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CONTRATO TERAPÊUTICO

• Todos têm o direito de expressar seus sentimentos e pensamentos;


• Todas as opiniões são válidas e merecem respeito – ninguém precisa impor o
que pensa e sente ao outro;
• Tudo pode ser dito no grupo, desde que com respeito;
• As falas e os acontecimentos internos do grupo pertencem a seus
participantes e não devem ser revelados a outras pessoas;
• Quando um participante do grupo estiver falando, os demais devem ouvi-lo
com atenção;
• Os comentários dever ser relativos aos fatos e às ideias, e não às pessoas
(juízo de valor).
• A pontualidade e a frequência são condições essenciais para que o grupo
perceba sua importância e desenvolva uma autoestima grupal positiva.

OBJETIVOS:

Individuais: Provocar reflexões acerca da existência segundo a fenomenologia


(existência autêntica e inautêntica). Sociedade de consumo (Ser e Ter –
parecer). Espontaneidade e criatividade – “Todos nós ao nascermos somos
naturalmente criativos e espontâneos, ao entrar em contato com a cultura
desenvolvemos modos estereotipados de nos comportar”.
O objetivo do psicodrama é: Estimular a criatividade e a
espontaneidade – A espontaneidade é definida como: a resposta do
indivíduo a uma nova situação, ou uma nova resposta a uma situação
antiga, de modo adequado.

Coletivos: Provocar reflexões sobre a importância grupal, contribuir para


identificação de aspectos que interferem no comportamento grupal (cultura de
consumo, eu-isso). Favorecer condições para integração grupal, cooperação,
autoconhecimento, responsabilidade, confiança mútua (aqui ninguém é melhor
que ninguém, estamos todos aqui para nos ajudar e apoiar uns aos outros,
somos um time), desenvolver capacidade de decisão e iniciativa, ou seja,
capacidade por responsabilizar-se por sua liberdade de fazer escolhas e
assumir a responsabilidade por isso.

ABERTURA e AUTO-APRESENTAÇÃO: Aquecimento inespecífico.

Relaxamento geral: Rotação da cabeça; rotação dos ombros; •


Alongar o corpo em todas as direções – espreguiçar tentando chegar com as
mãos ao teto; Inicialmente fazem-se alongamentos e reconhecimento não
verbal (comportamento de exploração “furão”) como diferentes formas de
andar, incorporando posturas do ciclo vital da vida (do embrião ao corpo
mortificado sem vida e renascimento como outro ser vivo animal vegetal
ou elemento da natureza). Um aquecimento corporal de projeção ao passado
e ao futuro desde a fecundação até o envelhecer, morrer e renascer com
solilóquios no final: “Em que me transformei ao renascer”. Do nenê ao velho ou
ao contrário; Dinâmica da sementinha até virar árvore

Tarefas: Imitar bichos que podem estar comendo, caçando ou explorando o


ambiente. A planta pode ser uma árvore, cactos ou flor. Os elementos da
natureza podem ser desde ventos, chuva, tempestade de areia, onda do mar.

Perguntas: O que você sentiu enquanto sua vida (história) passava em sua
cabeça? Qual bicho você se transformou quando você renasceu? As imitações
foram feitas com clareza? Quem tem bicho de estimação em casa? Qual?

Questões pessoais: Apresentando profissões. Encenando profissões. Qual a


sua profissão? Qual atividade você gostaria de exercer? Qual é o seu maior
sonho?

Auto apresentação: Comece pelo nome, idade, conjunto de pessoas que


formam seu círculo social (aqueles que desejarem, coloca-se no centro e
expressa brevemente com palavras ou gestos o que quiser – Em pacientes
esquizofrênicos utilizar a técnica do duplo). O objetivo é expressar com
sinceridade suas opiniões e crenças, ponderações e sentimentos.
Diga o que vier a mente, o que quiser, diga aquilo que não lhe permitiram ou
que lhe reprimiram, esse é o lugar mais democrático onde você pode
compartilhar com o grupo suas dúvidas e questionamentos.
Quem de vocês tem sonhos? Objetivos a realizar? Quais?
Fale sobre suas virtudes e como você pode contribuir com o grupo.

AQUECIMENTO ESPECÍFICO

Isomorfismo
Faça o grupo imaginar as diferenças no modo de andar, falar e agir e
suas fisionomias, entre jovens, bebes, bêbados, animais, idosos, depois o
grupo de pé na sala vai expressar livremente estes modos conforme você fala
a mudança: O Velho, O bebê, o cego, o pássaro, o gato, o lenhador, o músico
pianista, o violinista, o cantor, o pintor, a lavadeira, a mamãe, o papai, etc..
Discussão: Houve sinceridade na expressão dos sentimentos? Quais as
semelhanças e diferenças entre o fato ou objeto real e as poses criadas?

Inter-relação de personagens
Este exercício pode ou não ser mudo. Um ator inicia uma ação. Um
segundo ator aproxima-se e, através de ações físicas visíveis, relaciona se com
o primeiro de acordo com o papel que escolhe: irmão, pai, tio, filho etc... O
primeiro ator deve procurar descobrir qual o papel e estabelecer a inter-relação.
Seguidamente, entra um terceiro ator que se relaciona com os dois primeiros,
depois um quarto e assim sucessivamente.

Troca de máscaras
O grupo será divido em duplas. Uma pessoa da dupla deverá
representar o papel de patrão a outra o empregado que vai pedir aumento, este
se comportará como tal, podendo perguntar como vai a família, a saúde, o
preço da cesta básica subiu... Depois de exercerem um papel trocar os papéis.
Após, bate-papo sobre a dinâmica.

DRAMATIZAÇÃO
Quebra da Repressão (teatro fórum)
Uma pessoa do grupo contará uma história na qual tenha passado por
uma situação de opressão. Esta história deverá ser representada por
voluntários do grupo.
Num primeiro momento a encenação será da forma com que a história
foi contada. No segundo momento pelo mesmo grupo de voluntários ou outros
a história deverá ser encenada com o personagem da história não aceitando a
opressão, reagindo a situação.

CAV – Ciclo de aprendizagem vivencial

1º Vivência: Dinâmica.
2º Relato: O que aconteceu? O que você observou? Como você se sentiu? O
que foi mais fácil? O que foi mais difícil? Qual estratégia você utilizou?
3º Análise: Reflexão, discussão, fatos experiênciados na vivência. O que você
faria diferente? Tentar explicar o que aconteceu?
4º Correlação: Correlação com situações do cotidiano. O que você aprendeu
com esta experiência? Como isto se relaciona com as situações do cotidiano?
Como ajudou a compreender os assuntos que estamos abordando?
5º Planejar novas ações: Novas opções de atuação produzindo mudanças
significativas. De que forma podemos aplicar esta atividade no nosso dia a dia?
(sempre focar no positivo). Listar os novos comportamentos em relação ao
tempo. O que você extraiu dessa experiência: O que você vai fazer diferente
como resultado dessa experiência. Como isto pode te ajudar no futuro?

a) Jogo do espelho9
Objetivo: trabalhar o jogo corporal em cena e adquirir o entrosamento do grupo
nas cenas.
Desenvolvimento: Jogador A de frente para o jogador B, onde um será o
espelho e o outro o comando. O espelho dever repetir os gestos e movimentos
do comando como: pentear-se, pular, expressar caretas, abaixar, etc.
simultaneamente. Depois o espelho passará a ser comando e o comando
espelho. Comandos: Faça movimentos lentos; tente se concentrar; o ideal é
que a plateia não reconheça quem inicia e quem reproduz os movimentos.
Avaliação: Como você se sentiu? Você conseguiu ser fiel na reprodução dos
movimentos

Exercício da personificação de um personagem


Andar no ambiente sem rumo: Subsídios para o diretor: colocar situações, ruas
movimentadas, chovendo, correndo; Pesado, medo, pé machucado.
Objetivo: criar jeitos

b) Isomorfismo10
Faça o grupo imaginar as diferenças no modo de andar, falar e agir e suas
fisionomias, entre jovens, bebes, bêbados, animais, idosos, depois o grupo de
pé na sala vai expressar livremente estes modos conforme você fala a
mudança: O Velho, O bebê, o cego, o pássaro, o gato, o lenhador, o músico
pianista, o violinista, o cantor, o pintor, a lavadeira, a mamãe, o papai, etc..

c) Jogo de conto de fadas


Os alunos são separados em grupos com 4 alunos. Cada um, no pensamento,
-escolhe um personagem das histórias de contos de fadas clássicos (“Os Três
Porquinhos”, “O Patinho Feio”, “Cinderela”, “Branca de Neve e os Sete Anões”,
etc.) para realizar este exercício. Feito mudo em forma de mímica. Um aluno
inicia uma ação referente ao personagem que escolheu. A plateia procura
descobrir qual o personagem e história dos contos de fadas o colega esta
representando.

d) Jogo do balão explosivo


Objetivo: Trabalhar a expressão corporal.
Agachado, encher o seu corpo como se fosse um balão. Conforme vai
enchendo, o aluno vai se levantando. Repetir o jogo, estourando ao ficar bem
cheio.
e) Jogo do balão
Objetivo: Trabalhar a expressão corporal.
Caminhar como se fosse um balão cheio. De repente sopra um vento e o balão
fica preso na copa de uma árvore (usar paredes e móveis da sala). O balão
tenta sair e não consegue. O tempo passa e ele acaba esvaziando e caindo no
chão.

f) Jogo de improvisação
Objetivo: Desenvolver a percepção.
Caminhar sobre diferentes tipos de solo (escorregadio, quente, gelado,
pedregoso, com poças, com obstáculos, etc.)
Avaliação: O que você sentiu ao caminhar nos lugares mencionados? Alguém
caiu? Ouve fidelidade nas imitações?

g) Isomorfismo II
Objetivo: Trabalhar a expressão corporal.
Um aluno faz uma pose, um animal, objeto ou elemento da natureza e a plateia
procura descobrir o que é.
Discussão: Houve sinceridade na expressão dos sentimentos? Quais as
semelhanças e diferenças entre o fato ou objeto real e as poses criadas?

h) Jogo da corda
Objetivo: Estimular a imaginação e a comunicação.
Os batedores encostam a corda no chão e a movimentam rapidamente da
direita para a esquerda, enquanto os alunos puladores atravessam de um lado
para o outro sem tocar a corda.
Obs. Não existe nenhuma corda.

Futebol imaginário

Duas equipes sem utilizar bola, disputam uma partida como se a tivesse
jogando. O facilitador (a)-juiz (a) da partida deve observar se o movimento
imaginário da bola coincide com os movimentos reais das pessoas
participantes, eliminando as que cometem erros. Qualquer outro desporte
coletivo pode ser praticado neste tipo de exercício.

ESCLARECIMENTO DE VALORES
Objetivos: A) Demonstrar que o conceito de valores varia de acordo com as
pessoas. B) Conscientizar os membros participantes sobre o problema de
valores diferentes (“O único valor válido é o da constituição e os direitos
humanos”).
Material: Papel, lápis, caneta – três frases.
Processo: O animador explica inicialmente o exercício, e a seguir distribui uma
folha com frases para cada membro, para que possa escolher aquela que acha
mais importante. As frases podem ser, por exemplo:
- Ser generoso com as demais pessoas.
- Ser seu próprio chefe.
- Ter amigos compreensíveis.
- Sair de mim mesmo para ajudar os demais.
- Poder indicar aos outros o que fazer.
- Livrar-se das normas e das leis.
- Fazer o que for moralmente correto.
- Preparar os demais para ajudar-me.

Feita a escolha, formam-se subgrupos, juntando-se os membros de acordo


com a escolha feita. Aqueles que escolheram, por exemplo, a primeira frase:
Irão discutir as razões desta importância.
Após alguns minutos de discussão, formam-se o plenário, para expor a todos
os participantes as razões da escolha de tal frase. No final, haverá um
momento para depoimentos sobre a experiência vivida no exercício.

FEEDBACK: O feedback é mais descritivo que avaliativo. Evita-se a linguagem


avaliadora, reduz-se a necessidade de reação defensiva da outra pessoa. Deve
ser específico e não geral. Em vez de dizer “Você esta sempre querendo
dominar”, melhor seria especificar o momento em que demonstra tal atitude.
A. FUNÇÕES POSITIVAS
Ideias:
1. Esclarecedor: Volta a enunciar uma questão ou uma solução, a fim de
melhor esclarecer ou sintetizar depois da discussão;
2. Interrogador: Formula perguntas, busca orientação, solicita informações ou
repetições para si ou para o grupo. É um crítico construtivo.
3. Opinador: Apresenta sua opinião sobre algum problema ou questão e traz
sua própria experiência para ilustrar o assunto.

Emoções:
1. Alentador: Fortalece e anima o grupo: é amigo, cordial e diplomático;
2. Harmonizador: Está de acordo com o grupo, concilia opiniões opostas,
compreende, cumpre, aceita e não é agressivo.
3. Reduz tensões: Ajuda o grupo com ocorrências espirituosas, reduzindo
tensões.

Decisões:
1. Incentivador: Leva o grupo a tomar decisões, insiste ao cumprimento do
programa e induz à ação;
2. Iniciador: Sugere procedimentos, problemas e temas de discussão; propõe
alternativas; é o homem das ideias.

B. FUNÇÕES NEGATIVAS
Ideia:
Obscuro e complicado: Quer cooperar, porém expõe tudo de maneira
complicada.

Emoções:
1. Agressivo: Ataca o grupo ou o assunto, fazendo ironia ou brincadeiras
agressivas, mostrando desaprovação dos valores, faz ataques pessoais. Exibe-
se, critica e censura os demais, procurando chamar a atenção sobre si mesmo,
demonstra hostilidade contra o grupo, diminui os demais;
2. Dominador: Interrompe, monologa, é superafirmativo e dogmático, trata de
dirigir o grupo, afirma a autoridade e é autocrítico.
3. Criador de obstáculos: Rechaça ideias, adota uma atitude negativa em
relação às perguntas, discute em momentos inoportunos, é pessimista e nega-
se a cooperar.
4. Desertor: Retrai-se de alguma maneira, é indiferente e se mantém afastado.
É excessivamente formal. Sonha com os olhos abertos.
5. Tímido e calado: Não fala e é inibido.
6. Zombeteiro: Zomba dos demais: usa chistes para abandonar a tarefa.
7. Vaidoso: Procurar chamar a atenção sobre si de várias maneiras, contando
vantagens e agindo de modo diferente, para afirmar sua superioridade.

TÉCNICAS DE FEEDBACK:
CONTROLE EMOCIONAL:
Quem mais se exaltou?
Quem mais procurou moderar?

PLANEJAMENTO:
Qual o elemento que procurou planejar o assunto?
O assunto caiu no vazio? Quando?

PARTICIPAÇÃO:
Quem procurou compreender a ideia dos outros?
Quem agrediu o colega com palavras?
Quem fez mais perguntas?
Quem demonstrou mais interesse?

CAPACIDADE DE SÍNTESE:
Qual o membro que expôs a ideia com poucas palavras?

PROFUNDIDADE:
Quem demonstrou conhecer o assunto? Quando? Como?

PROVAS E EXEMPLOS:
Quem apresentou fatos para ilustrar as ideias? Quem deu mais exemplos?
RELACIONAMENTOS:
Quem foi o dono do grupo?
Quem impediu os outros de falar, ou cortou assuntos dos colegas?
Quem mais valorizou a opinião dos outros?
Qual o elemento que melhor se relacionou com os companheiros?

CAPACIDADE DE EXPRESSÃO:
Quem procurou analisar todos os aspectos dos assuntos propostos?
Quem falou com mais clareza?

ESQUETE TEATRAL
Os presentes foram convidados a assistir uma performance encenada
pelo Grupo Improvise e a pensar em possíveis intervenções para a cena.
Tratava-se de um pequeno esquete teatral, cuja trama era de uma pressão
grupal e de busca idealizada e irreal de consenso (obra teatral disparadora).
Resumo do esquete: Personagens de um hipotético grupo coeso
procuram e acham uma ideia (a intencionalidade teatral visa exatamente que
não importe o conteúdo da ideia). Todos afirmam ser boa, menos um. O grupo,
tentando um consenso, olha para a discordante repreendendo-a e
questionando-a. Ela se justifica, mas, diante da pressão do grupo, concorda. A
cena continua com a mesma estrutura, mas agora a discordante mantém sua
opinião. Todos ficam aborrecidos com a discordância. Um dos personagens a
aconselha a não discordar ou a não dar sua opinião, mas a discordante insiste.
Então ela é agressivamente calada. A cena continua com um personagem
mostrando um caminho. Outro propõe um caminho diferente e ganha a
concordância do restante do grupo, que afirma não existir dois caminhos, só
um. A pessoa discordante então decide concordar.

Nesse momento da intervenção (final do esquete teatral), a plateia foi


convidada a modificar a cena (dramatização).Conforme ela acontecia, os
participantes realizavam interferências, questionando os atores/ personagens
sobre suas ideias, suas opiniões, possíveis lideranças e sobre a possibilidade
de existir diferentes caminhos. Portanto, nessa etapa os ego-atores do elenco
transformaram-se em ego-auxiliares e propiciaram à interferência da plateia o
próprio pulso e roteiro.
No final da dramatização, os participantes deram alguns depoimentos e
consideraram que as decisões deveriam ser de todos e não de algumas
pessoas, que cada indivíduo deveria fazer a sua escolha e que temos de
suportar as diferentes opiniões. Alguns acreditavam que a presença de um
líder seria necessária, porém um líder aberto ao diálogo e imparcial, um líder
que “trouxesse o potencial do grupo e não roubasse a potência dele”. Um dos
participantes questionou se o líder deveria ser fixo e afirmou que, ao se permitir
sentir o caos e a angústia, possibilita-se a percepção e a criação de outras
soluções.
A partir dos sentimentos provocados pela cena coconstruída, os
participantes da plateia foram convidados a falar de suas emoções. Nesse
momento o elenco voltou à sua função de ego-atores do Grupo Improvise para
realizar a técnica de esculturas fluidas10. Nessa etapa da intervenção, as
emoções relatadas pela plateia e encenadas foram: Revolta (detalhes
explicados pelo dono da emoção: revolta forte, com tristeza, falta de potência,
no momento em que se cala a boca da líder);
Dificuldade de lidar com os diferentes (detalhes: impotência de ficar
acuada diante do diferente e lidar com uma pessoa que tenha uma opinião
muito forte – falta de comunicação); ódio e raiva (detalhes: uma somatória de
emoções, sentimentos primitivos de ódio, raiva, bronca, frustração – “sou
tomado pelo pior de mim e não sei por que estou brigando”); raiva e
observação (detalhes: “dois lados meus”, de um lado raiva, frustração e o outro
lado observando tudo isso – prazer em ver o outro lado se digladiando);
confusão (detalhes: “como se tivesse dando um curto-circuito, quando se
desfez o grupo, acho que acabou a empresa, mas ficou todo mundo muito só –
queria tentar ajudar a resolver o problema”).