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Sementes

Cooperação

Livro do
Professor
Sementes
Cooperação
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Região Norte
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Região Nordeste
Saúde
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—˜›ŽȱŽ£¤›’˜ȱŽȱ˜ž£Šȱ’•‘˜ȱ Superintendente Técnico
Região Centro-Oeste
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Trabalho ќћѠђљѕќȱіѠѐюљ
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Região Sudeste
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Região Sul ž’Ž›ȱž’£ȱ—›ŠŽȱ¤žŠ
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Transporte
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Região Norte
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Habitacional ˜‹Ž›˜ȱŠ›Š£’
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Região Nordeste
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Produção
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Região Centro-Oeste
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Educacional •˜˜Š•˜ȱ•ŸŽœȱŽȱ•Ž—ŒŠ›
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Região Sudeste ˜œ·ȱ™˜•â—’˜ȱŽȱŠœ›˜ȱ’žŽ’›Š
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Região Sul –’•’Š—˜ȱŽ›Ž’›Šȱ˜Ž•‘˜
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Sementes
Cooperação
Plantando a semente do Cooperativismo : [professor]. -- Brasília :
SESCOOP, 2007.
112 p. :il.

Ao alto do título: Programa Cooperjovem.

1. Cooperativismo. I. Serviço Nacional de Aprendizagem do


Cooperativismo (SESCOOP).

CDU 334.1z

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Apresentação

Prezado professor,

Este trabalho foi elaborado visando oferecer


subsídios a você professor do Programa Cooperjovem.

Serão apresentadas sugestões de dinâmicas


que o ajudarão a envolver os alunos no tema
Cooperativismo, bem como estimulá-los
na vivência dos princípios e valores cooperativistas.

Saudações!

Márcio Lopes de Freitas


Presidente da OCB e do SESCOOP
Índice
Apresentação 7
Conversando com o Professor 11
Dinâmicas 19
Dinâmicas com o Tabuleiro 20
Dinâmicas de Sensibilização, Interação e Socialização 23
Dinâmicas de Cooperação 38

A Turma da Cooperação 55
Capítulo 1 - Somos Seres Sociais e Cooperativos 57
Capítulo 2 - O que é Cooperativismo? 63
Capítulo 3 - O que é e como funciona uma Cooperativa 67
Capítulo 4 - Valores do Cooperativismo 71
Capítulo 5 - Princípios do Cooperativismo 75

Capítulo 6 - Como surgiu o Cooperativismo 79

Capítulo 7 - As Doze Virtudes do Cooperativismo 83


Capítulo 8 - Cooperativismo no Brasil 87
Capítulo 9 - Cooperativismo no Mundo 91

Capítulo 10 - Símbolos do Cooperativismo 95

Capítulo 11 - Ramos do Cooperativismo 99

9LMLYvUJPHZ)PISPVNYmÄJHZ 105

Endereços 107
Sementes
Cooperação

Conversando com o Professor


›Ž£Š˜ȱ›˜Žœœ˜›ǰ

Este livro é voltado para alunos do ensino fundamental, ou seja, crian-


ças e jovens de 6 a 14 anos, o que torna nosso público bastante heterogê-
neo no que diz respeito ao grau de entendimento do assunto e possibilidade
de aprofundamento; portanto, para facilitar a abordagem do conteúdo su-
gerimos que o livro seja ministrado em 4 unidades:

—’ŠŽȱŗ – Esta unidade deve ser direcionada para todas as idades,


mas, com maior enfoque para os alunos de 6 a 9 anos: So-
mos Seres Sociais e Cooperativos; O Que é Cooperativismo;
O Que é e Como Funciona uma Cooperativa e, Valores do
Cooperativismo;

—’ŠŽȱŘ – Direcionada para os alunos a partir de 10 anos: Princípios


do Cooperativismo; Como Surgiu o Cooperativismo;
e, As Doze Virtudes do Cooperativismo;

—’ŠŽȱř – Direcionada para os alunos a partir de


10 anos: Cooperativismo no Bra-
sil; O Movimento Cooperativista
no Mundo; e, Símbolos do
Cooperativismo;

—’ŠŽȱŚ – Direcionada para os alunos a partir


de 10 anos: Ramos do Cooperativismo:
Ramo Agropecuário, Ramo de Consu-
mo, Ramo de Crédito, Ramo Educacional,
Ramo Especial, Ramo Habitacional, Ramo
de Infra-estrutura, Ramo de Mineração,
Ramo de Produção, Ramo de Saúde, Ramo
de Trabalho, Ramo de Transporte de Cargas e
Passageiros e Ramo de Turismo e Lazer.
•Š—Ž“Š–Ž—˜ȱ˜ȱ™›˜Žœœ˜›
O processo educativo é dirigido pelo professor, portanto, qualquer orien-
WDomRWHPDSHQDVXPFDUiWHUVXJHVWLYRHDSURJUDPDomRGHYHVHUEHPÁH[t-
vel para poder se adaptar ao ritmo, o interesse da turma e à dinâmica em sala
de aula. Se os objetivos estiverem claros para o professor e para os alunos,
todas as interferências podem levar a uma orientação de atividades de acor-
do com a classe.

Em princípio, tendo como base um ano letivo, calcula-se que devem ser
dedicados à disciplina Cooperativismo, em encontros com os alunos:

1 hora/aula semanal, sendo 4 horas/aula por mês, 16 horas/aula por


semestre, totalizando 32 horas/aula por ano.

Além dessas, faz-se necessário acrescentar em torno de 15 horas de tra-


EDOKRVH[WUDFODVVHDVHUGHVHQYROYLGRSHORDOXQRLQGLYLGXDOPHQWHRXHP
grupo, se possível sob a coordenação do professor.

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—’ŠŽȱŗȱ
Cooperar é um ato essencial ao ser humano. O homem é, por natureza,
gregário e precisa viver em sociedade. A consciência da necessidade de ajuda
mútua, cooperação e solidariedade é instintiva nas pessoas, e sempre se ma-
nifestou em todas as épocas da história e em todos os países do mundo.

Nestes capítulos o intuito é despertar o sentimento de Cooperativismo,


é chamar a atenção da criança para as situações do dia a dia em que se iden-
WLÀFDPDo}HVGHFRRSHUDomRSDUDTXHHODVSRUPHLRGDREVHUYDomRWRPHP
consciência da necessidade da ajuda mútua, da cooperação e da solidarieda-
de. Esse conteúdo deve ser bem trabalhado com os alunos de 6 a 9 anos.

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1. Conversa preliminar acerca do tema: O ser humano é um ser social.


Sondar durante a conversa o nível de conhecimento dos alunos a res-
peito do tema Cooperativismo.

/HLWXUDVGHWH[WRVLQIRUPDWLYRVHOLWHUiULRVDGHTXDGRVjIDL[DHWiULDGR
DOXQRTXHIDYRUHoDPDUHÁH[mRDUHVSHLWRGDLQWHUDomRVRFLDOFRPR

s“Os músicos de Bremen”; Saltimbancos (Chico Buarque) – Esse


conto dos Irmãos Grimm ganhou uma importante versão nacional
nas mãos de Chico Buarque. Produzida em forma de história
infantil, o álbum conta a aventura de uma galinha, um cachorro, um
jumento e uma gata, que decidem ir à cidade grande tentar a sorte
como cantores.
12
Sementes
Cooperação
œȱøœ’Œ˜œȱŽȱŽ›–Ž—

Jakob e Wilhelm Grimm, numa adaptação do Livro Contos de Fadas.

“Um homem tinha um burro que, há muito tempo, carregava sacos de


PLOKRSDUDRPRLQKR2EXUURSRUpPMiHVWDYDÀFDQGRYHOKRHQmRSRGLD
mais trabalhar. Por isso, o dono tencionava vendê-lo. O pobre animal, saben-
GRGLVVRÀFRXPXLWRSUHRFXSDGRSRLVQmRSRGLDLPDJLQDUFRPRVHULDVHX
novo dono... e então, para evitar qualquer surpresa desagradável, pôs-se a
caminho da cidade de Bremen.

“Certamente, poderei ser músico na cidade”, pensava ele.

Depois de andar um pouco, encontrou um cão deitado na estrada, ofe-


gando de cansaço.

- Por que estás assim tão fatigado? perguntou o burro.

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posso mais caçar; por isso meu dono queria me entregar à carrocinha.
Então, fugi, mas não sei como ganhar a vida.

- Pois bem, lhe disse o burro. Minha história é bem semelhante à sua. Vou
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e você poderá tocar tambor.

O cão aceitou o convite e seguiu com o burro. Não tinham andado muito,
quando encontraram um gato, muito triste, sentado no meio do caminho.

- Que tristeza é essa, companheiro? Perguntaram os dois.

- Como posso estar alegre, se minha vida está em perigo? Respondeu o


JDWR(VWRXÀFDQGRYHOKRHSUHÀURHVWDUVHQWDGRMXQWRDRIRJRHPYH]
de caçar ratos. Por esse motivo, minha dona quer me afogar.

- Ora, venha conosco a Bremen, propuseram os outros. Seremos músicos


e ganharemos muito dinheiro.

O gato, depois de pensar um pouco, aderiu e acompanhou-os. Foram andan-


do até que encontraram um galo, cantando tristemente, trepado numa cerca.

- Que foi que lhe aconteceu, amigo? Perguntaram os três.

- Imaginem, respondeu o galo, que amanhã a dona da casa vai ter visitas
para o jantar. Então, sem dó nem piedade, ordenou ao cozinheiro que
me matasse para fazer uma canja.

Os outros, então, lhe propuseram:

- Nós vamos a Bremen, onde nos tornaremos músicos. Você tem boa voz.
Que tal se nos reuníssemos para formar um conjunto?
13
O galo gostou da idéia e juntando-se aos outros seguiram caminho.

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ÁRUHVWDSDUDSDVVDUDQRLWH2EXUURHRFmRGHLWDUDPVHHPEDL[RGHXPDiU-
vore grande. O gato e o galo alojaram-se nos galhos da árvore. O galo, que se
tinha colocado bem no alto, olhando ao redor, avistou uma luzinha ao longe,
sinal de que deveria haver alguma casa por ali. Disse isso aos companheiros
e todos acharam melhor andar até lá, pois o abrigo ali não estava muito con-
fortável.

&RPHoDUDP D DQGDU H FDGD YH] PDLV VH DSUR[LPDYDP GD OX]$ÀQDO
chegaram a casa. O burro, como era o maior, foi até a janela e espiou por
uma fresta. À volta de uma mesa, viu quatro ladrões que comiam e bebiam.
7UDQVPLWLXDRVDPLJRVRTXHWLQKDYLVWRHÀFDUDPWRGRVLPDJLQDQGRXPSOD-
QRSDUDDIDVWDUGDOLRVKRPHQV3RUÀPUHVROYHUDPDSUR[LPDUVHGDMDQHOD
O burro colocou-se de maneira a alcançar a borda da janela com uma das
patas. O cão subiu nas costas do burro. O gato trepou nas costas do cão e o
JDORYRRXDWpÀFDUHPFLPDGRJDWR

Depois, a um sinal combinado, começaram a fazer sua música juntos: o


burro zurrava, o cão latia, o gato miava e o galo cacarejava. A seguir, que-
brando os vidros da janela, entraram pela casa adentro, fazendo uma baru-
lhada medonha.

Os ladrões, pensando que algum fantasma havia surgido ali, saíram cor-
UHQGRSDUDDÁRUHVWD2VTXDWURDQLPDLVVHQWDUDPVHjPHVDVHUYLUDPVHGH
tudo e procuraram um lugar para dormir. O burro deitou-se num monte de
palha, no quintal; o cão, junto da porta, como a vigiar a casa; o gato, junto ao
fogão, e o galo encarapitou-se numa viga do telhado. Como estavam muito
cansados, logo adormeceram.

8PSRXFRDOpPGDPHLDQRLWHRVODGU}HVYHULÀFDQGRTXHDOX]QmREUL-
lhava mais dentro da casa, resolveram voltar. O chefe do bando disse aos
demais:

- Não devemos ter medo!

( PDQGRX TXH XP HQWUDVVH SULPHLUR SDUD H[DPLQDU D FDVD &KHJDQGR


à casa, o homem dirigiu-se à cozinha para acender um vela. Tomando os
olhos do gato, que brilhavam no escuro, por brasas, tentou neles, acender
um fósforo. O gato, entretanto, não gostou da brincadeira e avançou para
ele, cuspindo-o e arranhando-o. Ele tomou um grande susto e correu para a
porta dos fundos, mas o cão, que lá estava deitado, mordeu-lhe a perna. O la-
drão saiu correndo para o quintal, mas, ao passar pelo burro, levou um coice.
O galo, que acordara com o barulho, cantou bem alto: - Có, có, ró, có!!!!

Sempre a correr, o ladrão foi se reunir aos outros, a quem contou:

/iGHQWURKiXPDKRUUtYHOEUX[DTXHPHDUUDQKRXFRPVXDVXQKDVDÀD-
das e me cuspiu no rosto. Perto da porta, há um homem mau que me passou

14
Sementes
Cooperação
um canivete na perna. No quintal, há um monstro escuro, que me bateu com
um pedaço de pau. Além disso tudo, no telhado está sentado um juiz, que
gritou bem alto:

“- Traga aqui o patife!!!”... Acho que não devemos voltar lá... é muito
perigoso!!

Depois disso, nunca mais os ladrões voltaram à casa, e os quatro músicos


de Bremen sentiam-se muito bem lá, onde faziam suas músicas e viviam
despreocupados. De vez em quando, alguém das redondezas os chamavam
e lá iam eles, felizes e contentes, tocar a sua música....”

3. Confecção de ilustrações (pintura, desenho, colagens, gravuras) acerca


GRVWHPDVHVWXGDGRVSDUDHQULTXHFLPHQWRGDH[SHULrQFLD

7UDEDOKRGHSHVTXLVDVREUHRVLJQLÀFDGRGDVSDODYUDVFRRSHUDWLYDH
Cooperativismo. Apresentação oral do resultado.

5. Entrevista com os pais e parentes dos alunos a respeito de cooperativa:

‡2TXHp"1RVVDIDPtOLDID]SDUWHGHDOJXPDFRRSHUDWLYD"
‡4XDODWDUHIDGRPpVWLFDHPTXHH[HUoRPLQKD&RRSHUDomR"
‡&RPRRWUDEDOKRGHQWURGRODUpGHVHQYROYLGRGHIRUPDFRRSHUDWLYD"

—’ŠŽȱŘ
A partir desta unidade os alunos já estão bem familiarizadas com a Tur-
PDGD&RRSHUDomRHDLQWHUDomRWHRULDHSUiWLFDGHYHVHUEDVWDQWHH[SORUDGD
O objetivo é aprofundar o conhecimento acerca do Cooperativismo. Com-
preender as relações entre comportamento individual e coletiva. Valorizar as
H[SHULrQFLDVFRRSHUDWLYDV$PSOLDURLQWHUHVVHSHODVRUJDQL]Do}HVFRRSHUDWL-
vas e questões relativas ao desenvolvimento harmonioso da sociedade.

žŽœ¨˜ȱŽȱŠ’Ÿ’ŠŽœ
3HVTXLVDURVVLJQLÀFDGRVGDVSDODYUDVQRVGLFLRQiULRV

3HVTXLVDUHPUHYLVWDVHMRUQDLVH[SHULrQFLDVGHFDUiWHU
cooperativo em que as virtudes e os princípios
estejam enfatizados.

3. Ilustrar cada princípio do Cooperativismo para


XPDH[SRVLomRGHGHVHQKRV

([LELUÀOPHFRPRVXJHVWmRRVTXHYDORUL]HP
a cooperação.

5. Caça-palavras.

6. Leitura de história em quadrinhos:


“Rochdale – Onde tudo começou” – Volume I.

15
7. Leitura e análise de mapas a respeito da Inglaterra. Outras informações
acerca da Inglaterra.

8. Trabalho de pesquisa:

a) A industrialização no Brasil e no mundo;


b) A Revolução Industrial;
c) Trabalho escravo e o trabalho livre;
d) Conquistas dos trabalhadores ao longo dos séculos;
e) Situações de pessoas que se organizaram informalmente para solução
de problemas comunitários.

9. Planejamento e desenvolvimento de uma atividade prática que envol-


ve o Cooperativismo.

—’ŠŽȱř
Nesta unidade o enfoque é nos aspectos históricos, as raízes do Coopera-
tivismo, no Brasil e no mundo. Compreender a importância do movimento
cooperativista; a noção de símbolo, conhecer os símbolos do Cooperativismo
HDVVRFLiORVDRVSULQFtSLRVHDVEDVHVÀORVyÀFDV&RPSUHHQGHUHYDORUL]DU
a importância do movimento cooperativista. Aprofundar o interesse pelas
questões cooperativas, como solução para problemas coletivos.

žŽœ¨˜ȱŽȱŠ’Ÿ’ŠŽœ
1. Leitura de história em quadrinhos: “O Cooperativismo no Brasil “
Volume I.

2EVHUYDUFRPSUHHQGHUHLGHQWLÀFDU

‡6tPERORGR&RRSHUDWLYLVPRHVHXVVLJQLÀFDGRVFtUFXOR²YLGD
eterna; cor amarelo-ouro – o sol, fonte de energia e calor; pinheiros –
imortalidade e fecundidade.
‡$EDQGHLUDGR&RRSHUDWLYLVPRUHSUHVHQWDGDSHOR
arco-íris, na qual cada cor representa: vermelho
– coragem; laranja – possibilidades de futuro;
DPDUHOR²GHVDÀRYHUGH²FUHVFLPHQWRLQGLYLGXDO
e de grupo; azul – horizonte; anil – necessidade
de ajudar a si próprio e aos outros cooperados;
violeta – calor humano e amizade.

3. Localizar no mapa do Brasil os locais e datas das


primeiras cooperativas.

4. Confeccionar painel informativo sobre os


símbolos do Cooperativismo.

5. Analisar e pesquisar:

‡7UDEDOKRGHFRRSHUDomRH[LVWHQWHGHVGH
a pré-história;

16
Sementes
Cooperação
‡)XQGDGRUHVGR&RRSHUDWLYLVPR´RVSLRQHLURVGH5RFKGDOHµ
‡6LWXDomRSUREOHPDTXHIH]VXUJLUR&RRSHUDWLYLVPR
‡$XWRUHVTXHLQÁXHQFLDUDPQRVXUJLPHQWRGR&RRSHUDWLYLVPR
‡1~PHURGHFRRSHUDGRVUHJLVWUDGRVHPDOJXPDVFRRSHUDWLYDVGH
diferentes países.

6. Elaborar painel informativo ilustrado com o conteúdo aprendido.

—’ŠŽȱŚ
O modelo cooperativo tem sido usado para viabilizar negócios em vários
campos de atuação. Para efeito de organização do Sistema Cooperativo elas
estão organizadas por ramos conforme a área em que atuam.

O objetivo desta unidade é estudar os ramos do Cooperativismo, seus


benefícios e atendimento; compreender a importância do movimento
cooperativista na produção agrícola, no equilíbrio social e o desenvolvi-
PHQWRUHÁHWLUVREUHRVSUREOHPDVGHDEDVWHFLPHQWRQR%UDVLODFHUFDGDRU-
JDQL]DomRÀQDQFHLUDHFRPSUHHQGHUVHXIXQFLRQDPHQWRUHÁHWLUDFHUFDGRV
SUREOHPDVGHGLVWULEXLomRGHUHQGDHGXFDomRHVD~GH$RÀQDORVDOXQRV
conhecerão os conceitos das cooperativas em suas diversas áreas de atuação
e seu funcionamento e serão despertados a participarem de associações de
pais e mestres, grupos de estudo e outros, com intuito de terem suas próprias
H[SHULrQFLDVGHFRRSHUDomR

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1. Leituras de histórias em quadrinhos: “Cooperativismo” – Volume II.

2. Trabalho em grupo: pesquisa sobre as cooperativas importantes do


Brasil. Dinâmicas: cada grupo pesquisa sobre uma ou duas áreas de atuação
H DSUHVHQWD SDUD RV GHPDLV LQFOXVLYH FRP LGHQWLÀFDomR H DSUHVHQWDomR GH
produtos provenientes das cooperativas.

3. Visitação às cooperativas locais: sob a coordenação de um professor:

‡3ODQHMDPHQWRHHODERUDomRGHLQVWUXPHQWRVGHSHVTXLVDFRPRTXHVWLR-
nários fechados para tabulação, entrevistas, etc.
‡ 6H SRVVtYHO UHJLVWUDU R IXQFLRQDPHQWR GD &RRSHUDWLYD SRU PHLR GH
IRWRJUDÀDV
‡$YLVLWDomRSRGHUiVHURUJDQL]DGDHPXP~QLFRPRPHQWRFRPWRGDV
as turmas, dependendo do quantitativo de alunos ou em vários momentos,
em pequenos grupos. Com o apoio de outras disciplinas, direção e Coope-
rativa local.
‡([SRURVUHVXOWDGRVSRUPHLRGDHODERUDomRGHPXUDOLOXVWUDWLYRMRU-
nal, jornal mural, produção de relatórios, apresentações orais e outros.

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