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Tubo de Venturi

Jhonny Scalise; Paulo E. L. Pereira

Mecânica dos Fluidos / Engenharia Mecânica


Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Resumo - Este texto apresenta a experiência em um tubo Venturi, que é um estreitamento ao longo
de um tubo fazendo com que a velocidade e a pressão em seu interior variem. Com tomadas de
pressões instaladas ao redor desse tubo, determinam-se as velocidades e as pressões estáticas,
dessa forma comparando valores em relação à teoria dos cálculos apresentados ao decorrer deste
trabalho.

Abstract - This paper presents the experience in a Venturi tube, which is a narrowing along a pipe
causing the velocity and pressure inside vary. With outlets installed pressures around this tube,
determining the velocities and static pressures, thus comparing values in relation to the theory of the
calculations presented during this work.

2   
 

Introdução



1    
Este trabalho tem como finalidade, 
comparar os resultados da perda de carga,
das pressões e da vazão mássica obtida
através das tomadas de ar instaladas ao redor A partir da velocidade, calcula-se a
do tubo Venturi, isto é, um estreitamento ao vazão mássica teórica de fluido com a
longo do mesmo, e de uma placa de orifício, equação 02.

   
que é simplesmente uma placa plana com um
orifício em seu centro. A partir dos valores
teóricos e dos valores reais, pode-se construir
uma tabela comparando esses valores e Substituindo a velocidade da equação
diferenciando as propriedades de cada um dos 01 na equação 02, tem-se:

2    
seguintes objetos usados em prática (tubo

ó  
 
Venturi e placa de orifício).


1    

Método

Em laboratório foi utilizada uma


bancada de Venturi e junto nela instalada, a
placa de orifício. Ao redor do Venturi e da Para encontrar a vazão mássica real,
placa de orifício foram instaladas tomadas de admite-se um coeficiente de vazão (K),
pressões estáticas e interligadas em dois multiplicando toda a equação acima, dessa
manômetros. Para dar inicio ao experimento, forma tem-se a equação 03.


   2    
liga-se uma turbina de vento no começo da
tubulação em uma velocidade mais baixa,
assim provocando no interior do Venturi e da
placa de orifício uma variação de pressão e de Onde K é representado pela equação 04.


velocidade. O mesmo procedimento é

1  
executado para a velocidade alta da turbina,
havendo outra variação da pressão que pode

Onde C é o coeficiente de descarga e  é


ser identificada e observada no manômetro.
Com tudo, obtém-se uma tabela com os
valores reais e assim comparando-os com os
definido por:
valores teóricos encontrados.
 
   
Para encontrar a velocidade do


escoamento do fluido (ar) no Venturi e da
placa de orifício, adota-se a equação 01.
Resultados

Os dados coletados podem ser


organizados em uma tabela (1).

Tabela 1:: Dados coletados no experimento.

ΔP(mBar) - Vb ΔP(mBar) - Va ΔP(kPa) - Vb ΔP(kPa) - Va


venturi 4,20000 17,60000 0,42000 1,76000
placa 5,50000 21,90000 0,55000 2,19000
A1 (m²) A2 (m²) T(°C) - V1 T(°C) - V2
venturi 0,00785 0,00363 23,10000 28,80000
placa 0,00785 0,00385 22,80000 28,40000

Onde Vb é a velocidade baixa e Va a


velocidade alta. Para a velocidade baixa
temos duas temperaturas uma adquirida
através de termopar e outra através de
termorresistor
esistor o mesmo caso se aplica a a
velocidade alta, para os cálculos foi utilizada a
média destas temperaturas. Figura 1:: Gráfico relacionando coeficiente de
Através das equações citadas descarga e velocidade.
anteriormente foram calculadas as vazões
mássicas teórica e real,, velocidades baixa e
alta, massa específica para as velocidades,
velocidades
coeficiente de descarga
scarga e coeficiente de vazão
para as velocidades.. Os resultados obtidos
foram organizados em uma tabela (2).

Tabela 2:: Resultados.

ρ (kg/m³) - Vb ρ (kg/m³) - Va Vb (m/s) Va (m/s)


venturi 0,14246 0,18526 2,73857 4,91604
placa 0,14246 0,18526 3,18761 5,57783
teórico real
m' (kg/s) - Vb m' (kg/s) - Va m' (kg/s) - Vb m' (kg/s) - Va
venturi 0,00142 0,00331 0,00140 0,00327
placa 0,00175 0,00398 0,00140 0,00319
C - Vb C - Va K - Vb K - Va
venturi 0,99 0,99 1,11654 1,11654
placa 0,80 0,82 0,92074 0,94456
Figura 2: Gráfico relacionando
acionando coeficiente de
vazão e velocidade.
Discussões e Conclusões

Ao plotar os gráficos relacionando


relaci o É possível notar que para a placa de
coeficiente de descarga à velocidade (1) e o orifício tanto o coeficiente de descarga quanto
coeficiente de vazão à velocidade (2); o coeficiente de vazão aumentam com a
velocidade. Para o Venturi uma vez que
tínhamos um coeficiente de descarga pré- pré
estabelecido
stabelecido o coeficiente de vazão v se
manteve estável.
Fica claro também que no Venturi
temos uma perda de carga menor que na
placa de orifício em qualquer das velocidades,
velocidade
uma vezz que a restrição ao escoamento é
menor.