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Teoria dos conjuntos


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Por José Roberto Lessa


Bacharel em Matemática (FMU-SP, 2018)
Mestrando em Física Teórica (UNICSUL, 2018-atualmente)

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Chamamos de conjunto toda e qualquer coleção de elementos. Estes elementos podem ser Conselhos E Truques | Patrocinado

números, objetos, figuras, pessoas, animais e tudo o que podemos ordenar, catalogar ou reunir em
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grupos de seus elementos. Por exemplo: Se quisermos construir o conjunto de crianças de uma
escola que possuam exatos 10 anos de idade, podemos dizer que o conjunto é composto pelos alunos
Pedrinho, Joãozinho, Mariazinha, ..., e todos os alunos que tenham 10 anos de idade na escola.
Matematicamente, quase sempre os conjuntos serão compostos por números e que dependam de
algumas condições. Por exemplo: O conjunto dos números Reais, o conjunto dos números Inteiros, o
conjunto dos números maiores do que 2 e menores do que 7, e muito mais.

A relação básica entre um conjunto e o elemento que o compõe é chamada de relação de pertinência,
ou seja, definimos um conjunto quando existe uma regra que permite decidir se um elemento
pertence ou não a ele. Se um elemento x pertence a um conjunto (ou coleção) A, dizemos que x
pertence a A. Formalmente escrevemos:

x ∈ A

E quando x não é um elemento deste conjunto, dizemos que x não pertence a A:

x ∉ A

A maioria dos conjuntos em matemática não possuem uma definição para todos os seus elementos,
logo a forma mais fácil de definir um conjunto é utilizando uma propriedade comum para todos os
seus elementos, ou seja, uma lei que consiga ser associada a todos os elementos que o compõe.
Vejamos abaixo alguns conjuntos numéricos usuais:

Números Naturais: N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, . . . }

Números Inteiros: Z = {. . . , −4, −3, −2, −1, 0, 1, 2, 3, 4, . . . }


p
Números Racionais: Q = {
q
: p ∈ Z; q ∈ Z }

Exemplo 1: Vamos definir um conjunto A que seja construído a partir dos números Naturais e que
qualquer elemento de A seja maior ou igual a 5 e menor ou igual a 10. Então o conjunto será:

A = {5, 6, 7, 8, 9, 10}

Como sabemos que qualquer elemento x que pertence a A é um número Natural neste exemplo,
podemos representar o conjunto da seguinte maneira:

A = {x ∈ N : 5 ≤ x ≤ 10}

Lê-se: O conjunto A é igual a x (elemento qualquer de A) que pertence aos naturais, tal que 5 é
menor ou igual a x e x é menor ou igual a 10 (ou x está entre 5 e 10).

Conjunto vazio
Existem alguns conjuntos que são representados por uma propriedade onde não é possível gerar
elementos. Vejamos um caso:

A = {x ∈ N : 1 < x < 2}

Note que qualquer elemento de A pertence ao conjunto dos naturais, porém é um absurdo dizer que
nos naturais existem números entre 1 e 2, ou seja, em ℕ não existe o número 1,5, por exemplo.
Então, neste caso, dizemos que o conjunto A é vazio. E será representado por:

A = ∅

Atenção! O conceito de conjunto vazio remete a não existência de elementos, e não que o seu
elemento é zero.

Subconjuntos
Note que no exemplo 1, os elementos do conjunto A estão contidos nos números Naturais, dizemos
então que o conjunto A é um Subconjunto dos números Naturais, ou seja, o conjunto A está contido
no conjunto ℕ. Escrevemos então:

A ⊂ N

Exemplo 2: Basicamente, um subconjunto é um conjunto que possui elementos de outro. Como no


exemplo da introdução, tomando o conjunto de crianças de 10 anos de idade em uma escola
(chamaremos de A), e selecionando apenas os meninos (chamaremos de B), podemos dizer que o
conjunto de meninos com 10 anos de idade é um subconjunto do conjunto das crianças. De uma
maneira geral, dados dois conjuntos A e B, dizemos A é subconjunto de B quando todo elemento de A
é também elemento de B. Sendo assim:

A ⊂ B

Exemplo 3: Os conjuntos numéricos ℕ, ℤ e ℚ cumprem uma relação de inclusão, onde:

N ⊂ Z ⊂ Q

Propriedades da inclusão:

A ⊂ A (A sempre está contido em A);


Se A ⊂ B e se B ⊂ A então A = B ;
Se A ⊂ B e se B ⊂ C então A ⊂ C.

Operações entre conjuntos


União de conjuntos: A união (ou reunião) de conjuntos é a junção dos elementos de um conjunto A
mais ou elementos de um conjunto B. Podemos afirmar então que se um elemento x pertencer a
união de A com B, então x pertence a A ou pertence a B. Formalmente definimos:

A ∪ B = {x : x ∈ A ou x ∈ B}

Veja abaixo uma representação no chamado diagrama de Venn. A região cinza simboliza a união dos
seus respectivos elementos.

Interseção de conjuntos: A interseção de conjuntos é formada pelos elementos que são comuns
entre A e B. Então:

A ∩ B = {x : x ∈ A e x ∈ B}

Propriedades:

União
A ∪ ∅ = A

A ∪ A = A

A ∪ B = B ∪ A

(A ∪ B) ∪ C = A ∪ (B ∪ C )

A ∪ B = A ↔ B ⊂ A

A ∪ (B ∩ C ) = (A ∪ B) ∩ (A ∪ C )

Interseção
A ∩ ∅ = A

A ∩ A = A

A ∩ B = B ∩ A

(A ∩ B) ∩ C = A ∩ (B ∩ C )

A ∩ B = A ↔ A ⊂ B

A ∩ (B ∪ C ) = (A ∩ B) ∪ (A ∩ C )

Conjuntos complementares
A diferença entre dois conjuntos A e B é o conjunto formado pelos elementos de A que não
pertencem a B, formalmente dado por:

A − B = {x : x ∈ A e x ∉ B}

E representado no diagrama de Venn por:

Não necessariamente B precisa estar contido em A para que exista A – B. Sendo assim, quando A ≠
B, nenhum elemento de A pertence a B, então A – B = A. Quando A − B = A − (A ∪ B) . Quando
B ⊂ A a diferença A – B se chama complementar de B em relação a A. Em notação formal dizemos:

A − B = CB A

Relações binárias
Vamos supor que o conjunto A = {1,2} e o conjunto B = {3,4,5} com A, B ⊂ N. O produto
cartesiano A x B será dado por:

AxB = {(1, 3); (1, 4); (1, 5); (2, 3); (2, 4); (2, 5)}

Se representarmos cada ponto de A x B geometricamente no plano cartesiano (ou também chamado


de plano (x,y)) veremos que esta definição fica mais clara, pois todos os pontos do nosso exemplo
serão indicados da seguinte forma:

Outro exemplo, um produto cartesiano dos números reais pelos reais, ou seja, R × R é o conjunto
.
2
R

Referências Bibliográficas:

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contextos & Aplicações - Volume 1. São Paulo: Editora Ática,
2011.

MIRAGLIA, F. Teoria dos Conjuntos: Um Mínimo. São Paulo: EDUSP, 1992.

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/matematica/teoria-dos-conjuntos/

Arquivado em: Matemática


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