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20 LA SEMAINE DU CLERGÉ.

s e r t i o n d é p o u r v u e de raison, c'est u n n o n - s e n s . Nos m a s s e à la voix d ' u n pontife d é s a r m é , en v u e d'af-


a c c u s a t e u r s placent le principe de l e u r m o r a l i t é d a n s franchir uji t o m b e a u : Quelle gloire p o u r le c h r i s -
0
l ' h u m a n i t é . Or, a s s u r é m e n t la divinité est q u e l q u e t i a n i s m e ! P o u r ce motif, le gallicanisme d u x v i i
e e
chose de plus élevé, de p l u s spirituel et de plus di- siècle, l'impiété du x v m et le r a t i o n a l i s m e du x i x
v i n que l ' h u m a n i t é . S'il y a donc de ce chef u n e se sont a c h a r n é s à récriminer c o n t r ô l e s croisades.
accusation à formuler, ce n ' e s t pas contre le C h r i s - Les croisades, dit-on, n ' é t a i e n t q u e des e m p o r t e -
t i a n i s m e qu'elle doit être d i r i g é e . m e n t s du fanatisme, le m é p r i s flagrant des droits
Mais, d i t - o n , l ' h o m m e , le c h r é t i e n fait le bien de l'islam, des barbaries sans o m b r e de p r é t e x t e et
d a n s cette vie p o u r en ê t r e r é c o m p e n s é d a n s l ' a u t r e . sans r e t o u r d'utilité. Illégitimes dans l e u r p r i n c i p e ,
O r c'est là, sinon du m a t é r i a l i s m e , a u m o i n s du stériles d a n s leurs r é s u l t a t s , telles a u r a i e n t été les
s e n s u a l i s m e , ou t o u t au m o i n s de l'individualisme. croisades. « L ' h o m m e o u t r a g e , dit lord B y r o n , et le
Que l ' h o m m e s'aime l u i - m ê m e , d ' u n a m o u r subor- t e m p s v e n g e . » A p r è s deux siècles d ' i n j u r e s , le p r o -
d o n n é à celui qu'il porte à l ' E t r e divin, c o m m e le grès des études historiques a m è n e le j o u r , n o n pas
c h r é t i e n doit le faire, il n ' y a là ni m a t é r i a l i s m e n i de la v e n g e a n c e , mais de la justice. N o u s a v o n s à
s e n s u a l i s m e . Le c h r é t i e n croit f e r m e m e n t à la spi- faire participer les croisades à ce bienfait, en m o n -
r i t u a l i t é de la principale p a r t i e de son ê t r e ; et il t r a n t la parfaite légitimité de ces e x p é d i t i o n s , et
s'aime d'un a m o u r conforme à cette croyance. S'il l ' i m m e n s i t é providentielle de l e u r s r é s u l t a t s .
a i m e aussi son corps, c'est qu'il fait partie de l u i - Mais d'abord, disons ce q u ' o n e n t e n d p a r croi-
m ê m e ; et cet a m o u r , r é g l é c o m m e il l'est p a r le sades.
C h r i s t i a n i s m e , est on n e p e u t p l u s r a i s o n n a b l e , D a n s son idée p r e m i è r e , la croisade n ' e s t a u t r e
m i s q u ' i l est conforme à la n a t u r e des choses. Si q u e le m y s t è r e de la croix, m é d i t é et r é a l i s é , m i s
Î 'on veut appeler du n o m d'individualisme l ' a m o u r e n pensée et e n action, dans t o u t e son é t e n d u e , n o n
q u e l ' h o m m e a p o u r l u i - m ê m e , c'est u n i n d i v i d u a - p a r u n individu s e u l e m e n t ni p a r u n e n a t i o n s e u l e ,
l i s m e très-raisonnable. J e v o u d r a i s b i e n savoir si m a i s p a r la chrétienté e n t i è r e , m a i s p a r t o u t l e
M. L i t t r é et M. R e n a n n e s ' a i m e n t pas u n p e u e u x - corps m y s t i q u e de J é s u s crucifié et ressuscité. « Il
m ê m e s . On dit, il est v r a i , qu'ils n e sont pas fort fallait, dit Notre-Seigneur, q u e le Christ souffrît et
a i m a b l e s ; mais ils p e u v e n t s'aimer au m o i n s c o m m e e n t r â t ainsi dans la gloire. » Ce qui était n é c e s s a i r e
faisant partie du g r a n d t o u t , et c o m m e deux m o l é - p o u r J é s u s - C h r i s t , l'est p l u s encore p o u r l ' h u m a -
c u l e s illustres du d i e u - h u n \ a n i t é . n i t é r é g é n é r é e . Dans c h a q u e h o m m e s ' a g i t e n t les
Qui ne sait, du reste, q u e l'individualisme, dans le instincts contraires du vieil et du n o u v e l A d a m .
m a u v a i s sens du m o t , est proscrit p a r le Christia- Dans le m o n d e s'élèvent les deux cités bâties p a r
n i s m e , qui est p a r excellence la religion de la c h a - deux a m o u r s . L a terre est u n c h a m p de b a t a i l l e où
rité? Qui oserait lui d o n n e r des leçons sur cette m a - s'accomplit la l u t t e des deux h o m m e s et des d e u x
t i è r e ? Qui est-ce qui a i n t r o d u i t d a n s le m o n d e l'a- cités. L ' E g l i s e , i n c a r n a t i o n p e r m a n e n t e de J é s u s -
m o u r de ses semblables, le d é v o u e m e n t à ses frères? Christ, est toujours a t t a q u é e , toujours d a n s la n é -
Q u i est-ce qui a enfanté ces i n n o m b r a b l e s sociétés, cessité de se défendre, et, p a r la force de son p r i n -
religieuses et charitables, qui se consacrent au sou- cipe vital, toujours victorieuse dans ses sacrifices.
l a g e m e n t des m a l h e u r e u x , et t r a v a i l l e n t à combattre E n p a r t a n t de cette idée g é n é r a l e , on e n t e n d p a r
l e m a l physique et m o r a l sous t o u t e s ses formes? croisade u n e expédition militaire où les soldats o n t
Q u i est-ce qui a couvert l ' E u r o p e d'institutions et p o u r d r a p e a u la croix, et p o u r b u t direct le b i e n
d'établissements de bienfaisance et de charité p o u r de la r e l i g i o n ; — et, plus p a r t i c u l i è r e m e n t , ces
l e s o u l a g e m e n t de t o u t e s les misères h u m a i n e s ? expéditions militaires entreprises p a r les p r i n c e s
Q u a n d M. L i t t r é , avec son altruisme grotesque, a u r a c h r é t i e n s a u m o y e n â g e , p o u r p u n i r et r é p a r e r la
p r o d u i t quelque chose de semblable, peut-être a u r a - profanation des Saints Lieux, et a s s u r e r , p a r la con-
t-il m o i n s mauvaise grâce à d o n n e r des leçons à u n e q u ê t e de la P a l e s t i n e , le libre accès de la T e r r e
r e l i g i o n qui est depuis d i x - h u i t siècles la bienfai- sainte.
t r i c e de l ' h u m a n i t é . L e s croisades, prises dans ce d e r n i e r s e n s , n e sont
(A suivre.) p a s , c o m m e on l'a dit, u n épisode i n t é r e s s a n t du
L'abbé DESORGES. m o y e n â g e ; elles en sont, p o u r ainsi d i r e , le foyer,
le p o i n t c e n t r a l d'où é m a n e n t t o u s les r a y o n s de la
force vitale et de l'action civilisatrice.
LÉGITIMITÉ ET RÉSULTATS DES CROISADES. I. Les croisades étaient-elles l é g i t i m e s , et p e u t - o n
les justifier a u x y e u x de la raison, de la p o l i t i q u e et
A p r è s les g u e r r e s du sacerdoce et de l ' e m p i r e , le de l'Eglise?
p l u s g r a n d é v é n e m e n t du m o y e n â g e est, sans con- L e principe d u droit, pour l'Eglise, est d a n s la
t r e d i t , celui des croisades. divinité de son origine et la mission de son é t a b l i s -
11 n'est pas de fait historique qui manifeste aussi s e m e n t . « T o u t e puissance m ' a été d o n n é e a u ciel et
p é r e m p t o i r e m e n t la p u i s s a n c e de l'esprit c h r é t i e n , s u r la t e r r e , dit Jésus-Christ; allez, e n s e i g n e z t o u t e s
l e r è g n e de l'Eglise a u m o y e n â g e et la s u p r é m a t i e les n a t i o n s . » D'après cette p a r o l e , l'Eglise a, n o n -
de la p a p a u t é , que des p e u p l e s q u i se lèvent e n s e u l e m e n t le droit, mais le devoir d ' e n v o y e r p a r t o u t
LA SEMAINE DU CLERGÉ.

des apôtres ; et elle j o u i t , p o u r les p r o t é g e r , les se- n a g e s ; u n e blessure suffit p o u r recevoir de Dieu le
courir, et au besoin les v e n g e r , de la puissance du sceau du m a r t y r e , Les m a r t y r s au ciel aspirent à
S a u v e u r . Si se9 apôtres sont reçus, u n e église s'éta- r e t o u r n e r sur la t e r r e p o u r y périr encore dix fois
blit p a r m i les peuples p r é c é d e m m e n t assis à l ' o m b r e s u r le c h e m i n de Dieu, i n s t r u i t s qu'ils sont des ré^
de la m o r t . Si ses apôtres sont repoussés, l'Eglise a compenses attachées à u n e telle m o r t , >> P a r de s e m -
droit, n o n pas d'imposer la foi par la force, mais de blables i m a g e s , et p a r le fanatisme de ses prédica-
faire respecter p a r la force ses m i s s i o n n a i r e s . Si ses tions, le n o v a t e u r avait e m b r a s é seg fidèles d ' u n e
apôtres sont é g o r g é s , l'Eglise a droit de d e m a n d e r a r d e u r g u e r r i è r e qui devait é b r a n l e r to.ua les em^
la rançon de l e u r s a n g . pires.
Un a u t r e principe de droit, p o u r l ' E g l i s e , ou plu- 11 suit de là q u e la déclaration de g u e r r e est e n
tôt l'application du droit p r é c é d e m m e n t constaté, p e r m a n e n c e d a n s le m a h o m é t i s m e , contre t o u s les
ce sont les superstitions a b s u r d e s et funestes q u i n o n - m u s u l m a n s ; il suit de là aussi que tous les n o n -
séduisent d e m a l h e u r e u x p e u p l e s . L'Eglise est e n - m u s u l m a n s sont r e c o n n u s p a r les croyants en droit
voyée p o u r sauver les p é c h e u r s , et p l u s la d é g r a d a - d ' a t t a q u e r , p o u r p r é v e n i r des agressions que, p l u s
tion des p é c h e u r s est g r a n d e , p l u s est nécessaire le t a r d , ils n e s a u r a i e n t peut-être conjurer.
d é v o u e m e n t q u i doit les sauver. D'après ce principe, L o r s q u e le m a h o m é t i s m e , moitié p a r la parole,
n e p e u t - o n pas dire que le christianisme a le droit moitié par le c i m e t e r r e , eut r é u n i d a n s l ' u n i t é d ' u n
de délivrer, m ê m e p a r la force, u n p a u v r e p e u p l e m ê m e culte les t r i b u s fétichistes de l'Arabiej il
d ' u n e religion qui autorise l'esclavage, la p o l y g a - lança ses hordes d ' u n côté s u r la P e r s e , l ' I n d e , la
m i e , l'infanticide, et r e n d impossible t o u t e civilisa- P a l e s t i n e , la S y r i e et l'Asie M i n e u r e , de l ' a u t r e sur
t i o n ? U n p h i l o s o p h e l'a dit avec u n e finesse qui l ' E g y p t e , le littoral n o r d de l'Afrique, l'Espagne et
dispense d'autres preuves : « On fait la g u e r r e p o u r le pays des F r a n c s . Ses soldats, t o m b a n t s u r des
avoir la liberté d'acheter du poivre et de la c a n n e l l e , peuples m i n é s p a r la corruption ou infectés p a r
n'a-t-on pas é g a l e m e n t le droit de la faire p o u r la l ' a r i a n i s m e , firent de rapides conquêtes. Un j o u r
défense de la v e r t u et la p r o p a g a t i o n de la v é r i t é , vint c e p e n d a n t où ils s ' a t t a q u è r e n t aux enfants de
p o u r le m a i n t i e n de la dignité de l ' h o m m e et de la l'Eglise et t r o u v è r e n t p o u r les a r r ê t e r , ici, la p o i t r i n e
prospérité des peuples (1). » des h é r o s de Cavadonga et de Poitiers, là, les pha-
Q u a n d n o u s disons que l'Eglise a droit de m e t t r e l a n g e s vaillantes de la croisade. L'histoire atteste
la force au service de la justice, n o u s n ' e n t e n d o n s donc q u e les sectateurs de l'islam furent les a g r e s -
pas qu'elle fasse ceindre la cuirasse à ses p r ê t r e s . seurs, et q u e les croisés, en les r e p o u s s a n t n e firent
Ceux qui sont e n g a g é s dans la milice du Christ n e q u e veiller à l e u r l é g i t i m e défense.
s'embarrassent pas d'armes séculières. N o u s v o u l o n s De p l u s , le m a h o m é t i s m e , toujours a r m é , m a r -
dire q u e l'Eglise, a y a n t le droit radical d'user de chait contre le c h r i s t i a n i s m e sans t e n i r a u c u n
force, p e u t , si elle le j u g e u t i l e et o p p o r t u n , faire compte des p l u s v u l g a i r e s notions du droit des g e n s .
appel aux puissances catholiques p o u r s o u t e n i r ou Avec lui, il n ' y avait paix q u e q u a n d il n e p o u v a i t
v e n g e r sou droit. pas a t t a q u e r . Dès qu'il se sentait en force, il e n t r a i t
Ces principes r e c o n n u s , la question se r é d u i t à en c a m p a g n e sans déclaration de g u e r r e . Dans les
ces t e r m e s : L'Eglise, au m o y e n â g e , se t r o u v a i t - combats, il e m p l o y a i t des en pins défendus par l ' h u -
elle, en présence du m a h o m é t i s m e , d a n s le cas m a n i t é . A n r è s la victoire, il faisait e n d u r e r a u x
d'user de ses d r o i t s ? prisonniers les p l u s horribles barbaries. L'Eglise
P o u r le savoir, il faut e x a m i n e r la s i t u a t i o n r e s - pouvait donc, et m ê m e devait s'armer contre ce
pective de ces deux puissances. sauvage e n n e m i , et lui a p p l i q u e r dans toute sa ri-
T o u t le m o n d e sait, q u ' a u x y e u x du C o r a n , t o u t g u e u r la loi des Douze Tables : Adversus hostem,
n o n - m u s u l m a n est giaour, infidèle, et q u e la g u e r r e œterna auctoritas esto.
contre lui est sainte. D'abord p u r e m e n t défensive, P a r ses c r u a u t é s , et aussi par sa b r a v o u r e , l'islam
cette g u e r r e , par l'éblouissement du t r i o m p h e , de- avait conquis l ' E s p a g n e ; il envahissait l'Italie, il
vint agressive, et fut a n i m é e d ' u n e insatiable soif m e n a ç a i t le B o s p h o r e . S'il avait franchi les D a r d a -
de c o n q u ê t e s . E n v e r s les p a ï e n s , la devise du P r o - nelles et les B a l k a n s , la vallée du D a n u b e l ' i n t r o d u i -
p h è t e était : « Crois ou m e u r s . » A u x c r o y a n t s de sait au cœur de l ' E u r o p e ; et il n ' y avait, p o u r l'ar-
l ' E c r i t u r e , t a n t juifs que chrétiens, la g u e r r e devait rêter, ni V i e n n e , ni la P o l o g n e de J a r g e l l o n , ni les
être faite j u s q u ' à ce qu'ils devinssent t r i b u t a i r e s . chevaliers t e u t o n i q u e s . Les frères d'Espagne et les
Aussi le combat pour la foi devint-il obligatoire v a i n q u e u r s de l'Italie n o u s p r e n a i e n t à revers. P o u r
p o u r tous sans exception ; q u i c o n q u e n ' é t a n t ni m a - n'avoir pas fait la croisade, il fallait la subir ou coif-
lade ni estropié, s'en exemptait, était destiné à fer le t u r b a n .
l'enfer. « Le p a r a d i s est sous l ' o m b r a g e des épées, Il y avait d o n c , p o u r la c h r é t i e n t é , non-seule-
disait M a h o m e t . Il v a u t m i e u x c o m b a t t r e q u e de m e n t droit, mais nécessité d ' a t t a q u e r le m a h o m é -
prier soixante-dix ans dans sa maison ; aller- u n e fois t i s m e . Et la législation du Coran, et les a t t a q u e s de
à la g u e r r e sainte v a u t m i e u x que cinquati*te p è l e r i - l'islam, et ses c r u a u t é s , et ses conquêtes, et ses m e -
(1) Bacon, De Bello sacro, cité dans les Démonstrations naces sont a u t a n t de raisons qui l é g i t i m e n t les croi-
évangéliques de Migne. sades.
22 LA SEMAINE DU CLERGÉ.

I L P o u r achever cette d é m o n s t r a t i o n , il faut éta- ries, disaient a u p e u p l e de Dieu : C h a n t e z - n o u s des


blir le droit particulier q u ' a v a i e n t les chrétiens de c a n t i q u e s de S i o n . Ici, les m è r e s sont c o n t r a i n t e s d e
v o l e r a u secours de la T e r r e sainte, les croisades c h a n t e r le d é s h o n n e u r de leurs filles. C'est p l u t ô t le
a y a n t eu p o u r b u t p r e m i e r de délivrer le t o m b e a u lieu de p l e u r e r avec R a c h e l . Encore les m è r e s des
de J é s u s - C h r i s t . i n n o c e n t s é g o r g é s p a r Hérode, si elles a v a i e n t à
L a T e r r e sainte a p p a r t i e n t a u x c h r é t i e n s p a r la p l e u r e r l e u r m o r t , pouvaient se consoler du s a l u t
p r i s e de possession q u ' e n a faite Jésus-Christ. Beth- de l e u r s â m e s . Mais ici, n u l l e c o n s o l a t i o n , c a r i e s
l é e m , Nazareth, le Calvaire, la sainte Grotte, les corps et les â m e s y périssent. Que d i r o n s - n o u s e n -
lieux où furent le berceau du S a u v e u r et sa croix, c o r e ? Il y a des choses plus é p o u v a n t a b l e s . Les
s o n t la propriété m y s t i q u e de ses disciples. Cela T u r c s , puisqu'il faut le dire, c o n t r a i g n e n t à l e u r
t o m b e si bien sous le sens q u e j a m a i s l'islam, m a l - servir de j o u e t p o u r le crime de S o d o m e ; ils y c o n -
gré sa h a i n e , n e Ta contesté ; et, a u j o u r d ' h u i e n - t r a i g n e n t des h o m m e s de t o u t âge et de t o u t e c o n -
core, m a l g r é les hérésies et les schismes qui affli- dition. Ils p r o f a n e n t les saints lieux de m i l l e m a -
g e n t les c h r é t i e n s , n o u s les voyons t o u s empressés n i è r e s , les d é t r u i s e n t et m e n a c e n t de faire pis. Q u i
à recueillir l e u r p a r t du saint h é r i t a g e . N o u s , catho- n e versera des l a r m e s au récit de t a n t de m a u x ?
l i q u e s , qui trouvons d a n s ce p a r t a g e t a n t de sujets » Ces b a r b a r e s ont e n v a h i p r e s q u e t o u t le p a y s ,
de deuil, n o u s devons voir, du m o i n s , dans la com- depuis J é r u s a l e m j u s q u ' à la Grèce, t o u t e s les r é g i o n s
p é t i t i o n des sectes, la reconnaissance n o n i n t e r r o m - s u p é r i e u r e s de l ' e m p i r e grec, les deux Cappadoces,
p u e d u principe de nos droits. les d e u x P h r y g i e s , la B i t h y n i e , T r o i e , le P o n t , la
Cette propriété m y s t i q u e était sous la s a u v e g a r d e Galatie, la L i b y e , la P a m p h y l i e , l'Isaurie, l a L y c i e ,
d u droit public. P e n d a n t les p e r s é c u t i o n s , les c h r é - avec les principales îles ; il n e m e reste p l u s q u e
t i e n s n ' a v a i e n t pas cessé de conserver la p l u p a r t des C o n s t a n t i n o p l e , qu'ils m e n a c e n t de n o u s e n l e v e r
lieux sanctifiés par la passion de J é s u s - C h r i s t . Con- b i e n t ô t , si Dieu et les L a t i n s ne v i e n n e n t à n o t r e
s t a n t i n et sa m è r e H é l è n e les avaient rétablis d a n s s e c o u r s ; car, déjà, avec deux cents n a v i r e s , q u ' i l s
l ' i n t é g r i t é de l e u r s droits et a v a i e n t ajouté à cet o n t fait c o n s t r u i r e p a r des p r i s o n n i e r s grecs, ils se
acte de justice les plus nobles m a r q u e s de la m u n i - sont r e n d u s m a î t r e s d ' u n e place i m p o r t a n t e s u r la
ficence impériale. L ' e m p i r e grec de Constantinople P r o p o n t i d e , d'où ils m e n a c e n t de p r e n d r e b i e n t ô t
avait n a t u r e l l e m e n t ajouté à ce droit de propriété la C o n s t a n t i n o p l e par t e r r e et par m e r . Nous vous
consécration du droit politique. L e calife O m a r , d a n s prions donc, pour l'amour de Dieu et par compassion
les capitulations, avait r e c o n n u a u x h a b i t a n t s de pour tous les Grecs qui sont chrétiens, de r a s s e m b l e r
J é r u s a l e m , avec la conservation de leurs biens, la t o u s les g u e r r i e r s chrétiens que vous p o u r r e z , et de
conservation et l'usage exclusif des S a i n t s L i e u x . v e n i r à nofre secours ; afin q u e , comme ces guerriers
E n f i n , p o u r mieux r e c o n n a î t r e le droit des chrétiens, ont déjà commencé à délivrer les Gaules et les a u t r e s
l ' a m i de C h a r l e m a g n e , Haroun-al-Raschid, avait r o y a u m e s . d e l'Occident du joug des païens, ils s'ef-
ajouté a u texte des capitulations u n h o m m a g e p u - forcent de délivrer p a r e i l l e m e n t l ' e m p i r e grec
blic de vassalité, en e n v o y a n t a u g r a n d e m p e r e u r p o u r le salut de l e u r s â m e s ; c a r , p o u r m o i ,
d'Occident, les clefs du S a i n t S é p u l c r e . t o u t e m p e r e u r q u e je s u i s , j e n e puis t r o u v e r
S a n s m é c o n n a î t r e le droit des c h r é t i e n s , les m u - n i r e m è d e n i conseil; sans cesse j e fuis d e v a n t les
s u l m a n s , sous les F a t i m i t e s et p a r les e m p o r t e m e n t s T u r c s et les P i n c i n a t e s ; j e n e r e s t e d a n s c h a q u e ville
d ' u n e secte fanatique, l e u r firent e n d u r e r toutes qu'en attendant leur approche. J'aime mieux être
sortes de vexations et d ' i n j u r e s . L e s lettres des chré- s o u m i s a u x L a t i n s q u e de devenir le j o u e t de ces
t i e n s d'Orient aux chrétiens d'Occident, les discours p a ï e n s b a r b a r e s . A v a n t que C o n s t a n t i n o p l e soit p r i s
de P i e r r e l'Ermite et d'Urbain II font u n e effrayante p a r eux, vous devez donc combattre de t o u t e s vos
>einture des a b o m i n a t i o n s qui souillaient J é r u s a - forces, afin de recevoir en m ê m e t e m p s la r é c o m -
{ e m . Gomme ces récits et ces discours p o u r r a i e n t p e n s e glorieuse et ineffable du ciel. »
ê t r e taxés d'exagération, — car c'est le p r o p r e du Ainsi le droit des chrétiens sur les S a i n t s L i e u x ,
m a l h e u r d'exalter la sensibilité, — n o u s citons u n e les c r u a u t é s d o n t ils sont l'objet, l e u r cri de d o u -
pièce d i p l o m a t i q u e , la l e t t r e d'Alexis G o m n è n e a u x l e u r poussé vers l'Occident, l'appel de l ' e m p e r e u r
p r i n c e s d'Occident. d ' O r i e n t , souverain politique de la T e r r e s a i n t e , l a
« Les T u r c s et les P i n c i n a t e s e n v a h i s s e n t n o t r e e m - décision des deux conciles de Plaisance et de Cler-
p i r e , dit le césar b y z a n t i n ; les choses saintes et les m o n t , l'appel d'Urbain II et de ses successeurs, s o n t
fidèles de J é r u s a l e m sont, c h a q u e j o u r , l'objet de a u t a n t de faits dont le faisceau p r o u v e i n v i n c i b l e -
n o u v e a u x o u t r a g e s . S u r les fonds b a p t i s m a u x , les m e n t la l é g i t i m i t é des croisades. Cette l é g i t i m i t é
b a r b a r e s , p a r m é p r i s p o u r le S a u v e u r , font couler était si b i e n sentie à cette époque que t o u s , p r i n c e s
le sang-de nos enfants et de nos j e u n e s gens sous et p e u p l e s , r é p o n d i r e n t à l'appel. L ' E u r o p e s u b i s s a i t
le fer de la circoncision. Ils o u t r a g e n t de nobles u n e i m p u l s i o n g é n é r a l e ; elle avait l ' é n e r g i e de la
m a t r o n e s c o m m e de vils a n i m a u x ; ils d é s h o n o r e n t foi et la fpree g u e r r i è r e . P l u s tôt, ces ressources l u i
les vierges sous les y e u x de leurs m è r e s , qu'ils con- e u s s e n t m a n q u é ; p l u s t a r d , elles e u s s e n t été affai-
t r a i g n e n t d'y a p p l a u d i r p a r des c h a n s o n s impies et blies. L e s croisades se sont donc faites e n v e r t u d u
licencieuses. Les B a b y l o n i e n s , e n t r e a u t r e s m o q u e - droit de p r o p r i é t é , du droit politique d ' a t t a q u e et de
LA SEMAINE DU CLERGÉ. 23

défense, d u droit ecclésiastique, d u droit des g e n s ; écris ceci, dit R a y m o n d d'Agiles, aussitôt que le fer
et elles se sont faites à l ' h e u r e de la P r o v i d e n c e . sortit de t e r r e , j e le baisai d é v o t e m e n t . »
III. P o u r apprécier, d a n s son fond, la l é g i t i m i t é A u siège de J é r u s a l e m , a u milieu des vicissitudes
des croisades, il n e suffit pas d'invoquer les p r i n c i - de l'assaut, on vit t o u t à coup p a r a î t r e s u r le m o n t
pes d u droit et les faits de l'histoire, il n e suffit pas des Oliviers u n cavalier a g i t a n t u n bouclier et don-
de r e g a r d e r la t e r r e ; il faut encore r e g a r d e r le ciel. n a n t à l ' a r m é e c h r é t i e n n e le signal pour e n t r e r d a n s
L e s croisades sont u n t r o p g r a n d é v é n e m e n t p o u r la ville. Godefroi, q u i l'aperçut le p r e m i e r , s'écria
n'avoir pas eu le sceau divin. Dieu, q u i les a si visi- que saint Georges venait a u secours des c h r é t i e n s .
b l e m e n t p r é p a r é e s , a voulu les r e v ê t i r d u t é m o i - L a vue d u cavalier céleste embrasa les croisés d ' u n e
g n a g e a u t h e n t i q u e de son a p p r o b a t i o n . Michaut, n o u v e l l e a r d e u r ; ils r e v i n r e n t à la c h a r g e et le soir
qui e n écrivit l'histoire avec l'esprit abaissé d'il y a m ê m e la ville sainte t o m b a i t e n leur pouvoir.
q u a r a n t e a n s , e n a conservé q u e l q u e s p r e u v e s . E n Nous n e citerons pas d ' a u t r e s faits. Les historiens
feuilletant les vieux c h r o n i q u e u r s , n o u s t r o u v o n s m o d e r n e s , m ê m e c h r é t i e n s , supposent que ces appa-
d ' a u t r e s faits m e r v e i l l e u x q u i a t t e s t e n t t o u s q u e les ritions n ' é t a i e n t q u e l'effet d ' u n e i m a g i n a t i o n m a -
croisades é t a i e n t voulues d'en h a u t . lade. Nous c r o y o n s , a u c o n t r a i r e , dit R o h r b a c h e r ,
q u ' a p r è s les sacrifices des c h r é t i e n s et a u milieu de
L o r s q u e P i e r r e l ' E r m i t e priait d a n s l'église d u
l e u r affliction, il est t r è s - p e r m i s , et m ê m e très-na-
S a i n t S é p u l c r e , p o u r le succès de son r e t o u r , il s'en-
t u r e l à la foi c h r é t i e n n e , de croire que Dieu envoya
d o r m i t , dit G u i l l a u m e d e T y r , et vit e n songe J é s u s -
à ses serviteurs a b a t t u s , c o m m e a u Christ a g o n i s a n t ,
Christ q u i lui disait : «Lève-toi, P i e r r e , hâte-toi d'exé-
des m e s s a g e r s p o u r l e u r r e n d r e force et courage (1).
c u t e r ta commission, sans r i e n c r a i n d r e , car je serai
P o u r n o u s , à n o u s t e n i r s e u l e m e n t a u x faits r a p -
avec toi! Il est t e m p s que les L i e u x S a i n t s soient p u -
p o r t é s p a r des t é m o i n s oculaires, n o u s voyons, d a n s
rifiés et m e s serviteurs secourus. »
cette série d ' é v é n e m e n t s merveilleux, la p r e u v e q u e
A u concile de C l e r m o n t , lorsque U r b a i n I I e u t les croisades étaient v o u l u e s de Dieu.
cessé de p a r l e r , l'agitation fut t r è s - g r a n d e ; b i e n t ô t ( A suivre.) JUSTIN FÈVRE,
on n ' e n t e n d i t p l u s q u e ces acclamations : Deus lo Protonotaire apostolique.
volt! Deus lo volt! Nous n e r a p p e l l e r o n s p a s seu-
l e m e n t à ce propos l'adage c o n n u : Voxpopuli, vox
Bei; n o u s dirons encore q u e cette a c c l a m a t i o n , VARIÉTÉS.
qui devint le cri de g u e r r e des croisés, n ' a p u ê t r e
poussé q u e par u n instinct divinatoire. D'où pouvait LÉGENDE HISTORIQUE
v e n i r , sinon d u ciel, u n e pareille i n s p i r a t i o n ?
A u siège d'Antioche, lorsque les Croisés o u b l i e n t DE N O T R E - D A M E D E L I E S S E .
le b u t de l e u r saint p è l e r i n a g e , u n signe p a r a î t d a n s (Suite et fin.)
le ciel vers l ' o r i e n t ; u n t r e m b l e m e n t de t e r r e v i e n t
LES MONARQUES DE FRANGE FONT LE PÈLERINAGE
les r a p p e l e r à u n s e n t i m e n t plus éclairé e t p l u s em-
D E L I E S S E . — L E S V I L L E S O F F R E N T D E S D O N S (2).
pressé de l e u r devoir.
A p r è s la prise de la ville, les croisés d'assiégeants P e n d a n t l e u r s o m m e i l , le S e i g n e u r o r d o n n e à
qu'Us é t a i e n t furent assiégés avec v i g u e u r . U n d é - ses a n g e s de t r a n s p o r t e r les chevaliers, avec Ismérie
s e r t e u r a y a n t v o u l u sortir' d'Antioche r e n c o n t r a et la statue de la V i e r g e , d a n s le r o y a u m e de F r a n c e ,
J é s u s e n p e r s o n n e . J é s u s l u i p r o m i t de faire lever e n la province de P i c a r d i e , près des châteaux qui les
p r o c h a i n e m e n t le siège. ont v u s n a î t r e . L e s esprits célestes déposent l e s
D ' u n a u t r e côté, saint Ambroise a p p a r u t à u n vé- q u a t r e fugitifs s u r les bords d ' u n e fontaine q u ' u n
n é r a b l e p r ê t r e et lui assura que les c h r é t i e n s , a p r è s chêne o m b r a g e de sa cime touffue. A l e u r réveil,
avoir t e r r a s s é tous leurs e n n e m i s , e n t r e r a i e n t v a i n - leurs oreilles sont frappées des sons d ' u n e c o r n e -
q u e u r s d a n s J é r u s a l e m , où Dieu se réservait de r é - m u s e q u e j o u e u n p â t r e qui garde son t r o u p e a u n o n
compenser leur dévouement. loin de l à . L e s chevaliers, surpris de se trouver e n
U n ecclésiastique l o m b a r d a y a n t passé la n u i t u n a u t r e e n d r o i t q u e celui où ils se sont e n d o r m i s ,
d a n s u n e église vit Jésus a c c o m p a g n é de Marie et v o n t le t r o u v e r avec la princesse, q u i dépose la s t a -
d u P r m c e des a p ô t r e s . L e Fils de Dieu irrité d e la t u e p r è s de la fontaine. Se c r o y a n t encore e n E g y p t e ,
c o n d u i t e des croisés rejetait l e u r s p r i è r e s . L a ils l u i d e m a n d e n t e n l a n g u e m a u r e s q u e dans q u e l
Vierge a y a n t apaisé son courroux : « L è v e - t o i , d i t pays ils se t r o u v e n t : « S e i g n e u r s , parlez français,
J é s u s a u p r ê t r e l o m b a r d ; va a p p r e n d r e à m o n p e u - r é p o n d le p â t r e , si vous voulez que je vous e n t e n d e . »
ple le r e t o u r de m a miséricorde. » — Nous s o m m e s donc e n F r a n c e ? réplique l ' u n
U n p r ê t r e marseillais, n o m m é B a r t h é l e m i , v i t d'eux. — C e r t a i n e m e n t , r e p r e n d le berger. — Dans
j u s q u ' à trois fois saint A n d r é , et c h a q u e fois l ' a p ô - quelle p r o v i n c e ? d e m a n d e n t - i l s aussitôt tous l e s
t r e l u i disait d'aller dans l'église de S a i n t - P i e r r e , de trois. — D a n s l a province de Picardie, près d u cliâ-
creuser à droite d u m a i t r e - a u t e l et q u ' i l t r o u v e r a i t
(4) Hist. uhiv., t. XIV, p. 581.
la lance q u i avait percé le sein d u R é d e m p t e u r . O n (2) Extrait de VHistoire, des Pèlerinages de la sainte Vierge,
creusa, et on t r o u v a e n effet cette lance, « et moi q u i par M, l'abbé L. Leroy; ouvrage qui paraîtra prochain ornent.
LA SEMAINE DU CLERGÉ. oi

l'éducation desquels on est c h a r g é , car m i e u x vau- Le m o u v e m e n t des croisades tint l'Europe en sus-
p e n s p l u s de trois siècles. La p r e m i è r e g r a n d e expé-
drait n e pas les aimer q u e de les a i m e r assez cruel-
dition, d'après les évaluations de Foucher de Char-
l e m e n t p o u r les laisser s'accoutumer au vice dès leur
tres, m i t sur le c h e m i n de la T e r r e sainte environ
j e u n e â g e . « 0 liberté pleine d ' e m b û c h e s , s'écrie à
six millions de croisés. Les expéditions suivantes,
ce propos saint A u g u s t i n , que celle qui n ' i m p o s e -
rait a u c u n e contrainte ! 0 affreuse perdition des en-moins n o m b r e u s e s , il est vrai, n e laissèrent pas que
fants! 0 tendresse mortelle pour eux, q u e celle qui de d o n n e r l'Orient pour t e r m e aux pensées et aux
efforts d'une m u l t i t u d e de chrétiens. S'il est vrai
ne laisserait pas de les j e t e r en proie à la m o r t . »
0 dolosa liber tas! 0 grandis filiorum perditio! 0 pa- que la civilisation m a r c h e avec les a r m é e s , n o u s de-
ternus amor mortiferus! vons n a t u r e l l e m e n t croire que les croisades, t o u -
c h a n t à tous les rapports établis, modifièrent p r o -
L ' é d u c a t i o n é t a n t la base de l'ordre social, la ga-
fondément la situation du m o n d e . Peut-être n ' y
r a n t i e de la paix des familles, et du b o n h e u r i n d i -
aura-t-il pas t é m é r i t é à dire qu'elles furent l'instru-
viduel, il est du plus h a u t i n t é r ê t qu'elle soit t o u t
m e n t choisi de la Providence pour l'avancement de
ce qu'elle doit être. Or, quel a t o u j o u r s été, et quel
sera toujours le g r a n d éducateur des peuples, si ce l'humanité.
n ' e s t le C h r i s t i a n i s m e ? Jésus-Christ a été le p r e m i e r
On cite volontiers, à ce sujet, le m o t de M. de Mais-
q u i seul ait dit : « Laissez venir à moi les petits en- tre : « A u c u n e croisade n'a réussi, c'est ce q u e les
fants. )) L u i seul a enseigné u n e doctrine q u e j a - enfants m ê m e s savent ; mais toutes ont réussi, et c'est
mais la sagesse des r h é t e u r s et des philosophes n ' a -
ce que les h o m m e s m ê m e s ne veulent pas voir. » L'an-
vait d e v i n é e , parce que cet e n s e i g n e m e n t venait d u
tithèse est jolie, mais elle n'est qu'à moitié vraie. Au-
c i e l ; et ils sont venus ces p e t i t s ; ils ont c r u , et le
cune croisade n ' a échoué. Le but premier de ces expé-
m o n d e s'est trouvé r e n o u v e l é . C'est donc dans la
ditions était d ' h o n o r e r la croix et le tombeau du S a u -
d o c t r i n e de Jésus-Christ que les enfants doivent ap-
v e u r , de p u n i r et de r é p a r e r les profanations qu'eir
p r e n d r e la science de la vie, la science de l ' h o m m e ,
faisaient l e s S a r r a s i n s et de reconquérir, par la
la science du salut. P o u r cela, il faut que tous ceu;: force, aux chrétiens d'Occident, le libre accès des
qui ont p o u r mission d'élever l'enfance conspirent Saints L i e u x . Ce b u t a été atteint dès le commence-
s a i n t e m e n t au succès de cette g r a n d e œ u v r e ; que
m e n t et n o u s n ' e n avons depuis jamais p e r d u les
t o u s , p a s t e u r s , maîtres et p a r e n t s , y p r ê t e n t u n i n -
a v a n t a g e s . Si les croisés ont échoué dans la conquête
telligent et généreux c o n c o u r s ; que le p a s t e u r se
de la T e r r e Sainte et r é t a b l i s s e m e n t définitif du
s o u v i e n n e qu'il t i e n t la place de celui qui est v e n u
r o y a u m e de J é r u s a l e m , il faut dire que ce r o y a u m e
dire au m o n d e et à la société : a Je suis la voie, la et cette conquête n ' é t a i e n t , aux yeux de leur p r u -
vérité et la vie, » et q u e ses e n s e i g n e m e n t s soient
dence, q u ' u n moyen d'assurer la fin des croisades.
toujours a p p u y é s sur cet e n s e i g n e m e n t divin; q u e
Du m o i n s ils ont o b t e n u , sans cela, ce à quoi aspi-
le m a î t r e se rappelle souvent qu'il se c o n s u m e r a i t
r a i e n t leur piété envers le saint T o m b e a u et leur
en de vains efforts, s'il ne bâtissait sur la morale de charité envers les chrétiens d'Orient. D'ailleurs,
l ' E v a n g i l e ; que les p a r e n t s soient, dans les familles
l ' h o m m e propose et Dieu dispose, et il faudrait être
c o m m e des apôtres qui en p r ê c h e n t les g r a n d e s
bien aveugle p o u r n e pas reconnaître dans cet i n -
m a x i m e s ; que leurs exemples confirment l e u r s le-
succès relatif les vues toujours magnifiques de la
çons ; qu'ils s'essayent par tous les m o y e n s que leurProvidence.
s u g g è r e la tendresse de p é n é t r e r dans l'âme de A n o t r e h u m b l e avis, la réussite a été telle q u ' o n
l e u r s enfants pour y déposer la précieuse semence pouvait la désirer : t o u t en conservant nos droits
des principes religieux et c h r é t i e n s ; qu'ils les for-
sur les S a i n t s Lieux n o u s avons perdu J é r u s a l e m .
m e n t de b o n n e h e u r e aux saintes h a b i t u d e s de la
Le T u r c , m a î t r e de la Palestine, l'a vouée à la stéri-
piété, de l'obéissance, du respect, de la r e c o n n a i s -
lité ; ainsi s'accomplissent les prophéties de r u i n e et
sance, de la justice, de la modestie, de l'ordre, du de gloire qui r e g a r d e n t le saint T o m b e a u . C'est u n e
t r a v a i l ; qu'ils appellent à leur aide le c h â t i m e n t
h a r m o n i e providentielle que les chrétiens souffrent
d ' u n e l é g i t i m e et vigoureuse répression : c'est ainsi
sur le t h é â t r e de la Passion. Grâce aux récits de
qu'ils travailleront chaque j o u r à l e u r laisser u n leurs h u m i l i a t i o n s , les chrétiens conservent p o u r
h é r i t a g e bien a u t r e m e n t précieux q u e celui de la
les Saints L i e u x des s e n t i m e n t s de plus vive p i é t é .
f o r t u n e , celui de la v e r t u ; et q u ' a p r è s en avoir fait
Qui sait? Si n o u s étions restés maîtres de J é r u s a l e m ,
la consolation de leur vieillesse, ils a u r o n t celle peut-être q u e la civilisation y aurait porté ses joies
d'en avoir fait des élus. folles et ses é n e r v a n t e s mollesses. Le pays sacré par
L'abbé CHARLES. excellenee a u r a i t été déshonoré par l'inconduite des
chrétiens.
Les croisades o n t eu d'ailleurs, indirectement,
LÉGITIMITÉ ET RÉSULTATS DES CROISADES. d ' i m m e n s e s résultats religieux, politiques, scienti-
(Suite et fin.) fiques et littéraires. Nous avons à les faire c o n -
naître.
IV. Quels furent m a i n t e n a n t les résultats des V. Nous parlons d'abord des résultats religieux.
croisades? Le p r e m i e r , c'est d'avoir, par u n e diversion puis-
52 LA SEMAINE DU CLERGÉ.

9ante a r r ê t é les t e n d a n c e s rationalistes q u i com-


r E n f i n , les Croisades, après avoir d o n n é a u x fastes
m e n ç a i e n t à surgir dans l'Europe chrétienne. m i l i t a i r e s de tmis les peuples des n o m s d e g r a n d s
L ' h o m m e n e r e s t e p a s sans g r a n d e vertu d a n s la g u e r r i e r s , l é g u è r e n t à l'Eglise les ordres m i l i t a i r e s .
simplicité d e la foi. H y a dains son esprit u n fonds L e s ordres m i l i t a i r e s d u T e m p l e , de S a i n t - J e a n d e
d ' i n q u i é t u d e q u i le- pousse à s c r u t e r les choses ca- J é r u s a l e m , de T o r d r e T e u t o n i q u e , de C a l a t r a v a ,
chées,, et d a n s ce m ê m e esprit, u n fonds de faiblesse d ' A i r e , s o n t l a c o n t i n u a t i o n des Croisades. C e t t e
q u i n e l u i p e r m e t pas de l e s d é c o u v r i r toujours, ou, m e r v e i l l e u s e association de la vie m o n a s t i q u e et d e
s'il les découvre, qui l ' e m p ê e h e d'en s u p p o r t e r l'é- la vie r e l i g i e u s e , e n s o u t e n a n t la Croix c o n t r e les
e
elat sans être ébloui. A u X siècle, ce m a l c o m m e n ç a i t efforts d u Croissant, r e n d i t à la c h r é t i e n t é d ' i l l u s t r e s
à se déclarer. S c o t E r i g è n e e t G o t e s c a l c é t a i e n t t o m - services.
bés d a n s l ' h é r é s i e . L e voisinage des A r a b e s faisait V I . P a r m i les r é s u l t a t s sociaux des C r o i s a d e s ,
c r a i n d r e p o u r la t é m é r i t é des savants la c o n t a g i o n n o u s m e n t i o n n e r o n s s e u l e m e n t les deux p l u s i m -
de faux p r i n c i p e s . L e m o u v e m e n t g u e r r i e r des croi- p o r t a n t s : la cessation d e s g u e r r e s privées et le r e -
sades c o u p a c o u r t à ce m o u v e m e n t des idées. L a foulement du mahométisme.
p e n s é e c h r é t i e n n e , p u r e d ' e r r e u r s et n o n épuisée A v a n t d'être adoucies p a r le C h r i s t i a n i s m e , dit
p a r les disputes, g a r d a cette forte lucidité q u i r a y o n - R o h r b a c h e r , les p o p u l a t i o n s qui c o m p o s e n t l ' E u -
n e r a d a n s les c h e f s - d ' œ u v r e sans n o m b r e d u r o p e n ' a i m a i e n t q u e la g u e r r e . L e F r a n c , le G o t h ,
e
x i n siècle-. le L o m b a r d , le S a x o n , le V a n d a l e , ne q u i t t a i e n t j a -
U n second r é s u l t a t r e l i g i e u x des croisades, c'est m a i s son épée : c'était sa vie et son salut p e n d a n t
d ' a v o i r réveillé la foi, p a r la puissance d e l'idée la g u e r r e ; c'était son t r i b u n a l et sa j u s t i c e p e n d a n t
q u ' e l l e s e x p r i m a i e n t et d'avoir fait faire à d& g r a n d s la paix, a u t a n t q u e la paix p e u t se concevoir p a r m i
coupables de g r a n d e s expiations. L a foi, m ê m e des p o p u l a t i o n s b a r b a r e s t o u j o u r s en a r m e s . De là,
• p u r e , t e n d sans cesse dans, l ' h o m m e à défaillir, p o u r q u i p e n s e , il est aisé de sentir combien il f a l -
soit p a r le simple fait de l ' i n f i r m i t é h u m a i n e , soit l u t à l'Eglise de Dieu de t e m p s et de patience p o u r
p a r Tinfluence des m a u v a i s p e n c h a n t s s u r les con- apprivoiser et adoucir cette m u l t i t u ^ P si d i v e r s e d e
v i c t i o n s . A u m o y e n â g e , cette seconde cause exer- caractères i n t r a i t a b l e s . L a g r a n d e é d u l c o r a t i o n de
çait s u r les croyances u n e influence des p l u s fu- l ' E u r o p e p a r FEglise a v a n ç a i t assez h e u r e u s e m e n t
n e s t e s . L ' h o m m e r u d e de cette é p o q u e avait la foi s q i s C h a r l e m a g n e ; m a i s sous son petit-fils, C h a r l e s
r o b u s t e et les passions violentes. E n d é p i t d ' u n e foi l e ' C h a u v e , l e s t e r r i b l e s h o m m e s du Nord v i n r e n t
q u i n e devait ressusciter q u e d a n s ïes r e m o r d s , il t r o u b l e r et i n t e r r o m p r e cette assimilation c h r é -
c o m m e t t a i t s o u v e n t les p l u s g r a n d s c r i m e s . L o r s q u e t i e n n e de l ' E u r o p e , n o n - s e u ï e m e n t en ce q u ' i l s y
les p r é d i c a t e u r s v i n r e n t à l u i , la croix; à ta m a i n , m ê l è r e n t en leur personne u n élément tout s a u -
q u ' i l s l u i p a r l è r e n t d e J é s u s m o r t e t de son t o m - v a g e , m a i s e n ce* q u e , p a r l'impuissance de l ' a u t o -
b e a u insulté,, la conscience se réveilla. L e s s e i g n e u r s r i t é p u b l i q u e à défendre la F r a n c e c o n t r e l e u r s i n -
v e n d a i e n t l e u r s t e r r e s p o u r faire des fondations c u r s i o n s , c h a q u e ville, c h a q u e m o n a s t è r e , c h a q u e
pieuses., et avec le prix d e v e n t e , ils c o n t r i b u è r e n t s e i g n e u r , c h a q u e p r o p r i é t a i r e de t e r r a i n fut formel-
a u x dépenses de l'expédition, d o n t la p l u p a r t d'ail- l e m e n t a u t o r i s é à se défendre s o i - m ê m e . De là c e t t e
l e u r s s u p p o r t è r e n t les c h a r g e s . L e contre-coup de h a b i t u d e , déjà si n a t u r e l l e chez ces p e u p l e s , de se
ces p é n i t e n c e s fut, p a r u n s a l u t a i r e r e l â c h e m e n t de faire la g u e r r e , n o n pas d'individu à i n d i v i d u , m a i s
la discipline, de faire disparaître des i n s t i t u t i o n s pé- de ville à ville, de c h â t e a u à c h â t e a u .
n i t e n t i a i r e s de l'Eglise p r i m i t i v e , créée* s e u l e m e n t P o u r m e t t r e u n t e r m e à ces g u e r r e s p r i v é e s , les
en= v u e de besoins passagers. L e p è l e r i n a g e , les fon- évêques et les conciles avaient o r d o n n é la t r ê v e de
d a t i o n s furent, dès l o r s , u n e des i n s t i t u t i o n s p u b l i - D i e u ; m a i s à ce g r a n d m a l il fallait u n p l u s g r a n d
ques d e pénitence. r e m è d e . L e s Croisades d é t o u r n è r e n t les passions de
U n a u t r e r é s u l t a t fut d'avoir excité la piété p a r le l e u r s rivalités s a n g l a n t e s et d o n n è r e n t à l ' a r d e u r
n o m b r e i m m e n s e de r e l i q u e s q u i fut a p p o r t é de P a - b e l l i q u e u s e u n noble b u t , e n t r a n s p o r t a n t les h o s t i -
lestine en E u r o p e . Les v o y a g e u r s q u i o n t visité la lités d ' E u r o p e e n Asie.
B e l g i q u e ou les bords du R h i n c o n n a i s s e n t ces p r é - E n d é p l o y a n t d a n s ces r é g i o n s l ' é t e n d a r d d u
e i e u x t r é s o r s . E t le c h r é t i e n q u i a baisé u n e fois la C h r i s t , on r e m é d i a i t à u n e a u t r e c a l a m i t é . L e Crois-
t r a c e du s a n g ou les os d ' u n m a r t y r sait quelle s a n t et la Croix é t a i e n t irréconciliables p a r n a t u r e .
v e r t u e n sort p o u r a n i m e r la p i é t é . L ' i n i m i t i é se t r o u v a i t poussée a u d e r n i e r d e g r é de
D ' a i l l e u r s ces croisades,- t o u j o u r s p r ê c h é e s , t o u - la f u r e u r p a r u n e l u t t e l o n g u e et a c h a r n é e . Des
j o u r s - dirigées de loin p a r les p a p e s , c o n t r i b u è r e n t d e u x côtés, de vastes plans et u n e vaste p u i s s a n c e ;
g r a n d e m e n t à l'exaltation de la p a p a u t é . Au m i l i e u des d e u x côtés, des p e u p l e s h a r d i s , pleins d ' e n t h o u -
de ces expéditions, l ' E u r o p e était c o m m e u n e a m - siasme, p r o m p t s à se précipiter les u n s s u r l e s a u -
p h i c t y o n i e q u i avait p o u r p r é s i d e n t le successeur de t r e s ; des d e u x côtés, de g r a n d e s probabilités et d e s
s a i n t P i e r r e . Cette élévation de la C h a i r e apostolique espérances fondées de t r i o m p h e . A q u i r e s t e r a la
devait concourir t r o p efficacement a u développe- v i c t o i r e ? Quelle conduite doivent t e n i r les c h r é -
m e n t d e la civilisation c h r é t i e n n e p o u r n ' ê t r e pas t i e n s p o u r se p r é s e r v e r d u p é r i l ? Vaut-il m i e u x at-
portée^ à Factif religieux des- Croisades-. t e n d r e t r a n q u i l l e m e n t en E u r o p e l ' a t t a q u e des m u -
LA SEMAINE DU CLERGÉ. 53

s u l m a n s ou se lever e n m a s s e , se précipiter s u r Tels s o n t , sans p a r l e r d'effets secondaires et d e


l'Asie, chercher l ' e n n e m i là où il se croit i n v i n c i - l'influence qui fut exercée sur le m a h o m é t i s m e , les
ble? Le problème fut résolu en ce d e r n i e r s e n s , et résultats g é n é r a u x des Croisades.
les siècles ont d o n n é l e u r suffrage à l'habileté de E n dressant cette t a b l e s o m m a i r e , nous n ' e n t e n -
cette résolution. Q u ' i m p o r t e n t q u e l q u e s d é c l a m a t i o n s dons pas dire q u e les h o m m e s par lesquels furent
affectées du philosophisme! La philosophie de l'his- conçues les Croisades, les papes qui les excitèrent,
toire a porté sur cette cause u n j u g e m e n t i r r é c u - les s e i g n e u r s et les princes qui les secondèrent, les
sable : en ce point c o m m e dans t o u s les a u t r e s , la peuples q u i les s u i v i r e n t , aient m e s u r é l ' é t e n d u e de
religion a t r i o m p h é au t r i b u n a l de la p h i l o s o p h i e . leur p r o p r e o u v r a g e ou m ê m e e n t r e v u l ' i m m e n s i t é
Les Croisades, loin d'être considérées c o m m e u n de ses r é s u l t a t s . Mais n o u s ferons observer q u e
acte de t é m é r i t é , sont désormais r e g a r d é e s c o m m e m o i n s il faut a t t r i b u e r aux prévisions des h o m m e s ,
u n chef-d'œuvre de science sociale, q u i , a p r è s avoir plus il faut s'incliner devant l'importance providen-
délivré l'Europe de ses divisions, assura son indé- tielle des é v é n e m e n t s . — Nous dirons m ê m e que la
p e n d a n c e et conquit aux peuples c h r é t i e n s u n e p r é - g r a n d e et g é n é r e u s e pensée des Croisades fut c o n -
p o n d é r a n c e décidée sur les m u s u l m a n s . çue avec u n certain v a g u e et exécutée avec cette
VII. L e s modifications politiques q u e Ton p e u t précipitation qui est le fruit du zèle et la faute de
a t t r i b u e r a u x Croisades s ' e n c h a i n e n t d a n s u n e série l'impatience. Mais les fautes et les résultats fâcheux
de causes et d'effets corrélatifs, et se r é s u m e n t d a n s d o n t les choses h u m a i n e s ne sont jamais e x e m p t e s ,
l ' a b a i s s e m e n t de la féodalité. La féodalité, d a n s l'o- il faut les a t t r i b u e r ici à l'imprévoyance ou à la fai-
r i g i n e , avait été u n i n s t r u m e n t de civilisation. P a r blesse des h o m m e s , là, à l'imperfection et m ê m e à
la m u l t i p l i c a t i o n des autorités locales, elle avait l'absence des m o y e n s m a t é r i e l s , point à l'Eglise
l u t t é corps à corps avec tous les p r i n c i p e s de désor- dont la sollicitude avait tout fait pour prévenir les
dre i n t é r i e u r , et elle avait vu le flot des i n c u r s i o n s i m p r u d e n c e s , e m p ê c h e r les crimes et conjurer les
n o r m a n d e s se briser contre le r e m p a r t de ses c h â - désastres. Les fautes et les m a l h e u r s e n t r a i e n t d'ail-
t e a u x . C'était c o m m e u n r u d i m e n t d ' o r g a n i s a t i o n leurs d a n s les desseins de la Providence qui ne vou-
sociale. Mais, d a n s la s u i t e , cette m ê m e m u l t i p l i c a - lait p a s , afin de t e n i r la c h r é t i e n t é en h a l e i n e ,
t i o n des pouvoirs avait été un f e r m e n t de g u e r r e s a n é a n t i r t r o p tôt l ' i s l a m i s m e .
p r i v é e s ; de p l u s , les s e i g n e u r s laïques r é p u g n a i e n t JUSTIN FÈVRB,

à l'affranchis e m e n t des serfs; en sorte q u e la féo- Protonotaire apostolique»


dalité était d e v e n u e u n obstacle a u bien du p e u p l e
et à la fondation des u n i t é s n a t i o n a l e s . P a r la v e n t e
des fiefs, la m o r t des s e i g n e u r s , ou s i m p l e m e n t p a r CHRONIQUE HEBDOMADAIRE.
les c o n q u ê t e s q u e fit dans les c a m p s l'esprit d ' é g a -
La santé d u Pape et la diplomatie. — Réceptions au Vatican.
l i t é , les Croisades p o r t è r e n t à la féodalité u n coup — Sollicitude de Pie IX. pour les Cercles catholiques d'ou-
décisif. De son abaissement r é s u l t e n t l'affermisse- vriers. — M. de Mun, chevalier de Saint-Grégotre-le-Grand.
m e n t du pouvoir royal, l'établissement des c o m m u - — Bref à Mgr de S é g u r . — Le vénérable de La Salle et
M. Barodet. — Mort d u cardinal Billiet. — Inauguration et
nes, la formation du tiers état, l'affranchissement bénédiction de nouveaux Cercles catholiques — Lnstitut de
des serfs, f é p u r a t i o n des m u l t i t u d e s a r m é e s et u n Notre-Dame-des-Missions. — Prises de voile. — Pè'er'tnage
r a p p r o c h e m e n t sensible e n t r e les diverses classes de de Notre-Dame de Chartres. — Nos honnêtes libres-pen-
la société. A ces effets politiques se r a t t a c h e n t : seurs. — Machine de guerre. — La loi de Guillaume et la
loi de Jéhovah.
1° les progrès de l'art militaire sous le rapport de
Paris, 4 mai 1873.
la t a c t i j u e , de la discipline et de l ' o r g a n i s a t i o n
financière, 2° la construction des m a r i n e s , l'établis- ROME. — U n g r a n d n o m b r e d'évèques, de t o u t e s
s e m e n t des comptoirs, l'extension du c o m m e r c e , la les parties du m o n d e , se r e u d e n t en ce m o m e n t d a n s
destruction des pirates m é d i t e r r a n é e n s et la fixation la Ville É t e r n e l l e , soit p o u r faire l e u r viste ad li-
du code m a r i t i m e , et 3° l'initiation de l ' i n d u s t r i e mina Apo*tolorum, soit p o u r j u g e r par e u x - m ê m e s
e u r o p é e n n e aux secrets des Grecs et des S a r r a s i n s . de la s i t u a t i o n et s'assurer de l'état de santé d u
Enfin les résultats scientifiques et littéraires fu- S o u v e r a i n Pontife. Nous ne répéterons pas q u e
r e n t i m m e n s e s : la géographie a p p r i t à m i e u x con- Pie IX est c o m p l è t e m e n t rétabli. La diplomatie, q u i
n a î t r e le m o n d e ; l'histoire eut de n o u v e a u x sujets s'était elle-même u n peu é m u e p a r t o u t au bruit q u e
et de m o i n s naïfs a n n a l i s t e s ; la philosophie s'éleva faisait la presse des sectes sur le. sujet de la « m o r t
en p r e n a n t Aristote p o u r texte et les u n i v e r s i t é s i m m i n e n t e du P a p e , » a r e c o n n u de b o n n e grâce
p o u r t h é â t r e ; la médecine, les m a t h é m a t i q u e s , l'as- qu'elle s'en était laissé imposer : « Le comte AJI-
t r o n o m i e , p r i r e n t un rapide essort; les l a n g u e s m o - drassy, télégraphie-t-on de V i e n n e , r é p o n d a n t à
dernes r e c u r e n t u n nouvel é l é m e n t de f o r m a t i o n ; u n e interpellation au sujet de l'élection éventuelle
la langue française conquit son a s c e n d a n t ; l'archi- d u P a p e , a déclaré que la discussion sur une t e l l e
tecture s'ouvrit des voies v r a i m e n t o r i g i n a l e s q u i éventualité n'est pas o p p o r t u n e , l'état de s a n t é d u
d u r e n t peut-être q u e l q u e chose a u x r é m i n i s c e n c e s Pape ne d o n n a n t pas lieu à de semblables a p p r é -
des Croisades; enfin la poésie s e m b l a tressaillir d e - h e n s i o n s . » Pie I X , qui t o u c h e à ses 81 a n s , v e r r a
v a n t la matière d ' u n e Iliade n o u v e l l e . encore p o r t e r e n t e r r e plus d ' u n de ces sinistres et

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