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Topográfica

AV2 AULA 1

• A vagina, um músculo membranoso em torno de 7cm a 9 cm, que vai do colo ao


vestíbulo, tem forma de H, quando colapsada (em corte transversal).
• Possui os fórnices posterior, anterior e laterais.
• Função, canal menstrual, canal pélvico do parto.
• A parte superior, os ¾, da vagina tem uma inervação visceral que vem do plexo
uterovaginal, e a parte inferior, ¼, 4ª ou 5ª parte que é somática, que tem sensações. É
inervada pelo nervo perineal profundo e pudendo. É sensível ao toque e a
temperatura, ou seja, a parte profunda da vagina não sente absolutamente nada, a
não ser dor.
• Importância clínica, a distensão vaginal é maior no sentido antero-posterior, ou seja
de frente para trás, por causa das limitações laterais das espinhas isquiáticas e dos
ligamentos sacroespinhais.
• Através da vagina a gente consegue palpar o promontório. No trabalho de parto essa
distensão vaginal anteroposterior, vai dá exatamente para que se possa fazer a
rotação dos ombros do feto na saída. Primeiro tira o ombro que está inferior puxando
a cabeça para baixo, e depois levanta a cabeça no bebê para tirar o ombro posterior.
• Toque vaginal, vai avaliar a consistência do colo, vamos avaliar as espinhas isquiáticas
se são largas ou curtas, estreitas, para que haja a passagem do neném. Palpar ao
promontório, a gente consegue sentir as pulsações das artérias uterinas através dos
fórnices laterais. A gente, também, consegue palpar os ovários, mas essa palpação é
bimanual, pelo toque e por cima da barriga eu pressiono a barriga da paciente, subo o
toque vaginal, aí eu saio deslizando e o ovário vai passar entre os meus dedos, assim
eu consigo sentir tamanho e consistência dos ovários.
• Fístulas vaginais, pode ocorrer por iatrogenia, por infecções, pode ocorrer fístulas,
comunicações entre compartimentos, e no caso das fístulas vaginais vai ser com algum
compartimento que vai estar ali com relação a ela.
• No caso da bexiga, vamos ter uma fístula vesicovaginal ou vaginalvesical, onde eu vou
ter uma comunicação da bexiga com a vagina. também posso ter com a uretra,
vaginoureteral, posso ter uma fístula entre a vagina e o reto, vaginorretal ou
retovaginal e também, uma fístula da vagina para o períneo, a fístula períneo vaginal,
ou vaginoperineal. Como eu falei, pode ser por trauma obstétrico, necrose, ruptura,
fraqueza das musculaturas.
• Ou por iatrogenia, uma cesariana foi suturar o útero e pegou uma veia vascular da
bexiga.
• E aqui eu vou ter algumas diferenciações, se eu vou ter uma vagina e a urina tá como
odor de fezes, vou suspeitar que existe uma fístula retovaginal. Se está saindo urina
pela vagina eu vou ter uma fístula do sistema urinário para a vagina. se eu tenho um
fluxo contínuo, constante, urinando pela vagina, o que vai sugerir? Um a fístula
vesicovainal.
• Uretra- durante a micção (ureterovaginal)
• Bexiga- fluxo contínuo (vesicovaginal)
• Culdoscopia ou culdocentese é a pulsão do fórnice da vagina posterior, laterais ou
anterior, geralmente posterior, onde a gente vai estar com a óptica e ver o que está
aqui dentro, implantes de endometriose, cistos, hematomas, abcessos, cistos
hemorrágicos, gravidez ectópica. Tem menos risco de contaminação da cavidade
abdominal. Por aqui, eu posso fazer a aspiração, drenagem, aspiração de sangue.
• Útero, importância clínica. CÂNCER DO COLO DO ÚTERO. Principal morte de mulheres
até 1940. COLOCA O ESPÉCULO e distende no sentido antero-posterior (que o sentido
mais distensível), jamais no sentido lateral, vamos fazer a inspeção, olhar as paredes
vaginais, aí eu posso rotacionar aqui para ver as paredes posterior e anterior. Depois, e
gente pega uma espátula para colher o material do colo do útero.
• Como é que eu palpo o útero? Com o toque bimanual, como se faz no ovário.
Pressiono o útero no para cima e posteriormente, e assim ver o seu tamanho e
consistência, posso ver a consistência do istmo (sinal de Hegar), o que pode dar o sinal
de gravidez , pois na gravidez a primeira coisa que ocorre é o amolecimento do istmo,
o colo do útero fica meio solto, como se fosse um pêndulo.
• Modificação do útero com a idade. Quando o neném nasce, a proporção do útero é
2:1, o colo é maior do que o corpo, com o passar dos anos essa relação vai se
moldando, ficando a relação de 1:1, aumenta o corpo, o colo vai diminuir. Quando eu
entro na puberdade, essa relação já se inverteu, o corpo é 2x maior do que o colo. Na
menopausa, pós-pubere, não gravídica ele tem o formato piriforme e 2/3 na pelve.
• Modificações na gravidez, nos primeiros meses é um crescimento mais fino, o útero
vai crescendo aos poucos, lá pro nono mês o útero já está nos rebordos costais, e ele é
quase membranáceo, muito fino, a cesariana é feita pelo do colo, por que o útero é
mais consistente.
• No pós-parto, há uma diminuição abrupto do útero. Nas multíparas, ele não consegue
voltar completamente.
• Na menopausa, os hormônios vão diminuindo, incorrendo a involução do útero, as
vezes involui até o tamanho infantil.
• As disposições do útero. Ele pode estar anteroversoflexão fazendo pressão contra a
bexiga. anteflexão excessiva, ele se dobra tanto que fica um espaço entre ele e a
bexiga. Retrovertido e retroflexão (vai para trás) \ nesses casos há uma diminuição da
fecundação. Algumas pacientes tentam engravidar e quando vai se vê tem-se um
retroversoflexao
• Prolapso. É a descida desse útero do seu habit normal. Esse útero vai descendo
chegando até se exteriorizar pela vagina. as causa são a ruptura do períneo, atrofia dos
ligamentos, o útero que está sustentado principalmente pelo ligamento redondo, com
o tempo esses ligamentos vão ficando relaxados; atrofia dos músculos do assoalho. 1º,
2º e 3º graus.
• Histerectomia nada mais é que a retirada do útero, posso fazer essa cirurgia via
abdominal, onde eu vou seccionar o útero, ou eu posso fazer por via transvaginal é
uma das cirurgias mais realizadas, até pela comodidade e pós menos doloroso, quanto
menos é secciono o peritônio, menos dor no pós-operatório.
• Anestesia para o parto, a gente tem a raquianestesia onde a gente vai entrar com
uma agulha no canal medular, e soltar esse anestésico aí, e anestesiar daí para baixo,
no parto normal a mulher não vai poder ajudar muito, pois ela está paralisada daqui
para baixo.
• Vai ter peridural caudal, também é dentro do canal medular, só que bem mais baixo,
aqui a paciente vai poder fazer força, ajudar no trabalho de parto, é cirurgia mais
comum feita e preconizada pelo ministério da saúde.
• Bloqueio perineal, boqueio no nervo pudendo, quando a gente vai fazer a epsiotomia,
corta da vagina, óstio vaginal, para aumentar o diâmetro para a saída no neném, a
gente anestesia esse nervo aqui.
• Tubas uterinas, o principal aqui é a gravidez ectópica, pode ser na tuba, devido um
aumento do tamanho do óvulo fecundado, é de extrema gravidade porque pode
ocorrer sangramentos vultuosos. Faz diagnóstico diferencial para apendicite. Faz BETA
HCG; o comum é na ampola da tuba.
• Laqueatura tubar, as técnicas mais tradicionais são a ligadura simples, incisão com
ligadura (corto e ligo) e excisão e ligadura, tiro um pedaço e ligo. A cirurgia pode ser
por vídeo, ligadura única, dupla, como colocação de anel. Um ou dois clamps.
• Cisto de Gatner. Só para lembrar é um remanescente do tubo mesonéfrico, é o que
durante a embriogênese, vai formar o sistema urinário e o sistema genital. O
remanescente dele fica na tuba uterina, com cisto, o que gente chama de opooforo,
fica geralmente lá nos apêndices das fímbrias. Não é cisto, só remanescente, se tirar
ou deixar não tem problema nenhum.
• Laparoscopia pélvica nada mais é que olhar a pelve por vídeo, ver se tem tumores,
cistos, endometriose.
• Ovários, os mais famosos são os cistos ovarianos, aí tem que ter cuidado com a
classificação para ver o que é realmente cisto com risco de cirurgia com o folículo
ovariano funcional da paciente, quando há ovulação há liberação do folículo. Cisto
operável é só a partir de 4,5cm/5cm para frente.
• Tumores, são os canceres de ovários que a gente vai examinar pelo o ultrassom, a
gente joga ou dopller, vê uma vascularização exagerada.