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Prova Escrita de Biologia e Geologia (Teste 2) 10.º Ano de Escolaridade Versão 1 Duração

Prova Escrita de Biologia e Geologia (Teste 2)

10.º Ano de Escolaridade Versão 1

Duração da Prova: 90 minutos

10 páginas

Nas respostas aos itens de escolha múltipla, seleciona a opção correta.

Grupo I

1. Em rochas de dois locais distanciados de 1200 Km foram encontrados fósseis de Amatheus margaritatus ( espécie de amonite do Jurássico Inferior).

1.1. O que podes concluir relativamente à idade das rochas mencionadas anteriormente?

1.2. Refere o princípio em que te baseaste para responder à questão anterior.

2. Ao apresentar, em 1910, uma teoria sobre a dinâmica da Terra, o alemão Alfred Wegener tornou-se precursor da moderna Teoria da Tectónica de Placas. Estabelece a correspondência entre cada uma das afirmações (de 1 a 6) e a respetiva letra da chave seguinte.

CHAVE

X Fenómeno explicável pela Teoria da Tectónica de Placas mas não pela teoria de Wegener.

Y Fenómeno explicável por ambas as teorias.

Z Fenómeno não explicável por nenhuma das duas teorias.

AFIRMAÇÕES

1)

Os continentes e os fundos oceânicos são móveis.

2)

As glaciações quaternárias deixaram marcas em rochas de diferentes continentes.

3)

A distribuição das cadeias montanhosas não é aleatória.

4)

Os atuais continentes já estiveram unidos, formando um supercontinente.

5) As rochas dos fundos oceânicos apresentam um padrão característico de anomalias magnéticas.

6)

Existem jazigos de carvão, em latitudes elevadas, no Hemisfério Norte.

3. Pode apontar-se como principal fenómeno geológico responsável pelo desaparecimento das rochas do antigo oceano denominado Pantalassa

(A)

a ocorrência de sismos.

(B)

o vulcanismo de rifte.

(C)

a subdução.

(D)

a erosão eólica.

Biologia e Geologia

10º ano

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4. Nos Estados Unidos, O Grand Canyon, escavado pelo rio Colorado, constitui um dos mais belos e educativos cortes geológicos da Terra e encontra-se esquematizado, com algumas adaptações, na figura 1. Os números romanos I, II, III e IV, assinalam descontinuidades na série paleozoica. Do lado direito da figura, é feita referência ao registo fóssil. Os “xistos de Vishnucorrespondem a uma formação geológica do Pré-Câmbrico. Nela, encontram- se vestígios geológicos de areia, lama, lodo e cinzas vulcânicas acumuladas numa bacia marinha adjacente a uma cintura orogénica (Harris et al, 1997) cuja formação ocorreu quando dois arcos insulares colidiram com o continente americano ainda em formação (Kiver et al 1999).

americano ainda em formação (Kiver et al 1999). Figura 1 Considera os seguintes acontecimentos da história

Figura 1

Considera os seguintes acontecimentos da história geológica do Grand Canyon, referenciados por letras de A a G.

(A)

Formação da “Série do Grand Canyon”.

(B)

Intrusão granítica.

(C)

Sedimentação, durante o Pérmico.

(D)

Deformação da “Série do Grand Canyon”.

(E)

Erosão fluvial causada pelo rio Colorado.

(F)

Formação dos “Xistos de Vishnu”.

(G)

Erosão pré-câmbrica dos “Xistos de Vishnu” e da “Série do Grand Canyon”.

4.1. A sequência cronológica destes acontecimentos geológicos, do mais antigo para o mais recente, foi…

(A)

…B-A-F-D-G-E-C

(C)

…B-F-A-G-D-C-E

(B)

…F-B-A-D-G-C-E

(D)

…F-A-B-G-D-E-C

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4.2.

Admite que numa exposição de fósseis, te foram dados a observar exemplares de

1)

Amonites

3)

Trilobites

2)

Dentes de mamíferos

4)

Ovos de dinossauros

Identifica, de entre os exemplares referidos

4.2.1 Dois tipos que não podem ser encontrados na região a que se reporta o corte geológico da figura 1.

4.2.2 O tipo mais provável nas rochas argilosas do Câmbrico (c3).

5. Uma razão válida para a inexistência de fósseis nos “Xistos de Vishnu” (d) é

(A)

a ausência de partes duras nos organismos pré-câmbricos.

(B)

os “Xistos de Vishnu” são rochas magmáticas e como tal não apresentam fósseis.

(C)

o rio Colorado provocou a sua destruição.

(D)

a região esteve submersa o que provocou a destruição dos fósseis.

Grupo II

Robot Curiosity encontra pistas de mudanças na atmosfera de Marte

O robot da NASA com o tamanho de um carro, Curiosity, está a dar contributos significativos para a compreensão da evolução da atmosfera de Marte, planeta que pode ter perdido grande parte da sua atmosfera original. A descoberta do que aconteceu com a atmosfera marciana vai ajudar os cientistas a avaliar se o planeta já foi habitável. A atmosfera atual de Marte é 100 vezes mais fina do que a da Terra. Um conjunto de instrumentos a bordo do robot analisou amostras da atmosfera recolhidas perto do local "Rocknest", na Cratera Gale. Os resultados destas análises, realizadas pelo instrumento SAM (Sample Analysis at Mars), sugerem que a perda de uma fração da atmosfera, resultante de um processo físico que favorece a retenção de isótopos mais pesados de certos elementos, tem sido um facto importante na evolução do planeta. Os primeiros resultados do SAM mostram um aumento de 5% nos isótopos mais pesados de carbono nas moléculas de dióxido de carbono atmosférico em comparação com as estimativas dos rácios isotópicos presentes durante a formação de Marte. Este enriquecimento em isótopos mais pesados, em relação a isótopos mais leves, sugere que o topo da atmosfera pode ter sido perdido para o espaço interplanetário. Os isótopos de árgon também mostram enriquecimento relativo do isótopo pesado, tendo por referência estimativas anteriores da composição da atmosfera, elaboradas com base no estudo de meteoritos marcianos na Terra.

Os cientistas admitem que, no passado distante de Marte, o seu ambiente pode ter sido bem diferente, com água e uma atmosfera mais espessa.

Durante os primeiros três meses do Curiosity em Marte, foram analisadas amostras da atmosfera com dois métodos laboratoriais. Um deles é o espectrómetro de massa que identifica os gases atmosféricos de Marte. A composição atual da atmosfera de Marte está representada no gráfico da figura 2.

Além do estudo da atmosfera marciana, o SAM também levou a cabo as medições mais sensíveis de sempre na procura de metano, CH 4 , em Marte. Os resultados preliminares revelam pouco ou nenhum metano. "O metano é claramente um gás não abundante na Cratera Gale, se é que existe. Neste ponto da missão, estamos apenas contentes por estarmos à sua procura," afirma Chris Webster, da NASA. O metano

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é

uma molécula particularmente relevante pois pode funcionar como indicador químico de vida. Na Terra,

o

metano pode ser produzido por processos biológicos e por processos não biológicos.

O robot Curiosity, a par do estudo da atmosfera, vai também estudar o solo de Marte para definir o grau de habitabilidade deste planeta. O SAM vai analisar a sua primeira amostra sólida nas próximas semanas, começando a busca por compostos orgânicos nas rochas e no solo da Cratera Gale. A análise de minerais portadores de água e a busca e estudo de carbonatos (CO 2 3 ) são prioridades para as futuras investigações

do SAM.

) são prioridades para as futuras investigações do SAM. Extraído e adaptad o de “Astroboletim”, edição

Extraído e adaptado de “Astroboletim”, edição n.º 905, novembro de 2012

Figura 2 | Percentagem da abundância de cinco gases na atmosfera da Marte, medida pelo SAM a bordo do Curiosity em outubro de 2012. Crédito: NASA/JPL-Caltech, SAM/GSFC

1. Mapas obtidos pelas diversas sondas marcianas revelam que o hemisfério norte, com menos crateras de impacto, é mais recente e que o hemisfério sul, com mais crateras, é mais antigo. Do ponto de vista tectónico, atualmente Marte é um planeta

(A)

ativo

(B)

inativo

(C)

mais ativo no hemisfério norte do que no hemisfério sul

(D)

mais ativo no hemisfério sul do que no hemisfério norte

2. Relativamente a Júpiter, Marte tem um período de rotação

e

apresenta

massa.

(A)

idêntico [

]

maior

(C)

idêntico [

]

menor

(B)

menor [

]

maior

(D)

maior [

]

menor

3. Marte possui dois satélites naturais, Fobos e Deimos, que apresentam uma forma irregular. É provável

que estes dois corpos rochosos se tenham desviado da Marte.

 

,

tendo sido capturados pelo campo

de

(A)

cintura de asteroides [

]

gravitacional

(C)

órbita de Júpiter [

]

magnético

(B)

cintura de Kuiper [

]

gravitacional

(D)

cintura de asteroides [

]

magnético

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4.

A atividade geológica interna de um planeta é, sobretudo, o reflexo

(A)

da existência de água no estado líquido

(C)

do seu calor interno

(B)

da radiação solar incidente

(D)

da sua composição mineralógica

5. De acordo com os dados medidos pelo SAM, a atmosfera atual de Marte é Terra, constituída por

(A)

pouco [

]

CO 2 , N 2 e

O 2

(B)

muito [

]

CO 2 , N 2 e O2

(C)

pouco [

]

CO 2 na sua quase totalidade

(D)

muito [

]

CO 2 na sua quase totalidade

extensa e, tal como a da

6. Para a elevada quantidade de dióxido de carbono da atmosfera de Marte contribuíram

(A)

processos de diagénese

(B)

a formação de extensas camadas de calcário

(C)

vulcões como o Monte Olympus

(D)

processos fotossintéticos

7. tem um campo magnético como o da Terra. No nosso planeta, é possível verificar este que se formam no fundo dos oceanos.

Marte

campo nos

(A)

ainda [

]

granitos

(C)

ainda [

]

basaltos

(B)

não [

]

granitos

(D)

não [

]

basaltos

8. Um dos objetivos da missão Curiosity é identificar se em Marte existe, ou não, metano. Comenta a afirmação:

“A identificação de metano em Marte é um dado inequívoco de que neste planeta já existiu vida”.

9. As afirmações que se seguem referem-se a atributos dos planetas do Sistema Solar.

Faz corresponder cada uma das descrições expressas na coluna A à respetiva designação que consta na

coluna B.

 

Coluna A

Coluna B

1)

Têm um grande número de satélites naturais.

a) Planetas telúricos.

2)

Têm uma constituição exclusivamente metálica.

b) Planetas gasosos.

3)

Possuem movimento de rotação.

c) Planetas telúricos e planetas

4)

Possuem pequena massa e elevada densidade.

gasosos.

5)

Têm períodos de translação longos.

d) Nenhuma das opções.

6) São constituídos maioritariamente por materiais

 

gasosos.

7)

Possuem movimento de rotação rápido.

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Grupo III

1. A sequência de esquemas da figura 3 é uma proposta relativa à evolução do
1.
A sequência de esquemas da figura 3 é uma proposta relativa à evolução do Atlântico Norte e, em particular,
da margem continental ocidental portuguesa, desde o Jurássico até à actualidade.
Figura 3
1.1.
Faz corresponder a cada um dos números (2, 3 e 4) da figura 3 a letra que corresponde ao termo adequado
da lista seguinte.
a) Rifte
d) Falha transformante
b) Arco insular
e) Dorsal médio-oceânica
c) Planície abissal
f) Cadeia montanhosa intracontinental
1.2.
Indique o número de placas tectónicas representadas:

1.2.1. no primeiro esquema (Jurássico inferior).

1.2.2. no último esquema (atualidade).

1.3. Identifica o mecanismo representado na figura 3 que é responsável pelo progressivo afastamento entre o território continental português e a Terra Nova.

1.4. A evolução da Atlântico Norte, pode enquadrar-se no âmbito do

pois ocorreu de um modo

(A)

Catastrofismo (…) lento e gradual

(C)

Uniformitarismo (…) lento e gradual

(B)

Catastrofismo (…) violento e rápido

(D)

Uniformitarismo (…) violento e rápido

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