundo e drene a borra e a
água de condensação.
2 Se necessário, limpe.
– Retire o separador de água (B).
– Limpe, monte e sangre o sistema de combustível.
B

Filtros de respiro, sistema de combustível


Troque o filtro a cada 2000 horas.
L66596A
O filtro está posicionado dentro da tampa na parte superior do
A capô do motor.
A Bujão de drenagem
B Separador de água

Turbocompressor
O turbocompressor é lubrificado e refrigerado através do sistema
de lubrificação do motor.

L66718A
Importante para o funcionamento do turbocompressor é que:
I a lubrificação e a refrigeração sejam asseguradas através
Ar Óleo lubrificante Gás de escape
– de que o motor não seja acelerado diretamente após a
partida.
– o motor deverá funcionar em marcha lenta baixa alguns
minutos antes de ser desligado.
I o óleo do motor e os filtros de óleo lubrificantes sejam trocados
D nos intervalos prescritos.
A C
I o purificador de ar seja bem conservado e que o sistema de
B escape e as tubulações de óleo lubrificante estejam bem veda-
dos.

59616-1
Se for percebido ruídos estranhos ou vibrações no turbocompres-
A Entrada de gás de escape sor, o mesmo deverá ser recondicionado ou trocado.
B Para o sistema de gás de escape
C Entrada de ar Somente oficina autorizada deve efetuar reparos no turbo-
D Ar comprimido compressor.
Manutenção e conservação
Purificador de ar 131

Purificador de ar
Motor, purificador de ar
O desgaste do motor depende em grande parte da pureza do ar
de admissão. O purificador de ar impede a entrada de poeira e ou-
tras impurezas no motor. Portanto, é de suma importância que o
purificador de ar seja verificado regularmente e que sua manuten-
ção seja correta.

Manutenção do filtro principal


Quando for visualizada a mensagem ”Clogged Engine Air Filter”
ou a cada 1000 horas, o filtro deverá ser limpo ou trocado.
IMPORTANT
Se a mensagem persistir após a troca do filtro principal, deverá
também ser trocado o filtro secundário, veja a página 132.

O tempo de funcionamento entre as trocas de filtro varia de-


pendendo do ambiente de trabalho da máquina. Em certos
ambientes é necessário trocar o filtro frequentemente.

O filtro pode ser limpo conforme instruções de uma oficina autori-


L66456B zada. Após cinco limpezas ou se o filtro apresentar danos, este
Filtro principal deverá ser trocado.

NOTA! Faça uma marcação no adesivo na extremidade do fil-


tro secundário toda vez que o filtro principal for trocado ou
limpo.

Troca do filtro principal


I Juntamente com a troca de filtro, a tampa do purificador de ar
também deve ser limpa, uma vez que atua como depósito de
partículas que não ficaram retidas no filtro.
I Verifique se todas as conexões de mangueiras e tubos do pu-
rificador de ar para o coletor da admissão do motor estão ve-
dadas. Reaperte as braçadeiras das mangueiras.

O motor não deverá funcionar de maneira alguma sem filtro


ou com filtro danificado.
Tenha sempre filtros reservas à disposição, e mantenha-os
bem protegidos de impurezas.
Manutenção e conservação
132 Purificador de ar

Filtro de segurança (filtro secundário)


O filtro secundário funciona como filtro de segurança caso o filtro
principal for danificado.
Se a lâmpada de controle acender, apesar do filtro principal ter
sido limpo ou trocado, isto significa que o filtro secundário está
obstruído.
O filtro secundário deverá ser sempre trocado, nunca deve
ser limpo.

Troque também o filtro secundário quando o filtro principal


for trocado três vezes, ou pelo menos a cada 2000 horas.
L66456C

Filtro de segurança (filtro secundário)


Nunca retire o filtro secundário, a não ser que seja para
trocá-lo.

Indicador do filtro, verificação


Verifique o funcionamento do indicador do filtro a cada
A 1000 horas.
1 Deixe o motor funcionando em marcha lenta.
2 Retire a mangueira ejetora (B) do purificador de ar e vede a
abertura (C).
3 Remova a capa (A) da entrada de ar e vede a entrada de ar
com um disco rígido.
4 Deixe uma abertura de aproximadamente 10 mm.
C B 5 Aumente a rotação do motor gradualmente. A lâmpada de
L66456A controle deverá acender um pouco antes do motor atingir
16 r/s (1000 r/min).

IMPORTANT
Ouça e sinta se existem eventuais vazamentos.
Manutenção e conservação
Pré-filtro em banho de óleo 133

Pré-filtro em banho de óleo


Durante trabalho em ambientes especialmente poeirentos é reco-
mendado a instalação de um pré-filtro em banho de óleo em série
com o filtro seco padrão, o que trará maior segurança contra da-
nos no motor.
A capacidade de retenção de partículas do filtro em banho de óleo
está entre 90 a 95%, o que na prática significa que o filtro de ar
seco padrão irá trabalhar como um filtro de segurança, com um
intervalo de troca, pelo menos, duas vezes maior, ou seja,
2000 horas.

Pré-filtro em banho de óleo, manutenção


Verifique o óleo diariamente.
L66719A
I O nível deverá atingir a marca “Normalölstand” (nível normal
Pré-filtro em banho de óleo do óleo), mas nunca acima.
I Troque o óleo e limpe as malhas de aço superior e inferior do
filtro se:
– o óleo estiver sujo e espesso.
– sedimentos ou manhas secas existirem na parte de baixo
da malha de aço inferior do filtro.
I O recipiente e as malhas de aço superior e inferior do filtro de-
verão ser lavados com óleo diesel queimado.
I Evite utilizar gasolina na limpeza, pois qualquer resíduo de ga-
solina nas malhas de aço pode fazer com que o motor dispare
ao ser dada a partida mais tarde.
I No abastecimento ou na troca, o óleo deverá ter a mesma vis-
cosidade como no motor.

Limpe as malhas de aço do filtro a cada 2000 horas.

Reservatório do fluido do lavador de


pára-brisa, pára-brisas dianteiro/traseiro
O reservatório do fluido do lavador de pára-brisa, está localizado
dentro da tampa lateral (tampa do filtro da cabine) no lado direito
da máquina.
I Cuide para que no inverno haja suficiente anti-congelante no
fluido do lavador de pára-brisa.
I Complete quando necessário.
I Certifique-se de que a tampa do reservatório está bem aperta-
da e que o reservatório está limpo externamente. Caso contrá-
rio, o cheiro pode se espalhar na cabine.
L66594A

Reservatório do fluido do lavador de


pára-brisa
Manutenção e conservação
134 Sistema de refrigeração

Sistema de refrigeração
Para que o sistema de refrigeração funcione sem problemas, de-
vem ser tomadas regularmente as seguintes medidas.
– Verifique o nível do refrigerante.
– Verifique a tensão das correias do ventilador.
– Limpe o radiador com ar comprimido.

Fluido refrigerante
Fluido refrigerante com proteção anti-congelante e
anti-corrosiva
Quando sai da fábrica, o sistema de refrigeração é normalmente
enchido com uma mistura de água com anti-congelante concen-
trado Volvo, o que dá proteção de congelamento até –25 °C. Se
houver risco da máquina operar abaixo desta temperatura, o anti-
congelante deverá ser ajustado, veja abaixo.
Para proteger o motor contra a corrosão e o radiador de
entupimento, o anti-congelante concentrado contem aditivos anti-
corrosão ativos.
Estes aditivos têm duração limitada, portanto, o fluido refrige-
rante deverá ser trocado uma vez por ano ou a cada 2000 ho-
ras.
NOTA! Não misture fluidos refrigerantes ou aditivos diferen-
tes, pois isto pode provocar efeitos negativos.

A quantidade de anti-congelante não deve ser menor do que 40%.


O volume do sistema de refrigeração é de aproximadamente
32 litros.
40% (13 litros) = –25 °C
50% (16 litros) = –37 °C

Fluido refrigerante com apenas proteção


anti-corrosão
Se as condições climáticas forem tais que não seja necessário
proteção anti-congelante, é recomendado um fluido refrigerante
composto do aditivo anti-corrosão da Volvo e água.
– Misture aproximadamente 3 litros de aditivo anti-corrosão em
40 litros de água.
Para manter a proteção anti-corrosão, o fluido refrigerante deverá
ser completado a cada 400 de operação com 0,5 litros de aditivo
anti-corrosão, veja a página 173.
Manutenção e conservação
Sistema de refrigeração 135

Fluido refrigerante, verificação


Verifique diariamente o nível do fluido refrigerante.
O nível deverá ficar na marcação máxima no reservatório de ex-
pansão.
Complete quando necessário.

Fluido refrigerante, troca


Troque o fluido refrigerante a cada 2000 horas.
L66588A
O fluido refrigerante nas máquinas dotadas de filtro de refri-
Reservatório de expansão gerante, apenas necessitará ser trocado a cada 3000 horas ou
de dois em dois anos.

ATENÇÃO!
Existe risco de queimaduras quando se retira a tampa do
reservatório de expansão (tampa do radiador), devido à
sobrepressão no sistema de refrigeração.

Drenagem
1 Retire a tampa do reservatório de expansão.
2 Abra a união de drenagem no bloco do motor.
3 Pressione o grampo (A) na união de drenagem e deixe o fluido
A refrigerante escorrer para fora.

Drenagem, fluido refrigerante


Cuide de óleos e líquidos descartados de forma ambiental-
mente segura!

Abastecimento
O abastecimento de fluido refrigerante é efetuado no reservatório
de expansão, veja a figura.
– O motor deverá estar desligado e o controle de aquecimento
deverá estar na posição quente.
– O local mais apropriado para ficar é na tampa da bateria.
– Encha de refrigerante até a marcação máxima do reservatório
de expansão.
– Funcione o motor até aquecê-lo e complete o enchimento até
que o sistema de refrigeração fique totalmente cheio e sem ar.
– O nível deve ser conferido depois que o motor tenha esfriado
após ter sido aquecido.
NOTA! É possível também encher o sistema através da união
L66464A
de drenagem.

Abastecimento, fluido refrigerante


IMPORTANTE! Nunca encha um motor quente com refrige-
rante frio, pois isto poderá causar trincas no bloco do motor
ou nos cabeçotes.
Se o fluido refrigerante não for trocado, poderá ocorrer entu-
pimento e risco de travamento do motor.
Manutenção e conservação
136 Sistema de refrigeração

Filtro do fluido refrigerante


As máquinas equipadas com filtro de refrigerante têm melhor pro-
teção anti-corrosão.

O filtro deverá ser trocado a cada 1000 horas.


O filtro não pode ser limpo. Deve ser trocado como uma unidade
completa.

Radiador, limpeza
Para assegurar a refrigeração do motor, o radiador deverá ser lim-
po de vez em quando. Em ambiente especialmente poeirento,
deve-se fazer verificação do radiador diariamente.

ATENÇÃO!
O motor deverá estar desligado quando a limpeza do radia-
dor for efetuada, pois o ventilador ligado poderá causar
ferimentos.
L66581A

1 Abra a tampa do radiador e desloque-o completamente para


fora.
2 Limpe o radiador com ar comprimido a partir da tampa lateral
traseira.
ou
1 solte a porca de travamento do radiador e gire-a para fora
aproximadamente 60°.
2 Limpe com ar comprimido.

NOTA! A colméia do radiador pode ser danificada se não for


manuseada com cuidado.

Drenagem da bomba de refrigerante, verificação


Verifique a cada 2000 horas se o furo de drenagem na bomba
de refrigerante não está obstruído. Limpe o furo na parte inferior
da carcaça da bomba com uma chave de fenda fina ou algo simi-
lar.
NOTA! Em condições especialmente poeirentas, a verificação
deverá ocorrer com maior frequencia.
Manutenção e conservação
Sistema elétrico 137

Sistema elétrico
Verifique diariamente a iluminação e as lâmpadas de
controle.

Chave geral da bateria


A chave geral da bateria está posicionada internamente na tampa
do radiador. Quando a máquina for deixada por muito tempo sem
vigilância, a chave geral da bateria deve ser desligada.

Baterias
As baterias são acopladas em série e posicionadas uma em cada
lado da máquina.
D Verifique o nível de eletrólito semanalmente (mais frequente-
mente em temperaturas acima de +15 °C).
L66448A
Chave geral da bateria I O nível deverá ficar aproximadamente 10 mm acima das
placas.
I Se necessário, encha com água destilada.
I ’Verifique se os terminais dos cabos e os bornes estão limpos,
bem apertados e oleados, com por exemplo, vaselina.

A condição de carga das baterias é controlada por meio de um


medidor de ácido. Quando existir risco de congelamento, é muito
importante que a bateria não perca a carga, uma vez que o eletró-
lito em uma bateria descarregada é mais propenso a congelar e
destruir a bateria.

Baterias, normas
I Não fume próximo de baterias, pois estas soltam gases explo-
sivos.
I Não conecte uma bateria descarregada em série com uma ba-
L66455A
teria carregada. Existe risco de explosão.
I Evite que objetos de metal (por exemplo, ferramentas, anéis,
pulseiras de relógio) entrem em contato com os polos da bate-
ria. Devem ser usadas capas isolantes sobre os polos das ba-
terias, pois caso contrário existe risco de ferimento e incêndio.
I Nunca tombe a bateria em qualquer direção, caso contrário, o
ácido da bateria pode vazar.
I Solte primeiro o fio terra quando for retirar uma bateria.
I Acople o fio terra por último quando for montar uma bateria.
Assim o risco de formação de faíscas, que podem causar in-
cêndio, será reduzido.
I Ao carregar baterias, siga as instruções na página 138.
I Ao utilizar baterias auxiliares na partida, siga as isntruções na
página 138.

As baterias contêm substâncias prejudiciais à saúde e ao


meio ambiente. Portanto, as baterias descartadas têm que ser
manuseadas conforme os regulamentos locais e nacionais
em vigor.
Lembre-se de que o ácido da bateria é corrosivo.
Manutenção e conservação
138 Sistema elétrico

Baterias, carregamento

ATENÇÃO!
Durante o carregamento da bateria, é formado um gás
explosivo. Curto-circuito, chama ou faísca nas proximida-
des da bateria, podem causar violentas explosões. Desli-
gue sempre a tensão do carregador antes de soltar os
contatos do mesmo. Ventile bem o local, principalmente se
a bateria estiver sendo carregada em recinto fechado.
L64558A

O eletrólito da bateria contem o corrosivo ácido sulfúrico.


Respingos de eletrólito na pele devem ser removidos imedia-
tamente.Lave com sabão e água em abundância. Se o eletró-
lito atingir os olhos ou outra parte do corpo, lave
imediatamente com muita água e contate um médico o mais
rápido possível.

Partida com baterias auxiliares

ATENÇÃO!
As baterias podem explodir, se uma bateria carregada for
acoplada a uma bateria totalmente sem carga (pico de ten-
são), o que pode provocar ferimentos.

Tome as seguintes providências:


1 Posicione o seletor de marcha na posição neutra.
2 Aplique o freio de estacionamento.
3 Verifique se as baterias auxiliares ou outra fonte qualquer de
energia, possue a mesma tensão que as baterias padrões.
4 Não desconecte, em absoluto, os cabos das baterias pa-
drões!
5 Ligue (+) da bateria auxiliar com o (+) do motor de arranque.
6 Conecte o outro cabo de partida do (–) na bateria auxiliar com
a estrutura da máquina, por exemplo, na coluna do chassi pró-
xima ao motor de arranque.
7 Dê partida ao motor com a chave de ignição na cabine.
8 Quando o motor arrancar, desconecte primeiramente o cabo
auxiliar entre o chassi e o polo negativo (–) da bateria auxiliar.
Em seguida, retire o cabo de partida auxiliar entre os polos po-
sitivos (+).
9 Recoloque as capas protetoras nos polos da bateria.
Manutenção e conservação
Sistema elétrico 139

Alternador
Verifique a tensão das correias a cada 500 horas.

ATENÇÃO!
O motor deverá estar desligado na verificação das correias
do alternador.

Correias do alternador, ajuste:


1 Solte as porcas.
2 Mova o alternador para fora até que se obtenha a correta ten-
são das correias (nunca force a tampa de alumínio do alterna-
dor).
3 A tensão está correta quando for possível flexionar a correia
aproximadamente 15 mm, aplicando-se uma pressão bem
forte.
A instalação do alternador é sensível às conexões erradas,
portanto, as seguintes instruções devem ser seguidas:

Desacoplamento da bateria
I Desligue a tensão com a chave geral da bateria.
I Não desacople as ligações da bateria e do alternador quando
o motor estiver funcionando. Caso contrário, isto pode causar
falhas no alternador.
I Solte e isole os cabos da bateria antes que qualquer trabalho
seja efetuado no alternador.

Acoplamento da bateria
I Desligue a tensão com a chave geral da bateria.
I Os polos da bateria não podem nunca ser confundidos. No res-
pectivo polo está impresso um sinal + ou um sinal. Se ocorrer
acoplamento errado, o retificador do alternador será imediata-
mente destruido.

Solda elétrica
I Desligue a tensão com a chave geral da bateria durante solda-
gem elétrica na máquina ou em algum implemento acoplado
na mesma.
I Conecte o fio terra da unidade de soldagem o mais próximo
possível do local a ser soldado.
Veja também a página 125.
Manutenção e conservação
140 Sistema elétrico

Relés e fusíveis
Relés e fusíveis estão posicionados na central elétrica, atrás do assento do operador, e são acessíveis após a
abertura da tampa da central elétrica ou se a peça traseira for removida. Na parte interna da tampa existe um
adesivo mostrando qual o componente elétrico que está concectado a qual relé e a qual fusível.
Nunca instale um fusível com amperagem superior a indicada no adesivo (risco de ferimento ou incêndio
na placa de circuitos).
Se ocorrer falha em algum dos relés abaixo (RE1 – RE14), você pode, temporariamente, resolver o problema
trocando o relé defeituoso por um outro relé de função menos importante.

L63174A

Relés
RE FUNÇÃO RE FUNÇÃO
1 Automático de inclinação 11 Alimentação 30, ECU
2 Alimentação 15A, Descarregamento da 12 Alimentação 15E, Descarregamento da
ignição ignição, 15-EA
3 Automático de içamento
4 Alimentação 15B, Descarregamento da
ignição
5 Limpador de pára-brisa intermitente traseiro
6 Limpador de pára-brisa intermitente dianteiro 201 Pré-aquecimento
7 Sistema de suspensão do braço de carga 601 Bomba da direção secundária
8 Sinal para o motor de arranque, Descarrega- 801 AC
mento da ignição
9 Bloqueio da partida 802 AC
10 Luz de trabalho dianteira 803 Assento com suspensão a ar
Manutenção e conservação
Sistema elétrico 141

Fusíveis
Nunca instale um fusível de maior amperagem do que a amperagem impressa no adesivo da tampa. Existe risco
de ferimento ou incêndio no placa de circuitos.

FU A FUNÇÃO FU A FUNÇÃO
1 10 A Automáticos de içamento e inclina- 16 10 A Alimentação 15-EA, cabine
ção, Posição de flutuação, Troca
de implemento, Carregamento da
pressão de freio
1 10 A BSS adaptação da pressão 17 10 A Alimentação 30-E, I-ECU, V-ECU, EM
2 10 A Carregamento da pressão de freio 18 10 A 30EAM, 30E chassi traseiro
2 10 A Carregamento da pressão de freio 19 10 A Acendedor de cigarro
2 10 A BSS magneto 20 5A Luz de freio + setas
21 5A Limpador/lavador de pára-brisa traseiro
3 10 A Limpador, Lavador de pára-brisa 22 10 A Luz de trabalho, tampa do radiador
dianteiro, Buzina
4 20 A Ventilador da cabine, AC 23 10 A Rádio
5 5A Aquecimento do assento 24 5A Farol alto direito
5 5A Equipamentos extra 25 5A Farol alto esquerdo
6 5A Luz de estacionamento, Luz guia 26 10 A Luz de trabalho cabine dianteira,
Iluminação interna
7 5A Luz de estacionamento, 27 15 A Farol dianteiro
iluminação de instrumentos
8 15 A Tensão de partida 50 28 10 A Luz de trabalho cabine traseira
9 5A Pisca-pisca de advertência (Risco) 28 10 A Sinalizador rotativo
10 5A Rádio 29 10 A Alimentação da ignição
11 5A Farol baixo direito 30 5A Parada do motor, Suporte de alavancas,
CDC, Freio de estacionamento, Pressão
de freio, BSS (suspensão do braço de
carga), Direção secundária, Tomada de
serviço (painel de informação)
12 5A Farol baixo esquerdo 31 5A Alimentação 15-EA, chassi traseiro, filtro
de ar
13 10 A Luz de trabalho, implemento e 32 5A Trava do diferencial, alimentação 15-
tampa do radiador EA, chassi dianteiro + transmissão
14 5A Alimentação 15-EA, pré-aqueci- 33 20 A Parada do motor
mento, Mudança de marcha +
Kick-down, Desacoplamento da
transmissão, Trava do diferencial,
Seletor de Modo, 2a. marcha*,
Freio de estacionamento
15 10 A Alimentação 15-EA, I-ECU, V- 52 10 A Assento com suspensão a ar
ECU, EM
15 10 A Comando do ventilador do motor* 54 5A Assento com suspensão a ar
15 10 A Marcha alta/baixa
15 10 A Frente/Ré*
15 10 A Tomada de serviço (painel de
informação)

FH1 5A Lâmpada de controle do FH3 5A Lâmpada de controle da direção secun-


pré-aquecimento dária
FH2 Pré-aquecimento FH4 5A Conversor de tensão terra
FH5 5A Alimentação 15
*) Somente em locomoção com a ECU desacoplada (”Limp.home”)
Manutenção e conservação
142 Transmissão

Transmissão
A
Nível do óleo da transmissão, verificação
Verifique o nível de óleo na máquina ainda quente a cada
500 horas.
B – Posicione a máquina sobre superfície plana com o motor fun-
cionando em marcha lenta baixa.
– Posicione o seletor de marcha na posição neutra.
– Aplique o freio de estacionamento.

L66593A
– Aguarde aproximadamente dois minutos para a estabilização
do nível antes de fazer a leitura.
A Tubo de enchimento
NOTA! Quando o motor está desligado, o tubo de nível fica
B Vareta de óleo
cheio de óleo da transmissão. Quando o motor arranca, o
conversor de torque enche de óleo e o nível bno tubo desce.
Quando a máquina está fria, o nível pode descer abaixo da
marcação mínima. O nível deverá ser verificado com a
transmissão quente.

Transmissão, troca de óleo


Troque o óleo a cada 2000 horas.

ATENÇÃO!
Seja cuidadoso na troca de óleo, pois óleo quente pode
causar queimaduras na pele desprotegida.

O óleo é drenado através do bujão de drenagem.


A O abastecimento de óleo é efetuado no tubo de enchimento.
B
L66592A
Volume do óleo na troca‚ aproximadamente 17 litros.
A Bujão de drenagem Qualidade do óleo, veja a página 173.
B Tampa, tela de sucção

Cuide de óleos e líquidos descartados de forma ambiental-


mente segura!

Tela de sucção
Limpe a tela a cada 2000 horas.
A tela de sucção está posicionada no fundo da caixa de transmis-
são.
1 Remova a tampa e limpe.
2 Monte uma nova junta entre a tampa e a caixa da transmissão.
3 Troque também o anel-O no tubo de conexão da tela de
sucção.
4 Abasteça com óleo.
5 Verifique se não existe vazamento.
Manutenção e conservação
Transmissão 143

Transmissão, troca do filtro de óleo


Troque o filtro a cada 1000 horas ou se a lâmpada de informa-
ção acender ao mesmo tempo em que a mensagem de adver-
tência é visualizada no painel de informação.
O filtro de óleo é do tipo ”spin on” e é acessível por baixo pelo lado
esquerdo da máquina.
O filtro não pode ser limpo, deverá ser trocado.

L66462A

Filtro de óleo, transmissão

Filtro de respiro transmissão/tanque de óleo


hidráulico
Troque o filtro a cada 2000 horas.
O filtro é comum para a transmissão e para o tanque de óleo hi-
dráulico.
O filtro não pode ser limpo, deverá ser trocado.

L66464C
Manutenção e conservação
144 Eixos dianteiro e traseiro

Eixos dianteiro e traseiro


Eixos, troca de óleo
Troque o óleo a cada 1000 horas.

ATENÇÃO!
Seja cuidadoso na troca de óleo, pois óleo quente pode
Eixo dianteiro causar queimaduras na pele desprotegida.
A Verificação do nível e abastecimento
I Funcione a máquina alguns minutos e verifique novamente o
B Drenagem
nível, pode haver necessidade de encher um pouco mais.

B
L66589A

Eixo traseiro
A Verificação do nível e abastecimento Cuide de óleos e líquidos descartados de forma ambiental-
B Drenagem, redução no cubo mente segura!

Eixos, volumes
Volume do óleo do eixo dianteiro na troca, 24 litros (inclusive
engrenagem central e cubo).
Volume de óleo do eixo traseiro na troca, 24 litros (inclusive
engrenagem central e cubo).
Qualidade do óleo, veja a página 173.
Manutenção e conservação
Eixos dianteiro e traseiro 145

Filtros de respiro, eixos


Troque os filtros a cada 2000 horas
O filtro de respiro do eixo traseiro está localizado dentro da tampa
do motor no lado direito da máquina.
O filtro de respiro do eixo dianteiro está localizado dentro da tam-
pa dianteira, abaixo do quadro de içamento.

L66580A

Filtro de respiro, eixo traseiro

Lubrificação dos eixos cardans


Lubrifique os eixos a cada 500 horas, veja a página 157.

L66584A

Filtro de respiro, eixo dianteiro


Manutenção e conservação
146 Cabine

Cabine
Cabine, filtro de respiro
Os filtros de respiro da cabine são constituídos de pré-filtro e filtro
principal. O entupimento do filtro depende totalmente do ambiente
de trabalho da máquina, mas deve ser verificado semanalmente.
A O filtro principal deve ser trocado a cada 2000 horas e o pré-
filtro a cada 1000 horas.
NOTA! O intervalo de troca pode ser aumentado ou diminuído
B dependendo do grau de poeira do ambiente de trabalho.

L66600A NOTA! O filtro da cabine é apenas destinado a separar partí-


A Pré-filtro
culas (poeira). Não filtra eventuais gases perigosos.
B Filtro principal

Limpeza
1 Use máscara de proteção respiratória.
2 Abra a tampa lateral e retire o filtro.
3 Sacuda os filtros com cuidado sem danificá-los. Evite limpeza
com ar comprimido, aspirador de pó e água.

Filtro de amianto
Este filtro é para uso específico em ambientes onde haja poeira
de amianto (asbesto), mas é, naturalmente, efetivo também para
todos os outros tipos de poeira, onde o operador necessite de ar
altamente filtrado na cabine.
Teste: O filtro foi aprovado conforme teste do DOPMIL, padrão
282, e preenche desta maneira, as exigências da Comissão Sue-
ca de Proteção no Trabalho ”Asbest AFS” 1992:2.
Está também de acordo com os requerimentos DIN 24184 catego-
ria de filtro S. Observe os regulamentos nacionais de trabalho
existentes no local de trabalho.
Manutenção e conservação
Cabine 147

Asbesto (amianto)

Sugestões para operação em locais onde poeira/pó de amian-


to são encontrados:

I É importante que a cabine seja mantida o máximo possível li-


vre de poeira/pó de amianto.
– Entre e saia da máquina longe do ambiente contaminado
com pó de amianto.
– Mantenha roupas e sapatos limpos da poeira.
– Limpe e aspire a cabine frequentemente, e use equipa-
mento de proteção pessoal, como por exemplo, máscara
especial contra amianto.
– Mantenha a porta da cabine fechada durante o trabalho.
I A ventilação deverá ser feita através do sistema de ventilação
da cabine que também produz uma sobrepressão na cabine.
I Troque os filtros (filtro principal e o pré-filtro) a cada 1000 horas
ou mais frequentemente se necessário, e seja cuidadoso com
o novo filtro para não danificá-lo. Verifique se os cantos do filtro
proporcionam boa vedação.
I Levando em consideração os riscos para a saúde e para o
meio ambiente, os filtros usados deverão ser colocados nos
sacos plásticos com selo hermético que é fornecido junto com
os novos filtros. Em seguida, os sacos deverão ser colocados
em um depósito especial para refugos de amianto.
Manutenção e conservação
148 Sistema de freio

Sistema de freio
O sistema de freio é totalmente hidráulico, e tem tanque comum
com o sistema hidráulico de operação e com o sistema de direção.
Verificação e troca de óleo, veja a página 152.

Antes do sistema ser aberto ou antes de ser efetuado o reaperto


de conexões e acoplamentos com vazamento, o sistema de freio
deve ser aliviado. Isto é feito desligando o motor e pisando o pedal
de freio várias vezes (30 – 40 vezes).

ATENÇÃO!
Mesmo se o motor estiver parado, permanece no sistema
uma pressão acumulada. Se o sistema for aberto sem que
seja aliviado antes, vai ser espirrado óleo sob alta pressão,
o que pode causar ferimentos.

I Os acumuladores sucatados deverão ser manuseados por ofi-


cina autorizada para depois serem ”perfurados”.
I Existe risco de explosão se um acumulador for aquecido.

Discos de freio, verificação


O desgaste dos discos de freio deverá ser verificado a cada
1000 horas.
A verificação e eventual providência deverão ser efetuadas por
oficina autorizada.

Freios, sangria
Se for necessário fazer sangria nos freios, esta deverá ser efetu-
ada por oficina autorizada.

Freio de estacionamento, verificação

ATENÇÃO!
O teste de freio e a verificação do freio de estacionamento,
só poderão ser efetuados num local sem riscos de aciden-
tes.

1 Aplique o freio de estacionamento.


2 A máquina deverá ficar parada, com a 3a. marcha engrenada
e com aceleração total.
Manutenção e conservação
Ar condicionado 149

Ar condicionado
Verifique se a correia do compressor está tensionada a cada
500 horas.
1 Solte as porcas e puxe o compressor para fora.
2 Ajuste com o parafuso de ajuste até conseguir a tensão corre-
ta. A tensão está correta quando for possível flexionar a cor-
reia aproximadamente 15 mm, aplicando uma pressão bem
forte.

ATENÇÃO!
O motor dever estar desligado durante a verificação da ten-
são da correia – peças em rotação podem causar ferimen-
tos.

Para evitar vazamento, como também, assegurar lubrificação dos


retentores no compressor da unidade de refrigeração, a unidade
deve ser mantida em funcionamento, pelo menos, cinco minutos
uma vez por mês. É importante que o operador da máquina atente
para esta observação.
Em temperaturas abaixo de 0 °C, o funcionamento da unidade
deverá ser feito em local fechado, pois a corrente elétrica
para a linha do compressor é cortada pelo termostato quando
a temperatura ficar abaixo de + 1 °C no evaporador.
NOTA! Cuide para que os gases de escape sejam canalizados
ou ventilados de forma apropriada.

Condensador
Limpeza
Limpe o condensador regularmente conforme o seguinte:
1 Solte a tampa do radiador e puxe-o para fora.
2 Limpe com ar comprimido.

Se a pressão no sistema ficar muito alta por causa do entu-


pimento no condensador, o ar condicionado será desligado.
Para restabelecer o sistema com o interruptor, nesta cir-
cunstância, haverá necessidade de limpar primeiro o con-
densador.

O ar condicionado deve ser verificado anualmente por uma


oficina autorizada.
Manutenção e conservação
150 Ar condicionado

Evaporador
Limpeza
Limpe regularmente o evaporador. Normalmente, o evaporador
pode ser limpo em seu lugar com ar comprimido.

Um evaporador muito sujo pode ser limpo da seguinte maneira:


1 Retire o pré-filtro/filtro da cabine e a chapa de cobertura.
2 Solte o parafuso de fixação e puxe para fora o evaporador.
Seja cuidadoso para não danificar o bulbo do termostato.
3 Limpe o evaporador com ar comprimido, água e um sabão
suave.
NOTA! Não pode ser usada lavagem com alta pressão!
4 Instale novamente o evaporador.

Cuide para que a válvula de borracha da água de condensação


abra como deve abrir. Abra a válvula por dentro com o dedo.
NOTA! A válvula pode ser danificada se for utilizado objeto
perfurante na limpeza.
Manutenção e conservação
Ar condicionado 151

Refrigerante (R134a)
O sistema contem HFC – refrigerante R134a sob pressão. É
ilegal soltar o gás deliberadamente. Intervenções e recarre-
gamentos no circuito do refrigerante só poderão ser efetua-
dos por pessoal autorizado.

NOTA! O R134a não pode nunca ser misturado ao R12, pois


isto danificaria a unidade de refrigeração.
O sistema de ar condicionado da máquina é preenchido com refri-
gerante R134a na fábrica. Este refrigerante foi desenvolvido como
uma alternativa melhor para o meio ambiente, no lugar do refrige-
rante R12 (Freon) usado anteriormente.
A diferença do R134a para o R12, é que o primeiro não interfere
danosamente na camada de ozônio da atmosfera, porém, o
R134a é ativo no chamado efeito estufa e portanto, nunca deve
ser liberado no ar.

ATENÇÃO!
O refrigerante R134a tem a característica de causar facil-
mente queimaduras por congelamento se o mesmo entrar
em contato com a pele. Quando aquecido, formam-se
gases que podem ser danosos para os pulmões e para o
sistema nervoso mesmo em baixas concentrações, quando
não existe cheiro aparente. Os sintomas podem aparecer
muitas horas (até 24 horas) depois da exposição ao gás.

Suspeita de vazamento
O sistema é pressurizado e o refrigerante pode vazar involuntari-
amente. Nunca solte as mangueiras ou o bujão de enchimento do
compressor.
Se houver suspeita de vazamento, o sistema não deve ser
abastecido – saia do local onde ocorreu o vazamento e entre
em contato com oficina autorizada para as providências ne-
cessárias.

Medidas de segurança:
Se houve contato com o refrigerante vazado, devem ser to-
madas as seguintes medidas de segurança:
– O refrigerante na forma gasosa, pode em baixa concentração
(quando aquecido) afetar principalmente o sistema nervoso.
Em alta concentração tem efeito anestésico. Procure, em am-
bos os casos, um lugar arejado e remova as pessoas da zona
de perigo. Para os casos graves, procure um médico.
– Se uma grande quantidade de refrigerante líquido entrou em
contato com a pele, a área atingida deve ser cuidadosamente
aquecida com água morna ou roupas quentes. Se os sintomas
persistirem, contate um médico.
– Se refrigerante líquido entrou em contato com os olhos – con-
tate um médico.
Manutenção e conservação
152 Sistema hidráulico

Sistema hidráulico
O mesmo tanque de óleo hidráulico é utilizado pelo sistema
hidráulico, pelo sistema de freio e pelo sistema de direção.
A válvula limitadora de pressão para o sistema hidráulico é ajus-
tada na fábrica no valor correto. Se a válvula for alterada por pes-
soa não autorizada, a garantia do fabricante será invalidada.

Sistema hidráulico, verificação do nível de


óleo
L66588B Verifique o nível de óleo diariamente. O nível deverá ficar en-
tre as marcações max e min no tubo de nível.
Nível de óleo, óleo hidráulico
NOTA! A verificação do nível de óleo deverá ser efetuada
quando os braços de içamento estiverem na posição mais
baixa e o implemento estiver plano.
O enchimento é efetuado através do bujão na parte de cima do
tanque.

Sistema hidráulico, troca de óleo


(Sistema hidráulico de operação, sistema de freio e sistema
de direção)

ATENÇÃO!
Seja cuidadoso na troca de óleo, pois óleo quente pode
causar queimaduras na pele desprotegida.

Troque o óleo a cada 2000 horas (Aplica-se a óleo de motor e


óleo hidráulico biodegradável).
Troque o óleo a cada 4000 horas se o sistema for preenchido
com óleo hidráulico.

O volume de óleo no tanque hidráulico na troca é aproxima-


L66464B damente 65 litros.
Abastecimento, óleo hidráulico Qualidade do óleo, veja a página 173.

NOTA! Se forem usados outros equipamentos hidráulicos,


como por exemplo, vassouras, perfuratrizes, removedores de
neve etc., a troca de óleo deverá ser efetuada em intervalo
menor (a cada 1000 horas).
Manutenção e conservação
Sistema hidráulico 153

Sistema hidráulico, troca de óleo


O abastecimento de óleo hidráulico ou outras intervenções
no sistema exigem alto grau de limpeza. Mesmo partículas
minúsculas podem causar danos ou parar o sistema. Limpe
ao redor do local de enchimento antes de preencher com
novo óleo o tanque de óleo hidráulico.
Faça da seguinte maneira:
1 Opere a máquina até que o óleo no sistema hidráulico atinja a
L66583A temperatura normal de operação.
2 Posicione a máquina em local plano com a caçamba (imple-
mento) apoiada no solo.
Drenagem, óleo hidráulico
3 Desligue o motor e alivie a pressão no sistema de freio (pisan-
do repetidas vezes o pedal de freio).
4 Drene o óleo hidráulico através da torneira de drenagem no
fundo do tanque.
5 Encha de óleo até ao nível correto.
6 Ligue o motor e coloque os cilindros de içamento e de inclina-
ção em suas posições extremas.
7 Se necessário, complete com óleo.
8 Verifique se existe vazamento.

Cuide de óleos e líquidos descartados de forma ambiental-


mente segura!

Sistema hidráulico, drenagem da borra


Drene a borra e a água de condensação do tanque de óleo hidrá-
ulico através da torneira de drenagem no fundo do tanque a cada
1000 horas (veja acima).

Sistema hidráulico, filtro do óleo de retorno


Troque o filtro do óleo de retorno a cada 2000 horas.
Faça da seguinte maneira:
1 Remova a tampa.
L66464D 2 Levante o filtro para fora e desmonte-o, removendo o contra-
pino, a porca, o retentor da mola e a mola.
3 Retire o filtro que é descartável, e monte um novo filtro. Verifi-
que os anéis de vedação durante a instalação.

Sistema hidráulico, filtro de respiro


O filtro deverá ser trocado a cada 2000 horas.
O filtro não pode ser limpo, deverá ser trocado.

L66464C
Manutenção e conservação
154 Pneu

Pneu
Inflando pneus
Normalmente, as recomendações de pressão dos pneus devem
ser obedecidas. Porém, operações especiais podem justificar
ajustes nas pressões. Nestes casos, siga as intruções do fabri-
cante dos pneus e não exceda a pressão máxima permitida, veja
a página 155.
A máquina pode ter sido entregue de fábrica com pressão elevada
nos pneus. Portanto, verifique e ajuste a pressão dos pneus con-
forme as recomendações na página 155, antes de colocar a má-
quina em operação pela primeira vez.
L66710A

ATENÇÃO!
Para evitar acidentes graves, siga sempre as determina-
ções abaixo ao inflar pneus.

Importante lembrar quando se manuseia pneus:


– Não fique ao lado do pneu quando estiver inflando-o. Um pneu
montado em um aro bipartido pode explodir podendo causar
ferimentos e até mortes.
– Use um bico auto fixante com uma mangueira comprida o su-
ficiente, para permitir que você fique fora da zona de perigo.
– Apoie um pneu solto em uma gaiola de proteção, com cabos
ou correntes antes de enchê-lo de ar.
– Não corte com gás e nem solde em um aro no qual esteja mon-
tado um pneu cheio.
– Solte o ar do pneu antes de remover objeto estranho da banda
de rodagem do mesmo. Tenha cuidado com rompedores e ma-
cacos hidráulicos e fique sempre fora da zona de perigo. Se
um rompedor de talões se soltar, será projetado com força su-
ficiente para causar ferimentos e até mortes. Certifique-se que
a ranhura para colocação do anel de travamento esteja limpa
de sujeira e livre de ferrugem antes de montá-lo.
– Nunca monte peças de aros de dimensões diferentes e nunca
utilize peças defeituosas ou erradas.
– Tome muito cuidado ao usar peças de rodas recondicionados.
Soldagem incorreta ou têmpera errada podem ter enfraqueci-
do as peças que podem quebrar com facilidade.
– O pneu sobressalente deve ser inflado apenas com ar suficien-
te para manter as peças do aro em seus lugares. Alguns tipos
de aros são construídos de tal forma que um pneu cheio e
o aro podem desmanchar se não estiverem montados na má-
quina.
– Ao verificar a pressão dos pneus, a máquina deverá estar des-
carregada.
Manutenção e conservação
Pneu 155

Pneus

Manuseio de
Manuseio de material
material, trabalho
Pneu Carregamento/Transp Manuseio de toras
de carregamento
orte, máximo 25 km/h
10 km/h
Dianteiro Tra- Dianteiro Traseiro Dianteiro Traseiro
seiro
Bridgestone kPa 350 250 350 250 – –
17.5-25/12 PR Psi 51 36 51 36 – –
Goodyear kPa 275 200 275 200 – –
17.5-25/12 PR Psi 40 29 40 29 – –
Bridgestone kPa 350 200 350 200 – –
17.5R25* Psi 51 29 51 29 – –
Goodyear kPa 350 200 350 200 – –
17.5R25* Psi 51 29 51 29 – –
Michelin kPa 350 250 350 250 – –
17.5R25* Psi 51 36 51 36 – –
Bridgestone kPa 225 200 225 200 250 200
20.5-25/12 PR Psi 33 29 33 29 36 29
Goodyear kPa 225 200 225 200 250 200
20.5-25/12 PR Psi 33 29 33 29 36 29
Bridgestone kPa 250 200 250 200 300 200
20.5R25* Psi 36 29 36 29 44 29
Goodyear kPa 225 200 225 200 300 250
20.5R25* Psi 33 29 33 29 44 36
Michelin kPa 225 200 225 200 375 250
20.5R25* Psi 33 29 33 29 54 36
Michelin kPa 300 200 300 200 350 250
550/65R25* Psi 44 29 44 29 51 36

– As pressões de ar recomendadas são baseadas nas cargas


operadas (rated load) para cada caso.

– Quando houver cargas mais pesadas, especialmente em ma-


nuseios de toras ou trabalhos de carga e transporte é neces-
sário pressão maior nos pneus. Contate o distribuidor do
fabricante de pneus, para saber qual a pressão correta para o
carregamento a ser executado e para a distância em questão.

– Se pneus L4 ou L5 forem usados em trabalhos de carregamen-


to e transporte, deve ser levado em consideração as distâncias
de transporte.
Os pneus radiais são os melhores para trabalhos de carrega-
mento e transporte, pois o aquecimento é menor neste tipo de
pneu.

Torque, parafusos das rodas


Eixos dianteiro e traseiro: 600 Nm ±50
Manutenção e conservação
156 Programa de manutenção

Programa de manutenção
O programa indica quais as medidas que devem ser tomadas nas respectivas posições do medidor de horas.
Exemplo: Quando a máquina tiver operado 1500 horas, as manutenções diárias de 50, 250 e de 500 horas de-
verão ser efetuadas, de acordo com o esquema de manutenção e lubrificação.
Intervalos de manutenção
A manutenção diária deverá sempre ser efetuada primeiro.
A a cada 50 horas
B a cada 250 horas
C a cada 500 horas
D a cada 1000 horas
E a cada 2000 horas

50 A 2050 A 4050 A 6050 A 8050 A


100 A 2100 A 4100 A 6100 A 8100 A
150 A 2150 A 4150 A 6150 A 8150 A
200 A 2200 A 4200 A 6200 A 8200 A
250 AB 2250 AB 4250 AB 6250 AB 8250 AB
300 A 2300 A 4300 A 6300 A 8300 A
350 A 2350 A 4350 A 6350 A 8350 A
400 A 2400 A 4400 A 6400 A 8400 A
450 A 2450 A 4450 A 6450 A 8450 A
500 ABC 2500 ABC 4500 ABC 6500 ABC 8500 ABC

550 A 2550 A 4550 A 6550 A 8550 A


600 A 2600 A 4600 A 6600 A 8600 A
650 A 2650 A 4650 A 6650 A 8650 A
700 A 2700 A 4700 A 6700 A 8700 A
750 AB 2750 AB 4750 AB 6750 AB 8750 AB
800 A 2800 A 4800 A 6800 A 8800 A
850 A 2850 A 4850 A 6850 A 8850 A
900 A 2900 A 4900 A 6900 A 8900 A
950 A 2950 A 4950 A 6950 A 8950 A
1000 ABCD 3000 ABCD 5000 ABCD 7000 ABCD 9000 ABCD

1050 A 3050 A 5050 A 7050 A 9050 A


1100 A 3100 A 5100 A 7100 A 9100 A
1150 A 3150 A 5150 A 7150 A 9150 A
1200 A 3200 A 5200 A 7200 A 9200 A
1250 AB 3250 AB 5250 AB 7250 AB 9250 AB
1300 A 3300 A 5300 A 7300 A 9300 A
1350 A 3350 A 5350 A 7350 A 9350 A
1400 A 3400 A 5400 A 7400 A 9400 A
1450 A 3450 A 5450 A 7450 A 9450 A
1500 ABC 3500 ABC 5500 ABC 7500 ABC 9500 ABC

1550 A 3550 A 5550 A 7550 A 9550 A


1600 A 3600 A 5600 A 7600 A 9600 A
1650 A 3650 A 5650 A 7650 A 9650 A
1700 A 3700 A 5700 A 7700 A 9700 A
1750 AB 3750 AB 5750 AB 7750 AB 9750 AB
1800 A 3800 A 5800 A 7800 A 9800 A
1850 A 3850 A 5850 A 7850 A 9850 A
1900 A 3900 A 5900 A 7900 A 9900 A
1950 A 3950 A 5950 A 7950 A 9950 A
2000 ABCDE 4000 ABCDE 6000 ABCDE 8000 ABCDE 10000 ABCDE

L62291B
Manutenção e conservação
Esquema de manutenção e lubrificação 157

Esquema de manutenção e
lubrificação
Lubrifique as sedes de rolamentos dos
cilindros de direção
A durabilidade das buchas e pinos pode ser aumentada substan-
cialmente se a máquina for lubrificada regularmente e de maneira
correta.
A lubrificação da sede dos rolamentos tem dois objetivos
principais:
– Dar a sede de rolamento engraxamento para que seja diminui-
do o atrito entre o pino e a bucha.
– Substituir graxa velha que pode conter impurezas. O depósito
de graxa abaixo do retentor externo coleta impurezas e impede
que elas e mesmo água penetrem na sede dos rolamentos.
L63189A
Portanto, lubrifique a sede dos rolamentos até que graxa limpa
saia para fora através da vedação externa.
Para lubrificar uma sede de rolamentos no quadro de içamento,
são necessárias de 10 a 15 bombeadas com uma bomba manual.
Para as máquinas com lubrificação da sede de rolamentos no eixo
traseiro, é normalmente necessário maior número de bombeadas.
Limpe as graxeiras e as bombas de graxa, para que sujeira e
areia não sejam introduzidas através delas.

Definição dos símbolos


Estes símbolos padrões foram usados no esquema de lubrifica-
ção e manutenção na página 158.

Motor Lubrificação
L66544A

Transmissão Óleo/fluido

L66542A

L66627A

Sistema hidráulico Filtros


L66625A

L66543A

Sistema de freio Filtro de ar


L66637A

L66626A

Eixos Verificação de nível

L66636A

Sistema de combustível Tensão na correia


L66639A

L66546A

Bateria Lâmpadas de controle

L66633A

L66638A

Fluido refrigerante Drenagem


L66632A

L66629A

Ar condicionado

L66640A
Manutenção e conservação
158 Esquema de manutenção e lubrificação

Esquema de manutenção e lubrificação


Verificações, troca de óleo e lubrificação
Intervalos:
Diariamente, a cada 50, 250, 500, 1000 e 2000 horas. (Explicação dos símbolos, veja a página anterior).

26 18 3 22 17

2000 h
1000 h 4
500 h
250 h
50 h
10 h
2

19

7 21
9
6 26
13 9
9
1

6 -+ 20
5

20
5
2

10 2 1

1
16 2
-+ 6
9 1

9 13
3

7 1 3 25
14
10 h
50 h
250 h
500 h 8
F
1000 h
R
2000 h 24

12 15 27 11 12 14

L 70D L66604A
Manutenção e conservação
Esquema de manutenção e lubrificação 159

Esquema de manutenção e lubrificação


Pos Página Medidas
DIARIAMENTE (a cada 10 horas)
1 127 Verifique o nível de óleo do motor
4 137 Verifique o funcionamento das lâmpadas de controle
133 Verifique o nível de óleo do pré-filtro em banho de óleo (extra)
Verifique os faróis, a iluminação de trabalho, o alarme de marcha à ré

A = A CADA 50 HORAS
Após terminado o serviço diário
2 152 Verifique o nível de óleo do sistema hidráulico
3 135 Verifique o nível de refrigerante
9)
154 Verifique os pneus (pressão e danos)
9 157 Lubrifique os pinos inferiores da caçamba no quadro de içamento1)

B = A CADA 250 HORAS


Após terminado o trabalho diário e a manutenção A
7 129 Verifique o separador de água no sistema de combustível
6 137 Verifique o nível de eletrólito das baterias
Verifique eventuais vazamentos
9 157 Lubrifique o quadro de içamento 7)
10 157 Lubrifique a sede de rolamentos superior da junta do chassi7)
11 157 Lubrifique as sedes de rolamentos do cilindro de direção7)

C = A CADA 500 HORAS


Após terminado o trabalho diário, manutenções A e B
1 128 Troque o óleo e os filtros de óleo do motor 2)
13 139, 149 Verifique a tensão das correias, inclusive da correia do compressor
5 142 Verifique o nível de óleo da transmissão
8)
15 145 Lubrifique os eixos cardans e o rolamento de apoio

1) Em ambientes severos de trabalho, devem ser lubrificados diariamente.


2) As condições para que o intervalo seja válido, veja a página 127.
7) Em ambientes ácidos/corrosivos a lubrificação deverá ser efetuada a cada 50 horas.
8) Em ambientes ácidos/corrosivos a cruzeta deverá ser lubrificada a cada 50 horas.
O conjunto de chavetas só será lubrificado se houver necessidade.
9) Se a máquina operar com manuseio de rochas e pedras afiadas, a verificação deve ser efetuada
diariamente.
Manutenção e conservação
160 Esquema de manutenção e lubrificação

Esquema de manutenção e lubrificação

Verificações, troca de óleo e lubrificação


Intervalos:
Diariamente, a cada 50, 250, 500, 1000 e 2000 horas. (Explicação dos símbolos, veja a página 157).

26 18 3 22 17

2000 h
1000 h 4
500 h
250 h
50 h
10 h
2

19

7 21
9
6 26
13 9
9
1

6 -+ 20
5

20
5
2

10 2 1

1
16 2
-+ 6
9 1

9 13
3

7 1 3 25
14
10 h
50 h
250 h
500 h 8
F
1000 h
R
2000 h 24

12 15 27 11 12 14

L 70D L66604A
Manutenção e conservação
Esquema de manutenção e lubrificação 161

Esquema de manutenção e lubrificação


Pos Página Medidas
D = A CADA 1000 HORAS
Após terminado o trabalho diário, manutenções A, B e C
12 144 Troque o óleo dos eixos dianteiro e traseiro
8 153 Drene a borra e a água de condensação do sistema hidráulico
14 148 Verifique os discos de freio
18 131 Troque o filtro principal do purificador de ar
19 129 Troque o filtro de combustível
136 Troque o filtro do refrigerante (extra)
21 146 Troque o filtro de respiro da cabine (filtro principal) 3)
24 143 Troque o filtro de óleo da transmissão
27 157 Lubrifique a sede de rolamentos inferior na junta do chassi
16 157 Lubrifique as dobradiças da porta da cabine 10)
17 157 Lubrifique as dobradiças das janelas laterais 10)
Trabalhos de oficina (devem ser efetuados por oficina autorizada)
Verificação do desgaste dos discos de freio

E = A CADA 2000 HORAS


Após terminado o trabalho diário, manutenções A, B, C e D
5 142 Troque o óleo da transmissão e limpe a tela de sucção
25 143 Troque o filtro de respiro da transmissão
20 152 Troque o óleo do sistema hidráulico4)
20 153 Troque o filtro de óleo de retorno do sistema hidráulico
22 153 Troque o filtro de respiro do sistema hidráulico
21 146 Troque o filtro de respiro da cabine (filtro principal) 3)
18 132 Troque o filtro secundário do purificador de ar
3 135 Troque o fluido refrigerante 5)
26 145, 130 Troque os filtros de respiro dos eixos e do sistema de combustível
136 Verifique o furo de drenagem da bomba do refrigerante
Trabalhos de oficina (devem ser efetuados por oficina autorizada)
Verificação do turbocompressor inclusive os sistemas de admissão e
escape
Verificação da folga da válvula, motor
Verificação da rotação do motor, marcha lenta alta e baixa

3) Se necessário, troque o filtro da cabine frequentemente.


4) Se o sistema for preenchido com óleo hidráulico, o óleo deverá ser trocado a cada 4000 horas (para óleo de
motor e óleo hidráulico biodegradável é válido a cada 2000 horas).
5) Se a máquina for equipada com filtro de refrigerante, o fluido refrigerante deverá ser trocado a cada 3000
horas.
10) Se necessário, lubrifique frequentemente.

Máquinas com lubrificação central, veja a página 162.


Manutenção e conservação
162 Lubrificação central

Lubrificação central
Sistema de lubrificação central TWIN

Descrição geral
Uma unidade de comando integrada na bomba, ativa a unidade
da bomba conforme um ciclo de programa predeterminado. O lu-
brificante é bombeado para fora através de duas linhas principais
separadas que seguem para o bloco de dosagem.
A unidade de comando pode ser ajustada e reparada apenas por
pessoal autorizado.
24V
3AMP

A quantidade de lubrificante é determinada pelo tamanho das vál-


vulas dosadoras, e não é afetada pela contra pressão, pela tem-
peratura ou pela distância entre o local de lubrificação e a unidade
da bomba.
Para se obter correta lubrificação com relação às condições de
60875-3 carga e de trabalho, podem ser escolhidos três ciclos de lubrifica-
ção pré-programados. O interruptor que é usado para a seleção
do ciclo de lubrificação está posicionado no painel de instrumen-
tos, no lado esquerdo do volante.
Existe uma lâmpada de controle no interruptor e tem as se-
guintes funções:
– Mostrar qual o ciclo de lubrificação escolhido
– Lâmpada de teste em pesquisa de falha
– Indicadora de falha

NOTA! Quando a chave de ignição for girada para a posição


1 (posição de operação), a lâmpada de controle deve piscar.
Se isto não acontecer, o teste do sistema deverá ser efetuado.

4
3
6
1

8
7
GROENEVELD

1 Unidade da bomba com automático


2 Bateria
3 Bloco de dosagem 5
4 Válvula dosadora 13
12 F
5 Seletor de marcha, frente-ré
6 Sensor de pressão da lubrificação R
1 2 3
2
7 Linha principal A R
0
8 Linha principal B 10
9 Ignição 9
10 Interruptor
11 Lâmpada de controle + –
12 Botão de teste do sistema
13 Abastecimento
11 L64843A
Manutenção e conservação
Lubrificação central 163

Limpeza com jato de água


Normalmente, não entra água no sistema. Entretanto, o risco é
aumentado quando se utiliza jato de água. Nestas ocasiões, a uni-
dade da bomba tem que ser protegida, pois a água que entrar no
sistema não desaparecerá por si só, e poderá causar interferênci-
as no funcionamento.

Selecionar ciclo de lubrificação


Existem três ciclos de lubrificação que devem ser escolhidos con-
forme as condições de carga e trabalho em que a máquina está
sendo exposta.
Faça da seguinte maneira:
1 Gire a chave de ignição para a posição 1 (posição de opera-
ção).
2 Pressione, dentro de 30 segundos, o interruptor no painel de
instrumentos uma, duas ou três vezes, em sequencia rápida,
dependendo de qual o ciclo de lubrificação que será selecio-
nado.
– Pressione uma vez para lubrificar com pequenos interva-
los. Este ciclo de lubrificação é usado para condições se-
veras.
– Pressione duas vezes, para lubrificação em intervalos
normais. É usado em condições normais.
– Pressione três vezes, para lubrificação em longos interva-
los. Este ciclo é utilizado em condições fáceis.
3 Após aproximadamente dois segundos, a lâmpada de contro-
le piscará uma, duas ou três vezes, dependendo do ciclo de
lubrificação escolhido.

L66303A
Manutenção e conservação
164 Lubrificação central

Sistema de lubrificação, verificação


O funcionamento do sistema de lubrificação deverá ser inspecio-
nado regularmente e esta inspeção deve, apropriadamente, ser
feita em conjunto com outra manutenção ou verificação regular.

Verifique regularmente o seguinte:


1 Funcionamento
– faça o teste do sistema, veja a página 165.
2 Reservatório
– Verifique a quantidade de lubrificante e preencha se ne-
cessário.
NOTA! Se o nível de lubrificante for muito baixo, exis-
te risco de entrar ar no sistema (motivo de falha mais
comum).
– Verifique se o reservatório não está danificado.
3 Conexões, acoplamentos rápidos, linhas de lubrificação
– verifique se as conexões estão vedadas.
– verifique se os protetores de poeira dos acoplamentos rá-
pidos estão colocados e sem danos.
– verifique se as linhas de lubrificação estão intactas e bem
fixadas.
4 Pontos de lubrificação
– verifique se todos os locais de lubrificação são lubrifica-
dos (se o lubrificante sai para fora nas sedes de rolamen-
tos e juntas).

NOTA! Lembre-se de, manualmente, lubrificar os pontos que


não fazem parte do sistema de lubrificação central. Veja o es-
quema de lubrificação comum.
Manutenção e conservação
Lubrificação central 165

Lubrificação central, teste do sistema


Para verificar o funcionamento do sistema de lubrificação, ou para
conseguir extra lubrificação depois de uma lavagem, pode ser efe-
tuado um teste do sistema.
O botão de teste que é usado para iniciar um teste do sistema está
posicionado na parte dianteira da bomba, embaixo à esquerda.
Um ciclo de teste só poderá ser efetuado se a bomba se encontrar
entre dois ciclos de lubrificação normais (não durante a execução
de um ciclo de lubrificação).
24V
3AMP

60875-2

Teste de ciclo
Teste de ciclo de lubrificação simples
A bomba efetua um ciclo de bombeamento, que ocorre através
de apenas uma linha principal.
1 Gire a chave de ignição para a posição 1 (posição de opera-
ção).
2 Pressione o botão do teste de 2 – 6 segundos.
3 É iniciado o ciclo de lubrificação, e durante todo o ciclo de tes-
te a lâmpada de controle ficará piscando (2 segundos ligada/2
segundos desligada) para indicar que a função está ativada.
4 Se alguma falha ocorrer durante o ciclo do teste, um código de
falha será visualizado após o término do ciclo de teste. Veja a
página 168.
5 O ciclo de teste termina automaticamente.

Teste de ciclo de lubrificação contínuo


A bomba efetua uma quantidade ilimitada de ciclos de teste,
isto é, bombeia continuamente lubrificante através de todas as li-
nhas principais.
É usado com vantagem quando o sistema é sangrado.
1 Gire a chave de ignição para a posição 1 (posição de opera-
ção).
2 Pressione o botão de teste durante mais de 6 segundos (a
lâmpada de controle ficará piscando (2 segundos ligada/2 se-
gundos desligada durante todo o ciclo de teste, para indicar
que a função está ativada).
3 O ciclo de lubrificação é iniciado através da linha principal 1, o
qual depois é seguido de um ciclo de lubrificação através da
linha principal 2 e assim sucessivamente
4 Se alguma falha ocorrer durante o ciclo do teste, um código de
falha será visualizado após o término do ciclo de teste. Veja a
página 168.
5 O ciclo de teste é terminado quando a chave de ignição for vi-
rada para a posição 0.
O ciclo de teste não termina automaticamente.
Manutenção e conservação
166 Lubrificação central

Abastecimento de lubrificante
Antes que o nível fique abaixo da marcação min no reserva-
tório, o mesmo deve ser enchido com lubrificante.
Conexão para o abastecimento do lubrificante existe na unidade
da bomba.
Tanto uma bomba manual (com acoplamento especial) quanto
uma unidade de abastecimento industrial podem ser conectadas.
Certifique-se em ambos os casos se a bomba para abastecimento
é apropriada para a graxa NLGI-categoria 2.
24V
3AMP

Ao abastecer, proceda da seguinte forma:


1 Primeiro encha de graxa a mangueira da bomba de abasteci-
mento que está usando (se a bomba de abastecimento for no-
va). Isto impede a entrada de ar no sistema.
60875-1

2 Remova a tampa de proteção da união de enchimento.


3 Limpe, cuidadosamente, a união de enchimento e o
acoplamento da mangueira da bomba manual.
4 Acople a conexão na união de enchimento.
5 Preencha com lubrificante até o nível máximo do reservató-
rio.*) Se ficar difícil bombear o lubrificante, pode ser que o filtro
posicionado atrás da união de enchimento esteja obstruído ou
que existe sujeira na própria união. Limpe o filtro. Troque
eventualmente a união de enchimento e tente novamente.
6 Coloque de volta a tampa de proteção.
7 Guarde a bomba de lubrificação em local livre de poeira, para
que a mesma não fique suja.

NOTA! Se uma bomba industrial for usada no abastecimento,


o filtro que fica entre a conexão e a bomba deverá ser limpo
regularmente. Um filtro parcialmente obstruído, pode facil-
mente trincar, aumentando o risco de partículas minúsculas
entrarem no sistema de lubrificação. Isto pode provocar co-
lapso total no mesmo.

*) Se o reservatório for preenchido acima do nível máximo, o lubrifi-


cante excedente será drenado através do furo de respiro existente no
lado esquerdo do reservatório. O ar existente embaixo da placa no
reservatório também é drenado através do furo de respiro.

NOTA! Não misture lubrificantes diferentes, pois isto pode


provocar interferências no funcionamento. Quando a troca de
lubrificante for efetuada, todo o lubrificante existente no sis-
tema deverá ser trocado, não apenas o lubrificante do reser-
vatório.
Manutenção e conservação
Lubrificação central 167

Recomendações sobre lubrificantes


O que o sistema exige do lubrificante, é que o mesmo seja limpo
e seja fácil de bombear na temperatura vigente. Entretanto, é im-
portante não usar lubrificante inadequado, pois podem causar
grandes danos. Em condição normal (–25 °C até +80 °C) deve ser
usado o lubrificante do tipo de graxa NLGI-categoria 2.
Em temperaturas extremamente baixas (abaixo de –25 °C) deve
ser usado o lubrificante do tipo de graxa NLGI-categoria 1, ou o
NLGI categoria 2 de um tipo especial, baseado em óleo sintético.
Se for necessário utilizar este tipo de lubrificante, verifique cuida-
dosamente as especificações do fabricante.

Recomendações para lubrificantes

A mais baixa temperatura A mais alta temperatura


Use categoria de graxa NLGI
ambiente ambiente
–25 °C (–13 °F) + 80 °C (+176 °F) 2
Abaixo de –25 °C (–13 °F) 0 °C (+32 °F) 0/1
Abaixo de –25 °C (–13 °F) + 80 °C (+176 °F) Sintético 2
Abaixo de –25 °C (–13 °F) 0 °C (+32 °F) Sintético 0/1

NOTA! O uso de lubrificante de categoria inferior à categoria


recomendada de graxa NLGI, pode proporcionar efeito pior
de lubrificação, e consequentemente maior desgaste.
Colocação de aditivos no lubrificante pode provocar paradas
no sistema. Portanto, o lubrificante não pode conter aditivos
de grafite ou teflon.
O uso de sulfito de molibidênio (MoS2) só é permitido se as
seguintes exigências forem preenchidas:
1 O lubrificante tem que ser de qualidade muito elevada e não
poderá conter mais do que 5% de MoS 2.
2 O sistema de lubrificação tem que ser verificado regularmente
para se ter um funcionamento confiável.
3 As linhas principais têm que ser lavadas pelo menos uma vez
por ano.

Sangria do sistema
1 Cuide para que o reservatório de lubrificante esteja cheio.
2 Remova os bujões nos blocos de distribuição que estão mais
distantes da bomba.
3 Gire a chave de ignição para a posição 1 (posição de opera-
ção).
24V
3AMP

4 Pressione o botão de teste mais de 6 segundos, o que corres-


ponde a um teste de ciclo contínuo.
5 A sangria termina quando lubrificante sem bolhas de ar sai
para fora nos blocos de distribuição.
60875-2
6 Recoloque os bujões nos blocos de distribuição.
7 Teste o sistema com o método “Teste de ciclo de lubrificação
simples”, veja a página 165.
Manutenção e conservação
168 Lubrificação central

Lubrificação central, lâmpada de controle

Códigos de sinalização

Códigos de sinalização Motivo


1. uma piscada: O ciclo de lubrificação pré-ajustado na
A lâmpada de controle pisca quatro vezes posição de condição severa.
(0,5 segundos acesa, 0,5 segundos apagada) Duas piscadas: O ciclo de lubrificação pré-ajustado
quando a chave de ignição é retirada da na posição de condição normal
posição 0. Três piscadas: O ciclo de lubrificação pré-ajustado
na posição de condição fácil.

2. Baixo nível de lubrificante no reservatório.


A lâmpada de controle pisca (0,5 segundos
acesa, 0,5 segundos apagada) em 2 minutos cada
vez que se inicia um ciclo de lubrificação.
3. O sensor de pressão de lubrificação não é ativado da
A lâmpada de controle fica acesa durante pressão baixa para a pressão alta durante o ciclo de
2 minutos depois de terminado o ciclo de lubrifi- bombeamento, o que resulta em tempo de bombea-
cação. mento máximo.
Possíveis motivos:
Vazamento interno.
A válvula de lançamento não drena.
O sensor de pressão está obstruído.
Falha elétrica, no interruptor ou nos fios.
Baixa temperatura ambiente e consistência errada do
lubrificante.
4. A unidade de controle cortou o sinal para a bomba e
A lâmpada de controle fica constantemente para a válvula de lançamento.
acesa. Possíveis motivos:
Um dos códigos de falha sob o ponto 3, surgiu
durante cinco ciclos seguidos, ou cinco vezes após o
outro na mesma linha principal. Reajuste pressio-
nando o botão de teste pelo menos durante um
segundo, e ao mesmo tempo, colocar a ignição na
posição 1 (posição de operação).

Combinação de algum dos códigos de falha sob o


ponto 3 e o alarme de nível baixo de lubrificante.
Reajuste abastecendo o reservatório com lubrifi-
cante.
5. Teste de ciclo de lubrificação simples em anda-
A lâmpada de controle pisca (2 segundos acesa, mento.
2 segundos apagada) durante cada ciclo de lubri-
ficação.
6. Teste de ciclo de lubrificação contínuo em anda-
A lâmpada de controle pisca (0,2 segundos mento.
acesa, 0,2 segundos apagada) durante cada ciclo
de lubrificação.
Manutenção e conservação
Lubrificação central 169

Códigos de sinalização/providências

Falha Motivo Medidas


1. Queda de tensão da ignição. Verifique o fusível, troque se
A lâmpada de controle não necessário.
pisca quando a ignição está na A conexão terra da unidade da Verifique a ligação terra, repare se
posição 1. bomba ou a lâmpada de controle necessário.
está com defeito. Troque a lâmpada
A lâmpada de controle está com Verifique a fiação, repare ou tro-
defeito. que se necessário
Fiação danificada entre a cabine e
a unidade da bomba, ou entre a
unidade da bomba e a lâmpada de
controle.
2. Nível baixo de lubrificante no Encha com lubrificante o reserva-
A lâmpada de controle pisca reservatório tório
(0,5 segundos acesa,
0,5 segundos apagada) durante
2 minutos cada vez que se inicia
um ciclo de lubrificação.
3. Vazamento na linha principal, a Repare a linha e faça sangria.
A lâmpada de controle fica bomba não consegue formar pres-
acesa durante 2 minutos após são.
cada ciclo de lubrificação. Ar no sistema, provoca pressão Sangre o sistema e teste com o
insuficiente na fase de bombea- “Teste de ciclo de lubrificação sim-
mento. ples”.
O sensor de pressão de lubrifica- Verifique o sensor, troque se
ção está com defeito. necessário.
Verifique as válvulas dosadoras e
O anel-O em alguma válvula dosa- monte novo anéis-O se necessá-
dora está com defeito ou está fal- rio.
tando, vazamento de pressão Verifique a válvula e troque se
entre as linhas principais. necessário.
A válvula alternadora está com Contate pessoal de manutenção
defeito, a bomba não consegue autorizado.
formar pressão.
Outros motivos.
4. Cinco idênticos códigos de falha Pressione e mantenha apertado o
A lâmpada de controle fica seguidos. Interrompida a verifica- botão de teste na bomba durante
constantemente acesa. ção posterior da bomba e da vál- pelo menos 1 segundo, para res-
vula alternadora (para proteger a tabelecer a indicação de falha.
unidade de controle). Pesquisa de falha conforme o
Nível baixo de lubrificante no ponto 3.
reservatório, ao mesmo tempo em Preencha com lubrificante e resta-
que a pressão de lubrificação não beleça pressionando e mantendo
é atingida durante o ciclo de bom- apertado o botão de teste durante
beamento. pelo menos 1 segundo. Opere
experimentalmente com o teste do
sistema se necessário.
5. Intervalo muito longo entre os Escolha um outro ciclo de lubrifi-
Todos os pontos de lubrificação ciclos de lubrificação. cação ou contate pessoal de
estão secos, mas não foi indi- Fiação danificada entre a cabine e manutenção autorizado para veri-
cada nenhuma falha. a unidade da bomba. ficação da fiação.
6. Intervalo muito curto entre os Escolha um outro ciclo de lubrifi-
Lubrificante demais em todos ciclos de lubrificação. cação ou contate pessoal de
os pontos de lubrificação. manutenção autorizado para veri-
ficação da fiação.
Manutenção e conservação
170 Lubrificação central

Códigos de sinalização

Falha Motivo Medidas


7. Linha prensada ou danificada Verifique e repare a linha se
Um ou vários pontos de lubrifi- entre a válvula dosadora e o ponto necessário.
cação estãosecos, enquanto de lubrificação.
outros estão lubrificados corre- A válvula dosadora está com Monte uma válvula dosadora com
tamente. baixo grau de dosagem. maior grau de dosagem.
A válvula dosadora está com Retire e limpe a válvula dosadora,
defeito. ou troque-a.
8. A válvula dosadora tem grau de Monte uma válvula dosadora com
Um ou vários pontos de lubrifi- dosagem muito alto. menor grau de dosagem.
cação engraxam demais. A válvula dosadora está com Troque a válvula dosadora.
vazamento interno.
9. Teste de ciclo de lubrificação sim- A lâmpada de controle apaga
A lâmpada de controle pisca ples em andamento. automaticamente após terminado
(2 segundos acesa, 2 segundos o teste do ciclo de lubrificação, ou
apagada) durante um ciclo de quando a chave de ignição for
lubrificação completo. girada para a posição 0.
10. Teste de ciclo de lubrificação con- A lâmpada de controle apaga
A lâmpada de controle pisca tínuo em andamento. após terminado o teste do ciclo de
continuamente (0,2 segundos lubrificação. Para terminar o teste
acesa, 0,2 segundos apagada) do ciclo de lubrificação é
durante cada ciclo de lubrifica- necessário que a chave da ignição
ção completo. seja girada para a posição 0.

NOTA! Para fazer pesquisa de falha, ajustar e reparar a unida-


de de controle, é necessário ferramentas especiais. Portanto,
contate pessoal de manutenção autorizado, se necessário.

As válvulas dosadoras são montadas no bloco dosador, e marca-


das com números impressos para possibilitar a identificação.

Válvula dosadora n°. Grau de dosagem cm3 (cc)


0 0.025
1 0.05
2 0.10
3 0.15
4 0.20
5 0.25
6 0.30
7 0.35
8 0.40
8.5 0.70
9 1.00
10 2.00
Manutenção e conservação
Lubrificação central 171

Pontos de lubrificação (dependendo do


tipo de máquina)
6
4 3
8

L64489C

2 1 5 7

1 Quadro de içamento 5 Eixos cardans, rolamento de apoio dianteiro e traseiro


2 Fixação hidráulica de implementos 6 Rolamentos da articulação do chassi, sede de
rolamentos superior e inferior
3 Cilindro de içamento, sede de rolamentos dianteira 7 Cilindro de direção, sede de rolamentos dianteira e
e traseira traseira
4 Cilindro de inclinação, sede de rolamentos dianteira 8 Fixação da caçamba, fixação superior e inferior
e traseira
Manutenção e conservação
172
Especificações
Lubrificantes recomendados 173

Especificações
Lubrificantes recomendados
As determinações de viscosidade estão de acordo com SAE J 300
MAR93.
Outros óleos minerais podem ser usados, desde que estejam den-
tro da faixa de viscosidade recomendada por nós e que preen-
cham nossas exigências de qualidade.
Para o uso de outra qualidade de óleo básico (como por exemplo,
óleo biodegradável) exige-se aprovação da Volvo.
Viscosidade recomendada para as diferentes temperaturas
externas
Qualidade do óleo °C –30 –20 –10 0 +10 +20 +30 +40 +50
°F –22 –4 +14 +32 +50 +68 +86 +104 +122
MOTOR Óleo de motor
Volvo original ou ACEA SAE 5W/30
E3 e VDS-2 ou API CH- SAE 10W/30
4 e VDS-2 (use sempre SAE 15W/40
Volvo original ”long life” SAE 30
*) Em operação severa, filtro 478736)
recomenda-se ACEA E5 SAE 40
e VDS-2 ou API CH-4 e
VDS-2 para proporcio-
nar durabilidade
máxima.
EIXOS Volvo WB 101
REDUÇÕES NO CUBO Denominações no mer-
cado e exigências para
o óleo, veja a página
180.

TRANSMISSÃO Óleo de transmissão


CAIXA DE que preenche a norma SAE 5W/30
TRANSFERÊNCIA Allison C4 (DDAD C4) SAE 10W
ou SAE 10W/30
Óleo de motor SAE 15W/40
L66 542A
que preencha a norma SAE 30
Allison C4 (DDAD C4)
ou a norma MIL 2104E

SISTEMA Óleo hidráulico SHS32


HIDRÁULICO Norma sueca SHS46
Sistema de direção SH68
Sistema de freio ou alternativamente
Sistema hidráulico de
operação norma internacional ISO VG 46
Teste Vicker 35 VQ/25 ISO VG 68
viscosidade conforme ISO VG 100
ISO
L66543A
Qualidade conforme
ISO HV
SAE 5W/30
Óleo de motor SAE 10W/30
exigência mínima API SAE 15W/40
SE/CD SAE 30
SAE 40
Nota: Como alternativa
existe também o óleo
hidráulico biodegradável °C –30 –20 –10 0 +10 +20 +30 +40 +50
(PANOLIN). °F –22 –4 +14 +32 +50 +68 +86 +104 +122
Especificações
174 Lubrificantes recomendados

Lubrificantes recomendados

Graxa lubrificante
L66544A
Pontos de lubrificação gerais
Graxa lubrificante à base de lítio, com aditivo EP e elemento de
consistência NLGI-graxa categoria 2.
Anm. Se a máquina tiver sistema de lubrificação central, são ou-
tras as recomendações de lubrificação, veja a página 162.
Suspensão dianteira do eixo traseiro
Para a suspensão dianteira do eixo traseiro recomenda-se como
graxa lubrificante:
– Rubens HT2 (Q8)
– Chevron Ultra Duty N°. 2
– Texaco Starplex HD2
– Almagard 3752

Sistema de refrigeração
– Fluido refrigerante original Volvo
– Anti-corrosivo original Volvo
L66545A
– USA: Norma para fluido refrigerante ASTM D4985

Combustível
Exigências de qualidade: O combustível tem que pelo menos
preencher as exigências da lei em vigor, como também padrões
nacionais e internacionais para os combustíveis do mercado,
como por exemplo: EN590 (com exigência de frio adaptada naci-
onalmente), ASTM D 975 No 1D e 2D, JIS KK 2204.
L66546A

Teor de enxofre: Segundo a exigência da lei em vigor (o teor de


enxofre não deve ultrapassar 0,2% do peso)
Especificações
Dados sobre volumes 175

Dados sobre volumes


Dados sobre volumes, litros (galão americano) Na troca Total
Motor, inclusive filtro 16 litros
Transmissão hidráulica e conversor de torque, inclusive filtro 17 litros 22 litros
Eixo dianteiro inclusive redução do cubo 24 litros
Eixo traseiro inclusive redução do cubo 24 litros
Sistema hidráulico 104 litros
Tanque de óleo hidráulico 65 litros
Tanque de combustível 190 litros
Sistema de refrigeração 32 litros
Pré-filtro em banho de óleo (extra) 5,4 litros

Faça as verificações conforme os serviços de manutenção da máquina, veja a página 12.

Troca de óleo e de fluido Horas


Motor 500*
Fluido refrigerante 2000
Fluido refrigerante (com filtro de refrigerante montado) 3000
Transmissão, ao mesmo tempo é limpa a tela de sucção 2000
Eixos dianteiro e traseiro 1000
Sistema hidráulico (sistema hidráulico de operação, sistema de 2000/4000
freio e sistema de direção)

Troca de filtro
Motor, filtro de óleo lubrificante 500*
Motor, filtro de ar (filtro principal) 1000
Motor, filtro de ar (filtro secundário) 2000
Motor, filtro de refrigerante 1000
Filtro de combustível, pré-filtro/separador de água 1000
Sistema de combustível, filtro de respiro 2000
Pré-filtro em banho de óleo, elementos filtrantes (extra) 2000
Transmissão, filtro de óleo 1000
Transmissão, filtro de respiro 2000
Filtro de óleo do eixo, circuito de refrigeração (extra) 1000
Filtros de respiro, eixos 2000
Sistema hidráulico, filtro do óleo de retorno 2000
Sistema hidráulico, filtro de respiro 2000
Cabine, filtro de respiro 2000**

*) As condições para que os intervalos sejam válidos na troca de óleo do motor, veja a página 127.
**) Em ambientes que contenham asbestos, o filtro deverá ser trocado a cada 1000 horas.
Especificações
176 Motor

Motor
Denominação Volvo TD63KGE
Com ventilador acionado mecanicamente
Potência do volante conforme a SAE 91 kW (124 hp) em 33,3 r/s (2000 rpm)
J1349, líquido
Potência conforme a SAE J1349, bruto 94 kW (128 hp) em 33,3 r/s (2000 rpm)
Torque máximo conforme a SAE 590 Nm em 16,67 r/s (1000 rpm)
J1349, líquido
Torque máximo conforme a SAE 595 Nm em 16,67 r/s (1000 rpm)
J1349, bruto
Com ventilador acionado hidraulicamente (extra)
Potência do volante conforme a SAE 93 kW (126 hp) em 33,3 r/s (2000 rpm)
J1349, líquido
Potência conforme a SAE J1349, bruto 94 kW (128 hp) em 33,3 r/s (2000 rpm)
Torque máximo conforme a SAE 590 Nm em 16,67 r/s (1000 rpm)
J1349, líquido
Torque máximo conforme a SAE 595 Nm em 16,67 r/s (1000 rpm)
J1349, bruto
Quantidade de cilindros 6
Diâmetro do cilindro 98,43 mm
Curso total 120 mm
Volume do cilindro, total 5,48 dm3 (litros)
Condição de compressão 18,3:1
Folga da válvula, motor quente e frio Válvula de admissão 0,40 mm
Válvula de saída 0,55 mm
Rotação da marcha lenta, baixa 11,5 ±0,5 r/s (630 ±30 rpm)
Rotação da marcha lenta, alta 39,0 ±1,0 r/s (224 ±60 rpm)
Purificador de ar Purificação de ar em 3 etapas
Filtro ciclone - filtro principal - filtro de segurança

Sistema de lubrificação
Pressão do óleo 300 – 500 kPa (3,0 – 5,0 bar)
Pressão do óleo (motor quente, 150 kPa (1,5 bar)
marcha lenta)

Sistema de combustível
Pressão de abertura dos injetores 24,0 MPa (240 bar)
Sequência de injeção 1-5-3-6-2-4
Ajuste da bomba 13° ±0,5° F.Ö.D (antes do ponto morto superior)
Pressão alimentadora 110 – 150 kPa (1,1 – 1,5 bar)
Dispositivo de partida a frio Elemento de pré-aquecimento no coletor da
admissão
Especificações
Motor 177

Sistema de refrigeração
Tipo Sistema fechado
A válvula da tampa do radiador abre em 50 kPa (0,5 bar)
O termostato começa a abrir em 82°C
O termostato fica totalmente aberto em 92°C
Especificações
178 Sistema elétrico (Contronic)

Sistema elétrico (Contronic)


Tensão do sistema 24 V
Baterias 2 (acoplado em série)
Tensão das baterias 12 V
Capacidade da bateria 2 x 105 Ah
Alternador 1680 W / 60 A
Potência do motor de partida 5,4 kW (7,3 hp)

Densidade do eletrólito da bateria kg/dm3


Bateria totalmente carregada 1,275 – 1,285
A bateria deverá ser recarregada na 1,250
densidade

Lâmpadas Watt Soquete


Farol, assimétrico 75/70 P 43t – 38 (H4)
Luz de estacionamento, dianteira 4 BA 9 s
Luz de estacionamento, traseira 10 BA 15 s
Luz traseira 10 BA 15 s
Luz de freio 21 BA 15 s
Setas, traseiras 21 BA 15 s
Setas, laterais 21 BA 15 s
Luz lateral 5 SV 8,5
Iluminação de instrumentos 2 BA 9 s
Painel de lâmpadas de controle 20 x 1,2 W 2 x 4,6 d
Iluminação da cabine 10 SV 15 s
Luz de trabalho, dianteira halogêneo 70 PK 22 s (H3)
(extra)
Luz de trabalho, traseira halogêneo 70 PK 22 s (H3)
(extra)
Luz guia de interruptores 1,2 W 1,2 x 4,6 d
Velocímetro 2 BA 9 s

Fusíveis
Tipo Fusível de
lâmina
Marcação de tensão 20 A 2 unidades
Marcação de tensão 15 A 5 unidades
Marcação de tensão 10 A 11 unidades
Marcação de tensão 5A 26 unidades
Especificações
Transmissão de força 179

Transmissão de força
Transmissão hidráulica
Tipo Hidro-mecânica
Fabricação Volvo
Denominação HT90
Conversor de torque 1 - estágio
Reforçador de torque 2,85:1
Quantidade de marchas 4 (alternativamente 8)
Sistema de mudança de marcha Eletro-hidráulica

Faixa de velocidade 1a. H 0 – 7,0 km/h


(pneus 20,5 R x 25) 2a. H 0 – 14,0 km/h
3a. H 0 – 26,0 km/h
4a. H 0 – 45,0 km/h
1a. L 0 – 1,9 km/h
2a. L 0 – 3,8 km/h
3a. L 0 – 7,3 km/h
4a. L 0 – 13,7 km/h

(pneus 17,5 R x 25) 1a. H 0 – 6,0 km/h


2a. H 0 – 12,0 km/h
3a. H 0 – 24,0 km/h
4a. H 0 – 41,0 km/h
1a. L 0 – 1,7 km/h
2a. L 0 – 3,3 km/h
3a. L 0 – 6,5 km/h
4a. L 0 – 12,1 km/h

Eixos
Tipo Eixos motrizes aliviados com redução no cubo do tipo
engrenagem planetária
Eixo dianteiro, fabricação Volvo
Denominação AWB 15
Eixo traseiro, fabricação Volvo
Denominação AWB 15
Trava do diferencial No eixo dianteiro
Tipo Garra para embreagem 100%
Operação Eletro-hidráulico
Especificações
180 Óleos de eixo

Óleos de eixo
Qualidade de óleo Volvo WB 101
Óleo destinado a eixos fabricados com freios úmidos.

Exigência

Óleo de transmissão
Característica Unidade Método de teste
Óleo da transmissão
Qualidade Unit Método de teste
Volvo WB 101
Densidade kg/m3 A ser fixada ASTM D 1298
Density To be stated
Ponto de combustão COC °C min. 180 ASTM D 92
Flash point COC
Ponto de fluidez °C min. -27 ASTM D 97
Pour point
Viscosidade a 40 °C mm2/s (cSt) A ser fixada ASTM D 445
Viscosity at 40 °C To be stated
Viscosidade a 100 °C mm2/s (cSt) min. 9,0 ASTM D 445
Viscosity at 100 °C max. 12,5 Seu desenho 51350
Viscosidade a 100 °C após cisalha- mm2/s (cSt) min. 8,8 CEC-L-14-A-78
mento 30 ciclos
Viscosity at 100 °C after shearing 30
cycles
Viscosidade a 20 °C mPas max. 3500 ASTM D 2602
Viscosity at 20 °C
Proteção anti-ferrugem 24 hs Nenhuma ASTM D 665A
Rust protection 24 h ferrugem
No rust
Categoria API GL-4 ASTM STP-512A
API class
Aditivo Lubrizol/Unisol
Additive LZ 9990A
Impurezas sólidas categoria max. 18/13 ISO 4406
Solid particles code

Exemplos de óleos que preenchem as exigências acima, veja a página seguinte.

Outras exigências
O óleo deverá preencher as exigências conforme as duas normas seguintes:
FORD - ESN - M2 C134 - D e JD JDQ95
O óleo deverá possuir características que protejam contra a oxidação, corrosão e formação de bolhas de gás, e
ser adequado para o objetivo em questão.
Especificações
Óleos de eixo 181

Óleos para os eixos AWB da Volvo Wheel Loaders AB


Exemplos de óleos que preenchem as exigências conforme a tabela na página anterior.

Empresas de óleo Nome comercial


Q8 Q8 T2200
MOBIL MOBILFLUID 424
ESSO TORQUE FLUID 56
SOLENE INDUSTRIAL LUBRICANT SOLENE TRACTELF CH-5
STATOIL TRANSWAY HB
AGROL AGROL HYBRAN
ARAL ARAL FLUID HGS
TEXACO TEXACO TEXTRAN TDH PREMIUM
VALVOLINE VALVOLINE UNITRAC
ELF TRACTELF CH-5
OMV AS OMV AUSTROMATIC IGB
FINA TRANSFLUID JD, 10W-30
AVIA HYDROFLUID DLZ
CALTEX TEXTRAN TDH PREMIUM
DELTA SPECIAL UTTO 170
TOTAL TRANSMISSION MP

Os seguintes óleos são aprovados somente se contiverem o aditivo Lubrizol LZ9990A (é encontrado também
com o nome Unizol).

Empresas de óleo Nome comercial


FUCHS FUCHS RENOGEAR HYDRA MA- ZF 20W/40
CASTROL CASTROL POWERTRANS
SHELL DONAX TD ou FT/TD
BP BP TRACTRAN 9
BP HYDRAULIKÖLE TF-JD
ELF ELF TRACTELF BF12
Especificações
182 Freios/sistema de direção

Freios/sistema de direção
Freios
Freio de serviço, tipo Duplo circuito, totalmente hidráulico, disco de freio
úmido
Quantidade de discos dianteiro/ 1
traseiro
Área de guarnição do freio por roda 636 cm2
Acumuladorvolume 3 x 0,5 litros
Espessura do disco de freio, novo 8,5 ou 9,5 mm
Espessura do disco de freio, mínima 7,2 mm

Freio de estacionamento, tipo Tambor de freio mecânico atuando no eixo dianteiro

Área de frenagem 406 cm2

Sistema de direção
Tipo Hidrostático
Movimento do volante, total 3,5 voltas
Ângulo de direção ±40°

Pressão de trabalho, máxima 21,0 MPa (210 bar)


Óleo Comum com o sistema hidráulico
Especificações
Cabine 183

Cabine
Geral
A cabine está montada sobre coxins de borracha, é isolada e tem piso plano com tapete de borracha.
Foi testada e aprovada como cabine de proteção conforme as leis suecas de ambiente de trabalho capítulo 3
§8 e de acordo com o padrão ISO3471-1994 e SAE 1040-APR 88 (ROPS), ISO 3449-1992 e SAE J231-JAN
81 (FOPS), como também a ISO 6055-1981 (Proteção de teto para empilhadeiras).

Material da cabine À prova de fogo ISO 3795-1989


Quantidade de saídas de 2 (a porta e a janela lateral direita)
emergência

Aquecimento e ventilação
O modelo padrão da carregadeira está equipado com sistema de aquecimento e ventilação, com sistema de
desembaçamento de todas as janelas e a melhor distribuição possível de ar (14 bocais). O ventilador da
cabine é um ventilador radial duplo e possui 4 velocidades.
Existe ar condicionado como opção (extra)

Assento do operador
Ajuste da altura (ajuste rápido) 100 mm
Ajuste longitudinal 160 mm
Ajuste do peso do operador 40 – 130 kg
Ajuste do encosto, (inclinação ajustável para as 12°
costas)
Estofamento À prova de fogo
Cinto de segurança com roletes Sim

Informações sobre ruído e vibrações


Nível de ruído (LpA) no assento do operador (veja valores no adesivo na máquina)
A medição de ruídos é efetuada com métodos de medição conforme as normas ISO 6396 e 86/662/EEC, com
as alterações aplicáveis.

Nível de potência do ruído (LwA) ao redor da máquina (veja valores no adesivo na máquina)
A medição de ruídos é efetuada com métodos de medição conforme as normas ISO 6395 e 86/662/EEC, com
as alterações aplicáveis.

Vibrações no corpo inteiro

O assento do operador atende aos requisitos conforme a norma EN ISO 7096:2000. O assento é testado com
o espectro de efeito de densidade EM3 e o fator de transmissão é SEAT 0,85 (operador pesado) e 0,97 (ope-
rador leve). As características são preenchidas sob a condição de que sejam seguidos os regulamentos de
ajuste do assento.
A aceleração que o operador é submetido através do assento sob condições normais de operação é de
0,7-1,3 m/s2 RMS, medido de acordo com a ISO 8041. A medição é avaliada de acordo com a ISO 2631/1.
Especificações
184 Sistema hidráulico

Sistema hidráulico
Tipo Servo assistido do tipo ”centro fechado”
Bomba de óleo hidráulico (comum com o sistema Bomba de pistão variável, tandem
hidráulico de operação)
Especificações
Esquema de dimensão 185

Esquema de dimensão
As especificações e medidas, atendem onde aplicável, às normas ISO 7131 1984, SAE J732 JUN92, ISO 7546
1983, SAE J742 FEB 85, ISO 5998 1986, SAE J818 MAJ 87, ISO 8313.
Os dados se aplicam a uma máquina com pneus radiais de 20,5 R X 25 e caçamba de 1,6 m3 (fixada direta-
mente).

P
Z L
M
K
N J
F
H
R R1 G

D 15°
U

C
T E
B
A
S

Braço padrão Braço padrão Braço padrão


A * K 3880 mm T 50 mm
B 5900 mm L * U 440 mm
C 2840 mm M * V *
D 430 mm N * X 1860 mm
E * O 56° Y 2390 mm
F 3210 mm P*** 45° Z 3170 mm
G 2135 mm R 44° a2 5100 mm
H * R1** 48° a3 2710 mm
J 3580 mm S 78° a4 ±40 mm

*) Veja a tabela na próxima página


**) Posição de apoio SAE
***) P-max 49°
Especificações
186 Capacidade da máquina

Capacidade da máquina
Fixada diretamente Fixação de implemento Fixada diretamente Fixação de implemento
Caçambas com dentes com dentes com dentes com dentes
Volume 1,63 1,63 1,8 m3 1,8 m3

Carga de 8340 kg 7880 kg 8250 kg 7790 kg


tombamento
estática
Esterçada 35° 7490 kg 7050 kg 7400 kg 6960 kg
Totalmente 7240 kg 6800 kg 7150 kg 6720 kg
esterçada
Força de 97,6 kN 88,1 kN 91,2 kN 82,9 kN
desagregação

A 6950 mm 7040 mm 7010 mm 7110 mm

E 840 mm 940 mm 910 mm 1000 mm

H 3040 mm 2970 mm 2990 mm 2920 mm

L 5010 mm 5060 mm 5070 mm 5120 mm

M 900 mm 980 mm 950 mm 1030 mm

N 1560 mm 1610 mm 1590 mm 1630 mm

V 2500 mm 2500 mm 2500 mm 2500 mm

a1 11070 mm 11100 mm 11100 mm 11140 mm

Peso da 10870 kg 11110 kg 10910 kg 11150 kg


máquina

Enchimento de fluido nos pneus traseiros só poderá ser feito com o objetivo de estabilização durante manuseio
de toras sobre superfícies planas e firmes.
Especificações
Garfo para paletes 187

Garfo para paletes


Fixação Fixação de implemento
N°. de encomenda 93525/
93526
Comprimento 1200 mm
Largura 1500 mm
Suporte de garfo 80041

A
C
B

A 840 mm C - 80 mm E 3730 mm
B 1640 mm D 1830 mm F 670 mm

Tabela de carga para garfo de “pallet’’


Capacidada carga nominal kg a uma distancia do centro da carga de:
Terreno Pneus Contra 500 mm 600 mm 700 mm 800 mm 900 mm 1200 mm
peso
17,5R-25 2675 kg 2575 kg 2500 kg 2425 kg 2350 kg 2150 kg
Terreno
1 2825 kg 2750 kg 2650 kg 2550 kg 2475 kg 2250 kg
irregular
20,5R-25 2800 kg 2700 kg 2600 kg 2525 kg 2450 kg 2225 kg
1 2950 kg 2850 kg 2750 kg 2650 kg 2575 kg 2350 kg
17,5R-25 3550 kg 3425 kg 3300 kg 3200 kg 3100 kg 2500 kg*
Terreno firme 1 3750 kg 3625 kg 3500 kg 3400 kg 3300 kg 2500 kg*
e nivelado
20,5R-25 3700 kg 3575 kg 3475 kg 3350 kg 3250 kg 2500 kg*
1 3900 kg 3775 kg 3650 kg 3525 kg 3300 kg* 2500 kg*

*) Limitado pelo implemento.

A capacidade de carga nominal máxima indicada na tabela deve ser reduzida, se algum equipamento opcional
for instalado no implemento. Para maiores informações, vide o catálogo de implementos.
Especificações
188 Braço manipulador de material

Braço manipulador de material


Pneu 20,5 R x 25
Fixação Fixação de implemento
N°. de encomenda 92007
Peso inclusive a máquina 10840 kg
A,B,C (carga permitida,kg) Veja o adesivo no braço de içamento

D
E
F

S
R
Q

A B
G C
H P
I

M
N
O
J

D 2510 mm K 1370 mm R 6210 mm


E 1940 mm L 1760 mm S 7190 mm
F 1410 mm M 2190 mm
G 3260 mm N 3170 mm
H 4300 mm O 4230 mm
I 5430 mm P 1500 mm
J 1020 mm Q 5320 mm

Tabela de cargas operacionais para o braço de manuseio de materiais


Mecânico 92007 17,5R-25 20,5R-25
Extensão do Alcance Sem contra- Com contra- Sem contra- Com contra-
braço peso peso 1 peso peso 1
Retraído 3,95 m 1520 kg 1620 kg 1620 kg 1700 kg
Meio extrendido 5,00 m 1200 kg 1280 kg 1270 kg 1340 kg
Totalmente exten- 6,10 m 980 kg 1050 kg 1040 kg 1090 kg
dido

Hidraulicamente
dobrável 92009
Retraído 5,15 m 1120 kg 1190 kg 1190 kg 1250 kg
Extendido 6,15 m 940 kg 1000 kg 990 kg 1050 kg
Índice alfabético
189

Índice alfabético Eixos dianteiro e traseiro.................................... 144


Eixos, troca de óleo............................................ 144
Abastecimento de lubrificante .............................166 Equipamentos ........................................................ 6
Acidentes ..............................................................93 Escavação.......................................................... 102
Acoplamento de implemento.................................95 Especificações ................................................... 173
Acumuladores .......................................................98 Esquema de manutenção e lubrificação ..................
Ajuste de data/tempo ............................................37 ........................................... 157, 158, 159, 160, 161
Ajuste de horas máquina ......................................36 Esquema de sinalização .................................... 113
Ajuste de redução do motor ..................................36 Esquema de dimensão ...................................... 185
Ajuste do apoio de braço/suporte das alavancas .63 Estacionamento ................................................... 89
Ajuste do aquecimento e da ventilação ................68 Evaporador......................................................... 150
Ajuste do automático de inclinação.......................64 Falhas-mensagens............................................... 47
Ajuste do automático de içamento ........................64 Filtro de segurança (filtro secundário)................ 132
Ajuste, aquecimento extra do motor .....................37 Filtro de óleo do motor, troca ............................. 128
Ajustes de idiomas e unidades .............................36 Filtro do fluido refrigerante ................................. 136
Ajustes ..................................................................34 Filtros de combustível extras ............................. 129
Alternador............................................................139 Filtros de combustível ........................................ 129
Alívio de pressão...................................................97 Filtros de respiro, eixos ...................................... 145
Amaciamento ........................................................72 Filtros de respiro, sistema de combustível ......... 130
Apresentação ..........................................................5 Fluido refrigerante, troca ............................ 134, 135
Ar condicionado ............................................69, 149 Fluido refrigerante, verificação ........................... 135
Assento do operador.............................................65 Freio-motor/redução de marcha........................... 83
Atolamento ..........................................................117 Freios ..................................................................... 5
Automático de içamento e inclinação....................64 Freios/sistema de direção .................................. 182
Baterias, carregamento...............................137, 138 Frenagem ............................................................. 86
Baterias, normas .................................................137 Função kick-down ................................................ 82
Borracha fluoretada.............................................125 Fusíveis .............................................................. 141
Borrachas e plásticos..........................................125 Garfo para paletes ............................................. 187
Braço manipulador de material ...................110, 188 Garfos combinados ............................................ 108
Cabine.....................................................6, 146, 183 Garfos para paletes............................................ 107
Cabine, filtro de respiro .......................................146 Garras para toras ............................................... 103
Capacidade da máquina .....................................186 Geral .......................................................... 5, 13, 93
Carga ..................................................................110 Graxa lubrificante ............................................... 174
Carregamento de rochas ....................................100 Identificação CE, Diretiva EMC .............................. 7
Carregamento de veículo usando garras para toras Imagem de operação ........................................... 34
............................................................................106 Implemento rotativo............................................ 112
Carregamento e descarregamento .......................77 Implementode trabalho ........................................ 94
Cascalho e empilhamento...................................100 Implementos rotativos, acionados hidraulicamente
Categoria 1 ”WARNING”.......................................35 ........................................................................... 112
Categoria 2 ”INFO”................................................35 Indicador do filtro, verificação ............................ 132
Categoria 3 ”ERROR” ...........................................35 Inspeção de controle ............................................ 12
Categoria 4 ”SERVICE INFO”...............................35 Inspeção de entrega ............................................ 12
Categorias de alarme............................................34 Instruções............................................................. 72
Caçambas .............................................................99 Leia antes da operação........................................ 71
Chave geral da bateria........................................137 Leia antes do serviço ......................................... 120
Cintamento de cargas longas .............................114 Linhas aéreas (linhas livres) de alta tensão ....... 116
Combustível ........................................................174 Locomoção forçada.............................................. 90
Condensador.......................................................149 Lubrificantes recomendados .............................. 173
Conteúdo.................................................................3 Lubrificantes recomendados .............................. 174
Controle.................................................................55 Lubrificação central ............................................ 162
Dados sobre volumes .........................................175 Lubrificação central, lâmpada de controle ......... 168
Definição dos símbolos .......................................157 Lubrificação central, teste do sistema ................ 165
Descarregamento de veículo usando garras para to- Lubrificação dos eixos cardans .......................... 145
ras .......................................................................106 Lubrifique as sedes de rolamentos dos cilindros de
Descarregamento................................................101 direção ............................................................... 157
Diretiva EMC da UE ................................................7 Manuseio.................................................... 107, 110
Direção por alavanca (CDC) .................................84 Manutenção e conservação ............................... 127
Direção..............................................................6, 84 Manutenção ......................................................... 12
Dispositivo de içamento ......................................115 Medidas de prevenção de incêndios.................. 123
Índice alfabético
190

Mensagens de alarme...........................................42 Sistema de freio ................................................. 148


Motor .................................................5, 72, 127, 176 Sistema de lubrificação central TWIN ................ 162
Motor, purificador de ar .......................................131 Sistema de lubrificação, verificação ................... 164
Mudança de marcha automática (APS II) .............81 Sistema de refrigeração ............................. 134, 174
Mudança de marcha manual.................................80 Sistema elétrico (Contronic) ............................... 178
Mudança de marcha .............................................80 Sistema elétrico.............................................. 5, 137
Nivelamento ........................................................102 Sistema hidráulico ................................ 72, 152, 184
Normas de segurança.............................................1 Sistema hidráulico, filtro de respiro .................... 153
Normas gerais.......................................................73 Sistema hidráulico, filtro do óleo de retorno ....... 153
Nível do óleo da transmissão, verificação...........142 Sistema hidráulico, troca de óleo ............... 152, 153
Operação com carga...........................................111 Sistema hidráulico, verificação do nível de óleo 152
Operação com caçamba .......................................99 Tabela de carga para garfo de “pallet’’ .............. 187
Operação com garfos de paletes ........................108 Tabela de cargas operacionais para o braço de ma-
Operação com garras para toras ........................104 nuseio de materiais ............................................ 188
Operação ..............................................................71 Tanque de combustível ...................................... 129
Outros controles....................................................55 Teclado do painel de informação ......................... 32
Outros implementos ............................................115 Tela de sucção ................................................... 142
Painel de informação ......................................32, 33 Teste de freio ....................................................... 86
Painel de instrumentos central..............................14 Textos de informação........................................... 38
Painel de instrumentos dianteiro direito ................28 Trabalho com a máquina ................................... 116
Painel de instrumentos dianteiro esquerdo...........30 Trabalho com o braço manipulador de material. 111
Painel de instrumentos direito...............................22 Trabalho com troncos inteiros ............................ 105
Painéis de instrumentos........................................13 Trabalho sobre superfícies pintadas .................. 125
Parada da máquina...............................................88 Trabalho subterrâneo ......................................... 116
Partida ao motor....................................................79 Transmissão de força..................................... 5, 179
Partida com baterias auxiliares ...........................138 Transmissão................................................. 72, 142
Placas de identificação do produto .........................9 Transmissão, troca de óleo ................................ 142
Placas de informação e de advertência ................10 Transporte da carga (carregamento–transporte) 101
Placas e adesivos .................................................10 Transporte da máquina ........................................ 76
Pneu....................................................................154 Trava da janela .................................................... 69
Pneus ..................................................................155 Travamento separado do implemento ................. 96
Pontos de lubrificação (dependendo do tipo de má- Troca de imagem, painel de informação .............. 34
quina) ..................................................................171 Turbocompressor ............................................... 130
Posicionamento...................................................110 Técnicas de operação .......................................... 93
Posição de serviço ..............................................119 Unidade de climatização ...................................... 67
Prefácio ...................................................................1 Áreas com fios elétricos, tubos ou cabos subterrâne-
Programa de manutenção...................................156 os ....................................................................... 116
Proteção contra capotagem (ROPS) ......................8 Áreas de utilização ................................................. 5
Providências antes da operação...........................78 Índice alfabético ................................................. 189
Providências se a máquina atolar .......................117 Óleo do motor, troca .......................................... 127
Pré-filtro em banho de óleo, manutenção ...........133 Óleo do motor, verificação ................................. 127
Purificador de ar..................................................131 Óleos de eixo ..................................................... 180
Qualidade de óleo Volvo WB 101 .......................180
Radiador, limpeza ...............................................136
Recomendações sobre lubrificantes ...................167
Refrigerante (R134a) ..........................................151
Relés e fusíveis...................................................140
Reservatório do fluido do lavador de pára-brisa, pára-
brisas dianteiro/traseiro.......................................133
Resgate/Reboque .................................................91
Sangria do sistema .............................................167
Segurança no serviço .........................................119
Seleção de caçamba.............................................99
Separador de água .............................................130
Sequência de partida (imagem da partida) ...........33
Serviço ..................................................................12
Serviços de manutenção.......................................12
Sistema de combustível ......................................129
Sistema de combustível, sangria ........................129
Ref no 83 2 669 6694 Brazilian
Printed in Sweden CST