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Docente : Rose

E-mail: rosemere.fraga35@gmail.com
Segurança do Paciente
• Redução de atos não seguros no sistema de
assistência á saúde, assim como a utilização das
melhores práticas que levam aos melhores
resultados.
• Conforto é o bem estar físico, mental social e
espiritual das necessidades humanas básicas.
• Fisicamente, devemos proporcionar ao paciente
todos os meios para o seu bem-estar.
• Para desenvolver a cultura de segurança do paciente
precisamos pensar em estratégias de redução de
riscos , pois quanto menor o risco maior é a
segurança.

• A melhor forma de alcançar este objetivo é através de


protocolos de segurança , através de metodologias
específicas.
Principais itens de segurança do Paciente

• R.O.P.s;
• Onze certos
• Identificação do paciente
• Time out
• Higienização das mãos
R.O.P.s

Rotina operacional padrão, tem por finalidade


padronizar as rotinas hospitalares através de práticas já
vivenciadas e consideradas seguras.

Onze certos

Os cincos certos consistem de um R.O.P , que deve se


aplicado antes da administração de medicamentos,
composto pelos seguintes itens :
Identificação do paciente

Todo paciente deve ser identificado através da pulseira


que deve conter nome completo, data de nascimento e
o número de seu registro hospitalar ( conforme
protocolo institucional). A manutenção da pulseira é de
responsabilidade da enfermagem.
Atenção:

Para prática segura das atribuições de enfermagem toda


equipe deve conferir com o paciente seu nome, data de
nascimento e após confrontar com os dados da pulseira,
antes da administração de um fármaco ou realização de
um procedimento.
Ex:
Qual seu nome completo ?
• Qual sua data de nascimento ?
Confrontar com os dados da pulseira .
Time out

Consiste em um check list realizado no centro cirúrgico,


aplicado :

• Antes da indução anestésica


• Antes do inicio do ato cirúrgico
• Ao término da cirurgia ainda na sala operatória
Realização do Time out

A equipe de enfermagem, já na sala cirúrgica e na


presença do cirurgia e do anestesista, deve fazer em voz
alta a conferencia de todos os itens de identificação do
paciente, assim como o procedimento a ser feito. É
citada a parte do corpo a ser operada, disponibilidade
de exames e equipamentos necessários. Há também a
apresentação de todos os membros da equipe, a
verificação da Profilaxia Antimicrobiana e a discussão de
tempos críticos do procedimento.
Observação:

A cirurgia só deve ser iniciada após o


preenchimento do chek list , com a liberação
pela enfermeira da sala.
Higienização das mãos
• Higienização das mãos foi inicialmente
implementada por um médico que através do
simples ato de higienizar as mãos com as
soluções antissépticas disponíveis na época
antes de entrar em contato com os pacientes ,
notou uma redução dos casos de infecção
hospital da época. Hoje considerada a medida
menos dispendiosa e a mais efetiva na
prevenção de infecção hospitalar.
• A higienização das mãos corresponde á retirada de
sujidade, micro-organismos e outras substâncias das
mãos, antes e após qualquer procedimento.
• O termo “ Higienização das mãos “ compreende a
higienização simples das mãos . Já o termo “
Higienização antissepsia “ compreende a fricção
antisséptica e antissepsia cirúrgica.
Vamos ver a seguir a diferença entre estes conceitos .
• Assepsia: é o conjunto de medidas que utilizamos
para impedir a penetração de micro-organismos em
um ambiente que logicamente não os tem, logo, um
ambiente asséptico é aquele que está livre de
infecção.
• Antissepsia: é o conjunto de medidas propostas para
inibir o crescimento de micro-organismos ou
removê-los de um determinado ambiente, podendo
ou não destruí-los e para tal fim utilizamos
antissépticos ou desinfetantes.
• Desinfecção: é o processo pelo qual se destroem,
particularmente, os germes patogênicos e/ou se
inativa sua toxina ou se inibe o seu desenvolvimento.
Os esporos não são necessariamente destruídos.

• Esterilização: é o processo de destruição de todas as


formas de vida microbiana(bactérias nas formas
vegetativas e esporuladas, fungos e vírus) mediante a
aplicação de agentes físicos e ou químicos. Toda
esterilização deve ser precedida de lavagem e
enxaguadas do artigo para remoção de detritos.
Cinco momentos para higienização
das mãos
1. Momento antes do contato com o paciente
2. Momento antes da realização de procedimento
asséptico
3. Momento após o risco ou exposição a fluídos
corpóreos
4. Momento após o contato com o paciente
5. Momento após o contato com áreas próximas do
paciente
Finalidades:
• Eliminar formas de vida patogênicas da superfície da pele
• Evitar a infecção cruzada
• Eliminar da pele substancias tóxicas e medicamentosas
• Proteção própria

Materiais:
• Sabonete líquido
• Toalha de papel
• Solução alcoólica

❖ Existe , também , a possibilidade de higienizar as mãos com


torneira fechada. Nesta técnica, utiliza-se solução alcoólica para
realizar a limpeza e é necessário seguir os mesmos passos da
higienização das mãos em água corrente.
12 passos para correta Higienização das mãos
Antissepsia das mãos com
álcool gel
Álcool Gel

Ele é indicado para antissepsia das mãos e recebe


indicação forte como preventivo contra vírus e
bactérias, sem a necessidade de usar água e sabão ou
mesmo toalha para secagem. Ao entrar em contato
com a pele o gel elimina 99,9% dos vírus e bactérias em
questão de segundos, sua ação instantaneamente após
a secagem e caso o profissional se exponha a outros
fatores de contaminação, deve reaplicar o produto ou
realizar a higienização das mãos.
Precaução Padrão
• As precauções padrão são medidas adotadas, de acordo
com a NR 32, para evitar a exposição dos profissionais da
saúde na assistência aos pacientes quando forem
previstos contatos com agentes biológicos em fluidos
corpóreos, tais como: sangue, exsudatos, urina, fezes e
ferimentos corpóreos de qualquer paciente.
• A NR 32 é a Norma Regulamentadora que se refere
especificamente à segurança e saúde no trabalho em
estabelecimentos de saúde .
O que levar em consideração ?

• O agente infeccioso
• Os fatores de risco
• O modo de transmissão
• As ações que precisam ser realizadas
• O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
necessários aquela situação. O modo de transmissão
determina a barreira a ser utilizada (luvas, máscaras,
aventais, óculos e etc.).
Principais precauções padrão

• Higienização das mãos


• Uso de luvas de procedimentos
• Aventais de manga longa
• Máscaras descartáveis
• Óculos de proteção
• Protetor facial
• Materiais perfuro-corturantes
• Vacinação do Profissional
Material Perfuro-cortante
• Cuidados especiais devem estar presentes para
prevenir exposições acidentais com o sangue e
outros fluidos corporais provocados por materiais
perfuro-cortantes, durante seu uso ou descarte. As
agulhas não devem ser encapadas , entortadas, ou
quebradas , nem removidas das seringas ou
manipuladas de outras formas depois de usadas. A
caixa de material perfuro-cortantes utilizado no
descarte desses materiais devem ser preenchidos
conforme demarcado em sua lateral , indicando sua
capacidade máxima, para que permitam seu
adequado fechamento , sem causar riscos de
acidentes.