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CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO

Animador Sociocultural

PROGRAMA
Componente de Formação Técnica

Disciplina de

Área de Expressões
(corporal, dramática, musical e plástica)
Escolas Proponentes/Autores

Escola Profissional da Lousã Patrícia Ferreira


Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Amélia Ferreira Coelho
Rural de Vagos Dina Paula Teixeira
João José Matias
Escola Profissional de Montemor-o-Velho Andrzej Kowalski
Sandrina Tralhão
Escola Profissional de Santa Comba Dão Fernando Marques
Escola Profissional de Tondela Luís António Leitão
Alexandre Manuel Melo
Escola Profissional de Trancoso Emília Tracana Alves
Instituto Técnico Artístico e Profissional de Coimbra Leonor Barata
Rodolfo Correia
Escola Profissional e Artística da Marinha Grande Carlos Alberto R. S. Silva
- Coordenador
Escola Tecnológica Artística e Profissional de Pombal João Lázaro
Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense Luís Rodrigues
José Manuel Santos

ANQ – Agência Nacional para a Qualificação

2008
Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Parte I

Orgânica Geral

Índice:
Página

1. Caracterização da Disciplina ……. ……. … 2

2. Visão Geral do Programa …………. …...... 3

3. Competências a Desenvolver. ………. …. 3

4. Orientações Metodológicas / Avaliação …. 4

5. Elenco Modular …….....………………........ 5

6. Bibliografia e Outros Recursos .................. 6

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

1. Caracterização da Disciplina
O programa de Área de Expressões abrange as quatro vertentes expressivas indispensáveis à
formação integral do ser humano: corporal, dramática, musical e plástica.

A expressão corporal – entendida como uma mistura de movimento, dança e psicomotricidade –


realiza-se na descoberta do corpo e dos seus limites, na relação com o outro. «De facto, a expressão
corporal favorece as manifestações de si próprio, não impondo cânones obrigatórios, mas deixando
uma área de liberdade que cada um pode usar sem medo de ser julgado ou avaliado» (Montanari,
2002).

Na expressão dramática, o aluno (re)descobre a incontornabilidade do jogo dramático nas relações


interpessoais e de grupo, progredindo para formas de expressão para-teatrais como os fantoches, as
sombras e as máscaras e para o domínio dos códigos e convenções teatrais.

A música é um elemento importante na construção de outros olhares e sentidos, em relação ao


saber e às competências, sempre individuais e transitórias, porque se situa entre pólos
aparentemente opostos e contraditórios: entre a razão e a intuição, racionalidade e emoção,
simplicidade e complexidade, entre o passado, o presente e o futuro.

As competências artístico musicais desenvolvem-se através de processos diversificados de


apropriação de sentidos, de técnicas, de experiências de reprodução, criação e reflexão, de acordo
com os níveis de desenvolvimentos dos jovens.

Neste sentido, a expressão musical pretende dar a conhecer um pouco da evolução da Musicalidade
do Homem, algumas noções básicas de Teoria Musical a Prática Instrumental, bem como abordar a
Etnomusicologia, Organologia e a História da Música.

Na expressão plástica, dá-se espaço às manifestações gráficas e plásticas do indivíduo, à acção do


gesto sobre a matéria, ao acto expressivo e criador através do traço, da mancha, do recorte e
colagem, da manipulação de materiais, dúcteis ou resistentes.

Esta «amálgama disciplinar», cuja leccionação poderá envolver um número variável de técnicos
especialistas, inclui um vasto leque de temáticas, aos níveis do saber saber, saber fazer e saber ser,
necessário à prática da Animação Sociocultural nos seus diferentes domínios.

A sequência modular prevê um percurso evolutivo por parte do aluno, partindo do desenvolvimento
das suas próprias competências expressivas, em direcção ao domínio de métodos e técnicas
indispensáveis à sua acção como profissional.

Assim, a Área das Expressões, nas suas quatro vertentes, tem como finalidade a contribuição para o
desenvolvimento das dimensões pessoal, social e profissional dos alunos, preparando-os para o
exercício competente e consciente da sua profissão.

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2. Visão Geral do Programa


A Área das Expressões integra o plano curricular do curso nos três anos do ciclo de formação, com
uma carga horária total de 480 horas, sugerindo-se que esta seja dividida equitativamente por cada
um dos anos (160 horas / ano).

Os módulos disponíveis, num total de 21, classificam-se em obrigatórios (15) e opcionais (6),
distribuídos de forma bastante equilibrada por cada vertente expressiva.

Módulos obrigatórios Módulos opcionais

EXPRESSÃO CORPORAL 3 módulos 1 módulo

EXPRESSÃO DRAMÁTICA 3 módulos 2 módulos

EXPRESSÃO MUSICAL 3 módulos 1 módulo

EXPRESSÃO PLÁSTICA 6 módulos 2 módulos

O elenco modular, que prevê um total de dezoito módulos - seis por cada ano - deixa às escolas a
liberdade de escolher um módulo em cada ano, da lista de módulos opcionais, de forma a
corresponder, dentro do possível, a necessidades de carácter social, educativo e cultural específicas
de cada região onde as escolas se inserem.

3. Competências a Desenvolver
Das finalidades da disciplina decorre um conjunto de competências que se consideram fundamentais
desenvolver, nomeadamente:

ƒ Desenvolver competências de comunicação e expressão basilares;

ƒ Explorar o domínio de metodologias materiais e técnicas de expressão corporal, dramática,


musical e plástica;

ƒ Planear, organizar e dinamizar acções e actividades ao nível das diferentes vertentes


expressivas.

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4. Orientações Metodológicas/ Avaliação


A metodologia a utilizar pretende valorizar o aluno centrando-se no seu processo de aprendizagem.
Nesta medida, privilegiar-se-ão, por um lado as metodologias interrogativas, demonstrativas e
activas em contexto de sala de aula e, por outro lado, metodologias de aprendizagem em situação
de contexto de trabalho.

Quanto às metodologias a utilizar em contexto de sala de aula, o aluno deverá ser estimulado a uma
participação activa na construção do conhecimento com a orientação do docente.

Quanto às metodologias a utilizar em contexto de trabalho, o aluno deverá, sob orientação técnica,
pôr em prática, individualmente ou em grupo, os conhecimentos adquiridos e, dessa maneira,
consolidando-os e ao mesmo tempo adquirindo capacidade crítica para questionar esses mesmos
conhecimentos.

A avaliação terá como um dos seus objectivos centrais verificar a aquisição e domínio das
competências e capacidades previstas no plano de formação.

A avaliação fornecerá igualmente elementos de controlo sobre a organização do processo educativo,


permitindo identificar as alterações que a própria escola ou qualquer um dos seus intervenientes
concluam ser necessário introduzir nas condições de ensino/ aprendizagem.

A avaliação será fundamentalmente de natureza contínua e pressupõe a participação e


responsabilização de todos os intervenientes do processo de ensino/ aprendizagem, sem diluir a
responsabilidade profissional de cada um dos docentes.

A avaliação refere-se sempre a objectivos e critérios de desempenho definidos, envolvendo diversas


formas, enquadrados necessariamente em três vertentes:

ƒ Aquisição de competências e domínios das aprendizagens;


ƒ Aquisição de metodologias de trabalho;
ƒ Educação de capacidades, atitudes e comportamentos.

São agentes do processo de avaliação:

ƒ O próprio aluno;
ƒ O(s) docente(s) que lecciona(m) a disciplina;
ƒ Os restantes formandos do grupo turma, cuja participação deverá ser solicitada;
ƒ Outros elementos exteriores à escola, que tenham participado no processo de
ensino/aprendizagem;
ƒ O conselho de turma, enquanto elemento de ratificação das classificações.

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A avaliação processa-se segundo quatro vertentes:

ƒ Avaliação formativa;
ƒ Avaliação sumativa;
ƒ Avaliação contínua;
ƒ Avaliação descritiva e qualitativa.

5. Elenco Modular

Duração de
Número Designação referência
(horas)

1 Corpo e Movimento 28

2 Meios e Técnicas de Expressão Plástica 28

3 O Mundo dos Sons 28

4 Comunicação Visual I 20

5 O Jogo Dramático 28

6 a) Módulo Opcional 28

7 Corpo e Gesto 28

8 Oficina de Expressão Plástica I 28

9 Expressão Vocal e Instrumental 28

10 Comunicação Visual II 20

11 Oficina de Expressão Dramática 28

12 a) Módulo Opcional 28

13 Corpo e Simbolismo 28

14 Oficina de Expressão Plástica II 28

15 Atelier Musical 28

16 Comunicação Visual III 20

17 Quotidiano Cénico 28

18 a) Módulo Opcional 28

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a) Módulos Opcionais

Duração de
Número Designação referência
(horas)

A Música, som e meios técnicos 28

B Realização Plástica do Espectáculo 28

C Arte, Património e Tradição 28

D Dança Contemporânea 28

E O Jogo 28

F Animação de Rua / Introdução às Técnicas Circenses 28

6. Bibliografia

As referências bibliográficas apresentar-se-ão de acordo com as quatro vertentes expressivas:


corporal, dramática e plástica.

6.1 – Expressão Corporal


Livros:
. Adshead, J. (1999). Dance Analysis: Theory and Practice. London: Dance Books.
. Adshead, J. (1987). Choreography: Principles and Practice - Report. Londres: University of Surrey.
. Adshead, J. (1999). Dancing Texts: Intertextuality in Interpretation. London: Dance Books.
. Allen, D. (1993). Parallel Lines: Media Representations of Dance. London: John Libbey.
. Alves, A. M. et al (1988). Dança. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
. Anderson, J. (1978). Dança. Lisboa: Editorial Verbo.
. Au, S. (1988). Ballet & Modern Dance: A Concise History. Londres: Thames and Hudson.
. Batalha, A. P. (2004). Metodologia do Ensino da Dança. Lisboa: Faculdade de Motricidade
Humana.
. Blom, L.; Chaplin, L. (1989). The Intimate Act of Choreography. London: Dance Books.
. Boal, A. (2004), Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
. Bragada. J. (2002). Jogos Tradicionais e o Desenvolvimento das Capacidades Motoras na Escola.
Lisboa: Centro de Estudos e Formação Desportiva.
. Brandes, D; Phillips, H. (1997). Manual de Jogos Educativos, 140 jogos para Professores e
Animadores de Grupos. Lisboa: Moraes Editores.
. Bremser, M. (2000). Fifty Contemporary Choreographers. London: Routledge.

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. Burt, R. (1995). The Male Dancer. London: Routledge.
. Carter, A. (1998). The Routledge Dance Studies Reader. London: Routledge.
. Choque. J. (2004). 1000 Exercícios e Jogos de Ginástica Recreativa para Crianças. Vila Nova de
Gaia: Editora Ausência.
. Desmond, J. (2001). Dancing Desires: Choreographing Sexualities On and Off the Stage (Studies
in Dance History). Wisconsin: University of Wisconsin Press.
. Foster, S. (1996). Corporealities: Body, Knowledge, Culture and Power. London: Routlede.
. Fraleigh, S.; Hanstein, P. (1999), Researching Dance: Evolving Modes of Enquiry, Pittsburgh:
University of Pittsburgh Press.
. Gil, J. (1994). Corpo, Espaço e Poder. Lisboa: Litoral Edições.
. Gil, J. (1997), Metamorfoses do Corpo. Lisboa: Relógio d’água.
. Gil, J. (2001), MovimentoTotal: O Corpo e a Dança. Lisboa: Relógio d’água.
. Gourlat. C. (2001). 1001 Ideias para Entreter as Crianças, Mem Martins: Publicações Europa -
América.
. Landier, J. C.; Barret, G. (1994). Expressão Dramática e Teatro. Porto: Edições Asa.
. Levien, J. (1994). Duncan Dance: A Guide for Young People Ages Six to Sixteen. Hightstown:
Dance Horizons Books.
. Les, F. (2003). Expressão Dramática e Actividades Teatrais. Porto: Associação para a Promoção
Cultural da Criança (APCC).
. Michelotto, P., Roberto Menafro (1999). Fantastici Palloncini. Vicenza: Troll Libri.
. Orlic, M. L. (1977). A Linguagem do Corpo: Um Método para a Educação Gestual e a Educação
Psicomotora. Lisboa: Livraria Sociocultural.
. Otero, V. (2006). Dança e Movimento Expressivo: Textos e Resumos do Seminário Internacional.
Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.
. Pasi, M. (1991). A Dança e o Bailado: Guia Histórico das Origens a Béjart. Lisboa: Caminho da
Música.
. Pease, A. (2002). O Pequeno Livro da Linguagem Corpora: Como Ler os Pensamentos dos Outros
Através dos Seus Gestosl. Lisboa: Editorial Bizâncio.
. Pezin, P.(1999). Le livre des exercices à l’usage des acteurs, Saussan: Editions professionnelles
du livre.
. Reis, L. (2001). História do Circo. Santarém: Teatrinho de Santarém.
. Reis, L, (2004). História do Circo – Famílias, col. História do Circo, vol. II. Santarém: Teatrinho de
Santarém.
. Ryngaert, J. P. (1981). O Jogo Dramático no Meio Escolar. Coimbra: Centelha.
. Sousa, A. B. (2003). Educação Pela Arte e Artes na Educação. Lisboa: Instituto Piaget.
. Stobbaerts, G. (2001). O Corpo e a Expressão Teatral. Lisboa: Hugin.
. Vayer, P. (2000). Psicologia das Actividades Corporais: O Motivo e a Acção. Lisboa: Instituto
Piaget.
. Wiertsema, H. (1993). 100 Jogos de Movimento. Porto: Edições Asa.

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Endereços na Internet:
http://www.centraldocirco.art.br
Central do Circo

www.unicycle.fr
Materiais para números de Circo

www.objectosvoadores.actviva.com
Artigos para malabarismo, magia e outras artes de circo.

www.circos.com.pt
Artigos de circo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Malabarismo
Enciclopédia – malabarismo

Publicações periódicas:
Dance Europe – Mensal
Dance Magazine - Mensal
Dance Now – Mensal
Dance Theatre Journal – Mensal
Revista da Dança – Trimestral
The Stage – Semanal

Vídeos e DVD:
. Baush P. Café Muller
. Bourne, M. Swan-Lake
. Bourne, M. The Car Man
. Burrows, J. (1992), Dance Makers - Jonathan Burrows Documentary, BBC2
. Burrows, J. (1996), Hands, BBC2
. Channel 4, 2001, Bourne to Dance
. Daldry, S. (1996), Billy Elliot
. Different choreographers (1992), Dance makers, BBC2
. Fiadeiro, J. (1997) I’m sitting in a room different from the one you are in now
. Horta, R. (2000), Choreographic works 1992-1998
. Kylian, J. (2000) Black and White, Nederlands Dans Theatre Published
. Keersmaeker, A. (2004) Fase, Media, Amsterdam
. Keersmaeker, A. (1989), Hoppla!, Media, Amsterdam
. Keersmaeker, A. (1994), Achterland, Media, Amsterdam
. Keersmaeker, A. (1997), Rosas danst Rosas, Media, Amsterdam
. Newson, L., (1996) Enter Achilles, DV8 Physical Theatre, BBC2

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. Peter, L. (2002) Le Voyage de Moebius, TV5
. Ribeiro, P. (1998) Memórias de Pedra/ Tempo caído. Companhia Paulo Ribeiro
. Stieber, D. (2002), Envisioning Dance on Film and Video, Routledge, London

CD Rom:
. Forsythe, W. (1999), Improvisation Technologies Produced by ZKM, Karlruhe, Germany

Outros Recursos:
Dispositivo de reprodução sonora;
Vendas para os olhos;
Berlindes;
Bolas macias;
Varas de material leve;
Aparelhagem sonora.
Software educativo e aplicações informáticas específicas
Acesso à Internet.

6.2 – Expressão Dramática

Livros:
. Aguilar, L. F. (2001). Expressão e Educação Dramática: Guia Pedagógico para o 1º Ciclo do
Ensino Básico. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
. Aslan, O. (1974). L’Acteur au XX Siècle. Paris: Éditions Seghers.
. Assis, Luís (2003). Manual de Teatro. Lisboa: Temas e Debates.
. Barata, J. O. (1991). História do Teatro Português. Lisboa: Universidade Aberta.
. Beja, F.; Topa, J. M; Madureira, C. (1999). Jogos e Projectos de Expressão Dramática: Jardins de
Infância - ATL, Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico. Porto: Porto Editora.
. Boal, A. (2002). Jogos para actores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
. Bordat, D.; Boucrot, F. (1981.). Les Theatres d’Ombres : Histoire et Techniques. Paris: L’Arche.
. Cabral, A. (2001). O Jogo no Ensino. Lisboa: Notícias.
. Costa, S. M.; Barros, J. (2002). Festas e Tradições Portuguesas. Lisboa: Círculo de Leitores.
. Cruz, D. I. (1969). Como Montar uma Peça de Teatro. Lisboa: Ministério da Educação.
. Dorfles, G. (1989). As Oscilações do Gosto: a Arte de Hoje entre a Tecnocracia e o Consumismo.
Lisboa: Livros Horizonte.
. Fadda, S. (1998). O Teatro do Absurdo em Portugal. Lisboa: Edições Cosmos.
. Faure, G.; Lascar, S. (1982). O Jogo Dramático na Escola Primária. Lisboa: Estampa.
. Fournel, P. (dir.) (1995). Les Marionnettes. Paris: Bordas.
. Gauthier, H. (2000). Fazer Teatro Desde os Cinco Anos. Coimbra: Escola Superior de Educação/
Minerva.
. Gomez, J. A. C. et al (2000). Animação Teatral: Teoria e Prática. Porto: Campo das Letras.

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. Griffiths, T. R. (1998). Stagecraft: The Complete Guide to Theatrical Practice. London: Phaidon.
. Hetzel, G. (1991). Máscaras: Confecção e Decoração. Lisboa: Plátano.
. Japiassu, R. (2005). Metodologia do ensino do teatro. Campinas: Papirus.
. Koudela, I. D. (2002). Jogos Teatrais. São Paulo: Perspectiva.
. Landier, J. C.; Barret, G. (1994). Expressão Dramática e Teatro. Porto: Asa.
. Leenhart, P. (1974). A Criança e a Expressão Dramática. Lisboa: Estampa.
. Lequeux, P. (1977). El niño, creador de espectáculo. Colección de pedagogía práctica Buenos
Aires: Kapelusz.
. Machado, M. C. (1970). Como Fazer Teatrinho de Bonecos. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora.
. Martins, A. (coord.) (2002). Didáctica das Expressões. Lisboa: Universidade Aberta.
. Matignon, R. (1973). Dicionário de Jogos. Porto: Inova.
. Mayer, D. (1995). Costume and make-up. Phaidon Theatre Manual London: Phaidon.
. McCaffery, M. (1993). Directing a Play. London: Phaidon.
. McKay, G. (1994). Mask Making. Edison: Chartwell Books.
. Muenk, I. (1977).Teatro de Fantoches. Lisboa: Verbo.
. Museu da Marioneta (s.d.). Guia do Museu da Marioneta. Lisboa: EGEAC-EM.
. Pavis, P. (1999). Dicionário de Teatro. São Paulo: Perspectiva.
. Pedro, A. (1975). Pequeno Tratado de Encenação. Lisboa: INATEL.
. Rudlin, J. (1994). Commedia Dell’Art:, An Actor’s Handbook. London: Routledge.
. Slade, P. (1978). O Jogo Dramático Infantil. São Paulo: Summus.
. Southern, R. (1979). Manual sobre a Montagem Teatral: para Amadores e Profissionais. Lisboa:
Moraes.
. Wagner, F. (1979). Teoria e Técnica Teatral. Coimbra: Almedina.
. Spolin, V. (2001). Improvisação para o Teatro. São Paulo: Perspectiva.
. Spolin, V. (2001). O Jogo Teatral no Livro do Director. São Paulo: Perspectiva.
. Sousa, A. B. (1979). Jogos de Expressão Dramática. Lisboa: Futura.
. Stanislavski, C. (1997). Manual do Ator. São Paulo: Marins Fontes.
. Sucker, C. B. (1999), O Teatro das Décadas de Oitenta e Noventa. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian.
. Thalheim, Y.; Nadolny, H. (1996). Máscaras Divertidas. Lisboa: Plátano.

6.3 – Expressão Musical


Livros:
. Almeida, J. L. R. (1998). Um Olhar Musical pelos Resíduos. Lisboa: Instituto dos Resíduos.
. Almeida, L. P. (1998). Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores.
. Backus, J. (1969). The Acoustical Foundations of Music, New York: Norton.
. Barreto, J. L. (1995). Música & Mass Media. sl.: Hugin Editores.
. Barron, M. (1993). Auditorium Acoustics and Architectural Design. London, Glasgow: E & FN Spon.
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. Bernstein, L. (1972). Concertos para Jovens. Mem Martins: Publicações Europa - América.
. Bernstein, L. (1960). O Mundo da Música. Lisboa: Livros do Brasil
. Berry, W. (1987). Structural Functions in Music. New York: Dover Publications.
. Bowman, D.; Cole, B. (1989). Sound Matters. London: Schott Educational Publications.
. Bowman, D.; Terry, P.(1993). Aural Matters. London: Schott Educational Publications.
. Brett ,T. (1996). Discover your voice: Learn to Sing from Rock to Classic. London: Schott.
. Buchner, A. (1987). Encyclopédie des Instruments de Musique. Paris: Grund.
. Bygrave, M.; Nash, L . (1977). Rock, o Ritmo do Século. Lisboa: Verbo.
. Canhão, J. (2000). Cigarras em Flor: Canções de encantar – Canções para a Infância, Canto e
Piano. Rio Tinto: ASA Editores II.
. Castelo-Branco, S. E. (1996). Portugal e o Mundo - O Encontro de Culturas na Música. Lisboa:
Publicações Dom Quixote.

. Castelo-Branco, Salwa El-Shawan (coord.). Enciclopédia da Música Portuguesa do Século XX.


Lisboa: Publicações D. Quixote. (No Prelo).
. Chapple, S.; Garofalo, R. (1989). Rock & Indústria. História e Política da Indústria Musical. Lisboa:
Editorial Caminho.
. Chion, M. (1997).Músicas, Media e Tecnologias, Lisboa: Instituto Piaget.
. Cole, B.(1996). The Composer's Handbook: A Do-It-Yourself Approach Combining Tricks of the
Trade and Other Techniques. London: Schott.
. Cortez, Maria Rita (1994). Cancioneiro de Serpa. Serpa: Câmara Municipal de Serpa.
. Cunha, J.; Ralha, S. (1990). Iniciação Musical dos 3 aos 12 anos. Porto: Contraponto.
. Davis, G.; Jones, R. (1990). The Sound Reinforcement Handbook. Milwaukee: Hal Leonard
Publishing Corporation.
. Denizeau, G. (1997). Comprendre et Identifier les Genres Musicaux. Paris: Larousse
. Deyries, B. et al (1990). História da Música em Banda Desenhada. Mem Martins: Terramar.
. Dias, M. (1986). Instrumentos Musicais de Moçambique. Lisboa: Instituto de Investigação Científica
Tropical.
. Fort, B. (1995). Zoom sur les Sons de la Nature. Courlay: J.M.Fuzeau.
. François, D. (1990). Version jazz: Thèmes de Jazz à Chanter et à Jouer – Formation Musicale.
Paris: Alphonse Leduc.
. Fraser, N. (1995). Lighting and Sound. London: Phaidon Press.
. Gagnard, M. (1974). Iniciação Musical dos Jovens. Lisboa: Estampa.
. Giacometti, M.(1981). Cancioneiro Popular Português. Lisboa: Círculo de Leitores.
. Gilbert, J. (1997). European Festivals: Songs, Dances and Customs from Around Europe. Oxford:
University Press.
. Graça, F. L. (1977). A Canção Popular Portuguesa. Mem Martins: Publicações Europa-América.
. Guerreiro, C. et al (1978). Sons para Construir. Lisboa: Plátano Editora.
. Henriques, L. (1988). Instrumentos Musicais. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
. Homem de Melo, P. (19665). Danças de Portugal. Porto: Livraria Avis.
. Jannibelli, Emília. (1971). A musicalização na escola. Rio de Janeiro: Lidador.

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. Jorge, F. P. (1997). Escuchar: 20 Reflexiones sobre Musica y Educación Musical. Gran Canaria:
Ediciones Fundación Orquestra Filarmónica de Gran Canaria.
. Kaye, D.; Lebrechet, J. (2000). Sound and Music for the Theatre: The Art and Technique of Design.
Boston: Focal Press.
. Kennedy, M. (1994). Dicionário Oxford de Música. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
. Lebrecht, N. (1992). The Companion to 20th Century Music. London: Simon & Schuster.
. Marques, A. C. (1998). Cantares de José Afonso: Acompanhamentos para Viola - Guitarra
Clássica. Évora: A.C.R. Marques.
. Marques, H. O. (1986). Dicionário de Termos Musicais: Português, Francês, Italiano, Inglês,
Alemão. Lisboa: Estampa.
. Mckernon, Greg. (1996). Jazz triptych for recorder quartet. London: Schott.
. Métraux, Guy Serge, Tom de Leeuw (1974). Structures sonores et structures de l’espace: musique
et architecture, in Musique et Cultures Musicales, La Baconnière, Unesco.
. Morais, M. (transc.) (1992). Cancioneiro Musical d'Elvas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
. Michels, Ulrich (1998). Atlas de Música. Madrid: Alianza Editorial.
. Mota, G.; Leite, N. S. (1989). Os sons do mundo: O Mundo dos Sons. Porto: ASA.
. Mourinho, A. (1980). Coreografia Popular Transmontana: Moncorvo e Terra de Miranda. Lisboa:
Sociedade Portuguesa de Antropologia.
. Munrow, D. (1979). Instruments de Musique du Moyen Age et de la Renaissance. Luçon: Hier et
Demain.
. Norton, C. (1988). Microjazz for Recorder Group: 8 Pieces in Popular Styles. London: Boosey &
Hawkes.
. Oliveira, E. V. (1986). Instrumentos Musicais Populares dos Açores. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian.
. Oliveira, E. V.(2000). Instrumentos Musicais Populares Portugueses. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian/Museu Nacional de Etnologia
. Orff, C. G. (1964). Música para Crianças. Mainz: Schott.
. Paganelli, S. (1987). Les Instruments de Musique dans L’Art. Paris: Payot.
. Paynter, J. (1970). Sound and Silence: Classroom Projects in Creative Music. Cambridge:
Cambridge University Press.
. Pinto, N. M. (2000). Oh! Como é bom dançar… Danças pedagógicas Coreografadas para Crianças
e Jovens. Lisboa. Portugalmundo
. Platzer, F.(2001). Compêndio de Música. Lisboa: Edições 70.
. Raat, J. H. (1985). Making Musical Instruments. Eindhoven: University of Techcnology.
. Rabley, S. (1994). Welcome to the Rock & Pop Dossier. London: Macmillan.
. Sadie, S. (1980). The New Grove Dictionary of Music and Musicians. 20 vol. London: Macmillan.
. Sardinha, J. A. (2000). Tradições Musicais da Estremadura. Vila Verde: Tradisom
. Schoenberg, A. (1979). Tratado de Armonía. Madrid:Real Musical
. Shafer, R. M. (1976). Creative Music Education: Handbook for the Modern Music Teacher. England:
McMillan.
. Soares, P. (1997). Método de Guitarra Portuguesa: Bases para a Guitarra Portuguesa. Coimbra:
Autor.
. Sousa, A. B. (1979). Tempos livres: Jogos de Expressão Musical. Lisboa: Editorial Futura.

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. Stock, J. (1996). World Sound Matters. London: Schott Educational Publications.
. Storms, G.(2004). 100 Jogos Musicais: Actividades Práticas na Escola. Porto: Edições Asa.
. Torres, R. M. (1998). As Canções Tradicionais Portuguesas no Ensino da Música: Contribuição da
Metodologia de Zoltán Kodály. Lisboa: Caminho
. Tragtenberg, L. (1998). Música de Cena. S.Paulo: Editora Perspectiva.
. Tranchefort, F. R. (1980). Les Instruments de Musique dans le Monde. Paris: Seuil.
. Trindade, L. (1984). Genealogia da Música Popular Universalizada. Porto: Contraponto Edições.
. Truax, B. (1984). Acoustic Communication. New Jersey: Ablex Publishing Corporation.
. Unger-Hamilton, C. (1981). Keyboard Instruments: The Instruments, The Music & The Musicians.
Minneapolis: Control Data Publishing.
. Vandervorst, M. (1997). Lutherie Sauvage. Paris: Éditions Alternatives.
. Veiga de Oliveira, E. (2000). Instrumentos Musicais Populares Portugueses. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, Museu Nacional de Etnologia.
. Willems, E. (1970). As Bases Psicológicas da Educação Musical. Lisboa: Bienne, Pró-Música.
. Wuytack, J. (1992). Canções de Mimar. Porto: Associação de Pedagogia Musical.

Discografia:
. A Viagem dos Sons. (1998). Vila Verde: Tradisom, (12 CD's)
. Auto da Pimenta (1991). Rui Veloso. Lisboa: EMI-Valentim de Carvalho. EMI 7983762
. Biografia do pop/ rock (1997). Lisboa: Movieplay Portuguesa. MOV 30.367 -A/B
. Boas Festas (1992). Cabo Verde, Morabeza. CDMR001
. Canções e Danças de Portugal (1994). Recolhas de Michel Giacometti. Lisboa: Strauss. SP 4031
. Autómatos da Areia. Lendas de Neptuno. Oceanos (1992). Cândido Lima. Lisboa: Portugalsom. CD
870033/PS
. Clássicos Divertidos (1994). Philips Classics. 2 CD 438 643-2
. Ensemble de Flautas da Escola de Música do Município de Loulé (1997). Município de Loulé,
Mákjête, MJCd 597
. Farinelli (1994). Bande Original du Film. Christophe Rousset (dir.). France: AUDIVIS. Travelling K
1005
. Fun! With Sound Effects, St-Laurent (1994), SE-2-5503
. Guide des Instruments Baroques (s.d.). Ricercar Consort. France. RIC 93001
. Instrumentos Makua (1994). FOLKlore 6. MOZAMBICO. Roma: Sudnord. SNCD0039
. Janelas Verdes (1990). Júlio Pereira. Lisboa: EMI - Valentim de Carvalho.7 95821 2
. Jeanne la Pucelle (1994). Bande Originale du Film. Jordi Savall (dir.). France AUDIVIS. Travelling K
1006
. JIG (1992). Paços de Brandão: Numérica. NUM 1008
. La Musique qui à Inspiré les Peintres, Marshall Cavendish (1996). [Este CD acompanha a obra
"Grands peintres: encyclopédie interactive de l'histoire de l'art]
. Militar Sounds and Firearms (1994). St-Laurent, Québec
. Música Coral do Século XX (1999). Coro de Câmara de Lisboa. Paços de Brandão: Numérica.
NUM 1083

13
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. Música Popular Açoriana (1996). Grupo Coral das Lajes do Pico. Açores: Dinamo Discos. DIN
96022
. Musical Traditions of Portugal (1994). International Institute for Traditional Music. Traditional Music
of the World. Washington. Smithsonian/Folkways. CD SF 40435
. Orquestra do Conservatório (1996). MPB. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba. ADD 090057
. Os Instrumentos da Orquestra e A Quinta da Amizade - Fábula Sinfónica, opus 65, Jorge Salgueiro
. Orquestra Didáctica da Foco Musical, Colecção Crescer com a Música -1, FM9903 CM1
. Os Poetas: entre nós e as palavras (1997). Lisboa: SONY MÚSICA. COL 489269 2
. Outer Space Music (1994). St-Laurent
. Pathways of Renaissance Music (1998). Arles, Harmonia Mundi
. Romances (1991). Vitorino. Lisboa: Movieplay Portuguesa SA. Movieplay-SO 3014
. La portingaloise: música no tempo dos descobrimentos (1994). Segréis de Lisboa. Lisboa,
Movieplay
. Modinhas e lunduns dos séculos XVIII e XIX (1997). Segréis de Lisboa., Lisboa, Movieplay
. Sounds from a Fantasy Space Mission (1994). St-Laurent, Québec, Madacy. SE-2-5515
. Sounds from the Steam Locomotiv (1994). St-Laurent, Québec, Madacy. SE-2-5513
. Sounds of the Fascinating Animal World (1994). St-Laurent, Québec, Madacy, 1994, SE-2-5509
. Sounds of Horror, St-Laurent, Québec, Madacy, SE-2-5509
. Sounds of Nature and the Great Outdoors (1994). St-Laurent, Québec, Madacy, SE-2-5504
. Sounds of Science Fiction (1994). St-Laurent, Québec, Madacy, SE-2-5518
. The Synthesizer Album, Chris Cozens, Nick Magnus, London, Telstar, 1990, TCD 2371
. Tous les matins du monde (1991). Jordi Savall (dir.).France: AUDIVIS. Travelling K 4640
. World Playground. A Musical Adventure for Kids (1999). S.l. Putumayo World Music. PUTU 154-2
. Zap Mama (1991). S.l. Crammed Discs. CRAW 3 CD
. A Guitarra Portuguesa nos salões do século XVIII (1983). Pedro Caldeira Cabral. Porto: Rádio
Triunfo

Endereços na Internet:
http://genres.mp3.net/

Arquivo de obras em formato mp3, de escuta gratuita para gravações de baixa qualidade

http://mundial.sapo.pt/Arts/Music
Endereço que possibilitará dezenas de pistas relacionadas com a música

http://worldmusic.about.com
Página electrónica relacionada com as músicas do mundo

http://www.7arte.net
Página electrónica relacionada com a sétima arte

http://www.attambur.com
Página electrónica relacionada com as músicas do mundo

14
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ANIMADOR SOCIOCULTURAL
http://www.cakewalk.com
Página electrónica da empresa que produz software musical

http://www.codamusic.com/coda
Página electrónica onde se encontram programas para a notação musical

http://www.csdraveurs.qc.ca/musique/flutalors/menu_principal.htm
Página electrónica a partir da qual se pode aprender a tocar flauta de bisel

http://www.etnohistoria.com.ar/htm/imagenes_instrumentos.htm
Imagens, sons e instrumentos musicais de várias partes do mundo

http://www.worldmusic.net/wmn/

Página electrónica a partir da qual se pode aceder a diferentes tipos de World Music

http://www.fruityloops.com
Software para a criação de música. Amostras de música criadas com este programa estão em
http://artists.mp3s.com.artists/226/fruityloops.html

http://www.geocities.com/Vienna/Strasse/8454
Vida dos grandes compositores da música “erudita” e alguns dos seus trabalhos

http://www.guitarra-portuguesa.com
Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado

http://www.hitsquad.com
Artigos e software relacionados com música, assim como ligações para fazer downloads de
programas

http://www.iaspm.net
Página electrónica da International Association for the Study of Popular Music

http://home.att.net/~jorgeguillen/#sounds

Arquivos midi de guitarra clássica

http://www.mixman.com
Software musical

http://www.propellerheads.se

Software musical. Ficheiros de música disponíveis para download.

http://www.sinfonica-juvenil.com/

Orquestra Sinfónica Juvenil

http://musicaonline.sapo.pt/

Página electrónica a partir da qual se poderão encontrar pistas para a música “clássica”

http://www.steinberg.net

15
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Software musical Cubasis VST 3.7

http://alfarrabio.di.uminho.pt/arqevo/

Instrumentos populares portugueses

http://www.thebraziliansound.com
Página electrónica relacionada com músicas do Brasil

http://www.visiosonic.com
“Media player” PCDJ Broadcaster.

http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/area_home_podcast.php?from_iframe=on
Página electrónica onde se encontram “Os sons de arquivo para o ano 2000 músicas do século”

6.4 – Expressão Plástica


Livros:
. Abreu, Regina. (2003). A emergência do património genético e a nova configuração do campo do
património. in Abreu, R. e Chagas, M. (orgs.). Memória e Património: ensaios contemporâneos. p.
30-45. Rio de Janeiro: DP&A.
. Argan, G.C. (1988). Arte e Crítica de Arte. Lisboa: Estampa.
. Arnheim, R. (1992). Arte e Percepção Visual: Uma Psicologia da Visão Criadora. São Paulo:
Livraria Pioneira Editora.
. Beardsley, M.C Y Hospers, J, (1986). Estética: Historia y Fundamentos. Madrid: Ed. Cátedra..
. Bridgewater, P. (1999). Introdução ao Design Gráfico. Lisboa: Estampa.
. Cardoso, B. (2003). Vídeo Digital no PC. Lisboa: FCA – Editora de Informática.
. Cary, R. (1998). Critical Art Pedagogy: Foundations for Postmodern Art Education. London:
Routledge.
. Dabner, D. (2003). Design and Layout. England: Bathsford.
. Dabner, D. (2000). Diseño de Catálogos e Folletos. Barcelona: Editorial Gustavo Gili.
. Eco, U. (1981). A definição da Arte. Lisboa: Edições 70.
. Efland, A.D. (1998), Cultura, sociedade, arte e educação em um mundo pós-moderno. In: A
compreensão e o prazer da arte. Anais. Ciclo de palestras, 23/04 a 27/11, SESC, São Paulo
. Escher, M. C.(1991). The Magic Mirro of M. C. Escher. Singapura: Taschen.
. Fonseca, M. C. L. (2003). Para além da pedra e cal: por uma concepção ampla de património
cultural. In: Abreu, R. e Chagas, M. (orgs.). Memória e Património: ensaios contemporâneos. p. 56-
76. Rio de Janeiro: DP&A.
. Francastel, P. (2000). Arte e Técnica dos séculos XIX e XX. Lisboa: Livros do Brasil.
. Franz, T. S. (2003). Educação para uma compreensão crítica da arte. Florianópolis: Letras
Contemporâneas.
. Freeman, M. (2002). O Guia Completo da Fotografia Digital. sl.: Livros e Livros.
. Fusco, R. ( 1988). História da Arte Contemporânea. Lisboa: Presença.
. Giroux, H. (1997). Los professores como intelectuales: Hacia una pedagogia crítica del
aprendizaje. Barcelona: Paidós.

16
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ANIMADOR SOCIOCULTURAL
. Gonçalves, J. R. S. (1996). A retórica da perda: Os discursos do património cultural no Brasil. Rio
de Janeiro: Editora UFRJ.
. Hauser, A. (1988). Teorias da Arte. Lisboa: Presença.
. Hedgecoe, J. (1992). Grande Manual do Vídeo: Guia Prático e Completo para Fazer Bons Vídeos.
Lisboa: Dinalivro.
. Hedgecoe, J. (1994). O Novo Livro da Fotografia. sl.: Livros e Livros.
. Huygue, R. (1986). O Poder da Imagem. Lisboa: Edições 70.
. Kandisnky, W. ( 1996). Ponto, Linha, Plano. Lisboa: Edições 70.
. Kandisnky, W. (2002). Do Espiritual na Arte. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
. Koren, L.; Meckler, R. W. (2001). Graphic Design Cookbook: Mix & Match Recipes for Faster,
Better Layouts. sl.: Chronicle Books.
. Laraia, R. B. (2003). Cultura: Um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro: Zahar.
. Marner, T. St. J. (1980). A Realização Cinematográfica. Lisboa: Edições 70.
. Mason, R. (2001). Por uma arte-educação multicultural. Campinas: Mercado Aberto.
. Moreira, I. M. M. (1994). Iniciação à Museologia: Caderno de Apoio. Lisboa, Universidade Aberta.
. Munari, B. (1979). Design e Comunicação Visual. Lisboa: Edições 70.
. Nobre, F. (1993) Atelier de Artes 10/ 11/ 12: Materiais e Técnicas de Expressão Plástica – 10º/ 11º/
12º anos. Porto: Areal Editores
. Ramos, P. O. (1993). Iniciação à Museologia. Lisboa:Universidade Aberta.
. Rocha., C. S. (2000). Plasticidade do Papel e Design. Lisboa: Plátano Editora.
. Sousa, R. (1995). Didáctica da Educação Visual. Lisboa: Universidade Aberta.

Outros Recursos:
Câmaras de vídeo e máquinas fotográficas digitais
Espectáculos, exposições, outros ambientes de trabalho relacionados com actividades artísticas
Filmes relativos à temática dos módulos
Projectos artísticos
Acções de formação/palestras
Demonstrações realizadas por diversos formadores/ professores/ artistas
Equipamento informático, software educativo e aplicações informáticas
Acesso à Internet

Endereços na Internet:
www.unesco.pt/cgi-bin/cultura/temas/cul_tema.php?t=9
Património Cultural Imaterial

http://www.rio.rj.gov.br/sedrepahc/pastas/legislacao/dec_23162.pdf.
Registo de Bens Culturais de Natureza Imaterial.

http://portal.unesco.org/ci/fr/ev.php-
Seconde proclamation dês Chefs-d’oevres du patrimoine oral et immatériel de l’humanité

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Parte II

Módulos
Índice:
Página

Módulo 1 Corpo e Movimento 19


Módulo 2 Meios e Técnicas de Expressão Plástica 21
Módulo 3 O Mundo dos Sons 23
Módulo 4 Comunicação Visual I 26
Módulo 5 O Jogo Dramático 29
Módulo 6 Módulo Opcional 54-68
Módulo 7 Corpo e Gesto 31
Módulo 8 Oficina de Expressão Plástica I 33
Módulo 9 Expressão Vocal e Instrumental 35
Módulo 10 Comunicação Visual II 39
Módulo 11 Oficina de Expressão Dramática 41
Módulo 12 Módulo Opcional 54-68
Módulo 13 Corpo e Simbolismo 43
Módulo 14 Oficina de Expressão Plástica II 45
Módulo 15 Atelier Musical 47
Módulo 16 Comunicação Visual III 50
Módulo 17 Quotidiano Cénico 52
Módulo 18 Módulo Opcional 54-68
Módulo A Música, som e meios técnicos 54
Módulo B Realização Plástica do Espectáculo 56
Módulo C Arte, Património e Tradição 58
Módulo D Dança Contemporânea 60
Módulo E O Jogo 63
Módulo F Animação de Rua / Introdução às Técnicas Circenses 65

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MÓDULO 1

Corpo e Movimento
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Este primeiro módulo de Expressão Corporal deverá ser entendido como um momento crucial nas
relações interpessoais emergentes na turma que ora inicia o seu percurso formativo.

O grupo é, a montante, estático, se entendido como o momento de confluência da história pessoal


de cada um dos seus membros; sendo que se deverá tornar dinâmico no momento em que esses
percursos de vida se cruzam e se confrontam.

Este módulo visa, assim, criar as condições propícias ao domínio de competências expressivas e
de comunicação do grupo que deverá, a jusante, funcionar como um todo integrado e capaz de
conter no seu seio as diferenças intrínsecas de cada indivíduo.

A Expressão deverá ser entendida como um gesto único, irrepetível e espontâneo, de resposta do
sujeito face a um estímulo dramático. Momento de descoberta de si para si, e do seu ‘eu’ para o
outro com quem irá interagir.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Caracterizar o esquema corporal e sua arquitectura;
ƒ Identificar os eixos e coordenadas do movimento;
ƒ Decompor o movimento de modo fraccionado;
ƒ Distinguir as dicotomias: tensão/relaxamento, movimento/pausa, interior/exterior, conter/ser
contido, equilíbrio/desequilíbrio;
ƒ Discernir o processo evolutivo do corpo no espaço;
ƒ Partilhar o espaço comum com outros corpos em movimento;
ƒ Reconhecer o esquema corporal do outro;
ƒ Relacionar o corpo no colectivo do corpo dos outros/ criar condição para que o outro relacione o
seu corpo no colectivo;
ƒ Distinguir a força expressiva da imagem inconsciente do corpo através das dissonâncias entre
oralidade, corporalidade e interioridade.

19
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Módulo 1: Corpo e Movimento

3. Âmbito dos Conteúdos


1. O esquema corporal
2. A arquitectura do corpo
3. Eixos e coordenadas do movimento
4. Decomposição do movimento de modo fraccionado
5. Dicotomias: tensão/relaxamento, movimento/pausa, interior/exterior, conter/ser contido,
equilíbrio/desequilíbrio
6. O corpo em movimento pelo espaço
7. Partilha do espaço comum com outros corpos em movimento
8. O esquema corporal do outro
9. Confiança do corpo no colectivo do corpo dos outros/criação de condições para que o outro confie
o seu corpo no colectivo
10. A força expressiva da imagem inconsciente do corpo através das dissonâncias entre oralidade,
corporalidade e interioridade

4. Bibliografia/ Outros Recursos


Livros:
. Boal, A. (2004), Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
. Landier, J. C.; Barret, G. (1994). Expressão Dramática e Teatro. Porto: Asa.
. Pezin, P.(1999). Le livre des exercices à l’usage des acteurs, Saussan: Editions professionnelles du
livre.
. Ryngaert, J. P. (1981). O Jogo Dramático no Meio Escolar. Coimbra: Centelha.
. Stobbaerts, G. (2001). O Corpo e a Expressão Teatral. Lisboa: Hugin.

Outros Recursos:
Dispositivo de reprodução sonora;
Vendas para os olhos;
Berlindes;
Bolas macias;
Varas de material leve.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 2

Meios e Técnicas de Expressão Plástica


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
As artes são elementos indispensáveis no desenvolvimento da expressão pessoal, social e cultural
do aluno. São formas de saber que articulam a imaginação, razão e emoção. Elas perpassam as
vidas das pessoas, trazendo novas perspectivas, formas e densidades ao ambiente e à sociedade
em que se vive.

Pretende-se assim neste módulo levar a que os alunos descubram eles próprios as
potencialidades das artes na maximização da sua criatividade cognitiva, assim como no
desenvolvimento social.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Identificar técnicas e instrumentos e aplicá-los com correcção e oportunidade;
ƒ Aplicar adequadamente vocabulário específico;
ƒ Desenvolver o espírito crítico e a capacidade de intervir;
ƒ Interagir com os outros sem perder a individualidade e a autenticidade;
ƒ Revelar expressão espontânea;
ƒ Criar soluções originais, diversificadas, alternativas para os problemas;
ƒ Identificar conceitos em obras artísticas.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Rasgar, recortar, colar.
2. Formação espontânea de registo
3. Iniciação ao desenho, movimentos e formas
4. Técnicas básicas de pintura
5. Materiais e instrumentos de expressão
6. Trabalho oficinal de experimentação livre
7. Teoria da Cor
8. Relação Forma/ Matéria/ Técnica
8.1. Noções de composição
8.2. Modelo e ordenamento

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 2: Meios e Técnicas de Expressão Plástica

4. Bibliografia/ Outros Recursos


Outros Recursos:
Filmes relativos à temática do módulo;
Espectáculos, exposições e outros ambientes de trabalho relacionados com actividades artísticas;
Projectos artísticos;
Acções de formação/ palestras:
Demonstrações por parte de diversos formadores/professores.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 3

O Mundo dos Sons


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Neste módulo pretende-se fazer uma abordagem aos cinco conceitos mais importantes da música,
a saber: duração ou ritmo, altura ou melodia, timbre, dinâmica e harmonia.

Como módulo introdutório, pretende-se efectuar uma apresentação básica destes conceitos,
realizando jogos musicais e melódicos, utilizando o corpo e a voz.

Serão aprendidas canções actuais (a uma ou duas vozes) através da audição das mesmas,
podendo estas ser acompanhadas ritmicamente com as várias partes do corpo (palmas, mãos nas
pernas, clicks, etc). Explorar-se-ão, assim, diversos tipos de som (timbre), o ritmo, a pulsação e a
dinâmica, criando-se momentos de surpresa durante a interpretação e comunicação para e com o
público, numa possível demonstração.

Serão efectuados acompanhamentos rítmicos em diversos estilos musicais (acompanhamentos


simples (em monorritmia – apenas uma linha rítmica) e complexos (em polirritmia - com mais que
uma linha rítmica).

Utilizando-se a voz como instrumento musical, deve ser aprendido também como funciona o
aparelho fonador, os vários tipos de voz, sua divisão e explicação dessa mesma divisão.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Definir noções básicas dos conceitos de altura, duração, timbre, dinâmica e harmonia;
ƒ Identificar e articular diferentes conceitos, códigos e convenções técnico artísticas constituintes
das diferentes culturas musicais;
ƒ Descrever, auditivamente estruturas e modos de organização de diferentes géneros e estilos
através de vocabulário apropriado;
ƒ Interpretar canções de diversos géneros musicais.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. A Música
1.1. Altura
1.2. Ritmo
1.3. Timbre
1.4. Dinâmica
1.5. Forma

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 3: O Mundo dos Sons

Âmbito dos Conteúdos (cont.)


1.6. Harmonia
2. O Corpo e a Voz
2.1. Aparelho ressoador, respiratório e ressoador – seu funcionamento

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Almeida, L. P. (1998). Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores.
. Backus, J. (1969). The Acoustical Foundations of Music, New York: Norton.
. Bernstein, L. (1960). O Mundo da Música. Lisboa: Livros do Brasil.
. Brett ,T. (1996). Discover your voice: Learn to Sing from Rock to Classic. London: Schott.
. Buchner, A. (1987). Encyclopédie des Instruments de Musique. Paris: Grund.
. Canhão, J. (2000). Cigarras em Flor: Canções de encantar – Canções para a Infância, Canto e
Piano. Rio Tinto: ASA Editores II.
. Castelo-Branco, S. E. (1996). Portugal e o Mundo - O Encontro de Culturas na Música. Lisboa:
Publicações Dom Quixote.

. Castelo-Branco, Salwa El-Shawan (coord.). Enciclopédia da Música Portuguesa do Século XX.


Lisboa: Publicações D. Quixote. (No Prelo).
. Cunha, J.; Ralha, S. (1990). Iniciação Musical dos 3 aos 12 anos. Porto: Contraponto.
. Davis, G.; Jones, R. (1990). The Sound Reinforcement Handbook. Milwaukee: Hal Leonard
Publishing Corporation.
. Fort, B. (1995). Zoom sur les Sons de la Nature. Courlay: J.M.Fuzeau.
. Fraser, N. (1995). Lighting and Sound. London: Phaidon Press.
. Gagnard, M. (1974). Iniciação Musical dos Jovens. Lisboa: Estampa.
. Jannibelli, Emília. (1971). A musicalização na escola. Rio de Janeiro: Lidador.
. Jorge, F. P. (1997). Escuchar: 20 Reflexiones sobre Musica y Educación Musical. Gran Canaria:
Ediciones Fundación Orquestra Filarmónica de Gran Canaria.
. Marques, H. O. (1986). Dicionário de Termos Musicais: Português, Francês, Italiano, Inglês,
Alemão. Lisboa: Estampa.
. Orff, C. G. (1964). Música para Crianças. Mainz: Schott.
. Platzer, F.(2001). Compêndio de Música. Lisboa: Edições 70.
. Shafer, R. M. (1976). Creative Music Education: Handbook for the Modern Music Teacher.
England: McMillan.
. Sousa, A. B. (1979). Tempos livres: Jogos de Expressão Musical. Lisboa: Editorial Futura.
. Storms, G.(2004). 100 Jogos Musicais: Actividades Práticas na Escola. Porto: Edições Asa.
. Willems, E. (1970). As Bases Psicológicas da Educação Musical. Lisboa: Bienne, Pró-Música.
. Wuytack, J. (1992). Canções de Mimar. Porto: Associação de Pedagogia Musical.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 3: O Mundo dos Sons

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)


Discografia:
A Viagem dos Sons. (1998). Vila Verde: Tradisom, (12 CD's)
Canções e Danças de Portugal (1994). Recolhas de Michel Giacometti. Lisboa: Strauss. SP 4031
Clássicos Divertidos (1994). Philips Classics. 2 CD 438 643-2
Os Instrumentos da Orquestra e A Quinta da Amizade - Fábula Sinfónica, opus 65, Jorge Salgueiro
Os Poetas: entre nós e as palavras (1997). Lisboa: SONY MÚSICA. COL 489269 2
.
Endereços na Internet:
http://mundial.sapo.pt/Arts/Music
Endereço que possibilitará dezenas de pistas relacionadas com a música
http://www.etnohistoria.com.ar/htm/imagenes_instrumentos.htm
Imagens, sons e instrumentos musicais de várias partes do mundo
http://www.hitsquad.com
Artigos e software relacionados com música, assim como ligações para fazer downloads de
programas
http://www.propellerheads.se
Software musical. Ficheiros de música disponíveis para download.
http://musicaonline.sapo.pt/
Página electrónica a partir do qual se poderão encontrar pistas para a música “clássica”
http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/area_home_podcast.php?from_iframe=on
Página electrónica onde se encontram “Os sons de arquivo para o ano 2000 músicas do século”

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 4

Comunicação Visual I
Duração de Referência: 20 horas

1. Apresentação
Neste módulo pretende-se que os alunos despertem para os valores estéticos, aprender a ver,
olhar e sentir, numa atitude reflexiva e crítica, face aos valores estéticos e correntes estilísticas, de
que se reveste a cultura contemporânea.

Pretende-se dotar o aluno de técnicas e instrumentos de análise da arte erudita à arte popular,
descodificando os códigos eruditos da arte, enquanto criações subjectivas, plenas de
autenticidade, criatividade, comunicabilidade e universalidade.

A arte popular é fruto de uma tradição que se vai inovando. Objectos, habilidades repetitivas e o
próprio saber fazer emanam de uma singeleza e ingenuidade, espelhando o gosto de um povo rico
em tradições, como o nosso artesanato.

O design tem uma dimensão artística, pois trabalha com formas, cores, materiais, imagens e
mensagens. O design é uma actividade projectual, multidisciplinar que conjuga e harmoniza a arte
e a técnica.

A montagem de exposições requer técnicas museológicas, passando pelo conceito de património,


conceituação, selecção do espaço e de acervo, divulgação e avaliação do evento. Também destas
noções se pretende dotar o aluno.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Utilizar os instrumentos de “leitura” de uma obra de arte (ver, olhar e sentir);
ƒ Reflectir criticamente sobre os vários movimentos e correntes estilísticas da arte
contemporânea;
ƒ Reconhecer as rupturas significativas da arte clássica instauradas pela arte contemporânea;
ƒ Interpretar a importância da arte contemporânea e o alargamento do conceito estético;
ƒ Reconhecer a importância da arte na cultura contemporânea;
ƒ Diferenciar a arte erudita da arte popular;
ƒ Reconhecer a importância do artesanato como manifestação popular, etnográfica – paradigma
da tradição/ inovação;
ƒ Estabelecer a interacção entre o desenvolvimento tecnológico e as novas formas de produção
artísticas;
ƒ Reconhecer a importância do design, aproximação da arte e da técnica, na produção artística
das artes do quotidiano;

26
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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 4: Comunicação Visual

Objectivos de Aprendizagem(cont.)
ƒ Conceber, planificar e seleccionar espaço e acervo para a montagem de uma exposição, e sua
divulgação utilizando o marketing cultural.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Conceito de arte
2. Critérios de apreciação da obra de arte e aspectos de análise de materiais e técnicas,
instrumentos de leitura da obra de arte
3. Evolução das correntes e movimentos estilísticos da arte contemporânea, acesso aos códigos
eruditos da arte e sua reflexão
4. A diferença entre a arte erudita e a arte popular, artes ditas maiores e menores, e sua evolução
5. A importância do artesanato como manifestação da arte popular, tradição e inovação
6. A arte/ educação, pedagogia crítica, atenta aos problemas da sociedade contemporânea
7. A aproximação da arte e da tecnologia na produção artística
8. O design como imagem de marca nas artes do quotidiano, cerâmica, decoração, vestuário, etc
9. Técnicas de montagem de exposições.
10. Conceituação
11. Selecção do espaço e do acervo
12. Pesquisa e produção de suportes
13. Padrões de comunicação visual e planeamento gráfico
14. Orçamento, apoios e patrocínios
15. Equipa, cronograma e montagem
16. Divulgação e marketing cultural
17. Avaliação

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Argan, G.C. (1988). Arte e Crítica de Arte. Lisboa: Estampa.
. Beardsley, M.C Y Hospers, J, (1986). Estética: Historia y Fundamentos. Madrid: Ed. Cátedra.
. Cary, R. (1998). Critical Art Pedagogy: Foundations for Postmodern Art Education. London:
Routledge.
. Eco, U. (1981). A definição da Arte. Lisboa: Edições 70.
. Efland, A.D. (1998), Cultura, sociedade, arte e educação em um mundo pós-moderno. In: A
compreensão e o prazer da arte. Anais. Ciclo de palestras, 23/04 a 27/11, SESC, São Paulo
Francastel, P. (2000). Arte e Técnica dos séculos XIX e XX. Lisboa: Livros do Brasil.
. Franz, T. S. (2003). Educação para uma compreensão crítica da arte. Florianópolis: Letras
Contemporâneas.
. Fusco, R. ( 1988). História da Arte Contemporânea. Lisboa: Presença.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 4: Comunicação Visual

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)


. Giroux, H. (1997). Los professores como intelectuales: Hacia una pedagogia crítica del
aprendizaje. Barcelona: Paidós.
. Hauser, A. (1988). Teorias da Arte. Lisboa: Presença.
. Laraia, R. B. (2003). Cultura: Um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro: Zahar.
. Mason, R. (2001). Por uma arte-educação multicultural. Campinas: Mercado Aberto.
. Moreira, I. M. M. (1994). Iniciação à Museologia: Caderno de Apoio. Lisboa, Universidade Aberta.
. Munari, B. (1979). Design e Comunicação Visual. Lisboa: Edições 70.
. Suano, M. (1991). O que é o Museu. 2ª Ed. São Paulo: Brasiliense.
. Trindade, L. (1984). Genealogia da Música Popular Universalizada. Porto: Contraponto Edições.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 5

O Jogo Dramático
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Neste módulo, pretende-se que os alunos tomem consciência da importância do jogo, não só como
factor intrínseco ao desenvolvimento infantil, mas também como factor que persiste ao longo de
todo o ciclo de vida humana.

A inventariação e experimentação de jogos permitirá aos alunos criar um repertório escrito que
constituirá um recurso essencial, quer para as situações de aprendizagem em contexto de trabalho
e PAP, quer para o futuro exercício da sua profissão.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Reconhecer a importância do jogo na relação inter-individual e nas relações sociais;
ƒ Reaproveitar e transformar materiais e situações;
ƒ Transformar funcional e simbolicamente o objecto no contexto de uma determinada acção;
ƒ Revelar criatividade na descoberta e criação de símbolos e atribuição de sentidos;
ƒ Revelar capacidades individuais de liderança, gestão de recursos e adaptação a situações
novas;
ƒ Elaborar um repertório escrito a partir de experiências vividas com meios de animação para o
exercício da futura profissão.

3. Âmbito dos Conteúdos

1. O papel do jogo no desenvolvimento da criança, do jovem e do adulto


2. Jogo simbólico, jogo dramático e dramatização
3. Exercícios dramáticos com e sem objectos

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 5: O Jogo Dramático

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Aguilar, L. F. (2001). Expressão e Educação Dramática: Guia Pedagógico para o 1º Ciclo do
Ensino Básico. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
. Beja, F.; Topa, J. M; Madureira, C. (1999). Jogos e Projectos de Expressão Dramática: Jardins de
Infância - ATL, Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico. Porto: Porto Editora.
. Boal, A. (2004), Jogos para atores e não atores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
. Cabral, A. (2001). O Jogo no Ensino. Lisboa: Notícias.
. Faure, G.; Lascar, S. (1982). O Jogo Dramático na Escola Primária. Lisboa: Estampa.
. Gauthier, H. (2000). Fazer Teatro Desde os Cinco Anos. Coimbra: Escola Superior de Educação/
Minerva.
. Japiassu, R. (2005). Metodologia do ensino do teatro. Campinas: Papirus.
. Koudela, I. D. (2002). Jogos Teatrais. São Paulo: Perspectiva.
. Landier, J. C.; Barret, G. (1994). Expressão Dramática e Teatro. Porto: Edições Asa.
. Leenhart, P. (1974). A Criança e a Expressão Dramática. Lisboa: Estampa.
. Lequeux, P. (1977). El niño, creador de espectáculo. Colección de pedagogía práctica Buenos
Aires: Kapelusz.
. Martins, A. (coord.) (2002). Didáctica das Expressões. Lisboa: Universidade Aberta.
. Slade, P. (1978). O Jogo Dramático Infantil. São Paulo: Summus.
. Sousa, A. B. (1979). Jogos de Expressão Dramática. Lisboa: Futura.
. Spolin, V. (2001). Improvisação para o Teatro. São Paulo: Perspectiva.
. Spolin, V. (2001). O Jogo Teatral no Livro do Director. São Paulo: Perspectiva.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 7

Corpo e Gesto
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Na formação do animador sociocultural, a Expressão Corporal tem um papel de relevo, quer a
nível da formação pessoal, quer na construção das competências específicas deste grupo
profissional.

O uso da “linguagem” corporal promove processos de reorganização de diferentes modos de sentir


e pensar, exercitando a criatividade e promovendo a construção de conhecimento sobre o mundo
pessoal, interior, na sua relação com o mundo exterior. Pretende-se, pois, neste módulo, despertar
o aluno para este tipo de questões.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Anotar perspectivas na acção e reacção em grupo;
ƒ Utilizar o corpo como meio de expressão, comunicação e criação;
ƒ Utilizar a “linguagem”do corpo.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. O corpo no relacionamento com os outros
2. “Linguagem” do corpo
3. O corpo e o espaço
4. O corpo e o tempo
5. Gesto espontâneo e gesto convencional
6. Mímica, gesto, movimento
7. Exercícios práticos

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Orlic, M. L. (1977). A Linguagem do Corpo: Um Método para a Educação Gestual e a Educação
Psicomotora. Lisboa: Livraria Sociocultural.
. Pease, A. (2002). O Pequeno Livro da Linguagem Corpora: Como Ler os Pensamentos dos
Outros Através dos Seus Gestosl. Lisboa: Editorial Bizâncio.
. Sousa, A. B. (2003). Educação Pela Arte e Artes na Educação. Lisboa: Instituto Piaget.
. Vayer, P. (2000). Psicologia das Actividades Corporais, Lisboa: Instituto Piaget.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 7: Corpo e Gesto

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)


Outros Recursos:
Aparelhagem sonora.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 8

Oficina de Expressão Plástica I


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Com este módulo pretende-se que o aluno entenda o espaço oficina como fundamental para a
concretização das técnicas complementares de Expressão Plástica e que adquira competências
teórico práticas nas diferentes propostas de expressão plástica aqui introduzidas: modelação,
moldagem, tecelagem e impressão.

Aqui o aluno também será conduzido a um melhor entendimento e valorização das diferentes
formas de conhecimento, comunicação e expressão, bem como à construção de uma consciência
que valorize e preserve o património natural e cultural.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Reconhecer a primordial importância da relação espaço/ atelier/ aluno;
ƒ Utilizar ferramentas, materiais e processos técnicos de trabalho de modo seguro, eficaz e
esteticamente equilibrado;
ƒ Reconhecer as diferentes técnicas e materiais para modelação;
ƒ Aplicar técnicas de modelação em barro e outros materiais plásticos;
ƒ Identificar as diferentes técnicas de moldagem;
ƒ Aplicar técnicas de moldagem com gesso em moldes plásticos;
ƒ Identificar o conceito de tecelagem;
ƒ Utilizar ferramentas, materiais e aplicar processos técnicos de trabalho na concretização e
elaboração de um tecido;
ƒ Reconhecer as diferentes técnicas de impressão;
ƒ Aplicar uma técnica de impressão.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. O atelier de Expressão Plástica
2. Técnicas e materiais de modelação
3. Técnicas e materiais de moldagem
4. Introdução histórica sobre a tecelagem
5. Técnicas de tecelagem
6. História das técnicas de impressão
7. Técnicas de impressão

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 8: Oficina de Expressão Plástica I

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros :
. Nobre, F. (1993) Atelier de Artes 10/ 11/ 12: Materiais e Técnicas de Expressão Plástica – 10º/
11º/ 12º anos. Porto: Areal Editores.

Outros recursos:
Fichas elaboradas pelo professor com informação geral e técnica;
Equipamento informático, software educativo e aplicações informáticas específicas;
Acesso à Internet.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 9

Expressão Vocal e Instrumental


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Com este módulo pretende-se que o aluno reconheça a importância das expressões ao nível
instrumental e vocal.

A prática do canto constitui a base da expressão musical. A voz humana é o instrumento musical
mais simples e expressivo de todos quantos conhecemos. É importante saber a forma como
funciona. Através de uma forma organizada de movimentos, – cantigas e danças de roda - os
alunos desenvolvem potencialidades musicais múltiplas.

Os instrumentos, entendidos como prolongamento do corpo, são o complemento necessário ao


enriquecimento dos meios de que o aluno se pode servir nas suas experiências, permitindo, ainda,
conhecer os segredos da produção sonora.

Neste módulo, serão dadas a conhecer também as metodologias de Carl Orff, pela sua influência
na pedagogia musical, ao criar o instrumental Orff.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Utilizar as diferentes técnicas de produção sonora a nível vocal e instrumental;
ƒ Revelar e estimular a memória auditiva no que respeita aos diferentes conceitos da música e
sua representação;
ƒ Valorizar a sua expressão musical e a dos outros;
ƒ Fruir a música para além dos seus aspectos técnicos e conceptuais;
ƒ Identificar diferentes tipos de instrumentos e culturas musicais;
ƒ Caracterizar diferentes processos comunicacionais, formas e técnicas de criação musical;
ƒ Produzir e realizar espectáculos diversificados;
ƒ Tomar conhecimento do património artístico musical;
ƒ Conceber e implementar projectos de investigação.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 9: Expressão Vocal e Instrumental

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Instrumentos Musicais
1.1. Família de timbres: Orquestra Sinfónica e Instrumental Orff
1.2. Classificação dos instrumentos: cordofones, aerofones, idiofones, membranofones
1.3. Os instrumentos musicais no mundo
1.4. Alteração tímbrica dos instrumentos
1.5. Utilização de conceitos musicais em peças instrumentais
1.6. Flauta de bisel
2. A Voz
2.1. Fisiologia da voz
2.2. Formações vocais
2.3. Respiração e articulação
2.4. Vocalização e dicção
2.5. Afinação e boa sonoridade
2.6. Utilização de conceitos musicais em peças vocais

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Almeida, J. L. R. (1998). Um Olhar Musical pelos Resíduos. Lisboa: Instituto dos Resíduos.
. Bernstein, L. (1960). O Mundo da Música. Lisboa: Livros do Brasil
. Bernstein, L. (1972). Concertos para Jovens. Mem Martins: Publicações Europa - América.
. Bowman, D.; Cole, B. (1989). Sound Matters. London: Schott Educational Publications.
. Bowman, D.; Terry, P.(1993). Aural Matters. London: Schott Educational Publications.
. Brett ,T. (1996). Discover your voice: Learn to Sing from Rock to Classic. London: Schott.
. Bygrave, M.; Nash, L . (1977). Rock, o Ritmo do Século. Lisboa: Verbo.
. Cortez, Maria Rita (1994). Cancioneiro de Serpa. Serpa: Câmara Municipal de Serpa.
. Cunha, J.; Ralha, S. (1990). Iniciação Musical dos 3 aos 12 anos. Porto: Contraponto.
. Denizeau, G. (1997). Comprendre et Identifier les Genres Musicaux. Paris: Larousse
. Giacometti, M.(1981). Cancioneiro Popular Português. Lisboa: Círculo de Leitores.
. Graça, F. L. (1977). A Canção Popular Portuguesa. Mem Martins: Publicações Europa-América.
. Marques, A. C. (1998). Cantares de José Afonso: Acompanhamentos para Viola - Guitarra
Clássica. Évora: A.C.R. Marques.
. Marques, H. O. (1986). Dicionário de Termos Musicais: Português, Francês, Italiano, Inglês,
Alemão. Lisboa: Estampa.
. Michels, Ulrich (1998). Atlas de Música. Madrid: Alianza Editorial.
. Morais, M. (transc.) (1992). Cancioneiro Musical d'Elvas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 9: Expressão Vocal e Instrumental

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)


. Mota, G.; Leite, N. S. (1989). Os sons do mundo: O Mundo dos Sons. Porto: ASA.
. Munrow, D. (1979). Instruments de Musique du Moyen Age et de la Renaissance. Luçon: Hier et
Demain.
. Norton, C. (1988). Microjazz for Recorder Group: 8 Pieces in Popular Styles. London: Boosey &
Hawkes.
. Oliveira, E. V. (1986). Instrumentos Musicais Populares dos Açores. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian.
. Oliveira, E. V.(2000). Instrumentos Musicais Populares Portugueses. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian/Museu Nacional de Etnologia
. Orff, C. G. (1964). Música para Crianças. Mainz: Schott.
. Paganelli, S. (1987). Les Instruments de Musique dans L’Art. Paris: Payot.
. Sardinha, J. A. (2000). Tradições Musicais da Estremadura. Vila Verde: Tradisom
. Soares, P. (1997). Método de Guitarra Portuguesa: Bases para a Guitarra Portuguesa. Coimbra:
Autor.
. Torres, R. M. (1998). As Canções Tradicionais Portuguesas no Ensino da Música: Contribuição da
Metodologia de Zoltán Kodály. Lisboa: Caminho
. Tranchefort, F. R. (1980). Les Instruments de Musique dans le Monde. Paris: Seuil.
. Unger-Hamilton, C. (1981). Keyboard Instruments: The Instruments, The Music & The Musicians.
Minneapolis: Control Data Publishing.
. Veiga de Oliveira, E. (2000). Instrumentos Musicais Populares Portugueses. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, Museu Nacional de Etnologia.

Discografia:
A Viagem dos Sons. (1998). Vila Verde: Tradisom, (12 CD's)
Auto da Pimenta (1991). Rui Veloso. Lisboa: EMI-Valentim de Carvalho. EMI 7983762
Biografia do pop/ rock (1997). Lisboa: Movieplay Portuguesa. MOV 30.367 -A/B
Boas Festas (1992). Cabo Verde, Morabeza. CDMR001
Ensemble de Flautas da Escola de Música do Município de Loulé (1997). Município de Loulé,
Mákjête, MJCd 597
Guide des Instruments Baroques (s.d.). Ricercar Consort. France. RIC 93001
Instrumentos Makua (1994). FOLKlore 6. MOZAMBICO. Roma: Sudnord. SNCD0039
Janelas Verdes (1990). Júlio Pereira. Lisboa: EMI - Valentim de Carvalho.7 95821 2
Música Coral do Século XX (1999). Coro de Câmara de Lisboa. Paços de Brandão: Numérica. NUM
1083
Música Popular Açoriana (1996). Grupo Coral das Lajes do Pico. Açores: Dinamo Discos. DIN
96022
Musical Traditions of Portugal (1994). International Institute for Traditional Music. Traditional Music
of the World. Washington. Smithsonian/Folkways. CD SF 40435
Orquestra do Conservatório (1996). MPB. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba. ADD 090057
Orquestra Didáctica da Foco Musical, Colecção Crescer com a Música -1, FM9903 CM1

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 9: Expressão Vocal e Instrumental

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)


Romances (1991). Vitorino. Lisboa: Movieplay Portuguesa SA. Movieplay-SO 3014
La portingaloise: música no tempo dos descobrimentos (1994). Segréis de Lisboa. Lisboa,
Movieplay
Modinhas e lunduns dos séculos XVIII e XIX (1997). Segréis de Lisboa., Lisboa, Movieplay
Tous les matins du monde (1991). Jordi Savall (dir.).France: AUDIVIS. Travelling K 4640
World Playground. A Musical Adventure for Kids (1999). S.l. Putumayo World Music. PUTU 154-2
Zap Mama (1991). S.l. Crammed Discs. CRAW 3 CD
A Guitarra Portuguesa nos salões do século XVIII (1983). Pedro Caldeira Cabral. Porto: Rádio
Triunfo

Endereços na Internet:

http://worldmusic.about.com
Página electrónica relacionada com as músicas do mundo

http://www.attambur.com
Página electrónica relacionada com as músicas do mundo

http://www.codamusic.com/coda
Página electrónica onde se encontram programas para a notação musical

http://www.csdraveurs.qc.ca/musique/flutalors/menu_principal.htm
Página electrónica a partir da qual se pode aprender a tocar flauta de bisel

http://www.attambur.com

Página electrónica a partir da qual se pode aceder a diferentes tipos de World Music

http://www.fruityloops.com
Software para a criação de música. Amostras de música criadas com este programa estão em
http://artists.mp3s.com.artists/226/fruityloops.html

http://www.guitarra-portuguesa.com
Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado

http://www.hitsquad.com
Artigos e software relacionados com música, assim como ligações para fazer downloads de
programas

http://www.iaspm.net
Página electrónica da International Association for the Study of Popular Music

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 10

Comunicação Visual II
Duração de Referência: 20 horas

1. Apresentação
Na actividade profissional de um animador sociocultural surge muitas vezes a necessidade de
divulgação/ documentação de projectos, ou outros, em que a produção de material gráfico se torna
indispensável.

Através do trabalho de um designer, ou não, é necessário que o animador conheça as


possibilidades que tem ao seu dispor para que possa organizar a informação ou mesmo produzir
os elementos necessários a essa divulgação.

Neste módulo devem abordar-se os aspectos de produção de diversos objectos gráficos, enquanto
estratégia de comunicação.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Reconhecer os elementos que caracterizam uma linha gráfica;
ƒ Identificar os diversos objectos gráficos utilizados geralmente para a divulgação/ documentação
de eventos ou actividades;
ƒ Planificar com sucesso a estratégia de divulgação de um evento ou actividade, contemplando
vários objectos gráficos e garantindo a identidade visual entre eles.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. A Identidade Visual
2. Estrutura, organização e hierarquia de informação
2.1. Boletim
2.2. Cartaz
2.3. Folheto
2.4. Desdobrável
2.5. Convite

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 10: Comunicação Visual II

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros
. Bridgewater, P. (1999). Introdução ao Design Gráfico. Lisboa: Estampa.
. Dabner, D. (2000). Diseño de Catálogos e Folletos. Barcelona: Editorial Gustavo Gili.
. Dabner, D. (2003). Design and Layout. England: Bathsford.
. Huygue, R. (1986). O Poder da Imagem. Lisboa: Edições 70.
. Koren, L.; Meckler, R. W. (2001). Graphic Design Cookbook: Mix & Match Recipes for Faster,
Better Layouts. sl.: Chronicle Books.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 11

Oficina de Expressão Dramática


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Neste módulo privilegiar-se-á a feitura e animação de fantoches e marionetas de vários tipos, bem
como de silhuetas para teatro de sombras. Por outro lado, a par da construção de máscaras,
haverá lugar a exercícios de articulação da máscara com técnicas de expressão corporal.

A montagem de pequenas unidades de animação utilizando cada uma destas técnicas será uma
excelente estratégia, quer para o desenvolvimento das aprendizagens, quer para a concretização
da avaliação.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Utilizar as técnicas de construção e manipulação de fantoches, silhuetas e máscaras;
ƒ Utilizar o material disponível em função de objectivos precisos de intervenção;
ƒ Aplicar a articulação de recursos e distribuição de papéis e funções, em diferentes situações.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Formas animadas
1.1. Animação de objectos
1.2. Fantoches e marionetas
1.3. Tipos e formas de manipulação
1.4. Da tradição à modernidade
2. Teatro de sombras
2.1. O corpo em negativo
2.2. As mãos que contam
2.3. Objectos em contraluz
2.4. Formas e técnicas
3. A Máscara
3.1. Do rito mágico ao espectáculo
3.2. A máscara que esconde e revela: tipos e funções
3.3. Jogos de máscaras
3.4. A comédia dell’arte e o teatro da máscara

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 11: Oficina de Expressão Dramática

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Assis, Luís (2003). Manual de Teatro. Lisboa: Temas e Debates.
. Bordat, D.; Boucrot, F. (1981.). Les Theatres d’Ombres : Histoire et Techniques. Paris: L’Arche.
. Costa, S. M.; Barros, J. (2002). Festas e Tradições Portuguesas. Lisboa: Círculo de Leitores.
. Fournel, P. (dir.) (1995). Les Marionnettes. Paris: Bordas.
. Hetzel, G. (1991). Máscaras: Confecção e Decoração. Lisboa: Plátano.
. Lequeux, P. (1977). El niño, creador de espectáculo. Colección de pedagogía práctica Buenos
Aires: Kapelusz.
. Machado, M. C. (1970). Como Fazer Teatrinho de Bonecos. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora.
. Matignon, R. (1973). Dicionário de Jogos. Porto: Inova.
. McKay, G. (1994). Mask Making. Edison: Chartwell Books.
. Muenk, I. (1977).Teatro de Fantoches. Lisboa: Verbo.
. Museu da Marioneta (s.d.). Guia do Museu da Marioneta. Lisboa: EGEAC-EM.
. Rudlin, J. (1994). Commedia Dell’Art:, An Actor’s Handbook. London: Routledge.
. Thalheim, Y.; Nadolny, H. (1996). Máscaras Divertidas. Lisboa: Plátano.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 13

Corpo e Simbolismo
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Este módulo incidirá sobretudo sobre a dança na sua relação com a comunidade.

Admite-se que os formandos já tenham tido contacto com outros módulos de formação nas áreas
das expressões artísticas e que, por isso, já estejam familiarizados com algumas técnicas de
domínio e controlo do próprio corpo, bem como com a possibilidade de utilizar o corpo como um
potencial instrumento de comunicação.

Assim, propomos uma incursão pelos domínios da dança educativa e uma breve passagem pelas
danças populares. Deste modo, os formandos não só serão dotados de ferramentas que poderão
posteriormente utilizar na sua actividade profissional, como também lhes serão fornecidas algumas
bases teórico práticas nas quais os alunos enquadrarão os conhecimentos adquiridos de forma
sistemática e organizada.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Reconhecer a importância da actividade artística (nomeadamente da expressão corporal –
dança) no desenvolvimento total das capacidades do indivíduo;
ƒ Interpretar o corpo expressivo – o corpo como emissor de sinais;
ƒ Articular coerente e sistematicamente a forma e o conteúdo de determinada actividade –
capacidade de adaptar o meio ou o formato à mensagem que se quer transmitir;
ƒ Listar as vantagens de utilização de recursos deste género;
ƒ Dinamizar actividades em que o corpo e as suas potencialidades apareçam como elemento
central / principal;
ƒ Planear, organizar e dirigir as diversas etapas de uma actividade na área da dança (aula,
oficina, animação, etc), introduzindo os diversos métodos apresentados.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. As Danças Folclóricas ou “Populares”
1.1. Aparecimento e evolução
1.2. Elementos constitutivos das danças folclóricas: o simbolismo; a forma; a coreografia; a
música e a técnica utilizada.
1.3. Estudo de três danças populares portuguesas (por ex: Corridinho, Fandango, Vira)

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 13: Corpo e Simbolismo

Âmbito dos Conteúdos (cont.)


2. A Dança Educativa ou Criativa
2.1. Enquadramento teórico
2.1.1.Origens da dança educativa – Isadora Duncan (1878 – 1927) e Rudolf Laban (1879 –
1958)
2.1.2.Pressupostos e objectivos de uma dança educativa: o movimento lúdico – expressivo e
criativo; desenvolvimento da criatividade; promoção do desenvolvimento integral da
criança
2.2. Actividades práticas
2.2.1.A organização do movimento/ espaço temporalmente
2.2.2.A utilização de acções quotidianas como início da dança: correr, saltar, deslizar,
levantar, cair, etc
2.2.3.A fixação desses movimentos na construção de uma dança
2.2.4.A procura de início de movimento: fotografias, imagens mentais, músicas, etc

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros
. Batalha, A. P. (2004). Metodologia do Ensino da Dança. Lisboa: Faculdade de Motricidade
Humana.
. Levien, J. (1994). Duncan Dance: A Guide for Young People Ages Six to Sixteen. Hightstown:
Dance Horizons Books.
. Sousa, A. B. (2003). Educação Pela Arte e Artes na Educação. Lisboa: Instituto Piaget.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 14

Oficina de Expressão Plástica II


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Neste módulo pretende-se que os alunos desenvolvam as suas capacidades criativas, um
desenvolvimento sustentado pelo conhecimento dos procedimentos e metodologias projectuais;
dos recursos técnicos e tecnológicos; dos materiais, suportes, utensílios; e das linguagens
plásticas e/ou visuais.

O aluno deverá ser capaz de adequar soluções plásticas, dos pontos de vista técnico e
comunicativo, ao que lhe é solicitado realizar. Para tal, deverá ser preparado para programar as
suas elaborações e incentivado a autonomizar-se na reflexão, na busca e nas explorações, quer
sejam de índole sistemática ou ocasional. Nesse sentido, torna-se fundamental que o discente
explore criativamente as possibilidades expressivas dos materiais e técnicas de expressão plástica
para que esteja capacitado a conseguir seleccionar, com base na experiência pessoal, meios e
técnicas de expressão adequados às produções visuais a concretizar.

No entanto, o aluno deverá assumir o “projecto” e as metodologias que a ele levam como
complementos estruturantes da criação, porém sem nunca o confundir com o processo criativo em
si.

Outra grande ideia base de orientação para este módulo será a recuperação, reutilização e
reevocação de materiais de forma criativa, motivando os alunos para as questões ambientais e
para a reciclagem, por um lado, e, principalmente, para a necessidade da máxima rentabilização
dos recursos.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Identificar e utilizar as características dos materiais, suportes e utensílios;
ƒ Utilizar, expressiva e criativamente, os elementos da linguagem plástica;
ƒ Identificar as componentes e os procedimentos da metodologia projectual;
ƒ Reconhecer a importância do “projecto” como complemento da operacionalização dos meios;
ƒ Projectar e programar realizações plásticas;
ƒ Organizar com funcionalidade e equilíbrio os espaços bidimensionais e tridimensionais;
ƒ Caracterizar a relação interactiva sentimento/ ideia/ material/ técnica;
ƒ Relacionar as formas visuais com as características dos materiais e das funções a que estão
associados;
ƒ Identificar o conceito de intervenção e saber intervir;
ƒ Observar, analisar/ reflectir, avaliar e comunicar as produções/ projectos.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 14: Oficina de Expressão Plástica II

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Exploração plástica no espaço bidimensional e tridimensional com utilização de diferentes meios,
materiais e suportes
2. Concepção e execução de construções bi e tridimensionais
3. Esboço, maquetas e memória descritiva
4. Reutilização e reevocação de materiais, utensílios e suportes
5. Projecto de intervenção

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Arnheim, R. (1992). Arte e Percepção Visual: Uma Psicologia da Visão Criadora. São Paulo:
Livraria Pioneira Editora.
. Escher, M. C.(1991). The Magic Mirro of M. C. Escher. Singapura: Taschen.
. Kandisnky, W. ( 1996). Ponto, Linha, Plano. Lisboa: Edições 70.
. Kandisnky, W. (2002). Do Espiritual na Arte. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
. Munari, B. (1979). Design e Comunicação Visual. Lisboa: Edições 70.
. Nobre, F. (1993) Atelier de Artes 10/ 11/ 12: Materiais e Técnicas de Expressão Plástica – 10º/
11º/ 12º anos. Porto: Areal Editores
. Rocha., C. S. (2000). Plasticidade do Papel e Design. Lisboa: Plátano Editora.
. Sousa, R. (1995). Didáctica da Educação Visual. Lisboa: Universidade Aberta.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 15

Atelier Musical
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Neste módulo pretende-se fazer uma abordagem dos materiais didácticos, da planificação de
actividades relacionadas com a música e da construção de instrumentos.

A exploração de canções didácticas, a planificação de actividades com canções e ritmos, a


distinção de instrumentos de altura definida e indefinida e a construção de instrumentos com
materiais recicláveis constituem aspectos essenciais.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Planificar actividades musicais;
ƒ Distinguir os instrumentos de altura definida e indefinida;
ƒ Agrupar os instrumentos por famílias tímbricas;
ƒ Construir instrumentos a serem utilizados em actividades.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. A canção e o ritmo
2. Famílias de instrumentos musicais Orff
3. Altura definida e indefinida
4. Contraste e semelhança tímbrica

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Barreto, J. L. (1995). Música & Mass Media. sl.: Hugin Editores.
. Berry, W. (1987). Structural Functions in Music. New York: Dover Publications.
. Chapple, S.; Garofalo, R. (1989). Rock & Indústria. História e Política da Indústria Musical. Lisboa:
Editorial Caminho.
. Chion, M. (1997).Músicas, Media e Tecnologias, Lisboa: Instituto Piaget.
. Cole, B.(1996). The Composer's Handbook: A Do-It-Yourself Approach Combining Tricks of the
Trade and Other Techniques. London: Schott.
. Deyries, B. et al (1990). História da Música em Banda Desenhada. Mem Martins: Terramar.
. Guerreiro, C. et al (1978). Sons para Construir. Lisboa: Plátano Editora.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 15: Atelier Musical

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)


. Kaye, D.; Lebrechet, J. (2000). Sound and Music for the Theatre: The Art and Technique of
Design. Boston: Focal Press.
. Kennedy, M. (1994). Dicionário Oxford de Música. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
. Lebrecht, N. (1992). The Companion to 20th Century Music. London: Simon & Schuster.
. Mckernon, Greg. (1996). Jazz triptych for recorder quartet. London: Schott.
. Métraux, Guy Serge, Tom de Leeuw (1974). Structures sonores et structures de l’espace: musique
et architecture, in Musique et Cultures Musicales, La Baconnière, Unesco
. Paynter, J. (1970). Sound and Silence: Classroom Projects in Creative Music. Cambridge:
Cambridge University Press.
. Rabley, S. (1994). Welcome to the Rock & Pop Dossier. London: Macmillan.
. Sadie, S. (1980). The New Grove Dictionary of Music and Musicians. 20 vol. London: Macmillan.
. Schoenberg, A. (1979). Tratado de Armonía. Madrid:Real Musical
. Stock, J. (1996). World Sound Matters. London: Schott Educational Publications.
. Tragtenberg, L. (1999). Música de Cena. S.Paulo: Editora Perspectiva.
. Truax, B. (1984). Acoustic Communication. New Jersey: Ablex Publishing Corporation.
. Vandervorst, M. (1997). Lutherie Sauvage. Paris: Éditions Alternatives.

Discografia:
Autómatos da Areia. Lendas de Neptuno. Oceanos (1992). Cândido Lima. Lisboa: Portugalsom. CD
870033/PS
Farinelli (1994). Bande Original du Film. Christophe Rousset (dir.). France: AUDIVIS. Travelling K
1005
Fun! With Sound Effects, St-Laurent (1994), SE-2-5503
Jeanne la Pucelle (1994). Bande Originale du Film. Jordi Savall (dir.). France AUDIVIS. Travelling K
1006
JIG (1992). Paços de Brandão: Numérica. NUM 1008
La Musique qui à Inspiré les Peintres, Marshall Cavendish (1996). [Este CD acompanha a obra
"Grands peintres: encyclopédie interactive de l'histoire de l'art]
Militar Sounds and Firearms (1994). St-Laurent, Québec
Outer Space Music (1994). St-Laurent
Pathways of Renaissance Music (1998). Arles, Harmonia Mundi
Sounds from a Fantasy Space Mission (1994). St-Laurent, Québec, Madacy. SE-2-5515
Sounds from the Steam Locomotiv (1994). St-Laurent, Québec, Madacy. SE-2-5513
Sounds of the Fascinating Animal World (1994). St-Laurent, Québec, Madacy, 1994, SE-2-5509
Sounds of Horror, St-Laurent, Québec, Madacy, SE-2-5509
Sounds of Nature and the Great Outdoors (1994). St-Laurent, Québec, Madacy, SE-2-5504
Sounds of Science Fiction (1994). St-Laurent, Québec, Madacy, SE-2-5518
The Synthesizer Album, Chris Cozens, Nick Magnus, London, Telstar, 1990, TCD 2371

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 15: Atelier Musical

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)


Endereços na Internet:

http://www.guitarra-portuguesa.com
Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado

http://www.hitsquad.com
Artigos e software relacionados com música, assim como ligações para fazer downloads de
programas

http://www.iaspm.net
Página electrónica da International Association for the Study of Popular Music

http://www.mixman.com
Software musical

http://www.propellerheads.se

Software musical. Ficheiros de música disponíveis para download.

http://www.steinberg.net
Software musical Cubasis VST 3.7

http://www.visiosonic.com
“Media player” PCDJ Broadcaster.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 16

Comunicação Visual III


Duração de Referência: 20 horas

1. Apresentação
Este módulo propõe uma abordagem introdutória e genérica aos processos e técnicas da produção
e realização de conteúdos audiovisuais (apenas fotografia e vídeo), tendo em consideração a
actual importância destes enquanto ferramentas auxiliares de um snimador sociocultural.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Identificar os elementos básicos da linguagem audiovisual (fotografia e vídeo);
ƒ Reconhecer a especificidade e importância da linguagem audiovisual;
ƒ Introduzir o uso da linguagem audiovisual no trabalho de um animador sociocultural.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Fotografia
1.1. Fotografia enquanto ferramenta do animador
1.2. Fotografia analógica e digital
1.3. Registo fotográfico e fotografia criativa
1.4. Noções básicas de fotografia (a maquina fotográfica, composição da imagem, diafragma e
profundidade de campo, cor, velocidade de obturação etc.)
1.5. Exercícios práticos
2. Vídeo
2.1. Vídeo enquanto ferramenta do animador
2.2. Registo videográfico e vídeo criativo
2.3. Câmara de vídeo (noções gerais)
2.4. Princípios básicos do filme e videograma: composição estática e dinâmica, planos,
movimentos, pontos e ângulos de vista de câmara
2.5. Captação de imagem e pós-produção
2.6. Exercícios práticos

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 16: Comunicação Visual III

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Cardoso, B. (2003). Vídeo Digital no PC. Lisboa: FCA – Editora de Informática.
. Freeman, M. (2002). O Guia Completo da Fotografia Digital. sl.: Livros e Livros.
. Hedgecoe, J. (1992). Grande Manual do Vídeo: Guia Prático e Completo para Fazer Bons
Vídeos. Lisboa: Dinalivro.
. Hedgecoe, J. (1994). O Novo Livro da Fotografia. sl.: Livros e Livros.
. Marner, T. St. J. (1980). A Realização Cinematográfica. Lisboa: Edições 70.

Outros Recursos:
Câmaras de vídeo;
Máquinas fotográficas digitais.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO 17

Quotidiano Cénico
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Presume-se, a este tempo de formação, ser clara a distinção entre Expressão Dramática e Teatro:
todo o actor deve ter uma forte componente formativa na área da Expressão Dramática; Teatro é
mais do que um exercício de Expressão Dramática, antes um trabalho final uno e coerente, onde
confluem saberes, entendimentos, sensibilidades e técnicas sob a direcção e opção estética de um
encenador.

O conhecimento dos componentes que fazem o produto final Teatro, a sua evolução e reflexo
enquanto arte que visa demonstrar a condição da Humanidade e o reconhecimento de diferentes
estéticas são requisitos fundamentais para o animador sociocultural que amiúde é confrontado
com a prática teatral, quer enquanto catalisador de projectos, tanto como gestor e promotor de
actividades teatrais.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Reconhecer o quadro cronológico de principais pessoas e acontecimentos teatrais ao longo da
história da Humanidade;
ƒ Reconhecer estilos e formas de representação;
ƒ Distinguir o texto dramático de teatro e o modo como este se corporiza na arquitectura e locais
de acção teatral, na cenografia e espaço cénico;
ƒ Tomar conhecimento do processo de encenação, da organização de uma estrutura de
produção teatral, da construção do personagem e da evolução do trabalho do actor.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Friso histórico da evolução do Teatro ao longo da história da Humanidade
2. Principais correntes e estéticas teatrais
3. O texto dramático e outras fontes de criação
4. Arquitectura e locais de acção teatral
5. Cenografia e espaço cénico
6. A função do encenador
7. A organização de uma estrutura de produção teatral
8. O processo de construção do personagem e o trabalho do actor.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo 17: Quotidiano Cénico

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Aslan, O. (1974). L’Acteur au XX Siècle. Paris: Éditions Seghers.
. Assis, Luís (2003). Manual de Teatro. Lisboa: Temas e Debates.
. Barata, J. O. (1991). História do Teatro Português. Lisboa: Universidade Aberta.
. Dorfles, G. (1989). As Oscilações do Gosto: a Arte de Hoje entre a Tecnocracia e o Consumismo.
Lisboa: Livros Horizonte.
. Fadda, S. (1998). O Teatro do Absurdo em Portugal. Lisboa: Edições Cosmos.
. Gomez, J. A. C. et al (2000). Animação Teatral: Teoria e Prática. Porto: Campo das Letras.
. Pavis, P. (1999). Dicionário de Teatro. São Paulo: Perspectiva.
. Stanislavski, C. (1997). Manual do Ator. São Paulo: Marins Fontes.
. Sucker, C. B. (1999), O Teatro das Décadas de Oitenta e Noventa. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO A

Música, Som e Meios Técnicos


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Tendo em conta que, nas últimas décadas, o desenvolvimento dos componentes sonoros,
nomedamente dos componentes sonoros ligados ao audiovisual têm despertado a atenção de
inúmeros agentes, o animador sociocultural, pelas múltiplas funções que poderá desempenhar,
deverá, igualmente, possuir elementos e informações que lhe poderão ser necessárias para um
melhor desempenho.

Atendendo a que a percepção sonora é um processo complexo que envolve quase todo o corpo
humano, é necessário que os formandos possam adquirir conhecimentos no sentido de poderem
tomar contacto, num primeiro momento, com algumas características do som (frequência, altura,
intensidade e timbre).

Posteriormente, ainda no primeiro ponto, deve abordar-se a anatomia do ouvido e o mecanismo da


audição. Nesta sequência, deverão ser desenvolvidos alguns conceitos de sensação de
intensidade; limiar de audibilidade; limiar da dor e sensação de altura; entre outros.

Na sequência do que foi apresentado anteriormente, será importante realçar que o processo de
tratamento de sinais sonoros passa por uma série de transformações (na intensidade, no espaço e
no tempo). Deste modo, será importante compreender a origem do sinal e todo o percurso até ao
ouvinte. Será importante ainda dar a conhecer os diversos sistemas de amplificação utilizados para
ampliar a fonte sonora, bem como a conversão de sinal acústico em sinal eléctrico e este,
novamente, em sinal acústico.

No que concerne ao ponto relativo ao trabalho do sonoplasta nas diversas áreas e fases da
sonoplastia, será essencial procurar uma compreensão relativamente aos meios técnicos
existentes, assim como às potencialidades de utilização desses mesmos meios, no que diz
respeito à componente do som.

Em relação ao último ponto deste módulo, deverá haver uma preocupação em dar a conhecer os
diversos equipamentos existentes em estúdios de som, nomeadamente: mesas de mistura; rack de
efeitos; software de som; leitores de cd’s; gravadores de cd’s; gravadores de cd’s e mini disc’s
(material consumível).

Desta forma, dever-se-á privilegiar o contacto com meios técnicos através de material adquirido
para o efeito ou através de visitas a estúdios de gravação e de rádio, bem como a salas de
espectáculo devidamente apetrechadas.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo A: Música, Som e Meios Técnicos

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Manipular equipamentos e meios técnicos usados na sonoplastia (e luminotecnia);
ƒ Utilizar de forma adequada os meios ao seu dispor, desenvolvendo capacidades de adaptação
aos vários contextos;
ƒ Adquirir métodos e práticas de trabalho.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. O som como forma de comunicação
1.1. O som e o ruído
1.2. Sensações auditivas
2. Tratamento de sinais sonoros
2.1. Noções de acústica
2.2. Natureza do sinal
2.3. Captação e transformação do som
2.4. Sistemas de amplificação
3. O trabalho do sonoplasta nas diversas áreas e fases da sonoplastia
3.1. O conceito de sonoplastia
3.2. A cadeia áudio e seus componentes
4. Técnicas de captação, montagem e mistura
4.1. Montagem de sistemas áudio e P.A.

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Backus, J. (1969). The Acoustical Foundations of Music, New York: Norton.
. Barron, M. (1993). Auditorium Acoustics and Architectural Design. London, Glasgow: E & FN
Spon.
. Chion, M. (1997).Músicas, Media e Tecnologias, Lisboa: Instituto Piaget.
. Davis, G.; Jones, R. (1990). The Sound Reinforcement Handbook. Milwaukee: Hal Leonard
Publishing Corporation.
. Denizeau, G. (1997). Comprendre et Identifier les Genres Musicaux. Paris: Larousse
. Fraser, N. (1995). Lighting and Sound. London: Phaidon Press.
. Kaye, D.; Lebrechet, J. (2000). Sound and Music for the Theatre: The Art and Technique of
Design. Boston: Focal Press
. Métraux, Guy Serge, Tom de Leeuw (1974). Structures sonores et structures de l’espace:
musique et architecture, in Musique et Cultures Musicales, La Baconnière, Unesco
. Tragtenberg, L. (1999). Música de Cena. S.Paulo: Editora Perspectiva.
. Truax, B. (1984). Acoustic Communication. New Jersey: Ablex Publishing Corporation.
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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO B

Realização Plástica do Espectáculo


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Neste módulo far-se-á uma abordagem à cenografia e outros aspectos plásticos do espectáculo.

A partir do levantamento de possíveis intervenções da expressão plástica no mundo do


espectáculo, de consultas bibliográficas e da observação de espectáculos ao vivo e/ ou registados,
será estimulada a discussão e a troca de impressões com vista ao desenvolvimento de um
trabalho de projecto em grupos e com ligações interdisciplinares, nomeadamente com os módulos
de Expressão Dramática e Corporal.

A escassez de recursos deverá ser um estímulo à reutilização criativa de materiais recuperados na


concretização dos projectos.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Revelar criatividade;
ƒ Reconhecer o valor da expressão plástica nas artes do espectáculo;
ƒ Tomar conhecimento das técnicas específicas da concepção e realização plástica do
espectáculo.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. O espaço cénico
1.1. Tipos de palco
1.2. Maquinaria de cena
2. O texto, os estilos de encenação e a estética do espaço teatral
2.1. Cenários
2.2. Adereços
2.3. Guarda-roupa
2.4. Caracterização
3. Planeamento e realização
3.1. Esboços, modelos e maquetas
3.2. Técnicas construtivas simples
3.3. Recuperação e reutilização de materiais

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo B: Realização Plástica do Espectáculo

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Assis, Luís (2003). Manual de Teatro. Lisboa: Temas e Debates.
. Cruz, D. I. (1969). Como Montar uma Peça de Teatro. Lisboa: Ministério da Educação.
. Griffiths, T. R. (1998). Stagecraft: The Complete Guide to Theatrical Practice. London: Phaidon.
. Mayer, D. (1995). Costume and make-up. Phaidon Theatre Manual London: Phaidon.
. McCaffery, M. (1993). Directing a Play. London: Phaidon.
. Pedro, A. (1975). Pequeno Tratado de Encenação. Lisboa: INATEL.
. Southern, R. (1979). Manual sobre a Montagem Teatral: para Amadores e Profissionais. Lisboa:
Moraes.
. Wagner, F. (1979). Teoria e Técnica Teatral. Coimbra: Almedina.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO C

Arte, Património e Tradição


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Neste módulo optativo da vertente de Expressão Plástica, pretende-se despertar os alunos para a
importância da Arte, enquanto património material e imaterial ou intangível, como manifestação
artística, e que se traduz em obras que o Homem acrescentou à natureza. A Arte é assim
património edificado, expressões claras de um estilo, de uma época, de um povo, de uma
identidade.

Nestes últimos anos, ganhou maior visibilidade uma nova qualificação de Arte Patrimonial,
transmitida de geração em geração, que é recriada pelas comunidades e grupos em função do
meio e da sua intervenção na História.

O aluno pode encontrar nestes novos conceitos de património e tradições etnográficas e folclóricas
uma nova fonte de inspiração artística, que não se restringe apenas a edificações, objectos
materiais, museológicos, documentos escritos ou audiovisuais.

O património cultural sugere novas linguagens artísticas sempre renovadas e inovadoras.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Reconhecer a arte patrimonial material, imaterial ou intangível enquanto fonte inspiradora de
novas linguagens plásticas;
ƒ Reconhecer a força das tradições, ritos, símbolos, costumes, superstições, jogos e danças,
como expressões artísticas genuínas;
ƒ Valorizar o património cultural como fonte inspiradora no âmbito da expressão plástica;
ƒ Caracterizar o artesanato e novas formas de comunicação visual;
ƒ Elaborar trabalhos sobre o património cultural, apelativo a novas leituras artísticas.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Conceito alargado de património cultural e artístico
1.1. Património material, imóvel e móvel
1.1.1.Património material móvel: objectos de Arte – pintura, escultura, códices manuscritos,
ourivesaria, tapeçarias, porcelanas, cerâmicas, mobiliário, trajes
1.1.2.Património material imóvel
1.1.2.1. Edificado (monumentos – civis, militares e religiosos; solares – interesse público)
1.1.2.2. Classificado (local/ regional/ nacional – IPAR; internacional – UNESCO)

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo C: Arte, Património e Tradição

Âmbito dos Conteúdos (cont.)


1.1.3.Património imaterial ou intangível (ritos, contos, usos, superstições, costumes, crendices,
mitologia, tradições, lendas)apeçarias, porcelanas, cerâmicas, mobiliário, trajes

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Abreu, Regina. (2003). A emergência do património genético e a nova configuração do campo do
património. in Abreu, R. e Chagas, M. (orgs.). Memória e Património: ensaios contemporâneos. p.
30-45. Rio de Janeiro: DP&A.
. Fonseca, M. C. L. (2003). Para além da pedra e cal: por uma concepção ampla de património
cultural. In: Abreu, R. e Chagas, M. (orgs.). Memória e Património: ensaios contemporâneos. p.
56-76. Rio de Janeiro: DP&A.
. Gonçalves, J. R. S. (1996). A retórica da perda: Os discursos do património cultural no Brasil. Rio
de Janeiro: Editora UFRJ.

Endereços na Internet:
www.unesco.pt/cgi-bin/cultura/temas/cul_tema.php?t=9
Património Cultural Imaterial

http://www.rio.rj.gov.br/sedrepahc/pastas/legislacao/dec_23162.pdf.

Registo de Bens Culturais de Natureza Imaterial.

http://portal.unesco.org/ci/fr/ev.php-L_ID=12764&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

Seconde proclamation dês Chefs-d’oevres du patrimoine oral et immatériel de l’humanité

59
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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO D

Dança Contemporânea
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Este módulo incidirá sobretudo sobre a dança contemporânea no que esta tem de específico e se
diferencia das outras formas de dança. Abordar-se-ão assim os seus métodos, as suas propostas
técnicas de trabalho criativo, assim como será realizada uma viagem pelo universo de alguns
criadores considerados fundamentais nesta corrente.

Assume se que os formandos já tenham tido contacto com outros módulos de formação nas áreas
das expressões artísticas e que, por isso, já estejam familiarizados com algumas técnicas de
domínio e controlo do próprio corpo, bem como com a possibilidade de utilizar o corpo como um
potencial instrumento de comunicação.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Enquadrar histórica e socialmente o aparecimento desta corrente bem como o trabalho de
alguns criadores fundadores;
ƒ Contactar com várias técnicas e linguagens corporais;
ƒ Aplicar o movimento individual;
ƒ Revelar criatividade e imaginação, enquanto fontes de criação.

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Alinhamento corporal, força, flexibilidade e coordenação
2. Memorização e reprodução de movimento
3. Qualidade e dinâmica de movimento
4. Improvisação e composição
5. Procura de movimento através da improvisação
6. O contacto com o outro através da improvisação conjunta e da manipulação
7. Realização de pequenas cenas coreografadas

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo D: Dança Contemporânea

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Adshead, J. (1987). Choreography: Principles and Practice - Report. Londres: University of
Surrey.
. Adshead, J. (1999). Dance Analysis: Theory and Practice. London: Dance Books.
. Adshead, J. (1999). Dancing Texts: Intertextuality in Interpretation. London: Dance Books
. Allen, D. (1993). Parallel Lines: Media Representations of Dance. London: John Libbey.
. Anderson, J. (1978). Dança. Lisboa: Editorial Verbo.
. Au, S. (1988). Ballet & Modern Dance: A Concise History. Londres: Thames and Hudson.
. Bremser, M. (2000). Fifty Contemporary Choreographers. London: Routledge.
. Burt, R. (1995). The Male Dancer. London: Routledge.
. Carter, A. (1998). The Routledge Dance Studies Reader. London: Routledge.
. François, D. (1990). Version jazz: Thèmes de Jazz à Chanter et à Jouer – Formation Musicale.
Paris: Alphonse Leduc.
. Gil, J. (1994). Corpo, Espaço e Poder. Lisboa: Litoral Edições.
. Gil, J. (1997), Metamorfoses do Corpo. Lisboa: Relógio d’água.
. Gil, J. (2001), MovimentoTotal: O Corpo e a Dança. Lisboa: Relógio d’água.
. Gilbert, J. (1997). European Festivals: Songs, Dances and Customs from Around Europe. Oxford:
University Press.
. Homem de Melo, P. (19665). Danças de Portugal. Porto: Livraria Avis.
. Mourinho, A. (1980). Coreografia Popular Transmontana: Moncorvo e Terra de Miranda. Lisboa:
Sociedade Portuguesa de Antropologia.
. Otero, V. (2006). Dança e Movimento Expressivo: Textos e Resumos do Seminário Internacional.
Cruz Quebrada: Faculdade de Motricidade Humana.
. Crianças e Jovens. Lisboa. Portugalmundo
. Sousa, A. B. (1979). Tempos livres: Jogos de Expressão Musical. Lisboa: Editorial Futura.
. Storms, G.(2004). 100 Jogos Musicais: Actividades Práticas na Escola. Porto: Edições Asa.

Jornais e Revistas:
Dance Europe – Mensal
Dance Magazine - Mensal
Dance Now – Mensal
Dance Theatre Journal – Mensal
Revista da Dança – Trimestral
The Stage – Semanal

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo D: Dança Contemporânea

Bibliografia / Outros Recursos


Discografia:
Canções e Danças de Portugal (1994). Recolhas de Michel Giacometti. Lisboa: Strauss. SP 4031
Janelas Verdes (1990). Júlio Pereira. Lisboa: EMI - Valentim de Carvalho.7 95821 2
La portingaloise: música no tempo dos descobrimentos (1994). Segréis de Lisboa. Lisboa,
Movieplay
Modinhas e lunduns dos séculos XVIII e XIX (1997). Segréis de Lisboa., Lisboa, Movieplay
Orquestra Didáctica da Foco Musical, Colecção Crescer com a Música -1, FM9903 CM1

Endereços na Internet:
http://genres.mp3.net/

Arquivo de obras em formato mp3, de escuta gratuita para gravações de baixa qualidade

http://mundial.sapo.pt/Arts/Music
Endereço que possibilitará dezenas de pistas relacionadas com a música

http://worldmusic.about.com
Página electrónica relacionada com as músicas do mundo

http://www.attambur.com
Página electrónica relacionada com as músicas do mundo

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO E

O Jogo
Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
Os jogos proporcionam flexibilidade: flexibilidade de abordagem, de programação, de objectivos. É
por intermédio desta sua flexibilidade que se pode fazer uma tentativa séria de desenvolver um
programa integral de educação do indivíduo.

Existem determinados objectivos que podem ser atingidos mediante o recurso a jogos específicos,
desde que se controlem as suas orientações. Estas podem integrar-se num plano geral que poderá
dar ao animador uma visão global do que se está a passar e do que está em desenvolvimento
dentro das suas temáticas.

Os jogos podem ser praticados de uma maneira construtiva e não como uma série de
preenchimento de lacunas em sessões, ou como actividades sem sentido. Cada jogo pode
encerrar diferentes finalidades que se podem sempre definir pois até mesmo a diversão tem uma
finalidade.

Os jogos podem também resolver problemas, como os que se encontram nas relações
interpessoais; podem auxiliar na inadequação social pois desenvolvem a cooperação nos grupos;
podem desenvolver a sensibilidade aos problemas dos outros pois implicam confiança; promovem
a interdependência bem como a independência da identidade pessoal; podem ajudar a remover
barreiras, tecer laços entre diferentes áreas temáticas ou de interesses; e podem actuar como
catalisadores nestes processos. Além disso, os jogos criam interesse e preceisam de entusiasmo
para serem postos em prática. Com uma finalidade e com eficiência podem tornar-se a moldura na
qual se desenvolvem todas as outras actividades.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Definir o jogo;
ƒ Definir jogos de regras;
ƒ Definir jogos simbólicos;
ƒ Definir jogos sensório motores;
ƒ Identificar os jogos tradicionais portugueses;
ƒ Tomar conhecimento da história dos jogos;
ƒ Identificar os diferentes jogos e as idades em que se aplicam;
ƒ Realizar uma pequena actividade onde sejam utilizados pelo menos um destes jogos;
ƒ Construir um jogo;
ƒ Elaborar um portefólio de jogos.

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo E: O Jogo

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Conceito de jogo
2. Tipos de jogos (regras, simbólicos, sensório motores, tradicionais)
3. A história e a evolução dos jogos
4. Jogos tradicionais portugueses
5. Objectivos e finalidades dos jogos
6. As idades em que cada tipo de jogo pode ser aplicado
7. Planeamento e construção de jogos

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Bragada. J. (2002). Jogos Tradicionais e o Desenvolvimento das Capacidades Motoras na
Escola. Lisboa: Centro de Estudos e Formação Desportiva.
. Brandes, D; Phillips, H. (1997). Manual de Jogos Educativos, 140 jogos para Professores e
Animadores de Grupos. Lisboa: Moraes Editores.
. Choque. J. (2004). 1000 Exercícios e Jogos de Ginástica Recreativa para Crianças. Vila Nova de
Gaia: Editora Ausência.
. Gourlat. C. (2001). 1001 Ideias para Entreter as Crianças, Mem Martins: Publicações Europa -
América.

Ouros Recursos
Fichas elaboradas pelo professor com informação geral e técnica;
Software educativo e aplicações informáticas específicas;
Acesso à Internet.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

MÓDULO F

Animação de Rua / Introdução às Técnicas Circenses


Duração de Referência: 28 horas

1. Apresentação
A animação de rua surge no âmbito da animação enquanto expressão de uma arte que se
caracteriza pela destreza física associada ao equilíbrio e aos movimentos coordenados num
desenho harmonioso de gestos, que se confundem na transposição para a realidade de um mundo
de magia e ilusão que define a Arte Circense.

A abordagem das diferentes técnicas que é possível definir na Arte Circense revela-se complexa
quando se especificam os pormenores básicos que constituem o alicerce da sua aplicação.

No entanto, numa abordagem ligeira, é possível a assimilação desses pormenores pela


demonstração prática das técnicas circenses e pela tentativa da sua execução.

Qualquer técnica apresenta-se sempre associada a trabalho prévio de preparação e definição das
intervenções, expressa no cuidado com o guarda-roupa, com o cenário, com o meio que envolve o
animador e com a avaliação, muitas vezes imediata, das pessoas que constituem a sua
assistência.

2. Objectivos de Aprendizagem
ƒ Aplicar as técnicas de manipulação de 1 e 2 bolas;
ƒ Aplicara técnica de malabarismo com 3 bolas;
ƒ Aplicar a técnica de malabarismo com 3 massas;
ƒ Aplicar as técnicas de clown (acordar / 1º, 2º, 3º, 4º susto / caminhar / voz / regras do clown);
ƒ Revelar a capacidade de improviso;
ƒ Representar a personagem de clown (guarda-roupa, materiais e acessórios);
ƒ Utilizar o monociclo e as andas;
ƒ Tomar conhecimento das técnicas de equilibrismo;
ƒ Aplicar as técnicas e manipulação da globoflexia;
ƒ Efectuar algumas figuras básicas da globoflexia;
ƒ Aplicar as técnicas de pirofagia;
ƒ Efectuar algumas posições acrobáticas;
ƒ Executar exercícios de acrobacia de solo e aérea;
ƒ Aplicar as técnicas de animação de rua.

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ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo F: Animação de Rua/Introdução às Técnicas Circenses

3. Âmbito dos Conteúdos


1. Tópicos do módulo
1.1. Malabarismo (teoria / prática)
1.2. Clown (teoria / prática)
1.3. Equilibrismo (teoria / prática)
1.4. Modelação de balões (teoria / prática)
1.5. Pirofagia (teoria)
1.6. Acrobacia solo / aérea (teoria / prática)
2. Malabarismo
2.1. História e ciência do malabarismo
2.2. Materiais e estilos de malabarismo
3. Clown
3.1. Desenvolvimento do clown individual
3.2. Técnicas do clown
3.3. Acessórios do clown
4. Equilibrismo
4.1. Monociclo (teoria / prática)
4.1.1.Níveis de monociclismo
4.1.1.1. Exercícios de manipulação do monociclo.
4.2. Andas (prática)
4.2.1.Exercícios de manipulação das andas.
5. Globoflexia
5.1. Tipos de balões
5.2. Técnica de encher e modelar
5.3. Aprendizagem de algumas figuras.
6. Pirofagia (teoria)
6.1. Segurança
6.2. Treino
6.3. Cenário
6.4. Equipamento
6.5. Líquidos
6.6. Condições climatéricas
6.7. Materiais adequados
7. Acrobacia de solo/ aérea
7.1. Trapézio Fixo (teoria)
7.1.1.Regras básicas e algumas específicas
7.2. Acrobacia de solo (prática)
7.2.1.Alguns Exercícios e posições de acrobacia

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Programa da Área de Expressões Cursos Profissionais

ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Módulo F: Animação de Rua/Introdução às Técnicas Circenses

Âmbito dos Conteúdos (cont.)


8. Animação de rua
8.1. Comunicação interpessoal
8.2. Interacção do artista com assistência
8.3. Adequação da performance ao espectáculo
8.4. Gestão de espaço/ tempo
8.5. Cenário/ guarda-roupa/ materiais

4. Bibliografia / Outros Recursos


Livros:
. Les, F. (2003). Expressão Dramática e Actividades Teatrais. Porto: Associação para a Promoção
Cultural da Criança (APCC).
. Michelotto, P., Roberto Menafro (1999). Fantastici Palloncini. Vicenza: Troll Libri

. Reis, L, (2004). História do Circo – Famílias, col. História do Circo, vol. II. Santarém: Teatrinho de
Santarém.

. Reis, L. (2001). História do Circo. Santarém: Teatrinho de Santarém.


. Wiertsema, H. (1993). 100 Jogos de Movimento. Porto: Edições Asa.

Endereços na Internet:
http://www.centraldocirco.art.br
Núcleo de Estudos do Circo

www.unicycle.fr
Materiais para números de Circo

www.objectosvoadores.actviva.com
Artigos para malabarismo, magia e outras artes de circo.

www.circos.com.pt
Artigos de circo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Malabarismo
Enciclopédia – malabarismo

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