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DEZ PASSOS PARA PROJETOS RESIDENCIAIS

MONOFÁSICO: referencia pg.213.


Feito a dois fios; uma fase e um neutro, com tensão de127 V.~ 220 V.~
Normalmente, é utilizado nos casos em que a potência ativa total da
instalação é inferior a 12 KW.

BIFÁSICO:
Feito a três fios; duas fases e um neutro, com tensão de 110 ou 127 V.~
entre fase e neutro e de 220V~ entre fase e fase. É maior que 12KW, e
inferior a 25 KW É o mais utilizado nas instalações residenciais.

TRIFÁSICO:
Feito a quatro fios; três fases e um neutro, com tensão de 110V ou
127V~ entre fase e neutro, e 220V~ entre fase e fase.
Normalmente, é utilizado nos casos em que a potência ativa total da
instalação é maior que 25 KW e inferior a 75 KW, ou quando existir
motores trifásicos ligados à instalação.

PADRÃO DE ENTRADA:

Uma vez determinado o tipo de entrada de fornecimento, pode-se


determinar também o padrão de entrada, que vem a ser o poste com
isolador de roldana a bengala, a caixa de medição, e a haste de terra;
com as especificações técnicas da concessionária para o tipo de
fornecimento. As normas técnicas de instalação do padrão de entrada,
assim como outras informações desse tipo, devem ser obtidas na
agência da companhia de eletricidade. Referencia pg.: 217

FATOR DE POTÊNCIA:

A potência ativa representa a parcela da potência aparente que é


transformada em potência mecânica, térmica e luminosa. A essa parcela
damos o nome de fator de potência.

Potência Aparente = Potência Ativa + Potência Reativa


Potência Ativa = Fator de Potência X Potência Aparente
Potência Ativa (mecânica, luminosa, térmica).

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Em projetos de instalações residenciais, aplicam-se os seguintes valores
de fator de potência para saber quanto de potência aparente foi
transformado em potência ativa:

QUADRO: FATOR DE POTÊNCIA.

1,00 - Para iluminação incandescente.


0,80 - Para pontos de tomadas TUGs.
0,95 - Para o circuito de distribuição.
1,00 - Para os circuitos de TUEs.

Exemplo 1:

Têm-se um circuito de “TUGs”, potência aparente, de 8000 VA, o fator de


potência utilizado é = 0,80. Então a potência ativa dos “TUGs”, será=
8.000VA x 0,80 = 6.400W.

Exemplo 2:

Têm-se um circuito de distribuição potência ativa, de 9.500W, o fator de


potência utilizado é 0,95. Então, a potência aparente do circuito de
distribuição, será: 9.500W ÷ 0,95 = 10.000VA.

ESTABELECER A POTÊNCIA MÍNIMA DE ILUMINAÇÃO:

A carga de iluminação é feita em função da área do cômodo da


residência. Em área igual ou inferior a 6m², atribuir no mínimo 100VA.
Em área superior a 6 m², acrescido de 60 VA para cada 4m² inteiros.
Vamos, por exemplo, calcular a potência mínima de iluminação da sala de
nossa residência-modelo.

Área da sala: 4m x 4m = 16m²

Seguindo os critérios anteriores, a área pode ser dividida e a potência de


iluminação atribuída da seguinte maneira: referencia pg 394

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Total
Área da sala (m²) 6 4 4 2 16
Potência atribuída (VA) 100 60 60 0 220

Atenção: NBR 5410 não estabelece critérios de iluminação de áreas


externas em residências, ficando a critério por conta do projetista.

ESTEBELECER A QUANTIDADE DE PONTOS DE TOMADAS (TUG):


ref.-209

Local Área Quant. mínima P. mínima (VA)


(m²)
WC nt Um: junto 600VA
(banheira, lavatório
Box)
Cozinha, nt Um: para cada 600VA por cada ponto,
copa, copa- 3,5m ou fração até 3, e 100VA por cada
cozinha, área ponto adicional
de serviço
Sala, nt Um: para cada 100VA
dormitório, 5m, ou fração
corredor, do perímetro,
demais uniformemente.
dependências

ESTABELECER A QUANTIDADE DE CIRCUITOS INDEPENDENTES (TUE):

A quantidade de circuitos independentes (TUEs) é estabelecida de acordo


com o número de aparelhos com corrente acima de 10ª.
Os circuitos TUEs, são destinados à ligação de equipamentos fixos, como:
chuveiro, torneira elétrica, secadoras, etc.
Estes equipamentos normalmente têm informações do fabricante quanto à
tensão e potência em “W”. E sua fiação, preferencialmente, seque em
separado de outras instalações.

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LEVANTAMENTO DAS DIMENSÕES TOTAIS DA RESIDÊNCIA MODELO:

Tabela – Calculo de ÁREA E PERIMETRO da residência:


Dimensões Dimensões
Dependência Área (m²) Perímetro (m)
Sala 5,5 x 3 = 16,5 m² 5,5+5,5+3+3 = 17m
Quarto 3,5 x 3 = 10,5 m² 3,5+3,5+3+3 = 13m
Banheiro 3 x 2 = 6 m² 3+3+2+2 = 10 m

Tabela – PREVISÃO DE CARGA da residência:


Dependên Iluminação TUG= TUG= TUE= TUE= Potência
-cia (VA) Quantidad Potência (VA) Descriminação (W)
e
Sala 220 VA 4 1.900 VA Torne. Elétrica. 2.400 W
Quarto 160 VA 3 300 VA
Banheiro 100 VA 2 1.200 VA Chuveiro 7.500 W

Total 480 VA 9 3.400 VA 9.900 W

Potência aparente total (VA) 480 VA+ 3.400 VA= 3.880 VA

Potência ativa total (W) 2.720 W+ 9.900W = 12.620 W

Alguns aparelhos, como o chuveiro e a torneira elétrica, a potência ativa já é


fornecida pelo fabricante em “W”, então podemos utiliza-la diretamente no
calculo da potência total. A partir das tabelas, residência modelo e previsão
de carga.

1º Passo:
Passo:

Calcule a potência da iluminação e dos pontos de tomadas TUGs,


utilizando o fator de potência.

Potência dos pontos de tomadas 3.400VA


Fator de potência utilizado 0,80
Potência ativa = 2800 x 0,8 2.720W

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Potência de iluminação 480 VA
Fator de potência utilizado 1,00
Potência ativa = 480 x 1,00 480 W

2º Passo:
Passo:

Calcule a potência ativa total.

Potência ativa de iluminação 480 W


Potência ativa de pontos de tomadas TUG 2.720 W
Potência de circuitos independentes TUE 9.900 W
Total 13.100 W

Obs.: Residência modelo, o tipo de fornecimento adotado será o


bifásico, com tensão entre fase e fase de 220V. e de 127V. entre fase
e neutro. Porem é bom lembrar que em um projeto devem-se
consultar os padrões utilizados pela concessionária local.

CÁLCULOS DAS CORRENTES:

Agora calcule as correntes Ic (corrente calculada) e Ib (corrente de


projeto), do circuito e dos terminais, para que mais adiante, possamos
dimensionar as seções dos fios ou cabos.

Porque calcular Ic e Ib:

Quando vários fios são agrupados em um mesmo eletroduto, eles se


aquecem, e o risco de um curto-circuito ou princípio de incêndio aumenta.
Então, a corrente Ic, é corrigida através do fator de agrupamento ( f ),
resultando em uma corrente Ib, que é utilizada para determinar a seção
dos condutores.

ê
Ic =
ã

Ib =

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Potência Ativa P= V x I x cos ᵩ (cosᵩ = 0,80)
Potência Reativa = Q =√S² − P²
Potência Aparente = S = V x I
Cosᵩ = e Sen= 1 − (cos ᵩ)²

reativa S

aparente

Ativa P

CÁLCULO DAS CORRENTES DE DISTRUIÇÃO:

3º Passo:

Some os valores das potências ativas de iluminação e de pontos de


tomadas TUGs. O valor e a Potência instalada.

480 W + 2.720 W = 3.200 W

4º Passo:

Os 3.200W de potência instalada seriam consumidos apenas se todos os


circuitos funcionassem ao mesmo tempo com a carga máxima para a qual
foram projetados. Como na prática isso não ocorre, multiplique a potência
instalada pelo fator de demanda máxima, ou seja, a máxima potência que
realmente será utilizada simultaneamente.

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Tabela: Fator de demanda para iluminação e pontos TUGs. Ref. Pg. 209

Potência instalada Fator de demanda


(W)
0 a 1000 0,86
1001 a 2000 0,75
2001 a 3000 0,66
3001 a 4000 0,59
4001 a 5000 0,52
5001 a 6000 0,45
6001 a 7000 0,40
7001 a 8000 0,35
8001 a 9000 0,31
9001 a 10.000 0,27
Acima de 10.000 0,24

Como os 3.200W de potência instalada estão na faixa de entre 3.001 a


4.000W, o fator de demanda a ser utilizado são 0,59.

3.200W x 0,59= 1.888 W

5º Passo:

Em seguida, some as potências instaladas dos circuitos TUEs,


(independentes), em nosso exemplo são 2 circuitos o chuveiro e torneira
elétrica, e multiplique o resultado pelo fator de demanda 1.00
correspondente. O fator de demanda dos circuitos independentes TUEs, É
obtido em função do número de circuitos previstos no projeto.

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Tabela: Fator de demanda para TUEs:

Nº de Fator de Nº de Fator de
circuitos demanda circuitos demanda
01 1.00 15 0,44
02 1.00 16 0,43
03 0,84 17 0,41
04 0,76 18 0,41
05 0,70 19 0,40
06 0,65 20 0,40
07 0,60 21 0,39
08 0,57 22 0,39
09 0,54 23 0,39
10 0,52 24 0,38
11 0,49 25 0,38
12 0,48
13 0,46
14 0,45

Circuitos independentes TUEs, fator de demanda = 1,00

Potência total instalada= 2.400 W + 7.500 W= 9.900 W


Demanda máxima = 9.900 W x 1,00 = 9.900 W

6º Passo:

Some os valores das demandas máximas de iluminação, e dos pontos de


tomadas TUGs, e circuitos independentes TUEs.

1.888 W + 9.900 W= 11.788 W

7º Passo
Passo:
so:

Este valor (11788 W), correspondente à potência ativa instalada no circuito


de distribuição. Para encontar a corrente é preciso transforma-la em
potência aparente (VA). Então divida os 11.788 W pelo fator de potência
de 0,95.

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ê %
Potência Aparente=
ê

&&.())
Potência Aparente = = 12.408 VA
*,,-

8º Passo:

Obtida a potência aparente do circuito de distribuição, calcule sua


corrente “Ic”. Para calcular a corrente Ic do circuito de distribuição, utilize
sempre a maior tensão fornecida, Neste caso, como o circuito é
composto de duas fases e um neutro, utilize a tensão entre fase e fase
(220V). Referencia pg: 210

&/.0*).1
Ic = Ic = = 56A
. //*.

Cálculos da corrente dos circuitos terminais:

Obedecendo ao critério estabelecido pela norma NR 5410 na Residência


modelo, o projeto deve possuir no mínimo quatro circuitos terminais:

Um para iluminação;

Um para os pontos de tomadas TUGs;

Dois para os circuitos especiais TUEs.

9º Passo:

Monte a tabela de divisão dos curcuitos:

Faça uma tabela que indique os circuitos pelos números de circuito e


tipos, como iluminação, tomados indicando a tensão e local de uso.

Os circuitos foram divididos seguindo critérios já citados anteriormente. No


caso de um projeto real, pode-se optar por uma quantidade de circuitos
conforme a necessidade.

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10º
10º Passo:

Tabela de corrente calculadas dos circuitos:

Agrupamento de circuitos:

Verifique esta quantidade os circuitos que estão distribuídos na instalação,


e selecione as tubulações com quantidade de fios agrupados, dividindo
estes circuitos agrupados pelo fator de agrupamento (f) encontrado para
determinar o valor da corrente de projeto (Ib) conforme tabela abaixo:

Tabela de agrupamento:

Nº de circuitos Fator de
agrupados Agrupamento (f)
1 1,00
2 0,80
3 0,70
4 0,65
5 0,60
6 0,56
7 0,55

Repita o mesmo processo nos demais circuitos a fim de encontrar suas


respectivas correntes corrigidas.

Conhecendo a corrente de projeto (Ib), de todos os circuitos terminais e de


distribuição, pode-se determinar o dimensionamento adequado dos cabos
para cada um deles.

Norma NR5410 determina seção mínima para os condutores de acordo


com sua utilização, que deve prevalecer sobre o cálculo de seção de
condutores.

Tipo de circuito Seção mínima (mm²)


Iluminação 1,5 mm²
Pontos de TUGs 2,5 mm²
Circuitos de TUEs Calcular conforme potência em W

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Condutores:

Condutor Neutro em circuito que a seção obtida no dimensionamento


seja igual ou maior que 35mm², a seção do condutor neutro poderá
seguir o critério de acompanhar a seção do condutor de energia até
25mm² igual, após segue tabela:

Seção dos condutores Seção do Neutro


(mm²) (mm²)
35 25
50 25
70 35
95 50

Condutor de proteção em circuitos em que a seção obtida seja igual ou


maior que 25mm², a seção do condutor de proteção poderá ser como
indicado na tabela:

Seção dos condutores Seção dos condutores


(mm²) de proteção (mm²)
25 16
35 16
50 25
70 35
95 50

Coloração dos condutores:

NBR 5410, diz que, os condutores deverão ter as colorações:

Condutor de proteção (PE terra): (verde-amarelo) ou verde.

Condutor de fase: qualquer cor, exceto as utilizadas nos condutores de


proteção e no condutor de neutro.

Condutor de retorno (utilizados em circuitos de iluminação): utilizar


preferencialmente a cor preta.

Dimensionamento dos eletrodutos:

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Recomenda-se que os condutores não ocupem mais que 40%, da área
útil dos eletrodutos. Proceda da seguinte maneira em cada trecho da
instalação:

Conte o número de condutores que passarão pelo trecho;

Dimensione o eletroduto a partir do condutor com maior seção que passa


pelo trecho.

Tue QD Tue
2,0m

Banheiro

Sala/cozinha Quarto

5,5m 3,5m

3,0m 3,0m

Potência das tomadas “cozinha, banheiro área externa.” (TUGs).


QD

600VA 600VA 600VA 100VA ref. Pg 337

Potência das tomadas “quarto, sala corredor, dependências.” (TUGs).


QD

100VA 100VA 100VA 100VA

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