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GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO


E.E.F.M. MARCOS DE BARROS FREIRE

PROFESSOR ANIELSON SANTOS DA SILVA


PROFESSORA THAÍS NAJARA DE SOUZA SÁ

PROJETO PILOTO
FESTIVAIS DE CONHECIMENTO: POTENCIALIZANDO A
APRENDIZAGEM.

Porto Velho, RO.


2018
PROFESSOR ANIELSON SANTOS DA SILVA
PROFESSORA THAÍS NAJARA DE SOUZA SÁ

PROJETO PILOTO
FESTIVAIS DE CONHECIMENTO: POTENCIALIZANDO A
APRENDIZAGEM.

Projeto apresentado à equipe gestora e


pedagógica da Escola Marcos de Barros
Freire para apreciação e aprovação de
eventos pedagógicos a serem
desenvolvidos ao longo do ano letivo de
2018.

Porto Velho, RO.


2018
1. INTRODUÇÃO

A sociedade atual encontra-se em constante mudança e sob um fluxo intenso de


informação. O conhecimento nunca foi tão amplamente disseminado e atualmente não
existem mais barreiras nem de tempo nem de espaço para que as pessoas se
comuniquem. Diante desse contexto, cobra-se da escola uma nova postura e atuação a
fim de se adaptar as mudanças do cenário mundial. De acordo com Coutinho e Lisbôa,
(2011):

O desafio imposto à escola por esta nova sociedade é imenso; o que se lhe
pede é que seja capaz de desenvolver nos estudantes competências para
participar e interagir num mundo global, altamente competitivo que valoriza
o ser-se flexível, criativo, capaz de encontrar soluções inovadoras para os
problemas de amanhã, ou seja, a capacidade de compreendermos que a
aprendizagem não é um processo estático, mas algo que deve acontecer ao
longo de toda a vida (COUTINHO; LISBÔA, 2011, p. 5).

A fim de atender tais demandas, a busca por novas estratégias e metodologias que
visem à melhoria do processo de ensino-aprendizagem tornou-se uma necessidade e
discussão constante no âmbito educacional. No entanto, a “[...] aprendizagem voltada
para o construir, renovar e investigar, em vez do repetir e decorar, ainda é um desafio
nas salas de aulas, que apresentam o tradicionalismo enraizado em sua cultura.” (SÁ,
2013, p. 16).
Nessa procura por inovações na prática pedagógica e por uma aprendizagem
significativa, muitos educadores têm recorrido aos projetos pedagógicos como uma
forma de despertar o interesse e envolver intensamente os educandos no processo de
construção e consolidação do conhecimento.
De acordo com Hernández (1998):

Os projetos de trabalho constituem um planejamento de ensino e


aprendizagem vinculado a uma concepção da escolaridade em que se dá
importância não só a aquisição de estratégias cognitivas de ordem superior,
mas também ao papel do estudante como responsável por sua própria
aprendizagem. Significa enfrentar o planejamento e a solução de problemas
reais e oferece a possibilidade de investigar um tema partindo de um enfoque
relacional que vincula ideias-chave e metodologias de diferentes disciplinas.
(HERNANDEZ, 1998, p. 88-89).

Dessa forma, os projetos pedagógicos trazem intrinsecamente ao seu


desenvolvimento o processo investigativo, permitindo ao professor criar situações em
que os educandos tenham maior autonomia no processo de ensino-aprendizagem.
Tal autonomia pode ser verificada ao longo de todas as etapas de um projeto, pois
o aluno, ao desenvolvê-lo, necessita planejar, testar e avaliar ações, e muitas vezes
modificá-las até a consolidação de um produto final. Durante esse período, o professor é
responsável por orientá-lo e instigá-lo a pesquisa, utilizando diferentes fontes de
informação, estimulando a ação e reflexão, para que assim as informações sejam
corretamente sistematizadas e compreendidas pelos educandos.
Essas características fizeram com que muitas escolas incluíssem em seus
currículos os projetos a serem desenvolvidos ao longo do ano letivo (MOÇO, 2011) e
entre os mais desenvolvidos, no âmbito das instituições escolares, pode-se citar a feira
de ciência, cujas características abordaremos na seção a seguir.

1.1 Feiras de Ciências: Vantagens para a prática educativa.

As primeiras mostras/feiras de ciências no Brasil surgiram na década de 60, com


objetivo de divulgação cientifica e de envolver os jovens, através de atividades práticas,
no processo de iniciação científica. Inicialmente, esta ficou restrita a apenas áreas ditas
como “científicas”, como por exemplo, Ciências, Biologia, Química e Física, mas
posteriormente, outras áreas como Português, História, Geografia e Religião foram se
apropriando dos métodos de investigação e começaram a incentivar pesquisas em suas
disciplinas, o que culminou em excelentes trabalhos expostos em diversas feiras.
(BRASIL, 2006).
Atualmente, é possível encontrar na literatura vários relatos de trabalhos
apresentados em feiras de ciências nas mais diferentes áreas do conhecimento e
observa-se que esta pode ter tanto uma abordagem específica, ou seja, um foco no
desenvolvimento de trabalhos voltados apenas para uma área do conhecimento, como
por exemplo, na área de linguagens, ciências humanas, exatas ou da natureza, quanto ter
um enfoque mais abrangente e multidisciplinar, englobando trabalhos de todas essas
áreas simultaneamente (MACEDO, 2017; HARTMANN & ZIMMERMANN, 2009).
Em razão dessa mescla de disciplinas e a fim de romper com a ideia que muitos
educadores ainda têm de que o termo “Feira de Ciências” é algo restrito a área de
Ciências, esses eventos ganharam outras denominações, entre elas: “Feira de
Criatividade Estudantil”, “Mostra de Talentos Estudantis”, “Feira de Ciências, Artes e
Criatividade”, “Mostra da Produção Estudantil”, “Feira de Múltiplos Talentos”, “O que
produzimos em nossa escola”, “Feira de Ciências e Tecnologia”, “Mostra da Produção
Científica, Tecnológica e Literária”, “Feira de Conhecimentos”, “Feira de Ciência e
Cultura” entre outras (BRASIL, 2006).
Com relação a esse assunto, Mancuso e Filho (2006) ressaltam que:

O próprio nome como ficou conhecido o evento nessas quatro décadas não
define exatamente sua abrangência porque, para muitos (talvez a maioria),
uma feira de ciências estaria restrita aos conhecimentos relativos à área
“Ciências” do currículo escolar quando, na realidade, o termo “ciências” aqui
pode ser entendido no seu sentido mais amplo, referindo-se muito mais à
“pesquisa científica em qualquer ciência”, o que pode (e deve) ocorrer em
todos os campos do conhecimento (MANCUSO & FILHO, 2006, p. 16-
17).

Mas afinal, o que é uma feira de ciências?


Desde seu surgimento, muitos estudiosos buscaram definir esse evento
conceitualmente, sendo que Moraes em 1986 já o definia como:

[...] um empreendimento técnico-científico-cultural que se destina a


estabelecer o inter-relacionamento entre a escola e a comunidade. Oportuniza
aos alunos demonstrarem, por meio de projetos planejados e executados por
eles, a sua criatividade, o seu raciocínio lógico, a sua capacidade de pesquisa
e seus conhecimentos científicos (MORAES, 1986, p. 20).

Vinte anos mais tarde, com base no acompanhamento de diversos eventos dessa
natureza, Mancuso (2006) afirmou que as Feiras de Ciências:

[...] são eventos sociais, científicos e culturais realizados nas escolas ou na


comunidade com a intenção de, durante a apresentação dos estudantes,
oportunizar um diálogo com os visitantes, constituindo-se na oportunidade de
discussão sobre os conhecimentos, metodologias de pesquisa e criatividade
dos alunos em todos os aspectos referentes à exibição dos trabalhos
(MANCUSO, 2006, apud BRASIL, 2006, p. 20).

Desse modo, as Feiras de Ciências podem ser entendidas como um tipo de projeto
pedagógico que visa à exposição de trabalhos científicos e culturais e cujo processo de
execução e desenvolvimento traz uma série de benefícios à aprendizagem dos
educandos, dentre elas: a ampliação de conhecimentos e da capacidade comunicativa,
desenvolvimento da criatividade, do raciocínio lógico e do pensamento crítico, interesse
pela pesquisa e aproximação do método científico, mudanças de hábitos e atitudes, além
de aprimorarem e desenvolverem habilidades e competências necessárias à vida cidadã.
(LIMA, 2008; MANCUSO, 2000; BRASIL, 2006).
1.2. Escola Marcos de Barros Freire: Vivenciando os projetos pedagógicos.
A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Marcos de Barros Freire
(E.E.E.F.M. Marcos Freire) está localizada na região leste do município de Porto Velho
- RO, na Rua Rio Lage, nº 11927, Bairro Ronaldo Aragão e atende as modalidades de
Ensino Fundamental e Médio Regular, além de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Seu corpo discente era em torno de 1251 alunos distribuídos entre os períodos matutino,
vespertino e noturno e sua equipe técnico-administrativa composta por ... profissionais e
... docentes no ano de 2017.
Nos últimos anos, a Escola Marcos Freire tem desenvolvido diversos projetos
pedagógicos com intuito de melhorar aprendizagem dos estudantes, sendo que alguns já
fazem parte do currículo da instituição. Entre os projetos que despertam grande
interesse dos estudantes e geram grande repercussão no âmbito escolar encontram-se:
I. Projeto Letramento: São exposições de artes, poesias e outras formas de
linguagens. Foi idealizado e é atualmente coordenado pelo prof. Erivaldo Dantas
responsável pela disciplina de língua portuguesa. No ano de 2017, tal evento
contou com mostras de danças, músicas e artes plásticas, além de apresentações
de paródias e confecção de maquetes envolvendo conteúdos de História e
Geografia. Consta no programa anual de atividades da escola desde 2016 e
ocorre somente no período matutino. O projeto visa desenvolver a escrita e a
leitura em diversas modalidades nas séries finais do ensino fundamental, por
isso, contempla apenas alunos dos 8º e 9º anos.
II. Projeto EDUCAMIDIA: 3º mostra de vídeos educativos: Foi idealizado e
coordenado pelo professor Anielson Santos da Silva, profa. Ms. Terezinha
Ferreira e Prof.ª Maria Eugenia Aidar. Consiste na exibição de vídeos educativos
e multidisciplinares produzidos pelos alunos dos períodos matutino e vespertino
em parceria com o corpo docente e gestor da escola. O projeto visa desenvolver
a capacidade crítica e criativa dos alunos dentro das áreas de ciências humanas e
atualidades. O Educamídia consta no calendário anual de atividades escolar
desde 2015.
III. Feira de degustação de comidas típicas de países falantes de língua
portuguesa: idealizado e coordenado pelo prof. Álvaro Amaral, o projeto visa
integrar o conhecimento cultural e linguagens de países falantes de língua
portuguesa. Consiste na exibição de danças, musicas e degustação de pratos
típicos desses países. Sua primeira edição ocorreu em 2015 e contemplou apenas
alunos do ensino médio, já em 2017 o evento também abrangeu a Educação de
Jovens e Adultos (EJA).
IV. Feira Hispânica e do Dia de los Muertos - Idealizado e coordenado pela profa.
Aylla Rocxanna, a Feira Hispânica tem por objetivo mostrar a cultura de países
falantes de língua Espanhola enquanto a festa do Dia de los Muertos propunha-
se a revelar os aspectos culturais do México e suas expressões artísticas. Ambos
os eventos tiveram sua primeira edição em 2017 e não estavam previstos no
calendário anual de atividades escolares.
V. Festival Cultural Nordestino e Mostras de Artes do 1º ano do Ensino Médio.
O Festival Cultural Nordestino tem por finalidade desvelar as principais
características culturais dos estados do nordeste brasileiro. Tal evento é voltado
para os estudantes do ensino fundamental e conta com a degustação de comidas
típicas e com apresentações de danças da referida região. Já a Mostra de Artes
consistiu na apresentação de teatros e a arte de grafitagem desenvolvidas e
apresentadas pelos alunos do 1° ano do ensino médio a comunidade escolar.
Foram idealizados pelas professoras Aylla Rocxanna e Roseny, respectivamente.

Todos os projetos mencionados causam grande mobilização e envolvimento da


equipe escolar e estudantil e culminam na produção de excelentes trabalhos, além das
descobertas de habilidades e talentos estudantis que ficariam imersos caso fosse
utilizado apenas o modo tradicional de ensino. No entanto, muitos desses eventos ainda
acontecem de maneira pontual, ocorrendo por vezes em apenas um turno ou voltado
para séries específicas. Tais fatos acabam gerando reclamações por parte dos educandos
que não participam dos eventos e em geral decorre da razão de muitos docentes,
responsáveis pela coordenação dos projetos, darem aulas em turnos e modalidades
diferentes, o que gera desencontros e conflitos de datas.
Assim, a fim de sanar tais dificuldades, este projeto propõe o desenvolvimento e
realização de feiras científico-culturais ao longo do ano letivo de 2018, de modo a
abranger os diferentes turnos e modalidades de ensino e englobar os projetos já
desenvolvidos nesta instituição, de modo que nenhum estudante fique sem participação
nos eventos, já que, a vivência de projetos pedagógicos na escola Marcos Freire tem se
mostrado uma boa ferramenta para melhorar o processo de ensino-aprendizagem.
2. JUSTIFICATIVA

A E.E.F.M. Marcos de Barros Freire, localizada na periferia de Porto Velho, como


qualquer outra escola pública, possui índices de evasão e fracasso escolar elevado, além
de uma infraestrutura precária e um entorno violento, com assaltos, uso de drogas e
roubos frequentes. Pouco se pode fazer a respeito desses problemas extramuros, mas
podem-se realizar várias ações dentro do ambiente escolar.
O desenvolvimento de projetos pedagógicos é uma dessas ações e dentre eles, a
realização de feiras que promovem o desenvolvimento e a execução de uma ideia/tema
apresentam potencialidades para despertar e estimular o interesse, a aprendizagem e a
criatividade dos estudantes, já que incentivam a busca de soluções para problemas reais,
inspiram trabalhos em grupos, favorecem a iniciação científica, promovem maior
integração entre alunos e professores e envolvem mais intensamente os estudantes na
construção do conhecimento, uma vez que sua realização demanda tempo e empenho de
todos os envolvidos.
Portanto, a promoção de feiras no âmbito escolar oportuniza a produção de
diferentes saberes de maneira interdisciplinar, fomenta o desenvolvimento de
habilidades que serão utilizadas na vida profissional e propicia a formação de
competências e atitudes que favorecem a formação cidadã.

3. OBJETIVOS

3.1 Objetivo Geral


 Desenvolver ao longo do ano letivo de 2018, dois projetos pedagógicos, nos
moldes das feiras de ciências, denominados de festivais de conhecimentos
englobando todas as disciplinas do currículo escolar.

3.2 Objetivos Específicos


 Realizar no 1º semestre de 2018 um festival de conhecimento abrangendo as
áreas de Ciências Humanas e Linguagens e Códigos.
 Executar no 2º semestre de 2018 um festival de conhecimento voltado para as
áreas de Ciências Exatas e da Natureza.
 Registrar, avaliar e refletir sobre o desenvolvimento e execução desses eventos.
 Mesurar o impacto desses projetos sobre a aprendizagem dos educandos.

4. MÉTODOS E PROCEDIMENTOS DE PESQUISA

4.1 Lócus da pesquisa e Participantes


Os dois festivais de conhecimento serão desenvolvidos na Escola Estadual de
Ensino Fundamental e Médio Marcos de Barros Freire e contará com a participação de
alunos, docentes, equipe pedagógica e gestora desta instituição.

4.2 Procedimentos
Os dois projetos pedagógicos ocorrerão alternadamente nos dois semestres do ano
letivo de 2018. Sendo assim, as atividades a serem realizadas na escola Marcos de
Barros Freire passam a acontecer na forma de feiras de conhecimento, envolvendo as
áreas de Ciências exatas (Matemática, Física), Ciências da natureza (Ciências, Biologia
e Química), Ciências Humanas (Filosofia, Geografia, Historia e Sociologia) e
Linguagens e códigos (Línguas portuguesa, Inglesa, Espanhol e Artes), distribuídas
semestralmente da seguinte forma:
1º Semestre: Na última semana de maio, durante um período de dois dias letivo,
ocorrerá o Festival de Conhecimentos, voltado para as áreas de Ciências Humanas
(Filosofia, Geografia, Historia e Sociologia) e Linguagens e Códigos (Línguas
portuguesa, Inglesa, Espanhol e Artes), sendo coordenado e orientado pelos professores:
Erivaldo Dantas, Álvaro do Amaral, Tânia Mara, Renilda (Português), Anielson Santos
da silva, Expedita e Ariosvaldo (História), Aylla Rocxana (Espanhol), Juliana (Inglês),
Edeilson Alves (geografia), Henrique Alves (Filosofia) e Lucélia (Salto), porém terá a
participação de todos os demais professores e equipe gestora e técnica da escola. Tal
festival incorporará outros eventos tradicionais já realizados na escola, como por
exemplo, a Feira de degustação de comidas típicas de países falantes de língua
portuguesa, Feira Hispânica e do Dia de los Muertos, Feira de degustação de comidas
típicas dos estados e Feira Literária.
2º Semestre: Será realizado na última semana de outubro, durante um período de
dois dias letivo, o Festival de Conhecimentos voltados para as áreas de Ciências Exatas
(Matemática, Física e Química), da Natureza (Ciências, Biologia e Educação Física) e
Atualidades, sendo coordenado e orientado pelos professores: Thaís Najara de Souza
Sá, Nélia Har Fiorese e Francisco (Ciências e Biologia), Roseny, Fábio, Esther e Salete
(Matemática), Franciane Camacho e Emerson (Educação Física) e Marinês e Angela
(Salto), este também contará com o auxílio de todos os demais funcionários da escola.
A estratégia de desenvolvimento dos festivais acontecerá da seguinte maneira:

I. Planejamento interdisciplinar desenvolvido pelos coordenadores de


ambos os festivais com definição de etapas e prazos para a entrega dos
trabalhos pelos orientadores e alunos.
II. Confecção e distribuição do material de divulgação do evento (folders,
banners, convites e certificados se houver).
III. Distribuição das turmas aos orientadores e delegação de tarefas.
IV. Formação e composição dos grupos de cada turma pelos orientadores.
V. Orientação e acompanhamento semanal dos grupos e da confecção dos
trabalhos.
VI. Fichas de avaliação do festival distribuídas aos alunos para coleta de
opiniões sobre o evento.
VII. Ficha de avalição dos grupos participantes para composição da nota
bimestral, produzidas pelos coordenadores dos respectivos festivais.
VIII. Confecção de listas de presenças dos alunos participantes dos festivais.
IX. Devolutiva das fichas de avaliação dos alunos aos coordenadores a
respeito dos festivais e dos trabalhos produzidos pelos alunos.
X. Avalição do projeto pelo corpo docente e coordenação pedagógica.

Para a realização das feiras será realizadas parcerias com empresas e lojas das
imediações visando ajuda financeira, promoção de concurso na escola para a criação de
cartazes e logomarcas que visem a divulgação da feira e convite a imprensa local para
cobrir o evento.
Todos os alunos que participarem dos festivais serão pontuados com o valor de
até 3,0 pontos em cada disciplina do currículo escolar nos respectivos bimestres em que
elas ocorrerem.
5. RESULTADOS ESPERADOS

 Realização de dois festivais de conhecimento, um no 1° semestre e o outro no 2º


semestre de 2018, abrangendo todas as disciplinas do currículo escolar.
 Trabalho conjunto e interdisciplinar dos docentes para preparação,
desenvolvimento e execução dos festivais de conhecimento.
 Apoio da equipe gestora, pedagógica e técnica da instituição escolar para
realização de ambos os eventos.
 Introdução dos discentes no processo de iniciação científica.
 Interesse e motivação dos estudantes pelo estudo das Ciências (aqui entendidas
como todas as disciplinas do currículo escolar).
 Desenvolvimento de competências e habilidades para resoluções de problemas,
além da otimização da criatividade estudantil na produção e execução de seus
trabalhos.
 Alunos preparados e capacitados para apresentação de trabalhos científicos e
culturais.
 Construção e consolidação de conhecimentos de forma conjunta entre alunos-
alunos e alunos-professores com relação aos temas a serem desenvolvidos.
 Aumento da participação efetiva de alunos, equipe escolar e comunidade em
eventos desta natureza.
6. BIBLIOGRAFIA

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Programa Nacional


de Apoio às Feiras de Ciências da Educação Básica: Fenaceb. Brasília: MEC/SEB,
2006. 84p.

COUTINHO, C.; LISBÔA, E. Sociedade da informação, do conhecimento e da


aprendizagem: desafios para educação no século XXI. Revista de Educação, v. 23, n.1,
p. 5-22, 2011. Disponível em:
<http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/14854> Acesso em: 30 jan. 2018.

HARTMANN, A. M.; ZIMMERMANN, E. Feira de ciências: A interdisciplinaridade e


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HERNÁNDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de


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LIMA, M. E. C. Feiras de ciências: o prazer de produzir e comunicar. In: PAVÃO, A.


C.; FREITAS, D. Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos: EduFSCar,
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MACEDO, K. O. A feira de ciências como estratégia de ensino. In: Congresso
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<http://editorarealize.com.br/revistas/conedu/anais.php> Acesso em: 30 jan. 2018.

MANCUSO, R.; FILHO, I. L. Feira de Ciências no Brasil: uma trajetória de quatro


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Fenaceb. Brasília: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. 2006.

MANCUSO, R. Feira de Ciências: produção estudantil, avaliação, conseqüências.


Contexto Educativo Revista Digital de Educación y Nuevas Tecnologías. Buenos
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MOÇO, A. Tudo o que você sempre quis saber sobre projetos. Nova Escola, nº241, p.
50-57, 2011.

MORAES, R. Debatendo o ensino de Ciências e as Feiras de Ciências. Boletim Técnico


do PROCIRS. Porto Alegre, v. 2, n. 5, 1986. p.18-20.

SÁ, T. N. S. Reflexões sobre a influência e o desenvolvimento de dois projetos


pedagógicos em uma escola da rede pública de Porto Velho – RO. Porto Velho:
2013. 82p.

Obras Consultadas:

https://novaescola.org.br/conteudo/377/passo-a-passo-a-feira-vira-um-sucesso.
http://www.escoladavila.com.br/blog/?p=11384.
http://www.uel.br/eventos/cpequi/Completospagina/18213554520090622.pdf.