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DA II

Procedimento administrativo: é uma sequência juridicamente ordenada de atos e


formalidades tendentes á preparação da pratica de um ato da administração ou á sua
execução. O procedimento é uma sequência, ou seja, os elementos que o integram estão
dispostos numa dada ordem, constituem uma sucessão, um encadeamento de atos e
formalidades que se prolongam no tempo. É uma sequência juridicamente ordenada pois a
lei é que determina quais os atos a praticar e quais as formalidades a observar. Traduz-se
numa sequencia de atos e formalidades podendo encontrar atos jurídicos bem como meras
formalidades. Tem por objeto um ato da administração e não um ato administrativo pois
também há procedimentos respeitantes a regulamentos e contratos administrativos.

Objetivos do procedimento administrativo: Resulta do artigo 267º CRP os seguintes


objetivos do procedimento administrativo:
1) Disciplinar o desenvolvimento da atividade administrativa da melhor forma,
racionalizando os meios a utilizar pelos serviços;
2) Esclarecer melhor a vontade da administração para que sejam sempre tomadas
decisões justas, uteis e oportunas;
3) Salvaguardar os direitos subjetivos e os interesses legítimos dos particulares;
4) Evitar a burocratização e aproximar os serviços públicos das populações;
5) Assegurar a participação dos cidadãos na formação das decisões que lhes digam
respeito.

Classificação do procedimento:
 tendo em conta a iniciativa – art.º 53
o Pública: são desencadeados pela iniciativa da Administração Pública. (ex:
vaga para função pública. A administração pública inicia o procedimento para
preenchimento.) (ex: terreno em zona que vai construir autoestrada. O
procedimento que leva à expropriação é levado a cabo pela administração
pública.)
o Particular: desencadeado por vontade de um particular. (ex: particular dirige-
se à camara para obter autorização).
 Tendo em conta o conteúdo/objeto:
o Decisório: visam preparar a pratica de um ato da administração
o Executivo: visam executar um ato da administração, transformar a lei numa
situação de facto, ou seja, executar.

Fases do procedimento:
 Fase inicial/ da iniciativa: dá inicio ao procedimento, é responsável pelo
desencadeamento do procedimento. Pode ser esse inicio desencadeado pela
administração publica ou pelo particular (art.º 53.º). de acordo com o art.º 102., o
particular deverá fazê-lo através de um requerimento escrito, ou enviado por correio
eletrónico, ao órgão a que se dirige, devendo ter todas as menções do art.º 102. De
acordo com o art.º 110.º, se for desencadeado pela administração publica tem que ser
comunicado aos interessados, ou seja, as pessoas cujos interesses e direitos possam
ser lesados pelos atos a praticar no decurso do procedimento.
Na fase inicial podem ser tomadas as medidas provisorias, que são medidas
necessárias se existir o justo receio de se constituir uma situação de facto que
consuma ou de se consumirem prejuízos (art.º 89.º n.º1- a medida provisoria deve
respeitar o principio da proporcionalidade). Na aplicação das medidas provisorias
não é necessário a audiência dos interessados (n.º2), mas deve a medida ser
fundamentada. De acordo com o art.º 90.º, as medidas provisorias caducam quando
há uma decisão final do procedimento.

 Fase de instrução: está previsto nos art.º 115.º a 120.º, e visa a verificação de factos
que interessem para a decisão final e a recolha de prova que se mostre necessário.
Esta fase é dominada pelo princípio do inquisitório - Art.º 58.
De acordo com o art.º 55.º n.º1 CPA, a direção da instrução cabe ao órgão
competente para a decisão final, mas os seguintes números dispõe outras hipóteses:
o N.º2- diretor do procedimento é o órgão decisório
o N.º3- a direção de certas diligencias instrutórias compete a um subdelegado.
o N.º4- o diretor do procedimento é um delegado do órgão decisório.
De acordo com o artigo 115º nº1, o diretor da instrução tem o dever de averiguar
oficiosamente os factos relevantes para a tomada de decisão. Pode ainda, de acordo com
o art.º 117.º n.º1, determinar a colaboração dos interessados nas meios de prova, sendo
que se recusarem colaborar sem fundamento legal (117.º n.º2), ficamos perante o art.º
119.º. por sua vez, os particulares podem juntar documentos e pareceres ou requerer
diligencias de prova uteis para o esclarecimento dos factos (art.º 116.º n.º3 CPA). Cabe
ainda aos interessados provar os factos que alegam (art.º 116.º n.º1 CPA).
Durante esta fase pode ser ouvido o particular cujo requerimento deu origem ao
procedimento ou contra quem este foi instaurada, tratando-se apenas de uma diligencia
instrutória.
Subfases:
o Dever de averiguação dos factos por parte da administração – art.º115.º n.º1,
1.º parte
o Admissão ampla de meios provatórios – 115.º n.º1
o 119.º n.º2- principio da livre apreciação de prova
o 115.º n.º2- não carecem de prova ou alegação de factos públicos ou notórios
o 116.º n.º1- ónus da prova a cargo do interessado relativamente aos factos que
aleguem
 Fase da audiência dos interessados -art.º 121.º a 125.º: deriva do principio da
participação dos interessados (11.º n.º1) e o principio da colaboração da
administração com os particulares (12.º). a audiência previa merece uma menção
expressa no art.º 267.º n.º5 CRP.
O interessado é associado ao órgão administrativo competente na tarefa de preparar
a decisão. No caso do procedimento disciplinar esta fase começa com a acusação,
um documento que indica os factos que considera provados e a pena que lhes
corresponde, sendo esta notificada ao arguido que tem o direito de se defender.
Nessa fase do procedimento administrativo é assegurada aos interessados o direito
de participarem na formação das decisões que lhes digam respeito. Inclui a
notificação dos interessados antes de ser tomada a decisão (121.º n.º2), seguida da
ponderação dos argumentos e razões apresentadas pelos interessados em defesa dos
seus pontos de vista. De acordo com o artigo 122.º n.º2, os interessados para alem de
terem o direito de serem ouvidos antes da tomada de decisão devem ainda ser
informados sobre o sentido provável da decisão, se a decisão projetada é favorável
ou desfavorável aos interessados, devendo esta previsão ser acompanhada de uma
adequada fundamentação, para que possa contra argumentar eficazmente.
Esta formalidade da audiência previa dos interessados deve ser observada, no entanto
há casos em que não há lugar a audiência previa – 124.º n.º1:
 Quando a decisão é urgente
 Os interessados tenham solicitado o adiamento de audiência oral e não tenha
sido possível acordar uma nova data;
 Quando seja razoavelmente de prever que a audiência prévia possa
comprometer a execução ou utilidade da decisão
 Quando o número de interessado a ouvir seja tao elevado que a audiência se
torna impraticável, devendo neste caso proceder-se á consulta publica quando
possível.
 Os interessados já se tiverem pronunciado sobre as questões que importem à
decisão.
 Os elementos constantes do procedimento conduzirem a uma decisão
inteiramente favorável ao interessado.
A audiência previa é legalmente obrigatória á exceção destes casos.
O CPA no artigo 122.º n.º1, prevê duas formas dos interessados serem ouvidos antes
da decisão final, competindo ao órgão ou instrutor decidir qual das formas a adotar,
ele goza aqui de um poder discricionário pois a lei não fornece qualquer critério de
opção. Pode ser:
 Audiência escrita – aqui tanto a notificação dos interessados como a resposta
destes são efetuadas por escrito, sendo que este tem um prazo não inferior a
10 dias para responder (122.º n.º1);
 Audiência oral – realiza-se presencialmente, podendo ter lugar por
teleconferência, quando tal se justifique – 123.º n.º1. Da audiência é lavrada
ata (123.º n.º4), de onde constam as alegações dos interessados que são
apresentadas oralmente.
A falta de audiência previa dos interessados, no caso em que seja obrigatória,
constitui uma ilegalidade, mais especificamente num vicio de forma por preterição
de uma formalidade essencial. O vicio será gerador de nulidade se o direito a
audiência previa é concebido como um direito fundamental (161.º n.º2, alínea d)). Se
não o for o vicio será gerador de anulabilidade (163.º n.º1). temos sustentado que a
segunda conceção deve ser aplicada, pois o direito de audiência prévia dos
interessados, não está incluído no catálogo de direito fundamentais da CRP. No
entanto, se estamos perante um procedimento sancionatório o direito de audiência é
uma garantia fundamental (32.º n.º10 CRP), pelo que a sua preterição é geradora de
nulidade.
 Fase de preparação da decisão: há autores que não autonomizam esta fase.
Momento de reanalisar tudo o que resulta das outras fases, preparando-se, a
Administração para decidir. O procedimento é levado para o órgão decisório e, se
este for singular profere despacho, se for um órgão colegial o assunto deve ser
escrito na agenda da próxima reunião do órgão competente para deliberação. Esta
fase, consta essencialmente da elaboração de um relatório final do instrutor.
 Fase decisória: o procedimento encaminhou-se para o fim, a decisão. No
procedimento pode terminar pela prática de um ato administrativo ou pela
celebração de um contrato (126.º CPA).
Importa ter presentes as regras em matéria de prazos para a respetiva conclusão
(pag.º 299)
Se o prazo for preterido a administração está a incumprir o dever de decisão e permite que
o particular lance mão de garantias administrativas – Art 184º e ss – e de ação especifica
– Art. 66º CPTA
Para alem de se extinguir através da decisão final e expressa o procedimento
administrativo pode também extinguir-se por:
 Desistência do pedido ou renuncia por parte dos interessados (ver art em casa)
 Deserção dos interessados (ver art em casa)
 Impossibilidade ou inutilidade superveniente do procedimento(ver art em casa)
 Falta de pagamento de taxas ou despesas (ver art em casa)
 Formação de ato tácito (ver art em casa)

 Fase complementar / integrativa de eficácia: são praticados certos atos e formalidades


posteriores á decisão final do procedimento. Ex. os registos, publicação no diário da
republica ou outro jornal oficial, notificação dos destinatários da decisão.

Ato tácito – Art.130º CPA


Nas situações em que a administração nada diz ou faz acerca dos assuntos de
interesse publico que tem entre mãos, os particulares ficam desarmados pois o
recurso contencioso da anulação pressupõe a prática de um ato administrativo. De
acordo com o art.º 129.º CPA, se a administração nada disser, em princípio está a
violar a lei, o dever de decisão. E, nestas situações, a lei atribui ao silencio da
administração um determinado significado. Deste modo há duas maneiras de
resolver o problema:
 Positivo – perante um pedido de um particular se o órgão competente da
administração não decidir em determinado tempo, quando tem o dever de o fazer
considera-se a decisão positiva, ou seja, o pedido foi satisfeito.
 Negativo - perante um pedido de um particular se o órgão competente da
administração não decidir em determinado tempo, quando tem o dever de o fazer
considera-se a decisão negativa, ou seja, o pedido foi indeferido
A regra do nosso direito é de que só há ato tácito positivo e só o há nos casos
expressamente previstos pela lei (130.º n.º1)
Condições de produção de ato tácito
 Tem de haver solicitação legal dos interessados a um órgão da administração para
que este se pronuncie num caso concreto – 130.º n.º1;
 Que o órgão tenha dever de decisão sobre a matéria em causa -13.º n.º2
 É preciso que tenha decorrido o prazo legal – 128.º n.º1,2,3 e 4, e 130.º n.º 2 e 3)
 Que a lei atribua ao silêncio da administração o sentido de deferimento tácito.
Art. 131º CPA – Pode haver pela parte do interessado desistência.

Validade e eficácia
Validade – é a aptidão do ato administrativo para produzir os efeitos jurídicos previstos
na lei, em consequência da sua conformidade legal.
Eficácia – é efetivamente a produção de efeitos jurídicos pelo ato administrativo.
Invalidade – é a inaptidão intrínseca do ato administrativo para produzir efeitos por força
de uma ofensa á ordem jurídica.
Ineficácia – é a não produção de efeitos jurídicos do ato administrativo num certo
momento de vida qualquer que seja a sua causa.

Requisitos de validade do ato administrativo: exigências que a lei faz relativamente a cada
um dos elementos do ato administrativo, para que possa ser valido.
 Requisitos quanto aos sujeitos:
O autor do ato administrativo é um órgão administrativo e para que este seja valido é
necessário que:
 O ato se inscreva no âmbito das atribuições da entidade a que pertence o autor
 Que o órgão tenha competência para a pratica do ato administrativo
 Que o órgão esteja legitimado para o exercício dessa competência
Quanto aos destinatários do ato administrativo, a lei exige que sejam identificados de
forma adequada (151º nº 1 b) CPA)

 Requisitos quanto á forma e á formalidades:


A forma consiste num modo pela qual se exterioriza ou manifesta a conduta voluntaria
em que o ato se traduz. As formalidades consistem nos tramites que a lei manda
observar com vista a garantir a correta formação da decisão administrativa.
o Relativamente as formalidades o princípio geral do nosso direito é que toda as
formalidades prescritas por lei são essenciais e a sua não observância gera
ilegalidade do ato administrativo. Se as formalidades prescritas por lei, em
relação ao procedimento ou á própria pratica do ato em si mesmo, não forem
respeitadas o ato será ilegal, sendo que esta regra comporta 3 exceções:
 Não são essenciais as formalidades que a lei declarar dispensáveis;
 Não são essenciais as formalidades cuja omissão ou preterição não tenha
impedido o alcance do objetivo visado pela lei ao exigi-las (pag. 313);
 Não são essenciais as formalidades meramente burocráticas.
Devem considerar-se insupríveis as formalidades cuja observância tem que
ter lugar num momento em que a lei exige que elas sejam observadas. É suprível
a omissão ou preterição das formalidades que a lei manda cumprir num certo
momento, mas que se forem cumpridas em momento posterior ainda vão a tempo
de garantir os objetivos para que foram estabelecidas.
o Requisitos de fundamentação: consiste na enumeração explicita das razões
que levaram o seu autor a praticar esse ato ou a dotá-lo de certo conteúdo. O
dever de fundamentação dos atos administrativos encontra-se nos art.º 152.º a
154.º CPA.
Os atos referidos no art.º 152.º n.º1, devem ser fundamentados e são
denominados de atos de gravame, ou seja, atos lesivos de terceiros.
a) Atos primários desfavoráveis
b) Decisões das reclamações e dos recursos administrativos
c) Atos de indeferimento, e os que discordem de parecer ou informação
ou proposta de serviços;
d) Atos contrários à prática habitual
e) Atos secundários
O objetivo essencial e imediato da fundamentação é, de acordo com o art.º
153.º n.º2 CPA, esclarecer concretamente a motivação do ato, permitindo a
reconstituição do iter cognitivo que levou à adoção de um ato com determinado
conteúdo.
O art.º 152 n.º2 estipula atos que não carecem de ser fundamentados.

o Relativamente à forma do ato administrativo:


 Atos de órgãos singulares devem ser praticados sobre a forma escrita,
se outra não estiver prevista na lei (150.º n.º1)
 Os atos de órgãos colegiais são praticados oralmente, se a lei nada
disser em contrario (150.º n.º1)

 Requisitos quanto ao conteúdo e ao objeto: Quanto ao objecto do ato


administrativo (pode ser uma coisa ou uma pessoa ou um ato anterior)
o O objeto tem de ser:
 Possível;
 Determinado;
 Ser idóneo ao conteúdo que visa atingir;
 Estar legitimado para suportar os efeitos do ato;
o O conteúdo tem de ser:
 Determinado;
 Possível;
 Licito;
 Verdadeiro no caso de atos certificativos;
A vontade em que se traduz o ato administrativo tem de ser livre e esclarecida, se estiver
sob algum vicio de vontade ele é invalido.
 Requisitos quanto ao fim:
Exige-se que o motivo principalmente determinante da prática de um ato administrativo
coincida com o fim tido em vista pela lei ao conferir o poder para a prática do ato. O fim
tem de ser legal e visar o interesse público.

Requisitos de eficácia – Art. 155º e ss


Condições que tem de se verificar para que um determinado AA produza efeitos.
O AA considera-se praticado quando é imitida a decisão com identificação dos
destinatários.
A AA em regra produz efeitos a partir do momento em que é praticado.
Art. 156º CPA – O AA pode produzir efeitos num momento anterior à sua pratica.
Art. 157º CPA – Eficácia condicionada/deferida. O AA produz efeitos no momento
posterior à sua prática.
Quando esta sujeito a aprovação ou referendo este ato é condicionado.

Invalidade do AA
 Vícios do AA:
Ilegalidade do AA pode assumir varias formas
o Vicios orgânicos (tem a ver com os sujeitos do AA)
 Usurpação de poder: é a violação da separação de poderes. Prática
pelo órgão da administração, um órgão da administração pratica
um ato atribuído a outro órgão do estado. Se isto acontecer há a
nulidade – 162º nº2ª a)
 Incompetência: Pode ser relativa ou absoluta. Não pode atuar fora
das suas atribuições ou fora da sua competência. Quando um
órgão pratica um ato de competência de outro órgão da mesma
PCP – incompetência relativa. Quando um órgão pratica um ato
de competência de outro órgão de outra PCP – incompetência
absoluta – 161º b). No entanto quando um ministro pratica um ato
da competência de outro ministro apesar de ser da mesma PCP
(estado) é incompetência absoluta.
o Vícios formais: carência absoluta de forma (quando para um certo ato
exige uma certa forma mas é praticado com outra forma) ou preterição de
formalidades essenciais ao ato ou relativas ao ato.
o Vícios materiais
 Vicio de violação de lei : discrepância entre o conteúdo do ato e
as normas jurídicas que são aplicadas. Isto da origem a
anulabilidade.
 Ausência de base legal
 Erro de direito cometido pela AP na interpretação …???
 Incerteza do conteúdo do AA
 Inexistência dos pressupostos de facto e de direito para a
pratica daquele AA
 Ilegalidade de elementos acessórios incluídos no conteúdo
da AA (clausulas acessórias, termo e condição)
 desvio de poder: órgão administrativo serve-se do poder
administrativo para prosseguir um fim diverso daquele que a lei
prescreve. Se esse fim diverso for um fim publico – anulabilidade.
Se esse fim diverso for um fim privado - nulidade
o Vícios da vontade: (ex. ministro pratica um AA sobre efeito da hipnose
ou bêbedo – art. 161º f)
Nulidade (161º e 162º) Anulabilidade (164º)
 O ato nulo é ineficaz desde o  Normalmente é esta a
inicio; consequência;
 O ato é insuscetível de  Esta é menos grave;
sanação pelo decurso do  É sanável com o decurso do
tempo; tempo;
 Invocado a todo o tempo por  Podem ser objeto de ratificação,
qualquer interessado; reforma e conversão;
 Atos nulos podem ser objeto  Tem prazo para ser impugnado;
de reforma e conversão;
 Pode ser invocada e declarada Principio do aproveitamento do AA
a todo o tempo; Art. 163º nº 5 – apesar do ato ser
anulável não se aplicam os efeitos
O funcionário público tem direito a anulatórios.
resistência se a ordem for a
prática de atos nulos – art. 38º
CPTA