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CONDICIONANTES DO TREINO Condição Técnica Física Conceito Conceito Bioinformacionais Biomecânicos
CONDICIONANTES DO TREINO
Condição
Técnica
Física
Conceito
Conceito
Bioinformacionais
Biomecânicos
Bioenergéticos
Progressões
Instrumentos
Forças
Pedagógicas
(Leis Física)
Velocidades
Flexibilidade
Processo de
Processo
Ensino
Análise
Factores
Contraditórios
Compreensão
Especificar
das Técnicas
as Técnicas
Execução
2008
RENDIMENTO
1
CAPACIDADES MOTORAS • COORDENATIVAS ! Precisão espaço/temporal; ! Orientação espacial; ! Equilíbrio; ! Ritmo.
CAPACIDADES MOTORAS
• COORDENATIVAS
! Precisão espaço/temporal;
! Orientação espacial;
! Equilíbrio;
! Ritmo.
• CONDICIONANTES
! Flexibilidade;
! Velocidade;
! Força;
! Resistência.
2008
3
! Velocidade; ! Força; ! Resistência. 2008 3 CAPACIDADES MOTORAS RELAÇÃO Força Resistência
! Velocidade; ! Força; ! Resistência. 2008 3 CAPACIDADES MOTORAS RELAÇÃO Força Resistência
CAPACIDADES MOTORAS RELAÇÃO Força Resistência Velocidade Coordenação Flexibilidade Força Velocidade
CAPACIDADES MOTORAS
RELAÇÃO
Força
Resistência
Velocidade
Coordenação
Flexibilidade
Força
Velocidade
Agilidade
Mobilidade
Resistente
Resistente
Potência
Força
Capacidade
Capacidade
Velocidade
Coordenação
Amplitudes
Máxima
Anaeróbia
Aeróbia
Máxima
Perfeita
Máximas
2008
4
COORDENAÇÃO DEFINIÇÃO “ Aptidão de construir as acções motoras,… transformá-las ou passar de umas para

COORDENAÇÃO

DEFINIÇÃO

“ Aptidão de construir as acções motoras,… transformá-las ou passar de umas para as outras, segundo as exigências de uma situação mutável”

Matvéiev (1986)

COORDENAÇÃO • GERAL (movimento independente da actividade) • ESPECÍFICA (habilidade adequada à actividade)

COORDENAÇÃO

• GERAL

(movimento independente da actividade)

• ESPECÍFICA

(habilidade adequada à actividade)

COORDENAÇÃO

COORDENAÇÃO FACTORES CONDICIONANTES • Sistema Nervoso Central • Acuidade e precisão dos orgãos dos sentidos •

FACTORES CONDICIONANTES

• Sistema Nervoso Central

• Acuidade e precisão dos orgãos dos sentidos

• Coordenação intra e inter muscular

• Desenvolvimento das outras capacidades

• Idade

COORDENAÇÃO PLANEAMENTO • Período preparatório • Simples para complexo • Duração depende da fadiga •
COORDENAÇÃO
PLANEAMENTO
• Período preparatório
• Simples para complexo
• Duração depende da fadiga
• Repetições em função da carga
• Pausas permitem recuperação
2008
11
COORDENAÇÃO FORMAS DE MANIFESTAÇÃO • Precisão espaço-temporal dos movimentos • Orientação Espacial •

COORDENAÇÃO

FORMAS DE MANIFESTAÇÃO

• Precisão espaço-temporal dos movimentos

• Orientação Espacial

• Equilíbrio

• Ritmo

COORDENAÇÃO MÉTODOS • Precisão espaço-temporal dos movimentos • Orientação espacial • Equilíbrio •
COORDENAÇÃO
MÉTODOS
• Precisão espaço-temporal dos movimentos
• Orientação espacial
• Equilíbrio
• Ritmo
2008
10
MÉTODOS • Precisão espaço-temporal dos movimentos • Orientação espacial • Equilíbrio • Ritmo 2008 10
FLEXIBILIDADE DEFINIÇÃO “ Capacidade de executar um movimento com grande amplitude” Bompa (1990)

FLEXIBILIDADE

DEFINIÇÃO

Capacidade de executar um movimento com grande amplitude” Bompa (1990)

FLEXIBILIDADE TIPOS • PASSIVO • ACTIVO • ESTÁTICO • DINÂMICO

FLEXIBILIDADE

TIPOS

• PASSIVO

• ACTIVO

• ESTÁTICO

• DINÂMICO

FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM TIPO ARTICULAÇÕES Epífiartrose Trocleartrose Enartrose Trocóide Artrodia
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
TIPO ARTICULAÇÕES
Epífiartrose
Trocleartrose
Enartrose
Trocóide
Artrodia
Condilartrose
FLEXIBILIDADE DEFINIÇÃO • GERAL • ESPECÍFICA

FLEXIBILIDADE

DEFINIÇÃO

• GERAL

• ESPECÍFICA

FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM • Tipo, Forma e Estrutura da Articulação; 2008 16
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
• Tipo, Forma e Estrutura da Articulação;
2008
16
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM FORMA ARTICULAÇÕES Limite na extensão Limite na flexão
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
FORMA ARTICULAÇÕES
Limite na extensão
Limite na flexão
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM ESTRUTURA ARTICULAÇÕES
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
ESTRUTURA ARTICULAÇÕES
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM LIGAMENTOS, TENDÕES E MÚSCULO Limite na extensão Limite na flexão
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
LIGAMENTOS, TENDÕES E MÚSCULO
Limite na extensão
Limite na flexão
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM NEUROMUSCULAR •Fuso Neuromuscular •Orgão Tendinoso de Golgi A- Orgão
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
NEUROMUSCULAR
•Fuso Neuromuscular
•Orgão Tendinoso de Golgi
A- Orgão Tendinoso de Golgi
B- Fuso Neuromuscular
A
B
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM • Tipo, Forma e Estrutura da Articulação; • Ligamentos e Tendões;
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
• Tipo, Forma e Estrutura da Articulação;
• Ligamentos e Tendões;
• Músculos;
2008
20
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM MÚSCULO •Extensibilidade •Elasticidade •Agonista •Antagonista
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
MÚSCULO
•Extensibilidade
•Elasticidade
•Agonista
•Antagonista
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM ESTRUTURA RESISTÊNCIA % Cápsula Articular 47 Músculo 41 Tendão 10
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
ESTRUTURA
RESISTÊNCIA %
Cápsula Articular
47
Músculo
41
Tendão
10
Pele
2
Johns, R.; Wright, V. (1962) in Fox, E. (1983)
FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM • Tipo, Forma e Estrutura da Articulação; • Tendões e Ligamentos;
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
• Tipo, Forma e Estrutura da Articulação;
• Tendões e Ligamentos;
• Músculos;
• Idade;
• Sexo;
• Hora do Dia;
• Temperatura;
• Força;
• Fadiga.
2008
25
FLEXIBILIDADE IMPORTÂNCIA • Bem estar; • Aprendizagem e Aperfeiçoamento; • Prevenção de Lesões; •

FLEXIBILIDADE

IMPORTÂNCIA

• Bem estar;

• Aprendizagem e Aperfeiçoamento;

• Prevenção de Lesões;

• Desenvolvimento da Força, Velocidade e Coordenação;

• Economia no Esforço.

FLEXIBILIDADE MÉTODOS • Passivo; • Activo (Estático/Dinâmico); • Misto (Passivo+Activo e Activo+Passivo); • PNF

FLEXIBILIDADE

MÉTODOS

• Passivo;

• Activo (Estático/Dinâmico);

• Misto (Passivo+Activo e Activo+Passivo);

• PNF / SSS.

FLEXIBILIDADE FACTORES QUE INFLUENCIAM MODIFICAÇÕES DE AMPLITUDE Após estar 10min com uma temperatura ambiente
FLEXIBILIDADE
FACTORES QUE INFLUENCIAM
MODIFICAÇÕES DE AMPLITUDE
Após estar
10min com
uma
temperatura
ambiente de
10°C, às 12h
Após estar
10min no
banhoquente,
com uma
temperatura
de 40°C, às
Após
Ás 8h
Das 12h
20min de
às 13h
aquecimento
às 12h
Após uma
sessão de
treino
fatigante,
às 12 h
12h
-14
+35
-36
+78
+89
-35
mm
mm
mm
mm
mm
mm
Ozoline (1970) in Platonov (1984)
FLEXIBILIDADE TREINO • Aquecimento ≠ Alongamento ≠ Flexibilidade; • Reserva de Extensibilidade.

FLEXIBILIDADE

TREINO

• Aquecimento AlongamentoFlexibilidade;

• Reserva de Extensibilidade.

FLEXIBILIDADE PROPRIOCEPTIVE NEUROMUSCULAR FACILITATION
FLEXIBILIDADE
PROPRIOCEPTIVE NEUROMUSCULAR FACILITATION
FLEXIBILIDADE MÉTODOS PASSIVO + Reserva de extensibilidade; Preparação para outros métodos; Controlo da sessão;

FLEXIBILIDADE

MÉTODOS

PASSIVO

+ Reserva de extensibilidade; Preparação para outros métodos; Controlo da sessão;

Domínio do exercício pelo parceiro; Doloroso; Não melhora a flexibilidade activa.

FLEXIBILIDADE MÉTODOS DINÂMICO + Mais próximo da realidade; − Não há adaptação dos tecidos; Não

FLEXIBILIDADE

MÉTODOS

DINÂMICO

+ Mais próximo da realidade;

Não há adaptação dos tecidos; Não há adaptação neurológica; Risco de lesão; Contracção reflexa.

FLEXIBILIDADE MANUTENÇÃO • Readaptação; • Hipertrofia; • Idade.

FLEXIBILIDADE

MANUTENÇÃO

• Readaptação;

• Hipertrofia;

• Idade.

FLEXIBILIDADE MÉTODOS ESTÁTICO + Energia; Fadiga; − Especificidade.

FLEXIBILIDADE

MÉTODOS

ESTÁTICO

+ Energia;

Fadiga;

Especificidade.

FLEXIBILIDADE MÉTODOS PNF + Aumenta a força; Coordenação (contracção/descontracção); Relação

FLEXIBILIDADE

MÉTODOS

PNF

+ Aumenta a força; Coordenação (contracção/descontracção); Relação agonista/antagonista;

Desconfortável; Doloroso; Conhecimento do exercício.

FLEXIBILIDADE AVALIAÇÃO • FLEXIBILIDADE DINÂMICA Cinematografia; Electrogoniómetros; • FLEXIBILIDADE ESTÁTICA

FLEXIBILIDADE

AVALIAÇÃO

• FLEXIBILIDADE DINÂMICA Cinematografia; Electrogoniómetros;

• FLEXIBILIDADE ESTÁTICA Métodos Indirectos (medidas lineares); Métodos Directos (medidas angulares).

FLEXIBILIDADE PLANEAMENTO METODOLOGIA • Geral ! Específico; • Passivo ! Activo; • Indicador- Dor; •

FLEXIBILIDADE

PLANEAMENTO

METODOLOGIA

• Geral ! Específico;

• Passivo ! Activo;

• Indicador- Dor;

• Período Preparatório (aumento)

8 a 10 semanas,

todos os dias, 30 a 60 minutos;

• Período Competitivo (manutenção)

3 a 4 sessões;

20 a 30 minutos (menos volume).

FLEXIBILIDADE

CONCLUSÃO

FLEXIBILIDADE CONCLUSÃO
FLEXIBILIDADE CONCLUSÃO
" "
"
"

VELOCIDADE

DEFINIÇÃO

Espaço/Tempo

Capacidade de efectuar acções motoras num mínimo espaço de tempo

FLEXIBILIDADE PLANEAMENTO METODOLOGIA • PASSIVO 10 a 20 seg; • ESTÁTICO 6 a 12 seg;
FLEXIBILIDADE
PLANEAMENTO
METODOLOGIA
• PASSIVO
10 a 20 seg;
• ESTÁTICO
6
a 12 seg; 6 a 10 vezes;
• DINÂMICO
8
a 12 repet. no mín.;nº max-fadiga; 3 a 6 vezes;
• PNF
6
a 12 seg;6 a 10 vezes; max 100-120 seg/sessão.
• PNF 6 a 12 seg;6 a 10 vezes; max 100-120 seg/sessão. VELOCIDADE FASES • Elevação
VELOCIDADE FASES • Elevação - Aceleração • Estabilização - Velocidade Máxima • Manutenção - Velocidade
VELOCIDADE
FASES
• Elevação - Aceleração
• Estabilização - Velocidade Máxima
• Manutenção - Velocidade Resistente
FORMAS DE MANIFESTAÇÃO
• Elementares
• Complexas
2008
42
VELOCIDADE MANIFESTAÇÃO • VELOCIDADE DE REACÇÃO (Capacidade de resposta a um estímulo) • VELOCIDADE DE
VELOCIDADE
MANIFESTAÇÃO
• VELOCIDADE DE REACÇÃO
(Capacidade de resposta a um estímulo)
• VELOCIDADE DE EXECUÇÃO
(Capacidade de executar um gesto motor no
mínimo tempo)
• VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO
(Capacidade de executar um gesto motor com
elevada frequência)
2008
43
• • • •

VELOCIDADE

VELOCIDADE DE EXECUÇÃO

Depende da Amplitude Articular e da Força

Abertura / Fecho

Antepulsão e Retropulsão

Rotação Eixo Transversal e Longitudinal

Rotação Trajectória Aérea ou com Ponto de Apoio

VELOCIDADE FACTORES CONDICIONANTES • Velocidade de propagação dos impulsos • Tipo de fibras musculares •
VELOCIDADE
FACTORES CONDICIONANTES
• Velocidade de propagação dos impulsos
• Tipo de fibras musculares
• Recrutamento das Unidades Motoras
• Regulação da tonicidade muscular
• Mobilização da vontade
• Fontes energéticas
• Qualidade técnica
• Flexibilidade
VELOCIDADE Atenas 1896
VELOCIDADE
Atenas 1896

VELOCIDADE DE REACÇÃO

• DEPENDE DO S.N.C.

Dotação genética/ Fibras vermelhas e brancas

• PERÍODO ÓPTIMO DE ESTIMULAÇÃO

6/7 anos condições ideais para treino velocidade 13 anos rendimento perto do máximo

VELOCIDADE VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO • Frequência das Passadas • Amplitude das Passadas • Manutenção da
VELOCIDADE
VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO
• Frequência das Passadas
• Amplitude das Passadas
• Manutenção da Velocidade Máxima
VELOCIDADE AVALIAÇÃO • VELOCIDADE DE REACÇÃO (Tempo entre estimulo e resposta motora) • VELOCIDADE DE
VELOCIDADE
AVALIAÇÃO
• VELOCIDADE DE REACÇÃO
(Tempo entre estimulo e resposta motora)
• VELOCIDADE DE EXECUÇÃO
(Número de repetições em x tempo)
• VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO
(Tempo numa distância de 15 a 20 metros)
2008
48
VELOCIDADE PROGNÓSTICO • Grupos musculares preparados • Não deve existir fadiga • Método por repetições
VELOCIDADE
PROGNÓSTICO
• Grupos musculares preparados
• Não deve existir fadiga
• Método por repetições
• Intensidade máxima ou muito próximo
• Duração sem que a fadiga diminua velocidade
• Nº de repetições por série ou nº de séries
• Pausa para permitir recuperação completa
2008
49
FORÇA DEFINIÇÃO • F=m×a • Capacidade de vencer (resistir) uma resistência através da acção
FORÇA
DEFINIÇÃO
F=m×a
Capacidade
de
vencer
(resistir)
uma resistência
através
da
acção
muscular.
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES NERVOSOS ! Centrais # Recrutamento das U.M. # Frequência de activação das
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
NERVOSOS
! Centrais
# Recrutamento das U.M.
# Frequência de activação das U.M.
# Sincronização das U.M.
VELOCIDADE PLANEAMENTO TREINO VELOCIDADE – Aperfeiçoamento Analítico – Desenvolvimento Global BASES
VELOCIDADE
PLANEAMENTO
TREINO VELOCIDADE
– Aperfeiçoamento Analítico
– Desenvolvimento Global
BASES METODOLÓGICAS
– Complexidade da Tarefa
– Duração dos Exercícios
MÉTODOS POR REPETIÇÕES
– 5 a 6 vezes por Sessão / 2 a 4 vezes por Semana
– 4 a 6 minutos de Repouso
– Mínimo 14 dias / 2 a 4 vezes por ano
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES • NERVOSOS ! Centrais; ! Periféricos. 2008 52
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
• NERVOSOS
! Centrais;
! Periféricos.
2008
52
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES • NERVOSOS ! Periféricos # Fuso Neuromuscular(FNM); # Orgão Tendinoso de Golgi
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
• NERVOSOS
! Periféricos
# Fuso Neuromuscular(FNM);
# Orgão Tendinoso de Golgi (OTG);
# Receptores articulares.
A- Orgão Tendinoso de Golgi
B- Fuso Neuromuscular
A
B
2008
54
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES • NERVOSOS ! Centrais; ! Periféricos. • MUSCULARES ! Fisiológicos; !
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
• NERVOSOS
! Centrais;
! Periféricos.
• MUSCULARES
! Fisiológicos;
! Contracção.
2008
55
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES MUSCULARES CONTRACÇÃO Tipos de Contracção Relação Força-Alongamento Relação
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
MUSCULARES CONTRACÇÃO
Tipos de Contracção
Relação Força-Alongamento
Relação Força-Velocidade
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES BIOMECÂNICOS Alavanca Muscular Alavanca Resistência Exterior Tipos de Resistência
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
BIOMECÂNICOS
Alavanca Muscular
Alavanca Resistência Exterior
Tipos de Resistência Exterior
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES MUSCULARES FISIOLÓGICOS Secção Transversal TREINO Tipo de Fibras • Lentas
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
MUSCULARES FISIOLÓGICOS
Secção Transversal
TREINO
Tipo de Fibras
• Lentas (Vermelhas- Tipo I);
• Rápidas (Brancas- Tipo II).
FORÇA FACTORES CONDICIONANTES • NERVOSOS ! Centrais; ! Periféricos. • MUSCULARES ! Fisiológicos; !
FORÇA
FACTORES CONDICIONANTES
• NERVOSOS
! Centrais;
! Periféricos.
• MUSCULARES
! Fisiológicos;
! Contracção.
• BIOMECÂNICOS
! Alavanca muscular;
! Resistência exterior.
2008
58
FORÇA FORÇA MÁXIMA Absoluta Relativa Limite
FORÇA
FORÇA MÁXIMA
Absoluta
Relativa
Limite

FORMAS DE MANIFESTAÇÃO

FORÇA RÁPIDA

Inicial

Explosiva

Reactiva

FORÇA RESISTENTE Cíclica Acíclica
FORÇA RESISTENTE
Cíclica
Acíclica
FORÇA MÉTODOS DE TREINO • HIPERTROFIA MUSCULAR • TAXA DE PRODUÇÃO DE FORÇA • MISTOS
FORÇA
MÉTODOS DE TREINO
• HIPERTROFIA MUSCULAR
• TAXA DE PRODUÇÃO DE FORÇA
• MISTOS
• REACTIVOS
2008
61
FORÇA MÉTODOS DE TREINO • TAXA DE PRODUÇÃO DE FORÇA (Máximos) # Aumentar força explosiva,
FORÇA
MÉTODOS DE TREINO
• TAXA DE PRODUÇÃO DE FORÇA (Máximos)
# Aumentar força explosiva, com aumento da
capacidade de activação nervosa;
# Intensidade entre 90% a 100%;
# Repetições de 1 a 5 (máxima velocidade);
# Séries de 3 a 5;
# Intervalo de 3’ a 5’
FORÇA MÉTODOS DE TREINO • REACTIVOS # Potenciar o ciclo muscular de alongamento- encurtamento (CMAE);
FORÇA
MÉTODOS DE TREINO
• REACTIVOS
# Potenciar o ciclo muscular de alongamento-
encurtamento (CMAE);
# Intensidade- 100%;
# Repetições de 20 a 30 (máxima velocidade);
# Séries de 3 a 5;
# Intervalo de 5’
FORÇA MÉTODOS DE TREINO • HIPERTROFIA MUSCULAR (Sub-Máximos) # Aumentar força máxima; # Intensidade entre
FORÇA
MÉTODOS DE TREINO
• HIPERTROFIA MUSCULAR (Sub-Máximos)
# Aumentar força máxima;
# Intensidade entre 60% e 80%;
# Repetições de 6 a 20 (execução moderada);
# Séries de 3 a 5;
# Intervalo de 3’
FORÇA MÉTODOS DE TREINO • MISTOS # Treino hipertrofia e da activação nervosa; # Intensidade-
FORÇA
MÉTODOS DE TREINO
• MISTOS
# Treino hipertrofia e da activação nervosa;
# Intensidade- 70%, 80%, 90%, 80%, 70%;
# Séries-
1,
2,
3,
2,
1;
# Repetições-
8,
5,
3,
5,
8;
# Intervalo de 3’ a 5’
FORÇA MÉTODOS DE TREINO APLICAÇÃO $ Hipertrofia Muscular (Sub-máximos) % Taxa De Produção De Força
FORÇA
MÉTODOS DE TREINO
APLICAÇÃO
$ Hipertrofia Muscular
(Sub-máximos)
% Taxa De Produção De Força
(Máximos)
& Reactivos
2008
66
FORÇA DESENVOLVIMENTO • Até aos 7 anos Melhor coordenação intra-muscular; • 7 a 10 anos
FORÇA
DESENVOLVIMENTO
• Até aos 7 anos
Melhor coordenação intra-muscular;
• 7 a 10 anos
Melhor coordenação inter-muscular;
Trem inferior com valores mais elevados;
• 10 a 13 anos
Força rápida;
Treino em circuito;
• 16-18 anos Fem./ 18-22 Masc.
Força máxima.
2008
67
FORÇA PLANEAMENTO CIRCUITO • Curto (4-5 estações) Médio (6-8 estações) Longo (9-12 estações) • Simples
FORÇA
PLANEAMENTO
CIRCUITO
• Curto (4-5 estações)
Médio (6-8 estações)
Longo (9-12 estações)
• Simples (10% a 20 %)
Médio (30% a 40%)
Difícil (50%)
• Extensivo c/ intervalos
• Intensivo c/ intervalos
actividade
pausa
30’’
30’’
30’’
20’’
Aumento do nº de
repetições por intervalo de
tempo;
Velocidade de execução.
30’’
15’’
25’’
15’’
de execução. 30’’ 15’’ 25’’ 15’’ FORÇA PLANEAMENTO • PERÍODO PREPARATÓRIO GERAL # 2 a
FORÇA PLANEAMENTO • PERÍODO PREPARATÓRIO GERAL # 2 a 3 Semanas (atletas experientes); # 4
FORÇA
PLANEAMENTO
• PERÍODO PREPARATÓRIO GERAL
# 2 a 3 Semanas (atletas experientes);
# 4 a 8 Meses (jovens);
# Técnica Execução, Flexibilidade e a Resistência.
• ETAPAS
# DIMINUIÇÃO- 4 a 6 semanas;
# ADAPTAÇÃO- 3 a 4 semanas;
# DESENVOLVIMENTO-
' Período Competitivo (exercícios de competição)
2008
68
FORÇA PLANEAMENTO CIRCUITO
FORÇA
PLANEAMENTO
CIRCUITO

RESISTÊNCIA

DEFINIÇÃO Capacidade de resistir à fadiga, resultante da carga, e de recuperar rapidamente após o
DEFINIÇÃO
Capacidade de resistir à fadiga, resultante da carga, e
de recuperar rapidamente após o esforço.

RESISTÊNCIA

DEFINIÇÃO • Geral • Específica
DEFINIÇÃO
• Geral
• Específica

RESISTÊNCIA

FACTORES CONDICIONANTES • Sistema Nervoso Central • Capacidade volitiva • Fontes energéticas
FACTORES CONDICIONANTES
• Sistema Nervoso Central
• Capacidade volitiva
• Fontes energéticas

RESISTÊNCIA

PLANEAMENTO • Período preparatório geral / 1º mesociclo Desenvolvimento resistência geral ! 30’-60’ a 150-170
PLANEAMENTO
• Período preparatório geral / 1º mesociclo
Desenvolvimento resistência geral
! 30’-60’ a 150-170 ppm (FC) (60-70% VO 2 max.
• Período preparatório geral / 2º mesociclo
Aperfeiçoamento das componentes
• Período preparatório geral
Desenvolvimento resistência específica
! 1’-3’ a 170-190 ppm (FC) ( 80-90% VO 2 max.
RESISTÊNCIA FORMAS DE MANIFESTAÇÃO AERÓBIA ANAERÓBIA LÁCTICA ANAERÓBIA ALÁCTICA Capacidade>15’
RESISTÊNCIA
FORMAS DE MANIFESTAÇÃO
AERÓBIA
ANAERÓBIA LÁCTICA
ANAERÓBIA ALÁCTICA
Capacidade>15’
Capacidade de 1’ a 8’
Capacidade
de 10’’ a 30’’
Potência de 2’ a 15’
Potência de 20’’ a 45’’
Potência de 10’’ a 30’’

RESISTÊNCIA

MÉTODOS • Contínuo ! Exercícios longa duração sem interrupção; ! Adaptação funcional para transporte O
MÉTODOS
• Contínuo
! Exercícios longa duração sem interrupção;
! Adaptação funcional para transporte O 2 ;
! Desenvolve resistência geral.
• Por intervalos
! Exercícios de períodos curtos
com períodos de repouso;
! Desenvolve a resistência específica