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º Ano

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 8.º ano

    Consulte o índice aqui



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Através dos tempos, uma parte importante da nossa cultura desenvolveu -se na procura de modelos interpretativos
sobre o Universo e o lugar que o nossa planeta nele ocupa. Embora de forma elementar, torna -se imprescindível que
os alunos adquiram uma visão científica sobre o Sistema Solar e o Universo. Consideram-se, pois, centrais nesta
área temática questões do tipo: º  
   º      
      
São fundamentais, como resposta às questões centrais, conhecimentos elementares sobre o Sistema Solar e
movimentos no espaço, devendo o aluno compreender fenómenos como a sucessão dos dias e das noites, a
existência de diferentes estações do ano, das fases da Lua e de eclipses. Deverá, ainda, ser enfatizada a lei da
atracção universal, para que os alunos compreendam a gravidade e o peso dos corpos e inte rpretem expressões
como «vertical do lugar», «em cima» e « em baixo» e imponderabilidade. É, por outro lado, fundamental que os
alunos adquiram noções básicas sobre as dimensões relativas no Universo, usando correctamente escalas, bem como
alguns conhecimentos e competências sobre formas de visualizar corpos celestes, quer através da visão, quer
através de instrumentos, e ainda que adquiram noções práticas sobre orientação. Poderá também nesta área
abordar-se de forma elementar e apenas utilitária a importância dos espectros na identificação das estrelas e seus
movimentos relativos.
Viajar no espaço poderá ser estimulante para compreender de forma prática o princípio do lançamento dos
foguetões, além de constituir uma oportunidade de entrar em contacto com o s dados já disponíveis sobre outros
planetas e o Universo em geral, adquirindo simultaneamente conhecimentos sobre meteoros, cometas, estrelas,
constelações, galáxias e a evolução do Universo.

 % & '  viagens e exploração espacial; visita a um planetário e/ou a um observatório astronómico;
livros de divulgação sobre o Universo; lançamento e aplicações de satélites, etc.

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!+1  ' 
- Explicar a sucessão dos dias e das noites, as fases da Lua, os eclipses e a variação do comprimento da sombra de
uma vara durante o dia, com base na descrição e representação do moviment o dos planetas no Sistema Solar.

 /   '  


- Observação do céu (a olho nu, com telescópio, com binóculos) e localização e reconhecimento de constelações, das
fases da Lua, etc.; elaboração de esquemas sobre posições relativas dos corpos c elestes.
- Identificar em cartas celebres constelações, galáxias, nebulosas.
- Leitura/análise de documentos audiovisuais (vídeos, fotografias, diapositivos) sobre dados relativos ao Sistema
Solar.

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!+1  '
- Interpretar o movimento aparente do Sol e estrelas em geral.
- Distinguir corpos luminosos de corpos iluminados.
- Situar a Terra e o Sistema Solar no Universo.
- Relacionar escalas de distância no Universo, usando unidades de comprimento adequadas.

 /   ' 


- Exploração de maquetes e simulações sobre o movimento da Terra à volta do Sol, as fases da Lua e eclipses.
- Investigação sobre o comprimento da sombra de uma vara exposta ao Sol.

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!+1  ' 
- *Calcular uma distância, usando o método de triangulação, e identificar este método como um dos processos
utilizados para medir distâncias entre a Terra e astros próximos.
- *Reconhecer que os espectros constituem um dos processos importantes de estudo e identificação das estrelas.

 /   '  


- Exploração de modelos tipo cosmógrafo, simulador de movimentos astronómicos, incidindo sobretudo nos
movimentos relativos da Terra, Lua e Sol.
- Construções de: um modelo de Sistema Solar, um relógio de Sol, um telescópio rudimentar.
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!+1  ' 
- Identificar a força gravitacional, responsável pelo movimento de um planeta à volta do Sol ou de um planeta à volta
de outro, como uma força atractiva em direcção ao centro dos corpos e que a sua intensidade aumenta com a massa
e varia com a distância de acordo com a expressão matemática
F= G x Mm/d2
- Identificar a força gravítica, responsável pela queda dos corpos como um caso particular da força de atracção
gravitacional.

 /   '  


- Converter em quilómetros distâncias (entre planetas do Sistema Solar, entre a Terra e estrelas da nossa galáxia,
etc.) expressas em UA, anos - luz e parsec.
- Calcular o tempo de propagação de sinais luminosos entre corpos celestes, a partir do valor da velocidade da luz no
vazio.
- Medir distâncias por triangulação e comparar com métodos usados na determinação da distância média da Terra à
Lua e ao Sol (eventualmente comparação com métodos usados pelos primeiros astrónomos).
- Observação de espectros com prismas, redes de difracção e espectroscópios de bolso.
- Experiências simples sobre força central e movimento circular, usando um tubo de vidro perfurado, atra vessado por
um fio que suporta na ponta um objecto (uma rolha) e se faz girar na horizontal, ao mesmo tempo que se fazem
pender da outra extremidade do fio massas marcadas; explorar qualitativamente a relação entre o raio da órbita, a
massa do corpo e a força (obtida a partir de massas marcadas suspensas na vertical).

1.11 Peso
1.12 Medição do peso de corpos, usando dinamómetros.
1.13 *Medição da massa de um corpo por pesagem.

!+1  ' 
- Medir o peso de um corpo com um dinamómetro.
- *Medir a massa de um corpo usando uma balança de dois pratos.

 /   '  


- Determinação do peso de um corpo com um dinamómetro.
- Utilizando um dinamómetro, verificar experimentalmente que o peso de um corpo de massa 1 kg é 9,8 N.
- Determinação de massa por pesagem.
- Discussão de situações de flutuação de astronautas.
- Demonstração operacional da imponderabilidade de um corpo, suspenso de um dinamómetro, em queda livre.

1.14 Campo magnético terrestre. Interacções magnéticas (atracções e repulsões).


1.15 Pólos magnéticos.

!+1  ' 
- Comparar intensidade das forças gravíticas exercidas por diferentes planetas sobre um mesmo corpo à sua
superfície.
- *Comparar diferentes características dos planetas do Sistema Solar (massa, diâmetro, distância média a o Sol,
Constituição, existência de satélites, temperatura à superfície, atmosfera, períodos de rotação e translação, etc.).
- Identificar e reconhecer a existência do campo magnético terrestre e identificar interacções magnéticas.

 /   ' 


- Usando a expressão de lei da gravitação universal, calcular a força de atracção exercida sobre planetas diferentes
sobre o mesmo corpo à sua superfície.
- Análise de tabelas com dados relativos ao peso do mesmo corpo em diferentes planetas do Sistema So lar, ao peso
de um corpo a diferentes alturas da superfície terrestre, etc.
- Leitura/pesquisa de dados sobre diversas características de diversos planetas do Sistema Solar.

1.16 Orientação pela bússula, pelo Sol e pelas estrelas.


1.17 *Conservação do momento linear.
1.18 *Princípio da acção-reacção.
1.19 *Satélite geoestacionário.

!+1  ' 
- Orientar-se com uma bússola.
- Situar-se em função dos pontos cardeais.
- Orientar-se pelo Sol durante o dia e pelas estrelas durante a noite.
- *Explicar o lançamento de foguetões, usando uma abordagem qualitativa do princípio da conservação do momento
linear ou da lei da acção-reacção.
- *Identificar e descrever aplicações de satélites artificiais (telecomunicações, estações meteorológicas, laboratórios
espaciais).
- *Usar dados sobre o Sistema Solar, estrelas ou Universo em geral, para discutir sobre exploração espacial e vida no
espaço.

 /   '  


- Construção de uma bússola rudimentar.
- Explorações sobre interacções magnéticas (com bússolas e ímans).
- Deslocar-se de um local para outro usando uma bússola.
- Experiências simples com seringas insufladas com ar sob pressão, com balões cheios de ar e libertados em seguida
quer na vertical quer na horizontal (usando fios de arame colados nos balões).
- Pesquisar dados sobre exploração espacial, satélites, laboratórios espaciais, utilizando vídeos, fotos, notícias de
jornais e revistas, etc.
- Pesquisar dados sobre a origem do Sistema Solar, sobre a vida das estrelas, sobre buracos negros, estrela s de
neutrões, supernovas, etc.
- Discussões sobre o desenvolvimento de tecnologia e o aumento da capacidade de investigação sobre o Universo.
- Discussões sobre os efeitos de permanência do homem em naves durante grandes períodos de tempo.
- Analisar a diferença entre astronomia e astrologia e a origem do horóscopo.

*Objectivo e/ou assunto opcional.

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Através dos tempos, uma parte importante da nossa cultura desenvolveu -se na procura de modelos interpretativos
sobre o Universo e o lugar que o nossa planeta nele ocupa. Embora de forma elementar, torna -se imprescindível que
os alunos adquiram uma visão científica sobre o Sistema Solar e o Universo. Consideram-se, pois, centrais nesta
área temática questões do tipo: º  
   º      
      
São fundamentais, como resposta às questões centrais, conhecimentos elementares sobre o Sistema Solar e
movimentos no espaço, devendo o aluno compreender fenómenos como a sucessão dos dias e das noites, a
existência de diferentes estações do ano, das fases da Lua e de eclipses. Deverá, ainda, ser enfatizada a lei da
atracção universal, para que os alunos compreendam a gravidade e o peso dos corpos e int erpretem expressões
como «vertical do lugar», «em cima» e « em baixo» e imponderabilidade. É, por outro lado, fundamental que os
alunos adquiram noções básicas sobre as dimensões relativas no Universo, usando correctamente escalas, bem como
alguns conhecimentos e competências sobre formas de visualizar corpos celestes, quer através da visão, quer
através de instrumentos, e ainda que adquiram noções práticas sobre orientação. Poderá também nesta área
abordar-se de forma elementar e apenas utilitária a importância dos espectros na identificação das estrelas e seus
movimentos relativos.
Viajar no espaço poderá ser estimulante para compreender de forma prática o princípio do lançamento dos
foguetões, além de constituir uma oportunidade de entrar em contacto com os dados já disponíveis sobre outros
planetas e o Universo em geral, adquirindo simultaneamente conhecimentos sobre meteoros, cometas, estrelas,
constelações, galáxias e a evolução do Universo.

 % & '  viagens e exploração espacial; visita a um planetário e/ou a um observatório astronómico;
livros de divulgação sobre o Universo; lançamento e aplicações de satélites, etc.

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- Explicar a sucessão dos dias e das noites, as fases da Lua, os eclipses e a variação do comprimento da sombra de
uma vara durante o dia, com base na descrição e representação do movimen to dos planetas no Sistema Solar.

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- Observação do céu (a olho nu, com telescópio, com binóculos) e localização e reconhecimento de constelações, das
fases da Lua, etc.; elaboração de esquemas sobre posições relativas dos corpos celestes.
- Identificar em cartas celebres constelações, galáxias, nebulosas.
- Leitura/análise de documentos audiovisuais (vídeos, fotografias, diapositivos) sobre dados relativos ao Sistema
Solar.

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4 ) "   5     6    7 .  )3&  

!+1  '
- Interpretar o movimento aparente do Sol e estrelas em geral.
- Distinguir corpos luminosos de corpos iluminados.
- Situar a Terra e o Sistema Solar no Universo.
- Relacionar escalas de distância no Universo, usando unidades de comprimento adequadas.

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- Exploração de maquetes e simulações sobre o movimento da Terra à volta do Sol, as fases da Lua e eclipses.
- Investigação sobre o comprimento da sombra de uma vara exposta ao Sol.

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- *Calcular uma distância, usando o método de triangulação, e identificar este método como um dos processos
utilizados para medir distâncias entre a Terra e astros próximos.
- *Reconhecer que os espectros constituem um dos processos importantes de estudo e identificação das estrelas.

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- Exploração de modelos tipo cosmógrafo, simulador de movimentos astronómicos, incidindo sobretudo nos
movimentos relativos da Terra, Lua e Sol.
- Construções de: um modelo de Sistema Solar, um relógio de Sol, um telescópio rudimenta r.
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- Identificar a força gravitacional, responsável pelo movimento de um planeta à volta do Sol ou de um planeta à volta
de outro, como uma força atractiva em direcção ao centro dos corpos e que a sua intensidade aumenta com a massa
e varia com a distância de acordo com a expressão matemática
F= G x Mm/d2
- Identificar a força gravítica, responsável pela queda dos corpos como um caso particular da força de atracção
gravitacional.

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- Converter em quilómetros distâncias (entre planetas do Sistema Solar, entre a Terra e estrelas da nossa galáxia,
etc.) expressas em UA, anos - luz e parsec.
- Calcular o tempo de propagação de sinais luminosos entre corpos celestes, a partir do valor da velocidade da luz no
vazio.
- Medir distâncias por triangulação e comparar com métodos usados na determinação da distância média da Terra à
Lua e ao Sol (eventualmente comparação com métodos usados pelos primeiros astrónomos).
- Observação de espectros com prismas, redes de difracção e espectroscópios de bolso.
- Experiências simples sobre força central e movimento circular, usando um tubo de vidro perfurado, atravessa do por
um fio que suporta na ponta um objecto (uma rolha) e se faz girar na horizontal, ao mesmo tempo que se fazem
pender da outra extremidade do fio massas marcadas; explorar qualitativamente a relação entre o raio da órbita, a
massa do corpo e a força ( obtida a partir de massas marcadas suspensas na vertical).

1.11 Peso
1.12 Medição do peso de corpos, usando dinamómetros.
1.13 *Medição da massa de um corpo por pesagem.

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- Medir o peso de um corpo com um dinamómetro.
- *Medir a massa de um corpo usando uma balança de dois pratos.

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- Determinação do peso de um corpo com um dinamómetro.
- Utilizando um dinamómetro, verificar experimentalmente que o peso de um corpo de massa 1 kg é 9,8 N.
- Determinação de massa por pesagem.
- Discussão de situações de flutuação de astronautas.
- Demonstração operacional da imponderabilidade de um corpo, suspenso de um dinamómetro, em queda livre.

1.14 Campo magnético terrestre. Interacções magnéticas (atracções e repulsões).


1.15 Pólos magnéticos.

!+1  ' 
- Comparar intensidade das forças gravíticas exercidas por diferentes planetas sobre um mesmo corpo à sua
superfície.
- *Comparar diferentes características dos planetas do Sistema Solar (massa, diâmetro, distância média ao Sol,
Constituição, existência de satélites, temperatura à superfície, atmosfera, períodos de rotação e translação, etc.).
- Identificar e reconhecer a existência do campo magnético terrestre e identificar interacções magnéticas.

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- Usando a expressão de lei da gravitação universal, calcular a força de atracção exercida sobre planetas diferentes
sobre o mesmo corpo à sua superfície.
- Análise de tabelas com dados relativos ao peso do mesmo corpo em diferentes planetas do Sistema Solar, ao peso
de um corpo a diferentes alturas da superfície terrestre, etc.
- Leitura/pesquisa de dados sobre diversas características de diversos planetas do Sistema Solar.

1.16 Orientação pela bússula, pelo Sol e pelas estrelas.


1.17 *Conservação do momento linear.
1.18 *Princípio da acção-reacção.
1.19 *Satélite geoestacionário.

!+1  ' 
- Orientar-se com uma bússola.
- Situar-se em função dos pontos cardeais.
- Orientar-se pelo Sol durante o dia e pelas estrelas durante a noite.
- *Explicar o lançamento de foguetões, usando uma abordagem qualitativa do princípio da conservação do momento
linear ou da lei da acção-reacção.
- *Identificar e descrever aplicações de satélites artificiais (telecomunicações, estações meteorológicas, laboratórios
espaciais).
- *Usar dados sobre o Sistema Solar, estrelas ou Universo em geral, para discutir sobre exploração espacial e vida no
espaço.

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- Construção de uma bússola rudimentar.
- Explorações sobre interacções magnéticas (com bússolas e ímans).
- Deslocar-se de um local para outro usando uma bússola.
- Experiências simples com seringas insufladas com ar sob pressão, com balões cheios de ar e libertados em seguida
quer na vertical quer na horizontal (usando fios de arame colados nos balões).
- Pesquisar dados sobre exploração espacial, satélites, laboratórios espaciais, utilizando vídeos, fotos, notícias de
jornais e revistas, etc.
- Pesquisar dados sobre a origem do Sistema Solar, sobre a vida das estrelas, sobre buracos negros, estrelas de
neutrões, supernovas, etc.
- Discussões sobre o desenvolvimento de tecnologia e o aumento da capacidade de investigação sobre o Universo.
- Discussões sobre os efeitos de permanência do homem em naves durante grandes períodos de tempo.
- Analisar a diferença entre astronomia e astrologia e a origem do horóscopo.
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A indústria, os transportes, as comunicações os centros urbanos e rurais são áreas de actividades estreitamente
relacionadas com o uso da electricidade. Neste contexto, a vida doméstica está hoje cada vez mais dependente do uso
de aparelhos eléctricos. Dentro desta área temática podem considera -se como centrais questões do tipo:º  
      e º           
 .
Em concordância com a questão central, conhecer princípios básicos de circuitos eléctricos, saber instalar uma
lâmpada, reparar uma tomada, saber como funciona e usar correctamente um aparelho eléctrico, calcular consumos a
partir de potências e conhecer instalações eléctricas caseiras tendo sempre pres ente a prevenção dos riscos associados
aos usos da electricidade tornam-se conhecimentos e competências indispensáveis ao aluno deste nível etário. Ainda
neste âmbito, considera-se indispensável conhecer princípios elementares sobre a produção e distribuição da
electricidade, deste a central produtora até ao consumidor.

 % & '  instalação eléctrica de uma casa; aparelhos electrodomésticos; o dínamo de uma bicicleta,
central de distribuição eléctrica, etc.

0$     , ) '    L & )=  

!+1  '
- Identificar e usar, sempre que necessário, regras de segurança e prevenção de acidentes com aparelhos e instalações
eléctricas.

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!+1  ' 
- Identificar num circuito eléctrico a fonte de energia, receptores e condutores.
- Descrever, representar esquematicamente e montar circuitos simples, incluindo associações de resistências, com
relevância para as associações em paralelo.

 /   '  


- Explorar circuitos eléctricos integrando vários tipos de aparelhos de transferência de energia: electrodomésticos,
brinquedos eléctricos, etc.
- Explorar a montagem de circuitos simples em regime de corrente unidireccional, descrever os vários componentes e
representá-los por meio de diagramas, usando os símbolos apropriados.
- Planeamento e esquematização de circuitos eléctricos.
- Montagem, em miniatura, da instalação eléctrica de uma casa, usando placas de madeira, pregos de latão, aparelho
de soldar (instalação de resistência, lâmpadas, fusíveis, interruptores, alarmes, etc.).
- Verificar o sentido da corrente eléctrica contínua e alternada usando um aparelho de medida e/ou um indicador feito
com díodos emissores de luz (LED).

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!+1  ' 
- Medir a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito (terminais de lâmpadas, de uma campainha, de uma
resistência) e a intensidade da corrente num circuito eléctrico.
- Relacionar a d.d.p. total de uma associação em série de geradores com a d.d.p. nos terminais de cada elemento em
termos energéticos.
 /   '  
- Construir uma pilha e medir a d.d.p. entre os seus terminais.
- Proceder à medição da d.d.p. entre dois pontos ao longo do mesmo circu ito série e da intensidade da corrente em
vários pontos do mesmo circuito.
- Estudar a variação do brilho de uma lâmpada num circuito alimentado por um elemento de pilha ou por uma
associação em série de dois elementos, três elementos, etc.; medir a difere nça de potencial nos extremos da
associação e nos extremos de cada elemento.

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- *Verificar experimentalmente a ocorrência de efeitos químicos, térmicos e magnéticos da passagem da corrente
eléctrica e a sua relação com a variação da intensidade da corrente no circuito.
- *Distinguir materiais que conduzem melhor a corrente do que outros (sólidos ou soluções).
- Medir a resistência de um condutor filiforme a partir da diferença de potencial nos seus terminais e da intensidade da
corrente que o percorre.
- *Fazer variar a intensidade da corrente usando condutores com diferentes características (material, espessura,
comprimento).

 /   '  


- Usando diferentes associações em série de baterias (ou usand o pequenas fontes de alimentação que permitam variar
a tensão de saída) proceder ao aquecimento de água com uma resistência, a uma electrólise e verificar os efeitos sobre
um bússola colocada nas proximidades do circuito.
- Medir a resistência de condutores com ohmímetros e amperímetros e voltímetros.
- Estudo experimental da variação da resistência de um condutor em função do material, do comprimento ou da
espessura.
- Análise de gráficos sobre relações entre R e I, s.

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- Aplicar a lei de Ohm e indicar os seus limites de aplicabilidade.

 /   ' 


- Estudo experimental da lei de Ohm e das suas limitações usando, além de resistências de carvão (com respectiva lista
de códigos e de cores), lâmpadas de 6 V, 3 W, LED, NTC, LDR e potenciómetros de carvão, bem como ainda diferentes
traços feitos com lápis de carvão, estabelecendo para todos estes componentes gráficos U vs I.

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- Relacionar a potência de aparelhos electrodomésticos com a diferença de potencial nos seus terminais e a intensidade
da corrente que os atravessa e usar esse conhecimento para calcular consumos de electricidade.
- *Descrever, sucintamente, o funcionamento de uma lâmpada de incandescência, de uma lâmpada fluorescente e de
uma lâmpada de «economizar energia».
- *Explicar o papel dos fusíveis com base no efeito térmico da corrente eléctrica e dos disjuntores com base no efeito
electromagnético.
- Verificar, experimentalmente, a perturbação magnética induzida pela passagem da corrente num circuito e a indução
de correntes eléctricas por variações de perturbações magnéticas.

 /   '  


- Medir o valor da resistência de um condutor homogéneo e filiforme a temperaturas diferentes (em gelo e água
quente, por exemplo).
- Cálculos usando a expressão R = U/I.
- Cálculos envolvendo as relações P = U I e E = P t
- Calcular o número total de electrodomésticos num circuito caseiro, se for conhecida a potência de cada um deles, em
função do valor da intensidade de corrente máxima nos fusíveis de forma a garantir segurança, utilizando a expressão I
= P/U.
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- Reconhecer a existência de correntes alternadas e distinguir, com base no sentido da corrente, corrente contínua de
corrente alternada.
- Explicar a produção de electricidade numa central utilizando o conceito de indução electromagnética.

 /   '  


- Demonstração da experiência de Oersted e indução de Faraday.
- Construir um electroíman rudimentar.
- Construir um motor eléctrico e comparar com o dínamo de uma bicicleta.
- Utilizando um dínamo de bicicleta, compará-lo (semelhanças e diferenças) com o gerador de uma central produtora
de electricidade, com ênfase na exploração do conceito de corrente alterna.
- Experiências simples para produção de corrente alternada, utilizando um íman rotativo sobre uma bobina, fonte de
alimentação e um osciloscópio ou galvanómetro de zero ao centro.

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!+1  ' 
- Descrever as condições de transporte de energia desde a central produtora até ao consumidor, referindo o pa pel dos
transformadores.
- **Saber usar um osciloscópio.

 /   '  


- Utilizando bobinas com diferente número de espiras e um núcleo de ferro macio, explorar qualitativamente a função
dos transformadores.
- Utilizando transformadores caseiros, comparar as intensidade luminosas (qualitativamente) de lâmpadas num circuito
de transmissão de electricidade a distância em circuitos com e sem transformador.
- Desmontar uma tomada de corrente, identificando os vários fios (terra, neutro e fase).
- Analisar o funcionamento de alguns aparelhos eléctricos de uso doméstico (ferro de engomar, chaleira eléctrica,
torradeira, campainha, etc.).

*Objectivo e/ou conteúdo opcional.


**Objectivo opcional.

O DA ELECTRICIDADE

A indústria, os transportes, as comunicações os centros urbanos e rurais são áreas de actividades estreitamente
relacionadas com o uso da electricidade. Neste contexto, a vida doméstica está hoje cada vez mais dependente do uso
de aparelhos eléctricos. Dentro desta área temática podem cons idera-se como centrais questões do tipo:º  
      e º           
 .
Em concordância com a questão central, conhecer princípios básicos de circuitos eléctricos, saber instalar uma
lâmpada, reparar uma tomada, saber como funciona e usar correctamente um aparelho eléctrico, calcular consumos a
partir de potências e conhecer instalações eléctricas caseiras tendo sempre presente a prevenção dos riscos asso ciados
aos usos da electricidade tornam-se conhecimentos e competências indispensáveis ao aluno deste nível etário. Ainda
neste âmbito, considera-se indispensável conhecer princípios elementares sobre a produção e distribuição da
electricidade, deste a central produtora até ao consumidor.

 % & '  instalação eléctrica de uma casa; aparelhos electrodomésticos; o dínamo de uma bicicleta,
central de distribuição eléctrica, etc.

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- Identificar e usar, sempre que necessário, regras de segurança e prevenção de acidentes com aparelhos e instalações
eléctricas.

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- Identificar num circuito eléctrico a fonte de energia, receptores e condutores.
- Descrever, representar esquematicamente e montar circuitos simples, incluindo associações de resistências, com
relevância para as associações em paralelo.

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- Explorar circuitos eléctricos integrando vários tipos de aparelhos de transferência de energia: electrodomésticos,
brinquedos eléctricos, etc.
- Explorar a montagem de circuitos simples em regime de corrente unidireccional, descrever os vários componentes e
representá-los por meio de diagramas, usando os símbolos apropriados.
- Planeamento e esquematização de circuitos eléctricos.
- Montagem, em miniatura, da instalação eléctrica de uma casa, usando placas de madeira, pregos de latão, aparelho
de soldar (instalação de resistência, lâmpadas, fusíveis, interruptores, alarmes, etc.).
- Verificar o sentido da corrente eléctrica contínua e alternada usando um aparelho de medida e/ou um indicador feito
com díodos emissores de luz (LED).

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- Medir a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito (terminais de lâmpadas, de uma campainha, de uma
resistência) e a intensidade da corrente num circuito eléctrico.
- Relacionar a d.d.p. total de uma associação em série de geradores com a d.d.p. nos terminais de cada elemento em
termos energéticos.

 /   '  


- Construir uma pilha e medir a d.d.p. entre os seus terminais.
- Proceder à medição da d.d.p. entre dois pontos ao longo do mesmo circuito série e da intensidade da co rrente em
vários pontos do mesmo circuito.
- Estudar a variação do brilho de uma lâmpada num circuito alimentado por um elemento de pilha ou por uma
associação em série de dois elementos, três elementos, etc.; medir a diferença de potencial nos extremos da
associação e nos extremos de cada elemento.

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!+1  ' 
- *Verificar experimentalmente a ocorrência de efeitos químicos, térmicos e magnéticos da passagem da corrente
eléctrica e a sua relação com a variação da intensidade da corrente no circuito.
- *Distinguir materiais que conduzem melhor a corrente do que outros (sólidos ou soluções).
- Medir a resistência de um condutor filiforme a partir da diferença de potencial nos seus terminais e da intensidade da
corrente que o percorre.
- *Fazer variar a intensidade da corrente usando condutores com diferentes características (material, espessura,
comprimento).

 /   '  


- Usando diferentes associações em série de baterias (ou usando pequenas fontes de alimentação que permitam variar
a tensão de saída) proceder ao aquecimento de água com uma resistência, a uma electrólise e verificar os efeitos sobre
um bússola colocada nas proximidades do circuito.
- Medir a resistência de condutores com ohmímetros e amperímetros e voltímetros.
- Estudo experimental da variação da resistência de um condutor em função do material, do comprimento ou da
espessura.
- Análise de gráficos sobre relações entre R e I, s.

0J M

!+1  ' 
- Aplicar a lei de Ohm e indicar os seus limites de aplicabilidade.
 /   ' 
- Estudo experimental da lei de Ohm e das suas limitações usando, além de resistências de carvão (com respectiva lista
de códigos e de cores), lâmpadas de 6 V, 3 W, LED, NTC, LDR e potenciómetros de c arvão, bem como ainda diferentes
traços feitos com lápis de carvão, estabelecendo para todos estes componentes gráficos U vs I.

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!+1  ' 
- Relacionar a potência de aparelhos electrodomésticos com a diferença de potencial nos seus terminais e a intensidade
da corrente que os atravessa e usar esse conhecimento para calcular consumos de electricidade.
- *Descrever, sucintamente, o funcionamento de uma lâmpada de incandescência, de uma lâmpada fluorescente e de
uma lâmpada de «economizar energia».
- *Explicar o papel dos fusíveis com base no efeito térmico da corrente eléctrica e dos disjuntores com base no efeito
electromagnético.
- Verificar, experimentalmente, a perturbação magnética induzida pela passagem da corrente num circuito e a indução
de correntes eléctricas por variações de perturbações magnéticas.

 /   '  


- Medir o valor da resistência de um condutor homogéneo e filiforme a temperaturas diferentes (em gelo e água
quente, por exemplo).
- Cálculos usando a expressão R = U/I.
- Cálculos envolvendo as relações P = U I e E = P t
- Calcular o número total de electrodomésticos num circuito caseiro, se for conhecida a potência de cada um deles, em
função do valor da intensidade de corrente máxima nos fusíveis de forma a garantir segurança, utilizando a expressão I
= P/U.

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!+1  ' 
- Reconhecer a existência de correntes alternadas e distinguir, com base no sentido da corrente, corrente contínua de
corrente alternada.
- Explicar a produção de electricidade numa central utilizando o conceito de indução electromagnética.

 /   '  


- Demonstração da experiência de Oersted e indução de Faraday.
- Construir um electroíman rudimentar.
- Construir um motor eléctrico e comparar com o dínamo de uma bicicleta.
- Utilizando um dínamo de bicicleta, compará-lo (semelhanças e diferenças) com o gerador de uma central produt ora
de electricidade, com ênfase na exploração do conceito de corrente alterna.
- Experiências simples para produção de corrente alternada, utilizando um íman rotativo sobre uma bobina, fonte de
alimentação e um osciloscópio ou galvanómetro de zero ao centro.

029H  :   )'   -  :   + %   -

!+1  ' 
- Descrever as condições de transporte de energia desde a central produtora até ao consumidor, referindo o papel dos
transformadores.
- **Saber usar um osciloscópio.

 /   '  


- Utilizando bobinas com diferente número de espiras e um núcleo de ferro macio, explorar qualitativamente a função
dos transformadores.
- Utilizando transformadores caseiros, comparar as intensidade luminosas (qualitativamente) de lâmpadas num circuito
de transmissão de electricidade a distância em circuitos com e sem transformador.
- Desmontar uma tomada de corrente, identificando os vários fios (terra, neutro e fase).
- Analisar o funcionamento de alguns aparelhos eléctricos de uso doméstico (ferro de engomar, chaleira eléctrica,
torradeira, campainha, etc.).
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2!!( "EFG!
A audição corresponde a um dos sentidos mais importantes na percepção do mundo à nossa volta. Questões desta
área poderão ser: «Como é que os sons são produzidos e como é que os ouvimos?», «Quais as diferenças entre o
som e os ultra-sons?» e «Quais as fontes de poluição sonora e como podemos proteger -nos dela?».
Como resposta a questões deste tipo, é fundamental o estudo do som na perspe ctiva da sua produção, da sua
audição, das suas características e da sua natureza, bem como a compreensão da forma como o ouvido humano
reage aos estímulos sonoros, da existência de ultra-sons e sua importância. Deve ainda chamar-se a atenção para o
facto de o som ser um factor de ruído e poluição ambiental e para a importância da protecção e isolamento sonoro
em certos contextos.

 % & '  música, estações emissoras de rádio, telefone, aparelhos estereofónicos, aplicações de ultra -
sons, etc.

2) .  . +  



!+1  ' 
- Indicar que os sons podem ser produzidos de diferentes maneiras, que são provocados por vibração da fonte
sonora e que apenas são percepcionados quando atingem o ouvido com certas características.
- Distinguir os atributos do som: altura, intensidade, timbre e duração.

 /   '  


- Usando vários instrumentos musicais de corda, diapasão e martelos, explorar mudanças de altura (frequência) e
intensidade (amplitude) e procurar relacionar estas com as características do corpo vibrante (comprimento, tensão,
espessura do material que vibra e força de percussão).

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!+1  ' 
- Distinguir intensidade sonora e intensidade auditiva.
- Identificar a frequência com o número de vibrações por segundo.
- Relacionar qualitativamente a altura do som com a frequência.
- Relacionar o comprimento de onda e a frequência de um sinal sonoro, usando a expressão ! .
- Indicar que o som se propaga desde a fonte sonora até ao receptor com velocidades diversas conforme o meio,
sofrendo fenómenos de reflexão/refracção.
- Relacionar distâncias percorridas pelo som com a velocidade e o tempo de propagação e calcular o valor de uma
destas grandezas a partir das outras.

 /   '  


- Usando um microfone ligado a um osciloscópio, analisar os sons produzidos por diferentes fontes sonoras.
- Usando cordas, molas ( " ) explorar ondas mecânicas, identificando ondas transversais e longitudinais.
- Caracterizar o som como fenómeno ondulatório que necessita de suporte material para a sua propagação.
- Indicar a velocidade de propagação do som no ar.
- Demonstração experimental, usando tina de ondas, da reflexão, refracção, difracção e interferência de ondas.
- Usando instrumentos diversos e dois tubos de plástico ou cartão, produzir sons e tentar ouvir o som reflectido
numa superfície plana ou em superfícies esféricas.
- Usando tubos de plástico ou cartão e uma fonte sonora (tipo relógio de pulso), verificar as leis da reflexão do som.
- Usando um balão cheio de CO2 verificar o aumento da intensidade do som produzido por um altifalante, ligado a um
gerador de sinais, através do balão.
- Usando um relógio e uma campânula onde se fez o vazio, verificar a ausência de propagação do som.
- Construção de um telefone de fio e de um estetoscó pio rudimentares.
- Analisar tabelas com dados sobre a velocidade do som em diversos materiais e discutir as velocidades de
propagação do som nos sólidos, líquidos e gases.
- Usando um microfone ligado a um osciloscópio, um altifalante ligado a um gerador de sinais (se possível),
determinar a velocidade do som no ar.
- Usando uma régua e um martelo, dois microfones ligados a um contador automático de tempo, à distância de 50
cm e 1 m, determinar experimentalmente a velocidade de propagação do som no ar e na madeira.

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2 

!+1  ' 
- Explicar o eco.

 /   '  


- Aplicações numéricas da expressão !#, com relevância para o eco.
- Experiências simples com vibradores electromagnéticos, um motor eléctrico (6 V) ligado a urna barra metálica, um
serrote com lâmina fina de aço, um fio esticando entre dois suportes e vibrador e gerador de sinais, molas, diapasões
e caixas de ressonância, para estudo da ressonância e de ondas estacionárias.
- Determinar experimentalmente a velocidade de propagação do som no ar utilizando um tubo de vidro com diâmetro
de 5 cm comprimento de 1 m, oco e aberto numa das extremidades, no qual se introduz um êmbo lo feito com um
pedaço de cortiça, e uma fita métrica colada no exterior para medir distâncias entre nodos e ventres; fazer os
cálculos usando as relações entre o comprimento de onda e o comprimento do tubo tendo em conta a formação de
ondas estacionárias, fazendo a correcção final relativamente ao factor temperatura.

20   

!+1  ' 
- *Distinguir um som musical de um ruído.
- *Explicar, em termos gerais, o funcionamento de, pelo menos, um aparelho produtor de som (cordas vocais,
diapasão, instrumento musical, etc.).

22")     
24  : 

!+1  ' 
- Distinguir o som e a luz.
- Indicar e descrever sumariamente aplicações de ultra- sons (ecografia, sonar, etc.).

 /   '  


- Pesquisar dados sobre a utilização dos ultra- sons na medicina, navegação, indústria, etc.

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!+1  ' 
- Explicar, de forma sucinta, o funcionamento do ouvido humano
- Distinguir entre intensidade de um som e nível sonoro.
- Indicar os limites mínimo e máximo de audibilidade tendo em conta possíveis danos fisiológicos.
- Situar os sons audíveis no espectro sonoro.
- **Distinguir entre bons e maus isoladores do som e dar exemplos.
- **Indicar medidas de diminuir a poluição sonora na vida diária.
- **Indicar, em linhas gerais, como uma vibração sonora se pode converter num sinal eléctrico e vice -versa.

 /   '  


- Analisar esquemas sobre a constituição do ouvido humano.
- Medir o nível sonoro comum ± sonómetro (graduado em decibéis) em diversos locais (na esc ola e fora dela).
- Analisar tabelas e gráficos relativos a poluição sonora em sistemas rodoviários, escola, etc.
- Discussões sobre medidas de protecção de ruídos, uso de barreiras corta -som nas auto-estradas, limitações sobre
veículos motorizados e automóveis, isolamento sonoro doméstico, etc.
- Discussões sobre perigos de surdez em condições de exposição prolongadas a ruídos ou a situações de elevado
nível sonoro (profissões que impliquem o uso de brocas perfuradoras ou outro equipamento ruidoso, discote cas,
receptores/leitores portáteis) e análise de legislação referente ao nível sonoro em fábricas, controlo de tráfego aéreo,
etc.
- Desgravar uma cassete velha com um íman deslizando sobre a fita magnética sempre na mesma direcção e gravar
novamente com um íman e uma bobina ligada a uma fonte de alimentação a um gerador de sinais.
- Construir um microfone rudimentar com uma agulha de coser e um copo de plástico; testar num gira -discos velho e
comparar com os modernos microfones.
- Construir um electroíman e utilizá-lo para construir um altifalante, utilizando cartolina, elásticos, uma fonte de
alimentação e um gerador de sinais.
- Experiências simples sobre o princípio da gravação electromagnética com uma fonte de alimentação ligada a uma
chave de telégrafo (interruptor manual) e a um electroíman.

*Objectivo e/ou assunto opcional.


**Objectivo com carácter opcional.
c

4J"K #G!
A Visão constitui um dos sentidos mais importantes na percepção do mundo que nos rodeia. Questões centrais desta
área temática podem ser: «Como é que podemos ver os objectivos?» e «Como é que o funcionamento dos nossos
olhos está relacionada com a luz?».
Decorrentes destas questões, torna -se central o estudo das propriedades e comportamento da luz na perspectiva da
sua «percepção».
Neste contexto, saber como funciona o olho humano, compreender de que forma é afectado por deficiências e quais
as correcções possíveis, interpretar fenómenos como a reflexão e a refracção da luz, conhecer a forma como o uso
de espelhos e lentes constitui uma maneira de alargar a nossa visão nos telescópios, microscópios, lupas, devem ser
objectivos fundamentais desta área.
Por outro lado, é necessário que os alunos adquiram uma visão científica sobre a luz, pelo que se torna indispensável
a aquisição de conhecimentos elementares sobre os seus aspectos ondulatórios, bem como sobre a integração da luz
visível, a par de outras radiações, como UV, IF, raios X, microondas e ondas de rádio, no espectro electromagnético,
dando atenção a aparelhos ópticos e aplicações de uso corrente (telecomunicações, tratamentos médicos, usos
domésticos, etc.) e a conceitos elementares como comprimentos de onda e frequência.

 % & '  olho e defeitos de visão; cinema; aparelhos de óptica e óculos; visita a uma estação de rádio,
a um estúdio de televisão, aparelhos como fornos de microondas, etc.

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!+1  ' 
- Indicar que num meio homogéneo a luz se propaga em linha recta desde a fonte luminosa ou de um objecto
iluminado até aos nossos olhos.

 /   '  


- Pesquisa sobre a constituição do olho humano (análise de esquemas), funcionamento e defeitos mais comuns.
- Construção de um detentor de luz (usando um LDR, uma pilha e uma resistência) e medição indirecta da
iluminação em vários locais (mais ou menos afastados da fonte luminosa).

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!+1  ' 
- Caracterizar defeitos de visão, com base na constituição e funcionamento do olho humano e indicar formas de os
corrigir.

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!+1  ' 
- Relacionar o poder convergente ou divergente de uma lente com a sua distância focal e medir a potência de uma
lente convergente.

 /   '  


- Estudar experimentalmente o comportamento da luz quando muda de meio de propagaç ão e quando atravessa
lentes convergentes e divergentes.
- Medir a potência de lentes convergentes de óculos e lupas de bolso e relacionar com os defeitos da visão e
respectivas correcções.
- Calcular a amplificação de uma lupa medindo o tamanho da imagem e o tamanho do objecto.

49   '  



!+1  ' 
- Identificar imagens reais e virtuais produzidas pelas lentes.

 /   '  


- Exploração prática das imagens produzidas por lentes convergentes e divergentes.

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!+1  ' 
- Indicar que na superfície de separação de dois meios transparentes há sempre uma parte de luz que se refracta e
uma parte que se ref lecte.
- Indicar que a luz se reflecte quando incide nas superfícies e interpretar a reflexão difusa em superfícies opacas não
polidas.
- *Explicar a formação de imagens virtuais em espelhos planos com base na leis da reflexão.
- Identificar a refracção da luz como resultado do facto de a velocidade da luz não ser a mesma em diferentes meios
transparentes.
- *Reconhecer a existência de imagens reais e virtuais em espelhos curvos (côncavos e convexos) e usar esse
conhecimento em aplicações dos espelhos (usos rodoviários, astronomia, etc.).

 /   '  


- Investigar experimentalmente as leis da reflexão da luz e as imagens dadas por espelhos planos.
- Construir geometricamente a imagem de um objecto rectilíneo dada por um espelho plano.
- Construção geométrica da imagem obtida num espelho plano.
- Experiências visando a refracção da luz (ar/água, vidro/ar, etc.).
- Investigar experimentalmente as imagens produzidas por espelhos curvos (côncavos e convexos).
- Pesquisa sobre utilizações quotidianas dos espelhos curvos.

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!+1  ' 
- Indicar a velocidade de propagação da luz no vazio.
- *Caracterizar a luz como fenómeno ondulatório que não necessita de suporte material para a sua propagação.
- Relacionar a frequência e o comprimento de onda (no vazio) de radiações electromagnéticas através da expressão 
! .

 /   '  


- Usando cordas, molas (slinkies), explorar ondas mecânicas, identificando ondas transversais e ondas longitudinais.
- Cálculos usando a expressão ! .
- Demonstração experimental, usando uma tina de ondas, da reflexão, refracção, difracção e interferência do ondas.
- Exploração de fenómenos de difracção e interferência da luz, usando um laser.
- Utilizando um laser, efectuar a experiência de Young com fenda dupla (ou redes de difracção), variando a distância
ao alvo, e observar figuras de difracção.

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- Situar a luz no espectro electromagnético.
- *Caracterizar algumas radiações não visíveis no espectro electromagnético indicando diversas aplicações.

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- Pesquisa sobre efeitos e/ou aplicações de radiações electromagnéticas (forno de microondas, laser, radar, televisão,
radiodifusão, etc.).
- Exploração de fenómenos de reflexão, refracção, difracção e interferência usando o emissor (ligado a uma fonte 0-
12 VDC) e o receptor de microondas ligado a um multímetro.

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!+1  ' 
- Interpretar a dispersão da luz solar num prisma óptico e indicar o que é uma radiação monocromática.

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- Analisar a formação de espectros usando prismas e/ou um balão de vidro cheio de água.
- Observar com espectroscópios a luz proveniente de diversas fontes luminosas.

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!+1  ' 
- Interpretar a cor de alguns objectos com base na absorção e reflexão selectiva de radiações incidentes.

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- Explorar experimentalmente, usando filtros de diversas cores, a cor de alguns objectos.
- Investigação sobre as radiações absorvidas pelas folhas verdes das plantas (usando um prisma e uma solução das
plantas escolhidas).
- Observação das cores produzidas nas bolas de sabão, em manchas de óleo, películas finas, etc., devido a
fenómenos de interferência. Estudar o funcionamento de um telescópio de refracção (e/ou de reflexão), de um
retroprojector, de um microscópio, etc.

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!+1  ' 
- *Descrever o funcionamento de aparelhos como telescópios, projectores de diapositivos, máquina fotográfica, etc.

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- Construir um telescópio refractor.
- Improvisar um projector de diapositivos.
- Estudar o funcionamento de uma máquina fotográfica.

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!+1  ' 
- *Indicar as características de um feixe de luz laser e de fibras ópticas e indicar algumas aplicações mais relevantes.

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- Pesquisas/leituras sobre características de um feixe laser e fibras ópticas, aplicações do laser, importância das
fibras ópticas nas telecomunicações, etc.

*Objectivo e/ou conteúdo opcional.


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Área Professores > Programas > Programas Anteriores > Índice do Programa de Ciências Físico -Químicas - 8.º Ano

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 8.º ano

    Consulte o índice aqui

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Em anos anteriores, e no âmbito da disciplina de Ciências da Natureza, o aluno teve já um primeiro contacto com
alguns fenómenos químicos e respectiva linguagem. Esta unidade integra a preparação anterior do aluno numa
perspectiva globalizante que apresenta a Química como uma ciência simultaneamente aliciante e de grande
interesse. O aluno participa, desde logo, na realização de algumas experiências simples que fomentem a sua
curiosidade e que permitam uma progressão no vocabulário da Química. Começará também a ilustrar-se o papel
desta ciência quer em relação com outras quer em aplicações diversas no mundo moderno: medicamentos, adubos,
plásticos, etc.
Perante a enorme variedade de materiais que nos rodeia m e de que o aluno já se apercebeu na disciplina de Ciências
da Natureza, esta unidade permite também reconhecer a necessidade de uma sistematização e classificação com
particular atenção a materiais facilmente identificados como misturas de substâncias. Através de vários exemplos
correntes de misturas (homogéneas), procura -se fortalecer a ideia de substância e familiarizar o aluno com
substâncias vulgares. Identificam-se propriedades a que se recorre para distinguir duas substâncias e caracterizam -
se vários processos de separação.

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:  
a) As primeiras experiências e observações em Química.
b) As questões a que a Química responde.
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!+1  ' 
Revelar uma primeira perspectiva do que é a Química e do seu interesse.
- Caracterizar em linhas gerais a Química e sua relações com as outras ciências.
- Distinguir situações nítidas onde ocorram transformações físicas e químicas.
- Relacionar aspectos do quotidiano com a Química.
- Ilustrar a importância da Química como resposta a solicitações do Homem e da Sociedade.
- Reconhecer a importância da observação e da experimentação aliadas à reflexão e ao campo da s ideias.
- Reconhecer a Química como um ramo de estudo aliciante.
- Reconhecer a necessidade de exercer cuidados de segurança na utilização de produtos químicos.
- Interpretar os principais sinais de segurança que acompanham certos produtos.

 / ()7  


A progressão no vocabulário da Química faz-se utilizando termos de uso geral, mas num sentido gradualmente mais
químico. É o caso dos termos «transformações», «composição», e «substância». Em particular, este último começará
a ser utilizado em exemplos simples, mas sem qualquer preocupação de definição. A sua caracterização será feita
gradualmente ao longo desta unidade, desenvolvendo-se, designadamente, com o reconhecimento de que um
material pode ser uma substância única ou uma mistura de sub stâncias.
As primeiras experiências a realizar nesta unidade não serão seguidas de explicações dos fenómenos observados.
Destinam-se a despertar a curiosidade do aluno, a ilustrar a base experimental da Química e a introduzir, a um
primeiro nível (operacional), a diferença entre transformação química e física, não havendo lugar ainda ao uso da
expressão «reacção química». Com as primeiras experiências deverá chamar-se a atenção do aluno para o cuidado
que deve ter com produtos químicos em geral (mesmo produ tos de uso doméstico), evitando-se, contudo, efeitos
perturbadores para ênfase exagerada.
Salienta-se, desde já, que, sempre que se revele oportuno, o professor fará referência ao papel de cientistas
importantes no desenvolvimento da Química.

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0+ 5      + 5  

!+1  ' 
Desenvolver esquemas de classificação perante a variedade de materiais.
- Reconhecer que muitos materiais da Natureza são matérias-primas e que as suas fontes são limitadas.
- Distinguir substâncias de misturas de substâncias.
- Reconhecer, por leitura de rótulos, que vários produtos de consumo, designadamente alimentos, águas minero -
medicinais, medicamentos, fertilizantes, produtos de higiene e cosméticos, são misturas de substâncias.
- Apreciar criticamente a presença de impurezas em certos produtos de consumo.
- Caracterizar misturas homogéneas, heterogéneas e coloidais.
- Utilizar, em situações concretas, os termos «solução», «soluto», «solvente», «solução concentrada», «solução
diluída».
- Preparar soluções manuseando, em segurança, produtos químicos e material simples de laboratório.
- Distinguir algarismos exactos e aproximados na medição de massa e de volume.
- Realizar cálculos simples relativos à composição de soluções expressa em massa de soluto por volume de solução.
- Verificar, por leitura de rótulos, que há outras formas de exprimir a composição quantitativa em produtos de
consumo.

 / ()7  


A noção de substância deverá ser obtida por contraste com a mistura de substâncias, devendo por isso, e para maior
clareza, insistir-se no princípio, tanto quanto razoável, na expressão «misturas de substâncias» e não apenas
«mistura». O professor poderá considerar útil desde já começar a or ganizar uma colecção de frascos contendo cada
um uma substância e devidamente rotulados.
Não se pretende uma definição rigorosa de mistura homogéneas (soluções) e heterogéneas, mas uma noção clara da
diferença que permita o uso correcto dos termos. O profe ssor realçará que há misturas que não caem nesta
classificação simplista (homogéneas e heterogéneas). É o caso de dispersões coloidais como o leite, a manteiga,
queijos, as tintas, etc. A diferença em relação a misturas homogéneas pode ser revelada pela tr ansmissão da luz,
especialmente fácil de observar no caso de poeiras atmosféricas.
O professor deverá integrar o uso de modos simples de exprimir a composição qualitativa se uma solução,
designadamente em grama por decímetro cúbico, na disciplina de Ciências da Natureza.

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!+1  ' 
Caracterizar algumas propriedades físicas e químicas na perspectiva da identificação de substâncias.
- Indicar propriedades físicas que permitam caracterizar as substâncias.
- Estabelecer experimentalmente a relação entre massa e volume para diferentes porções de uma substância,
reconhecendo que é uma constante.
- Reconhecer que a relação anterior ± densidade ± ajuda a caracterizar uma substância.
- Caracterizar a água pelo ponto de ebulição.
- Determinar a temperatura a que uma solução aquosa entra em ebulição e compará -la com a da água.
- Reconhecer a determinação do ponto de ebulição (e de fusão) como critérios de pureza.
- Recorrer a ensaios químicos na identificação de algumas substâncias.

 / ()7  


A noção de densidade é aqui introduzida como massa por unidade de volume, devendo garantir-se que esta noção,
se pode estender a misturas de substâncias.
Retoma-se a noção de temperatura e sua m edida apresentada anteriormente na disciplina de Ciências da Natureza.
Deverá ter-se atenção no uso das expressões «ponto de solidificação» e «ponto de fusão»: embora respeitem à
mesma temperatura, não deverá, obviamente, usar -se a segunda a não ser para sólidos. O mesmo se diz da
expressão «ponto de ebulição», rigorosamente só aplicável a líquidos.
Nas técnicas de ebulição, e para evitar uma ebulição tumultuosa, deverá adicionar-se pequenos fragmentos de
pedra-pomes ou de porcelana porosa que, por efeito d e superfície e ar absorvido, permitam formação de núcleos de
ebulição e libertação de bolhas de vapor. Note-se que o material poroso, uma vez utilizado, não deve voltar a servir,
pois durante o arrefecimento absorverá líquido.
O professor deverá reconhecer que alguns ensaios químicos de identificação de substâncias terão sido realizados na
disciplina de Ciências da Natureza.
Reconhecerá também neste contexto o uso de expressões como «teste de ...», «indicadores de ...» utilizadas em
Ciências da Natureza.

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!+1  ' 
Desenvolver métodos de separação das substâncias presentes numa mistura, realçando o seu interesse prático.
- Utilizar técnicas de separação ± filtração, centrifugação, cristalização, extracção p or solvente, cromatografia e
destilação ± exercendo cuidados de segurança.
- Registar criteriosamente os resultados da observação.
- Interpretar a separação por destilação.
- Reconhecer a importância de técnicas de separação na indústria química.
- Seleccionar, em casos simples, o(s) método(s) adequado(s) para separar os componentes de uma mistura de
substâncias.

 / ()7  


No que diz respeito às técnicas de separação, o professor deverá ter presente que alguma delas, designadamente a
decantação e filtração, já foram introduzidas na disciplina de Ciências da Natureza. O mesmo se passa com ensaios
cromatográficos utilizados na separação de pigmentos. Relativamente à destilação, deverá dar ênfase a exemplos
concretos de grande importância: petróleo e álcool. No entanto, a interpretação deve cingir-se à destilação simples.

Tendo em conta que uma significativa parte da matéria desta unidade já foi objecto da disciplina de Ciências da
Natureza, o tempo previsto é 25% do tempo lectivo total atribuíd o à Química.
c

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|  
     

Programa de Ciências Físico-Químicas - 8.º ano

    Consulte o índice aqui

0"IH?"(!" G! !"  K!( J


Estudada a separação de umas substâncias das outras, reconhece-se agora que uma substância pode originar outras
por acção do calor, da corrente eléctrica, da acção mecânica e da luz. Reconhece -se ainda a possibilidade de realizar
transformações químicas por simples junção de duas substâncias.
Depois de se recordar, através da experiência, que a matéria é constituída por corpúsculos em permanente
movimento (mais rápido a temperatura mais alta) e de se dar uma ideia sobre o seu tamanho, caracterizam -se os
estados físicos da matéria. A referência àqueles incessantes movimentos corpusculares e a necessidade de
caracterizar o volume de um gás levam a tornar presente a noção de pressão de um gás.
Nesta unidade temática inicia-se também o estudo das reacções químicas, começando por reconhecer a conservação
da massa, interpretada em termos da conservação do número de átomos; justifica -se, assim, o acertar de equações,
ilustrado em vários exemplos simples. Em seguida, investigam-se variações de temperatura em reacções químicas e
interpretam-se em termos de movimentos c orpusculares. Prossegue-se o estudo das reacções químicas investigando
a sua velocidade, interpretada em termos de colisões entre corpúsculos. Em toda a unidade se exploram as
implicações da Química em múltiplos domínios, para além do interesse científico por si mesmo.

0!(!H$!$($"("IH?!"H$
0 '      : ,/     + 5     
a) Acção do calor.
b) Acção da electricidade.
c) Acção mecânica.
d) Acção da luz.

00H  : ,/ & 1 ,-  + 5  


02 & 5    : ,/  + 5  

!+1  ' 
a) Verificar que há substâncias que se transformam noutras por acção do calor, podendo essas transformações ser
susceptíveis de aproveitamento tecnológico para além do interesse científico.
- Realizar, observando normas de segurança, a decomposição de algumas substâncias por acção do calor.
- Reconhecer que algumas transformações de interesse geológico ocorrem por acção do calor.
- Referir o interesse de outras decomposições que ocorram por acção do calor.

b) Verificar que há substâncias que se transformam noutras por acção da electricidade, podendo essas
transformações ter interesse tecnológico, além de científico.
- Realizar a decomposição da água em oxigénio e hidrogénio por acção da electricidade ± electrólise.
- Realizar outras decomposições por electrólise.
- Reconhecer, através de exemplos, o interesse industrial de algumas reacções de electrólise.

c) Verificar que há substâncias que se transformam por acção mecânica.


- Reconhecer que certas transformações são desencadeadas por acção mecânica: fricção ou choque.

d) Reconhecer que a luz pode provocar transformações de substâncias noutras, com importância na biologia e em
outros domínios como a fotografia.
- Verificar que há substâncias que se transformam noutras por acção da luz.
- Salientar a importância das reacções por acção da luz na biologia e na fotografia.
- Reconhecer os potenciais riscos para os seres vivos resultantes de uma exposição excessiva à luz solar.

e) Verificar que por junção de duas substâncias podem ocorrer transformações químicas, salientando a sua
importância.
- Realizar reacções por junção de duas substâncias.
- Utilizar os termos reacção, reagente, produtos de reacção.
- Realçar a importância das reacções com oxigénio, nomeadamente na combustão e na corrosão de metais.

 / ()7  


O professor deverá referir algumas transformações de índole geológica por acção do calor já abordadas em Ciências
da Natureza. Igualmente realçará que na fotossíntese ocorrem transformações químicas por acção da luz. Note -se,
porém, que nesta altura não deverá ser escrita qualquer equação química.
Na electrólise da água, adiciona-se um sal corrente, por exemplo borato de sódio, que não experimente ele próprio
transformações concorrentes. Convém que fique sólido por dissolver para poder, no fim, chamar -se atenção para o
facto de a respectiva quantidade não ter variado e só a água se ter transformado. Alternativamente, poderão
realizar-se várias electrólises (simultaneamente por vários grupos de alunos) com diferentes electrólitos inertes,
reconhecendo a observação comum, a qual só pode ser atribuída à decomposição da água.
Os termos «reacção química», «reagentes», «produtos» introduzem -se quando do estudo das transformações
químicas por junção de duas substâncias.
O professor deve assegurar-se de que os alunos reconhecem o papel do oxigénio como reagente nas combustões,
desencorajando o eventual uso de expressões como «o oxigénio alimenta as combustões», «combust ão no seio do
oxigénio».

00!(!G!!HH"E"IH?
00 3  & ) =  
000 ,-'     & )  
a) Estados físicos de agregação: sólido, líquido e gasoso.
b) Pressão de gases.
c) Temperatura.

!+1  ' 
a) Desenvolver uma visão cinético-corpuscular da matéria.
- Realizar experiências que sugiram que a matéria é constituída por corpúsculos em incessante movimento.
- Inferir o pequeníssimo tamanho dos corpúsculos constituintes da matéria.
- Distinguir estados físicos da matéria em termos da agregação corpuscular.
- Reconhecer o carácter mais limitado dos movimentos corpusculares nos sólidos e nos líquidos do que nos gases.
- Reconhecer que o volume de uma amostra de gás não depende do tamanho dos respe ctivos corpúsculos.

b) Interpretar as observações sobre a pressão e a temperatura em termos cinético - corpusculares.


- Relacionar qualitativamente a pressão de um gás com as colisões dos corpúsculos contra uma superfície.
- Associar a variação da temperatura de um gás com a variação de velocidades dos respectivos corpúsculos.
- Interpretar qualitativamente as variações de pressão de um gás com o volume e a temperatura em termos cinético -
corpusculares.
- Associar a temperatura de um sólido ou de um líquido com a velocidade dos respectivos corpúsculos, distinguindo
velocidade de liberdade de movimento.

002W )= ) + 5  )    &   


004+ 5  )    &  

!+1  ' 
Desenvolver uma primeira perspectiva de corpúsculos como unidades estruturais da matéria: átomos e grupos de
átomos.
- Referir que hoje há técnicas para obter «imagens» das unidades estruturais da matéria.
- Concluir que as unidades estruturais das substâncias podem ser átomos ou grupos de á tomos (moléculas).
- Representar, numa primeira aproximação, as moléculas como associações de átomos esféricos.
- Inferir que há substâncias constituídas por átomos todos iguais ± substâncias elementares ± e substâncias
constituídas por átomos diferentes ± substâncias compostas.

 / ()7  


Os corpúsculos, unidades estruturais da matéria, são identificados como átomos, moléculas ou iões. Faz -se uma
pequena introdução aos símbolos e fórmulas, ilustrando com um conjunto representativo de exemp los.
Embora se possam referir técnicas de raios X para revelar a estrutura de cristais (métodos de difracção), não se deve
representar nenhum difractograma. É possível, e com vantagem, apresentar microfotografias de substâncias,
revelando átomos e moléculas.
Referem-se diferentes tipos de átomos e caracterizam -se, nestes termos, substâncias elementares e compostas.
Contudo, adia-se a noção de elemento químico para o 9.º ano para que se não crie confusão entre elemento e
substância elementar.

008!  /        

!+1  ' 
- Reconhecer que há substâncias cujas unidades estruturais têm carga eléctrica: iões.
- Concluir através de experiências de condutibilidade eléctrica que há substâncias constituídas por átomos ou grupos
de átomos portadores de carga eléctrica: iões.
- Verificar através de experiências de migração de iões que num composto iónico há iões de carga positiva e de carga
negativa.

 / ()7  


Nas experiências de migração de iões ± de preferência electroforese ± uma possibilidade é utilizar dicromato de cobre
ou, em alternativa, uma mistura de dicromato de potássio com sulfato de cobre.

00;!  +)  :7 ) L  

!+1  ' 
Dominar a nível introdutório o uso dos símbolos e fórmulas químicas.
- Indicar símbolos de átomos num conjunto representativo de exemplos.
- Referir que há razões históricas para a convenção universal dos símbolos químicos.
- Indicar fórmulas de algumas moléculas com base nos símbolos dos átomos.
- Reconhecer que as fórmulas das moléculas são utilizadas como fórmulas químicas de substâncias.
- Reconhecer numa tabela a ocorrência de iões monoatómicos e poliatómicos.
- Reconhecer numa tabela a ocorrência de iões de carga múltipla da de outros.
- Indicar a fórmula química de compostos iónicos correntes, a partir de uma tabela de símbolos e fórmulas de iões.
- Mostrar a importância de compostos iónicos em exemplos representativos.

 / ()7  


No tocante à linguagem química, deverá fazer-se referência a razões histór icas para as designações e símbolos de
alguns átomos.
Notar-se-á que os nomes dos sais são introduzidos independentemente dos ácidos que lhes correspondem.
O recurso a uma tabela de iões não implica a sua memorização, mas apenas a sua utilização frequente.
Na ilustração da importância dos compostos iónicos devem incluir-se exemplos como o cloreto de sódio e hidróxido
de sódio, nitratos, carbonatos e fosfatos.

02H$!$(FU E "IH? ($ JFG!!("!HH"FG!


02 '          ,/ L  
a) Conservação de massa.
b) Reacções químicas como rearranjos de átomo.
c) Fundamento da escrita de equações químicas.

!+1  ' 
- Investigar acerca de massa nas reacções químicas na perspectiva da escrita de equações quím icas.
- Verificar através de experiências que nas reacções químicas não há variação de massa.
- Interpretar a conservação de massa em termo de conservação de átomos, associados de maneira diferente.
- Representar reacções por equações químicas, em exemplos simples.

 / ()7  


A primeira vez que o professor utilizar a designação «equação química» deverá fazer o contraste com o termo
«equação» em matemática.

020 '     &      ,/ L  


a) Variações de temperatura e interpretação corpuscular.
b) Reacções como fontes de calor.
!+1  ' 
Investigar acerca da temperatura nas reacções químicas em relação com os movimentos corpusculares.
- Determinar variações de temperatura em fenómenos de dissolução.
- Interpretar tais variações em termos de movimentos corpusculares.
- Distinguir fenómenos endotérmicos de exotérmicos.
- Associar variações de temperatura em reacções químicas endotérmicas e exotérmicas com os movimentos
corpusculares.
- Reconhecer as combustões como fontes de energia.
- Referir a necessidade de economizar os combustíveis.

 / ()7  


Recomenda-se que o professor não se limite a apresentar transformações químicas exotérmicas, mas inclua
transformações químicas endotérmicas.

022 '       ) /   )= ) 


a) Colisões moleculares e velocidade de reacção.
b) Como modificar a velocidade de uma reacção química de uma forma controlada.

!+1  ' 
a) Investigar acerca das colisões entre moléculas em relação com a velocidade das reacções.
- Reconhecer a existência de reacções lentas e rápidas.
- Medir a velocidade de reacções químicas em exemplos simples.
- Interpretar as reacções químicas e as suas velocidades em termos de colisões moleculares.
- Prever e confirmar experimentalmente o efeito da concentração dos reagentes na velocidade das reacções em
termos de colisões moleculares.
- Prever e confirmar experimentalmente o efeito da superfície de um reagente sólido na velocidade das reacções em
termos de colisões moleculares.
- Prever e confirmar experimentalmente o efeito da temperatura na velocidade de uma reacção em termos de
colisões moleculares.
- Referir a influência da luz na velocidade de certas reacções químicas com realce para a fotossíntese.
- Mostrar a importância do estudo das velocidades das reacções nas indústrias química e alimentar, nomeadamente o
uso de catalisadores e inibidores.

b) Reconhecer a experiência como critério da validade das previsões em ciência.


- Salientar que nem todas as reacções que se possam imaginar se verificam.
- Reconhecer a importâncias da inter-relação imaginação/ observação no estudo das reacções químicas.
- Revelar mais cuidados de segurança na exploração de reacções desconhecidas.

 / ()7  


A expressão «velocidade de reacção» deve ser contrastada com o conceito de velocidade em física.
No estudo introdutório dos factores que afectam as velocidades das reacções, o professor deverá alertar o aluno para
a necessidades de manter constante todas as condições que podem afectar a experiência com excepção da que se
pretende investigar.
Não se deve referir a expressão «energia de activação», embora se transmita, de forma simplificada, a noção que lhe
está subjacente: há reacções em que qualquer choque, ainda que suav e, produz rearranjo molecular, enquanto
noutras só colisões moleculares mais energéticas originam reacção.
Deve preferir-se a palavra «inibidor» à expressão «catalisador negativo». Uma vez que a palavra «catalisador» está
normalmente associada a um efeito positivo nas velocidades de reacção. O professor deve ter presente que um
inibidor actua por reacção com espécies intermediárias impedindo a formação de produtos, mas não aumenta a
energia de activação de uma reacção, nem diminui o número de colisões entre as moléculas.
O professor deverá ainda ter presente que a não observação de certas reacções se deve ao facto de serem muito
lentas nas condições consideradas, enquanto noutros casos se deve a serem termodinamicamente improváveis
(pequena constante de equilíbrio).
Podem acontecer que, ao interpretar -se uma reacção (e os efeitos na sua velocidade) em termos de colisões
moleculares, ocorra a alguns alunos a questão da colisão de moléculas dos produtos entre si (ou até de moléculas de
produtos com moléculas de reagentes).
Então, o professor confirmará este facto. Deixando uma porta aberta à introdução, no futuro, da noção de extensão
de uma reacção e de equilíbrio químico.

Correspondendo à extensão e à natureza multifacetada desta unidade temática, o tempo pr evisto é 55% do tempo
lectivo total atribuído à Química.
a matéria em termos da agregação corpuscular.
- Reconhecer o carácter mais limitado dos movimentos corpusculares nos sólidos e nos líquidos do que nos gases.
- Reconhecer que o volume de uma amostra de gás não depende do tamanho dos respectivos corpúsculos.

b) Interpretar as observações sobre a pressão e a temperatura em termos cinético - corpusculares.


- Relacionar qualitativamente a pressão de um gás com as colisões dos corpúsculos contra uma superf ície.
- Associar a variação da temperatura de um gás com a variação de velocidades dos respectivos corpúsculos.
- Interpretar qualitativamente as variações de pressão de um gás com o volume e a temperatura em termos cinético -
corpusculares.
- Associar a temperatura de um sólido ou de um líquido com a velocidade dos respectivos corpúsculos, distinguindo
velocidade de liberdade de movimento.

002W )= ) + 5  )    &   


004+ 5  )    &  

!+1  ' 
Desenvolver uma primeira perspectiva de corpúsculos como unidades estruturais da matéria: átomos e grupos de
átomos.
- Referir que hoje há técnicas para obter «imagens» das unidades estruturais da matéria.
- Concluir que as unidades estruturais das substâncias podem ser átomos ou grupos de átomos (moléculas).
- Representar, numa primeira aproximação, as moléculas como associações de átomos esféricos.
- Inferir que há substâncias constituídas por átomos todos iguais ± substâncias elementares ± e substâncias
constituídas por átomos diferentes ± substâncias compostas.

 / ()7  


Os corpúsculos, unidades estruturais da matéria, são identificados como átomos, moléculas ou iões. Faz -se uma
pequena introdução aos símbolos e fórmulas, ilustrando com um conjunto representativo de exemplos.
Embora se possam referir técnicas de raios X para revelar a estrutura de cristais (métodos de difracção), não se deve
representar nenhum difractograma. É possível, e com vantagem, apresentar microfotografias de s ubstâncias,
revelando átomos e moléculas.
Referem-se diferentes tipos de átomos e caracterizam -se, nestes termos, substâncias elementares e compostas.
Contudo, adia-se a noção de elemento químico para o 9.º ano para que se não crie confusão entre elemento e
substância elementar.

008!  /        

!+1  ' 
- Reconhecer que há substâncias cujas unidades estruturais têm carga eléctrica: iões.
- Concluir através de experiências de condutibilidade eléctrica que há substâncias constituídas por átomos ou grupos
de átomos portadores de carga eléctrica: iões.
- Verificar através de experiências de migração de iões que num composto iónico há iões de carga positiva e de carga
negativa.

 / ()7  


Nas experiências de migração de iões ± de preferência electroforese ± uma possibilidade é utilizar dicromato de cobre
ou, em alternativa, uma mistura de dicromato de potássio com sulfato de cobre.

00;!  +)  :7 ) L  

!+1  ' 
Dominar a nível introdutório o uso dos símbolos e fórmulas químicas.
- Indicar símbolos de átomos num conjunto representativo de exemplos.
- Referir que há razões históricas para a convenção universal dos símbolos químicos.
- Indicar fórmulas de algumas moléculas com base nos símbolos dos átomos.
- Reconhecer que as fórmulas das moléculas são utilizadas como fórmulas químicas de substâncias.
- Reconhecer numa tabela a ocorrência de iões monoatómicos e poliatómicos.
- Reconhecer numa tabela a ocorrência de iões de carga múltipla da de outros.
- Indicar a fórmula química de compostos iónicos correntes, a partir de uma tabela de símbolos e fórmulas de iões.
- Mostrar a importância de compostos iónicos em exemplos representativos.

 / ()7  


No tocante à linguagem química, deverá fazer-se referência a razões históricas para as designações e símbolos de
alguns átomos.
Notar-se-á que os nomes dos sais são introduzidos independentemente dos ácidos que lhes correspondem.
O recurso a uma tabela de iões não implica a sua memor
c

2H$!$(FU "( !("E!V!#!JH


Ao iniciar-se o estudo das reacções químicas em relação com o meio que nos rodeia, o professor deverá referir que,
perante a variedade de transformações químicas, há vantagem em identificar várias categorias. Estas começam por
ser caracterizadas através de exemplos simples de reacções em meio aquoso. Mais adiante (9.º ano), estudar -se-ão
outros tipos de reacções e dar -se-á conta de que os fenómenos químicos da Natureza podem ser, porém, mais
complexos.
Nesta unidade temática inicia-se o estudo das reacções de ácido-base e das reacções de precipitação de sais pouco
solúveis, em relação com o meio que nos cerca. Depois de ter caracterizado o comportamento ácido -base em termos
operacionais e referido a escala de pH, procede-se a um breve estudo das reacções en tre ácidos e bases.
Seguidamente, ilustra-se o impacto destas reacções em diferentes domínios, e estabelecem -se ligações,
designadamente às Ciências da Natureza e Geografia.

2$ FU E WE!I


3.1.1. Comportamento de soluções ácidas e básicas: ác idos e bases.
3.1.2. Escala de pH.
3.1.3. Comportamento ácido-base de substâncias não designadas por ácidos ou bases.
3.1.4. Reacção entre ácidos e bases.
3.1.5. Importância biológica, ambiental e tecnológica das reacções de ácido-base.

!+1  ' 
a) Reconhecer o comportamento de algumas substâncias como ácidos ou bases.
- Identificar soluções ácidas e soluções básicas pelas mudanças de cor que produzem em indicadores.
- Salientar o papel importante da água no comportamento de ácidos e de bases.
- Graduar o carácter ácido ou básico de uma solução por intermédio de indicadores: escala de pH.
- Mostrar o comportamento ácido-base de substâncias que não são designadas por ácidos ou bases.
- Verificar as variações de pH nas reacções entre soluções ácidas e básicas.
- Identificar os produtos da reacção entre um ácido e uma base.
- Traduzir por equações químicas algumas reacções entre ácidos e bases.
b) Caracterizar alguns fenómenos com relevância biológica, geológica, industrial e ambiental em termos de
comportamento ácido-base.
- Verificar a utilidade de alguns pigmentos extraídos de plantas como indicadores de ácido-base.
- Reconhecer a importância do comportamento ácido-base nos processos de digestão dos alimentos.
- Ilustrar a relevância do comportamento ácid o-base de um solo no domínio da agricultura.
- Caracterizar alguns processos industriais como reacções de ácido-base.
- Identificar relações entre reacções de ácido-base e o ambiente.

 / ()7  


Não se devem incluir os sais numa classificação que refira ácidos e bases, porque esta tem a ver com o
comportamento químico e a designação de sal prende-se com a estrutura (iónica). Por isso, há sais que têm
comportamento ácido e básico. Considera-se o comportamento ácido-base sempre em solução aquosa. Este
comportamento não é nesta altura associado ao ião hidrogénio em solução aquosa, H + (aq), porque isso levaria à
transferência de iões H +, fenómenos que se reputa de apreciável abstracção a este nível.

20$ FU E |$ |HFG!


3.2.1. Solubilidade e precipitação de sais.
3.2.2. Importância biológica, ambiental e tecnológica das reacções de precipitação.

!+1  ' 
a) Caracterizar as reacções de precipitação de sais.
- Interpretar a formação de sais pouco solúveis (precipitados) a partir de sais solúveis.
- Traduzir por equações químicas algumas reacções de precipitação.
- Identificar alguns minerais simples e fertilizantes como sais ou misturas de sais.

b) Caracterizar alguns fenómenos com relevância geológica, biológica e industrial como reacções de precipitação.

 / ()7  


Na escrita de equações químicas de reacções de precipitação devem indicar-se os iões que participam na reacção.
Entre os fenómenos com relevância geológica deve incluir-se a formação de estalactites e estalagmites nas grutas
calcárias. No que respeita aos verificados no domínio biológico, haverá menção designadamente à formação de
conchas e corais.

Em vista do nível elementar em que esta unidade se desenvolve, o tempo previsto é 20% do tempo lectivo total
atribuído à Química.

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 9.º ano

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As nossas civilizações utilizam cada vez mais energia ± um dos pilares da tecnologia ±, quer para fins industriais quer
domésticos, quer, ainda, para transportes, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida. Expressões como
«aumento do consumo de energia nos países desenvolvidos», «crises de energia», «necessidade de poupar energia»
são constantemente utilizadas na informação diária.«Qual é a relação entre a linguagem do dia - a - dia sobre a
energia e a linguagem científica?»,«Quais são as consequências do aumento do consumo de energia?» e «Como e
porquê poupar energia?» são algumas das muitas questões centrais que se poderão colocar numa abordagem da
energia para este nível etário.
A fim de dar resposta a estas e ou outras questões semelhantes, os aluno s devem alargar os conhecimentos
adquiridos no 8.º ano relacionados com análise e cálculo de consumos energéticos. É fundamental que alunos
analisem e planeiem formas de redução desses mesmos consumos. Deverão analisar -se transferências de energia e o
funcionamento de centrais hidroeléctrica e termoeléctrica e constatar que no decurso de qualquer transferência de
energia é inevitável que uma dada fracção (maior ou menor) se degrade.
Deste modo, os usos que fazemos da energia resultam numa diminuição da ener gia útil, tornando-se cada vez mais
indispensável não só uma utilização racional, como também uma gestão inteligente das energias renováveis. Neste
sentido, os alunos deverão adquirir conhecimentos sobre mecanismos de transferência de energia, deverão
compreender que o calor e o trabalho correspondem a medidas da energia transferida entre sistemas e que a energia
se conserva globalmente, embora se degrade (as transferências de energia envolvem perdas de energia útil).
Considera-se ainda importante que os alunos possam discutir as vantagens e desvantagens do uso de diferentes
recursos energéticos (renováveis e não renováveis), as suas implicações económicas e ambientais e as
consequências para a sociedade do aumento do «consumo energético», tendo em conta não só os aspectos
considerados socialmente positivos, como também os negativos.

 % & ' : crise de energia, consumos domésticos (facturas de gás e electricidade), centrais
hidroeléctricas ou termoeléctricas, artigos de jornais ou informação telev isiva, construção de casas, instalações de
aquecimento central, etc.

 
0   &    
2H  :
   
4+ '):7 )
8<  & *     *     

!+1  ' 
- Usar adequadamente o conceito de sistema.
- Indicar que a energia pode ser armazenada num sistema e que pode ser transferida por interacção entre sistemas.
- Indicar a fonte e o receptor numa transferência de energia.
- *Exemplificar fontes primárias e fontes secundárias de energia.

 /   '  


- Inventariação de situações que evidenciem transferências de energia, envolvendo tarefas executadas directamente
pelo homem ou através de máquinas e aparelhos (um objecto a ser puxado numa rampa, um $" $ " a
perfurar madeira, uma panela de água a ser aquecida, uma central, etc.).
- Construção de cartazes sobre o assunto, sobre fontes e recursos energéticos mais importantes para a sociedade,
etc.
- Identificação de situações que envolvam o uso directo de fontes prim árias (Sol, carvão, petróleo, etc.) e
secundárias ( electricidade gasolina, etc.) de energia na vida quotidiana, na indústria, nos transportes.
- Comparação de equivalentes energéticos de diversas fontes primárias de energia, como óleo alimentar,
oleaginosas, margarina, petróleo de lamparinas, etc., para aquecer a mesma massa de água.

;"    A1)QC$)   1) L )BM *) )   


%&  -  
>"      .+   ) &)  +) &) 

!+1  ' 
- Calcular a energia transferida para um aparelho durante um determinado intervalo de tempo.

 /   '  


- Usando situações (e dados) já trabalhadas no 8.º ano, cálculos envolvendo ï!% para diversos aparelhos,
exprimindo o resultado em unidades SI de energia.

$   
@*) )   %&  -‰S  )N : 

!+1  ' 
- Calcular o rendimento de um aparelho a partir da energia (e/ou da potência) transferida para o aparelho e da
energia (e/ou da potência) aproveitada de forma útil.

 /   '  


- Cálculo e comparação de rendimentos de vários tipos de lâmpadas (incandescência, fluorescência, de baixo
consumo) usando ï!% ou joulímetros, watímetros, ou ainda amperímetros e voltímetros e cronómetros.
- Cálculo da potência e do rendimento de uma pessoa a subir uma escada.

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H&  H 7  AC
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  : 
 '= +      =   A  ð  %oC

!+1  ' 
- Identificar o calor como medida da energia transferida espontaneamente de um sistema a temperatura mais
elevada para um sistema a temperatura mais baixa (processo térmico) até se atingir o equilíbrio térmico.
- Calcular a quantidade de energia transferida para um corpo por aquecimento, a partir dos valores da capacidade
térmica mássica do material, da massa deste e da variação de temperatura ocorrida.
- Explicar algumas situações de uso corrente (medidas de isolamento térmico, aquecimento dom éstico, calafetação
de portas e janelas, funcionamento de garrafas térmicas, de aquecedores a óleo, etc.) com base em mecanismos de
transferência de energia: condução, convecção e radiação.
- *Distinguir maus e bons condutores térmicos com base em valores tabelados de condutividade térmica para
diferentes materiais.

 /   '  


- Medição da energia transferida para uma certa massa de água por aquecimento, por medição da massa, das
temperaturas inicial e final e usando a relação ï! o
- Cálculo da energia transferida por arrefecimento de diversos corpos, de diferentes materiais, mantendo constante a
massa do corpo e os intervalos de tempo.
- Comparação do consumo de energia quando se aquece 1L de água com uma cafeteira eléctrica, um disco e léctrico
e uma chaleira e  &, e análise de qual o melhor processo tendo em vista poupar energia.
- Cálculo do rendimento de aquecimento de uma dada massa de água com um disco eléctrico, medindo a energia
fornecida por cálculo usando ï!% e a energia útil através da variação da temperatura da água (considerar
diferentes factores que possam influenciar o rendimento, controlando variáveis).
- Cálculo da potência transferida através de diferentes materiais (bons e maus condutores térmicos), utilizand o
valores tabelados de coeficiente de condutividade térmica superficial exterior (U), tendo em vista analisar processos
e materiais de isolamento na construção civil.
- Construção de pequenas    de casas, com paredes de diferentes materiais, mantend o invariável o material
do telhado, com janelas ou sem janelas, e medir as temperaturas inicial e final, dentro e fora, quando no interior se
coloca uma lâmpada de incandescência.

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04  &   *:  .+) .  ) '    =   

!+1  ' 
- Indicar que nos processos de transferência de energia como calor (processos térmicos) a quantidade de energia
utilizável diminui devido à degradação de energia.
- Indicar que a energia se conserva globalmente, mas diminui a possibilidade da sua utilização quando há
degradação.
- Distinguir o significado dos termos conservar e consumir na linguagem científica e na linguagem quotidiana.
- Identificar o trabalho como medida de energia transferida pela acção de forças (processos mecânicos),
- *Calcular a energia transferida como trabalho quando uma força é aplicada na direcção do movimento de um corpo.
- Descrever sucintamente o funcionamento e indicar as transferências de energia numa central hidroeléctrica e
termoeléctrica.
- Indicar que as várias manifestações de energia correspondem a duas formas básicas de energia: cinética e
potencial.
- *Analisar e comparar dados relativos a consumos energéticos (domésticos, a nível nacional e/ou internacional),
usando gráficos tabelas, etc.
- Justificar a importância de poupar energia e prever formas de o fazer no contexto doméstico e escolar.
- *Exemplificar e ajuizar os efeitos poluentes, económicos e sociais da utilização intensiva de recursos energéticos
não renováveis na produção, consumo e crises de energia.
- Analisar as vantagens e desvantagens (em termos económicos, tecnológicos, sociais e poluentes) da produção de
energia com base na utilização de recursos energéticos renováveis e não renováveis.

 /   '  


- Análise e discussão sobre transferências de energia em várias situações; investigação de efeitos importantes.
- Elaboração de um relatório sobre o funcionamento de um frigorífico, de um aparelho de refrigeração, de uma
garrafa termos, etc.
- Cálculos envolvendo a energia transferida como trabalho em experiências simples, em que o corpo se desloca na
direcção da força potente aplicada (elevação de um fardo, por exemplo).
- Elaboração de esquemas sobre o funcionamento de centrais, hidroeléctricas ou termoeléctricas.
- Pesquisa de dados sobre o funcionamento de centrais, localização e tipos de centrais portuguesas, possíveis
recursos energéticos não renováveis, etc.
- Construção de fornos solares, chuveiros solares, moinhos eólicos que possam acender uma lâmpada de 3 W (50
mA, 6 V).
- Interpretação de gráficos oficiais sobre consumos energéticos (localizando sectores e horas de ponta).
- Com base em dados recolhidos no 8.º ano relativos a leituras diárias durante algum tempo no contador eléctrico
investigação sobre os consumos domésticos e formas de diminuir esses consumos.
- Pesquisa de informação relevante sobre energia e organizar uma exposição que ponha em relevo:
- Causas e consequências das crises energéticas;
- Como se poderia poupar energia na escola e em casa;
- Energia e conforto;
- Linguagem científica e linguagem comum usada nos media, etc.
- Elaboração de um artigo para o jornal da escola, relacionado com o tema e a sua importância para a região.

*Objectivo/assunto opcional.
alho correspondem a medidas da energia transferida entre sistemas e que a energia se con serva globalmente,
embora se degrade (as transferências de energia envolvem perdas de energia útil).
Considera-se ainda importante que os alunos possam discutir as vantagens e desvantagens do uso de diferentes
recursos energéticos (renováveis e não renováveis), as suas implicações económicas e ambientais e as
consequências para a sociedade do aumento do «consumo energético», tendo em conta não só os aspectos
considerados socialmente positivos, como também os negativos.

 % & ' : crise de energia, consumos domésticos (facturas de gás e electricidade), centrais
hidroeléctricas ou termoeléctricas, artigos de jornais ou informação televisiva, construção de casas, instalações de
aquecimento central, etc.

 
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!+1  ' 
- Usar adequadamente o conceito de sistema.
- Indicar que a energia pode ser armazenada num sistema e que pode ser transferida por interacção entre sistemas.
- Indicar a fonte e o receptor numa transferência de energia.
- *Exemplificar fontes primárias e fontes secundárias de energia.

 /   '  


- Inventariação de situações que evidenciem transferências de energia, envolvendo tarefas executadas directamente
pelo homem ou através de máquinas e aparelhos (um objecto a ser puxado numa rampa, um $" $ " a
perfurar madeira, uma panela de água a ser aquecida, uma central, etc.).
- Construção de cartazes sobre o assunto, sobre fontes e recursos energéticos mais importantes para a sociedade,
etc.
- Identificação de situações que envolvam o uso directo de fontes primárias (Sol, carvão, petróleo, etc.) e
secundárias ( electricidade gasolina, etc.) de energia na vida quotidiana, na indústria, nos transportes.
- Comparação de equivalentes energéticos de diversas fontes primárias de energia, como óleo alimentar,
oleaginosas, margarina, petróleo de lamparinas, etc., para aquecer a mesma massa de água.

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- Calcular a energia transferida para um aparelho durante um determinado intervalo de tempo.

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- Usando situações (e dados) já trabalhadas no 8.º ano, cálculos envolvendo ï!% para diversos aparelhos,
exprimindo o resultado em unidades SI de energia.

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!+1  ' 
- Calcular o rendimento de um aparelho a partir da energia (e/ou da potência) transferida para o aparelho e da
energia (e/ou da potência) aproveitada de forma útil.

 /   '  


- Cálculo e comparação de rendimentos de vários tipos de lâmpadas (incandescência, fluorescência, de baixo
consumo) usando ï!% ou joulímetros, watímetros, ou ainda amperímetros e voltímetros e cronómetros.
- Cálculo da potência e do rendimento de uma pessoa a subir uma escada.

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!+1  ' 
- Identificar o calor como medida da energia transferida espontaneamente de um sistema a temperatura mais
elevada para um sistema a temperatura mais baixa (processo térmico) até se atingir o equilíbrio térmico.
- Calcular a quantidade de energia transferida para um corpo por aquecimento, a partir dos valores da capacidade
térmica mássica do material, da massa deste e da variação de temperatura ocorrida.
- Explicar algumas situações de uso corrente (medidas de isolamento térmico, aquecimento doméstico, calafetação
de portas e janelas, funcionamento de garrafas térmicas, de aquecedores a óleo, etc.) com base em mecanism os de
transferência de energia: condução, convecção e radiação.
- *Distinguir maus e bons condutores térmicos com base em valores tabelados de condutividade térmica para
diferentes materiais.

 /   '  


- Medição da energia transferida para uma certa massa de água por aquecimento, por medição da massa, das
temperaturas inicial e final e usando a relação ï! o
- Cálculo da energia transferida por arrefecimento de diversos corpos, de diferentes materiais, mantendo constante a
massa do corpo e os intervalos de tempo.
- Comparação do consumo de energia quando se aquece 1L de água com uma cafeteira eléctrica, um disco eléctrico
e uma chaleira e  &, e análise de qual o melhor processo tendo em vista poupar energia.
- Cálculo do rendimento de aquecimento de uma dada massa de água com um disco eléctrico, medindo a energia
fornecida por cálculo usando ï!% e a energia útil através da variação da temperatura da água (considerar
diferentes factores que possam influenciar o rendimento, cont rolando variáveis).
- Cálculo da potência transferida através de diferentes materiais (bons e maus condutores térmicos), utilizando
valores tabelados de coeficiente de condutividade térmica superficial exterior (U), tendo em vista analisar processos
e materiais de isolamento na construção civil.
- Construção de pequenas    de casas, com paredes de diferentes materiais, mantendo invariável o material
do telhado, com janelas ou sem janelas, e medir as temperaturas inicial e final, dentro e fora, quando no interior se
coloca uma lâmpada de incandescência.

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!+1  ' 
- Indicar que nos processos de transferência de energia como calor (processos térmicos) a quantidade de energia
utilizável diminui devido à degradação de energia.
- Indicar que a energia se conserva globalmente, mas diminui a possibilidade da sua utilização quando há
degradação.
- Distinguir o significado dos termos conservar e consumir na linguagem científica e na linguagem quotidiana.
- Identificar o trabalho como medida de energia transferida pela acção de forças (processos mecânicos),
- *Calcular a energia transferida como trabalho quando uma força é aplicada na direcção do movimento de um corpo.
- Descrever sucintamente o funcionamento e indicar as transferências de energia numa central hidroeléctrica e
termoeléctrica.
- Indicar que as várias manifestações de energia correspondem a duas formas básicas de energia: cinética e
potencial.
- *Analisar e comparar dados relativos a consumos energéticos (domésticos, a nível nacional e/ou internacional),
usando gráficos tabelas, etc.
- Justificar a importância de poupar energia e prever formas de o fazer no contexto doméstico e escolar.
- *Exemplificar e ajuizar os efeitos poluentes, económicos e sociais da utilização intensiva de recursos energéticos
não renováveis na produção, consumo e crises de energia.
- Analisar as vantagens e desvantagens (em termos económicos, tecnológicos, sociais e poluentes) da produção de
energia com base na util
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Área Professores > Programas > Programas Anteriores > Índice do Programa de Ciências Físico -Químicas - 9.º Ano

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 9.º ano

    Consulte o índice aqui

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A nossa civilização evoluiu consideravelmente com o aumento e a diversificação dos sistemas de transporte
permitindo que materiais e produtos circulem hoje de forma cada vez mais rápida.
Na base de qualquer meio de transporte pode reconhecer-se um grande número de conhecimentos de Física, sendo
evidente que esta disciplina está presente em qualquer actividade humana que implique movimentos e forças.
Questões centrais desta unidade podem ser: «Como é que processos e medidas de segurança podem prevenir danos
nas colisões?», «Como usar em condições de segurança os meios de transporte diários?», etc.
A ênfase no ensino deve ser dada aos transportes terrestres, de modo a que adquiram conhecimentos elementares
sobre: velocidade e variação de velocidade; relação entre variações de velocidade e forças aplicadas; importância do
atrito nas actividades humanas; movimento de veículos e passageiros (travar, acelerar, colisões) em contextos
quotidianos ligados ao tráfego; distâncias de travagem e distâncias de segurança rodoviária; cintos de segurança nos
carros e capacetes nas motorizadas. Estes conhecimentos básicos devem ser alargados a s ituações onde os alunos
possam investigar sobre os princípios de flutuação (ar e água) e da propulsão a jacto, tipos de equilíbrios e
segurança de veículos, assim como aspectos relacionados com o consumo de combustíveis (tipos de gasolina,
gasóleo) e seus efeitos no ambiente e na sociedade.

 % & ' : transportes: comboios, automóveis, bicicletas, barcos; fotografias de colisões de carros a
altas velocidades; diagramas de estatísticas sobre acidentes de trânsito em Portugal e outros países, etc.

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- Calcular velocidades médias e distinguir velocidade média de velocidade instantânea.
- Relacionar a aceleração nos movimentos rectilíneos com a taxa de variação temporal do valor da velocidade e
calcular acelerações médias.

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- Cálculo de velocidades médias a partir de horários de comboios ou outros transportes.
- Interpretação de gráficos distância percorrida/tempo e velocidade/tempo.
- Cálculos da aceleração média usando a expressão  m = (  f ±  i )/.
- Cálculos de  média e  média a partir de gráficos  =  (t) e  =  (t).
- Medição de tempos, comprimentos e velocidades utilizando se possível, cronómetros, réguas e fitas graduadas.

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!+1  ' 
- Caracterizar a força, a aceleração e a velocidade como grandezas vectoriais (em casos simples de movimentos
rectilíneos).
- Indicar que a alteração de forma de um corpo ou a variação da sua velocidade estão associad as à existência de
forças responsáveis por essas alterações.
- Determinar a resultante de duas forças que actuam no mesmo corpo (com incidência em casos de forças com a
mesma direcção).
- Relacionar a existência de repouso ou movimento rectilíneo e uniforme com o valor da resultante das forças que
actuam num corpo.
- Descrever o efeito do atrito nos movimentos.
- Relacionar a aceleração adquirida por um corpo com a resultante das forças que actuam nesse corpo, em particular
no caso de situações de arranque e travagem de veículos.
- *Interpretar a descida em pára-quedas e a flutuação de planadores.
- *Explicar a flutuação, com base nos conceitos de densidade e impulsão.

 /   '  


- Exploração de movimentos rectilíneos e uniformes com carros ( modelos laboratoriais ou de brinquedo) utilizando
registos magnéticos com marcador electromagnético.
- Planeamento de formas de medir a velocidade de um automóvel, de uma bicicleta, de um corredor, etc.
- Determinação da resultante de duas forças que actua m sobre o mesmo corpo (experimentalmente e/ou
graficamente).
- Análise do movimento de um pára-quedista, de um automóvel (ou carrinho de brinquedo) deslocando-se em
movimento rectilíneo a velocidade constante.
- Exploração experimental sobre os factores que influenciam as forças de atrito, medindo forças de atrito entre
corpos e fazendo variar de cada vez um dos seguintes factores: área de contacto, rugosidade das superfícies em
contacto, lubrificação, rolamentos, peso do corpo que desliza, etc. Em alternat iva utilizar diferentes tipos de
superfícies: lixa, cartão, madeira, metal polido, tijolo, cerâmica, etc.
- Experiências sobre o princípio de Arquimedes.

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!+1  ' 
- Indicar que a energia cinética de um corpo que se move com velocidade  é dada pela relação ½ x 2.
- *Interpretar situações simples de colisão de veículos com base na expressão '!( final ±  inicial ).
- Estimar a distância de segurança rodoviária, a partir da análise de tabelas com dados sobre velocidade inicial,
tempo de reacção do condut or e tempo de travagem (ou gráficos  vs ) em situações simples de movimento
rectilíneo e tendo em conta um obstáculo parado.
- *Interpretar situações de travagem de veículos utilizando as relações ' = ½ x (f 2 ± i 2).

 /   '  


- Cálculos simples de energia cinética de um corpo em movimento.
- Experiências com um carro (modelo de brincar ou construído pelos alunos e com simulação de assento de um
condutor) rolando numa superfície horizontal até chocar com um obstáculo para comparar efeitos do choque,
distância a que é projectado o condutor, uso de modelos de cintos de segurança, etc. e comparar distâncias de
segurança.
- Actividades experimentais simples e/ou análises de gráficos para verificar como a distância de travagem (e a
distância de segurança rodoviária) depende da velocidade inicial de um veículo.
- Cálculo de distâncias de travagem a partir de gráfico  vs  e comparação com normas rodoviárias sobre distâncias
de segurança nas estradas.
- Discussões/pesquisa/leituras sobre velocidade de condução em condições de segurança em função do tempo de
reacção do condutor, das condições das estradas e pneus (atrito) e condições atmosféricas.

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00" &  -A& )6|C

!+1  ' 
- Explicar o papel dos sinais dos cintos de segurança e capacetes com base no conceito de pressão.
- Indicar que o efeito da força de colisão de um veículo pode ser reduzido distribuindo-a por uma superfície maior
e/ou aumentando a distância de colisão.

 /   '  


- Experiências simples para mostrar como se relacionam a força, a pressão e a área da superfície em contacto.
- Construção de tabelas ou gráficos que relacionem o efeito de travagem (mais ou menos brusco) na pressão
exercida no cinto de segurança, para diferentes valores de velocidade inicial.

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!+1  ' 
- *Distinguir entre equilíbrio instável, estável e indiferente de um corpo apoiado.

 /   '  


- Determinação experimental do centro de gravidade de um corpo.

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004<| &    ',- )  

!+1  ' 
- *Aplicar a lei da conservação do momento linear para interpretar colisões, lançamento de foguetões e propulsão a
jacto.
- Ajuizar das vantagens e desvantagens do uso vários sistemas de transportes.

 /   '  


- Exploração (qualitativa) do princípios da conservação do momento linear usando carrinhos dinâmicos (com igual
massa e com massas diferentes).
- Discussão sobre os factores ambientais, económicos, etc. a ter em conta nas decisões sobre o incremento de redes
rodoviárias ou ferroviárias.
- Comparação de custos por passageiros num carro de 4 lugares, num autocarro, comboio, et c.
- Discussão sobre os problemas poluentes levantados pelo tráfego rodoviário e aéreo, sobre os consumos
energéticos, etc.
- Análise das vantagens de desvantagens do uso de gasolina sem chumbo (potência do motor e velocidade, efeito
não poluente).

*Objectivo/assunto opcional.
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Vivemos mergulhados num «oceano» de radiações provenientes do Sol, do espaço (radiação cósmica), de um écran
de televisão ou computador, do nosso relógio de pulso digital, dos aviões, de desastres nucleares ou de um aparelho
de raios X quando tiramos uma radiografia, etc. Umas são relativamente inofensivas, outras extremamente perigosas
para os seres vivos. O fundamental desta área diz respeito às radiações ionizantes. Analisando os riscos e benefícios,
os alunos devem adquirir conhecimento físicos nesta área que lhes permitam compreender debates sociais,
económicos, médicos tecnológicos sobre radiação e energia nuclear. Neste contexto, dá-se ênfase ao uso do
conhecimento numa perspectiva aplicada, tentando dar resposta a perguntas como:
«De onde vem a radiação?», « Quais as propriedades da radiação ionizante?», «Quais são os efeitos da radiação
ionizante no corpo humano?», «Quais as aplicações úteis da radiação ionizante?» e «Que tipo de protecção é possível
ou como se poderão reduzir os riscos?».

 % & ' : notícias de jornais ou revistas sobre aplicações médicas de radiações, desastres, gestão de
lixos radioactivos, etc.

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- Distinguir entre isótopos radioactivos e isótopos estáveis.
- Indicar quais as radiações que são chamadas de radiação ionizante.
- Indicar a origem da radiação cósmica e da radiação natural ou de fundo.
- Distinguir entre os 4 tipos de radiação ionizante (ï , ,  e raios X ) e indicar diferentes fontes de radiação
ionizantes.

 /   '  


- Pesquisas/leituras/análise de dados sobre origens das radiações, tipos de radiação, sua incidência geográfica, etc.
- Análise e interpretação de tabelas e gráficos sobre valores da radiação cósmica e de fundo em Portugal e outros
locais do planeta.
- Utilização de um contador Geiger-Muller para detecção da radiação de fundo na escola, em loca is próximos, etc., na
detecção de fontes radioactivas (relógios de pulso digitais, camisas de  &, KCI, etc.).
- Medição do poder penetrante de radiações ionizantes sobre placas de cartão, chumbo, cobre, alumínio,   , um
pequeno bloco de cimento.
- Análise de gráficos sobre desintegrações radioactivas.

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!+1  ' 
- Indicar que a actividade de uma fonte radioactiva se relaciona com o número de desintegrações por segundo.
- Indicar o significado de período de semidesintegração de materiais radioactivos.
- Distinguir entre dose de radiação absorvida e dose equivalente.

 /   '  


- Interpretação a partir de diagramas actividade/tempo do período de semidesintegração de materiais radioactivos.
- Determinação do período de semidesintegração de um material [ Ce-137(Ba56) ou protactínio]; se tal não for
possível, sugere-se a discussão de analogias como medir o tempo que leva a reduzir-se metade a espuma de um
copo de cerveja (vazada energicamente).
- Simulações computacionais sobre declíneos radioactivos, período de semidesintegração e carácter probabilístico da
desintegração.

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24<  ,-   ,-

!+1  ' 
- *Exemplificar possíveis efeitos (agudos e a longo prazo) da radiação nos organismos vivos (saúde, cura de
doenças, efeitos genéticos, etc.
- *Distinguir entre irradiação e contaminação.
- Analisar as vantagens e desvantagens do uso de energia nuclear.

 /   '  


- Pesquisas/leituras sobre os efeitos de radiações ionizantes no corpo humano, na fauna e na flora, em geral.
- Pesquisas/leituras sobre a gestão de resíduos radioactivos de centrais nucleares, nos hospitais e laboratórios de
radioisótopos, laboratórios de investigação, etc.
- Pesquisa sobre os métodos utilizados na detecção e protecção de radiação ionizantes em contextos como centrais
nucleares, consultórios de radiologistas e dentistas, etc.
- Pesquisa/leituras sobre desastres nucleares como Three Miles Island, Chernobyl, Goiania, problemas levantados,
soluções possíveis, etc.

*Objectivo/assunto opcional.

4!H$!J$ $ P"J$
Uma das áreas onde as relações entre a Física e a Tecnologia têm tido um papel relevante é a Electrónica. Todos os
dias controlamos um sem-número de coisas: mudamos o som do rádio, procuramos diferentes canais de televisão,
controlamos a temperatura de um quarto através do termóstato de um aquecedor ou de um aparelho de ar
condicionado, escolhemos o programa mais apropriado para a máquina de lavar a roupa ou a loiça, etc. Ao longo dos
tempos, os sistemas de controlo manual e automático têm -se desenvolvido a um ritmo acelerado, sobretudo depois
da descoberta do transístor. Uma questão central desta área pode ser: «Como funcio nam os alarmes contra roubos
de automóvel e de casas, a iluminação automática de ruas e do farol, os alarmes contra incêndios? Qual é o princípio
de funcionamento de um computador?»
Neste contexto, os alunos devem construir circuitos electrónicos simples d e controlo ou regulação automática
utilizando díodos, transístores, LDR, NTC, lâminas bimetálicas, potenciómetros, condensadores e resistências de
carvão. A explicação de alguns circuitos electrónicos ± os mais simples ± deve fazer-se utilizando conhecimentos
básicos de electricidade. Deve também dar-se atenção a discussões sobre relações ciência, tecnologia e sociedade,
onde a electrónica desempenha um papel central. Será ainda de considerar discussões com os alunos de forma a
prever implicações de futuras descobertas tecnológicas na área da Electrónica. Nesta área temática deve ser
objectivo principal o desenvolvimento de capacidades práticas e experimentais.

 % & '  Televisão, alarmes, termóstatos, etc.

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!+1  ' 
- Distinguir e caracterizar, em termos muito simples, componentes electrónicos como o díodo (Si e LED), o transístor,
um LDR, um potenciómetro, um condensador e um termístor.
- Montar circuitos electrónicos simples.
- Indicar o significado de entrada ( ), processo e saída(&) num circuito electrónico.
- Utilizar o transístor como interruptor e como amplificador.
- *Exemplificar o princípio básico de uma memória electrónica.
- Indicar o papel de um condensador num circuito.
- Exemplificar como funciona a iluminação automática de um farol e das ruas ou um alarme contra roubos ou um
alarme contra incêndios.
- *Exemplificar como funciona um sistema amplificador de som.
- *Exemplificar o papel rectificador de um díodo.

 /   '  


- Discussão sobre a importância de electrónica no desenvolvimento da ciência, tecnologia e sociedade.
- Construção de circuitos electrónicos simples, utilizando a técnica de soldar ou outras técnicas.
- Identificação de transdutores de entrada e de saída num circuito electrónico. Identificação de exemplos de
transdutores de entrada como termopares e termístores, células solares e LDR, microfones, interruptores, etc. e
transdutores de saída c omo altifalantes, lâmpadas, LED, relés, aparelhos de medida eléctrica (voltímetro, multímetro,
motor, mostradores digitais).
- Construção de um termóstato utilizando lâminas bimetálicas.
- Construção de circuitos em placas de madeira, com pregos de latão e m posições adequadas para soldar
componentes. Começar com o circuito mais simples constituído por um transístor, uma lâmpada e uma resistência,
em que o transístor funcione como interruptor. Deve começar -se com circuitos apenas com um componente novo de
cada vez e diferenciar o circuito depois de construído e estudado o comportamento de cada componente.
- Associação de dois circuitos transístor em sistema de  (", exemplo de um  numa memória electrónica.
- Construção de um alarme contra roubos utilizando um LDR.
- Construção de um alarme contra incêndios utilizando um NTC.
- Construção de circuitos com associações de díodos (ponte) para transformar corrente alternada em contínua.

*Objectivo/assunto opcional.

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Constituindo um suporte indispensável à vida na Terra, a atmosfera é também cenário de inúmeros fenómenos
naturais e de influências humanas. Estando sujeita a fluxos de matéria e energia, mudanças nestes fluxos configuram
diferenças e variações climáticas. Questões centrais podem ser: º)       
  e º*      .
Neste contexto, torna-se indispensável que a atenção dos alunos se centre nos fenómenos meteorológicos e na
influência dos factores físicos nas condições atmosféricas ± mudanças de estado físico da água, variações de
temperatura, de pressão atmosférica e de humidade.
Estes factores devem constituir saberes básicos a que se acrescentam o estudo da importância do Sol no equ ilíbrio
térmico do planeta, de fenómenos atmosféricos como formação de nuvens, nevoeiro, geada e orvalho, centros de
altas e baixas pressões e sistemas frontais. O principal objectivo desta área é que os alunos possam compreender
como, com base em observaç ões e medições, se procede a previsões do tempo. Os alunos devem familiarizar -se com
aparelhos como termómetros de máxima e mínima, barómetros, higrómetros, pluviómetros, anemómetros, assim
como com mapas diários do tempo em Portugal e na Europa, e ainda n outros continentes, em jornais, TV, estações
meteorológicas, etc.

 % & '  trovoadas, boletim meteorológico, poluição ambiental, inundações, temporais, agricultura,
pescas, navegação marítima e fluvial, auroras, estações e satélites meteorológ icos, etc.

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!+1  ' 
- Indicar a composição da atmosfera terrestre.
- Indicar de que forma a radiação solar é absorvida e reflectida pela atmosfera e explicar em que consiste o efeito de
estufa.
- **Indicar como varia a pressão de um gás em função de variações de volume.
- **Relacionar a variação do volume de um gás em função da temperatura (a pressão constante) e usar esse
conhecimento para interpretar variações da densidade do ar em função de variações de temperatura.
- Medir a pressão atmosférica.
- Indicar de que forma a pressão atmosférica varia com a temperatura, com a altitude e com o grau de humidade do
ar.
- Explicar em que consiste a humidade absoluta e a humidade relativa do ar.

 /   '  


- Análise de esquemas descritivos da constituição da atmosfera terrestre.
- Localização em mapas de lugares em função da latitude e longitude.
- Experiências sobre a pressão e pressão atmosférica, incluindo o estudo de uma bomba de bicicleta funcionando nos
dois sentidos (diminuição e aumento de pressão).
- Experiências simples que permitam estudar como varia a pressão com o aumento ou diminuição de tempe ratura.
- Medição da temperatura ambiente com diferentes termómetros.
- Análise do funcionamento de termómetros de máxima e mínima.
- Medição da pressão atmosférica com barómetros e , se possível, pressões com manómetros (garrafas de CO 2 por
exemplo).
- Construção e análise de gráficos e tabelas relativas a temperatura e variações de temperatura ao longo do dia, de
uma semana, etc., e comparação com dados médios para a mesma época do ano fornecidos por estações
meteorológicas.
- Determinação da humidade relativa na sala de aula.

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- Interpretar a existência de centros de altas e baixas pressões (de origem térmica) em função de correntes de
convecção.
- Interpretar a ocorrência do vento como resultado de diferenças de pressão atmosférica.
- Interpretar mudanças de estado físico em termos de transferência de energia e aplicar esses conhecimentos a
fenómenos como chuva, queda de neve, nevoeiro, etc.
- Localizar isóbaras, centros de altas e baixas pressões e sistemas frontais, de forma a compreender um boletim
meteorológico.
- Indicar o papel dos satélites meteorológicos e centros de meteorologia no estudo e previsão do tempo.
- Explicar, com base no significado físico de capacidade térmica mássica, o papel desempenhado por oceanos e
massas de água na modulação dos climas e formação de brisas marítimas e terrestres.

 /   '  


- Construção de um anemómetro rudimentar.
- Experiências simples sobre mudanças de estado físico da água.
- Determinação de energia necessária à fusão de uma certa massa de gelo (determinação da en talpia de fusão).
- Determinação do ponto de orvalho.
- Planeamento de uma forma de medir a quantidade de precipitação (pluviómetro).
- Interpretação de cartas de superfície, localizando centros de altas e baixas pressões, isóbaras, etc.
- Análise de boletins meteorológicos em jornais, TV, etc.
- Pesquisa sobre as formas de recolha de dados em meteorologia, papel dos satélites meteorológicos, etc.

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!+1  ' 
- *Descrever o ciclo hidrológico e, com base nele, prever de que forma a poluição atmosférica pode afectar a vida no
Planeta.

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- Análise de diagramas sobre o ciclo hidrológico.

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!+1  ' 
- Explicar de forma simples em que consiste o «buraco do ozono» e referir formas de min imizar este problema.

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- Pesquisa sobre a poluição atmosférica, valores de poluentes atmosféricos em vários pontos do nosso país, suas
possíveis causas e formas de minimização. Pesquisa de dados sobre o buraco do ozono, suas possí veis causas e
formas de minimizar o problema.

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- Reconhecer a existência de atracções e repulsões entre corpos electrizados, associando estas interacções à
existência de dois tipos de carga eléctrica, e aplicar esses conhecimentos na interpretação da trovoada e na utilização
dos pára-raios.

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- Realização de experiências sobre a electrização dos corpos, com ênfase na indução electrostática.

*Objectivo/assunto opcional.

**Opcional se já tratado anteriormente.

Área Professores > Programas > Programas Anteriores > Índice do Programa de Ciências Físico -Químicas - 9.º Ano

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 9.º ano

    Consulte o índice aqui

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Nesta unidade temática desenvolve-se uma primeira incursão no mundo microfísico, designadamente sobre a
constituição da matéria ao nível da estrutura de átomos e moléculas e respectivos agregados, em relação com
algumas propriedades. Começa-se, assim, a dar resposta a questões do tipo «como é que as coisas materiais são
³por dentro´?» Em relação íntima com a constituição da matéria, caracteriza -se uma porção de substância em t ermos
de unidades estruturais.

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a) Proceder a uma primeira representação da constituição dos átomos.
- Comparar tamanhos dos átomos.
- Reconhecer que os átomos contêm partículas de carga negativa: electrões.
- Reconhecer que cada átomo possui núcleo de carga positiva cuja a massa é praticamente a massa do átomo.
- Visualizar os átomos em termos do modelo da nuvem electrónica.
- Comparar os tamanhos dos átomos no modelo de nuvem electrónica.
- Reconhecer o átomo de hidrogénio como o átomo mais simples e mais leve.
- Comparar a carga dos núcleos atómicos com a do átomo H e interpretar as diferenças em termos de partículas de
carga positiva: protões.
- Relacionar o número de protões e de electrões num átomo neutro.
- Concluir que os iões monoatómicos têm electrões a mais ou a menos do que os correspondentes átomos.
- Reconhecer que um átomo e os respectivos iões têm o mesmo número de protões no núcleo: número atómico.
- Concluir que a massa de um átomo é praticamente igual à dos respectivos iões.

b) Relacionar as diferenças entre as massas dos átomos com a sua constituição.


- Comparar a massa de um átomo com a do átomo H.
- Interpretar uma tabela representativa de massas atómicas relativas.
- Interpretar as diferenças entre massas atómicas em termos de prot ões e neutrões: número de massa.
- Interpretar o facto de haver átomos de hidrogénio com massas diferentes, em termos de neutrões.
- Associar tipos de átomos com o mesmo comportamento químico ao número atómico.
- Caracterizar um elemento químico pelo número atómico.
- Caracterizar isótopos de um elemento pelo número de massa.

 / ()7  


A interpretação da maioria das propriedades químicas apenas requer o conhecimento da massa e carga do núcleo e
do número de electrões. Por isso, não deverá se r dada uma ênfase exagerada à constituição do núcleo.
Deve apresentar-se uma visualização correcta do átomo em detrimento do estudo de modelos teóricos de interesse
histórico. Esta visualização poderá, com vantagem, ser adquirida primeiramente para átomos com muitos electrões
(como é o caso da experiência de Rutherford) para depois ser transportada para o átomo de hidrogénio. Poderão ser
utilizadas de maneira criteriosa algumas analogias, como por exemplo fotografias de longa exposição de objectos
animados de movimento errático com elevada velocidade.
A utilização de H como termo de comparação no estudo de massas atómicas afigura -se ao aluno como mais natural,
já que é o átomo mais leve; além disso tem razões históricas e massas atómicas assim obtidas não são diferentes
das definidas em termos de padrão carbono ±12, dentro da previsão que basta utilizar. Acresce que se evita,
especialmente nesta fase, uma definição complicada para os alunos.
Notar-se-á que a noção de elemento ocorre, pela primeira vez, nes ta unidade.

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a) Proceder a uma primeira represe ntação da constituição das moléculas.
- Visualizar as moléculas em termos do modelo da nuvem electrónica.
- Comparar, em casos simples, tamanhos e formas de moléculas.
- Utilizar modelos que representam as formas de moléculas simples.
- Determinar a massa de uma molécula a partir das massas dos respectivos átomos.

b) Apresentar uma primeira perspectiva sobre a ligação química.


- Descrever a ligação covalente na molécula de hidrogénio, com base na respectiva nuvem electrónica.
- Identificar as forças responsáveis pela ligação química na molécula de hidrogénio
- Concluir acerca da natureza co-valente das ligações químicas em moléculas simples.
- Inferir a natureza co-valente polar da ligação química em HF.
- Inferir a existência de ligações co-valente quimicamente diferentes entre os mesmos átomos: ligações simples,
duplas e triplas.
- Representar simbolicamente as ligações em moléculas simples.

 / ()7  


O professor reconhecerá a necessidade de o aluno construir modelos para forma de moléculas simples. Recomenda-
se, contudo, uma utilização crítica destes modelos moleculares.
A natureza polar da ligação química em HF pode ser revelada por comparação das nuvens electrónicas de H e F com
a de HF.
Deve-se abordar o carácter simples, duplo e triplo das ligações químicas, não como mera teorização distante da
experiência, mas a partir de uma base experimental directa e, designadamente, através das reacções de
hidrogenação do etileno e do acetileno, para mostrar os diferentes graus de insaturação e daí tirar ilações sobre a
natureza das ligações carbono-carbono.
Note-se que, nesta fase, não devem referir -se conceitos como energia de ligação, embora se possam estabelecer
algumas relações com comprimentos de ligação.

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a) Caracterizar de modo introdutório a estrutura de só lidos e líquidos.
- Reconhecer que há sólidos e líquidos constituídos por moléculas, à semelhança dos gases.
- Interpretar a agregação molecular em termos de forças intermoleculares.
- Concluir que as interacções das moléculas de água são particularmente fortes para forças intermoleculares.
- Descrever de modo elementar as ligações de hidrogénio na água.
- Interpretar em termos estruturais a menor densidade do gelo em relação à água líquida.
- Reconhecer que há sólidos constituídos por átomos unidos por ligações co-valentes.
- Interpretar em termos estruturais algumas propriedades físicas dos sólidos co -valentes.
- Verificar que há sólidos constituídos por iões.
- Interpretar a agregação de iões em termos de forças electrostáticas: ligação iónica.
- Interpretar a condutibilidade de sais fundidos e em solução aquosa.
- Caracterizar a agregação de átomos em metais: ligação metálica.
- Interpretar algumas propriedades físicas dos metais em termos estruturais.

 / ()7  


Este objectivo deve ser realizando com base num conjunto de observações e experiências simples como comparar
remoinhos em líquidos, atrair um fio de água com um objecto electrizado e verificar a condutibilidade de um sal
fundido.
Note-se que é só agora que se introduz o conceito de ligação iónica, mais adequada a agregados sólidos do que a
moléculas individuais objecto de estudo na unidade anterior.
A ligação metálica deve ser caracterizada ao nível da visualização dos átomos e moléculas anteriormente referido,
isto é, em termos de n uvem electrónica.

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a) Reconhecer a necessidade de caracterizar uma porção de substância não apenas em termos de massa ou volume,
mas também em termos do número de unidades estruturais.
- Reconhecer a extrema pequenez da massa dos átomos e das moléculas.
- Concluir sobre a existência de um número extraordinariamente grande de átomos para se perfazer um grama de
hidrogénio: «número de Avogadro».
- Comparar porções de substâncias em temos do número de unidades estruturais.
- Identificar mole como unidade de substância em termos do número de átomos ou moléculas.
- Calcular massas molares.
- Generalizar, com base na fórmula química, a noção de mole para o caso de substâncias cujas unidades estruturais
são iões.
- Realizar cálculos simples relativos a concentrações expressas em mole de soluto por decímetro cúbico de solução.

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O professor fará notar que uma dada porção de substância pode ser caracterizada quantitativamente em termos da
sua massa e volume, mas que em Física e Química há que também necessidade de a caracterizar em termos do
número de unidades estruturais (átomos e moléculas numa primeira fase).
O professor deverá ter presente que o termo «quantidade» utilizado na definição de mole não deve ser associada de
imediato à noção de massa ou volume, mas entendido como quantidade em termos do número de unidades
estruturais.
Tal como a propósito da massa atómica, introduz-se o «número de Avogadro» em termos do hidrogénio e não do
carbono-12. Usa-se a expressão «número de Avogadro» e não «constante de Avogadro». Esta última expressão
supõe referência à proporcionalidade entre o número de unidades estruturais e a porç ão se substância. É preferível,
sem prejuízo de maior, deixar este rigor para mais tarde.
O professor reconhecerá que no caso de compostos iónicos, a noção de mole deverá ser apresentada como uma
generalização com base na fórmula química. Esta unidade temática deverá utilizar cerca de metade do tempo
disponível, 50% do tempo lectivo total atribuído à Química.
ura de átomos e moléculas e respectivos agregados, em relação com algumas propriedades. Começa -se, assim, a dar
resposta a questões do tipo «como é q ue as coisas materiais são ³por dentro´?» Em relação íntima com a
constituição da matéria, caracteriza-se uma porção de substância em termos de unidades estruturais.

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a) Proceder a uma primeira representação da constituição dos átomos.
- Comparar tamanhos dos átomos.
- Reconhecer que os átomos contêm partículas de carga negativa: electrões.
- Reconhecer que cada átomo possui núcleo de carga positiva cuja a massa é praticamente a massa do átomo.
- Visualizar os átomos em termos do modelo da nuvem electr ónica.
- Comparar os tamanhos dos átomos no modelo de nuvem electrónica.
- Reconhecer o átomo de hidrogénio como o átomo mais simples e mais leve.
- Comparar a carga dos núcleos atómicos com a do átomo H e interpretar as diferenças em termos de partículas de
carga positiva: protões.
- Relacionar o número de protões e de electrões num átomo neutro.
- Concluir que os iões monoatómicos têm electrões a mais ou a menos do que os correspondentes átomos.
- Reconhecer que um átomo e os respectivos iões têm o mesmo número de protões no núcleo: número atómico.
- Concluir que a massa de um átomo é praticamente igual à dos respectivos iões.

b) Relacionar as diferenças entre as massas dos átomos com a sua constituição.


- Comparar a massa de um átomo com a do átomo H.
- Interpretar uma tabela representativa de massas atómicas relativas.
- Interpretar as diferenças entre massas atómicas em termos de protões e neutrões: número de massa.
- Interpretar o facto de haver átomos de hidrogénio com massas diferentes, em termos de neutrões.
- Associar tipos de átomos com o mesmo comportamento químico ao número atómico.
- Caracterizar um elemento químico pelo número atómico.
- Caracterizar isótopos de um elemento pelo número de massa.

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A interpretação da maioria das propriedades químicas apenas requer o conhecimento da massa e carga do núcleo e
do número de electrões. Por isso, não deverá ser dada uma ênfase exagerada à constituição do núcleo.
Deve apresentar-se uma visualização correcta do átomo em detriment o do estudo de modelos teóricos de interesse
histórico. Esta visualização poderá, com vantagem, ser adquirida primeiramente para átomos com muitos electrões
(como é o caso da experiência de Rutherford) para depois ser transportada para o átomo de hidrogéni o. Poderão ser
utilizadas de maneira criteriosa algumas analogias, como por exemplo fotografias de longa exposição de objectos
animados de movimento errático com elevada velocidade.
A utilização de H como termo de comparação no estudo de massas atómicas a figura-se ao aluno como mais natural,
já que é o átomo mais leve; além disso tem razões históricas e massas atómicas assim obtidas não são diferentes
das definidas em termos de padrão carbono ±12, dentro da previsão que basta utilizar. Acresce que se evita ,
especialmente nesta fase, uma definição complicada para os alunos.
Notar-se-á que a noção de elemento ocorre, pela primeira vez, nesta unidade.

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a) Proceder a uma primeira representação da constituição das moléculas.
- Visualizar as moléculas em termos do modelo da nuvem electrónica.
- Comparar, em casos simples, tamanhos e formas de moléculas.
- Utilizar modelos que representam as formas de moléculas simples.
- Determinar a massa de uma molécula a partir das massas dos respectivos átomos.

b) Apresentar uma primeira perspectiva sobre a ligação química.


- Descrever a ligação covalente na molécula de hidrogénio, com base na respectiva nuvem electrónica.
- Identificar as forças responsáveis pela ligação química na molécula de hidrogénio
- Concluir acerca da natureza co-valente das ligações químicas em moléculas simples.
- Inferir a natureza co-valente polar da ligação química em HF.
- Inferir a existência de ligações co-valente quimicamente diferentes entre os mesmos átomos: ligações simples,
duplas e triplas.
- Representar simbolicamente as ligações em moléculas simples.

 / ()7  


O professor reconhecerá a necessidade de o aluno construir modelos para forma de moléculas simples. Recomenda -
se, contudo, uma utilização crítica destes modelos moleculares.
A natureza polar da ligação química em HF pode ser revelada por comparação das nuvens electrónicas de H e F com
a de HF.
Deve-se abordar o carácter simples, duplo e triplo das ligações químicas, não como mera teorização distante da
experiência, mas a partir de uma base experimental directa e, designadamente, através das reacções de
hidrogenação do etileno e do acetileno, para mostrar os diferentes graus de insaturação e daí tirar ilações sobre a
natureza das ligações carbono-carbono.
Note-se que, nesta fase, não devem referir -se conceitos como energia de ligação, embora se possam estabelecer
algumas relações com comprimentos de ligação.

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a) Caracterizar de modo introdutório a estrutura de sólidos e líquidos.
- Reconhecer que há sólidos e líquidos constituídos por moléculas, à semelhança dos gases.
- Interpretar a agregação molecular em termos de forças intermoleculares.
- Concluir que as interacções das moléculas de água são particularmente fortes para forças intermoleculares.
- Descrever de modo elementar as ligações de hidrogénio na água.
- Interpretar em ter mos estruturais a menor densidade do gelo em relação à água líquida.
- Reconhecer que há sólidos constituídos por átomos unidos por ligações co-valentes.
- Interpretar em termos estruturais algumas propriedades físicas dos sólidos co -valentes.
- Verificar que há sólidos constituídos por iões.
- Interpretar a agregação de iões em termos de forças electrostáticas: ligação iónica.
- Interpretar a condutibilidade de sais fundidos e em solução aquosa.
- Caracterizar a agregação de átomos em metais: ligação metál ica.
- Interpretar algumas propriedades físicas dos metais em termos estruturais.

 / ()7  


Este objectivo deve ser realizando com base num conjunto de observações e experiências simples como comparar
remoinhos em líquidos, atrair um fio de água com um objecto electrizado e verificar a condutibilidade de um sal
fundido.
Note-se que é só agora que se introduz o conceito de ligação iónica, mais adequada a agregados sólidos do que a
moléculas individuais objecto de estudo na unidade anterior.
A ligação metálica deve ser caracterizada ao nível da visualização dos átomos e moléculas anteriormente referido,
isto é, em termos de nuvem electrónica.

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a) Reconhecer a necessidade de caracterizar uma porção de substância não apenas em termos de massa ou volume,
mas também em termos do número de unidades estruturais.
- Reconhecer a extrema pequenez da massa dos átomos e das moléculas.
- Concluir sobre a existência de um número extraordinariamente grande de átomos para se perfazer um grama de
hidrogénio: «número de Avogadro».
- Comparar porções de substâncias em temos do número de unidades estruturais.
- Identificar mole como unidade de substância em termos do número de átomos ou moléculas.
- Calcular massas molares.
- Generalizar, com base na fórmula química, a noção de mole para o caso de substâncias cujas unidades estruturais
são iões.
- Realizar cálculos simples relativos a concentrações expressas em mole de soluto por decímetro cúbico de solução.

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O professor fará notar que uma dada porção de substância pode ser caracterizada quantitativamente em termos da
sua massa e volume, mas que em Física e Química há q ue também necessidade de a caracterizar em termos do
número de unidades estruturais (átomos e moléculas numa primeira fase).
O professor deverá ter presente que o termo «quantidade» utilizado na definição de mole não deve ser associada de
imediato à noção de massa ou volume, mas entendido como quantidade em termos do número de unidades
estruturais.
Tal como a propósito da massa atómica, introduz -se o «número de Avogadro» em termos do hidrogénio e não do
carbono-12. Usa-se a expressão «número de Avogadro» e não «constante de Avogadro». Esta última expressão
supõe referência à proporcionalidade entre o número de unidades estruturais e a porção se substância. É preferível,
sem prejuízo de maior, deixar este rigor para mais tarde.
O professor reconhece
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Tendo no 8.º ano sido feito um estudo introdutório das reacções de ácido-base e reacções de precipitação em relação
com as transformações do meio que nos rodeia, procede -se agora no mesmo âmbito a uma introdu ção às reacções
de oxidação-redução. Seguidamente ilustra-se o impacte destas reacções em diferentes domínios.
Nesta unidade temática, dá-se também realce ao elemento carbono na variedade das estruturas moleculares em que
intervém e na complexidade da arquitectura das moléculas que origina. Paralelamente ilustra-se a importância destes
compostos nos seres vivos e no domínio tecnológico.

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a) Caracterizar reacções de oxidação-redução.
- Realizar algumas reacções de metais com água ou soluções de ácidos.
- Realizar algumas reacções de combustão de metais.
- Mostrar que há reacções de combustão com gases diferentes do oxigénio.
- Concluir acerca do que se passa de comum nas reacções de combustão de metais e de metais com água ou
soluções de ácidos em termos de aumento de carga: oxidação.
- Ordenar alguns metais segundo uma escala de reactividade com água ou soluções de ácidos.
- Obter um metal a partir do respectivo óxido.
- Concluir que nas reacções de extracção de metais há diminuição de carga do ião do elemento metálico: redução.
- Inferir que qualquer oxidação é sempre acompanhada de uma redução e vice - versa.
- Realizar a reacção entre um metal e iões de outros metais.
- Inferir que nas reacções de oxidação-redução há transferência de electrões.
- Reconhecer diferentes tendências de metais para serem oxidados e respectivos iões para serem reduzidos.
- Interpretar a obtenção de corrente eléctrica a partir de uma reacção de oxidação -redução: pilhas eléctricas.

b) Caracterizar alguns fenómenos de relevância industrial, biológica, ambiental e alimentar como reacções de
oxidação-redução.
- Mostrar a importância dos fenómenos de oxidação-redução em pilhas comerciais.
- Verificar a importância das reacções de oxidação-redução em metalurgia.
- Identificar fenómenos de corrosão e protecção de metais em termos de oxidação -redução.
- Ilustrar a intervenção de fenómenos de oxidação- redução em processos biológicos.
- Ilustrar as relações de algumas reacções de oxidação- redução com o ambiente.

 / ()7  


A caracterização de reacções de oxidação- redução, que se inicia com referência a aumento e a diminuição da carga
dos elementos, desenvolve-se com base no reconhecimento da transferência de electrões. O estudo deve apoiar -se
num conjunto de experiências simples, evitando-se o recurso a exemplos de substâncias covalentes. Contudo, alguns
exemplos poderão ser referidos, mas apenas por analogia com anteriores, ao nível da nomenclatura.
Notar-se-á que todo o tema é desenvolvido a este nível sem introdução do conceito de número de oxidação.
No que respeita às relações entre reacções de oxidação- redução e ambiente, deverá fazer-se referência a aspectos
de poluição por metais, nomeadamente mercúrio e chumbo.

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a) Apresentar uma primeira perspectiva da composição e transformações dos compostos que têm carbono e sua
importância.
- Ilustrar a importância de elementos químicos nos seres vivos com especial relevo para o carbono.
- Indicar a composição e estrutura de hidrocarbonetos simples, nomeadamente os mais utilizados como combustíveis
correntes.
- Reconhecer experimentalmente a presença de carbono e de hidrogénio num hidrocarboneto.
- Traduzir por equações químicas reacções de combustão e de hidrogenação de hidrocarbonetos.
- Indicar a estrutura de compostos orgânicos simples e correntes e que, além do hidrogénio e carbono, têm oxigénio
(etanol, glicose, acetona, ácido acético).
- Reconhecer, perante fórmulas estruturais, os grupos característicos dos aminoácidos.
- Reconhecer, em face de um fragmento de fórmula estrutural de uma proteína, os «resíduos aminoácidos».
- Realizar um teste da presença de proteínas em produtos alimentares.
- Realizar a reacção do ácido acético com etanol com obtenção do éster.
- Referir que as gorduras são ésteres de «ácidos gordos» e glicerina.
- Reconhecer, perante as respectivas fórmulas moleculares, que os açúcares glicose e frutose são isómeros.
- Pesquisar açucares em frutos.
- Decompor a sacarose em açúcares mais simples.
- Transformar o amido em açúcar.
- Referir que compostos como os açúcares, o amido, a celulose são correctamente designados por hidratos de
carbono.
- Salientar a importância das enzimas nos seres vivos e na biotecnologia.
- Referir a importância de compostos de carbono com interesse industrial, nomeadamente plástico e fibras, em
relação com a sua estrutura e propriedades físicas e químicas.
- Referir a importância de compostos orgânicos com o produtos de consumo: em alimentos, fármacos, detergentes,
cosméticos.

 / ()7  


Ao reconhecer a importância dos elementos químicos nos seres vivos, para além do carbono, o professor deverá ter
em atenção não só a sua abundância como o seu papel específico nos processos vitais, embora numa abordagem
muito simples. Sempre que possível, devem estabelecer-se relações de oportunidade com a matéria tratada em
biologia.
A identificação de carbono e hidrogénio nos hidrocarbonetos far-se-á através de ensaios simples de presença de
dióxido de carbono e de vapor de água nos respectivos produtos de combustão.
A referir os hidrocarbonetos e algumas das suas reacções, o professor realçará a utilização de alguns destes como
combustíveis, focando a sua duração limitada como matérias-primas.
Ao reconhecer-se a presença de azoto nas proteínas, deverá fazer -se uma breve referência aos processos de fixação
de azoto.
No breve estudo dos açúcares, o professor deverá incluir a equação global para a formação de gli cose na
fotossíntese.
No estabelecimento das relações entre compostos que têm carbono e transformações no meio que nos rodeia, o
professor deverá privilegiar a exemplificação de interesse local, nomeadamente aspectos ligados à industria têxtil,
indústria alimentar e biotecnologia (fermentação alcoólica e lacticínios), plásticos, fármacos, sabões. Nesta
exemplificação, o recurso a fórmulas de estrutura será exclusivamente informático.
Esta unidade deve utilizar cerca de 30% do tempo lectivo total atribuído à Química.
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Área Professores > Programas > Programas Anteriores > Índice do Programa de Ciências Físico -Químicas - 9.º Ano

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 9.º ano

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Iniciou-se o estudo da Química no 8.º ano apontando a necessidade de elaboração de esquemas organizativos
perante a diversidade do mundo material. Agora, ao concluir-se a preparação básica de Química, reconhece-se a
existência de regularidades dos elementos químicos que possibilita a organização numa Tabela Periódica, considerada
não só como o esquema organizativo por excelência da Química mas como um instrumento de previsão de
propriedades e comportamento químico.
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a) Classificar substâncias elementares com base na investigação de semelhanças e diferenças entre as suas
propriedades.
- Distinguir, através de algumas propriedades físicas, duas grandes categorias de substâncias elementares: metais e
não metais.
- Mostrar, experimentalmente, semelhanças de comportamento químico em metais e em não metais.
- Concluir, a partir da semelhança de comportamento químico, a existência de famílias: metais alcalinos, halogéneos
e gases raros.

 / ()7  


Deve deixar-se para mais tarde a apresentação da classificação periódica dos elementos segundo uma perspectiva
histórica.
Não há lugar nesta fase a qualquer estudo sistemático das propriedades dos elementos químicos e muito menos a
uma interpretação da tabela Periódica em termos de config urações electrónicas.

20$ P"J$EE E! J ( H!$ # JEH$#[E! "!(|!H!



!+1  ' 
a) Classificar os elementos químicos com base nas semelhanças e diferenças de comportamento químico.
- Verificar a existência de grupos de elementos químicos semelhantes, com base no objectivo anterior.
- Verificar regularidades nas diferenças entre números atómicos em cada grupo.
- Prever a existência de outros grupos com base nas regularidades dos números atómicos.
- Relacionar o número de electrões nos átomos e respectivos iões com o número de electrões dos átomos dos gases
raros.

22HI J| $EE! J ( H!



!+1  ' 
a) Compreender a organização da Tabela Periódica dos Elementos e sua importância.
- Organizar em colunas os grupos de elementos do número atómico de 2 a 20 por ordem crescente de número
atómico.
- Dispor em tabela os grupos de elementos de número atómico de 2 a 20, respeitando a ordem crescente de número
atómico.
- Integrar a Tabela numa classificação mais geral: Tabela Periódica dos Elementos.
- Reconhecer a existência de períodos na Tabela Periódica dos Elementos.
- Descrever a variação regular dos tamanhos dos átomos ao longo dos períodos e dos grupos até Z = 20.
- Verificar o caso singular do elemento hidrogénio.
- Utilizar a Tabela Periódica para relacionar e prever o comportamento de elementos, em exemplos simples.

 / ()7  


Ao carácter muito introdutório desta unidade corresponde um tempo previsto de cerca de 12% do tempo lectivo total
atribuído à Química.

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c

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    @ 

Programa de Ciências Físico-Químicas - 9.º ano

    Consulte o índice aqui

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$ H$!| H#
Nesta unidade os alunos, organizados em grupos, procedem a uma recolha retrospectiva de exemplos ilustrativos do
impacto da Química na sociedade estudados anteriormente (nas disciplinas de Física e Química, Ciências da Natureza
e, eventualmente, noutras áreas), elaboram, em cada grupo, um pequeno relatório escrito sobre um dos seguintes
temas e apresentam-no oralmente na sala de aula:
A. Química e Indústria.
B. Química e Ambiente.
C. Química e Agricultura.
D. Química e Saúde.
E. Química e Defesa do Consumidor.

Os objectivos desta unidade poderão ser potenciados em associações com actividades da Área -Escola.

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|  
    9 
1.c ENERGIA. MECANISMOS DE TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA. FENÓMENOS
TÉRMICOS

A sequenciação das unidades de ensino-aprendizagem prevista para o 10.º ano assim como os conteúdos
programáticos em cada uma das unidades assentam em determinados critérios, que sucintamente se
indicam. Dado que a energia e sua conservação-degradação são termos tão familiares aos alunos quanto
importante os conceitos científicos neles implícitos, não só em relação à Física/Química como noutros
domínios e ainda, porque retomar e desenvolver esse tema é prosseguir criteriosamente a abordagem do
Ensino Básico, entendeu-se que pela conservação da energia se iniciaria o programa e a conservação da
energia regeria, de certo modo, o desenvolvimento do mesmo, ulteriormente. Posto que os alunos já sabem
que a energia se conserva e se transfere e que é através do tra balho e do calor que se mede energia
transferida, considerou-se de interesse aproveitar a sugestão para desenvolver os dois conceitos. Em íntima
ligação com o trabalho e calor, surgem o conceito de energia interna de um sistema e a relação entre
trabalho, calor e energia interna, traduzida pela lei da Termodinâmica. Da análise de processos compatíveis
com a primeira lei mas que não ocorrem espontaneamente, pode estabelecer -se a segunda lei da
Termodinâmica. Associada a esta lei, vem a introduzir-se uma nova grandeza física ± a entropia, com a qual
se deve relacionar a degradação da energia (perda de qualidade da energia) que acompanha qualquer
transformação da natureza.

  $P! $#FG! E P$EFG!E  $P



! +)M       :     
- Conceito de trabalho; unidade SI de trabalho (e energia)
- Potência; unidade SI de potência
- Energia cinética de um corpo em movimento de translação; lei do trabalho-energia
- Energia potencial gravítica; trabalho do peso de um corpo
- Energia potencial elástica; trabalho da força elástica
- Energia mecânica; conservação da energia mecânica
- Forças conservativas e forças não conservativas

!+1  ' 
- Aceitar a energia como uma entidade universal que, globalmente, se conserva mas que se transfere entre
os vários sub-sistemas do universo (sistema isolado)
- Reconhecer, numa transferência de energia, os sistemas nela envolvidos
- Identificar, num dado sistema, a(s) propriedade(s) macroscópica(s) cuja a lteração evidencia(m) uma
transferência de energia envolvendo o sistema
- Identificar o trabalho como medida da energia transferida entre sistemas
- Estabelecer e aplicar a expressão do trabalho de uma força constante quando o movimento do seu ponto de
aplicação é:
. Rectilíneo
.Curvilíneo
- Interpretar, do ponto de vista energético, a possibilidade do trabalho de uma força ser positivo, negativo ou
nulo
- Calcular o trabalho realizado por uma força a partir de um gráfico força -deslocamento, em particular do
trabalho realizado pela força elástica de uma mola
- Aplicar o conceito de potência
- Definir as unidades SI de trabalho (energia) e de potência.
- Recordar unidades práticas de energia e de potência e relacioná-las com as respectivas unidades SI
- Definir energia cinética de um corpo, em movimento de translação
- Relacionar o trabalho realizado pelas forças que actuam num corpo (partícula material), em movimento de
translação, com a variação da sua energia cinética no intervalo de tempo durante o qual a s forças actuam
- Associar a mudança de configuração de um sistema de corpos, entre os quais se exerçam forças mútuas de
atracção ou repulsão, à variação da energia potencial do sistema
- Definir energia potencial gravítica de um sistema
& 
- Relacionar o trabalho do peso de um corpo numa mudança de nível próximo da superfície da Terra, com a
variação de energia potencial gravítica do sistema  &

- Definir energia potencial elástica de um sistema  & +
- Relacionar o trabalho da força elástica de uma mola com a variação da energia potencial elástica do
sistema  &
- Usar correctamente a expressão energia mecânica
- Analisar situações em que se possa admitir a conservação de energia mecânica
- Avaliar a importância das forças de atrito na degradação (dissipação) da energia mecânica de um sistema
- Caracterizar as forças conservativas
- Dar exemplos de forças conservativas e de forças não conservativas
- Justificar as relações:

W cons + Wn/cons = Ec + En/mec


W cons = -oEp
W n/cons = oEm + oEn/mec

- Recordar e aplicar o conceito de rendimento de uma máquina

 / ()7 


- Discussão de situações de transferência de energia, conservação de energia e degradação de energia
- Resolver questões que envolvam a expressão do trabalho realizado por uma força constante (p.ex.: força
aplicada a um corpo; peso de um corpo; força de atrito) (   ' + 7 C
- Traçar e interpretar gráficos  &  
- Analisar tabelas de dados (Proteste, Revista do Automóvel Clube de Portugal) com as características de
alguns automóveis e sua comparação em termos de potência, consumo, rendimento e efeitos poluentes.
- Verificar que a variação de energia cinética de um corpo (partícula material), durante um certo intervalo de
tempo, é igual ao trabalho das forças que actuam no corpo, nesse intervalo de tempo
- Conversão da energia cinética em energia potencial elástica
- Ilustrar a conservação da energia mecânica no sistema pêndulo gravítico -Terra e determinar a velocidade
do pêndulo ao passar pela posição de equilíbrio
- Verificar a conservação da energia mecânica de um corpo que cai. Sem atrito, ao longo de um plano
inclinado
- Elaborar um artigo para o jornal da escola sobre ³vantagens e desvantagens do atrito na nossa vida´
- Planear e realizar uma experiência que permita determinar o valor do trabalho da força de atrito a que está
sujeito um corpo que cai, partindo do repouso, ao longo de um plano inclinado
- Resolver problemas que envolvam as expressões da lei do trabalho-energia, da energia potencial (gravítica
e elástica) da energia mecânica de um sistema e do rendimento (   ' + 7 C

0! )        :  -+  '*')  +)M  7& 
- Conceito de calor
- 1ª lei da Termodinâmica. Conceito de energia interna
- Energia interna e a teoria cinético-corpuscular
- *Energia transferida numa mudança de fase

!+1  ' 
- Identificar calor como medida da energia num processo de transferência, mas que não pode ser
contabilizada como trabalho macroscópico
- Avaliar o impacto das teorias históricas sobre o calor no esclarecimento deste conceito
- Associar a 1ª lei da Termodinâmica à definição de uma nova grandeza física ± a energia interna ± cujo valor
é bem definido em cada estado de equilíbrio do sistema.
- Enunciar a 1ª lei da Termodinâmica.
- Aplicar a 1ª lei da Termodinâmica a vários tipos de transformações
- Reconhecer que a 1ª lei da Termodinâmica traduz e explicita o Princípio da Conservação da Energia
- Usar, com correcção, os termos         
- Perspectivar, historicamente, o Princípio da Conservação da Energia
- Interpretar o conceito de energia interna a partir da teoria cinético corpuscular
- Recordar os conceitos da capacidade térmica de um corpo e capacidade térmica mássica de uma substância
e indicar as respectivas unidades SI
- *Interpretar as mudanças de fase
- *Definir      
- *Calcular a energia envolvida numa mudança de fase

 / ()7  


- Investigar, individualmente ou em grupo, a evolução do conceito de calor
- Verificar a equivalência entre trabalho e calor (  ' + 7 C
- Recolher e analisar informação sobre as descobertas e trabalhos experimentais que conduziram à aceitação
do Princípio da Conservação da Energia, no início do séc. XIX. (  ' + 7 C
- Leitura de um documento sobre ³Fé na conservação da energia´
- Determinar a capacidade térmica mássica de uma substância sólida ou líquida
- Determinar o calor de fusão do gelo e/ou o calor de vaporização da água
- Resolver problemas envolvendo capacidades térmicas mássicas (de sólidos e líquidos) e calores de fusão e
de vaporização (  ' + 7 C

20]) H  5     & 


- Processos irreversíveis e processos reversíveis
- Entropia; degradação da energia
- Máquinas térmicas e máquinas frigoríficas

!+1  ' 
- Dar exemplos de transformação que, embora não violando a 1ª lei da Termodinâmica, nunca ocorrem na
Natureza
- Dar exemplos de transferências de energia que se processam num determinado sentido e nunca em sentido
oposto
- Distinguir entre processos irreversíveis e processos reversíveis
- Relacionar a 2ª lei da Termodinâmica com a existência de processos irreversíveis
- Enunciar a 2ª lei da Termodinâmica em função da variação da entropia de um sistema
- Relacionar o aumento de entropia que acompanha qualquer transformação da natureza com a degradação
da energia
- Avaliar questões ecológicas com base no conhecimento das leis da Termodinâmica
- Explicar o funcionamento de uma máquina térmica e de uma máquina frigorífica, com base nas leis
Termodinâmica
- Analisar a inter-relação entre Ciência e Técnica e as suas implicações sócio-económicas

 / ()7 


- Investigar a influência da pressão nos valores da temperatura de fusão e de ebulição da água
- Comunicação sobre a impossibilidade da construção de motores perpétuos
- Leitura/análise dos enunciados históricos da lei (segundo Kelvin-Plank e Clausius) e respectiva equivalência
- Elaboração de um texto para o jornal da escola ou para debate sobre o tema "A Entropia e a Vida"
- Organização de uma palestra versando o tema: "A Entropia e a Ecologia" (  ' + 7 C
- Elaboração de cartazes ilustrativos do funcionamento: do motor d e combustão de um automóvel, de um
frigorífico
- Analisar vantagens e desvantagens do uso do motor Diesel e/ou a gasolina
- Discussão/debate sobre a história da máquina a vapor, visando:
a) evidenciar a sua ligação às condições sócio-económicas;
b) exemplificar como a Ciência pode responder às necessidades da Técnica

0 ( !H[$(!


- Temperatura; equilíbrio térmico
- Lei zero da termodinâmica
- *Leis dos gases
- *Escala absoluta de temperatura
- *Gás ideal; equação do estado do gás ideal
- *Mecanismos de transferência de energia (a nível microscópico): condução, convecção e radiação

!+1  ' 
- Usar correctamente a expressão ,  
- Enunciar a lei zero da Termodinâmica
- Identificar a temperatura como a propriedade que indica o sentido da transferência de energia entre dois
corpos postos em contacto
- *Descrever como se estabelece, de um modo geral, uma escala de temperatura
- *Caracterizar a escala termodinâmica de temperatura e suas características
- *Definir a unidade SI de temperatura termodinâmica
- *Identificar as variáveis macroscópicas que descrevem o estado de equilíbrio de um sistema gasoso
- *Enunciar a lei de Boyle
- *Descrever os efeitos de uma variação de temperatura nos valores do volume e da pressão de uma dada
massa de gás
- *Relacionar os resultados experimentais com a definição de uma escala absoluta de temperatura
- *Enunciar as leis de Charles e de Gay-Lussac
- *Definir gás ideal e indicar em que condições um gás real pode ser considerado como ideal
- *Definir a escala de temperatura absoluta
- *Deduzir a equação de estado de um gás ideal (PV=nRT)
- *Dar o significado físico da constante dos gases ideais
- *Aplicar as leis dos gases e a equação do estado na resolução de questões práticas
- *Distinguir transferências de energia por condução, convecção e radiação
- *Interpretar, qualitativamente, os mecanismos de transferência de energia por condução térmica (em
metais e não metais) e por convecção
- *Indicar a natureza da radiação térmica e métodos para a sua d etecção
- *Inferir que um bom emissor é um bom absorvente e que um bom reflector é um mau emissor
- *Caracterizar o radiador ideal

 / ()7  


- Explorar, experimentalmente, as variações de temperatura de dois sistemas postos em contacto térmico,
inicialmente a temperaturas diferentes
- Investigar sobre a construção dos primeiros termómetros e o aparecimento das primeiras escalas
(Réaumur, Celsius, Fahrenheit)
- Planear e realizar experiências para estabelecer a relação entre:
a) o volume de uma dada massa de gás, a pressão constante, e a temperatura
b) a pressão de uma dada massa de gás, a volume constante, e a temperatura
- Calibrar um termómetro de gás, a volume constante; medir com ele a temperatura da sala de aula, por
exemplo
- Resolver problemas que envolvam as leis dos gases e a equação de estado de um gás ideal
- Realizar experiências simples que evidenciam transferências de energia por condução, convecção e radiação
- Comunicação sobre "A utilização de energia solar"
- Pesquisa/leitura sobre consequências e aplicações em Medicina, em Meteorologia, na Agricultura e noutros
domínios, das transferências de energia por condução, por convecção e por radiação
*Facultativo.

- Analisar situações em que se possa admitir a conservação de energia mecânica


- Avaliar a importância das forças de atrito na degradação (dissipação) da energia mecânica de um sistema
- Caracterizar as forças conservativas
- Dar exemplos de forças conservativas e de forças não conservativas
- Justificar as relações:

W cons + Wn/cons = Ec + En/mec


W cons = -oEp
W n/cons = oEm + oEn/mec

- Recordar e aplicar o conceito de rendimento de uma máquina

 / ()7 


- Discussão de situações de transferência de energia, conservação de energia e degradação de energia
- Resolver questões que envolvam a expressão do trabalho realizado por uma força constante (p.ex.: força
aplicada a um corpo; peso de um corpo; força de atrito) (   ' + 7 C
- Traçar e interpretar gráficos  &  
- Analisar tabelas de dados (Proteste, Revista do Automóvel Clube de Portugal) com as características de
alguns automóveis e sua comparação em termos de potência, consumo, rendimento e efeitos poluentes.
- Verificar que a variação de energia cinética de um corpo (partícula material), durante um certo intervalo de
tempo, é igual ao trabalho das forças que actuam no corpo, nesse intervalo de tempo
- Conversão da energia cinética em energia potencial elástica
- Ilustrar a conservação da energia mecânica no sistema pêndulo gravítico -Terra e determinar a velocidade
do pêndulo ao passar pela posição de equilíbrio
- Verificar a conservação da energia mecânica de um corpo que cai. Sem atrito, ao longo de um plano
inclinado
- Elaborar um artigo para o jornal da escola sobre ³vantagens e desvantagens do atrito na nossa vida´
- Planear e realizar uma experiência que permita determinar o valor do trabalho da força de atrito a que está
sujeito um corpo que cai, partindo do repouso, ao longo de um plano inclinado
- Resolver problemas que envolvam as expressões da lei do trabalho-energia, da energia potencial (gravítica
e elástica) da energia mecânica de um sistema e do rendimento (   ' + 7 C

0! )        :  -+  '*')  +)M  7& 
- Conceito de calor
- 1ª lei da Termodinâmica. Conceito de energia interna
- Energia interna e a teoria cinético-corpuscular
- *Energia transferida numa mudança de fase

!+1  ' 
- Identificar calor como medida da energia num processo de transferência, mas que não pode ser
contabilizada como trabalho macroscópico
- Avaliar o impacto das teorias históricas sobre o calor no esclarecimento deste conceito
- Associar a 1ª lei da Termodinâmica à definição de uma nova grandeza física ± a energia interna ± cujo valor
é bem definido em cada estado de equilíbrio do sistema.
- Enunciar a 1ª lei da Termodinâmica.
- Aplicar a 1ª lei da Termodinâmica a vários tipos de transformações
- Reconhecer que a 1ª lei da Termodinâmica traduz e explicita o Princípio da Conservação da Energia
- Usar, com correcção, os termos         
- Perspectivar, historicamente, o Princípio da Conservação da Energia
- Interpretar o conceito de energia interna a partir da teoria cinético corpuscular
- Recordar os conceitos da capacidade térmica de um corpo e capacidade térmica mássica de uma substância
e indicar as respectivas unidades SI
- *Interpretar as mudanças de fase
- *Definir      
- *Calcular a energia envolvida numa mudança de fase

 / ()7  


- Investigar, individualmente ou em grupo, a evolução do conceito de calor
- Verificar a equivalência entre trabalho e calor (  ' + 7 C
- Recolher e analisar informação sobre as descobertas e trabalhos experimentais que conduziram à aceitação
do Princípio da Conservação da Energia, no início do séc. XIX. (  ' + 7 C
- Leitura de um documento sobre ³Fé na conservação da energia´
- Determinar a capacidade térmica mássica de uma substância sólida ou líquida
- Determinar o calor de fusão do gelo e/ou o calor de vaporização da água
- Resolver problemas envolvendo capacidades térmicas mássicas (de sólidos e líquidos) e calores de fusão e
de vaporização (  ' + 7 C
20]) H  5     & 
- Processos irreversíveis e processos reversíveis
- Entropia; degradação da energia
- Máquinas térmicas e máquinas frigoríficas

!+1  ' 
- Dar exemplos de transformação que, embora não violando a 1ª lei da Termodinâmica, nunca ocorrem na
Natureza
- Dar exemplos de transferências de energia que se processam num determinado sentido e nunca em sentido
oposto
- Distinguir entre processos irreversíveis e processos reversíveis
- Relacionar a 2ª lei da Termodinâmica com a existência de processos irreversíveis
- Enunciar a 2ª lei da Termodinâmica em função da variação da entropia de um sistema
- Relacionar o aumento de entropia que acompanha qualquer transformação da natureza com a degradação
da energia
- Avaliar questões ecológicas com base no conhecimento das leis da Termodinâmica
- Explicar o funcionamento de uma máquina térmica e de uma máquina

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    9 

Programa de Ciências Físico-Químicas - 10.º ano

    Consulte o índice aqui

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Considerou-se que se justificaria incluir o estudo do balanço energético num circuito a partir do Princípio da
Conservação da Energia e, portanto, na linha orientadora que se referiu anteriormente.
O conceito de diferença de potencial poderá, com os conhe cimentos já adquiridos, ser entendido em termos de
transferência de energia no circuito eléctrico.
Para que se possa explicar o que acontece num circuito eléctrico em termos energéticos, é importante que o aluno,
para além do conceito anterior de diferença de potencial, se familiarize com o de força electromotriz de um gerador,
relacionado com a converção da energia no próprio gerador.
Com base no Princípio da Conservação de Energia, dever-se-á conduzir o aluno, através de um balanço energético,
ao estabelecimento da expressão geral que permite determinar a diferença de potencial entre dois quaisquer pontos
de um circuito série, a partir da qual se obtém facilmente, a equação do circuito.

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- Mecanismos da passagem de corrente eléctrica nos condutores sólidos (metais), líquidos e gasosos
- *Mecanismo da passagem da corrente eléctrica nos semi-condutores
- Sentido da corrente eléctrica
- Corrente eléctrica em regime estacionário
- Diferença de potencial (d.d.p.)
- Resistência de um condutor
- Resistência de uma substância

!+1  ' 
- Identificar um circuito eléctrico como um sistema físico no qual há propagação de energia e transporte de
portadores de carga eléctrica
- Caracterizar uma corrente eléctrica como um movimem to orientado de cargas eléctricas, por acção de forças
eléctricas
- Explicar o mecanismo da passagem da corrente eléctrica nos condutores metálicos, líquidos e gasosos
- Distinguir a velocidade de propagação da energia através de um circuito, da velocidade média de arrastamento dos
portadores de carga eléctrica
- *Interpretar o mecanismo da corrente eléctrica nos semi -condutores
- *Indicar os factores que afectam o processo de condução nos semi -condutores
- *Caracterizar semi-condutores do tipo e do tipo 
- Identificar como sentido da corrente eléctrica, o sentido dos potenciais decrescentes
- Caracterizar a corrente contínua em regime estacionário
- Definir intensidade de uma corrente em regime estacionário e indicar a repectiva unidade SI
- Definir a unidade SI de carga eléctrica
- Deduzir a expressão que relaciona a intensidade da corrente eléctrica com a velocidade de arrastamento dos
electrões de condução
- Associar a d.d.p. nos terminais de um condutor à quantidade de energia transferida para o condu tor por unidade de
carga eléctrica que passa através dele
- Definir a unidade SI de diferença de potencial
- Relembrar a definição de resistência eléctrica e definir condutância eléctrica de um condutor; indicar as respectivas
unidades SI
- Caracterizar um condutor com base na função I=f(V) (característica do condutor)
- Aplicar a lei de Ohm tendo em conta os seus limites de aplicabilidade
- Dar o significado físico de resistividade e de condutividade eléctrica de uma substância e indicar as respectivas
unidades SI
- Interpretar a influência da temperatura no valor da resistividade de uma substância
- Justificar o uso de certos materiais em instalações eléctricas e aparelhos e as condições de segurança que é
necessário ter em conta
- Comparar a condução eléctrica térmica, no caso dos metais
- Explicar em que consiste o fenómeno da supercondutibilidade

 / ()7  


- Montar circuitos e verificar a aditividade das diferenças de potencial; representar os circuitos por diagramas,
usando os símbolos convencionalmente adoptados
- Fazer uma experiência de migração de iões e investigar a ordem de grandeza da velocidade de arrastamento de
iões
- Leitura/debate sobre os efeitos fisiológicos da corrente eléctrica
- Verificar, experimentalmente, que a d.d.p. nos terminais de um condutor é igual à razão entre a energia para ele
transferida num certo intervalo de tempo, e a carga eléctrica que passa através dele, nesse intervalo de tempo
- Traçar e interpretar curvas características de vários condutores óhmico s e não-óhmicos
- Montar circuitos em que uma resistência variável desempenhe o papel de: reóstato; divisor de tensões
(potenciómetro)
- Estudar o efeito da temperatura na resistência de vários condutores(p.e., resistência de cobre, resistência de
carvão, termístor)
- Construir, calibrar e usar um termómetro feito com uma resistência de cobre
- Determinar a resistividade do cobre (p.e.) à temperatura ambiente
- Estudar a variação da resistividade do cobre (p.e.) com a temperatura
- Explicar o uso de termopares, de resistências e de termistores na medição da temperatura e a escolha dos
materiais adequados para cada gama de temperatura
- Resolver problemas que envolvam: a relação entre a intensidade e a d.d.p.; a relação entre a resistência de um
condutor filiforme homogéneo e o comprimento e a área da secção
- Recolher, selecionar e apresentar informação sobrebo fenómeno da supercondutibilidade e suas aplicações
tecnológicas

00H$ $\ !# $FG!E   $P"($"H! J[H$!


- Energia dissipada num condutor; efeito Joule
- Força electromotriz de um gerador
- Equação do circuito (circuito em série)
- *Electrólise

!+1  ' 
- Interpretar o efeito Joule
- Relacionar a energia transferida num troço de um circuito com o trabalho das forças eléct ricas
- Enunciar e aplicar a lei de Joule
- Ajuizar das vantagens e desvantagens do efeito Joule, na vida quotidiana
- Dar o significado físico de      de um gerador e exprimir a potência do gerador em função da sua  
- Distinguir entre       de um gerador e     nos seus terminais
- Deduzir, a partir do princípio da conservação da energia, a expressãogeral que permite determinar a d.d.p. entre
dois quaisquer pontos de um circuito série (-AB = ƶ./-ƶ )
- Estabelecer, a partir da expressão geral anterior,a equação do circuito para o caso de um circuito em série e as
equações que permitem determinar a d.d.p. nos terminais de: um condutor óhmico; um gerador; um motor.
- Calcular o rendimento de: um gerador; um motor
- Aplicar as relações quantitativas estabelecidas na resolução de questões práticas
- Enunciar as leis de Faraday da electrólise e exprimi-las matematicamente

 / ()7  


- Redigir um artigo para o jornal da escola sobre ³A história da invenção e aprefeiçoamento da lâmpada de
incandescência´
- Resolver problemas que envolvam a lei de Joule
- Determinar: o valor da resistência interna (impedância de saída) e o valor de  de uma pilha eléctrica, a partir da
sua característica
- Traçar a característica de um receptor (voltâmetro) e determinar o factor da sua  
- Montar circuitos que incluam, além do gerador, receptores passivos e um receptor activo ( motor)
a) comparar a d.d.p. nos terminais do gerador com: o motor travado; o moto r em funcionamento
b) interpretar os resultados obtidos
c) comparar a d.d.p. nos terminais do motor quando: está travado; está em funcionamento; e interpretar os
resultados obtidos
- Resolver problemas que envolvam as expressões matemáticas estabelecidas

02$ E  J[H$
- Associação de resistências
- Lei dos circuitos derivados
- *Leis de Kirchhoff

!+1  ' 
- Conhecer e aplicar as leis dos circuitos derivados
- Associar a lei dos nodos ao princípio da conservação da carga eléctrica
- Relacionar o valor da resistência equivalente a associações de resistências, em série e em paralelo, com os valores
das resistências associadas
- *Justificar a utilização de shunts e de resisstências adicionais quando se pretende ampliar o    de
um amperímetro e de um voltímetro
- *Conhecer e aplicar as leis de Kirchhoff a redes eléctricas simples

 / ()7  


- Fazer o estudo da associação de resistências em série e em paralelo; estabelecer as leis dos circuitos derivados
- Determinar a resistência de um condutor com um potenciómetro
- Determinar a resistência (impedância) de um multímetro como:
a) voltímetro
b) amperímetro

*Facultativo.
c

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    9 

Programa de Ciências Físico-Químicas - 10.º ano

    Consulte o índice aqui

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No ensino básico o aluno adquiriu a noção de mole na caracterização de porção de substância em termos de unidades
estruturais; efectuou cálculos simples de massas molares e exprimiu concentrações em mole por dm 3. Por outro lado,
familiarizou-se com a escrita de fórmulas químicas e reconheceu que há conservação do número de átomos de cada
elemento numa reacção química; utilizou estes princípios na escrita e acerto de equações químicas.
Nesta unidade, o aluno vai utilizar e desenvolver aquelas noções de modo sistemático e de forma a enriquecer a
visão da Química como uma ciência quantitativa, realçando o seu interesse, nomeadamente através dos domínios da
análise química. Esta perspectiva quantitativa exige o recurso a trabalho prático além de alguns cálculos dentro dos
limites fixados pelos objectivos.

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!+1  ' 
Utilizar o conceito de mole para relacionar massa, volume e número de unidades estruturais de uma porção de
substância.
- Calcular o número de átomos ou moléculas de uma porção de substância expressa em mole.
- Exprimir em mole uma porção de substância de que se conheça o número de átomos ou moléculas.
- Estender os cálculos anteriores ao caso de substâncias iónicas.
- Calcular a massa de uma porção de substância expressa em mole.
- Exprimir em mole uma porção de substância de que se conhece a massa.
- Calcular o volume (nas condições normais de pressão e temperatura ) de uma porção de substância gasosa
expressa em mole.
- Exprimir em mole uma porção de substância gasosa de que se conhece o volume nas condições normais de pressão
e temperatura.
- Confrontar a noção de mole, já adquirida, com a unidade mole do Sistema Internacional.

 / ()7  


O professor deve ter presente que o aluno não foi, no ensino básico, confrontado com a definição formal da unidade
SI mole. Ao fazê-lo agora deverá atender a que a expressão ³unidade de quantidade de matér ia´ poderá produzir
conflito na mente do aluno pois autorizaria o uso de expressões como ³mole de uma mistura´, ³mole de ar´, etc.
Especialmente com vista à expressão ³quantidade química´ em vez de ³quantidade de substância´.

0$("J"(  "PE!

!+1  ' 
Escrever fórmulas químicas indicando o seu significado.
- Indicar a fórmula química de algumas substâncias importantes cujas unidades estruturais são moléculas.
- Indicar a fórmula química de algumas substâncias importantes cujas unidades estruturais são iões.
- Reconhecer uma fórmula química, além de indicar a composição elemental, pode representar uma mole da
substância.

 / ()7  


O professor poderá referir as fórmulas de algumas moléculas orgânicas simples, já apresentadas no 9.º ano, agumas
com relevância biológica. As fórmulas deverão ser acompanhadas sempre que possível, dos respectivos modelos
moleculares e de amostras de substâncias.

2! H$FU E !J"FU 



!+1  ' 
Realizar cálculos sobre concentrações tendo em vista a preparação de soluções.
- Realizar cálculos sobre a composição de soluções expressa em massa por unidade de volume de solução e em mole
de soluto por dm3 de solução.
- Preparar soluções de uma dada concentração a partir dos respectivos componentes.
- Preparar soluções de uma dada concentração a partir de uma solução de concentração mais elevada.

 / ()7  


A conversão de densidade associada a percentagem em molaridade de uma solução deve ser feito, nesta altura,
apenas com recurso a tabelas; os primeiros cálculos são reservados para o 12.º ano.

4!PE!E "FU "($ FU !(|J H !(|J H



4*) ) +    L,/ L  
407 ) L  &    ,/ L  

!+1  ' 
Desenvolver uma leitura de equações químicas em termos macroscópicos.
- Reconhecer que uma equação química traduz a conservação do número de átomos de cada element o.
- Interpretar uma equação química em termos de quantidades (mole) de substâncias.
- Reconhecer que, embora haja reacções químicas completas (no sentido em que se esgota pelo menos um dos
reagentes) outras há que não o são.
- Revelar a noção de rendimento de uma reacção química, ilustrando com casos de interesse tecnológico.
- Realizar cálculos estequiométricos simples.
- Determinar experimentalmente uma fórmula química a partir de uma reacção, por exemplo um sal sintetizado por
reacção de duas substâncias elementares.

 / ()7  


A leitura de uma equação química em termos de mole revela a proporção molar em que a reacção se verifica, nada
garantindo sobre se a reacção é completa ou não. Aliás é a relação entre a proporção teórica e a o bservada
experimentalmente que leva o aluno a reconhecer que há reacções incompletas. O professor deverá aguardar para
mais tarde o esclarecimento das razões termodinâmicas ou cinéticas que levam a que uma dada reacção não seja
completa.
No que respeita aos cálculos estequiométricos previstos para esta unidade, devem ser deixados para mais tarde
(12.º ano) os relativos a impurezas e os que supõem o apuramento de qual é o reagente limitante.
O sal a que refere o 4.º objectivo geral poderá ser, por exemplo, iodeto de zinco ou sulforeto de ferro.
O estabelecimento de fórmulas de hidrocarbonetos (e outros compostos orgânicos) que poderia integrar -se no
penúltimo tema desta unidade, ficará para o 12.º ano (Unidade de Química Orgânica).

>P$#( H$ #!J"( H$ (E H $(FU JH

!+1  '
- Desenvolver uma primeira perspectiva de análise quantitativa em Química.
- Proceder a uma determinação quantitativa gravimétrica, por exemplo a determinação de um ião presente numa
solução através de uma reacção de precipitação.
- Proceder a uma determinação quântitativa por volumetria: titulação de uma base (ou de um ácido) em solução
através de uma reacção de ácido-base.

 / ()7 


Em relação à determinação gravimétrica prevista nesta unidade, sugere-se a determinação do ião sulfato e quanto à
determinação volumétrica, através de uma reacção de ácido -base, deve utilizar-se o sistema R)N!R. Enquanto
esta deve ser realizada com suficiente rigor, a secagem e pesagem na prim eira poderão ser realizadas uma só vez
sacrificando, em parte, o rigor à disponibilidade de tempo e de equipamento. Refira-se que não é ainda oportuna
nesta unidade discutir a escolha e actuação do indicador de ácido-base. No caso de turmas do curso secund ário para
a vida activa, o professor deverá proceder ao estabelecimento de todas as pontes possíveis com as disciplinas da
formação técnica, quer nesta quer nas restantes unidades.

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    9 

Programa de Ciências Físico-Químicas - 10.º ano

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0# J!EE E$ FU A;"JH $ 0"J


|$WHC
No ensino básico, o aluno já fez um estudo introdutório da velocidade das reacções químicas, designadamente
medindo a velocidade de reacção em exemplos simples identificando os factores que a controlam. Neste último caso
as previsões baseadas num modelo simplificado de colisões moleculares foram confirmadas experimentalmente.
Nesta unidade, retoma-se este mesmo tópico, agora de um ponto de vista experimental quantitativo, e procede -se a
uma iniciação à interpretação das reacções químicas a nível molecular, distinguindo estequiometria de mecanismo de
reacção. Insistir-se-á na revelação prática do controlo das velocidades das reacções químicas.

0# J!EE E $ FG!



!+1  ' 
Caracterizar velocidade de uma reacção química em termos quantitativos.
- Medir a velocidade de uma reacção em termos, por exemplo, do volume de um produto gas oso libertado em função
do tempo.
- Reconhecer que a velocidade de reacção acima referida é uma velocidade média.
- Revelar a noção de velocidade instantânea para uma reacção química.
- Referir que, em geral, a velocidade de uma reacção química se define e m termos da variação da concentração de
um reagente ou de um produto por unidade de tempo.

 / ()7  


Na caracterização quantitativa de velocidade de reacção, recorrer-se-á a um registo gráfico sem que, no entanto, se
defina velocidade instantânea. Apenas a noção será de considerar.

00  H!E! H$FG!E!$ P H  H"E!"HHH#!



!+1  ' 
Avaliar experimentalmente e de modo quantitativo o efeito da concentração de um reagente na velocidade de uma
reacção.
- Determinar, por via experimental e num exemplo simples, a velocidade inicial de uma reacção para duas
concentrações de um reagente.
- Estabelecer, a partir dos resultados experimentais obtidos, a expressão matemática que relaciona a velocidade de
reacção com a concentraçã o de um reagente
- Indicar em face de expressões como a referida acima, a ordem de uma reacção

 / ()7  


Notar-se-á que a investigação do efeito da concentração se faz utilizando apenas dois valores, por razões de tempo.
Deste modo, não haverá qualquer tratamento gráfico.
O professor terá presente que a expressão da velocidade de uma reacção em função das concentrações é designada
vulgarmente por lei de velocidade de reacção ou lei cinética.
O volume de hidrogénio produzido na reacção sugerida poderá igualmente ser medido por deslocamento de água
num tubo graduado invertido.

02$ FU "(# J(!J "J$6( (!E$ FU 



!+1  ' 
Utilizar as expressões da velocidade em função das concentrações dos reagentes na interpret ação das reacções
químicas a nível molecular.
- Verificar que as expressões referidas podem não estar relacionadas com a estequiometria da reacção.
- Reconhecer que, enquanto algumas reacções químicas se processam numa única etapa a nível molecular (reacções
elementares) outras há que se processam através de várias etapas.
- Relacionar a expressão da velocidade em função das concentrações com o mecanismo da reacção que se processa
através de apenas duas etapas, uma lenta e outra rápida.

04  H!EH (| $H"$



08HJKE!$ 6"(|!$H?E"H$J I!JP

!+1  ' 
- Interpretar qualitativamente a influência da temperatura e o papel dos catalizadores na velocidade das reacções,
reconhecendo a sua importância prática.

 / ()7  


O professor notará que a breve análise de influência da temperatura na velocidade das reacções não implica ainda o
recurso às noções de energia e barreira de activação. Este assunto será desenvolvido no 12.º ano.
Em relação à interpretação do papel dos catalizadores a nível molecular deverão ser incluídos exemplos que actuem
por adsorção e deverá ser feita referência à actuação das enzimas. O professor poderá ainda mencionar alguns
exemplos de interesse prático de envenenamento de catalizadores.
c

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    9 

Programa de Ciências Físico-Químicas - 10.º ano

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2$ FU !(|J H  "JI$!"(!A"JH $


4"J|$WHC
Na unidade 1, o aluno reconheceu a existência de reacções incompletas tendo estudado a velocidade das reacções na
unidade anterior, poderá agora dar conta que há reacções que se apresentam como incompletas por serem
demasiado lentas.
Mas esta unidade centra-se sobre reacções incompletas independentemente do tempo que levam a atingir o estado
de equilíbrio. Caracterizar-se-á qualitativamente o equilíbrio químico em sistemas homogéneos e heterogéneos (com
ilustração na solubilidade de sais) realçando-se o interesse industrial, biológico e geológico das alterações dos
estados de equilíbrio.
O tratamento quantitativo do equilíbrio químico em termos de constantes de equilíbrio fica para o 12.º ano.

2H$!$(FU  "(# $



20$ FU !(|J H H $|$ HFG!V J(!J "J$ "JI$!"(!

22(^JH|J! HE!E  "JI$! (H (R!(!P[ ! R H $!P[ !|$|!E 
J RH J $ "|JFU E"H$

!+1  ' 
Interpretar a ocorrência de transformações incompletas.
- Distinguir, a nível conceptual, reacções completas mas lentas, de reacções incompletas e rápidas.
- Reconhecer que há transformações (físicas ou químicas) inversas.
- Interpretar a ocorrência de reacções químicas incompletas em termos molecu lares: ocorrência simultânea das
reacções directa e inversa.
- Reconhecer a necessidade de uso da noção de sistema.
- Distinguir sistemas isolados, fechados e abertos.
- Distinguir sistemas homogéneos e heterogéneos.
- Caracterizar e interpretar as situações de equilíbrio para transformações em sistemas não abertos.
- Reconhecer que o equilíbrio químico é um equilíbrio dinâmico.
- Reconhecer que em situações de não equilíbrio as transformações directa e inversa têm ritmos diferentes.
- Reconhecer que em situações de não equilíbrio a composição do sistema varia no tempo até se atingir uma situação
de equilíbrio.

Caracterizar qualitativamente o equilíbrio químico em sistemas homogéneos.


- Reconhecer que a uma transformação em sistema fechado podem responder d iferentes situações de equilíbrio:
estados de equilíbrio.
- Justificar a alteração de um estado de equilíbrio por alteração da concentração de um dos componentes do sistema,
sem variação de temperatura.
- Estender a justificação anterior ao caso da alteraç ão simultânea das concentrações de todos os componentes de um
sistema (gasoso) variação do volume.

Avaliar o efeito da variação da temperatura no estado de equilíbrio.


- Reconhecer variações de temperatura no decurso de uma transformação química até se at ingir o estado de
equilíbrio, no caso da reacção directa ser exotérmica ou endotérmica.
- Reconhecer, que no caso da reacção directa ser endotérmica, sujeitando o sistema em equilíbrio a um aumento de
temperatura se conduz a um novo estado de equilíbrio por transformação de reagentes em produtos.
- Estender a análise anterior ao caso da reacção directa ser exotérmica.
Reconhecer o que há de comum nas alterações em estado de equilíbrio - Princípio de Le Chatelier ± na perspectiva
das suas aplicações práticas.

Caracterizar o equilíbrio de solubilidade em termos qualitativos.


- Reconhecer dissoluções completas e incompletas de sais em água, na perspectiva de uma classificação em sais
solúveis, pouco solúveis e insolúveis.
- Descobrir, por via experimental, algumas regularidade relativas a solubilidade de sais.

 / ()7  


No que respeita à alteração do estado de equilíbrio por variação da concentração de um dos componentes do
sistema, deverá omitir-se uma interpretação a nível molecular pois a equação não traduz necessariamente o
mecanismo da reacção.
Relativamente ao efeito da pressão nos estados de equilíbrio, recomenda-se apresentá-lo em termos de variação de
volume na sequência do efeito da concentração. O professor tornará presente que um aume nto de pressão de um
gás estranho ao sistema (que não reage com as espécies em presença), sem variação de volume, não altera o
estado de equilíbrio.
c
4"(!|$H"J$E  "JI$!$ FU E WE!I A>"JH $ 0"J
|$WHC

No ensino básico o aluno terá tido já uma introdução às reacções de ácido-base, no contexto das transformações
químicas em relação com o meio que nos rodeia. Em particular, reconheceu -se o comportamento ácido-base de
algumas substâncias em termos operacionais e procedeu-se a uma primeira caracterização de alguns fenómenos com
relevância biológica, geológica, industrial e ambiental em termos de comportamento ácido-base.
Nesta unidade, caracterizam-se ácidos e bases de iões H3 O+(aq) e faz-se um estudo qualitativo do equilíbrio de
ácido-base em sistemas simples.
O assunto será retomado e aprofundado no 12.º ano.

4!G!R _ALC !!(|!$H( H!WE!



40H$ $\E U R_ !(|!$H( H!WE!I 

!+1  ' 
Interpretar o comportamento ácido em termos de iões H +(aq).
- Reconhecer a existência de iões nas soluções aquosas de ácidos.
- Identificar como ácidos as espécies que, em solução aquosa actuam como fontes de iões H +(aq).
- Relacionar quantitativamente pH com concentração do ião H3 O+(aq).
- Confirmar experimentalmente que os ácidos não são todos iguais como fontes de H +.
- Concluir sobre a extensão da transformação em iões (ionização) dos ácidos referidos na alínea anterior,
destinguindo ionização completa de incompleta.
- Associar as expressões ³ácido forte´ e ³ácido fraco´ às situações anteriores.
 / ()7  
Considera-se comportamento ácido-base sempre uma solução aquosa. Daí a distinção entre cloreto de hidrogéneo,
um gás, e ácido clorídico (solução aquosa de cloreto de hidrogéneo). O professor deverá preparar cloreto de
hidrogéneo (ou amoníaco), dissolvê-lo em água e em 1,1,1-tricloroetano (preferível a benzeno ou tolueno por razões
de toxicidade) e testar a condutibilidade eléctrica das respectivas soluções.
Embora em rigor se devesse sempre referir solução aquosa de ácidos (ou bases) na linguagem química corrente
continuam a utilizar-se designações como ácidos clorídrico, ácido acético, ácido sulfúrico.

42!$FE WE! I 



!+1  ' 
- Caracterizar o equilíbrio ácido-base qualitativamente.
- Interpretar o comportamento ácido-base em termos de transferência de iões H +.
- Caracterizar pares conjugados ácido-base.
- Reconhecer que a base conjugada de um ácido forte é necessariamente uma ba se muito fraca.
- Dar conta que certas espécies podem funcionar como ácidos e também como bases.
- Relacionar a extensão de ionização da água com o valor 7 da escala pH (a 25ºC).
- Justificar que soluções ácidas tenham pH menor que 7 e soluções básicas pH maior que 7.
- Interpretar o comportamento ácido-base de substâncias normalmente não designadas por ácidos ou bases.
- Reconhecer que, embora haja ácidos que possam ceder mais que um ião H + , não basta haver átomos H na
molécula para que se verifique um comportamento ácido.
- Reconhecer que há espécies que, embora não tendo o hidrogéneo na sua constituição, em solução aquosa
produzem aumento da concentração de H 3 O+(aq).
- Interpretar a ocorrência de chuvas ácidas.
- Interpretar em casos simples o comportamen to ácido-base em solução de sais.
- Reconhecer que as substâncias normalmente consideradas como base fortes são hidróxidos solúveis.

 / ()7  


Deve-se preferir o uso do ião H 3 O+ (aq) a H+(aq) para tornar bem evidente a transferência de iões H+ de um ácido
para moléculas H2 O.
Note-se que a inclusão de H2 O nas equações químicas é indispensável no caso de bases fracas.
A relação quantitativa entre pH e a concentração do ião H 3 O+(aq) deve basear-se em potências de base 10, dado que
o aluno não terá ainda a noção de logarítmo. Nestas circunstâncias e para não se limitar aquela relação e os cálculos
de pH a potências de expoente inteiro, o professor deverá apresentar uma tabela do tipo 2 ‘ 10 0,3 ; 3 ‘ 10 0,5 ;
4 ‘ 10 0,6.
Não haverá, nesta fase, necessidade de introduzir a noção de pOH nem se definirão constantes de acidez e de
basicidade. Em conformidade, os cálculos de pH reservam-se a soluções de ácidos fortes ou de bases fortes.

44$ FU E  "H$JEE 



!+1  ' 
- Caracterizar as reacções de neutralização em exemplos simples.
- Interpretar as reacções de neutralização em termos de reacções entre iões da água.
- Justificar que a solução resultante de uma reacção de neutralização não tem necessariamente carácter neutro.

48WJ"J!E &R (!J"FU E WE!!"I 



!+1  ' 
- Efectuar cálculos de pH em exemplos simples: soluções de ácidos fortes ou bases fortes.
c

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 11.º ano

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!$F (!#( H!


Atendendo a que a maioria dos corpos que os físicos estudam, desde o átomo às galáxias, estão em constante
movimento, considerou-se imprescindível dar continuidade à formação básica do aluno sobre o estudo da Mecânica,
tanto mais que é esta o substracto fu ndamental ao entendimento da Física, na sua generalidade.
Inicia-se a unidade dando ênfase às interacções entre corpos e, a partir daí, estabelecem -se as leis de Newton do
movimento, com base na definição conceptual de força.
O estudo da natureza dos movimentos desenvolve-se atendendo às características das forças actuantes. Dá -se
especial relevância ao estudo do movimento circular uniforme e movimento harmónico simples pelas suas
implicações no estudo do movimento de rotação e do movimento ondulatório, res pectivamente.
Considerou-se particularmente importante estabelecer as condições de conservação do momento linear ampliando
assim o estudo das leis da conservação, já iniciado no 10.º ano pela lei da conservação de energia.

! H!H$!E"H$!
$) ' '  ,- :  ) 
0  &  ) ) 
2#) = #)   5 
4#  ') 

!+1  ' 
- Reconhecer que  e   são conceitos relativos
- Inferir que a descrição de um movimento depende do referencial escolhido
- Distinguir movimento de    de movimento de 
- Justificar, através de exemplos concretos, a importância do conceito de  , 
- Distinguir    (escalar) de     0  (escalar)
- Determinar o valor da velocidade instantânea de uma partícula material a partir do gráfico «posição-tempo»
- Caracterizar o     a partir do     

 / ()7  


- Visualização e discussão de filmes que evidenciem a relatividade do movimento (por ex: filmes )
- Análise de fotografias estroboscópicas de corpos animados simultaneamente de movimento de translação e de
movimento de rotação
- Determinação do valor da velocidade instantânea de um corpo, em movimento rectilíneo por extrapolação, a partir
do gráfico «velocidade média-intervalo de tempo» (  ' + 7 )

0H $FU  H$ !$|!


0( )  
00# ,- )  .   : , 
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0>J  ,-  ,-A2]) B '  C

!+1  ' 
- Definir momento linear de uma partícula material e de um sistema de partículas materiais e referir a respectiva
unidade SI
- Identificar   como       
- Descrever os quatro tipos fundamentais de interacções na Natureza e caracterizá-los atendendo à intensidade e
alcances respectivos (: ) ').
- Dar o significado físico do conceito de inércia e identificar a massa como medida da inércia de um corpo
- Enunciar a lei da inércia e explicitar o seu significado
- Interpretar situações correntes com base na lei da inércia
- Enunciar e aplicar a lei fundamental de Newton do movimento
- Indicar o significado físico da grandeza   
- Definir as unidades SI de    e   e estabelecer as dimensões destas grandezas

- Identificar como condição de equilíbrio de uma partícula material


- Analisar o conceito de referencial de inércia
- Enunciar o princípio da relatividade de Galileu (: ) ')
- Definir  de uma força constante e indicar a respectiva unidade SI
- Estabelecer as dimensões das grandezas    e  de uma força
- Expressar a lei da variação do momento linear e verificar a homogeneidade dimensional da expressão físico-
matemática que a traduz
- Analisar situações que ocorrem na vida quotidiana com base nas leis da variação do momento linear e do trabalho
energia
- Inferir a lei da acção e reacção a partir de experiências relativas a interacções entre corpos
- Referir os limites de aplicabilidade das lei de Newton do movimento
- Aplicar as leis de Newton do movimento na explicação e previsão do comportamento de corpos actuados por forças
exteriores
- Avaliar aspectos fundamentais da evolução histórica e das ideias acerca do conceito de movimento e da sua
explicação.

 / ()7  


- Investigação, experimental, de interacções entre corpos para evidenciar a importância do momento linear
- Palestra feita por um especialista convidado sobre «As interacções fundamentais na Natureza; empenho dos físicos
na procura de uma teoria unificadora»
- Realização de experiências simples que evidenciem que o conceito de inércia corresponde a uma propriedade básica
de todos os corpos materiais
- Investigação, individual ou em grupo, da evolução do conceito de inércia
- Verificação experimental da lei fundamental de Newton do movimento (  ' + 7 )
- Determinação do valor da aceleração instantânea de um corpo (partícula material) a partir do gráfico «velocidade -
tempo»
- Recolha de dados sobre os efeitos fisiológicos da aceleração
- Elaboração de um texto para o jornal da Escola ou para debate/discussão na turma, sobre «Segurança no tráfego:
atenção às leis da Dinâmica!»
- Interpretação de experiências de interacções entre corpos de modo a que os al unos possam inferir a lei da acção e
reacção (  ' + 7 C
- Representação e interpretação de diagramas de forças que actuam em cada um dos componentes de um sistema
de corpos que se interactuam (  ' + 7 )
- Elaboração de um artigo para o jornal da Escola sobre «A estruturação das ideias conducentes à Ciência Moderna»
focando:
- Elaboração de um artigo para o jornal da Escola sobre «A estruturação das ideias conducentes à Ciência Moderna»
focando:
· a genialidade dos trabalhos de Galileu e de Newton
· a contribuição portuguesa na «época das descobertas»
br>
2J E! $#FG!E!(!( H!J $

!+1  ' 
- Reconhecer que, durante uma interacção, se verifica conservação do momento linear e conservação de energia
- Enunciar a lei da conservação do momento linear
- Analisar, criticamente, situações em que se possa admitir conservação do momento linear

 / ()7  


- Verificação experimental da lei da conservação do momento linear (colisões elásticas e colisões inelásticas)
- Resolução de problemas de aplicação da lei da conservação do momento linear a interacções entre corpos, a uma
dimensão e a duas dimensões num caso simples (  ' + 7 )

4 H"E!E!(!#( H!E "(|$H"J(H $J



4('  &  )) ' 
- Movimento de uma partícula sem velocidade inicial, actuada por uma força constante
- Movimento em queda livre de um corpo; aceleração da gravidade

- Movimento de uma partícula com velocidade inicial , actuada por forças de re sultante constante, com a direcção

de ,
- Movimento ascensional de um grave

!+1  ' 
- Justificar a importância e universalidade da lei da conservação do momento linear
- Identificar o movimento de uma partícula livre com o movimento rectilíneo uniforme
- Atribuir o significado físico à área sob o gráfico «velocidade-tempo», num certo intervalo de tempo
- Definir a unidade SI de velocidade
- Identificar o movimento de uma partícula material, sem velocidade inicial, actuada por uma força constante com o
movimento rectilíneo uniformemente acelerado

- Deduzir, por via gráfica, a expressão da lei do movimento rectilíneo uniformemente acelerado ( )
- Enunciar as leis da velocidade e da aceleração do m.r.u.a. e escrever as respectivas expressões analíticas
- Inferir que a aceleração, , de uma partícula material, cuja velocidade só varia em módulo, tem a direcção da sua
velocidade, em cada instante.
- Caracterizar o movimento de queda livre de um corpo
- Avaliar a importância das ideias de Galileu sobre o movimento da queda de um corpo no desenvolvimento coerente
da ciência do movimento
- Relacionar o peso de um corpo com a sua massa
- Referir a equivalência entre   e  , de um corpo
- Identificar a existência da aceleração da gravidade com a presença do  , 

- Identificar o movimento de uma partícula com velocidade inicial, , actuada por uma força resultante constante,

com a direcção de , como um movimento rectilíneo uniformemente variado devido à composição de dois
movimentos simultâneos e independentes
- Estabelecer e aplicar as leis do movimento rectilíneo uniformemente variado, com velocidade inicial
- Caracterizar, a partir da análise de gráficos de posição, velocidade e aceleração versus tempo, os movimento s a
que se referem
- Caracterizar a força que actua num grave, a sua aceleração e velocidade no movimento ascensional (percursos
ascendente e descendente)
- Demonstrar que a energia mecânica de um grave lançado verticalmente, de baixo para cima, se mantém constante,
se o efeito da resistência do ar for desprezável ( : ) ')

 / ()7  


- Registo do movimento de um corpo que cai, sem velocidade inicial, ao longo de um plano inclinado; traçar e
interpretar os gráficos de posição, velocidade e aceleração versus tempo (  ' + 7 )
- Investigação dos factores que determinam o valor da aceleração do movimento de um corpo ao longo da linha de
maior declive de um plano inclinado
- Verificação da homogeneidade dimensional das relações físico-matemáticas que traduzem as leis do m.r.u.a.
(  ' + 7 )
- Resolução de problemas de aplicação das leis do m.r.u.a.
- Investigação experimental da natureza do movimento de queda de um corpo
- Determinação do valor da aceleração da gravidade, usando processos diferentes, comparando a precisão dos
valores obtidos (  ' + 7 )
- Observação da queda dos corpos num tubo de Newton para evidenciar a influência da resistência do ar no
movimento de queda
- Avaliação das ideias de Galileu sobre o movimento de queda de um corpo, através da leitura/análise do diálogo
entre os três oradores de Galileu sobre este problema (extracto de «As Duas Novas Ciências» ± Galileu)
- Resolução de problemas que envolvam a aplicação das leis do m.r.u.v., com velocidade inicial (  ' 
+ 7 )
- Dedução, por via cinemática e por via dinâmica da expressão que permite calcular o tempo de subida de um grave
(  ' + 7 )
- Dedução, por via cinemática e por via energética, da expressão que permite calcular a altura máxima atingida pelo
grave (  ' + 7 )

40('  &  ) ')  ). & : ,  
    ,-& &  ) Z') .    h      
- Aceleração centrípeta

!+1  ' 
- Inferir que é necessária a actuação de uma força (resultante de forças) com direcção diferente da velocidade inicial
da partícula material para que a trajectória desta seja curvilínea
- Justificar que uma força de intensidade constante e de direcção perpendicular à velocidade não altera o módulo
desta, mas apenas a sua direcção
- Usar correctamente os termos  , e  1  relativamente ao m.c.u.
- Definir as grandezas     ,     e relacionar os seus valores com os das
correspondentes grandezas lineares
- Caracterizar a aceleração, a, de uma partícula material que se move com movimento circular uniforme
- Aplicar a expressão que permite determinar o valor da força (resulta nte de forças) responsável pelo movimento
circular uniforme da partícula
- Analisar situações concretas de corpos (partículas materiais) em movimento circular uniforme, representando os
diagramas de forças que neles actuam
- Identificar as componentes tangencial e normal da aceleração, exprimindo o respectivo significado físico.

 / ()7  


- Resolução de problemas sobre o movimento circular e uniforme (  ' + 7 )
- Discussão e análise de situações que envolvam o movimento circular uniforme (mov. do pêndulo cónico, mov. no
«poço da morte»)
- Apresentação, em cartazes ou oralmente, da explicação do funcionamento de: uma «centrifugadora» de secar
roupa; uma «centrifugadora» usada no laboratório de Química da escola
- Recolha, análise e comunicação de informação sobre «Lançamento de satélites artificiais da Terra, em órbitas
circulares»

42('   )7 


- Osciladores, características de seu movimento
- Movimento oscilatório amortecido
- Movimento harmónico simples; suas leis
- Diferença de fase entre dois movimentos harmónicos simples
- Energia de um oscilador harmónico simples
- Oscilações forçadas; ressonância

!+1  ' 
- Dar o significado físico das designações:  2     1   
  e 
- Descrever um oscilador harmónico simples em função das características da resultante das forças que nele actuam
- Explicar o efeito do amortecimento no valor da amplitude do movimento de um oscilador harmónico real
- Definir o movimento harmónico simples em função das características da sua aceleração e indicar o interesse do
seu estudo
- Deduzir as leis do movimento, da velocidade e da aceleração no caso do M.H.S., usando um modelo geométrico que
relaciona este movimento com o movimento circular uniforme
- Dar o significado físico da diferença de fase de dois movimentos harmónicos simples
- Justificar que, na ausência de atrito, um oscilador harmónico simples constitui um sistema conservativo
- Exprimir a energia potencial e a energia cinética de um oscilador harmónico simples, em função de:
. o tempo
. a abcissa de posição
- Descrever e explicar em que condições se pode observar o fenómeno da  0  dando exemplos concretos

 / ()7  


- Inscrição gráfica do M.H.S. dos ramos de um diapasão mantido em vibração; determinação da sua frequência e
comparação com o valor nele inscrito (usar o osciloscópio e um microfone)
- Representação e interpretação de gráficos das funções x = x(t), v = v (t), a = a (t) e F = F ( t), no caso do
movimento harmónico simples (  ' + 7 )
a) Previsão das grandezas de que depende o período de oscilação de um pêndulo gravítico animado de movimento
harmónico simples e obtenção, através da análise dimensional, da dependência funcional entre o período e essas
grandezas (  ' + 7 )
b) verificação, experimental dessa dependência
- Determinação do valor da aceleração da gravidade local, utilizando um pêndulo gravítico simples; comparação da
precisão deste processo com a de outros processos utilizados anteriormente
- Traçado e interpretação de gráficos que mostrem como a energia potencial e a energia cinética de um oscilador
harmónico simples, pontual, varia:
. no decorrer do tempo
.com a abcissa de posição (  ' + 7 )
- Resolução de problemas que envolvam:
. as leis do M.H.S.; o período de um oscilador
. a energia de um oscilador (  ' + 7 )
- Observação do que acontece quando um sistema oscilante é obrigado a vibrar com uma frequência diferent e da sua
frequência própria
- Observação e explicação do que acontece quando dois pêndulos de igual massa são acoplados

*Facultativo.

do momento linear

 / ()7  


- Verificação experimental da lei da conservação do momento linear (colisões elásticas e colisões inelásticas)
- Resolução de problemas de aplicação da lei da conservação do momento linear a interacções entre corpos, a uma
dimensão e a duas dimensões num caso simples (  ' + 7 )

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- Movimento de uma partícula sem velocidade inicial, actuada por uma força constante
- Movimento em queda livre de um corpo; aceleração da gravidade

- Movimento de uma partícula com velocidade inicial , actuada por forças de resultante constante, com a direcção

de ,
- Movimento ascensional de um grave

!+1  ' 
- Justificar a importância e universalidade da lei da conservação do momento linear
- Identificar o movimento de uma partícula livre com o movimento rectilíneo uniforme
- Atribuir o significado físico à área sob o gráfico «velocidade-tempo», num certo intervalo de tempo
- Definir a unidade SI de velocidade
- Identificar o movimento de uma partícula material, sem velocidade inicial, actuada por uma força constante com o
movimento rectilíneo uniformemente acelerado

- Deduzir, por via gráfica, a expressão da lei do movimento rectilíneo uniformemente acelerado ( )
- Enunciar as leis da velocidade e da aceleração do m.r.u.a. e escrever as respecti vas expressões analíticas
- Inferir que a aceleração, , de uma partícula material, cuja velocidade só varia em módulo, tem a direcção da sua
velocidade, em cada instante.
- Caracterizar o movimento de queda livre de um corpo
- Avaliar a importância das ideias de Galileu sobre o movimento da queda de um corpo no desenvolvimento coerente
da ciência do movimento
- Relacionar o peso de um corpo com a sua massa
- Referir a equivalência entre   e  , de um corpo
- Identificar a existência da aceleração da gravidade com a presença do  , 

- Identificar o movimento de uma partícula com velocidade inicial, , actuada por uma força resultante constante,

com a direcção de , como um movimento rectilíneo uniformemente variado devido à composição de dois
movimentos simultâneos e independentes
- Estabelecer e aplicar as leis do movimento rectilíneo uniformemente variado, com velocidade inicial
- Caracterizar, a partir da análise de gráficos de posição, velocidade e aceleração versus tempo, os movimentos a
que se referem
- Caracterizar a força que actua num grave, a sua aceleração e
c

Área Professores > Programas > Programas Anteriores > Índice do Programa de Ciências Físico -Químicas - 11.º Ano

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 11.º ano

    Consulte o índice aqui

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Estudado o movimento das partículas, entendeu -se que faria sentido abordar o movimento por ondas, insistindo
fundamentalmente nos conceitos e não nos aspectos quantitativos. Para além de constituir um modelo de descrição
de muitas ocorrências do Universo, o estudo das ondas dá aos alunos preparação para compreender e/ou aplicar os
conceitos adquiridos em vários domínios científico-tecnológicos.
A partir dos conhecimentos adquiridos no Ensino Básico, inicia-se a unidade pelo estudo das ondas mecânicas e suas
propriedades, nomeadamente das ondas sonoras.
Em seguida, propõe-se o estudo da luz chamando a atenção para as propriedades desta que podem ser interpretadas
no domínio da óptica geométrica e da óptica ondulatória e das que só o são do ponto de vista ondulatório.
É também realçado, no desenvolvimento deste tema, que os fenómenos associados às ondas mecânicas dizem
respeito simultaneamente às ondas electromagnéticas, mas que o carácter ondulatório não explica, porém, o que se
observa quando da interacção da luz com a matéria. Será, então, oportuno observar o efeito fotoeléctrico e fazer um
estudo do que é estritamente necessário à aceitação da dualidade onda ± corpúsculo (fotão).

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- Identificar o movimento ondulatório com o movimento de propagação de um impulso ou de um grupo de impulsos
- Relacionar a frequência da onda com a frequência dos impulsos
- Reconhecer que as ondas que se progagam nos meios elásticos transportam  e     ,
sem transporte de matéria
- Avaliar a importância de um modelo de onda na compreensão do que se passa com o som, com a luz, com os raios
X, etc.
- Classificar as ondas relativamente à sua natureza
- Distinguir      de    , dando exemplos
- Identificar     como uma onda mecânica, longitudinal, resultante da propagação de variações de
densidade e de pressão de um fluído
- Dar o significado dos termos seguintes:  ,           e     
 
- Descrever uma onda progressiva como resultado da variação, em cada ponto e em cada instante, de uma
perturbação que se propaga com determinada velocidade
- Estabelecer a equação |=vT e dar o seu significado físico
- Indicar relativamente a ondas progressivas sinusoidais:
· o modo de as obter
· o interesse do seu estudo
- Identificar num gráfico da equação de propagação de uma onda progressiva sinusoidal num meio elástico,
homogéneo, unidimensional:
· a amplitude e o comprimento de onda
· partículas em  e em  
- Analisar a reflexão das ondas mecânicas e inferir a respectiva lei
- Analisar a refracção de uma onda mecânica e estabelecer a le i de Snell-Descartes
- Enunciar o princípio da sobreposição das ondas
- Descrever e interpretar diagramas de interferência de duas ondas sinusoidais de igual amplitude, provenientes de
osciladores ,    e  
- Expressar as condições de interferência:
. construtiva
. destrutiva
- Indicar como se obtêm as ondas estacionárias e comparar as suas propriedades com as das ondas progressivas
- Descrever e explicar a formação das ondas estacionárias obtidas em cordas vibrantes e / ou tubos com ar
- Estabelecer a expressão que permite determinar os valores das frequências as ondas estacionárias (    
  ) que se podem produzir numa corda vibrante (facultativo)
- Concluir que as frequências e os comprimentos de onda aparecem quantificados (fac ultativo)
- Descrever as condições em que se observa o fenómeno da  
- Descrever o  $
- Descrever e justificar o que se observa relativamente à altura do som percepcionado nas seguintes condições:
· Fonte de ondas móvel e observador em repouso
· Fonte de ondas em repouso e observador móvel

 /   '  


Utilização de uma tina de ondas e realização de experiências que permitam observar que:
. uma perturbação (impulso ou grupo de impulsos) origina um movimento ondulatório;
. a produção periódica de impulsos origina ondas progressivas e periódicas,
. a velocidade da onda é independente da frequência do gerador, mas depende do meio,
. em qualquer onda, a sua direcção de propagação é normal à frente de onda,
. uma maior amplitude de vibração do gerador produz cristas de ondas mais altas e cavas mais fundas;
. a frequência da onda não depende do meio e é igual à frequência do gerador;
. em todas as ondas progressivas há propagação de energia, sem transporte de matéria(   ' + 7 )
- Utilização de molas elásticas para originar e estudar movimentos ondulatórios, transversais e longitudinais
- Resolução de problemas que envolvam a aplicação da equação fundamental |=vT (  ' + 7 )
- Observação da reflexão das ondas em: meio limitado linear (corda com a extremidade reflectora fixa e livre); meio
limitado bidimensional (tina de ondas com obstáculos planos e curvos)
- Verificação das leis da refracção e da reflexão das ondas usando uma tina de ondas e/ou outro mat erial disponível
na Escola
- Observação com uma mola do resultado da sobreposição de dois impulsos simultâneos, progredindo em sentidos
contrários
- Realização de experiências sobre interferência, utilizando: molas em hélice; tina de ondas (  ' 
+ 7 )
- Observação de diagramas de interferência com a tina de ondas, variando: a distância entre os dois vibradores
síncronos; o comprimento de onda das ondas produzidas (  ' + 7 )
- Observação e interpretação da formação das ondas estaci onárias com o material disponível na Escola (  ' 
+ 7 )
- Investigação, usando um gerador de sinais e um vibrador (ou outro material), da relação entre a frequência da
onda obtida e a tensão a que a corda está sujeita
- Observação numa tina de ondas do efeito produzido por ondas rectilíneas que encontram no seu percurso: um
obstáculo de dimensões reduzidas; um anteparo com uma abertura (fenda) estreita
- Verificação de que os efeitos da difracção são tanto mais apreciáveis quanto menor for a ra zão (1/|) entre a largura
da fenda (ou do obstáculo) e o comprimento de onda da onda difractada
- Observação do efeito Doppler, usando a tina de ondas

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- Associar a designação  (radiação visível) a um reduzido conjunto de ondas electromagnéticas (radiações) de
diferentes frequências e comprimentos de onda, a destacar do espectro electromagnético
- Identificar as condições de aplicabilidade da óptica geométrica e da óptica ondulatória
- Enunciar as leis da reflexão e da refracção da luz
- Definir ,      de um meio óptico em relação a outro e índice de refracção absoluto
- Inferir que o valor do índice de refracção depende, para um dado par de meios, da frequência da radiação uti lizada
- Explicar em que consiste a   e definir 0  ,
- Identificar e aplicar a equação dos pontos conjugados das lentes esféricas delgadas
- Avaliar a importância do microscópio e do telescópio como instrumentos ópticos usados para a umentar os limites
de percepção do olho humano
- Interpretar a   de um feixe luminoso policromático
- Caracterizar os espectros de sólidos, líquidos e gases incandescentes
- Reconhecer a importância da análise espectral em vários domínios
- Descrever e interpretar a experiência da dupla fenda de Young e referir o seu importante contributo no
conhecimento da natureza da luz
- Referir efeitos que são explicados pela interferência das radiações luminosas
- Explicar por que razão os fenómenos da difracção limitam, para cada valor da amplificação, o     de
um instrumento óptico
- Descrever uma rede de difracção e indicar como pode ser usada para medir o comprimento de onda de luz
monocromática
- Interpretar a obtenção de espectros de difrac ção
- Dar exemplos da aplicação do efeito Doppler relativamente às ondas electromagnéticas
- Concluir que existem fenómenos ópticos que não dependem simplesmente do carácter ondulatório da luz, mas do
facto de a onda ser transversal
- Inferir que o carácter corpuscular só se evidencia quando da interacção da luz com a matéria
- Reconhecer a dualidade dos aspectos corpusculares e ondulatórios sempre presentes mas revelados em alternativa

 /   '  


- Elaboração de um quadro das radiações que compõem o espectro electromagnético, indicando a que efeitos se
ligam e sua utilização na vida prática
- Verificação experimental das leis da reflexão e da refracção da luz (  ' + 7 )
- Determinação do valor do índice de refracção de um meio em relação a outro, usando uma lâmina de faces
paralelas e um prisma óptico (  ' + 7 )
- Análise de informação sobre a aplicação da reflexão total em dispositivos que utilizem fibras ópticas
- Realização de experiências que permitam determinar, por dois processos, a distância focal de uma lente
convergente e comparação da precisão dos resultados obtidos (   ' + 7 )
- Dedução experimental da relação entre a potência de um sistema de lentes convergentes e as potências das lentes
associadas
- Planeamento e realização de uma experiência para determinação da distância focal de uma lente divergente
(  ' + 7 )
- Elaboração de um estudo teórico-prático do microscópio e do telescópio
- Análise da dispersão de um feixe luminoso policromático e observação dos espectros de um sólido e de um gás
incandescente
- Descrição e realização de uma experiência demonstrativa de interferência luminosa, usando raios laser
- Descrição qualitativa dos princípios da holografia óptica
- Observação de diagramas de difracção e realização de um trabalho (escrito) no qual:
a) se descreva uma rede de difracção
b) se deduza a expressão que relaciona, para uma dada rede, a direcção da onda difractada com o comprimento de
onda de luz utilizada
- Determinação do comprimento de onda da radiação emitida por um laser de hélio/néon (fonte monocromática)
- Observação de espectros de difracção
- Elaboração de um documento em que se evidencie a importância do efeito Doppler na teoria da expansão do
Universo
- Realização de experiências elementares relativas à polarização de uma onda
- Redacção de uma notícia histórica sobre as duas teorias da luz: corpuscular e ondulatória
- Realização de experiências para observação do efeito fotoeléctrico
- Realização, em grupo, de um trabalho sobre: teoria dos fotões de Einstein; fundamentação por De Broglie, de uma
nova mecânica ² a Mecânica Ondulatória
ios X, etc.
- Classificar as ondas relativamente à sua natureza
- Distinguir      de    , dando exemplos
- Identificar     como uma onda mecânica, longitudinal, resultante da propagação de variações de
densidade e de pressão de um fluído
- Dar o significado dos termos seguintes:  ,           e     
 
- Descrever uma onda progressiva como resultado da variação, em cada ponto e em cada instante, de uma
perturbação que se propaga com determinada velocidade
- Estabelecer a equação |=vT e dar o seu significado físico
- Indicar relativamente a ondas progressivas sinusoidais:
· o modo de as obter
· o interesse do seu estudo
- Identificar num gráfico da equação de propagação de uma onda progressiva sinusoidal num meio elástico,
homogéneo, unidimensional:
· a amplitude e o comprimento de onda
· partículas em  e em  
- Analisar a reflexão das ondas mecânicas e inferir a respectiva lei
- Analisar a refracção de uma onda mecânica e estabelecer a lei de Snell-Descartes
- Enunciar o princípio da sobreposição das ondas
- Descrever e interpretar diagramas de interferência de duas ondas sinusoidais de igual amplitude, provenientes de
osciladores ,    e  
- Expressar as condições de interferência:
. construtiva
. destrutiva
- Indicar como se obtêm as ondas estacionárias e comparar as suas propriedades com as das ondas progressivas
- Descrever e explicar a formação das ondas estacionárias obtidas em cordas vibrantes e / ou tubos com ar
- Estabelecer a expressão que permite determinar os valores das frequências as ondas estacionárias (   
  ) que se podem produzir numa corda vibrante (facultativo)
- Concluir que as frequências e os comprimentos de onda aparecem quantificados (facultativo)
- Descrever as condições em que se observa o fenómeno da  
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· Fonte de ondas móvel e observador em repouso
· Fonte de ondas em repouso e observador móvel

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Utilização de uma tina de ondas e realização de experiências que permitam observar que:
. uma perturbação (impulso ou grupo de impulsos) origina um movimento ondulatório;
. a produção periódica de impulsos origina ondas progressivas e periódicas,
. a velocidade da onda é independente da frequência do gerador, mas depende do meio,
. em qualquer onda, a sua direcção de propagação é normal à frente de onda,
. uma maior amplitude de vibração do gerador produz cristas de ondas mais altas e cavas mais fundas;
. a frequência da onda não depende do meio e é igual à frequência do gerador;
. em todas as ondas progressivas há propagação de energia, sem transporte de matéria(   ' + 7 )
- Utilização de molas elásticas para originar e estudar movimentos ondulatórios, transversais e longitudinais
- Resolução de problemas que envolvam a aplicação da equação fundamental |=vT (  ' + 7 )
- Observação da reflexão das ondas em: meio limitado linear (corda com a extremidade reflectora fixa e livre); meio
limitado bidimensional (tina de ondas com obstáculos planos e curvos)
- Verificação das leis da refracção e da reflexão das ondas usando uma tina de ondas e/ou outro material disponível
na Escola
- Observação com uma mola do resultado da sobreposição de dois impulsos simultâneos, progredindo em sentidos
contrários
- Realização de experiências sobre interferência, utilizando: molas em hélice; tina de ondas (  ' 
+ 7 )
- Observação de diagramas de interferência com a tina de ondas, variando: a distân cia entre os dois vibradores
síncronos; o comprimento de onda das ondas produzidas (  ' + 7 )
- Observação e interpretação da formação das ondas estacionárias com o material disponível na Escola (  ' 
+ 7 )
- Investigação, usando um gerador de sinais e um vibrador (ou outro material), da relação entre a frequência da
onda obtida e a tensão a que a corda está sujeita
- Observação numa tina de ondas do efeito produzido por ondas rectilíneas que encontram no seu percurso: um
obstáculo de dimensões reduzidas; um anteparo com uma abertura (fenda) estreita
- Verificação de que os efeitos da difracção são tanto mais apreciáveis quanto menor for a razão (1/ |) entre a largura
da fenda (ou do obstáculo) e o comprimento de onda da onda difrac tada
- Observação do efeito Doppler, usando a tina de ondas

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- Associar a designação  (radiação visível) a um reduzido conjunto de ondas electromagnéticas (radiações) de
diferentes frequências e comprimentos de onda, a destacar do espectro electromagnético
- Identificar as condições de aplicabilidade da óptica geométrica e da óptica ondulatória
- Enunciar as leis da reflexão e da refracção da luz
- Definir ,      de um meio óptico em relação a outro e índice de refracção absoluto
- Inferir que o valor do índice de refracção depende, para um dado par de meios, da frequência da radiação utilizada
- Explicar em que consiste a   e definir 0  ,
- Identificar e aplicar a equação dos pontos conjugados das lentes esféricas delgadas
- Avaliar a importância do microscópio e do telescópio como instrumentos ópticos usados para aumentar os limites
de percepção do olho humano
- Interpretar a   de um feixe luminoso policromático
- Caracterizar os espectros de sólidos, líquidos e gases incandescentes
- Reconhecer a importância da análise espectral em vários domínios
- Descrever e interpretar a experiência da dupla fenda de Young e referir o seu importante contribut o no
conhecimento da natureza da luz
- Referir efeitos que são explicados pela interferência das radiações luminosas
- Explicar por que razão os fenómenos da difracção limitam, para cada valor da amplificação, o     de
um instrumento óptico
- Descrever uma rede de difracção e indicar como pode ser usada para medir o comprimento de onda de luz
monocromática
- Interpretar a obtenção de espectros de difracção
- Dar exemplos da aplicação do efeito Doppler relativamente às ondas electromagnéticas
- Concluir que existem fenómenos ópticos que não dependem simplesmente do carácter ondulatório da luz, mas do
facto de a onda ser transversal
- Inferir que o carácter corpuscular só se evidencia quando da interacção da luz com a matéria
- Reconhecer a dualidade dos aspectos corpusculares e ondulatórios sempre presentes mas revelados em alternativa

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- Elaboração de um quadro das radiações que compõem o espectro electromagnético, indicando a que efeitos se
ligam e sua utilização na vida prática
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- Desenvolver uma primeira perspectiva da importância da luz nas relações com a estrutura da matéria.
- Considerar a cor uma manifestação da interacção da luz com a matéria.
- Reconhecer que há substâncias que em adequadas condições emitem luz.
- Reconhecer que a absorção e a emissão de luz por parte de uma substância dependem da respectiva estrutura.
- Relacionar, por via experimental, a cor de certas soluções com a absorção selectiva de luz.
- Identificar elementos pela cor da luz emitida em ensaios de chama ou por descarga eléctrica através de g ases.
- Recordar que a luz transporta energia e se propaga como onda.
- Reconhecer que duas fontes luminosas da mesma cor, mas com intensidades diferentes irradiam energias
diferentes.
- Reconhecer que duas fontes luminosas de cores diferentes, da mesma in tensidade irradiam energias diferentes.
- Concluir que, na absorção e emissão de luz por parte de uma substância, os seus átomos ou grupos de átomos
experimentam variações de energia.

 / ()7  


No ensino básico, o aluno terá feito uma introdução ao estudo dos átomos que deve ser retomado e integrado de
forma adequada nesta unidade.
Começa-se por realçar a importância da luz nas relações com a estrutura da matéria. Fundamenta -se
experimentalmente e estrutura electrónica dos átomos sob o ponto de vista da energia e estabelecem-se relações
com a Tabela Periódica. A introdução que se faz à caracterização da luz será relacionada com a feita na Física.

Prevêem-se duas aulas práticas para a observação e interpretação de espectros de emissão bem com o para estudos
de absorção selectiva de luz em relação com a cor de soluções e materiais.

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- Relacionar o espectro de emissão do hidrogénio com a energia que o respectivo electrão pode assumir no campo
eléctrico do núcleo.
- Contrastar espectros contínuos e descontínuos de fontes luminosas, na região do visível.
- Interpretar o espectro de emissão do hidrogénio em termos da quantização da energia do respectivo electrão.
- Reconhecer que os átomos H excitados também emitem radiações na região do ultravioleta e do infravermelho.
- Caracterizar energia de ionização do átomo H.

 / ()7  


Não se considera apropriado um desenvolvimento do modelo de Bohr para o átomo H nos moldes habituais. Apenas
haverá lugar à interpretação do espectro de emissão do átomo H em termos de níveis de energia electrónica.

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!+1  ' 
- Relacionar o efeito fotoeléctrico em átomos com as energias dos respectivos electrões.
- Caracterizar qualitativamente o efeito fotoeléctrico como técnica elucidativa das energias de ionização dos átomos.
- Relacionar as energias necessárias à remoção de um electrão nos átomos de número atómico de Z = 1 a Z = 12
com a energia dos electrões nos respectivos átomos.
- Estabelecer as distribuições electrónicas dos átomos até Z = 12 em termos do grau de ocupação de níveis
energéticos
- Relacionar a distribuição electrónica de alguns átomos com a dos respectivos iões.
- Interpretar qualitativamente a luz emitida por átomos polielectrónicos excitados em termos das transições
electrónicas.
 / ()7  
Note-se que as distribuições electrónicas referidas nos objectivos são apenas apresentadas em termos da ocupação
dos níveis de energia, obtidos através de espectroscopia fotoeléctrica, sem recorrer a orbitais.
O desenvolvimento em termos de orbitais será feito no 12.º ano de Química.

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!+1  ' 
- Interpretar duas importantes propriedades periódicas ² energia de ionização e raio atómico ² em termos de
distribuições electrónicas baseadas na ocupação de níveis energéticos.
- Relacionar a semelhança dos elementos do mesmo grupo da Tabela Periódica com a semelhança das respectivas
distribuições electrónicas, em termos do grau de ocupação dos níveis de maior energia.
- Correlacionar as distribuições electrónicas de iões positivos e negativos, até Z = 20, com as dos gases raros.
- Interpretar qualitativamente a facilidade com que os metais alcalinos surgem como iões positivos, face a uma
tabela de energias de ionização.
- Relacionar o tamanho dos átomos dos metais alcalinos com o dos respectivos iões em termos de distribuições
electrónicas na perspectiva do modelo da nuvem.
- Distinguir electrões de valência de electrões do cerne do átomo
- Reconhecer a energia de ionização como uma propriedade periódica, exemplificando com elementos até Z = 20.
- Identificar os raios atómicos dos elementos como uma propriedade per iódica, exemplificando com os elementos até
Z = 20.
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!+1  ' 
Caracterizar a ligação química em moléculas diatómicas:
- Relacionar o efeito fotoeléctrico em moléculas com a energia dos respectivos electrões.
- Comparar as energias de ionização de H, H2 e He tirando ilações sobre ligação química em H2.
- Relacionar o efeito ligante (ou não) do electrão numa molécula com a sua distribuição espacial.
- Reconhecer que são sobretudo os electrões de valência que intervêm nas ligações químicas.
- Caracterizar a intensidade da ligação numa molécula diatómica em termos de energia de ligação.
- Reconhecer que um maior número de electrões numa molécula diatómica não significa necessariamente
uma ligação mais forte, com referência às energias de ligação em N 2 , O2 e F2.
- Relacionar a ocorrência de um balanço ligante dos electrões nas moléculas N2, O2 e F 2 com os conceitos de
ligações simples e múltiplas, referindo a ordem de ligação simbolizada em fórmulas de estrutura.
- Contrastar as várias representações simbólicas das moléculas diatómicas: fórmulas de estrutura, modelos
moleculares de vários tipos, nuvens electrónicas e curvas de isoprobailidade electrónicas.
- Caracterizar ligação covalante polar em moléculas diatómicas (HF e HCl) com a introdução do conceito de
electronegativadade.
- Representar a fórmula de estrutura de HF e HCl com base na verificação de que as ligações em que
intervêm átomos H são ligações simples.
Caracterizar as ligações químicas em moléculas poliatómicas:
- Estender o conceito de ligação química entre dois átomos ao caso de moléculas poliatómicas.
- Estender o conceito de energia de ligação a moléculas poliatómicas.
- Indicar as fórmulas de estrutura de CH 4 , NH3, H2O, H3 O+ e NH4, a partir das respectivas geometrias e
admitindo que as ligações em que intervêm átomos H são ligações simples.
- Interpretar a polaridade das moléculas NH3 e H2 O.
- Desenvolver a noção de ligação de hidrogénio em relação com os estados físicos de água.
- Interpretar as diferenças nas estruturas do etano, etileno e acetileno em termos dos comprimentos e
energias da ligação carbono-carbono.
- Inferir a fórmula de estrutura do benzeno a partir do comprimento e energia das ligações carbono-carbono.

 / ()7  


A nível do ensino básico, houve uma introdução ao estudo das moléculas que já permitiu uma primeira
caracterização da ligação química e geometria molecular.
Neste unidade, prossegue-se na caracterização, agora em termos de energia, da ligação química em
moléculas diatómicas e poliatómicas típicas. Além disso, faz-se uso de várias representações simbólicas da
estrutura de moléculas. Recorde-se a noção de ligação de hidrogénio.
À semelhança do tratamento da unidade anterior, não haverá referência a orbitais moleculares, assunto que
será desenvolvido no 12.º ano. No entanto considera-se apropriado o recurso a nuvens electrónicas e curvas
de isoprobalidade em casos simples.
No que respeita à estrutura do benzeno, o professor começará por apresentar, como dados experimentais, a
geometria hexagonal regular do anel, o comprimento das ligações carbono-carbono (entre os das ligações
simples e dupla) e a energia de ligação carbono-carbono (entre as das ligações simples e duplas).
Com base nisto, infere-se que, em rigor, é necessário usar duas fórmulas de estrutura clássicas para
representar correctamente a estrutura do benzeno.

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Programa de Ciências Físico-Químicas - 11.º ano

    Consulte o índice aqui

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Caracterizar a estrutura de hidrocarbonetos:
- Dar conta de um grande número de compostos orgânicos e sua importância.
- Distinguir, por via experimental, hidrocarbonetos saturados e insaturados.
- Escrever as fórmulas estruturais a partir dos nomes (recomendados e triviais), e os nomes dados às fórm ulas de
alcanos, alcenos e alcinos com o máximo de 8 átomos de carbono.
- Caracterizar, com o auxílio de modelos moleculares, o isomerismo em hidrocarbonetos: de cadeia, posição da
ligação múltipla e cistrans, em exemplos simples.
- Reconhecer a ocorrência de hidrocarbonetos cíclicos.
- Interpretar as temperaturas de mudanças de estado de hidrocarbonetos em termos de ligações intermoleculares.

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Utilizar a noção de grupo funcional na caracterização estruturas de compostos orgânicos:
- Obter um álcool por destilação.
- Indicar o nome e a fórmula estrutural de álcoois, éteres, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos e aminas, em
exemplos simples.
- Caracterizar isomerismo de posição em alcoóis.
- Caracterizar isomerismo funcional (casos de álcoois e éteres, aldeídos, e cetonas).
- Construir modelos moleculares para alguns compostos referidos nos objectivos anteriores.
- Reconhecer regularidades nas fórmulas de estrutura de compostos orgânicos.

Caracterizar algumas reacções de compostos orgânicos em relação com a sua estrutura:


- Identificar reacções de adição.
- Identificar a reacção de esterificação da ligação peptídica como reacções de condensação entre duas moléculas com
eliminação de água.
- Preparar um éster.

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Na unidade anterior, caracterizam-se as ligações químicas em hidrocarbonetos em relação com as respectivas
representações estruturais. Nesta unidade, inicia-se o aluno na nomenclatura de compostos orgânicos em exemplos
simples, em relações com o conceito de grupo funcional e vários tipos de isomerismo.
Anote-se que o isomerismo óptico será tratado no 12.º ano.
Estudam-se algumas reacções em relação com a estrutura de reagentes e produtos. Faz -se um breve estudo de
polímeros, nomeadamente os de interesse biológico. Faz-se também uma breve referência a ligações
intermoleculares.

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Caracterizar estruturalmente alguns polímeros e biomoléculas:
- Indicar a estrutura de alguns polímeros artificiais em relação com a respectiva reacção de síntese.
- Sintetizar um polímero.
- Reconhecer as proteínas como polímeros naturais de aminoácidos.
- Reconhecer a importância das ligações de hidrogénio em biomoléculas.
- Testar a presença de proteínas num produto alimentar.
- Indicar grupos funcionais em hidratos de carbono.
- Distinguir monossacarídeos de dissacarídeos em termos estruturais e através de testes de identificação.
- Reconhecer os polissacarídeos como polímeros naturais com relevo para a celulose e amido.
- Caracterizar algumas reacções de fermentação de interesse industrial.
- Reconhecer as gorduras e os óleos como ésteres de ácidos gordos e glicerol.
- Preparar um sabão por hidrólise de uma gordura em meio alcalino.

Adquirir uma perspectiva global sobre as implicações dos compostos orgânicos nos domínios biológico, alimentar,
industrial, da saúde, do ambiente.
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- Interpretar a ocorrência de reacções exotérmicas ou endotérmicas em termos da estrutura dos reagentes e produtos.
- Medir as conversões de energia traduzidas em variações de temperatura, em fenómenos de dissolução e em reacções
químicas.
- Interpretar o facto de a reacção

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ser endotérmica e a inversa ser exotérmica, em termos da ruptura e formação de uma ligação.
- Identificar calores de reacção com o balanço das energias das ligações químicas que se formam e se rompem.
- Reconhecer que o procedimento anterior nada tem a ver necessariamente com o mecanismo da reacção.
- Interpretar o papel de hidrocarbonetos como combustíveis, em termos de energ ia de ligação.
- Interpretar o papel de biomoléculas como fontes de energia em processos vitais.

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A nível básico, iniciou-se o estudo das trocas e transformações de energia em reacções químicas. Este tema da energia
transferida nos fenómenos térmicos foi, entretanto, retomado pela Física, sendo alcançado o princípio da conservação
da energia. Entretanto, já anteriormente, foi referida a obtenção de energia eléctrica a partir de reacções químicas.
Neste unidade, determinam-se calores de reacção (mas ainda sem conversão em valores molares) e racionalizam -se
qualitativamente em termos de energias de ligação em casos simples. De seguida, retoma -se o estudo das reacções de
oxidação-redução em relação com a energia eléctrica. Utiliza-se esta oportunidade para aprofundar o estudo deste tipo
de reacções na perspectiva da sua caracterização e aplicação.
No que respeita ao papel de hidrocarbonetos e biomoléculas como fontes de energia, recomenda -se especial cuidado
em expressões como ³energia armazenada nas ligações químicas´.

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- Caracterizar reacções de oxidação-redução em relação com a energia eléctrica.
- Usar o conceito de número de oxidação na identificação de reacções redox.
- Escrever e acertar equações de oxidação-redução introduzindo o conceito de semi-reacção.
- Realizar e interpretar algumas reacções de oxidação-redução.
- Conceber pilhas para obtenção de corrente eléctrica a partir de reacções redox.
- Identificar as reacções que têm lugar em cada eléctrodo de uma pilha, indicando os respectivos sinais.
- Explicar a actuação da ponte salina.
- Interpretar o funcionamento das pilhas ³secas´ e das baterias de chumbo, dadas as equações das reacções
correspondentes.
- Indicar algumas aplicações práticas da electrólise: breve referência à obtenção de alumínio, cloro, hidrogénio e
hidróxido de sódio e à purificação e electrodeposição de metais.

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No domínio das reacções de oxidação-redução, não há lugar à referência a potenciais. Recomenda-se o uso dos termos
³cátodo´ e ³ânodo´ no contexto da electrólise, preferindo-se ³polo´, eléctrodo, ou ³terminal´ para pilhas.

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- Adquirir uma primeira perspectiva de interpretação das diferentes extensões das reacções químicas.
- Distinguir entre reacções provocadas e espontâneas.
- Reconhecer a necessidade de uma justificação geral para as diferentes extensões das reacções químicas, em idênticas
condições.
- Formular algumas hipóteses para racionalização da extensão das reacções químicas
- Avaliar criticamente as hipóteses formuladas.
- Reconhecer o factor comum nas expansões de gases e nas mudanças de estado, em termos dos movimentos das
unidades estruturais.
- Estender a análise anterior a reacção químicas.
- Traduzir as considerações anteriores em termos de um critério de aumento de ³balbúrdia corpuscular´ em qualquer
transformação: aumento global de entropia.

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Inclui-se também nesta unidade uma primeira interpretação das diferentes extensões das reacções. Dá -se conta que a
racionalização não se encontra num critério de estabilidade, baseado na energia, mas num critério que, nesta primeira
fase, se apresenta em t ermos coloquais de ³balbúrdia corpuscular´.
O professor deve assegurar-se que o uso de expressões como ³balbúrdia corpuscular´, ³caos molecular´, ³desordem
molecular´ supõe duas vertentes: diversidade e liberdade de movimentos, incluindo nesta, não só um e feito de volume
mas também um efeito aliado à temperatura.
Deve também acentuar-se que o aumento de entropia que acompanha qualquer transformação respeita ao conjunto
³sistema + exterior´. Durante toda esta Unidade, estabelecer -se-ão pontes com o programa de Física.
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