PLANO DE CURSO
4º ANO
Uma aranha executa operações semelhantes ás do tecelão, e a abelha supera mais de um arquiteto ao construir sua colméia. Mas distingui o pior
arquiteto da melhor abelha é que ele figura na mente sua construção antes de transformá-la em realidade. No fim do processo do trabalho aparece
um resultado que já existia antes idealmente na imaginação do trabalhador. Ele não transforma apenas o material sobre o qual opera; ele imprime
ao material o projeto que já tinha conscientemente em mira, o qual constitui a lei determinante do seu modo de operar e ao qual tem de subordinar
sua vontade Karl MARX.
2019
ESCOLA MUNICIPAL DO ENSINO FUNDAMENTAL EUNICE JERÔNIMO DE OLIVEIRA
Portaria nº. 179/96 __ D.O. 26/04/96
CNPJ: 01.904.541/0001 – 07
Endereço: Rua Bráulio Nascimento S/N, Centro /Alcobaça- Bahia
E-mail: escolaeunicejeronimo@gmail.com / eunicejeronimooliveira@gmail.com / secreteunice@gmail.com
IDENTIFICAÇÃO:
DIREÇÃO:
COORDENAÇÃO DO 3º AO 5º ANO:
PROFESSORAS:
de compreensão e produção), aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.
UNIDADE PRÁTICAS DE OBJETOS DE CONTEÚDOS HABILIDADES
TEMÁTICA LINGUAGEM CONHECIMENTOS TEMÁTICOS DO
LIVRO
DIDÁTICO
Decodificação/Fluência de Gênero: (EF35LP01) Ler e compreender, silenciosamente e,
leitura Texto dramático em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência,
Conto de artimanha textos curtos com nível de textualidade adequado.
Formação de leitor Conto (EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ou do
TODOS OS
Leitura/escuta Propaganda cantinho de leitura da sala de aula e/ou disponíveis em
CAMPOS DE (compartilhada e Mito meios digitais para leitura individual, justificando a
ATUAÇÃO autônoma) Expositivo: como escolha e compartilhando com os colegas sua opinião,
nascem as estrelas após a leitura.
Compreensão Entrevista (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto,
História em quadrinhos demonstrando compreensão global.
Estratégia de leitura Resenha (EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos
Primeira página de
lidos.
jornal
Notícia (EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou
Discurso expressões desconhecidas em textos, com base no
contexto da frase ou do texto.
(EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um
texto, identificando substituições lexicais (de
substantivos por sinônimos) ou pronominais (uso de
pronomes anafóricos – pessoais, possessivos,
demonstrativos) que contribuem para a continuidade
do texto.
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paroxítonas 2
Pontuação Sinais de pontuação (EF04LP05) Identificar a função na leitura e usar,
adequadamente, na escrita ponto final, de
interrogação, de exclamação, dois-pontos e travessão
em diálogos (discurso direto), vírgula em
enumerações e em separação de vocativo e de aposto.
Morfologia ISA, IZA (EF04LP06) Identificar em textos e usar na produção
Substantivo: Simples e textual a concordância entre substantivo ou pronome
composto pessoal e verbo (concordância verbal).
Tempos Verbais:(EF35LP14) Identificar em textos e usar na produção
Análise Presente, Passado e textual pronomes pessoais, possessivos e
linguística/ Futuro demonstrativos, como recurso coesivo anafórico.
Semiótica Concordância: (EF04LP08) Reconhecer e grafar, corretamente,
(Ortografização) Substantivo e Verbo palavras derivadas com os sufixos -agem, -oso, -eza, -
Verbo: Pessoa eizar/-isar (regulares morfológicas)
número
Ortografia:
Terminações EZ e EZA
Pessoas gramaticais e
pronome pessoal
Ortografia: OSO / OSA
Pronome de tratamento
Aposto
Vocativo
Morfossintaxe Adjetivo – Locuções (EF04LP07) Identificar em textos e usar na produção
adjetivas textual a concordância entre artigo, substantivo e
Graus do adjetivo: adjetivo (concordância no grupo nominal).
Comparativo e
Superlativo
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Leitura/escuta Compreensão em leitura Texto dramático (EF04LP09) Ler e compreender, com autonomia,
(compartilhada e Conto de artimanha boletos, faturas e carnês, dentre outros gêneros do
autônoma) Conto campo da vida cotidiana, de acordo com as
Propaganda convenções do gênero (campos, itens elencados,
Mito medidas de consumo, código de barras) e
Expositivo: como considerando a situação comunicativa e a finalidade
nascem as estrelas do texto.
Entrevista (EF04LP10) Ler e compreender, com autonomia,
História em quadrinhos cartas pessoais de reclamação, dentre outros gêneros
Resenha do campo da vida cotidiana, de acordo com as
CAMPO DA Primeira página de convenções do gênero carta e considerando a situação
VIDA jornal comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.
COTIDIANA Notícia
Discurso
Produção de Escrita colaborativa Comunicação escrita: (EF04LP11) Planejar e produzir, com autonomia,
textos texto argumentativo cartas pessoais de reclamação, dentre outros gêneros
(escrita Texto expositivo do campo da vida cotidiana, de acordo com as
compartilhada e Discurso de convenções do gênero carta e com a estrutura própria
autônoma) agradecimento desses textos (problema, opinião, argumentos),
Resenha de filme considerando a situação comunicativa e o
Personagens de tema/assunto/finalidade do texto.
histórias em quadrinhos
Conto
Oralidade Produção de texto oral Comunicação Oral:
Apresentando uma
mágica
Apresentando uma
noticia
Explicando um
provérbio
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Entrevistando
Expondo emoções (EF04LP12) Assistir, em vídeo digital, a programa
Debatendo sobre boato infantil com instruções de montagem, de jogos e
Conversando sobre brincadeiras e, a partir dele, planejar e produzir
cinema tutoriais em áudio ou vídeo.
Contando uma história
Análise linguística Forma de composição do Entrevista (EF04LP13) Identificar e reproduzir, em textos
/ texto Resenha injuntivos instrucionais (instruções de jogos digitais
Semiótica Primeira página de ou impressos), a formatação própria desses textos
(Ortografização) jornal (verbos imperativos, indicação de passos a ser
Notícia seguidos) e formato específico dos textos orais ou
escritos desses gêneros (lista/ apresentação de
materiais e instruções/passos de jogo).
Leitura/escuta Compreensão em leitura Propaganda (EF04LP14) Identificar, em notícias, fatos,
(compartilhada e Entrevista participantes, local e momento/tempo da ocorrência
CAMPO DA autônoma) Primeira página de do fato noticiado.
VIDA jornal (EF04LP15) Distinguir fatos de opiniões/sugestões
PÚBLICA Notícia em textos (informativos, jornalísticos, publicitários
etc.).
Produção de Escrita colaborativa Comunicação escrita: (EF04LP16) Produzir notícias sobre fatos ocorridos
textos Texto argumentativo no universo escolar, digitais ou impressas, para o
(escrita Texto expositivo jornal da escola, noticiando os fatos e seus atores e
compartilhada e Subtítulo de notícia comentando decorrências, de acordo com as
autônoma) Artigo de divulgação convenções do gênero notícia e considerando a
científica situação comunicativa e o tema/assunto do texto
Resenha de filme (EF35LP15) Opinar e defender ponto de vista sobre
Personagens de tema polêmico relacionado a situações vivenciadas na
histórias em quadrinhos escola e/ou na comunidade, utilizando registro formal
Conto e estrutura adequada à argumentação, considerando a
situação comunicativa e o tema/assunto do texto.
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impressos ou digitais.
Produção de Produção de textos Comunicação escrita: (EF04LP21) Planejar e produzir textos sobre temas de
textos Subtítulo de notícia interesse, com base em resultados de observações e
(escrita Artigo de divulgação pesquisas em fontes de informações impressas ou
compartilhada e científica; eletrônicas, incluindo, quando pertinente, imagens e
autônoma) gráficos ou tabelas simples, considerando a situação
comunicativa e o tema/assunto do texto.
Escrita autônoma Comunicação escrita: (EF04LP22) Planejar e produzir, com certa
personagens de autonomia, verbetes de enciclopédia infantil, digitais
histórias em ou impressos, considerando a situação comunicativa e
quadrinhos; o tema/ assunto/finalidade do texto.
CAMPO DAS Escuta de textos orais Apresentando uma (EF35LP18) Escutar, com atenção, apresentações de
PRÁTICAS DE noticia trabalhos realizadas por colegas, formulando
ESTUDO E Explicando um perguntas pertinentes ao tema e solicitando
PESQUISA provérbio esclarecimentos sempre que necessário.
Oralidade Entrevistando
Compreensão de textos Variedades da língua; (EF35LP19) Recuperar as ideias principais em
orais Comunicação oral: situações formais de escuta de exposições,
Conversando sobre apresentações e palestras.
Planejamento de texto oral cinema (EF35LP20) Expor trabalhos ou pesquisas escolares,
Exposição oral Apresentando uma em sala de aula, com apoio de recursos
notícia multissemióticos (imagens, diagrama, tabelas etc.),
Explicando provérbios orientando-se por roteiro escrito, planejando o tempo
Entrevistando de fala e adequando a linguagem à situação
Expondo emoções comunicativa.
Análise linguística Forma de composição dos Gênero: (EF04LP23) Identificar e reproduzir, em verbetes de
/ textos Propaganda enciclopédia infantil, digitais ou impressos, a
Semiótica Coesão e articuladores Entrevista formatação e diagramação específica desse gênero
(Ortografização) Primeira página de (título do verbete, definição, detalhamento,
jornal curiosidades), considerando a situação comunicativa e
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Leitura de imagem e posterior discussão com os colegas sobre a obra Perspicácia, de René Magritte, pautada pela exploração do tema da unidade nos
boxes “O que eu vejo” e “O que eu sei”. / Os momentos reservados para “Um pouco de conversa” possibilitam o resgate oral de pontos importantes
dos textos em análise, de modo que configuram uma situação formal de escuta das ideias dos colegas a respeito do que compreenderam desses textos. /
Apresentação de mágica a partir de roteiro para preparação da situação comunicativa, que inclui a ênfase na criação do suspense para despertar o
interesse do público, a necessidade de ensaios para sentir segurança na hora da apresentação, a importância da clareza da linguagem, da adequação do
tom de voz e da manutenção da calma durante a exposição./ Localização de informações no texto dramático Biliri e o pote vazio, de Ricardo Karman,
como o que foi dado a Biliri pelo imperador um ano atrás, o que ele plantou e o que aconteceu com a semente, como ele cuidou da semente, o que
aconteceu no final da história./ Localização de informações no conto de artimanha A esperteza do tatu, de Rosane Pamplona: o tempo da narrativa, as
personagens protagonistas, a antagonista, a ação que cada personagem praticou, os argumentos da onça e do lenhador./ Inferência de que o menino
levou o vaso até o imperador mesmo sem a semente ter florescido por ter acreditado em seu pai, que considerava o esforço de Biliri digno do
imperador./Inferência do sentido do texto que aparece entre parênteses na história, do motivo pelo qual a onça jurou por todas as suas pintas, do sentido
do uso da palavra “imaginem”./ Inferência de que o público-alvo é o público infantil, conforme orientação para antes da leitura. As hipóteses serão ou
não confirmadas depois da leitura do texto. / Inferência de que o público-alvo são os alunos de 4º ano, visto que o livro é destinado a tais alunos e
questiona a opinião deles sobre a adequação da leitura para estudantes do 3o ano./ As atividades das seções “Para compreender o texto” exploram a
compreensão global do texto dramático e do conto de artimanha da unidade, levando à inferência dos temas e dos assuntos abordados./ Inferência da
palavra “severo” a partir da rubrica do texto dramático. Inferência do sentido de “beleza imensa que poderia ser, mas que não foi” a partir da consulta
ao dicionário para entendimento da palavra “miragem”. /Inferência da palavra “logro” a partir do contexto do conto de artimanha em estudo./ O contato
com textos de variadas extensões (trecho de texto dramático de 4 páginas, boxes informativos, adivinha, poema, verbetes de dicionário, conto de
artimanha de 2 páginas, trova e trecho curto de texto dramático), permite a leitura de diferentes gêneros, de diferentes maneiras, com diferentes
objetivos, o que contribui para a formação de um leitor fluente e autônomo./ Criação de expectativa a respeito da Unidade “Eu sou esperto” a partir de
questões sobre a tela Perspicácia, de René Magritte, e de discussão sobre observação, atenção, curiosidade e esperteza, temas que permearão os textos
1 e 2 da referida unidade. / Estabelecimento de expectativa a respeito do que vai acontecer com o menino Biliri, no comando que introduz o texto
dramático, que é retomada nas atividades do “Para compreender o texto”. /Criação de expectativa sobre o conto de artimanha no comando que introduz
o texto A esperteza do tatu, orientando o leitor a observar o papel de cada personagem e o modo como as personagens usam a esperteza, pontos que
serão retomados nas atividades de compreensão do texto. / Produção de texto dramático em dupla, a partir de início de cena dado, considerando as
características do gênero textual, e seguindo as etapas de planejamento (conversa com os colegas sobre o segredo contado pelo imperador a Biliri, a
reação do menino a essa revelação, participação ou não de outras personagens na cena final; escrita das falas das personagens; elaboração de rubricas
indicando movimentação dos atores e emoções das personagens; desfecho), rascunho (escrita das falas, indicando a que personagem se referem; das
rubricas, destacando movimentos das personagens, estado emocional e entonação da voz de cada uma; do segredo; e do final da peça, alertando para a
grafia das palavras), autoavaliação e finalização./ A autoavaliação possibilita releitura e revisão para analisar as falas (se indicam que personagens as
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dizem) e as rubricas (se indicam o modo como as falas devem ser ditas e como os atores devem se movimentar em cena), se o segredo revelado pelo
imperador a Biliri foi escrito, se o desfecho foi criado, assim como se as palavras foram grafadas corretamente. / A reescrita do texto está prevista
como uma etapa da finalização da produção do texto dramático. É um momento oportuno para análise da escrita e realização das correções necessárias.
/ Estudos de fonema (cada som que forma as palavras) e letra (representação dos fonemas na escrita) possibilitam reflexões a respeito da
correspondência comum entre número de letras e de fonemas nas palavras (bote, menino, frio, calor, escuro, moradia etc.)./ Estudos de encontros
vocálicos permitem a apropriação de leitura e escrita de palavras com ditongo, tritongo e hiato, assim como da divisão silábica nesses encontros. /
Atividade lúdica contextualizada em uma sala de cinema propõe organização de sílabas com encontro vocálico de modo a formar palavras, retomando
estudos feitos na unidade. / Reflexões sobre o h inicial, que não representa som (humor, horta); casos em que uma única letra representa diferentes
fonemas (examinar, próximos); casos em que letras diferentes representam um único fonema (casaco, beleza, exatos); e atividades de escrita dessas
palavras de uso cotidiano./ Pesquisa no dicionário de palavras pouco comuns para esta faixa etária e associação com o significado mais coerente com o
contexto da história lida. / Identificação, no conto de artimanha, das personagens protagonistas (espertas e se saem bem no final) e da antagonista (tenta
levar vantagem e acaba perdendo no final); do conflito inicial (lenhador liberta a onça a partir de uma promessa de que não faria nada contra seu
benfeitor) e do desfecho (a onça cai na esperteza do tatu e volta para a armadilha, tornando-se novamente prisioneira); dos recursos estilísticos para
tornar o texto divertido (“mas nem todos se entendiam, como veremos”), para mostrar indignação ao leitor (”imaginem”), para demonstrar ironia
(“sinto muito, amigo, mas estou faminta...”), para enfatizar a fala da onça de que nunca devoraria o lenhador por meio da repetição da palavra
“eternamente”. / Identificação das falas, do nome das personagens e das rubricas no texto dramático, destacando que estas geralmente são escritas entre
parênteses e em itálico, indicam o que acontece em cena e como devem ser ditas as falas, descrevem o ambiente, os objetos e como usá-los, os
movimentos e gestos dos atores, as emoções e a entonação de voz das personagens. Abordagem da rubrica “Apontando a tela” para exploração do
teatro de sombras e da vivência dos alunos em espetáculos teatrais com projeção de imagens. / As reflexões propostas em “O que eu vejo” e “O que eu
sei” introduzem o tema da unidade (Eu respeito a natureza) e possibilitam que os alunos se expressem livremente, a partir de seus conhecimentos
prévios, a respeito da leitura da imagem da criança indígena e da responsabilidade ecológica de cada um, em contexto amparado pelo respeito aos
interlocutores e à diversidade de ideias. / Conduzido pelo professor, o debate sobre boato é uma oportunidade para a participação dos alunos na
discussão das ideias a respeito dessas informações sobre pessoas e acontecimentos sem base na realidade, aguçando a cautela e a criticidade em relação
a mensagens instantâneas e a redes sociais e mantendo a cordialidade na vez de falar, ouvindo os colegas com atenção e levantando a mão quando
quiser se manifestar. / O debate requer tomada de posição, capacidade de argumentação e de crítica, escuta do outro e respeito a opinião diferente, fala
no tempo estipulado e retomada do discurso acrescentando ideias novas, sem repetir o que o outro acabou de falar. / O debate permite uma autoanálise
a respeito da postura diante dos boatos, em contexto formal conduzido pelo professor, que organizará a participação dos alunos e as discussões. As
orientações para uma participação adequada preparam os alunos para o momento coletivo. A autoavaliação retoma a clareza na exposição das ideias, a
atenção na escuta da fala dos colegas, a contribuição com ideias novas e a adequação do tom de voz./ Localização no texto Pra dar no pé, de Pedro
Antonio de Oliveira, do acontecimento que fez o narrador organizar uma manifestação, das três razões contra a derrubada do pé de manga.
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Comparação com a realidade ao questionar se há, na região onde o aluno mora, algum elemento da natureza que deveria ser preservado e se ele
conhece alguém que já viveu situação complicada por causa de fofoca. /Localização, na propaganda da rede de profissionais Publicitários Sem
fronteiras, do que o menino está vendo, dos três elementos principais que compõem a imagem, dos animais marinhos no canto inferior direito, do texto
no canto superior esquerdo. Comparação com a realidade ao questionar se é possível fazer a mesma ação na vida real, ao propor imaginar qual seria o
resultado se a ação tivesse sido feita em um rio, e não no mar, ao perguntar se o aluno conhece outra propaganda com objetivo parecido e se conhece
alguém que tenha mudado de atitude por causa do apelo de uma propaganda./ Recuperação da relação entre texto (“não vê” e “não está lá”) e imagem
(o lixo no fundo do mar), na atividade de compreensão, em que o implícito de um é complementado pelo que se mostra no outro./ Inferência de que o
narrador do conto também participa da história a partir das palavras “eu” e “minhas” utilizadas no texto, de que dona Tina era generosa em relação aos
vizinhos. / Inferência do motivo de uma criança ter sido escolhida para mostrar o que há escondido no mar, de que as expressões “não vê” e “não está
lá” se referem à palavra “lixo”, de que o texto é convincente e do principal objetivo da propaganda./ A partir de reflexões propostas nos estudos de
compreensão do texto, inferência de que a propaganda não se dirige a um público específico por tratar da preservação dos oceanos e do meio ambiente,
assuntos de interesse geral./ As atividades das seções “Para compreender o texto” possibilitam a análise de vários aspectos do conto e da propaganda
que auxiliam a compreensão global dos textos, levando à inferência dos temas e dos assuntos abordados./ Inferência do significado que as expressões
“papagaio de seda”, “veja que mico”, “o tiro saiu pela culatra”, fazer o maior auê”, “plantar a mão na orelha”, “onde já se viu um negócio desses?” e as
palavras “rabiola” e “boato” têm no texto. / Inferência do significado da frase “Só porque você não vê, não significa que não está lá” contida na
propaganda. / Inferência de que o uso de determinadas expressões torna o texto divertido e informal; inferência de que mobilizar muita gente contra
dona Tina, criticá-la sem se preocupar com a veracidade dos fatos foram os motivos que a levaram a ficar irritada com o narrador. / Inferência de que a
imagem da propaganda é forte para mostrar de forma impactante a grande quantidade de sujeira escondida sob as águas dos mares, possibilitando a
associação com a imagem de sujeira escondida sob o tapete. / Discussão oral sobre o que mais chama a atenção na propaganda e dos motivos de se
mostrar uma criança na praia, levantando uma onda como se fosse um tapete, sob a qual se encontra uma grande quantidade de lixo. A partir da
definição de propaganda, da ideia de que a combinação entre texto e imagem deve produzir no público uma reação de aceitação em relação à ideia
veiculada, há reflexão sobre os principais elementos presentes na imagem, a localização do texto e dos animais que parecem em situação de fuga do
lixo, o uso da palavra “você” para aproximar a mensagem do público-alvo, a eficácia da mensagem e seu poder de convencimento com relação a seu
principal objetivo: denunciar o descaso das pessoas com a poluição dos mares. / A leitura de conto, textos informativos, poemas, propaganda, tira,
trecho de conto e artigo de opinião configura uma oportunidade para a compreensão de diferentes gêneros textuais, com variadas extensões,
contribuindo para a formação de leitores fluentes e autônomos / As discussões propostas possibilitam o resgate de conhecimentos prévios sobre a
relação do ser humano com a natureza e a responsabilidade de cada um no que diz respeito à preservação ambiental e ao futuro do planeta, assuntos
que serão tratados nos textos da unidade e discutidos nas seções “Para compreender o texto”. /A orientação para o aluno procurar identificar as
personagens e o narrador do conto que será lido antecipa o gênero textual e cria uma expectativa a respeito das personagens, conteúdos que serão
retomados nas atividades de compreensão do texto. / O comando que antecede o texto 2 alerta para a atenção que deve ser dada ao texto e à imagem
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presentes na propaganda, aspectos que serão retomados nas atividades pós-leitura./ Com base nas informações dadas sobre a situação comunicativa,
interlocutores, finalidade e suporte do texto, os alunos vão planejar um texto argumentativo tendo como referência o debate realizado anteriormente e o
artigo de opinião apresentado no início da seção./ O texto a ser produzido enseja o posicionamento e a defesa de opinião em relação a situações
polêmicas vivenciadas no ambiente escolar, lembrando que exemplos podem servir de argumento. / A orientação para utilização de linguagem formal
na produção de texto argumentativo configura uma oportunidade para o uso de conhecimentos linguísticos e gramaticais, assim como de regras
ortográficas./ Elaboração de texto argumentativo a partir da retomada do que se vai escrever (texto argumentativo sobre fofocas), para quem se vai
escrever (comunidade escolar) e onde o texto vai circular (no mural da escola) e de roteiro que contempla proposta de escrita, planejamento, rascunho,
autoavaliação e finalização. / A etapa de autoavaliação é propícia para uma releitura e uma revisão atentas com o objetivo de avaliar a necessidade de
adequação da linguagem, cortes, acréscimos e outras alterações que contribuam com a correção e o aprimoramento do texto. / Na etapa de finalização,
o texto será passado a limpo, momento em que as alterações detectadas devem ser incorporadas e em que se tem nova oportunidade para uso dos
conhecimentos linguísticos./ Busca no dicionário do significado de “fronteira” para entender o que quer dizer a expressão “sem fronteiras” constante da
propaganda. / A partir de tira, estudos e atividades sobre o uso de dígrafo (conjunto de duas letras que representam um só fonema) e de divisão silábica
de dígrafos contribuem para o aprimoramento dos conhecimentos linguísticos. /Atividade lúdica contextualizada em sala de aula retoma os estudos e
usos de encontros consonantais e dígrafos. / Reconhecimento do narrador-personagem do conto, a partir de observação das palavras “eu” e “minhas”
presentes no texto, e das outras personagens (dona Tina e a turma de amigos do narrador), identificação do conflito gerador (a notícia de que iriam
derrubar o pé de manga da dona Tina), da resolução (descoberta que se tratava de boato). Os estudos compreendem ainda o conceito de conto e as
especificidades do narrador-observador e do narrador-personagem, contribuindo para a educação literária./ No estudo do encontro consonantal, depois
de explorar os efeitos de sentido criados pelos usos da palavra “grilo” com diferentes significados e pela repetição dos encontros consoante + R,
solicita-se a escrita de alguns versos com a exploração, no plano sonoro, de vozes de animais ou sons de objetos. / Os questionamentos do boxe
“Educação em valores” tratam de regras de convivência, oportunidade para os alunos exporem seus pontos de vista e ouvirem os dos colegas, sempre
em clima de respeito e cordialidade./ A atividade parte de dois provérbios e de suas explicações, conceitua esse gênero textual e instiga o aluno a
escolher outro que considere interessante, mencionando também um exemplo que esclareça o significado. Esse momento demanda uma postura de
escuta atenta e propicia o levantamento de questões em momentos oportunos. / A autoavaliação é uma oportunidade para analisar se o exemplo para
esclarecer o provérbio foi utilizado, se o tom de voz usado foi adequado, se foram empregadas palavras e expressões que facilitaram a explicação e se a
explicação dos colegas foi ouvida com atenção./ As discussões propostas pelo livro e mediadas pelo professor possibilitam momentos de fala
espontânea e de escuta atenta quando os colegas estão falando, assim como retomam a necessidade de levantar a mão quando se quer manifestar uma
ideia, atitudes adequadas a um diálogo profícuo em ambiente escolar. / Os momentos reservados para “Um pouco de conversa” propiciam a
conversação espontânea sobre as primeiras impressões a respeito dos textos em análise, de modo que os alunos falem e ouçam a fala dos colegas,
percebendo a alternância entre os interlocutores e valorizando a diversidade de ideias. /A atividade prevê a exposição de um provérbio e de uma
exemplificação que esclareça o seu significado, configurando uma situação formal de exercício de dar e ouvir explicações com exemplos elucidativos,
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respeitando os turnos da conversação. / A leitura, ao longo da unidade, de mito indígena, trecho de mito, textos expositivos, tira, trecho de livro,
provérbios, poemas, página de resultados de site de busca na internet configura oportunidades para o contato com diferentes gêneros textuais, de
variadas extensões, colaborando para a formação da autonomia e fluência de leitura. / As hipóteses sobre o público a que se destina o texto levantadas
antes da leitura poderão ser ou não confirmadas depois de seu estudo. A linguagem e o tema do texto indicam que tenha sido escrito para um público
amplo, que aprecia belas histórias./ A escrita em letra cursiva, assim como a imagem que ilustra o texto, típicas de criança com idade próxima de 9
anos, possibilitam a inferência de que o público-alvo são crianças nessa faixa etária. / Em “Tantas palavras”, substituição da palavra “firmamento” por
outra, sem mudar o sentido da frase. Inferência do significado da expressão “tirar a limpo” a partir do contexto em que ela aparece no texto e da
semelhança de sentido entre as palavras “escondidas” e “sorrateiramente”. Dedução de que as expressões “numa noite”, “noutra noite” e “algumas
noites depois” indicam a sequência temporal em que os acontecimentos ocorreram./ Inferência de que o motivo de o título do mito ser As estrelas nos
olhos dos meninos é o fato de, segundo o texto, as estrelas serem os olhos dos meninos; de que o mito recontado por Theobaldo M. Santos procura
explicar como surgiu a noite./ Inferência de que o tema do texto Como nascem as estrelas? é a formação das estrelas no Universo; de que a principal
informação da introdução é que as estrelas são nebulosas antes de nascer; de que a conclusão do texto poderia ser que a bola incandescente é a estrela
que acaba de nascer; de quais palavras devem ser colocadas na cruzadinha de modo a formar uma frase científica com informações retiradas do texto
expositivo lido./ A partir da pergunta sobre o que aconteceria com os meninos se as mulheres os alcançassem, conclusão de que elas os puniriam.
Proposta de levantamento de repertório dos alunos sobre se eles conhecem outro mito que explique o surgimento de algum elemento da natureza.
Questionamento sobre o que há de comum entre o mito do surgimento da noite e o mito do surgimento das estrelas. / Associação de imagens às partes
do texto expositivo a que elas correspondem. / Inferência de que a causa da fuga dos meninos foi o roubo de ovos de tartaruga e de que a consequência
foi os meninos ficarem para sempre no céu, tendo seus olhos transformados em estrelas. / A partir de análise de trecho do mito, inferência de que as
palavras “escuridão” e “mistério” justificam a criação do mito. / Observação de página de resultados de site de busca na internet e localização dos
lugares onde são digitadas as palavras-chave (ou os termos pesquisados), onde se encontra o título da página, o endereço eletrônico e a amostra do
conteúdo, alertando para informações que ajudam a avaliar a qualidade dos sites, como as siglas de universidades, por exemplo. / A produção escrita
parte da retomada do que se vai escrever (texto expositivo baseado em pesquisa), para quem se vai escrever (os colegas da classe) e onde o texto
circulará (num mural da escola). Pauta-se por um planejamento que inclui a denominação dos animais que botam ovos (ovíparos), exemplos desses
animais, lista de palavras-chave que orientarão a pesquisa e oferta de opções de termos para desenvolver a sequência do texto (antes, depois, primeiro,
em seguida, finalmente). / Após observação de página de resultados de site de busca e orientações gerais sobre pesquisas, a atividade propicia uma
pesquisa na internet sobre nascimento de animais ovíparos./ A atividade de produção de texto expositivo se inicia com uma observação de página de
resultados de site de busca na internet e depois propõe uma escrita de texto expositivo baseado em pesquisa na internet cujo tema será o nascimento
dos animais que botam ovos. / A produção de texto expositivo prevê a utilização de sequência temporal para desenvolver o tema, de modo a oferecer
uma cadência e uma quantidade suficiente de informatividade. / A proposta privilegia as etapas de planejamento, rascunho, autoavaliação, finalização,
momentos em que o aluno deverá contemplar as características do gênero textual e aplicar os conhecimentos linguísticos adquiridos. / A feitura do
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rascunho propicia a releitura e a revisão atentas do texto, de modo a detectar inadequações ortográficas, gramaticais e de pontuação, assim como
possibilita perceber excessos ou lacunas de informação que devem ser resolvidos. / Após a autoavaliação, a passagem do texto a limpo permite a
reescrita e a incorporação das alterações percebidas durante a revisão, a checagem do título e da autoria, a finalização da ilustração etc./ De acordo com
a possibilidade escolar, o uso de programas de edição pode enriquecer o trabalho de produção escrita, sendo também uma oportunidade de explorar os
recursos digitais. / A tira da personagem Suriá introduz, de uma forma lúdica, os estudos e usos do vocativo, conceituando-o como termo usado para se
dirigir ao interlocutor como um chamamento, que pode vir no começo, no meio ou no fim da frase, separado dos outros termos geralmente por vírgula.
A partir do texto Na escola quilombola, estudos e atividades de uso de aposto esclarecem tratar-se da parte da frase que explica uma palavra ou
expressão, grafado geralmente entre vírgulas, entre travessões e após dois-pontos em uma enumeração. / Orientação para exploração do pronome
possessivo “seus” no aposto de “quilombos”, retomando o substantivo “escravos”. / Localização no dicionário de antônimo para “perigo” e formação
de frase com o verbete encontrado. Estudo de várias acepções do verbete “verdade” encontradas no dicionário e correspondência com frases propostas
para encontrar o significado mais plausível em cada situação. / O boxe “Não confunda” retoma os usos de til, M ou N em palavras como “trompete”,
“órfã”, “domingo”, “umbigo” etc. / O texto As estrelas nos olhos dos meninos, recontado por Reginaldo Prandi, apresenta um mito do povo indígena
Bororo, sobre o surgimento das estrelas. Os mitos procuram explicar o surgimento das coisas, das crenças, da vida, os acontecimentos históricos, sendo
uma maneira de aproximar culturas e comportamentos, além de transmitir valores e experiências. / O surgimento de elementos da natureza (as estrelas,
a noite etc.) é um tema que permeia nossa literatura em diferentes gêneros literários. / Numerar os acontecimentos na sequência correta do texto
permite resgatar os fatos principais da história e a estrutura da narrativa. / As discussões propostas em “O que eu vejo” e em “O que eu sei”, a partir da
cena reproduzida do filme Divertida mente, dirigido por Pete Docter e Ronaldo Del Carmen, introduzem o tema da unidade Eu vou ao cinema e
configuram momento oportuno para a livre expressão de ideias, respeitando e ouvindo atentamente os colegas. / Os momentos de “Um pouco de
conversa” permitem discussões sobre a resenha de filme analisada e sobre a entrevista dada pelo produtor e pelo diretor do mesmo filme, ambas
divulgadas em mídia digital, de modo que a divergência de ideias entre os alunos está pressuposta, assim como o respeito à diversidade de argumentos
e pontos de vista, em atitudes adequadas à boa convivência escolar. / A conversa sobre cinema versará sobre as preferências de gênero de filmes de
cada grupo, que escolherá um filme a ser encenado para a classe de forma que a turma consiga descobrir de que filme se trata. O roteiro orienta a
escrita do que cada aluno vai falar e o treinamento para a apresentação. O resumo da história deve conter a descrição das personagens, do cenário e dos
fatos mais importantes do filme. Para uma boa encenação, os atores devem conhecer as falas dos colegas e interagir com eles, cuidando da adequação
do tom de voz. A autoavaliação possibilita analisar se as etapas foram seguidas, se a apresentação foi criativa, se a comunicação foi clara, se os colegas
adivinharam o filme./ Localização do resumo do filme Divertida mente na resenha (onde estão as personagens principais, o conflito e o lugar onde
acontece a história); do nome do autor da resenha; do título do filme resenhado; da data de estreia; da classificação indicativa. / Localização do título
da entrevista Filme “Divertida mente” estreia os cinemas; quem são e o que fazem os entrevistados; o nome da jornalista que faz a entrevista. /
Inferência de que o autor da resenha se dirige ao leitor em linguagem mais informal; de que ele utiliza a pontuação para se aproximar do leitor, como se
estivesse conversando com ele; e de que é possível perceber a opinião positiva do resenhista, já que o modo como ele escreveu recomenda o filme
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como uma boa opção. / Inferência dos motivos que levaram à escolha do diretor e do produtor da animação para dar a entrevista; de outros
profissionais que atuaram no filme que também poderiam conceder entrevista; do que um dos entrevistados espera que as crianças aprendam ao ver a
animação; das duas narrativas que acontecem simultaneamente na animação; da maior importância dada pelos entrevistados a uma boa história do que
ao uso da tecnologia. / Inferência do assunto da entrevista nas atividades de compreensão do texto (curiosidades a respeito da criação da animação
Divertida mente) e da resenha apresentada na atividade de comunicação escrita (O filme O menino e o mundo, animação brasileira, ter sido indicada ao
Oscar). / Inferência do significado de algumas gírias de acordo com o contexto em que aparecem no pequeno diálogo proposto. Inferência de que as
palavras “divertida” e “mente” podem formar outra palavra (“divertidamente”)./Inferência do sentido da expressão “se permitir ficar triste” a partir do
contexto em que aparece na entrevista. / Percepção de que a resenha é mais descritiva do que opinativa, pois o autor não diz sua opinião explicitamente
e a maior parte do texto trata do resumo do filme, embora, apesar disso, a leitura remeta à impressão de se tratar de um bom filme. / A leitura de
resenhas de filme, tirinha, poema, diálogo curto com gírias, textos informativos e entrevista na mesma unidade permite o contato com diferentes
gêneros e extensões, contribuindo com a fluência e a autonomia de leitura. / O comando que introduz a resenha do filme de animação orienta o leitor a
prestar atenção no modo como o autor resume os fatos mais importantes sem revelar o final, aspectos que serão tratados também nas atividades de
compreensão do texto. / O texto que introduz a entrevista sobre o filme de animação explorado no Texto 1 pede a atenção do leitor às perguntas e
respostas, que serão retomadas e analisadas na seção “Para compreender o texto”. / A proposta de produção de resenha parte da análise de uma
resenha sobre o filme O menino e o mundo, e de questionamentos sobre ela: quem é o protagonista, qual é o assunto principal e quais informações da
história a resenha não revela. / Considerando os estudos da unidade, essa produção escrita prevê um texto mais descritivo que opinativo, que também
traga resumo e comentários sobre o filme encenado, uma linguagem próxima do leitor e o objetivo de despertar o interesse dele, tomando cuidado para
não contar o final da história. / Produção de resenha de filme a partir da reflexão sobre o que será escrito (resenha de filme), para quem (alunos da
escola) e onde circulará o texto (no mural da escola) e de planejamento que contempla partes do filme mais chamativas, informações que podem
despertar o interesse do leitor pelo filme, gênero, diretor, lançamento e premiação do filme. / O rascunho detalha o passo a passo da escrita, orientando
a confecção de uma lista com as partes mais interessantes do filme; a inclusão, no título da resenha, do nome do filme e do gênero; a apresentação do
diretor e do produtor; do ano de lançamento; de um breve resumo; das personagens principais; dos fatos mais importantes; e o acréscimo de
informações que despertem o interesse do leitor pelo filme. / O momento de autoavaliação é propício para análise da presença dos itens que devem
compor a resenha e que foram elencados na etapa de rascunho, assim como também para o uso e aprimoramento dos conhecimentos linguísticos e
gramaticais adquiridos./ Na etapa de finalização estão previstas a incorporação das correções necessárias e a reescrita do texto, momento em que se
pode avaliar novamente se há ainda alguma alteração final a ser feita. / Estudos e atividades de acentuação de palavras paroxítonas terminadas em us, i,
is e ditongo (vírus, biquíni, grátis, Rondônia etc.). Reflexões sobre a acentuação em palavras paroxítonas terminadas em ão(s), um(uns), l, n, r, x, ps, e
atividades de uso dessa acentuação (órfão, órgãos, fórum, álbuns, amigável, hífen, zíper, látex, tríceps etc.). / Atividade lúdica em contexto de mostra
fotográfica retoma os estudos de acentuação ou não de paroxítonas./ Identificação da utilização pelo autor da resenha dos pontos de interrogação e
exclamação em frases sequenciais como estratégia para dar impressão de conversa e proximidade com o leitor. / Interpretação da Tirinha de Mauricio
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de Sousa, que mostra Chico Bento conversando com sua mãe. A postura e a expressão facial dela demonstram que está brava porque acha que ele
precisar cortar o cabelo urgentemente. E ele fica surpreso com a afirmação da mãe e diz que não quer. Os risquinhos curvos acima da mão da mãe e os
abaixo do queixo de Chico Bento no primeiro quadrinho são recursos gráficos que expressam essas características (de braveza e espanto). / A tirinha
apresenta humor ao mostrar que Chico Bento confundiu o profissional barbeiro com o bicho barbeiro. Ele não queria cortar o cabelo para não correr o
risco de pegar doença de Chagas. / A exposição de emoções é um momento bastante peculiar, pois os alunos estarão sensibilizados pela escuta da
música escolhida pelo grupo, configurando uma oportunidade para a participação espontânea de todos e troca de ideias e experiências, assim como
para a aproximação entre os alunos da turma./ A escuta da exposição de emoções é um momento de respeito à vez de falar dos colegas e pede o gesto
de levantar a mão quando se desejar fazer alguma intervenção, em atitude de cordialidade em relação aos interlocutores. / A escuta dos sentimentos
despertados pela música nos colegas pressupõe um clima de harmonia e respeito entre os interlocutores. As reações de cada um podem ser diferentes,
permitindo momentos ricos de expressão e de troca de experiências. / a história em quadrinhos Ptix e a turma do Zé Neurim em Driblando a dor, de
Roberto Lent e Flávio Dealmeida, localização do fato acontecido durante o jogo (pancada em Ptix), após o jogo (dor resultante da pancada), da
personagem que explicou o fato (neurônio das emoções), da personagem que disse “Ai!” (Ptix), das falas de Ptix e Zeca, de onomatopeia (Pimba), de
letreiros. /Localização, no artigo de divulgação científica, do título (Cérebro congelado) e do subtítulo (Pesquisa monitorou voluntários bebendo água
gelada) do texto, do momento em que o leitor fica sabendo que o texto é o relato de uma pesquisa (no subtítulo), da autora do artigo (Débora
Mismetto), de palavras e expressões científicas (ultrassom, crânio, artéria cerebral) utilizadas. / Inferência da expressão ”céu da boca” a partir do
contexto em que aparece no artigo de divulgação científica; do motivo pelo qual “congelado” aparece entre aspas (alusão à água gelada, que pode
causar dor de cabeça). / Inferência de que o artigo informa que a ingestão de bebida gelada pode causar dor de cabeça. / Inferência de que o artigo foi
escrito para o público geral, não especializado. / A atividade de produção escrita Personagem de história em quadrinhos recupera o que se vai escrever
(criar e descrever uma personagem de história em quadrinhos), quem vai ler (os colegas de 4o e 5 o anos) e onde a produção será exposta (no mural da
escola: Galeria de personagens) e então propõe a orientação passo a passo para a realização do trabalho, iniciando com a ilustração e a descrição da
personagem Olívio Gravador como exemplo. Depois orienta a dar um nome à personagem a ser criada, descrever suas características e fazer o desenho
dela, questionando o tipo a ser criado: pessoa, bicho, robô etc., sua principal característica e o nome que terá. / Durante a escrita das características da
personagem deverão ser observados os aspectos linguísticos e gramaticais, aprimorando os conhecimentos adquiridos. / A etapa de autoavaliação
possibilita a releitura e a revisão das características da personagem criada, se a apresentação está clara e organizada em um texto curto, se o nome está
coerente com as características dadas, se o desenho está adequado de modo que todos percebam facilmente sua principal característica, se o desenho
chama a atenção do leitor, se as palavras estão escritas corretamente./ Na finalização, a reescrita do texto possibilita a incorporação das alterações
detectadas na revisão e uma nova análise para verificação se há ainda alguma necessidade de mudança para aprimoramento do texto. / Após discussão
sobre o significado da palavra “driblar”, pesquisa no dicionário e análise de qual acepção foi usada no texto. /Conversa com os colegas sobre o
significado da expressão “céu da boca” e posterior consulta ao dicionário para confirmar a explicação. / A partir de poema de Henriqueta Lisboa,
estudos e usos das terminações OSO/OSA em adjetivos derivados de substantivos. / Em ilustração contextualizada em sala de aula, atividade lúdica
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retoma os estudos de adjetivos terminados em OSO/OSA, derivados de substantivos. / Estudos e usos de A e AI, E e EI, O e OU a partir de atividades
lúdicas e tirinha, alertando para a pronúncia e a escrita corretas de palavras como “rapaz”, “faixa”, “caranguejo”, “coleira”, “professora”, “cenoura”
etc. / Em ilustração contextualizada em sala de aula, atividade lúdica retoma os estudos de palavras grafadas com A ou AI, E ou EI, O ou OU. / A
sequência quadro a quadro da HQ vai contando a história narrada em texto e imagens, e o leitor vai interpretando (percebendo a situação inicial: Ptix
joga futebol com outros rapazes; o conflito: ele leva uma pancada de um jogador adversário; e a situação final: ele marca um gol) e observando as
expressões das personagens, os letreiros, as onomatopeias e os recursos gráficos que criam efeitos de sentido. / Os momentos dedicados a “Um pouco
de conversa” possibilitam a troca de ideias sobre a primeira página e a notícia de jornal impressas, sendo propícios à exposição de argumentos para
defender a própria opinião e ao respeito às opiniões alheias. / Os questionamentos propostos em “O que eu vejo” e “O que eu sei” introduzem o tema
da unidade (Eu me informo) e permitem o resgate de conhecimentos prévios a respeito da leitura da imagem em preto e branco, que mostra um grupo
de crianças observando atentamente uma longa folha impressa. As discussões propostas possibilitam momentos de fala espontânea e de escuta atenta à
fala dos colegas, pautadas pelo diálogo respeitoso e pela alternância entre os interlocutores./ Simular situação de leitura de notícia em jornal falado
possibilita atentar para as características linguístico-expressivas do gênero em situação formal./ Simulação de jornal falado com pesquisa de notícia,
escrita do texto (roteiro) para apoio da fala, ensaio e apresentação com ênfase no título, atentando para a seleção das informações necessárias para a
compreensão da notícia pelo ouvinte./ Localização do nome do jornal O Globo, que publicou a primeira página em estudo; do local, da data, do número
e do preço da publicação. Comparação da manchete com a charge de Chico Caruso em que a judoca Rafaela disputa corrida com o jogador de futebol
Neymar. / Localização do acontecimento relatado na notícia sobre a medalha de ouro conquistada pela judoca Rafaela Silva na Olimpíada Rio 2016,
detalhando onde, quando, como e por que aconteceu. Constatação de que só com o título não é possível saber o assunto da notícia. / Localização, no
texto sobre o Museu Emílio Goeldi, do que o visitante pode ver lá (sub-bosque com vegetação da Amazônia, fotos, documentos e objetos da região). /
Localização das palavras mais importantes do trecho da notícia Rei e Rainha do Mar chega ao Recreio, de quem participa do evento, das informações
que o subtítulo pode acrescentar ao título sobre o assunto. / Busca e seleção de notícias em jornais, revistas, internet, rádio ou televisão, para servir de
apoio à apresentação em simulação de jornal falado. / Inferência da principal notícia do dia (Ouro que vem da Cidade de Deus) a partir da observação
do tamanho das letras usadas, da foto e da posição do título na primeira página do jornal. / Inferência de que Armandinho brinca com o pai sobre o
assunto da aula (pronomes de tratamento). / Inferência, a partir de observação de legenda e de foto, da época a que se refere a palavra “menina”.
/Inferência do assunto da notícia: a vitória da lutadora de judô Rafaela Silva, na Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro. A legenda se inicia com a
palavra “lutadora”, que remete a um esporte ligado a luta. / Inferência de que Armandinho está falando com seu pai, apesar de “Vossa Magnificência”
ser uma forma para se referir a reitor de universidade, pois, no primeiro quadrinho seu interlocutor o trata por “filho”. / Inferência de que o assunto da
notícia é o circuito Rei e Rainha do Mar. / Inferência do significado da palavra “desencantou” a partir do contexto em que aparece na notícia em
análise, seguida de consulta do verbo “desencantar” no dicionário e de criação de frase com um significado diferente do constante da notícia. A partir
da releitura de frase do texto, inferência do motivo da afirmação de que a judoca Rafaela é uma “lutadora em todos os sentidos”. Inferência da palavra
“lapidar”, de acordo com o depoimento em análise, explorando a relação entre “lapidar para o esporte” e “lapidar para a vida”. Inferência de que, na
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legenda, a palavra “menina” se refere à Rafaela criança, quando começou a praticar judô. / A leitura de primeira página de jornal, textos informativos,
legenda de foto, tirinhas, poema, notícias, depoimento e trecho de notícia em uma mesma unidade permite o contato com diferentes gêneros textuais,
de variadas extensões, contribuindo para a formação de um leitor fluente e autônomo. / Produção escrita a partir da retomada de: o que se vai escrever
(o subtítulo de uma notícia), para quem se vai escrever (os colegas de classe), onde vai circular o texto (na sala de aula). O planejamento recupera o
assunto da notícia (circuito Rei e Rainha do Mar); a novidade anunciada (estreia das crianças no Recreio dos Bandeirantes); as provas para os pequenos
(natação em águas abertas e corrida na areia). E solicita um levantamento das palavras mais importantes (prova, etapa, crianças etc.), dos participantes
do evento (quatro mil atletas), das informações que o subtítulo pode acrescentar ao título (anunciar a estreia das crianças na etapa do Recreio). / O
rascunho orienta a copiar o título da notícia, a escrever de duas a quatro linhas com mais informações sobre o assunto noticiado, a usar as palavras
principais levantadas na etapa de planejamento, a escrever de modo a despertar o interesse do leitor pela matéria. / O rascunho também possibilita a
releitura e a revisão do texto, atentando para a grafia das palavras, a pontuação utilizada e outras eventuais adequações necessárias. / A autoavaliação é
um momento para analisar se foram dadas informações que não estavam no título, se as palavras escolhidas no levantamento foram utilizadas, se o
texto está despertando o interesse do leitor pela notícia. Passar o texto a limpo possibilita, não só fazer as adequações detectadas na autoavaliação,
como também incorporar as percebidas durante a revisão e outras ainda que se fizerem necessárias. / A partir de releitura de trecho da legenda,
pesquisa no dicionário do significado da palavra “campanha” de acordo com o contexto, seguida de elaboração de frase utilizando a mesma palavra
com o mesmo significado. / Leitura de texto informativo e observação do uso dos pronomes “elas” e “ele” para substituir a expressão “as aves” e o
termo “pica-pau-do-topete-vermelho”, respectivamente. / Atividades exploram os usos de G e J, lembrando que a letra G representa som J quando
antes das vogais E e I em palavras de uso frequente (como em gesso, girafa). Estudos de palavras com C e Ç, elucidando que C antes de A, O ou U
representa som K (como em casa, cortina, escuro), C antes de E ou I representa o som S (como em cetim, cinto), Ç é sempre escrita antes de A, O, U
para representar o som S (como em criança, laço, açude) e nunca inicia uma palavra. Esses estudos contribuem com a memorização da grafia correta.
/ Atividade lúdica em contexto de jogo de bola ao cesto recupera usos de palavras escritas com G e J, C e Ç. / Recuperação do início do conto
interpretado pelas ilustrações dadas e pela leitura feita pelo professor (lugar onde se passa a história, personagens e conflito) para, em seguida, dar
continuidade a ela, criando a resolução, e apresentar aos colegas. / A apresentação oral da continuidade do conto exige um planejamento para o tempo
de fala, a adequação e a clareza da linguagem, a criação do interesse do público. A autoavaliação permite um resgate do próprio desempenho e da
atenção dada à performance dos colegas./ Localização do tempo (tempo do “era uma vez”) e do lugar (no Reino Distante) onde se passa a história do
conto O soldado pacífico, de María Mañero, das personagens principais (soldado pacífico e soldado medroso) e das secundárias (rainha, damas,
cavaleiros, reis e habitantes do reino), do conflito (declaração de guerra pelo Reino Vizinho) e da solução (soldados não lutam e selam paz).
Imaginação de como seria a atitude do aluno se ele morasse no Reino Distante. / Localização, no conto Vivendo com a vaca, de Rosane Pamplona, da
dificuldade do homem e de sua família (morar numa casa pequena); dos animais que foram viver dentro da casa (porco, cabra, vaca); da personagem
protagonista (dono da casa); do conflito, da solução e do desfecho; de quem solucionou o conflito. Imaginação de outra forma para resolver o conflito.
Comparação com a realidade do aluno a partir da reflexão se ele já reconheceu o valor de alguma coisa só depois de perdê-la. /Inferência do que é
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“uma guerra normal e banal”, de como é a guerra nos reinos de faz de conta e de para quem o desfecho do conto foi positivo. /Inferência de que o
homem, após a retirada do porco, da cabra e da vaca de sua casa, apesar de estar no mesmo espaço pequeno de antes, sentiu-se em um lugar grande,
espaçoso e confortável, como se fosse um milagre. Inferência de que o narrador não participa da história. / Inferência de que o conflito acontece
quando o Reino Vizinho declara guerra ao Reino Distante e de que a solução encontrada pelos soldados escolhidos (medroso e pacífico) é não lutar. /
Inferência de que o rabino agiu daquela maneira para passar um ensinamento ao homem. / Inferência do sentido da frase “evitar uma guerra é muito
melhor do que ganhá-la” e posicionamento de concordância ou não com ela; do motivo pelo qual a palavra “pacífico” foi escrita com as sílabas
separadas por hifens. / Inferência do motivo de o narrador ter utilizado a expressão “como por milagre” para se referir ao fato de o homem ficar feliz
em voltar a ter o mesmo espaço que tinha anteriormente para morar com a sua família. / Inferência do sentido da frase “a pipa se alimenta de
liberdade” no contexto do poema em que aparece. / Análise dos substantivos utilizados no conto para se referir ao homem (dono da casa, discípulo) e
ao rabino (mestre, sábio), substituições feitas para evitar a repetição de palavras e dar mais características das personagens. / A leitura de contos,
poemas, verbetes de dicionário, texto informativo, trechos de conto, tirinha, início de conto, em uma mesma unidade favorece a proximidade com
diferentes gêneros textuais, de variadas extensões, contribuindo para a formação do leitor fluente e autônomo. / A produção escrita da continuidade do
conto possibilita o uso dos conhecimentos linguísticos, gramaticais e ortográficos adquiridos. Nessa unidade, os estudos de flexão verbal, de sinônimos
que evitam a repetição de palavras, do travessão e dos dois-pontos como sinais usados em diálogos, a retomada dos adjetivos superlativos, os usos das
terminações EZ/EZA e a escrita de palavras com C, S, SS, SC, SÇ e XC contribuem com o processo de produção de texto. / A escrita da continuidade
do conto parte do que se vai escrever (pequeno conto), para quem se vai escrever (crianças de uma creche do bairro), onde vai circular o texto (em livro
feito pela classe). O início do texto é dado e ilustrado para a continuação da história. A discussão coletiva retoma os personagens principais, o cenário e
o tempo da narrativa. O planejamento prevê reflexão sobre as condições de recepção do livro de contos e as possibilidades de conflitos na narrativa,
assim como a atenção a ser dada às características das personagens; ao que acontecerá ao lenhador, à sua filha e ao homem avistado por eles; como
será resolvido o conflito; quem vai solucioná-lo; e qual será o desfecho. / A etapa de rascunho orienta a copiar os dois primeiros parágrafos,
acrescentando as características do lenhador, da filha e do homem. Do terceiro parágrafo, devem constar a participação do homem e a reação do
lenhador. No quarto, deve ser apresentada a solução do conflito e, no quinto, o desfecho. Por fim, deve ser incluído o título. / A autoavaliação resgata
se a caracterização das personagens está adequada, se foi criado o conflito para o lenhador, se ele foi solucionado, se o desfecho foi criado, e o título,
dado. Além desses aspectos, o momento é oportuno para a releitura e revisão verificando a correção da ortografia e da pontuação e outras alterações
necessárias ao aprimoramento do texto. / Na etapa de finalização, está prevista a incorporação das alterações necessárias na reescrita para passar o texto
a limpo, assim como a organização do livro de contos (confecção do livro com capa e título, numeração de páginas e organização do sumário). /
Estudos e usos de palavras escritas com C, S, SS, SC, SÇ e XC, elucidando que o fonema S é representado por diferentes letras e grupos de letras: S
(no início ou fim de sílabas, exceto quando entre vogais, como em seu, os, ensaio, escada); C (antes de E e I, como em você, cenoura, saci, cidade); SS
(entre vogais, como em assado, isso, pessoa, ossudo); SC (antes de E e I, como em crescer, piscina); SÇ (antes de A e O, como em cresça, cresço);
XC (antes de E e I, como em excelente e excitação). / Atividade lúdica, contextualizada em campo de colheita de flores, retoma os usos de palavras
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escritas com SC, SÇ e XC. / Identificação do travessão como marca da fala do personagem e dos dois-pontos como pontuação que vem antes do sinal
que marca as falas. / Consulta ao dicionário para identificação da acepção de “selar” utilizada no conto em análise. / Pesquisa no dicionário da palavra
“exíguo” e posterior busca no texto de sinônimos e antônimos dessa palavra. /Estudos de EZ e EZA como terminações que geralmente formam
substantivos derivados de adjetivos, como em “timidez”, derivado de tímido, e “firmeza”, derivado de firme. / Atividade lúdica, contextualizada em
campo de colheita de flores, retoma os usos dos sufixos EZ e EZA. / Identificação de frase que apresenta vocativo: “Mestre, não consigo mais viver
neste desconforto!”. / Os estudos “Verbo: pessoa e número” possibilitam, a partir de reflexões sobre trecho de conto, análise de que o verbo é uma
palavra que indica ação, estado de um ser ou fenômeno da natureza e que, quando não indica pessoa, número e tempo, está no infinitivo, aparecendo
dessa forma no dicionário, e que pode ser flexionado em pessoa (1a, 2a e 3a) e número (singular e plural). Atividades exploram os usos dessas flexões. /
Identificação de tempo, cenário, personagens principais e secundárias, conflito, personagens escolhidas para resolver o conflito, solução e desfecho do
conto analisado. /Identificação da personagem protagonista, do conflito, da solução, do desfecho, de quem solucionou o conflito. Percepção de que o
narrador não é personagem da história e de que, portanto, trata-se de um narrador-observador: suas falas acontecem na 3a pessoa e não são marcadas
pelo uso do travessão. / A tirinha Níquel Náusea, de Fernando Gonsales, traz o convite feito à aranha para ela jogar no gol do time da barata.
A interjeição “oba!”, em letras grandes e chamativas, demonstra a alegria da barata pelo aceite ao convite. Já a interjeição “Bah!”, da aranha, mostra a
constatação de que os outros jogadores não a consideram boa goleira. O efeito de humor é criado no último quadrinho, onde a aranha afirma que eles
só querem o gol com redinha, e a ilustração mostra uma rede no gol tecida pela aranha com sua teia. As expressões das personagens reforçam o que é
dito nos balões de fala. / A produção da continuação de um pequeno conto em 3a pessoa, a partir dos estudos desse gênero textual feitos na unidade,
possibilita um exercício de criação estética, pois o aluno vai inventar o conflito e a solução para esse conflito, dar nome às personagens, descrever suas
características, imaginar que problemas o homem avistado pelo lenhador e sua filha pode trazer e qual será a participação da filha na história. / Leitura
de imagem e posterior discussão com os colegas sobre a a cena do filme Cuerdas, que se pauta pela exploração do tema da unidade nos boxes “O que
eu vejo” e “O que eu sei”. /Os momentos reservados para “Um pouco de conversa” possibilitam o resgate oral de pontos importantes dos textos em
análise, de modo que configuram uma situação formal de troca de ideias em turnos de conversação./ A entrevista sobre regras de convivência na
escola, a ser realizada com um colega de outro ano, prevê elaboração de roteiro, feito com a classe e o professor, que contenha perguntas claras e
objetivas, o pedido ao entrevistado para ele conceder a entrevista e o agradecimento no final pela colaboração. / A entrevista a ser realizada com o
colega é uma oportunidade para simulação de entrevista veiculada em jornais televisivos. O roteiro elaborado com a classe e o professor ampara a
atividade. / A entrevista proposta pauta-se pelo roteiro elaborado coletivamente. O momento de exposição deve ser ensaiado e o tempo calculado
previamente, assim como devem ser adequados nesta situação comunicativa a linguagem e o tom de voz./ Localização, no trecho do Discurso de
Malala Yousafzai no Prêmio Nobel da Paz, da idade dela quando recebeu o prêmio, de onde ela morava, de como era esse lugar quando ela tinha 10
anos, de quem atacou Malala e suas amigas, do motivo pelo qual fizeram isso, do motivo por que ela foi escolhida para receber o Prêmio Nobel, para
quem ela ofereceu o prêmio, qual o desejo dela para as crianças do mundo todo. / Localização dos dois tipos de piso tátil apresentados pelo texto
expositivo (direcional e de alerta). Identificação das pessoas com deficiência visual como as beneficiadas pelo uso dos pisos táteis. Localização da
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orientação dada na conclusão do texto (“Se você não precisa, deixe o piso tátil livre”). / Análise e seleção de informações em trecho de discurso
proferido por Malala Yousafzai por ocasião de sua premiação com o Nobel da Paz em 2014, publicado em mídia digital. / Localização das
características e funções do piso tátil de alerta e do piso tátil direcional em texto expositivo publicado em mídia digital. Identificação de placas táteis,
em braile, alocadas geralmente próximas aos botões nos elevadores. Estabelecimento de relações entre placas com símbolos de acessibilidade e seus
significados. / Inferência de que três perguntas feitas por Malala têm a mesma resposta: os governos preferem investir em guerra a investir em
educação, de que o discurso de Malala é de agradecimento. Inferência de que o discurso da jovem foi preparado e escrito com antecedência. /
Inferência de que, pela informação dada no texto expositivo, o piso tátil é uma medida necessária, pois ele ajuda as pessoas com deficiência visual a se
orientar e a se locomover com mais segurança e autonomia. / Inferência de que a ideia central do discurso de Malala é agradecer o prêmio recebido e
alertar para o fato de haver muitas crianças no mundo sem acesso à escola. / Inferência de que o texto expositivo descreve o piso tátil. /Inferir o sentido
de Malala agradecer ao pai por “não cortar minhas asas e me deixar voar”. Análise da repetição de “Que esta seja a última vez que...” como objetivo de
reforçar uma ideia (de que a educação escolar é um direito fundamental das crianças). / discurso em página dupla, trecho de discurso de meia página,
legendas de ilustrações, cartazes de circo, texto expositivo, símbolos de acessibilidade, trecho de conto, poema, permite a experiência com diferentes
textos, de diversas extensões, colaborando com a formação da autonomia e da fluência de leitura. / O texto que introduz o discurso de Malala explica
tratar-se do discurso de uma jovem paquistanesa, que recebeu o Nobel da Paz aos 17 anos, em 2014, criando uma expectativa sobre o teor do texto que
será lido. As atividades de compreensão do texto vão explorar diversos aspectos do discurso e o aluno poderá avaliar se suas expectativas se
confirmaram ou não. / O comando que antecede o texto expositivo Respeitando o piso tátil orienta o leitor a observar como são descritos os diferentes
tipos de piso tátil, aspectos que serão retomadas nas atividades de compreensão do texto. Após a leitura, o aluno reflete se as explicações do texto vão
alterar alguma coisa na atitude dele em relação às pessoas com deficiência de visão. / A produção de discurso de agradecimento pressupõe o uso dos
conhecimentos linguísticos, gramaticais e ortográficos adquiridos. Nessa unidade, a percepção de que a repetição de expressões pode ser utilizada para
enfatizar uma ideia, a noção de que o discurso deve ser escrito e proferido em primeira pessoa, os estudos de concordância entre artigo e substantivo e
entre verbo e substantivo, assim como os usos de ISAR e IZAR no final de verbos contribuirão com o aprimoramento da escrita. / O discurso de
agradecimento tem início com a recuperação do que será produzido (escrita e apresentação de discurso), para quem (para professores e funcionários da
escola), onde será lido (na sala de aula ou no pátio da escola). A proposta segue com outro trecho de Malala, planejamento, rascunho, autoavaliação e
finalização. / A produção do discurso, na etapa do rascunho, orienta a utilização do primeiro parágrafo para apresentar o grupo e explicar à plateia o
propósito do discurso. Depois, a ideia é elaborar o agradecimento aos professores e funcionários, dar exemplos de situações ou ações importantes para
o exercício da cidadania e finalizar expressando o sentimento de fazer parte da escola onde estuda. / A etapa do rascunho é oportuna para uma releitura
e uma revisão do texto produzido, de modo que se possam corrigir erros de gramática, ortografia e pontuação, detectar necessidades de cortes ou
acréscimos etc. / A autoavaliação permite analisar se o agradecimento foi feito a todos os professores e funcionários, se foram dados exemplos de
ações e situações que contribuíram para a formação do aluno, se os sentimentos em relação à escola foram expressos. Na etapa de finalização, é hora de
fazer as correções necessárias e de passar o discurso a limpo, nova oportunidade para ver se ainda há alguma alteração a ser feita. / Os estudos
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possibilitam entender o emprego de AM ou ÃO nas formas verbais da 3a pessoa do plural, respectivamente, do pretérito e do futuro. / Os estudos
permitem reconhecer o emprego de ISAR no final de verbos com origem em palavra que já apresenta a letra S na sílaba final. E perceber que IZAR é
empregado quando o verbo tem origem em palavra que não apresenta a letra S na sílaba final. /Os estudos de concordância entre substantivo e verbo
possibilitam compreender que o verbo concorda com o substantivo que ele acompanha, ficando no singular ou no plural. / Nas atividades propostas, o
aluno é levado a perceber que o artigo concorda com o substantivo.
AVALIAÇÃO
Diagnóstica É usada para que se possa conhecer melhor os alunos e, por conseguinte, organizar o ensino em função das
necessidades deles.
Continua É usada para que o professor reveja suas ações e possa definir novas estratégias com vistas a proporcionar a
aprendizagem efetiva.
Final Integradora É usada para verificar os resultados obtidos no processo, como o aluno chegou a esses resultados (percurso), o que é
necessário continuar desenvolvendo e o que é preciso fazer de novo ou deixar de fazer.
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Sistema de numeração decimal: Sistema de Numeração (EF04MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até
leitura, escrita, comparação e Decimal a ordem de dezenas de milhar.
ordenação de números naturais Sistema de numeração indo-
de até cinco ordens arábico
Composição e decomposição de Valor posicional (EF04MA02) Mostrar, por decomposição e composição,
um número natural de até cinco Problemas que todo número natural pode ser escrito por meio de
ordens, por meio de adições e Dezena de milhar adições e multiplicações por potências de dez, para
multiplicações por potências de Números de cinco algarismos compreender o sistema de numeração decimal e
Números 10 Comparações desenvolver estratégias de cálculo.
Propriedades das operações para Arredondamentos (EF04MA03) Resolver e elaborar problemas com números
o desenvolvimento de diferentes Compreensão de informações naturais envolvendo adição e subtração, utilizando
estratégias de cálculo com Frações e Números na forma estratégias diversas, como cálculo, cálculo mental e
números naturais decimal: algoritmos, além de fazer estimativas do resultado.
Que números são estes? (EF04MA04) Utilizar as relações entre adição e subtração,
Situações com frações bem como entre multiplicação e divisão, para ampliar as
Mais frações estratégias de cálculo.
Frações e medidas (EF04MA05) Utilizar as propriedades das operações para
Números na forma decimal desenvolver estratégias de cálculo.
Problemas envolvendo Centavos do real (EF04MA06) Resolver e elaborar problemas envolvendo
diferentes significados da Nosso sistema de numeração e diferentes significados da multiplicação (adição de parcelas
multiplicação e da divisão: os números na forma decimal iguais, organização retangular e proporcionalidade),
adição de parcelas iguais, Medições utilizando estratégias diversas, como cálculo por estimativa,
configuração retangular, Compreensão de problemas cálculo mental e algoritmos.
proporcionalidade, repartição Compreensão de informações (EF04MA07) Resolver e elaborar problemas de divisão cujo
equitativa e medida divisor tenha no máximo dois algarismos, envolvendo os
significados de repartição equitativa e de medida, utilizando
estratégias diversas, como cálculo por estimativa, cálculo
mental e algoritmos.
Problemas de contagem (EF04MA08) Resolver, com o suporte de imagem e/ou
material manipulável, problemas simples de contagem,
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alunos a compreenderem alguns padrões e regularidades das operações. Solicite aos alunos que escrevam números ditados, para verificar se eles
conseguem estabelecer relação entre a língua materna e o registro numérico. Por exemplo, “meio” pode ser representado por 1/2 ou por 0,5. / Nesta
etapa, espera-se que o aluno saiba usar diferentes cálculos: o mental, aproximado ou por estimativa e o convencional (algoritmo). A formação de
repertório de procedimentos de cálculo propiciará o uso com compreensão das operações de adição, subtração, multiplicação e divisão para encontrar a
solução para os diferentes tipos de problema. Por essa razão, os problemas oferecidos devem contemplar os diferentes significados das estruturas
aditivas e multiplicativas. As estratégias de cálculo para a solução precisam avançar dos procedimentos pessoais aos convencionais, na medida em que
os alunos compreendem os algoritmos e as propriedades que o regem. / Em Álgebra, além de verificar se os alunos identificam regularidades em
sequências numéricas, é importante propor atividades que avaliem se eles conseguem perceber as relações inversas entre as operações de adição e a
subtração e entre as de multiplicação e divisão. / Nesta etapa do ensino, eles devem ser capazes de identificar regularidades em sequências numéricas
compostas por múltiplos de um número natural. Para isso, é necessário que as atividades possibilitem a eles definir as regularidades existentes entre os
elementos de uma sequência, permitindo que encontrem o elemento que está faltando ou a regra de formação que viabilize completá-la. Os alunos
devem reconhecer, por meio de investigações, as relações inversas entre as operações de adição e subtração e entre as de multiplicação e divisão, para
aplicá-las na resolução de problemas. Além disso, devem compreender algumas propriedades das igualdades. Por exemplo, que a relação de igualdade
se mantém ao se adicionar um mesmo número aos seus dois membros. / Na Geometria é importante verificar se os alunos estão evoluindo do nível
concreto para o abstrato. Portanto, antes de pedir, por exemplo, que comparem atributos de figuras geométricas, peça que manipulem e analisem os
modelos concretos dessas figuras. / O estudo das figuras geométricas não planas permite a observação do espaço em que os alunos estão inseridos.
Exige contato com modelos concretos de figuras geométricas para aguçar a percepção dos alunos, a fim de que possam perceber nas representações de
figuras geométricas não planas algumas características que lhes são próprias e diferenciá-las. Nesta etapa do ensino, eles devem ser capazes de:
descrever características de algumas figuras geométricas espaciais (prismas e pirâmides), relacionando-as com suas planificações; identificar ângulos
retos e não retos em figuras poligonais, com uso de dobraduras, esquadros ou softwares; reconhecer simetria de reflexão em figuras e em pares de
figuras geométricas planas e utilizá-la na construção de figuras congruentes. / O estudo das grandezas e das medidas exige atividades avaliativas que
envolvam leitura, identificação, medições e análise de situações cotidianas, propiciando verificar o nível de compreensão dos alunos sobre o assunto.
/Nesta etapa do ensino, os estudantes devem ser capazes de medir e estimar comprimentos, massas e capacidades, além de comparar área de figuras
planas desenhadas em malhas quadriculadas, reconhecendo que duas figuras com formatos diferentes podem ter a mesma área. Eles também devem
reconhecer temperatura como grandeza e o grau Celsius como unidade de medida a ela associada e determinar as temperaturas máxima e mínima
diárias em locais do seu cotidiano. / O trabalho com resolução e elaboração de problemas que envolvam valores monetários do sistema brasileiro em
situações de compra e venda e formas de pagamento, devem ser explorados enfatizando o consumo ético, consciente e responsável. / Grandezas e
medidas e Probabilidade e estatística são Unidades temáticas que devem ser avaliadas por meio situações-problema que exijam leitura, reflexão e ação
dos alunos. Seja na análise de chances de eventos aleatórios, na interpretação de gráficos, na elaboração de tabelas ou na realização de pesquisas, os
alunos devem ser avaliados constantemente enquanto realizam as tarefas e receber orientações sempre que necessário até conseguirem agir com mais
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autonomia. / O estudo de Probabilidade permite explorar situações do cotidiano que apresentam fenômenos aleatórios. Assim, é importante estimular
discussões em sala de aula que permitam aos alunos desenvolver um pensamento probabilístico na medida em que expõem suas ideias e se tornam
mais autônomos ao fazer escolhas e argumentar com coerência em defesa de suas opiniões. Uma abordagem mais exploratória e prática contribui para
a compreensão de ideias matemáticas trabalhadas no decorrer da vida escolar. Nesta etapa do ensino, as situações-problema propostas devem estimular
os estudantes a identificar, entre eventos aleatórios cotidianos, aqueles que têm maior chance de ocorrência. / O estudo de Estatística exige o
envolvimento dos alunos nas diferentes etapas de pesquisa: coleta, classificação e representação de dados em tabelas e gráficos. Em outros momentos,
os alunos precisam analisar dados em tabelas de dupla entrada, em gráficos de barras ou pictóricos, e produzir texto com a síntese de sua análise.
AVALIAÇÃO
Diagnóstica É usada para que se possa conhecer melhor os alunos e, por conseguinte, organizar o ensino em função das
necessidades deles.
Continua É usada para que o professor reveja suas ações e possa definir novas estratégias com vistas a proporcionar a
aprendizagem efetiva.
Final Integradora É usada para verificar os resultados obtidos no processo, como o aluno chegou a esses resultados (percurso), o que é
necessário continuar desenvolvendo e o que é preciso fazer de novo ou deixar de fazer.
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Identificação de exemplos de materiais do cotidiano que são misturas de substâncias. /Identificação de situações que promovem a transformação física
da matéria. / Investigação da quantidade de sal que pode ser dissolvida na água. / Identificação das mudanças ocorridas no estado físico da água em
diferentes situações. / Relacionamento das mudanças de estado físico da água provocadas pelo aquecimento global. / Identificação, por meio de um
experimento, da separação dos materiais que compõem algumas misturas. / Identificação de situações cotidianas em que ocorrem algumas
transformações químicas da matéria. / Identificação das transformações reversíveis e irreversíveis provocadas pelo aquecimento dos materiais. /
Identificação dos pontos cardeais. / Identificação dos pontos cardeais por meio da confecção e utilização de uma bússola caseira. / Associação entre os
ciclos regulares de alguns corpos celestes com o estabelecimento de formas usadas até hoje para contar o tempo. / Identificação dos ciclos regulares da
Lua. / Compreensão das estações do ano como ciclos regulares resultantes da movimentação do planeta Terra ao redor do Sol. / Análise da relação
entre a observação dos ciclos regulares dos corpos celestes com a construção de calendários em diferentes culturas. / Pesquisa e comparação de
diferentes calendários. / Construção de um calendário. / Compreensão de como a Astronomia influenciou a produção de calendários.
AVALIAÇÃO
Diagnóstica É usada para que se possa conhecer melhor os alunos e, por conseguinte, organizar o ensino em função das
necessidades deles.
Continua É usada para que o professor reveja suas ações e possa definir novas estratégias com vistas a proporcionar a
aprendizagem efetiva.
Final Integradora É usada para verificar os resultados obtidos no processo, como o aluno chegou a esses resultados (percurso), o que é
necessário continuar desenvolvendo e o que é preciso fazer de novo ou deixar de fazer.
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família do estudante que sejam imigrantes. / Descrição de costumes do lugar de vivência que tenham se originado por influência de grupos de
imigrantes / Distinção entre imigração e emigração. / Identificação dos povos estrangeiros que contribuíram para a formação da população brasileira. /
Análise de imagens e identificação de aspectos culturais do Brasil que tenham influência de povos imigrantes./ Análise de mapa para localização das
terras indígenas do Brasil. / Discussão sobre a importância da demarcação de terras indígenas. / Análise de gráfico mostrando a distribuição de renda
entre homens brancos e negros e entre mulheres brancas e negras. / Análise de mapa da distribuição de comunidades quilombolas nas unidades
federativas. / Identificação de comunidades quilombolas que existam no lugar de vivência. / Interpretação de esquema ilustrado sobre a
interdependência entre campo e cidade. / Análise da relação entre campo e cidade por meio de fotos mostrando um objeto produzido na cidade e
utilizado no campo. / Leitura e interpretação de texto sobre a relação entre campo e cidade. / Análise de esquema sobre o processo de produção de uma
camiseta, com enfoque para as etapas que ocorrem no campo e na cidade. / Identificação de atividades típicas do campo e da cidade. / Leitura de
gráfico mostrando a distribuição de trabalhadores nas atividades do campo e da cidade. / Análise de quadro para identificação dos elementos da
natureza que interferem no trabalho no campo. / Identificação de diferenças entre as atividades de trabalho no campo e na cidade. / Estabelecimento de
correlação entre um produto e sua matéria-prima principal. / Comparação entre modos de produção de geleia de morango. / Elaboração de texto
comparando o modo artesanal e o modo industrial de produção. / Interpretação de esquema sobre a transformação do trigo em outros produtos. /
Identificação das fontes utilizadas para elaboração de gráfico sobre a distribuição de trabalhadores nas atividades de trabalho. / Identificação das fontes
utilizadas para a elaboração de mapa da produção agrícola brasileira. / Localização de informações na legenda de mapa sobre a pecuária brasileira e
identificação das fontes utilizadas em sua elaboração.
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LIVRO DIDATICO
A ação das pessoas, grupos Os primeiros grupos (EF04HI01) Reconhecer a história como resultado da ação do
Transformações sociais e comunidades no tempo humanos ser humano no tempo e no espaço, com base na identificação de
e permanências e no espaço: nomadismo, O estudo da História mudanças e permanências ao longo do tempo.
nas trajetórias agricultura, escrita, navegações, O tempo na história (EF04HI02) Identificar mudanças e permanências ao longo do
dos grupos indústria, entre outras A vida na Pré-história tempo, discutindo os sentidos dos grandes marcos da história da
humanos A agricultura e a ocupação humanidade (nomadismo, desenvolvimento da agricultura e do
do espaço pastoreio, criação da indústria etc.).
O passado e o presente: a noção (EF04HI03) Identificar as transformações ocorridas na cidade
de permanência e as lentas ao longo do tempo e discutir suas interferências nos modos de
transformações sociais e vida de seus habitantes, tomando como ponto de partida o
culturais presente.
A circulação de pessoas e as O início do comércio (EF04HI04) Identificar as relações entre os indivíduos e a
transformações no meio natural As primeiras trocas natureza e discutir o significado do nomadismo e da fixação das
irculação de comerciais primeiras comunidades humanas.
pessoas, Comércio e ocupação do (EF04HI05) Relacionar os processos de ocupação do campo a
produtos e espaço intervenções na natureza, avaliando os resultados dessas
culturas A expansão do comércio e intervenções.
A invenção do comércio e a das rotas (EF04HI06) Identificar as transformações ocorridas nos
circulação de produtos As grandes navegações processos de deslocamento das pessoas e mercadorias,
analisando as formas de adaptação ou marginalização.
As rotas terrestres, fluviais e (EF04HI07) Identificar e descrever a importância dos caminhos
marítimas e seus impactos para a terrestres, fluviais e marítimos para a dinâmica da vida
formação de cidades e as comercial.
transformações do meio natural
O mundo da tecnologia: a (EF04HI08) Identificar as transformações ocorridas nos meios
integração de pessoas e as de comunicação (cultura oral, imprensa, rádio, televisão,
exclusões sociais e culturais cinema, internet e demais tecnologias digitais de informação e
comunicação) e discutir seus significados para os diferentes
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dedicam à preservação de objetos e documentos do passado, e são muito importantes para o historiador. /Organize com os alunos uma visita a uma
biblioteca para que os alunos conheçam o trabalho do bibliotecário e o trabalho de preservação do acervo. / Entre em contato com uma biblioteca
pública de seu município e pergunte sobre a possibilidade de uma visita com os alunos, preferencialmente com a orientação de um guia que apresente
o acervo. Se não houver biblioteca pública disponível, ou se as bibliotecas existentes não oferecerem serviços de visita escolar, providencie uma visita
à biblioteca da própria escola. / Antes da visita, estimule os alunos a doarem livros que tenham em casa e que não usem mais. A biblioteca pode
eventualmente recusar doações, por isso explique antecipadamente aos alunos que isso é normal, pois cada biblioteca tem uma política de manutenção
e aquisição de novos títulos para o acervo. Acrescente que, nesses casos, os livros podem ser doados a uma outra biblioteca cuja política de aquisição
se interesse pelo tipo de livro a ser disponibilizado. / Proponha aos alunos um trabalho de análise da linha do tempo. / Solicite a eles que durante o
período de uma semana procurem manchetes em jornais e na internet. Eles devem selecionar uma manchete por dia, anotando a data de cada uma
delas, começando em um domingo e terminando no sábado. /Na semana seguinte desenhe na lousa uma linha do tempo, dividida nos sete dias da
semana, de domingo a sábado, marcando a data de cada dia em que os alunos coletaram as manchetes. Abaixo de cada dia desenhe uma coluna. / Em
seguida, peça aos alunos que leiam as manchetes que selecionaram e escreva cinco ou seis delas em cada coluna, evitando manchetes de conteúdo
repetitivo. / Ao final a linha do tempo contará os principais fatos divulgados pela mídia durante a semana. É possível que alguns dos fatos sejam
manchete em mais de um dia. Caso isso aconteça, trabalhe com a turma a noção de duração e explique que alguns eventos têm um tempo de
permanência maior que outros. / Proponha aos alunos uma pesquisa sobre a história do município, enfatizando que eles devem selecionar os
principais fatos ocorridos na cidade e relacioná-los às datas em que foram registrados. / Divida a turma em grupos e peça aos alunos que compartilhem
com os demais integrantes do grupo as informações que levantaram sobre a história do município. Cada grupo deve selecionar os principais
acontecimentos e representá-los em uma linha do tempo, com início na fundação do município e com término no ano corrente. A linha do tempo deve
ser produzida em uma folha de cartolina, de modo que ao final da atividade a turma possa fazer uma exposição de cartazes. / Ao final da atividade
forme uma roda de conversa comparando as linhas do tempo produzidas por cada grupo. Explore no debate os critérios que os alunos utilizaram para
selecionar os fatos que julgaram ser os mais relevantes para a história do município. / Traga para a sala de aula lascas de pedra que possam ser
manuseadas (pedras quebradas de tal modo que tenham um lado anavalhado, mas não excessivamente afiadas), retalhos de couro que possam ser
descartados e uma tábua de madeira. / Coloque a tábua de madeira sobre uma mesa no centro da sala de aula e peça aos alunos que fiquem ao redor.
Solicite voluntários ou indique alunos que tentem cortar o couro esfregando o lado anavalhado da pedra sobre o couro. Se for possível, seria
interessante que todos os alunos pudessem fazer a experiência ao menos uma vez. / Após a realização da atividade, comente com os alunos sobre a
dificuldade que eles tiveram tentando recortar o couro com a pedra e sugira que imaginem como seria a vida no período Paleolítico, quando estes eram
os instrumentos de que as pessoas dispunham. Comente com os alunos que os instrumentos de pedra polida ou de metal representaram um grande
avanço tecnológico, que caracterizou o período seguinte, o Neolítico. / Ao final da aula, solicite a cada aluno que elabore um desenho representando
os instrumentos de pedra utilizados no Neolítico. Os alunos podem desenhar pontas de flechas, machadinhas etc., preferencialmente sendo usadas. /
Pesquise em livros ou na internet imagens das pinturas rupestres encontradas no sítio arqueológico Parque Nacional Serra da Capivara, em São
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Raimundo Nonato, no Piauí, e traga para a sala de aula. / Exponha as pinturas e oriente a turma na realização de um desenho representando uma
pintura rupestre. Os materiais necessários são cartolina, giz de cera, tinta nanquim, pincel e um clipe de metal. / Os alunos deverão pintar a cartolina
com o giz de cera, preferencialmente de várias cores, até que toda a área do papel esteja coberta. A seguir os alunos deverão cobrir a parte pintada com
giz de cera usando pincel e tinta nanquim. / Depois que a tinta nanquim secar de um dia para o outro, os alunos devem esticar o arame do clipe de
metal, deixando-o reto, e fazer desenhos raspando a tinta com a ponta do clipe e deixando a pintura com giz de cera debaixo aparecer. / Estimule os
alunos a observarem as pinturas rupestres do sítio arqueológico da Serra da Capivara, tentando imitá-las. / Para finalizar, organize uma exposição dos
desenhos em sala de aula. / Faça uma pesquisa de imagens usando como palavra-chave a expressão “casal neolítico” e selecione imagens de sítios
arqueológicos com ossadas de duas pessoas abraçadas, deixando claro que se tratou de um enterro duplo. / Há várias imagens desse tipo, mas se for
possível selecione a fotografia referente à ossada dupla encontrada em Valdaro, perto da cidade de Verona, no norte da Itália. / A partir da imagem, dê
início a um debate com os alunos. Sugira questões como “Quem teriam sido essas pessoas?”, “Que relação teriam tido uma com a outra?” e “Por que
terão sido enterradas juntas nessa posição?”. / É bastante provável que alguns alunos levantem a hipótese de que se trata de um casal em um abraço
romântico. Essa é uma interpretação popular comum, especialmente pelo fato de que os esqueletos foram encontrados próximos a Verona, cenário do
enredo da famosa peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Esclareça que, embora essa seja uma interpretação possível, é preciso lembrar que o
amor romântico é uma construção cultural moderna e que em outras épocas da História as relações entre casais podiam seguir padrões bastante
diferentes. / Cite exemplos de hipóteses alternativas. As ossadas podem ter sido de dois irmãos, por exemplo. É preciso lembrar que em algumas
culturas a mulher era sacrificada após a morte do marido e é possível que seja de fato um casal, mas o abraço não refletiria um sentimento de amor,
mas uma convenção social. / Finalize a atividade debatendo os desafios da Arqueologia e o papel do levantamento de hipóteses no estudo de
sociedades do passado. / Organize um trabalho em grupos de elaboração de um infográfico em cartolina. / Divida a turma em grupos de quatro ou
cinco alunos. Cada grupo deve elaborar um infográfico com ilustrações representando os seguintes temas: agricultura, sedentarismo, formação de
vilas, proximidade de rios e cerâmica. Os alunos devem colocar a agricultura no centro e ligá-la aos demais temas por meio de flechas representando
relações de causa e efeito, de acordo com o seguinte esquema: ( A agricultura é causa do sedentarismo; /. A agricultura é causa do estabelecimento de
grupos humanos na proximidade de rios; / O sedentarismo é causa da formação de vilas; / O sedentarismo é causa da evolução da cerâmica. / .
Outras relações são possíveis. ) / Oriente os alunos a escreverem legendas explicando as relações que eles identificarem entre os temas. Se julgar
oportuno, amplie o infográfico, procurando representar a passagem do Paleolítico ao Neolítico. / Proponha aos alunos que façam a ligação entre os
diferentes temas – agricultura, sedentarismo, formação de vilas, proximidade de rios e invenção da cerâmica – por meio de uma produção de texto. /
Organize a turma em grupos de quatro ou cinco alunos e proponha que inventem personagens que teriam vivido na Pré-história e que tenham
vivenciado as mudanças que marcaram a passagem do Paleolítico para o Neolítico. / Ao final da atividade, os alunos podem produzir um livreto com
as histórias inventadas pelos grupos. Outra possibilidade é a gravação da narração das histórias, sendo que o arquivo de áudio pode ser disponibilizado
em link na internet ou por meio de uma rádio web.
Organize em sala de aula uma feira de escambo. / Solicite aos alunos que tragam para a sala de aula objetos que não usem mais. Podem ser
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brinquedos, livros, revistinhas, peças de roupa etc. / Esclareça que devem solicitar a permissão dos pais ou responsáveis para evitar que os alunos se
desfaçam de eventuais lembranças de família. / Organize a turma em uma roda de conversa. Escolha um aluno para iniciar a atividade. Ele deve
apresentar aos colegas o objeto que trouxe e perguntar se alguém tem interesse em uma troca. Se ninguém se interessar, passa-se a vez para o aluno
seguinte. Se um ou mais colegas oferecerem algum objeto em troca, o aluno deve negociar e decidir se efetua ou não a troca. / Ao final da atividade,
alguns alunos possivelmente terão efetuado trocas e outros não. Converse com os alunos sobre as motivações que os levaram a trocar seus objetos por
outros, ou a recusar possíveis trocas. Os alunos provavelmente levantarão fatores como o interesse (ou a falta deste) no objeto que o colega tem para
trocar e as diferenças de valor entre os objetos. / A partir dessa atividade, peça aos alunos que imaginem como seria o contexto de sociedades do
passado nas quais o dinheiro não existia e o sistema de trocas diretas era a única opção. / Traga para a sala de aula itens variados de uso do cotidiano
escolar, como canetas, livros, borracha etc. e coloque-os sobre uma mesa. Providencie também um pacote de arroz. / Selecione três alunos que
cuidarão desses objetos e que serão chamados de “comerciantes”. / Dê a cada um dos demais alunos uma pequena quantidade de arroz. / Cada aluno
deverá ir até a banca dos comerciantes efetuar uma compra. Os comerciantes devem estabelecer qual é a equivalência de cada objeto em medidas de
arroz (uma colher de chá é uma medida). / Depois que cada aluno tiver “comprado” um item da banca, os comerciantes devem calcular o número de
medidas que ganharam com as “vendas”. / Se julgar conveniente é possível ampliar a atividade, estimulando os alunos a realizarem trocas de objetos
uns com os outros usando as medidas de arroz como moeda de troca. / Ao final os alunos devem devolver os objetos e o arroz utilizado para a
atividade deve ser colocado em um recipiente adequado. / Após a realização da atividade, explique que alguns povos do passado utilizavam cereais
como moeda de troca devido a seu valor de uso (alimento), facilidade de armazenamento e transporte, facilidade de divisão e durabilidade. / Traga
para a sala de aula moedas antigas ou, na falta destas, traga imagens impressas de moedas antigas obtidas por meio de uma busca na internet. /
Organize os alunos em duplas ou trios. Eles devem fazer um desenho em papel sulfite imitando a efígie da moeda e escrever uma legenda, explicando
de que época ela é e que povo (ou país) a usava. / Ao final da atividade, reúna os desenhos dos alunos e monte um livreto que ficará guardado na sala
de aula para que todos possam consultá-lo. / O comércio intercolonial, sendo um conteúdo de cunho econômico e, portanto, bastante abstrato,
representa muitas vezes um desafio para o trabalho em sala de aula, especialmente no Ensino Fundamental. A atividade a seguir apresenta esse
conteúdo de forma lúdica, representando na sala de aula o comércio triangular entre o Brasil, África e Portugal. / Material necessário: ( 1. Papel e
caneta ou lápis e pincel atômico./2. Quatro pacotes pequenos de açúcar (pode ser só uma embalagem escrito “açúcar”). /Faça três pequenos cartazes,
um com a palavra “Portugal”, outro com a palavra “Brasil” e o terceiro com a palavra “África”. Cole cada cartaz em um canto diferente da sala./ Corte
40 retângulos de papel de aproximadamente 10cm x 5cm, e desenhe um cifrão em cada um. / Peça a cada aluno que faça um desenho em papel sulfite,
representando um africano escravizado. / Escolha os alunos que farão os seguintes papéis: ( Rei de Portugal (deve ficar no canto escrito “Portugal” /
Comerciante português (também deve ficar no canto escrito “Portugal”/ Capitão do navio (circula pela sala/ Mercador de africanos escravizados (deve
ficar no canto escrito “África” / Senhor de engenho (deve ficar no canto escrito “Brasil”/ O capitão do navio e o senhor de engenho recebem vinte
cédulas de dinheiro de brinquedo (os retângulos de papel com cifrão)./ O capitão deve se dirigir inicialmente à África, onde comprará dois africanos
escravizados do mercador de escravos por um real cada um (“real” é também o nome da moeda portuguesa que se usava no passado). Depois deve se
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dirigir ao senhor de engenho onde está escrito Brasil, onde venderá cada africano escravizado por dois reais cada um. /O senhor de engenho, ou Brasil,
deve vender ao capitão um carregamento de açúcar (o pacote de açúcar) por três reais. / O capitão deve se dirigir então a Portugal, onde venderá o
açúcar ao comerciante português por cinco reais e dará um real ao rei, a título de imposto. n/ Repita a operação mais vezes, até que acabe o dinheiro
disponível. / Ao final da atividade, explique que o comércio marítimo português era chamado de “triangular”, porque envolvia o continente africano,
Brasil e Portugal. / O comércio de especiarias foi um dos mais importantes fatores motivadores da expansão marítima europeia em função dos altos
preços que esses produtos alcançavam no mercado europeu. Apresente aos alunos uma lista de especiarias, como a seguinte: ( Açafrão / Alecrim /
Anis-estrelado / Cardamomo / Cominho / Cúrcuma / Louro / Noz-moscada / Páprica / Sálvia / Tomilho) / Se julgar oportuno, solicite aos alunos
que façam uma pesquisa sobre a origem e as características de cada uma das especiarias listadas. / Em seguida, solicite que peçam ajuda de um adulto
da família e procurem receitas que utilizem alguma das especiarias da lista. Naturalmente nem todas as especiarias serão utilizadas na mesma receita,
mas é importante que o total de receitas pesquisadas contemple todas as especiarias da lista. / As receitas deverão ser trazidas para a sala de aula e
ordenadas pelos alunos em ordem alfabética, de acordo com o nome de cada prato. Se houver receitas repetidas, exclua as repetições, deixando apenas
uma de cada. / Os alunos deverão colar as receitas em um caderno e fazer o livro de receitas da turma. Opcionalmente, as receitas poderão ser
digitadas em editor de texto eletrônico e compartilhadas com toda a turma. / Após a realização da atividade, converse com os alunos sobre as receitas
pesquisadas, perguntando sobre as preferências de cada um. Explique que o sabor que as especiarias dão ao alimento ainda é muito valorizado, mas
hoje já não são tão caras por causa da modernização da produção e do comércio. / Converse com os alunos sobre os instrumentos de navegação
utilizados no início da Idade Moderna, tais como a bússola, o astrolábio, o quadrante e as cartas marítimas. / Explique à turma que eles vão aprender a
construir uma bússola caseira. Para isso precisarão de um copo com água, uma rolha, um alfinete ou clipe magnetizável e um ímã. Certifique-se de
que os alunos estão usando corretamente o alfinete para evitar que se machuquem. / Ensine os alunos a magnetizar o alfinete esfregando-o contra o
ímã. Depois atravesse a rolha com o alfinete e mergulhe a rolha no copo com água. Um dos polos da agulha marcará o norte e o outro o sul. Faça uma
marca de tinta na extremidade do alfinete que marca o norte, explicando aos alunos como devem se orientar usando a bússola. / Após a atividade,
explique aos alunos a importância do uso da bússola na expansão marítima europeia, especialmente quando estava nublado, quando os marinheiros
não podiam se orientar pelas estrelas. / Divida a turma em seis grupos e atribua a cada grupo como tema de pesquisa uma das seguintes expedições
marítimas: ( 1. A expedição de Bartolomeu Dias, em 1488. / 2. A expedição de Cristóvão Colombo, de 1492. / 3. A expedição de Vasco da Gama, de
1498. /4. A expedição de Pedro Álvares Cabral, de 1500. / 5. A expedição de Fernão de Magalhães e Juan Sebastião Elcano, de 1519 a 1521.) / Cada
grupo deverá elaborar um cartaz representando a rota realizada pela expedição pesquisada, com um breve texto explicando a importância das
descobertas realizadas. Ao final organize um painel com os cartazes elaborados pelos grupos. / Opcionalmente, organize uma seção de apresentações,
nas quais os membros de cada grupo apresentarão aos colegas informações sobre o tema que pesquisou. / Organize em sala de aula uma representação
teatral tendo como tema a chegada de portugueses às terras que mais tarde seriam chamadas de Brasil, em 1500. / Solicite aos alunos que façam uma
pesquisa em livros ou na internet sobre a expedição de Pedro Álvares Cabral. / Em sala de aula apresente o seguinte trecho da carta de Pero Vaz de
Caminha: / “[...] E estando Afonso Lopes, nosso piloto, em um daqueles navios pequenos, por mandado do Capitão, por ser homem vivo e destro para
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isso, meteu-se logo no esquife a sondar o porto dentro; e tomou dois daqueles homens da terra, mancebos e de bons corpos, que estavam numa
almadia. Um deles trazia um arco e seis ou sete setas; e na praia andavam muitos com seus arcos e setas; mas de nada lhes serviram. Trouxe-os logo,
já de noite, ao Capitão, em cuja nau foram recebidos com muito prazer e festa. / A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons
rostos e bons narizes, bem- -feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta
inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento
duma mão travessa, da grossura dum fuso de algodão, agudos na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes
fica entre o beiço e os dentes é feita como roque de xadrez, ali encaixado de tal sorte que não os molesta, nem os estorva no falar, no comer ou no
beber. / Os cabelos seus são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta, mais que de sobrepente, de boa grandura e rapados até por cima das
orelhas. E um deles trazia por baixo da solapa, de fonte a fonte para detrás, uma espécie de cabeleira de penas de ave amarelas, que seria do
comprimento de um coto, mui basta e mui cerrada, que lhe cobria o toutiço e as orelhas. E andava pegada aos cabelos, pena e pena, com uma
confeição branda como cera (mas não o era), de maneira que a cabeleira ficava mui redonda e mui basta, e mui igual, e não fazia míngua mais
lavagem para a levantar. / O Capitão, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, bem vestido, com um colar de ouro mui grande ao pescoço,
e aos pés uma alcatifa por estrado. Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia, e nós outros que aqui na nau com ele vamos,
sentados no chão, pela alcatifa. Acenderam-se tochas. Entraram. Mas não fizeram sinal de cortesia, nem de falar ao Capitão nem a ninguém. Porém
um deles pôs olho no colar do Capitão, e começou de acenar com a mão para a terra e depois para o colar, como que nos dizendo que ali havia ouro.
Também olhou para um castiçal de prata e assim mesmo acenava para a terra e novamente para o castiçal como se lá também houvesse prata. /
Mostraram-lhes um papagaio pardo que o Capitão traz consigo; tomaram-no logo na mão e acenaram para a terra, como quem diz que os havia ali.
Mostraram-lhes um carneiro: não fizeram caso. Mostraram-lhes uma galinha, quase tiveram medo dela: não lhe queriam pôr a mão; e depois a
tomaram como que espantados. / Deram-lhes ali de comer: pão e peixe cozido, confeitos, fartéis, mel e figos passados. Não quiseram comer quase
nada daquilo; e, se alguma coisa provaram, logo a lançaram fora. / Trouxeram-lhes vinho numa taça; mal lhe puseram a boca; não gostaram nada, nem
quiseram mais. Trouxeram-lhes a água em uma albarrada. Não beberam. Mal a tomaram na boca, que lavaram, e logo a lançaram fora. / Viu um deles
umas contas de rosário, brancas; acenou que lhas dessem, folgou muito com elas, e lançou-as ao pescoço. Depois tirou-as e enrolou-as no braço e
acenava para a terra e de novo para as contas e para o colar do Capitão, como dizendo que dariam ouro por aquilo. / Isto tomávamos nós assim por
assim o desejarmos. Mas se ele queria dizer que levaria as contas e mais o colar, isto não o queríamos nós entender, porque não lho havíamos de dar.
E depois tornou as contas a quem lhas dera. / Então estiraram-se de costas na alcatifa, a dormir, sem buscarem maneira de cobrirem suas vergonhas,
as quais não eram fanadas; e as cabeleiras delas estavam bem rapadas e feitas. O Capitão lhes mandou pôr por baixo das cabeças seus coxins; e o da
cabeleira esforçava-se por não a quebrar. E lançaram-lhes um manto por cima; e eles consentiram, quedaram-se e dormiram. [...]” / Carta de Pero
Vaz de Caminha. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2003> Acesso em 21
jan. 2018. / Como se trata de uma leitura de linguagem pouco familiar aos alunos, faça uma pausa entre um parágrafo e outro explicando aos alunos
o que está sendo narrado. Utilize esse encontro entre indígenas e portugueses para a dramatização dos alunos. / A dramatização pode ter caráter
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bastante livre, não é necessário que os alunos usem as palavras do texto. Contudo, é importante que o contexto do encontro seja representado de
forma adequada../ Apresente à turma uma discussão sobre circulação e trocas entre os povos indígenas. Peça a eles que imaginem quais os meios que
os indígenas utilizavam para percorrer distâncias e se havia comunicações entre eles. / Procure na internet um mapa que mostre o Caminho do
Peabiru e apresente aos alunos. O Caminho do Peabiru (em tupi: pe – caminho, abiru – gramado amassado) foi uma rota utilizada pelos indígenas que
ligava a Capitania de São Vicente até Cusco, nos Andes Peruanos. Se não for possível ter acesso a um mapa com a indicação do caminho, utilize um
mapa da América do Sul e procure mostrar aos alunos o tronco principal dessa trilha que começava onde hoje é a cidade de São Vicente, no litoral de
São Paulo, e em seguida cruzava o estado do Paraná e o Chaco paraguaio, atravessava a Bolívia, ultrapassava os Andes até chegar ao Peru e à Costa
do Pacífico. Essa rota foi muito utilizada para guiar as migrações indígenas e também por portugueses para colonizar o interior do país. / Incentive um
debate com os alunos sobre como esse caminho poderia ter sido utilizado pelos indígenas e como os portugueses teriam se utilizado dele para fazer
contato com outros grupos. Concretamente, os vestígios históricos apontam a existência do Caminho do Peabiru como uma importante rota de
circulação de mercadorias, indicando um sistema complexo de trocas entre diversas civilizações indígenas importantes da América do Sul./Depois de
apresentar esta rota, que evidencia como os povos indígenas circulavam pelo território em busca de mercadorias, peça aos alunos que, com base nos
conhecimentos adquiridos em sala de aula e no livro didático, simulem um encontro entre os povos indígenas e os colonizadores portugueses,
considerando o estranhamento desse contato e o estabelecimento de trocas entre os dois povos. Relembre aos alunos que os portugueses adotaram o
uso de instrumentos como canoas, tacapes e incorporaram alimentos como o milho e a mandioca. /Para isso, divida a turma em dois grupos: indígenas
e portugueses. Deixe que cada grupo organize uma forma de apresentação da sua personagem e imaginem como teria se dado esse contato de povos
tão diferentes./Verifique, após a encenação, se os alunos compreenderam que o encontro com povos tão diferentes fez com que os portugueses
criassem, com base na sua própria visão de mundo, diversas representações sobre os indígenas, ora bondosos, ora selvagens. Já os indígenas não
queriam aceitar as determinações dos europeus, o que gerou conflito e a imposição do modo de vida europeu aos povos originários do território
brasileiro./ Apresente aos alunos imagens da organização de aldeias indígenas e de aldeamentos jesuítas. Peça aos alunos que identifiquem as
diferenças entre as duas organizações espaciais: o espaço em círculo das aldeias, a formação em cruz das missões jesuítas, a presença da igreja
enquanto espaço central da vida dos missionários, o material que era usado para construir as ocas etc. / Proponha uma discussão sobre os motivos das
aldeias terem sido construídas daquela forma: a facilidade de acesso à mata, o coletivismo da aldeia indígena, o regimento da vida dos missionários
por meio dos rituais religiosos como missas, os hábitos de portugueses e indígenas. / Incentive o questionamento sobre quais aspectos dessas
sociedades se encontram presentes na disposição das cidades e nos hábitos cotidianos da vida atual./ Peça aos alunos que pesquisem imagens e textos
sobre organização das aldeias indígenas e aldeamentos jesuítas e produzam um texto comparando os dois tipos de organizações espaciais, suas
principais diferenças e como a presença dos jesuítas alterou a forma de vida dos povos indígenas. / Introduza aos alunos o conceito da palavra
“banzo”: o sentimento de depressão causado pelo deslocamento forçado ao qual os escravizados foram submetidos. / Explique aos alunos que os
escravos, além de serem separados de suas terras, também eram separados de suas famílias ao chegarem às fazendas. / Discuta com os alunos como
esta situação provocava depressão nos escravos, o que os submetia ao trabalho com menor resistência. Procure comparar a idade média de vida de um
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escravo com as dos homens libertos. Realize um exercício de forma coletiva que permita aos alunos enxergar as mudanças de condições de vida da
liberdade para o cativeiro, onde foram forçados a trabalhar em condições precárias e submetidos a castigos físicos. Solicite, após isso, que eles
escrevam um pequeno texto sobre as razões e os sentimentos descritos pelo conceito de banzo: a perda da terra de nascimento e o sofrimento. /
Proponha uma atividade de pesquisa com os alunos sobre a vida de Aqualtune, princesa da região do Congo, no século XVI. Filha do rei Mani-Kongo,
Aqualtune liderou um exército de 10 mil homens contra uma invasão ao seu reino por parte de angolenses e portugueses./ Derrotada, teve o pai morto
e foi escravizada pelos portugueses, que a venderam para senhores de escravos brasileiros. Foi enviada para uma fazenda em Porto Calvo, na capitania
de Pernambuco, região Nordeste do país. / Ao ouvir falar do Quilombo dos Palmares, um local de resistência de africanos escravizados que haviam
escapado de seus senhores, fugiu de seu cativeiro e se uniu a outros ex-escravos na luta por liberdade. Sua fama como filha do rei Mani-Kongo e
princesa de seu povo a colocou numa posição de liderança. Ela se tornaria mãe de Ganga Zumba e avó de Zumbi dos Palmares. / Pergunte aos alunos
se eles conheciam a história da princesa africana e se conhecem outras histórias de resistência afro-brasileira. Enfatize que, embora a escravidão fosse
uma fonte de lucro, as pessoas escravizadas não se conformaram com sua situação e, a todo momento, se organizaram em lutas contra seus opressores,
enfrentando diversos obstáculos, como a multiplicidade de línguas e diferenças religiosas./ Proponha uma discussão sobre as organizações de luta por
direitos dos afrodescendentes baseada na continuidade com estas tradições de resistência ao longo da História. Peça aos alunos que pesquisem mais
informações sobre a resistência dos africanos escravizados durante o período de escravidão. Peça-lhes que procurem exemplos de atitudes ou
personagens que se opuseram ao regime escravista e preparem uma apresentação em sala de aula./ Mostre aos alunos uma foto da árvore de pau-brasil
e mencione que a nau que foi encarregada de dar a notícia do descobrimento da “Ilha de Vera Cruz” ao rei d. Manuel também levou toras desta
madeira para Portugal. / Com imagens, comente com os alunos o processo de extração do pau-brasil e seu posterior uso como tinta vermelha para
tecidos. / Comparar com o processo de extração do açúcar, demonstrando com imagens o processo e quem realizava o trabalho manual pesado –
os africanos trazidos como escravos. / Tanto o açúcar como a tinta eram considerados artigos de luxo na Europa, alcançando altos valores entre as
nobrezas europeias. A motivação inicial dos portugueses era descobrir uma rota alternativa para as Índias, de onde eles extrairiam especiarias. /
Incentive uma roda de discussão sobre a divisão injusta do trabalho e do lucro entre portugueses e as outras etnias. Enfatize que não só os portugueses,
mas os holandeses e franceses também vieram para o Brasil com a intenção de explorar estes dois produtos. / Mostre aos alunos uma foto da árvore de
pau-brasil e mencione que a nau que foi encarregada de dar a notícia do descobrimento da “Ilha de Vera Cruz” ao rei d. Manuel também levou toras
desta madeira para Portugal. / Com imagens, comente com os alunos o processo de extração do pau-brasil e seu posterior uso como tinta vermelha
para tecidos. / Comparar com o processo de extração do açúcar, demonstrando com imagens o processo e quem realizava o trabalho manual pesado –
os africanos trazidos como escravos. /Tanto o açúcar como a tinta eram considerados artigos de luxo na Europa, alcançando altos valores entre as
nobrezas europeias. A motivação inicial dos portugueses era descobrir uma rota alternativa para as Índias, de onde eles extrairiam especiarias. /
Incentive uma roda de discussão sobre a divisão injusta do trabalho e do lucro entre portugueses e as outras etnias. Enfatize que não só os portugueses,
mas os holandeses e franceses também vieram para o Brasil com a intenção de explorar estes dois produtos. / Apresente à classe o quadro Primeira
Missa no Brasil, de Victor Meirelles. Discuta os aspectos do quadro que mais chamam a atenção da turma e contextualize com informações sobre o
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evento: celebrada no dia 26 de abril de 1500, em Santa Cruz Cabrália, litoral sul da Bahia. Explique que esse quadro simboliza os portugueses
trazendo a religião cristã para o Brasil desde que chegaram./ Contraponha esse quadro a exemplos de religiosidade, crenças e mitos dos povos
indígenas. Chame atenção para que os indígenas cultuavam diversos deuses, procure saber se os alunos possuem algum conhecimento prévio.
Explique que apesar de serem diferentes sistemas de crenças, mas de igual valor, as missões jesuítas catequizaram os indígenas, impondo trabalhos
forçados e a se converterem para o cristianismo. / Discuta coletivamente com os alunos a importância de se valorizar as expressões culturais
diferentes. Solicite que eles escrevam uma pequena redação sobre isso./ Para trabalhar esta habilidade, é interessante fazer uma discussão sobre a
presença indígena no território brasileiro atual, de forma que os alunos tenham a percepção de que estes povos não foram completamente extintos e
lutam constantemente por seus direitos à terra. / Com base em mapas que apontem a presença indígena no território brasileiro, mostre as principais
reservas indígenas do Brasil. Se achar conveniente faça uma pesquisa prévia em livros e na internet como no site Povos Indígenas no Brasil, que faz
parte do portal do Instituto Socioambiental (ISA) e pode ser facilmente encontrado. / É possível fazer uma discussão sobre o território atual dos
indígenas e as delimitações das reservas, de forma a pensar em como a interação com a sociedade atual e a busca por reservas também provocam
conflitos com essas sociedades. / Peça aos alunos que pesquisem informações em jornais, revistas e na internet sobre a situação atual dos povos
indígenas. Solicite que produzam um trabalho sobre o tema. Pode ser um cartaz, um vídeo, uma gravação em áudio com uma entrevista, ou um
texto. / Peça aos alunos que identifiquem palavras do vocabulário deles que tenham origens indígenas e africanas. Faça um quadro com a relação
destas palavras. / Divida os alunos em grupos e proponha uma atividade de pesquisa sobre as palavras escolhidas: peça a eles que expliquem a sua
origem e procurem identificar a história da palavra, como a região de origem. Por exemplo: diversos recursos naturais possuem nomes indígenas:
peixes, frutas, regiões geográficas. / Realize uma discussão sobre a contribuição linguística de cada fluxo populacional e como estas contribuições se
relacionam com o modo de vida e cultura de cada povo. / Traga exemplos de diversos itens da alimentação em diversas regiões do Brasil: o pão com
manteiga, o bolo de cupuaçu, broa de milho, cuscuz, tapioca e queijo coalho. Explique que as comidas têm uma história ligada às diversas culturas do
país: o trigo usado no pão francês é um cereal típico europeu e foi trazido pelos portugueses, que estavam acostumados com seu consumo. / Divida a
turma em grupos, propondo que pesquisem sobre algumas comidas típicas e sua história. Alguns exemplos são: / - Cuscuz: feito originalmente com
farinha de trigo, é um prato típico da região do Maghreb, no norte da África, e foi trazido pelos portugueses, sendo uma comida consumida por
famílias de baixa renda e escravos e produzido com farinha de milho ou mandioca. / - Cupuaçu: é uma fruta típica do Norte do país, sendo usada em
diversos doces, assim como outras frutas nativas do Brasil, que retêm seu nome indígena. / - Mandioca: o conhecimento do plantio de mandioca foi
dominado pelos indígenas e data de mais de cinco mil anos. / - Frutas diversas: jabuticaba, cupuaçu, guaraná. / O objetivo desta atividade é permitir
que os alunos percebam que seus hábitos alimentares apresentam continuidades com os saberes e hábitos dos indígenas, africanos e europeus desde a
constituição do país. / Comente com os alunos sobre as origens da família de cada um. Dependendo do lugar em que moram, é possível que muitos
tenham entre os familiares, imigrantes que vieram de outros países e se estabeleceram no Brasil. Explique o que é fluxo migratório, ou seja o
deslocamento de pessoas. Para deixar claro, procure anotar na lousa os conceitos de Migração – pessoas que se mudam de uma cidade ou região
para outra dentro do mesmo país. São migrantes. / Emigração – pessoas que se mudam para fora de seu país de origem. Nos país de origem elas são
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chamadas de emigrantes. / Imigração – pessoas que se mudam para um ou outro país, neste outro país elas são imigrantes.) / Proponha aos alunos que
investiguem com suas famílias se há imigrante e como foi a história de sua imigração para a atual localidade. Peça a eles que entrevistem uma pessoa
da família que possa contar um pouco dessa história. Sugira que sigam o roteiro de perguntas: ( 1. Há na família alguém que deixou seu país de
origem e veio para o Brasil? / 2. Quem é essa pessoa e qual é o grau de parentesco? / 3. Quando esse imigrante chegou ao Brasil? / 4. Quais foram as
razões para se deslocar para o Brasil? / 5. Quais foram os transportes utilizados para a travessia? / 6. Quais foram as dificuldades encontradas na
mudança? / 7. Eles têm ou tiveram vontade de voltar para os locais de origem da família? / Se for possível, peça aos alunos que gravem um áudio da
entrevista, ou então tragam por escrito em uma folha de papel avulsa. / Solicite que os alunos apresentem em sala de aula e troquem experiências uns
com os outros. / Nessa atividade, é possível discutir os meios de transporte utilizados para as migrações internas e internacionais. / Comente com os
alunos que as viagens, das terras de origem até o Brasil, eram cansativas. Muitas vezes os imigrantes tinham de viajar dentro de seus próprios países,
saindo de suas cidades até os portos onde iriam embarcar. Então, começava a travessia, que também não era fácil. As condições de viagem eram
péssimas: muitas pessoas dividiam um pequeno espaço nos porões dos navios. As condições de higiene e alimentação também não eram favoráveis. /
Procure em livros ou na internet imagens da chegada dos imigrantes ao Brasil. Há sites confiáveis como o da Biblioteca Nacional ou o Atlas Histórico
do Brasil, do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), da Fundação Getulio Vargas. / Apresente as
imagens e discuta como antigamente só era possível se locomover por navios, trens ou a pé e utilizando animais e carroças pela terra. Comente as
dificuldades encontradas para chegar ao destino e as precárias condições da viagem. / Posteriormente, comente que os meios de transporte se
desenvolveram tecnologicamente, permitindo navios de ferro mais rápidos, assim como aviões que diminuíram o tempo de travessia, enquanto por
terra, foram desenvolvidas ferrovias e estradas para o transporte por trens mais modernos e automóveis, respectivamente. / Faça uma discussão
coletiva sobre as dificuldades de transpor distâncias, explore o microcosmo pessoal dos alunos, ou seja, o deslocamento até a escola e o deslocamento
interno dentro da cidade, do país, e entre continentes. / Proponha uma atividade envolvendo um elemento que reúna características de várias culturas,
com o por exemplo, a culinária brasileira enquanto herança cultural de diversos povos que compõem a nossa cultura. / Comente com os alunos a
influência das culturas dos povos que imigraram para o Brasil, como italianos, alemães, japoneses na culinária, assim como a influência indígena,
africana e a hibridização de várias culturas dentro da culinária. Por causa dessas influências, comidas de outros países, como o macarrão, por exemplo,
passaram a fazer parte da alimentação dos brasileiros. / Solicite que os alunos perguntem receitas tradicionais da família e tragam para a sala de aula.
Com a turma, analise as receitas e procure nelas elementos que possam fazer parte de outras culturas. A partir disso, identifique os locais de origem e
desenvolva a relação entre a herança cultural, a história por trás dos alimentos e a história familiar dos alunos. Muitas receitas tradicionais podem
contar a história da origem da família. / Proponha aos alunos que observem na comunidade onde moram elementos de outras culturas que tenham sido
incorporadas à cultura local. / Se for possível, organize um passeio pelo bairro onde se localiza a escola, ou na região central da cidade. Solicite aos
alunos que observem os nomes dos estabelecimentos comerciais e dos logradouros públicos e anotem aqueles relacionados a outros povos e culturas.
Peça a eles que descrevam a que eles se referem, por exemplo, se é um restaurante ou uma padaria. / Em sala de aula, reúna as informações obtidas e
juntos analisem quais as influências culturais de outros povos foram encontradas no local da visita. Esta pode ser uma forma de conhecer a herança
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cultural da sociedade em que as crianças vivem. / Caso não seja possível realizar o passeio, traga para sala de aula imagens do local em que vive e
realize em sala de aula a mesma análise de elementos culturais de outros povos presentes na sociedade local. / Inicie a aula retomando os conceitos de
migração, imigração e emigração. Comente com os alunos que além do fluxo migratório de pessoas de outras nacionalidades para o Brasil registrado
entre o final do século XIX e início do século XX, houve também uma intensa movimentação interna de pessoas deixando a terra natal e migrando
para outras regiões do país, especialmente entre os anos 1920 e 1970. / Esse fluxo migratório interno ocorreu principalmente da região Nordeste em
direção ao Sul e ao Sudeste por causa dos prolongados períodos de seca naquela área. A escassez de água, a dificuldade de cultivar a terra e o
desemprego levaram famílias e deixar a terra natal em busca de melhores condições de vida. / Após essa exposição inicial, organize uma roda de
conversa com os alunos e peça a cada um que conte um pouco da sua história familiar. Destaque entre as histórias relatadas uma que possa servir de
exemplo: algum familiar que tenha saído da sua terra natal em busca de uma nova vida. Registre na lousa a trajetória dessa pessoa, de acordo com a
história contada pelo aluno. / Estimule a participação da classe na discussão, com perguntas sobre as razões desse deslocamento, as vantagens e
desvantagens de empreender uma mudança de vida. / Por fim, peça aos alunos que transformem a história relatada pelo colega em uma história em
quadrinhos. Verifique, por meio das HQs apresentadas, como os alunos traduziram para o desenho o relato do colega. Qual foi a versão de cada um
para a história contada. / Investigue quais foram os principais movimentos migratórios para a cidade em que seus alunos estudam. Apresente a eles as
principais razões dessa migração e os impactos das trocas culturais para a formação da identidade social local, relacionando a história desses processos
com a conformação atual das comunidades. / Solicite aos estudantes que realizem cartazes expondo e valorizando os diversos povos que integraram a
cidade, as heranças que foram incorporadas, bem como as novidades resultantes das trocas entre as pessoas diversas. / Inicie a aula comentando o
papel dos meios de comunicação na integração cultural. Explique que os meios de comunicação podem ser uma importante ferramenta de transmissão
de costumes, hábitos e tradições. Comente que nos dias atuais o rádio, os jornais impressos e digitais, os programas de televisão e a internet permitem
acessar e conhecer melhor a diversidade cultural brasileira e de outros países. Mas algumas formas de circulação de informação também podem
favorecer a valorização de uma dada cultura em relação a outras, gerando processos de exclusão de alguns grupos sociais. / Destaque um dos meios
de comunicação mais recentes, a internet, e realize uma discussão coletiva com os alunos sobre os potenciais da rede mundial de computadores, na
integração das culturas e na circulação de informações. Explique que ainda nos dias atuais o acesso à internet não é igual para todos. A exclusão
digital gera desigualdade social, econômica e cultural. Sem acesso aos meios digitais, a formação cultural e educacional das pessoas é diferente e isso
tem um impacto nas relações de trabalho e educação. / Comente que a internet pode ser um instrumento útil como fonte de pesquisa e informação,
mas é preciso cautela ao acessá-la e avaliar bem a qualidade dos dados disponíveis, que nem sempre são confiáveis. Além disso, deixe claro para a
turma que as consultas à internet devem ser feitas sempre com a supervisão de um adulto. / Caso seja possível, termine a aula no laboratório de
informática. Divida a sala em grupos e proponha que investiguem a influência de diferentes culturas na formação do Brasil. Peça-lhes que coletem
imagens, vídeos e textos e posteriormente imprimam e organizem um painel na classe. / Se na escola não houver um laboratório de informática,
solicite aos alunos que pesquisem em jornais, revistas e livros o mesmo tema e preparem uma apresentação em sala de aula. / A imigração muito
contribuiu para a arte brasileira como um todo. Diversos imigrantes ou filhos de imigrantes seguiram caminho artístico e retrataram o cenário
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nacional. Como exemplo, é possível citar o escultor Victor Brecheret (1894-1955), um dos principais expoentes da Semana de Arte Moderna de 1922;
e também o lituano Lasar Segall (1891-1957), que retratou em diversas obras a paisagem e o povo brasileiro. / Realize uma atividade de pesquisa com
os alunos sobre esses artistas e peça-lhes que tragam exemplos de obras de arte realizadas por imigrantes com a temática brasileira. Discuta a
importância dos diferentes pontos de vista para a arte e como a imigração contribuiu para as atividades artísticas no Brasil. / Inicie a aula conversando
com os alunos sobre as diversas expressões culturais brasileiras e a influência de outras culturas, inclusive regionais, em costumes e tradições. Um
exemplo são as festas típicas brasileiras e aquelas que foram introduzidas pelos imigrantes. / Divida a turma em grupos e peça que cada um deles
pesquise as festas típicas da sua região e escolha uma delas para fazer uma apresentação para os colegas de sala. / Oriente os alunos sobre a
apresentação: podem ser vídeos, áudios, painéis com imagens ou mesmo a encenação da festa. Por exemplo, se escolherem as festas juninas, eles
podem apresentar uma dança típica, fazer um pequeno vídeo ou uma gravação de áudio com entrevistas sobre a origem da festa. / O importante é que
os alunos mostrem: o que é festa, como ela surgiu e quais as influências que recebeu de outros povos ou de outras regiões do país. / Inicialmente,
levante informações em jornais e revistas sobre a recente onda de movimentos migratórios que tem levado milhares de pessoas a se deslocarem de seu
lugar de origem. Traga para a sala de aula dados sobre os refugiados que procuraram o Brasil para migrar, como os haitianos, árabes e africanos,
introduzindo-os à questão e trabalhando as dificuldades que essas pessoas encontraram em seus locais de origem, bem como as razões de sua mudança
para o Brasil. / Apresente um mapa-múndi mostrando de onde essas pessoas saíram, explique as razões de seu deslocamento. Então realize uma
discussão coletiva sobre a situação dessa população no país, quais são os trabalhos que elas realizam, sempre incentivando os alunos a tentarem
raciocinar e compreender as razões que os levaram a deixar seu país de origem. / Comente que esses imigrantes atuais também trouxeram costumes e
tradições culturais que aos poucos devem ser incorporadas à cultura brasileira. Especialmente na culinária. / Por fim, discuta com eles como é
importante respeitar essas pessoas e que, assim como as imigrações dos séculos passados, elas também podem contribuir e muito com a formação do
Brasil.
AVALIAÇÃO
Diagnóstica É usada para que se possa conhecer melhor os alunos e, por conseguinte, organizar o ensino em função das
necessidades deles.
Continua É usada para que o professor reveja suas ações e possa definir novas estratégias com vistas a proporcionar a
aprendizagem efetiva.
Final Integradora É usada para verificar os resultados obtidos no processo, como o aluno chegou a esses resultados (percurso), o que é
necessário continuar desenvolvendo e o que é preciso fazer de novo ou deixar de fazer.
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As danças circulares
A música em nossa vida
Materialidades Um universo de sons, (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística
gestos e imagens (desenho, pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem,
A expressão nos torna instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais,
humanos instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.
As máscaras teatrais
As danças circulares
A música em nossa vida
O som que vem das ruas:
arte de versar e cantar
no Brasil
Na Era do Rádio foi assim
A grande festa popular
Desafio do improviso
Cordel e o imaginário
popular
A forma e o espaço nas
artes visuais
A construção da ilusão do
espaço
Proporção
Dimensões
Planos e ângulos
Processos de criação Criando ilusão (EF15AR05) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual,
Nas artes visuais – coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da
Perspectiva comunidade.
No palco (EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, para alcançar
A forma e o espaço nas sentidos plurais.
artes visuais
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A construção da ilusão do
espaço
Proporção
Dimensões
Planos e ângulos
Sistemas da linguagem Onde está a arte? (EF15AR07) Reconhecer algumas categorias do sistema das artes visuais
Teatro (museus, galerias, instituições, artistas, artesãos, curadores etc.).
Arte nas ruas
Monumentos da cidade
Dança Contextos e práticas Um universo de sons, (EF15AR08) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da
gestos e imagens dança presentes em diferentes contextos, cultivando a percepção, o
A expressão nos torna imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório corporal.
humanos
As máscaras teatrais
As danças circulares
A música em nossa vida
Criando ilusão
Por meio dos sons
Dança
Onde está a arte?
Teatro
Arte nas ruas
Monumentos da cidade
Elementos da linguagem Criando ilusão (EF15AR09) Estabelecer relações entre as partes do corpo e destas om o
Por meio dos sons todo corporal na construção do movimento dançado.
Dança
(EF15AR10) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço
(deslocamentos, planos, direções, caminhos etc.) e ritmos de movimento
(lento, moderado e rápido) na construção do movimento dançado.
Processos de criação Criando ilusão (EF15AR11) Criar e improvisar movimentos dançados de modo individual,
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Por meio dos sons coletivo e colaborativo, considerando os aspectos estruturais, dinâmicos e
Dança expressivos dos elementos constitutivos do movimento, com base nos
O som que vem das ruas: códigos de dança.
arte de versar e cantar (EF15AR12) Discutir, com respeito e sem preconceito, as experiências
no Brasil pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a
Na Era do Rádio foi assim construção de vocabulários e repertórios próprios.
A grande festa popular
Desafio do improviso
Cordel e o imaginário
popular
Contexto e práticas Criando ilusão (EF15AR13) Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros
Por meio dos sons de expressão musical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da
Dança música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida
O som que vem das ruas: cotidiana.
arte de versar e cantar
no Brasil
Música Na Era do Rádio foi assim
A grande festa popular
Desafio do improviso
Cordel e o imaginário
popular
Instrumentos musicais e
propriedades do som
Sabe assoviar?
Chegou a percussão!
Vamos tocar violão
Elementos da linguagem Instrumentos musicais e (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música
propriedades do som (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos,
Vamos brincar com a voz? brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução
Instrumentos musicais e e apreciação musical.
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propriedades do som
Sabe assoviar?
Chegou a percussão!
Vamos tocar violão
Materialidades Instrumentos musicais e (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no
propriedades do som próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em objetos
Vamos brincar com a voz? cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as
Instrumentos musicais e características de instrumentos musicais variados.
propriedades do som
Sabe assoviar?
Chegou a percussão!
Vamos tocar violão
Notação e registro musical (EF15AR16) Explorar diferentes formas de registro musical não
convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem
como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e
reconhecer a notação musical convencional.
Processos de criação Criando ilusão (EF15AR17) Experimentar improvisações, composições e sonorização de
Por meio dos sons histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos
Dança musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo
Instrumentos musicais e e colaborativo.
propriedades do som
Sabe assoviar?
Chegou a percussão!
Vamos tocar violão
Contextos e práticas Um universo de sons, (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas distintas de manifestações do
gestos e imagens teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir
A expressão nos torna histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade
humanos de simbolizar e o repertório ficcional.
As máscaras teatrais
As danças circulares
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No palco
Processos de criação O som que vem das ruas: (EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as
arte de versar e cantar relações processuais entre diversas linguagens artísticas.
no Brasil
Na Era do Rádio foi assim
Artes A grande festa popular
integradas Desafio do improviso
Cordel e o imaginário
popular
Matrizes estéticas culturais (EF15AR24) Caracterizar e experimentar brinquedos, brincadeiras, jogos,
danças, canções e histórias de diferentes matrizes estéticas e culturais.
Patrimônio cultural Onde está a arte? (EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e
Teatro imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo-se suas
Arte nas ruas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo
Monumentos da cidade a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens
Onde está a arte? artísticas.
Museus
O som que vem das ruas:
arte de versar e cantar
no Brasil
Na Era do Rádio foi assim
A grande festa popular
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Cordel e o imaginário
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Instrumentos musicais e
propriedades do som
Sabe assoviar?
Chegou a percussão!
Vamos tocar violão
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Arte e tecnologia Criando ilusão (EF15AR26) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais
Por meio dos sons (multimeios, animações, jogos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo,
Dança fotografia, softwares etc.) nos processos de criação artística.
ABORDAGEM DIDÁTICA
- Apreciação de distintas manifestações de danças circulares. / - Apreciação de imagens sobre o cordel. / - Apreciação e análise de imagens de
monumentos históricos. / - Atividade individual de leitura de imagem e pesquisa sobre museus. / - Atividade individual de leitura de imagem sobre
ângulos fotográficos. / - Atividade prática coletiva de canto e dança: desenvolver coreografia para marchinha. /- Atividade prática coletiva de dança e
canto a partir do cancioneiro popular. / - Atividade prática coletiva de elaboração de cenário em formato de maquete, aplicando conceitos de
profundidade e tridimensionalidade a partir de interpretação de um trecho de texto dramático./ - Atividade prática coletiva de elaboração de figurino e
coreografia a partir da lenda do Boitatá./ - Atividade prática coletiva de elaboração de radionovela com a aplicação de sonoplastia./ - Atividade prática
coletiva de montagem de exposição nas dependências da escola / - Atividade prática coletiva para conhecer e praticar os passos da capoeira. /
Atividade prática de confecção de bonecos para blocos de carnaval. / n- Atividade prática de criação de instrumento de percussão e exploração
sonora. / - Atividade prática de desenho com o tema caricatura. / - Atividade prática de elaboração de máscara teatral. / - Atividade prática de
elaboração de monumento. / - Atividade prática de exploração sonora através de objetos cotidianos. n/ - Atividade prática de fotografia com
perspectiva forçada. / - Atividade prática de pintura com o tema brincadeira. / - Atividade prática de produção de um cordel com ilustrações em
xilogravura e preparação de exposição. / - Atividade prática em equipe para a organização de show de talentos. / - Atividade prática em fotografia. / -
Atividade prática individual de criação de rimas. / - Atividade prática tridimensional com papelão de escultura. / - Atividade prática tridimensional em
argila de uma caricatura. / - Construir objeto musical de sopro com uso de materiais diferenciados. / - Elaboração de tintas a partir de pigmentos
naturais. / - Fruição de imagens criadas através dos movimentos dos corpos no espaço. / - Fruição de imagens e reflexão sobre os espaços das cidades
e como eles podem ser usados para manifestações artísticas. / - Musicar um jogo e perceber as nuances das notas produzidas. / - Produzir o próprio
instrumento de corda com o uso de materiais diferenciados. / - Reconhecer a importância da preservação de objetos familiares para o resguardo da
história da família, aplicando essas percepções em atividade prática. / - Reflexão sobre a arte indígena e sua presença nos centros urbanos. / -
Reflexão sobre a música e a deficiência auditiva. / - Reflexão sobre o espaço do teatro. / - Reflexão sobre os espaços em que a arte se manifesta. / -
Reflexão sobre os recursos tecnológicos do passado e da atualidade. / Apreciação de imagens do período da pré-história. /Assoviar e medir a
intensidade e duração do assovio. / Atividade prática de desenho para trabalhar ilusão de profundidade. / Atividade prática de exploração da voz. /
Atividade prática de improvisação de sons naturais a partir de objetos cotidianos. / Conhecer museus por meio de visitas virtuais. / Conhecer museus
por meio de visitas virtuais. / Desenvolver encenação teatral, aplicando os conceitos ligados ao teatro estudados até o momento. / Leitura de imagens
de distintos períodos artísticos que exploram a técnica de perspectiva.
AVALIAÇÃO
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Diagnóstica É usada para que se possa conhecer melhor os alunos e, por conseguinte, organizar o ensino em função das necessidades deles.
Continua É usada para que o professor reveja suas ações e possa definir novas estratégias com vistas a proporcionar a aprendizagem efetiva.
Final Integradora É usada para verificar os resultados obtidos no processo, como o aluno chegou a esses resultados (percurso), o que é necessário
continuar desenvolvendo e o que é preciso fazer de novo ou deixar de fazer.
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Brincadeiras e jogos de Os espaços de (EF35EF02) Planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação
matriz indígena e africana brincadeiras e jogos segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos populares do Brasil e de
matriz indígena e africana.
(EF35EF03) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral,
escrita, audiovisual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de
matriz indígena e africana, explicando suas características e a importância
desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas.
(EF35EF04) Recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola
e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo
aqueles de matriz indígena e africana, e demais práticas corporais
tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis.
Esportes Esportes de campo e taco Esporte não tem (EF35EF05) Experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e
gênero! taco, rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando
Esporte de campo e estratégias individuais e coletivas básicas para sua execução, prezando pelo
toco; trabalho coletivo e pelo protagonismo.
Esportes de rede/parede (EF35EF06) Diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as
Esportes de invasão características que os constituem na contemporaneidade e suas
manifestações (profissional e comunitária/lazer).
Ginásticas Ginástica geral A ginástica artística e (EF35EF07) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de
seus aparelhos diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações,
Ginástica acrobática acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes
temas do cotidiano.
(EF35EF08) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na
execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica
geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando
procedimentos de segurança.
Danças do Brasil e do As quadrilhas juninas (EF35EF09) Experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do
mundo Festival e danças mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e respeitando os
populares diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem.
Danças Danças de matriz (EF35EF10) Comparar e identificar os elementos constitutivos comuns e
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