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TRABALHO DE ELEMENTOS DE MÁQUINA

André Barros; Bruno Wallace; Eyder Castro; Felipe Azevedo; Leôncio; Mateus Batista

FREIOS

Conheça os componentes do sistema de freios


Os principais componentes que formam o sistema de freios de um veículo:
Pedal
O pedal é o acionador do freio. Não é comum que esse componente necessite de trocas. Em
casos de acidentes, no entanto, é preciso substituir partes que foram comprometidas.
Servo freio
Com o objetivo principal de auxiliar o funcionamento do freio, o servo volta todo seu sistema
para a força exercida sobre o pedal. Contudo, o maior problema dessa peça é deixar o pedal do
carro mais pesado.
Caso isso ocorra, é necessário trocar a peça. Lembrando que o ideal é que ela seja trocada
sempre que a marca de 120 mil quilômetros rodados for alcançada.
Cilindro mestre
É o responsável pelo abastecimento do cilindro do freio com fluido, que é extraído do
reservatório e transforma a pressão mecânica dos pedais em pressão hidráulica.
O cilindro mestre suporta mais de 100 mil quilômetros rodados desde que a manutenção
preventiva seja realizada corretamente, ou seja: com a troca do fluido a cada 10 mil
quilômetros rodados.
Canos e mangueiras
Os canos e mangueiras são os responsáveis pelo transporte dos fluidos do cilindro mestre para
as rodas. A principal falha que costuma ocorrer nesse tipo de peça é o vazamento de líquido e,
consequentemente, a perda do freio, o que pode gerar sérios acidentes.
Para que isso não ocorra, é necessário checar essas peças em todas as trocas de óleo.
Pastilha
Essas são as peças que entram em contato com o disco de freio e param o automóvel. Devido
ao fato de estarem sempre em atrito com o disco de freio, elas tendem a se desgastar com
mais velocidade, o que reduz o poder de frenagem.
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André Barros; Bruno Wallace; Eyder Castro; Felipe Azevedo; Leôncio; Mateus Batista

Por esse motivo, sempre que perceber que o veículo está enfrentando dificuldades para parar,
verifique a necessidade de trocar as pastilhas. Não há um prazo de troca predefinido. Contudo,
é recomendado que a substituição seja realizada a cada 20 mil quilômetros rodados.
Discos
Os discos são uma das mais importantes peças de um sistema de freio e também uma das que
podem apresentar mais diversidade de falhas. Eles podem quebrar, entortar ou ficar gastos.
Caso qualquer uma dessas opções ocorra, é possível haver trepidações, o que, por
consequência, poderá danificar as pastilhas de freio.
Os discos de freio devem ser avaliados em todas as manutenções preventivas. Não há prazo
específico para a troca. Logo, o ideal é investir em peças de alta duração e qualidade.
Lonas
Presentes nos freios traseiros, as lonas são as responsáveis pelo atrito das rodas com os
tambores de freio. Elas realizam o travamento do carro quando o freio de mão está acionado.
Quando essa peça se desgasta, a capacidade de frenagem da roda traseira é comprometida, o
que também prejudica o funcionamento do freio de mão.
Tambores
Essas peças ficam posicionadas em volta das lonas de freio, nas rodas de trás do veículo. Ao
acionar o freio, a lona entra em contato com o tambor que, por sua vez, faz com que o veículo
pare.
Os tambores também não apresentam um prazo predeterminado para troca. Portanto, além
de priorizar peças de alta competência, o motorista deve sempre atentar à eficiência do freio
traseiro.

Sistema de freios
O sistema de freio a disco conta com uma série de componentes que atuam em conjunto de
modo a realizar a frenagem, tais como o cilindro mestre (responsável pelo fornecimento de
fluido), os tubos de metal (por onde passa o fluido), o pedal de freio, os cilindros de roda,
as pastilhas e os pistões.
O objetivo do freio é eliminar a energia cinética gerada pelo movimento do carro, para que ele
possa parar. Para tanto, o freio converte a energia cinética em calor, que será dissipado com
mais rapidez.
O disco é, na maior parte dos casos, feito de ferro fundido e acompanha o movimento da roda.
O tipo mais utilizado é o de sistema de pinça flutuante com um pistão, que fica em uma parte
fixa que envolve o disco. Nesse tipo de mecanismo existem 2 pastilhas que realizam a fricção
com o disco e fazem a frenagem.
O funcionamento do freio a disco se dá pelo aperto do pedal de freio, que gera uma pressão
hidráulica que é passada por todo o sistema empurrando o pistão (localizado no interior da
pinça de freio).
Com isso, as pastilhas também são empurradas e provocam a fricção dos discos de freio. Essa
fricção é responsável pela produção da força que reduz a velocidade do automóvel pela
conversão da energia cinética em calor.
O aquecimento é um fator que pode comprometer a eficiência do freio a disco. Contudo, como
esse tipo de sistema é mais exposto ao ar, o arrefecimento do disco é facilitado.
A força hidráulica corresponde à pressão produzida pela carga do condutor sobre o pedal de
freio. Quando acionado, o cilindro mestre gera a pressurização do fluido, conduz a pressão
exercida no pedal até as rodas e aciona os mecanismos de frenagem. Logo, o freio hidráulico
aplica a força de frenagem na mesma proporção em todas as extremidades do veículo.
É importante ressaltar que a eficiência do freio é o resultado do trabalho conjunto de todas as
peças. Por esse motivo, a manutenção preventiva é imprescindível, além, é claro, da utilização
de peças nacionais ou importadas de qualidade e com tecnologia de ponta. Conheça, a
seguir, os tipos de freios mais utilizados!
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André Barros; Bruno Wallace; Eyder Castro; Felipe Azevedo; Leôncio; Mateus Batista

Freios de mão
O freio de mão, também conhecido como freio de estacionamento ou de emergência, é uma
trava secundária que tem a função de manter o automóvel parado quando ele já está imóvel,
independentemente do motor estar desligado ou não.
Ele tem atuação apenas sobre as rodas traseiras do veículo, por meio do acionamento
mecânico dos cabos que são tensionados pela alavanca do freio. Nele há um botão de
acionamento que deve ser pressionado apenas para destrave. Isso porque puxar o freio de
mão apertando o botão pode gerar estrangulamento.
A alavanca do freio de emergência não deve ser manuseada com muita força, sob o risco de
danificação do sistema interno.
Freio de ar
O sistema de freio de ar é utilizado para suportar cargas maiores, como no caso de trens e
caminhões. Funciona ao gerar mudanças na pressão do ar no interior do cilindro de freio.
Nesse cilindro existe um pistão que usa a força do ar para movimentar uma haste que é fixa
nas sapatas. Ao acionar o sistema, o ar é pressionado no cilindro, transferindo a sua força para
a haste. Ela gera os movimentos necessários para que o atrito das sapatas de freio em contato
com a roda efetuem a frenagem.
Esse modelo apresenta maior segurança, visto que, em sistemas hidráulicos, o carro pode ficar
sem freio caso ocorra algum vazamento de fluído. Já com o freio de ar, mesmo que ocorra
algum problema, o sistema continua funcionando.
Sistema de freio REF (Repartidor Eletrônico de Frenagem)
O sistema de freio REF caracteriza-se por atuar em conjunto com o freio ABS. Ele conta com
uma válvula sensível à carga que opera no eixo traseiro do automóvel, que distribui e regula a
força de frenagem adequada para cada roda.
Esse modelo aumenta a estabilidade do automóvel quando está com passageiros ou bagagens,
pois divide a força de frenagem entre as rodas. Outros equipamentos e sistemas de segurança
também atuam com o ABS.
No entanto, esse tipo de freio apresenta custos elevados e exige manutenção com maior
frequência.
Sistema de freios ABS e Top Brake
O sistema de freio ABS (Anti-lock Braking System), também conhecido como Sistema
Antibloqueio de Freio, foi desenvolvido para evitar o travamento das rodas, que pode resultar
no descontrole do carro.
Esse sistema trabalha com um conjunto de sensores que monitoram e comparam a rotação de
cada roda com a velocidade do veículo, enviando sinais para a central. Ela, por sua vez, reduz a
pressão do freio para que não haja o travamento.
Já o sistema de freio Top Brake é utilizado em motores de linha pesada. Foi desenvolvido com
o objetivo de otimizar o desempenho do sistema de freio e aumentar a durabilidade dos seus
componentes. Utiliza parte da força do tempo de compreensão, junto com a força de expulsão
do motor, para aumentar a pressão acumulada no coletor do escape.
Vantagens
Redução da distância de parada, otimizando a relação de atrito entre o pneu e o solo;
Em veículos com sistema hidráulico, o ABS possibilita uma simplificação do sistema, com a
substituição das válvulas dos eixos por um sistema eletrônico central;
Integração com outros sistemas eletrônicos do veículo, como o EBD (Electronic Brake
Distribution) e o ESC (Electronic Stability Control).
Desvantagens
Custo relativamente elevado, resultando no aumento do valor final do automóvel;
Calibragem e manutenção complexa em freios a tambor, por se tratar de um sistema com
variações maiores de frenagem.
Que veículos utilizam
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Todos os veículos produzidos no país a partir de 2014 contam com o ABS como item de série,
conforme determinado pela Lei 11.910/09.

Sistema de freio a tambor


O sistema de freio a tambor apresenta um funcionamento bem parecido com o disco de freio,
mas utiliza a pinça para pressionar as sapatas. Elas contam com lonas fixas como material que
causa atrito contra o tambor. Esse, por sua vez, fica localizado na ponta do eixo que é
parafusado à roda. Ou seja, ao pressionar a parte interna do tambor, as rodas do automóvel
perdem velocidade.
Ao identificar desgaste nos tambores, é necessário realizar a retificação para que fiquem lisos
novamente. Lembrando sempre de observar a espessura mínima indicada do fabricante.
Vantagens
Baixo custo de manutenção;
maior durabilidade e otimização dos componentes;
possibilidade de ajuste de sapatas ao tambor conforme o desgaste das lonas. Isso dobra a vida
útil dos componentes do freio, exigindo menor número de trocas;
maior área de contato com a superfície de atrito, proporcionando torque superior de
frenagem;
menos sujeito a contaminações de elementos externos, como terra, cascalho e pedregulhos.
Desvantagens
Menor estabilidade, dificultando ao motorista modular a eficiência de parada;
maior complexidade de componentes, tornando sua manutenção mais difícil;
menor dissipação de calor, por se tratar de um sistema fechado, e circulação limitada de ar;
sujeito ao acúmulo de contaminantes líquidos, como a água em seu interior.
Que veículos utilizam
Freios a tambor são comuns no eixo traseiro de veículos de passeio, máquinas agrícolas e
veículos pesados também utilizam esse sistema.

Freio a disco
Um sistema de freio a disco costuma ser fabricado em ferro fundido ou cerâmica e é formado
por um conjunto de componentes que operam de modo a promover a frenagem do veículo. Os
principais são:
Pedal de freio;
Cilindro mestre, responsável pelo fornecimento de fluido para o circuito hidráulico;
Mangueiras flexíveis e tubos de metal, nos quais os fluidos de freio circulam;
Pistões;
Alavanca do freio de mão;
Pastilhas de freio.
Ao entrar em movimento, o automóvel gera energia cinética, e o sistema de freios se ocupa de
eliminar essa energia para que o veículo possa parar. Para tanto, o freio a disco converte a
energia cinética em calor (muitos freios a disco são ventilados).
Nos freios a disco modernos o pedal é ligado às rodas, e a alavanca apresenta um sistema de
serrilha que mantém o veículo travado.
O sistema hidráulico de freio apresenta inúmeras vantagens em relação aos acionados
mecanicamente. Além de mais flexível, auto lubrificado e silencioso, o freio hidráulico é capaz
de aplicar a força de frenagem com a mesma intensidade em todos os lados do veículo.

Vantagens
Menores perdas mecânicas e deformação de peças;
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melhor performance de frenagem, com menor distância de parada em comparação com freios
a tambor;
dissipação térmica superior, em comparação com freios a tambor;
melhor resistência a altas temperaturas;
manutenção mais simples.

Desvantagens
Sujeito à contaminação por agentes externos, como poeira, lama e cascalho;
componentes mais caros, ocasionando maior custo de manutenção.

Que veículos utilizam


Todos os veículos de passeio utilizam o freio a disco no eixo dianteiro. Em automóveis
sofisticados, esse sistema também é aplicado nas rodas do eixo traseiro.
Apesar de serem comuns na Europa, freios a disco não são aplicados em veículos pesados no
Brasil, devido ao alto custo do componente.

Caso um dos freios seja submetido a um esforço maior que os demais, ele poderá perder sua
eficiência com mais rapidez, o que gera uma frenagem desigual e pode resultar em
derrapagens.
Freio pneumático
Como funciona
Freios pneumáticos (ou a ar) trabalham a partir do sistema a tambor que acabamos de citar.
Entretanto, seu acionamento se difere por substituir a pressão hidráulica pelo ar comprimido,
no momento da frenagem.
O ar é armazenado em um compressor junto ao motor, em pressão que pode variar entre 2 e
11 bar. Ele é distribuído aos diferentes eixos do veículo por meio de mangueiras e válvulas,
ativadas pelo pedal de freio. Uma vez acionada, a câmara de freio faz o deslocamento do eixo
S (S-Cam), que por sua vez pressiona o caliper, as sapatas e as lonas contra o interior do
tambor.
Essa pressão é controlada pela válvula reguladora, responsável por expelir o ar em excesso
para a atmosfera.
Vantagens
Capaz de suportar altíssimas pressões de frenagem, com torques superiores a 40.0 Nm;
maior distribuição e segurança na frenagem em diferentes eixos, devido ao sistema de válvulas
múltiplas;
dispensa a utilização do fluido de freio em seu funcionamento.
Desvantagens
Por serem mais complexos que seus pares hidráulicos, freios a ar têm um custo maior de
instalação e manutenção.
Que veículos utilizam
Comerciais pesados, como ônibus, carretas e caminhões. Também são utilizados em meios de
transporte industriais, como trens de carga.