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Sumérios

História dos Sumérios

Os sumérios desenvolveram sua civilização na região sul da Mesopotâmia, entre os rios Eufrates e Tigre (área integrante do
Crescente Fértil). Habitaram esta região, conhecida como Suméria, entre os anos 4.000 a.C. e 1.950 a.C.

Engenharia: controlando a água

Os sumérios destacaram-se na elaboração de projetos e construção de um complexo e desenvolvido sistema de controle de


água do Tigre e Eufrates. Construíram barragens, sistemas de drenagem do solo, canais de irrigação e diques. A
armazenagem da água era muito importante para a sobrevivência das cidades sumérias.

Escrita Cuneiforme

Uma enorme contribuição cultural dos sumérios foi o a criação do sistema de escrita cuneiforme, por volta de 4.000 a.C.
Neste sistema, os sinais representavam ideias e objetos. Usavam placas de argila (barro), onde cunhavam (marcavam com
cunhas) esta escrita. Muito do que sabemos atualmente, sobre este período da história, devemos as placas de barro com
registros cotidianos, econômicos, administrativos e políticos deste período.

Religião

Os sumérios eram politeístas (acreditavam na existência de vários deuses). As divindades sumérias eram ligadas a natureza
(Sol, chuva, vento, trovão) e também aos sentimentos (ódio, amor, tristeza, felicidade).

Arquitetura e cidades sumérias

Os sumérios foram excelentes arquitetos e construtores. Desenvolveram os zigurates, que eram enormes construções em
formato de pirâmides. Os zigurates eram usados como locais de armazenagem de grãos e também como templos religiosos.

Construíram várias cidades-estados importantes como, por exemplo: Nippur, Ur, Kish, Uruk, Lagash e Eridu.

Invasão de outros povos

O território sumério foi invadido, por volta de 1950 a.C., pelos amoritas e elamitas (originários da Pérsia). Os sumérios foram
dominados e derrotados por estes povos.

Egito
Introdução

A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3.200 a.C. (unificação do norte e
sul) a 32 a.C. (domínio romano).

A importância do rio Nilo

Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era
utilizado como via de transporte (através de barcos) de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas
para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.

Sociedade Egípcia

A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser
considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na
sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os
escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito
e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.

Escrita no Egito Antigo

A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de ideias, comunicação e controle
de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do
cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram
repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie
de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os
textos.

Os hieróglifos egípcios foram decifrados na primeira metade do século XIX pelo linguista e egiptólogo francês Champollion,
através da Pedra de Roseta.

Hieróglifos: a escrita egípcia

Economia

A economia egípcia era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio
Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram
constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação,
pirâmides, templos, diques).

Religião no Egito Antigo: a vida após a morte

A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com
corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e
festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os
felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e templos
religiosos em sua homenagem.

Mumificação

Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo
de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de
julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava
pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também
eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam: chacal (esperteza noturna),
gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade
de voar), escaravelho (ligado a ressurreição).

Civilização

A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da
matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação,
proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.

Arquitetura egípcia

No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram
financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Muitas destas construções foram erguidas com grandes blocos de
pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides, a esfinge de Gizé e o templo de Ramsés II (em Abu Simbel) são as
construções mais conhecidas do Egito Antigo.

Periodização:

- Antigo Império: de 3.200 a.C. até 2.100 a.C.

- Médio Império: de 2.100 a.C. até 1.580 a.C.

- Novo Império: de 1.580 a.C. até 715 a.C.