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1. 2. 3. 31 de Janeiro de 2011 Formadora: Teresa França
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31 de Janeiro de 2011
Formadora: Teresa França
A criança é encarada como construtora de linguagem e de conhecimento, como geradora de hipóteses
A criança é encarada como
construtora de linguagem e
de conhecimento, como
geradora de hipóteses e
É fundamental a importância
das interacções protagonizadas
pelas crianças durante a
primeira infância no
empenhada na resolução de
desenvolvimento da literacia.
problemas, em vez de
receptora passiva de
informação
1. Contextos / Situações Quando a criança vive num meio rico em material impresso, ela
1. Contextos / Situações
Quando a criança vive num meio rico em material impresso, ela
interage com este material, organizando-o e analisando os seus
significados.
2. Discurso sobre o impresso
O comentário acerca de uma notícia acabada de ler no
jornal, a consulta de uma revista para ver a programação
da televisão , a leitura de uma receita de culinária , para já
não falar na leitura de histórias por parte dos adultos, são
actividades que poderão ter um papel de relevo na
consciencialização acerca do impresso.
3. Descoberta das funções e formas de escrita 4. Reflexão sobre a linguagem escrita A
3. Descoberta das funções e formas de escrita
4. Reflexão sobre a linguagem escrita
A investigação efectuada permite-nos afirmar que a aprendizagem
da leitura numa língua de escrita alfabética e a consciência
segmental se desenvolvem por influência recíproca.
i) O desenvolvimento da competência literácita começa bem antes
da instrução formal;
ii) Ouvir, falar, ler e escrever desenvolvem-se de uma forma
concorrente e inter-relacionada, mais do que duma forma
sequencial;
iii) A competência literácita desenvolve-se no quotidiano, para dar
resposta a questões do dia-a-dia, e a criança aprende sobre a
leitura e a escrita como aprende sobre o mundo que a rodeia;
iv) as crianças desenvolvem um trabalho cognitivo crítico no desenvolvimento desta competência desde o nascimento
iv) as crianças desenvolvem um trabalho cognitivo crítico no
desenvolvimento desta competência desde o nascimento até aos 6
anos de idade, precisamente através das actividades da vida real e
para interagir com o real;
v) interagindo socialmente com adultos em situações de leitura e de
escrita, as crianças aprendem a língua escrita;
vi) Se bem que a construção da literacia possa ser descrita em
termos de estádios, as crianças podem atravessar estes estádios de
várias maneiras e em diferentes idades.
1. Como podemos abordar a leitura se a criança ainda não compreendeu que tipo de
1. Como
podemos abordar a leitura
se
a
criança ainda não
compreendeu que tipo de objecto é o livro, e que o texto
transcreve a linguagem?
2. Como podemos ter o desejo de ler se não sabemos o que é?
3. A leitura de histórias para as crianças desempenha importante
funções aos níveis:
nível cognitivo - contribui para abrir janelas sobre conhecimentos
que a conversa do dia a dia não consegue comunicar; estabelecer
associações claras entre a experiência dos outros e a sua; que quem
ouve aprenda, quer pela estrutura da história, quer pelas questões e
comentários que ela sugere, a interpretar melhor os factos e os
actos, a organizar melhor e a melhor reter a informação.
nível linguístico - a leitura de histórias para as crianças permite clarificar um conjunto muito
nível linguístico - a leitura de histórias para as crianças permite
clarificar um conjunto muito variado de relações entre a linguagem
escrita e a linguagem falada, tais como: o sentido da leitura; as
fronteiras entre as palavras; a relação entre o comprimento das
palavras faladas e das palavras escritas; a recorrência das letras e
dos sons; as correspondências letra/som; as marcas de pontuação.
nível afectivo – a leitura de histórias em voz alta para a criança permite-lhe descobrir
nível afectivo – a leitura de histórias em voz alta para a criança
permite-lhe descobrir o universo da leitura pela voz, plena de
entoação e de significado, mediada através das pessoas em quem
confia, de quem gosta e com quem se identifica.
Um melhor acesso à leitura será facilitado com:
1.
o
desenvolvimento
da
linguagem
oral,
tanto
a
nível
da
expressão como da compreensão;
2. a aquisição de uma consciência da relação entre a linguagem
oral e a linguagem escrita;
3.
o
desenvolvimento
de
competências
de
análise
sobre
as
unidades da fala, ou seja, as palavras, sílabas e sons;
“ ( capacidade para analisar e manipular segmentos sonoros de tamanhos diferenciados, como sílabas, )
“ ( capacidade para analisar e manipular segmentos
sonoros de tamanhos diferenciados, como sílabas,
)
unidades intrassilábicas e fonemas (
)”
(Sim-Sim, 2008)
“A consciência de que as palavras contêm sílabas e
fonemas é a base da passagem das actividades
linguísticas de carácter primário, falar e ouvir falar, para
actividades secundárias, como é o caso da leitura e da
escrita.”
(Sim-Sim, 1998)
1. tarefas de contagem, classificação, segmentação,
reconstrução (ou síntese) e de manipulação;
2. trabalho efectuado a nível da oralidade (para graus
avançados, poderá estar apoiada, ou não, em tarefas
de leitura e escrita)
 O conhecimento da Língua : desenvolver a Consciência Fonológica Maria João Freitas & Dina
 O conhecimento da Língua : desenvolver a Consciência Fonológica
Maria João Freitas & Dina Alves & Teresa Costa
 Linguagem e Comunicação no Jardim de Infância
Inês Sim-Sim & Clarisse Nunes & Ana Cristina Silva
 Sequências de Consciência Fonológica
Artur Carvalho
 Procurar nos Documentos Oficiais referências ao ensino e aprendizagem da Consciência Fonológica: o Orientações
 Procurar nos Documentos Oficiais referências ao
ensino e aprendizagem
da Consciência Fonológica:
o Orientações Curriculares Para o Jardim - de – Infância
o
NPPEB
o
Metas de Aprendizagem